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ee 3 Leila oo a Sua influéncia invisivel: n om fora ORE mel) et PAUL-C. JAGOT COMO DESENVOLVER SEU MAGNETISMO PESSOAL Sua influéncia invis(vel: : Como aumentar sua forea e dirigi-la com preciso EDITORA PENSAMENTO ‘Sko PavLo SUMARIO Prefécio 9 |, ENUNCIADO DA DOUTRINA Nogées Praliminares. 11 13 1. De toda individualidade emana uma influéncia. — 2. Origem da expresso ""magnetismo pessoal”. ~ 3. Primeiras observagles dos pioneiros, ~ 4. Prova 4a evidéncia de que cada um de nés exerce uma influéncia. ~ 5. Teorias ele mentares. — 6. 0 ardor psiquico, principal elemento do magnetismo pessoal ~ 7..0 papel das qualiicagses éticas. ~ 8. Como a intensidade sem harmo- nia gora revesesinevitéveis. —9. O que é preciso ter em mente Da Teoria a Pratica ..... no a 1. Uma clara representagio da questio. ~ 2. Componentes da intiuéncia ex terior. — 3. Efeitos elementares dessa influéncia, — 4. Repercussfo da movi- ‘mentago dos elementos exteriores sobre o magnetismo pessoal propriamen- ‘te dito. — 5. Eficigneia do saber teérieo. —6. As fontes da energia. — 7. Par- ‘qunte a si mesmo: “O que é que eu quero?”. ~ 8. Interpretagio da auto-and- lise, — 9. Voce esté qualificado para obter éxito I, PRINCIPIOS E PROCESSOS DA INFLUENCIA PESSOAL. . 33 1. O papel primordial da calma, — 2. A avidez pela calma. — 3. A averséo pe- la agitacfo. — 4. Um primeiro passo. ~ 5. A capacidade fisiolégica. ~ 6. Controle do sensério. — 7. Fale sem pressa, — 8. Procure a companhia de ‘pessoas trangililas e 0s lugares calmos. — 9. Apesar de. . . A Seguranca. M4 1, Darema & seguancs. — 2. Fisiologia. ~ 2. Pricalogia.— 4. A atinde ‘mental que devemos adotar. — 5. Preparacéo para os “choques”. — 6, Dili- ahocim, ~ 7, Ambiontes novos. 8. As grandes capacidede.— 9, Quangy wood estiver 56 ‘A Educagdo do Olhar = 4, Consideragées gerais. — 2. Primeiro é preciso imunizarse, ~ 3.0 ging tonsiderado como objeto brilhante. ~ 4. Primeiras experincias da utiizacin ido olhar, ~ 5, © magnetismo fisico do olhar. — 6. Exercicios clisicos, 7 Exercicios de influéncia direta, ~ 8. A fixacio de imagens mentais, — 9, Fas cinagio ‘A Sugesto Aplicada na Influéncia Pessoal 63 1, Em que consiste a sugestfo. — 2. A dualidade mental. — 3. Fungo e ina vidualidade do suboonsciente, — 4. Principios da sugestdo verbal. ~ 6. sy gestho escrita, — 6, A sugestio afirmativa. — 7. A auto-sugestio, ~ 8. Obits culos que devemos evitar, 9. Sugestdes eficazes ‘Apresentagdo e Comportamento.......... 83 1, A estrutura. - 2, A apresentagfo. —3. A autoconducdo, ~ 4. 0 senso da medida, — 5, A atitude, — 6, A educacSo a servigo da infiuéncia pessou = 7, Persisténcia e combatividade. — 8. As objegdes previstas e suas solu (960s. — 9. Transigfo Jl, MAGNETISMO PESSOAL OU INFLUENCIA INVISIVEL Sua Influéncia Invisivel ............. 93 4.A vida psiquica, —2. 0 agente universal, — 3. Fontes da intansidade inte rior. — 4, Como dirigi com eficdcia sua influéncia. ~ 5. Como centalza forgas mentais, ~ 6. Em que medida os semelhantes atraem os semalhants? = 7, Antigas concepoSes relativas ao psiquismo humano. — 8. Verficar# ‘experimentais das concepgdes da antiguidade, — 9. Diretivas préticas ser ciais ‘A Possibilidade Fundamental que Devemos Adquitir a 4, ConsiderapSes sobre © pensamento. ~ 2. 0 isolamento, — 3 Prine 2 0 relaxamento, — 4, Segunda etapa: a redugdo da ativided® ee ‘etapa: as interrupgdes. — 6. Quarta etapa a suspense dee Exteriorizagéo. = 8, Dois obstculos:assitardo or de adquirir a faculdade de isolars¢ vol! © Aumento de Poténcia..........+..122 1. Situemo:nos, — 2, Elaboragdo e acumulagdo ca forga psfquica, ~ 3. O em ‘rego dessa forca de modo passivo e ativo, ~ 4, A retengo, indispensavel & ‘scumulago, ~ §. 0 dominio do verbo. ~ 6. 0 desejo de aprovagio nove: Brimido engendra indmeros desperdicios. ~ 7. Efeitos répidos da acu ‘¥, ~ 8. 0 rigor da autocondugfo aumenta a poténcia. ~ 9. Como exerci {ara aptidio de querer Da Atengio a Concentragao. 41 1. Os automatismos, — 2. ‘Ateneo espontinea e aten¢o voluntéria. ~ 3. Exercicios de atenefo. ~ 4. Em que a concentracdo difere da atencdo. ~ 5. ‘Treinamento elementar. — 6, Treinamento superior. — 7. Representagdes vi- ivas, — 8. O retrato mental integral. - 9, Uma experiéncia A Influéncia Psiquica Direta, ...........183 1. Disposieses necessras & pritca da apfo psiquica dire. — 2. Procedi ‘mentos eficazes para resolver dificuldades medisnas, ~ 3. As agdes a distn- cia, de maior envergadura. ~ 4, Os ritmos da a;So 8 disténcia. ~ 5. Como apreender alguém psiquicamente. — 6. Economia de uma sesso completa, — 7. Plano geral de uma agao, — 8. Tratamento a distincia, — 9. Trate de co- RBERIAGE 6... sac ses005. 168 wntapdo racional pelo Dr. Pierre O PREFACIO pessoal é uma certeza 6X- Para slguns, a realidade do magnetismo alguns 0 perimental; para outros, uma simples convicpfo; muitos 0 ignoram, contestam. Na verdade, essa suiliradiago emana de todos, 00 mais mo desto dos homens a0 mais magistral, nfo existe criatura que nde influencie, conscientemente ou rio, aqueles com os quais tem de lidar, aqueles que es to implicados em seus projetos e os imponderdveis agentes cu) incessante, atividade concorre para a pré-formardo de seu futuro, Uma influéncia invsivel, intense ou vacilante, atraente, neutra Ou repulsiva, construtiva ou desorganizadora, uma influéncia insepardvel da ati vidade psiquica exterioriza-e ininterruptamente de cada um de n65. Ninguém deveria desconhecer a vantagem oferecida pelo conhec! mento das leis ¢ manifestagées dessa influénciae, depois, a posibilidade de dirigi-la de uma forma a0 mesmo tempo eficaz e harmoniosa, Essa possbilidade é aberta ao leitor. Creio ter reunido e coordenado nesta obra todas as indicagSes te6- ices e priticas necessérias a uma clara compreensio do problema e, conse- ientemente, a obtencio de resultados positivos. Livro 1 ENUNCIADO DA DOUTRINA | NOGOES PRELIMINARES dade emana uma intludncia, - 2,0 “ ludncia,~ 2. Origa da expresso “magnets: : Tce nae aN rOH dos pionsiros na questi ~ Demonstacte de ee Eanes 2 he exerce uma intanens ardor psfquico, fonte Principal do magnetismo s0al jualitficarses Fh itis. 9. O que 6 preciso tar 1. De toda individuatidade emana uma influéncia ‘ “Magnetismo Pessoal", ~ Um poder dado @ alguns homens? De modo algum! — Uma misteriosa influéncia devida a algumas priticas secretas? Absolutamentel ‘Na verdade, trata-se de um atributo da humanidade, de uma Pro- Priedade do peiquismo individual — gomo o peniamento, sua principal for: te, Cada um de nds, a toda hora, influi, de iberada ou Inconscientemente, no ‘seu ambiente mediante uma irradiago ‘ujo campo de acdo se estende a dis. ‘tancias curtas ou longas. Ao mesmo ‘tempo que a vida, vocé é animado, co- ‘Mo toda entidade vivente, por um magnetismo Pessoal. Este nfo difere de Pessoa a pessoa, a nio ser por sua intensidede, continuidade e harmonia, Este livro tem como objetivo principal mostrar-Ihe como cultivar as {r8s qualificapSes que acabamos de designar e como dirigir 0 seu brilho com eficdcia e lucidez, Os pensamentos mais fugazes, as palavras refletidas Ou esponténeas, a menor de suas decises, de suas acdes, concoriem Para a influéncia visivel © 2 influéncia invisivel que exterioriza a todo instante a sua individvalidade. Pensamentos, palavras, acdes passadas geraram 2 sua condigio atual. Pensa. ‘mentos, Palavras, ages atuais goram, desde agora, a trama do seu amanhi PrOximo ou remoto. Aprender a governar os agentes de sua influéncie ¢ a as tomnarse eapaz de obter, cada vez mais amplamente, o que yo t aasim,evtar, ao menos quanto 20 essencial, tudo o que yoc3 ¢_,™bicon, sagradével, penoso ou doloroso- 2, Origem da expresso “magnetismo pessoai’ ‘A noglio de um atributo distinto da sutileza intelectual tant todo vigor fisico Imp5e-sea observagio desde os bancos escolares. Que ts” hotou a extraordindria atrael0, @ excepcional autoridade, a excape orgie? pata inspirada por certos condise{pulos e por certo: professores, absrsnin fe de suas qualificagées definiveis? Na idade adulta, durante a vida protssy ha, social, particular, as manifestagGes desse atributo podem ating ei ra, Yo que chegam aprender a atengS0 geral. Foi observanci indivicuaiidsas, poderosamente dotadas de atraro, de autoridade e, além do mais, simpas tas a um grau supremo que velo outrora a mente de um especialista em ques Bes psiquicas a expresso “magnetismo pessoal”. Essa expressio no parece muito feliz, Seu criador nao tinha, sem divida, preocupacdes fiolsgicas mas, consagrada pelo uso, nds jé a encontramos ha mais de meio século, Suz nese explica-se pela analogia, admitida a partir de Mesmer (1734-1815), ddos fenénemos da imantagdo fisica e do magnetismo animal considerado co imo agente terapéutico, As propriedades da pedra ima, conhecidas no Oren te hd stoulos, foram redescobertas pelos gregos, nos tempos modernos, nos ‘arredores de uma cidade da Asia Menor chamada Magnésia. A irovacio da palavra “magnetismo" foi conseytiencia disso, Desde 0 século XVI, 0 ima foi aplicado com sucesso no tratamento de doengas, e a acepgio que os fis 0s ainda reservam & palavra ““magnetismo" viu-se estendida a uma nova or dem de fendmenos. Mals tarde, com os sucessores de Mesmer, 0 que se en tendia por magnetismo era a interagdo universal de todos os corpos anim dos, concepefio segundo a qual estes agiriam uns sobre os outros de acordo ‘com leis quase idénticas &s que regem a imantagdo metélica. Do magnetismo ‘mineral — 0 dos fisicos — passava-se assim ao magnetismo animal, ou irr 3die ‘80 biolégiea, cuja projecéo permite, ao experimentador robusto e $20, ef ‘war num paciente em estado de miséria fisiolégica uma verdadeira transtu slo de vida, diz respeito ao magnetismo humano ¢ &s suas eplicarSes trap 64" 1 Tnitiation a l'Art de Guérir, Dengles Editeur. Cor e ae boon or que, depois disso, a palavra em questio tenha vindo hanks ne Tneitos pesquisadores como expresslo caracteristica da in- eitelivo, — ” fiiolégica, mas psicolégica 04 psfquica de que trata 5. Primeiras observapGes dos pioneiros Bo 6 eo OReirs observaram que algumasinidulidad iradiavam ano ei raed, esa autoridae, eta infudneasmpstic ~ expicativs Go eto de elas conseguirem, quase sempre de modo espontineo, o apco, a SReNamorHo, © assentimento «1 subordinaggo dos outros As sues concep (9605, 805 seus empresndimentos ~/ Mas ainda que elas pareciam dotadas de uma espécie de imantagto tal que o que cobigavam parecia vita las com uma estranha complacénci: as circunstincias mostravamse amplamente fa- ‘ordveis a seus intentos. “A competifo, os antagoniimos, a mais rude adver. sidade eventual” — escrevia, em 1902, Thos, A. Adkin — "longe de entravar Pura e simplesmente a carreira de uma personalidade magnética, afetamna de uma forma dinamica, contribuem, por assim dizsr, para elevar o nivel de ‘suas energias, para esclarecer sell julgamento, para tomar mais refletidas, ‘mais clarividentes as suas deciséas.”” ‘AS cem palavras acima parsoerfo, sem divide, a muitos leitores jus tepostas com vistas 2 iludir a imaginagio, a surpreendé-ta, abrindo-he pers Pectivas brilhantes mas enganadoras. Esa foi exatemente a impressfo que eu tive, hd mals de quarenta anos, 20 ler um enunciado semelhante a ese, Ora, eu me aproximei de vérios homens cuja personalidade e vide foram, a meus olhos, a ilustrapSo viva de todas as manifestagdes do magne- tismo pessoal tais como as descritas acima, e me apliquei a conhecé-os e a perseruté-los. Excegdes? Sem dividal Excegdes como todas as sumidades, como todos os virtuoses, Cada um desses aos quais acabo de aludirtinhe 8 integr- dade das diversas qualificagSes que dio origem a nfluéncia em questéo. A primeira vista, esses\exemplos parecem mais eificantes do que encorajado- res, Contudo, a andlise da influéncia individual, o exame de seus componen- tes, do uma certeza esses componentes existem, mais ou menos vvos, mals ‘ou menos disciplinados, em todos. Os menos dotedos, os menos predispo:- tos, desde que tomam consciéncia das eae ante an ae ‘tram neles, véem-se em condigSes de revigord-las ede orientarjudiciosamen- te a sua forga, Tratase de uma questdo de atentdo, de aplicagdo, de assidui- dade e de julgemento, como todo aperfeigoamento cultura cientifico. Pe falar, mais raros ainda s qualidade de seu magne! seus objetivos. or varos que sejam os excepcionais exemplos de que go 0 homens incapazes de ele tismo pessoal a um grau suficiente para 4, Prova da evidéncia de que cada um de nés exerce: influéncia De que resultam as manifestapdes de uma influéncia da? € acaso possivel @ néo importa quem, se no conseguir mais fortes, pelo menos adquirir uma pore apreciével de st pesquisas teéricas e experimentais empreendidas com vistas @ ses duas perguntas constitufram 0 objeto, durante os eingd dentes, de teses méltiplas, inspiradoras de numerosos cursos prética, Se abrirmos a Bibliographie des Sciences Psychig Albert Caillet? em 1911, encontraremos a lista de quarenta e tratam dos processos que, postos em pratica, podem reforgar cia, De 1911 a nossos dias, novos livros foram publicados rmaioria deles repete os seus antecessores, Outros no passam mais ou menos engenhosas. Por volta do 1904, a edigdo francesa de uma bro divulgada por um Instituto criado nos Estados Unidos, tengo, Eis 0 pardgrafo mais sugestivo dessa brochura. Pelo ceu tal, a primeira leitura, Com 0 recuo do tempo, passei seu poder de persuasdo. E por isso que eu 0 reproduzo aqui “Para provelto daqueles que se consideram um ta to a0 uso do magnetismo pessoal, desejamos fazer as |. — Uma pessoa pode influenciar outra? 11, — Certas pessoas no influenciam mais do que Il, ~ Vocé néo conheceu, acaso, algumas pessoas 4 influenciar mais facilmente do que outras? 'V. — Se esté comprovado que existem pessoas que Was pela palavra, o olhar, 0 gesto, a vontade, ndo aes a 2 Alber CAILLET, fundador de Société Unive © autor dé ‘Seri20u, principalmente, o tratamento mental. 16 tum homem ou uma mulher, tendo efetuado um estudo aprofundado das melhores maneiras de influenciar os outros, deveria conhecer mais, a ¢ss¢ respeito, do que alguém que jamais as tena estudado. Em outros termos, se existe isso que chamamos de influéncia pes- sal, ndo 6 acaso presumivel que o homem ou a mulher que se servirem de Ia de acordo com um sistema definido obterdo resultados mais seguros do ue aqueles que se servem dela, por assim dizer, 0 acaso? Vooé ndo pode negar que certas pessoas exercem influéncia sobre outras. N30 pode negar, também, as vantagens de um método sistemético ‘em relago @ um método que tenha por base a despreocupacdo.”” Essar poucas linhas me determinaram a estudar 0 método do autor, ‘método bem elementar,simplista, mas de um realismo muito eficaz. Depois, tomel conhecimento de todos os textos publicados a respeito, em lingua francesa e inglesa. A diversidade das tesese a reflexdo permitiram-me veri ar que cada concepeio, cade método contém uma parte da verdade. Ap quei-me a discerir-thes as analogias ou divergéncias, as complementaridades ®, depois, a construir com elas uma sintese cujo estudo, provavelmente, no carecerd de interesse. . Teorias elementares ‘Alguns acham que devem situar a fonte do brilho individual no dominio biolégico. Uma forte vitalidade, um organismo perfeitamente cons- tituido, uma ampla capacidade tordcica, metabolismos nutritivos precisos ¢ bem coordenados, uma circulagdo ativa @ regular implicam, por certo, num forte magnetismo animal. Junto dos fortes”, sentimo-nos revigorados. Pro: ‘curamos a sua proximidade, sobretudo se nos encontramos em estado de ficiéncia fisiolégica. Aproximamo-nos deles como de uma fonte de calor ‘quando 0 inverno ¢ rigoroso. Nisso reside, claramente, o segredo de certas formas de atragdo. . . Mas, existem pessoas de aparéncia frégil, cuja ago s0- bre pessoas de estrutura vigorosa é indubitavel. O agente desse dom emana, mais verossimilmente, de qulificagSes psiquicas do que de uma su- erabundancia vital, Outros insistiram na exterioridade — entendenda por isso: 0 aspec- to exterior, estético e cinemético, a delicadeza do rosto, a seguranca ¢ a ex- pressio do olhar, o timbre de voz, a clareza da elocucio, a habilidade tatica da palavra © o dominio de si insepardvel de uma boa educagéo. .. Mas, entre dda natureza, mesmo quando castigados com graves de- @, sobretudo, descuidados, ou mesmo repugnantes, encontramos 7 alguns cuje personalidade parece ndo carecer nern de sedueHo, nem, de persuasB0, nem de autoridade. Vemos igualmente p lentas, indiferentes &s mais elementares conveniénciasimy entre seus femiliares, mas nos ambientes mals diversos. Tag, admitir que, se a aparéncia fisica, a sociabilidade e a fineza tituem preciosos elementos de influéncia pessoal, 0 brilho dos: réter infu muites vezes,sozinho, com uma forga surpreendente, handicap evidente das distrofias, das vulgaridades ou dos fonte principal do magnetismo pessoal procede da vida int aquica, em outras palavras, de um pensamento ousado, preci pertinaz, 7 pirarem nela sua prética, Int ‘tismo pessoal. Por vigor psiquico entendemos principal dbstinacio do querer, ardor insepardvel de avidez e de necessariamente sensoriais ou materiais, mas estendidas 805 di Vo, intelectual e espiritual, ‘Mesmo sob a mais frdgil aparéncia, um ser desp elemento vis/vel de influéncia pode muito bem ser dotado vel vigor psiquico ou adquiri-lo sistematicamente, Sua independiente da palavra, do olhar e, mais genericemente, exterior, irradiase com forga 8 longa ou a curta distancia; tran aqueles que despertam sua atengdo, ‘Pensamentos, inspir conforme o que espera deles. Influi até mesmo sobre p Ta @ existéncia, quando sua mentalidade, sua sabedoria o} qualificam para entrar em contato com o emissor agir de a aa 7.0 papel das qualificagSes éticas Alguns mestres atribuiram, no desenvolvimento. tuma importéncia primordial & presenga de qualificagses | ‘Sido, benevoléncia, bondade, idealismo, elevagéo da {res em quéstfo, esses qualifcagses constituriam aS fluéneia psiquica. A nosso ver, las condicionam ‘ntensidede,o poder, 18 A observacdo da realidade nos dé a prova, pelo contraste das duas espécies de individuos, Freqientemente ngo vemos o homem desprovido de senso moral, violento, impiedoso e arbitrério, impor-se, subordinar, ter su- c2ss08, € 0 homem de sentimentos delicados, comedido, humano e justo, relegado @ segundo plano, apesar de sua competéncia e de sua atividade’ A Historia mostra, em suas paginas mais recentes, que o mais cego cespotismo ~ uma integral auséncia de escrtipulos, 0 uso das piores violén- cias, @ perpetragdo continua de homicidios individuais e coletivos ~ com veu com a infludneia que exerceram dois chefes de Estado, de que vimos, de tum lado, a ascensto vertical (devida a intensidade de seus psiquismos)4 e, de outro, a destrui¢éo brutal que engendra, invariavelmente, fanatismo dos urlatras transbordantes de orguiho, a ponto de se julgarem, a um so tem: po, oniscientes e onipotentes. Obscuras em seu inicio, essas duas Persona gens conseguiram, num primeiro momento, juntar em torno de si um pe queno nimero de aventureiros resolutes, depois centenas, milhares de entu- siastas delirantes, Bem antes de poderem usar e abusar da forga, de impor pelo terror, ainda limitados a seus meios pessoais de influéncia, sua presen¢a, sua palavra, seu invsivel magnetism subjugavam vastos auditérios onde se sniquilava todo e qualquer espirito de resisténcta de seus mais bravos oposi- ‘ores, apesar destes disporem entdo de tropas numericamente superiores, de cexércitos disciplinados e em forma, Tal exemplo, a0 qual recorremos em virtude do Universo inteira ‘8/0 tido sob seus olhares, mostra que o magnetismo pessoal nfo emana ex: clusivamente de qualificacbes éticas excepcionais. Dentre os aféveis, os inofensivos, os altruistas, os idealistas, somen- ‘© 0s caracteresfirmes, animados por uma vontade ardente e determinada in- fluem poderosamente sobre seus semelhantas e sobre a trama circunstancial de seu destino. [No fundo, é ainda mais vantajosa@ falta de intensidade do que a de hermonia, privilégio dos caracteres nobres e antitético dos psiquismos mons- ‘truosos ou apenas amorsis. Os sentimentos elevados irradiam uma modali- dade de influéneia que, mesmo vacilante, ao menos leva a vantagem de en- 4, Polo menos por algum tempo. 