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TEORIA DA CONTABILIDADE

NBC TG Estrutura Conceitual - Estrutura Conceitual para


Elaboração e Divulgação
de Relatório Contábil-Financeiro

Correlata ao CPC 00 – R1 e ao Framework do IASB

Profª. Josimara Sampaio Magalhães


Teoria da Contabilidade ≠ Estrutura Conceitual

Teoria Contábil

Estrutura Conceitual

Norma Contábil

GELBCKE, E. R. et al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas
internacionais e do CPC. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. p. 29-39.
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual
Teoria Contábil: conjunto de conceitos e proposições, fundamentado
logicamente, que se predispõe a explicar ou a propor tudo o que diz respeito à
contabilidade: reconhecimento de elementos patrimoniais e suas mutações,
mensuração desses elementos e divulgação da posição patrimonial
(balanço) e das mutações (performance).

É livre. Tem como papel fundamental contribuir para o desenvolvimento das


ideias, de proposições explicações para a evolução da Ciência Contábil.

Exemplo: mensuração de ativo

Valor de reposição

Valor original ATIVO Valor de venda


(...)
VPL que dele se espera
GELBCKE, E. R. et al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas
internacionais e do CPC. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. p. 29-39.
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Estrutura Conceitual: conjunto de teorias que um órgão regulador, uma lei, ou


quem tem o poder para emitir normas escolhe, entre as teorias disponíveis,
com o objetivo de se basear para emitir as normas contábeis.

Exemplos:

• Órgão regulador escolhe como critério de mensuração de ativo o custo


histórico como base.

• Órgão regulador escolhe para certos ativos um critério de mensuração e


para outros, um critério distinto (exemplo: custo para estoques; valor justo
para produtos biológicos).

GELBCKE, E. R. et al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas
internacionais e do CPC. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. p. 29-39.
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Objetivo da Estrutura Conceitual:

• auxiliar o normatizador a seguir determinada linha na emissão de suas


normas;
• ajudar os contadores a entender e interpretar as normas que tem de aplicar; e
• auxiliar os usuários das demonstrações contábeis a interpretá-las.

O órgão normatizador pode colocar a estrutura como se fosse uma Lei


(Constituição), ou ...

Pode colocá-la como um norte a seguir, mas que em caso de conflitos o


que prevalece é o que estiver determinado numa norma específica*

(*essa é a situação adotada pelo IASB e, consequentemente pelo Brasil hoje)

GELBCKE, E. R. et al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas
internacionais e do CPC. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. p. 29-39.
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Estrutura Conceitual da Contabilidade: histórico recente

1986 – Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade: elaborado pelo


Instituto Brasileiro de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Ipecafi),
aprovado e divulgado pelo (Ibracon) e referendado pela CVM.

Torna-se obrigatório para as companhias abertas brasileiras por sua


Deliberação 29/86.

Discorria sobre:
• postulados (entidade e continuidade),
• princípios (custo como base de registro inicial, competência) e
• convenções (objetividade, materialidade – relevância, conservadorismo –
prudência, consistência – uniformidade). Não definia Ativo, Passivo, Receita
e Despesa.

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internacionais e do CPC. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. p. 29-39.
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Estrutura Conceitual da Contabilidade: histórico recente

1993 – Princípios Fundamentais de Contabilidade: documento emitido pelo


Conselho Federal de Contabilidade (CFC), por meio da Resolução 750/1993,

Apêndice – Resolução 774/1994 e


Características da Informação Contábil - Resolução 785/1995

Discorria sobre:
entidade, continuidade, oportunidade, registro pelo valor original, atualização
monetária, competência e prudência.

Não definia: Ativo, Passivo, Receita e Despesa.

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internacionais e do CPC. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. p. 29-39.
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Estrutura Conceitual da Contabilidade: histórico recente

Advento da Lei 11.638/2007 – Convergência da Contabilidade brasileira às


Normas Internacionais de Contabilidade emitidas pelo IASB.

