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Plano de Aula
Trabalhando com cartas topográficas e imagens: exemplos de interações

Sumário
1 AULA: 26/09/2016 ...................................................................................................................... 2

a) Apresentação dos principais termos para trabalhar com Geoprocessamento e


Sensoriamento Remoto. ........................................................................................................... 2

b) Criação das pastas para organização dos arquivos: “metadados”.................................... 2

c) Georreferenciamento da Carta topográfica:..................................................................... 2

d) Passo a Passo:.................................................................................................................... 2

1- Configurar o projeto, para o Sistema de Referência de Coordenadas (SRC) da Carta-


SAD69. ................................................................................................................................... 2

2- Iniciando o Georreferenciamento: ................................................................................ 3

3- Reprojeção das cartas para Sirgas200-Zona 22S........................................................... 7

2 AULA: 03/10/16 .......................................................................................................................... 8

a) Digitalização das curvas de nível da carta topográfica: ........................................................ 8

3 AULA: 10/10/16 .......................................................................................................................... 9

4 AULA: 17/10/16 ........................................................................................................................ 10

a) Geração do MDE ............................................................................................................. 10

1- MDE a partir do MÉTODO DE INTERPOLAÇÃO ............................................................... 10

2- OUTRA FORMA DE GERAR MDE (a partir do GRASS) ...................................................... 11

b) Hipsometria ..................................................................................................................... 14

c) Declividade ...................................................................................................................... 14

d) Delimitação da bacia hidrográfica:.................................................................................. 18

e) Vetorização da rede hidrográfica: ................................................................................... 16

5 AULA: 24/10/16 ........................................................................................................................ 18

a) Mosaico ................................................................................Erro! Indicador não definido.

b) Recorte ............................................................................................................................ 30

c) Vetorização das classes de uso da terra .............................................................................. 31

6 AULA: 31/10/16 ........................................................................................................................ 36


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1 AULA: 26/09/2016

a) Apresentar o Qgis
b) Instalar o programa
c) Fazer o georreferenciamento das cartas topográficas: Córrego do Barbosa e
Fazenda Douradinho;
d) Mosaico das cartas (foi feito, mas não foi ensinado)
e) Recortar (foi feito, mas não foi ensinado)

a) Apresentação dos principais termos para trabalhar com Geoprocessamento e


Sensoriamento Remoto.

b) Criação das pastas para organização dos arquivos: “metadados”

c) Georreferenciamento da Carta topográfica:


Georreferenciar a carta em SAD69, pois a mesma está nesse sistema;

Após georreferenciada tem que fazer a transformação da carta para Sirgas 2000

d) Passo a Passo:

1- Configurar o projeto, para o Sistema de Referência de Coordenadas (SRC) da


Carta- SAD69.
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Em opções mudar o sistema para o mesmo do projeto:

2- Iniciando o Georreferenciamento:

Iniciar o módulo georreferenciador

Ao ativar o módulo georrefenciador, uma nova janeja irá se abrir, importe o


arquivo a ser georreferenciado clicando no ícone Abrir >> Raster.
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Módulo georreferenciador

Localize a imagem em seu banco de dados e importe para o modulo


georreferenciador.

Ao importar a imagem, vai aparecer uma mensagem dizendo que a mesma não
possui (SRC), é necessário realizar essa configuração, para isso clique em Opções >>
propriedades do Raster.

Imagem no módulo georreferenciador

A imagem já possui um SRC, pode ser iniciado o georreferenciamento. Esse


georrefereciamento é feito com base nos próprios pontos da carta topográfica. É
necessário distribuir ao menos 12 (doze) pontos sobre a imagem para realizar um
georreferenciamento robusto. Assim coleta-se os 4 pontos das extremidades da carta
e distribui-se o restante por toda a carta, estando distribuídos em todas as
extremidades e não apenas em uma local.

Coletando os pontos:
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Comando para adicionar o ponto de controle

Clique no raster, no local onde deseja inserir o primeiro ponto de controle.

Adicionando o primeiro ponto de controle

Leste/X: (menor-vertical)777000

Norte/Y(maior-horizontal) 7897000

Clicar em OK!

