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Projeto Bullying: diga não as ameaças, tiranias,

opressões, intimidações e humilhações.

APRESENTAÇÃO

Este projeto será desenvolvido na Escola x .na turma x com cerca de x alunos,

tendo como temática central a reflexão sobre o Bullying tanto na escola, como

na sociedade em geral. Bullying é uma situação que se caracteriza por

agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um

ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na

palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma

denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão,

intimidação, humilhação e maltrato.

Pretende-se discutir com este projeto as situações ocorridas no ambiente

escolar caracterizada como bullying, além disso, este projeto visa discutir

formas de convivência no espaço escolar, valorizando a amizade, os valores

humanos e a integração entre os envolvidos no projeto.

JUSTIFICATIVA

A prática do Bullying, tornou-se algo comum nos espaços educacionais,


provocando cada vez mais atitudes violentas, tantos dos agressores, como das
vitimas.
Discutir as questões ligadas a prática do bullying com toda a comunidade
escolar, é importante, pois, proporciona a reflexão e evita que novos casos de
bullying ocorra nas unidades escolares. Este projeto pretende atuar, tonto com
os alunos, como pais e responsáveis, buscando medidas educativas que
combatam as ações de violência na escola.

A popularidade do fenômeno cresceu com a influência dos meios eletrônicos,


como a internet e as reportagens na televisão, pois os apelidos pejorativos e as
brincadeiras ofensivas foram tomando proporções maiores. "O fato de ter
conseqüências trágicas - como mortes e suicídios - e a impunidade
proporcionaram a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema",
aponta Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e
Criminalidade Infanto-Juvenil

OBJETIVO GERAL

Pesquisar e refletir sobre as causas e conseqüências do bullying, tomando


como partida as narrativas de alunos, professores, pais e responsáveis.

Objetivos Específicos

 Discutir com os alunos as principais causas de bullying.


 Refletir sobre a necessidade de desenvolvermos ações educativas
contra o bullying na unidade escolar.
 Aplicar atividades orais e escritas que estimulem a reflexão sobre as
práticas de violência no espaço escolar.
 Discutir o respeito as diferenças no espaço escolar.
 Construir uma proposta de regras de convivência e contra o bullying na
unidade escolar.

METODOLOGIA
Este projeto será desenvolvido através de leituras, discussão de textos,
trabalhos em grupos, proporcionando uma reflexividade sobre as causas e
conseqüências do Bullying. Também serão utilizada as seguintes estratégias
metodológicas:

 · Apresentação de Filmes; ( Sugestões de Filmes)


 · Dinâmicas de Grupo; ( Sugestões de Atividades)
 · Produção de Textos;
 Palestras com os pais e responsáveis;
 Organização de Seimnários;
 · Resolução de casos;
 · Leituras variadas; ( Sugestão de textos para leituras)

CLIENTELA

Alunos, professores e toda a comunidade escolar.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

FANTE, Cleo. Fenômeno Bullying – Como prevenir a violência nas escolas e


educar para a paz. 2ª edição. Campinas SP: Veros Editora, 2005.

PEREIRA, Beatriz Oliveira. Para uma Escola sem violência: estudo e prevenção das
práticas agressivas entre crianças. Edição: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.

Sites para Leitura complemetar.

http://www.webartigos.com/articles/7301/1/Bullying/pagina1.html#ixzz1LIgYu3qx

http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-
494973.shtml

http://www.observatoriodainfancia.com.br/
5 Sugestões de Atividades/Dinâmicas para se trabalhar o Bullying na
Escola

Falar de Bullying virou moda na escola, matéria de capa das revistas e


documentário das emissoras de TV, agora vamos para a prática!

Escrevi um livro sobre Bullying que acho muito bom.

O Livro " O Diário de Davi" é um livro para crianças e adolescente . O livro O Diário
de Davi: preconceito racial, homofobia e bullying na escola, é um texto literário, escrito
pelo professor Silvano Sulzart. Temáticas como: homofobia, ciberbullying, preconeito
racial e outras questões aparecem na trama. Davi, em uma narrativa envolvente e
singela, conta suas dores e dilemas que vive na escola. A história revelará como a
amizade vence o medo, e a ternura e o perdão fazem brotar esperança, sonhos e novas
relaçõesm no espaço escolar. Através da leitura deste livro, você será capaz de
identificar se seus filhos ou alunos estão sendo vítimas de bullying, homofobia na
escola e encontrará ainda pistas de como combater o bullying, dentro e fora do espaço
escolar.
https://www.editoracrv.com.br/index.php?f=produto_detalhes&pid=31688
Já li muita coisa sobre Bullying estes dias. Quero propor aqui algumas
atividades para serem realizadas em sala de aula ou com a própria escola.

