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FACULDADE ALFREDO NASSER

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LETRAS/INGLÊS

ANA LÉA RIBEIRO SOUZA


ANA PATRÍCIA FERREIRA DOS SANTOS

RELATÓRIO DO ESTÁGIO DE OBSERVAÇÃO DE LÍNGUA


PORTUGUESA

Remanso
2015
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ANA LÉA RIBEIRO SOUZA


ANA PATRÍCIA FERREIRA DOS SANTOS

RELATÓRIO DO ESTÁGIO DE OBSERVAÇÃO DE LÍNGUA


PORTUGUESA

Trabalho apresentado ao Curso LETRAS - INGLÊS da


UNIFAN – Faculdade Alfredo Nasser, para a disicplina
Estágio Supervisionado de Língua Portuguesa no Ensino
Fundamental II.

Prof.°: Antonione Antunes dos Santos

Remanso
2015
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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO........................................................................................................................04
APRESENTAÇÃO..................................................................................................................04
FASE DE OBSERVAÇÃO......................................................................................................13
EXPERIÊNCIA DE PREPARAR AULA..................................................................................14
FASE DE SEMI-REGÊNCIA...................................................................................................15
ATIVIDADE PEDAGÓGICA INTEGRADORA........................................................................16
CONSIDERAÇÕES FINAIS....................................................................................................18
REFERÊNCIAS......................................................................................................................19
ANEXOS.................................................................................................................................20
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INTRODUÇÃO
O Estágio Supervisionado ocupa um lugar importante na formação
docente, visto que interfere de forma incisiva na prática pedagógica do professor. Assim
sendo, caracteriza-se como um momento fundamental, pois possibilita ao aluno-professor
uma aproximação com o seu futuro campo de trabalho, ou seja, a escola e a sala de aula.
As diversas situações de aprendizagem vivenciadas favorecem a edificação de uma prática
pedagógica dinâmica, permeada pela relação reflexão-ação-reflexão, buscando atender as
demandas da sociedade moderna, num processo investigativo e construtor de diferentes
saberes. Nesta perspectiva, pretende-se abordar as diversas formas de interferência do
estágio sobre a prática pedagógica do professor, ressaltando as contribuições oferecidas à
edificação de uma ação docente organizada e dinâmica. Não se constitui como pretensão
apresentar um elenco de orientações a serem seguidas, mas tenciona-se incitar o
aprofundamento da discussão, objetivando a melhoria da prática pedagógica e do próprio
Estágio Supervisionado, bem como da educação como um todo.

APRESENTAÇÃO
Estágio realizado de 19/05/2015 á 27/05/2015 no Colégio Municipal Ruy
Barbosa, localizado na Rua Dr.º Seabra, nº 52 quadra 08; o bairro é composto por várias
casas populares e outras não populares, tem duas faculdades, sendo uma particular e outra
pública e uma praçinha municipal situada nos fundos do colégio.
O Colégio Muncipal Ruy Barbosa tem sido um celeiro educacional, pois
muitos cidadãos, hoje contribuintes com o desenvolvimento de inúmeras cidades brasileiras
e até estrangeiras, construíram o alicerce do conhecimento neste estabelecimento, o qual
tem sido referencial, não só na vida dos Remansenses, mas também na vida de todos que
aqui estudaram.
O referido colégio foi fundado em 26 de agosto de 1952 por Dr. Marcelino
Lourenço Ribeiro, era situado na Rua Mário Hermes, antiga Remanso, hoje está situado na
rua Dr. Seabra, n° 52, quadra 08, funcionando os três turnos com as modalidades de Ensino
Fundamental II, EJA e o Pro-Jovem Urbano, atendendo a todos matriculados sem distinção.
Sua estrutura física é composta por 24 salas, distribuidas na seguinte
forma: 13 salas funcionado na gestão do CMRB, 04 salas destinadas a UNOPAR
(Universidade Norte do Paraná) e atualmente foram construídas 3 salas no total de 7 e 4
salas destinadas a UAB (Universidade Aberta do Brasil), 01 secretaria, 01 biblioteca, 02
sanitários masculinos, 02 sanitários femininos, 01 cantina, 01 quadra de esportes com
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vestuário feminino, banheiros e sanitários, 01 sala dos professores, 01 sala de coordenação,


01 almoxarifado, 01 depósito para merenda, 01 laboratório de informática com 18
computadores.
Em relação à quadra de esportes. Esta precisa de uma cobertura, pois se
torna inviável a prática de esporte após ás 10h do turno matutino, bem com a realização das
aulas práticas de Educação Fisica após este horário.
A aprendizagem dos alunos, ainda não é na sua totalidade uma
aprendizagem efetiva e transformadora, pois muitos se apresentam apáticos e
desmotivados nas salas de aula, resultando num rendimento escolar baixo, ocasionando
assim uma evasão e repetência.

