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PPRA

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE
RISCOS AMBIENTAIS
NR – 9
IMPRATECK IMPERMEABILIZACAO LTDA - ME.

GRAU DE RISCO-3

Local de levantamento:

OBRA: RESIDENCIAL-IPÊ
CEI: 51.236.11095/74

Rua: Oscar Cintra Gordinho,33-Liberdade-SP-Cep: 01512-


010-SP.

ELABORADO POR
Luiz A.S Rocha
Técnico de Segurança do Trabalho
Bombeiro Civil/NBR 14608/07
MTE 34873SSP/SP
RG: 19.779.990-5-SP

DOCUMENTO VÁLIDO:

26/08/2019 à 31/09/2020.

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Rua: Cipriano Tavares, 200 – Sala 8 - Jardim Agu - Centro – Osasco – SP - CEP:06010-100
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ÍNDICE

1- Identificação da Empresa 03

2- Introdução 04

3- Fluxograma do PPRA 05

4- Elaboração do PPRA 06

5- Organização - Competências 06

6- Integração 08

7- Documentação e manutenção dos registros 08

8- Treinamento de Pessoal 09

9- Desenvolvimento do PPRA 09

10- Tomada de decisões e elaboração do Plano de Ação Anual 11

11- Implementação das ações programadas 11

12- Monitoração das exposições e dos riscos 11

13- Inspeções e avaliação da eficácia das medidas de controle 11

14- Investigação de acidentes ou doenças ocupacionais 12

15- Periodicidade e forma de avaliação do PPRA 12

16- Declaração 13

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1- IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

CADASTRO NACIONAL DA PESSOA JURÍDICA

NÚMERO DE INSCRIÇÃO
16.740.752/0001-29
COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO E DE SITUAÇÃO DATA DE ABERTURA
03/08/2012
MATRIZ CADASTRAL

NOME EMPRESARIAL
IMPRATECK IMPERMEABILIZACAO LTDA - ME

TÍTULO DO ESTABELECIMENTO (NOME DE FANTASIA)


********

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE ECONÔMICA PRINCIPAL


43.30-4-01 - Impermeabilização em obras de engenharia civil Grau de risco 03

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS SECUNDÁRIAS


41.20-4-00 - Construção de edifícios

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA NATUREZA JURÍDICA


206-2 - Sociedade Empresária Limitada

LOGRADOURO NÚMERO COMPLEMENTO


R DAS VARIACOES MUSICAIS 309

CEP BAIRRO/DISTRITO MUNICÍPIO UF


04.938-010 JARDIM KAGOHARA SAO PAULO SP

ENDEREÇO ELETRÔNICO TELEFONE


IMPRATECKIMPER@GMAIL.COM (11) 5831-4185

ENTE FEDERATIVO RESPONSÁVEL (EFR)


*****

SITUAÇÃO CADASTRAL DATA DA SITUAÇÃO CADASTRAL


ATIVA 03/08/2012

MOTIVO DE SITUAÇÃO CADASTRAL

SITUAÇÃO ESPECIAL DATA DA SITUAÇÃO ESPECIAL


******** ********

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2 - INTRODUÇÃO

O PPRA visa a preservação da saúde e integridade física dos trabalhadores, através antecipação,
reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que
venham a existir no ambiente de trabalho.

A NR-9, Portaria 3214 do MTE, tem sua existência jurídica assegurada, a nível de legislação ordinária,
através dos artigos 176 a 178 da CLT, transcritos abaixo:
Art. 176 – Os locais de trabalho deverão ter ventilação natural, compatível com o serviço
realizado.
Parágrafo único – A ventilação artificial, será obrigatória sempre que a natural não preencha as
condições de conforto térmico.
Art. 177 – Se as condições do ambiente se tornarem desconfortáveis, em virtude de instalações
geradoras de frio ou de calor, será obrigatório o uso de vestimenta adequada para o trabalho em tais
condições ou de capelas, anteparos, paredes duplas, isolamento térmico e recursos similares, de forma
que os empregados fiquem protegidos contra as radiações térmicas.
Art. 178 – As condições de conforto térmico nos locais de trabalho, devem ser mantidas dentro
dos limites fixados pelo Ministério do Trabalho.

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é obrigatório para todas as empresas e instituições que
admitam trabalhadores como empregados.

Tem como objetivo preservar a saúde e integridade física dos trabalhadores, através da antecipação,
reconhecimento, avaliação e consequente controle dos riscos ambientais, considerando a proteção do
meio ambiente e dos recursos naturais.

A principal meta do P.P.R.A. é eliminar ou reduzir os riscos ambientais a níveis compatíveis com os
limites de tolerância da NR-15 da Portaria 3.214 do Ministério do Trabalho.

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3 - FLUXOGRAMA DO PPRA

Início

Caracterização
Básica da
Unidade

Avaliação
Implantação de
Qualitativa do
Medidas de
Risco e
Controle
Priorização

Monitoração
da
Exposição

Modifica
controles e
procedimentos
Recomendações e
Relatórios
Reavaliação

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4 - ELABORAÇÃO DO PPRA

Exigências Legais

“9.3.1– O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, deverá incluir as seguintes etapas”:


 Antecipação e reconhecimento dos riscos;
 Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle;
 Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
 Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;
 Monitoramento da exposição aos riscos;
 Registro e divulgação dos dados

“9.2 – Da estrutura do PPRA”.

9.2.1- O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá conter, no mínimo, a seguinte estrutura;
 Planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma;
 Estratégia e metodologia de ação;
 Forma de registro, manutenção e divulgação dos dados;
 Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.

9.2.1.1 – Deverá ser efetuada sempre que necessário, e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global
do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento
de novas metas e prioridades.
9.2.2 – O PPRA deverá estar descrito num documento-base contendo todos os aspectos estruturais
constantes do item 9.2.1 ““.

A NR-9 prevê ainda:


 Levar em consideração, o conhecimento e a percepção de risco dos trabalhadores
 Análise do documento-base pela CIPA
 Possibilidade de negociação coletiva.
Este PPRA adotará os seguintes princípios:

 Abordagem unificada e integrada de todos os aspectos de SST (Segurança e Saúde do Trabalhador)


(integração do PPRA e PCMSO)
 Avaliação gradual dos riscos
 Adoção de medidas preventivas sempre que possível, antes de realizar medidas quantitativas das
exposições.
 Processo de melhoria contínua
 Comprometimento do empregador
 Participação do trabalhador
 Documentação das ações.

5 – ORGANIZAÇÃO – COMPETÊNCIAS:

Atribuição de Responsabilidades

As atividades do PPRA serão desenvolvidas pelos funcionários da empresa, IMPRATECK


IMPERMEABILIZACAO LTDA - ME, para o desempenho de tarefas específicas deste programa, sob
orientação do empregador.

Responsabilidades da empresa:

 Providenciar direção política e planejamento.


 Coordenar o desenvolvimento e implantação do PPRA.
 Rever informações sobre o controle do programa.

