Você está na página 1de 14
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II

TRANSFERÊNCIA DE CALOR

1)

A parede de um forno industrial é construída de um tijolo de 0,15 m de espessura, com condutividade térmica de 1,7 W/(m·K). A temperatura na face interna e externa da parede são respectivamente 1400 e 1150 K. Qual é a perda de calor através de uma parede de 0,5 m por 3 m? R: 4250 W

 
 

2)

A parede externa de uma casa é composta por uma camada de 20 cm de espessura de tijolo comum e uma camada de 5 cm de gesso.

a)

Qual a taxa de transferência de calor por unidade de área, se a face externa da parede se encontra a 35 °C e a face interna a 20°C? R: 38 W/m²

b)

Calcule a espessura de isolamento do material lã de rocha, com k = 0,065 W/m·K, que deverá ser adicionada à parede, para que se reduza a transferência de calor em 80%? R:

0,103 m

 
 
 

3)

Uma parede de um forno é constituída de duas camadas: 0,20 m de tijolo refratário (k = 1,2 kcal/(h·m·°C)) e 0,13 m de tijolo isolante (k = 0,15 kcal/(h·m·°C)). A temperatura da superfície interna do refratário é 1675°C e a temperatura da superfície externa do isolante é 145°C. Desprezando a resistência térmica das juntas de argamassa, calcule:

a) o calor perdido por unidade de tempo e por m² de parede; R: 1480 kcal/(h·m²) b) a temperatura da interface refratário/isolante. R: T 2 = 1428,2ºC

e por m² de parede; R: 1480 kcal/(h·m²) b) a temperatura da interface refratário/isolante. R: T
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II

4)

Deseja-se isolar termicamente uma parede de tijolos de 15 cm de espessura, com k = 15 kcal/(h·m·ºC). A área da parede é de 8 m². O material escolhido para o isolamento é a cortiça com 2 cm de espessura e k = 0,08 kcal/(h·m·ºC). As temperaturas superficiais são 150ºC e 23ºC. Calcular o fluxo de calor através das paredes e a temperatura

intermediária entre a parede de tijolos e de cortiça. R: 3908 kcal/h e Tx = 145ºC

de tijolos e de cortiça. R: 3908 kcal/h e Tx = 145ºC 5) Sabendo que o

5)

Sabendo que o material da parede 2 suporta, no máximo, 1350ºC, verifique as condições do projeto e proponha modificações, se for o caso.

do projeto e proponha modificações, se for o caso. 6) A área exposta de um dispositivo

6)

A área exposta de um dispositivo eletrônico é 100 mm². Para assegurar-se de que a temperatura dessa superfície não passe de 50ºC (323 K) quando a temperatura ambiente é de 35ºC, o calor deve ser removido a uma taxa de 0,6 W. Determine o coeficiente h de transferência de calor? R: h = 400 W/m²·ºC

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II convecção entre a superfície do vidro e o ar externo é h 2 = 20 W/m²·K. A condutividade térmica do vidro é k = 1 W/m·K. Determinar a perda de calor do ar da sala através do vidro. R: q = 247 W

8)

Classifique as alternativas em “V” para Verdadeiro e “F” para Falso.

(

)

Somente existe transferência de calor quando há uma diferença de temperatura entre dois corpos.

(

)

A

condução é um meio de transporte de calor e massa que ocorre em sólidos.

 

(

)

Quando a transferência de energia ocorrer entre uma superfície e um fluido em movimento em virtude da diferença de temperatura entre eles, usamos o termo transferência de calor por convecção.

(

)

A radiação pode se definida como o processo pelo qual calor é transferido de uma superfície em alta temperatura para uma superfície em temperatura mais baixa quando tais superfícies estão separadas no espaço, ainda que exista vácuo entre elas. A energia assim transferida é chamada radiação térmica e é feita sob a forma de ondas eletromagnéticas.

