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Solucion´ario de Curso de An´alise Vol. 2 Elon Lages Lima

Andre Kowacs 9 de dezembro de 2018

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Cap´ıtulo 1

Ex.2.3)

Afirma¸c˜ao: Ax = b tem solu¸c˜ao ⇐⇒ b ker(A ) De fato, se Ax = b, ent˜ao b Im(A). Assim, dado a ker(A ), temos que:

b, a = Ax, a = x, A a = 0

Logo b ker(A ) .

Reciprocamente, seja 0

AA c Im(A), logo:

||A c|| 2 = A c, A c = AA c, c = 0

Logo A c = 0 =x ker(A ). Mas da´ı b ker(A ) = b, c = 0 contradi¸c˜ao. Logo b Im(A). Ou seja, Im(A) = ker(A ) Im(A ) = ker(A) Seja dim(Im(A)) = k n. Ent˜ao dim(ker(A)) = n k =

dim(ker(A) ) = n (n k) = k = dim(Im(A ))

= b ker(A ) . Suponha que b

Im(A). Ent˜ao c Im(A) tal que b, c = 0. Mas da´ı

Ex 2.10) Para t (0, 1) e

|a| < r, |b| ≤ r ou |a| ≤ r, |b| < r :

|(1 t)a + tb| ≤

(1 t)|a| + t|b| < (1 t)r + tr = r

Se |a| = |b| = r, ent˜ao como a

E, portanto, para t (0, 1):

= b, a, b < |a||b| ≤ r 2 .

|(1 t)a + tb| 2 = (1 t)a + tb, (1 t)a + tb = (1 t) 2 r 2 + 2(1 t)t a, b + t 2 r 2

<

(1 2t + t 2 )r 2 + (2t 2t 2 )r 2 + t 2 r 2 = r 2

|(1 t)a + tb| <

r

| (1 − t ) a + tb | < r

Ex.5.5)

De fato, , cont´ınua e limx k = a implica

lim k x k , y = a, y , y.

Agora suponha que lim k x k , y = a, y , y. Tome {e 1 ,

Tome K = max K i . Ent˜ao:

Mas ent˜ao:

,

e n } base ortonormal. Ent˜ao i = 1,

, n, k i :

| x k , e i x l , e i | < /n, k, l K i .

|

x k , e i x l , e i | = | x k x l , e i | < / n, k, l K, i = 1,

,

n.

|x k x l | =

x k x l , e i e i | x k x l , e i ||e i | < l, k K

Logo x k ´e de Cauchy e claramente x k a.

Ex.6.2)

Seja X tal que todo ponto ´e isolado. Assim, dados x, y X, δ x , δ y tal que:

B(x, δ x ) X\{x} = , B(y delta y ) X\{y} =

Assim, seja r x = inf{|x z|; z X}, r y = inf{|y z|; z X}. Note que r x δ x > 0, r y δ y > 0. Tomando B x = B(x, r x /2), B y = B(y, r y /2), segue que B x B y = . Como x e y foram arbitr´arios, segue.

1

Ex.6.3) Seja X R n discreto. Ent˜ao todo ponto ´e isolado, logo pelo Ex.6.2, x X, B x vizinhan¸ca de x tal

que B x B y = , x

isso define uma inje¸c˜ao:

= y. Assim, seja (q n ) n R n enumera¸c˜ao de Q n . Ent˜ao x, q n x tal que q n x B x . Note que

f :A Q n X

q n x

x

pois x

Logo X ´e enumer´avel.

= y

=

q n x B x , q n y B y , q n x

= q n y pois B x B y = .

n x = q n y pois B x ∩ B y = ∅ . E.7.9)

E.7.9)

De fato, se X ´e limitado, ent˜ao X tamb´em o ´e, logo X ´e compacto. Segue que f | X ´e uniformemente cont´ınua, donde f | X tamb´em o ´e, pois ´e restri¸c˜ao da outra.