Direção
Supervisão e
Coordenação

AUXILIARES DE PROFESSORES
SECRETARIA

ALUNOS
PROCESSO ENSINO
APRENDIZAGEM

AUXILARES
ASSISTENTES DE SERVIÇOS GERAIS
BIBLIOTECA

SUPERVISÃO
COORDENAÇÃO

A tendência Pedagógica adotada pelo Colégio Munical Ruy Barbosa é a


Progressista Crítico Social dos conteúdos conscientes de que em nossa pratica pedagógica
tem muito de pedagogia tradicional, porém queremos e estamos colocando em prática uma
pedagogia que priorize aspectos sócio-político-culturais, respeite as diferenças, as
pluralidades, seja significativa e possibilite uma real participação do povo enquanto sujeito
de um processo sócio-cultural.
A teoria e prática precisam estar entrelaçadas a fim de que o processo
ensino-aprendizagem seja eficaz, o funcionamento e a produtividade da escola aconteçam
sem entraves e haja maior interação entre toda comunidade escolar. É necessária a
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explicação do embasamento teórico da escola a todo segmento escolar para que seus
participantes possam trilhar uma só direção, e colocar em prática metas e concretização dos
objetivos.
A tendência crítico-social dos conteúdos coloca como tarefa primordial da
escola a difusão de conteúdos vivos, concretos e indissociáveis das realidades sociais.
Busca o papel transformador da escola na sociedade, a partir das condições existentes no
momento. Para servir às camadas populares, é preciso a escola oferecer condições de um
bom ensino, onde haja a apropriação dos conteúdos escolares básicos que tenham
ressonância na vida dos alunos. “a atuação da escola consiste na preparação do aluno para
o mundo adulto e suas contradições, fornecendo-lhes um instrumento, por meio da
aquisição de conteúdos e da socialização da sociedade” (LIBÂNEO, 1985: 39).
Os conteúdos, neste enfoque, são aqueles conteúdos culturais universais,
incorporados pela humanidade, mas sempre reavaliados frente às realidades sociais. Os
conteúdos não são só ensinados, mas se ligam, de forma indissociáveis ao seu significado
humano e social. Com isso passa-se da experiência imediata e desorganizada ao saber
sistematizado.
A Pedagogia Critico-Social dos conteúdos entende a educação como
processo que ajuda os individuos a por em questão as condições presentes de sua vida
cotidiana geradas pelo modo de organização da produção em nossa sociedade.
A escola dentro desta ótica, visa transformar o aluno em sujeito capaz de
recuperar e realizar sua “humanidade” em um projeto coletivo e solidário de superação das
condições atuais de trabalho.
A metodologia histórico-crítica é importante por ser a construação
mediaodora entre contexto social e contexto educacional. Caminha em busca das
contradições e não se apropria delas já elaboradas e prontas. O cotidiano é o ponto de
partida para superação.
O papel da escola, nesta concepção, é o de socialização do saber
sistematizado. Pretende que o domínio de instrumentos culturais e ciêntificos,
consubstanciados no saber elaborado auxilie no conhecimento e compreensão das
realidades sociais, favorecendo a atuação dos indivíduos na luta pela transformação social.
A pedagogia histórica-crítica “se diferencia da visão critico-reprodutivista,
uma vez que procura um tipo de orientação pedagógica que seja crítica sem ser
reprodutivista”. (SAVIANI, 1986: 15).
Assim, a prática pedagogica passa a considerar a realidade em que o
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aluno está inserido, e o conhecimento universalmente sistematizado, através da superação