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 Delegar responsabilidade e autoridade.
 Alocar recursos financeiros necessários à execução.
 Proporcionar suporte ativo ao programa, em particular, serviços especializados externos quando
necessário.
 Supervisionar a execução das atividades deste programa.

Responsabilidades dos encarregados por setores designados pelo empregador:

 Supervisionar os funcionários para assegurar que os procedimentos corretos de trabalho estão


sendo observados.
 Assegurar que os equipamentos e máquinas estão em perfeito funcionamento.
 Garantir a ordem e limpeza de seu setor de trabalho.
 Comunicar informações sobre os riscos ambientais e procedimentos de controle.
 Consultar com os funcionários sobre questões de segurança e saúde, e orientá-los quando
necessário.
 Manter os colaboradores informados das questões de segurança e saúde do seu setor.
 Colaborar com a CIPA na investigação de acidentes ou doenças e na adoção de medidas
preventivas.

Do setor administrativo – SESMT (caso haja)

 Manter toda a documentação relativa a este programa.


 Assegurar que todos os funcionários receberam treinamento adequado para as funções que
desempenham.
 Manter os recursos financeiros disponíveis para a execução das atividades deste programa.
 Providenciar a contratação de serviços ou aquisição de materiais necessários, em particular
equipamentos de segurança individual recomendados pelos setores ou coordenador do programa.

Responsabilidades de todos os empregados:

 Relatar fatores ou situações que considerar de risco ao seu supervisor direto, Engenheiro, mestre de
obras etc.
 Relatar acidentes ocorridos ao seu supervisor ou gerente. Engenheiro, mestre de obras etc;
 Seguir todas as regras e procedimentos da empresa.
 Usar máquinas, equipamentos e materiais, somente se autorizado.
 Seguir os procedimentos de sua tarefa conforme treinamento recebido.

 Cooperar com a CIPA na execução de suas tarefas.


 Utilizar equipamento de proteção individual quando necessário.

Responsabilidades da CIPA e seus membros ( Caso haja )

 Manter as reuniões regulares e elaborar atas, conforme previsto em lei (NR-5).


 Acompanhar e avaliar o desenvolvimento deste programa.
 Realizar as investigações de acidentes ou quase-acidentes e doenças ocupacionais, com ou sem
afastamento.
 Fazer recomendações sobre segurança e saúde.

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6 - INTEGRAÇÃO

Integração interna

Este documento é parte complementar de outros programas e ações na área de Segurança e Saúde do
Funcionário desenvolvidos na empresa, em particular o PCMSO - Programa de Controle Médico de
Saúde Ocupacional, previsto na NR-7 e o programa de qualidade da empresa.
O PPRA articula-se principalmente com o PCMSO de modo a se complementarem, pois, o PPRA tem foco
no ambiente de trabalho e o PCMSO tem foco no funcionário.

Atualmente, o programa de medicina ocupacional, está sendo articulado com o trabalho de avaliação
ambiental. Para tanto, os riscos ambientais identificados serão informados e discutidos com os médicos
do trabalho, a fim de otimizar o conjunto de exames e acompanhamentos necessários para a adequada
avaliação da saúde dos funcionários. Paralelamente, os principais desvios de saúde encontrados nos
exames periódicos, fornecerão indicações das prováveis áreas de risco mais críticas para a empresa.
Deste modo maximiza-se o uso das informações disponíveis em prol de uma efetiva prevenção de
ocorrência de desvios de saúde, através de um bem-sucedido controle de riscos ambientais.

Integração externa

O PPRA, além de cumprir com um requisito legal, está disponível para os órgãos fiscalizadores, para o
representante dos empregados e para o sindicato.

Participação dos funcionários e comunicação dos riscos

A participação dos funcionários no processo de identificação de situações de risco e proposição de


medidas de controle será garantida através do diálogo contínuo com seu supervisor, encarregado de
obras e/ ou membros da CIPA.
Na etapa de reconhecimento de riscos e priorização de ações será considerada a percepção de risco dos
funcionários, expressa no Mapa de Risco elaborado pela CIPA com a participação dos primeiros. Durante
o levantamento de riscos os técnicos contratados para este fim terão livre acesso aos funcionários em
todos os níveis hierárquicos, podendo realizar entrevistas individuais ou coletivas com o objetivo de
levantar a percepção dos riscos relacionados ao trabalho pôr eles identificados, assim como ouvir e
discutir sugestões sobre de medidas de controle.

Cada funcionário será informado dos riscos relacionados com suas atividades por ocasião de sua
contratação e durante os treinamentos recebidos, bem como através de orientações de seus
supervisores.

7 - DOCUMENTAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS REGISTROS.

Todos os documentos relativos ao PPRA estarão arquivados no setor administrativo da IMPRATECK


IMPERMEABILIZACAO LTDA - ME, por um período de 20 anos e deverão estar sempre acessíveis aos
membros da CIPA, aos funcionários ou seus representantes e aos órgãos de fiscalização.

Os documentos relativos a este programa são os abaixo discriminados.

Estratégicos:
 Manual do PPRA (Documento Base Genérico, não exigido legalmente).
Táticos
 Plano de Ação Anual (contendo no mínimo os itens exigidos na NR 09) - do ano corrente e dos anos
anteriores.
Operacionais:
 Procedimentos específicos para reconhecimento e avaliação de riscos.

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 Procedimentos para controle de riscos (Ex. Gerenciamento de Produtos Perigosos, Programa de Uso
de EPI, Programa de Proteção Respiratória, procedimento para trabalhos em altura etc.)
Registros:
 Relatório Técnico de Identificação e Avaliação dos Riscos Ambientais (o inicial e suas modificações)
 Relatórios de investigações aprofundadas (ex. Análise Ergonômica, de Segurança de Vasos sob
Pressão, de Higiene Ocupacional, etc.)
 Relatórios de inspeções e acompanhamento do programa.
 Relatórios de investigação de acidentes.
 Registro dos treinamentos recebidos.
 Relatórios de monitorizações ambientais realizadas, etc.
Cada setor deverá ter à sua disposição o procedimento escrito específicos sobre segurança e saúde que
lhe dizem respeito. Toda a documentação estará arquivada no setor de Segurança do Trabalho.

8 - TREINAMENTO DE PESSOAL.

Em relação ao pessoal, todos os funcionários receberão treinamentos de forma a assegurar que todos
estejam informados sobre os materiais e equipamentos com os quais estão trabalhando.

O treinamento será ministrado pelo responsável do setor onde atuará ou por quem o coordenador do
PPRA designar.

Os treinamentos incluirão:
 Os procedimentos de trabalho seguros que protejam os funcionários contra exposições aos riscos
ambientais;

 Como usar os equipamentos de proteção individual e como mantê-lo em boas condições;

 O que fazer em caso de emergência.

Será ministrado treinamento, no mínimo:


 Para os novos empregados;

 Para atribuições de novas tarefas;


 Quando novas substâncias, processos, procedimentos ou equipamentos foram introduzidos no local
de trabalho;
 Quando um novo equipamento de proteção individual for usado.