Ex.9.7)

Seja B a bola fechada e ponha

h :int(B) R n

x

x

1 − ||x||

T : R n R n

x

x + a

Temos que h ´e homeomorfismo entre int(B) e R n , com h 1 (x) =

T 1 (x) = x a. Assim:

x ||x|| , e T ´e homeomorfismo entre R n e R n ,

1 +

φ = h 1 T h :int(B) int(B)

x

(1 − ||x||)a + x

(1 − ||x||) + ||(1 − ||x||)a + x||

´e homeomorfismo. Al´em disso, dado b ∂B, ||b|| = 1, logo:

xb φ(x) = lim

lim

xb

b

||b|| = b

¯ ¯

¯

Logo, podemos estender continuamente φ para φ : B B pondo φ(x) = lim yx φ(y) e temos que φ ´e homeomor-

1 ||a|| int(B). Assim, de modo an´alogo, to-

¯

¯

fismo entre B e B tal que φ(x) = x, x ∂B. Al´em disso,

φ(0) =

1 +

mando a 1 , a 2 tal que

1 1

+ ||a 1 || = c,

1

1 + ||a 2 || = d , obtemos

¯

¯

¯

¯

os homeomorfismos φ 1 , φ 2 tais que φ 1 (0) = c, φ 2 (0) = d.

¯

Assim γ = φ 2

¯

φ

1

1

´e homeo que preserva a fronteira e γ(c) = d

− 1 1 ´e homeo que preserva a fronteira e γ ( c ) = d

Ex.10.9)

De fato, GL(n) = det 1 (R\{0}) e det ´e cont´ınua, R\{0} ´e aberto.

Ex.10.12)

Seja T I onde I ⊂ L(R n , R m ) ´e o conjunto das aplica¸c˜oes injetivas. T ´e injetiva ⇐⇒ ∃c > 0 ||T x|| ≥ c||x||, x R n . Assim, ||T T || < c/2 =⇒ ||(T T )x|| ≤ c/2||x||, ou seja:

||T x|| − ||T x|| ≤ ||x|| =⇒ ||T x|| ≥ ||T x|| − c/2||x|| ≥ c||x|| − c/2||x|| = c/2||x||

Logo T ´e injetiva, isto ´e, B(T, c/2) I. Logo I ´e aberto.

isto ´e, B ( T, c/ 2) ⊂ I . Logo I ´e aberto. Ex.10.13) Seja

Ex.10.13)

Seja I ⊂ L(R n , R m ), n m o conjunto das aplica¸c˜oes inejtivas.

T I, ||T T || ≤ . Se T I, ent˜ao tome T = T . Se T

Dada T ∈ L(R n , R m ), > 0, mostremos que

= {0}. Seja 0 < dim ker(T ) = k n.

I, ent˜ao ker(T )

2

Segue que dim(Im(T )) = n k < n, donde dim(Im(T ) ) = m n + k k. Logo dim(ker(T )) = k dim(Im(T ) ). Segue que S linear injetiva:

S

: ker(T ) Im(T )

Assim, defina:

U : ker(T ) Im(T)

Onde U = T | ker(T ) . Ent˜ao ´e claro que ker(U ) = {0}, Im(U ) = Im(T ). Note que ker(T ) ker(T ) = R n , logo x R n , !x 1 ker(T ), x 2 ker(T ) , x = x 1 + x 2 . Defina T : R n R m , pondo

Assim T x = 0

⇐⇒

Im(U) Im(S)

= {0}

T x = Ux 1 +

||S|| Sx 2

Ux 1 +

||S|| Sx 2 = 0 ⇐⇒

=x 1 , x 2 = 0.

x 1 ker(U ) x 2 ker(S) =x 1 , x 2 = 0 ou x 1 , x 2

Logo x = x 1 + x 2 = 0 e ker(T ) = {0}, isto ´e, T I. Ainda, x R n :

||T x T x|| = ||Ux 1 +

Portanto ||T T || ≤

||S|| Sx 2 T| ker(T ) x 1 || ≤

||S|| ||S||||x 2 || ≤ ||x||

≤ | | S | | || S |||| x 2 || ≤ || x ||

Ex.11.10)

Sejam x 1 , x 2 A. Dado t [0, 1], seja y = tx 1 + (1 t)x 2 . Dado > 0 Como x 1 , x 2 A, a 1 , a 2 A, |x 1 a 1 | < /2, |x 1 a 1 | < /2.

Ent˜ao ta 1 + (1 t)a 2 A e

|tx 1 + (1 t)x 2 ta 1 + (1 t)a 2 | ≤ t|x 1 a 1 | + (1 t)|x 2 a 2 |

Logo tx 1 + (1 t)x 2 A, logo A ´e convexo.

< t /2 + (1 t) /2 =

logo A ´e convexo. < t / 2 + (1 − t ) / 2 =

Ex.11.11)

Por 11.10 temos que A ´e convexo.

=⇒ ∃δ, B(x, δ) A. Logo z B(x, δ), tx + (1 t)z A, t [0, 1].