4. Um deles teve uma carrera honrota como tribuno; 0 outro atinglu 0 maximo na fun- 8 de administrador ou de pretsita, N&o force seu talento, diz @ sabedoria humane, ‘Toda empresa desproporcional 20 real grau da nossa capacidade # pode resultar em fracasso, jtivos. Por sua su gendrar apenas resultados positives. loca equeles de quem ela emana em rélaeZo com rental penevolentes, compasivas'e protetorar, ri! Otel seid vezes amplamente benéfica. $e © come ss enpanat o igor psiquico, par dlispensivel para aumentar seu vigor ps/aug lapodigdes moras através de cultura a eral da eben ane cenjanto dos elementos de seu magnetismo Pessoal akg ‘o mais invojavel dos poderes. 8, Como a intensidade sem harmonia gera reveses i Entre o$ fortes, 0 uso do poder pessoal sem eqiiidade mem e sua obra ao aniquilamento; determina, as vezes com vagar pre seguramente, repercussGes catestroficas, tanto mals graves qu forte for a dita influéncia, Em uma obra anterior® expus 0 mecanismo da “aga — Hé um quarto de século, no seio de um pais da tuiuse, sob a Sgide de algumas vontades resolutas, um centro dei telepsiquica de uma envergadura sem precedentes, Seus organiza ‘quiram colocar noventa milhées de homens em um estado de ‘cegemente fantico. Tudo que observamos, aprendemos ev de 2 trazer& luz 0 fato de que o criador da cadeia em questo! do — intuitivamente talvez, mas com preciso — de acordo com: rnomenisma interpsfquico. O Impulso centrifugo, irradiedo do (ou seja, de uma vontade propulsiva 8 multido de seres passivo diversas cadeias intermedidrias hierarquizadas, voltava a0 centripeto, multiplicando entio desmesuradamente seu poder. fato de sua implacével imperiosidade, essa formidével cadeia ja crigem 0 determinismo de seu préprio aniquilamento, A inter lenciosa de alguns, difundindo-se mesmo do fundo dos eéroeres ‘unissono ‘ E como se manifestou essencialmente a ago reflexa? progressva da lucidez de espirito dos principals detentores tral. A partir de um dado momento, suas avaliagfase suas 5.L Influence d distance, Dangles Editeur, niguilar a resisténcas. Somente 8 -_ uma essombrosa extravagincia, Nesses realstas, 0 sentido da realidade pare- cia estar, nos dltimos tempos, integralmente obscurecido, @ ponto de esta- ‘rom alheios as evidéncias mais clara influéncia primitiva, interpondo-se como uma tela entre o dis cernimento de seus subjugados e o mundo exterior, permitiu-lhes eriar a psi cose coletiva, gragas a qual cada um deles tornava-se um décil ¢ ardente au: ilar de suas embigGes, Rigorosa, a lei repercussva veio desorganizar efinal- mente aniquilar 0 discernimento dos déspotas. Ao longo da Historia, vimos esmoronar-se alternativamente os regimes aparentemente melhor concebi- dos; vimos fragmentarse 0s mas vastosimpérios. € que nunca houve regime nem império rigorosamente eqiitativo, que fosse edificado sem o uso arbi- trério e excessivo de forea. O uso politico das energias psiquicas, cujo ad- vento 0 segundo quarto de nosso século asistria, revelou-se de uma eficién- ci to répida e maciga, que chegou 20 ponto de parecer identificar-se com a carteza de uma iresistivel e definitiva supremacia. Mats assombrosa foi sua repercussfo destruidora. 9. O que é preciso tar em mente 0 diversos componentes do magnetismo pessoal definemse da se- guinte maneira — um elemento biolégico; — um elemento constituido pele aspecto os meios de influéncis Visiveis ou audiveis:rosto, estrutura corporal, olhar, atitude, pa- lavra manejada de acordo com as leis da sugestéo; — um elemento psiquico — invsivel — de importéncia essencial, procedente do ardor das voligSes, ardor cuja fonte reside na in- ‘ensidade dos desejos ou aversSes materiais,afetivas, intelectusi ‘ou espirituais; — um elemento de equilibrio ed harmonizagio vindo da retidlo ¢ da elevagio moral. Compete a cada um aperfeigoar esses quatro elementos, associé-los e dirigr com lucidez seus méltiplos efeitos. DA TEORIA A PRATICA = 2, Os componente di 1 in re - ae gitos elemantares ~ 4, Repercussso da = 3 Eo mages pou prpramente dt, (oc, eens ned. ~7. quia? 8, reer c, Voce cule pare eit Exit, 55 esse 1, Uma clara representagao da questo © capitulo anterior resume claramente as diver hi aproximadamente cinqlienta anos, deram lugar 20 trouxeram a luz a existéncia do magnetismo pessoal € que rmeiro esclerecé-lo e, em sequid, verticar suas leis, Esforgam trar como as mais diversas teses se completam reciprocament conolusses préticas elas implicam, O leitor que nos prestou alg tem, desde influi, consciente ou inconscientemente, fraca ou podero sou desastradamente, ao redor de siz€ is80 por it de agentes ou elementos, uns visiveis ~ ou extrinsecos — ou ‘ou intrinsecos, A fim de evitar qualquer confuséo no que a distings — Um pensamento resoluto, preciso e persistente, | ra silenciosa, mais poderosamente do que a palavra de um iiéncia. Um other pacifico, atrés da qual existe uma Pressiona de manera profunde e duradoura, enquanto 22 -_ ante de dois oho fiscantes deixaré aponas uma impress efémers falar intensdade na vide psiquica de quer os poss beleza eléssie8 thama atenefo, inspira admiragdo, deseo; suscite, por assim dizer, n¥mero- ‘os eneantamentos; mas, quando falta o bilo do interior, @ chara iradian- te de mmagneismo pesoal, vemos esvanecerse como um Sonho, admired, esos encenarantoy erquamvque 6 Niger qed, bea malar — Jicida e forte, um espirito pacificamente dominador, f7aam @ fluencia atrida pelos elementos exteriors do encanto por mals imperfeitos ue 55> jam. ‘A importncia dos meiosvisieis de inf uénciatorna-e considers 10% com métodp,e para isso & necessirio tribua para o desenvolvimento das Forgas invisivis, da irradiaedo magnéiicn, 2. Componentes da influéncia exterior Por ordem de importéneia, aqui esté a enumerapio desses compo- antes = acalma,, a seguranca, - oolhat,- — a sugesto verbal, — a atitude {no sentido de moderaeo, tato, educapio), ~ apersisténca, — a combativigade, CCada um pade e deve ser posto em prétta, tendo em vista seu aper- feigoamento, sua estabilizagdo e, principalmente, sua subordinagfo 8 vonta- dde doliberada, Sua utilizacSo sistemética, que seré 0 tema dos préximos ca- ptuos, rapidamente dard resultados encorajantes, 3. Efeitos elementares dessa influéncia Acultura ea permite = causer espontaneamene boa imprestio, mas de modo algum bus- cando, através da mediocridade propria dos corteses, a aprovacio, os apo metédica dos agentes da influéncia exterior 1 O brithe intenso de c6rnea ¢ resultado de causas puramente fisiolgicas. lowvores ou a simpata de quam quer que i. A Pare 6 uma personalidade dotada de influéncia pessoal ¢ ‘todos a seu favor; 4 : — adquirir 0 habito de uma tética persuasiva, sugestdo, tendo em vista obter, imediatamente ou ye dete adesio de cada um as concepnées, sentimentos @ ‘mos inspirar-lhes; f ‘ = exercer uma certa autoridade individual, que garante uma divis, um titulo, uma fungdo ou uma Pose tante; porém = permanecer imperturbével, em todas 2s cl senga de quem quer que seja, mesmo que 2 hostlidade das circunstBnctas tenda a desorganizar a resisténcia : = persstir na enecugdo das resoluptes ou decisSes laboradas, apesar de todos os entraves ou eventuais contrat Isto jé€ considerdvel. ‘Numerosos métodos, numerosos cursos visaram esses resultados, Toxiavia pesquisando-os, no se perde de vista © fato ‘luéneia extrinseca ou visivel é distinta do magnetismo pessoal 4, Repercussdo da movimentagdo dos elementos. sobre o magnetismo pessoal propriamenta 0 dom{nio de si pressupde um minimo de vontade mente, de aptidéo para a realizaeo de atos voluntérios quém esté completamente privado de tal aptido, Ela ap de uma pessoa @ outra, por um certo nimero de graus, Ora, indispensivel para desenvolver 05 elementos profundo reflexo no psiquismo e, portanto, em sua ‘magnetismo pessoal Esta autodisciplina pe em agdo a atengéo eo tendéncia ¢ subordinar os instimtos, a emotividade e a Constitui um treino muito efieaz, tendo em vista inte 90 judieioso do magnetismo pessoal, a Mesmo para os que so naturalmente dotados, Tequer uma aplicagdo assidua, uma autovigiéincia em: 24 um esforgo persistent ‘mas 06 resultados pagam incalculavelmente o esfor- @. ‘ 0 cultivo @ 0 emprego dos meios de influéncia enumerados no se undo pardgrafo prestardo servigos imediatos a qualquer pessoa que tenha relag6es com 0s outros: vendedores, representantes, administradores, propa- gandistas, homens de negécios ou profissionais liberals; pois assim elas pode ro dispor de uma técnica precisa @ segura para ‘chegar a seus fins, para im- plantar na mentalidade de seus interlocutores 0 germe daquilo que eles dese- jame poderio vé-lo desabrochar-se, predominar e tornar-se determinante, Na vida privada, esses mesmos meios ser-lhe-So preciosos. Longe de confir- arse 0 aforismo “Ninguém & profeta em seu proprio pals”, el sind sobre seus familiares t8o seguramente como na sua vida profissional ou so cial e, 82 desejer afetar algum deles em particular, infalivelmente o consegui- 5. Eficiéncia do saber tebrico A leitura de qualquer tratado semelhante a este confere uma vanta- um direto, imediata, mesmo ao simples amador que a experimentagdo no aire de forma suficiente para decidilo @ empregar os esforgos que ela exige. CO simples feto de integrar & sua vida mental uma clara representagio do pa pe! ¢a influncia individual, de conhecer suas lis, procassos e manifestagées, {clara 0 discernimento de quem sabe observar,abredhe uma nova perspect- va, uma chave interpretativa tanto das supremactas como das sujeigdes e do papel do imponderdvel na trama do destin. Doravante ele serd menos influencidvel, porque o prestigio da per- sonagem a quem se sujeitava passivamente até agora, o ascendente, ird des- pirse, a seus olhos, do caréter misterioso de onde procedia a maior parte de sua influéneia, Senti-se imunizado em grande escala contra grande parte ‘das tentativas efetuadas com 0 fito de induzi-to a admitir uma tese, de incul- car-ine uma convicgao ou induziso a decisdes ou atos determinados, gracas a uma neutralizagdo momentinea de seu senso eritico. Ler, reler, refletir, ¢ auto-sugestionar-se, Ora, a corrente de pensa- ‘mentos eriada dessa forma tende = eentenas de pessoas jé o disserem antes © mim = transformers em ata, As vlads dele engender ‘05 dias futuros, disposig&es mais proximas da firmeza, Assim, através de um camiaho extremamente lento no infcio, nurnerosos leitores de obras sobre a culture psiquica avangam na determinagso de praticd-le, Enfim, freqlentemente acontece que um choque relativamente brutal, devido a qualquer eventualidade impressionante, fei individualidade até aquele momento amorfa ou adormecida ntono de uma vide tecida de insignificdncias, este re se segue decisio, a apio, 0 esforgo 0 a persisténcig, Assim, as possibilidades abertas pelo lvro hg tanto lado, repentinamente iluminam-se com uma somras,e suscitam uma expécie de revoluggo todos os poderes latentes do ser, Vemos, entéo, 0 interessado colocay © romper as resisténcias, com um ti tretanto, é melhor ndo esperar 0 teri € abordar imediatamente a lareza que try interior, uma tal impeto qui ‘choqu bor Drdtica, para no ter que agi te, © que Drovocaria uma fadiga quase sempre *efreadora do impy Mais segura & a via normal, ou ‘the, @ execugdo metédiea , prime ttugBes do capitulo Ill; depois, , dominadas as difi res win questo? Tentarei explicar como fazélo, 6. As fontes da energia cengendra um impulso mais forte do que a avidez pela satisfacio de alguma incinagdo sno ae ~ 4 aspireeses puramente intelectuals, através do confecimento clemttico ou filositice, © homem cuja principal preocuparto ¢ saber, pe «uisar, dscobrir, decidir, avangar cada vez mais em suas investigagbes, us tra. exatamente esta coneepeso; ~ 0 Idealismo caracterfstico dos que t8m a vida interior animada « governada pelo desejo de identiicar-se com algum modelo de elevaco es- pirtua. Toda avidez, quer seja por valores ponderiveis, ow a avidez pela it teligénia dos mataméticos transcendentes, ou a obtencso da perfeigdo sta, Consttui uma fonte abundante @ inesgotivel de energia psiquica. Um inten: so ardor cobigoso por alguma coisa suscita 0 esforgo eastegura a persisténcia para sua realizago, por mals penosa que ij Quanto as averse, onde eada um disceriré em si as diversas for- iat (Sensoras;afetivas,intloctuals),considero-as,apesar de seu cardter ne- gativo, como fomentadoras de iniciativa, de resolugéo e de firmeza, Uma ou vitias aversbes muito vives podem muito bem dirigir a orientagdo do pensa: ‘mento e da atividade para um objetivo, por Cuja obtengo mesmo um fraco empenharse-ia com uma inabaldvel vontade, ‘Um suti fenomenismo tende a poupé-o daquilo que the inspira um profundo horror, porque a infludncia des pensamentos que voc# tem a esse respeto faz com que voce "magnetiza inspiragBs, pessoa as presewvadoras Sree 7. Pergunte asi mesmo: “0 que é que eu quero?” ( mais fugdio pensamento, 0 minimo esforgo ~ sea ele obrigaté- ‘io ou fecultativo — exige 0 emprego sistemtico dessa espécie de energia cu- tar um desgosto, um prejufz0 ou um perigo. (ra. execugio das regrase processos cujo cumprimentoe aplica- co deserwolvem a influéneia pessoal, necesita uma vigilante atengo em to- dos os momentos e uma determinagdo inflexivel; porque aqui state de romper com velhos hébitos, destruir a influéncia da rotin ede reflexos con dlicionados hé anos widez e suas avers6os engendram a Propulsio indis nae te ee fudnia psal na eliza de sus deta SHO M8 ag, , ra vassal er vida privade,Aborda cla Sau negra 6 posivel ober ito sm eaforgo ou al redueo do Sores nota ag vale a renunciar a0 mais eficaz meio de aro # de influéneia. O/Objetiva fury damental dos estudos psquios longs de queer estar at evi ¢ pelo sucsso, visa, 20 contro, &equiskao de uma caPsciiede desea a mma da média, Vood sente um ardor cobigoso earrebatador Por Certs Satisagses? a . + le jimento, - Sente-se detertinado a rejetar este ou aquele constrangl Ee impor asi mesmo todas os atos e todas as privagbes necessies Pardesi 55 los? s se epost for afimatva, oe retém emi ra amperage cane siderdvel de vigor psiquico; se for negativa, MO desencoraje: tente suscitar, \oluntariamente, das profundezas de seu ser, 0 é/an propulsor que nose ‘manifesta espontaneamente Estd disposto a fazer um balanyo sistemético de su sues aversbes? 7 Formule a si préprio as perguntas que se sequel ramente:O que 6 que eu quero? “= Um harmonioso equilibrio psivossomético? ~ Uma grande feilidade de trabalho cerebral? — Um seguranga e uma perfeita desenvoltura em pablico? = A eguranga ¢ bemestar mateval? : = Uma vasta sabedoria do ponio de vista técnico ou filosbf ~ Um poder sugstivo e dominador acima da média? — 0 acesso a um determinado emprego, fungdo ou situagio? — A capacitagio necessiria para cooperar no meu ideal — A sabedoria indispensével para conciliar minha outrina que recebeu minha aprovagEo? Se estas perguntas nio correspondem cas, voe® daverd formular outras, atamente 3s 8, Interpretagio de auto-andlise ms © balanco precedente pode muito bem conduziio @ itncia do fato de que, sem vontade firme, inert, disperso, vock se sentiré compardvel a um pequeno barco sem leme, abandonado a0 sabor de todos os ventos, influéncias, circunstancias Néo se ruborize por isso. Voc8 no escolheu nem sua estrutura psi colégica nem as pessoas responsdveis por sua formagao inicial e nem os aus- picios sob os quais foi colocado diante das realidades da vida. Vooé 86 deve prestar contas a si préprio; mas, face.a face consigo mesmo, seja veraz. Quando se olhar no espelho psicolégico, é de seu maior interesse examinar-se sem complacéncia nem humildade. A superestimago, bem como a subestimacdo, no serviriam a sua causa Tomar consciéncia de sua condiggo mental atual, tal como se apre senta, ¢ dar um primeiro passo no caminho de uma transformagio radical, atrair © impulso decisivo para a obtenco das qualificagées que Ihe faltam e a supressio das deficléncias que vocé deplora, ‘Tem-se falado muito do inferiority-complex —o complexo de infe- le — ¢ trouxeram & luz o efeito propulsor que o sentimento de suas insuficiéncias provoca em certos homens. Se o juo consciente de pos- Suir certas desvantagens revoltar-se contra sua condicéo, se ele sentir, com relagdo a suas deficiéncias ou anomalias, uma aversdo violenta, jé estard no caminho da superioridade, 0 timido revoltado, aquele cuja prépria timiciez inspirhe horror, j4 esté em parte curado, e iré adquirir a mais imperturbé- vel seguranga. © homem bastante impressiondvel tornar-se-4 impassivel, j vulnerdvel @ qualquer influéneia exterior se, 20 invés de resignar-se a passar a vida inteira no penoso estado onde sofre em todas a¢ circunstanciag, decidir enipenhar-se metodicamente na conquista da estabilidade interior. Superard © obstéculo e iré adquirir um sanque-frio exemplar ~~ Inspirando-se neste livro, por menos predisposto que possa estar em tirar-Ihe algum partido, estaré aberta a voos a possibilidade de tornar-se urna, jade humana bem superior 4 média. Nele vocd encantraré a forea, ime Provisard a énergia e ganhard a determinaego; sua recompensa serd o sucesso, Elevaré ao méximo suas capacidades atuais e faré nascer novas possibilidades de um nivel bem superior. rioridad 9. Vocé esté qualificado para obter dxito Se me acompanhou com atengZo até esta linha, voces concordou. com as nogbies € idéias-chave do éxito, de onde partiréo os efeitos que ddeseja gravar em sou subconsciente, Talvez eu me expresse com mais com #80 do que elegéncia, mas certamente nfo sem eficdcla. Tudo 0 que de ler deixou em sua mente uma marca, da qual logo poderé avaliar a ada ple intenedo ~ dia mesmo pola fundidade, Ins ireakardhe uma. conan racional mse BOGE ovas fo he dsertarem um 0, ua restoring rientago habitual de seus pens por poueo que sl #0! Por menos que voo! se empenhe no capitulo vecé ro demoard a tomar gosto €2 Ve fue voes pode tar dos processos da influéncia pessoa ae a impressions, ara decid 9 Queer, cima de tudo, g de daquilo que a cultura ps/quica torna possivel tudo, ACALMA 1. 