Assessoramento e serviços por especialistas.

Para avaliação geral do programa e atividades específicas que extrapolem a capacidade dos recursos
humanos disponíveis na empresa, a empresa contratará serviços especializados de terceiros mediante
sua recomendação ou aprovação.

9 - DESENVOLVIMENTO DO PPRA.

Antecipação de riscos

A antecipação dos riscos será efetuada através da avaliação e do estudo de todas as modificações e
novos projetos que venham a ocorrer no ambiente ocupacional. Esta avaliação deverá ser feita com
enfoque nos riscos ocupacionais e, quando necessário, envolver uma pessoa com conhecimento técnico
do assunto. É compromisso da administração da empresa assegurar que toda modificação e/ou novo
projeto a ser implantado seja avaliado preliminarmente com relação aos riscos potencialmente
presentes.

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Reconhecimento dos riscos

O reconhecimento e identificação dos riscos ambientais requerem a aplicação de uma ferramenta


específica que auxilie a sistematizar o risco no ambiente de trabalho e apresente como resultado as
prioridades de controle ambiental do ponto de vista técnico. A metodologia utilizada para a
identificação e reconhecimento de riscos ambientais aplicada por esta equipe de trabalho está descrita
sucintamente no Relatório Técnico de Reconhecimento e Avaliação dos Riscos Ambientais

O reconhecimento dos riscos será um processo contínuo na empresa. Ele inclui dois componentes: a
caracterização dos processos e atividades, e dos riscos a eles associados; e a caracterização das
exposições para cada função (ou setor de atividade).

a) Caracterização do processo

Consiste na descrição do processo deste a entrada da matéria até a sua expedição final, indicando para
cada etapa os riscos associados (caracterizado os agentes, possíveis fontes e trajetórias de
contaminação, medidas preventivas adotadas e a adequação das mesmas). A caracterização do processo
será feita no Anexo 1 deste documento.

b) Caracterização da força de trabalho.

Para cada setor ou atividade serão relacionadas às funções e as respectivas tarefas e os riscos
associados (caracterizando as exposições a agentes ambientais). Abaixo serão listadas as respectivas
funções, as atividades relacionadas e a avaliação preliminar dos riscos envolvidos, efetuados de forma
qualitativa. Os riscos inerentes a cada função e consequente avaliação quantitativa serão listados de
forma mais detalhada na planilha de Levantamento de Riscos Ambientais Ocupacionais – Anexo 1.

Anexo 01

Avaliação dos riscos e indicação de prioridades de ações

Os riscos identificados serão avaliados preliminarmente de forma qualitativa para fins de priorização de
ações. Será utilizada uma metodologia de gradação de riscos que leva em consideração o dano ou efeito
nocivo potencial dos agentes e/ou fatores de riscos e a exposição a esses agentes ou, no caso de
acidentes, a probabilidade de que o evento ocorra.

Utilizando-se os critérios da metodologia adotada, serão identificadas as necessidades de avaliações


quantitativas das exposições a agentes e fatores de riscos ambientais e de adoção, melhoria ou
manutenção de medidas de controle já existentes, com a respectiva indicação de prioridade
estabelecida em função do grau de risco.

As recomendações de medidas serão feitas tendo-se em vista a hierarquia de medidas de controle


proposta na NR9, item 9.3.5.2, que prevê a adoção preferencial de medidas de caráter coletivo ou de
Engenharia, que efetivamente a fonte de risco. As medidas administrativas ou de proteção individual
terão caráter complementar, temporário ou emergencial, ou ainda quando a implantação das primeiras
não for viável.

As recomendações serão organizadas na forma de uma versão preliminar de um Plano de Ação Anual,
contendo para cada ação sugerida as metas, os objetivos, prioridades, estratégia e metodologia de ação.
Esta sugestão de plano servirá como instrumento de discussão com todos os setores da empresa
envolvidos no processo.

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Neste primeiro momento as sugestões contidas no plano seguirão critérios estritamente técnicos. Não
serão considerados aspectos de viabilidade econômica ou disponibilidade de soluções no mercado. Tais
aspectos serão considerados quando da definição Plano de Ação Anual efetivo

10 - TOMADA DE DECISÕES E ELABORAÇÃO DE PLANO DE AÇÃO ANUAL

Com base no documento acima, aliada à perspectiva de negócios da empresa e as regulamentações


atuais, os responsáveis da empresa decidirão que medidas serão implantadas que serão formalizadas
em um Plano de Ação Anual, que representará o compromisso da empresa em relação ao
gerenciamento e controle dos riscos ambientais existentes na empresa. Neste plano serão indicadas as
metas, objetivos, estratégias de ação, o cronograma de execução das ações e os responsáveis.

11- IMPLEMENTAÇÃO DAS AÇÕES PROGRAMADAS - AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS E MEDIDAS DE


CONTROLE.

As ações relativas ao gerenciamento e controle dos riscos ambientais serão implantadas de acordo com
o cronograma, a alocação de recursos e a atribuição de responsabilidades (de realizar e/ou de gerenciar
e acompanhar) discriminadas no Plano de Ação Anual (ver documento específico do plano de ação). O
acompanhamento das medidas implantadas será feito através da planilha que consta do plano de ação e
acompanhada pela consultoria externa.

12 - MONITORAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES E DOS RISCOS

O Relatório Técnico de Reconhecimento e Avaliação dos Riscos Ambientais identificará quais agentes,
situações, tarefas e/ou grupos homogêneos de risco que necessitam de avaliação quantitativa das
exposições. Estas avaliações deverão ser planejadas e constarem do Plano de Ação Anual.

Após a finalização das ações contidas no Plano de Ação Anual será realizada uma avaliação qualitativa
para verificação da eficiência das medidas implantadas utilizando a mesma metodologia descrita no

Item 4.3 e, quando necessário, será recomendada avaliação quantitativa (monitorização ambiental do
agente) para confirmar e/ou documentar a eficiência da medida adotada.

13 - INSPEÇÕES E AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DAS MEDIDAS DE CONTROLE

As inspeções sobre as condições de higiene e segurança, bem como a observância dos procedimentos
implantados será feita:

 Rotineiramente, pelos responsáveis de cada setor no que diz respeito aos riscos nele existente.
 No mínimo a cada seis meses pela CIPA, buscando identificar a existência de novas situações de
riscos e a observância dos procedimentos propostos.
 Anualmente, pelo coordenador do PPRA ou quem designar para checar as avaliações anteriores e
identificar novas situações de risco.

As inspeções serão programadas e constarão do Plano de Ação Anual.

Relatos simplificados destas inspeções devem ser registrados e arquivados como um documento do
programa.

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14 - INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES OU DOENÇAS OCUPACIONAIS.

Cada acidente ou quase-acidente e doenças ocupacionais (identificadas pelo PCMSO) serão objetivos de
investigação e relato. Esta atividade será feita pelo responsável pelo setor em cooperação com a CIPA.

