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Esta publicação foi escrita sem adesão ao novo acordo ortográfico.

Paulo Gomes , Engº Director Executivo EDITORIAL Como tema em destaque da presente publicação, efec-

Paulo Gomes, Engº

Director Executivo

Paulo Gomes , Engº Director Executivo EDITORIAL Como tema em destaque da presente publicação, efec- tuamos

EDITORIAL Como tema em destaque da presente publicação, efec- tuamos uma apresentação e análise da Versão Portugue- sa da Norma Europeia EN 1092-1, intitulada: Flanges de aço conformes a norma NP EN 1092-1. Flanges e suas junções - Flanges circulares para tubagens, válvulas, acessórios e componentes, designação PN - Parte 1: Flanges de aço. Contendo os requisitos aplicáveis a flanges circulares com designações PN 2,5 a PN 400 e dimensões nominais DN 10 a DN 4000.

Esta norma detalha os tipos de flanges e suas frentes de junção, respectivas dimensões e tolerâncias, tipo de rosca (quando aplicável), dimensões dos parafusos, exigências de marcação, as qualidades de aço utilizáveis, as relações pressão/temperatura aplicáveis e massas aproximadas dos diversos tipos de flanges.

É um documento técnico que regula por cima os re- quisitos de qualidade aplicáveis às flanges de aço para canalizações, substituindo e anulando uma série de normas nacionais puras até ao momento intensamente utilizadas, em particular um vasto conjunto de normas DIN. Sendo de facto, uma norma indispensável a uma correcta e objectiva especificação das flanges de aço para canalizações.

Neste artigo técnico também são apresentados alguns exemplos de aplicação das flanges de aço NP EN 1092-1,

sendo o mesmo finalizado com uma recolha de normas europeias aplicáveis a tubos de aço para canalizações, para utilização com as flanges em causa.

No contexto da actividade normativa, felicitamos a Comissão Técnica de Normalização 18, coordenada pelo ONS/CATIM, pela excelente gestão da sua agenda. Tendo possibilitado, por exemplo, a publicação da versão portuguesa NP EN 1562: 2019, praticamente em “tempo real” em relação à precedente publicação oficial como norma europeia.

O signatário na qualidade de director executivo da A.P.T.A., reitera a sua total disponibilidade e aproveita esta oportunidade para em nome das empresas associa- das e em seu próprio enviar os melhores cumprimentos, com votos de profícuos negócios.

Tema em Destaque

Flanges de aço conformes a norma NP EN 1092-1.

Flanges e suas junções - Flanges circulares para tubagens, válvulas, acessórios e componentes, designação PN - Parte 1 : Flanges de aço

e componentes, designação PN - Parte 1 : Flanges de aço associação de produtores de tubos
e componentes, designação PN - Parte 1 : Flanges de aço associação de produtores de tubos

associação de produtores de tubos e acessórios

de aço associação de produtores de tubos e acessórios aptitude 61 atitudes APTA em revista. ANO

aptitude61

atitudes APTA em revista.

ANO 21 · JULHO/2019 · SEMESTRAL · DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

N.º DIÁRIO DE UTILIZADORES DO SÍTIO APTA.PT - JANEIRO 2017 A JUNHO 2019:

118 120 (máx)
118
120 (máx)

janeiro 2017

abril 2017

julho 2017

outubro 2017

janeiro 2018

abril 2018

junho 2018

Outubro 2018

janeiro 2019

abril 2019

Jun. 2019

Manual do Instalador APTA Está disponível a 4ª Edição do Capítulo 1 e respectivos Anexos

Manual do Instalador APTA

Está disponível a 4ª Edição do Capítulo 1 e respectivos Anexos (2 ficheiros em formato pdf). Para obtenção desta edição distribuída gratuitamente, os Exmos. Profissionais apenas terão que a solicitar à APTA por e-mail ou carta, explicitando:

- Endereço electrónico,

- Nome do profissional,

- Função,

- Nome da empresa,

- Morada completa,

- Telefone e fax.

A indicação do endereço electrónico é fundamental, dado que o envio dos ficheiros é realizado unicamente por e-mail.

ACESSÓRIOS RANHURADOS EM FUNDIÇÃO DÚCTIL
ACESSÓRIOS
RANHURADOS
EM FUNDIÇÃO
DÚCTIL

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NOTÍCIAS

Exemplos de processos de revisão regulamentar que se

“arrastam” de forma indefinida, sendo a respectiva con- clusão uma “incógnita”:

1. Portaria n.º 361/98 alterada pela Portaria n.º 690/2001 – Instalações de gás em edifícios: revisão iniciada em 2009 e com data de finalização incerta (entidade reguladora: DGEG).

2. Decreto Regulamentar 23/95 – Redes Prediais: revisão iniciada em 2012 e com data de finalização incerta (en- tidade reguladora: ERSAR).

