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SUMÁRIO Ano de 2015

SUMÁRIO

EXPEDIENTE________________________________________________ 03
EDITORIAL___________________________________________________04
APRESENTAÇÃO_____________________________________________ 05
PRINCÍPIOS DA CVM___________________________________________06
FINALIDADES ESTATUÁRIAS____________________________________ 07
ORIGEM DOS RECURSOS______________________________________ 08
INSTRUMENTOS DE CONTROLE________________________________ 09
RECURSOS HUMANOS 2015 ___________________________________ 10
ABRANGÊNCIA TERRITORIAL___________________________________ 11
INFRA ESTRUTURA____________________________________ 12/13/14/15
ATENDIMENTOS EM 2015_____________________________________ 16
CONTROLE DE MATRICULAS DE 2015____________________________ 17
PRINCIPAIS ATIVIDADES DA CVM EM 2015_________________________18
ATIVIDADES DA INSTITUIÇÃIO___________________________________19
EDUCAÇÃO INFANTIL_________ ____________________________20/21/22
COMUNIDADE TERAPÊUTICA______ ______________________23/24/25/26
SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULO_______27
INCLUSÃO PRODUTIVA_________________________________________28
ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL_____________________________29/30/31
CERTIFICAÇÃO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL__________________ 32
FORMATURA DO CEI 2015_______________________________________33
CVM RUMO AOS 40 ANOS_______________________________________34
FESTA DE FINAL DE ANO NA CVM________________________________ 35
RECONHECIMENTO_____ ______________________________________ 36
BALANÇO FINANCEIRO 2015 ____________________________________37
ORIGEM E FONTE DE RECURSOS_______________________________ 38
BALANÇO FINANCEIRO_____________________39/40/41/42/43/44/45/46/47

02
EXPEDIENTE Ano de 2015

EXPEDIENTE
DIRETORIA: UTILIDADE PÚBLICA: PRODUÇÃO EDITORIAL
Presidente: Federal: Lei Nº 89.057 de Redação:
Fernando da Costa 24/11/1983 Artur Feijó Netto
Vice-Presidente: Roberto Tadeu Proença
Geny Lúcia Feijó Pereira Estadual: Lei Nº 5.611 de Editoração e Revisão:
1ª Secretaria: 06/11/1979
Giselle Maria Mendonça
Sônia da Silva dos Santos Ribeiro
2ª Secretário: Municipal São José: Lei Nº
1.254 de 20/11/1979 Impressão:
Jorge Bussolo Nunes
CVM
1º Tesoureiro:
Municipal Biguaçu: Lei Nº 1.104 Edição On Line:
Oriovaldo Luiz Pereira
de 23/10/1996 www.cvm.org.br
2º Tesoureiro: Edição impressa: 50
Sérgio Costa Pacheco Municipal Palhoça: Lei Nº 2.165 exemplares
de 14/04/1992
CONSELHO FISCAL:
Titulares: Registro no Conselho Nacional
Bruno Pacheco de Assistência Social
Dilma Carvalho Zaia Nº 209.871/81 ENDEREÇOS
Natacha Feijó Pereira
Certificado de Entidade Benef.
Suplentes: de Assist. Social Processo
Maria Goreti de Farias Nº 71010.001734/2007-10 SEDE DA CVM
Renovação 2010/13 e 2013/16 Rua Otto Julio Malina, 1306
CONSELHO CONSULTIVO: Processo Nº Bairro Ipiranga - São José -SC
Rubens Feijó 71000.095116/2010 Cep: 88111-500
José Saturnino da Costa Fone: 48-3357-9400
Pastor Alessandro F. Delgado Fax: 48-3357-9410
Pastor Mário C. Fernandes email: cvm@floripa.com.br
Pastor Jossemar S. de Oliveira Home page: www.cvm.org.br
Pastor Antônio D. Martins Neto DADOS DA INSTITUIÇÃO Facebook/CVM - Vinde a Mim as
Luiz Gustavo Pereira Criancinhas
MANTENEDORA Twitter: @CVMVindeaMim
Diogo Rodrigues Feijó

COORDENAÇÃO CAS - CENTRO DE ATENDIMENTO


CVM - Creche e Orfanato
EXECUTIVA: SOCIAL “JANDIRA JOVITA DA ROSA”
Vinde a Mim as Criancinhas
Rua Emílio Macedo, esquina com Rua
Gerência Executiva Geral: -CNPJ: 83.813.139/0001-81 Otto Julio Malina -Bairro Ipiranga -
Artur Feijó Netto -CNAS: 209.871/81 São José - SC-
Administrador - CRA 2456 -CEBAS:71000.095116/2010
-CMAS: 002 COMUNIDADE TERAPÊUTICA
Gerência Exec. Administrativa: -CMDCA: 004 “DONA GENY JULIA FEIJÓ”
Roberto Tadeu Proença -Área de Abrangência: Estrada Geral da Estiva, S/N
Estadual Tijuquinhas- Biguaçu - SC
Gerência Téc. e Rec.Humanos:
Giovana Feijó
Psicóloga - CRP 1205503 EQUIPE DE APOIO:
Geny Julia Feijó
FUNDAÇÃO DADOS DA INSTITUIÇÃO
Izaíane Latrônico Motta
Giselle Maria Mendonça Ribeiro
1º de Novembro Sara Amy de Oliveira
03
EDITORIAL Ano de 2015

EDITORIAL
O Brasil atravessa um momento muito difícil, inflação, crise em
todas as áreas enfim, não faltam motivos para desanimarmos; mas nós
da CVM acreditamos que é tempo de desafios, tempo de
permanecermos firmes, sendo fiéis e acreditando no propósito o qual
nos comprometemos de ajudar crianças, adolescentes e famílias,
tendo a certeza de que Deus é conosco.
Somos gratos a Deus pela fidelidade e amor aos necessitados.
Aproveitamos para agradecer a todos vocês: amigos, mantenedores,
parceiros e voluntários. O vosso apoio e fidelidade em 2015 foram
fundamentais para este ministério que cuida e continuará cuidando de
crianças, adolescentes e adultos com dificuldades e necessidades.
Foram vocês que nos incentivaram a continuar a apoiar os mais
carentes, tendo sempre a certeza de que não estávamos sozinhos
nesta caminhada, contando com seu apoio na retaguarda.
A CVM através deste Balanço Social e Financeiro apresenta a
importância deste trabalho na vida de milhares de pessoas que são
atendidas, mostra também os projetos desenvolvidos e os recursos
despendidos.
Continuamos a ser a única ONG de São José auditada por
Auditoria Externa Independente, visando demonstrar a transparência
de suas realizações.
Finalmente, gostaríamos de convidá-lo(a) a conhecer
pessoalmente a dimensão deste trabalho através do Balanço Social e
Financeiro 2015.

“Até aqui nos ajudou o Senhor”.

Fernando da Costa
Presidente Voluntário

04
APRESENTAÇÃO Ano de 2015

APRESENTAÇÃO
A CVM – mais conhecida como Creche Vinde a
Mim as Criancinhas, é uma entidade sem fins lucrativos,
registrada no CNAS Conselho Nacional de Assistência
Social, detentora do CEBAS, Certificado de Entidade
Beneficente de Assistência Social e reconhecida de
utilidade pública nas esferas federal, estadual e municipal
em São José, Biguaçu e Palhoça.
Com sua sede na cidade de São José, a 12 Km de
Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, é uma
importante obra social que foi fundada por Jandira Jovita
da Rosa e Geny Júlia Feijó.
Foto Aérea da Sede
A entidade desenvolveu ainda várias ações
sociais, organizadas em forma de programas, projetos e
serviços socioassistenciais.

- CAS - CVM (Centro de Atendimento Social), que


operacionalizou o Serviço de Convivência e
Fortalecimento de Vínculo para crianças, Escola de
Família (serviço de orientação e apoio sócio familiar),
Inclusão Produtiva: Inclusão digital e Curso de
Panificação.

Foto CAS - Centro de Atendimento Social

- CT - CVM (Comunidade Terapêutica para


Dependentes Químicos ‘‘Dona Geny Júlia Feijó’’);
Em Biguaçu, distante 32 km da sede da entidade, está
localizada a Comunidade Terapêutica, que terá suas
atividades reativadas em março de 2016. Sendo que
foram renovados todos os alvarás e licenças (bombeiro,
prefeitura e vigilância sanitária), com validade para final
de 2016.
Foto Aérea da Comunidade Terapêutica

- CEI - CVM (Centro Educacional Infantil Criança


Feliz);

Atendeu 412 crianças de 12 a 5 anos. Sendo que ao longo


de 37 anos foram atendidas mais de 12 mil crianças.

Crianças CEI CVM

05
PRINCÍPIOS DA CVM Ano de 2015

PRINCÍPIOS DA CVM
Visando a evangelização de crianças, adolescentes e adultos, acreditamos que a verdadeira
transformação vem através do temor, compreensão, respeito e acima de tudo vivência com os
ensinamentos do Ser Supremo do Universo, o Senhor Todo Poderoso El Shaddai, o único e verdadeiro
Deus, que enviou o seu filho por amor a todos os homens, mulheres e crianças.

A CVM fundada há quase quatro décadas, atendendo a vontade do Senhor Jesus, tem como
princípio maior “ensinar a criança no caminho em que deve andar; pois ainda quando for velho não se
desviará dele”, Provérbios 22:6.

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA DE QUALIDADE


MISSÃO
Socializar o atendimento de qualidade à população de baixo poder aquisitivo, na busca de
soluções para os problemas das crianças, adolescentes e adultos excluídos, visando à formação
de mulheres e homens críticos e responsáveis, promovendo valores, rompendo paradigmas e
evangelizando-os nos ensinamentos de Jesus.

VISÃO
Ser referência na área social, buscando aprimoramento contínuo e inovando pelas ações.
VALORES
- Ética;
- Transparência;
- Credibilidade;
- Competência;
- Integridade;
- Seriedade;
- Respeito às diferenças;
- Temor a Deus.
POLÍTICA DE QUALIDADE
Os resultados dos serviços prestados, a valorização da equipe de trabalho, o cuidado de vidas
com profissionalismo, a organização e a responsabilidade, visando o cumprimento do papel social
e a busca da excelência nas atividades desenvolvidas.

OBJETIVOS
GERAL
Fornecer atendimento assistencial, psicológico e educacional às crianças, adolescentes e
adultos, bem como aos seus familiares, que resulte para estes uma melhor qualidade de vida.

ESPECÍFICOS
Desenvolver e executar um planejamento pedagógico e psicológico que estimule a reflexão,
autonomia, exercício da cidadania e consciência da realidade do público alvo atendido.
Suprir as crianças, adolescentes e adultos em suas necessidades físicas e emocionais, como:
alimentação, higiene, solidariedade, atenção, simpatia, amabilidade, estimulação psicomotora e
outros;
Criar estratégias de ensino que sejam capazes de respeitar cada usuário nas suas dificuldades,
explorando suas potencialidades;
Criar oportunidades aos familiares para expor e discutir suas idéias, dificuldades e anseios a
respeito de seus entes queridos.

06
FINALIDADES ESTATUTÁRIAS Ano de 2015

FINALIDADES ESTATUTÁRIAS
A CRECHE VINDE A MIM AS CRIANCINHAS - CVM – pessoa jurídica de direito privado, sob a
forma de associação, é uma entidade sem fins lucrativos e com finalidade assistencial e objetivos
filantrópicos, cristãos evangélicos, educacionais e assistenciais, com prazo de duração
indeterminado, tendo abrangência estadual e nacional, com sede localizada na cidade de São
José/SC, à rua Otto Julio Malina n.º 1306, que tem por finalidade:

a) Assistência a pessoas necessitadas materialmente;


b) assistência médica, odontológica, psicológica e farmacêutica;
c) assistência social;
d) ensino de educação infantil, fundamental e de segundo grau;
e) ensino profissionalizante;
f) alfabetização de jovens e adultos, além de cursos de capacitação;
g) educação especial;
h) administração de creche e acolhimento institucional e outras obras assistenciais, que por
ventura a Diretoria julgar por bem manter, instituir ou liderar;
i) amparar a infância carente e o idoso, promovendo a integração criança/família, sociedade
e idoso, tendo sempre em vista os princípios de que "a vida em família é a mais alta expressão da
civilização", e que nenhuma criança deverá ser retirada do lar apenas por motivo de pobreza;
j) faculdade ou curso de Teologia;
k) a profissão da fé evangélica, com princípios doutrinários dentro da palavra de Deus e de
acordo com as escrituras sagradas “Bíblia”.
l) recuperação e prevenção de toxicômanos e alcoolistas;
m) atendimento de infratores de pequenos delitos e medidas sócio-educativas.
n) A entidade poderá expandir suas atividades por todo o território catarinense e brasileiro.
o) A entidade mantém e atenderá em Casa Lar / Abrigo / Orfanato, através de sua unidade
denominada CASA LAR “JANDIRA JOVITA DA ROSA”.
p) A entidade mantém e atenderá a recuperação e prevenção de toxicômanos e alcoolistas,
através de sua unidade denominada COMUNIDADE TERAPÊUTICA “DONA GENY JÚLIA
FEIJÓ” localizada à Estrada Geral da Estiva, s/nº, Tijuquinhas, Biguaçu, Santa Catarina.

