Você está na página 1de 45

UNIVERSIDADE PAULISTA

MILENE TEONILIA NEVES

A APLICABILIDADE DA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL EM


GRUPO:

MANEJO NA ANSIEDADE SOCIAL

GOIÂNIA

2018
MILENE TEONILIA NEVES

A APLICABILIDADE DA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL EM


GRUPO:

MANEJO NA ANSIEDADE SOCIAL

Trabalho de conclusão de curso para


obtenção do título de especialista em
Nome do Curso apresentado à
Universidade Paulista - UNIP.
Orientadores:
Profa. Ana Carolina S. de Oliveira
Prof. Hewdy L. Ribeiro

GOIÂNIA

2018
MILENE TEONILIA NEVES

A APLICABILIDADE DA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL EM


GRUPO:

MANEJO NA ANSIEDADE SOCIAL

Trabalho de conclusão de curso para


obtenção do título de especialista em
Saúde Mental para Equipes
Multiprofissionais apresentado à
Universidade Paulista - UNIP.
Orientadores:
Profa. Ana Carolina S. de Oliveira
Prof. Hewdy L. Ribeiro

Aprovado em:

BANCA EXAMINADORA

_______________________/__/___

Prof. Hewdy Lobo Ribeiro

Universidade Paulista – UNIP

_______________________/__/___

Profa. Ana Carolina S. Oliveira

Universidade Paulista – UNIP


DEDICATÓRIA (OPCIONAL)

Dedico este trabalho primeiramente а Deus, pоr ser essencial еm minha


vida, autor dе mеυ destino, mеυ guia, socorro presente nа hora dа angústia, ао
mеυ pai José Francisco Neves, minha mãе Sirlene Maria Neves е ао meu
irmão Wenderson Ricardo Neves.
AGRADECIMENTOS (OPCIONAL)

Agradeço a Deus, qυе sе mostrou criador, qυе foi criativo. Sеυ fôlego dе
vida еm mіm mе fоі sustento е mе dеυ coragem para questionar realidades е
propor sempre υm novo mundo dе possibilidades.
““A terapia cognitiva busca aliviar as tensões psicológicas
por meio da correção das concepções errôneas. Ao
corrigir as crenças errôneas, podemos acabar com as
reações excessivas.””

(Aaron Beck)
RESUMO

“Apresenta os pontos relevantes de um texto [justificativa, objetivo,


metodologia, resultado, conclusão], fornecendo uma visão rápida e clara do
conteúdo e das conclusões do trabalho, seguido das palavras-chave, não
ultrapassando 500 caracteres/letras. Recomenda-se o uso de parágrafo único”
(Biblioteca Universidade Paulista, 2012, p. 22).

JUSTIFICATIVA: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. OBJETIVO: xxxxxxxxxxxxxxxx.


METODOLOGIA: xxxxxxxxxxxxxxxx. RESULTADO: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
CONCLUSÃO: xxxxxxxxxxxxxxxxxxx.

Palavras- chave: Saúde Mental, Transtornos Mentais, Terapia Cognitivo-


Comportamental (por exemplo)
ABSTRACT

“Resumo em Língua Estrangeira (obrigatório): Versão do resumo para idioma


de divulgação internacional” (Biblioteca Universidade Paulista, 2012, p. 23).

Key-words: Mental Health, Mental Disorders,


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO......................................................................................... 00

1.1 Subitem................................................................................................ 00
1.2 Subitem................................................................................................ 00

2 OBJETIVO............................................................................................... 00

3 METODOLOGIA...................................................................................... 00

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO............................................................... 00

5 CONCLUSÕES........................................................................................ 00

REFERÊNCIAS.......................................................................................... 00
9

1 INTRODUÇÃO

Meu esquema para o trabalho.

(Histórico e pressuposto da Terapia cognitivo de Aaron Beck /

A terapia cognitiva tem como marco inicial os estudos do então psicanalista


Aaron Beck, que buscando respostas se viu em uma nova teoria. Ele buscava
testar um conceito psicanalista de que a depressão é resultante de hostilidade
contra si mesmo e descobriu que na verdade os pensamentos automáticos
negativos e que desencadeavam as emoções disfuncionais nos pacientes.
Percebeu que ao promover em seus pacientes a identificação e
consequentemente avaliação e repostas aos pensamentos negativos contra si,
seu mundo e ao futuro ocorria uma mudança significativa assim como as
medicações antidepressivas.
Terapia cognitivo, portanto, tem como estratégia de tratamento uma
conceituação, ou compreensão das crenças especificas e padrões de
comportamento de cada paciente. O terapeuta, nesta abordagem, busca
promover uma mudança cognitiva, alterando assim tanto as crenças e formas
de pensamentos do sujeito, o que faz que se obtenha uma mudança emocional
e comportamental duradora (Judith Beck – pag 22). Tem sua aplicabilidade
ampliada, seja no contexto de grupos, terapia de casal e família, além do
contexto individual tanto em adultos, idosos e crianças quanto no contexto de
uma clinica psiquiátrica, escolas, prisões ...
Mais afinal o que prega a terapia Cognitiva proposta por Beck? O modelo
proposto por beck tem a premissa de que os pensamentos disfuncionais,
influenciam o humor e comportamentos do individuo, ressaltando que ele esta
presente em todos os transtornos psicológicos. O terapeuta cognitivo atuara
para que o paciente aprenda avaliar seus pensamentos de forma realista e
adaptativa e assim promover a melhora do estado emocional e no
comportamento deste.
10

