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 VALORIZAR OS DIFERENTES  UNIVERSALIDADE,

SUJEITOS IMPLICADOS NO INTEGRALIDADE E EQUIDADE;


PROCESSO DE PRODUÇÃO DA  PROPOSTA DE UM TRABALHO
SAÚDE; COLETIVO EM QUE O SUS SEJA
 AUMENTAR A CO- MAIS ACOLHEDOR,AGIL E
RESPONSABILIDADE NA RESOLUTIVO;
PRODUÇÃO DE SAÚDE E  QUALIFICAR AMBIÊNCIA
SUJEITOS; MELHORANDO CONDIÇÕES DE
 ESTABELECER VINCULOS TRABALHO E ATENDIMENTO;
SOLIDÁRIOS E PARTICIPAÇÃO  LUTAR POR UM SUS MAIS
EFETIVA NO PROCESSO DE HUMANO;
GESTÃO;  COMPROMISSO COM
 MAPEAR E INTERAR ARTICULAÇÃO DOS
DEMANDAS SOCIAIS, PROCESSOS DE FORMAÇÃO
COLETIVAS E SUBJETIVAS DE COM SERVIÇOS E PRATICAS
SAÚDE; DE SAÚDE. ETC...
Gerenciamento de riscos é o
profissional que através de
indicadores prevê eventos adversos,
que possam ocorrer numa unidade
intensiva e que se detectados
previamente auxiliam na terapêutica
do paciente crítico
 Recursos físicos: acesso restrito e exclusivo da
área, acesso facilitado a serviço de apoio, boa
ventilação, iluminação e acústica;

 recursos humanos: profissionais capacitados,


treinados e atualizados para atuar no setor;

 Materiais: adequação de imobiliários, equipamentos


para monitoração hemodinâmica, etc..
 Deve se rápido mais eficaz e sempre
preservando a privacidade do paciente;

 Pode ser feito de uma unidade para outra


(intra), ou de hospital para outro (extra), esse
último deve ser acompanhado de no mínimo 2
profissionais, técnico ou enfermeiro e sempre
um médico.
INTRA- HOSPITALAR EXTRA- HOSPITALAR
INVASIVA
E
NÃO INVASIVA
MONITORAÇÃO VANTAGENS DESVANTAGENS

Indolor e obtenção Podem causar certo


NÃO rápida das variáveis desconforto;
fisiológicas; Dermatites de contato;
INVASIVA Menor custo;
Fácil operacionalidade;
Sofrem intercorrências
externas e necessidade
Risco quase zero de de exames
infecção complementares.

Melhor acurácia; Maior risco de:


INVASIVA Possibilidades de maior
intervenção médicas e
 infecção;
 iatrogênia;
farmacológicas. Complexidade
operacional;
Tempo na instalação e
auto custo.
 Inicia no ventrículo direito através tronco pulmonar onde levará sangue rico
em CO2 para ser oxigenado nos pulmões. Ao sair do coração o tronco
pulmonar se bifurca dando origem à duas artérias “as pulmonares”
(direita e esquerda), que levaram sangue para seus respectivos pulmões;

 Chegando nos pulmões essa artéria se ramifica e forma diminutos vasos


“os capilares” que ao nível dos alvéolos penetram profundamente onde
ocorre a hematose, “trocas gasosas” entra CO2 e sai O2;

 Ao sair esses capilares se juntam formando veias e essas por sua vez se
juntam e formam 4 grande veias, “ as veias pulmonares” 2 para cada
pulmão que agora com sangue rico em O2 desemboca no ventrículo
esquerdo.
 Inicia-se no ventrículo esquerdo através da artéria Aorta a maior do corpo
humano com sangue rico em O2 para oxigenar todos os tecidos do nosso
corpo.