07
ORIGEM DOS RECURSOS Ano de 2015

ORIGEM DOS RECURSOS


As fontes de recursos da CVM para sua manutenção são obtidas através do patrimônio e rendas:
a) Os bens móveis e imóveis;
b) Os donativos, subvenções e legados;
c) Os convênios, verbas municipais, estaduais e federais;
d) As contribuições dos associados e mantenedores;
e) Os recursos provenientes de campanhas, pedágios, etc;
f) Os recursos provenientes de aluguéis de suas instalações e/ou patrimônio.
g) Cobrança na participação em cursos como Teologia, informática, música, judô, balé e
outros, em alguns períodos e horários visando subsidiar o pagamento do pessoal e material
necessários para que a entidade ofereça os mesmos gratuitamente aos demais carentes;
h) Os frutos advindos de atividades produtivas, com fins lucrativos, tais como: papelaria,
bazar, livraria, marcenaria, gráfica, lavanderia, padaria, fábrica de pré-moldados e outros
projetos, através da venda/prestação de serviços direta ou participação em licitações, públicas ou
privadas, promovidas por organizações governamentais ou não governamentais, sempre
visando à arrecadação de recursos para fazer frente ás despesas de atendimento da população
mais carente.
i) Atividades produtivas como marcenaria, livraria, papelaria, bazar, gráfica, padaria,
lavanderia e cursos como informática, música, judô, balé e etc., podendo ainda participar de
licitações e concorrências em órgãos públicos particulares, sendo que as mesmas visam fins
lucrativos com a finalidade de ajudar a manter todos os programas gratuitos de entidade. Pode
ainda solicitar a concessão para instalação de uma Emissora de Rádio, bem como de um Posto
de Combustíveis. O que trata este item só poderá ser instituído e mantido para fazer frente as
despesas da instituição e não podendo, de maneira alguma, os recursos aqui levantados serem
utilizados de outra finalidade, que não os objetivos da fundação.
j) Constituir uma empresa lucrativa, visando a captação de fundos para manter os vários
projetos sociais da instituição, através do lucro.
k) Participação secretária em empresa já constituída ou a constituir, com objetivos de
captação de recursos através do lucro, a ser utilizado integralmente na montagem e manutenção
dos projetos sociais da instituição.
l) Poderão ser criadas pela instituição outras formas de captação de recursos, sempre
obedecendo aos princípios da legalidade e da moralidade.

A instituição poderá ainda instituir ou constituir outras fontes para levantamento de recursos,
destinados a sua manutenção.
Serão aplicadas integralmente no território nacional e na manutenção e no desenvolvimento de
seus objetivos institucionais, todas a s receitas, rendas, rendimento e/ou eventual resultado
operacional da entidade, de acordo com o artigo 3º, inciso IV do decreto Nº 2536/98.

08
INSTRUMENTOS DE CONTROLE Ano de 2015

INSTRUMENTOS
DE CONTROLE
Para garantir uma maior transparência, e continuar preservando a imagem adquirida
ao longo de quase 4 décadas de trabalho em Santa Catarina, a CVM vai continuar a
utilizar os instrumentos de controle enfatizados abaixo:

ORGANOGRAMA

ASSEMBLÉIA GERAL

CONSELHO CONSULTIVO CONSELHO FISCAL

DIRETORIA

DIRETORIA EXECUTIVA

DIRETORIA TÉCNICA DIRETORIA


ADMINISTRATIVA
FINANCEIRA
EQUIPE TÉCNICA

COORDENADORIA DO CENTRO EDUCACIONAL CONTABILIDADE

COORDENADORIA DA COMUNIDADE TERAPÊUTICA


ÁREA
COORDENADORIA DO ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL (CASA LAR) ADMINISTRATIVA DE
TODOS OS SETORES
COORDENADORIA DE SERVIÇOS
TESOURARIA
COORDENADORIA DE MANUTENÇÃO

ESTATUTO

ASSEMBLÉIA GERAL CONSELHO FISCAL

DIRETORIA

CÓPIAS DE CHEQUE LIVRO DIÁRIO LIVRO RAZÃO

ARQUIVO EM MEMÓRIA ARQUIVO EM PASTAS


ELETRÔNICA E CAIXAS

BLOCO DE RECIBOS CONTROLE DE CONCILIAÇÃO


NUMERADOS BANCÁRIA

PRESTAÇÃO DE CONTAS DE
CONTROLE INFORMATIZADO CADA PARCERIA ANALISADO
DE CONTRIBUIÇÕES PELO SETOR CONTÁBIL
DE MANTENEDORES (DO RESPECTIVO PARCEIRO)
E TRIBUNAL DE CONTAS

BALANCETE MENSAL BALANÇO ANUAL

RELATÓRIO ANUAL
PUBLICAÇÃO DO BALANÇO
BALANÇO SOCIAL E
ANUAL NO DIÁRIO OFICIAL DO
FINANCEIRO
ESTADO E EM JORNAL DE
PUBLICAÇÃO ANUAL, BIENAL OU
CIRCULAÇÃO REGIONAL
TRIENAL - 2.000 EXEMPLARES

AUDITORIA EXTERNA
REALIZADA POR EMPRESA
CONTROLE PATRIMONIAL INDEPENDENTE REGISTRADA
INFORMATIZADO E NO CONSELHO REGIONAL DE
ETIQUETADO CONTABILIDADE E NA
COMISSÃO DE VALORES 09
MOBILIÁRIOS
RECURSOS HUMANOS EXISTENTES EM 2015 Ano de 2015

RECURSOS HUMANOS
EXISTENTES
01--GERENTE
01 GERENTEEXECUTIVO
EXECUTIVOADMINISTRATIVO/FINANCEIRO
GERAL
01 - GERENTE EXECUTIVA RECURSOS HUMANOS
01 - COORDENADORA PEDAGÓGICA
01 - COORDENADORA AUXILIAR
01 - ASSISTENTE SOCIAL
01 - NUTRICIONISTA
01 - ADVOGADO
01 - ASSISTENTE ADMINISTRATIVA
01 - AUXILIAR ADMINISTRATIVO
01 - AUXILIAR ESCRITÓRIO
01 - RECEPCIONISTA
01 - MOTORISTA / MOTO BOY
20 - PROFESSORES
01 - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA
01 - PROFESSORA DE INCLUSÃO DIGITAL
17 - AUXILIARES DE SALA
01 - AUXILIAR DE MANUTENÇÃO
01 - ZELADOR
01 - PADEIRO
01 - COZINHEIRA
02 - AUXILIARES DE COZINHA
03 - AUXILIARES DE LIMPEZA
06 - OPERADORAS TELEMARKETING

TOTAL DE 67 PROFISSIONAIS ATUARAM NA CVM EM 2015.

TOTAL DE 67 PROFISSIONAIS ATUARAM NA CVM EM 2015.

10
FORMAS DE ATENDIMENTO Ano de 2015

FORMAS DE ATENDIMENTO
A CVM atende um grande número de crianças e adultos em seus vários programas. Tem uma
capacidade de atendimento maior que o realizado, entretanto, para expandir os mesmos precisa de
recursos financeiros que os mantenham.

CAPACIDADE DE ATENDIMENTO ENCAMINHAMENTOS

Em 2015 a CVM teve espaço físico Quanto ao projeto desenvolvido no


suficiente para expandir seus atendimentos, CAS, os encaminhamentos foram, além de
no entanto, muitos serviços não puderam ser espontâneos, feitos pelo Conselho Tutelar e
ampliados em decorrências da falta de pelo projeto de Educação Infantil da
recursos financeiros. Instituição.

Programa Capacidade O projeto de Educação Infantil


desenvolvido em 2015 teve encaminhamento
CAS - CVM 800
da Secretaria Municipal de Educação e busca
CEI - Criança Feliz 500 espontânea.
CT - ‘Geny Julia Feijó’ 24

PARTICIPAÇÃO DOS USUÁRIOS

Os usuários dos diversos programas participaram através de sugestões e críticas.


Existe em cada programa uma caixa de sugestões onde os usuários ou membros da equipe
fazem suas colocações. Foram realizadas também reuniões periódicas com os beneficiados
para saber o grau de satisfação e sugestões. É realizada também pesquisa de satisfação,
sendo que, cada pessoa atendida recebe um questionário onde avalia todos os setores da
entidade, desde o contato telefônico até a limpeza.

ABRANGÊNCIA

As atividades estão concentradas no município de São José - SC, mas devido a limitação
de vagas, priorizou o atendimento aos moradores do Bairro Ipiranga no município de São José.

11
INFRA ESTRUTURA Ano de 2015

INFRA ESTRUTURA
1 - CAS - CENTRO DE ATENDIMENTO SOCIAL
O CAS-CVM, é um dos Programas mantidos pela CVM, atende famílias em situação de vulnerabilidade
social e risco pessoal, com vistas à promoção integral do ser humano. O atendimento da CAS acontece
através dos seguintes projetos:
a)Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo Familiar para Crianças e adolescentes;
b)Serviço de Inclusão Produtiva (Panificação e Inclusão Digital);
c)Projeto Escola de família e Serviço de Orientação e Apoio Sócio Familiar;
d)Projeto Coração voluntário;
e)Projeto de Defesa e Garantia de Direitos;
f)Projeto Remédio para Todos (Planos de implantação para 2016, em 2015 foram feitas pesquisas
sobre a viabilidade e aparato legal, bem como elaboração do planejamento). Está em fase de
implantação.

a) SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E b) INCLUSÃO PRODUTIVA: PANIFICAÇÃO E


FORTALECIMENTO DE VÍNCULO FAMILIAR INCLUSÃO DIGITAL
PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Caracteriza-se como um trabalho social com
01 Sala de aula 42 m2; 01 Sala de informática; famílias vulnerabilizadas decorrentes da
01 Refeitório; 01 Biblioteca; 01 Sala de TV e pobreza. Por meio de cursos
Vídeo; 0 1 Q u a d r a p o l i e s p o r t i v a profissionalizantes, promove espaços de
(com vestuário masculino e feminino); Materiais reflexão sobre a cidadania e com a intervenção
esportivos. da equipe interdisciplinar do CAS-CVM, articula
ações e redes de apoio, que favorecem a
inserção no mercado de trabalho.

Fachada do CAS Sala de atendimento do CAS Sala de atendimento do CAS

Elaboração do cenário para o filme Aula de educação física Piquenique


“Ressurreição de Cristo”/Páscoa

12
INFRA ESTRUTURA Ano de 2015

b1) PANIFICAÇÃO:
01 Sala de 44 m²; todo maquinário de Panificação de ultima geração; mesas, cadeiras, armários,
geladeiras, entre outros; iluminação adequada; serviços de Limpeza; 02 instalações sanitárias
(masculino e feminino); material didático.

Oficina oferecida para a


comunidade em
dezembro de 2015,
que ensinou como
preparar bolachas
natalinas e panetones.

b2)INCLUSÃO DIGITAL
01 Sala de 44 m²; 01 Ar Condicionado; 01 Quadro branco; 12 Computadores completos; 12 Mesas
medindo 70x120; 12 Cadeiras; 12 Suportes de CPU; 02 Salas para atividades administrativas;
Iluminação adequada; Serviços de Limpeza; 02 instalações sanitárias - masculina e feminina; Material
didático fornecido gratuitamente.