A terapia cognitivo-comportamental (TCC) possui duração limitada no


tempo, é orientada para o presente e funciona por meio da aliança colaborativa
entre terapeuta e paciente em direção à questão problema. Na TCC, o paciente
com TAS aprende competências cognitivas e comportamentais necessárias
para melhorar sua performance interpessoal e alterar seus pensamentos
distorcidos. (artigo: Terapias cognitivo-comportamentais, terapias
cognitivas e técnicas comportamentais para o transtorno de ansiedade
social)

Atualmente existem outras teorias originais da terapia cognitiva, entre elas


a Terapia Cognitiva Focada em Esquemas. Segundo Wainer (2016) a Terapia
do esquema não se trata apenas de um avanço da Terapia Cognitiva, mas, um
contribuição para os estudos da personalidade e do desenvolvimento humano.
Traz como um dos princípios introduzidos os esquemas iniciais desadaptativos,
o de domínios esquemáticos, o de processos esquemáticos e o de estilos de
enfrentamento.
A terapia do esquema, segundo xxxx() é uma proposta de terapia inovadora
desenvolvida por Young e colegas que busca ampliar os conceitos e
tratamentos da cognitivo comportamental tradicional. Mescla elementos das
escolas TCC, Teoria do apego, da Gestalt, de relações objetais, construtivistas
e psicanalista em um modelo conceitual rico e unificador de tratamento.
Yalom traz descreve nove fatores terapêuticos relevantes oferecidos pelos
grupos, sendo: Instalação de esperança, a partir da narrativa de superação dos
membros do grupo; universidade, dificuldades semelhantes com frequência;
compartilhamento das informações, psicoeducação compartilhada, conselho do
outro paciente proporciona aprendizado mais crucial; altruísmo, oportunidade
de ajuda aos demais membros do grupo; capitulação corretiva do grupo familiar
primário e do aprendizado interpessoal; o grupo proporciona uma experiência
11

social;desenvolvimento de técnicas de socialização, a interação entre os


membros facilita a identificação e o treinamento de habilidades deficitárias;
comportamento imitativo; aprendizagem vicária ou observacional; coesão
grupal, aceitação, apoio e confiança – atração que os membros tem pelo grupo
e pelos outros membros; cartase, condições adequadas para que haja
mudanças.
O terapeuta tem dupla função na terapia do esquema em grupo (TEG),
facilitar a experiência vivenciada no aqui e agora e auxiliar a reflexão sobre ela.
Deve ter uma postura empática, acolhedora e genuína, oferecer suporte a cada
participante e ter energia para parentalizar o grupo todo. Ajudar o paciente a
identificar e suprir suas necessidades primárias não atendidas. Oferecer um
lugar seguro para que possam preencher as lacunas da aprendizagem
emocional.

Historico terapia de grupo

e uso da TCC/ Ansiedade social – fobia em falar em publico.

O Transtorno de Ansiedade Social (TAS) é definido como medo ou


ansiedade clinicamente significativa, provocados pela exposição a certos tipos
de situações sociais, que podem ser de desempenho, de observação ou de
interação. A resposta ao tratamento também depende do número de
comorbidades e da gravidade dos sintomas, sendo que no caso de existirem
comorbidades o tratamento, em geral se torna mais prolongado. A terapia em
grupo apresenta algumas vantagens em relação à terapia individual, visto que
o grupo funciona como uma situação social vivida pelo paciente e observada
pelo terapeuta. (artigo: A terapia cognitivo-comportamental em grupo no
Transtorno de Ansiedade Social).

Déficit de habilidades sociais

Esta teoria postula que indivíduos com fobia social sofrem de um grande
déficit nas habilidades sociais, como, por exemplo, iniciar uma conversa com
uma pessoa estranha, comportar-se em uma entrevista de emprego,
12

comportamentos de paquera, etc. Deficiências nas habilidades sociais podem


levar uma pessoa a se comportar de uma forma inadequada em um primeiro
encontro romântico e isto deixá-la em uma situação embaraçosa, por exemplo.
A falta de habilidade social pode levar o indivíduo a evitar situações sociais
onde ela (habilidade) possa ser essencial para um comportamento adequado e
efetivo, como uma entrevista de emprego. Os estudos relatam que existe uma
alta incidência de déficits de habilidades sociais em pacientes com diagnóstico
de fobia social, e que este fato seria pelo menos responsável pela manutenção
do quadro fóbico. Crenças irracionais

Para Ellis (1962), as crenças irracionais são o centro dos transtornos


neuróticos. Esse autor teorizou que a ansiedade social poderia ser explicada
pelas crenças irracionais que a pessoa tem - por exemplo, a crença de que
temos sempre que causar uma boa impressão para sermos aceitos pelas
pessoas. Outro tipo de crença irracional é a de que temos sempre que ter um
desempenho perfeito em determinada situação para mostrarmos o nosso valor
como pessoa. Como conseqüência, as pessoas que mantêm estes tipos de
crença tendem a se cobrar demais, querendo sempre ter um desempenho
perfeito, sem erros, chegando a uma tentativa extrema de perfeição. Este alto
grau de exigência leva a um alto nível de ansiedade na execução do
comportamento e de frustração quando algo não sai como planejado pelo
indivíduo. Ainda conforme estes mesmos autores, o fóbico social apresenta
falhas no processamento cognitivo, que tende a distorcer a avaliação de suas
experiências interpessoais. Ele mantém pensamentos patologicamente
negativos acerca de si mesmo, suas experiências e seu futuro; seletivamente
procura evidências para reafirmar sua visão negativa, reforçando suas crenças
e mantendo os sintomas cognitivos, comportamentais e fisiológicos. Os erros
sistemáticos do processamento cognitivo levam à manutenção dos
pensamentos distorcidos do paciente, apesar das evidências em contrário.
Modelo cognitivo da fobia social. Clark e Wells (1995) propõem um modelo
cognitivo para a fobia social. Neste modelo, o fóbico social é motivado a
interpretar as situações sociais de forma negativa e conseqüentemente sentir-
se inseguro e/ou evitar estas situações. Estas pessoas percebem as situações
sociais e de desempenho como extremamente ameaçadoras. Esta distorção da
13