3. Portaria n.º 1532/2008 – Regulamento técnico de se- gurança contra incêndio em edifícios: revisão iniciada em 2015 e com data de finalização incerta (entidade reguladora: ANEPC).

NORMALIZAÇÃO Foi publicada pelo IPQ - Instituto Português da Qua- lidade em 2019-06-15, a versão

NORMALIZAÇÃO

Foi publicada pelo IPQ - Instituto Português da Qua- lidade em 2019-06-15, a versão portuguesa de norma europeia NP EN 1562: 2019, com o seguinte título:

Fundição – Ferros fundidos maleáveis. A mesma foi elaborada pela Comissão Técnica 18 “Elementos de Tubagem. Tubos, Válvulas e Acessórios” sob a coorde- nação do ONS/CATIM. Este documento tem a particularidade de a versão na- cional ter sido publicada praticamente em “tempo real”, em relação à publicação oficial CEN. Com efeito, a ver- são em Português foi publicada em Junho de 2019, que compara com Março de 2019, enquanto data de publi- cação das versões oficiais em Inglês, Francês e Alemão. Neste contexto, sublinhamos a postura pró-activa de funcionamento da CT 18, pelo facto de trabalhar os documentos em função das prioridades do mercado e das necessidades manifestadas pelos distintos agen- tes económicos.

manifestadas pelos distintos agen- tes económicos. A edição 2019 da CONCRETA – Feira de Construção,

A edição 2019 da CONCRETA – Feira de Construção, Reabilitação, Arquitetura e Design, irá decorrer entre os dias 21 e

24 de novembro na EXPONOR, em Matosinhos.

entre os dias 21 e 24 de novembro na EXPONOR, em Matosinhos. ISEC 23·01·2019 SESSÕES TÉCNICAS
ISEC 23·01·2019
ISEC 23·01·2019

SESSÕESTÉCNICAS

REDES DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

SESSÕES TÉCNICAS REDES DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS A convite do Sr. Prof. Virgílio Monteiro de Oliveira,
SESSÕES TÉCNICAS REDES DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS A convite do Sr. Prof. Virgílio Monteiro de Oliveira,

A convite do Sr. Prof. Virgílio Monteiro de Oliveira, do Departamento de Engenharia Mecânica do Instituto Su- perior de Engenharia de Coimbra, a APTA realizou a 23

de Janeiro uma palestra, destinada aos alunos do Mes-

trado em Engenharia Electromecânica, enquadrada na disciplina de Segurança Contra Incêndios, com a seguinte estrutura:

Tema: Dimensionamento de redes de segurança contra incêndios armadas com bocas de incêndio tipo carretel. Exemplo de cálculo de uma rede de incêndio armada.

Programa resumido:

• Enquadramento regulamentar (Dec.-Lei n.º 220/ 2008 alterado pelo n.º 224/2015 e Portaria n.º 1532/2008).

• Tipos de redes de segurança contra incêndios e seu enquadramento à luz da regulamentação aplicável:

colunas secas, redes de incêndio armadas, colunas húmidas e sistemas de extinção automática.

• Tubos de aço e acessórios roscados em fundição ma- leável para utilização em redes de segurança contra incêndios: requisitos regulamentares, normalização e especificações.

• O sistema ranhurado.

• O conceito de coeficiente de escoamento K aplicável a bocas de incêndio armadas, em conformidade com a normalização europeia aplicável.

• Folha de cálculo “Excel” da APTA de dimensionamen- to de redes de segurança contra incêndios dos tipos: rede de incêndio armada, rede/coluna hú- mida e rede/coluna seca.

• Critérios de dimensionamento aplicáveis em con- formidade com a regulamentação nacional.

• Apresentação, estrutura e funcionamento da fo- lha de cálculo.

• Exemplo de dimensionamento de uma rede de incêndio armada com bocas tipo carretel.

• Conclusões e debate.

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PREVINECAUSA 11·04·2019
PREVINECAUSA 11·04·2019
ISEC 17·05·2019
ISEC 17·05·2019

REDES DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

INSTALAÇÕES DE GÁS PARA EDIFÍCIOS

CONTRA INCÊNDIOS INSTALAÇÕES DE GÁS PARA EDIFÍCIOS A convite da Sr.ª Eng.ª Cristiana Gomes da empresa
CONTRA INCÊNDIOS INSTALAÇÕES DE GÁS PARA EDIFÍCIOS A convite da Sr.ª Eng.ª Cristiana Gomes da empresa

A convite da Sr.ª Eng.ª Cristiana Gomes da empresa PREVINECAUSA de Vilar do Pinhei-

ro, a APTA realizou a 11 de Abril uma acção de formação interna dos colaboradores da empresa citada, com a seguinte estrutura:

Tema: Dimensionamento de redes de segurança contra incêndios do tipo extin- ção automática com recurso à folha de cálculo R.I.Sprinklers da APTA. Programa resumido:

• Enquadramento regulamentar (Dec.-Lei n.º 220/2008 alterado pelo n.º 224/2015 e Portaria n.º 1532/2008).

