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CURSO TÉCNICO DE MULTIMEIOS DIDÁTICOS

HUMBERTO LAMBERTI JUNIOR

VITÓRIA/ES
2019/2

PROFESSORES: MS. PHILIPE DOMINGOS; MS.


LIDIANE LEITE VASCONCELOS; MS. YVINA PAVAN
BALDO E DRA. LARISSY ALVES COTONHOTO.
PROJETO INTERDISCIPLINAR - ESPAÇO NÃO-
FORMAL: MUSEU CASA DA MEMÓRIA - O
DESCOBRIMENTO E NASCIMENTO DO SÍTIO
HISTÓRICO DA REGIÃO DA PRAINHA E DA
CIDADE DE VILA VELHA-ES

. O ESPAÇO DA CASA POSSUI AS SEGUINTES


CARACTERÍSTICAS:

. ARQUITETURA COLONIAL, DA ÉPOCA DO


DESCOBRIMENTO PELOS PORTUGUESES E DA
COLONIZAÇÃO DO BRASIL (ALVENARIA DE TIJOLOS
E DE PEDRAS DE ADOBE);

. A CONSTRUÇÃO DAS PAREDES USOU AS TÉCNICAS


DA TAIPA DE PILÃO E DO PAU A PIQUE (MADEIRA E O
BARRO);
. A COBERTURA DA CASA FOI USADO AS TELHAS
FRANCESAS OU MARSELHA (TELHAS DE BARRO –
CERÂMICA);

. AS ESQUADRIAS TEM FOLHAS DE JANELAS E


PORTAS EM MADEIRA (SUA FORMA DE ABERTURA É
EM GUILHOTINA OU À INGLESA);

. O PAVIMENTO DA CASA TEM UM PISO DE TÁBULAS


– SENDO ASSOALHOS;

. A CASA POSSUI 12 CÔMODOS, SENDO 3 CÔMODOS


GRANDES DESTINADOS À SALA “ÁTILA DE FREITAS
LIMA” – LOCAL QUE FICA A EXPOSIÇÃO/ACERVO
PERMANENTE SOBRE A CHEGADA DO FIDALGO
PORTUGUÊS “VASCO FERNANDES COUTINHO”;
MEIOS DE ESCRAVIDÃO
. Captura em guerras;

. Raptado/Sequestro;

. Pagamento de tributos e impostos;

. Dívida;

. Punição por crimes;

. Abandono e venda de crianças;

. Auto-escravização;

.Nascimento.
DESTINO DOS ESCRAVOS
AFRICANOS (1519–1867)
DESTINO PORCENTAGEM

América Portuguesa 38,5%


América Britânica 18,4%
(menos a América do
Norte)
América Espanhola 17,5%
América Francesa 13,6%
América do Norte 6,45%
Inglesa
América Inglesa 3,25%
Antilhas Holandesas 2,0%
Antilhas Dinamarquesas 0,3%
HISTÓRIA
. Uma das primeiras exposições de Skate foi
patrocinado pelo fundador da Makaha, Larry
Stevenson, em 1963 e realizado na “Pier Avenue
Junior High School”, em Hermosa Beach, CA, U.S.;

. À medida que a popularidade do skate começou a


expandir, a primeira revista de skate, chamada de
“The Quarterly Skateboarder” foi lançada em 1964.
HISTÓRIA

Edição de
Outubro de
1965
CULTURA AFRO-BRASILEIRA
. A primeira transmissão pela televisão de uma
competição de skate aconteceu em 1965 na
“National Skateboarding Championships”, em
Anaheim, CA, U.S.;

. Como era um esporte novo durante este tempo,


havia apenas duas competições: o “flatland
freestyle” e o “slalom downhill racing”;

. Patti McGee; Danny Bearer; Torger Johnson; Bruce


Logan; Bill & Mark Richards; Woody Woodward e Jim
Fitzpatrick foram os primeiros skatistas a viajarem,
realizar exposições e a mostrarem dicas de
segurança da prática.
CULTURA AFRO-BRASILEIRA
. A primeira transmissão pela televisão de uma
competição de skate aconteceu em 1965 na
“National Skateboarding Championships”, em
Anaheim, CA, U.S.;