realidade resultaria de pensamentos denominados de automáticos, pois


surgem rapidamente e sem motivo real, desencadeando a ansiedade social.
Modelo cognitivo-comportamental da fobia social

O modelo cognitivo-comportamental proposto por Heimberg, Juster, Hope e


Mattia (1995) procura integrar vários resultados de pesquisas e modelos
existentes. O modelo é baseado na presunção de que existe uma
predisposição para o desenvolvimento da fobia social, que pode ser herdada
ou produzida por fatores na infância ou na adolescência que sensibilizam o
indivíduo para os aspectos ameaçadores das situações sociais. Tais fatores
podem incluir pais com ansiedade social, padrões exagerados de perfeição no
funcionamento, superproteção e/ou isolamento dos contatos sociais. Estes
mesmos autores, indicam que estes fatores vividos na infância ou adolescência
aumentam a probabilidade de a pessoa entrar em situações sociais de forma
apreensiva, desta maneira sentindo muita ansiedade ou tentando evitá-las.
Estas pessoas formam cognições de que as situações sociais são perigosas e
que a única maneira de prevenir resultados negativos é evitá-las.
Conseqüentemente tendem a antecipar uma possível humilhação e embaraço,
e devido a isto evitam as situações sociais ou de desempenho; e quando não
conseguem evitá-las sofrem em demasia antes e durante a situação. Em
relação à terapia cognitivocomportamental da fobia social, as principais
técnicas que vêm sendo pesquisadas são a exposição, reestruturação
cognitiva, técnicas de relaxamento e treino de habilidades sociais (artigo:
TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DA FOBIA SOCIAL:
MODELOS E TÉCNICA)

De acordo com o modelo cognitivo-comportamental, indivíduos com


ansiedade percebem o mundo como um lugar perigoso, uma ameaça em
potencial que lhes exige constante vigilância. Portadores de FS são
extremamente sensíveis a pistas que denotem a possibilidade de avaliação
negativa de outras pessoas. A excessiva atenção a estas pistas produz
autocrítica exagerada e percepção distorcida dos próprios comportamentos que
poderiam passar despercebidas. Assim, um breve silêncio na interação social,
por exemplo, é interpretado como desinteresse, e a recusa de um convite pode
significar constante isolamento e solidão. Sob a lente das crenças distorcidas,
14

estímulos neutros são erroneamente interpretados como negativos, enquanto


aqueles positivos e seguros são ignorados. Memórias de situações de sucesso,
com uso de recursos adequados de enfrentamento no passado, são
subestimadas ou pouco valorizadas. Tal percepção distorcida pode
desencadear sintomas físicos, comportamentais e cognitivos, que geram
desconforto, reforçam a auto-imagem de inadequação e sentimentos de
humilhação e contribuem para o afastamento do convívio social. A esquiva e o
isolamento intensificam a atenção autofocada e impedem a desconfirmação do
caráter ameaçador atribuído ao ambiente e às relações sociais. Múltiplos são
os possíveis fatores relacionados à etiologia da FS. Estudos familiares
demonstram um padrão de agregação familiar de FS, principalmente do subtipo
generalizada. A maior incidência de FS em parentes de primeiro grau de
indivíduos acometidos sugere que, pelo menos parcialmente, esse transtorno
seja geneticamente herdado. Estudos genéticos mais recentes sugerem a
possibilidade de herança poligênica, com genes candidatos em pesquisa.8 Em
estudos de neuroimagem funcional, realizados por meio de ressonância
magnética (RMN) ou tomografia por emissão de pósitrons (PET), observa-se a
hiperestimulação de estruturas temporais (amígdala, córtex pré-frontal,
hipocampo e núcleo estriado) em resposta a imagens aleatórias de faces
humanas – o que sugere um sistema límbico hipersensível não somente a
estímulos nocivos, mas também a estímulos considerados afetivamente
neutros. Tratamento: As abordagens terapêuticas empiricamente testadas e
reconhecidas como eficazes para a FS são a farmacoterapia e a terapia
cognitivo-comportamental individual (TCCI) e em grupo (TCCG). A TCC é
educativa e de natureza focal. Prioriza as discussões práticas realizadas nas
sessões e nas tarefas de casa. O terapeuta tem postura colaborativa e ativa no
tratamento. Estudos indicam que, para a FS circunscrita, 12 a 16 sessões
semanais em grupo ou individual são suficientes para a redução significativa da
sintomatologia. Já para a FS generalizada, a resposta ao tratamento depende
do número de comorbidades e da gravidade dos sintomas, sendo o tratamento,
em geral, mais prolongado e os resultados mais limitados. Os dados colhidos
na avaliação são determinantes no planejamento do tratamento. A terapia deve
inicialmente priorizar os sintomas que causem maior grau de prejuízo.
Dependendo da gravidade da FS, do grau de esquiva e da disponibilidade do
15

