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Copyright © 2013, by Leonardo Figueiredo Palmeira, Maria Thereza de Moraes Geraldes

e Ana Beatriz Costa Bezerra


Direitos Reservados em 2013 por Editora Interciência Ltda.
Diagramação: Claudia Regina S. L. de Medeiros
Revisão Ortográfica: Maria Paula da M. Ribeiro
Nancy Maria de Souza
Capa: Rejane Megale Figueiredo

CIP-Brasil. Catalogação-na-Fonte
Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ

P198e
2ª ed.
Palmeira, Leonardo Figueiredo
Entendendo a esquizofrenia: como a família pode ajudar no tratamento/
Leonardo Figueiredo Palmeira, Maria Thereza de Moraes Geraldes, Ana Beatriz Costa
Bezerra. – 2ª ed. – Rio de Janeiro: Interciência, 2013.
304 p.: il.; 23 cm
Inclui apêndice
Inclui bibliografia
ISBN 978-85-7193-326-2
1. Esquizofrenia. 2. Esquizofrenia – Tratamento. 3. Esquizofrênicos – Relações
com a família. I. Geraldes, Maria Thereza de Moraes. II. Bezerra, Ana Beatriz
Costa. III. Título.
13-03651 CDD: 616.898
CDU: 616.895.8

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Impresso no Brasil – Printed in Brazil


Dedicatória

Dedicamos este livro aos familiares e pacientes, personagens desta história, que
nos deram a honra de compartilhar suas experiências e emoções, agregando conhe-
cimento ao nosso trabalho.
Agradecimentos

Aos meus pais, Nilza e João Carlos, que me mostraram o caminho.


À minha esposa, Flavia, e ao meu filho, Eduardo, que me motivam a seguir
em frente.
Leonardo

A meu filho Claudio, cujo amor e estímulo têm sido a luz e guia de minha vida.
Maria Thereza

Ao meu Deus, essência de minha existência.


À mamãe, Elly, meu eterno exemplo de coragem e vitória.
Ana Beatriz

Agradecemos a todos que se envolveram com esta obra, em especial ao


Dr. Alexandre Lins Keusen, pelas valiosas contribuições teóricas, pelo apoio e
por ser um contínuo incentivador do nosso trabalho.
Aos primeiros leitores que fizeram importantes críticas e sugestões: João
Carlos Palmeira, Marcelo Vasques, Ana Cristina Costa Bezerra, Maria Helena
Carneiro Leão, Vinícius Arraes Gaia e Celia Regina Wentzel Vieira.
Carta aos Leitores

Prezado leitor,
Em 2009, quando lançamos a primeira edição do livro Entendendo a Esqui-
zofrenia, tínhamos como objetivo levar informação às pessoas que conviviam de
perto com a doença, por acreditarmos, nesses anos todos de experiência com
grupos de familiares de pacientes esquizofrênicos, que um ambiente acolhedor
é fundamental para a recuperação e para a prevenção de recaídas. Reduzir os
níveis de críticas, cobranças e de sobrecarga emocional seria, portanto, um passo
fundamental neste sentido. Porém, como observamos, isso somente era possível
partindo da compreensão da doença em todos os seus aspectos, mergulhando a
fundo nesse universo desconhecido pela maior parte das famílias.
Depois do lançamento do livro e do site entendendoaesquizofrenia.com.
br, recebemos muitos depoimentos de familiares e, sobretudo, de pacientes que
queriam contar suas histórias. Criamos um fórum e, posteriormente, uma co-
munidade virtual para debater com pacientes e familiares temas de seu especial
interesse. Esta experiência foi ainda mais enriquecedora, estimulando-nos a
ampliar os grupos para receber também os pacientes.
Influenciados por experiências de outros grupos internacionais, decidimos
em 2009 iniciar um trabalho no Instituto de Psiquiatria da UFRJ com uma
nova proposta: receber os familiares junto com seus pacientes para os semi-
nários e, posteriormente, para a terapia em grupo. O foco continuava sendo
levar informação às famílias e, desta vez, aos pacientes, e trabalhar com eles
em grupo a solução para os principais problemas cotidianos através da técnica
cognitivo-comportamental solving problems (solução de problemas).
X  ♦   ENTENDENDO A ESQUIZOFRENIA