. Como era um esporte novo durante este tempo,


havia apenas duas competições: o “flatland
freestyle” e o “slalom downhill racing”;

. Patti McGee; Danny Bearer; Torger Johnson; Bruce


Logan; Bill & Mark Richards; Woody Woodward e Jim
Fitzpatrick foram os primeiros skatistas a viajarem,
realizar exposições e a mostrarem dicas de
segurança da prática.
CULTURA AFRO-BRASILEIRA
. A primeira transmissão pela televisão de uma
competição de skate aconteceu em 1965 na
“National Skateboarding Championships”, em
Anaheim, CA, U.S.;

. Como era um esporte novo durante este tempo,


havia apenas duas competições: o “flatland
freestyle” e o “slalom downhill racing”;

. Patti McGee; Danny Bearer; Torger Johnson; Bruce


Logan; Bill & Mark Richards; Woody Woodward e Jim
Fitzpatrick foram os primeiros skatistas a viajarem,
realizar exposições e a mostrarem dicas de
segurança da prática.
CULTURA AFRO-BRASILEIRA
. Remonta ao período colonial, quando o tráfico
transatlântico de escravos forçou milhões africanos
a virem para o Brasil. Assim, foi formada a maior
população de origem africana fora da África;

. A origem distinta dos africanos trazidos ao Brasil


forçou-os a apropriações e adaptações para que suas
práticas e representações culturais sobrevivessem;

. Ela compõe os costumes e as tradições: a


mitologia, o folclore, a língua (falada e escrita), a
culinária, a música, a dança, a religião, enfim, o
imaginário cultural brasileiro.
CULTURA AFRO-BRASILEIRA
. A culinária é outro elemento típico da cultura afro-
brasileira. Ela introduziu as panelas de barro, o leite
de coco, o feijão preto, o quiabo, dentre muitos
outros;

. Nasceram do sincretismo Batuque, Xambá,


Macumba e Umbanda, enquanto se preservaram
algumas variações africanas da Quimbanda, Cabula e
o Candomblé;

. A influência afro-brasileira está patente em


expressões como Samba, Jongo, Carimbó, Maxixe,
Maculelê, Maracatu. Eles utilizam instrumentos
variados, com destaque para Afoxé, Atabaque,
Berimbau e Tambor.
HISTÓRIA
.

TONY ALVA SHOGO KUBO ALLEN SARLO

CHRIS CAHILL
JAY ADAMS STACY
JIM PERALTA
MUIR NATHAN PRATT
BOB BINIAK
CONCLUSÃO
. O diálogo, respeito, compaixão e compreensão da
cultura e da étnia-racial dos seres humanos nos
possibilita construir caminhos para a construção de
saberes, conhecimentos significativos e aprendidos
pela diversidade étnico-racial. Nessa perspectiva, a
construção de um projeto interdisciplinar é um ponto
positivo de forma que os alunos aprendam a
conhecer as diferentes diversidades étnico-raciais e
existentes no Mundo, assim como também aprendem
a utilizar os recursos tecnológicos como
instrumentos de aprendizagem/mediadores para o
aprendizado, a inclusão étnico-racial no contexto
escolar, facilitando assim a aprendizagem
significativa e inclusiva dos alunos com deficiências
e necessidades especiais.
CONCLUSÃO
. O diálogo, respeito, compaixão e compreensão da
cultura e da étnia-racial dos seres humanos nos
possibilita construir caminhos para a construção de
saberes, conhecimentos significativos e aprendidos
pela diversidade étnico-racial. Nessa perspectiva, a
construção de um projeto interdisciplinar é um ponto
positivo de forma que os alunos aprendam a
conhecer as diferentes diversidades étnico-raciais e
existentes no Mundo, assim como também aprendem
a utilizar os recursos tecnológicos como
instrumentos de aprendizagem/mediadores para o
aprendizado, a inclusão étnico-racial no contexto
escolar, facilitando assim a aprendizagem
significativa e inclusiva dos alunos com deficiências
e necessidades especiais.
HISTÓRIA
. O “MUSEU CASA DA MEMÓRIA” É UM MUSEU
LOCALIZADO NO MUNICÍPIO DE VILA VELHA, NO
ESTADO DO ESPÍRITO SANTO – ES, SENDO CRIADO
NO ANO DE 1997. TRATA-SE DE UM ESPAÇO/LOCAL
QUE OCUPA UMA ÁREA EQUIVALENTE A DOIS LOTES
INTEIROS, E CONSISTE EM UMA CASA/RESIDÊNCIA
COM UM QUINTAL NOS FUNDOS GRANDE, O MUSEU
OCUPA OS ESPAÇOS DA REFERIDA CASA – SENDO
CONSTRUÍDA NO ANO DE 1893, É CONSIDERADA
UMA DAS MAIS ANTIGAS RESIDÊNCIAS DO BAIRRO
DA PRAINHA, SENDO POSTERIORMENTE TOMBADA
PELO “CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA DO
ESPÍRITO SANTO” DURANTE A DÉCADA DE 1980. A
CASA É UMA CONSTRUÇÃO DO FINAL DO SÉCULO
XIX – SENDO CRIADA PELO MOVIMENTO
ORGANIZADO PELA PRÓPRIA “ASSOCIAÇÃO DE
MORADORES DA PRAINHA”.
ENDEREÇO
. RUA LUCIANO DAS NEVES COM BEIRA MAR. ÁREA
URBANA. BAIRRO: PRAINHA. (AO LADO DO “MUSEU
HOMERO MASSENA”).