É importante que se explique para os alunos o que é Bullying, acredito que a


essa altura do campeonato todo mundo já saiba, mas quanto mais informação
melhor. O que fazer para que todos compreendam e vejam o Bullying com
outros olhares? Como desenvolver atividades pedagógicas significativas dentro
da sala de aula? Outra questão que considero importante é que falar de
Bullying, discutir questões ligadas a Violência no Ambiente Escolar não deve
ser um momento isolado, ou quando a mídia começa a focar o assunto.
Bullying e Violência na Escola devem ser um tema para ser discutido o tempo
todo: com a família, com os professores e principalmente com os alunos. As
atividades abaixo proporcionam a reflexão do tema de forma lúdica e
inteligente.

1 - Dramatização
Utilize o teatro em sala de aula. Divida os alunos em grupos e motive os grupos
a criarem uma dramatização sobre Bullying e Violência Escolar. Direcione os
trabalhos para que as turmas criem duas versões, uma positiva e outra
negativa. A cada apresentação, convide a turma a discutir sobre a
apresentação, analisando os personagens e o contexto da dramatização.

2- Teatro de Fantoche
Utilizando os Bonecos de Fantoches, que podem ser confeccionados pela
própria turma em uma aula de artes. Incentive a turma a através dos fantoches
criarem histórias de BUllying. Direcione os trabalhos para que as turmas criem
duas versão, uma positiva e outra negativa. A cada apresentação, convide a
turma a discutir sobre a apresentação, analisando os personagens e o contexto
da apresentação.

3- Paródia
Paródia é uma imitação cômica de uma obra literária. Após falar sobre Bullying,
discutir as causas, quem é a vitima, o agressor e outras questões teóricas
importantes. Divida a turma em grupos, e incentive cada grupo escolher uma
música e criarem uma parodia contra o Bullying. Para finalizar a atividade,
poderá ser criado um concurso de paródias e coreografias contra o Bullying na
própria turma ou na escola.

4- Júri Simulado
Explique a turma o que é um julgamento, como ocorre e quem compõe uma
audiência de julgamento publico. Uma excelente atividade para discutir a
Violência no Contexto Escolar e o Bullying. Segue a explicação da dinâmica
Júri Simulado
Objetivos:

1- Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se


envolverem e tomar uma posição.
2- Exercitar a expressão e o raciocínio.
3- Desenvolver o senso crítico:
Participantes: (Funções)
Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.
Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.
Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações
formuladas
pelo advogado de acusação.
Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver
sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os
argumentos fundamentais.
Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou inocente,
definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por
número impar:(3, 5 ou 7)
Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus
advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o
juri, acompanham em silêncio.
Passos:

1-Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.


2- Orientação para os participantes.
3- Preparação para o júri.
4- Juiz abre a sessão.
5- Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta).
6- Advogado de defesa, defende o réu ou a ré.
7- Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
8- Intervenção de testemunhas, uma de acusação.
9- Advogado de defesa, retoma a defesa.
10- Intervenção da testemunha de defesa.
11- Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.
12- O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom,
o que faltou.
13- Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.

5- Elaborando uma Reportagem


A pauta: o roteiro da reportagem

Pensar e elaborar uma boa pauta é o começo de qualquer boa reportagem jornalística. Ela é o
guia, o roteiro, o briefing que vai orientar o repórter em seu trabalho. A pauta é a solicitação,
por parte do pauteiro, do trabalho que ele deseja que o repórter execute.Costumo dizer aos
meus alunos que quando o trabalho de apuração da informação é feito por apenas uma
pessoa, e não há as figuras do pauteiro, do repórter, do editor etc., mas todo trabalho é feito
por apenas uma pessoa, ao em vez de pauta, podemos falar em um roteiro pessoal para o
trabalho de reportagem.
Ao contrário do que se pensa, deve haver um cuidado muito grande na hora de preparar a
pauta ou o roteiro de reportagem. Além de pensar bem o que se quer dizer no texto e a
maneira como se quer falar, é preciso criatividade e estar bem informado sobre o assunto que
se quer escrever.Além disso, vale lembrar que a pauta ou o roteiro não devem ser uma camisa
de força. Se, por um lado, o repórter deve segui-los com precisão, por outro, em alguns
momentos, deve abandonar sua rigidez e apostar na sua sensibilidade, no seu ‘faro’. Enfim, na
hora de elaborar a pauta ou o roteiro da reportagem:

1. Deixe claro, no início da pauta, a retranca, ou seja, o assunto de que deverá tratar a
reportagem.

2. Pesquise sobre o assunto: anote dados que você acha relevantes e que já estão disponíveis
em algum lugar. Hoje em dia, além dos jornais, a internet e sites de busca como o Google e o
Yahoo são boas fontes para essa primeira etapa do trabalho;

3. Em seguida, aponte os elementos a serem problematizados. Esclareça para o repórter – no


caso de estar elaborando uma pauta – ou para você mesmo – em se tratando de um roteiro –,
o que a matéria vai acrescentar às informações já disponíveis;

4. A seguir, indique fontes a serem ouvidas, ou seja; as pessoas que podem ser entrevistadas
sobre o assunto. Sugira as possíveis perguntas a serem feitas pelo repórter e, por fim, anote
nomes e, na medida do possível, e-mails e telefones das fontes. Neste ponto, lembre-se que
nem sempre apenas as autoridades são ouvidas. Sugira também entrevistas com pessoas do
povo, e aí nem sempre você precisa citar nomes;

5. Se você dispuser de equipamento fotográfico, não deixe de sugerir ou roteirizar fotos e


imagens que devem, junto com o texto, ilustrar o trabalho;

6. No final, indique o número de laudas que o repórter tem para escrever. Isso é importante,
pois é uma forma de garantir que não vai faltar nem sobrar texto. Uma lauda, para quem ainda
não tem familiaridade com a linguagem jornalística, corresponde a um conjunto de 1400 (mil e
quatrocentos) caracteres contados os espaços. Uma matéria jornalística de um tamanho
razoável tem, em média, duas laudas.

Com as dicas acima, a sua pauta ou roteiro estão prontos e o seu repórter ou você estará mais
habilitado a fazer o trabalho de campo: a reportagem. Veja no exemplo de pauta a seguir como
podem ficar os seis tópicos de que falamos acima e depois tente elaborar a sua pauta.
Sucesso!

Fontes:

http://www.escoladominical.net/forum/viewtopic.php?f=2&t=888
http://www.jornaljovem.com.br/edicao4/editorial_dicas01.php
http://revistaescola.abril.com.br/
INSTITUTO MACAPAENSE DE ENSINO SUPERIOR

CURSO DE PSICOLOGIA

THAYNA RAYSA COSTA E SILVA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO NA ÊNFASE II

Relatório apresentado ao “Estágio na Ênfase II”, da turma P10NA, como requisito de


avaliação, sob orientação da professora Denise Morelli.

MACAPÁ

2011

SUMÁRIO

RESUMO 4

1 INTRODUÇÃO 5

2 JUSTIFICATIVA 6

3 OBJETIVOS 7

4 PLANO DE AÇÃO 8

5 DADOS DA INSTITUIÇÃO 11

6 REVISÃO DA LITERATURA 14

7 ATIVIDADES REALIZADAS 21

8 RESULTADOS ALCANÇADOS 23

9 CONSIDERAÇÕES FINAIS 26

REFERÊNCIAS 27

APÊNDICES 28

ANEXOS 32

RESUMO

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou


físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais
colegas.Obullying não é um fenômeno recente nas escolas porque ele sempre aconteceu
maquiado de brincadeira de mau gosto. O que assusta professores e pais é a proporção
que esse fenômeno vem assumindo. O bullying não é um fenômeno isolado e aponta
como os principais fatores de risco associados os fatores da personalidade,
dificuldades nas relações sociais, autoestima, percepção do problema, ser
vitimizado na escola ou fora dela, violência na comunidade, desajustes familiares,
práticas educativas parentais, contexto escolar, alienação escolar e violência na
mídia. As pessoas precisam aprender a reconhecer, assumir e aceitar a sua
diferença, mas também necessitam aprender na escola a reconhecer como normal
e natural a diferença de seus pares para poder respeitá-la. Participaram 70 alunos de
ensino fundamental da Escola Antônio João do turno da tarde das turmas 523 e 722, que
participaram do jogo bullying, assistiram o filme bullying e tiveram acesso a cartilhas
educativas. Também participou 13 professores da escola no qual tiveram acesso a uma
palestra com o tema Diga não ao Bullying, Discemine essa ideia, a uma cartilha
educativa junto com uma cartilha desenvolvida com dicas aos professores.