da dicotomia teoria-prática, saber-fazer, conhecimento científico-conhecimento popular, que
leve à socialização do saber elaborado.
O Colégio Municipal Ruy Barbosa depois de estudos e reuniões resolveu
optar por uma pedagogia crítico – social dos contéudos defendida por Dermeval Saviani,
Libâneo; Snyders, a qual traz uma visão de educação, escola, aluno, avaliação, professor,
método de ensino, mundo e processo-ensino-aprendizagem abaixo discriminados
condizentes com as perspectivas do estabelecimento supracitado.
Educação: Relaciona-se dialeticamente com a sociedade. Mesmo,
mantendo vinculação aos determinantes históricos – sociais, ela se constitui em um
instrumento importante no processo de transformação social. Sua função é desenvolver o
educando, assegurando-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania
e fornecer-lhe meios para sua emancipação social, econômica, política e cultural.
A Escola: A escola deve ser valorizada como um instrumento de luta das
camadas populares, propiciando de forma sistemática, o acesso ao saber historicamente
acumulado e reavaliado face à explicação e à compreensão da prática social na qual o
aluno está inserido.
O Aluno: É um ser histórico, ativo, agente, construtor e transformador da
realidade em que vive, onde o seu conhecimento não se baseia apenas no acúmulo de
informações, mas sim, numa reelaboração mental que se traduz, em forma de ação e
reflexão sobre o mundo social.
O Professor: É mediador do processo educativo, seu papel é o de mediar à
prática social vivida pelo aluno e o saber sócio-histórico-cultural construído.
Método de ensino: Devem ter como ponto de partida, a prática social
comum a professores e alunos. É dessa prática que emergem os problemas e,
consequentemente, os conhecimentos necessários para resolvê-los.
O processo ensino-aprendizagem: É situado, ou seja, acontece numa
cultura específica com pessoas concretas, que pertencem a uma classe social definida.
Assim, uma dimensão político-social é inerente à prática pedagógica, implicando, esta, em
uma reflexão sobre o homem e a realidade social na qual ele vive.
A escola precisa ser um espaço de respeito e cultivo às diferenças para
que o educando possa decidir, pensar e se tornar livre e responsável. Os seres humanos
são diferentes uns dos outros; seu comportamento é algo construído, elaborado e dinâmico,
portanto a escola deve ser um lugar preparado para trabalhar com pluralidade e diferenças,
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sendo assim uma escola inclusiva.


O Colégio Municipal Ruy Barbosa entende inclusão como a ação ou
resultado de incluir de envolver, de abranger, de introduzir, de inserir dentro da escola todos
os alunos sem exceção, independentemente da sua origem sociocultural e da sua evolução
psicológica, garantindo-lhes igualdade de oportunidades educativas, a fim de que possam
usufruir de serviços educativos e de qualidade, conjuntamente com outros apoios
complementares, e possa beneficiar-se igualmente da sua integração em classes
etariamente adequadas, com o objetivo de serem preparados para uma vida futura, mais
independente e produtiva possível como cidadão capaz de excercer seus direitos e deveres
na sociedade em que vivem.
De acordo com a Lei 10.096/2000, o Colégio Municipal Ruy Barbosa
resolveu suprimir as barreiras e obstácuos que existiam na escola, alargaram-se os portões
e construíram rampas com a finalidade de facilitar a entrada de todos que adentrem esta
instituição.
O mesmo tem como objetivos:
 Assegurar o desenvolvimento das habilidades e competências
imprescindiveis ao educando, promovendo o respeito à identidade
cultural deste através de uma pedagogia de projetos garantindo,
assim, uma aprendizagem eficaz e ativa.
 Proporcionar maior interação entre toda comunidade escolar na
busca de soluções para os problemas de repetência, evasão
escolar, melhoramento da estrutura da escola, bem como a
necessidade do desenvolvimento de ações que motivem os alunos
a serem agentes construtores do processo de ensino-
aprendizagem.
E suas metas são:
 Construir uma área coberta para a prática das aulas de educação
física.
 Ampliar para 90% o índice de aprovação escolar dos alunos que
frequentam a escola.
 Reduzir a evasão escolar para 10%.
 Promover reuniões pedagógicas mensais a fim de obter
informações sobre: a função social da escola, interdisciplinaridade
e transdisciplinaridade, múltiplas inteligências, bem como a
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elaboração de projetos pedagógicos.