(

)

Todos corpos em temperatura acima do zero absoluto emitem continuamente radiação

   

térmica

(

)

A

condução pode ser descrita matematicamente pela Lei de Fourier (

q



kA

L

T

)

(

)

Geralmente os metais apresentam maior coeficiente de transferência de calor por convecção, característica relacionada ao mar de elétrons livres devido a ligação metálica.

(

)

O

ar apresenta baixo coeficiente de película, por isso materiais com alta porosidade são

 

mais isolantes térmicos que os menos porosos, quando mantida a composição química.

9) Um forno de 6 m de comprimento, 5 m de largura e 3 m de altura tem sua parede constituída de 3 camadas. A camada interna de 0,4 m é de tijolos refratários (k=1,0 kcal/h·m·ºC). A camada intermediária de 0,30 m tem a metade inferior de tijolos especiais (k=0,20 kcal/h·m·ºC) e a metade superior de tijolos comuns (k=0,40 kcal/h·m·ºC). A camada externa de 0,05 m é de aço (k=30 kcal/h·m·ºC). Sabendo-se que a superfície interna está a 1700ºC e a superfície externa está a 60ºC. Pede-se :

a) O fluxo de calor pelas paredes laterais. Despreze a perda de calor na parte superior e inferior do forno; b) Considerando que, após alguns anos, o fluxo de calor aumentou 10 % devido ao desgaste da camada de refratários. Calcular este desgaste supondo que o mesmo foi uniforme em todo o forno.

10) No interior de uma estufa de alta temperatura os gases atingem 650ºC. A parede da estufa é de aço, tem 6 mm de espessura e fica em um espaço fechado em que há risco de incêndio, sendo necessário limitar a temperatura da superfície em 38ºC. Para minimizar os custos de isolação, dois materiais serão usados: primeiro um isolante de alta temperatura (mais caro), aplicado sobre o aço e, depois, magnésia (menos caro) externamente. A temperatura máxima suportada pela magnésia é 300ºC. Conhecendo os dados abaixo, pede-se a espessura (em cm) de cada material isolante.

DADOS:

Temperatura ambiente: 20ºC

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II Coeficiente de película interno: 490 kcal/h·m²·ºC Coeficiente de película externo: 20 kcal/h·m²·ºC Condutividade térmica do aço: 37,25 Kcal/h·m·ºC Condutividade térmica do isolante de alta temperatura: 0,0894 kcal/h·m·ºC

do isolante de alta temperatura: 0,0894 kcal/h·m·ºC 11) Um duto de ar quente, com diâmetro externo
do isolante de alta temperatura: 0,0894 kcal/h·m·ºC 11) Um duto de ar quente, com diâmetro externo

11) Um duto de ar quente, com diâmetro externo de 22 cm e temperatura superficial externa de 93ºC, está localizado num grande compartimento cujas paredes estão a 21ºC. O ar no compartimento está a 27ºC e o coeficiente de película é 5 kcal/h·m²·ºC. Determinar a quantidade de calor transferida por unidade de tempo, por metro de tubo, se:

a) O duto é de estanho (F 12 = ε = 0,1)

b) O duto é pintado com laca branca (F 12 = ε = 0,9)

de tubo, se: a) O duto é de estanho (F 1 2 = ε = 0,1)
de tubo, se: a) O duto é de estanho (F 1 2 = ε = 0,1)
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II

TROCADORES DE CALOR

12) No trocador de calor abaixo, onde o fluido quente entra a 900ºC e sai a 600ºC e o fluido frio entra a 100ºC e sai a 500ºC, qual o MLDT para:

a) correntes paralelas; R: 336,6ºC

b) correntes opostas. R: 448,1ºC

13) Em um trocador de calor contracorrente de duplo tubo passa uma vazão mássica de 0,15 kg/s de água (c p =4,181 kJ/kg.K ) que é aquecida de 40ºC para 80ºC. O fluido quente é óleo e o coeficiente global de transferência de calor para o trocador é 250 W/m².K. Determine a área de troca de calor, se o óleo entra a 105ºC e sai a 70ºC. R:

3,66 m²

calor, se o óleo entra a 105ºC e sai a 70ºC. R: 3,66 m² 14) Um

14) Um trocador de calor contracorrente de duplo tubo óleo quente deve ser resfriado com água. A água circula em um tubo interno, a uma taxa de 1 kg/s e suas temperaturas de entrada e saída são respectivamente e 30ºC e 90ºC. O óleo circula no espaço anular a uma taxa de 1 kg/s e sua temperatura de entrada é 160ºC. O coeficiente global de transferência de calor para o trocador é 150 W/(m²·K). As condições operacionais são permanentes; não há perda de calor para o ambiente; as variações de energia cinética e potencial dos escoamentos são desprezíveis; não há nenhuma incrustação e as propriedades dos fluidos são constantes. Quais são respectivamente os valores da taxa de transferência de calor, a temperatura de saída do óleo e a área do trocador de calor necessária para o resfriamento? R: 252 W; 40 ºC;

54,5 m².

Considere:

Cp H2O = 4,2 kJ/(kg·K) Cp óleo = 2,1 kJ/(kg·K)

15) É desejável aquecer 9820 lb/h de benzeno ( cp = 0,425 Btu/lb.ºF ) de 80 a 120 ºF utilizando tolueno ( cp = 0,44 Btu/lb.ºF ), o qual é resfriado de 160 para 100 oF. O coeficiente global de transferência de calor "limpo" é 149 Btu/h.ft².ºF. Dispõe-se de

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II trocadores bitubulares contracorrente de 20 ft de comprimento equipados com tubos área específica de 0,435 ft 2 /ft.

a) Qual a vazão de tolueno necessária? R: 6323,5 lb/h

b) Quantos trocadores são necessários? R: L = 89,4 ft nº trocadores = 4,5

c) Recalcule o comprimento e o número de trocadores em caso os trocadores trabalhassem

em concorrente.

16) Em um trocador casco-tubos, 3000 lb/h de água (cp = 1 Btu/lb.ºF ) é aquecida de 55ºF para 95ºF por 4415 lb/h de óleo (cp = 0,453 Btu/lb.ºF ) que deixa o trocador a 140ºF. Ao óleo está associado um coeficiente de película de 287,7 Btu/h.ft 2 .ºF e à água está associado um coeficiente de película de 75 Btu/h.ft 2 .ºF. Determine o número de tubos de 0,5" de diâmetro externo e 6 ft de comprimento necessários para o trocador. R: q =

1,2·10 5 Btu/h; Tentr.óleo = 200ºF; Tml = 94,65ºF; U = Btu/h.ft².ºF; A = ft²; número de tubos = tubos.

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II

Equilíbrio de Fases e Destilação

17) Para o diagrama abaixo responda:

de Fases e Destilação 17) Para o diagrama abaixo responda: a) Qual a temperatura de fusão

a) Qual a temperatura de fusão do NiO e do MgO? R: 2000ºC e 2800ºC

b) Em uma mistura com 20% de MgO, qual a temperatura de formação do primeiro líquido? R: 2100ºC

c) Para uma mistura com 30% de NiO a uma temperatura de 2600ºC qual(is) o(s) estado(s) em que se encontra a matéria? Qual o percentual de cada estado da matéria e qual a composição química de cada estado da matéria? R: ~ 50%

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II

18) Para o diagrama abaixo responda:

Unitárias II 18) Para o diagrama abaixo responda: d) Qual a temperatura de fusão do NaAlSiO

d) Qual a temperatura de fusão do NaAlSiO 4 e do NaAlO 2 ?

e) Em uma mistura com 55% de NaAlO 2 , qual a temperatura de formação do primeiro líquido?