Resultado do primeiro Ponto:

Após coletado os pontos, os mesmos serão mostrados na tabela GCP que contém
as informações das Coordenadas de Entrada (Source X e Source Y), das Coordenadas
de Destino (Dest. X, Dest. Y), o erro de deslocamento (dX (pixels), dY (pixels) e o erro
Residual (pixels) para todos os pontos. Os valores do erro de deslocamento e o
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Residual estão em branco. Estas informações serão processadas após a inserção de um


número mínimo de PC, conforme o tipo de transformação e após executar a
configuração de transformação, descrita adiante.
http://www.ufrgs.br/engcart/PDASR/geor.html.

Salvar os pontos em 1GCP antes de iniciar o georreferenciamento.

Após Salvar os pontos clica-se no play e os parametros de transformações:

- Informar o tipo de transformação (Linear, Helmert, Polinomial 1, 2 e 3, entre outras):


será usada a Polinomial 3 (devido ao número de pontos coletados)

- Método de Reamostragem (vizinho mais próximo, interpolação linear e convolução


cúbica e outros): o método utilizado é o do “vizinho mais próximo”

- Sistema de Referência Espacial Spacial Reference System – SRS) de destino: SAD69


Zona22S

Configurações do arquivo de saída: especificar o local e o nome do arquivo de saída.

Georreferenciamento da imagem, pelo método de vizinho mais próximo e


polinomial 3 (essa escolha depende do número de pontos).
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Resultado dos pontos de controle

Verificando o resultado do Erro médio:

O erro médio está localizado no canto inferior direto da Tabela GCP, como
mostra a Figura 12. No QGIS o valor do erro é expresso em pixel. Neste caso, como o
pixel é de 1 por 1 m, portanto, o erro médio é de 2.93885 m.

Caso o erro médio fique alto, é possível editar os pontos:

Clique 2X no Id do ponto para ir direto ao ponto na imagem.

É possível mover o ponto, ou excluir os que estão com o maior erro. Deixar todos
os pontos com residual abaixo de 0,5 (pixel)

Após edição dos pontos é necessário clicar novamente no play.

O erro residual médio final foi de 0,67 da carta corr. Barbosa e 0,78 da carta Faz.
Douradinho. Tem que deixar os erros das cartas o mais próximo possível.

3- Reprojeção das cartas para Sirgas200-Zona 22S

Após fazer a reprojeção para inserir a carta no programa é necessário fazer a


configuração do sistema para Sirgas 2000-zona 22S.
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2 AULA: 03/10/16

 Entregar a imagem recortada e explicar como fizemos o mosaico.


 Apresentar os comandos de digitalização
 Confirmar o sistema de Coordenadas do projeto (Sirgas 2000 Zona 22S)
 Digitalizar as curvas de nível e colocar suas cotas

a) Digitalização das curvas de nível da carta topográfica:


- É necessário configurar o sistema de referência das coordenadas.

- Definir o nome da camada e o local para salvar no computador.

- Após criado a camada, ative o lápis e faça a vetorização de todos as curvas


atribuindo-lhes o valor numérico especifico.

Para iniciar a vetorização das curvas de nível é necessário primeiramente, criar uma
camada do tipo linha e na coluna colocar o nome Cota:

Após criar a camada insere-se o mosaico da carta topográfica e faz-se a digitalização de


cada curva colocando o número da cota.
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Esse procedimento é feito para todas as curvas, totalizando 56 linhas. E as linhas não
podem estar quebradas.

3 AULA: 10/10/16

 Continuar a vetorização das curvas de nível


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4 AULA: 17/10/16

 Gerar o MDE
 Mapa de hipsometria
 Declividade
 Delimitar a bacia hidrográfica (água vermelha)

a) Geração do MDE
Antes de gerar o MDE é necessário saber o tamanho do pixel, para isso usa-se a
fórmula:

Erro tolerável -ET- 0,005mm - padrão cartográfico B


Fator de conversão- 0,0001mm
Escala da Carta: 1/25.000 Denominador (25.000)

Resolução: Erro Tolerável X denominador da escala X fator de correção da escala

Resolução: 0,5 X 25.000X 0,001m= 12.5

1- MDE a partir do MÉTODO DE INTERPOLAÇÃO


i) Com a camada vetorial (Curvas) no Qgis, vá em Raster>Interpolação> Interpolação:

ii) Defina os parâmetros necessários:

Parâmetros:
Entrada = Identificar a camada Vetorial com as curvas de nível
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Atributos de Interpolação = Definir a coluna com as cotas, que nesse caso atribuímos o nome
“COTA”
Clicar em Adicionar.
Em Saída:
Definir o método de interpolação= Tin
No número de colunas e linhas está vinculado ao tamanho da célula (pixel) conforme resultado
do calculo feito inicialmente. Neste caso, como o tamanho do pixel foi de 12.5, utilizaremos o
valor de 10.0 para X e Y, que está próximo do valor estabelecido no calculo, sendo que este
não pode ser superior ao valor obtido de 12.5.
Defina o nome e local para salvar o resultado.

iii) Resultado:

2- OUTRA FORMA DE GERAR MDE (a partir do GRASS)

i) Converter o arquivo das curvas de Vetor para Raster


Abra a Caixa de Ferramentas disponíveis através do menu Processar. Na área de busca,
procure pelo módulo v.to.rast.attribute.

Este módulo escolhido (que é uma ferramenta do GRASS) converte para raster o valor do
atributo disponível na tabela do shapefile.
Preencha a janela a seguir conforme os dados abaixo exemplificados.
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Em Input vector layer indique a camada que será usada para o processamento (ou seja, o layer
que contém as curvas de nível).

Não esqueça de indicar em Name of column for ‘attr’ parameter qual é a coluna que possui os
valores das cotas. Neste caso é o campo “Cota”.
Lembre também de indicar um tamanho de célula compatível com suas curvas de nível
(exemplo: 30 ou 90 metros). Neste tutorial, como já mencionado, estamos trabalhando com
isolinhas de 10 metros.
Na figura a seguir temos um exemplo, com algum nível de zoom, do arquivo gerado. Como
mostrado na imagem anterior, trata-se de um arquivo no formato TIF.

ii) Geração do MDE: acesse novamente o menu Processar. Desta vez procure pelo módulo
r.surf.contour na Caixa de Ferramentas.
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Na janela a seguir, no parâmetro Raster layer with rasterized contours escolha o arquivo
gerado na etapa anterior.
Vale lembrar que é muito importante que se indique o valor da resolução do raster a ser
gerado. Em seguida, rode o processamento.

Dentro de alguns instantes (isso varia dependendo de vários fatores) você terá a visualização
do novo MDE criado a partir das curvas de nível.
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b) Hipsometria
i) Para definição das classes de hipsometria deve-se, de acordo com Sturges, aplicar a seguinte
equação:

para encontrar o intervalo ideal entre as classes: diminuir a maior da menor cota (869 – 757
=112), depois dividir pelo número de classes desejadas (112/5= 22, no caso arredonda-se esse
valor para 20)

ii) Resultado:

c) Declividade
Para maiores detalhes ver o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=RfvsYJ0HPgk

i) Para definição das classes é necessário buscar na literatura os parâmetros que


melhor se adaptam à sua área de estudo e aos seus objetivos. A proposta apresentada
aqui é apenas ilustrativa:
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Quadro: Classes de declividade segundo Lepsh (1991), Embrapa (1979) e as adaptadas


para utilização no trabalho.
LEPSH EMBRAPA Classes Adaptadas
A < 2% < 3% Plano (A, B) < 3%

B 2 a 5% 3 a 8% Suave ondulado (B, C) 3 a 8%

C 5 a 10% 8 a 20% Ondulado (C, D) 8 a 20%

D 10 a 15% 20 a 45% Forte ondulado (E) 20 a 45%

E 15 a 45% 45 a 75% Montanhoso (F) < 45%


F 45 a 70% > 75% Escarpado (G)
G < 70%

A escolha dessa classificação baseada na EMBRAPA, suprimindo apenas a


última classe, maior que 75% (G), se deve ao fato das classes propostas por Lepsch
(1991), classe F (45 e 70%) e G (> 750%) de declividade terem sido pouco
representativas na área de estudo.
O próximo procedimento é realizar o cálculo de declividade em porcentagem com o
SRTM reprojetado, para isso, acessar o menu: Raster >> Análise >> MDE (Modelos de Terreno)
(Figura82)