A investigação deverá responder basicamente às seguintes perguntas:

 O que aconteceu?
 Pôr que o incidente aconteceu (identificar as causas)?
 O que deve ser feito para se evitar ocorrências semelhantes no futuro?
 Que medidas corretivas foram tomadas nos últimos tempos?

Após a investigação deverá ser elaborado um relatório sintético o qual será comunicado ao gerente da
empresa e/ou Engenheiro responsável, para as providências necessárias.

15 - PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO DO PPRA

Exame periódico da situação

O acompanhamento do programa deverá ser feito pelo coordenador que promoverá pelo menos uma
reunião geral a cada seis meses com todos os funcionários a quem delegou competência para o
desempenho de atividades específicas do programa, com o objetivo de fazer os ajustes necessários no
plano de ação.

Avaliação anual

Pelo menos uma vez por ano deverá ser feitas uma auditoria do programa, com profissional externo
competente em Higiene Ocupacional, escolhido a critério do coordenador do PPRA e demais membros
da diretoria.
Após a auditoria, será feita uma reunião anual com todos os envolvidos para rever os elementos do
programa, determinar prioridades para ações futuras, e estabelecer os objetivos para o ano seguinte.

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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
(PPRA)
Plano anual
Período: 26/08/2019 à 31/09/2020

16- Declaração
Este documento constitui o Planejamento Anual do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais,
conforme as exigências do item 9.2 da Norma Regulamentadora N. º 9 (NR - 9) da Portaria 3214 do
Ministério do Trabalho.

Representa o compromisso da empresa no período indicado visando à preservação da saúde e da


integridade de seus funcionários.

Descreve as ações principais a serem desenvolvidas pela empresa. Com indicação das metas, estratégia
e metodologia de ação, cronograma, e responsáveis pela execução. O planejamento dessas ações teve
como base o relatório de inicial de “Identificação e Avaliação de Riscos Ambientais” onde foram
indicadas as prioridades de avaliações quantitativas e medidas de controle.

O acompanhamento da implementação de cada ação programada será feito utilizando-se a planilha que
constitui o anexo I deste documento.

As eventuais alterações deste plano original, durante o período de sua vigência, serão descritas e
anexadas a este documento, que estará acessível a todos os funcionários da empresa e autoridades.

A indicação dos mecanismos de registro, manutenção e comunicação dos dados, bem como para o
acompanhamento e avaliação do desenvolvimento do PPRA estão descritas no “Manual do PPRA”.

São Paulo,26 de Agosto de 2019.

_______________________________________________________________
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LEVANTAMENTO DE RISCOS AMBIENTAIS
OCUPACIONAIS

ANEXO I
1 – APRESENTAÇÃO

1.1. DAS RESPONSÁBILIDADES

Este levantamento de Riscos Ambientais Ocupacionais foi realizado nas dependências do canteiro de
obras, OBRA- CONNECT STUDIOS-SP, onde a empresa, IMPRATECK IMPERMEABILIZACAO LTDA - ME ,
realizará suas atividades. Local Rua: Sito à Rua: Oscar Cintra Gordinho,33-Liberdade-SP-Cep: 01512-010-
SP, pelo SESMT, registrada no MTE, sob o nº R-000000, tendo como responsabilidade, os profissionais
que subscrevem este documento.

1.2. DOS OBJETIVOS

Tem os objetivos de avaliar a exposição ocupacional aos agentes de risco e obter dados confiáveis para
propiciar a implantação ou otimização de medidas de controle, visando subsidiar o processo de
melhoria contínua, no aspecto de saúde e bem-estar dos empregados da empresa, fornecendo dados
para o PPRA e PCMSO.
Tem também o propósito de fornecer informações fidedignas para o preenchimento de documentos do
INSS e do MTE.

1.3. DAS FASES DE EXECUÇÃO

Reconhecimento preliminar dos locais a serem avaliados colhendo dados e informações a respeito das
atividades e processos, para identificar os agentes de risco, bem como as respectivas fontes.

Os trabalhos de campo foram desenvolvidos conforme os procedimentos das normas da


FUNDACENTRO, citadas neste documento, no que diz respeito á calibração e aferição final,
amostragens, validação e acondicionamento das amostras e estratégias de avaliação.

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SUMÁRIO

01 – APRESENTAÇÃO
02 – INTRODUÇÃO
03 – DADOS FUNDAMENTAIS
04 – INSTRUMENTAL UTILIZADO
05 – METODOLOGIA E TÉCNICAS EMPREGADAS
06 – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS AMBIENTAIS APH-HO
07 – INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS
08 – MEDIDAS DE CONTROLE
09 – CONCLUSÃO
10 – ENCERRAMENTO
11 – DATA E ASSINATURA DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL.
12 – CRONOGRAMA DE AÇÕES DO PPRA
13 - HOSPITAL MAIS PRÓXIMO EM CASO DE EMERGÊNCIA.
14- ANEXOS.

15
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2 – INTRODUÇÃO

O limite de tolerância segundo a NR – 15: “a concentração ou intensidade máxima ou mínima


relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará danos à saúde do
trabalhador durante a sua vida”. Esta é a definição oficial dos limites de exposição

A NR – 9 introduziu um novo conceito, quando estabelece os níveis de ação, isto é, que haja
providencias que se iniciem quando o agente de risco atingir a metade do seu limite de tolerância,
portanto, com ação preventiva. Além disso, a citada NR – 9 admite os parâmetros quantitativos da
ACGIH – American Conferencie Governamental Industrial Higienistas, para os casos omissos.

É oportuno enfatizar que os referidos parâmetros não estão relacionados à insalubridade com seus
respectivos adicionais.

Busca se através da Higiene Industrial, como é denominada nos países desenvolvidos, a identificação, a
quantificação através da avaliação e controle dos agentes de riscos, de tal forma que o trabalhador não
esteja exposto a concentrações ou intensidades que coloquem em risco as suas saúdes.

Para tanto foram adotados prioritariamente neste trabalho, os limites de tolerância da NR – 15 e na fase
destes, foram empregados os limites de exposição da ACGIH, devidamente adaptados para a carga
horária de 44 horas, empregando se para isso, os critérios Bife & Scala.

3 - DADOS FUNDAMENTAIS

3.1. CRITÉRIOS LEGAIS


Lei nº 6514, de 22 de dezembro de 1977 – Altera V do Título II da Consolidação das leis do trabalho,
relativos à Segurança e Medicina do Trabalho.

Portaria nº 3214 de 08 de junho de 1978 – Aprova as Normas Regulamentadoras – NR do Capítulo V da


Consolidação das Leis do Trabalho, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho.