0 papel primordial da calma, ~ 2, A avez pela calma, ~3. A aversS0 pela agtagfo, ~ 4. Um primeira passo, ~ 8. A eapacidade fisiolégic, ~ 6. O controle do senssrio, 2, Fale sem press. ~ 8. Procure a companhia de pestoes tranaiilas, 1.0 papel primordial da calma Consideramos @ calma como a Pedra fundamental, o pedestal onde devese apoia e se manterinabalvel todo aquele que quite conquistart dos os outros meios de influéncia pessoal A calm por si 6 influi poderss- ni ‘Se, como Unico efeito nico efeito, este livro conseguiu determi rd vantagens er Toxins viemos a0 mundo com ums predominénela temperamental biliosa, nervosa, sangiinea ou linfética, que & p Os biliosos tém uma tendéncia & ans ‘mesma ocorre com os nervosos,tepidantes por definigo, Os sangdineos, 09 ‘mesmo tempo pilécidos e explosivos, nfo se daminam com feclidade sob o feito de uma viva emopio, enfurecem-se, encolerizamse, tornamie Violen- tos. Quanto 265 linfticos, de aspecta inet, frequentomente os considers mos bastante plécidos mas, no fundo, sfo verdadeiros feixes de nervos, pre- dispostos a convulsGes desde a primeira Infancia, ea verdadeiras crises espas- ‘médica, assim que thes acontece uma forte contrariedade ou uma série mul- ‘0 prOlongada de vicissitudes, 0 cultivo do dominio de si é cde uma calma imperturbavel como 1, Ver, do mesmo autor: Les Marques Révlarices du Caractere, Dangle Esiteur, Quando tudo concorre para.a trang ' Mas gostaria muito de conseguir inculear-Ihe @ ideterminagao de manter Su impessibiidade apesar das contariedades, aborrecim@ento, antagonismoss aera ven das pees inflieds do mundo. MSS nfo serd * reces a0 Senor, MAS ppossvel se voc® apenas sonhar co fim através de um exforgo resoluto, de ume epic te, em todos 08 = tromentos, através da rupture do modus vivendl ro ecm primera formas, a socedde incl o* ADC nea exigéncasprofisiona Voce seré extreramente recom us semelrantes, ao com: sto, quando, ypensado com i re tem uma superior: pararse com a maioria des observar au cade manifest sobre eles. es esi alma nio significa indiferenca, sen pilidede, néo-ematividade”- ‘e sim poder represar 0 dinamismo Trovional e, em sequida, utilizalo de uma maneiraefcaze precisa. 2, Aavidez pela calma is vantagens da calms ajuda a 4 insistentemente 2s prin Imagina 2 espera deci e + enrgia.indpansivl 205 VEE que toda auto- era aque. Com a inten d force ue base mmeditagées que acteristicas de Uma pes seonselhemos, vamos primeiramente resumi 05 £3 soa habitualmente cal: 1, — Seus nervos e-misculos J, un coniderdvel yu de rlaxamanto, 0 que 2 jos) mantém umn tom ta todas as suas ‘osmal fungBesfisiologias ’2 Em todos os seus ats, pensa d2 modo retilfneo, convergente, sua atengio mantém fmme no que executa, Nio se deixa distsir fe mente; ppermitethe comecar seu dia nis 1 pausadamente e produzir o mé- ximo éom um mii 4, = Aproveita plenamente seus dias e horas de repouso, porque vive com plenitude o momento presen — 5, ~ Diane dos outros ndo manifesta errogéncia ou 2, Term eriado por Heymans e Versa, Ver La Caractéroloie, de Le Senne, e Traité ee, + cuta as palavras que the sio dirigidas sem manifestar exuberantemente suas reages interiores; = 6. — Domina a impaciéncia, a itritagdo, 0 arrebatamento e, em suas converses, mantém uma moderagio suficiente para impressionar favor velmente seus superiores, sous iguais ¢ seus subordinados; 7. — Fala pausada e distintamente, Sua elocugio néo 6 precipita- da, Todos entefidem claramenteoqueeladiz; 8. — Sua presenga apeziguadora, berana, consttulse num encanto e até num sedativa quando estéperto dos oentes. Todos ficam contentes om sua presen 8. = Dificilmente se deixa invadir pelas sugestdes de quem quer que seja, s6 admitindo as afirmagdes e exortagdes que tenham valor. quém consegue imporhe uma convieeio ou “arrancarthe uma decisio”. “10. — Os imprevistos, os contratempos, as desgragas — insepardveis a vida — no abalam seu equilibria, assim como um ruido repentino no a faz sobressaltar-se. Ela se afasta da fonte do ruido ou afastam-no dela. Sem gastar suas energies em lamentagdo e imprecagBes, friamente toma as provi encias necessrias para nautraliza, ra medida do possivel, os imprevstos, oni! = 3 — Uma eventualidade de conseqiénclas gravemente desorgani- zadoras no a Seduz mais do aur get po a to tempo, pois ela confia ém su “metodica- ine suas faculdades: a 12. — As piores adversidades aafligem de maneira mis objetiva que, ‘4 pauco, ds vezes em todas as horas, serenamente restabele- ce a corrente, atenua 0 mal que a a de suas conseqGéncias; em soguida,sontese mas forte, mais eombativa do rar outros combates, ela dird 13, — Por mais modesta que seja sua posigGo, 0 individuo calmo sempre influi sensivelment® & sua volta @ isso s6 6 possivel em virtude da ragio que seu comportamento méderado inspira. Freqdentemente se pensa nele para cargos de confianga ou de vigilincia, Angaria a maxima es- ‘tima, compat/vel com seu valor natural — as vezes mais ainda. 3. A aversdo pela agitagao ‘As maneiras do seu oposto, ous, 0 homem de “voltagem é 3 Dowlw @ pee es a fine 2s 7 O Grubela nnelo |, ome lee equilibria incerto, Nem por iso, ‘am de se transformar nos corredores mais pestgiados de sua época, minhos que conduzem ao reforga da energia psiquica, em quase inicio, hesitamos,tropegams, Isso ¢previsivel Nao se alija por iso, via que Ihe trapa este livro, tendo a constante preocupaeio de an "um pequeno progresso cotidiano ao de véspera. Voed adguitrd vigor mental, da mesma forma que zdquiriu, através do andar, f resistencia, ApOs a conquista da celma, vamos empreender 2 estado caracteristico do homem que tem, pleno dominio de si, senga de um magnato, como ciante de um pobre mendigo que pa na esquina das rues, como no contato com qualquer cided, um dia ensolarado quando, depois de miltiplos exercicios, hoje em diane, tenho a certeza de que ninguém no mune ‘minha lucidez mental, minha Segurayca, Na adolescéncia, uma nuanga de timidez, embarago, i 1. “As patsoas de uma raga nobre tram, Rreensante falta de conhecimenta dos homens ede "vets fin Be ence 04 padre, € um mau sintcmn, tanta para arpeeto Inwlectul, que um jovem ecostumede facimente br areeien Principaimente em sua normal e, algs, bem preferivel a altivez grosseira dos caracteres desprovidos de tato, de discernimento,cujaimpulsividade quase animal determina, sem a minima preocupa¢io de socibilidade, os atos e palawas, uma altivez que lembra a irtupei to jovial quanto inoportuna de um edo entre jogadores dequitha, A soquranga apreciével,racional, sempre resulta de uma reeducago, ™etédica, de um treino continuo, de firmes esorgos. Com 0 tempo, todos nés adquirimos, automaticamente, uma certa desenvoltura dante de nossos familiares, de nossos companheiros de traba- tho, das pessoas que quase diariamente conosco mantém relap6es. Dafa en carar com imperturbabilidade personagens ou meios muito diferentes v luma grande distancia, € necesséio passar por véras etapas, pois possibili= dade de influir sistematicamente sobre outrem pressup6> uma segurana tal que, de modo algum,alguim possa nos intimidar, papel de um bom estado orgénico ¢ essencial:na base de quase ‘toda timidez persistente?, hé debilidade, enfraquecimen:o ou qualquer irre ularidade funcional. Tudo que recomendel tendo em vista @ aquisiedo da calma — particularmente @ cultura fisica, o manejo de pesos e halteres © a natago ~ concorreré para diminuir sua impressionabilicade, portanto, para estabelecer sua seguranca, Pense nisto, executando os exercicios. Voc8 iré adquirir ume serenidade, uma tranqdilidade de alma e uma impassbilidade surpreendentes, 2. Fisiologia Reagir cada vez que sobrevier uma emogio, tel seré, desde hoje, nossa primeira iniciativa, Para fazer cessar @ constri¢do do plexo solar, lugar nde se sente principalmente o mal-estar emotivo, veja como se deve proce- der: Respirar profundamente, diltando primeiro a parte superior dos pulmées e, em seguida, alargando as costelas. Depois fara oar entrar na base dos pulmées, enchendo assim o abdOmen, para esvazd-lo em sequida. Reco- imece trés vezes estes dois iltimos “tempos”, que devem ser executados rapi- mente peneirante ou de um “poder nite acessivel e be do costanho-escure aa castanho-médio parece it car aptidoideotgia,Inmeros intletuns tam olhos dessa cor O amarelo «verde signficam a originalidade das tendéncas cerebral, afetivas¢ senso- ] e Se ovigialidade 3: vezesinginua, vers fantassta © Outras vzes anor ral. O verde implica um nervosismo paroxistica, com momentos frenétcos «¢ manifestagbes explosivas, Enfim, observamos que a pigiientagao ‘woe. ) ‘ado Guase sempre coexsto com disposgSesobjtivas, circunsperas, exper: rmentalistas e uma ponderagéo pouco comum, 2 ante 3.0 olho considerado como objeto bri Toda superficie brilhante retém a atengdo e tende a alterar a aoui- dade da consciénca psicoligica; em outres palavras, do ciscernimento d8 ‘quem as olha, O resultado extremo disso, isto 4, a hipnose, chegs — es vezes extinguir — 2 atividade do psiquismo superior (0. cppacienet FP a $ iw > B 38 SPIEL 7a ees ww ae a zendo com que a vida subconsciente (psiquismo inferior), a vontade ¢ as agSes da pessoa fiquem subordinadas 20 operador. Esquematicamente, 0s dois psiquismos representam-se da seguinte maneira: [Laauismo Superior | Consciénci Discernimento pricolégica | Autorandlise Critério légico Pensamento | Razdo refietido tengo Pensamento voluntéria espontineo Voligdes inibiebes deli- beradas Para eumentar 0 brilho da cérnea & conveniente, antes de tudo, ev tar qualquer espécie de comida ou bebidat6xica,particularmente 0 cool @ 05 alimentos ricos em purinas, colesterol, uratos # oxalatos. De resto, & convenintelavar sempre ot olhos com colitio, para remover o$ residuoe de pocira que, de cera forma, escurecem a superficie dos globos oculaes. Um {resco do mais comum dos colirios permite nfo apenas adquiir mais brilho, como também tonificar 0 orbicular das pélpebras, acentuando portanto sua abertura. ‘Sabemos que, quando estamos trabalhando ou lendo, @ luz mais fa- vorével é 2 que vem do lado esquerdo. Um abajur que tenha luz esverdeada dé um efeito repousante. ‘Antes de comerar a exercitar a influéneia do olhar, é preciso apren- der a dominar 0 reflexo das plpebras. Para tanto, quando estiver lendo ou escrevendo, mantenha os olhos abertos, sem pisear, No inicio, durante um ‘ou dois minutos, depois cinco, dez, quinze minutos. Persistindo nesse exer- ccicio, conseguimos ficar horas sem piscar. A necessdade de piscar desapare- la, levantarmos a pélpebra superior. ‘nada, num énibus, no metr® ou no inte ou ngo) @ esforcese para escolher um “vo” que este: uma ce se, a0 invés de cadermos 8 Quando néo estiver fazendo trem, por exemplo, escotha um ponto [belies imeiro deveremos rmanter o olhar fixo nele. Pri f June rama plano horizons! od ios, ancl a tar aay par rogiso mais elevede, para outa mais bai Rt seguida fixaremos 0 ponto Pairaits 2 exquerda, Ao menor storms de S08 (prurido, lacrimagéo) a cetioe parar 0 execicio © #6 retard CADIS 1 haver desaparecido qualquer sensagio desagradavel. Mantenha ume expresio neutre om Seu sieve ranza as sobrenceltas, mantena os mésculos faciais relaxedos, jer tenso visivel ou interior. expulse qualgue 4, Primeiras experiéncias da utilizagao do olhar ‘A partir do dia em que seus olhos, seu reflexo palpebrar, 58 Gl press fisiondmica,estiverem sob seu controle, adote a seguinte linha de conduta: quando estver trebalhando, conversando com os outros O84 O&M nos, normalmente aber- do-os, mantenha uma fleuma absoluta, Que seus 0 1 possivel, que seus parsamentos, suas reages — POF pisauem © mi = esas que sejam — no modifiquem em nada sua ‘expresso tranqiila, ‘massive, indecifravel € evidente que, se em alguma ocasido voce tiver ave mmanifestar um certo estado de esprit, como por exemplo, quando voce for felicitar alguém, encorajar um doente ou dar condoléncias, deve dar a0 rosto a expresso conveniente, mas sem esquecer, entretanto, que o que vocé dis ser € como o fizer sera mais importante que o olhar @ a expressdo. Em ne- hhuma circunsténcia deixe transparecer sua inquietapfo, sua dor, sou des contentamento ou sua reprovacdo. Domine-se em todos os momentos. Dard ‘assim uma tranqiila impressdo de forca. Seu olhar prenderd o dos outros, {que por sua ver, 0 escutardo com passiva atenco. Se alguém Ihe fizer censuras, escute sem protestar, mantenha uma | tranquila, Se elas nao tiverem fundamento, cedo isso se tornaré nite 4 uma merecida consideragdo. Se, pelo ccontrério, fizerem-Ihe elogios, acolha-os sem demonstrar uma excessiva sa- tisfagdo. Tenha sem S08 ‘ipios fundamentais: sua proj “fo, no que Ihe conceme, € muito mais importante : que 4 de quem quer que seja. x _—— = ~——Vale mais observar a regra de nunca mostrar-se solicito, concilia: dor, de nunca buscar a bajulacdo, nem a simpatia, nem a admiragao, e have- 14, cada ver mais, pessoas dspostas a obter suas boas grape. : aid Um olhar absolutamente calm indifeente faré com que se inten: sifique @ solicitude de seus bajuladores. Quanto menos interesse vocé de- monstrar pelos sentimentos dos bajuladores, reais ou ndo, mais interessados bles ficardo em Ihe agradar. = De modo geral, quanto menos vocé deixar transparecer seus senti- mentos e preferéncias, quanto mais seeretos forem seu saber, suas opiniées, sous designios, mais Ttenso se tornard seu poder atrativo. 8.0 magnetismo fisico do olhar ¥ Todos nés emitimos uma irradiagdo puramente biolégica: 0 magne- tigmo animal (veje anteriormente), cujo eampo de aco néo alcanga mais de dois a trés metros2. Ao nosso redor, exterorizase um campo magnético, em | onda concintias, de todas a spericles do corpo, especialmente das um paciente, faz com que © magnetizador afeteo positivamente, Principal- mente se deixarmos o olhar cair docemente sobre 0 plexo solar de um doen- te relativamente agitado, exerceremos uma zzendo com que © doente sinta-se invadido por uma doce sonoKincia. Se conhecer alguém que esteja particulatmente febril, nervoso ou insone, use — de um ou dois metros de disténcia — a projecZo dos efldvios emitidos pela regio ocular. Isso contribuirg para a seguranga de seu olhar e seré altamente benéfico para seu paciente, - — (© magnetismo animel pode efetuar-se sobre pessoas ditas “sensiti- ves", som que elas se dem conta disso, através do olhar. Basta — sem nenhu- mma intengdo especial, sem_a_ mini " nem 1 “querer” — dirigi-lo & nuca da pessoa em questio, entre seus omoplatas ou | scbve uma vértebra dorsal qualquer. Tent isto com cada pesioa que, ocasio- | ralmente, se apresentar numa situago favordvela voc8. Sete adez por cento delas sentirdo efeitos bem nitidos (estremeci ‘tendéncia a inclinarse pare trés, a virar 0 corpo para outro ladoy/pode até ocorrer que sofram uma slbbita queda, para a qual devemos estar sempre prevenidos para intervir ‘es que caiam no cho). Todos os que experimentam tais efeitos facilmente 2 Verfiquel em varias ocasides esta influbnca, absolutamente diatints de influbncia siquica, Cada vez que me afastava cinco ou dez metros de um paciente edormecido or passes ou processos hipnétices, seu sono tornavese mais lve, tf que, por fim, acordave seriam induzdos ao sono magntico; um bom mimero deles até manifesta ria, em tal estado, dotes excepoionais de vidéncia, 6. Exercicios oléssicos ‘Apés ter criado o hébito de adaptar-se 8s recomendagées gerais pre- codentes deol deta eta gues tetativacom ona Fs oe hos, é chegada a hora de passarmas ao teinamento decisivO- Entre os nu- yuarenta Obras | publicadas en- ‘merosos exerecios preconizados nas trinta ua tre 1800 1810 ashi patelamentejucioot ox exereci® Coma ds palo Rev, P, Weller, Spois combina a cultura do olhar@ 2 subordinago forge evn & vontade, Sua pia, akim de contribu ara scueaGsO do oer, fertalos a suranga e confer &expresifo um “aud dacilldGhall ‘mentando asim a influnciapesoal. Eos, traduaidos do inglés: 1, — Peque uma fea de papel comum (10 x 15), nern muito arossa nem muito fra, Cortea 20 mo, Peque uma meta do Papel 6 ei ve numa das potas infriores, usando apenas o polegar e dois dedos. indo deve fier afastada do peito uns vint cinco centimetras, um espelho um pequeno circulo de papel, segurando-o de sejaexatamente na mesma linha que O yundos. NBO ‘ ‘ Fixe n ‘modo que o canto oposto superior ttho e 0 pequeno cireule de papel. Segure 2 folha durante 12 segh rigoso. musculo- ‘Algumas experiéncias de fascinagdo, sem os movimentos oculare seriam um eficaz complemento para a educagdo do olhar. ‘asta colocar a pesto num lugar sensivelmente mais baixo do que | 0-do operador — para que os niveis de cada uma das linhas visuais estejam distantes uns dez centimetros um do outro —, pedir & pessoa que mantenha seu olhar diretamente fixo no do operador e pedir que retome essa atitude, caso a interrompa (o que acontece na maloria dos casos). — 7, 1845-1850, Apts sua more, alguns mediocre imitadores usurparam seu pseudbni- tro, sem no enanto conseguir seu renome ou mesmo aproximarse dio. 8, Mais tarde (1880), um mzico do Marnhe, Or. Brémaud, utlizou, de maneira not vel, 2 apo fescinadore do olhar, mas de mado diverso de Donato, Bulletin de la Socieré de Biologle(Boletim da Sociedade Bioligca), de 22 de margo de 1884, Seusprocesot to sf recomendévels por serem muito volentos, "2 8. Le Fescnation Magnétique (A Foxcinoéo Magnétca), Dent, 1862, Ta feio de detaes sem grande interes e sb consagra algunas linhas a tei 10.Grfo do Autor. ‘Ao fim de um tempo geralmente curto, o fascinado no eonsegue > mais afastar seu olhar dos olhos do hipnatizador. Se estes levanta, a pestow © imita e 0 segue, conservando os olhos fixos nos dele. Ness estado, ainda que @ pessoa tenha perfeita consciéncia do que se passa, @ sugestdo pode ter uma profunda ressonancia, que pade ser utilizada em beneficio do paciente, Tiques nervosos, gaguez, maus hdbitos e varias outras aflipbes desaparecem, através da ago reeducativa das afirmagées e injungdes do operador. ~ Aqui no me estenderei sobre a terapéutica sugestiva, assunto do Qual jd tratei longamente em outras obras.110 que é importante observar 6 que ~ como em seu meio, entre seus amigos e conhecidos, nfo pode deixar de haver pelo menos uma ou duas pessoas que apresentem problemas psico- \6gicos — certamente voc8 encontrar, para exerctar a fescinapSo, mais Pes Soas do que necessitaria para aperfeigoar a educagdo de seu olhar. Cada um eles Ihe enviaré outros, se mantver sua influéncia nos limites convenient, sem abusar da dependéncia de um fascinado, fazendo-o executar um ato, mesmo insignificante, que no seja conveniente, Nunca exponha alguém a0 rigculo pare exibirse. 