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Uso descontextualizado da música torna este recurso distante dos objetivos pretendidos na

educação, sendo necessário levar sempre em conta no planejamento os conteúdos em


perspectiva, bem como os aspectos culturais, bem como os temas transversais. Isto porque, ao
trazer a música para o cenário educativo, de forma destontextualizada faz-se com que esta
perca seus alcances e possibilidades dentro do cenário pedagógico, se torna necessário a
existência de uma intencionalidade como pano de fundo ao se lançar mão deste recurso.

Inclusive, Sno (2007) diz que todo e qualquer instrumento ou estratégia utilizada como auxílio
para estudantes na aquisição das metadas de aprendizagem pretendidas necessitam dialogar
com os conteúdos curriculares em pauta. Como exemplo, Snow diz que o professor deve
escolher o que pretende ampliar vocabulário, desenvolver novas habilidade como audição,
pronúncia, fala, leitura, escrita, tradução ou até mesmo um simples warm-up. Ainda, o
professor necessita se dedicar a um planejamento prévio, com antecedência suficiente para
não só estar completamente familiarizado ao recurso escolhido, com as possibilidades de
abordagem, bem como com os pontos negativos que a música escolhida possa apresentar.
Além disso, para o professor este processo precisa sem bem razionalizado para que estes
preveja o cenário não gerando falsas expectativas.

O contexto da música escolhida deve, preferencialmente, atender ao paladar dos alunos,


dentro dos critérios estabelecidos pelo próprio professor. Isto, porquê o recurso musical é se
apresenta como forma lúdica justamente por ser atrativo ao gosto comum. Se esta regra é
quebrada, com músicas distantes da realidade dos alunos, o efeito vai ser completamente
contrário. Apesar disto, o professor, caso a proposta seja apresentar ao aluno a música em sua
evolução histórica, pode ousar uma mescla de estilos, com a finalidade clara e pactuada com
seus alunos para este fim.

Estudos sobre as práticas lúdicas e importância da música, trazem uma nova visão que rompe
com antifos paradigmas e nos traz um novo olhar, tanto das possibilidades que este recursos
potencializam na aprendizagem, de forma geral e, mais especificamente no ensino da língua
estrangeira, de forma geral.

É inegável que a perda de rendimento da língua inglesa, em decorrência do ensino tradicional


enfadonho e desmotivante, voltado para fins gramaticais vincula a aprendizagem da língua
estrangeira como obrigação, imposição e irrelevância diante do contexto do aluno .

A música apresenta várias.

Em releção às estratégica atuais no ensino da língua estrangeira a autora constatou , por base
nos achados bibliográficos que a partir de uma planejamento contextualizado tanto voltados
para os objetivos pedagógicos, quanto à série e nível da classe alvo, música como instrumento
pedagógica se revela grande potencial pelas seguintes razões.

É um excelente input que possibilita o contato do aprendizado com diversas falantes da língua
inglesa desmistificando a obrigatoriedade de se seguir o inglês padrão.
Por outro lado, oferece um clima propício para aprendizagem com calor, interatividade,
espontaneidade e descontração.

Além disso, como foi mencionado a música, ou melhor a inteligência musical, fa com que a
apreensão dos conteúdos trabalhado se torne mais efetiva.

Existe possibilidade de se trabalhar de diversas formas, desde o simples warm up, caça-
palavras, completar com pronomes, adjetivos ou qualquer outro componente gramatical
trabalhado, também se torna possível compreensão semântica a partir da representação de
diversas formas como, por exemplo, em HQs, colagem ou representação teatral.

Finalmente, a úniva forma condenada de música como recurso e estratégia pedagógica é o uso
como lazer, sem intencionalidade nem propósito de aprendizagem.

ESTRANGEIRISMO

Apesar de ser umt ermo relativamente novo, que provoca alguns temores em relação à
integridade da língua portuguesa há que se considerar alguns fatos

a. A língua oficial do Brasil, por si só já é um decorrência de longas multações históricas


b. O português brasileiro é classificado como uma das línguas românicas, ou seja, que
descendem do Latim vulgar, este sendo uma variação do Latim clássi e do Galego, que
descende do indoeuropeu.
c. Já como Língua Portuguesa brasileira, esta foi exposta aos diversos falares indígenas,
ao espanhol, ao francês e diversos dialetos africanos.