f) Para uma mistura com 30% de NaAlSiO 4 a uma temperatura de 1700ºC qual(is) o(s) estado(s) em que se encontra a matéria? Qual o percentual de cada estado da matéria e qual a composição química de cada estado da matéria? R: S/L; 96,5 de Sólido

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II

19) De acordo com o diagrama binário, responda:

II 19) De acordo com o diagrama binário, responda: a) Para a fração molar e a
a) Para a fração molar e a pressão mostrada do ponto q, qual o percentual
a)
Para a fração molar e a pressão mostrada do ponto q, qual o percentual de líquido e de
vapor no sistema?
b)
Qual a composição do líquido e a do vapor no mesmo ponto?
20)
Para o diagrama de equilíbrio abaixo, responda:
a)
Em uma composição com 20% em mol do componente A a 55ºC, qual o percentual de
líquido e vapor no sistema? E qual a composição de cada fase (liq e vapor)?
b)
Em uma composição de 30% em mol de B, qual a temperatura de formação da
primeira gota de líquido?
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II

21)

A figura abaixo mostra o diagrama de equilíbrio entre o 2-metil-1-propanol e 3-metil-

1-butanol. Responda:

entre o 2-metil-1-propanol e 3-metil- 1-butanol. Responda: a) Para uma fração molar de 10% de Butanol

a) Para uma fração molar de 10% de Butanol qual a pressão de formação da primeira gota de líquido?

b) Para uma fração molar de 35% de Propanol a 30 kPa qual o percentual de cada fase (liq

e vapor)? E qual a composição das fases?

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II 22) Determinar o número de estágios de uma coluna que deve destilar uma mistura metanol-água 40%. O produto deve ter o teor de metanol de 98% e o produto de fundo apenas 4%. A razão de refluxo é de 2,0 e para cada mol de alimentação 0,35 mol permanece na fase líquida dentro da coluna.

0,35 mol permanece na fase líquida dentro da coluna. 23) Refaça o exercício acima, a) quando

23) Refaça o exercício acima, a) quando toda a alimentação permanecer na fase gasosa e, b) quando toda a alimentação permanecer na fase líquida. R: a) 11 pratos; b) 8 pratos.

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II

Extração Líquido-Líquido e Sólido-Líquido

24)

Deseja-se extrair um composto orgânico A originalmente a uma concentração de 6g em 100mL de água, dispõe-se para isso 100mL de benzeno. Se a 20°C o coeficiente de partição entre a água e o benzeno é 3 então:

a)

Calcule a massa e o percentual de eficiência para uma extração única 100mL de benzeno;

b)

Calcule a massa e o percentual de eficiência para uma extração múltipla com duas porções iguais de 50 mL.

25)

Supondo um sistema formado por 5g de um soluto em 100 mL de água (solvente 1). Ao adicionar 150 mL de éter (solvente 2), quanto de soluto será extraído? Assumindo que o K d para esse sistema é 10.

26)

Deseja-se separar um composto A a partir de 500 mL de uma solução aquosa contendo 8,0 g de A. Utilizando-se éter etílico como solvente para a extração, quantos gramas de A seriam extraídos:

a) Com uma única extração usando 150 mL de éter etílico?

b) Com 3 extrações sucessivas de 50 mL de éter etílico cada uma?

(Assuma que o coeficiente de distribuição éter etílico/água é igual a 3).

27)

Deve-se extrair 5 g de um composto orgânico de 100 mL de água utilizando 100 mL de éter. O coeficiente de partição dessa substância em éter e água é 11. Mostre, através de cálculos, que a utilização de duas porções de 50 mL de éter é mais eficiente para a extração do que o emprego de uma única porção de 100 mL.

