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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

ESCOLA POLITÉCNICA

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA

DESENHO DE ESTRUTURA DE
MADEIRA

Biblioteca do Centro de Tecnologia

Roberto Machado Corrêa

2016
DESENHO DE ESTRUTURA DE MADEIRA

Rio de Janeiro

2016
Biblioteca do Centro de Tecnologia Apostila de Desenho de Estrutura de Madeira
Departamento de Expressão Gráfica Prof. Roberto Machado Corrêa
01/22
1ª Edição: 2009
2ª Edição: 2016

CC 824 Corrêa, Roberto Machado


dd Desenho de Estruturas de Madeira / Roberto
Machado Corrêa. - Rio de Janeiro, 2016.
22 f.

Autor: Roberto Machado Corrêa.


Apostila de curso (graduação) - Universidade
Federal do Rio de Janeiro, Escola Politécnica,
Departamento de Expressão Gráfica, 2016.

1. Desenho de estrutura de parede de madeira. 2.


Desenho de detalhe de estrutura de madeira. 3.
Desenho de estrutura de cobertura de madeira. 4.
Desenho de fachada de casa de madeira. I. Corrêa,
Roberto Machado, autor. II. Título.

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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO 05

2. PILARES E PRANCHAS DE MADEIRA 09

3. VIGAS E VIGOTAS DE MADEIRA 09

4. LAJES DE MADEIRA 09

5. PAREDES DE MADEIRA 10

6. PLANTA DE ESTRUTURA DE PAREDES DE MADEIRA 13

7. DESENHO DE VIGOTAS, LAJE E FORRO DE MADEIRA 18

8. DESENHO DE ESTRUTURA DE MADEIRA DO TELHADO 18

9. DESENHO DE VEDAÇÃO DAS PAREDES DE MADEIRA E FACHADAS 19

10. ORGANIZAÇÃO DOS DESENHOS EM PRANCHAS 21

11. REFERÊNCIAS 22

FIGURAS

As figuras contidas nesta apostila são do autor.

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DESENHO DE ESTRUTURAS DE MADEIRA

1. INTRODUÇÃO

A madeira tem muitas aplicações na construção, seja em instalações e em estruturas provisórias ou


definitivas. No segundo caso, além da resistência, deve-se considerar o tratamento e proteção adequada à
madeira, de modo que ela não seja afetada por umidade, infiltração, fungos nem insetos ou outros animais, e
resista à ação de intempéries quando exposta.
Para estruturas são usadas madeiras que possuem as melhores propriedades de resistência a
esforços solicitados de longa duração.

1.1. Tipos de peças

As peças de madeira são fabricadas nas serrarias com dimensões padronizadas, o que facilita ao
encomendar os itens necessários para a construção, minimizando desperdício e emendas, quando a
estrutura é bem projetada e executada. A seguir, estão relacionadas algumas peças estruturais de madeira
com suas dimensões padronizadas em centímetros.

Ripa (1x5) Sarrafo (3x5) Caibro (5x6) e (5x7)

Viga (6x12), (6x16) e (6x19)

1.2. Emendas e elementos de ligação e fixação

Alguns elementos de ligação como pregos, parafusos e grampos são bastante empregados nas
estruturas de madeira. No entanto, muitas vezes é necessário fazer cortes e entalhes na madeira, de modo a
reforçar a ligação dos componentes estruturais com base nas propriedades de resistência da madeira e da
direção dos esforços normais e cortantes.

1.2.1. Emendas

A peça de madeira é cortada ou chanfrada de modo a suportar um esforço de tração ou compressão,


respectivamente, provocado por esforço de outra peça comum a um mesmo nó.

Chanfro completo na
extremidade de uma
diagonal que será
comprimida
Rasgo numa empena
que será tracionada

Detalhe de união de uma


viga com um caibro em
uma treliça para estrutura
de um telhado.

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1.2.2. Grampos

Servem para reforçar a união das peças e evitar que haja deslizamento na direção ortogonal aos
esforços normais (flexão e compressão) das peças.

chanfro e corte feitos


nas peças de madeira
que serão unidas de grampo, placa e
modo que não haja parafusos usados para
deslizamentos na reforçar a união das
direção de esforços peças de madeira
apoio
normais (tração ou
compressão.)

b
empena
b
a
c

viga
Detalhe de união de uma
viga com uma empena em
uma treliça para estrutura
de um telhado.