Sobreviveu-se a tudo isso, E, ao refletir a própria idendidade , nos aspectos estéticos dos
brasileiros não segue um padrão. Somos diferentes, frutos da diversidade, o que não nos
torna mais ou menos brasileiros.

Assim, Portuuês é nosso língua, nosso patrimônio, independente das incorporações que
ocorreram ou possam ocorrer ao longo da evolução humana. Nosso portugu~es só se
torna cada vez mais rico e diversificado

Agora, aos que se incomodam tanto com os estrangeirismos, convidamos a se juntar a


tantos com a questão dos dialetos gerados constantemente em nossa sociedade a partir
da dialogicidade contextualidade com a globalização e práticas cada vez mais inovadoras
da tecnologia da informação e comunicação, como os promovidos pelo o uso de
aplicativos sociais, através dos quais, com poucos sinais, símbolos ou letras, abreviaturas,
neologismos, a comunicação ainda assim acontece.

Mas este é outro assunto para mais conversa, novos encontroes e futuros debates.
Estrangeirismo é o uso de palavras pertencentes a outros idiomas que não o nosso usado
por diversos motivos, sendo alguns justificáveis pela , outros de uso supérfluo , ou por
seguirem modismos ou porrepresentar statussocial.

Como exemplos podemos usar o nosso vocábulo “saudade” que, se usado em outro país
por estrangeiros pode ser justificado pela ausência de um termo semelhante naqueles
idiomas que interprete semântica e fidedignamente a intenção elocutiva Do mesmo jeito
temos a lavra bullying que por mais que tentemos não conseguimos palavras existente em
nosso léxico que represente a mesma intencionalidade elocutiva.

Este artigo é resultado de pesquisas e discussões sobre o uso do estrangeirismo como


componente parte do léxico pbrasileiro, tendo como objetivo pesquisr, descrever, analisar
a produção do estrangeirismo na educação pública mais especificamente no 2º ano do
ensino médio em c

Que propõe o reconhecimento e conscienteização da concvivencia linguística interlínguas


de tal forma que o estrangeirismo acaba se confundindo e inserido no léxico do país, sob a
forma de novos vocábulos.

Este fato decorre do advento da globalização.

( Freitas, Tamillo e Soalheiro (2005) definem como estrangeirismo palavras provenientes


de línguas estrangeiras que, além de não estar integradas ao léxico português, passam por
um processo de aportugueamente.

Este artigo é resultado de pesquisa e discussões sobre o uso do estrangeirismo como


componente parte do léxico brasileiro, tendo como objetivo pesquisar registros, descrever
e analisar a produção do estrangeirismo na escola pública mais especificamente, no
segundo ano do ensino médios em um colégio publico da cidade de feira de Santana,

O que propõe-se é o reconhecimento e conscientização da convivência linguística


interlínguas de tal forma que o estrangeirismo acaba se confundindo e inserido ao léxico
do país sob o aspecto de novos vocábulos.

Este fato decorre do advento da globalização, ideologia, multiculturalismos aos quais o


país acaba, independentemente de sua vontade, sendo exposto. Este fenômeno
sociolinguístico ocorre em decorrência do privilégio que é atribuído aos falantes , bem
como da própria língua falada por estes.

Este fenômeno é resultado de diversos fatores, culminando em uma atratividade


magnifica que gera a predileção pelo estrangeirismo.

Se por um lado causa estranheza em uns, por outro abre uma janela de possibilidades
facilitadora que proporciona mecanismos para instigar e motivar os aprendizaes
estimulando interesse para o aprendizado deste idioma.

Assim, a autora propõe percorrer uma sequencia partindo da contextualização histórica.

O contato reflexivo sobre a presença dos idiomas no cotidiano e no contexto sociocultural,


baseada em fundamentos históricos, percurso histórico do idioma.

Os meios e recursos de expressão que traduzem a potencialidade discursiva do idioma no meio


em que se insere problemas e discussões. Inclusive a desmotivação e atribuição negativa em
relação entre alunos e a LEM, sendo importante promover a reflexão da ocorrência cotidiana
deste com o idioma nas mais simples ações do dia a dia

O uso do estrangeirismo tornou-se comum trazendo novos vocábulos especialmente em


decorrência de fatores como a globalização.

A entrada de elementos lexicais e estrangeirismos