Aula de Inclusão digital

para os alunos entre

4 e 5 anos de idade

que freqüentam

o CEI da CVM.

c) PROJETO ESCOLA DE FAMÍLIA E SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO E APOIO FAMILIAR


Tem como foco principal a prevenção das situações de risco social, dependência química e violência
intrafamiliar. Desenvolve atendimentos sócio assistenciais à família, de forma individual e/ou em grupos,
com o propósito de desenvolver o caráter protetivo das famílias, bem como fortalecer o vínculo entre seus
membros. Funciona em uma casa localizada a rua Emílio Macedo, esquina com a rua Otto Julio Malina.
01 Sala de 44 m²; Mesas, cadeiras; Serviços de Limpeza; Instalações sanitárias; Material didático.
d) CORAÇÃO VOLUNTÁRIO
O projeto CORAÇÃO VOLUNTÁRIO, trata-se de um projeto intergeracional que busca por meio de
trocas entre diferentes idades, nível econômico, social e cultural, desenvolver a prática da cidadania e da
solidariedade.

Voluntária Voluntária
Voluntário Seu Borges Voluntário Pastor Mário Dona Dinora Sra.Bety

13
INFRA ESTRUTURA Ano de 2015

e) PROJETO DE DEFESA E GARANTIA DE DIREITOS


O Projeto de Defesa e Garantia de Direitos da CVM, ocorre desde sua fundação, a CVM compreendeu desde o
início que é necessário conhecer as legislações e participar das decisões que dizem respeito à sociedade, em
especial as Entidades Beneficentes de Assistência Social e aos usuários por elas atendidos. Sendo assim, além
de prestar serviços, a CVM buscou ter voz ativa e participativa nos órgãos deliberativos, contribuindo para as
decisões referentes às políticas públicas no âmbito do município e estado. A CVM promove ações de divulgação
e conscientização à população, quanto a seus direitos e representa as Entidades Beneficentes de Assistência
Social por meio de reuniões e participação também nos Fóruns municipais e estaduais da criança e do
adolescente e da assistência social.
e1)Participação nos Conselhos:
Participação nos Conselhos de âmbito municipal: CMDCA – Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do
Adolescente e CMAS – Conselho Municipal da Assistência Social;
Participação nos Conselhos de âmbito estadual: CEDCA - Conselho Estadual dos Direitos das Crianças e
Adolescentes; CEAS – Conselho Estadual de Assistência Social.

e2)Promove encontros periódicos entre as Entidades de Assistência Social e Associações.

e3)Participação nos Fóruns da Criança e do Adolescente e Assistência Social.

e4)CVM – JORNAL- CIDADANIA: Informativo elaborado pela equipe técnica da Instituição.


Socializar informações significa para a CVM o compromisso com a garantia do direito à informação, como direito
fundamental de cidadania.

2 - CENTRO EDUCACIONAL INFANTIL CRIANÇA FELIZ


Funciona no Prédio sede de 04 (quatro) andares com área total de 4.020 m², contando com as seguintes
instalações: 01 cozinha, 01 refeitório, 01 padaria, 01 lavanderia, 08 depósitos (alimentos, material de higiene e
limpeza, verduras, etc.), arquivo morto, rouparia, setor pedagógico, biblioteca, sala de reunião, 5 (cinco) salas de
administração, BWC nos setores administrativos, 22 (vinte e duas) salas de aula, 01 solário, 01 sala (oficina de
alimentação), 04 dormitórios, 01 quadra de esportes, 01 parque, garagem, recepção de materiais, hall de entrada,
01 solário, etc.

Fachada da CVM Quadra de esportes Parque de diversão Sala de aula

Refeitório Sala de Informática Padaria Sala de vídeo

14
INFRA ESTRUTURA Ano de 2015

3 - COMUNIDADE TERAPÊUTICA

A Comunidade Terapêutica “Dona Geny Julia Feijó” foi inaugurada em 1996 com o propósito de
atender dependentes químicos de substâncias psicoativas na perspectiva de motivar a provocação de uma
mudança, em busca da ressignificação de histórias de vida do público atendido, intervindo em todas as áreas:
física, mental, espiritual, social, familiar e profissional.

Atualmente o espaço físico da comunidade terapêutica está sendo reestruturado com o propósito de
atender 24 pessoas, observando as normas da ANVISA.

4 - ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL “ATIVIDADE PARALISADA - SEM PREVISÃO DE


ATENDIMENTO”.

Espaço alugado para a Prefeitura Municipal de São José onde funciona atualmente o Acolhimento
Institucional Municipal.

O espaço físico do serviço de acolhimento é aconchegante e seguro, com padrões arquitetônicos


semelhantes ao de uma residência; foi organizado de modo a favorecer a privacidade e interação das crianças.
Conta com espaço para TV, armários, todos os quartos com suíte (BWC), espaço para realização de tarefas
escolares. Existem quartos (suites) para acolher 2 (duas) crianças, quartos (suites) para acolher 4 (quatro) crianças,
quartos (suites) para acolher 6 (seis) crianças.
Para a distribuição de crianças por quarto é observado os seguintes aspectos: idade, sexo e se há grupos de irmãos
ou outro vínculo familiar, e ainda se há afinidade construída espontaneamente entre os jovens.
O serviço de acolhimento está localizado em área residencial (Rua Emílio Macedo, S/N - Bairro Ipiranga),
garantindo espaços privados e adequados ao desenvolvimento das crianças. A infra-estrutura da unidade é nova e
adaptada as exigências do Corpo de bombeiros, Vigilância Sanitária, a Tipificação Nacional de Serviço Social
Assistencial e a acessibilidade. A área total utilizada é de 615,16 m².

15
ATENDIMENTOS Ano de 2015

ATENDIMENTOS
EM 2015
ATENDIMENTO EM 2015
Em 2015 a CVM atendeu crianças, adolescentes e adultos através dos
seguintes serviços: Educação Complementar/ Serviço de Convivência e Fortalecimento
de Vínculos, Educação Infantil, CAS - Centro de Atendimento Social e Inclusão Produtiva

ATENDIMENTOS
SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO VÍNCULOS
(Crianças de 6 a 12 anos) 44 atendimentos

EDUCAÇÃO INFANTIL 412 atendimentos


(Creche e Pré-Escola) - 2 A 5 ANOS

INCLUSÃO DIGITAL 54 crianças

A CVM mais conhecida como “Creche


Vinde a Mim as Criancinhas”
atendeu no ano de 2015 o total de :
510
crianças e adolescentes
Além de:

CAS - CENTRO DE ATENDIMENTO SOCIAL 17 atendimentos

REFEIÇÕES SERVIDAS 247.800


+ de 45.000
ROUPAS, CALÇADOS E OUTROS DOADOS unidades distribuídas
Em Preparativos
COMUNIDADE TERAPÊUTICA
para Reativação
ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL Atividade
Casa Lar Paralisada

FORAM MAIS DE 1000 FAMÍLIAS ENVOLVIDAS

Não é cobrado absolutamente NADA por todo este atendimento


prestado na CVM, em seus vários projetos. Para a manutenção
dependemos de apoio. E os mais importantes são os mantenedores,
pessoas anônimas que fazem do ideal de vida uma ajuda ao
seu próximo.

16
CONTROLE DE MATRÍCULAS Ano de 2015

CONTROLE DE MATRÍCULAS
2015
EDUCAÇÃO COMUNIDADE INCLUSÃO
CONVIVÊNCIA CASA LAR
MÊS INFANTIL TERAPÊUTICA DIGITAL ACUM.
SI EN SA SF SI EN SA SF SI EN SA SF SI EN SA SF SI EN SA SF
JAN 00 335 00 335 00 33 00 33 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 368
FEV 335 07 00 342 33 06 00 39 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 381
MAR 342 27 00 369 39 02 00 41 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 410
ABR 369 07 00 376 41 00 00 41 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 417
MAI 376 22 00 398 41 01 00 42 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 440
JUN 398 10 00 408 42 00 00 42 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 450
JUL 409 01 00 409 42 01 00 43 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 452
AGO 409 02 00 411 43 00 00 43 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 454
SET 411 01 00 412 43 01 00 44 00 00 00 00 00 00 00 00 00 41 00 41 497
OUT 412 00 00 412 44 00 00 44 00 00 00 00 00 00 00 00 41 13 00 54 510
NOV 412 00 00 412 44 00 00 44 00 00 00 00 00 00 00 00 54 00 00 54 510
DEZ 412 00 00 412 44 00 00 44 00 00 00 00 00 00 00 00 54 00 00 54 510
TOTAL 412 44 00 00 54 510

TOTAL ATENDIMENTOS CAS 17

17
PRINCIPAIS ATIVIDADES DA CVM Ano de 2015

PRINCIPAIS ATIVIDADES DA CVM


ACOLHIMENTO
CAS INSTITUCIONAL
- CENTRO DE ATENDIMENTO SOCIAL
SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULO
PARA CRIANÇAS:
Foram atendidas 44 (quarenta e quatro) crianças de 6 a 8 anos.
SERVIÇO DE INCLUSÃO PRODUTIVA:
Oficina de Inclusão Digital: Foram atendidos (as): 54 Crianças.
Oficina de Panificação: Foram atendidos (as): 06 Adultos.
PROJETO ESCOLA DE FAMÍLIA E SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO E
APOIO SÓCIO FAMILIAR:
Atendimento psicossocial individual e Atendimento psicossocial em
grupo: Foram atendidas 17pessoas (dezessete) pessoas.
PROJETO DE DEFESA E GARANTIA DE DIREITOS DA CVM:
CVM - Jornal - CIDADANIA: Foram publicadas cinco edições.
Participação Ativa nos Conselhos:
CMAS - Conselho Municipal de Assistência Social (vaga entidade
titular).
CMDCA - Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
(vaga entidade titular).
CEAS - Conselho Estadual de Assistência Social (vaga entidade
titular).
CEDCA - Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente.
(vaga de entidade suplente). Foram servidas 247.800 refeições em
2015.
Foram Distribuídas mais de 40.000 unidades de roupas, calçados e
outros utensílios em 2015.

CENTROCOMUNIDADE
EDUCACIONAL
TERAPÊUTICA
Foram atendidas 412 (quatrocentas e doze) crianças de 2 a 5 anos na
Educação Infantil em período integral.
No final do ano aconteceu a Formatura da Educação Infantil onde 72
crianças de 05 (cinco) anos concluíram esta importante etapa rumo ao
conhecimento. O evento aconteceu no Teatro do Centro Multiuso na
Beira Mar de São José e teve um publico aproximado 900 pessoas.

COMUNIDADE TERAPÊUTICA

Em 2015 a Instituição trabalhou para reabertura da estrutura


física da Comunidade Terapêutica, bem como regularizou junto
aos órgãos competentes as questões de alvarás, licenças e afins.
Para tanto buscou regularização junto ao corpo de bombeiros, vigilância
sanitária, prefeitura municipal entre outros, para questões de alvará e
licenças e afins. Além da limpeza e reestruturação dos pontos de
instalação física.
18
ATIVIDADES DA INSTITUIÇÃO Ano de 2015

CAMPANHA BENEFICIENTE
VIA CONTA TELEFÔNICA
Esta campanha consiste em arrecadar fundos para a Instituição através da
doação espontânea das pessoas via contato telefônico realizado pelos
funcionários de nosso Call Center.

O intuito da instituição é reverter os recursos arrecadados em prol das crianças,


adolescentes e adultos assistidos nos diversos programas da entidade. O valor não é estipulado e as
pessoas doam de acordo com as suas possibilidades, sendo o mesmo debitado junto a conta
ABRIGO
telefônica da “Oi” ou conta de energia INSTITUCIONAL
da “CELESC” . As ligações são gravadas e regularmente
auditadas, visando garantir a confiabilidade e lisura das doações. Os recursos são depositados
direto na conta da instituição.

SE VOCÊ RECEBER
UMA LIGAÇÃO
DE NOSSAS OPERADORAS,
ATENDA COM CARINHO!
SUA CONTRIBUIÇÃO É MUITO
IMPORTANTE PARA
NOSSAS CRIANÇAS!

Festa de Natal das crianças atendidas na CVM


Com o apoio de amigos, voluntários e parceiros da Instituição, ao final de cada ano, a CVM realiza
a entrega de brinquedos e doces para os atendidos, no entanto não deixamos de ressaltar o
principal motivo desta data tão especial, que se trata do nascimento do nosso Senhor Jesus
Cristo.

“Contagiante é o puro e inocente sorriso de uma criança.”