Nós não imaginávamos que essa experiência seria tão enriquecedora e


que, após quase dois anos de grupo, estaríamos debatendo com eles temas como
recuperação, empoderamento, estigma, trabalho, espiritualidade, enfim, tudo
aquilo que pacientes e familiares consideram importante para a recuperação
funcional da doença, ou seja, a retomada de uma vida plena, com autodetermi-
nação e confiança, sobretudo com a esperança renovada de um futuro melhor.
Este é um trabalho decorrente do esforço cotidiano de superar seus próprios
limites, de se colocar no lugar do outro, de compreender e ter empatia com
suas dificuldades, de caminhar juntos para um objetivo comum. É a quebra de
paradigma, de preconceitos e do estigma. É não aceitar passivamente a doença,
é compreender e respeitá-la, enfrentando-a com tratamento, disciplina e auto-
determinação, confiante de que conseguirá vencê-la em suas dificuldades sociais
e pessoais. Os pacientes que fizeram essa travessia têm muito a compartilhar
com outros que também desejam se superar.
Esta segunda edição traz como novidade o foco na recuperação e nos relatos
pessoais desses pacientes, com a elaboração das estratégias mais importantes
utilizadas por eles. Esperamos que seja uma injeção de ânimo para os que pre-
cisam encontrar estímulo e esperança para seguir em frente.
Boa leitura!

Rio de Janeiro, junho de 2013

Leonardo Palmeira
Maria Thereza Geraldes
Ana Beatriz Bezerra
Prefácio

É com grande satisfação que vejo a publicação da segunda edição deste livro.
Saber que a primeira edição esgotou, é perceber que ela atingiu o seu objetivo,
que ela pode ser útil àqueles envolvidos com o tema e que outras pessoas possam
usufruir deste material. Agora, o mais importante é que não se trata de uma reim-
pressão. Nesta nova edição trazemos o produto de um conhecimento que conti-
nua se fazendo, renovando-se, ampliando os seus objetivos, incorporando novos
autores, especialmente aqueles que convivem diretamente com essa realidade.
Venho trabalhando há mais de trinta anos com o tema, e quando estava
começando minha vida como psiquiatra tinha uma questão que me rondava: o
que fazer quando identificasse alguém com o diagnóstico de esquizofrenia? Os
textos clássicos que eu estudava me apontavam para uma evolução necessaria-
mente catastrófica para sujeitos assim percebidos.
Nessa época, inúmeros estudos apontavam para a necessidade de se
aperfeiçoar os critérios para esse diagnóstico. No entanto, o dilema essencial
continuava o mesmo. Excluía-se do rótulo aqueles com um prognóstico me-
lhor; para os outros, permanecia a crença de um inexorável caminho para a
deterioração psíquica. Ainda hoje essa imagem persiste em vários autores,
influenciando psiquiatras, familiares e a sociedade em geral sobre a percepção
desses indivíduos no mundo, contribuindo para o estigma que acompanha as
pessoas diagnosticadas como esquizofrênicas.
Essa preocupação me levou a descobrir um grupo de estudos desenvol-
vidos por autores como G. Brown e J. Leff, que me fizeram perceber de forma
XII  ♦   ENTENDENDO A ESQUIZOFRENIA

distinta essa questão. Segundo esses estudos, a evolução do quadro dependeria


do ambiente familiar e, ao contrário de outros que responsabilizavam a famí-
lia, mais especificamente a mãe, na gênese desse transtorno, mostravam que
determinados comportamentos poderiam contribuir ou prejudicar a evolução
psicossocial dessas pessoas. Em 1982, apresentei um trabalho no Congresso
Brasileiro de Psiquiatria discutindo este tema.
Estava aberta para mim a compreensão do porquê certos pacientes evoluíam
de forma diferente do que outros. Num dos primeiros casos que acompanhei,
o paciente possuía dois núcleos familiares distintos e reagia de forma diferente
conforme estivesse em convívio com um dos grupos em particular. Tive, en-
tão, a percepção de que o prognóstico destas pessoas não estava previamente
determinado por alguma razão biológica, e sim encontrava-se em construção.
Hoje, quando assumo uma compreensão do mundo baseado no Construtivismo,
parece-me óbvio, mas, na época, isto foi algo bastante transformador na minha
postura profissional.
Em 1989, defendi minha tese de Mestrado no Instituto de Psiquiatria da
UFRJ com o tema “Influência da Atmosfera Familiar na Evolução da Esquizo-
frenia”, e, desde então, busco desenvolver e divulgar projetos que visem intervir
nesses ambientes, de forma a facilitar e transformar esse espaço de convívio
do paciente com o diagnóstico de Transtorno Esquizofrênico e seus familiares.
Inicialmente, fiz isso no Hospital Jurandyr Manfredini, na Colônia Juliano
Moreira, depois no Instituto Mosaico, e, aproveitando posteriormente o fato de
ocupar a direção do Centro Psiquiátrico Rio de Janeiro, procurei desenvolver
projetos que visualizassem o entendimento dessa questão.
Na Enfermaria de Crise, organizei um grupo diário com os familiares dos
pacientes internados, com o objetivo de oferecer suporte a eles num momento
particularmente delicado para todos. Em outros setores diferentes, estimulei
situações onde a atenção de forma integrada pudesse estar disponível a todos.
Em um determinado momento, pudemos, finalmente, iniciar um trabalho
específico nessa questão. Convidei os autores deste livro a desenvolver um
Projeto Psicoeducativo para Famílias que possuíssem um membro diagnosticado
como esquizofrênico.
Esse trabalho estava aberto a todas as famílias encaminhadas por qualquer
serviço de Saúde Mental do Município do Rio de Janeiro. Durante quatro (ou
três) anos esse grupo recebeu dezenas de famílias, que puderam se beneficiar
das discussões e informações introduzidas nessas sessões.
PREFÁCIO  ♦  XIII