 Ao chegar nos tecidos essa artéria se ramifica formando os capilares que


penetram profundamente as células para ocorrer a hematose ou seja as
trocas gasosas, entra O2 e sai CO2;

 Ao sair esses capilares se juntam e forma pequenas veias e essas por sua
vez se juntam e formam 2 grandes veias “as cavas” superior que trás
sangue rico em CO2 da parte superior do corpo e a cava inferior que
retorna da parte inferior do corpo com sangue também rico em CO2 e
desemboca no átrio direito.
 A artéria Aorta ao sair do coração dá origem aos seus primeiros ramos “as
coronárias” direita e esquerda que levará sangue rico em O2 para o próprio
coração;

 Ao chegar no músculo cardíaco essas artérias se ramificam formando os


capilares que penetram profundamente no tecido cardíaco para que ocorra
a hematose entra O2 e sai CO2;

 Ao sair esses capilares se juntam formando pequenas veias que por sua
vez se juntam formado o seio coronário que agora com sangue rico em
CO2 desemboca no ventrículo direito.
 Resumidamente é a contração(sístole) ou
relaxamento( diástole) do músculo
cardíaco;

 O coração possuí 4 câmaras 2 átrios e 2


ventrículos, sendo que o lado direito
circunda sangue rico em CO2 e o lado
esquerdo sangue rico em O2;
 É produzido no nódulo sinusal, localizado no átrio direito e
propagado para o átrio esquerdo fazendo com que eles
contraem juntos;

 Essa onda chega ao nódulo átrio ventricular localizado pouco


acima e a esquerda da valva mitral, ocorrendo então uma
espécie de freada fisiológica e proposital para que dê tempo
que os átrios se esvaziem e os ventrículos se encham de
sangue;

 Depois essa onda se propaga para o feixe de His e depois para


fibras de purkinge fazendo agora com que os ventrículos se
contraem juntos e os átrios se relaxem, juntos também.
 Aparelho que capta essas ondas elétricas cardíacas e as transfere para um
papel milimetrado conhecido como eletrocardiograma;
 A onda P traduz a sístole atrial, o complexo QRS traduz a sístole
ventricular, a onda T traduz a diástole ventricular e a onda u as vezes nem
aparece pois é muito baixa e não é registrada no ECG e traduz a diástole
atrial.
 Ondas = P, QRS, T; intervalo PR; segmento ST;
 O intervalo PR vai do início da onda P até o início do complexo QRS, seu
valor normal é de até 0,20 seg. ou seja 5 quadrinhos;
 O complexo QRS vai do início da onda Q até o final da onda S e seu valor
normal é de até 0,12seg. ou seja 3 quadrinhos;
 Cada traçado do quadrinho corresponde à 0,04 seg.
 Despolarização  Progressão de uma
onda de cargas positivas (potencial de
ação) Para dentro das células.

 Repolarização  Restituição de cargas


negativas dentro das células
VCS

Músculo atrial
Nó sinusal QRS
AE
Vias de condução
VE intra-atriais

Nó AV
Feixe de His
AD
Ramos D e E
VD
Rede de Purkinje
VCI
Músculo
ventricular
 Despolarização nas células musculares  resultado
do movimento de íons (K+, Na+, Ca+) através do
canais protéicos localizados nas membranas
celulares.

 O potencial de ação transmembrana da célula


muscular cardíaca, chega a durar 15 vezes mais que
no músculo esquelético (graças à presença de um
platô).
Fase 0
Ascensão, com influxo de
Na+ (canais rápidos)
e Ca+ (canais lentos)
para dentro da célula
Determinantes  Freqüência
 Temperatura
da  Concentrações
duração extracelulares de Ca+ e K+
 Agonistas simpáticos e
do platô
parassimpáticos
 Agentes farmacológicos
cardioativos.
 Período Refratário  Intervalo de tempo durante o
qual o impulso cardíaco normal não pode reexcitar
uma área já excitada, tendo uma duração de 0,25s –
0,30s (duração do potencial de ação).

 Período Refratário relativo  surge no final do


período refratário, quando algum estímulo muito
intenso pode desencadear uma nova despolarização
(despolarização diastólica precoce).
 A configuração do potencial de ação das células
cardíacas varia com a localização, tamanho e função
do vários tipos celulares presentes no coração.