Adotou-se o Pronunciamento Conceitual Básico – Estrutura Conceitual para a


Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis – CPC 00 correlato
ao Framework do IASB,

Modificação em 2011 – Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de


Relatório Contábil-Financeiro – CPC 00 – R1

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internacionais e do CPC. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. p. 29-39.
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

NBC TG – Estrutura Conceitual

Capítulo 1: Objetivo da elaboração e divulgação do relatório contábil-financeiro


de propósito geral

Capítulo 2: Entidade e reporta a informação (a ser acrescentado


posteriormente)

Capitulo 3: Características qualitativas da informação contábil-financeira útil

Capitulo 4: Estrutura conceitual para a elaboração e apresentação das


demonstrações contábeis: texto remanescente.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Capítulo 1: Objetivo da elaboração e divulgação do relatório


contábil-financeiro de propósito geral

O objetivo do relatório contábil-financeiro de propósito geral é fornecer


informações contábil-financeiras que sejam úteis a investidores existentes e
em potencial, a credores por empréstimos e a outros credores, quando da
tomada decisão ligada ao fornecimento de recursos para a entidade.

Exemplos: investidores em ações, instituições financeiras que financiam


ativos ou emprestam recursos à entidade (...)

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Outras partes interessadas, como por exemplo, órgãos públicos ou a


administração da entidade podem achar úteis os relatórios mas, estes não
são direcionados primariamente à esse grupo.

O campo de aplicação da Contabilidade é a entidade, com ou sem fins lucrativos,


com objetivo social ou econômico, que possua patrimônio a ser controlado.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Capítulo 2: Entidade e reporta a informação

(a ser acrescentado posteriormente)

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

•Capitulo 3: Características qualitativas da informação contábil-


financeira útil

Características qualitativas fundamentais:


• Relevância
• Representação Fidedigna

Características qualitativas de melhoria:


• Comparabilidade
• Verificabilidade
• Tempestividade
• Compreensibilidade
Disponível em: <http://www.cfc.org.br>
Características qualitativas fundamentais

Representação
Relevância Fidedigna

A informação precisa concomitantemente ser relevante e representar


com fidedignidade a realidade reportada para ser útil.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Relevância
As informações são relevantes quando fazem a diferença nas
decisões econômicas dos usuários.

A informação contábil-financeira é capaz de fazer diferença nas


decisões se tiver valor preditivo, valor confirmatório ou ambos.

A informação contábil-financeira com valor preditivo é


empregada pelos usuários ao fazerem suas próprias predições.

A informação contábil-financeira tem valor confirmatório se


retro-alimentar – servir de feedback – avaliações prévias
(confirmá-las ou alterá-las).
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Exemplo:
A receita auferida em determinado período pode ser usada
como base para predizer receitas futuras e confirmar
predições anteriores.

Materialidade: relacionada à relevância!


Se a omissão ou divulgação distorcida puder influenciar as
decisões dos usuários com base na informação contábil-
financeira.

Não está atrelado a limites quantitativos.

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Representação Fidedigna
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Exemplo: Base de fluxo de caixa descontado para teste de


recuperabilidade de ativos sem valor de mercado ativo.

Estimativas podem não ser qualificadas como exatas mas


podem ser fidedignas quando seu montante é claramente
descrito, se a natureza e limitações do processo de apuração for
claro e revelado e se nenhum erro tiver sido cometido no
processo.

Representação fidedigna de informação irrelevante e informação


irrelevante representada fidedignamente não provem o usuário
de informação útil.
CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE MELHORIAS
DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

COMPARABILIDADE
São características
qualitativas que
VERIFICABILIDADE melhoram a utilidade
da informação que é
TEMPESTIVIDADE
relevante e que é
representada com
fidedignidade.
COMPREENSIBILIDADE
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Comparabilidade: permite a comparação entre entidades ou de


itens da mesma entidade em períodos distintos.
Relaciona-se à consistência: uso de mesmos critérios para os
mesmos itens (exemplo: método de inventário de estoque).