1.2.3 Pregos

Servem para unir uma peça de madeira de pequena espessura a uma de maior espessura.

prego 6x13 (2,41x50 mm)


usado para fixar ripas

ripa Detalhe de ripas


caibro pregadas num caibro.

1.2.4. Chafuz:

É uma peça que auxilia no apoio de peças que tendem a tombar. Pode ser fixado através de pregos.
Sua seção é um triângulo retângulo no qual a medida da base é o dobro da altura do triângulo. É obtido
através de um corte na diagonal da seção de uma viga.

terça
d

chafuz 2d

Detalhe de um calço
pregado numa empena,
auxiliando no apoio de uma
empena
terça.

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1.3 Estrutura de Telhado:

Num telhado, as telhas são assentadas sobre as ripas que são pregadas sobre os caibros. Estes são
apoiados sobre as terças que podem ser apoiadas e fixadas nas paredes externas.
No entanto, o peso próprio do telhado (telhas e estrutura de madeira) muitas vezes implica na
construção de treliças (tesouras) para vencer vãos sem que haja deformações indesejáveis. Essas treliças
são posicionadas, dividindo o vão em partes iguais.
O processo de construção de treliça inicia-se fixando os apoios de madeira sobre as vigas ou laje,
onde existir nó (junção de duas peças estruturais da treliça). No exemplo a seguir, existe apoio em cada
extremidade e no meio.

apoio

Depois assentamos uma viga de madeira sobre os apoios e montamos a treliça com as empenas,
diagonais e pendural.
pendural
empena diagonal

viga

Instalamos as terças sobre a empena, usando chafuz para estabilizar a posição das mesmas. As
terças são vigas de 6x12 para vãos até 2,50 m ou 6x16 para vãos de 2,50 a 3,50 m. Acima de 3,50 m,
devem ser usadas seções maiores e fora do padrão que devrão ser fabricadas sob encomenda e,
consequentemente, aumentarão o custo da construção do telhado.

terça
chafuz

Por fim, instalamos os caibros sobre as terças e pregamos as ripas nos caibros.

ripa
caibro

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Esquema transversal da estrutura do telhado

calha

Esquema longitudinal da estrutura do telhado

Observação1: Pendural é uma peça tracionada, tanto no perfil transversal como no longitudinal da estrutura,
o que define a forma de seus rasgos próximos às suas extremidades. Para evitar que a redução de sua
seção junto aos nós cause o rompimento do pendural, são feitos reforços com placas e parafusos.

reforço

reforço

Observação 2: Deve haver uma pequena folga entre o pendural e a viga, sem apoiá-lo na mesma.

Observação 3: As terças servem para diminuir o vão dos caibros, evitando a deformação indesejada dos
mesmos devido ao carregamento causado pelas telhas.

Observação 4: O tipo de madeira usado na estrutura do telhado define os vãos máximos das peças para que
as mesmas não sofram deformações indesejadas.

Observação 5: Existem diversos tipos de treliças para telhado com outras soluções para os nós e uso de
peças.

Treliça Pratt

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2. PILARES DE MADEIRA

Os pilares de madeira podem ser de uma ou mais peças de madeira maciça. As dimensões da seção do
pilar vão depender da resistência aos esforços submetidos.

pilar composta de perfil


maciço peças com composto
uniões de peças
intercaladas

Para combater flambagem de pilares esbeltos de madeira, são usados contraventamentos.

pilares com contraventamento


flambagem diminui o risco de
flambagem

3. VIGAS E VIGOTAS DE MADEIRA

Da mesma forma que os pilares, as vigas de madeira podem apresentar as masmas composições
para suas seções: maciça, composta ou em perfil.

4. LAJES DE MADEIRA

Podem ser usados tábuas corridas ou compensados que são pregados sobre as vigas e vigotas de
madeira. As espessuras das tábuas são, em geral, iguais a 3 cm e o vão máximo a ser vencido depende do
tipo de madeira e do carregamento solicitado. No caso de uso de compensado, os pisos são assentados
sobre o mesmo.