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RUÍDO CONTÍNUO E INTERMITENTE (NR – 15 – ANEXO 1)

Tabela 1 – Limites de Tolerância (ruído contínuo e intermitente)

NÍVEL DE RUÍDO MÁXIMA EXPOSIÇÃO DIÁRIA NÍVEL DE RUÍDO DB (A) MÁXIMA EXPOSIÇÃO DIÁRIA
Db (A) PERMISSÍVEL PERMISSÍVEL
85 8h 98 1h e 15 min
86 7h 100 1h
87 6h 102 45 min
88 5h 104 35 min
89 4h e 30 min 105 30 min
90 4h 106 25 min
91 3h e 30 min 108 20 min
92 3h 110 15 min
93 2h e 40 min 112 10 min
94 2h e 15 min 114 8 min
95 2h 115 7 min
96 1h e 45 min 115 Risco grave e eminente

Efeitos combinados, equação: C1/T1 + C2/T2 + C3/T3 +...+ Cm/Tan. = EC, onde:

EC = efeitos combinados
Cm = tempo de exposição ao ruído referido
TN = máxima exposição diária aos ruídos ultrapassados

RUÍDO DE IMPACTO – NR 15 – ANEXO Nº 2

Limites de tolerância para ruídos de impacto: 120 dB (9) ou 130 dB (linear)

4 – INSTRUMENTAL UTILIZADO:

DECIBELÍMETRO- Digital – INSTRUTHERM Modelo: THDL-400 Nº Série: 12050241 -devidamente


calibrado, CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO N° 41316/19

LUXÍMETRO- Digital – INSTRUTHERM Modelo: THDL-400 Nº Série: 12050241-devidamente calibrado,


CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO N° 41316/19

Os produtos químicos utilizados deverão ser inseridos neste programa, com o anexo de suas respectivas
FISPQ-Ficha de inspeção de segurança de produtos químicos. Em conformidade com os termos do
Anexo- 11 da NR-15, Portaria 3.214/78 do MTE NBR-14725/2001.

5 – METODOLOGIA E TECNICAS EMPREGADAS

5.1. RUÍDO DOSE ACUMULADA:

Método empregado para avaliar doses de ruído recebidas por trabalhadores itinerantes ou em postos
fixos de trabalho, cujos níveis de ruído variam aleatoriamente no decorrer do tempo. Os resultados
obtidos indicam a média ponderada ao longo do tempo de monitoração individual equivalente para a
jornada de trabalho.

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As técnicas de medição são um conjunto de procedimentos que se iniciam com a calibração inicial do
equipamento Decibelímitro digital, para a realização das medições no posto de trabalho do colaborador,
com o microfone posicionado próximo ao seu ouvido (lapela), as anotações das atividades e operações
realizadas no período, terminando com a leitura e aferição final do instrumento, para validação dos
dados obtidos. O respectivo certificado de calibração será anexado ao PPRA.

CARACTERIZAÇÃO BÁSICA DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA E TRABALHO.

UNIDADE/SETOR: CANTEIRO DE OBRAS

CARACTERIZAÇÃO DOS AMBIENTES:


Setor/Refeitório- Construção em madeira, teto de telha do tipo, brasilite, portas e janelas, paredes em madeira
iluminação e ventilação natural, ventilação e iluminação artificial, pé-direito de 2,70m.
Setor/Vestiário- Construção em alvenaria, teto do tipo, brasilite, portas e janelas, paredes em madeira iluminação e
ventilação natural, ventilação e iluminação artificial, pé-direito de 2,70m.
Setor/Banheiros Construção em madeira, teto de telha do tipo, brasilite, portas e janelas, iluminação e ventilação
natural, ventilação e iluminação artificial, pé-direito de 2,70m.

Obs: Atividades em áreas internas e externas.


CARACTERIZAÇÃO DA FORÇA DE TRABALHO

Setor/ Jornada e Horários de Trabalho

SETORES DE ATUAÇÃO Nº DE FUNCIONÁRIOS JORNADA


ÁREAS INTERNAS E EXTRENAS 05 44:00 horas semanais
QUADRO DE FUNÇÕES
QUANTIDADE FUNÇÃO SEXO
03 IMPERMEABILIZADOR Masculino
02 AJUDANTE Masculino

Produtos químicos que serão utilizados pelos trabalhadores:

( 1 ) Metropac- Manta polietileno


( 2 ) Dryko- Drikotec700 com-A

Referências:
NR-18 SUBITEM 18.17.4
ABNT NBR 9574:2008
ABNT NBR 14725:2017

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Análise Preliminar de Riscos Complementar APR-HO.
REGISTRO AMBIENTAL/PORTARIA 3.214/78 MÊS DE REFERÊNCIA-AGOSTO DE 2019
Função: AJUDANTE GERAL GHE-Grupo Homogêneo de
Setor: OBRAS Exposição
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 44:00 horas semanais N° 02

Descrição das atividades: Demolir edificações, compactar solo, realizar escavações superficiais, preparar argamassa, raspar e lixar superfícies, abastec er postos de trabalho e auxiliar nas demais atividades. limpar e remover resíduos do canteiro
durante e após o término da obra e organizar máquinas e ferramentas.
Máquinas/ Equipamentos /Ferramentas Utilizadas: Ferramental manual diversos,
Identificação Possíveis Efeitos à saúde *Gradação qualitativa de Propagação/ Itens /concentração Medidas Preventivas
Risco exposição
do Fontes Trajetória
Agente Geradoras
Efeito Exposição Limites de exposição
NR-15 Anexo- I

T Exposição avaliada
Equipamentos Insolação; câncer de pele;
Ruído, 1 2 Aérea/Cutânea Intermitente/Abaixo dos limites de
radiação existentes no Problemas no aparelho tolerância. Exame complementares conforme
ultravioleta; ambiente de auditivo, doenças do trato orientações do Médico
respiratório; Avaliação Qualitativa coordenador do PCMSO.
umidade; trabalho;
calor, frio.
intempéries Capacete de segurança, óculos de
climáticas. segurança, protetor auditivo,
proteção respiratória contra
poeira, calçado de segurança com
biqueira de aço, botas de borracha,
creme protetor com filtro solar,
luvas de vaqueta e de raspa, capa
de chuva com capuz,

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Avaliação qualitativa
Poeiras minerais. Aérea/Cutânea Exposição avaliada
Varrição; Preparação Problemas respiratório,
dos locais de alergias, dermatite, 1 2 Exame complementares conforme
aplicação do produto, queimaduras de pele; NR-15 orientações do Médico
contato com cimento, Anexo- XI coordenador do PCMSO.
argamassa; Quadro n° 1 ACGIH
Capacete de segurança, óculos de
segurança, protetor auditivo,
proteção respiratória contra
N/A N/A poeira, calçado de segurança com
biqueira de aço, botas de borracha,
Químico creme protetor com filtro solar,
luvas de vaqueta e de raspa, capa
de chuva com capuz,

Limite de exposição
Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente NR-15 Anexo XIV
Biológico
Inexistente
N/A N/A

Exposição avaliada
Postura inadequada, movimentos Exigência da Dores lombares, dores na Postura adequada,
repetitivos; esforço físico intenso; atividade; coluna vertebral; estresse; 1 N/A N/A NR-17
levantamento e dimensionamento
Ergonômico pressão; temporal e ritmo de trabalho
transporte manual de adequado dos
intenso; Qualitativa N/A
materiais; peso e equipamentos no posto
tamanho diversos;
de trabalho;
Levantamento adequado
de peso;