Note que x A, y

A, tx + (1 t)y

A, t

[0, 1). De fato,

A aberto

Mas y A =⇒ ∃u A, y B(u ). Pelo acima, u + t(y u) A, t [0, 1). Denotando o segmento fechado entre dois pontos j, i por [j, i] e fechado e aberto por [j, i), temos ent˜ao que [x, u], [u, y) A =[x, y) A.

Ent˜ao > 0 tal que y + (1 + )(y y ) =

t + (y y ) B(y, r) A.

y A. A inclus˜ao reversa ´e trivial.

Mas y [y , y + ( (y y )), logo

Agora, tome y int(A). Ent˜ao r > 0, B(y, r) A.

Tome y A.

Mas pelo argumento acima, [y , y + (y y )) A.

acima, [ y , y + ( y − y )) ⊂ A . Ex.11.18) De

Ex.11.18)

De fato, dada M ∈ L(R n ), exceto para um n´umero finito de λ’s (M λId) ´e invert´ıvel (pois det(M λId) ´e um po-

Ex.12.2)

E fechado, pois dada (O n ) n O(n), O n T , tomando x R n , temos ||O n x|| = ||x||, n =⇒ ||O n x|| → ||x||. Pela

continuidade da norma, segue que ||O n x|| → ||T x|| = ||x||. Como x foi arbitr´ario, segue que ||T x|| = ||x||∀x T O(n). Segue que O(n) ´e fechado. Al´em disso, O O(n), ||Ox|| = ||x||∀x ||O|| = 1. Logo O(n) ´e limitado e

portanto compacto.

linˆomio. Assim, (λ n ) n R, λ n 0 tais que M n = M λ n Id ´e invert´ıvel, M n M GL(n) = R \ .

´

M n → M ∴ GL ( n ) = R \ . ´ Ex.12.3) De
M n → M ∴ GL ( n ) = R \ . ´ Ex.12.3) De

Ex.12.3)

De fato, se todo ponto de X ´e isolado, ent˜ao xX {x} ´e cobertura aberta de X sem cobertura finita. Logo X n˜ao ´e compacto. Se X possui ao menos 1 ponto n˜ao isolado,¯x , ent˜ao (x n ) n X x n = xn, x n x¯. Assim (x n ) n X

´e subconjunto n˜ao fechado em X, logo n˜ao compacto.

= x ∀ n, x n → x ¯. Assim ( x n ) n ⊂

3

Ex.12.6)

De fato, X X =X limitado.Ent˜ao x¯ X, x¯

=

X, ou seja, (x n ) n X, x n x¯

X. Defina:

f :X R n x x¯

x

||x x¯|| 2

Ent˜ao ´e claro que f ´e cont´ınua. Al´em disso,

f 1 :f(X) X

y

y

||y|| 2 + x¯

´

E inversa de f , tamb´em claramente cont´ınua.

ilimitado:

De fato:

Logo f ´e homeomorfismo e X

=

||f (x n )||

= ||x n x¯||

||x n x¯|| =

1

||x n x¯|| +

f (X).

Contradi¸c˜ao. Logo X ´e fechado. Portanto X R n ´e fechado e limitado, logo, compacto.

Mas note que f (X) ´e

e limitado, logo, compacto. Mas note que f ( X ) ´e Ex.12.7) Claramente, X ∼

Ex.12.7)

Claramente, X X =X fechado.

Suponha que X n˜ao ´e limitado.Defina:

=

f :X R n

x

x

1 + ||x||

Claramente f ´e cont´ınua e sua inversa:

f 1 :f(X) X

y

y

1 − ||y||

x

||x|| 1 + ||x|| <

tamb´em. Mas note que y f (X), y =

Como (f (x n ) n ´e limitada,

(f(x n k )) k (f(x n )) n subsequˆencia convergente, f (x n k ) y¯ R n . Mas ent˜ao ||x n k || → +=⇒ ||y¯|| = 1, logo

Mas X ilimitado implica que (x n ) n X, ||x n || → +.

1 +

||x|| , logo ||y|| =

1.