Desde 2009 transferimos este trabalho para o Instituto de Psiquiatria da


UFRJ. Na realidade, o ampliamos, trabalhando agora com famílias que convivem
com alguém com Transtorno Mental Severo. Ao mesmo tempo, agora ele está
aberto a todos os seus membros, rompendo a dicotomia paciente versus família.
Adotando a estratégia de solução de problemas, criando um protocolo para
a rotina dos grupos, vamos estimulando-os a construírem grupos de ajuda mútua.
Aliando os encontros psicoeducativos com esses grupos, vamos desenvolvendo um
caminho que lhes permita sustentar de forma contínua esse processo de suporte.
Os conceitos de empoderamento e recuperação são noções fundamentais
nesse novo momento. Se antes pensávamos que podíamos evitar a recidiva e agra-
vamento do quadro clínico, hoje buscamos sua reintegração social. Sem esperar
que tudo volte a ser como era antes, pretendemos que todos possam reconstruir
um novo lugar onde possam se sentir valorizados, na busca do seu bem-estar.
Entendemos que este não é um caminho do tipo modelo único cada fa-
mília, cada pessoa vai encontrar a sua própria forma de desenvolvê-lo, dentro
de suas possibilidades, vulnerabilidades e habilidades. É importante que todos
compartilhem a crença de que estamos sempre procurando o maior nível de
autonomia possível, e que isso é individual, pessoal, sempre procurando melhorar
a qualidade de vida de todos os envolvidos.
Se antes não procurávamos evitar novas crises, aceitávamos como suficien-
te que “ele” se mantivesse calmo, no quarto, deitado, fumando, engordando, sem
alucinações ou delírios, desejamos mais hoje, acreditamos na possibilidade de que
cada um possa buscar algum nível de produtividade e satisfação, seja através de
algum trabalho, seja através da arte, seja de alguma maneira que o deixe feliz.
Essa segunda edição já inclui essa nova experiência e conta com um guia
construído por “eles” de um caminho para sua recuperação. Esperamos que a
próxima edição traga capítulos desenvolvidos por “eles” mesmos, traduzindo
na própria linguagem suas vivências. A ideia de transferir o conhecimento
acumulado ao longo deste projeto para este livro merece o apoio de todos. Ele
estará disponível como um complemento importante para aqueles que estejam
vivenciando uma situação desta.

Dr. Alexandre Lins Keusen


Doutor em Psiquiatria pelo Instituto de Psiquiatria da UFRJ.
Médico Psiquiatra Terapeuta de Família.
Diretor do Centro Psiquiátrico Rio de Janeiro (1998-2006).
S U MÁRIO

Carta aos Leitores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . IX


Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XI

Capítulo 1
Recuperação: Na Trilha de um Caminho Possível . . . . 1
1.1 ELYN SAKS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
1.2 PATRÍCIA DEEGAN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
1.3 A ESQUIZOFRENIA COMO UM ESTADO DE
VULNERABILIDADE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12

Capítulo 2
Os Conceitos e Preconceitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
2.1 UMA BREVE RETROSPECTIVA HISTÓRICA . . . . . . . . . . . . . . . 49
2.2 UM PANORAMA DA ESQUIZOFRENIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51
2.3 O CASO YURI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52
2.4 OS PRINCIPAIS CONCEITOS E PRECONCEITOS . . . . . . . . . . . 55
PERGUNTAS E RESPOSTAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66
XVI  ♦   ENTENDENDO A ESQUIZOFRENIA