Verificabilidade: ajuda a assegurar se a informação é fidedigna.


Pode ser direta (exemplo: contagem de caixa) ou indireta
(recálculo).

Essencial a divulgação dos métodos, premissas e outros fatores


que suportam a informação.

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Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Tempestividade: oferecer a informação em tempo hábil de se


poder influenciar a decisão do usuário.

Compreensibilidade: classificar, caracterizar e apresentar a


informação com clareza e concisão.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Características qualitativas não tornam uma informação


relevante ou fidedigna. As vezes o prejuízo de uma informação
de melhoria traz benefícios a uma característica fundamental no
longo prazo.

Por exemplo, uma mudança no critério de avaliação de


estoques pode no longo prazo proporcionar a elaboração de
demonstrações contábeis mais coerentes com a realidade da
empresa e auxiliar as decisões dos usuários com maior grau de
confiança, melhorando o mercado de capitais e a captação de
investimentos e financiamentos.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

•Capitulo 4: Estrutura conceitual para a elaboração e apresentação


das demonstrações contábeis: texto remanescente.

Premissa subjacente da continuidade (subentendido): manter-se em


operação.

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Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Elementos das demonstrações contábeis

As demonstrações contábeis retratam os efeitos patrimoniais e


financeiros das transações e outros eventos, por meio do
grupamento dos mesmos em classes amplas de acordo com as
suas características econômicas.

Essas classes amplas são denominadas de elementos das


demonstrações contábeis.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Elementos das demonstrações contábeis

As demonstrações contábeis retratam os efeitos patrimoniais e


financeiros das transações e outros eventos, por meio do
grupamento dos mesmos em classes amplas de acordo com as
suas características econômicas.

Essas classes amplas são denominadas de elementos das


demonstrações contábeis.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Elementos das demonstrações contábeis

Os elementos diretamente relacionados à mensuração da


posição patrimonial e financeira no balanço patrimonial são os
ativos, os passivos e o patrimônio líquido.

Os elementos diretamente relacionados com a mensuração do


desempenho na demonstração do resultado são as receitas e
as despesas.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Elementos das demonstrações contábeis

Os elementos diretamente relacionados à mensuração da


posição patrimonial e financeira no balanço patrimonial são os
ativos, os passivos e o patrimônio líquido.

Os elementos diretamente relacionados com a mensuração do


desempenho na demonstração do resultado são as receitas e
as despesas.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Elementos das demonstrações contábeis

Ativo
Recurso controlado pela entidade como resultado de
eventos passados e do qual se espera que fluam benefícios
econômicos para a entidade.

Benefícios econômicos: potencial de contribuir direta ou


indiretamente para o fluxo de caixa ou equivalentes da
entidade.

Resultado de eventos passados: delimita o reconhecimento


do ativo como elemento das demonstrações contábeis.
Expectativa de ativo não é considerada ativo.
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Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Elementos das demonstrações contábeis

Ativo

Recurso controlado pela entidade ≠ Bens e Direitos

Essência sobre a forma

Ativos tangíveis – ativos corpóreos. Exemplo: veículo,


mercadoria, máquinas.

Ativos intangíveis – ativos incorpóreos. Exemplo: marcas e


patentes, direitos de exploração, concessões, etc.

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Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual
Elementos das demonstrações contábeis

Passivo
Obrigação presente derivada de eventos passados cuja
liquidação se espera que resulte na saída de recursos da
entidade capazes de gerar benefícios econômicos.

Formas de liquidação de um passivo:


•Pagamento em caixa ou dinheiro;
•Transferência de outros ativos;
•Prestação de serviço;
•Substituição de uma obrigação por outra;
•Conversão da obrigação em item do patrimônio líquido.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual
Elementos das demonstrações contábeis

Passivo

Obrigações que satisfaçam a definição de passivo!