• Tubos de aço e acessórios roscados em fundição maleável para utilização em redes de segurança contra incêndios: requisitos regulamentares, normalização e especificações.

• O sistema ranhurado.

• Folha de cálculo “Excel” da APTA de dimensionamento de redes de segurança contra incêndios do tipo extinção automática - rede de sprinklers húmida.

• Conceitos de: áreas de cobertura e operação, factor de escoamento, velocidade admissível, etc.

• Critérios de dimensionamento aplicáveis em conformidade com:

1. Regulamentação Portuguesa; 2.Norma Americana NFPA; 3.Norma Europeia.

• Apresentação, estrutura e funcionamento da folha de cálculo.

• Exemplo de dimensionamento de uma rede de incêndio com sprinklers.

• Conclusões e debate.

A convite dos Srs. Prof. João Ferreira Mendes e Prof. Virgílio Monteiro de Oliveira, do De- partamento de Engenharia Mecânica do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra,

a APTA realizou a 17 de Maio uma palestra, destinada aos alunos dos Mestrados em Engenharia Mecânica e Electromecânica, enquadrada na disciplina de Redes de Fluídos, com a seguinte estrutura:

Tema: Sistema de Canalização em Aço - Dimensionamento de Instalações de Gás em Edifícios.

Programa:

• Enquadramento regulamentar (Portaria n.º 361/98 actualizada pela Portaria n.º

690/2001).

• Tubos de aço para utilização em instalações de gás para edifícios: requisitos regula- mentares, normalização e especificações.

• Acessórios roscados em fundição maleável para utilização em instalações de gás para edifícios: requisitos regulamentares, normalização e especificações.

• Tipos de ligações de tubagens de aço: ligações roscadas, ligações mecânicas e liga- ções soldadas.

• Fundamentos teóricos de hidráulica:

· Conceito de perdas de carga contínuas e localizadas;

· Perdas de carga contínuas calculadas pelas fórmulas de Renouard (quadrática e simplificada);

· Observações importantes referentes ao sistema de unidades (formulário APTA).

• Procedimento de dimensionamento de uma instalação de gás para edifícios:

· Dimensionamento em média pressão;

· Dimensionamento em baixa pressão.

• Requisitos de dimensionamento para média e baixa pressão:

· Critérios de simultaneidade;

· Perda de carga admissível;

· Velocidade de escoamento admissível.

• Folha de cálculo APTA para o dimensionamento de instalações de gás para edifícios:

· Apresentação, estrutura e funcionamento;

· Dimensionamento da instalação colectiva;

· Dimensionamento das instalações individuais.

• Exemplo de dimensionamento de uma instalação de gás para edifícios.

• Conclusões e debate.

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PORTEFÓLIO DE FOLHAS DE CÁLCULO DA APTA AO DISPOR DOS PROJECTISTAS

REDES DE INCÊNDIO CONVENCIONAIS

REDES DE INCÊNDIO CONVENCIONAIS
REDES DE INCÊNDIO CONVENCIONAIS
REDES DE INCÊNDIO CONVENCIONAIS

REDES DE INCÊNDIO COM SPRINKLERS

REDES DE INCÊNDIO COM SPRINKLERS
REDES DE INCÊNDIO COM SPRINKLERS
REDES DE INCÊNDIO COM SPRINKLERS
REDES DE ÁGUAS PARA EDIFÍCIOS REDES DE GÁS PARA EDIFÍCIOS
REDES DE ÁGUAS
PARA EDIFÍCIOS
REDES DE GÁS
PARA EDIFÍCIOS
CONVENCIONAIS REDES DE INCÊNDIO COM SPRINKLERS REDES DE ÁGUAS PARA EDIFÍCIOS REDES DE GÁS PARA EDIFÍCIOS

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Tema em Destaque

Flanges de aço conformes a norma NP EN 1092-1

Flanges e suas junções - Flanges circulares para tubagens, válvulas, acessórios e componentes, designação PN - Parte 1 : Flanges de aço

ENQUADRAMENTO

O processo de ligação por flanges consiste numa união

mecânica entre duas extremidades circulares planas (as flanges) perpendiculares ao eixo da tubagem, sendo realizada através de um conjunto de parafusos dispostos num círculo e igualmente distanciados, cujo aperto origina a compressão de uma junta

de vedação que assegura a estanquidade da união (ver Figura 1).