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Piso irregular, Queimaduras, parada Exposição avaliada Instalação elétrica adequada,
Choque elétrico; Queda de mesmo 2 N/A N/A equipamentos em perfeito estado
retirada de resíduos cardiorrespiratória,
Acidente nível ou de nível diferente; para o uso, sinalização quando da
(madeira com prego,
ferragem, cacos, ferimentos graves realização de limpeza nos
extensão defeituosas morte; ambientes; Capacete de
com partes vivas segurança, óculos de segurança,
expostas; falta de protetor auditivo, proteção
guarda corpo; respiratória contra poeira, calçado
de segurança com biqueira de aço,
botas de borracha, creme protetor
com filtro solar, luvas de vaqueta
e de raspa, capa de chuva com
capuz,

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REGISTRO AMBIENTAL/PORTARIA 3.214/78 MÊS DE REFERÊNCIA- AGOSTO DE 2019
Função: IMPERMEABILIZADOR GHE-Grupo Homogêneo de
Setor: OBRAS Exposição
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 44:00 horas semanais N° 03

Descrição das atividades: Impermeabiliza superfícies externas e internas dos edifícios e outras obras, cobrindo as com uma ou várias camadas de produtos, tipo manta asfáltica ou outro específico; Prepara às superfícies para receber o produto, opera
equipamento para o aquecimento do material utilizado nas tarefas botijão gás, do tipo GLP;
Máquinas/ Equipamentos /Ferramentas Utilizadas: Botijão de gás GLP, Ferramentas manuais diversas;
Identificação Possíveis Efeitos à saúde *Gradação qualitativa de Propagação/ Itens /concentração Medidas Preventivas
Risco exposição
do Fontes Trajetória
Agente Geradoras
Efeito Exposição Limites de exposição
NR-15 Anexo- I

Exposição avaliada
Intempéries Insolação; câncer de pele; Exame complementares conforme
Ruído,; 1 2 Aérea/Cutânea Intermitente/Abaixo dos limites
calor, frio. climáticas, operação Problemas no aparelho de tolerância. orientações do Médico coordenador
Físico de equipamentos auditivo, doenças do trato do PCMSO.
respiratório; Avaliação Qualitativa
específicos, e
presença de outros Protetor auditivo; capa de chuva
equipamentos com capuz, calçado de segurança
com biqueira de pvc, capacete, luvas
presentes nos de vaqueta uniforme completo;
diversos ambientes creme protetor com filtro solar
de trabalho.

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Avaliação qualitativa
Poeira minerais, Por ocasião do Queimadura de membros Exame
Exposição avaliada
vapores. Tóxicos. manuseio com mantas, superiores e inferiores. Aérea/Cutânea complementares
e de outros produtos Irritações, alergias; 1 2 conforme orientações
equivalente. do Médico
NR-15 coordenador do
Anexo- XI PCMSO.
Químico Quadro n° 1
Capacete de segurança,
óculos de segurança,
protetor auditivo,
proteção respiratória
contra poeira e vapores,
calçado de segurança
ACGIH com biqueira de pvc,
creme protetor com
filtro solar, luvas de
vaqueta;
N/A N/A

Limite de exposição
NR-15 Anexo XIV Inexistente
Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente Inexistente
Biológico

N/A N/A

Postura adequada, dimensionamento


Exigência da Dores lombares, dores na adequado do posto de trabalho;
Ergonômico Postura inadequada, movimentos Exposição avaliada Levantamento adequado de peso;
repetitivos;; pressão; temporal e atividade; coluna vertebral; estresse; 1 N/A N/A
levantamento e NR-17
ritmo de trabalho intenso;
transporte manual de N/A N/A
materiais; peso e
tamanho diversos;
Queimaduras, parada Instalação elétrica adequada,
, Quedas de matérias,
Choque elétrico; Queda de mesmo equipamentos em perfeito estado
falta de guarda corpo, cardiorrespiratória, Exposição
nível ou de nível diferente; 2 N/A N/A para o uso, sinalização quando da
explosão por ocasião ferimentos graves avaliada
Acidente escoriações, realização de limpeza nos ambientes
de manuseio
morte; da planta, manuseio, seguro e
inadequado do
adequado dos equipamentos.
equipamento.

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LEGENDA – APRHO-FONTE-AIHA- AMERICAN INDUSTRIAL HYGIENE ASSOCIATION
Categoria Graduação Efeitos à Saúde Categoria Graduação Qualitativa de Exposição
0 Efeitos pequenos 0 Nenhum contato com o agente ou desprezível
1 Efeitos reversíveis à saúde 1 Contatos pouco frequentes com o agente
2 Efeitos severos à saúde, preocupante 2 Contato frequente c/ o agente abaixo do limite de tolerância
3 Efeitos irreversíveis à saúde, preocupante 3 Contato frequente c/ o agente acima do limite de tolerância
4 Ameaça à vida, lesão incapacitante ocupacional 4 Contato frequente à altíssima concentração
N/A Não- se Aplica N/A Não- se Aplica

9.1.2.1 Quando não forem identificados riscos ambientais nas fases de antecipação ou reconhecimento, descritas nos itens 9.3.2 e 9.3.3, o PPRA poderá resumir-se às etapas previstas
nas alíneas "a" e "f" do subitem 9.3.1.

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7 - INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS
7- INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS
7.1. ASPECTOS DA INSALUBRIDADE

RUÍDO
As atividades e operações que exponham o trabalhador, sem as medidas adequadas de controle, aos níveis de
ruído contínuos, intermitentes ou de impacto superiores aos limites de tolerância da NR 15, anexos n.º 1 e 2, (veja
Critérios Legais deste relatório), são consideradas insalubres em grau médio, correspondendo ao adicional de 20% do
salário mínimo da região.
A caracterização do ruído se dá para a exposição durante toda jornada de trabalho, do qual se terá o valor
através da avaliação quantitativa utilizando Audi dosímetro e, se obtendo o valor real através do seguinte cálculo:
Dose real (X) = dose % x jornada (480 minutos)
-------------------------------------------
Tempo da amostragem

Leque = Log. Dose real (X) + 5,117


-----------------------------------
0,06

Onde,
Dose real é o resultado da dose registrada na dosimetria que se multiplica pela jornada de trabalho que é de 480 minutos
(8 horas) e, divide pelo tempo da amostragem (dosimetria).