paciente, indica-se terapia grupal ou o formato individual. . Psicoeducação É


fundamental que se inclua no início da terapia uma sessão para esclarecimento
de todas as informações que o paciente necessite sobre seu transtorno e o
tratamento. A necessidade de associação com a terapia farmacológica e a
importância da inclusão da família no tratamento devem ser aqui abordadas. A
orientação familiar deve incluir esclarecimentos sobre como proceder diante
das dificuldades na interação com o paciente. A reestruturação cognitiva
envolve, a princípio, a detecção de pensamentos distorcidos, de crenças
condicionais e da crença central do paciente, orientando assim o terapeuta na
compreensão sobre o funcionamento cognitivo do paciente. Um diário deve ser
utilizado para auxiliar o paciente a registrar seus pensamentos automáticos
distorcidos e a respectiva ansiedade em uma situação social. A seguir, o
paciente é orientado a observar estes pensamentos com distância e questioná-
los, de modo a perceber suas distorções e corrigi-los de maneira a baixar a
ansiedade gerada por eles. O desafio dos pensamentos automáticos
distorcidos é feito através da técnica de questionamento socrático, com a
revisão de evidências que confirmem ou não as hipóteses negativas do
paciente. Ao questionar os pensamentos é possível determinar os tipos de
erros lógicos associados. Os erros mais comuns na FS são: leitura mental (“ele
me acha incompetente”); adivinhação e catastrofização (“se eu tiver que
assinar o meu nome, não vou conseguir escrever”); e personalização (“eles não
estão me dando atenção. Devo ter falado besteira”). Alguns autores acreditam
que a crença central característica da FS é autodepreciativa (“sou
incompetente, insignificante”). Por isso, são construídas crenças condicionais
ao longo da vida que buscam “encobrir” essa autodepreciação, do tipo “se eu
mostrar minha insegurança, ruborizando, serei humilhado”; “se eu não for
impecável no meu comportamento, serei desprezado”. A estratégia
compensatória para lidar com este tipo de crença envolve a observação
constante e excessiva do próprio comportamento, de modo a não permitir
nenhum deslize e uma expectativa exagerada do próprio desempenho. As
técnicas de manejo de estresse e relaxamento são utilizadas no tratamento
da FS com o objetivo de fazer com que o paciente aprenda a ter maior controle
das respostas fisiológicas próprias da ansiedade. Dessa forma, tais técnicas
são bastante utilizadas no tratamento de todos os quadros ansiosos. As
16

técnicas de relaxamento em geral são úteis na diminuição da ansiedade basal


e também favorecem a percepção do autocontrole da ansiedade. A mais
utilizada é a de Jacobson, que orienta o paciente a observar cada grupo
muscular de maneira a identificar a tensão e propiciar o relaxamento do
mesmo. A exposição às situações temidas reduz a ansiedade e o
comportamento fóbico. Pode ser feita por meio do confronto das situações ao
vivo ou na imaginação. A utilização de um diário é útil para que o paciente
avalie sua ansiedade antes e depois da exposição, registrando dificuldades
encontradas. A terapia de exposição em grupo facilita a realização de alguns
exercícios entre os membros do próprio grupo e auxilia na criação de situações
geradoras de ansiedade sem ter que, necessariamente, contar com o acaso. A
terapia em seu formato semanal deve ser encerrada quando a maioria dos
sintomas tiver sua intensidade reduzida significativamente, causando
interferência mínima na rotina de vida do paciente. Nesta fase, faz-se a revisão
das técnicas aprendidas e orienta-se para a prática contínua das mesmas,
visando-se, assim, a manutenção da melhora clínica. Deve-se, também, atentar
para recaídas e seus potenciais desencadeantes. Finalmente, as consultas
podem ser espaçadas ao longo de um período, até a alta propriamente dita. As
vantagens em relação à terapia individual incluem: membros compartilhando a
mesma dificuldade e a própria vivência grupal promovendo exposição ao vivo,
evidências contra distorções cognitivas, compromisso público de mudança e
aprendizagem vicariante. Alguns critérios devem ser considerados,
especialmente, para a composição do grupo. O grupo deve ser balanceado por
gênero, idade e gravidade da FS. São indicados para compor a TCCG
pacientes com gravidade semelhante e que apresentem desempenho
interpessoal adequado frente a situações que desencadeiem ansiedade. O
número ideal de pacientes para compor o grupo é em torno de seis, e o de
terapeutas, dois. O tratamento deve conter em torno de 12 sessões semanais,
cada uma com duração de duas horas, seguindo programação estruturada
para cada etapa da terapia. A TCC constitui tratamento eficaz para pacientes
com FS. Na TCCG, um maior número de pacientes é atendido por um
terapeuta, diminuindo, assim, significativamente, os custos do tratamento. Além
disso, a abordagem grupal, por si só, facilita a exposição ao vivo. (artigo:
Terapia cognitivo-comportamental da fobia social)
17