Capítulo 3
Os Principais Sintomas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71
3.1 O QUE É UM SURTO PSICÓTICO? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
3.2 O PRÓDROMO DA ESQUIZOFRENIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
3.3 DEPOIMENTO – “MINHA EXPERIÊNCIA COM A
ESQUIZOFRENIA” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77
3.4 O PRIMEIRO SURTO: UMA RUPTURA NA LINHA DE VIDA
DA PESSOA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82
3.5 A ORIGEM DA ESQUIZOFRENIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84
3.6 ESQUIZOFRENIA: UMA DOENÇA COM VÁRIAS
APRESENTAÇÕES DIFERENTES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88
PERGUNTAS E RESPOSTAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98

Capítulo 4
Os Sintomas Positivos e do Comportamento . . . . . . . . 105
4.1 O DELÍRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107
4.2 TIPOS DE DELÍRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111
4.2.1 Delírio de perseguição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111
4.2.2 Delírio de autorreferência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112
4.2.3 Delírio místico ou religioso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112
4.2.4 Delírio de grandeza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113
4.2.5 Outros delírios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114
4.3 ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA DO EU . . . . . . . . . . . . . . . . . 115
4.4 AS ALUCINAÇÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
4.5 OS TIPOS DE ALUCINAÇÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119
4.6 A ORGANIZAÇÃO DO PENSAMENTO E DAS IDEIAS . . . . . . 122
4.7 O COMPORTAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123
4.7.1 Agressividade e impulsividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124
4.7.2 Asseio corporal e cuidado com a aparência . . . . . . . . . . . . . . . . 125
4.7.3 Inquietação e agitação psicomotora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126
SUMÁRIO  ♦  XVII

4.7.4 Comportamento rígido e repetitivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127


4.7.5 Tentativa de suicídio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128
4.7.6 Comportamento hipersexualizado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128
4.7.7 Comportamento regredido e infantil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129
4.7.8 Uso e abuso de álcool e outras drogas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129
PERGUNTAS E RESPOSTAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133

Capítulo 5
Os Sintomas Negativos e Cognitivos . . . . . . . . . . . . . . 141
5.1 SINTOMAS COGNITIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143
5.1.1 Alterações do funcionamento executivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144
5.1.2 Alterações da atenção e da concentração . . . . . . . . . . . . . . . . . 146
5.1.3 Alterações da memória e do aprendizado . . . . . . . . . . . . . . . . . 146
5.1.4 Alterações da linguagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147
5.1.5 Alterações da capacidade de planejamento . . . . . . . . . . . . . . . 148
5.1.6 Alterações da tomada de decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150
5.1.7 Alterações da capacidade de abstração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150
5.1.8 Aspectos comuns aos sintomas cognitivos . . . . . . . . . . . . . . . . 151
5.2 SINTOMAS NEGATIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152
5.2.1 Alterações da afetividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152
5.2.2 Alterações da vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 154
5.3 ESTÍMULO NA DOSE CERTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156
5.4 SINTOMAS NEUROLÓGICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157
PERGUNTAS E RESPOSTAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 167

Capítulo 6
A Família . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173
6.1 HIPERCRÍTICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177
6.2 SUPERPROTEÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183
6.3 PERMISSIVIDADE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 186
XVIII  ♦   ENTE NDENDO A ESQUIZOFRENIA

6.4 HOSTILIDADE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190


6.5 SUPERENVOLVIMENTO AFETIVO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195
6.6 LIDANDO COM A NEGAÇÃO DA DOENÇA E DO
TRATAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 198
PERGUNTAS E RESPOSTAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 213

Capítulo 7
Prevenindo Recaídas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219
7.1 A RECAÍDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 223
7.1.1 Fatores de vulnerabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224
7.1.2 Fatores de proteção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225
7.1.3 Como identificar os primeiros sinais de recaída? . . . . . . . . . . . . 226
7.2 PREVENINDO RECAÍDAS: O QUE DEVO SABER SOBRE O
TRATAMENTO MEDICAMENTOSO? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228
7.2.1 O remédio certo é o antipsicótico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228
7.2.2 Início da ação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228
7.2.3 Manutenção do tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 229
7.2.4 Formas de administração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230
7.3 PREVENINDO RECAÍDAS: O QUE DEVO SABER SOBRE OS
TRATAMENTOS COMPLEMENTARES? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232
7.3.1 Reabilitação psicossocial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232
7.3.2 Psicoterapias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233
7.3.3 Reabilitação cognitiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233
7.3.4 Treinamento metacognitivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234
7.3.5 Eletroestimulação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235
7.4 PREVENINDO RECAÍDAS: O QUE DEVO SABER SOBRE O
PAPEL DA FAMÍLIA? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237
PERGUNTAS E RESPOSTAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247

Apêndice . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
57
Referências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275