Este tipo de ligação destina-se a configurar uma união facilmente desmontável e remontável, respectivamente por via do desaperto

e reaperto dos parafusos, ocasionando a libertação/sujeição da junta de vedação. Existem diversos tipos de flanges previstos na NP EN 1092-1

possibilitando diferentes processos de união à tubagem de aço, destacando-se os seguintes:

- Flange plana para soldar (tipo 01), ilustrada na Figura 2;

- Flange plana louca com gola para soldar (tipo 02), ilustrada na Figura 3;

- Flange cega (tipo 05), ilustrada na Figura 4;

- Flange com gola para soldar topo a topo (tipo 11), ilustrada nas Figuras 1 e 5;

- Flange com gola para roscar (tipo 13), ilustrada na Figura 6.

associação de produtores de tubos e acessórios Figura 1 Funcionamento da ligação flangeada Flange com

associação de produtores de tubos e acessórios

Figura 1 Funcionamento da ligação flangeada Flange com gola para soldar topo a topo EN 1092-1 - Tipo 11

Flange com gola para soldar topo a topo EN 1092-1 - Tipo 11 Figura 2 Flange

Figura 2

Flange plana

para soldar

(tipo 01)

Figura 2 Flange plana para soldar (tipo 01) Figura 3 Flange plana louca para soldar (tipo
Figura 2 Flange plana para soldar (tipo 01) Figura 3 Flange plana louca para soldar (tipo
Figura 3 Flange plana louca para soldar (tipo 02)
Figura 3
Flange plana
louca para soldar
(tipo 02)

Figura 4

Flange cega

(tipo 05)

louca para soldar (tipo 02) Figura 4 Flange cega (tipo 05) CARACTERÍSTICAS O número e diâmetro
louca para soldar (tipo 02) Figura 4 Flange cega (tipo 05) CARACTERÍSTICAS O número e diâmetro

CARACTERÍSTICAS

O número e diâmetro da furação são função da dimensão, do

material, da pressão e da temperatura máxima de serviço da flange.

A norma NP EN 1092-1 prevê diversos tipos de frentes de junção das flanges, com o objectivo de facilitar o assentamento da

junta de vedação, destacando-se os dois seguintes (ver Figura 7):

- Face plana (tipo A);

- Face com ressalto (tipo B).

As

faces podem apresentar ranhuras concêntricas ou em espiral.

Os

tipos e dimensões das juntas de vedação são estabelecidos

na

série de normas EN 1514.

Para a selecção do aparafusamento deve ser consultada a norma

EN 1515-1.

É de salientar que o mercado consome dois grupos de flanges de

aço, as europeias (conformes a NP EN 1092-1 e designadas pelo

número PN - “Pressão Nominal”) e as americanas (conformes

a ASME B16.5 e designadas por Classes), sendo estas últimas

utilizadas pela indústria petrolífera e actividades relacionadas, fortemente influenciadas pelos códigos e normalização americana.

Figura 7 Principais tipos de frentes de junção

americana. Figura 7 Principais tipos de frentes de junção Figura 5 Flange com gola para soldar
Figura 5 Flange com gola para soldar (tipo 11)
Figura 5
Flange com gola
para soldar (tipo 11)
Figura 6 Flange com gola para roscar (tipo 13)
Figura 6
Flange com gola
para roscar
(tipo 13)

491

A norma NP EN 1092-1 prescreve uma extensa gama de

aços utilizáveis, destacando-se os seguintes mais usados:

- Aço ao Carbono P245GH, conforme NP EN 10222-2;

- Aço ao Carbono P250GH, conforme NP EN 10222-2;

- Aço Inoxidável X2CrNi18-9, conforme NP EN 10222-5 (designação americana: AISI 304L);

- Aço Inoxidável X2CrNiMo17-12-2, conforme NP EN 10222-5 (designação americana: AISI 316L).

As respectivas características mecânicas e composição química estão indicadas no Quadro 1.

A gama normalizada abrange em geral, mas dependendo

do tipo de flange, dimensões nominais de DN 10 a DN 4000

e designações de pressão desde PN 2,5 até PN 400. No

Quadro 2 é apresentada uma sinopse da gama disponível para as flanges tipos 01, 05, 11 e 13, com dimensões nominais de DN 15 a DN 600 e designações PN 6 até PN 40.

As correspondentes tolerâncias dimensionais são resumidas no Quadro 4. Nas flanges conformes a norma NP EN 1092-1, para temperaturas de serviço (TS) entre -10 0 C e 50 0 C inclusive, o número PN corresponde à pressão máxima de serviço (PS). Para temperaturas superiores e para os aços P245GH, X2CrNi18-9 e X2CrNiMo17-12-2, consultar o Quadro 3 aplicável à gama de pressões PN 6 a PN 40.

