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O Vale do Paranapanema

Fotografia e Telefonia

02 O Vale do Paranapanema Fotografia e Telefonia
02 O Vale do Paranapanema Fotografia e Telefonia

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Fotografia e Telefonia

O Vale do Paranapanema

02 Fotografia e Telefonia O Vale do Paranapanema

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apresentação

3 2 a p r e s e n t a ç ã o Contribuir para

Contribuir para o desenvolvimento da sociedade brasileira é um dos objetivos do Grupo Telefônica

desde o início de suas atividades no país, em 1998. Para tal, a Fundação Telefônica, instituição responsável pelo investimento social do grupo, mantém programas voltados à promoção de melhorias na educação e à defesa dos direitos das crianças e adolescentes, sobretudo com a aplicação das tecnologias voltadas para a comunicação

e a informação.

Por meio de seu programa Arte e Tecnologia, a Fundação também se dedica a formas efetivas de resgate e conservação da história das telecomunicações no país, procurando difundir aspectos da formação social brasileira e de seus costumes, assim como os fatos mais marcantes.

A produção do livro “Fotografia e Telefonia” é fruto de

um grande trabalho de pesquisa histórica junto ao acervo de telecomunicações da Telefônica, gerido pela Fundação. Composta por uma caixa com cinco volumes, a obra apresenta fotos e fatos que marcaram o desenvolvimento social de diferentes regiões do estado.

As cerca de 150 fotos da publicação mostram a expansão da telefonia por regiões quase despovoadas, entre o final do século XIX e meados do século XX. Através desses cinco volumes, é possível compreender como foi organizado o negócio das telecomunicações desde os primeiros anos da República; saber como

ocorria a articulação entre as companhias telefônicas e as autoridades das cidades mais pujantes do interior;

e constatar como a telefonia seguiu o caminho aberto pela estrada de ferro e, posteriormente, se compôs com as estradas de rodagem.

Fica também evidente como a tecnologia modificaria gradualmente o cotidiano e a cena urbana, encurtando distâncias, aproximando pessoas, favorecendo o comércio e a prestação de serviços e entrelaçando centenas de cidades.

O apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura foi

fundamental para viabilizar esse conjunto de livros que oferecemos como contribuição à memória nacional.

Esperamos que você aproveite a leitura e saboreie esse mergulho histórico!

Antonio Carlos Valente

presidente do grupo telefônica no brasil

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santa rosa - SP, 1922

A telefonia mudou a paisagem das pequenas cidades | Bebedouro, 1910

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A Rede Bragantina era uma potência na década de 1910 | Cravinhos, 1916

fragmento de

A Caixa de Vozes por Ignácio de Loyola Brandão

Buscando o médico em casa

Aqui há muito de usos e costumes de algumas épocas. Mudanças radicais em curto espaço de tempo. Os médicos tinham telefone, mas a maioria da população não. Assim, para chamar o médico ou marcar consulta, era preciso alguém ir até o consultório, bater palmas, entrar e marcar. Médicos só visitavam pacientes se a família mandasse à casa deles um carro de aluguel, ou seja, um táxi. Vizinho à nossa casa havia um telefone na casa do Carlos Malkomes, chefão da Companhia Paulista de Força e Luz. O homem precisava, pois controlava a energia da região. Somente em casos excepcionais os Malkomes permitiam o uso, afinal o aparelho pertencia à empresa. Mesmo assim, em emergências cediam. Eram vistos como pessoas excepcionais no bairro. Nós, uma família de ferroviários, tínhamos uma

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vantagem: o uso da estrada de ferro. Claro que muito

camuflado, pois era proibido. Tratava-se da utilização dos meios de comunicação da ferrovia, principalmente

o telefone interestações. Mandava-se recados, pedia-se

para chamar a pessoa, a estação, falava-se de graça. Evidente que havia cumplicidade, os ferroviários eram solidários entre si, porque as empresas eram tirânicas, severas, suspendiam, multavam, quando não demitiam.

Nas nossas cabeças, quando assistíamos a filmes

americanos, e só havia cinema americano, instalava-se

a perplexidade. Nos filmes todo mundo tinha telefone,

não precisava girar manivela e chamar telefonista, era aparelho de disco, discava e pronto. Aquelas cenas de adolescentes deitadas no sofá – e como eram incríveis os sofás americanos (mais tarde, a Sears vendeu no Brasil) – falando horas ao telefone indicavam que havia uma civilização tecnologicamente superior.

Daí acreditarmos no seriado do Flash Gordon quando mostrava telefones e telas com imagens. Aquele era o futuro, outro planeta! Um dia a Terra seria outro planeta. Nunca imaginávamos que as coisas a partir de certa época, os anos 1970, avançariam tão velozmente.

A estação telefônica, sinal de progresso

das cidades | Mococa, 1916

época, os anos 1970, avançariam tão velozmente. A estação telefônica, sinal de progresso das cidades |

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11 Ribeirão Preto reivindicava comunicação fácil e rápida, 1916

Ribeirão Preto reivindicava comunicação fácil e rápida, 1916

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A estação da Bragantina em Guaratinguetá, 1916

13 12 A estação da Bragantina em Guaratinguetá, 1916

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14 15 Estação Ferroviária de Guaratinguetá: trens e telefones, signos de modernidade, 1919 Rio Claro: a

Estação Ferroviária de Guaratinguetá: trens e telefones, signos de modernidade, 1919

Rio Claro: a telefonia chegou cedo à cidade, 1916

de Guaratinguetá: trens e telefones, signos de modernidade, 1919 Rio Claro: a telefonia chegou cedo à

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Vista de diversos trabalhos da Companhia em Araraquara, SP, 1916

de diversos trabalhos da Companhia em Araraquara, SP, 1916 A CTB chegou a Araraquara em 1915.
de diversos trabalhos da Companhia em Araraquara, SP, 1916 A CTB chegou a Araraquara em 1915.