0 que foi tolerado e até utlizado na época dos vulga- rizadores, dos ""magnetizadores de opereta”,'2hoje em dia seria de mau gos- 10. Até recomendo redigir antecipadamente, conforme as indicagSes da pro- pria pessoa, a formula das diversas sugestdes que ela quer receber. Tendo concordado com cada palavra dessa formula, ela ouvird sua elocugdo com uma perfeita passividade, Tudo o que voce disser seré registrado fielmente pelo subconsciente da pessoa, engendrando assim os resultados desejados. “Timaerer rocks de yoni et Métade rate de Marion, p= art pon (Teor proces do pmo e Modo pc do matic vo. notice), Omg Ee "2 no wou Comptes Rent du Drone Cong eration de Hypnotine (Atas do Segundo Congresso Internacional de Hipnorisme), podamos ler esta doctors ie eroswa “Form en Motard fara eee nian one «Te congo fez Peters Pare 100, ¢0v0une de ata ta pba pr Vigot Pres, Eau em 1802. ASUGESTAO APLICADA NA INFLUENCIA PESSOAL 1. Em que consist a sugestfo. ~ 2. A dualdade mental. ~ 3. Fungo eindividualidede do subconscionte. ~ 4. Principios da sugesto verbal. ~ 6, A sugesto excita. ~ 6, A tu nto afirmatva, ~7, A auto-ugestéo, ~ 8, Obstéculs que devemos evita. ~ 9. Suges: ‘es eficazes, 1. Em que consiste a sugestiio ‘Apis @ educago do olhar, vamos abordar a da palavra, ou seja, @ arte de saber aproveitar 05 principios da sugest¥0, com o intuito de influen- ‘iar utilmente todss as pessoas com quem vooé se relaciona, para que elas ‘jam de acordo com seus pro igo influenciar utilmente porque nin- ‘quém pronuncia, diante dos outros, uma frase que ndo tenha uma ressonan- cia relativamente acentuada, persistente ou favordvel. Vamos supor que voce 4 uma pessoa que esté tdo distraida que nem mesmo o ouve, 1 Evie dentemente, ela no manifesta nenhuma reaeSo imediata, mas, sem que ela o saiba, as palavras que diz estéo sendo gravadas, quase distintamente (como. num disco fonogréfico), em uma regiéo profunda de sua mente, regido sem- pre passivamente receptive, sempre em funcionamento — noite e dia ~ ual falaremos mais adiante, nos pardgrafos 2 e 3:0 subconsciente, ‘Até uma pessoa que parece acolher suas propostas com {eita indiferenga registra-as da mesma forma, Uma ou vérias das |. Nesse caro, ela se encontra num “segundo estado", sr oct explanar pode se fixarnela, gurminar, desabrochar #0 impor até 4 obsessio. Cuando voc reiterar suas “sugestées"” sob diversas formas, estaré ‘metendo-the na cabeea”. Por mais que ela se oponha categoricaments, com Contradi¢Ses, negagdes ou recusas, voc# jé teré aflorado — ainda que ligeirar mente ~ as disposig6es mentais de sou interlocutor. Voo8 as terd modifica do, imperceptiveimente talvez; mas, a partir de hoje, lembre-se sempre de ue € @ repetigdo que faz a forga da sugestdo, E também é bom lembrar que a arte de apresentar uma mesma concepego ou uma mesma solicitaeao, SOD aspectos diferentes, permite a repetieo sem que voc# se torne importuno, Ao contrério do exemplo precedente 0 da objeeo formal e obje- tiva @ tudo que vocé disse — quando acontecer de seu interlocutor eancordar imediatemente com voc’, quando, sem a menor dificuldade, obtiver @ apro- vagio ou @ concordéncia daquilo que pretend, prepare-se — principalmente se visar @ um resultado a curto prazo ~ para possibilidade de ter que repe- tir aquilo que foi calorosamente acolhito, isso porque, por mais imprové- vel que pareca, devemos sempre contar com a hipétese do interlocutor vol tar atrés em seu assentimento, pois alguma reflexdo que ele fara ou qualquer interferéncia que haja pode mudar seu ponto de vista. Nunca se desconcerte por ter tida um acolhimento meio rude © nunca se trangiilize com a certeza de é “haver vencido a batalha”. Os mais, sugestionéveis nfo sfo 0s aparentemante déceis, porque estes, volves, vol- tam atrés em suas idéias de Gitima hors e se esquivam a0 empenho que vocd, far para Sonvenctos de alguna cole, quanto que of que pafecem rebel des. os que repelem brutalmente qualquer iia da qual tentam convencé-o, ‘agem assim, por um mecanismo de autodefesa, Sua presuneso, sua ilusbria certeza de invulnerebilidade implicam numa falta de autodefesa metédica e racional. a = Para dominar a influBncia da pelavra, com preciso, cde causa, de acordo com as Teis da sugerido, acho indispensdvel compreender ‘tudo « 0 que diz. respsito ‘08 principios nos quails voc8 deve se inspirar e aos processos que devem ser colocados em prética. Convio asim 0 Teitor a te ‘concentrar, com, o, nos trés primeiros A sugestionabilidade, a fa como apti {rer a impregnagdo das ideias sugeridae, fo pri fe ; hipnose, que permite / lute dos emanate dos quais ose,_ale_ pect : qualquer sugestdo engendra uma reagdo semelhante 20 seucbjetiv. Definitivamente, trate-e de uma ere do espirito humano, Todos nds somos sugestionévsis, mas ningu io grau de sugestionabilidade, @ ‘ndo ser que passé por testes experimentais ou a Por circunstincias excepcionais, Na época de Charcot, bastou um simulacro de incéndio no eorredor {do um hospital e um salve-s quem puder”gritado por alguns internos @ ene fermeiros, para que alguns paraliticos recobrassem © movimento,? repenti- namente movidos por um medo apavorante, pela idéia de fugit, de escapar 4s chamas. Viram-se exemplos andlogos, quando dos primeiras bombardea: rmentos de Paris, em 1918, Pessoas paralitioas, tidas como Impotentes, des- c2ram tho rapidamente a0 abrigo, que elas mesmas ficaram surpresas de te em conseguide chegar até ld Diversas provas experimentais foram sucesivamente levadas 8 cabo, para discerir em que medida uma pessoa 6 sugestiondve. Jé expuS 0s mais simples, as que qualquer pessoa pode utilizar sem conhecimentos especially fem meu liv, Théories et Procadés de 'Hypnatisme (Teoria « processes do Hipnotism}2, Por outro lado, poderdo encontrar em meu Méthode oeuto~ ‘suggestion (Método de auto-sugestio)* a descrigdo dos testes baseads no sentido olfatvo e nes percepgbes tates. No voltarei ao assunto aqui, O due ‘quero acrescentar & que, por mais rebelde que parega uma pessoa a sugestdo experimental, na vida ela nfo pode escapar a lel comum:ela tem, como qual ‘quer pessoa, um certo aru de sugestionabilidede, Ali, sugestionabilidade dde uma pessoa que jf sofreuainfluéncia de um operador ficaré insensivel a8 manobras de um segundo, se este for mens hébil que o primeiro. Por outro lado, o momento tem um papel importante, Uma pessoa tornar-se mais $en- sivel ao hipnotismo se na véspera no tiver passado por nenhuma sesso, © papel da sugestéo é mais insidioso e continuo durante a vida coti- sna do que durante a experimentagao. E isto porque toda palavra falada ~ eu escrita, toda imagem, toda manobra compost, premeditada com o intl tode introduzir no curso do pensamento de um serisolado ou de uma massa reunide, uma idéia, uma representagdo, uma férmula que fapa nascer um de- Sejo, uma disposigl0 moral ou uma convicedo, para conseguir adeséo ou con- sentimento, devem ser consideradas como sugestdes. A publicidade sob to- das a8 suas formas, os “slogans”, a “propaganda”” dos Goebbles de todos os ‘redos politicos, as campanhas politicas, as encenapSes teatrais, os ritos, a5 ‘cerimonias,inspiram-se na intengo de adormecer, entorpecer e até aniqui 2, Perguntardo por que todos 0s paraliticos daquele corredor néo recupereram 0 ‘manto, € que o estado de uns procedia de uma psiconeurose ‘sulares irreparéveis, 3. Dang iter, 4, Dang iter. 2 © senso critico, com vistas & exercer uma determinada influéncia sobre o pensamento subjetivo: a imaginacio, a impressionabilidade e a vida afetiva. A sugestéo jé provou sua eficdcia, tendo obtido resultados saluta- res, educativos, energéticos ou terapéuticos, O vendedor ou representante ue conhese o mecanisma e as eis da sugestéo esforpando-se por aplicas, ultrapassa seus concorrentes, Na vida privada,c fato de saber manejar a in- fluéncia sugestiva confere possibilidades persuasivas excepcionais e uma au- idade irresistivel leitor poderia concluir, por tudo o que leu até agora, que nunca Poderd imunizar-se contra a sugestio. Ora, apesar da imunizagdo absoluta ser incompativel com nossa estrutura mental, podemos adquirir certa imur (0, pelo menos para o essencal, quando tomarmos consciéncia do papel da Sugestdo, assim que a vigiléneia, eselarecida pelo conhecimento do fenome- nismo mental, despertar, entrar em ago etornarse constante, — Qual a intenoo das palavras 4@ OURO? — Ocque me querem fazer admitir, desejar, decidir ou realizar? Que interest, avidez ou avers animam meu interlocutor? Se esses trés parguntas¢ outras andloges intecpuseremse entre seu discernimento @ cada uma das pessoas com quem vocé fala, voce estard se ‘cautelando e condicionando sue autodefesa, Como conselhei em obra anterior,S0s auto-exames freqiientes Contribuem bastante para a imunizagao, “"Voté deve, pelo menos uma vez por semana, dispor de um tempo Pere rememorar os pensamentos, emopGes, impulsos, tentagdes, desejos, 50s dos dias anteriores, procurendo detectar sua origem, € importante que £2 julgue sem nenhuma indulgéncia e, se precio for, reconhecer quando se deixou influenciar ou quando foi dominado por certas tendéncias que havia decidido reprimir. Esforce-se por discenir sob ifludneia de quem ou do que Vocé deu vazio a essas tendéneias, Avalie as inoportunas conseqiiéncias des: ses desvios.” Na realidade, apenas a negligénciae, prncipalmente, » presunggo condicionam a passividade. ‘"Nocé pode, diz 0 Dr. Sage, tomar ¢ resoluggo de nunca sar in- fuenciado, Mas se néo tiver adquirido o discemimento € @ sabedoria indis- enséveis pare protegerse da influénca, sua resolugSo seré to vi quanto 2 procede de Uma certa constituigéo temperamental, de uma certa @s- ya cerebral, de sugestdes e exemplos recebidos na inféncia.®Fora da ica pura e das cincias experimentas néo existe uma certeza absolt mo tese que Mio possa ser objeto de refutarbes @ de demonstrapses « prlhantes, Sem davida era o que pensava Félix Le Dantee quan- via: "Os metafisions so artistas” Mesmo que ood seja reservado, que nfo corsinta em coisa contré- igs s suas concopetes, pode estar certo de que néo estardimpressionando Ce voraelmente, se der as sas palavras uma disripo sifelent, “Tocios os meus predecessores disseram e repatiram: Nunes exponha sos quivs, suas revindleagBes, Abstenhase de quiquerobrevato cx su Sousa critica sempre free arament cog, Nunes sobreceaue 3 = ergs outros Com suas preoeupagle, sus pent ou acai, Els ji ten preocupagdes sufciontes Se das pessoas dsctem em sua presen, evite tomar partido, pois certament fara um inimigo da ‘pessoa a quem nfo dou razfo, Evitando dar a impressfo de que se dsintre plo asunto am sco sim mi «or paava dereprovag nem pars um imps aur shase STEN? vowel voce ganar “tempo para reflett': 5, Aatitude ‘A solicitude, jé desaconselhad @ cortesia, algumas vezes admiti- da —e até recomendével — algo de servil, enquanto que # segunda 6. "No combata a opin de ninguéms panes di e todos ob absure idade de Matusaiém. 8-0 de mod, Por sua vez, unos eet noimo justitcado — de alguge aa eando-s nel para decidir ga A msiria dos seres humange rate de seu deterinisme ine ded parece ser muito aenaaet reat cOm eles, radon agra peapatt® de us rears ena svalneo do nivel de cones Ue Pode de, Bositar em cada um. Permaneca, Sendo rio pelo meee” impassivel, mesme, sisted mi fore motivo de descontentamemo ou dean © relaga gizima besos riniplmente nunca comentew fats caer Segundo ume al, demonstrar cera ou yan : Sto, é melhor evitar um exeent vo envolvimento com “os amigos © conhecidog na verdadeira, a sincers amide ix Schoponhaur,presupso una parte ena Puramente obj tva @ completamente desiceressad, pela feliaee infelicidade do on, {roo sa partelpaeo suse, por sun vez, uma vragen identifcacio ue Jzigo com seu amigo, O egoismo da natureza humane en posto a esse sentimento, que a verdadeira am izade ¢ uma dessas coisas que ignoramos se Pertence a fébula, como a grande serpente do mel, OU 88 existe de fato'7 a losofia, considerado pessi toda ilusfo), néo altera o prazer que sentimos n; 18m conosco uma identidade de concepoéos, #08 ou de praceres, dirigida. Quando voce julgar conveniente ceder, fa ‘Ge voce nao est4 nem um Pouco interessado nisso, © fevor que fez, Nunca guarde rancor — Serve 0 comportamento das Pessoas, base ue deverd ter com elas futuramente © ge quase que mecenicamente, em v ——— 7. A. Schopenhauer, lc. cit. 88 6, A educagdo a servigo da influéncia pessoal (©) que comumente se entende pela palavra “educagdo” consiste nar, na vida social, Com diversas regras concebidas com 0 intui- os choques, de ferit suscetibilidades, de néo importunar nin ar indietamente o amor-péprio dos outros. Um ebdigo de “convenidnia”,elaborado com a ajuda do tempo & o, expe a5 regres em questéo e explicathes o fundamento. N iramos, Por outro lado, certaspresripe to cadueas quanto aste- da corte, o beij-méo e outras gentilezas, De qualquer forma, é me- thor nB0 as mil e uma convengées que podemos ler nos tratados s- ine jieados, nem Ue se Bare Podermos atuar sem embarago —e sem rn qualquer ambiente ‘Do senso da medida e do tato — ambos inseparéveis de uma sagaz censblidede ~ procedem ot prinefpias exencns de evliade, © PrinetPios oderemos restabelecar com @ preccupanio de manifestamos, em nos «Frade, maneiaé © palavas, comedimento consdereeo para com to » ema pessoa dotad de delicadeza, mesmo desprovida da mals rumen: So, manifesta espontaneamente uma socabilidade considerdvel. ao pareze, por extmplo, Observer nos outros dfetes sien ou ind pincia ental que ofl gna oe toed linguagem, grosserias ou at sivas do descontente, contribuindo, dessa forma, para apazi- ha, mesmo. aos mals inferiores, um minimo de benevo- fo de ovitat vam ede ison a 0 igno que tudes provocat Ela testemunt guélo Inca ede atencdo. ‘Considerada como meio de influéneia peso,» polidez pode de- senpennar um pael importants Dames form, Si Shaper Be sara quebradga, ob 0 efsto do clr tomase tomate 8 Aue mos, podem, através da polidez, tornar flex! de tomer a forma que desea tes ~ homens rudes nostis.O autor compare vis e déceis — até complace vr reflexos da poder ao uso de uma maeda notors falsa: seria irra: onal economizéla, diz ele. A pessoa sébia sabe usar a gentileza com libera- lidade, sem que isso the custe nada, © cumprimento dos prine! to neste ponto — na obrigagdo de cunvar #8 vontade dos outros. Ela profbe o comportamento brusco ou ative, ma fo 2. Recomendamos, entre cus dias do outros = ERS sel fa bem vive, lfusion Selenite Ete Folitese et Savoir Vise (Polen ea ert Obriga a prestar contas ou a dar justifictivas, Sua educagiio deve servir Prin. Cialmente 3 sue pesoa,contribuir para seu sucesso, sua reputagto, Em to, sas oportunidads, sus cortsiasbrandaré a contrariedade que a indepen, Gkncia de sua condute poderiaocaionar ao seu redor. Ela trad @ considers: (0 especial de todos para com vor. 7. Persisténcia e combatividade Praticer 2 cultura psiquica ¢ “restabelecer a corente”, a comrente «we ara @ deriva 0 homem desprovido da necesiria combaividade para lutar contra a marée tomar a direplo que sabe sera eorreta, Die, pom indispensée, 2 subitituiéo dos antigos automatlzmos por um eomports mento raconl no pode ser feta de uma hora para outa, Netutalmente, Clos tandem a vot & ton, ado dia em que, aps termes feado esuperadg Gentes de ves sus entities de retorno, fnalmentstrnaremse ais feeadc, menos vse to mai efeitos, que poderemos consderos ge. finkvamentesbjugados. Pristina uta, mune fier dsarmado por muito tempo, manter determinaglo de “sempr re resstr” — tas s$o as condigges indispensdveis para a vitoria final, Prolongado). A vigiléncia entdo tende a se ra Tevoma seu lugar, Esse néo demora a perce essa regtessfo desencorajé-lo imediatament ls da influéncia pessoal, ele deverd ‘bstéculo, Ele pode estar certo de que. meira vez, ‘modus vivendl antigo ber sua regressfo, Por que deveria 'e? AP6s uma revisio dos prnei- 0 filésofo mais determi o pensamento refletido, a ente as disposieGes iniciais de “Nd creia, diz ele, que ceil pols ears e maximas abstr djxarse conduzir de boa vo siretrizes préticas>entender at A primeira acquire pelo exerciclo."® ge que jundarn fide, a doenga, 05 Br igs e deixam nascer de atencfo, de ci danga de habitos, | Qualquer mudanga, por mais judiciosa eatraente que a, co » ta um perfodo de adaptagdo, no sem incdmodos, op. Supere o incémodo deste perfodo, nfo se incomode com g | sista. Cedo vir 0 costume ¢ vocé nio retomaré de boa vontade ge hibit outrora Quem faz exercicio musculatério cotidianamente, n apenas fadiga @ 0 corpo dolorido. Ap6salgumas semanas, €om o eorpg tado, todos esses sintomas desaparecem, © cedo, urna vez criada @ neces de, 0 culturista encontra um grande prazer na sesso matinal, Se cirey Glalmente encontra-se impedido de fazer seus exereicios eotidianos, fica 6 om 8 impresso de que "Ihe falta alguma coisa, quase comp « | cle tivesse sido privado da égua e do sabo na hora das ablugties habituais, © adepto da cultura psiquica nlio demora a encontrar prazer na ng \2 vida que se esforea por adotar. Seu equilfbrio, suas aspiragdes & "Gade, os efeitos de sua infiuénci, sua maior aptiddo para realizar seus qe, Signios, 0 sentimento de confianca em si, de seguranca e independéncia que ele adquire, sustentam suas energias @ Ihe dio um contentamenta 20 qual no saberia renuncier. cio 9. Transiggio Da identificaggo @ do uso dos elemer MOS exteriores ou visiveis da influéncia individual, vamos passar a0 estudo € ao desenvolvimento dos ele- ‘mentos invisiveis, ou soja, do magnetisino pessoal, Durante o Livro |, creio ter ages ¢ diferencas das duas fontes do A medida em que voc8 for Il, aumentaréo suas possibilidades a seguir. explicado claramente as analogias, re- Poder e da vontads 82 conformando as indicagées do Livro de conformar-se as do Livro Ill, que vem ‘Nesta parte, no trataremos somente da subordinagdo de suas mani festagées visiveis a rogras precisas, ‘mas também de como conquistar 0 mais Precioso atributo que o ser humano pode ambicionar: 0 governe da vida pss 4uiea, da vida interior; em resumo, do pensamento, Governar seu pensamen- {0 ¢ libertar-se das cadeias da fatalidade, reduzir ao minimo qualquer depen- déncia e dispor do mais sutil meio de influir silenciosamente sobre.os outros © sobre o destino, SUA INFLUENCIA INVISIVEL | vis psfquica, ~ 2, O agente univertal, = 9, Fontes da intensdede Interior. = 4. Como dirgir com efiedcia sua influtneia, ~ 6, Como centralizar af forgas ments. 6. £m qu made 0 erin atm ot ota? <7. Anos Sones rviativs 20 psiqulsmo humana, ~ 8, Vereagéee experimental das concapgtes sntguldade. 9. Diretivasprtica essences, oo * 1. A vida psiquica (\ margem da silenciosa atividade organovegetativa, geradora @ ioe er ee i eS = anima_o ser humane, Muito complexa, apresenta-s¢ sob dois aspectos gerals distintos _ De um lado, 0 que @ psicologia eldssica chama “vida afetiva'’: rmanifestago da sensibilidade, das tendéncias, avidez, sentimentos, paixbes; ntimentos, paises; Se outro, 8 conscincla, ou seja:0 discernimento,o pensamento deliberado ¢ objetivo, alga, 2 3280 ‘Ora, a vide psiquica no apenas tem um reflexo direto e freqiente- mente rdpido sobre nds, como ‘engendra uma it que se exterioriza cress do espago e subsiste no tempo; iradiagdo essa que influi naqueles com quem nos preocupamos, ‘sobre os seres desconhecidos que implica em ronws_ preocupagGes @ sobre os imponderdvels agentes pré-formadores de eventualidades iminentes ou longinquas ~ de onde ser tcida # tama de nosso futuro. Sua atividade psfquicasuscita magnetizagbese repulsSes; cra possi videde pele a rms pel expres “mogretisno pesea!, Dents forma, tode erature ane ¢dotade ant. mals ou menos inten sontcrme ogravas ule, mais ov mencs fiz 2m sae rapreset ne me umenoy, ualeasament cide, Canesber ogi pesos! co sido deur 30 Um preophte conceics ‘oohecimento @3 meracinde pe ‘ior wets tr scart verdad © maaneti pesca 8 poteria tr 9 ceslado do esudo ge wot exciton Sob 3 quest € que no's do fenomentm psiqucs, rredorsaenrutura mat dy 58 tnt deve fcr ent oe de me fe scompanhada de um ser so 0 ind duo mse alo. sul rea reuse uma revel fem seu maaratimo pessoal de que ne sink Apciendowcs wm meio oo Dessa \ trodes. serdar edo ° de perpét ato de 0 sorgos ae u slounss co crs sande pub outro 4 univer ‘tet par os objet qualquer sted, quar come desis, er 0 po- se aso, depend unicamente de voce? Same 48 aval snta condo att pelo menos no exec — ene princi ni snd ov ar: Scrat cut on patie #8 nstTUGBeS que vamos aprsertans © mis tugidio de seu pensamentos conribui para determinar cor wager cras svetulies,Epenhese am gm wn pl asa com ard comclenemens be» tae de oem Sate» «joa de ccunstineas due dizem rspato a propio be acordo com nos estrutura, somos centers morfos, indecisos, dispersos = or eros 2 OU muito aidontes, resolutes» concen ‘efor Como Yoo! jf sabe, 6 do erdor que precede © poderoto agente do ‘ssetsmo pestoa. A propria extuture dota cala um de um dicerniment, rer eu menos entrants, seguro, répido e preci, Ora, ¢indspensivel The cert lcidez de espirito para digi vantajosamente © poder vindo do Wore do concentraeo. (que Ihe propomos & trabsthar no intuto de moditicar seu pi ritve condicionamento que, Zs perpitua transformaglo, da evolugdo, Todo esforgo realizado com 0 in fune-do resisir& corrente e de restabelectla na boa direfo, faciitard os estrgas sequins. 