São direitos de terceiros em poder da entidade.

Exemplo: empréstimos, impostos a recolher, salários a pagar,


financiamentos, etc..

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual
Elementos das demonstrações contábeis

Patrimônio Líquido

Interesse residual nos ativos da entidade depois de deduzidos


todos os seus passivos. Vincula-se ao reconhecimento e
mensuração do ativo e passivo.

PL = Ativo – Passivo

Equação fundamental do patrimônio:


Ativo = Passivo + PL

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Elementos das demonstrações contábeis

A ATIVO PASSIVO
P
OBRIGAÇÕES O
L
Compromissos R
I RECURSOS com terceiros
CONTROLADOS
I
C +
PELA ENTIDADE G
A
PATRIMONIO E
Ç
LÍQUIDO N
Õ
S
E Situação líquida
S

Disponível em: <http://www.cpc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

RECEITA

“Receitas são aumentos nos benefícios econômicos


durante o período contábil, sob a forma da entrada de
recursos ou do aumento de ativos ou diminuição de
passivos, que resultam em aumentos do patrimônio
líquido, e que não estejam relacionados com a contribuição
dos detentores dos instrumentos patrimoniais”

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Uma receita é considerada realizada quando da ocorrência do


seu fato gerador, independentemente do seu recebimento.

Exemplos:
A entrega de uma mercadoria ou a prestação de um serviço.
O reconhecimento dos juros de uma aplicação financeira.
Perdão de uma dívida, ou redução do seu montante.

Independentemente de terem sido recebidos ou, os eventos


acima devem ser reconhecidos quando da sua ocorrência ou do
fechamento do negócio e conclusão da transação comercial.

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Receita não realizada

Da mesma forma que o reconhecimento da receita independe


do seu recebimento, o recebimento antecipado não implica na
realização de uma receita, se o produto não tiver sido entregue
e o serviço não tiver sido prestado.

Exemplo:
Recebimento antecipado de um tratamento dentário. Só poderá
ser reconhecida a receita pelo dentista quando executar o
trabalho. Nesse caso o dentista recebeu e fica com uma
obrigação de prestar um serviço ao seu cliente.
Disponível em: <http://www.cfc.org.br>
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

DESPESA

“Despesas são decréscimos nos benefícios econômicos


durante o período contábil, sob a forma da saída de
recursos ou da redução de ativos ou assunção de
passivos, que resultam em decréscimo do patrimônio
líquido, e que não estejam relacionados com
distribuições aos detentores dos instrumentos
patrimoniais.”

Disponível em: <http://www.cfc.org.br>


Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Uma despesa é considerada incorrida quando o Ativo é reduzido


ou o Passivo é aumentado. Uma despesa incorrida implica no
consumo de ativos e/ou surgimento de passivos ou dívida.

Exemplos:
Reconhecimento dos juros a pagar em um empréstimo ou
financiamento.
Baixa de mercadorias pela venda, reconhecimento do desgaste
e consumo de bens imobilizados.
Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Despesa não incorrida

Assim como ocorre nas receitas, o pagamento antecipado não


implica no reconhecimento de uma despesa.

Exemplo: Pagamento antecipado do prêmio e seguros.


O registro deverá ser feito em conta do ativo, seguros pagos
antecipadamente, e com o passar do mês, deverá ser feito o
reconhecimento do percentual referente àquele mês.

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Teoria da Contabilidade – Estrutura Conceitual

Regime de Competência:

Os efeitos das transações e outros eventos devem ser


reconhecidos quando ocorrerem (e não necessariamente
quando gerarem entradas ou saídas de caixa).

Receita Despesa

Ganha Incorrida
Referências:

GELBCKE, E. R. et al. Manual de contabilidade societária:


aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas
internacionais e do CPC. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2018. p. 29-
39.
Resolução CFC nº 1.328/2011

Endereços eletrônicos:
www.cfc.org.br
www.cpc.org.br
www.ifrs.org