(artigo:Terapias cognitivo-comportamentais, terapias cognitivas e


técnicas comportamentais para o transtorno de ansiedade social) O
diagnóstico do transtorno de ansiedade social (TAS) é feito clinicamente e
difere da timidez pela gravidade, persistência, prejuízo e sofrimento resultantes
dos sintomas ansiosos1. A cronicidade do TAS contribui para acentuar o
prejuízo funcional e ocupacional do paciente.
18

https://search.scielo.org/?q=ansiedade+social+em+terapia+de+grupo+tcc&lang
=pt&count=15&from=0&output=site&sort=&format=summary&fb=&page=1&q=
medo+de+falar+em+publico&lang=pt&page=1

https://search.scielo.org/?q=medo+de+falar+em+publico&lang=pt&count=15&from=0&outpu
t=site&sort=&format=summary&fb=&page=1&q=terapia+cognitivo+comportamental+em+gru
po+ansiedade+social&lang=pt&page=1
19

https://search.scielo.org/?q=terapia+cognitivo+comportamental+em+grupo+ansi
edade+social&lang=pt&count=15&from=0&output=site&sort=&format=summary
&fb=&page=1&q=terapia+cognitivo+comportamental+em+grupo&lang=pt&page
=1

https://search.scielo.org/?q=terapia+cognitivo+comportamental+em+grupo&lan
g=pt&count=15&from=0&output=site&sort=&format=summary&fb=&page=1&q=
ansiedade+social&lang=pt&page=1
20
21

http://pepsic.bvsalud.org/cgi-bin/wxis.exe/iah/

http://pepsic.bvsalud.org/cgi-bin/wxis.exe/iah/
22
23

http://pesquisa.bvsalud.org/portal/?u_filter%5B%5D=fulltext&u_filter%5B%5D=c
ollection&u_filter%5B%5D=db&u_filter%5B%5D=mj_cluster&u_filter%5B%5D=t
ype_of_study&u_filter%5B%5D=clinical_aspect&u_filter%5B%5D=limit&u_filter
%5B%5D=pais_assunto&u_filter%5B%5D=la&u_filter%5B%5D=year_cluster&u
_filter%5B%5D=type&u_filter%5B%5D=ta_cluster&u_filter%5B%5D=jd&u_filter
24

%5B%5D=pais_afiliacao&fb=year_cluster%3A20&output=site&lang=pt&from=1
&sort=RELEVANCE&format=summary&count=20&page=1&q=terapia+cognitivo
+comportamental+em+grupo+ansiedade+social&index=tw&where=&filter%5Bd
b%5D%5B%5D=LILACS#year_cluster

http://pesquisa.bvsalud.org/portal/?output=site&lang=pt&from=0&sort=RELEVANCE&format=
summary&count=20&fb=&page=1&filter%5Bdb%5D%5B%5D=LILACS&q=medo+de+falar+em+
publico&index=tw&search_form_submit=Pesquisar
25
26

http://pesquisa.bvsalud.org/portal/?u_filter%5B%5D=fulltext&u_filter%5B%5D=c
ollection&u_filter%5B%5D=db&u_filter%5B%5D=mj_cluster&u_filter%5B%5D=t
ype_of_study&u_filter%5B%5D=clinical_aspect&u_filter%5B%5D=limit&u_filter
%5B%5D=pais_assunto&u_filter%5B%5D=la&u_filter%5B%5D=year_cluster&u
_filter%5B%5D=type&u_filter%5B%5D=ta_cluster&u_filter%5B%5D=jd&u_filter
%5B%5D=pais_afiliacao&fb=year_cluster%3A40&output=site&lang=pt&from=1
&sort=RELEVANCE&format=summary&count=20&page=1&q=ansiedade+socia
l&index=tw&where=&filter%5Bdb%5D%5B%5D=LILACS#year_cluster
27

http://www.bvs-psi.org.br/metaiah/search.php
28

http://www.bvs-psi.org.br/metaiah/search.php
29

http://www.bvs-psi.org.br/metaiah/search.php
30

http://www.bvs-psi.org.br/metaiah/search.php

http://www.periodicos.capes.gov.br/?option=com_pmetabusca&mn=88&smn=8
8&type=m&metalib=aHR0cDovL3JucC1wcmltby5ob3N0ZWQuZXhsaWJyaXNn
31

cm91cC5jb20vcHJpbW9fbGlicmFyeS9saWJ3ZWIvYWN0aW9uL3NlYXJjaC5kb
z9kc2NudD0wJnBjQXZhaWxhYmlsdHlNb2RlPWZhbHNlJmZyYmc9JnNjcC5zY
3BzPXByaW1vX2NlbnRyYWxfbXVsdGlwbGVfZmUmdGFiPWRlZmF1bHRfdGFi
JmN0PXNlYXJjaCZtb2RlPUJhc2ljJmR1bT10cnVlJmluZHg9MSZmbj1zZWFyY2
gmdmlkPUNBUEVTX1Yx&buscaRapidaTermo=terapia+cognitivo+comportame
ntal+em+grupo+ansiedade+social

www.periodicos.capes.gov.br/?option=com_pmetabusca&mn=88&smn=88&typ
e=m&metalib=aHR0cDovL3JucC1wcmltby5ob3N0ZWQuZXhsaWJyaXNncm91
cC5jb20vcHJpbW9fbGlicmFyeS9saWJ3ZWIvYWN0aW9uL3NlYXJjaC5kbz9kc2
32