 Intensificar o uso da TV, vídeo, retroprojetor e projetor de mídias no
cotidiano escolar e também nas capacitações pedagógicas.
Partindo da realidade do alunado, o Colégio Municipal Ruy Barbosa propóe
desenvolver o trabalho pedagógico a partir de um planejamento participativo, político,
envolvendo atividades conjuntas da escola, família e comunidade.
Segundo Moreira e Silva “O currículo é considerado um artefato social e
cultura. Isso significa que ele é colocado na moldura mais ampla de suas determinações
sociais, de sua história, de sua produção contextual. O currículo não é um elemento
inocente e neutro de transmissão desinteressada do conhecimento social. O currículo está
implicado em relação de poder, o currúculo transmite visões sociais particulares e
interessadas, o currículo produz identidades individuais e sociais particulares. O curículo
não é elemento transcendente e atemporal – ele tem uma história, vinculada e formas
específicas e contigentes de organização da sociedade e da educação.” (p. 8, 2002).
Diante de estudos e reflexões sobre currículo. O Colégio Muncipal Ruy
Barbosa optou por um processo educativo centrado no aluno e na realidade pessoal e
contextual dele ao conteúdo curricular trabalhado na escola.
É ncessário efetivar um trabalho com pessoas que acredite no potencial e
na dignidade do ser humano, na capacidade do educador e na escola com um dos agentes
que podem provocar mudanças.
O envolvimento da escola na efetivação de um processo de participação
que integra a familia, a escola e a comunidade de maneira crítica, consciente e dasfiadora
preparando-os para cumprir sua parte na sociedade em que vivem um esforço de encontrar
novo equilíbrio no seu meio ambiente.
Nessa perspectiva, propomos a efetivação de um planejamento
participativo com a finalidade de construir uma nova escola, reconhecer os obstáculos que
dificultam sua implementação para aprender a contorna-los ou para supera-los.
A educação é essencial para a formação de pessoas críticas, conscientes
e atuantes, estabelecendo com outros homens relações de reciprocidade para construir sua
cultura e sua história.
Essa perspectiva participativa, integrada e socializada do trabalho escolar
exige do educador novo posicionamento pessoal, filosófico e político.
Para alcançar seus objetivos a escola se propõe a desenvolver as
seguintes atividades para estabelecer marcos de acompanhamentos, avaliação e revisão:
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 Implementar o plano de controle de frquencia diária dos alunos;


 Promover maior integração entre pai e escola;
 Implementar a avaliação processual, tendo tanto a qualitativa como
quantitativa;
 Assegurar que os alunos atingam os pré-requisitos necessários
para cursar a série seguinte com sucesso;
 Programação de atividade de reforço e estímulo à leitura pelos
professores;
 Recuperação paralela dos alunos com baixo rendimento escolar;
 Reuniões quinzenais com os professores para análise do processo
ensino-aprendizagem;
 Propiciar aula de reforço para alunos com dificuldade na
aprendizagem.
O Colégio Municipal Ruy Barbosa entende que o esclarecimento sobre as
questões teórico-metodológicas relacionadas à conceituação de interdisciplinaridade deve
ser processado antes de se definir qual tipo de trabalho a escola pretende realizar. É comum
o equívoco que deixa de lado tal discussão sob a alegação de que “temos que ir direto à
prática”. Tal condição inexiste, uma vez que toda e qualquer prática é antecedida por pensar
e planejar sobre o que se pretende realizar.
Um trabalho interdisciplinar, ante de garantir associação temática entre
diferentes disciplinas – ação possível mas não imprescindível – deve buscar unidade em
termos de prática docente, ou seja, independente dos temas/assuntos tratados em cada
disciplina isoladamente. Os educadores desta unidade escolar devem comungar de uma
prática docente comum voltada para a construção de conhecimento e de autonomia
intelectual por parte dos educandos. Em nossa proposta, essa prática docente comum está
centrado no trabalho com diferentes fontes expressas em diferentes linguagens, que
comportem diferentes interpretações sobre os temas e assuntos trabalhados em sala de
aula. Portanto, esses são os fatores que dão unidade ao trabalho das diferentes disciplinas,
e não a associação das mesmas em torno de temas supostamente comuns a todas elas.
Na interdisplinaridade a contextualização é imprescindível, pois ela é parte
necessária da prática docente comum e passa a ser compreendida com a soma de espaços
de vivências sociais diretas e indiretas, nais quais os educandos identificam e constroem,
reconstroem conhecimentos a partir da mobilização de conceitos, competências e
habilidades próprias de uma determinada área e/ou disciplina escolar.
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A finalidade do ensino da Língua Portuguesa é garantir o uso ético e