 Nódulo sinusal  marca-passo cardíaco, produz


despolarizações espontâneas moduladas pelo SNA.

 Propagação do impulso  depende também das


zonas de oclusão (discos intercalares) que facilitam a
transmissão célula a célula.
Indica a duração da
atividade elétrica total
dos ventrículos.
Vai do início do
complexo QRS até o
final da onda T, medido
preferencialmente nas
derivações AVL e D1, V3
e V4 (sem interferência
da onda U).
Miocárdio
Ventricular

Células M são
mais propensas a
um prolongamento
do seu potencial
de ação
ELETRICIDADE
DESFIBRILAÇÃO CARDIOVERSÃO
 Não eletiva;  Eletiva;
 Procedimento terapêutico, que  Procedimento terapêutico, que
consiste em aplicar uma corrente consiste em aplicar uma corrente
elétrica contínua não sincronizada elétrica sincronizada;
no músculo cardíaco;  Paciente deve ser ligado ao
 Choque que despolariza em cardioversor e este deve estar
conjunto todas as fibras musculares com o botão de sincronismo
do ventrículo tornando possível a ativado pois a onda irá ser liberada
reversão de taquicardias graves
no período refratário(onda R);
como a FV e TV;
 Indicada em casos de
 Indicada em casos de FV e TV sem
taquiarritmias como: flutter atrial,
pulso;
FA, taquicardia paroxística
 Quando chocado o coração entra
supraventricular e com complexo
em assistole(para) e depois volta ao
largo e com pulso.
ritmo normal
 Dor muscular local;
 Queimaduras;
 Embolia pulmonar;
 Arritmias;
 Edema pulmonar;
 Alterações de enzimas: LDK, CPK, TGO,
CKMB quando descargas altas.
Usado em UTI temporariamente
para estimular o coração sem
atividade espontânea e com
problemas no sistema de
condução;
Pode ser usado em bradicardias
agudas, pré, intra e pós operatório,
em ondas PR inibidas e como
marca-passo assíncrono;
freqüência de aplicação e
amplitude deve ser variável para se
adaptadas necessidades
terapêuticas individuais.
NÃO
INVASIVA
 É um aparelho (visor) eletrônico que transmite os sinais elétricos do
coração captados pelos eletrodos, e transformar os impulsos mecânicos
ECG,FC, FR, e das PNI, PIA e PVC e demais derivações invasivas e
elétricos através dos transdutores
de pressão.
 É o registro continuo da freqüência e ritmo cardíaco;
 É uma apresentação gráfica sobre uma tela ou papel
da atividade cardíaca;
 Usada para avaliar eventos eletromecânicos na
contração miocárdica;
 É útil em diagnósticos de arritmias, nos eventos
isquêmicos, distúrbios eletrolíticos e farmacológicos;
 Documentação e tratamento de pacientes críticos;
 Rotineiro em utis onde há monitoração constante dos
pacientes críticos.
P.A é a pressão gerada na
parede das artérias, resultantes
dos batimentos cardíacos e da
parede da resistência dos vasos
ao fluxo sanguíneo;
Método que dispensa o uso
manual do manquito na
insuflação e desinsuflação, para
aferir a P.A;
REFERÊNCIA: pressão sistólica
de 90 a 130 mmhg, diastólica de
60 a 90 mmhg e pressão arterial
media é PAM=PAS+2(PAD) / 3 é
70 a 100mmhg.
Técnica não invasiva que
consiste na monitorização
da troca gasosa de
pacientes;
A saturação de O2 é
indicador do percentual de
hemoglobina que se
encontra saturada pelo O2
no momento da verificação,
que é considerada saturada
quando está ligada a 4
moléculas de O2 ou seja
97%;
INDICAÇÕES FATORES DEPENDENTES
 Ajuste da FIO2 (fração  nível de HB;
inspiratória de O2);
 Fluxo sanguíneo;
 Ajuste da PEEP(pressão
expiratória final positiva);  Temperatura do local
 Auxílio do processo de onde o sensor está
desmame da ventilação conectado;
mecânica;  Concentração de
 Detecção precoce da fração expirado de
hipóxia por qualquer O2
causa.
 A saturação de O2 varia de 97% a 99% em um
individuo jovem saudável;
 Valores próximos de 92 a 95% são clinicamente
aceitáveis;
 Valores< ou = a 90% requer intervenção;
 Fontes de erros são por causa do mal
posicionamento, fatores fisiológicos ou anatômicos:
pele escura, esmaltes, unhas postiças, hipotermia
local ou sistêmica causando vasoconstrição,
hipotensão, má perfusão periférica.
Método não invasivo onde é feito
a medição do CO2 expirado pelos
pulmões, proporcionado a análise
de CO2 alveolar e da pressão
parcial de CO2 no sangue arterial
(PaCO2);