. HORÁRIOS DE VISITAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA A


SEXTA-FEIRA, DAS 8H ÀS 17H, E AOS SÁBADOS,
DOMINGOS E FERIADOS, DAS 8H ÀS 14H. A
ENTRADA É GRATUITA. CASO ALGUMA INSTITUIÇÃO
ESCOLAR QUEIRA REALIZAR UMA VISITA COM
TURMAS E ALUNOS, É NECESSÁRIO LIGAR E
AGENDAR UMA VISITA COM ANTECEDÊNCIA. PARA
MAIS INFORMAÇÕES, LIGUE: (27) 3388-4344.
OFERTA DE AÇÃO EDUCATIVA
AO PÚBLICO ESCOLAR
. É REALIZADO UMA RECEPÇÃO DOS ALUNOS JUNTO
DOS PROFESSORES DA TURMA DA INSTITUIÇÃO
ESCOLAR, E COMEÇA A VISITAÇÃO DOS LOCAIS DE
EXPOSIÇÃO DO MUSEU, E EM CADA LOCAL, É
REALIZADO UMA RODA DE CONVERSA E DIÁLOGOS
ENTRE OS GUIAS TURÍSTICOS, COM OS ALUNOS E
PROFESSORES DO MESMO, CONTANDO UM POUCO
SOBRE A HISTÓRIA DA CHEGADA DOS
PORTUGUESES E DE VASCO COUTINHO NA CIDADE
DE VILA VELHA-ES, E MOSTRANDO IMAGENS,
OBRAS, RELÍQUIAS E ARTEFATOS HISTÓRICOS DA
ÉPOCA DO PERÍODO COLONIAL, TENDO ASSIM, UMA
GRANDE INTERAÇÃO, APRENDIZADO
SIGNIFICATIVO.
POTENCIALIDADES EDUCATIVA
DO ESPAÇO
- CONHECER A HISTÓRIA DA CHEGADA DO FIDALGO
PORTUGUÊS VASCO FERNANDES COUTINHO NA
COSTA CAPIXABA, ALÉM DE CONHECER A SUA
TRAJETÓRIA E O PROCESSO DE COLONIZAÇÃO
ESPÍRITO-SANTENSE;

- IDENTIFICAR E CONHECER A ÁRVORE


GENEALÓGICA DE VASCO FERNANDES COUTINHO,
ASSIM COMO TAMBÉM DOS DOCUMENTOS
OFICIAIS E CARTAS DO REI DE PORTUGAL E DOS
MAPAS DE NAVEGAÇÃO E DA CAPITANIA
ESPÍRITO-SANTENSE;
- REALIZAR UMA PESQUISA HISTORIOGRÁFICA A
PARTIR DE LIVROS DIDÁTICOS SOBRE OS
INSTRUMENTOS DE NAVEGAÇÃO DOS
PORTUGUESES E SUAS ARMAS DE FOGO;