estético da linguagem; fazer compreender que pela linguagem é possível transformar,
reiterar o social, o cultural, o pessoal; aceitar a complexidade humana, o respeito pelas
falas, como parte das vozes possíveis e necessárias para o desenvolvimento humano,
mesmo que, no jogo comunicativo, haja avanços, retrocessos próprios do uso da linguagem,
enfim, fazer o aluno se compreender como um texto em diálogo constante com outros
textos, de modo a propiciar sua inserção ativa e efetiva no mundo da escrita, ampliando
suas habilidades comunicativas e a fim de ser um agente social, político, histórico, cultural,
ou seja, global no exercício da cidadania.
Espera-se que, ao final do ensino fundamental, os alunos sejam capazes
de: No processo de ensino-aprendizagem espera-se que o aluno amplie o domínio ativo de
discurso nas diversas situações comunicativas, sobre tudo nas instâncias públicas de uso
da linguagem, de modo a possibilitar sua inserção efetiva no mundo da escrita, ampliando
suas possibilidades de participação social no exercício da cidadania.
Para isso, a escola deverá organizar um conjunto de atividades que,
progressivamente, possibilite ao aluno:
 Utilizar a linguagem na escuta e produção de textos orais e na
leitura e produção de textos escritos de modo a atender as
múltiplas demandas sociais, responder a diferentes propósitos
comunicativos e expressivos, e considerar as diferentes condições
de produção do discurso;
 Utilizar a linguagem para estruturar a experiência e explicar a
realidade, operando sobre as representações construídas em
várias áreas do conhecimento;
 Sabendo como proceder para ter acesso, compreender e fazer uso
de informações contidas nos textos, reconstruindo o modo pelo
qual se organizam em sistemas coerentes;
 Sendo capaz de operar sobre o conteúdo representacional dos
textos, identificando aspectos relevantes, organizando notas,
eaborando roteiros, resumos, indices, esquemas, etc.;
 Aumentando a aprofundando seus esquemas cognitivos pela
amplaição do léxico e de suas respectivas redes semânticas;
 Analisar criticamente os diferentes discursos, inclusive o próprio,
desenvolvimento a capacidade de avaliação dos textos;
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 Contrapondo sua interpretação da realidade a diferentes opiniões;


 Inferindo as possíveis intenções do autor marcadas no texto;
 Identificando referências intertextuais presentes no texto;
 Percebendo os processos de convencimento utilizados para atuar
sobre o interlocutor/leitor;
 Reafirmando sua identidade pessoal e social;
 Conhecer e valorizar as diferentes variedades do português,
procurando combater o preconceito linguístico;
 Reconhecer e valorizar a linguagem de seu grupo social como
instrumento adequado e eficiente na comuniação cotidiana, na
elaboração artística e mesmo nas interações com pessoas de
outros grupos sociais que se expressem por meio de outras
variedades;
 Usar os conhecimentos adquiridos por meio da prática de análise
linguística para expandir sua capacidade de monitoração das
possibilidades de uso da linguagem, ampliando a capacidade de
análise crítica.
Os acompanhamentos do Projeto Pedagógico da Escola campo, foi
realizado por toda comunidade escolar no desenvolvimento das ações pedagógicas, durante
as atividades complementares (ACs), ao final de cada unidade é realizada a análise das
ações atingidas, verificando se os objetivos propostos estão sendo realmente alcançados.
Caso contrário é feito os reajustes e correções necessárias durante todo ano letivo.
A avaliação do Projeto Político Pedagógico é realizada pela própria escola.
 Nos momentos de atividade complementares os professores sob a
orientação da coordenadora peagógica fazem uma análise sobre o
que o aluno aprendeu o que ele ainda precisa aprender verificando
se as estratégias utilizadas pelo professor são ou não suficientes
para garantir a aprendizagem do aluno e buscar embasamentos
teóricos que dê sustentação à prática pedagógica.
 No final de cada unidade analisam o rendimento escolar dos alunos
e informam aos pais sobre a situação real do filho.
 O resultado das avaliações são apresentados aos pais em
caderneta ou boletim escolar.
 São realizadas reuniões para avaliar resultados e buscar soluções
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para situações problema no final de cada unidade.