Segue que ||f (x n )|| →

1.

f (X), logo f (X) n˜ao ´e fechado, contradi¸c˜ao. Segue que X ´e limitado. Conclu´ımos que X ´e compacto.

y¯

X ´e limitado. Conclu´ımos que X ´e compacto. y ¯ Ex.12.11) i) De fato, seja x

Ex.12.11)

i) De fato, seja x f 1 (y). Ent˜ao r > 0, f | B(x,r)X ´e injetiva, logo f 1 (y) B(x, r) = {x}, logo {x} ´e aberto. Como x foi arbitr´ario, segue que f 1 (y) ´e discreto.

f 1 (y) X, logo admite

subsequˆencia convergente x n k x¯ X. Mas note que f (x n ) y =lim n f(x n ) = y. Mas f cont´ınua =f(x n ) f x) f x) = y, logo x¯ f 1 (y). Mas como x n k x¯, este ´e ponto de acumula¸c˜ao de f 1 (y), logo {x¯} n˜ao ´e aberto em f 1 (y), contradi¸c˜ao. Logo f 1 (y) ´e finito.

ii) Suponha que n˜ao. Ent˜ao (x n ) n f 1 (y), x n

=

x m , n

=

m.

Mas (x n ) n

1 ( y ) , x n = x m , n = m . Mas

Ex.12.17)

De fato, mostremos que R m \π(F ) ´e aberto. Tomes z

π(F ).

Ent˜ao, k K, (z, k)

F . Como este ´e fechado,

para cada (z, k) ∈ {z} × K, r k , B((z, k), r k ) = B k F = . Mas note que {z} × K ´e compacto e que {B k } kK

´e cobertura aberta de {z} × K. B(z, r) R n \π(F ).

B k i . Tome r = min{r k i }. Ent˜ao

Logo k 1 ,

,

n

k n K, tais que {z} × K i=1

4

De fato, se y B(z, r), k K ent˜ao i ∈ {1,

y

π(F ).

, n}, |k k i | < r k i .

Mas |z y| < r r k i (y, x)

F, x R n

r k i ∴ ( y, x ) ∈ F, ∀ x ∈ R n ∴

Ex.12.18)

Para cada (a, k) ∈ {a} × K, r k > 0, B((a, k), r k ) U . Assim, {B((a, k), r k )} kK

Como este ´e compacto, existem k 1 ,

suponha, sem perda de generalidade, que a norma em R n+m ´e a norma ||(x, y)|| = max{||x||, ||y||}.

B

i 0 , |k k i 0 | < r k i 0 .

B × K U

´e cobertura aberta de {a} × K.

=

1,

,

n. Assim,

se

k

cobertura aberta de { a } × K . = 1 , , n. Assim, se

, k n tais que {a} × K ⊂ ∪ i=1 n B((a, k i ), r k i ). Ponha r = min 1in {r k i } e

Ent˜ao, se

K,

Da´ı

= B(a, r)

R n , B × K

U. De fato,

se

b

B,

ent˜ao

|b a| < r

r k i , i

Mas da´ı |(b, k) (a, k i 0 )| < max{r, r k i 0 } = r k i 0 . Logo (b, k) B((a, k i 0 ), r k i 0 ) U .

Ex.12.19)

De fato, ´e claro que f ´e cont´ınua. Agora, se f (x) = f (y), ent˜ao:

(1 − ||x||)a + x = (1 − ||y||)a + y

a(||y|| − ||x||) = y x

|a|||y x|| = ||y x||

Mas |a| < 1 =⇒ ||y x|| < |||y|| − ||x||| ou |y x| = 0. Como o primeiro caso ´e falso por causa da desigualdade triangular, temos que ||yx|| = 0 ⇐⇒ x = y. Portanto f ´e injetiva. Agora, dado y B, ponha h y (x) = yf(x)+x. Ent˜ao:

||h y (x) h y (z)|| = |a||x z|| < ||x z||

logo h y ´e contra¸c˜ao. Como B ´e fechada, logo completa, pelo teorema do ponto fixo de Banach !x B, h y (x) = x. Mas ent˜ao x = y f (x) + x =f (x) = y. Logo f ´e sobrejetora. Como f ´e bije¸c˜ao cont´ınua de um compacto, ´e homeomorfismo.

Ex.12.20)

De fato, seja X compacto, f : X Y localmente Lipschitz. Suponha que f n˜ao seja Lipschitz. Ent˜ao n > 0, x n , y n X tais que:

||f (x) f (y)|| > ||x n y n || ()

Para

Mas X compacto implica que existem subsequˆencias (x n k ) k e(y n k j ) j tais que x n k x¯ X e y n k j y¯.

simplificar nota¸c˜ao, seja (x n ) n = (x n k j ) j , (y n ) n = (y n k j ) j . Ent˜ao ambas convergem para os limites acima. Mas

se x¯

= y¯, ent˜ao () implica que:

||f (x n ) f(y n )|| → +

Mas f continua implica que:

||f (x n ) f(y n )|| → ||f (x) f (y)||

Contradi¸c˜ao. Ent˜ao devemos ter x¯ = y¯. Mas da´ı δ > 0, C > 0 tais que para x n , y n Bx, δ), x n = y n implica:

||f (x n ) f(y n )|| ≤ ||x n y n ||

=

||f (x n ) f(y n )||

||x n y n ||

C(∗∗)

Mas como ambas as sequˆencia convergem para x¯, N, n N, x n , y n Bx, δ). Logo (∗∗) vale para todo n N . Mas () implica que:

||f (x n ) f(y n )||

||x n y n ||

> n

Logo para n > C temos uma contradi¸c˜ao. Logo f ´e Lipschitz.