19
EDUCAÇÃO INFANTIL Ano de 2015

EDUCAÇÃO
INFANTIL
Educação infantil é um
espaço que articula no seu
cotidiano as ações de
cuidado e educação. Este
cuidado inclui todas as
atividades que estão ligadas
à proteção e apoio
necessário ao cotidiano de
qualquer criança:
alimentação, higiêne,
proteção, orientação e
apoio emocional; todas
estas ações são parte
integrante do que
chamamos de educar,
respeitando assim a
dignidade e os direitos
básicos da criança.Neste
ano de 2015 a CVM atendeu
412 crianças, na faixa etária
de 2 a 5 anos, com um grupo Festa Caipira realizada no refeitório da Instituição

de 21 professoras e 17
O atendimento é gratuito e Neste ano os profissionais da
auxiliares.
funciona de segunda a sexta- educação participaram de
Ao longo de 37 anos foram
feira, das 7:30 às 18:00 capacitações oferecidas pela
atendidas na CVM mais de
horas. As crianças recebem própria Instituição.
12.000 crianças na
quatro refeições diárias. A Durante o ano letivo foram
Educação Infantil, sendo
equipe de profissionais é trabalhados com as crianças
prioridade deste ano o
altamente qualificada com conteúdos temáticos como:
atendimento de crianças de
Pedagoga Pós-graduada em Identidade e Autônomia; Tipos
2 a 5 anos.
Práticas Pedagógicas e de moradia; Literatura;
As Turmas ficaram divididas
Interdisciplinares: Educação Profissões; Meio Ambiente;
da seguinte forma: Maternal
Infantil, Ensino Fundamental Cultura Brasileira; Meios de
(02 anos), Primeiro
e Médio. Contamos ainda Transporte; Jogos e
Período (03 anos), Segundo
com Assistente Social, brincadeiras; Música, etc.
Período (04 anos) e Terceiro
Psicóloga, além dos outros
Período (05 anos).
profissionais que contribuem
de alguma forma para a
realização desse trabalho
social e educacional.

20
Projeto profissão
EDUCAÇÃO INFANTIL Ano de 2015

A Educação Infantil
é a base para um
crescimento saudável

Apresentação sobre cultura Brasileira

O objetivo de trabalhar com pijama, etc.


conteúdos temáticos é de Outro grande evento foi a O atendimento
transformar o espaço Formatura das crianças de 5
institucional em um espaço vivo anos que concluíram a Educação é gratuito
de interações, aberto ao real e as Infantil e receberam diploma
suas múltiplas dimensões, vencendo esta etapa rumo ao e acontece das
desenvolvendo conhecimentos a conhecimento.
partir da criança, apresentando E por ultimo a Festa de Natal que
novas estratégias pertinentes, promoveu o encerramento do
Ano Letivo, com a entrega de
soluções criativas e práticas bem
sucedidas, tornando-se um apoio
constante de consciência sobre o
presentes.
A proposta deste ano contou
7h30min
mundo circuncidante dos ainda com reuniões bimestrais
educadores e educandos, família dos pais ou responsáveis e com
e demais educadores em reuniões pedagógicas mensais. até as
pontencial. Foi efetuado o planejamento
Em 2015 foram realizados muitos individual e coletivo para o
eventos, entre eles: a festa registro e socialização das
caipira, festa da família, a feira nossas convivências. As
gastronômica, lanche coletivo, a
semana do trânsito, visita do
educadoras participaram
efetivamente de cursos de
capacitação.
18h00s
bope e canil da PM (Polícia
Militar), teatro da páscoa, O mesmo procedimento será
semana literária, entre outros. adotado no decorrer do próximo
No mês das crianças foram ano,porém com algumas
diversas as atrações: festa a implementações. O grupo de
fantasia, ida ao cinema do estudo que é realizado nos
Continente Shopping, teatro, momentos de reunião com os
piquinique, cinemão na professores será mantido.
Instituição, gincana, dia do
cabelo maluco, dia do
21
EDUCAÇÃO INFANTIL Ano de 2015

O atendimento é priorizado a Este processo engloba em que vivem e construam


crianças pertencentes à intencionalidade, sistema- conhecimentos que cultural-
famílias de baixo poder tização, premeditação e mente serão necessários para
aquisitivo, mas respeitando a acompanhamento das ações o seu convívio em sociedade.
universalização do aten- que visam atender às Na Educação Infantil são
dimento, para cumprir n e c e s s i d a d e s d e abordados conteúdos,
compromissos com a a p r e n d i z a g e m e respeitando os níveis de
parceria da Prefeitura desenvolvimento das crianças compreensão das crianças,
Municipal de São José matriculadas na CVM. O como: o estímulo às diversas
através de convênio processo educativo acontece formas de linguagem, conhe-
assinado para apoio de forma integrada e contínua, cimentos matemáticos
financeiro. assim podemos considerar presentes no dia-a-dia,
O p r o j e to e d u c a c i o n a l que aprendizagem e relações sociais envolvendo o
pedagógico desenvolvido na desenvolvimen- que de mais significativo seja
CVM, refere-se a um to ocorrem simultaneamente. para as crianças em cada fase
conjunto de concepções, O trabalho realizado na do seu desen- volvimento, sua
valores, sonhos, intenções, Educação Infantil tem como realidade, sem ocultar
princípios e ações que principal fundamento a conhecimentos que poderão
orientam a prática educativa. p r o m o ç ã o d o contribuir para seu
Este projeto é um processo desenvolvimento integrado da entendimento de mundo e
amplo que envolve desde o criança estimulando a sua formação de modo geral.
delineamento de diretrizes aprendizagem, adotando-se
gerais referentes à finalidade práticas que favoreçam seu
da recepção das crianças de desenvolvimento físico,
2 a 5 anos até a intelectual, afetivo e social,
concretização das ações para que consigam se
desenvolvidas com elas. expressar no meio

FORAM ATENDIDAS 412 CRIANÇAS EM 2015


EDUCAÇÃO INFANTIL
Gráfico com o número de alunos que passaram pela Educação Infantil
de 2000 até 2015 337 2000 - 337 ALUNOS
347 2001 - 347 ALUNOS
289 2002 - 289 ALUNOS
321 2003 - 321 ALUNOS
319 2004 - 319 ALUNOS
234 2005 - 234 ALUNOS
340 2006 - 340 ALUNOS
314 2007 - 314 ALUNOS
312 2008 - 312 ALUNOS
295 2009 - 295 ALUNOS
289 2010 - 289 ALUNOS
303 2011 - 303 ALUNOS
330 2012 - 330 ALUNOS
321 2013 - 321 ALUNOS
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2014
414 2014 - 414 ALUNOS
412
2015 - 412 ALUNOS

22
COMUNIDADE TERAPÊUTICA Ano de 2015

COMUNIDADE TERAPÊUTICA
A Comunidade Tera-pêutica O Ministério Público acordou para receber roupa suja, para
“Dona Geny Júlia Feijó” foi com a entidade um Termo de lavagem, local para passar
implantada em 22 de junho de Ajuste de Conduta visando o roupas e armazenagem das
1996 no município de Biguaçu, cumprimentos de todas as mesmas.O Corpo de
sendo mais um projeto da CVM, exigências do Corpo de Bombeiros solicitou a
para atender crianças, Bombeiros, Vigilância Sanitária colocação de dois carros de
adolescentes e adultos e etc., sendo que o não jato comprimido de água, que
dependentes químicos (álcool cumprimento do referido TAC tem custo em torno de R$
e/ou drogas). A Comunidade imporia uma multa de R$ 4.000,00 (quatro mil reais),
Terapêutica tem capacidade 30.000,00 (trinta mil reais) à entre outras adequações que
para atender 24 (vinte e quatro) entidade. neste ano, também não
internos. A Vigilância Sanitária exigiu tivemos condições financeiras
O processo de recuperação está entre outros o uso de papel de cumprir. Procuramos neste
focado nas atividades toalha e sabonete líquido em período realizar uma reforma e
ocupacionais laborativas, todos os banheiros, além da reavaliar toda estrutura.
atendimento psicológico e implantação de uma lavanderia Começamos os projetos em
atividades religiosas. adaptada com locais distintos 2014 e em 2015 eles foram
realizados.

Em 2015 iniciamos
todo o preparatório
para reabertura.

Desde 2011 as atividades


estão paralisadas por falta de
apoio e parcerias, bem como
visando cumprir exigências do
Ministério Público, Corpo de
Bombeiros, Vigilância Sanitária
e etc.

Centro Administrativo

23
COMUNIDADE TERAPÊUTICA Ano de 2015

A Comunidade Terapêutica
“Dona Geny Júlia Feijó” tem por objetivo recuperar vidas.

ESTE É O PLANO
PEDAGÓGICO DA
COMUNIDADE
TERAPÊUTICA
A proposta pedagógica
privilegia o ensino quanto a
c o n s t r u ç ã o d o
conhecimento, o
desenvolvimento pleno das
potencialidades do interno
e sua inserção no ambiente
social, utilizando para isso
material como apostilas e
fitas de vídeo do Telecurso,
material do CEJA e Cozinha Industrial e Refeitório Novo Alojamento
atividades transversais
como oficinas de
informática, produção
literária (confecção de
jornal), oficina de artes,
entre outras como, esporte,
música, horta e jardinagem,
terapia eqüestre e aulas
religiosas, visando a
consecução das seguintes
metas:
*co-responsabilidade
pela vida social como com-
promisso individual e
coletivo;
*aquisição de leitura e Alojamento Alojamento em Construção
escrita e uso competente de
tais habilidades; 1º - Reativar a Comunidade Terapêutica;
*compreensão de Em 2015 foram realizadas reformas, limpeza e projetos
deve-res e direitos de preventivos. Além disso, a comunidade também recebeu
cidadania; computadores com acesso a internet.
*possibilitar o
desenvolvimento efetivo da 2º - Conclusão do novo alojamento, módulo chamado de
autonomia dos internos; “Bangalôs”, que é mais uma casa com área de 200 m2 e
*estimular a capacidade para 24 internos; quartos com BWC (suítes) para
cooperação entre os no máximo quatro internos, e espaços amplos e locais
internos, partindo das adequados para cada um deles guardar seus pertences
atividades de ensino- individuais, além de uma vistosa e ampla sala de estar. C o m
a p r e n d i z a g e m isso pretende-se oferecer melhores condições de trabalho à
transcendendo-as a sua equipe de profissionais e mais conforto e opção aos internos,
vida cotidiana. aumentando a capacidade de atendimento para 68
Promover a educação (sessenta e oito) internos;
de uma forma lúdica,
construtiva e agradável, é 3º - Outra meta principal e conseguir uma parceria para
u m a c o n s t a n t e ajudar a manter o atendimento e cumprir todas as exigências 24
preocupação da Direção da do Ministério Público, Vigilância Sanitária, Corpo de
CVM. Bombeiros e etc.
COMUNIDADE TERAPÊUTICA Ano de 2015

Criar mais atrativos para que os internos


permaneçam no tratamento.
Contratação de uma nova
equipe para reabrir a CT Requisitos para o atendimento
Através de uma equipe de na Comunidade Terapêutica
profissionais treinados e
cada um trabalhando de
acordo com a sua formação 1 - Querer recuperar-se;
acadêmica desenvolverem 2 - Ser aprovado na triagem;
um Projeto Terapêutico 3 - Estar disposto a aceitar todas
personalizado, reeducativo as orientações.
e de integração social,
levando os internos a Fases do tratamento:
garantia de eficácia, O período de internação é de nove
valorização e de meses, desenvolvido em três fases:
crescimento social. Por isso 1 - Desintoxicação (1º ao 3º mês)
a buscaremos profissionais 2 - Interiorização (4º ao 6º mês)
capacitados nas atividades
3 - Re-socialização (7º ao 9º mês) Campo de futebol
a serem desenvolvidas. Concluir o campo de
futebol com a colocação
Atividades previstas: de alambrado. O objetivo
Projeto de acesso a 1 - Terapêuticas 5 - Grupos é motivar os internos a
Internet para que novas 2 - Ocupacionais 6 - Palavra Bíblica permanecer no
possibilidades se criem 3 - Esportes 7 - Aula de inglês tratamento incentivando a
visando evitar a 4 - Recreação 8 - Aula de música trabalhar a coletividade e
rotatividade e evasão 9 - Outras
Através de uma política de
implantar atividades
atrativas, a rotatividade DEPOIMENTOS DE ALGUNS EX-INTERNOS
diminuí, pois com as
diversas alterações e
ajustes viabiliza-se novas
possibildades dos internos
prosseguirem o tratamento.
A intenção da Direção da
CVM visa construir, com a
participação do interno,
outra forma de vida e
existência.

Pretendemos
reestruturar o laboratório de
informática
Substituição dos
equipamentos de
informática para
implantação da internet com
objetivo de ter acesso aos
cursos e adquirir conhe-
cimentos, além de oportuni-
dades para pesquisas.