Leque seria a intensidade de ruído que o trabalhador estará exposto durante toda jornada de trabalho obtida
através da equação: Logaritmo da dose real somado a 5,117 e dividido por 0,06.
7.2. ENQUADRAMENTO LEGAL

Aos agentes de risco que tenham excedido aos respectivos limites de tolerância, geram a condição de
insalubridade, a qual requer o emprego de medidas de controle coletivas nos equipamentos/ambiente, ou individuais, no
homem através do EPI. A entrega do EPI deverá ser procedida de treinamento (demonstração do seu uso), pelos
profissionais da segurança e documentados através de ficha de controle assinada pelo funcionário que o recebeu. Em casos
de EPI não descartável, deverá ser efetuada a manutenção e higienização periódica, também documentada, para efeito
legal; ao descartável deverá ser controlada a sua substituição.

A eliminação ou neutralização da insalubridade ocorre na forma da legislação de acordo com o subitem 15.4 da
NR 15 da Portaria 3214/78: com “adoção de medidas de ordem geral que conserve o ambiente de trabalho dentro dos
limites de tolerância” ou “com utilização de equipamento de proteção individual”.
Os parâmetros da ACGIH, quando excedidos requerem medidas de controle, mas não estão relacionados à
insalubridade, tendo neste caso, aspecto preventivo. Os referidos parâmetros são empregados em casos de omissão da
legislação brasileira, de acordo com a NR 9.

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7.3. AVALIAÇÃO POR SETOR/FUNÇÃO E/OU GHE (Grupo Homogêneo de Exposição)

7.3.1 Áreas de vivência

Não foram identificados agentes agressivos (químicos, físicos e biológicos) a saúde dos trabalhadores nesses ambientes.

7.3.1.3 Setor geral.

Não foram identificados agentes agressivos (químico, físico e biológicos) a saúde dos trabalhadores nesses setores.
No entanto para aqueles que tenham que transitar eventualmente, será obrigatório, o uso de protetor auricular pelos
mesmos.

8- MEDIDAS DE CONTROLE

8- MEDIDAS DE CONTROLE

8.1. CONCEITOS LEGAIS

As medidas corretivas e preventivas visando à neutralização dos agentes de risco ou minimização de seus efeitos têm
geralmente quatro classes de controle:

a) Controle no homem: este é o mais cômodo de ser aplicado, porém o mais difícil de se conseguir bons resultados, em
virtude de envolver o comportamento humano, que depende de sensibilização para se ter atitudes prevencionistas,
precauções e profissionalismo. O controle consiste no uso de equipamento de proteção individual – EPI, os quais
deverão ser de boa qualidade e portadores do C.A. (Certificado de Aprovação) do MTE. Incluem-se no controle no
homem, os exames médicos admissionais, periódicos e de missionais, o treinamento a ações educativas.
b) Medidas Administrativas: consiste na programação da produção, de tal forma que permita o revezamento entre
trabalhadores que atuem em situações de risco à saúde ou que gerem “stress”, para outras condições mais amenas,
reduzindo os tempos de exposição ao risco ou às operações monótonas ou repetitivas. Estas medidas demandam
treinamento de pessoal e em alguns casos resultam em implicações legais, que deverão ser corrigidas com revisões
no Plano de cargos e Salários; as vantagens, entretanto, compensam em termos de melhoria nas condições de
saúde ocupacional e de produtividade.

No conceito legal, os limites de tolerância delimitam as condições salubres e insalubres, habilitando


ou não o trabalhador ao recebimento do adicional.

No conceito preventivo, a NR-9, estabelece os níveis de ação para evitar que a situação se torne agressiva ao
trabalhador, os quais estabelecem que as providências preventivas sejam tomadas quando a concentração ou intensidade
do agente de risco ultrapassem a metade (50%) dos limites de tolerância (LT).

Quanto ao serviço médico, o levantamento ambiental fornece importantes dados para que o médico elabore o PCMSO,
conforme o tipo de risco evidenciado em cada setor, caracterizando os grupos de risco conforme as atividades e operações
exercidas, estabelecendo os exames clínicos e laboratoriais específicos a cada grupo, bem como os intervalos de tempo
entre cada exame, conforme a NR-7, a critério do médico do trabalho.

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9- CONCLUSÃO

Em todos os setores da obra onde a empresa, IMPRATECK IMPERMEABILIZACAO LTDA - ME, está realizando suas
atividades, os níveis de ruído não ultrapassaram o limite de tolerância da NR-15 da Portaria 3.214.
Para as atividades que exponham os trabalhadores a níveis de ruído acima do limite de tolerância e seja necessário a
utilização de protetores auriculares tipo plug ou concha, estes deverão ser selecionados de forma que os níveis de ruído
sejam reduzidos a intensidades inferiores ao nível de ação conforme item 9.3.6 da Norma Regulamentadora NR-9 da
portaria 3.214 de 8 de junho de 1978.
A constatação da eficácia do protetor auricular se dará considerando os resultados encontrados a partir do cálculo:

NPS = NPSA – (NRR x F – 7)

Onde:
NPS = Nível de Pressão Sonora no ouvido com protetor em dB (A).

NPSA = Nível de Pressão Sonora no ambiente em dB (A).

NRR = Nível de Redução de Ruído (conforme CA do EPI)

F = Fator de Correção onde:


 Para Abafador tipo Concha F = 0,75
 Para Protetor auricular do tipo Espuma moldável F = 0,5
 Para Protetor auricular do tipo Plug de inserção F = 0,3

Exemplo:

Um setor onde o nível de pressão sonora no ambiente e de 90,7 dB (A), o nível de redução de ruído do abafador utilizado
pelo individuo (abafador tipo concha) e de 25 dB, o nível de pressão sonora no ouvido com protetor será de:

NPS = NPSA – (NRR x F – 7)

NPS = 90,7 – (25 x 0.75 – 7)


NPS = 78,95
OBS.: É IMPORTANTE SALIENTAR QUE O EPI É A ÚLTIMA ALTERNATIVA A SER ADOTADA, NO CASO DA INVIABILIDADE
E/OU IMPOSSIBILIDADE DE SE ELIMINAR OS AGENTES AGRESSIVOS NA SUA FONTE.

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10-Encerramento.

Em conformidade com a NR-9, encerramos o presente programa, que deverá ser mantido nos arquivos da empresa, por
um período não inferior a 20 anos, estar disponível aos trabalhadores interessados ou a seus representantes e para as
autoridades competentes.
Paralelamente ao P.P.R.A., a empresa deverá manter o P.C.M.S.O. (Programa de Controle Médico e Saúde
Ocupacional). Conforme determina a nova NR-7, em conformidade com os preceitos estabelecidos, nas Portarias:
Portaria-1892/2013-Portaria-SSST24/1994-Portaria GM-3.214/1978.
Todas as informações descritas neste programa poderão ser utilizadas para preenchimento do P.P.P. (Perfil
Profissiográfico Previdenciário), de acordo com o estabelecido na Instrução Normativa do INSS-Atualização Conforme
INSS/PRES Nº 77/2015.
Todas as informações, referente a SST descritas neste documento, devem ser informada, posteriormente no novo
sistema do governo- E-Social, em conformidade com os termos do DECRETO n° 8.373/2014. Deverá ser informado na
Tabela 23 em seus eventos específicos: S-1060/1065/2240 e/ou conforme os termos da legislação vigente.