Quadro 1 Características mecânicas e composição química dos aços P245GH, P250GH, X2CrNi18-9 e X2CrNiMo17-12-2

Designação do Aço

Características Mecânicas

 

Composição Química

 

Nome

Norma

Tensão superior

Tensão de

Extensão

C

Si

Mn

P

S

Cr

Mo

Ni

N

de cedência

rotura

após rotura

     

R eH mín. (MPa)

 

R

m

A mín.

 

máx.

 

máx.

máx.

     

máx.

(MPa)

(%)

(%)

(%)

(%)

(%)

(%)

(%)

(%)

(%)

(%)

P245GH

1.0352

NP EN 10222-2

245

410

a 530

25

0,08 a 0,20

0,40

0,50 a 1,30

0,025

0,015

P250GH

1.0460

NP EN 10222-2

250

410

a 540

25

0,18 a 0,23

0,40

0,30 a 0,90

0,025

0,015

0,30

0,03

X2CrNi18-9

1.4307

NP EN 10222-5

200

500

a 700

45

0,030

1,00

2,00

0,045

0,015

17,5 a 19,5

8,00 a 10,0

0,11

X2CrNiMo17-12-2

1.4404

NP EN 10222-5

190

490

a 690

45

0,030

1,00

2,00

0,045

0,015

16,5 a 18,5

2,00 a 2,50

10,0 a 13,0

0,11

Quadro 2 Gama normalizada EN 1092-1 aplicável a flanges tipos 01, 05, 11 e 13, para dimensões nominais de DN 15 a DN 600 e designações PN 6 até PN 40

Flanges EN 1092-1

   

Dimensão Nominal (DN)

 

Designação

Tipo

Exemplo

PN

DN 15

DN 20

DN 25

DN 32

DN 40

DN 50

DN 65

DN 80

DN 100

DN 125

DN 150

DN 200

DN 250

DN 300

DN 350

DN 400

DN 450

DN 500

DN 600

     

PN 6

 

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

■ ■

 

PN 25PN 10   ■ ■ ■     ■ ■ ■ ■     ■

PN 10

 

■ ■

   

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

■ ■

 

Flange Plana

para soldar

01

PN 16

 

■ ■

   

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

■ ■

 
   

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

■ ■

 
   

PN 40

 

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

   

− −

     

PN 6

 

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

   

■ ■

PN 25PN 10   ■ ■ ■     ■ ■ ■ ■     ■

PN 10

 

■ ■

   

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

■ ■

 

Flange Cega

05

PN 16

 

■ ■

   

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

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■ ■

 
   

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

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■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

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PN 40

 

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

■ ■

 
     

PN 6

 

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

■ ■

 

Flange com

PN 25Flange com PN 10   ■ ■ ■     ■ ■ ■ ■    

PN 10

 

■ ■

   

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

   

■ ■

Gola para

11

PN 16

 

■ ■

   

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

■ ■

 

soldar

   

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

■ ■

 
 

PN 40

 

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

 

■ ■

 

■ ■

 
     

PN 6

 

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

− −

 

− −

   

− −

Flange com

PN 25Flange com PN 10   ■ ■ ■     ■ ■ ■ ■    

PN 10

 

■ ■

   

   

■ ■

■ ■

   

− −

 

− −

   

− −

Gola para

13

PN 16

 

■ ■

   

   

■ ■

■ ■

   

− −

 

− −

   

− −

roscar

   

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

− −

 

− −

   

− −

 

PN 40

 

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

■ ■

■ ■

   

− −

 

− −

   

− −

Existe flange ;

Existe flange e as respectivas dimensões são idênticas à flange PN 16 do tipo em causa ;

Existe flange e as respectivas dimensões são idênticas à flange PN 40 do tipo em causa.

Quadro 3 Relações entre a temperatura máxima de serviço (TS) e a pressão máxima de serviço (PS), na gama de pressões PN 6 a PN 40

Temperatura máx. de serviço

 

Pressão máxima de serviço - PS (bar)

 

Aço ao Carbono P245GH (para espessuras da flange até 50 mm)

Aço Inoxidável X2CrNi18-9 (para espessuras da flange até 50 mm)

Aço Inoxidável X2CrNiMo17-12-2 (para espessuras da flange até 50 mm)

TS ( º C)