Figura 1– Geração do MDE

Fonte: Software QGis, 2015; Nasa-USGS, 2010. Elaboração: Patrícia Soares Rezende, 2015.
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Preencha os campos com os seguintes requisitos:

 Arquivo de entrada (MDE raster): selecionar a imagem SRTM reprojetada


 Arquivo de saída: selecione a pasta onde deseja salvar a declividade
 Modo: escolha Declividade
 Marque a opção declividade expressa em porcentagem (ao invés de graus)
 Marque a opção de carregar na tela ao concluir

d) Vetorização da rede hidrográfica:


- Para vetorizar a rede hidrográfica é necessário inicialmente criar uma camada
vetorial, tipo linha, para isso:

- É necessário configurar o sistema de referência das coordenadas.


- Definir o nome da camada e o local para salvar no computador.
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- Após criada a camada, ative o lápis e faça a vetorização de todos os cursos d’água
atribuindo-lhes o valor numérico especifico. Para isso defina o código para os
diferentes cursos d’água:

TIPO: LINHA
Número Uso Cor/ espessura
1- Córrego Água Vermelha
2- Afluente do córrego Água Vermelha
3- Córrego Jataí
4- Afluente do Córrego Jataí
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5 AULA: 24/10/16

Delimitação da bacia hidrográfica


Mapa de uso da terra (Conversão de formato, Mosaico de bandas, Recortar a imagem
e Vetorizar as classes de uso)

a) Delimitação da bacia hidrográfica:


Para maiores detalhes ver o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=m-0OZIv9p-Q

Para Extrair a Bacia hidrográfica de forma automática, vamos utilizar o complemento Grass.

i) Inicialmente é necessário criar um novo mapset.

- Localize uma pasta no computador para salvar o banco de dados:

Clique em Avançar!

- Atribua um nome para a pasta Geral e clique em Avançar.


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- Defina o sistema de coordenadas para área de estudo. Clique em Avançar.

- O Grass vai pedir para definir uma região. Nesse momento ainda não é necessário, se seu
projeto e a Base cartográfica já estiver configurado com o sistema de coordenadas correto.
Não definir a Região.

Clique em Avançar.
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- Defina o nome para o projeto.

clique em Avançar!

- Clique em Terminar a criação do mapset.

ii) Após criado o mapset, insira o MDE no Qgis. E veja se o mesmo está com o mesmo SRC do
projeto.

- Será necessário importar o MDE para o Grass. Para isso clique na Árvore de Módulos e clique
em GERENCIADOR DE ARQUIVOS >> IMPORTAR RASTER PARA O GRASS >>>IMPORTAR RASTER
PARA O GRASS A PARTIR DA VISÃO DO QGIS e selecione a ferramenta <r.in.gdal.qgis –
Importar raster carregado.>
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- Selecione o MDE que está no Qgis


- Defina um nome para salvar o novo arquivo (Este arquivo será inserido no Mapset do Grass)
- Clique em mostrar opções avançadas > Marque Sobrescrever projeção.

- Clique em Rodar!
- Aparecerá a seguinte mensagem de conclusão:

- Clique em Ver Saída. Ao clicar em Ver saída o resultado será apresentado na área de trabalho
do Qgis. Para os demais processamentos será utilizado esse MDE.
- É importante definir a região.
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- Volte na Árvore de Módulos e clique em Raster:

iii) O proximo passo é gerar a elevação das depressões:

- Selecione Modelamento Hidrológico e <r.Fill.dir> e faça as seguintes configurações:

- Clique em Rodar e clique em Região atual de entrada.