 Verificam ao final de cada ano, se as metas e objetivos foram
alcançados, pois a avaliação deve servir sobretudo para:
 Determinar quais os resultados que foram alcançados;
 Comparar os resultados com as metas e objetivos da escola;
 Premiar o bom desempenho de alunos, professores e demais
colaboradores;
 Encorajar alunos a melhorarem o desempenho;
 Estabelecer novas metas.
Professora Regente: Evaneide M. de Souza Queiroz, formada em letras
pela Faculdade UNOPAR, tem cinco anos de ensino na área de Língua Portuguesa e doze
anos incluindo outras disciplinas; está cursando pós graduação em Psicopedagogia
Insititucional pela Faculdade UNIFAN; em relação a sua prática pedagógica, trabalha os
diversos gêneros textuais, utlizando diversos recursos; faz uso da língua: gramática e
ortografia contextualizada como também produção e criação: textos de diversos gêneros
textuais.
O estágio foi realizado no 7º e 8º ano do Ensino Fundamental II.
O perfil das turmas 7º ano A e B: A média de idade dos sétimos ano é de
11 anos aos 14 anos; o número de repetentes são 18 alunos; não existe evasão; a
quantidade de alunos masculinos são 52 e feminino 41, os mesmos fazem parte das classes
média e baixa.
Os alunos do 8º ano A tem a faixa etária de 12 anos aos 15 anos; o
número de repetentes são 3 alunos; não exite evasão; a quantidade de alunos masculinos
são 36 e de feminino 33, os mesmos fazem parte das classes média e alta.
A unidade é a II, os assuntos trabalhados no 7º ano A foram: gênero
textual – bilhete, ortografia e atividade atividade de fixação. No 7º ano B, os assuntos
trabalhados foram: ortografia, gênero textual e atividade de fixação.
No 8º ano A, os assuntos trabalhados foram: período simples e composto,
concordância verbal, atividade de fixação e literatura de cordel.

FASE DE OBSERVAÇÃO
Ao observar a turma do 7º ano A, notamos que a turma se trata de uma
turma com alunos selecionados por idade (faixa etária), os alunos tem um bom
comportamento, a turma tem mais meninas do que meninos; a maioria dos alunos
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participam da aula, a professora domina bem o assunto, os alunos fazem perguntas e quase
não há palavrão na sala. O assunto explicado foi bilhete (definição de gênero) e após a
explicação foi aplicada a atividade de interpretação. Alguns alunos chegam a interromper a
aula com assuntos que não está relacionado a aula, mas a professora sabe levar a aula com
calma, tendo um bom controle de sala e uma boa interação entre professor/aluno. Quanto a
estrutura e a higiene da sala de aula é de boa qualidade. Observamos que nesta turma a
avaliação dos alunos é de maneira qualitativa e quantitativa.
Observando a turma do7º ano B, notamos que os alunos tem um bom
comportamento, mas como em toda sala de aula, alguns encontram-se brincando no celular,
outros sem nenhum interesse e outros muito interessados. A professora domina bem a
disciplina, a mesma tenta interagir os alunos desinteressados na aula o tempo todo. O
assunto abordado foi ortografia, sendo feita a correção de atividades. A professora foi
enterrompida várias vezes quando estava explicando (na correção da atividade) por alunos
que levam a aula em brincadeira. A mesma fala com os alunos sobre o uso do celular em
sala de aula, mais eles não deixam de usar. Alguns alunos saem a toda hora da sala de aula
sem a permissão da professora. A sala de aula é bem estruturada e higiênica. Observamos
que nesta turma a avaliação dos alunos é de maneira qualitativa e quantitativa.
A turma do 8º ano A é uma turma bem selecionada por idade, são alunos
cheios de energia e bastante barulhentos, a maioria dos alunos costumam participar da
aula. Notamos que os alunos costumam jogar papel no chão e os mesmos são muito
inquietos, alguns costumam xingar palavrões. A professora tem um bom controle de sala ,
um bom tom de voz e sabe resolver os problemas que surgem entre aluno/aluno através do
diálogo. O assunto abordado foi período simples e composto. A sala de aula está em boas
condições em sua estrutura, bem ventilada e higiênica. Observamos que nesta turma a
avaliação dos alunos é de maneira qualitativa e quantitativa.

A EXPERIÊNCIA DE PREPARAR UMA AULA JUNTO COM OS PROFESSORES


REGENTES
Na Escola campo observamos que o planejamento é feito com o
agrupamento de todos os professores do 6º ano, 7º ano, 8º ano e 9º ano. Este planejamento
é acompanhado pela coordenadora do turno matutino prof.ª Ana Sílvia Gonçalves de
Almeida, onde a mesma participa sugerindo idéias de como trabalhar os assuntos e as
dificuldades dos alunos. Há uma interação entre todos os professores e a coordenação, e o
planejamento se torna muito proveitoso, devido a interação entre todos.
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O planejamento das ACs dos professores da Escola campo é feito através