A CTB chegou a Araraquara em 1915. Aqui, a central em 1916.

PIRAjUhy

Pirajuhy, 12 – Consta com bons fundamentos que a Empresa Telephonica desta cidade, no intuito de por Pirajuhy em communicação directa com todos os bairros e villas do município, extenderá brevemente uma linha até ao próspero povoado da Corredeira.

A julgar pela boa vontade que os empresários j. Mario e Comp. têm de servir o público, é de suppor que tal consta se torne em realidade.

correio paulistano. são paulo, 13 de maio de 1916, p. 4 | telegrammas

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Em torno do Paranapanema

Estação de Santos, 1916:

pioneirismo na telefonia pública

O

centro-sul de São Paulo é um dos eixos de comunicação deste estado com o Paraná –

o

outro é a região oeste. O centro, “coração de São Paulo”, em especial, constituiu outro

vínculo importante, também a oeste, com o Mato Grosso. Vários fatores favorecem essa comunicação. Primeiro, o rio Paranapanema, que nasce em Capão Bonito, no sul de São Paulo, e desemboca no rio Paraná, contribuindo para o intercâmbio entre os três estados. Segundo, a região é igualmente cortada pelo Tietê, cuja foz é o mesmo rio Paraná.

Em seguida, a Estrada de Ferro Sorocabana, criada em 1870 para movimentar o comércio de algodão e de café, que inicialmente rumava a oeste e, mais tarde, em 1904, quando incorporada à Brazil Railway Company, passou a integrar uma rede que promovia a ligação entre as regiões sudeste e sul. Por sua vez, as estradas de rodagem ampliaram a comunicação das cidades do sul do estado nas primeiras décadas do século 20, agilizando a expansão de outros melhoramentos como as linhas telefônicas.

A telefonia chegou a esta região ainda no século 19, mas em poucas cidades. Em jaú, a

“capital da terra roxa”, por exemplo, a firma j. Corrêa & Cia começou a operar o serviço em 15 de setembro de 1897, com apenas 13 assinantes. Em Sorocaba, somente em 1910 começaram a funcionar os primeiros telefones, sob a administração da Companhia Telefônica Bragantina. Nesse mesmo ano, Abel Cunha, sócio da Companhia Telefônica Campineira, percorria o sul do estado para negociar a extensão da linha da empresa por cidades como Ribeirão Branco e Apiaí.

percorria o sul do estado para negociar a extensão da linha da empresa por cidades como

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Estação telefônica de Sorocaba antes da remodelação, 1919

20 21 Estação telefônica de Sorocaba antes da remodelação, 1919 Torre de distribuição de circuitos |

Torre de distribuição de circuitos | Sorocaba, 1919

20 21 Estação telefônica de Sorocaba antes da remodelação, 1919 Torre de distribuição de circuitos |

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23 22 O prédio da central de São joão da Bocaina, atual Bocaina, 1921 É de

O prédio da central de São joão da Bocaina, atual Bocaina, 1921

É de se imaginar o que significava naquela época a chegada deste serviço a essa parte

do estado, naquele período. Quase despovoadas no início do século 20, as cidades sofriam com a precariedade dos serviços públicos e a distância em relação aos centros mais desenvolvidos. Em 9 de abril de 1910, o Correio Paulistano noticiava uma epidemia de tifo em localidades de Faxina (atual município de Itapeva) e a dificuldade de comunicação com a presidência do Estado para providenciar o socorro às vítimas. havia quatro dias que o vereador Álvaro Queiroz mandara um telegrama ao vice- presidente do Estado, coronel Fernando Prestes, sem obter resposta até aquela data. Não por coincidência, em suas andanças pelo sul, o empresário Abel Cunha também foi a Faxina negociar com a municipalidade a instalação de um ramal telefônico, uma demanda de primeira ordem, como se podia perceber.

Em 1916, o Correio referia-se à empresa Samarco e Irmão como proprietária de uma das redes telefônicas atuantes em Itapetininga. Os irmãos industriais, que eram donos da fábrica de farinha de milho da cidade, construíram naquele ano uma linha até Capão Bonito do Paranapanema, com ligação de 30 quilômetros, passando pelo distrito de Gramadinho. A empresa também atendia à cidade de Sarapuí (região Sorocaba-jundiaí).

Quando, a partir de 1915, a Companhia Telefônica Brasileira (CTB) fez uma série de incorporações de empresas no interior do estado, as cidades do centro-sul passaram

a ter seus serviços remodelados ou atualizados. Tal como acontecia em outras regiões, esse eixo ressentia-se da precariedade das ligações telefônicas devido à falta de investimento em tecnologia por parte da maioria das concessionárias, sobretudo as de pequeno porte.

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A instalação de cabos na rua principal de São Roque, 1927

Na década de 1920, a CTB seguia o curso das estradas de rodagem para substituir centrais de magneto por baterias centrais, melhorar os métodos de transmissão dos interurbanos ou construir novos prédios para as estações. Como ocorreu em Sorocaba em 1928 e Bauru em 1929, que receberam baterias centrais, figurando entre as poucas cidades do estado a possuir tal sistema. Ou como em jaú, que recebeu o desejado sistema automático em 1930. Nesse mesmo ano, o serviço de Sorocaba foi novamente melhorado com a instalação de um novo circuito de interurbano, recuperando ramais que estavam abandonados em várias cidades, e a introdução do “rapidíssimo CLR”, como registrou a Sino Azul sobre o método que tornava as ligações mais ágeis.