25
CAMPANHA ANTI - DROGAS Ano de 2015

CAMPANHA
ANTI-DROGAS
O USO DE DROGAS PODE SEGUIR
VÁRIOS PADRÕES
O QUE SÃO AS DROGAS?
*uso experimental: os primeiros usos, por
Substâncias químicas que
curiosidade;
causam sensações de prazer,
*uso recreativo: uso em circunstâncias
relaxamento, aliviam a dor ou
sociais ou relaxan-tes, sem implicação
mesmo alteram a percepção da
de outros problemas relacionados. Pode
realidade e são conhecidas e
ser entendido como uso em compa-nhia
consumidas há milhares de
de outras pessoas e de maneira
anos pelo homem. Os efeitos
socialmente aceitável;
agradá-veis destas
*uso controlado: refere-se à ma-
substâncias, no entanto, são
nutenção de um uso regular, não
normalmente acompanhados
compulsivo e que não apresenta
por problemas na saúde e na
problemas para a vida do indivíduo;
vida. Quase sempre as drogas
*uso nocivo ou abuso: padrão de uso que
causam dependência física e
aumenta o risco de conse-qüências
psicológica, transformando o
prejudiciais ao usuário, já apresentando
usuário ocasional em viciado e
danos compor-tamentais ou físico no
alterando a sua vida normal e
indivíduo; Em 2015
trazendo sérios danos à sua
*dependência: é um termo genérico e Foram realizadas
saúde. As drogas causam a
amplo que inclui uma grande diversidade
morte pelo consumo excessivo
de fenômenos.Envolve problemas todas as
em pouco tempo (a overdose), adequações
comportamentais, médicos, familiares,
ou debilitam progressivamente
o organismo de quem as usa.
sociais, legais, entre outros, decorrentes para início das
do uso compulsivo de drogas. atividades.
Fonte: www.cidadegaspar.com.br
ENGANANDO À SI PRÓPRIO

Você vive num quarto escuro e fechado e diz estar aberto para o mundo.
Você diz que ninguém fala a verdade, no entanto, mente o tempo todo para
você mesmo.Fala que ninguém o deixa viver em paz, contudo, vive cheio de
agressividade.Você quer toda liberdade do mundo, porém, vive com medo
de ser preso. Você grita que é forte e que sabe o que faz, mas, receia a
própria sombra. Você pede para que lhe deixem voar, entretanto, vive fora
do ar ou no fundo do poço. Você vive dizendo que quer ganhar muito
dinheiro, todavia, queima tudo o que você ganha e o que tem. Você diz que
precisa de uma chance, mas, joga todas as chances fora. Você vive dizendo
que quer ter amigos, no entanto, não percebe que é seu maior inimigo. Você
se diz muito esperto e que não leva desaforo para a casa, porém, aceita ser
dotado por quem lhe escraviza. Você quer um pedacinho do Céu e não
percebe que faz da sua vida um completo inferno. Você caminha a passos
largos para a morte e diz que isso é vida. Dependência química se combate
c o m r a z ã o , a m o r e v e r d a d e .
Pense nisso! Falar é fácil, fazer é que é difícil...mas não impossível!
Existe sempre uma saída para todo problema, basta que você acredite e
persevere. (Autor Desconhecido)

26
SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS Ano de 2015

SERVIÇO CONVIVÊNCIA E
FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS
Este programa surgiu O programa incentiva as O objetivo é mantê-los na
para tentar aproximar as crianças e adolescentes ao escola, já que dá-se prioridade
crianças e adolescentes de interesse pelas atividades para continuar no programa
atividades que acrescentem escolares, procurando romper as aqueles que estão estudando e
positivamente no seu barreiras de antipatia pela também de ocupar o outro
crescimento e na sua educa- escola. A partir disso, ocorre uma período livre, para evitar o
ção, pois é avaliado o aproximação entre a criança / envolvimento com a marginaliza-
desempenho e a freqüência adolescente e o colégio e ela
ção e as drogas. O fato da
dos alunos na escola. Esse passa a “Ver” a escola como um
criança ou adolescente não estar
programa disponibiliza momento importante e também
prazeroso, em que além de
tendo um bom desempenho na
atividades como: ballet, judô,
aprender, irá se divertir. O projeto escola, faz com que desanime e
informática, reforço escolar,
música, artes, teatro, fanfarra, possui atividades que estimulam muitas vezes desista de estudar.
banda, entre outros. Neste ano a criatividade e muitos se Mas com o reforço escolar e
foram atendidas 44 crianças e descobrem através das mesmas. outras atividades que estimulam
adolescentes (6 à 12 anos). Com todas as atividades que o o desenvolvimento da criança e
Essas atividades fun- projeto dispõe, como a música, o adolescente, os mesmos voltam
cionam de segunda a sexta- teatro, as crianças expõem o que a acreditar no seu potencial.
feira no período oposto estão sentindo e retornam para
ao escolar, sendo na parte da casa felizes e confiantes no seu
manhã das 8h00 às 12h00 e à potencial. EM 2015 FORAM ATENDIDAS
tarde das 13h00 às 17h00. 44 CRIANÇAS E
ADOLESCENTES

AT I V I D A D E S D E S E N V O LV I D A S

6 À 12 ANOS

-Identidade e Autonomia
-Literatura (tipos de linguagem)
-Profissões
-Dia da Família
-Educação Ambiental
Atividade em sala Meios de transporte
-Cultura Brasileira
-Meios de Transporte
-Jogos e Brincadeiras,
-ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente
-Música
-Atividades de Final do Ano Atividade em sala Hora do Lanche
-Lanche/Almoço

27
INCLUSÃO PRODUTIVA Ano de 2015

INCLUSÃO
PRODUTIVA
PANIFICAÇÃO INCLUSÃO DIGITAL

O Projeto Inclusão Produtiva, consiste no trabalho social com


famílias vulnerabilizadas decorrente da pobreza, com finalidade de
fortalecer a função produtiva das famílias, promovendo o acesso a
cursos de inclusão produtiva e criando um espaço para troca de
experiências. Busca ainda prevenir a ocorrência de situações de
risco social, estimulando os “usuários” a construção e reconstrução
de suas histórias, encorajando o caráter preventivo e proativo, além
de aumentar suas capacidades e potencialidades. visando o
enfrentamento da vulnerabilidade social.

Em 2015
Entre foram xx atendidos
crianças, nos doise adultos,
adolescentes projetos, entre crianças
os dois projetos
em 2015 tiveram 60 atendimentos.

Este projeto tem por objetivo preparar para o mercado de


trabalho; contribuir na melhoria da qualidade de vida e promover o
acesso a Inclusão Produtiva.
A Inclusão apóia famílias que possuem dentro de seus membros,
indivíduos que necessitem de cuidados:
-Fortalece os vínculos familiares e sociais;
- Possibilita a ampliação do universo educacional;
-Desenvolve habilidades e proporciona sua formação cidadã;
-Estimula a participação na vida pública;
-Contribui para a inserção de jovens e adultos no mercado de
trabalho. Todos os cidadãos precisam das condições básicas para
sua sobrevivência, infelizmente muitas vezes nem o básico lhes é
garantido, sendo assim, a CVM, preocupada com esta parcela da
sociedade que sofre com estas dificuldades, procurou desde sua
fundação desenvolver estratégias de intervenção que auxiliem a
população no resgate e fortalecimento da cidadania.

28
ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL Ano de 2015

ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL
“JANDIRA JOVITA DA ROSA”
O Acolhimento Atividades Paralisadas
Institucional “Jandira Jovita
da Rosa”, fundado em 10 de
março de 1986, é um dos
programas mantidos pela
CVM Creche Vinde a Mim as
Criancinhas, é uma medida
de proteção (abrigo)
regulamentada pelo ECA
Estatuto da Criança e do
Adolescente, e está
registrado no CMDCA
Conselho Municipal da
Criança e do Adolescente do
município de São José – SC.
O referido Programa fica
localizado na Rua Emílio
Macedo, esquina com a Rua
Otto Júlio Malina, em
instalações próprias que Acolhimento Institucional (Casa Lar) Atual
foram ampliadas. Seu
público alvo são crianças de
03 a 11 anos.
O Programa Acolhi-
mento Institucional “Jandira
ATIVIDADES SUSPENSAS desde 01/08/2014
Jovita da Rosa” surgiu para
atender uma demanda regulamentados pelo ECA e
emergente no estado de educar a partir de uma - Preparar adolescentes para o
Santa Catarina, que eram e perspectiva sócio- retorno à sociedade após a
são até hoje as crianças que interacionista, visando maioridade, inserção no
se encontram em situação fortalecer as crianças para que mercado de trabalho.
de risco social e abandono. consiga enfrentar as - Educação escolar, educação
Atualmente o Acolhimento adversidades da vida em complementar e proposta
Institucional atende somente família e em sociedade. pedagógica;
crianças encaminhadas pelo As atividades desenvol- - Preparação para o mercado de
Juizado da Infância e vidas pelo Acolhimento trabalho;
Juventude e Conselho Institucional, seguem os - Atividades de cultura, lazer e
Tutelar do Município São seguintes eixos: espiritualidade;
José – SC. - Retorno de crianças e - Atendimento as famílias
O Objetivo do adolescentes para a família de biológicas;
Acolhimento Institucional origem. - Projeto Férias Voluntárias, em
“Jandira Jovita da Rosa” é - Colocação de crianças e parceria com os voluntários da
proteger, garantir os direitos adolescentes em família CVM.
substituta.

29
ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL Ano de 2015

PROFISSIONAIS DO ABRIGO ATIVIDADE PARALISADA


O Acolhimento desenvolvem dentro e fora do capacitar as educadoras
Institucional conta com uma ambiente residencial, responsáveis pelo atendimento
equipe dedicada que vem trabalhando estratégias junto à diário. Tanto a Coordenação
tentando aprimorar a cada dia equipe que coordena para dar quando a equipe técnica nada
sua prática. Como foi citado conta de todas as demandas poderiam desenvolver se não
anteriormente este Programa é apresentadas pela realidade fosse o comprometimento das
mantido pela CVM, sendo de cada acolhido, observando educadoras, no total são 08
assim, esta administra e dirige o estado emocional, encami- educadoras, trabalhando em
todas as funções nhando para atendimento sistema de plantão, em cada
implementadas por este psicológico e psiquiátrico plantão ficam duas
programa. O Gerente quando necessário. Quando responsáveis pela educação,
Executivo Geral da CVM é o preciso, também encaminha- carinho e atenção básica a
guardião legal das crianças e se para atendimento junto à cada criança e adolescente,
adolescentes atendidas, equipe do Serviço Social além elas tem sido a principal
portanto, mais que um de médico e dentista, referência para esta demanda,
administrador, é o responsável delegando a equipe, a função seu papel e exemplo são ponto
por todas as questões legais de agendar atendimento e fundamental para o
que envolvem esta demanda. levar as crianças ou desenvolvimento das mesmas.
Para sua atuação conta com o adolescentes no local A equipe do Acolhimento
apoio da Coordenação, que é agendado. A coordenação Institucional tem como missão
responsável por cumprir e fazer conta com a intervenção de fazer com que a breve
cumprir as normas da entidade, uma equipe interdisciplinar passagem pelo mesmo possa
orientando e avaliando as composta por Assistente Social proporcionar às crianças e
atividades desenvolvidas pelas e estagiárias da respectiva adolescentes momentos de
educadoras, além de ser área, Psicóloga e Pedagoga. felicidade e aprendizado, pois
responsável pela parte Estes profissionais interagem acredita que estes precisam
operacional do Acolhimento procurando suprir a demanda ser preparados para a
Institucional. Cabe a bio-psico-pedagógico-social convivência familiar e social,
coordenação verificar as das crianças e adolescentes, buscando garantir a inserção e
atividades que os acolhidos buscando tanto atender promoção dos mesmos na
diretamente a demanda como sociedade de maneira digna.

GRÁFICOS
Gráfico com o número de internos
no Acolhimento Institucional de 2001 até 2014
(ano de paralização das atividades)

58

46

35

0
2007 2013 2014
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2008 2009 2010 2011 2012

32 35 36 37 39 46 58 54 35 35 20 09 15 21

30
ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL Ano de 2015

Cozinha Salas de Estar e Jantar

ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL
(atividade paralisada em 2014)

Em 2014, a direção da CVM optou por


suspender temporariamente os atendimentos
do projeto de acolhimento. Um decisão muito
difícil, pois este importante projeto faz parte da
CVM desde sua fundação. Mas a falta de
apoio, as exigências e o grande desgaste
foram fatores decisivos para a suspensão.
Acolhimento
Logo após paralização, a Secretaria de
Municipal de Assistência Social de São José Institucional
procurou a instituição para propor uma
parceria e a forma encontrada para dar
andamento ao projeto foi o aluguel das
proporcionando
instalações de ‘‘Porta Fechada’’, em
26/09/2014. mais conforto
O contrato assinado pela Prefeitura,
indicava a continuidade do atendimento as
aos acolhidos.
cirnças em acolhimento.