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5. PAREDES DE MADEIRA

As paredes de madeira são construídas em duas etapas: uma estrutural e outra de vedação.
A estrutura de parede de madeira pode possuir até nove elementos, conforme indicados a seguir.
barra superior
verga enrijecedor

parapeito

montante suporte montante montante


de verga de ajuste de calço

barra inferior
Os montantes possuem seção transversal de 5 x 10 cm até 5 x 15 cm. São espaçados de 40 a 60 cm,
respeitando as medidas modulares de painéis disponíveis no mercado.
Os montantes suportam esforços normais de compressão devido ao carregamento sobre a barra
superior.
Para suportar cargas laterais, a estrutura da parede pode ser reforçada com barras de madeira
diagonais. A estrutura da parede também pode ser reforçada nos cantos com cantoneiras de aço
aparafusadas nos montantes e na barra inferior mais chumbadores na barra inferior.

Depois de feita a estrutura da parede, são fixadas vigas ou vigotas de madeira sobre a barra superior.
Após as instalações das vigas, faz-se o fechamento externo e as tábuas do piso são pregadas sobre as
vigas ou vigotas.
piso fechamento

vigota

barra superior

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Desenho de detalhes de estrutura de parede de madeira

As vergas de madeira podem ser de uma


barra maciça ou compostas por duas
barras maciças.

Desenho de detalhes de cantos e interseções de paredes de madeira

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5.1. Vedação

5.1.1. Seções para disposição das peças na vertical

5.1.2. Seções para disposição das peças na horizontal

5.1.3. Outras vedações:

Madeiras roliças unidas por entalhe.

Paineis OSB (Oriented Strand Board) feitos por camadas de tiras de madeira orientadas
perpendicularmente, coladas com resina e prensadas sob temperatura elevada. Esse tipo de compensado
especial possui vantagens como baixo custo, mais qualidade, flexibilidade e rapidez na execução da obra,
além de maior aproveitamento e, portanto, menor desperdício de material.

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6. PLANTA DE ESTRUTURAS DAS PAREDES DE MADEIRA

Escala:
No anteprojeto e no projeto básico, pode-se usar escala 1:50 e 1:100.
A escala no projeto executivo é 1:50.
A escala 1:75 só pode ser usada para apresentações, como no caso de alguns desenhos desta
apostila.

Indicações mínimas:
- planta baixa esquemática indicando a posição das paredes
- numeração de paredes
- distâncias entre montantes, vãos de portas e janelas
- desenho de detalhes de vergas e interseção de paredes
- título do projeto (tipo e localização da obra), na legenda
- indicação do autor do projeto, responsável técnico pela obra e proprietário

3 4 1 2 14 11 13 12

9 19

6
17
10 20

8 18

1º PAVIMENTO 2º PAVIMENTO

5 2 16 15

1 PAREDE
Esc. 1:75

2 PAREDE
Esc. 1:75
3 PAREDE
Esc. 1:75

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13/22
PAREDE
4 Esc. 1:75

5 PAREDE
Esc. 1:75

6 PAREDE
Esc. 1:75

PORTAS E
JANELAS

18 DETALHE
Esc. 1:75
DA VERGA

7 PAREDE
Esc. 1:75

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14/22
8 PAREDE
Esc. 1:75

PAREDES DO PAREDES DO
1º PAVIMENTO: 2º PAVIMENTO:
1 com 6 11 com 16
1 com 10 11 com 19
5 com 6 14 com 17
5 com 8
5 com 10

21 DETALHE
Esc. 1:75
DE INTERSEÇÃO DE PAREDES

PAREDES DO PAREDES DO
1º PAVIMENTO: 2º PAVIMENTO:
2 com 8 12 com 18
2 com 9 12 com 19
3 com 6 13 com 18
3 com 7 14 com 16
4 com 6 14 com 19
4 com 10 15 com 17

9 PAREDE
7 com 1 15 com 19
Esc. 1:75 7 com 4 17 com 11
8 com 4 18 com 11
8 com 1 18 com 14
8 com 4
9 com 2
9 com 4

22 DETALHE
Esc. 1:75
DE INTERSEÇÃO DE PAREDES

10 PAREDE
Esc. 1:75

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11 PAREDE
Esc. 1:75

12 PAREDE
Esc. 1:75
13 PAREDE
Esc. 1:75

14 PAREDE
Esc. 1:50

PAREDE
15 Esc. 1:50

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16 PAREDE
Esc. 1:50

17 PAREDE
Esc. 1:50

18 PAREDE
Esc. 1:50
19 PAREDE
Esc. 1:50

20 PAREDE
Esc. 1:50

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17/22
7. DESENHO DE VIGOTAS, LAJE E FORRO DE MADEIRA

VIGOTAS NA POSIÇÃO DOS MONTANTES,


ESPAÇADAS DE 50 cm, APOIADAS NAS
PAREDES DE 1 A 6.