Essas modificações na tecnologia telefônica faziam diferença não apenas na qualidade da transmissão, mas no visual das cidades. Postes, cabos e fios ficavam mais ordenados em ruas e estradas, dentro da perspectiva de progresso como sinônimo de higienização e regulação da paisagem urbana. Segundo A. Fonseca, chefe de Distrito do Tráfego de Sorocaba, com a substituição dos velhos ramais de tronco da cidade,

vêem-se hoje, ao longo das excelentes rodovias que cortam aquela região, intermináveis fileiras dos novos ramais, com postes pesados, possantes, linhas todas de cobre, transposições exatas, cuja construção obedeceu a mais rigorosa e moderna técnica e

que são, na sua solidez e eficiência, para a nossa engenharia um padrão e para o futuro

das comunicações telefônicas, [

] uma garantia.

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A antiga estação de Campinas, desativada em 1930

26 27 A antiga estação de Campinas, desativada em 1930 O mesmo se deu em Tatuí

O mesmo se deu em Tatuí (região de Itapetininga), também em 1930, com a remodela-

ção do sistema, de magneto para bateria central. A cidade, servida pela Sorocabana e descrita na Sino Azul como sendo de “ruas largas, compridas, direitas, otimamente ape- dregulhadas e asseadas, lindas praças e moderna avenida”, precisava de uma telefonia à altura, portanto.

Assim, entre outros melhoramentos, foram substituídas as linhas simples, aéreas, por circuitos metálicos de cabos aéreos, e muitos dos antigos postes de trilho e madeira foram substituídos por postes tubulares, remodelação esta que veio emprestar à cidade um novo e moderno aspecto, mais condizente com o seu progresso.

A inauguração dos edifícios, dos sistemas, das melhorias, enfim, era oportunidade para

homenagens e festas. Quando Agudos (região de Bauru) recebeu seu novo sistema de interurbano, em 1930, houve uma série de festejos promovidos pela municipalidade e pela companhia. Depois do ato solene da inauguração, marcado pela ligação feita por autoridades presentes para a capital, houve uma “passeata de regozijo”, acompanhada de banda de músi- ca, pelas principais ruas da cidade. Depois, no salão nobre do Teatro São Pedro, a companhia ofereceu um baile à sociedade agudense. “As contradanças prolongaram-se animadíssimas até alta madrugada do dia seguinte”, registrou a Sino Azul.

A importância da telefonia ficava ainda mais evidente em momentos nada festivos, como

as calamidades públicas, porém decisivos para se testar a eficiência do sistema. Foi assim em janeiro de 1929, quando várias cidades do interior do estado ficaram isoladas o mês inteiro devido a tempestades. No centro-sul, além do prejuízo às lavouras de café, as chuvas interditaram pontes, estradas de ferro e rodovias.

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A

antiga linha de assinantes

e

entrada da torre de Campinas, 1930

Itapetininga (Do correspondente, em 3) - Na tarde de 30 de abril, com direcção de sul a norte, passou por esta cidade durante mais ou menos uma hora, uma enorme nuvem de gafanhotos. A sua passagem foi a pequena altura, tendo cahido grande quantidade sobre as ruas e praças, pousando outros nos fios telephonicos, da força eléctrica e arvoredos.

Esses terríveis insectos, segundo consta-nos, vieram do Gramadinho, deste município, e representam o producto da nuvem que ali permaneceu por muito tempo e que grande damno fez á lavoura daquelle bairro.

– Os srs. Samarco e Irmão, operosos industriaes e proprietários de uma

das rêdes telephonicas desta cidade, estão construindo uma linha até Capão Bonito do Paranapanema, havendo já ligação até Gramadinho, numa distância de 24 kilômetros.

Sarapuhy (Do correspondente, em 5) – A serviço da Companhia

Telephonica, que liga esta cidade á se Itapetininga, hontem, aqui esteve

o proprietário da mesma, sr. Affonso Samarco.

correio paulistano. são paulo, 8 de maio de 1916, p. 2 | mala do interior

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30 31 Cabos aéreos em 1930: a telefonia em Campinas em nova fase nos anos 20

Cabos aéreos em 1930:

a telefonia em Campinas em nova fase nos anos 20

em 1930: a telefonia em Campinas em nova fase nos anos 20 Praticamente tudo parou, menos
em 1930: a telefonia em Campinas em nova fase nos anos 20 Praticamente tudo parou, menos
em 1930: a telefonia em Campinas em nova fase nos anos 20 Praticamente tudo parou, menos

Praticamente tudo parou, menos os serviços telefônicos. Ou, como dizia um articulista da Sino Azul:

Todos os serviços públicos podem sofrer deficiência nestas ocasiões, o telefônico, não. Os bondes podem parar por falta de corrente elétrica; os autos podem ser poucos para atender àqueles que querem alcançar a casa distante de qualquer modo; os ônibus podem ficar detidos em ruas onde a enchente não os deixa atravessar – mas o serviço telefônico deve se manter imperturbável, sempre pronto e rápido, resistindo à fúria dos elementos.