NudD0wJnBjQXZhaWxhYmlsdHlNb2RlPWZhbHNlJmZyYmc9JnNjcC5zY3BzP
XByaW1vX2NlbnRyYWxfbXVsdGlwbGVfZmUmdGFiPWRlZmF1bHRfdGFiJmN
0PXNlYXJjaCZtb2RlPUJhc2ljJmR1bT10cnVlJmluZHg9MSZmbj1zZWFyY2gmd
mlkPUNBUEVTX1Yx&buscaRapidaTermo=terapia+cognitivo+comportamental+
em+grupo+ansiedade+social

http://www.periodicos.capes.gov.br/?option=com_pmetabusca&mn=88&smn=8
8&type=m&metalib=aHR0cDovL3JucC1wcmltby5ob3N0ZWQuZXhsaWJyaXNn
cm91cC5jb20vcHJpbW9fbGlicmFyeS9saWJ3ZWIvYWN0aW9uL3NlYXJjaC5kb
z9kc2NudD0wJnBjQXZhaWxhYmlsdHlNb2RlPWZhbHNlJmZyYmc9JnNjcC5zY
3BzPXByaW1vX2NlbnRyYWxfbXVsdGlwbGVfZmUmdGFiPWRlZmF1bHRfdGFi
JmN0PXNlYXJjaCZtb2RlPUJhc2ljJmR1bT10cnVlJmluZHg9MSZmbj1zZWFyY2
gmdmlkPUNBUEVTX1Yx&buscaRapidaTermo=terapia+cognitivo+comportame
ntal+em+grupo+ansiedade+social
33

http://www.periodicos.capes.gov.br/?option=com_pmetabusca&mn=88&smn=8
8&type=m&metalib=aHR0cDovL3JucC1wcmltby5ob3N0ZWQuZXhsaWJyaXNn
cm91cC5jb20vcHJpbW9fbGlicmFyeS9saWJ3ZWIvYWN0aW9uL3NlYXJjaC5kb
z9kc2NudD0wJnBjQXZhaWxhYmlsdHlNb2RlPWZhbHNlJmZyYmc9JnNjcC5zY
3BzPXByaW1vX2NlbnRyYWxfbXVsdGlwbGVfZmUmdGFiPWRlZmF1bHRfdGFi
JmN0PXNlYXJjaCZtb2RlPUJhc2ljJmR1bT10cnVlJmluZHg9MSZmbj1zZWFyY2
gmdmlkPUNBUEVTX1Yx&buscaRapidaTermo=terapia+cognitivo+comportame
ntal+em+grupo+ansiedade+social
34

Psicoeducação/ Regulação emocional/ atenção plena/ treinamento de


habilidades sociais/ reestruturação cognitiva.

A importância de se abordar e fazer a costura, terapia que ensina o


paciente a ser seu próprio terapeuta, buscando repertorio para lidar e se
contrapor aos pensamentos disfuncionais que bloqueam sua forma de
expressão, criar crenças funcionais, a força do grupo na criação e manutenção
destas novas crenças.

2 OBJETIVOS

Verificar na literatura atual e cientifica como a abordagem de terapia


cognitiva comportamental tem contribuído para o tratamento dos indivíduos
obesos e sobrepeso e identificar se há uma relação descrita entre obesidade e
sobrepeso com conteúdos psicológicos.

3 METODOLOGIA

Esta foi uma pesquisa cuja escolha metodológica consistiu em uma revisão
bibliográfica, realizada a partir de uma análise da produção cientifica referente
ao tema TCC aliada a nutrição e estética. Para busca de dados foram
utilizadas as seguintes palavras-chaves : TCC e Estética; TCC e controle de
peso; Psicologia e perda de peso.

O procedimento de coleta de dados foi feita por meio de busca de artigos


científicos a partir de base de dados eletrônicos brasileiras, as quais agrupam
importantes revistas científicas, são elas: Periódicos da Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nivel Superior(CAPES), Biblioteca Virtual em
Saúde(BVS-SAUDE) , Biblioteca Virtual em Psicologia (BVS-PSI) e Scientific
Eletronic Library on line (SCIELO).

Foram selecionados todos os artigos pertinentes ao tema proposto. Os


artigos que apresentaram duplicidade em diferentes bases de dados e/ou
duplicidade em buscas diferentes não foram considerados. Foi analisado um
total de 30 artigos relacionados ao tema com datas de publicação a partir de
2009.
35

Para tratamento destes dados os títulos dos artigos selecionados,


acrescidos dos resumos, foram organizados em um protocolo que orientou uma
primeira classificação das publicações encontradas, pela base de dados e ano
de publicação. Em seguida, foram feitas leituras de cada um dos resumos para
definição se tratava-se ou não do tema em questão

A busca foi realizada nos bancos de dados Medline, Lilacs, Pubmed e


Scielo, e totalizou 18 artigos selecionados. No Medline, a busca foi feita em 26
de fevereiro de 2013, utilizando os descritores (Decs) da BVS para terapia
cognitivo-comportamental (F04.754.137.428), terapia de grupo
(F04.754.864.581) e para fobia social ou ansiedade social (F03.080.725),
resultando em 80 artigos, dos quais 14 foram selecionados. No Lilacs, a busca
foi realizada no mesmo dia e com os mesmos descritores, resultando em 2
trabalhos, dos quais apenas 1 foi selecionado. No Pubmed, a busca foi feita em
11 de março de 2013 com as palavras-chave "cognitive-behavioral group
therapy and social anxiety", com os filtros de ano de publicação de até 10 anos,
resultando em 154 artigos, dos quais 2, diferentes dos resultantes do Medline,
foram selecionados. No Scielo, a busca ocorreu em 12 de março de 2013 com
as palavras-chave "cognitive-behavioral group therapy and social anxiety" e
resultou em 6 artigos, sendo 1 selecionado. Os critérios de inclusão foram ser
pesquisa realizada entre os anos de 1993 e 2013 e ter como foco de pesquisa
a TCCG no tratamento da ansiedade social, não importando a natureza do
trabalho (revisão, ensaio clínico, estudo comparativo ou estudo de caso). Os
critérios de exclusão foram o trabalho estar escrito em uma língua diferente do
inglês ou português, o foco da pesquisa ser prioritariamente algo em que a
TCCG foi secundária ou pouco relevante, bem como estar exclusivamente na
avaliação dos resultados pós-tratamento e/ou follow-up, sem nenhuma
descrição do processo do tratamento com a TCCG que fora realizado.