Quem são os responsáveis pelas crianças e adolescentes que residem em um


Acolhimento Institucional / Casa Lar ?
São todas as pessoas. Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente no Artº 4 “É
dever da família , da comunidade, da sociedade em geral e o Poder Público
assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à
saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, a profissionalização, à
cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”.
É partindo também desse entendimento que a CVM tem administrado o Programa
Acolhimento Institucional, conscientizando as redes de apoio sobre a importância
desse tipo de trabalho, e o quanto o papel de cada um é fundamental para o
desenvolvimento bio-psico-social de todas as crianças e adolescentes, em especial
as que estão morando em uma instituição.
31
CERTIFICADO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL Ano de 2015

Em 2015 a CVM recebeu pela quinta vez consecutiva


a Certificação de Responsabilidade Social da ALESC
SR. RUBENS FEIJÓ REPRESENTOU A CVM

A Vinde a Mim, recebeu pela quinta vez consecutiva a Certificação de Responsabilidade Social
na categoria de entidades, concedida pela ALESC - Assembléia Legislativa de Santa Catarina.
Este prêmio tem por objetivo prestigiar, estimular, difundir e reconhecer o esforço das entidades.

Este ano a entrega aconteceu no dia 09 de dezembro,


ás 19h no Plenário Deputado Osni
Régis na ALESC em Florianópolis.
A Instituição esteve representada pelo Sr. Rubens Feijó
(Presidente do Conselho Consultivo).
Foi com muita alegria e satisfação que recebemos este
reconhecimento do Poder Legislativo de Santa
Catarina, ele pertence a todos, Diretoria, Conselho,
Colaboradores, voluntários, parceiros, doadores,
Cozinha Industrial
amigos e Refeitório e todos os atendidos,
Novo Alojamento
bem como o município
d e S ã o J o s é .
Este reconhecimento mostra a transparência e
seriedade da CVM, além de nos motivar ainda mais,
a lutar para manter este trabalho em prol dos menos
favorecidos.
Presidente do Conselho Consultivo
da CVM Sr. Rubens Feijó com a
Deputada Dirce Heiderscheidt

A CVM é
agraciado
com o certificado Alojamento Alojamento em Construção
Alojamento
da ALESC
Certificado 2015 Certificado 2014

Certificado 2013 Certificado 2012 Certificado 2011

32
FORMATURA DO CEI Ano de 2015

72 crianças concluíram a
Educação Infantil no CEI da CVM em 2015
FORMATURA DO CEI

A CERIMÔNIA FOI REALIZADA NO TEATRO DO CENTRO MULTIUSO


Ao final do ano de 2015 o CEI mantido pela CVM formou 72 crianças de 05 (cinco) anos.
O evento aconteceu no dia 04 de dezembro no Teatro do Centro Multiuso de São José,
localizado na Avenida Beira Mar de São José, onde estavam presentes a Direção, Educadores e
Familiares.
As crianças receberam o diploma confirmando a conclusão desta etapa rumo ao
conhecimento. Mais de 900 (novecentas) pessoas participaram do Evento.
As crianças que completarem 06 (seis) anos até o dia 31 de março de 2016, iniciarão no
ensino fundamental.

Ensina a criança no
Caminho em que deve
andar, e mesmo quando
for idoso não se desviará
dele!
Provérbios 22:6

Formandos da Educação Infantil 2015



Que todas estas palavras
que hoje lhe ordeno
estejam em seu coração.
Ensine-as com
persistência a seus filhos.
Converse sobre elas
quando estiver sentado
em casa, quando estiver
andando pelo caminho,
quando se deitar e
quando se levantar”.
Deuteronômio 6:6-7
Convidados da Formatura (familiares, amigos, etc).

33
FUNDADA EM 1978 Ano de 2015

CVM RUMO AOS 40 ANOS


Marco importantes

1978 - Fundação da CVM, primeiras 1986 - Abertura do Acolhimento Institucional


crianças atendidas. (Abrigo)

1993 - Solenidade de Inauguração 1996 - Fundação da Comunidade


do prédio sede Terapêutica
No dia 01 de novembro de 2015, a Creche Vinde a Mim completou 37 (trinta e sete) anos de
prestação de serviços ao estado de Santa Catarina, principalmente ao município de São
José. Ao longo destes anos foram atendidas mais de 25.000 (vinte e cinco mill) crianças,
adolescentes e adultos por meio de seus vários projetos, todos gratuitos. É motivo de muita
alegria e satisfação poder contribuir ativamente com o desenvolvimento social daqueles
que tanto necessitam, é muito gratificante, mesmo em meio as lutas e adversidades,
conseguir levar o conhecimento, proporcionar descobertas e fazer a diferença na vida do
outro. Assim iniciamos os preparativos para esta data que será um marco muito importante.
No dia 1 de novembro de 2018 a CVM, mais conhecida como Creche e Orfanato Vinde a
Mim as Criancinhas, completará 40 anos.
“Até aqui nos ajudou o senhor”. 1Samuel 7:12

34
FESTA DE FINAL DE ANO NA CVM Ano de 2015

CVM REUNIU COLABORADORES E VOLUNTÁRIOS


ALMOÇO NA COMUNIDADE TERAPÊUTICA - CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO NA
CVM

No dia 19 de dezembro de 2015, a Instituição preparou um delicioso almoço para a Diretoria,


Voluntários e Colaboradores da CVM. O encontro aconteceu na Comunidade Terapêutica em
Biguaçu e teve como objetivo principal agradecer a Deus pelo cuidado, orientação, proteção e
providências concedidas no ano de 2015, além de agradecer também a todos que de alguma
forma contribuíram para o desenvolvimento dos projetos da Instituição.

Almoço de final do ano. Momento de agradecimento a Deus.

Confraternização Confraternização

Voluntário James e sua esposa. Voluntário Sr. Borges e sua esposa

35
RECONHECIMENTO Ano de 2015

RECONHECIMENTO
A C V M fo i h o m e n a ge a d a e m s e çã o s o l e n e
no dia 29/10/2015 na Câmara Municipal de São José,
em reconhecimento aos 37 anos de contribuição ao
Município, por indicação do Presidente da Câmara
Sr. Orvino Coelho Ávila. Discursaram no evento antes
do Presidente da Câmara o Sr. Rubens Feijó, o vereador
e Vice Presidente da Câmara Sr. Neri do Amaral, o
Vereador Telmo Vieira e o Sr. Rubens Feijó Presidente do
Conselho Consultivo da CVM.

Presidente voluntário da CVM Fernando da Costa (à esquerda) Presidente do Conselho Consultivo da CVM, Sr. Rubens
Gerente Exec. Administrativo da CVM Roberto T. Proença Feijó representando a Instituição.
(à direita).

Placa recebida pela Câmara Municipal de São José pelos 37 anos


a CVM.

36
BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

RECEITA FINANCEIRA
DA CVM EM 2015
RECEITA EM 2015

PÚBLICO
PM São José - Convênio Educação Infantil 1.402.166,82
PM São José - Convênio Merenda Escolar - Educação Infantil 71.900,00
Poder Judiciário - Auxílios 58.211,55
Sub Total 1.532.278,37

PRIVADO

Mantenedores 59.312,93
Mantenedores Telesc / Celesc 321.104,19
Doações Pessoas Físicas 37.344,75
Doações Pessoas Jurídicas 41.508,42
Doações e Receitas Diversas 218.124,14
Sub Total 677.394,43

TOTAL 2.209.672,80

EVOLUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

Analisando a evolução orçamentária nos últimos 14 (quatorze) anos, as realizações e atendimento, demonstra-se que uma boa
administração, aliada a eficiência e economicidade, podem fazer a diferença. Neste período foram beneficiadas mais de 25.000
famílias, constatando também, que as metas fixadas no plano de ação foram alcançadas.

EVOLUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DOS ÚLTIMOS QUATORZE


ANO VALOR DA RECEITA ORIGEM PÚBLICA ORIGEM PRIVADA

2002 624.261,35 43,3% 273.696,87 56,6% 350.564,48

2003 522.968,03 49,1% 256.777,30 50,9% 266.190,72

2004 679.576,36 34,9% 237.356,24 65,1% 442.220,12

2005 613.367,57 50,8% 311.908,10 49,2% 301.459,47


2006 729.275,54 52,9% 386.015,27 47,1% 343.710,27

2007 749.849,84 52,7% 395.473,46 47,3% 354.376,38


2008 1.404.507,20 53,7% 753.792,00 46,3% 650.715,20

2009 1.229.160,11 79,1% 971.974,62 20,9% 257.185,49


2010 1.356.151,27 66,4% 900.744,30 33,6% 455.466,97

2011 1.441.246,89 52,9% 762.920,93 47,1% 678.325,96


2012 1.720.575,75 61,5% 1.058.587,06 38,5% 661.988,69

2013 2.019.988,70 67,6% 1.365.437,57 32,4% 654.551,13


2014 2.056.628,61 69,7% 1.433.869,11 30,3% 622.759,50
2015 2.209.672,80 69,3% 1.532.278,37 30,7% 677.394,43

37
BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

ORIGEM DOS RECURSOS 2015

30,7%

RECURSOS PODER PÚBLICO


69,3% RECURSOS PRÓPRIOS

O Poder Público através do Governo Municipal de São José e das


Esferas Judiciárias, concentraram 69,3 % de apoio para a
manutenção da CVM em 2015.

FONTE DE RECURSOS 2015

30,7%
PM SÃO JOSÉ

66,7% PODER JUDICIÁRIO


RECURSOS PRÓPRIOS
2,6%

38
BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

31 DE DEZEMBRO DE 2015
ATIVO PASSIVO
Nota 2015 2014 Nota 2015 2014

CIRCULANTE 822.069,81 807.406,30


CIRCULANTE 165.321,04 123.816,54

Caixa e equivalentes de caixa 3A - 4 767.220,53 767.088,28 Fornecedores 3D 2.178,27 2.296,60


Adiantamento a funcionários 52.170,59 37.248,29 Obrigações fiscais, sociais e trabalhistas 3E 15.752,48 20.252,82
Outros créditos 535,82 535,82 Provisão de férias e encargos 3F - 6 128.986,70 101.267,12
Despesas antecipadas 2.142,87 2.533,91 Convênios a realizar 16.741,87 -
Outros débitos 1.661,72 -
NÃO CIRCULANTE 1.540.602,80 1.538.719,89
NÃO CIRCULANTE 154.300,37 154.300,37
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 261.649,14 183.925,41
Provisão para contingências 11 154.300,37 154.300,37
Depósitos judiciais 3B 261.649,14 183.925,41
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 2.043.051,20 2.068.009,28
INVESTIMENTOS 4.100,63 4.100,63
Patrimônio social 12 1.873.585,64 1.828.039,58
IMOBILIZADO 3C - 5 1.271.453,19 1.345.893,97 Ajuste de avaliação patrimonial 194.423,64 228.289,56
INTANGÍVEL 3.399,84 4.799,88 Superávit do exercício (24.958,08) 11.680,14

PASSIVO 2.362.672,61 2.346.126,19


TOTAL DO ATIVO 2.362.672,61 2.346.126,19

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contáveis)


(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contáveis)

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL

AJUSTE DE
PATRIMÔNIO SUPERÁVIT/DÉFICI
EVENTOS AVALIAÇÃO TOTAL
SOCIAL T DO EXERCÍCIO
PATRIMONIAL
Saldo em 31 de dezembro de 2013 1.760.932,93 253.239,12 33.240,73 2.047.412,78
Patrimônio social 33.240,73 (33.240,73)
Superávit do exercício 11.680,14 11.680,14
Baixa de ajuste de avaliação patrimonial 8.916,36 8.916,36
Realização de ajuste de avaliação patrimonial 33.865,92 (33.865,92)

Saldo em 31 de dezembro de 2014 1.828.039,58 228.289,56 11.680,14 2.068.009,28


Patrimônio social 11.680,14 (11.680,14)
Superávit/Déficit do exercício (24.958,08) (24.958,08)
Realização de ajuste de avaliação patrimonial 33.865,92 (33.865,92)