Para enfrentar essas situações, era montada uma força-tarefa composta por técnicos, telefonistas e os gerentes das centrais. Assim se deu em Sorocaba: a cidade, totalmente isolada, dependeu da CTB e do Telégrafo Nacional para suas comunicações de emergência e auxílio às vítimas. Como testemunhou A. Grellet, chefe de Divisão do Tráfego de São Paulo:

Enquanto turmas de telefonistas mantinham a comunicação ininterrupta revezando-se, grupos de empregados e operários acudiam aos pontos onde a rede sofrera danos, a fim de os reparar, erguendo postes derrubados pelas enchentes e restaurando as linhas arrebentadas.

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NAZARETh

Melhoramentos locaes | Festas das aves | Outras notas

Nazareth, 1 – Muito em breve serão iniciados os trabalhos para ligação telephonica desta cidade, e da vizinha localidade de Perdões, ao centro telephonico de Atibaia, em communicação com essa capital e demais cidades do Estado.

Para a execução desse melhoramento, de incalculáveis vantagens para o nosso munícipio, obrigou-se

a Câmara Municipal desta cidade, em accôrdo que, por intermédio do seu digno e operoso prefeito, sr.

coronel Francisco Antonio Deresa, acaba de firmar com a Companhia Telephonica Bragantina, a fazer a construcção da respectiva linha desta cidade á estação do Guaxinduva, no ramal de Piracaia, passando pela povoação de Perdões, onde, como nesta cidade, será estabelecido um posto telephonico.

A ligação de Guaxinduva ao centro telephonico de Atibaia será por conta da Bragantina.

correio paulistano. são paulo, 3 de abr.il de1916, p. 4 | telegrammas

Construção da estação telefônica de Santo André, 1930

. são paulo , 3 de abr . il de 1916, p . 4 | telegrammas

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35 Nova linha interurbana entrando em São josé do Rio Pardo Outro articulista observou: Ninguém se

Nova linha interurbana entrando em São josé do Rio Pardo

Outro articulista observou:

Ninguém se lembra que a própria estação telefônica, em virtude do temporal, pode estar desfalcada do pessoal que aquela hora a chuva não deixa locomover-se em demanda do serviço. Ninguém percebe que telefonistas que já tiveram seu dia de trabalho têm que dobrar o serviço para suprir a falta daquelas que não puderam comparecer.

Naquele ano, a companhia foi alvo de uma manifestação pública de agradecimento da prefeitura municipal e de elogios da imprensa. Certamente não seriam os últimos temporais a enfrentar nem os últimos regozijos a experimentar. O tempo era imperativo e impunha novos desafios não apenas no centro-sul, mas onde houvesse o chamado público.

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36 37 Estação Brás Cubas em Santos, 1934

Estação Brás Cubas em Santos,

1934

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38 39 Prédio da central de serviços de Cesário Lange, 1937 Central telefônica em Santa Eudóxia,

Prédio da central de serviços de Cesário Lange, 1937

38 39 Prédio da central de serviços de Cesário Lange, 1937 Central telefônica em Santa Eudóxia,

Central telefônica em Santa Eudóxia, 1938

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A CAPITAL D’OESTE E O SEU PROGRESSO - UMA RESERVA PARA O FUTURO

Camillo de MATTOS (Advogado e lavrador, ex-prefeito de Ribeirão Preto)

RIBEIRÃO PRETO, cidade moderna, edificada com carinho e administrada com dedicação,

teve a ventura de se dotar de quasi todos os melhoramentos modernos: calçamento, galerias de águas pluviaes, lindas praças, óptimas estradas, magníficos edifícios – sem contarmos água, luz eléctrica e telephone – nos tempos anteriores á crise actual. Entendiam muito bem os seus administradores que as municipalidades e os Estados não são sociedades anonymas que devem dar dividendos no fim do anno. Os dividendos são o conforto, a hygiene, o progresso, o bem público.

] [

diário de são paulo. são paulo, 27 de dezembro de 1932, p. 6 | ribeirão preto industrial

Estação telefônica de Barra Bonita, 1938

são paulo , 27 de dez embro de 1932, p . 6 | ribeirão preto industrial

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Trecho em Pirassununga da linha Limeira-Ribeirão Preto, 1938

43 42 Trecho em Pirassununga da linha Limeira-Ribeirão Preto, 1938

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44 Prédio da central de Guariba, 1942 Estação telefônica de Ibitinga, 1942 A telefônica de Glicério,

Prédio da central de Guariba, 1942

Estação telefônica de Ibitinga, 1942

de Guariba, 1942 Estação telefônica de Ibitinga, 1942 A telefônica de Glicério, 1942 A central de

A telefônica de Glicério, 1942

de Guariba, 1942 Estação telefônica de Ibitinga, 1942 A telefônica de Glicério, 1942 A central de

A central de Itatiba, 1942

de Guariba, 1942 Estação telefônica de Ibitinga, 1942 A telefônica de Glicério, 1942 A central de

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A central telefônica de Itapetininga,

1950

46 47 A central telefônica de Itapetininga, 1950 A telefônica de Guaratinguetá Outro aspecto da central
46 47 A central telefônica de Itapetininga, 1950 A telefônica de Guaratinguetá Outro aspecto da central

A telefônica de Guaratinguetá

telefônica de Itapetininga, 1950 A telefônica de Guaratinguetá Outro aspecto da central de São joão da

Outro aspecto da central

de São joão da Bocaina

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48 São josé dos Campos: postes, fios e cabos compõem o cenário urbano

São josé dos Campos: postes, fios e cabos compõem o cenário urbano

48 São josé dos Campos: postes, fios e cabos compõem o cenário urbano

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51 A central de São joão da Boa Vista