Segundo Judith beck há em torno de 500 estudos que comprovam a


eficácia da terapia cognitivo em ampla gama de transtornos psiquiátricos,
problemas psicológicos e problemas médicos com componentes psicológicos.
(pag 24)

DISCUSSÃO
36

Por meio de revisão bibliográfica, este trabalho teve por objetivo verificar as
formas como a TCCG é aplicada, bem como a adaptação e a eficácia das
técnicas e estratégias da TCC para o tratamento em grupo da ansiedade social
em adultos.

Inicialmente, é relevante o fato de haver poucos estudos com esse tema,


considerando o número de pesquisas dedicadas à TCC e a prevalência do TAS
na população mundial, bem como a comprovada indicação de TCCG para seu
tratamento.

Estritamente no que se refere à forma de aplicação da TCCG, é notável


que 4 dos 18 estudos não tenham informado dados essenciais, tais como:
número de participantes do grupo, número de terapeutas e duração das
sessões. Tal fato aponta para deficiências na pesquisa e, principalmente, para
a desconsideração desses dados como fundamentais para a caracterização e a
eficiência da TCCG.

A grande variação no formato de TCCG quanto a tamanho do grupo,


número de terapeutas, duração das sessões e tratamento pode significar uma
possível adaptação às condições de cada pesquisa e de seus pesquisadores,
mais do que a consideração de formatos e composição dos tratamentos de
TCCG já desenvolvidos e comprovados em sua eficiência, com base nos
autores de referência.

“Introdução é a parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do


assunto tratado de forma breve e objetiva” (Biblioteca Universidade Paulista,
2012, p. 27).

A introdução tem como função apresentar dados que justifiquem a


importância da pesquisa (justificativa). Ao final da introdução, fazer um
parágrafo de justificativa, destacando porque é relevante fazer uma revisão
bibliográfica sobre o tema escolhido (por exemplo devido à gravidade dos
impactos de determinado transtorno para o indivíduo e sociedade; pela alta
prevalência do transtorno mental; por ser uma política pública nova,
necessitando estudos que verifiquem sua eficácia, etc.).
37

Ao construir sua introdução, lembre-se sempre que cada parágrafo deve


estar referenciado. Durante o texto as referências são formatadas da seguinte
maneira (pode ser visualizado também no guia de normalização da UNIP):

1) Um autor:
Segundo Fulano (2010) texto......
Texto (FULANO, 2010).
2) Dois autores:
Segundo Fulano e Beltrano (2010) texto......
Texto (FULANO; BELTRANO, 2010).
3) Três ou mais autores:
Segundo Fulano et al. (2010) texto....
Texto (FULANO et al., 2010).
4) Citação direta: se menor de 3 linhas colocar aspas; se maior de 3 linhas,
fazer recuo de 4 cm, fonte 10 e espaçamento simples. Sempre colocar
página: Segundo Fulano (2010, p.54) “o mercado é globalizado”. Ou
Pesquisas revelam que “o mercado é globalizado” (FULANO, 2010,
p.54).

Número de páginas: 02-05.

MUITO IMPORTANTE: PLÁGIO É PROIBIDO, É ILEGAL E


RESPONSABILIDADE DO ALUNO!

Sugestões:

Opção 1: em TCCs sobre uma característica/ condição específica sobre um


transtorno mental (TM) (como o TAB no sexo masculino; sobre transtornos
mentais em vítimas de abuso sexual; comorbidades em dependência química,
entre outros), sugere-se os seguintes pontos a serem abordados de forma
objetiva na introdução:

- O que é este TM

- Quais os critérios diagnósticos deste TM (CID 10, DSM-5 ou autor


reconhecido)
38

- Quais as principais características deste TM

- Qual é a prevalência deste TM no Brasil, no Mundo, em serviços de Saúde


Mental

- Definições, conceitos sobre a característica/ condição específica que será


abordada.

- Pincelar sobre a característica que escolheu para desenvolver a pesquisa,


para dar base para a justificativa, sem entregar o ouro.

Opção 2: em TCCs sobre o papel de uma determinada profissão, equipe ou


intervenção em um serviço ou diante de um quadro de transtorno mental,
sugere-se os seguintes pontos a serem abordados de forma objetiva na
introdução:

- Qual é esta profissão/ equipe/ intervenção, como ela está inserida no campo
da saúde mental.

- Abordar a multidisciplinaridade

- Abordar a reforma psiquiátrica se achar necessário

- O que é este TM/ serviço/ intervenção

- Quais os critérios diagnósticos deste TM (se for falar de algum específico)

- Quais as principais características deste TM/ serviço/ intervenção

- Qual é a prevalência deste TM no Brasil, no Mundo, em serviços de Saúde


Mental (se for falar de algum TM específico)

- Como está presente este serviço/ prática no Brasil e no mundo

- Pincelar sobre a profissão/ equipe/ intervenção que escolheu para


desenvolver a pesquisa, para dar base para a justificativa, sem entregar o ouro.