- PROPOR RODAS DE CONVERSA E DIÁLOGOS


SOBRE OS TIPOS E MÉTODOS DE EXPLORAÇÃO DE
RIQUEZAS NATURAIS NO SOLO CAPIXABA;

- CONHECER O PROCESSO DE COLONIZAÇÃO E


DESENVOLVIMENTO DOS PRIMEIROS BAIRROS E
CENTROS URBANOS DO MUNICÍPIO DE VILA
VELHA-ES;

- CONHECER A HISTÓRIA DA ESCRAVIDÃO DOS


NEGROS E DOS MÉTODOS DE TORTURA NO
PERÍODO COLONIAL NO BRASIL E NO ESPÍRITO
SANTO;
- CONHECER E IDENTIFICAR AS TRANSFORMAÇÕES
HISTÓRICO-SOCIAIS-CULTURAIS-POLÍTICAS-
GEOGRÁFICAS DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA-ES
AO LONGO DOS 100 ANOS DE HISTÓRIA POR MEIO
DE OBRAS FOTOGRÁFICAS, LIVROS DE MEMÓRIAS,
CONTOS E RELATOS DE MORADORES DA
COMUNIDADE DO BAIRRO DA PRAINHA EM VILA
VELHA-ES;

- OBS: NO DECORRER DE CADA SEMANA DE CADA


MÊS, O TEMA DA SEMANA CULTURAL IRÁ MUDAR,
DE FORMA QUE TODOS POSSAM APRENDER
NOVOS SABERES POPULARES DO BAIRRO,
POSSIBILITANDO CONHECER NOVAS TEMÁTICAS,
TEMAS TRANSVERSAIS/INTERDISCIPLINARES E
SIGNIFICATIVOS NA COMUNIDADE.
ACESSIBILIDADE PARA
SURDOS E TECNOLOGIAS
1 – CARACTERIZAR ASPECTOS RELACIONADOS À
ACESSIBILIDADE: O “MUSEU CASA DA MEMÓRIA”
NÃO POSSUI UMA CONJUNTURA E ESTRUTURA
FÍSICA QUE POSSA ATENDER OS ALUNOS SURDOS,
OU SEJA, NÃO EXISTE ACESSIBILIDADE;

2 - DESCREVER ALGUMAS EXPERIÊNCIAS BEM


SUCEDIDAS REFERENTE AO USO DE TECNOLOGIAS
EDUCACIONAIS: SEGUNDO RELATOS DOS
RESPONSÁVEIS PELO MUSEU, NÃO HÁ
EXPERIÊNCIAS QUANTO AO USO DE TECNOLOGIAS
EDUCACIONAIS, POIS O MUSEU É MUITO ANTIGO E
NÃO POSSUI UMA CONJUNTURA ADEQUADA E
FLEXÍVEL DE FORMA QUE POSSA SER ADOTADA O
USO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS.
TECNOLOGIAS PARA SURDOS
. CONTRATAÇÃO DE 3 INTÉRPRETES DE LIBRAS;

. INSTALAR PLACAS/CARTAZES NAS PAREDES DE


CADA SEÇÃO/CÔMODO DO MUSEU COM UM CÓDIGO
DE BARRAS BIDIMENSIONAL – EM FORMATO “QR
CODE” EM CADA PAREDE, DE FORMA QUE O
USUÁRIO SURDO POSSA USAR UM APARELHO
CELULAR QUE POSSUA CÂMERA DIGITAL E UM
SOFTWARE DE LEITURA PARA REALIZAR O
SCANEAMENTO/LEITURA DO CÓDIGO “QR CODE”,
PARA QUE O MESMO POSSA TER ACESSO A TAIS
INFORMAÇÕES SOBRE CADA SEÇÃO/CÔMODO DO
MUSEU JÁ NO FORMATO TRADUZIDO PARA A
LIBRAS, TENDO ASSIM UMA MAIOR COMPREENSÃO,
FACILIDADE NA IDENTIFICAÇÃO DE CADA TEMÁTICA,
CONTEÚDO E SEÇÃO/CÔMODO DO MUSEU;
. DESENVOLVER E PROGRAMAR APRESENTAÇÕES
EM FLASH/VÍDEO DE CONTEÚDOS E INFORMAÇÕES
REFERENTES A CADA CONTEÚDO E TEMÁTICA DO
MUSEU, DE FORMA QUE SEJAM PROGRAMADAS E
CODIFICADAS NO FORMATO DE “QR CODE” – PARA
QUE OS USUÁRIOS SURDOS TENHAM UMA MAIOR
ACESSIBILIDADE;