A central de São joão da Boa Vista

51 A central de São joão da Boa Vista
51 A central de São joão da Boa Vista
51 A central de São joão da Boa Vista
51 A central de São joão da Boa Vista
51 A central de São joão da Boa Vista
51 A central de São joão da Boa Vista
51 A central de São joão da Boa Vista
51 A central de São joão da Boa Vista

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versión en español

PRESENTACIÓN

y

las autoridades de las ciudades más

casa había un teléfono en la casa de Carlos

Contribuir al desarrollo de la sociedad

florecientes del interior o comprobar que el

brasileña es uno de los objetivos del Grupo

teléfono siguió la vía abierta por el ferrocarril

Malkomes, jefe de la Companhia Paulista de Força y Luz. El hombre lo necesitaba,

Telefónica desde 1998, cuando inició

y,

más tarde, a lo largo de las carreteras.

pues controlaba la energía de la región.

sus actividades en el país. Una forma de

 

Solamente en casos excepcionales los

lograr este objetivo es mediante la acción

Es una oportunidad para observar el modo

Malkomes permitían su uso, pues, el aparato

le

pertenecía a la empresa. Sin embargo, en

de la Fundación Telefónica, institución responsable de la inversión social del Grupo,

cuyos programas tienen por objeto promover

en que la tecnología iba gradualmente modificando la vida cotidiana y la escena urbana, acortando las distancias y acercando

emergencias lo cedían. Eran vistos como personas excepcionales en el barrio.

a

la gente, o incluso, facilitando el comercio

mejoras en la educación y defender los derechos de los niños y adolescentes, sobre

y

la prestación de servicios y entrelazando

Nos enorgullece presentar este conjunto de

Nosotros, una familia de ferroviarios,

todo con la aplicación de tecnologías de comunicación e información.

cientos de ciudades.

teníamos una ventaja: el uso de la ferrovía. Claro que muyo camuflado, pues era prohibido. Se trataba de la utilización de

A

través de su programa Arte y Tecnología,

libros como una contribución a la memoria

Fundación también se ocupa de formas

la

efectivas de rescatar y preservar la historia

nacional, para lo cual contamos con el apoyo de la Ley para el Fomento de la Cultura,

los medios de comunicación de la ferrovía, principalmente el teléfono interestaciones. Se mandaban recados, se pedía para llamar

de las telecomunicaciones en el país, y

al

que dejamos constancia de nuestro

a

la persona, a la estación, se hablaba

busca divulgar aspectos de la formación de

agradecimiento.

gratis. Evidente que había complicidad,

la

sociedad brasileña, sus costumbres y los

los ferroviarios eran solidarios entre sí,

acontecimientos más notables.

Esperamos que disfrute de la lectura y se complazca con esta inmersión histórica.

porque las empresas eran tiránicas, severas, suspendían, multaban, cuando no demitían.

La publicación del libro «Fotografia e Telefonia no Interior de São Paulo» es el resultado de un gran trabajo de investigación histórica del fondo de telecomunicaciones de Telefónica, cuya gestión está a cargo de la Fundación. Presentar y valorizar las fotos y los hechos que marcaron el desarrollo social de las diferentes regiones del estado es uno de los objetivos de los cinco volúmenes que integran esta caja.

hay alrededor de 150 fotografías que muestran la expansión de la telefonía en regiones casi despobladas, entre fines del

siglo XIX y mediados del siglo XX. A través de estos cinco volúmenes, es posible entender

la forma en que se organizó el negocio de

las telecomunicaciones desde los primeros años de la República; ver como se daba la articulación entre las compañías telefónicas

Antonio Carlos Valente Presidente del Grupo Telefónica en Brasil

Extracto de A Caixa de Vozes Ignácio de Loyola Brandão

Buscando al médico en casa Aquí hay mucho de usos y costumbres de algunas épocas. Cambios radicales en corto espacio de tiempo. Los médicos tenían teléfono, pero la mayoría de la población

no. Por ello, para llamar al médico o marcar consulta, era necesario que alguien fuera

al consultorio, golpeara, entrara y marcara.

Médicos solamente visitaban pacientes si

la familia le mandara a la casa un auto de

alquiler, es decir, un taxi. Vecino a nuestra

En nuestras cabezas, cuando veíamos películas norteamericanas, y solamente había cine norteamericano, se instalaba la perplejidad. En las películas todos tenían teléfono, no era necesario girar manivela y llamar a la telefonista, era aparato de disco, se marcaba y listo. Aquellas escenas de adolescentes acostadas en el sofá – y como eran increíbles los sofás norteamericanos (más tarde, Sears los vendió en Brasil) – hablando horas por teléfono indicaban que había una civilización tecnológicamente superior. Por ello creíamos en el seriado de Flash Gordon cuando mostraba teléfonos y pantallas con imágenes. ¡Aquél era el futuro, otro planeta! Un día la

Tierra sería otro planeta. Nunca imaginábamos que las cosas a partir de cierta época, los años

1970, avanzarían tan velozmente.