A capnografia é o registro da
quantidade de CO2 expirado e é
feito pelo capnógrafo para
identificar acidoses respiratória,
pacientes neurológicos, auxílio no
desmame do respirador,
hipertermia maligna, embolia
pulmonar e outros.
 Fazer calibração do aparelho de acordo com sistema
utilizado;
 Observar posicionamento adequado do sensor ao
circuito do ventilador e ao tubo endo traqueal;
 Determinar limites de alarme;
 Observar configurações da curva de monitorização e
identificar interferências.
A PIA é a soma da
pressão
sistólica(máxima), com
a pressão diastólica e
dividida por 2 o
resultado obtido é a
pressão média. Que é a
medida da pressão
durante todo ciclo
cardíaco e é a mais
importante do ponto de
vista da perfusão
tecidual.
A canulação arterial ou o posicionamento de um cateter intra-
arterial permite:
 Monitorização contínua direta da pressão arterial;
 Retirada freqüente de sangue para exames e medição de
gases sanguíneos arteriais, evitando o desconforto e lesão
arterial provocados pela punção freqüente;
 Posição de um local para remoção rápida de volume
sanguíneo, em situações de sobrecarga volêmica;
 Mensuração acurada, freqüente e contínua da pressão arterial
em pacientes que usam drogas vasoativas potentes
(dopamina, nitroprussiato de sódio, adrenalina, etc.)
 Hipovolêmica, choque cardiogênico;
 Ruptura do septo ventricular e regurgitação mitral;
 Severa falência ventricular esquerda;
 Infarto do ventrículo direito, angina instável;
 Taquicardia ventricular refratária a terapêutica;
 Doença pulmonar severa X falência ventricular esquerda;
 Diagnóstico de choque;
 Tamponamento cardíaco;
 Manuseio de pacientes de pós operatório de cirurgia cardíaca;
 Pacientes com doenças clinica associadas à cardiovascular;
 Manuseio de pacientes críticos associados a doenças
cardiovascular durante cirurgia cardíaca.
É o colabamento
dos alvéolos de um
pulmão levando a
deficiência de ar ao
outro podendo levar
à pneumotórax
(presença de ar na
pleura)
Todo paciente internado em
uma UTI precisa estar
monitorizado. O monitor
serve para a equipe médica
avaliar de modo contínuo e
"ao vivo", os sinais vitais do
doente. Através de
eletrodos, aparelhos de
pressão automáticos e
sensores ligados ao paciente
e a máquina, é possível
acompanhar a freqüência
cardíaca e respiratória, a
pressão arterial, a saturação
de oxigênio do sangue e ter
um traçado básico de
eletrocardiograma.
Pacientes internados em UTI
freqüentemente necessitam
de drogas infundidas de
modo contínuo. A bomba
infusora permite a
administração venosa de
drogas em ritmo constante.
bomba infusora também é
usada nos casos em que
precisamos manter os
pacientes sedados, como
naqueles que estão em
ventilação mecânica . Essa
sedação é conhecida
popularmente como coma
induzido .
O doente em UTI recebe
basicamente todas as
medicações pela via venosa.
Porém, nem todas as drogas
podem ser administradas nas
pequenas veias periféricas
que temos nos braços. Esses
tratamentos só podem ser
administrados em veias
centrais de grande calibre.
Para isso, os médicos
lançam mão da punção de
uma veia profunda, com
implantação de um cateter.
Normalmente punciona-se a
veia subclávia (foto ao lado)
ou a veia jugular interna ou a
veia femoral.
Os doentes em UTIs muitas
vezes apresentam falência do
sistema respiratório e
necessitam de um suporte
extra de oxigênio. Este pode
ser fornecido por máscaras, ou
em casos mais graves, pela
ventilação mecânica. O
ventilador mecânico é uma
máquina que garante a entrada
de oxigênio nos pulmões do
doentes que apresentam
insuficiência respiratória, isto é,
incapacidade de manter boa
oxigenação dos tecidos. O
respirador mecânico é capaz
de fornecer oxigênio mesmo
que o paciente não seja capaz
de respirar por conta própria.
todo doente com sinais de
instabilidade hemodinâmica é
submetido ao cateterismo da
bexiga. Deste modo
conseguimos aferir
precisamente o débito
urinário do paciente. Além de
ajudar na avaliação do
funcionamento dos rins, que
é um dos primeiros a sofrer
quando há instabilidade, a
quantidade de urina
produzida em 24 horas nos
auxilia no planejamento do
volume de soro que será
infundido ao longo do dia.
A insuficiência renal
aguda é uma
complicação comum nos
pacientes em estado
crítico internados em um
CTI. A máquina de
hemodiálise procura
fazer o papel do rins,
controlando o volume de
água do corpo, os níveis
de eletrólitos e filtrando
as toxinas.
 Principais recursos de suporte à
vida utilizados na UTI.