Saldo em 31 de dezembro de 2015 1.873.585,64 194.423,64 (24.958,08) 2.043.051,20


Mutações do período 45.546,06 (33.865,92) (36.638,22) (24.958,08)

39
BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA


01/jan./15 01/jan./14
a a
31/dez./15 31/dez./14

ATIVIDADES OPERACIONAIS 465,33 30.033,98


Déficit do exercício (24.958,08) 11.680,14
Ajustado por:
Depreciação 76.173,90 75.915,12
Variações nos Ativos e Passivos
Redução (Aumento) de Adiantamento a funcionários (14.922,30) (15.304,93)
Redução (Aumento) de Convênios a receber - 1.228.952,75
Redução (Aumento) de Outros créditos - 4.800,00
Redução (Aumento) de Despesas antecipadas 391,04 292,48
Redução (Aumento) de Depósitos judiciais (77.723,73) (59.625,04)
Aumento (Redução) de Fornecedores (118,33) (191,64)
Aumento (Redução) de Obrigações fiscais, sociais e trab. (4.500,34) 8.421,50
Aumento (Redução) de Provisão de férias 27.719,58 8.846,35
Aumento (Redução) de Convênios a realizar 16.741,87 (1.228.952,75)
Aumento (Redução) de Outros débitos 1.661,72 (4.800,00)

ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS (333,08) (29.709,79)


Aquisição do imobilizado (333,08) (29.709,79)

AUMENTO (REDUÇÃO) NAS DISPONIBILIDADES 132,25 324,19

Disponibilidades no início do exercício 767.088,28 766.764,09


Disponibilidades no final do exercício 767.220,53 767.088,28

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO PERÍODO


Nota Períodos

01/jan./15 01/jan./14
a a
31/dez./15 31/dez./14

RECEITA OPERACIONAL BRUTA 2.017.803,26 1.972.150,78


Doações recebidas 7 517.481,84 490.594,91
Auxílios e subvenções 8 1.474.066,82 1.405.164,45
Outras receitas operacionais 26.254,60 76.391,42

DEDUÇÕES COM GRATUIDADE 9 (2.225.441,54) (2.034.905,03)


Gastos com pessoal e encargos (1.713.694,88) (1.604.852,14)
Despesas gerais e administrativas (509.624,29) (428.356,60)
Outras despesas (2.122,37) (1.696,29)

OUTRAS RECEITAS 134.746,04 34.273,04

RESULTADO FINANCEIRO 47.934,16 40.161,35

SUPERÁVIT DO EXERCÍCIO (24.958,08) 11.680,14

(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contáveis)

LUCIANO LEITE KOWALSKI


CONTADOR
CRC1SC023576/O-4
Nós abaixo firmado, membros do Conselho Fiscal da
CRECHE E ORFANATO VINDE A MIM AS
FERNANDO DA COSTA CRIANCINHAS, examinamos o Balanço Patrimonial
PRESIDENTE e a Demonstração do Resultado do Exercício,
encerrado em 31 de dezembro de 2015 e os
GENY L. PEREIRA documentos apresentados conferem com o
VICE-PRESIDENTE exercício. Declaramos ter encontrado tudo em
perfeita ordem e concordância, razão pela qual
SÔNIA DA SILVA SANTOS
lavramos o presente parecer.
1ª SECRETÁRIA
São José/SC, 20 de ABRIL de 2016.
JORGE L. B. NUNES
2º SECRETÁRIO BRUNO PACHECO
CONSELHO FISCAL
ORIOVALDO LUIZ PEREIRA
1º TESOUREIRO DILMA DE CARVALHO ZAIA
CONSELHO FISCAL
SÉRGIO COSTA PACHECO
2º TESOUREIRO NATACHA FEIJÓ PEREIRA
CONSELHO FISCAL
40
BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES


SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Ilmos. Srs.
Presidente e Conselheiros da
CRECHE E ORFANATO VINDE A MIM AS CRIANCINHAS
São José - SC

Examinamos as demonstrações contábeis daCRECHE E ORFANATO VINDE A MIM AS CRIANCINHAS, que compreendem o balanço
patrimonial em 31 de dezembro de 2015,e as respectivasdemonstraçõesdo resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de
caixa, correspondentes ao exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas
explicativas.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis


A administração da entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com
as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de
demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

Responsabilidade dos auditores independentes


Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de
acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos
auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis
estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações
apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação
dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de
riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da
entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião
sobre a eficácia desses controles internos da entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis
utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das
demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para
fundamentar nossa opinião.

Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas, lidas em conjunto com suas notas explicativas, apresentam
adequadamente em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CRECHE E ORFANATO VINDE A MIM AS
CRIANCINHAS, em 31 de dezembro de 2015,o resultado de suas operações, as mutações do patrimônio líquido e os fluxos de caixa,
referentes ao exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

Outros Assuntos
Certificado de Filantropia
O processo de renovação doCertificado de Filantropia válido para o triênio 2010-2013 foi protocolado em 26/07/2010, conforme número
71000.095116/2010-47, e encontra-se em fase de “apreciação”; o processo de renovação para o triênio 2014-2016 foi protocolado em
07/02/2013, conforme número 71000.029653/2013-41, e encontra-se em fase de “aguardando análise”.Os processos foram
encaminhados para o Ministério do Desenvolvimento Social, atendendo o Art. 12 da Lei nº 12.101/2009. Enquanto a Entidade aguarda a
aprovação dos processos citados, a mesma possui o “Comprovante de Protocolo Tempestivo de Requerimento de Renovação de
Certificação”, datado de 26/01/2016, referente ao triênio 2010-2013, que comprova a regularidade da certificação até o julgamento do
processo, emitido pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Criciúma (SC), 15 de abril de 2016.

MÜLLEREYNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S


CRC/SC-006351/O

JOSÉ HENRIQUE EYNG IGOR EYNG


CONTADOR CRC-SC Nº 17.329/O-8 CONTADOR CRC-SC Nº 029515/O-6
CNAI / CVM Nº 638 CNAI Nº 3795

41
BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS


DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015
NOTA 01 - CONTEXTO OPERACIONAL
A CRECHE E ORFANATO VINDE A MIM AS CRIANCINHAS – CVM é uma entidade sem fins lucrativos, com finalidade assistencial e objetivos
filantrópicos, cristãos evangélicos, educacionais e assistenciais, que tem por finalidade: Assistência a pessoas necessitadas materialmente;
assistência médica, odontológica, psicológica e farmacêutica; assistência social; ensino de educação infantil, fundamental e segundo grau; ensino
profissionalizante; alfabetização de jovens e adultos, além de cursos de capacitação; educação especial; recuperação e prevenção de toxicômanos
e alcoolistas.
A emissão das demonstrações contábeis foi aprovada pela Administração da entidade em 15 de abril de 2016.

NOTA 02 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS


A) BASE DE PREPARAÇÃO
As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas da Comissão de Valores
Mobiliários, observando as diretrizes contábeis emanadas da legislação societária (Lei nº 6.404/1976) que incluem os dispositivos introduzidos
pela Lei nº 11.638/2007 e Lei nº 11.941/2009, assim como a Resolução CFC nº 1.409/2012 que aprova a ITG 2002 – Entidade sem Finalidade de
Lucros, juntamente com a Resolução CFC nº 1.255/2009 que aprova a NBC TG 1000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. Tais
dispositivos tiveram como principal objetivo atualizar a legislação societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das práticas
adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais de contabilidade que são emitidas pelo Internacional Accouting Standard
Board – IASB.
B) BASE DE MENSURAÇÃO
As demonstrações contábeis foram preparadas com base no custo histórico de acordo com as normas descritas na Seção 2 da Resolução CFC nº
1.255/2009 que aprovou a NBC TG 1000.
C) MOEDA FUNCIONAL
A Administração da entidade definiu que sua moeda funcional é o Real de acordo com as normas descritas na Seção 30 da Resolução CFC nº
1.255/2009 que aprovou a NBC TG 1000.
Transações em moeda estrangeira, isto é, todas aquelas que não realizadas na moeda funcional, são convertidas pela taxa de câmbio das datas de
cada transação. Ativos e passivos monetários em moeda estrangeira são convertidos para moeda funcional pela taxa de câmbio da data do
fechamento. Os ganhos e as perdas de variações nas taxas de câmbio sobre os ativos e passivos monetários são reconhecidos na demonstração
do resultado.
Ativos e passivos não monetários adquiridos ou contratados em moeda estrangeira são convertidos com bases nas taxas de câmbio das datas das
transações ou nas datas de avaliação ao valor justo quando este é utilizado.
D) ESTIMATIVAS CONTÁBEIS
A elaboração das demonstrações contábeis de acordo com as práticas adotadas no Brasil requer que a Administração use de julgamento na
determinação e registro de estimativas contábeis. Ativos e passivos significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem o valor residual
de investimentos,imobilizado, intangível, provisão de férias e encargos,depósitos judiciais e provisão para contingências. A liquidação das
transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua
determinação. A administração da entidade revisa essas estimativas e premissas pelo menos anualmente.
E) AJUSTE A VALOR PRESENTE
Quando aplicável, os valores sujeitos a tal ajuste, são convertidos ao valor presente, em contrapartida do resultado do exercício, obedecendo ao
disposto na Seção 2 da Resolução CFC nº 1.255/2009 que aprovou a NBC TG 1000.
F) SUBVENÇÃO E ASSISTÊNCIA GOVERNAMENTAIS
Registram os valores recebidos por subvenções e ou doações, transitando pela Demonstração do Resultado do Período, conforme determinação
das Leis nº 11.638/2007 e 11.941/2009, bem como orientações da Seção 24 da Resolução nº CFC 1.255/2009.

NOTA 03 - PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS


Dentre os principais procedimentos adotados para a elaboração das demonstrações contábeis, destacam-se:
A) INSTRUMENTOS FINANCEIROS NÃO DERIVATIVOS
A entidade reconhece os empréstimos e recebíveis inicialmente na data em que foram originados / negociados. Todos os outros ativos e passivos
financeiros são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual a entidade se torna uma das partes das disposições contratuais do
instrumento.
A entidade desreconhece um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a entidade transfere os
direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos e
benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Passivos financeiros são baixados quando as suas obrigações contratuais são
liquidadas.
Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial somente quando a entidade tenha o
direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente.
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BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

A entidade possui os seguintes ativos e passivos financeiros não derivativos:


CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA: abrangem saldos de caixa e depósitos à vista, assim como aplicações financeiras de liquidez imediata,
demonstradas pelo custo de aplicação, acrescidas dos rendimentos correspondentes, apropriados até a data do balanço.
EXIGÍVEIS: abrangem o saldo a pagar pelas aquisições de bens ou serviços, reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer
custos de transação atribuíveis e subsequentemente, quando aplicável, mensurados pelo custo amortizado com o uso de taxa de juros efetiva,
atualizados pelos encargos correspondentes após o reconhecimento inicial.
A entidade não operou com instrumentos financeiros derivativos no decorrer do exercício.
A) DEPÓSITOS JUDICIAIS
Saldos depositados em juízo relativos a processo movido contra concessionária de serviço público de telefonia fixa, a qual é responsável pela
arrecadação de doações via conta de telefone, em razão de aumento na tarifa de controle e repasse de doações. Os saldos são mantidos pelos
seus valores nominais depositados.
B) IMOBILIZADO
Estão demonstrados pelo custo de aquisição, acrescidos de correção monetária até 31/dez./95, atualizados por avaliação patrimonial
eajustadospor depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear às taxas estabelecidas em função do tempo de vida útil.
D) FORNECEDORES E OUTRAS OBRIGAÇÕES A PAGAR
Obrigações nominais contraídas com fornecedores de bens e serviços no mercado interno.
E) OBRIGAÇÕES FISCAIS, SOCIAIS ETRABALHISTAS
Estão demonstrados pelos valores das obrigações com salários de funcionários, encargos trabalhistas e tributários, devidos até a data do balanço.
F) PROVISÃO DE FÉRIAS E ENCARGOS
Foi constituída para cobertura das férias vencidas e proporcionais, acrescida dos respectivos encargos sociais até a data do balanço.
G) DEMAIS ATIVOS E PASSIVOS CIRCULANTES E NÃO CIRCULANTES
Demonstrados por valores de realização / obrigação, conhecidos ou calculáveis, incluindo quando aplicáveis os rendimentos auferidos, os
encargos e as variações monetárias, incorridos até a data do balanço.
H) RECEITA DE SUBVENÇÕES
Referem-se a subvenções recebidas através de recursos para custeio ou acréscimo patrimonial a serem reconhecidas como receita ao longo do
período, em bases sistemáticas, como estabelece a Resolução CFC nº 1.305/2010.
As subvenções para custeio são realizadas como receita a medida da geração das despesas a que se destinam, enquanto as subvenções
patrimoniais são contabilizadas a medida da depreciação dos bens.
I) APURAÇÃO DO SUPERÁVIT/DÉFICIT
O superávit/déficit é apurado pelo regime de competência para a apropriação de receitas, custos e ou despesas correspondentes.
Os recursos da entidade foram aplicados em suas finalidades institucionais, de conformidade com seu Estatuto Social, demonstrados por suas
Despesas e Investimentos Patrimoniais.

