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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS CÂMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA ARTHUR NUNES

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS

CÂMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA

ARTHUR NUNES DE FREITAS CAIO HENRIQUE BERTOLDO DANIELLA DO AMARAL IURY COSTA BARROS LAURA VITÓRIA REZENDE DIAS PEDRO VITOR ALVES MACHADO STEFANNY SANTANA PEREIRA

RELATÓRIO AULA PRÁTICA DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA

APARENTE

APARECIDA DE GOIÂNIA GO

ABRIL / 2019

1 INTRODUÇÃO 2 A massa específica aparente é definida como a massa do material (agregado

1 INTRODUÇÃO

2

A massa específica aparente é definida como a massa do material (agregado seco)

por unidade de volume, incluindo os poros internos das partículas, isto é, seus vazios.

O ensaio para determinação da massa específica aparente é normalizado pela NM

52: 2009, que normaliza também o ensaio de massa específica.

De acordo com a norma, agregado miúdo é aquele que passa na peneira com abertura de malha de 9,5 mm, que passa quase totalmente na peneira 4,75mm e fica retido, em sua maior parte, na peneira 75 µm; ou se define como a porção que passa na peneira de 4,75 mm e fica retida quase totalmente na peneira de 75 µm. A primeira definição se aplica ao agregado íntegro, enquanto a segunda se aplica a uma fração de um agregado.

2

OBJETIVOS

O

ensaio em questão tem por objetivo determinar a massa específica aparente do

agregado miúdo (d1) destinado a ser utilizado em concreto.

3 MATERIAIS

Balança com capacidade mínima de 1 Kg (com resolução de 0,1 g);

Frasco aferido (500 cm³, erro inferior a 0,15 cm³, a 20ºC);

Bandejas para pesagem;

Estufa com temperatura no intervalo de (105 ± 5) ºC.

OBS: É importante notar que não é citado todos os materiais que constam no ensaio regularizado pela norma, em razão de não terem sido utilizados todos os materiais em laboratório e nem realizadas todas as etapas do ensaio.

4 MÉTODOS

3 2. Pesar a areia, tarar a balança para retirar os valores de peso do

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2. Pesar a areia, tarar a balança para retirar os valores de peso do recipiente, e pesar novamente a areia.

3. Anotar o peso da areia e preencher o recipiente com água destilada até cobri-la.

4. Agitar constantemente, buscando a retirada de todas as bolhas presentes no interior da areia. Depois de retiradas das bolhas, colocar as amostras em banho- maria por cerca de uma hora em temperatura constante de (21 ± 2) °C.

5. Pesar novamente para determinar a massa total da amostra. Depois de anotados os valores, levar a amostra novamente para a estufa até secá-la totalmente a (105 ± 5) °C.

6. Esperar a areia esfriar em temperatura ambiente e pesar novamente com precisão de 0,1 g (m).

7. Fazer os cálculos necessários e anotar os resultados.

5 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Seguindo as orientações da NBR NM 52: 2009, que dispõe sobre Agregado miúdo - Determinação da massa específica e massa específica aparente, determinou-se a massa específica aparente da amostra utilizada durante o experimento. A figura 1 mostra o momento em que a amostra é colocada no frasco para registrar a massa do conjunto m1 (frasco + agregado).

para registrar a massa do conjunto m1 (frasco + agregado). Figura 1 – a) Amostra sendo
para registrar a massa do conjunto m1 (frasco + agregado). Figura 1 – a) Amostra sendo

Figura 1 a) Amostra sendo colocada no frasco; b) Massa do conjunto m1.

4 Na Figura 2, tem-se o momento em que a água é adicionada no frasco.

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Na Figura 2, tem-se o momento em que a água é adicionada no frasco.

2, tem-se o momento em que a água é adicionada no frasco. Figura 2 - Adição

Figura 2 - Adição de água no frasco.

A Figura 3 apresenta o conjunto (frasco + agregado + água) preparado pronto para ser agitado. Neste ponto, agitar-se-á o frasco até retirar o máximo possível de bolhas de seu interior o que permite a obtenção, posteriormente, da massa total medida.

o que permite a obtenção, posteriormente, da massa total medida. Figura 3 - Conjunto (frasco +

Figura 3 - Conjunto (frasco + agregado + água).

5 Foram realizados ensaios de determinação da massa específica em 2 amostras preparadas por 2

5

Foram realizados ensaios de determinação da massa específica em 2 amostras preparadas por 2 grupos de alunos. A Tabela 1 apresenta os valores de massa, volume e massa específica para cada amostra ensaiada.

Tabela 1 Resultados obtidos nos ensaios.

Determinação

Unidade

1

2

Média

Massa da amostra seca em estufa

m (g)

500,00

500,00

 

Volume do frasco

V (cm 3 )

500,00

500,00

Massa do conjunto (frasco + agregado)

m 1 (g)

795,00

790,00

Massa total (frasco + agregado + água)

m 2 (g)

1095,00

1081,00

Volume de água no frasco

V a (cm 3 )

300,00

291,00

Massa específica aparente

d 1 (g/cm 3 )

1,67

1,72

1,7

Conforme mostra a Tabela 1, a média entre os valores de massa específica aparente das amostras 1 e 2 é de 1,7 g/cm 3 .

6 CONCLUSÕES

O ensaio de determinação da massa específica aparente do agregado miúdo, normalizado pela NBR NM 52: 2009, possui grande relevância, pois este é um dos materiais destinados a serem utilizados na produção de concreto. A importância da realização deste ensaio se dá pelo fato de que se deve manter um padrão de qualidade do agregado analisado. Uma boa execução do ensaio permite que o agregado seja calculado com o menor erro possível, elaborando assim um melhor volume do traço de concreto.

O resultado dos ensaios realizados pelos dois grupos apresentou uma diferença de 0,05 g/cm³ e, de acordo com a norma, os resultados não poderiam diferir mais que 0,02 g/cm³. Esse erro maior que o esperado pode ser justificado por algum erro de medição ou até mesmo de execução do procedimento, como, por exemplo, o uso de pouca água ou pouca agitação do frasco, visto que essa é uma parte importante do procedimento devido à necessidade de remoção dos espaços de ar presentes na amostra.

REFERÊNCIAS 6 NBR NM 52. Agregado miúdo - Determinação da massa específica e massa específica

REFERÊNCIAS

6

NBR NM 52. Agregado miúdo - Determinação da massa específica e massa

específica aparente. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas.

2003.

NBR NM 52. Agregado miúdo - Determinação da massa específica e massa específica aparente. 2ª ed. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas. 2009.