- Para abrir o resultado clique em navegador.
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iv) Após criado as elevações da bacia, o próximo passo é delimitar as bacias pelo método
automático.
- Ainda no Modelamento Hidrológico e <r.watershed- Análise de bacias hidrográficas> e faça
as seguintes configurações:

- Em name: Selecione o elevation inserido no Grass (Criado anteriormente)


- No tamanho minimo para cada Bacia- defina 50.000
- Defina um nome para Accumulation Raster – numero de células que drenam através da
cada célula (Define a área de contribuição corresponde aos limites da bacia hidrográfica
determinado pelo escoamento).
- Defina um nome para Drainagem Direction- Direção da Drenagem (Aqui mapeia o
escoamento de água, estima para cada pixel presente na imagem a direções para o fluxo
hídrico. Parece o relevo sombreado.
- Defina um nome para Stream segments- Segmento de fluxo. (gera um raster contendo a
rede de drenagem)
- Defina um nome para output Basins- Aqui é o nome da Bacia que será gerado em Raster.
- Após preenchida todos os detalhes, clique em Rodar.
- Será apresentado a seguinte mensagem:
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clique em ver Saída.

- Tem –se como resultado as bacias:

v) Como vamos delimitar a bacia com base no ponto Enxutório.

- Vamos utilizar o resultado do FlowDir40000( relevo sombreado), Stream4000 (segmentos) e


capturar um ponto em tela para definir a Bacia.
- Para capiturar a coordenada no Resultado do Stream40000, Ative o comando e clique em
Iniciar captura. Clique no pixel do curso d’água, onde deve iniciar a bacia.
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- Clique em copiar para área de transferencia, para selecionar as coordenadas e colar na


proxima etapa.
- No Modelamento Hidrológico e <r.water. outlet> e faça as seguintes configurações:

- Em nome do mapa de entrada: Selecione o FlowDir40000, gerado anteriormente.


- Cole as coordenadas E e Norte que foram capturadas.
- Clique em rodar
- O Resultado da Bacia é um raster com valores 0 e 1.
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- É necessário classifica-lo através de suas propriedades.

- Tem-se o resultado da Bacia.


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- A bacia foi gerada e está no formato Raster, é necessário converte-la para Shape.

vi) Conversão para Vetor:

- Abra novamente a caixa de ferramentas do GRASS e acessar a ‘árvore de módulos>>


Gerenciador de arquivos>>> Conversão de tipo de mapas >>>Converte um raster para vetor
com o GRASS’.

- Selecione a Bacia e defina um nome para salvar em formato vetorial.


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Clique em Rodar e Ver em Sair!

- A bacia está salva no mapset é necessário salvar a mesma fora do Grass.

- Botão Direito na camada e salvar Como.

b) Conversão de formato das bandas do Sentinel de jp2 para Tiff.


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É necessário converter banda por banda.

c) Mosaico entre as bandas (Acumulação entre camadas)

Para fazer o mosaico, clique no menu Raster > Miscelânea > Mosaico. Depois
selecione os arquivos que serão mosaicados (pode-se selecionar quantos forem
necessários), clique em Abrir. Nesse caso usaremos a banda 2/3/4 pois as mesmas
apresentam resolução espacial de 10 metros)

Arquivos de entrada- selecione as bandas que deseja juntar

Arquivos de saida- defina o local para salvar

Marque a opção “Camada Acumulada” e clique em OK.

O resultado será uma imagem com todas as bandas juntas.

d) Composição colorida

Para fazer a composição colorida- clica-se com o botão direito na camada “mosaico”
em propriedades da camada- aba Estilo.
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Vamos utilizar a composição 3B2G1R (2/3/4) que corresponde a falsa cor.

a) Recorte
Para o próximo passo que trata da vetorização dos usos da terra, vamos
recortar uma área para facilitar o processamento.

i) O recorte das cartas é feito através do menu Raster > Extração > Cortador. Depois
selecione a imagem a ser cortada.
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ii) Depois o local onde será salva, dê um nome (Imagem_Recorte) e como não há uma
mácara para usar no corte, faça um retângulo com o mouse em cima da área a ser
recortada e clique em ok.

iii) Resultado do recorte:

É necessário retirar a borda Preta, para isso, ainda na aba “propriedades da camada”- item
“Transparência”, coloque o Valor 0 no campo Sem Valor de dados Adicionais.

c) Vetorização das classes de uso da terra


i) Elaboração da Chave de interpretação:
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Padrões característicos
Classes de uso Imagem Sentinel2
de interpretação