. FAZER O USO DO APLICATIVO “HAND TALK” NOS


DISPOSITIVOS MÓVEIS DISPONIBILIZADOS NO
MUSEU;

. INSTALAR E POSICIONAR MONITORES HD EM CADA


SEÇÃO DO MUSEU, DE FORMA QUE TENHA UM
INTÉRPRETE DE LIBRAS NA TELA TRADUZINDO OS
CONTEÚDOS (IMAGENS, MÚSICAS, DIÁLOGOS
ENTRE RODAS DE CONVERSA, DEBATES
ACADÊMICOS E ETC);
. REALIZAR UMA TRADUÇÃO DOS CONTEÚDOS DA
LÍNGUA PORTUGUESA PARA A LÍNGUA DE SINAIS, E
DISPONIBILIZAR EM UMA ESTANTE DO MUSEU (EM
FORMATO FÍSICO) E TAMBÉM EM VERSÕES DIGITAIS,
TODOS OS DOCUMENTOS E MATERIAIS DIDÁTICOS
REFERENTES AS TEMÁTICAS E CONTEÚDOS
APRESENTADOS EM CASA SEMANA CULTURAL DO
MUSEU, DE FORMA QUE O SURDO TENHA UMA
MAIOR INTERAÇÃO, CURIOSIDADE E
APRENDIZAGEM ENTRE SURDOS E NÃO SURDOS;

. INSTALAR OS DISPOSITIVOS DE ASSISTÊNCIA


AUDITIVA EM CADA PARTE DAS SALAS DO MUSEU,
INCLUINDO OS DISPOSITIVOS DE ASSISTÊNCIA
AUDITIVA FM, INFRAVERMELHOS E LOOP.
CONCLUSÃO
. CONCLUO QUE PARA QUE POSSAMOS TER UM
ESPAÇO EDUCATIVO NÃO-FORMAL DE FORMA
ACESSÍVEL E INCLUSIVO, PRECISAMOS PRIMEIRO
PENSAR NA SUA ACESSIBILIDADE, DESDE A SUA
FUNDAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS ESPAÇOS.
POIS TEMOS QUE LEMBRAR QUE A APRENDIZAGEM
É COLETIVA, E TODOS OS ALUNOS, COM
NECESSIDADES ESPECIAIS OU NÃO, PRECISAM TER
UMA ACESSIBILIDADE E UMA INTERAÇÃO MAIOR,
PARA QUE OS MESMOS POSSAM COOPERAR UM
COM O OUTRO E EM GRUPO PRODUZIREM OS SEUS
PRÓPRIOS CONHECIMENTOS E SABERES
SIGNIFICATIVOS.
REFERÊNCIAS
Blog Destinos ES. Disponível em:
<https://blogdestinoes.com.br/casa-da-memoria/>.
Acesso em: 24 ago. 2019.

Hand Talk. Disponível em:


<https://www.handtalk.me/app/>. Acesso em: 24 ago.
2019.

LAMBERTI JUNIOR, H. Pesquisa de Campo: Projeto


Interdisciplinar - Espaço Não-Formal: Museu Casa da
Memória - O Descobrimento e Nascimento do Sítio
Histórico da Região da Prainha e da Cidade de Vila
Velha-ES. Vila Velha-ES, 24 ago. 2019.
______. Pesquisa de Campo: Entrevista e Conversas
sobre a Acessibilidade do Surdo e as Tecnologias
Educacionais no Museu Casa da Memória. Vila Velha-
ES, 24 ago. 2019.

Prefeitura Municipal de Vila Velha – PMVV. Disponível


em: <http://www.vilavelha.es.gov.br/paginas/cultura-
esporte-e-lazer-casa-da-memoria/>. Acesso em: 24
ago. 2019.