23 CORTE
Esc. 1:75
LONGITUDINAL - VIGOTAS, LAJE E FORRO

24 DISPOSIÇÃO
Esc. 1:100
DAS VIGOTAS DO 1º PAVIMENTO 25 DISPOSIÇÃO
Esc. 1:100
DAS VIGOTAS DO 2º PAVIMENTO

8. DESENHO DE ESTRUTURA DE MADEIRA DO TELHADO

PLATIBANDA

35%

35% 27 ESTRUTURA
Esc. 1:75
LONGITUDINAL DO TELHADO

26 PLANTA DE COBERTURA PLATIBANDA


ESCALA 1:200

28 ESTRUTURA
Esc. 1:75
TRANSVERSAL DO TELHADO

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9. DESENHO DE VEDAÇÃO DAS PAREDES DE MADEIRA E FACHADAS

29 DETALHE
Esc. 1:100
DA VEDAÇÃO DAS PAREDES

PLATIBANDA

30 FACHADA
ESCALA 1:100
PRINCIPAL

FACHADA LATERAL
31 ESCALA 1:100

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PLATIBANDA

32 FACHADA
ESCALA 1:100
POSTERIOR

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20/22
10. ORGANIZAÇÃO DOS DESENHOS EM PRANCHA

O padrão adotado para as pranchas (papeis) que contêm os desenhos é o tipo A (2A0, A0, A1, A2 e
A3). O papel é escolhido conforme o tamanho e a quantidade dos desenhos.
A planta de estrutura de madeira de um pavimento deve estar acompanhada de seus respectivos
desenhos de detalhes. A planta de cobertura deve estar junta com a estrutura do telhado. Os desenhos das
fachadas devem vir acompanhados com o detalhe da vedação externa das paredes.

3 4 1 2

10

1º PAVIMENTO
1 PAREDE 2 PAREDE 3 PAREDE 4 PAREDE
Esc. 1:50 Esc. 1:50 Esc. 1:50 Esc. 1:50

5 2

5 PAREDE 6 PAREDE 7 PAREDE 8 PAREDE 9 PAREDE


Esc. 1:50 Esc. 1:50 Esc. 1:50 Esc. 1:50 Esc. 1:50

23 CORTE
Esc. 1:50
LONGITUDINAL - VIGOTAS, LAJE E FORRO

10 PAREDE
Esc. 1:50

PAREDES:
1 com 6
1 com 10
PORTAS E 5 com 6
JANELAS 5 com 8
5 com 10

20 DETALHE
Esc. 1:50
DA VERGA 21 DETALHE
Esc. 1:50
DE INTERSEÇÃO DE PAREDES

ESPAÇO PARA LOGOTIPO, NOME E ENDEREÇO DA FIRMA

PAREDES:
2 com 8 7 com 4
2 com 9 8 com 4 PROJETO
CONSTRUÇÃO DE
LOCAL
AVENIDA ACÁCIA,
3 com 6 8 com 1 Nº 22, BAIRRO DOS
IMÓVEL
3 com 7 8 com 4 INGLESES, RIO DE
RESIDENCIAL
4 com 6 9 com 2 JANEIRO - RJ
UNIFAMILIAR
4 com 10 9 com 4 DESENHO Nº DESENHOESTRUTURA PROPRIETÁRIO
7 com 1
DE MADEIRA

01 /03
DE PAREDES
DO 1º
RESPONSÁVEL PELO PROJETO

PAVIMENTO
PRANCHA ARQUIVO RESPONSÁVEL PELO DESENHO

24 DISPOSIÇÃO
Esc. 1:50
DAS VIGOTAS DO 1º PAVIMENTO A1

22 DETALHE DE INTERSEÇÃO DE PAREDES ESCALA COTAS REVISÃO Nº DATA REVISOR / VISTOS


Esc. 1:50 INDICADA cm 00 22.03.1982
PROCESSO Nº ART Nº OBSERVAÇÕES

14 11 13 12

19

17
20

18
11 PAREDE
Esc. 1:50
12 PAREDE
Esc. 1:50
13 PAREDE
Esc. 1:50
14 PAREDE
Esc. 1:50