28)

Para um soluto A, o coeficiente de partição K, entre a ligroína e água é 7,5. Que massa de A seria removida de uma solução de 10 g de A em 100 mL de água, por uma única extração com 100 mL de ligroína? Que massa de A seria removida por quatro extrações sucessivas com alíquotas de 25 mL de ligroína? Quanta ligroína é necessária para a remoção de 98,5% de A da água em uma única extração? O que é ligroína?

29)

Faça uma comparação entre o processo de extração líquido-líquido e a destilação. Quais as principais diferenças e onde é indicada cada operação unitária?

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II 30) A preparação de um chá utilizando os já tradicionais saquinhos envolve, em ordem de acontecimento, os seguintes processos:

a) filtração e dissolução.

b) filtração e extração.

c) extração e filtração.

d) extração e decantação.

e) dissolução e decantação

31) Para se isolar a cafeína (sólido, em condições ambientais) de uma bebida que a contenha (exemplos: café, chá, refrigerante etc.) pode-se usar o procedimento simplificado seguinte. “Agita-se um certo volume da bebida com dicloroetano e deixa-se em repouso algum tempo. Separa-se, então, a parte orgânica, contendo a cafeína, da aquosa. Em seguida, destila-se o solvente e submete-se o resíduo da destilação a um aquecimento, recebendo-se os seus vapores em uma superfície fria, onde a cafeína deve cristalizar.” Além da destilação e da decantação, quais operações são utilizadas no isolamento da cafeína?

a) Flotação e ebulição.

b) Flotação e sublimação.

c) Extração e ebulição.

d) Extração e sublimação.

e) Levigação e condensação

32) A extração de substâncias químicas - como as que apresentam atividade farmacológica, obtidas a partir de qualquer material de origem natural, seja ele vegetal ou animal - envolve diversas operações de laboratório. Nesse sentido, numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª, relacionando as operações de laboratório com os respectivos equipamentos utilizados.

de laboratório com os respectivos equipamentos utilizados. A seqüência numérica correta é: a) 6, 4, 1,

A seqüência numérica correta é:

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC Campus Criciúma Profº

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina IFSC Campus Criciúma

Profº Dr. Marcelo Dal Bó

Disciplina: Operações Unitárias II

b) 2, 4, 1, 5 e 3

c) 1, 5, 3, 2 e 4

d) 1, 5, 3, 6 e 4

e) 6, 4, 3, 5 e 1

33) Pode-se imaginar que o ser humano tenha pintado o próprio corpo com cores e formas, procurando imitar os animais multicoloridos e assim adquirir as suas

A pintura

corporal é ainda muito usada entre os índios brasileiros. Os desenhos, as cores e as suas combinações estão relacionados com solenidades ou com atividades a serem realizadas. Para obter um corante vermelho, com o que pintam o

corpo, os índios brasileiros trituram sementes de urucum, fervendo esse pó com água. A cor preta é obtida da fruta jenipapo ivá. O suco que dela é obtido é quase incolor, mas depois de esfregado no corpo, em contato com o ar, começa a escurecer até ficar preto.

a) No caso do urucum, como se denomina o processo de obtenção do corante usando

água?

b) Cite dois motivos que justifiquem o uso de água quente em lugar de água fria no

processo extrativo do corante vermelho.

c) Algum

transformação química? Responda sim ou não e justifique.

uma

qualidades: a rapidez da gazela; a força do tigre; a leveza das aves

dos

processos

de

pintura

corporal,

citados

no

texto,

envolve

Gabarito:

8)

(

V

)

(

F

)

(

V )

(

V

)

(

V )

(

V

)

(

F

)

(

V

)

30) C

33) a) Esse processo denomina-se extração. A água aquecida extrai do pó das sementes de urucum a substância responsável pela coloração vermelha. b) Primeiro: a solubilidade do corante em água quente é maior que em água fria. Segundo: o aumento da temperatura aumenta a velocidade do processo de extração. c) Sim. A reação entre o suco de jenipapo ivá (incolor) e o ar forma um composto de coloração preta.