 Substitui total ou parcialmente a


atividade ventilatória do paciente.
 Reverter a hipoxemia.
 Tratar acidose respiratória.
 Tratar atelectasias.
 Permitir sedação/anestesia.
 Aliviar desconforto respiratório.
 Reverter a fadiga dos músculos
respiratórios.
 Forma Não Invasiva: por meio
de máscaras faciais, (CPAP,
BIPAP).

 Forma Invasiva: após intubação


traqueal.
CPAP: (continuous positive airway
pressure), pressão positiva contínua
em vias aéreas. Mais util pac. IRA.
- BIPAP: (bilivel positive airway
pressure), ventilação não invasiva com
dois níveis de pressão:
IPAP - Pressão inspiratória
positiva constante.
EPAP - Pressão expiratória
positiva constante.
 Explicar o procedimento ao paciente.
 Manter cabeceira à 45°.
 Escolha da interface.
 Proteger a face nas áreas de maior
pressão.
 Ajustar a máscara (vazamento).
 Regular válvula de PEEP.
 Necrose da pele em áreas de contato.

 Distensão abdominal (aerofagia).

 Ressecamento nasal, oral e de


conjuntivas.

 Aspiração de conteúdo gástrico.


 Queda pH e/ou aumento PaCO2
 Aumento da freqüência respiratória ou
persistência acima de 35 mpm.
 Diminuição do nível de consciência ou
agitação.
 Instabilidade hemodinâmica.
 Necessidade de FIO2 maior 60%.
 Distensão abdominal severa.
 Intolerância à máscara.
 Ciclados a volume de ar.

 Ciclados a pressão de ar.

 Ciclados a tempo.
 O volume de gás insuflado.
 A freqüência de insuflação.
 A velocidade e forma de insuflação deste
gás.
 A mistura de O2 fornecida.
 O volume de ar residual nos pulmões no
final da expiração.
Volume
Corrente (Tidal
Volume):
quantidade de
ar inspirado em
cada ciclo
respiratório
(VC=6 ml/kg).
FiO2: fração inspirada de O2 ou %
de oxigênio no ar injetado.
Mode:
modalidades de ventilação.
Sensibilidade: valor que determina quando o
aparelho detecta a respiração espontânea e
inicia ou permite uma inspiração.
equipamento
que umidifica
e aquece o
gás injetado
na inspiração.
-Quadrada = constante.
Fluxo inspiratório é igual
ao fluxo expiratório.