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ALREDEDOR DEL PARANAPANEMA

Es posible imaginar qué significaba en

falta de inversión en tecnología por parte

en su solidez y eficiencia, para nuestra

como las calamidades públicas, sin embargo,

Otro articulista observó:

El centro-sur de São Paulo é uno de los

esa época la llegada de este servicio a

de la mayoría de las concesionarias,

ingeniería un estándar y para el futuro de las

decisivos para probar la eficiencia del

Nadie se recuerda que la propia estación

ejes de comunicación de este estado

esa parte del estado. Casi despobladas al

principalmente las pequeñas.

comunicaciones telefónicas, [

]

una garantía.

sistema. Fue así en enero de 1929, cuando

telefónica, en virtud del temporal, puede estar

con Paraná – el otro es la región oeste. El

inicio del siglo 20, las ciudades sufrían con

 

varias ciudades del interior del estado se

desfalcada del personal que en ese momento

centro, “corazón de São Paulo”, en especial,

la

precariedad de los servicios públicos y

En la década de 1920, CTB seguía el curso

Lo mismo ocurrió en Tatuí (región de

a

batería central. La ciudad, servida por

quedaron aisladas el mes completo a causa

la

lluvia no deja que locomoverse en demanda

constituye otro vínculo importante, también

la

distancia en relación a los centros más

Itapetininga), también en 1930, con la

de tormentas. En el centro-sur, además del

del servicio. Nadie percibe que telefonistas

a

oeste, con Mato Grosso. Varios factores

desarrollados. El 9 de abril de 1910, el Correio

de las carreteras para sustituir centrales de

remodelación del sistema, de magneto

perjuicio a las plantaciones de café, las lluvias

que ya tuvieron su día de trabajo tienen que

favorecen esa comunicación. Primero, el río

Paulistano noticiaba una epidemia de tifus

magneto por baterías centrales, mejorar los métodos de transmisión de los interurbanos

bloquearon puentes, ferrovías y carreteras.

trabajar en jornada doble para suplir la falta de

Paranapanema, que nasce en Capão Bonito,

o

construir nuevos edificios para las

Sorocabana y descrita en Sino Azul como

Prácticamente todo se paró, menos los

aquellas que no pudieron comparecer.

en el sur de São Paulo y desemboca en el río

en localidades de Faxina (actual municipio de Itapeva) y la dificultad de comunicación con

estaciones. Como ocurrió en Sorocaba en

siendo de “calles anchas, largas, derechas,

servicios telefónicos. O, como decía un

Paraná, contribuyendo para el intercambio

la

presidencia del Estado para providenciar

1928 y en Bauru en 1929, que recibieron

excelentemente adosadas y limpias, lindas

articulista de Sino Azul:

Ese año, la compañía fue recibió una

entre los tres estados. Segundo, la región

el

socorro a las víctimas. hacía cuatro

baterías centrales, figurando entre las pocas

plazas y moderna avenida”, necesitaba una

manifestación pública de agradecimiento

es igualmente cortada por el Tietê, cuya

días que el concejal Álvaro Queiroz había

ciudades del estado que tenían ese sistema.

telefonía a su altura, por lo tanto.

Todos os servicios públicos pueden sufrir

de la municipalidad y elogios de la prensa.

desembocadura es el mismo rio Paraná.

mandado un telegrama al vicepresidente del Estado, coronel Fernando Prestes, sin

O

sistema automático en 1930. Ese mismo

como en jaú, que recibió el deseado

De esa forma, entre otras mejoras, se

por circuitos metálicos de cables aéreos

deficiencia en estas ocasiones, el telefónico, no. Los tranvía pueden parar por falta de

Seguramente no serían los últimos temporales por enfrentar ni los últimos regocijos por

A

continuación, la Estrada de Ferro

obtener respuesta hasta esa fecha. No por

año, el servicio de Sorocaba fue nuevamente

sustituyeron las líneas simples, aéreas,

corriente eléctrica; los autos pueden ser

experimentar. El tiempo era imperativo e

Sorocabana, creada en 1870 para mover

coincidencia, en sus andanzas por el sur, el

mejorado con la instalación de un nuevo

pucos para atenderá aquellos que llegar

imponía nuevos desafíos no solo en el centro-

el

comercio de algodón y de café, que

empresario Abel Cunha fue también a Faxina

circuito de interurbano, recuperando ramales

y

muchos de los antiguos postes de riel y

a

su casa distante de cualquier forma; los

sur, sino donde hubiera el llamado público.

inicialmente rumbeaba a oeste y, más

a

negociar con la municipalidad la instalación

que estaban abandonados en varias ciudades

madera se sustituyeron por postes tubulares,

ómnibus pueden quedarse detenidos en

tarde, en 1904, cuando incorporada a Brazil

de una extensión telefónica, una demanda

y

con la introducción del “rapidísimo CLR”,

remodelación esta que le dio a la ciudad un

calles donde la inundación no los deja pasar

Railway Company, pasó a integrar una red

de primer orden, como se podía percibir.

como registró Sino Azul sobre el método que

nuevo y moderno aspecto, más acorde con

pero el servicio telefónico debe mantenerse

Pág. 17

que promovía el vínculo entre las regiones sudeste y sur. A su vez, las carreteras

En 1916, el Correio se refería a la empresa

tornada más ágil las llamadas.

su progreso.

imperturbable, siempre listo y rápido, resistiendo a la furia de los elementos.

PIRAjUí

ampliaron la comunicación de las ciudades en el sur del estado en las primeras décadas del siglo 20, agilizando la expansión de otras mejoras como las líneas telefónicas.

Samarco e Irmão como propietaria de una de las redes telefónicas actuantes en Itapetininga. Los hermanos industriales, que eran dueños de la fábrica de harina de maíz

Esas modificaciones en la tecnología telefónica hacían eran un diferencial no solo en la calidad de la transmisión, sino en el visual de las ciudades. Postes,

La inauguración de los edificios, de los sistemas, de las mejoras, era una oportunidad para homenajes y fiestas. Cuando Agudos (región de Bauru) recibió su nuevo sistema

Para enfrentar esas situaciones, se armaba una fuerza de trabajo formada por técnicos, telefonistas y los gerentes de las centrales.