> C temos uma contradi¸c˜ao. Logo f ´e Lipschitz. Ex.14.6) De fato, seja X conexo. Note

Ex.14.6)

De fato, seja X conexo. Note que f localmente constante implica f cont´ınua. Tome x X. Ent˜ao r > 0 tal que

f| B(x,r)X f (x). Defina:

B = {y X; f(y) = f(x)}

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Claramente B

= , pois x B. B ´e aberto pois se y 0 B, F(y 0 ) = f(x) e r , f| B(x,r)X f (x). Mas B tamb´em

´e fechado, pois f ´e cont´ınua e B = f 1 ({f (x)}). Logo B = X, ou seja f (y) = f (x)y X, isto ´e, f ´e constante.

Agora suponha que toda aplica¸c˜ao localmente constante em X ´e constante e seja X = AB cis˜ao. Tome z

e defina:

= y R n

f : X R n

f(x) =

z, x A y, x B

Ent˜ao f ´e localmente constante. Por hip´otese, f deve ser constante, diga f z. Ent˜ao A = X, B = , logo A ´e

conexo.

≡ z . Ent˜ao A = X, B = ∅ , logo A ´e conexo. Ex.14.16)

Ex.14.16)

De fato, pela forma canˆonica dos operadores ortogonais, temos que, dado θ O + (n) existe base em R n tal que:

[O] =

+1

.

.

.

+1

1

0

.

.

.

1

cos(θ 1 ) sin(θ 1 )

sin(θ 1 ) cos(θ 1 )

.

.

.

0

cos(θ n ) sin(θ n )

sin(θ n ) cos(θ n )

Onde o n´umero de “1”s ´e par. Mostremos que existe caminho θ Id n×n , de modo que existe caminho entre quaisquer dois θ 1 , θ 2 O + (n). De fato, ponha:

[O(t)] =

+1

.

.

.

cos(π(1 t)) sin(π(1 t))

0

sin(π(1 t)) cos(π(1 t))

.

.

.

cos(θ 1 (1 t)) sin(θ 1 (1 t))

sin(θ 1 (1 t)) cos(θ 1 (1 t))

.

.

.

0

cos(θ n (1 t)) sin(θ n (1 t))

sin(θ n (1 t)) cos(θ n (1 t))

Ent˜ao ´e claro que O(t) ) + (n), t [0, 1] e que θ(t) ´e cont´ınua e θ(0) = θ, θ(1) = Id n×n . Logo O + (n) ´e conexo por caminhos e logo conexo. J´a para T GL + (n), pela decomposi¸c˜ao polar, temos que P auto-adjunta positiva, e U O + (n) tais que:

T = PU

Assim, vamos mostrar que existe caminho ligado T e Id novamente. Claro, como U O + (n), podemos tomar base tal que U ´e da forma acima e considerar U (t) da mesma forma que θ(t). Al´em disso, P auto-adjunta positiva implica

P = V DV

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onde V ´e ortogonal e

[D] =

λ 1

λ 2

0

tais que λ 1 ,

, λ n > 0 s˜ao os autovalores de P . Assim, tome:

0

.

.

.

[D(t)] =

(1 t)λ 1 + t

(1 t)λ 2 + t

0

λ n

0

.

.

.

(1 t)λ n + t

de modo que det(D(t)) > 0t [0, 1], D(0) = D, D(1) = Id. Assim fica definido:

T(t) = P(t)U(t) = V D(t)V U(t)

onde T (t)inGL + (n), t [0, 1], T (0) = T, T (1) = Id e T (t) cont´ınua. Como T foi arbitr´aria, temos que GL + (n) ´e

conexo por caminhos e logo conexo.

que GL + ( n ) ´e conexo por caminhos e logo conexo. Ex.14.17) De fato,

Ex.14.17)

De fato, seja X R n aberto, C X componente conexa. Dado x C, r > 0, B