de um Roteiro Semanal, com os seguintes tópicos: aula, disciplina, conteúdo, habilidade e
metodologia.
Neste dois dias que observamos as preparações destas aulas semanais,
coordenação e professores dialogaram sobre: o nível baixo de aprendizagem de alguns
alunos, a dificuldade na escrita, na interpretação e a falta de interesse de alguns alunos.
Diante destas dificuldades decidiram fazer um projeto com o tema Literatura de Cordel para
incentivar o gosto pela leitura e para desenvolver a interpretação e a escrita dos alunos, e
ao término realizar uma exposição no colégio.
O planejamento deste colégio é muito bom, os professores tem um bom
conhecimento na área e assim o mesmo é feito com facilidade pelos professores: Evaneide,
Diego, Eunice e Janeide.
Nós estagiárias do curso de Letras/Inglês – Unifan, sentimos uma
satisfação imensa de estarmos juntos com aquela equipe de trabalho, pois vimos
professores com técnicas brilhantes, com facilidade de dar aula e também já fomos alunas
daquele colégio onde estudamos o Ensino Fundamental II e o Magistério ou Normal.

FASE DE SEMI-REGÊNCIA
20/05/2015 turma do 7º ano B, os alunos tem um bom comportamento, a
maioria deles participam das atividades propostas pela professora, fazem perguntas durante
a explicação, tem uma boa interação tanto com a professora, como aluno/aluno. Durante a
aula alguns alunos não estavam copiando a atividade proposta da aula, e nós estagiárias
conversamos com estes alunos, em seguida todos sentaram e passaram a copiar a
atividade. Nesta turma o tipo de avaliação é qualitativa e quantitava; a professora realiza
prova P1, P2 e cada prova vale 7,0 e os outros três pontos se dá pelo método de avaliar o
aluno através de sua participação nas aulas e nas atividades. O objetivo almejado da aula
pelo professor foi alcançado. Nesta turma não houve nenhum conflito. O assunto trabalhado
na turma foi a continuação de gênero textual – bilhete e atividade de fixação.
20/05/2015 turma do 8º ano A, se trata de de uma turma com mais de 30
alunos, são um pouco agitados, gostam de conversar, mas a professora vai envolvendo
todos na aula e a maioria passam a participar da mesma e são poucos que ficam brincando
com o celular. As estagiárias do curso de Letras/Inglês – Unifan, conversaram com os
alunos em relação ao uso do celular durante a aula. Nesta turma os alunos apresentam
facilidade para aprender e tiram as melhores notas. Ambos tem um bom relacionamento
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entre si e com a professora. O assunto trabalhado pela professora foi a continuação de


período simples e composto, em seguida foi aplicada a atividade de fixação do assunto e
introduzindo outras questões gramaticais de assuntos anteriores. O objetivo almejado desta
aula foi alcançado e a correção da atividade ficou para a aula seguinte, pois a professora
avalia seus alunos todos os dias, através da participação nas aulas, nas atividades e
também pelas provas P1 e P2, a professora faz uso de fichas de avaliação para todos os
alunos. Nesta aula ocorreu um pequeno conflito entre alunos falando palavrão, mas a
professora reclamou com eles e tudo foi resolvido.
20/05/2015 turma do 7º ano A, trata-se de uma turma com mais de 30
alunos, é uma turma calma, mais os alunos gostam de conversar e a professora vai
envolvendo todos na aula e a maioria passa a participar da mesma. Nesta turma os alunos
tem facilidade para aprender e tiram boas notas. Ambos tem um bom relacionamento entre
si e com a professora. O assunto trabalhado pela professora foi a continuação de gênero
textual e em seguida foi aplicada a atividade de fixação do assunto, introduzindo outras
questões gramaticais de assuntos anteriores como: substantivo próprio e outras. O objetivo
almejado desta aula foi alcançado e a correção da atividade ficou para a próxima aula, pois
os alunos se interessaram, devido a avaliação que é feita diariamente. Os mesmos são
avaliados através de P1 e P2, participação nas atividades e nas aulas. Nesta turma não
ocorreu nenhum problema, a aula seguiu normalmente.
20/05/2015 - Observação da preparação de aulas com os professores
regentes de Língua Portuguesa da escola campo.
21/05/2015 7º ano A – correção das atividades da aula anterior.
21/05/2015 8º ano A – correção das atividades da aula anterior.
21/05/2015 – Observação da preparação de aulas com os professores
regentes de Língua Portuguesa da escola campo.