Palavras-chave: Agressão escolar. Insultos. Ambiente Escolar.

1 INTRODUÇÃO

O projeto aqui exposto pelas acadêmicas do 10° do curso de Psicologia da facudade


IMMES evidencia atividades lúdicas e de reflexão para trabalhar com os alunos o tema
Bullying no ambiente escolar.

O bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades,


famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um
simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.

Bullying diz respeito a atitudes agressivas, intencionais e repetidas praticadas por um ou


mais alunos contra outro. Portanto, não se trata de brincadeiras ou desentendimentos
eventuais

Os indivíduos mais atingidos pelos comportamentos agressivos geralmente são pouco


sociáveis, inseguros quanto à adequação a determinados grupos existentes na escola e
apresentam a auto-estima tão baixa a ponto de acreditarem que são merecedores dos
maus-tratos sofridos. Na maioria das vezes eles têm poucos amigos, são quietos e sua
passividade não permite que eles reajam efetivamente às agressões.

A prática da violência no ambiente escolar não é um fenômeno recente, porém está se


tornando um grave problema social e de saúde pública. Esses comportamentos ocorrem
nas escolas e, na maioria das vezes, são encarados como naturais e ignorados,
disfarçados ou mascarados pelos pais e professores. Compreendem uma violência mais
sutil e de menor visibilidade, porém não menos importantes.

As escolas precisam enfrentar o bullying construindo estratégias que favoreçam o bem-


estar psicossocial no ambiente educativo. A escola não pode ser um espaço de
homogeneização, mas sim de resgate e respeito aos valores e as diferença.

O bullying não pode continuar sendo considerado uma fase da vida. Não é, também,
violência, própria de idade escolar entre crianças e jovens, nem deve ser aceita pela
sociedade como parte do processo natural de “amadurecimento”.Para que isso ocorra é
imprescindível a mudança de comportamento geral, começando pela escala hierárquica:
família, instituição, coordenadores, professores e demais funcionários que compõem
uma escola.

2 JUSTIFICATIVA

Alguns educandos do Ensino Fundamental (5ª a 8ª série) vêm apresentando


comportamentos agressivos que dificultam o convivio social, a harmonia no ambiente
escolar e consequentimente prejudica o desenvolvimento emocional e cognitivo desses
alunos.

Tais comportamentos têm dispertado preocupação na comunidade academica assim


como nos pais e na sociedade de modo geral. Com base no exposto justifica-se a
necessidade de trabalhar o tema Bullying na Escola Antonio João, buscando para isso
alternativas e atividades que desenvolvam o tema e que contribua na construção do
conhecimento, sensibilização dos educandos objetivando mudança de atitudes,
reduzindo assim o sofrimento das vitimas.

Acredita-se que o desenvolvendo de temas que abordem esta problemática para


discussão e reflexão podem amenizar a situação, assim a escola interage e cumpre a
missão na construção da cidadania.

3 OBJETIVOS

3.1 GERAL

Promover a compreenção do que é bullying e suas consequências para a vida e o


desenvolvimento de uma pessoa, sensibilizando os alunos em relação a importância do
tema.

3.2 ESPECÍFICOS

a) Conscientizar os alunos sobre a existência do bullying e suas conseqüências;

b) Estimular nos envolvidos possibilidades para reverter as situações de bullying;

c) Compreender os sentimentos dos envolvidos;

d) Instigar a os alunos a identificar as vítimas;

e) Desenvolver comportamentos eficazes anti-bullying.

4 PLANO DE AÇÃO

Mediante a realização de atividades pelos alunos, pretende-se alcançar os objetivos


propostos, como:
- Filmes

- Jogos

- Palestra

- Discussão

- Confecção de cartazes

4.1 INSTRUMENTOS

- Filme “Bullying”;

- Jogo antibullying;

- Confecção e exposição de cartilhas educativas sobre o tema (Apêndice A);

- Confecção de convite para os professores (Apêndice B);

- Palestra;

- Confecção de um folheto informativo contendo dicas aos professores (Apêndice C).

4.2 RECURSOS

- Humanos: uma psicóloga e estagiários de psicologia escolar;

- Materiais: computador, jogo, cartolina, revista, cola, aparelho de dvd, data-show;

- Estrutura física: auditório da instituição e sala de aula dos alunos.