Pirajuí, 12 – Consta con buenos fundamentos que la Empresa Telefónica de esta ciudad, con el objetivo de poner a Pirajuí en comunicación directa con todos los barrios

de la ciudad, construyeron ese año una línea

cables y alambres se se presentaban más

de interurbano, en 1930, hubo una serie de

Así es como ocurrió en Sorocaba: la ciudad,

y

villas del municipio, ampliará en breve una

La telefonía llegó a esta región todavía en

hasta Capão Bonito do Paranapanema, con

ordenados en calles y carreteras, dentro de

festejos promovidos por la municipalidad y por

totalmente aislada, dependió de CTB y del

línea hasta el próspero poblado de Corredeira.

el

siglo 19, pero a pocas ciudades. En jaú,

conexión de 30 kilómetros, pasando por el

la

perspectiva de progreso como sinónimo de

la

compañía. Después del acto solemne de la

Telégrafo Nacional para sus comunicaciones

la

“capital de la tierra morada”, por ejemplo,

distrito de Gramadinho. La empresa atendía

higienización y estandarización del paisaje

inauguración, marcado por la llamada realizada

de emergencia y auxilio a las víctimas. Como

Considerando la buena voluntad que los

la

empresa j. Corrêa & Cia empezó a operar

también a la ciudad de Sarapuí (región

urbano. Según A. Fonseca, jefe de Distrito de

por autoridades presentes a la capital, hubo

lo presenció A. Grellet, jefe de División de

empresarios j. Mario e Comp tienen de servir al

el

servicio el 15 de septiembre de 1897,

Sorocaba-jundiaí).

Tráfico de Sorocaba, con la sustitución de los

una “paseata de regocijo”, acompañada de

Tráfico de São Paulo:

público, se supone que eso se torne realidad.

con solamente 13 abonados. En Sorocaba, solamente en 1910 empezaron a funcionar

Cuando, a partir de 1915, la Companhia

antiguos ramales de tronco de la ciudad,

banda de música, por las principales calles de la ciudad. Más tarde, en el salón noble del

Mientras grupos de telefonistas mantenían

Correio Paulistano. São Paulo, 13 de mayo de

los primeros teléfonos, bajo la administración de la Companhia Telefônica Bragantina. Ese mismo año, Abel Cunha, socio de la Companhia Telefônica Campineira, recorría

el sur del estado para negociar la ampliación

de la línea de la empresa por ciudades como Ribeirão Branco y Apiaí.

Telefônica Brasileira (CTB) realizó una serie de incorporaciones de empresas en el interior del estado, las ciudades del centro-sur pasaron a tener sus servicios remodelados

o actualizados. De la misma forma que en

otras regiones, ese eje sufría la precariedad de las llamadas telefónicas debido a la

Se ven hoy, a lo largo de las excelentes carreteras que cortan aquella región, interminables hileras de los nuevos ramales, con postes pesados, poderosos,

líneas todas de cobre, transposiciones exactas, cuya construcción obedeció la más rigurosa y moderna técnica e que son,

Teatro São Pedro, la compañía ofreció un baile

a la sociedad de Agudos. “Las danzas siguieron animadísimas hasta alta madrugada del día siguiente”, registró Sino Azul.

La importancia de la telefonía se tornaba aún más evidente en momentos nada festivos,

la comunicación ininterrumpida, turnándose,

grupos de empleados y obreros se dirigían a los puntos donde la red había sufrido daños, con el objetivo de repararlos, levantando postes derribados por las inundaciones y restaurando las líneas rotas.

1916, p. 4. Telegramas

Pág. 29 ITAPETININGA (DEL CORRESPONSAL, EN 3):

En la tarde del 30 de abril, con dirección de sur a norte, pasó por esta ciudad durante

56

57

más o menos una hora, una enorme nube de saltamontes. Su pasada fue a pequeña altura, cayendo una gran cantidad sobre las calles t plazas, posando otros en los cables telefónicos, de energía y árboles.

Esos terribles insectos, según nos consta, vinieron de Gramadinho, de este municipio,

La conexión de Guaxinduva al centro telefónico de Atibaia será por cuenta de Bragantina.

Correio Paulistano. São Paulo, 3 de abril de 1916, p. 4. Telegramas

Pág. 40

BIBLIOGRAFIA

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MASSARANI, Emanuel Von Lauenstein.

A paisagem paulistana à época do

telefone: São Paulo em 1884. São Paulo:

SARAPUhy. Correio Paulistano. São Paulo, 8 de maio de 1916. Mala do Interior, p. 2.

ITAPETININGA. Correio Paulistano. São Paulo, 7 de junho de 1916. Mala do

Interior, p. 2.

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y

representan el producto de la nube que allí

RIBEIRÃO PRETO INDUSTRIAL

Telesp, 1984.

SINO AZUL. Rio de janeiro, setembro

PORTAL Nosso São Paulo (municípios

permaneció por mucho tiempo y que gran daño

La capital del Oeste y su progreso –

de 1928. Suplemento especial sobre

de São Paulo). São Paulo. Disponível em:

le causó a las plantaciones de esa localidad.

una reserva para el futuro

SOUKEF jUNIOR, Antonio. Trilhos e trens.

Sorocaba, p. 4.

http://www.nossosaopaulo.com.br/

– Los srs. Samarco e Irmão, industriales e

Camillo de MATTOS (Abogado y labrador, ex-

In: CAMARGO, Ana Maria de A. (Coord.). São Paulo: uma longa história. São Paulo:

GRELLET, A. Temporaes em São Paulo.