Opção 3: em TCCs sobre um tipo de serviço ou política de saúde mental, que


pretende discutir como está sendo a prática deste serviço ou política no Brasil,
39

sugere-se os seguintes pontos a serem abordados de forma objetiva na


introdução:

- Qual é e o que é este serviço/ esta política de saúde mental

- Abordar a reforma psiquiátrica e contexto histórico do serviço/ política

- Quais as principais características deste serviço/ política

- Pincelar sobre como está presente este serviço/ prática no Brasil e no mundo,
sem entregar o ouro.

Opção 4: para a turma de Terapia Cognitivo- Comportamental, é importante


escolher um tema relacionado à esta abordagem, como o uso da Terapia
Cognitivo- Comportamental no tratamento dos transtornos alimentares, o
Treinamento de Habilidades Sociais no tratamento da depressão, entre outros.
Sempre importante colocar na introdução o que é a Terapia Cognitivo-
Comportamental, ou a técnica dentro desta abordagem (Psicoeducação, THS,
Questionamento Socrático, etc.), e seguir com as sugestões das outras opções
1, 2 ou 3.

Opção 5: para a turma de Psicologia do Trânsito, é importante escolher um


tema relacionado à esta especialidade, como Medo de Dirigir, Políticas
Públicas para Condução Segura, Avaliação da Atenção em Psicologia do
Trânsito, TEPT e trânsito, entre outros.

2 OBJETIVOS

Nesta seção é colocado o objetivo da pesquisa. Alguns exemplos de


objetivos são: verificar como está presente um tema na literatura atual e
científica brasileira; verificar se uma intervenção é eficaz; verificar se uma
política está de fato implementada; identificar a relação entre um transtorno
mental e gênero; relacionar um transtorno mental com um período da vida;
entre outros.
40

3 METODOLOGIA

Na metodologia, descrever o processo que você vai seguir para realizar


sua pesquisa. Um exemplo: O presente estudo realizou ampla revisão
bibliográfica na base Lilacs, e no Google Acadêmico. Foram selecionados
textos completos, em português, dos últimos cinco anos. Os descritores
utilizados foram: “transtorno afetivo bipolar” e “gênero”. Os filtros utilizados
foram: transtorno de humor, e psicoterapia. Os critérios utilizados para
exclusão de artigos foram: estudos que falem sobre uma determinada faixa
etária, ou só de um gênero. A seleção seguiu a seguinte ordem: leitura dos
títulos, dos resumos e então leitura dos textos completos.

A metodologia pode variar, como no caso de pessoas que irão escrever


sobre um serviço ou política pública, pode-se fazer a busca no google, no
site do ministério da saúde, etc, por notícias, entrevistas, relatos,
depoimentos, leis, decretos, editais, documentos oficiais, relatórios, etc.
Mas sempre linkar com conteúdos científicos.

Exemplo: O presente estudo foi realizado a partir de uma revisão de


notícias, relatórios, leis, decretos, e documentos oficiais que abordassem a
política de desinstitucionalização e moradia assistida. Os materiais foram
coletados a partir de ampla busca na base Google, e nos sites do Ministério
da Saúde e da Organização Mundial da Saúde.

Lilacs- maior base de dados latino americana. Melhor base para sua
pesquisa! Encontra textos do Scielo! Basta digitar a palavra chave e
Pesquisar - depois você pode restringir o idioma, ano de publicação, texto
completo etc. http://lilacs.bvsalud.org/

Google Acadêmico – pode ser muito útil, principalmente para achar


monografias, dissertações e teses que não aparecem nas outras bases.
Mas cuidado! Muitos conteúdos não são científicos, por isto você precisa
41

avaliar com critério! Ative o Minha Biblioteca para não perder nenhum
artigo! Para a busca, coloque limite de ano, não inclua patentes e citações.
http://scholar.google.com.br/
42

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Número de páginas: 5- 15

IMPORTANTE: PRINCIAL PARTE DO TRABALHO! O CONTEÚDO


PRINCIPAL, DO QUE VOCÊ REVISOU, DEVE ESTAR AQUI!

Nos resultados deve-se abordar cada material ou artigo selecionado. Aqui


sempre colocar o que foi encontrado em cada material, o que foi verificado
(resultados) sobre o tema central. Para a discussão deve-se comparar o que foi
encontrado nos materiais selecionados, fazer um diálogo entre os autores
(Para Fulano.... por outro lado Ciclano.... em concordância Beltrano... em
discordância .... complementando.... ). Lembre-se de escrever sobre todos os
materiais selecionados e SEMPRE REFERENCIAR!
43

5 CONCLUSÕES

Síntese do que foi encontrado, considerações sobre o conteúdo levando


tendo em vista o objetivo de seu estudo, e propostas para futuros estudos.
44

REFERÊNCIAS

Biblioteca Universidade Paulista. GUIA de normalização para


apresentação de trabalhos acadêmicos da Universidade Paulista. São
Paulo, 2012. Disponível em:
<http://www1.unip.br/servicos/biblioteca/download/manual_de_normalizacao
.pdf>. Acesso em: 20 de jan. de 2014.

Para a formatação das referências de acordo com a ABNT e normas da


UNIP, ver:

http://www1.unip.br/servicos/biblioteca/download/manual_de_normalizaca
o.pdf

Para visualizar TCCs de outras turmas do curso, acesse:

http://pt.scribd.com/vidamental/documents

Lembre-se, este roteiro é apenas uma sugestão, novas ideias são bem
vindas!

Autoria: Ana Carolina Schmidt de Oliveira e Hewdy Lobo Ribeiro

24/07/2017

Você também pode gostar