- Desacelerada = fluxo
constante na fase
inspiratória e depois
desacelera para 50%
(fluxo expiratório).
São modos que determinam a maneira
como o ventilador auxilia na respiração do
paciente:

- CMV controlada

- A/C contr./assistida

- SIMV contr./assist./espontânea
 Ventilação Mecânica Controlada:
- ciclos controlados
- baseado na FR programada
▪ Indicações: pacientes com estímulos
respiratórios abolidos:
- fadiga da musc. resp: Asma, DPOC
- disfunção neurológica: AVE, TCE,
trauma medular
- completamente sedados
▪ Vantagens:
- situação de maior gravidade
- < gasto metabólico
- controle total da função vent.
(gasometria)
▪ Desvantagens:
- atrofia por desuso da
musculatura resp.
 Ventilação Assistida Controlada:
- Na ausência do esforço resp. do
paciente o aparelho mantém os ciclos
controlados na freqüência programada.
- O ventilador permite um mecanismo
misto de disparo, funcionando este, como
um sistema de segurança que é ativado
apenas quando o ciclo assistido não
ocorre.
 indicações:
primeira escolha na fase inicial e de manutenção da
VM na insuficiência resp. aguda de qualquer etiologia.
▪ vantagens:
- permite ao paciente determinar sua
própria FR.
- garante FR mínima prefixada.
desvantagens:
- tendência a hiperventilação a
pacientes submetidos a um
estímulo.
- casos severos podendo levar a
alcalose resp.
 Ventilação Mandatória Intermitente
Sincronizada:
- combina ciclos controlados,
assistidos e espontâneos.
- permite apenas um ciclo assistido
por “janela”, atendendo aos demais
esforços insp. c/ ciclos espontâneos.
Um ciclo controlado só ocorre
após uma “janela” de apnéia, ou
após uma “janela” onde só
ocorreu um ciclo
controlado.
 CMV – Ventilação Mecânica
Controlada:
Ajuste necessários:
- volume corrente
- freqüência respiratória
- fluxo
- forma de onda
Ajuste opcionais:
- peep
 A/C - Assistida/Controlada:
Ajustes necessários:
- volume corrente
- freqüência respiratória
- fluxo
- sensibilidade
- forma de onda
- intervalo de apnéia
Ajustes opcionais:
- peep
 SIMV – Ventilação Mandatória Intermitente
Sincronizada:
Ajuste necessários:
- volume corrente
- freqüência respiratória
- fluxo
- sensibilidade
- intervalo de apnéia
- forma de onda
Ajustes opcionais:
- pressão suporte
- peep
• Low Peak Pressure: limite de pressão mínima, é
ativado se a pressão não conseguir atingir o valor
ajustado pelo alarme durante a fase inspiratória (5
cmH2O acima da PEEP).

• High Pressure Limit: limite de alta pressão, é ativado


se a pressão ultrapassar o valor ajustado pelo alarme
( máx. 40 cmH2O).

• Apnéia: alarme sonoro que ativa sempre em que o


intervalo respiratório exceder o valor regulado,
(geralmente programado em 15 segundos).
 Low Peep Pressure: pressão mínima de
peep, (10 cmH2O abaixo da peep).
 High Breath Rate: freqüência respiratória
máxima, este alarme é ativado se a
freqüência respiratória exceder o pré-
ajustado.
 Alarme de rede: será acionado sempre
que a pressão de gás cair na rede.
 Ligar os cabos na rede elétrica.
 Ligar os cabos na rede de gases, com
devidas válvulas redutoras de ar
comprimido e oxigênio.
 Ligar o respirador, testar alarmes.
 Verificar possíveis vazamentos no
circuito.
 Programar o respirador de acordo
com os parâmetros determinados
pela equipe.
 Testar se o respirador está ciclando.
 Proteger a ponta do circuito com gaze
estéril.
 Colocar água estéril no *umidificador.
 Testar se o aquecedor do umidificador está
funcionando.