PN 6

PN 10

PN 16

PN 25

PN 40

PN 6

PN 10

PN 16

PN 25

PN 40

PN 6

PN 10

PN 16

PN 25

PN 40

-10

a

50

6,0

10,0

16,0

25,0

40,0

6,0

10,0

16,0

25,0

40,0

6,0

10,0

16,0

25,0

40,0

50

a

100

5,5

9,2

14,8

23,2

37,1

5,1

8,6

13,7

21,5

34,4

5,6

9,4

15,1

23,6

37,9

100

a

150

5,2

8,8

14,0

22,0

35,2

4,6

7,7

12,3

19,2

30,8

5,1

8,6

13,7

21,5

34,4

150

a

200

5,0

8,3

13,3

20,8

33,3

4,2

7,0

11,2

17,5

28,0

4,7

7,9

12,7

19,8

31,8

200

a

250

4,5

7,6

12,1

19,9

30,4

3,9

6,5

10,4

16,3

26,0

4,4

7,4

11,9

18,6

29,9

250

a

300

4,1

6,9

11,0

17,2

27,6

3,6

6,0

9,6

15,1

24,1

4,1

6,9

11,0

17,2

27,6

300

a

350

3,8

6,4

10,2

16,0

25,7

3,4

5,7

9,2

14,4

23,0

3,9

6,6

10,5

16,5

26,4

350

a

400

3,5

5,9

9,5

14,8

23,8

3,3

5,5

8,8

13,8

22,0

3,8

6,4

10,2

16,0

25,7

492

Quadro 4 Tolerâncias dimensionais normalizadas EN 1092-1 aplicáveis a flanges tipos 01, 02, 05, 11 e 13, para dimensões nominais de DN 10 a DN 1200

 

Flanges EN 1092-1

 

Tolerâncias Dimensionais (mm)

 
                     

Diâmetro do

Diâmetro da

Designação

Tipo

Exemplo

DN

Diâmetro

exterior

Diâmetro

interior

Diâmetro ext. da gola

Espessura

da gola

Altura

Diâmetro

da gola

Espessura

círculo para

parafusos

furação para

parafusos

ØD

ØB 1 , ØB 2

ØA

S H 1 , H 2

ØN 2

C 1 , C 2 , C 4

 

ØK

ØL

     

≤ DN 100

 

+0,5/0 mm

             
≤ DN 150 ± 2,0 mm   Espessura ≤ 18 mm: P arafusos ≤ M24:

≤ DN 150

± 2,0 mm

 

Espessura ≤ 18 mm:

Parafusos ≤ M24:

Parafusos ≤ M24:

Flange

   

+1,0/0 mm

+1,0/-1,3 mm

±

1,0 mm

+1,0/0 mm

Plana

01

≤ DN 400

Espessura ≤ 50 mm:

Parafusos ≤ M45:

Parafusos ≤ M45:

para

≤ DN 500

± 3,0 mm

 

− −

±

1,5 mm

±

1,5 mm

+2,5/0 mm Parafusos > M45:

soldar

 

≤ DN 600

 

+1,5/0 mm

Espessura > 50 mm:

Parafusos > M45:

 

± 5,0 mm

±

2,0 mm

±

2,0 mm

+4,0/0 mm

≤ DN 1200

+3,0/0 mm

   
     

≤ DN 100

 

+0,5/0 mm

             

Flange

Flange ≤ DN 150 ± 2,0 mm   Espessura ≤ 18 mm: P arafusos ≤ M24:

≤ DN 150

± 2,0 mm

 

Espessura ≤ 18 mm:

Parafusos ≤ M24:

Parafusos ≤ M24:

plana

   

+1,0/0 mm

+1,0/-1,3 mm

±

1,0 mm

+1,0/0 mm

≤ DN 400

 

Espessura ≤ 50 mm:

Parafusos ≤ M45:

Parafusos ≤ M45:

Louca

02

≤ DN 500

± 3,0 mm

 

− −

±

1,5 mm

±

1,5 mm

+2,5/0 mm Parafusos > M45:

para

+1,5/0 mm

   

soldar

≤ DN 600

 

Espessura > 50 mm:

Parafusos > M45:

± 5,0 mm

 

±

2,0 mm

±

2,0 mm

+4,0/0 mm

 

≤ DN 1200

+3,0/0 mm

   
   
    ≤ DN 150 ± 2,0 mm           Esp.≤18 mm: +1,0/-1,3

≤ DN 150

± 2,0 mm

         

Esp.≤18 mm: +1,0/-1,3 mm

Paraf.≤ M24: ± 1,0 mm

Paraf.≤ M24: +1,0/0 mm

Flange

05

≤ DN 500

± 3,0 mm

Paraf.≤ M45: +2,5/0 mm Paraf.> M45: +4,0/0 mm

− −

Cega

Esp.≤50 mm: ± 1,5 mm Esp.>50 mm: ± 2,0 mm

Paraf.≤ M45: ± 1,5 mm Paraf.> M45: ± 2,0 mm

 

≤ DN 1200

± 5,0 mm

     

≤ DN 80

       

± 1,5 mm

       
≤ DN 100 +3,0/0 mm +1,0/0 mm  

≤ DN 100

+3,0/0 mm

+1,0/0 mm

 

≤ DN 125

± 2,0 mm

 

Espessura ≤ 18 mm:

Parafusos ≤ M24:

Parafusos ≤ M24:

Flange

   