11- Assinatura do Profissional Responsável- Portaria nº 3.275 de 21 de setembro de 1.989.

São Paulo, 26 de Agosto de 2019.

__________________________________________________
Luiz Antonio de Souza Rocha
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
BOMBEIRO CIVIL/NBR 14608/07
MTE 34873SSP/SP
RG: 19.779.990-5

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
IMPRATECK IMPERMEABILIZACAO LTDA - ME
CNPJ: 16.740.752/0001-29

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12- Cronograma de ações do PPRA.

CRONOGRAMA DAS PRIORIDADES 2019/2020

PRAZO PARA EXECUÇÃO: 2019/2020

MEDIDAS

Novembro

Dezembro
Setembro

Fevereiro
Outubro

Janeiro
Agosto

Março

Junho

Julho
Maio
Abril
Elaboração do PPRA X
Treinamento sobre o uso de EPIs X X X X X X X X X X X X
Diálogo Diário de Segurança- DDS X X X X X X X X X X X X
Treinamento contra incêndios X * * * * * * * * * * *
Primeiros Socorros X
Revisão do PPRA X
SIPAT * * * * * * * * * * * *
Treinamento de proteção respiratória X
Treinamento de proteção auditiva X
Treinamento de CIPA X
Palestra sobre AIDS X
Medição de ruídos X
Quantificação das poeiras X X
Seguir as orientações de segurança estabelecidas no PCMAT, X X X X X X X X X X X X
da empresa contratante.
Fazer uso dos EPIs, no canteiro de obras, enquanto estiver X X X X X X X X X X X X
em plena atividade.

Rua: Cipriano Tavares, 200 – Sala 8 - Jardim Agu - Centro – Osasco – SP - CEP:06010-100 29
Contato tstassessoria.seg@hotmail.com- CEL:-(11) 97587-559-CNPJ 03.428.587/0001-22 INSCR. MUNICIPAL. 0000099035
13- Hospital mais próximo em caso de emergência.

Hospital ou clinica mais próxima do local de trabalho, para atendimento em caso de


emergência (Nome/Endereço/Tel.)

Hospital do Servidor Público Municipal - HSPM


R. Castro Alves, 60 - Aclimação
CEP: 01532-900
Fone: 3208-2211

190 - Polícia Militar


193- Corpo de Bombeiros
192- SAMU
3101-5050-Defesa Civil
199 -Defesa Civil Municipal.

OBS: É de responsabilidade da CONTRATADA, a definição prévia da melhor opção para


atendimento em caso de acidentes. (Rede Conveniada ou Pública) sendo obrigatório, que todos
os membros da equipe tenham conhecimento desta informação.

Rua: Cipriano Tavares, 200 – Sala 8 - Jardim Agu - Centro – Osasco – SP - CEP:06010-100 30
Contato tstassessoria.seg@hotmail.com- CEL:-(11) 97587-559-CNPJ 03.428.587/0001-22 INSCR. MUNICIPAL. 0000099035
14- ANEXOS

Equipamento de proteção Individual Fornecidos pelo empregador.

EPI CA SITUAÇÃO FABRICANTE


Botina com Biqueira Plástica 28498 Válido MARLUVAS CALCADOS DE SEGURANCA LTDA
01/10/2020
Cinto de segurança- tipo 35139 22/02/2022 MULT INDUSTRIA DE MATERIAIS DE SEGURANCA LTDA
paraquedista

Óculos de segurança 6136 17/02/2022 CARBOGRAFITE EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS LTDA


Luvas pigmentada 10464 20/11/2019 INDUSTRIA TEXTIL TSUZUKI LTDA
Capacete de segurança classe-A 29637 15/10/2020 3M DO BRASIL LTDA
Luva de segurança pigmentada 30916 24/05/2021 SAFETY EPI'S E ARTIGOS DE COURO LTDA
Protetor auricular 15485 21/05/2020 DYSTRAY INDUSTRIA E COMERCIO EIRELI
Mascara PFF1 38514 18/03/2022 PRO-SAFETY INDUSTRIA E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS DE
PROTECAO & SOLDA LTDA
Luva de segurança de raspa 18969 03/11/2022 SAFETY EPI'S E ARTIGOS DE COURO LTDA

Luvas de látex 16312 17/10/2021 IBTEC - INSTITUTO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DO COURO,


CALCADO E ARTEFATOS
Mascara PFF2 38503 18/03/2022 OCP: Instituto Falcão Bauer de Qualidade - IFBQ

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LOGO
Ficha de Registro de Equipamentos de
Proteção Individual – EPIs
MODELO

Nome:___________________________________________________________ Nº Registro:__________________

Função:___________________________ Setor:_________________________ Data de Admissão: ___/___/_____

DECLARAÇÃO DE RECEBIMENTO

Declaro para todos os fins de direito que recebi Base Legal:


gratuitamente, após orientação de uso e aplicação os
Equipamentos de Proteção Individual – EPIs abaixo descritos, NR 1 (aprovada pela portaria MTb 3214, de 08/06/78):
os quais me comprometo a utilizar durante a realização de Item 1.8 - Cabe ao empregado:
minhas atividades. a) Cumprir disposições legais e regulamentares sobre segurança e
medicina do trabalho inclusive de ordens de Serviço expedidas pelo
Declaro, ainda, ter ciência de que: empregador;
a) Os EPIs deverão ser utilizados, unicamente para a b) Usar EPI fornecido pelo empregador;
finalidade a qual se destinam; c) Submeter-se aos exames médicos previstos nas NR; e
b) Qualquer alteração que os tornem parcial ou totalmente d) Colaborar com a empresa na aplicação das NR.
inadequados para uso deverá ser por mim comunicado.
c) A Falta do uso, por mim, dos EPIs fornecidos pela A LTDA NR 6 (aprovada pela portaria MTb nº 3214, de 08/06/78):
constitui ato faltoso sujeito às sanções disciplinares Item 6.7.1 – Cabe ao empregado quanto ao EPI:
previstas na legislação, aplicáveis ao assunto, inclusive à a) Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
demissão por justa causa. b) Responsabilizar-se pela guarda e conservação;
d) Responsabilizar-me-ei, integralmente, pela guarda e c) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne
conservação dos EPIs que me forem entregues. Em caso impróprio para uso; e
de perda ou extravio ou inutilização proposital d) Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
comprometo-me a ressarcir a empresa conforme previsto
no parágrafo 1º do artigo 462 da CLT, inclusive no que Finalmente, declaro que estou de acordo com todos os termos
couber a título de indenização por rescisão de contrato de presentes, razão pela qual assino, nesta data, por livre e espontânea
trabalho, a importância correspondente ao valor do vontade.
material.
____ /_____/_____ __________________________________
Data Assinatura do Empregado

RECEBIMENTO do EPI DEVOLUÇÃO do EPI

ASSINATURA DO ASSINATURA DO
DATA E.P.I. C.A. DATA
EMPREGADO RECEBEDOR

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