NOTA 04 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA


Saldo representado pela seguinte composição:

¹ As aplicações financeiras são classificadas como caixa e equivalente de caixa por se tratarem de aplicações consideradas conservadoras e sem
risco de redução de valor ou de liquidez. Também não existe prazo compromissado para estas aplicações estando disponíveis para utilização na
data exata em a entidade decidir utilizar o valor ou trocar de aplicação. O saldo de aplicações financeiras de liquidez é composto:

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BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

NOTA 05 - IMOBILIZADO
Os saldos do Imobilizado apresentam a seguinte composição:

Taxa 2015 2014


Imobilizado
Anual Bens Depreciação Bens Depreciação
Biblioteca 10% 17.014,75 (5.281,48) 17.014,75 (3.844,72)
Obras em andamento - 812.149,17 - 812.149,17 -
Imóveis 4% 289.620,82 (158.300,66) 289.620,82 (142.220,66)
Máquinas e equipamentos 10% 183.817,85 (152.916,32) 183.531,17 (148.374,17)
Móveis e utensílios 10% 368.287,49 (161.667,10) 368.241,09 (133.118,83)
Computadores e periféricos 20% 97.383,54 (72.381,95) 97.383,54 (63.493,19)
Veículos 20% 88.732,83 (50.632,72) 88.732,83 (37.142,80)
Benfeitorias em instalações 10% 18.262,92 (2.635,95) 18.262,92 (847,95)
Soma 1.875.269,37 (603.816,18) 1.874.936,29 (529.042,32)

Movimentação do Ativo Imobilizado – Exercício de 2015


Saldo Saldo
Imobilizado 31/dez./2014 Aquisições Baixas 31/dez./2015
Biblioteca 17.014,75 - - 17.014,75
Obras em Andamento 812.149,17 - - 812.149,17
Imóveis 289.620,82 - - 289.620,82
Máquinas e equipamentos 183.531,17 286,68 - 183.817,85
Móveis e utensílios 368.241,09 46,40 - 368.287,49
Computadores e periféricos 97.383,54 - - 97.383,54
Veículos 88.732,83 - - 88.732,83
Benfeitorias em instalações 18.262,92 - - 18.262,92
Soma 1.874.936,29 333,08 - 1.875.269,37

Saldo Saldo
Depreciação Acumulada 31/dez./2014 Depreciações Baixas 31/dez./2015
Biblioteca (3.844,72) (1.436,76) - (5.281,48)
Imóveis (142.220,66) (16.080,00) - (158.300,66)
Máquinas e equipamentos (148.374,17) (4.542,15) - (152.916,32)
Móveis e utensílios (133.118,83) (28.548,27) - (161.667,10)
Computadores e periféricos (63.493,19) (8.888,76) - (72.381,95)
Veículos (37.142,80) (13.489,92) - (50.632,72)
Benfeitorias em instalações (847,95) (1.788,00) - (2.635,95)
Soma (529.042,32) (74.773,86) - (603.816,18)

NOTA 06 - PROVISÃO DE FÉRIAS E ENCARGOS


Saldo contábil apresenta a seguinte composição:

Descrição 2015 2014


Férias a pagar 119.432,33 92.982,55
Encargos s/ férias 9.554,37 8.284,57
Total 128.986,70 101.267,12
Provisão p/ férias e encargos são constituídos para cobertura das férias vencidas e proporcionais, acrescidas dos respectivos
encargos sociais até a data do balanço.

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BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

NOTA 07 - DOAÇÕES RECEBIDAS


Os valores recebidos por meio de doações foram os seguintes:

Descrição 2015 2014


Pessoas físicas 417.761,87 434.736,91
Pessoas jurídicas 41.508,42 27.153,34
Auxílio judiciário 58.211,55 28.704,66
Total 517.481,84 490.594,91
NOTA 08 - AUXÍLIOS E SUBVENÇÕES
A entidade recebeu no exercício de 2015os seguintes auxílios e subvenções:

Descrição 2015 2014


Convênio PM São José - Educação Infântil 1.402.166,82 1.137.064,45
Convênio PM São José/ Governo Municipal - Casa Lar - 210.000,00
Convênio PM São José/SME - Merenda Escolar 71.900,00 58.100,00
Total 1.474.066,82 1.405.164,45
NOTA 09 - GRATUIDADES CONCEDIDAS
Em acolhimento ao que determina o artigo 18 da Lei nº 12.101, de 27 de novembro de 2009, a entidade aplicou em gratuidades no
exercício de 2015 o seguinte montante:

Descrição 2015 2014


Receitas auferidas 2.017.803,26 1.972.150,78
Gratuidades concedidas 2.225.441,54 2.034.905,03
% Aplicado em gratuidades 110,29% 103,18%
Não foram concedidas gratuidades na área da saúde.

NOTA 10 - ISENÇÕES USUFRUIDAS


No exercício de 2015, aentidade usufruiu dos seguintes valores de isenções:

Descrição 2015 2014


Cota Patronal do INSS + SAT + Terceiros 380.903,76 340.552,22
Cofins sobre Receitas Operacionais 60.534,10 59.164,52
Pis sobre a Folha 14.937,40 13.354,99
Total 456.375,26 413.071,73

NOTA 11 - PROVISÃO PARA CONTINGÊNCIAS


A entidade é integrante em processos judiciais nas esferas cível e trabalhista, que surgem no curso normal de suas atividades. De acordo com a
assessoria jurídica existem contingências passivas merecedoras de constituição de provisão para essas contingências, nas quais foram
devidamente escrituradas.
O montante de R$ 154.300,37 refere-se a ações trabalhistas que a assessoria jurídica da entidade classificou como chance de perda provável. O
montante permanece o mesmo do exercício anterior, pois a Administração adotou como prática, efetuar a devida baixa ou reversão desta provisão
após o efetivo término do processo judicial.

NOTA 12 - PATRIMÔNIO SOCIAL


O Patrimônio Social no valor de R$1.873.585,64(um milhão, oitocentos e setenta e três mil,quinhentos e oitenta e cinco reais esessenta e quatro
centavos) é o resultado do fundo institucional, somado aossuperávits acumuladosde exercícios anteriores e subtraído do déficit do exercício.

NOTA 13 - SEGUROS
A entidademantém contratados seguros sobre seus bens móveis, por valores julgados suficientes para cobertura de eventuais sinistros.

Modalidade Cobertura R$
Predial 1.965.000,00
Veículos 460.000,00
Motorista 28.639,61
Soma 2.453.639,61
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BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES


CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM
31 DE DEZEMBRO DE 2015
I – CONTEXTO OPERACIONAL:
NOTA 01
· Assistência a pessoas carentes;
· Assistência médica, odontológica, psicológica e farmacêutica;
· Assistência social;
· Ensino de 1º e 2º grau;
· Ensino profissionalizante;
· Administração de creche e orfanato;
· Amparar a infância carente e idosos promovendo a integração criança – família, idoso – sociedade;
· Prestar assistência a pessoas necessitadas materialmente;
· Faculdade ou curso teologia;
· Atividades produtivas como marcenaria, livraria, papelaria, bazar, gráfica, padaria, lavanderia, e outros atendimentos e cursos como
informática, datilografia, musica, judô, bale, podendo ainda participar de licitações e concorrências em órgãos públicos e particulares, sendo que
as mesmas visam fins lucrativos com a finalidade de ajudar a manter todos os programas gratuitos da entidade. Pode ainda solicitar a concessão
para instalação de uma emissora de radio, bem como de posto de combustível. O que trata este item só poderá ser instituído e mantido para fazer
frente as despesas da instituição, não podendo de maneira nenhuma os recursos aqui levantados serem utilizados de outra forma a não ser nos
objetivos da instituição;
· Educação especial;
· Recuperação e prevenção de toxicomas e alcoolistas;
· Atendimento de infratores de pequenos delitos e medidas sócio – educativas.

II – APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES:


NOTA 02
A entidade informa que suas demonstrações contábeis e financeiras foram elaboradas em conformidade com a lei n° 6.404/1976 (observadas as
alterações promovidas pelas leis nº 11.638/07, n.º 11.941/09, medida provisória n.º 449/08 e resolução CFC n° 877/2000, que aprovou a NBC T
10.19.

III – RESUMO DAS PRÁTICAS CONTÁBEIS;


NOTA 03
O regime adotado nas práticas contábeis foi o regime de competência.

NOTA 04
As demonstrações de aplicação financeira estão demonstradas em balanço em seu saldo final, incluindo integralmente o rendimento financeiro.

NOTA 05
As receitas são apuradas através de doações, subvenções, convênios, receita de vendas de materiais recicláveis, e bazar/padaria.

NOTA 06
Doações recebidas de:
Pessoas Físicas R$ 417.761,87
Pessoa Jurídica R$ 41.508,42
Total: R$ 459.270,29
NOTA 07
Convênios, subvenções e auxílios recebidos do poder público:
Convênios, subvenções e auxílios R$ 1.474.066,82
Municipais
Convênios, subvenções e auxílios Estaduais R$ 0,00
Convênios, subvenções e auxílios Federais R$ 0,00
Total: R$ 1.474.066,82
NOTA 08
Convênios, subvenções e auxílios recebidos do poder público:
Convênios, subvenções e auxílios Judiciários R$ 58.211,55
Total: R$ 58.211,55

NOTA 09
Receitas diversas R$ 219.093,02

Total: R$ 219.093,02

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BALANÇO FINANCEIRO Ano de 2015

NOTA 10
(-) Deduções da receita bruta R$ 968,88

Total: R$ 968,88

Total Geral (Nota 06, 07, 08, 09 e 10): R$ 2.209.672,80


NOTA 11
Receitas

Convênios: R$ 1.474.066,82
Subvenções e auxílios: R$ 58.211,55
Recursos próprios e diversos: R$ 678.363,31
(-) Deduções da receita R$ 968,88

Total: R$ 2.209.672,80
NOTA 12
Receitas diversas. O Saldo deste grupo resultou no valor de R$ 219.093,02 em decorrência dos rendimentos de aplicações financeiras
obtidos no valor de R$ 58.038,00; dividendos de ações de telefonia no valor de R$ 118,99, descontos obtidos no valor de R$ 54,38,
receita com venda de material reciclável no valor de R$ 3.000,00, receita com venda bazar no montante de R$ 23.254,60 e outras
receitas (alugueis, bingos e almoços beneficente) no valor de R$ 134.627,05.

NOTA 13
Despesas / gratuidades concedidas:

Creche / educação infantil / pré-escola


Casa lar / abrigo
Comunidade terapêutica
Despesas gerais administrativas R$ 2.223.319,17

Despesas financeiras R$ 10.158,22

Outras receitas/ despesas R$ 1.153,49

Total Geral: R$ 2.234.630,88


NOTA 14
Despesas não Operacionais. O saldo desse grupo resultou no valor de R$ 9.862,25, em decorrência de tarifas bancárias no montante de
R$ 9.418,18, IOF no montante de R$ 333,00, taxas municipais no montante de R$ 377,33 e IRRF s/ aplicações no montante de R$
776,16.

NOTA 15
Os recursos recebidos foram totalmente aplicados nas finalidades institucionais, em conformidade com o estatuto social, demonstrados
em suas despesas e investimentos patrimoniais.

NOTA 16
As isenções de impostos usufruídos pela entidade são:

- Cota Patronal do INSS+SAT+Terceiros: R$ 380.903,76;


- COFINS: R$ 60.534,10
- PIS sobre a Folha: R$ 14.937,40

Total Geral: R$ 456.375,26

FERNANDO DA COSTA LUCIANO LEITE KOWALSKI


PRESIDENTE CONTADOR CRC/SC 0 23.576/O-4
CPF/MF: 027.455.909-95 CPF/MF 020.168.929-43

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