2. 0 agente universal Uma influénela pode-se irradiar? . . . Was como? Tero lugar aqui algumas consideragdes sobre esse assunto, ‘Até uns sessenta anos atrés, apenas alguns sébios expecializados pos- suiam a clare compreensio do mecanismo da telegrafia sem fio. No selo do grande piblico ao qual chegou, através da imprensa, 0 eco da nova descober 1a, quantas pessoas “'sensatas”” davam de ombros quando a conversa se citi 9 para as estranhas possibilidades reveladas por Marconi, Edison ¢ alguns ‘outros: “Como, diziam esses Idgicos, se paderia transmitir uma mensagem sem que um fio ligasse 0 emissor ao receptor?” Entretanto, hé milénios, a doutrina hermética mencionou um agen’ piversal bastante stil para compenetar a mottia mais dense bastante Stet! para veicular qualquer irradiagao. = "Qs por ow nase de gan anne Si ee eet ect S0 com toto srs, rs parlors com iT icvatcnie cones »dsonhacans de urs depen sel. ho a gue deamon es abtenso do qo aboriamos. Qu det ue (ian rhs nor prin es at ere Iressa pigs de ea um alos ivi on eer ested rp sr aon eo penis peared evenile- ome eres deren par ‘waun ra crete Tengo, cbscro, pov minis qu seam sevsreeursas materi, 0 homer desi « loa, pea ondenzao de uss eerasintrines esta Concentrapio mvaravlment oietade, mat ark par 3 © que postuam Sous pansamentos sete stairs 0 compemantariro sus divest a pracSer conanto ux sam coeretes,compatives uae €m es Outas & ‘epides segundo sou re de mporéneaobt va, Cadi um tev oportunid ds qua teers brat, se oil “io espe ‘objetivo prec Gare dar eve ebserar, po renos ume ve erate ia, aus personage ie eee [is frmezs¢ostinacb, digs por um dierent realist caro, bs caper tare despeit da una st ursorusientr» dt ofgens bem medio: ae eet res pars acquit, ebm oF ans, un sues de escent envergadura eo Si ima infu, uma avoided e una notridadedevides © ura radia na io strativeesimpsticn essconsai is um bom exemplo «sr spud canto Certament, mesmo sem a aio do magnetisno pesioal, es quali indispensive cagées ecima mencionadas:frmeza, obstinagfo, clarza de esi, seriam tadas, prt suficientes para obtermos alguns resultads. Mos, s analiarmos a crrei a Tis do nomem que degnamos como modelo, corstataemos que he ocoreram | gico — Insprscdesengenhosas ¢fecundas, que ale se encontava fortuitamente em ao eso # born ur ce as tun Orne hau ocr iit pr se race ten aa 0 poe ‘elo com indivduslidades evo obeivo comport uma simultane Ge ineeses com seu propria objetivo. Difamos também que, em muitas ‘cesses, ole fi fvoreeiso plas crcunstine ss, que ele "tve sorte” Sus stividade, no setise materi da alas, nfo expie tudo. Sub influénea Ise éesempenhou um papel recominams em relasio 3 sun stvdade ‘compardvl ao expoente da una conta alg 23. Fontes da intensidad interior A intnsidade da via psiuia cordon diretamente, com i ‘os, 0 ara de tensto de extorioriagso magic, Numa baire tendo, in ‘uénie frac Numa teo mé, inutnee normal. Numa ats tena n= fiuécieoxcepsionl Elewro tins ~ 0 ard interior ~ €sentuac a nei de nose proariadade isdn, | endocrnolgi troune & luz uma fote de intensidace co pape, inde que puramente quantitative, nfo podera pati cesparcebido. Rel ame §seererdo interna dae indus supravenals seeegdo ev que, rt bal, sabre o influx nervoso, sobre as funeesintlect ss de ganda rendiment, gona da atvidede pela atividade ams 0 esforg (sobretuda muscular] em sl A manos que nfo ersga um objetivo precio, a menos que nfo conedba ura rete sirvar ‘ere dar 4 suas anerga, ela se agita ese daxgasta de modo dleperso, det oordenado, isto 6, sem efito Gul, Faz pense numa roda mottiz que no & Tigaca a nenum instrumente produtivo, por nerhuma coneia de tansmis- Ho, Inversamente, 2 insufeineiawpraenalpredispBe a um estado moral fisieo entorpeicos. Tende 8 formar caractre nee, indeciot ¢ amortos ‘So bise € seu e220, 2 actta ir a ummadico especialista, Longe do Clesaconselhar sslematicamente o recurso 20s expedient do arsenal medi camentoso em geral,e mais particularmente aes da opoterapia, dectaro que & indispensivel uilié1os quando for necessrio, Sua: possibilidades so limi tds, portanto nunca dspensim um comportamento insirado pala luzes do 4 fsologia. Sua contribuigdo ~ sobretudo do ponto de vista endocrino- geo ~ quate sompre permite vencer a etapa que separe a quaseimpoténcia do estado onde ¢ possive o exerci, © tein, 9 minimo estorgo. Tambsém, bom uma consulta a diatsta, Com efeito, um determinado regime favore- 2 8s fungées endocrinoléyicas,algum outro as antrava ¢ outros até a: ani uilam. © uso hebitual, freqdente, de certas wbstincias, prinipalmente do x a Le ” “0 @} Fee HS 3 ~ * ee Fe ea ncecee ee eee ee oe cuca a piearmp oem remy as so da, a ea Pecan oam om aumentar suas forcas, alcangar a capacidade de trabalho, o nivel cultural extgio social corespondentes Bs suas aspracSes, Nio d8 ouvidos & oomeee race ion su radia nage’ Gus Senden 20 sentido que atribuo as ays Palavras precedentes. Comumente entende- ¢ » ww oye, jae do, gs 4% aa” or ms ae om a inca eto in, ni eae, io de mae nde rrr Shai ie tnofo moran a ne wen oe ° ‘ou atv, como tambm tot 0 qua s© eipanharn om aleago epost ‘ asics Fama cbueneo de um reat qulaue. © Es ‘sg aa unr po cede tn TE bie sm eur um em id 94 I ° ‘onporer abt, 9 ep ine, des rr mo mundo ett, com nrg ti, ebb reins ain © eco de 2M ST omulado pele fortuna, mas que se mera pelo cumprimento d® Su8t ims ordens, taba ard een ss ons, wala aan por trun poder coo seo ou nue gn aim ie pelo por lume ier. O promt i en fexaante Ser ot se mie oo mesa oes reo que implica sun eben, ls weames janie Ge We om paiguies e nfo dee apettneas motras ou aensoias, Estas times fo 2 vontade, mas sio difiilrante compatives com & rios do animam relat ponderacto @ a lucidez mental; comsidero-s como elementos secun mente coraderoes como Hamers lan inter ves sobre of Guais a vgiincia do disearrimonto € cenioridade do psiquismo superior nfo davern nuns relaxar 0. ‘Os que emitern quase que exclusivamente um dessio aj satistaqdes sensoriaisreramente emitem um fina grande envergadure; sua rmagnetizagdo perma fintesdes secunrias. Neles,alarqueza de e spiro néo é vasta. Suas delibera ger racionais no consideram de maneira suficiertemente ampla e \ucida 3 JFendes lines do existence, Or, 66 influimes com ‘preciso sobre aquilo sp magnarnos mentalmente com cavza ¢ como So da relagies de aciedade mo cujaefiedcia te restrita a algumas 52 causa e efeito 4. Como dirigit com eficécia sua influéncia de Magie Pratique (Tratado Metédico de smano a uma eartuagem. O Cat veventa a forga animadora do arganisma € @ ‘do cérebro que conduzer a carruagem. Pro fo perdeu nada de sua clareza em virtude 2 da teguinte forma: carroce 0. E eviden- Em seu Traité Méthodique Magia Prévica/, o Dr. Papus compara o set hu ro ¢ 0 organismo, 0 cavalo repr ccocheiro faz 0 papel da vista € fponho que essa comparacdo, que né a rarefacto dos veiculos nipoméves, see fei ria para organismo, motor pera propulsso, moToriste para dived 101 e.gue so roan 4 roar, rat sun pape 0 abo tnaae Oe aga So matt aie Com 80 60 Di fam | era pe vata pig, oebure fone do dina in eno conn tod om te maison fais pl ndepninela bajo ce poder o serio netzstiano da palawa: peo pelo ode, pela ra, tranesir, comer, spor SE nto pola supriordade, sb uma deterinada forma: nica, vse, tard aesana, ee ade ela conquite de um sta socal superior: # sto 0 qu entendem ioe, 08 que alam de ave, ‘enedo pol vituondade na wereuto de tarefes ou mises pa. eularente del cad, ‘pexfo pelo conhssimento, pelo ibe, pela investiacto, pela reenimado por om desses caburentes, qualquer psquismo, ainda «ue inside num eran mo emir uma raiagdo — um magnetism peso ce efetorsurpreendents, no uizarente por caus de seu poder ‘nas também porque concentada, rintads, com uma fxagSo constant Vids interior odo safe nanhumdspersf0, ‘Assi, quam quis exter uma efi influlneia sobre a pessoas at coisa deve, antes de tudo, dar & sua vida mental um, um alvo, um objetivo mantido no primeiro plan de sus preocupagSes © ‘a onde convriam seus pensomentos. Mesma cue © objetivo se situe no pl ‘no material, anda proforel &apatia a0 dewerdicio, mas, reito- sSo as. erlragdes de ordem peiquiea que constituem es maiores fontes de anim be. ‘A ambigdo, sob todas 25 suas formas mesmo a do sucesso mate fal), deve sf considerada como um eficaz earburante da vida psiquica lis, ndo ha absoluta nacusidade de pretenses megalémanes, Um metal to, anirido pela ambieSo de adquiirhabilidade, equranca, precisfo © 8 virwosidade necessria para promové-o “operiro’altamente qua dlesenvelve, através da orientagdo de suas facudades para a obtengéc de un objetivo primordial, uma poténca radiant considerdvel 102 on Mata ‘mos ave" ‘erm it conics fats ‘uma ave brewte fere 3 vn es pete nm aia ‘ spd amie canoes ee raizie parquet um, Um ob som nour ao mio a aco em distal Forming, sesso dos erento arene {aide onde emana o magneto pee aoe ‘armor deni o "mote, boas reco fa" €o ‘gn nnn eno os oe as roads de aco cima enumcraan, per deur motor otete ace Bol TRL © so me toma a eT NS nae teeta do tom rsens de sito nem ponders, <2 cama gusfceto 6 indzpensve par it com Seer E rfigou n de modo ques ereunsonct 1 iit de etd sj donos earns dat fret Gor So ‘Bo verdade que tods sre, ansaments set, ema nari, du mesa foi & verdadero gue qusguet averse Dade 9ST SI ate. Ns prmeias obras pofiesés peso mor ave ers we eh re cera crt No moar do ge 0 SS. oo Teeter tear, #ansede,o medo, 2 areesfo, MOY a etm Sesoperiarum ppel 0 oer ea ~ cor oe ee quem spate em con eo ieee or o.com wr fort sertimerto eve, S00 tt at eat por un dtemiade eh, OM 8 i 2 gente «resis de sr oe wsh 1S OS ri cu ome 8 eee ma ia 1 a eri, praue 3 22 no, pore he ip ne rr, ro me cot ai tess que ust gga epee rors 0 spevken rie rae, aa aaa” qo eo 8 So Po Dee grin dani ras 2 onary. Be pats fre Sue iy oon spon et i as wae ara a cote" A guise de ‘conclusso a este ‘arégrafo, extaio de FEU ‘Curso por carga ge ob lia 3 9 cone corn joe 8 SO cd rte rey ao ede corre echo start a oid TAIT to des aesentck petdncia ede ei com 103 dé Cae eee eee = masa a. ~ Saiprl om rt star. evnd, ef, e-bledoeba ogre det se tle dv opine! wh eo pata coo da asi emule onanoment sum encore Pts dete ume as de sen snigonenta ae Sub» excio desu pin om stapes Dis seg este unl cs € eenilque scons tor eT ees ‘oronmario de mes fi tis, Se mateaimene wie saat oe ‘lor ou min porte vcore —- Lembreae de aut seu obltvo primoral spore & rea na mente © prinepios aus aaa dela, rte © inmtaran ccescntan te eles Estou convicto de que #pds a eture date prdgrao voce en trum pouco mate fart, 5. Como centralizar as forgas mentais For menos dotado que sl 20 inivduo se conformar is indica. (80s precedente, condicionard sua atvidede ‘eto se enconta mais ou menos dive lam como 0 antioto de um corpo quimice anise ‘& multiplledade de nosso etadosde.slma ¢ a tnicacaure do ‘Kalizarmose ndo obtermos o que desejamos. Com eit, alo sufcinie” ‘querer uma coisa para obté- #la, € também neGemrio no querer outras coisas {ue sem incompatives coma primeira. cre ao mesma twee saan saaipscelic.ocnsana bem-estar nro erates cmon Sr igualente a5 luzes do conhecimento @ a apuléncla mareray erseguit © ci gae Baer juto com alguna raze eis, pretenr rast uma obra grandiosa e viver um amor desvairado, . E emitir duas correntes de forea que tendem ase neutrdlizaz um planes ‘emoza in sae. Su rizagdo ¢ compara potenci a dap sequin remot ‘Quen probie bra lo. Obser Oualquer sucess uta de wm concentra ds enraapskuiea em um ance cote, ent, st, dorado, ‘quanto um homem in lomentdvel ruin to sum four aul i bat tar certo 6 =, pote gf Concer sie apy oo ne seers gr ron wl ahaa eos SPS eyiates wie sae tars rvs fs, ro como trom mcr nc eo hint a foggy, snc aero oe Salt ts wi ay sees nn i Topas tn Pacer me firmeta infenivel esta surdo «cog neuer ieenls pura ou Ccunstancial que possa desvi-lo dele-O toms de suas energasslevarsed, co tsa i i vn ane Domne ers det. initrd eb toons Se near a0 priesjeed ciperetireompihirsneayaseeenprmnd rizaglo cad ver mais poderosa colocaré vacé em contato com outras per sont Mil lwo Wiehe ees Detteaine-en am anion Soice cms En som copra worsen wincsaerie nee tan Om tonnes on ster er era ea neat ues aaunere sen sfeacutges Ga Peart Yee naa ign argent eat oat seguinte, no estado de vigilia. Este fenomenismo, longe de ser suspento pelo aan ait Nine, clit Sepa ma lr FS SA OT ee aicbert at tle: sta su propredder de Togs dance aera woes dome "mtutando” una i, perando ns acs du probleme ideoldgico ou pratico, voc’ ‘dasencadeia sutis mecanismos cere eee ta ge da notte, abaham an seu prove. Visto Sb al Bo oe ae ido snmo noite & boa conseleireexplcasedaramerte. Observe as idéias que Ihe ocorrem, tanto na hora de uma interrupglo do 50° aon a scmantd A slugdo que "oo! nfo véimeiatamente’ no wd 12-2 irromper no curso de seus pensamentos, se mantiver incansavalmente @ a irromper no Sur eus pensamentos, se mantiver InCensSvelmenvs 105 Sainbege coer ee ce aah. eg a Seem a nly te soma nod gare sis fs mr cane Sen ea aoe eine tes cenetaae aera ee or aon maha, arms ware ao ra nance me 5: Em que medida 0s semelhentes atraem os semelhantes? 4 doutrna outers exbogada por Emerson, Prentice Multrd, Willam Walker Atknvon, Viney, wile, doutrina denominads “New Thought 0, No ‘tise num conjunta de consiseraptos teriores do pensemento, portanto, 0 Pensarn i, simplista a meu ver, deve ser reconsiderad, edo atrai o meds", “a tri Cc ed isteza aral izer,embora nid 0 tenha ese ae a Feunspeeeso ea determina tnvomieae tao con sent car nam ters b ha iis. aii ibe we ee see fe oma Pocono, de eno, oma de ne eelanssio Sere tent ee crac «em uma inilaiva de sentido cont ae ostado de desgorto a a eso energia ara eriar, endo 2 learn, 90 mencs 8 Segundo 3 Ji citada doutrins de Atkinson, ot pensamentos de core sem, osinismo, aio " i ssc tan Se fra is Ct Ponta At ane ta ane ee seep a oe et inte a 2 fo na Sea cy Sn ree te nap as SOS Tatts tenet ane a eee seus semelhantes @ age de ac 9 aks a sm a are ses a fee a reccbor oma Em tee gual, quanco mais esha oe ora condi de quo ito wa fit corm um sbelutodesneres Bence com a nde a esa amen 0 seo um homem cordial « Bom, como um ars menmo a mien Iimpregnadas d id = te ecu lovedas quer —— Mee eae 8 ines no atte event OZtOs ine fensivos: magnetizam também, por cause de sua FOP ‘raquaza, temiveis personogens 2 procura de viimas Pa fe benévolas. De fato, ohomem ¢a Person en anc ligarse sat ted ras Pater aarp do que a seem recompensada 8 renos que se vigor piquico comet etomente poss pare peset oh Om ‘benevolénaa © sere pis ndo poserdo determinar efit verdadeirament (Tes 204 OUOS€ carr raperaussbo tnvordvel a Meme so el 2a pe erimento ode anes InP 94 = "Onde coneor caste eH. Durille & na questéo do absolo erinueresse, porque sera I sexe eontar como certs 8 gratia ou ‘Srecoshecimento, Mas voob estar certo dé ‘essonancia™ benéfica ‘dos bons pensamentos que emite deli beradamente porque, mesmo ‘qué no despertem, porigbes similares nos rary ~i pore rae " vee! eet eet eee ee re ya 108 ent i i ie ee aoe ee ne eno a a aa ect arene nce ey Sqeemcamion Sete et ee ae a fate Co nt tren ee ee le mene cle ae nde Sr ance Net rcs cae ost apa Ragatane Pasa ee nt te staan es te em masmcen at ts deoome te cae Iota une ts macaroons tetra pat oo cc ne se atk i om ssa maar See ao a Gh erie mt eu dca na rae am Src ar ao inl ese game srnkitns Com engl rega 2 ineira responsabilidade de seu de- {eminine, pelo contri, sofremas sus conteqbincis. Longe de sprinay 2.homem em auesto,dijethe um vigor impulko psiquica com vee & seelerar sua evolugso, Para com todos, principalmente ‘dependem de voc8, imponhase a mais eicrupuloes ‘também a obteré dos outros, sob todas a sas formes, 7. Antigas concepeées rel ras modslidades, stint ime de Broprisdedes dit Si pecs wine ei a Sete televisio @ as "pene Os main Soma sa vm a chamam a hi a eet he 2 considers sob ‘una ou outa deneminji aro nfo mus of ‘tos que atestam a realidade; Serastepeeninaey nc i> ee ee eee ge ae oo Seema” ow “pau "porque sues manifesta: médio ee fendmenos fisicoquimicos, Sree ree te Sean fone mace me SS oe seamen conte La natn dernos; _— um psiquisme consciante, essencal, sede do dcernimento obje- tivo, do pensamento deliberado, da vontade refleida, Corresponde 4 cons: Giancia psrclogica de nosss atuais ibsofos. € 0 “corpo mental” dos oso: Entre @ individualidade humana ¢ 0 unierso, ambos consttuidos ipl interedmbio através do qual efetuase, por elementos andlogos, hd um 1 de um a outro, uma série descontinua de ages e eases © corpo psiquico propriamente dito encontrase, por causa Se % ‘contatos sensoriais com o mundo material forrado per st enfoudacio 85 Tous que o regem. Q corpo Baral, ou duplo siden recebe do astral cbsmico inumeras impresses ou impulsos Reciprocamente, cada astralidade indivi: sivel engendra, no seio do plano hiperfisico, ue ‘exoressiva ondulaglo d& eur epeutes ou repugnsncias. Magnetiza OU repel OS 980% as forgas, 8 cit aoe ias e mesmo os objets ampicadas por ws Ve interior. Quanto 20 103 fos bone aupetiantancernt cer iene ou porn tinue ede un erate mati HoH Epeuens ectuimeioe ue See eee anata 30 ser dtl eco ra re 2 ois dovtrnas antiga: 3 re =e Sto s rato dl, evr gu hed eae im int aan domiadore se Haga 5. Verticasdes experimentais das concepedes da antouidndg Durante © séelo XIX, foram tr ‘ui conformidace com a antigts concn dos & ue indmeros tendmenoy es revelou-se manifesta, A xterornao de sensblidade «da otricidade, observades no ‘redo Ssatisico, por Colonel de Rochas ~ administrador da Escola Po. *2bro dvds}. Wan a vontage tnt et) Fusion ae Brineoio eterno) ra HP 0 cre puting 1B asa, Kama rus lo cope mental cre tf epee om gente fol admire 2o" i Suc, em sus/neducar ee Metepsychique (burodupdod cued gone Bo er conser Anais das citcis pxiquicor, dot ae (90d 1911 3 1914 Oye ae tee ". nos primeiros anos do sécslo, a um experimentador “iceman ‘ta, Hacer Ouse. ure eS epee cers ee, ao om ro nl easy weet onto eqn vt rai de oclmo, do mi atin 0 mat sn Aan sn SONS ERIE tl eo Sa spt nee do po ‘rater hereto ico manifesta su add ~ peo ‘slosimento de obetos& distinc, ade pineal cos biogas OSar Metbiae voluntarismere, 0 fendmeno conheio Cor [G0 a 9 desgnam com ono deine foro cn coma rene oman reer eon en a Imes tompe.