4.3 O JOGO - DESCRIÇÃO

O jogo antibullying é composto de 36 casas para serem percorridas pelos participantes,


conforme o número sorteado nas cartas de algarismos. Durante a passagem pelas casas,
os participantes recebem cartas para ler e debater, podendo avançar, voltar, ganhar ou
perder pontos.

4.3.1 Regras do jogo

- Participantes: pode ser jogado com até quatro participantes ou também pode ser
jogado com quatro duplas;

- Cartas numeradas de 1 a 6: usadas para sorteio e movimentação das peças;

- Cartas numeradas de 1 a 3: usadas para movimentar as peças durante a Zona de Debate


Bullying e a Zona de Debate Ética;
- Iniciar a partida: misturam-se as cartas de 1 a 6 e segue-se a ordem maior ou menor ( a
critério dos jogadores) para estabelecer a disposição;

- Movimentação das peças: definida a ordem, inicia-se a partida e movimentam-se as


peças conforme os números sorteados nas cartas de 1 a 6;

- Finalizar o jogo: a partida é encerrada na casa Check-up ou final do jogo,


obrigatoriamente após o mínimo de uma volta pelo tabuleiro, a depender do número
máximo de participantes. O primiero jogador a passar pela casa check-up pode pedir a
contagem das cartas. Encerrada a partida, é feita a contagem dos pontos das cartas.

4.3.1.1 As casas e as cartas

Em algumas casas o jogador recebe cartas e em outras ele deve seguir normas.

ANEXO A - DINÂMICA DO BALÃO DE AR

Objetivo: Conscientizar-se de que o crescimento grupal depende do esforço de cada


um.

Obs.: Não diga aos participantes o nome e objetivo desta dinâmica, esta dinâmica
também serve para as pessoas refletirem sobre como agem quando os outros começam a
se desmotivar e largar o que faziam

Tem se mostrado extremamente eficiente em dinâmicas de grupos e equipes, pois traz


uma metáfora muito forte, a idéia de não deixar os ânimos, motivação ou otimismo cair,
uma forma dinâmica e eficaz de levantar o astral de uma equipe e conseguir melhorar os
resultados e desempenho.Uma pessoa sozinha não consegue sustentar uma dezena de
balões no ar, puxados pela gravidade tentam chegar ao chão, mas um grupo ou equipe
de pessoas todas motivadas e empenhadas podem fazer com que os balões ou bexigas
estejam sempre elevados. Motivação e descontrações para equipes de trabalho e grupos
de pessoas.

Material: Uma bexiga ou balão de ar para cada participante

Desenvolvimento:

1_Distribua um balão para cada participante e dê a ordem de que deverão rebater as


bexigas sem deixá-las cair no chão.

2_ a) Vá aos poucos cochichando no ouvido de um por um para sair e ficar fora da sala
ou a um canto esperando o jogo acabar.

b)Conforme as pessoas vão saindo os que estão rebatendo deverão ir dobrando seus
esforços para rebater mais bexigas de maneira a que nenhuma fique ao chão. Estimule-
os dizendo: Vamos! Esforça-te! Não deixe cair! Estão caindo! Cuidado! Atenção!

c)Chegará um momento em que a maioria estará ou fora da sala ou a um canto apenas


observando e uns três ou quatro rebatendo as bexigas enquanto muitas bexigas estarão
pelo chão.
3_Faça uma roda e conversem. Deixe todos responderem, um de cada vez. Vá
memorizando as respostas, se quiser peça para alguém resumi-las por escrito. Estimule
todos a falar seja ele quem saiu ou quem permaneceu até o final.
Projeto Bullying

NESTA PÁGINA COLOCAREI TODOS OS PROJETOS QUE FIZ. ESTOU


REORGANIZANDO O BLOG.