± 2,0 mm

+1,0/-1,3 mm

±

1,0 mm

+1,0/0 mm

com Gola

11

≤ DN 150

Espessura ≤ 50 mm:

Parafusos ≤ M45:

Parafusos ≤ M45:

para

≤ DN 250

 

+1,5/0 mm

±

1,5 mm

±

1,5 mm

+2,5/0 mm Parafusos > M45:

soldar

 

≤ DN 400

± 3,0 mm

+4,5/0 mm

 

Espessura > 50 mm:

Parafusos > M45:

±

2,0 mm

±

2,0 mm

+4,0/0 mm

≤ DN 500

   

± 3,0 mm

   
 

≤ DN 1200

± 5,0 mm

+4,5/0 mm

+2,0/0 mm

Flange

 
Flange   ≤ DN 50           +1,0/0 mm Esp.≤18 mm: +1,0/-1,3 mm

≤ DN 50

         

+1,0/0 mm

Esp.≤18 mm: +1,0/-1,3 mm

Paraf.≤ M24: ± 1,0 mm

Paraf.≤ M24: +1,0/0 mm Paraf.≤ M45: +2,5/0 mm Paraf.> M45: +4,0/0 mm

com Gola

13

≤ DN 80

± 2,0 mm

± 1,5 mm

 

Esp.≤50 mm: ± 1,5 mm

Paraf.≤ M45: ± 1,5 mm

para

   

+2,0/0 mm

roscar

≤ DN 150

± 2,0 mm

Esp.>50 mm: ± 2,0 mm

Paraf.> M45: ± 2,0 mm

PREPARAÇÃO DA EXTREMIDADE PARA SOLDAR DA FLANGE TIPO 11

De acordo com a EN 1092-1, para espessuras da parede da gola S 3 mm, as flanges podem ser fornecidas com a extremidade preparada em ângulo recto. Para espessuras da parede da gola 3 mm < S 22 mm, a extremidade para soldar deve ser chanfrada com um ângulo de 30º e uma tolerância de +5º /0º a partir de uma face plana de 1,6 mm ± 0,8 mm, conforme ilustrado na Figura 8. Se a espessura da parede da gola (S) for superior à espessura da parede do tubo (T), o diâmetro interior da flange deve ser chanfrado com um ângulo de 15º e uma tolerância de +5º /0º, para harmonização das duas espessuras.

REQUISITOS DE MARCAÇÃO

De acordo com a EN 1092-1, as flanges devem ser marcadas de forma visível e durável através de punçonamento, com a seguinte informação mínima:

a) nome ou marca comercial, por exemplo SYC;

b) EN 1092-1;

c) número do tipo de flange, por exemplo 05 para flange cega;

d) a dimensão nominal DN da flange, por exemplo DN 80;

e) a designação PN da flange, por exemplo PN 16;

f) o nome ou o número EN do material, por exemplo P245GH;

g) o número do vazamento ou códido adequado de rastreabilidade.

Ver exemplo na Figura 9.

Figura 8 Detalhes de extremidade para soldar Flange com gola para soldar topo a topo EN 1092-1 - Tipo 11

Flange com gola para soldar topo a topo EN 1092-1 - Tipo 11 Chanfro da gola

Chanfro da gola

para soldar topo a topo EN 1092-1 - Tipo 11 Chanfro da gola Figura 9 Exemplo

Figura 9 Exemplo de marcação conforme EN 1092-1, aplicável a uma flange cega, marca SYC, fabricada em aço P245GH, com dimensão nominal DN 80 e designação de pressão PN 16 e nº de vazamento 8496

marca SYC, fabricada em aço P245GH, com dimensão nominal DN 80 e designação de pressão PN

493

JUNTAS DE VEDAÇÃO

As juntas de vedação para flanges, enquanto componentes destinados a criar condições de estanquidade, estão submetidas a uma forte pressão provocada pelo aperto

dos parafusos, a qual deve ser significativamente superior

à pressão interna gerada pelo fluido, dado que esta tende

a afastar as flanges. Assim, quanto maior for a pressão

de serviço do fluido, mais rígida e resistente deverá ser

a junta, para suportar adequadamente o duplo esforço

devido à compressão dos parafusos e à pressão do fluido. Por outro lado, a junta deve ser suficientemente deformável para se acomodar à rugosidade da face da flange e eventuais pequenas irregularidades, para garantir uma correcta vedação. Assim, na selecção do binómio material-espessura da junta, deve ter-se em consideração a natureza do fluido,

as condições de serviço, o tipo e acabamento superficial da face da flange e a carga dos parafusos de aperto. Em termos de configuração, os tipos mais correntes de

juntas de vedação planas para flanges, são os dois seguintes:

- Interior à circunferência dos parafusos (tipo IBC), ilustrada na Figura 10;

- Face total (tipo FF), ilustrada na Figura 11.