ATIVIDADE PEDAGÓGICA INTEGRADORA - API


O presente relatório consta das informações obtidas através dos
resultados da Atividade Pedagógica Integradora – API, realizada no dia 27/05/2015, no
campo Colégio Municipal Ruy Barbosa, com as turmas do 8º ano A e B. Onde se fez
presente as estagiárias Ana Léa, Ana Patrícia, Elizete e Maria Antônia do curso de letras –
inglês da Faculdade Alfredo Nasser - UNIFAN e também a professora regente Evaneide
Miranda de Souza Queiroz. Para ministrar a palestra, convidamos a professora Lilian
Nepumuceno Soares que é especialista em cordel e uma das coordenadoras municipal do
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Programa PACTO/PNAIC.
O tema da API foi Literatura de Cordel. Esse gênero foi escolhido devido a
necessidade de fazer com que os alunos sintam-se atraídos pela leitura; e como a leitura de
cordel possui um leque de assuntos atraentes que vai da política à personagens bastante
populares.
Durante o estágio de observação e de semir-regência, percebemos as
dificuldades de alguns alunos em ler e escrever. Essa dificuldade foi observada em
pequenos detalhes como na leitura de enunciados de questões de provas, entre outros
momentos de leitura.
A professora regente já estava trabalhando com alguns gêneros textuais e
havia dado início ao trabalho de literatura de cordel. Planejamos nossa API baseada nesta
literatura, por ela atender todas as características da língua popular do homem do campo e
de fácil entendimento, correspondendo a cultura nordestina.
Nossa palestrante, a professora Lilian conduziu a palestra de forma
envolvente, iniciando a mesma com um cordel, criado por ela mesma, representando aquele
momento onde todos ainda estavam se organizando para dar incício a um trabalho bastante
planejado.
A organização do ambiente estava de acordo com o tema da palestra,
cordão com os folhetos, painel ilustrado com o tema em destaque, aparelho de som, caixa
amplificada, notebook com slide.
A professora Lilian, recitou alguns córdeis de histórias de Lampião e seu
bando, córdeis de vários assuntos, mostrou slide com alguns córdeis. A mesma comentou
sobre a estrutura e os principais autores de cordel.
Finalizamos a palestra cantando um cordel que falava do próprio cordel, de
Francisco Diniz.
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CONSIDEREAÇÕES FINAIS
Ao término do estágio exigido pela disciplina Estágio Curricular
Supervisionado , ficou a certeza da importância de conhecer a realidade de uma instituição
escolar. A interação com os profissionais foi extremamente enriquecedora, conforme minhas
expectativas pude vivenciar a rotina do cotidiano escolar e realização de diversas atividades.
Esta experiência proporcionada pelo estágio amplia o significado da constituição de um
profissional da área da educação, complementa a formação acadêmica e confere subsídios
para uma atuação efetivamente democrática e transformadora.
Diante de todo o contexto que permeia a nossa atuação profissional, esta
vivência na escola mostrou-me a importância da formação continuada e do constante
aprimoramento dos conhecimentos da área, das necessidades sociais, da investigação da
própria prática e a busca de temas atuais (professor pesquisador).
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REFERÊNCIAS
ALARCÃO, I. (Org.). Formação reflexiva de professores : estratégias
de supervisão. Porto: Editora Porto, 1996.
______. Professores reflexivos em uma escola reflexiva. São Paulo:
Cortez, 2004.
AZEVEDO, Maria Antonia Ramos. Estratégias formativas como
elemento integrador na educação inicial e continuada de professores. Formação de
Professores, São Paulo:
PUC/SP, n.08, http://www.anped.org.br/reunioes/28/textos/gt08/gt081054int.rtf. Acesso em
26 de maio de 2015.
BEHRENS, M. O estágio supervisionado de prática de ensino: uma
proposta coletiva de reconstrução. Dissertação de Mestrado, PUC/SP, 1991.
BORGES, C. M. F. e TARDIF, M. (org.) Dossiê: Os saberes dos docentes
e sua formação. Revista Educação & Sociedade, nº 74, mar/abr,Campinas, 2001.
GARRIDO, S. P. O Estágio na Formação de Professores: unidade
teoria e prática? São Paulo: Cortez, 2000
______. Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez,
2002.
MACHADO, João Paulo. Prática de ensino e/ou estágio
supervisionado. Uma Vivência de Trabalho em educação. Florianópolis: Insular, 1999.
MOURA, M. O. (coord). O estágio na formação compartilhada do
professor. USP. Faculdade de Educação. São Paulo. 2003/2004.
SILVA, Marilda da. Narrativas de formação e estágio supervisionado:
reflexão sobre uma parceria pedagógica para ser aproveitada na formação de
professores. In: BARBOSA, Raquel Lazzari Leite. (Org.). Trajetórias e perspectivas da
formação de educadores. São Paulo: Ed. da UNESP, 2005. p. 371-381.
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