2º PAVIMENTO

16 15

PAREDE PAREDE 17 PAREDE 18 PAREDE 19 PAREDE


15 Esc. 1:50
16 Esc. 1:50 Esc. 1:50 Esc. 1:50 Esc. 1:50

23 CORTE
Esc. 1:50
LONGITUDINAL - VIGOTAS, LAJE E FORRO

20 PAREDE
Esc. 1:50

PAREDES:
11 com 16
11 com 19
PORTAS E 14 com 17
JANELAS

20 DETALHE
Esc. 1:50
DA VERGA 21 DETALHE
Esc. 1:50
DE INTERSEÇÃO DE PAREDES

ESPAÇO PARA LOGOTIPO, NOME E ENDEREÇO DA FIRMA

PAREDES:
12 com 18
12 com 19 PROJETO
CONSTRUÇÃO DE
LOCAL
AVENIDA ACÁCIA,
13 com 18 Nº 22, BAIRRO DOS
IMÓVEL
14 com 16 INGLESES, RIO DE
RESIDENCIAL
14 com 19 JANEIRO - RJ
UNIFAMILIAR
15 com 17 DESENHO Nº DESENHOESTRUTURA PROPRIETÁRIO
15 com 19
DE MADEIRA
17 com 11
18 com 11
18 com 14
02 /03
DE PAREDES
DO 2º
RESPONSÁVEL PELO PROJETO

PAVIMENTO
25 DISPOSIÇÃO
Esc. 1:50
DAS VIGOTAS DO 2º PAVIMENTO PRANCHA ARQUIVO RESPONSÁVEL PELO DESENHO

A1

22 DETALHE DE INTERSEÇÃO DE PAREDES ESCALA COTAS REVISÃO Nº DATA REVISOR / VISTOS


Esc. 1:50 INDICADA cm 00 22.03.1982
PROCESSO Nº ART Nº OBSERVAÇÕES

PLATIBANDA PLATIBANDA

FACHADA LATERAL FACHADA POSTERIOR


30 FACHADA
ESCALA 1:50
PRINCIPAL 31 ESCALA 1:50
32 ESCALA 1:50

PLATIBANDA PLATIBANDA

27 ESTRUTURA
Esc. 1:50
LONGITUDINAL DO TELHADO
28 ESTRUTURA TRANSVERSAL DO TELHADO
Esc. 1:50

35%

ESPAÇO PARA LOGOTIPO, NOME E ENDEREÇO DA FIRMA

35%

PROJETO LOCAL
CONSTRUÇÃO DE AVENIDA ACÁCIA,
IMÓVEL Nº 22, BAIRRO DOS
RESIDENCIAL INGLESES, RIO DE

26 PLANTA DE COBERTURA UNIFAMILIAR JANEIRO - RJ


ESCALA 1:100
29 DETALHE
Esc. 1:50
DA VEDAÇÃO DAS PAREDES
DESENHO Nº DESENHOESTRUTURA PROPRIETÁRIO

DE MADEIRA

03 /03
DE
COBERTURA E
RESPONSÁVEL PELO PROJETO

FACHADA
PRANCHA ARQUIVO RESPONSÁVEL PELO DESENHO

A1
ESCALA COTAS REVISÃO Nº DATA REVISOR / VISTOS

INDICADA cm 00 22.03.1982
PROCESSO Nº ART Nº OBSERVAÇÕES

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REFERÊNCIAS

KRAMER, Franz - Grundwissen des Zimmerers. Bruderverlag Karlsruhe, Rastatt, 1982.

MOLITERNO, Antonio - Caderno de Projetos de Telhados em Estruturas de Madeira. Editora Edgard


Brücher, São Paulo, 1981.

PFEIL, Walter - Estruturas de Madeira. Livros Técnicos e Científicos Ltda., Rio de Janeiro, 1989.

NORMAS TÉCNICAS:

NBR 7190 - Projeto de Estruturas de Madeira. ABNT, Rio de Janeiro, 2012.

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