® 9. Diretivas préticas essenciais uns essen snc a ean a obec son inoue Son mis re sm ceqe nb na aoe Sopor nat dn uno spar sone eon do magnons peal pone nsdn repo eee eta verse ae pw emer for com ra sa coe sas nn aur, nanea en cunt sve ar ae omen, time eaqne one ie pe seein vga # a eit © Sr ara ashe oor, 2 smal soo on eager Brenden ea ato sm rele ets ear ete ps nanopores ine ce an Sepaomentergoraarent elieado UM 8 ‘comportamento que regia, hé anos, diversos automatismos que so consegul fe rome corn Lo wel sr conierarenen ‘Tiina de au Te pei an TS ena seu ee MD rita por sébios religiosos e pudlicado pela Edition Bilocagdo", uma notdvel compilagdo de fatos mnirio de aseticae de mistica) ‘Beauchesne, contém, no verbete 1 re ieepet o iterr +e ry" 6sIBILIDADE FUNDAMENTAL QUE DEVEMos ‘ ADQUIRIR +. Contr ste opesaante. 2. Oislanuno.- 3 Primera too ea mento, aan tapas redupso da atividade mental. - 5. Terceira etapa: as inter ‘pre, Guu etapa 0 peado de ative men Soi cco» span « a nvalepia 8. Avmortncla ead edad ‘rican volnr erent 1. Consideragdes sobre o pensamento A criago do habito de dirigir conssientomente — de modo refleti- cdo ~ sua influéneia invisivel ainda é mais importante do que a elevagio de Seu potencial. Essa influéncia, qualquer que seja sua atual intensidade, com ‘ods certeze ¢ suficiente pare determinar resultados aprecidveis e de acordo ‘com suas intengdes. Para chegar a drig-ladeliberadamente é necessério, an. ‘tes de tudo, esforcar-se para governar seus pensamentos. Vocs jd se perguntou qual é a origem deles? Analse-s atentamente. Dar se-é corta de que eles emanam de qua tro fontes: ~ uns procedem, pura ¢ simplesmente, des exigéncias orginicas, das atividades sensor ais ~ outros exprimem suas tendéncias inatas, as, © contetido de sua meméria, sua atividade ‘mente, a de sua sensibilidade e imaginagio; > 8 impresses ou influéncias exteriores, recebidas de fora, isto &, be seus semelhantes ou do clima circunstancial, fazem nascer em vock coton ensamentos; , do suas reacBes viscerais, suas necessidades afet tubconsciente e, particular “Se Pye ve a uldaag qua: rais, jet ar 105 tetin, 0 au peti sence 3s rept, demesne ‘ona us Gr pondwives asserts ose we “do ote eral so aa aba de fast ae rome om mappa cnuceriv! np Soak cue the stb mente nn ap aoe es rote ue Inca, no mare Se as ve ei 2 omen shi 3 ee pin sts edt co. longed oven su vid internal ay deo com i Mos ‘em discernir e regor os mecanismos em questo. ae ae ° fonete de satistazer a necessidade de sono ~ pa ae eee ees eo ee eee Seer eee as anne eee ee et eee cine emnpntep epee ee ee eee eet ae nee screen Seon de ee ce reper perenne ares Esta seré para voo$ uma elementar porém preciosa possbilidade de poder detorminar voluntariamente esse des nteresse, estudendo por Clapa Fe. Iremos conduzi-lo mesmo além desta gosibilidade, ito ¢, a de suspen er integralmente a atividede do pensamento, em qualquer momento que vice julgar oportuno reduzir ou suspender sua atividade mental “Tal aptido, uma vez adquirida ~ poder diminulr, fear, parar se stividade psfquica —, constitui a primeira sondigSo a ser satisteta pare ave rosé posse dirgir @intiuéncia invisivel, ob sea, a radio do magnetismo pessoal. Tciapwtve, profeuor de Faculdade de Ciéncss de Genebre, Le Somme els Veile (0 sono e vigils), Alcan Editeur, 1973, 113 “rer Drs mma obs Migrate Posen eee ado er sl oat oy 9a come ater de ag encase un aa it ra ser penta. € necro inalcse contertovlmens See, pcftare oath snd, rome lperas ‘mente powsads sobre os globos ocular # os punos semicerrador “Ara ch ‘iene oF ne etd forma mois abouts ne met cama fe om eat nl, Br im ae ao {orcs do exer om da pore parr 6 cao re A tos dew Sac coeds mas oe Bee desert rnp lntamenteapens palo nate. esrmpo ds conslenta deve canes teramentefechado.e deve se repli qualquer pentamento que surg None plows, no esr em ads Iso ¢extremamente dite principament ne come, mas assim aus rencmos tod a8 ditcldades, 0 solamenatornase © mas again enero que pois fazer. Continuando a dsenvover ta fecuklade, vod ‘uticientement do mundo exttor, @ ponto de poder fxercicio mesmo em mio. 30-1ufd e enquanto os sus enttam € saem ag volta. 0+ twides do exteor, or mas intensor cus seam. nfo slopeese, os lmacatamente,» nko ser deforma muito tea A sensibilidade dirorat tal forma que, 2, Por exemplo, uma mosea pousar em Seu nati. se nay @ incomodré vacé nem sonhard em fazer o menor movimento pars one {fr Os mambrostomnamse pesados, parece que cem dificullade de levers, os voeé peemanece assim com a maior satsfago. Ruano © trinamento maior sna, 20 fim deoito ou dex min {OF 46 solamento,senimos um delcioxo lngor. Captames o& tude dan, consegue isolarse cdonar-se a este 2 shee meats eves ‘Numa se a earner 2a in snag anon de vista fisigo. Masma qu — mente at que ponte 9 exbrifnen da wipensfo da stv ‘assists henner je X8¢ SUPOr GUE © estado de isolamento obtéen-s apds algummas tentativas. Sn ge # sas Het par spnnenspeme e mde acaatiogernae Sah menmoanee wa Hina nS meetin a eeretio wi opie enmio eno: "ia sag" a on ais daa pacer cian, Ne sen sera Ha wpm iat {Tn vag sonoléncie ads laura minctos de imobiidede 3. Primeira etapa: 0 relaxamento inuants oral consioel Durante 25 ez ou vinte primis sss, afonslna tr gomente © cite alanear © méximo relsxamento macular Dee que tenharos aguirido hébito de obt mt Sr seardades, if € cheado 0 momento de pstarmos 8 segunda etapa sear no apenas de fcarimavel, mes tambén de relaxar 0 onus muscu an grau mninimo de tensfo, Conheceros pessoas que decaram senti- so sc tho ou mais cansadas quando acordam do que quando vio doce. (re que durante o sono las iam contig, Em compensate, lunes ccmatwae” num curt petiodo de.iong,digmos sit sete hotss, © (eee dipases. com o espa lied, dando una impreso at ral de forea que se manifesta pel Que sous nervos seus maseulos rlaxam-s © {atsro, asim que adormecem. Ora, 2 aptidfo do com aapicaedo. E necessrio dispar o este género ce trein0.E preciso emirarse sem Je vnte a trinta minutos por dia para executat ir uma horizontal perteita, Ns foxma que escorts, com o apoio de almotadss ou de raves, rene fa euro am oposiedo 2s pesnas, um Ingo de ebreniads vm rapes deve ser antisosafastados dos Hancos ete 26 centimetrar. Os i (cea o dedor saminda, rior erie eae dads sort manor tnsfo ou rigidez tal un bloco dé masse egy wie tuo ae roan tudo se rangulza, tudo s2 Saks cabapa repousa pesodamente, meus maxilsres decor cada seg meu corpo toma.se maisinerte” Este fSrmula 3'eu goto, dave ser repeiga mentelmente, pare ‘Sus eurinapfo lenta€ mond aque cada um pode edoptar sina & pensamento 30 bjetivo perseguido Sere cteburd pare manter 8 imobldade. Ela pravereé iupcdo na sere ror ca quaiqueegitaplo que traria como conseqiéncia paquenos mov onan ‘mentosinvoluntirio. en a iuminagfo azlada faverece consderavelmente oreloxa. | Anda 0A eee iat ae | apenas i ‘apésalgumassessdes voc consequitd, cada vez ms rapidamente, orm quest ‘svanguiltdee'® netea, Em breve, eum momento, uma moleza gral inva | ca 8 ditt o organismo, Sentremos a sensagSo de uma espicie de fluid fisice © io exter ie us trenqulidade moral bastante profunds, préxma, se ndo do “node f elaxar seo" biden, 90 menos d8 mais complet indiferenea i ‘Con art exereeio,além do momento queseréafetado, no decor, | ——process0 er do dia, ved itil repeti-o todas as noite imediatemente antes de dormir, | poi ele facltard 0 sono, tornando-, ainda, mais reparador. 4, Segunda etapa: a redugio da atividade mental rifesto ou vir Se praticarmos assiduamente esse exercieio, viré © momento em ‘que obteremos facilmente, em alguns sequndes, a imobilidade e o perfeito relaxamento. O curso do pensamento nfo tardard a diminuit, estado exse rece ue deveremos procuray favorgcor e maniz,tentardo conserva a mente fi deper xa na alsa “eoncarzarse"” Quando algum pensimento nos supreender ume 4 pce ‘qué nos esforcemos para evité-lo, & preciso néo lhe darmos aten: fio Glo, Resolvido a consderar com inliferenga qualquer imagem mental 0 in expe Seesade oud ae seus persamenon, ce sued tomers cada et pe menos rpids, perderdo om preciso, acuidade; fryarZo mento ineresse. ' Nesse estado, receptivo por definiedo, é bastante frequente que se ae Ianifee 0 eco de infludncias telepiticas, de orgem contwcide ou ceo oe nbetida, e que se produzam clardes de intuigdo e até de clerividéncia ~ no ie 6 fo se Dane 7S. Hr ” eee Nome, BOF Outro lado, a resus da Krcerso gums asociagdes do idéias e meer 2 Mas tempo obeeeavam a mente, sem que surgisse aug YS S900! Wag, oa segura etapa, A qual sooeree sic, engendra contkerdvls rosttador any tincalmente das “lembrangen” surat oral, auiteBo de uma grande sereidade on tone ‘or nao sifeldode enor domingo eI, Tar ‘ im, not santiremos meno enclaves, meiseonfianter, mas equlltradan ie in = num palave, mal fle En vide de um contentamento, do uma hemen ye i conhecida, armonia tal cue ete And nfo chegamos a0 “aumento da poténtia” e sim ao da reseténen on ‘penas intelectual @ moral, mas fies ~ ino € postive paras een tm questo fvorec a recuperacdo da foray, ogo das secaston ee Gar de todos 0s mecanismospsiol6gicos. Sues assets eee fo exterior. A expresso trangia e fime de olhar, alanine tee 5 rlaxamento dot mireulos do Toit, ums neler steven uma nll sonorgade da vee, um srdar_pausado-e Sega", TorRaM evidente vantalona mowiticoeie noe 1 consarem unas i dros: mathoria as econ oda fctidade do tnoain 5. Terceira etapa: as interrupcdes ‘Quando os diversos resultados deteritos no item 4 tornarem se me nifestos, 0 objetivo visado & a produgio, durante a sesio cotidiana, de uma ou vires interrupees, cada vez mais prolongadas, do curto do pensamento. Para tanto, basta continuar observando as indicagdes dos dois itens Precedentes, com a intencdo de atrair para si as forcas do exterior, o que, in- dependente de uma real abducdo recuperadora, tenderd a atrair, primeiro, ‘um monodeismo apaziguador e, depois, a provocar verdadeiros cortes do “fio das idéias’”. As primeiras serdo extremamente breves, to breves que o experimentador nem se dard conta, mas apés algumas sesses, ele constataré interrupgdes de trinta segundos a um minuto. O progresso evoluiré de sema na @ semana mas, em certos dias, ndo apenas iré parecer que ele ndo se acen- tua, como também ter-se-4 a impressdo de se obter menos sucesso que na véspere, 0 que seria desencorajante, se ni estivéssemos prevenidos contra 2 oe ligeira fadiga — sobretu- go Sesprezivel caracter stica desta irregularidade Sep aie OOF tye ype 7 o fd tt hacer cre alma! ele Uae ere es ec ‘Sl, pm patra ior ots, pots ban stm, du date nappa toca, portent ns ae is aus mae ln pers asi diate, eee pet oe ese cacao ae thd, vrs en ote rec Soe ath dcrsr el prs ror ope tox opateee arti fs ta a ae serene in urd pout, tana perenne rsa Inno ore ou vas ape pine mec corms Nets moran pref od a eeu oso Sires tre as uper 6. Quarta etapa: a suspensio da at vidade mental “Tode pesoa capaz de s coloer, nfo importa quando, rips ea. ilmente, pum estado tel que a iterruppes de neo minutoe Ou menos preduzam infaivelmente num espago de meia hora, ndo tardars a concer © estado de iolamento Intel. O pensemento iuspenceré completamente eu curio, durante cinco ou de2 minutes, depoisstévint minutos, nfo sub. slstind a atividsde ds conscléncia, ‘Alguns autores designaram o solamento pela expresso bastante fe liz ce “vazio mental”. Aconselho a manter sua duragi habitual em uns rin +a minutos. esse forma adquirese uma seguranga, um poder @ uma precisio Inestiméveis da administra¢do dos freios da atidade pxiquica, do motor? produtor da energia de onde emana a influéncia ivisvel. Torna-se possivel, {até facil dar-the uma orientagZo maduramente premeditads e manté-l, su perando qualquer impulso, emoeio ou hetero-sigestéo que faga desvar esta orientagSo. Apto a suspender voluntariamente o curso de seu pansamento, 0 leitorsaberé impedir que qualquer representacZo mental importuna capte ou retenha sua atengo, recusaré que subsista em sidisposigdes morsis que po: sam alterar as propriedades atrativas de seu magnetismo pessoal. Acolheré 3. Reve item 4 do citavo espitule, ng fre 1m tateria € vestida carnal, te tistas ct que po ccangat volun pesto Vie qauaente os pnuameto aide, de ncn Ou nnn rota cute ee st gus qu sn se he tort steve parca ne ay * squanto uma leviandade infantil pines ‘Assim, sua invisivel irradiagdo, judiciosamente governs vp sen vital de slgum procedimento espe rr esamen cet nie aut eer pls ropa neues agua ote ios do Hamann gue segundo a expen de Torus 3 remeneardo por sa a le Turbul entndia por op co ete leas de oa nae, lsat vn es er amb. exenstins ou oportunides complements de nossas aspiragdes ¢ ambigBes. poe 7. Exteriorizagao Se prolongarmos suficientemente o estado de isolamento, ele evolui para a exteriorizaedo, da qual flamos no item 8 do capitulo anterior A pa pis impressdo sontida pelo experimentador ¢ a de uma perda de contato creel com o plano sobre © qual repousa seu corpo fisico. Parece'Ine que srmpontra a alguns centimetros acima deste plano, A entidade psiquica re ips do duplo sideral tem tendéncie a liarae lentamente do invélucro Carnal, tendendo @ elevar-se horizontalmrente, ‘io ¢ indispensivel, nem mesmo necessrio, quando visamos 20 de senvoluimento magnética, exercitar o desiobramento, Aliés, tal exerio aiveste de um tempo consideravel, quando visamos a obter o que os Ocul ‘istas chama “a saida astral”. Creio que devo avisar meus |eitores de que 6 ligeira exteriorizagio que pode seguir-se a uma prolongada durago do isolamento, nada tem de anormal ou de inquietude. Durante 0 sono natural todos nds nos exterior’ zamos um pouco inconscientemente.40 perigoso ser'a ‘empenhar-se em al cans utima fase do desdobramento antes de ter adquiido, los eee 0s indieados nos pardgrafos anteriores, 2 necessir'a ‘aptiddo para suspendier Ncluntaromente 8 atividade mental, Todos 08 métouos de desdobramento pessoal em que ndo se passa pela fase preliminar, ‘apresentam graves verges. Vi experimentadores imprudentes pegarem com O ‘desequilibrio mental in ‘curdvel suas tentativas premature 4 Anus maitetagdes less impleam 4 ee oFz¥F? 9 ye OS 2 #3 yO, "i Kx oR 18. Dois obstéculos: a agitago # a narcolepsia Deide # etapa inicial de ralexamento, dois abstéculos tender ave sencorajar 0 estudante, ainda que um pouco de aplicacdo sea suficiente pa ra superdles. O primeiro, que se traduz por movimentos involuntéris, se ‘fo for prevenido, parece desafiar quem tenta a imobilidade abtoluta, S30 co automatismas suboonscientes que 4 rebelam contra 2 ventade do exper mentador,¢ isto 6 mais manifesto te est, durante a vida cotidiana, nZo tem © dominio de s. € por essa raz¥o que, no inicio deste ivr, insist: no pape capital que desempenhs » calma, O agitado deveria sujetar-se,vérias vezes or dia, durante pelos menos cinco minutos, & imobilidade completa, mes ‘mo sem o perfeito relaxamento. Tente ficar cinco minutos, sentado ou dei ‘ado, tem deixar que se produza 0 menor movimento involuntério. A menos {ue tenha excelentes predisposio6as, vood so dard conta de que a imobild de absoluta s6 se mantém com uma viilinciacuidsdosa,vétlas vezes trust da no curso de cad sesso, pelo menos nat primeiras, Tal vigléneta irta ‘tanto algumas pessoas, a ponto de provocar uma reacio violenta, isto é, 0 ‘verso do efelto desejado, No cede, nfo so dewncoraje. Abandone o & Cicio na primeira vez se, apesar de seus esforgos, a0 fim de um dois minutos, «8 cabeca, as mos ou as pernas no ficarem no lugar ideal. Recomege no dia equints,reitere 0 exercicio a cada dia, até que ndo se produza o mais eve ‘movimento antes do fim da sesso. Se o exercicio é-the extremamente difi © dirigido Perpendicularmenty rs a deo da direita para a esquerda ¢ da exquery, 20 corpo, Fos extrema lentdo.”5O pensamento deve seguir « Par a iy a minima interrupeéo. Mais exatamente, uma re a oe movimento deve, por exim zt, dupliat sua relia cram ce os elo recente: esteem “donee saci que eorseuirmosrelichosirepreenavelmente,é mut seers roan oo plno rental, fara tanto, of 2 do execs tno mateainente os vovients, precio, num gar & meialu, no Siléncio e na imobiidade, visualizé-los mentalmente, nos imaginarimos exe tando‘os com uma atentsrepresentagSo de cada um deles, Neste cao, « imaginaco funciona de modo consciente, dirigido, © no de modo errante 6. Treinamento superior Para comerar, eis um exercicio que requer a atividade de todos os rmecanismos cerebras: ~ Leia um texto de mais ou menos cento e cingiienta linhas, por exemplo 0 artigo de fundo de seu jornal habitual ou opostas as do seu. Assimile metodicamente o texto e os minimos detales, Veja aque conclusZo ele chega e analse os argumentos Go redator. Aja como se oc8 tivese que expor claramente seu conteudo, no dia seguinte, a um auditério. Em seguid do que sustenta teses as ideéias essencias até coloque 0 texto en uma gaveta e 1, verificando assi os. Apés algumas experiéncias,serd suf iciente o registro mental. ~ Segundo exercicio: escola um tema para meditagao e, durante —_ ® Atknton, La Force Pensée (A fore do, ensamento) 148 elo menos trinta minutos, mantenha sua mente f Fos 08 seus asPeCtOs, todas a5 quest3es que se col to por ordem de importéncia e depois dedique fobre cada aspecto, sobre cada questo, Anot pes que the chegarem & mente, O exercicio de xa neste tema. Analise to 'ocam. Clastique o conjun alguns minutos para refleti, fe mentalmente as considers Ve terminar com uma revisio ~ Texceiro exerecio: voc8 possu, em alguns campos, vasor co secimentos Einsiferente see trata de um dominio manual ou intone, ‘Transporte-se ao tempo em que o campo escolhido como base do exercicic, ereIne desconhecido e reconstitua, através de uma espécie de evolugo ps. quice, 2s diversas etapas que venceu antes de adquiir o saber que hoje Ihe & familiar. Comece pelos dados elementares, Suscite a lembranca exata daqui lo que resultou em conhecimento, compreensfo ou mansjo. Suponhamos que se trate de um dos ramos de sua instrugdo geal: historia, dlgebra — pow co importa ~ parta do inicio e coordene progressivamente. Se sua meméria no corresponder durante o percurso, faga um esforco. Tudo o que apren: deu ficou assinalado em seu subconsciente. Permanecendo concentrado com 2 intengéo de provocar uma lembranga, voe8 estard determinando a revives céncia de nogBes que 0 tempo parece ter apagado 20s poucos. Quanto mais exercitamos a meméria com revises, mais satisfatoria ela se torna, = Quarto exercicio: assim que conseguirmos adquirir poder de coneentrago, & possivel colocarmo-nos no estado de atragfo para termos inspicagbes, idéias, novas concepees sobre qualquer questa que nos inte- reste, Tal estado, determinado pela meditaglo, tem uma dupla ago. Por um lado, tende a fazer surgi de dentro — do inconsciente ~ nogdes que vém as sociar-se a0 tema sobre o qual meditamos, tornando-o mais compreensivel; Por outro lado, atrai do exterior influéncias, pensamentos e imagens, que fa em surgir consideragées as vezes