As primeiras juntas, também designadas por juntas em anel, são mais utilizadas nas flanges de face com ressalto (tipo B), cobrindo apenas esta zona interior aos parafusos. As segundas, mais utilizadas nas flanges de face plana (tipo A), cobrem a totalidade desta face, possuindo assim uma furação compatível com a da flange. Os materiais mais utilizados nas juntas planas não metálicas são os seguintes:

- Borracha natural: utilizada para águas e ar isento de óleos, até 60 ºC;

- Borracha sintética: em relação à anterior abrange óleos, até 100 ºC;

- Termoplástico: utilizado para fluidos agressivos, até 60 ºC;

- Cartão comprimido: utilizado para águas, ar, óleos, gorduras, até 200 ºC. As características dimensionais das juntas de vedação planas e não metálicas aplicáveis a flanges de aço conformes a NP EN 1092-1, estão estabelecidas na norma europeia EN 1514-1 em função da designação PN (ver Quadros 5 e 6). As espessuras mais correntes (e), dependendo do material da junta, oscilam entre 0,25 e 6,4 mm.

Figura 10 Junta de vedação em anel EN 1514-1 (tipo IBC) - Aplicada a um par de Flanges SYC Ref.ª FC116125, com gola para soldar topo a topo e face com ressalto: EN 1092-1 - Tipo 11 - Face B - DN 125 - PN 16 - P245GH

EN 1092-1 - Tipo 11 - Face B - DN 125 - PN 16 - P245GH

Figura 11 Junta de vedação de face total EN 1514-1 (tipo FF) - Aplicada a um par de Flanges SYC Ref.ª FC016125, planas para soldar e face plana: EN 1092-1 - Tipo 01 - Face A - DN 125 - PN 16 - P245GH

EN 1092-1 - Tipo 01 - Face A - DN 125 - PN 16 - P245GH

Quadro 5 Dimensões das juntas de vedação em anel (tipo IBC) segundo a EN 1514-1, na gama de pressões PN 6 a PN 40

Dimensão da Junta de Vedação tipo IBC

 

Designação PN

 

PN 6

PN 10

PN 16

PN 25

PN 40

DN

d

i

d

e

d

e

d

e

d

e

d

e

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

15

22

 

44

 

51

 

51

 

51

 

51

20

27

 

54

 

61

 

61

 

61

 

61

25

34

 

64

 

71

 

71

 

71

 

71

32

43

 

76

 

82

 

82

 

82

 

82

40

49

 

86

 

92

 

92

 

92

 

92

50

61

 

96

107

107

107

107

65

77

116

127

127

127

127

80

89

132

142

142

142

142

100

115

152

162

162

168

168

125

141

182

192

192

194

194

150

169

207

218

218

224

224

200

220

262

273

273

284

290

250

273

317

328

329

340

352

300

324

373

378

384

400

417

350

356

423

438

444

457

474

400

407

473

489

495

514

546

450

458

528

539

555

564

571

500

508

578

594

617

624

628

600

610

679

695

734

731

747

Quadro 6 Dimensões das juntas de vedação de face total (tipo FF) segundo a EN 1514-1, na gama de pressões PN 6 a PN 40

Dimensão da Junta de Vedação tipo FF

 

Designação PN

 
 

PN 6

   

PN 10

   

PN 16

   

PN 25

   

PN 40

 

DN

d i

Nº

d e

ØK

ØL

Nº

d e

ØK

ØL

Nº

d e

ØK

ØL

Nº

d e

ØK

ØL

Nº

d e

ØK

ØL

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

15

22

4

80

55

11

4

95

65

14

4

95

65

14

4

95

65

14

4

95

65

14

20

27

4

90

65

11

4

105

75

14

4

105

75

14

4

105

75

14

4

105

75

14

25

34

4

100

75

11

4

115

85

14

4

115

85

14

4

115

85

14

4

115

85

14

32

43

4

120

90

14

4

140

100

18

4

140

100

18

4

140

100

18

4

140

100

18

40

49

4

130

100

14

4

150

110

18

4

150

110

18

4

150

110

18

4

150

110

18

50

61

4

140

110

14

4

165

125

18

4

165

125

18

4

165

125

18

4

165

125

18

65

77

4

160

130

14

8

185

145

18

8

185

145

18

8

185

145

18

8

185

145

18

80

89

4

190

150

18

8

200

160

18

8

200

160

18

8

200

160

18

8

200

160

18

100

115

4

210

170

18

8

220

180

18

8

220

180

18

8

235

190

22

8

235

190

22

125

141

8

240

200

18

8

250

210

18

8

250

210

18

8

270

220

26

8

270

220

26

150

169

8

265

225

18

8

285

240

22

8

285

240

22

8

300

250

26

8

300

250

26

200

220

8

320

280

18

8

340

295

22

12