MunicipiosDeSaoPaulo.htm. Acesso em períodos diversos entre 2009 e 2010.

propietarios de una de las redes telefónicas de esta ciudad, están construyendo una

alcalde de Ribeirão Preto)

CIEE, 2004, p. 146-166. (Série Nossa história).

Sino Azul. Rio de janeiro, fevereiro de 1929, pp. 3-5.

línea hasta Capão Bonito do Paranapanema,

[

]

RIBEIRÃO PRETO, ciudad moderna,

habiendo ya conexión hasta Gramadinho, en

edificada con cariño y administrada con

ZOCChI, Paulo. Rio Paranapanema da

O SERVIÇO telephonico e as

 

una distancia de 24 kilómetros.

dedicación, tuvo la ventura de dotarse de casi todas las mejoras modernas: veredas,

nascente à foz. horizonte Geográfico. São Paulo, outubro de 2003. Disponível em:

tempestades. Sino Azul. Rio de janeiro, fevereiro de 1929, p. 10.

Correio Paulistano. São Paulo, 8 de mayo

galerías de aguas pluviales, lindas plazas,

http://premio reportagem.org.br/article.

 

de 1916, p. 2. Mala do Interior

excelentes carreteras, magníficos edificios

sub?docId=7902&c=Brasil&cRef=Brazil

BAURU. Sino Azul. Rio de janeiro, junho

 

– sin contar agua, luz eléctrica y teléfono –

&year=2004&date=outubro%202003.

de 1929, p. 13.

Pág. 32

en los tiempos anteriores a la crisis actual.

Acessado em: 29 de março de 2010.

 

NAZARETh

Entendían muyo bien sus administradores

TATUhy: seus novos serviços

 

Nazareth, 1 – Muy en breve empezarán

que las municipalidades y los Estados no son sociedades anónimas que deben dar

PERIÓDICOS

telephonicos. Sino Azul. Rio de janeiro, fevereiro de 1930, pp. 5-8.

los trabajos para conexión telefónica de esta ciudad y de la vecina localidad de Perdões, al centro telefónico de Atibaia,

dividendos al final del año. Los dividendos son la comodidad, la higiene, el progreso, el bien público.

CAMPINAS. Correio Paulistano. São Paulo, 9 de abril de 1910. Mala do

AGUDOS: inauguração de seu novo serviço telephonico. Sino Azul. Rio de

en comunicación con esa capital y demás

Interior, p. 3. Sobre a visita de Abel Cunha

janeiro, junho de 1930, pp. 14-15.

ciudades del Estado.

Diário de São Paulo. São Paulo, 27 de diciembre de 1932, p. 6

a

cidades do sul de São Paulo.

jAhÚ. Sino Azul. Rio de janeiro, julho de

Para la ejecución de esa mejora, de

O

TyPhO em Faxina. Correio Paulistano.

1930, pp. 7-8.

incalculables ventajas a nuestro municipio, se obligó la Cámara Municipal de esta

São Paulo, 9 de abril de 1910. Mala do Interior, p. 4.

FONSECA, A. Inauguração dos novos

 

ciudad, en acuerdo que, por intermedio

 

circuitos interurbanos

Sino Azul. Rio de

de su digno y laborioso alcalde, sr. coronel

 

ITAPETININGA. Correio Paulistano.

janeiro, setembro de 1930, pp. 10-11.

 

Francisco Antonio Deresa, acaba de firmar con la Companhia Telefônica Bragantina, la construcción de la respectiva línea de esta ciudad a la estación del Guaxinduva, en el ramal de Piracaia, pasando por el pueblo de Perdões, donde, como en esta ciudad, se establecerá un puesto telefónico.

São Paulo, 8 de maio de 1916. Mala do Interior, p. 2.

Inauguração dos novos serviços telephonicos de Baurú. Sino Azul, janeiro de 1931, pp. 26-27.

58

59

FUNDAÇÃO TELEFôNICA

Presidente do Conselho Curador Antonio Carlos Valente

Diretor-presidente Sérgio E. Mindlin

Gerente Maria Gabriella Bighetti

Programa Arte e Tecnologia Mateus Vieira Villela de Lima

Comunicação Fernando Casagrande da Silva

FIChA TÉCNICA DO LIVRO

Projeto Editorial

Rosely Nakagawa

Coordenação Editorial

Rosely Nakagawa

Coordenação Gráfica Isabel Santana Terron

Crônica Ignácio de Loyola Brandão

Redação e Pesquisa Rose Silveira

Projeto Gráfico

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F859

v.2

Fotografia e telefonia, 02 : o Vale do Paranapanema / [organização Rosely Nakagawa ; texto Ignácio de Loyola Brandão]. - Fortaleza, CE : Tempo d’Imagem ; São Paulo :

Fundação Telefônica, 2011. 60p. : il.

ISBN 978-85-60195-13-8

1. Sistemas telefônicos - São Paulo (Estado) - história. 2. Sistemas telefônicos - São Paulo (Estado) - história - Obras ilustradas. 3. Telefones - Paranapanema, Rio, Vale (SP e PR) - história. 4. Telecomunicação - Brasil - história. I. Nakagawa, Rosely. II. Brandão, Ignácio de Loyola, 1936-. III. Fundação Telefônica. IV. Título: O Vale do Paranapanema.

11-0607.

CDD: 384.6098161

CDU: 654.15(815.6)

01.02.11

03.02.11

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