Iuminosas, e a produgdo de energias sufi cientes para superar o obstéculo. Nao hé ninguém a quem @ existéncia ndo coloca alguns problemas e dificil solugo, A meditagdo faz com que todos encontrem os meios de “atacé-os". Apos um quarto de hora de isolamento, & preciso “pensar nos ‘dados do problema, representé:los to claramente quanto possivel, manté- \0S presentes na mente, ruminé-los incansavelmente, sem se deixar desarmar P#lo aspecto obscuro ou aparentemente insolivel da situagdo ou da questo ‘Sobre 8 qual meditamos. J6 tendo adquirido uma certa confianga em suas Possibilidades psiquieas, o adepto que se entrega & meditagso mantém, e Pontenesmente, em si mesmo, a decisfo, a vontade, ¢certeza de obter a luz '9695 3 qual aparecer:ihe-é claramente a melhor tética a ser adotads. Pode 147 rnuito bem acontecer que se passe uma hora sem que surja o menor resufa do aparente mas, durante e888 hora, desencadeamos diversos mecanismo, cujaatividade perduraré durante as horas seguintes ~ mesmo durante o son, dard lugar, num prazo que raramente ultrapasta quarenta e oto hora, respostas” stisatérias. As vezes, durante a propria sesso de meditacio, para grande surpresa do interessado, surge a luz: ele vé, entéo, positivamer, te, o que é conveniente decidir ou realizar, Quando se trata de dificuldadi, consideréveis, problemas de grande envergadura, quase sempre seré indis pensével fazer uso de virias meditades, @ 0 que parecia profundamente ois curo ou insolvel, aos poucos ver-se-d aclarado. Oferecem-se trés modalidades meditativas ao estudante da intuén cia invisive — Meditamos passivamente quando, colocados no estado de isola mento jé descrito,ficamos na expectativa das nogdes que podem se apresen, tar. Assim, a6 intengSes ou disposigdes dos outros com relagio a nés susci tam um discernimento proporcional ao nosso grau de receptividade; os imi- nentes acasos afetam a intuigio; esbocamse incitagdes conexas a nossas ha bitusis preocupaedes; a seqléncia causal de nossas decisBes — manifestas ou ‘em expectativas ~ aparece, conforme nosso cuidado com a eqiiidade, com a justica ou a arbitrariedade de nossos atos ou cogitagSes desperte, na cons- ciéncia moral, oportunos conhecimentos; — Meditamos interrogativamente quando mantemos, durante mui to tempo, nossa atengdo voltada aos dados de um problema, ideolégico ou prético, que nossa capacidade intelectual no basta para resolver de imedia to; — Meditamos adjurativamente quando, tendo tragado 0s diversos elementos de uma situagéo dolorosa ou embaragosa, tivermos insistido na objetivagio de dificuldades aparentemente insuperaveis; quando dirigimos lum apelo mental ~ cujo ardor serd a medida da eficincia — as inteligéncias @ aos poderes invis(veis em geral ou a uma determinada entidade da qual ad ‘mitimos a existéncia e a benevoléncia, O agente universal — nunca se esque ¢2 disto — garante a ressonancia de seus pensamentos no universo intero. Por mais absurda que the parega uma crenga, esteja certo de que ela tem pe 'o menos umn valor objetivo: a considerdvel soma de forga psiquica em\tide Por aqueles em cuja imaginagdo ela representa uma realidade, em outras pe lavas, a poténcia de toda convicedo coletiva. E por isso que os fiéis de qua: ‘uerreligiéo obtém, através do apelo mental dirigido sob forma de prece a ums determinada divindade ou a um determinado santo, consolo moral sultados materiais as vezes miraculosos, proporcionalmente a seu favor, pO 148. See ee aeala aici een ull ea sa andr ener] sno a a mp eat er on ws CM Op Pend 8 BG = g seo soeseo sens ap eWh peo OpuEUIWEXs ‘oLUNuOD nas we sIUaWereLs ‘eefonoy ‘sejap ewn ap jeluew opderuasesday g 98-enbIpaq “alUatasuoadns nas we opednoaiarsa as-eyge suabested ap o1aunU O1190 WA ~ “2 ‘Qw|!} Oslapepsan wn ow as-seu—p100 FxBnap OPN ‘Ly nos jenb eu 2ja1 e ezijoquits ogdeulBew! eng “PlselUe} W9 21242699 oIDI9%0%8 nib euing ‘ofysanb wa euan eu jaded win noyuadusap anb eossod epeo “equeoiyubisu stew f alueodwi stew ep ‘aivewerdu sano 9 12Na1 ‘sono Sop ojaw ou e} gms e1ed a¢-e010ps3 * senefed Se ‘Sovexa soden 50 W100 ‘ona ovens nas ‘osioaid onajas nas wabeuosiad epeo & Jep eued 2F0PUeD 40}: ‘essed nas ap uso ewn eyuawjewwew eninas ‘SeDUesqU) sens se ered opuetade ‘a soujo So ayoay ‘opprunose-lues eu 9 O10URIS ON — “L opoen -ensin@exed opp e anjonuasap ayuewauanbay, opdnoexe elro So1}28%e s0hoU somenuosoidy “equewenpise ‘odwiat onus equeinp ‘sowssenb and © seurBews 9 eugssazeu opsipuoo exiowud e ‘eaisoadse zapine eu 2 ¥5 WAP Sr¥enuzoUoD ap apeproedes ep oyuawinjonuasap ov sepesbesuo> 52/04 SMUIP 9 edwin, anb ‘sapxes-oyBue so own ‘Sowarnwupe &S Seanpne o stensia sagdeiuasesday °L ‘opdenjuanuod € 99240 fo lirica, sua meméria auditiva reconsttuird 0s eon, tral e os elementos vocais. Durant i de uma produgé into. orqu 4 reconstituigdo mel6dicos, 0 conju iti el. de um dnico ato e reservar os melhor prender tes para outras sessbes 4, — A composigo de um jogo comum detrinta€duas aia, tamente the 6 familiar. Imagine, sueessivamente, cada uma das carta. tando aproximadamente um minuto por cara, sio necessrios trinta ay, « cinco minutos para realizar este exercicio. Quando executé-lo pela prin, ra ver, ficaré surpreso a0 constatar que a fsionomias e atributos dos pe, nagens no the aparecem com perfeita preciso. Nio hesite em dedicar ppovco de tempo, entre dois exercicios, para examinar cuidadosamente un, por uma as cartas de um jogo real, para registrar pequenos detalhes que at nto tinham-the passado despercebidos. Para verificar se a semelhanca en te a carta visualizada € a carta real é “fotogréfica”, nada impede que tena © jogo nas mos, classficado numa ordem determinad, para olhar, apés um minuto de visualizagio, a carta que voeé acabou de visualizar. Por mais dit cil que parega, este exercicio é um verdadeiro “teste” para a concentracio para a atencéo. 8. 0 retrato mental integral Esoolha uma pessoa da qual vocé tenhe observado minuciosamente ‘0 aspecto exterior sob todos os Sngulos, cujos tragos estejam fielmente gra vvados em sua meméria e de quem analisou suficientemente a psicologia para iscernir a0 menos os aspectos essencias Imagine que ela esteja presente, que vocé a vé, a ouve e que ela ma nifest, através de sua conversa e de suas reagGes, as disposigBes intelectuais, afetivas © morais suas conhecidas. Na primeira tentativa, a evocagio estari nebulosa, Apés algumas repetigdes sua personagem parecer-he-é mais real, ‘mais viva, Seré como uma espécie de aparigdo, ‘A maioria dos experimentadores considera esta prética como a base de qualquer tentativa telepsiquica, porque ela cria uma relagéo, uma sinto ia entre o operador e a pessoa, 6 Nos @ consideramos como uma etapa avangada do treinamento ‘mental, como um modo superior de concentragSo. &. Ver, do mesmo autor, Lnftuence ( acl), Oancles pied Linfluence & Distance (A influéncia @ distancia), Dane 150 9. Uma experiéncia a dir-sed conta, nos dias 1a pessoa em serpnharnos que ant 2 atitude des essoa em questdo sv 7 sa pessoa em relagio a voc# room ara, indiferente, tranquila, Depois de al : rook era ne algumas sessdes deste exerci “ard ver que ela manifesta mais int ercicio, poder fres8e Por voce, um in shor que simpatico, 0 , um interesse antes persrutador 0 interésse de alguém que sentiu, num d Fifi = iu, num dado mo: Minto uma indefinivel impressio que su a cseanetar wile Hees '8 presenga ihe lembrard. Quanto menos ae eae © fato, mais intrigads ficard, Se ela for do: sede uo te, om relat # vet, umaespiie de usps qu nos bere rei, ms due Obcecard seu pensamento Ele procuraré saber a med cs dose interes, rants suas toes de ohare ou indretaent, in zindo as pessoas que Ihe conhecem a falarem sobre voce. O que teria ela sentido durante @ experiéncia? Sua influéncia imvisvel, orientada nela sir plesmente através de uma representaeo mental propositadamente prolong da, pode ter ocasionado uma ou outra de duas séries de efeitos:7 — uma agitago mais ou menos febril, acompanhada de um peque- no malestar que chamamos “enervamento'” ou iritaeo, em seguida uma propensio a desgastar'se verbalmente ou em atos. Enfim, uma surpreendente acelera¢do do curso do pensamento, uma hiperideago, tE0 pouco favorével 430 sono como @ um trabalho que requer atengo; — uma espécie de adormecimento geral, um torpor mais ou menos acentuado, Se 2 pessoa estiver em plena atividade, esta diminuiré aos pou- cos, Se estiver em sociedade, sua vivacidade ficaré mais redurida. Escutaré 0 que le dizem de uma maneira anormalmente distraide,testemunhando uma surpreendente indiferenca pelo que Ine interessa habitualmente, dando aos gutros a impresséo de uma pessoa preocupada ou sonolenta, em todo 0 caso, ‘em estado estranho, e até um pouco inquietante Esses efeitos, que alids dissipam-se rapidamerte trinte minutos de pois do término da sesso, ndo poderiam ocasionar nenhuma perturbacdo ul terior. So os efeitos deixaram alguma lembranca, & porque a pessoa percebe copacamente que eles procedem de uma causa exterior @ que nunca tiveram idéntico precedente. Nao convido ninguém a fazer desta experi stes, do fato dé qUe su Concentragto influeneso iormente cia um brinquedo. Bas: 7. Contorme pradomine na pessoa o simpatico ou 0 parsssimpstio. 151 ta obter sucesso uma vez para tira dela 0 ensinamento que comporta: ar, lidade dos fendmenos repercussivos que engendra a concentragio, : 152 12 ‘A INFLUENCIA PSIQUICA DIRETA sree 8 prin do fo piquin Ga, 2. Procter fice pe ape renee ceapeoren tint ier 1 lognia de uno sso completa ~ 7, Plano geal de una 80-8 Tratanta res tea come 1. Disposigées necessérias & prética da agfo psiquica direta 'A mais hébil gestfo que voc® pode dar & sua influéncia invisivel, ps ter elevado 20 maximo sua tensfo de exteriorizapdo, consste em dei vor gir, de modo passivo, suas propriedades atrativas crientauus, projetadas por suas ambiges gerais, por seus designios, para cuja realizago concorrem suse atividades, pela representagSo das satisfagdes que deseja. Reveja, sobre 6 assunto, os itens 4 ¢ 5 do oitavo capitulo, Isto seria a sabedoria, Os sdbios do se excedem em seus poderes. Reconheco que além da atragZo pura e simples que @ experimentagio exerce, ela nos incita, em varias circunstén- cias, a tentar influir deliberadamente sobre alguém ou a provocar um deter: mminado resultado, As mais elevadas doutrinas de iniciagdo desaconselham a experimentagdo, chegando a néo revelar suas modalidades. Admito que es S “direcionismo” seja justificado, mas no me inclino a ta. Prefiro, depois 4+ prevenir meus leitores contra os inconvenientes da ago psiquica direta deixé-los decidir se devem ou néo recorrer a ela. Para utilizé1a com todas as Probabilidedes de sucesso, é preciso preencher certas condicbes |. ~ Ter compreendido perfeitamente tudo 0 que este liv ensinous 2. ~ Estar exercitado, ou melhor dizendo: treinado na prética do 163 Ue estdindicado no Livro I sana y Enoontrarse “em forma”, ou sia, num estado fisioligicg tisatdrio e num estado psiquico caracterizado por um vigor bastante ine, to, para que a reaiago dos eforgosexigidos no leve 2 nenhuma depe, M4 — Nunca tentar influenciar alguém cuja personalidede nos ip 4 ou aiguém a quem nos sentimos subordinados; ‘6 Conservar em todos 0 momentos o governo de seu pens, mento, Para tanto € necessrio a auisigfo previa daquela posibilidade gy interrupedo voluntéria da qual falamos no capitulo 9. Na falta disso, corer ‘sco de camintarmos para a obsesséo ¢ outros desequilforios ainda pression mos 0 ris mais araves. 6, — Comegar por ages mais simples antes de abordar as que apre sentam grandes difculdades, pois no triunfariamos nelas antes que sentise ros uma absoluta confiance na capacidade jé posta & prova. Se existe um dominio onde a confianea justficada) em si desempenha um papel primor. dial, ese dominio é a telepsiquia, Neste caso, a divide parece ser mais noci ‘a que a presungdo. Jé vi pessoas dotadas mais de fé do que de capacidade bterem resultados surpreendentes. porque aféafasta a dvida, mantém a concentragdo da mente © engendra a perssténcia, Talvez materialmente els ‘no resolva faclmente as grandes dificuldades, mas que fonte de dinamismo representa o entusiasmo que suscital 2, Procedimentos eficazes para resolver dificuldades medianas Depols de have: tecomendaco a seus Iitores pore sempre comeye rem qualquer exercicio aps pelo menos dez minutos de isolamento, Turn bull” presceveusthes o seguinte: “Quando voce estiver no estado ideal de trangiilidede e calma, sentese diante de uma mesa e escreva — de mancira ber legivel ~ num retingulo de papeléo branco, uma frase sutinta que ex presse 0 que quer obter, (uero que terminem os aborrecimentos que tenho com X' ou ‘Quero causar uma impressio favordvel em Y", ou ainds ‘Quera que 2’ faa isto ou aquilo'. Depois coloque seu papel em posigZa vertica apoiado num objeto, olhe fixamente sua letra, concentrando seu pensaren {o.com calm e intensidade, no sentido da frase que tem sob os olhos. ‘Assim desrito, 0 proceso parece simplist ¢infetil, com ‘ia das concepeBes anglosax®nicas em matéia de psiguismo experi 1. Turmull oe. et. 154 yo este procedimento seja I 2 animado Por um: £ Pree ntal para que Suscit Canes @ Uma emisséo rea Spstinadamente a fra 2 und inf sne weve trabalhar duran mesmo que 0 queira th te essa fixagao. Deve er reenter santos em questo, definir e descrever suas © chegar & origern io, aera tenia, visualizar a mucanga de atitude oem come ge geste meta utetvi de contribu per 0 ¢ dri exe to oi Sc, pela para que desperte rele ae suas res reconcliagfo,eXOrtélo para que entre em Jo interesse que ole 1 Sor eotdenar the positivament,firmemente, ee ‘com 0 exper: esque voce the sugere, Quanto melhor conpreiteron eda as inspira cee Soponente, mals profunda eiesistivel say Se dade pelo que emana da sua pregnagéo de sua men- Wiliam Walker Atkinson confirma, com poues variants, a opinio je Tunbll:"0 melhor meio, diz eae ober um readable om ruse entre a pessoa e VOCS, por intermédio da telepsiqua. Proceda i ouma: primeiro procure um refigio slitério onde nfo poss corer o cto de ser perturbado por ninguém. Estirese numa expreguradeira,Afrou ror, roupas, relaxe 0s mosculos,dstenda os nevos, livres, por asim ved sua personaldade Fisica, Em sequda, concentre todo seu penssmento, eee pargia mental, toa su frga de irate, edo ss vontde no tor eeu o preocupa, OU na pesos que quer influenciar Se s water de se que voce munea Viu (ras com aqua sabe us entrar ont re aravs de uma fice, imagint sue estar 2 fsionon 8 Tritude (por meio das indicagdes que jé tem ov das suposig6es que possa ai (im que ae oenarsatfedria aie 2 ig, rep tom vigor as dias e as ropresentacdes expressvas 00 TU vocé quer obter ‘ou impor. N&o tema exaltar-se, até tornar-se imperioso. Seu lan sera pro- Serene amortecido, pelo dspanio de onria 8 AY proceso de ‘Atkinson, Termine sempre fazendo © xeroicio do islamento, OU Se, imeranaio do porsamento. Se vce fzer# eXPSFiencA ouco antes de dormir, seu espirito subjetivo continuaré {enquanto suas feculdades con? cientes estéo em repouso) a tarefainiciad n° estado de vii ‘em varias 0Casi685: 5 Um ade termi Porque 0 experi nen 05 aorrennn de Nts wente ali aque toda deter Vamos mais tonge: jé verifiquel ubconsciente, provoc® minagéo, convicego ou desejo solidament® fixado no subcons 2 Atkinson, Joe ct. uma ago telepsiquics ds mais ficazes, ainda que automata: € mals fg seré quando a 'tensfo de exteriorizagS0",adguirida pela pritica dos pins pigs do magnetismo pessoal, etingir um maior grau de intensidade.3 3. As ages 4 distancia, de maior envergadura Ovando se trata de exercer profundas influéncias sobre as dispe des morais, intelectuais ou afetivas de uma pessoa cujas disposigées par, com ser de uma estabilidade, de uma continuidade bem determinada ~ nz; 2 dissimulemos ~, $6 venceremos essa dificuldace as custas de esforgos reno. vados, todos 0s dias, durante semanas e até meses. Para atenuar e fazer des parecer a hostilidade ou a indiferenga, para superar a inconstincia, para agir sobre um jover indécil, rebelde, ou subtrai-lo de habitos desastrosos, os procedimentos elementares dos quais acabamos de falar seriam insuficientes A nfio ser que 0 experimentador se sinte animado por um poderoso ‘motivo, por uma intensa avidez — para voltar ao emprego de uma palavra da qual, sem diivida, jé abusei, mas que exprime melhor do que qualquer outra © que quero dizer ~ 0 cansago e 0 desencorajamento néo tardardo a apare cer. Para empreendermos uma importante agio a distancia, o melhor se rie dispor de todo nosso tempo e de uma completa liberdade para nos consa ‘grarmos inteiramente & tare No havendo essa disponibilidade, resta-nos consagrar — além das ‘duas horas didrias indispenséveis — um ou dois dias por semana ao esforco telepsiquico. Durante esses dias, alternando uma sesso de duas horas com ‘uma redugéo ~ de mesma duragdo — da atividade do pensamento, para recu perarmos as forgas, poderemos passar doze horas nesse trabalho, ou sea seis horas de agfo e seis de recuperagdo, para depois restaurarmo-nos dormir bastante. Como jé expus em obra precedente, 4a condiedo fundamental para agir com eficdcia, conservando um perfeito equilibrio, é saber desviar com: pletamente a atengdo da pessoa que queremos in‘luenciar durante o tempo ‘em que néo a estivermos "trabalhando". E absolutamente necessério buscar esse desinteresse, seja dedicando-se a um trabalho que requer uma firme atengdo, seja recorrendo a algum passatempo — um esporte, por exemplo. Is 3, Tal atirmagéo 56 impasse A minha mente apés viros nos, Por multo tempo cred tei nas eoincincias, No me candi 3 eviddncia de que 2 atvidade auténoma co incon clente prolongs aquele que 6 impulsioneda pelo conscente 4 Linfuence a Distance (A infuénciad distancia), Oanges Edie 156 Soa anol donee dele ose te pa sbordinacBo d9 maginaefo ¢ de sensibilidade a vontade ro fo cans pa de pensar nso, contonteent ae re nq condi, ea emp ppt sestionado” € 80 0 do "“sugestionador”. Tenha corro principio inlexiva aceitar o dominio obcecante de ninguém, manter seu equilibrio pair to rea portamento me 0 ardor dominador. Longe de enfraquecer a intensidade de sua avidez, 0 Me de dominélas, de dirigilas, de manté-las sob sex controle, aumentars fom doz vezes sua ressonéncia, "Da mesma forma que um rio represado exerce uma maior presséo contra suas margens, diz Turnbull, @ paixéo contida atinge uma forge dez vezes maior” A energia psiquica dissipa-se som efeitos Utels durante todo 0 fenpo em que nos lamentamos, em que deploramos alguma coisa, reprova- ‘hos algo ou nos abandonamos a ruminagses passivas Ora, € necessirio, se- faneo a expressfo de Atkinson, “recalher’ ou sea, axumular, conter nosse fneigss, Porque 0 esforco exigido para a realizacdo de cada sessZo de proje to ativa necessita de uma energia com uma amperagem e uma voltagem ele vades. 