Cor: verde escuro

Vegetação nativa Textura: rugosa (vegetação


densa)
Forma: irregular

Cor: variações de cor

Agricultura Textura: lisa


Forma: regular

Cor: variações de cor

Pastagens Textura: lisa


Forma: regular

Cor: variações de cor

Ocupação Textura: lisa


Forma: regular

Cor: Branco
Edificações Textura: lisa
Forma: regular

Cor: laranja

Estradas Textura: lisa


Forma: regular

ii) Configurações iniciais para vetorização


a) Criar o shape da camada de uso: Tipo - Polígono: Cria as categorias – (nome das
colunas) - lista de atributos. Criar também as outras camadas do Tipo Linha para
representar as outras classes.
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b) Salvar a camada na pasta


c) Mostrar a criação de uma geometria quando a “opção de ajuste” não está ativada e
falar da importância de usá-la para melhorar a qualidade do mapeamento. Em
geoprocessamento não pode ter sobreposição!
Camadas sobrepostas- ERRO!

Vamos ATIVAR A OPÇÃO DE AJUSTE para que não fiquem sobrepostas:


d) Em configuração- opção de ajuste- (habilitar a intersecção e tolerância) - colocar:

Resultado: geometrias não sobrepostas- FORMA CORRETA!


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e) Aplicando TRANSPARÊNCIA para facilitar a edição:


Transparência para edição: configuração- opção-digitalizar-linha de digitalizar- cor da linha:

Clicar na cor - diminui o valor da opacidade;


f) Transparência na geometria desenhada: Propriedade da geometria- propriedades –
estilo - colocar acima de 60 na transparência.

Transparência para edição Transparência na geométria


desenhada
Resultado:
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Sem transparência Com transparência- melhor para


trabalhar

g) Criar as classes de uso:


Criar as classes de uso: Botão direito na camada “Uso” >> Propriedades >> Estilo >>
Categorizado.
Em coluna colocar a camada criada “uso” e adicionar as classes a serem vetorizadas, conforme
chave de interpretação.

Criando as classes de uso

Classes de uso:

TIPO:POLÍGONO
Número Uso Cor
1- Vegetação nativa
2- Agricultura
3- Pastagens
4- Ocupações
5- Edificações

TIPO: LINHA
Número Uso Cor/ espessura
1- Estradas
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6 AULA: 31/10/16

 Continuar a vetorização
 Delimitação da Bacia hidrográfica???
 Layout
 Finalizar a aula

a) Elaboração do layout
Projeto > Novo compositor de impressão.

Definir o tamanho do papel e orientação

Inserir o mapa no Layout


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Definir a escala de impressão do mapa

Não pode usar escala quebrada, tem que ser numeros inteiros (1:50.000)

Inserir grade

Tipo de grade= sólido


Intervalo=2500
Afastamento= 0
Moldura= sem moldura
Desenhar coordenadas
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Esquerda e direita fora da moldura= vertical crescente


Topo e base= fora da moldura horizontal
Tamanho da fonte=6
Precisão da coordenada =zero
Moldura=sem moldura
Adicionar título:
Titulo do mapa: Uso do solo da Bacia hidrográfica Água Vermelha
Tamanho 14 negrito

Legenda: Padrão- apenas subir os itens para ficar separado


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Configurar o tamanho das informações e editar o nome da Bacia


Convenções cartográficas
Norte- tem que inserir a imagem para colocar os nortes- vai em propriedade do item- buscar
pasta- e deixa o aluno escolher o seu modelo

Coloca-se na área onde está o mapa.

Escala:

Estilo - caixa simples


Unidades- metros
Segmentos- 0esquerda por 3 direita
Fonte do texto-
Notas: outro rótulo
Nome do autor
Data
40

Fonte: Imagens do Satélite Sentinel2-1C-22KGD


Carta Militar do Córrego Barbosa- Folha SE. 22-Z-D-III/1-NE e Fazenda Douradinho – Folha
SE. 22-Z-D-III/1-NO
Sistema de coordenadas: UTM- Zona 22S
Datum: Sirgas2000
Fonte do texto- 12

Inserir um retângulo para ser a moldura do mapa

Mostrar as formas de impressão- jpg/ pdf


Resultado do mapa:

FIM!!!