 Conectar o circuito na cânula endotraqueal ou


traqueostomia.

 Observar o aumento e diminuição na fase de


platô.
 Realizar coleta de gasometria (depende da
instituição).
 Observar sincronismo entre o respirador e o
paciente.
 Trocar circuito a cada 7 dias ou quando
necessário.
 Usar circuito do vent. esterilizado ou submetido
a desinfecção de alto nível.
 Manter comunicação com o paciente.

 Desenvolver protocolo p/ verificação da


rede de gases e parte elétrica.

 Protocolo manutenção trimestral do


ventilador.
Iniciado quando o paciente mantém
estabilidade clínica, hemodinâmica,
funcional respiratória e gasométrica:

 Observar nível de consciência e


colaboração do paciente.

 Avaliar gasometria e padrão respiratório.


 Extubação direta.

 Tubo T: conexão do tubo traqueal à fonte de


O2.

 CPAP.

 PSV: ventilação por pressão de suporte, 7 cm


de água.
 Explicar o procedimento ao paciente.
 Suspender dieta enteral.
 Manter cabeceira à 45°.
 Aspirar (traqueo-naso-oral).
 Material adequado para oxigenoterapia.
 Verificar FR, FC e SaO2 15/15 min. nas 2
primeiras horas.
 Gasometria.
 Risco para Aspiração.
 Risco para Resposta Disfuncional ao
Desmame Ventilatório.
 Comunicação Verbal Prejudicada.
 Ansiedade.
 Mucosa Oral Alterada.
 Cateter Nasal:
Fluxo FiO2

1à5 21 à 40%
litros/min

Fluxo FiO2 • Máscara Facial:


5 à 10 40 à 60%
litros/min
 Máscara de Venture:

Cor Fluxo FiO2


Azul 3 l/min 24%
Amarelo 6 l/min 28%
Branco 8 l/min 31%
Verde 12 l/min 35%
Rosa 15 l/min 40%
Laranja 15 l/min 50%
Gerador de
fluxo:

Fluxo – 100 l/min.

FiO2 – 33 a 100%
IDADE PESO DIAMETRO CUFF
Rn 4 kg 2,5 mm s/cuff
1 à 6 meses 4 à 6 kg 3,5 mm s/cuff
7 à 12 meses 6 à 9 kg 4,0 mm s/cuff
1 ano 9 à 11 kg 4,5 mm s/cuff
2 anos 11 à 14 kg 5,0 mm * s/cuff
3 à 4 anos 14 à 16 kg 5,5 mm * s/cuff
5 à 6 anos 16 à 21 kg 6,5 mm * s/cuff
IDADE PESO DIÂMETRO CUFF

9 à 13 anos 28 à 45 kg 7.0 mm cuff

Adolescentes > 46 kg 7,0 à 8,0 mm cuff

Mulher adulta __ 7,0 à 8,0 mm cuff

Homem adulto __ 7,5 à 8,5 mm cuff


Embora a maior parte da assistência de
enfermagem esteja centrada no cuidado
direto ao paciente, vale ressaltar que
também é de responsabilidade desta
equipe o cuidado com os materiais
utilizados nos circuitos respiratórios.
 A) Proceder desmonte do circuito, de forma que a
maioria dos seus componentes possam ser
submersos em solução enzimática.

 B) Enxaguá-los com água corrente, secá-los com


compressa limpa.

 C) Encaminhá-los para processamento de


desinfecção ou esterilização de acordo com as rotinas
da instituição.
 Em relação ao aparelho propriamente
dito, este deve sofrer limpeza diária com
água e sabão ou fricção com álcool a 70%
por 30 segundos.
SOLANGE
SOLANGE