4, Os ritmos da agdo a distancia ‘Acumulagio pela retencdo, projegio, recuperacdo através da redu cio da atividade do pensamento e recarga através dc cumprimento de tudo § que fevorece a elaboragdo abundante do influxo nervoso — esses sfo os ‘quatros tempos" de toda agdo & distincia, 0 leitor jé possui todas as indica- des necessias no que concerne aos trés primeiros. A “recarga” implica, an tes de tudo, num sono regular e profundo, num regime alimentar rico em fésforo e, finalmente, num recreio ao at livre — por exemplo, um tranqiilo passeio durante o qual deixaremos a mente divagar,errar, como se estivesse adormecida, na contemplaggo de uma paisagem, de vitrines, de pessoas com {quem cruzamos ou nos menores incidentes eventuais. Durante esse tempo, 0s pulmées se arejam, 0 sangue oxigena-se, os nervos se distendem, a mente recupere a calma perfeita, experimenta a serenidade. Esse tempo de "recar 42" deveria preceder imediatamente 0 esforco de projeedo ~ de sugest#o mental, Terminada a sugestdo, entdo passaremos ao isolamento, em seguida 20 repouso € enfim ao sono. Se iso estver dentro de suas possblidades,ob- Se1Ve 05 ritmos precedentes. 187 5, Como apreender alguém psiquicamente Voltemas 20s dos titimos itens do capitulo XI, Se vote, atentamente, 0 que s seqv0 parecer Ihed simples. E se, principalmane « locouos em pritca,estard preparado, de modo bem satisfat6ro, para a. influénc vem quer que sea, se, sem a minima itonglo, vooe jd exeree inluéncia sobre qualquer pes, cuja indvidualdade vsivele invisive the 6 conhecida. Por indvidualday, invsie!entendo a psiologia de uma pessoa, seu cardter, suas predisoy, es, tendéncias,faculdades, aptiddes de toda ordem. Para transmitc.coye 2 certeza de receptivdade, seu pensamento a um terciro,€ preciso que ote nhe observado e analisado sutilmente, para que sua vida interior, seus con, Cionamentosaftivos ¢intelectvos Ihe sejam claramente inteligiveis.€ proc, 40 thio “compreendio”. Essa €a primera dificuldade, pois a vida social i. a0 ser humano a esfoearse om parecer bem diferente do que realmente ¢ Uma espécie de separagdo estanque, de tela colorida isola cada pessos 4p sous somelhantes, Vocé pode relaciona-se com um homem durante de2 ano, sequidos e sé conhecer dele algumas aparéncias, alguns tragos de cardter Bropria vide em comum, nfo revela aos interessados mais de um ou viros Dretos de sua espectivaspersonalidades. Quanto mais justase exats fonen suas avaliages sobre os versos componentespsicoidgicos da pesoa »quey 4uer infu, rineipalmente sobre seus objetivos e aspiracdes, sequramenn ‘ood exerceré influéncia sobre sua vida interior, seu: 5 Sentimentos e disposi ‘962s profundas. Convido-o, portanto, a investi 192", a definir seus elemento, caracterol6gicas, a perceber como eles se articulam, ual a ressonéncia de cnr @ Fonte inicial da rar origer de suas ps Densamentos e intengdes, ou sje, perceber pelo que wis ¢ movin sirada, ‘A menos que vooé se) €, de resto, ‘um sobre cada um dos outros; enfim, procurar discer uilo que seu comportamento tem de original, procu favras, i Provido das luzes da caracterologie modern: versado mas ciéncias que permitem investiga a fundo ¢ minus ments um carter 8 seus melhores meios de invettigagdo s¥0 a obser a ‘reflex, Portanto,reina.o maior numero possivel de investigacées bre —_ Coun 4 $2 ucla, Sobre ta amunto conte w obras d And Lect (Cours Pratique de Gr 'phologi (Curso prético de grafologa| e Cours Supereur Piolte (Cuno sperior de pafolora) Danger eer, 188 esis em questo: 3 CONES, SUE minimos gests, Mrpecet-Inedo 0s elementos necessiris. Relletindo sos pesos, ove poder disceriro que éafetado ou conven proouden J caractersticas reals © protundas. Quando tomar Mento das origens dos antecedentes de qualquer posta, ls as oe ths sob aspecto bem diferente, €evidente que devemcs sero marge tessve. $e @ pessoa pereeber que est endo etrutada,analitada ou eae vperintva, 0 que no faclitaia em nada nossa trea, i Se, tendo lido atentamente este lv jd estiver bem impregnado dos srineipios de influéncia pessoal, voc8 sempre airé de modo a que quanto wis uma pessoa © interetar, quanto mals quiser obter urn resultado, mals Frciferente voc® parecera a pessoa em questo e mais secreto ficard sau dese. ie titudes ou reaga FE e565 aspectos dy onal © quais os que Construa, com paciéneia objetividade, seu “retrato mental inte- sual", Déthe vida, Entre, se ouso assim dizer, em sua psicologia, Tente ima gir 0 curso de seus pensamentos desde que ela se levania até ao deitar. Per ‘eba suas inclinagdes, as perspectivas que ele evoca voluntariamente eo que, no futuro, ele visa a obter ou evita. Afete as suas primeiras sessbes de acio rental com essa espécie de evocacfo, Prolongue-a o méximo possivel. Para evitar que ela degenere em fantasia, para manter 0 papel ativo, emita, por varias vezes, pensamentos como este: “Minha influéncia 2 invade", “Estou resolvido a submeté-la a minha vontade", "Vocé sente aimpressdo indefini- vel, premonitéria, de uma mudanga e se entregard a ela,“ Através da distan- cia e das paredes €U & raynetico itresistivelmente. Imagine bern o que sign ficam essas formulas. Veja a pessoa sentir sua infludncia, vejaa experimentar Luma impressdo estranha, ceder & sua agdo, cair numa espécie de sonoléncia Pelo menos no inicio, a sesso s6 acarretaré efeitos leves tEo leves que talvez 4 pessoa nem perceba. Serio indispensdveis multiplasreiteragGes para que ‘observe outros resultados além dos jé descritos no item 9 do capitulo 11 Aliés, saba que uma pessoa que pensa, decide e age sob inspiragdo da suges to mental, std convicta de que pense, decice e age por sua propria iniciati ve. 0 que the & sugerido insinuase to docemente, to gredualmente nas profundezas de seu subconsciente — onde seu pensamanto 6 elaborado ~ que Ihe & impossivel detectar a infludncia sui einvisivel da qual sofre aim Dregnagéo. No tard nenhuma diferenca se voce proceder quando ela estiver ‘cordada, trabalhando, falando ou divertindo-se ou quando estiver dormin do, pois © subconsciente registra dia e noite as influéncias vindas do exte ‘lor, mesmo se as faculdades conscientes estiverem em plena atividade, 6. Economia de uma sesso completa Primeiremente, mantenhe sua mente fi no “ett me segundo lugar (som perder de vista 3 ropresetato da pesca pre tvamente@ que vo quer ober. Avali, sm aise, o gu dea bilidade entre as atuisdeposgdes da pesoa eat que sera neces os esse para ques produit o contentment que quer ober als. espe madanesistantiness, nem mesmo répass. Vise a obtengia get ma proximidae ete a opinigo do outro” esa, ou visa reaizagiy arte del, de um ato espontneo desubordinagto, de uma manifenasie acordo com suas sugestoes, ein, Insista até que esses primeios resultados sejam produzidos, Se fg rem necessérias dez ou vinte sessdes para desencadear um primeio pass, ne fique surpreso nem se desconcerte com isso. Na maioria das aco sn ‘ais, @ “desamarracio" revelese trabalhosa, Cada s0:840 infil, acontve os efeitos da precedente, contribui para a impregnag0 do psiquismo sobre ual agimos, mas antes que o grau de impregnagio torne'se suficiente pare determinar sinals visives, fo necessérias vrias semanas de trabalho quets diano, exeeto raras exceges. O processo evolutivo se dé coma na infludneis ersuasiva normal, 2 do pretendente ou do representante comercial, por ‘exemplo, 20 qual uma primeira tentativa estérl o deprimiria se ele nao sou besse que a repetielo (sob as mais variadas formas) faz a forca da sugestio, que a implantage de uma idéia num cérebro no tem sucesso logo de pri Imeira vez e que o encaminhamento dessa idéia pode exigiralgum tempo. Ca da visita do um representante sagez Ué um novo Impulso ao proceso, cujo resultado serd o sucesto. No campo da sugestéo mental, veja no tempo um aliado. A partir dos primeiros resultados ~ ou seja, a partir da “desamarra: 80" ~ sua confianga em si e na ado psiquica ganharé uma tal amplitude, ue @ continuagéo de seus esforgos parecer’ incomparavelmente mais leve do que no inicio, Em tal dominio, o mais dificil € convencermo-nos de que podemos. Se subsist alguma duvida, essa espécie de restricio mental agi Como um freio, Assim que a certeza se impde, o poder pessoal atinge seu mais alto grau 7. Plano geral de uma ago Quando tiver adquirido perfeita consciéncia do fato de que sua in ‘luéncia determina positivamente efeitos conformes as suas intengées, com 160 jena un epee He MEN represzntatve de todas a etapa pe Mioxsoa que quer influenciar deve logicamente passar para chevar a re. ora eenunarcompets © defintivamente Aull que vos jana Tc a ela Ese filme, que @ cada di, projetaré na tela de sua imaginagio fe prime vontade de VbI0 Conretizarse, sed de hoje em diane, base Seo 28 SUR $8625 Utilize-0 plenamente, mas insista ainda por bastante tempo na eta am curso © na seguinte. Por vérias vezes, durante sua experimentagéo Proxidan, dire & pessos orden imperiosseslenciosas. Exaltese, Ordene toe formulas Curtas, Sempre acompanhodas de visualizegHo que elas expres fan, ou soja da execueo do que voet espera ver se realizar. ApOS algum tempo, 08 progressos fardo com que vislumbre a said final. Continue em frente obterd plana e completa satistagdo, ‘Quando uma influéneia estranha e mais ou menos antagnica & sua tem algumea influéncia sobre a pessoa, ndo tente agir sobre a pessoa de quem fenana tal influéncia. Seria impossivel, ao mesmo tempo, empreender vanta josmente dugs acGes. Ignore completamente a terceira pessoa. No pense va, Empregue toda sua energia para sugestionar a pessoa que voc# quer in- fhueneiar, impregnando'a, progressivamente, com suas proprias vibragées rentals, Certamente, isso determinard sua dessensiilizagdo em relagdo & ter- trira pessoa. Esta recomendapdo ndo é inspirada por pontos de vista teéri tos, mas por indmeras constatagdes priticas, quis 8, Tratamento a distin: ‘Alguns curandeiros, cujas curas s80 incontestaveis, tratam a distan cia, Para tanto, € necessério um dom especial? Se por “dom entendemos tina tensSo de exteriorizagSo extremamente poderosa, sim. Hé seres de tal forma condicionados que, por mais que sejam desprovidos de conhecimen. tos especiais, obtém curas extraordindrias. 'A quase totalidade dos “grandes magnetizedores” no inicio no co nheciam o agente que mais tarde aprenderam a manejar com arte. Foi gragas 4 circunstaneias imprevistas que tomaram conhecimento de suas proprieds des curativas, Aludo aqui a0 magnetismo fisiologico, do qual tratei no Livro |. Outros, desprovidos de predisposigdes, tomam se, grapas ao conhecimen 10 € 20 treino, notaveis terapeutas, apés terem seguide 0 ensino teérico @ Pritico de uma escola ou de um mestre particular. O que é verdadeiro para o 161 magnetismo também 0 para ainfluéncia psiquica, agente de curas distin, Aqueles que dessjam obtercuras semelhantes deveriam em prima, luge, intensiicar sua influénciainvisiveldisciplinéae tentar.n9 inicio ra, de males lves depois especalzerse no tratamento de um wénero de dow passer desse a um outro,até ter percorrido todos os setores da pata) AA representagio exata de um problema funcional necesita de 1, Bes preciss de anatomia ede fsiologia, Também exige um diagnéstico 2), 10. Com efeito, a ago & distancia aplicada a terapéutica surte efeito quand © operador sabe visualizar 0 mal de seu paciente. Ora, o médico, com tous as fontes de seu saber clinico e com 0 diagndstico dos exames de laborats. rio, nem sempre consegue “chegar a0 ponto”. Exorto a todos os que se pro em 2 praticar 0 “tratamento” & disténcia para instruitem-se, medicaments falando, e esseguraremse, em cada caso, de que o médico que esté tratando © paciente definiu com preciso a doenca. Depois de saber exatamente em que consste a doenga, e depois de ter tomado contato visual com o pacien te, @ fim de poder construir uma nitida imagem mental dele, pere em sequi de representéla, 0 operador deveré efetuaralgumas sessBes de concentracdo, visando @ atenuacio progressiva do mal, Dirigindo seu pensamento ao doen. te, deverd imaginar 0 que ele estd sentindo, como 0 6raio ou 0 aparelho af tado funciona atualmente, como deveria funcionar normalmente e, através que é fécil com um pouco de boa vontade, E-evidente que néo me dirijo aqueles para quem as satisfagdes gos rondmieas pasam por cima de qualquer outra consideragdo, e que no que em admitir nenhum sacificio com relagio a iso. Limitar-me-ei, nesta suméria exposic&o, a assinalar os Principais ali- mentos que devem ser terminantemente proibidos a todos os doentes,« bery imitados para as pessoas de boa satide. Em nenhum caso este rime é prejudicial Para maior clareza, apresento o ‘regime num quadro dividido em trés colunas. Na coluna da esquerda, coluna A, estdo inclu idos na enumera: vo dos alimentos, os que devemos Suprimir totalmente, quer estejamos doentes ou nfo. Na coluna do meio, coluna B, indico os alimentos que as pessoas de boa satide podem, na pior das hipoteses, consumir raramente em Pequenas. quantidades. Todas as pessoas que apresentam problemas di: gestivos, problemas nos rins, no figado, no aparelho circulatério, que tém ar- rite, feumatismo, enxaquecas, etc, deverdo abster-se radicalmente dos ali mentos das dues colunas — A e B. Os doentes graves ndo perderéo nada em Scgur as mesmas prescrigBes mas, para esses, sero necessériasoutras indica 88es, que aqui no poderemos determina, pois cada caso deve ser estuded Porticularmente Finalmente, na dltima coluna, coluna C, mencionamos as principss 170 ut A Proibidos a todos Carne erua, Carne de poreo, Carne de Cavuto, Produtos de salsicharia, Tri- pase middos, Cagas, Pato, figado gordo, Caldo de carne, Peixes gordu: rosos: cavala, arenque, salmdo, en: fquia, bacalhay, errsia, atum, arpa, Eardinhas frescas ou frites; mariscos, crusticeos, moluscos. Feijdo seco, ervilhas com casca, fovas seca, Soja ‘Todas os gorduras animats, mergarina de todos as espécies, exceto manteiga cerua ¢ azeite. Frituras B Proibidos aos doentes Presunto fresco “dle Paris", Figado de vitela, Peto, galinha de Angola, coelho, ‘caldo de galinha magra, (Ostras frescas. Evvithos frescas, Lentilhas. Caldo de legumes, Caldo do cozimen ‘to de legumes, todos os legumes cozi dos em estufa (a no ser que haja to- lerancia individual) Legumes dcidos como o tomate aze- do, @ berinjela; legumes brarcos co- mo nabos, saladas brancas, Manteiga frita, Mothos. Perturbagdes Provocadas Desvitatizagao, intoxicagBes diversas Sobrecarga hepética e renal, reuma: arirites, cOlicas nefréticas © he- into: piticas, colesterinemia, uremia, Kicagées, putrefacdo intestinal, der fnatoses, irritabilidade psiquica. es Cleroses orgénicas e artereoesclerose, hipertensao, FermentagSes digestivas, reumatis mos, artrites, uremia, disturbios he piticos e renais. Desvitalizaggo, desmineralizagio, fer mentacdes, amargor, acidez gdstrica Célicas hepdticas, colesterinemia desmineralizago. Amarger. sensacso de queimadura, digesto lenta za Proibidos a todos Bolos de creme, caté, Excesso de acuicar, Doces (prefira 0 agdcar de cana) Vinagre, Mostarda, pepino pequeno, ete. Liméo, grape fruit, Leite puro, iogurte e similares (exceto por prescrigso médica temporaria) Alcool, aperitivos. Cidra B Proibidos aos doentes Produtos de pastelaria, Creme fresco. Vinagre de vinto, Mostarda doce. Laranjas, tangerinas, Todas as frutas deidas em geral Compota de frutas verdes (exceto por prescriggo médica temporéri Queijos fortes: Livarot, Cantal, Roquefor: Cerveia, c Perturbagdes Provocadas Intoxicagaes, Perturbacdes hepaticas, Célicas hepaticas, sobrecarga digestive Desmineralizaggo, Diabete, Sobrecarga hapética Caries dentérias Gastrite, enterite, desmineralizacao, Desmineralizacso, ‘Caries dentarias, Artrites, Emagrecimento, Intolerancia hepstica desmineralizagao, Perturbagdes nervosas, cirrose Desminera! eo, bans ue pst poor pi mets dr ln pres 0 consdearos os aliments maior uso an ress pais nda ago ter cometido grandes omisses, — ‘Os ovos,cozidos ou fritos, prinipalmente os ovo defend, io cormente bem flerados, uma dose aims de am ovo por da, meso sam ora dos hepa, io mai aude a quando amends at, como num pure, num bolo de 02 ee ')vinho, salvo intlerncia manifesta, poce ser consumido roma ove mixin de 1/2 ito orca, ar o sauaves,¢1/4 toa, ae gee ee iso otto puramerteincatvo. uprima oso de ques que contenkam dssinfetantsquimica © também a5 Sus cae. Te imposed de conseguir gua de forte, fo aconslhas a gus meri de boa procednci mn Regime alimentar e temperamentos Enxpliquomos rapidamente o que sf0 0 terperamentos. (Veja es te respeito A Medicina e as Ciéncias Secrets, cap. NL) No homem existem quatro fungbes primordis, correspondentes gos quatro sistemas anatémioos 0 psicolégins 'A nutrigdo corresponde ao sistema digestivo; ‘A resprapo corresponde ao sistema pulmonate sanghineo; (0 psiquismo correspond a0 sistema nerves 'A motricidade corresponde ao sistema éssec-muscular E ovidente que todas esss fungSes coexisem em todos os indiv/ mas a predominéncia de cada uma delas determina o que chamarncs duos, de temperamento. A predomi mento Linfético, ‘A predomindncia do sistema respiratorio, corresp. mneia do sistema digestivo, corresponde o Tempera jonde o Tempera mento Sangiiineo. 1 predomindncia do sistema nervoso, ‘corresponde o Temperamen: to Nervoso. ‘A predominéncia do sistema esse0-muscl peramento Bilioso Jar, corresponde 0 Tem: Cada tipo apresenta qualifieagdes particulars, fibcase psiqucgs certas tendéncas patolégicas e, do ponto de vista alimentar,apetites« ga, tos que faz bem satisfazer, se forem moderados, e que devemos reprimir yo forem exagerados. Eis algumas indicagdes sumérias sobre esse assunto. LLinfético: tem um apetite regular € no exige muitos excitantes, Tem preferéncia por alimentos pesados, gosta de carne de porco, chucrutes, cerveja. € necessrio moderar suas inclinagées. Pode abusar dos alimentos fa rindceos. A melhor carne para ele 6a de boi Sangiiineo: tem tendéncia @ comer muita carne, ingerir muito vinho € Slcool em geral. A carne, em quantidade moderads, os lagumes verdes e as frutas ihe so favorsves, Nervoso: freqiientemente tem um apetite caprichoso e no 6 muito comitéo. Gosta de cardépios variados. Se gostar de comer, seré antes um gourmet que um guloso, Para ele & conveniente uma alimentagio de legumes verdes, queijos sépidos, cogumelos, frutas e legumes crus em doses modera, das, 0 peixe ea carne de carneiro Bilioso: como o sangiiineo, tem tendéncia a um apetite voraz. Em compensagéo, adapta-te facilmente a todos os regimes, como a todo tipo de Vida. Para ele & aconselhado um regime composto de carne e aves, ovos, far nndceos, frutas e legumes crus em abundancia, Para terminar, & preciso dizer algumas palavras sobre a abstengio total de alimentos, ou sj, jejum. Embora pouco praticado, é um admirdvel meio de purificaggo hu moral Alguns autores preconizam jejuns de 10, 20 dias ou mais, ¢ afi ‘mam que por tal processo obtiveram resultados excelentes. E possivel, mas 0 ‘minima que podemos dizer é que os jejuns dessa duragdo devem ser feitos 0b fiscalizago médica, e serem legitimados por motives vilidos, Em compensapio, o jejum de 24 ou 48 horas a cada trimestre, por exemplo, é uma excelente prética e um meio de se preservar de ataques mor bidos Para alguns doentes intoxicados pela ura, pelo colesteol, palo ‘sido Grieo, etc,, preconizamos jejuns voluntérios de trés dias fazendo uso 4e laxantes no primeiro dia e uma grande lavagem intestinal no segundo « terceiro dias, 74 ante o elu, pode-se tomar dgua pura a vontade ios implesmente, uma perfitalimpeza orginica ¢ uy muito simples ee ori da vitalidade ex Assim obter i Fecuperacsig Dr Pierre Oudinot

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