Projeto: Eu não pratico


Bullying
Autora: Professora Deoclides Pereira de Carvalho
Data: Maio de 2011

Justificativa
Os estudos sobre o bullying aqui no Brasil começaram na década de
2000. Em outros países os estudos começaram na década de 70. É um
fenômeno mundial. O que antes era interpretado como brincadeiras
próprias da idade, hoje já se sabe que são atos repetitivos intencionais e
que na maioria dos casos suas vítimas levam essas consequencias pelo resto
de suas vidas. Preocupada com esta prática, e percebendo que em minha sala
de aula de 3º ano do Ensino Fundamental de 9 anos, estava acontecendo a
situação de bullying com uma criança que está acima do peso e ainda passa
por problemas na família., resolvi escrever este projeto, para trabalhar
especificamente ações que prejudicam o outro de forma intencional.
A criança mencionada estava demonstrando comportamento
solitário, em sala e no recreio, e não tendo vontade mais de freqüentar a
escola. Fizemos uma retrospectiva do nosso trabalho e não detectamos
motivo que envolvesse relação professora X aluno . A mãe da criança, como
conhece o nosso trabalho, nos procurou isoladamente para comunicar o fato.
A direção foi informada do que estava acontecendo e por decisão própria
resolvi trabalhar o bullying, por identificar após uma diagnose com a família.
Será desenvolvido todos os dias durante um mês com atividades
diferenciadas e após esse período o trabalho continuará sempre que for
necessário.
Quando iniciamos o trabalho, percebemos que mais crianças estavam
passando por outras situações de bullying, outras já haviam sido vítimas no
passado. Esse foi o gás que precisávamos para realizar o projeto com mais
aprofundamento no tema. Nossas crianças precisam sentir alegria e prazer
para ir à escola e ter a certeza que alguém se importa com elas e está
preocupada com a situação que vivenciam.
Objetivos
 Resgatar o prazer, destas crianças vítimas de bullying, de freqüentarem a
escola;
Dar segurança aos alunos para não se sentirem desamparados dentro do
ambiente escolar;
 Extinguir ações violentas no contexto escolar.

Estratégias
1- O conteúdo será estudado com vídeos e discussões sobre o assunto;
2- Pequenas produções de textos;
3- Construção de mini cartazes "Está proibido"
4- Estudo de um texto e conversas sobre o tema;
5- Estudo de Literatura semanal sobre preconceitos;
6- Produção de Mural

Aula 01
Incentivação
1- Assistir aos vídeos sobre Bullyng –
a- o martelo e a pedra - http://www.youtube.com/watch?v=_Lci-VFUcO4
b- Você sabe o que é Bullyng?
http://www.youtube.com/watch?v=aIjRTYa7UK0&playnext=1&list=PL4754F
24E20D1BC1C
2- Discutir os vídeos com as crianças e deixarem expressar-se sobre o que
viram;
3- Formular o conceito de Bullyng.
Bullyng

Como ocorre?
Com um conjunto de atitudes agressivas.
Tipos de agressões
Físicas: agressão ao corpo, batendo, empurrando, colocando o pé para o
outro cair, beliscões, tapas na cabeça, murros, pontapés, etc.

Psicológicas: através de zoações com apelidos pejorativos, difamações,


ameaças, perseguições, exclusões.

Características: atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem


motivação evidente em desigualdade de poder.

Onde pode acontecer?


Em qualquer ambiente onde haja interação de pessoas. E até mesmo na
internet, o ciberbullying.
Aula 02
Recortar as gravuras e colar na ordem no caderno, uma abaixo da outra e
escrever o que você observa em cada uma destas imagens.

Aula 03

Atividade 01
Cada criança deverá sugerir uma ação da qual não se deve fazer por ser
característica de Bullyng. O professor lista no quadro. Dentro das placas
de "Está proibido" (imagem abaixo) a criança deverá escrever a sua ação
sugerida ao meio e mais 02 ações sugeridas por outro colega, ao lado, mas
dentro da placa (daquelas listadas no quadro. O professor deve guardar
esta atividade, pois ao final do projeto , essas plaquinhas serão a moldura do
painel.
( Palavras que minha turma listou: bater, enforcar, xingar, brigar, chutar,
beliscar, esmurrar, humilhar, derrubar, colocar o pé para que o outro caia,
dar rasteira, morder, empurrar, ser violento, espancar, jogar papel no
colega, puxar cabelo, agredir, bater na cabeça do colega, apelidar, pisar no
pé, cuspir, fofocar, riscar o outro, difamar por e-mail, difamar por sms,
tirar foto, editar para postar na net)
Atividade 02
Escrever no caderno " Eu não devo praticar o Bullyng" e em seguida
Desenhar no caderno uma placa de "Está proibido" bem grande e listar
todas as ações descritas no quadro dentro da placa. Professor fique
atento: às vezes a criança acaba colocando ali o que ela sofre na escola ou
em casa.
Aula 04
Atividade 01
O professor retoma o assunto sobre Bullying fazendo uma recapitulação do
que já foi discutido e propõe à classe que expresse sua opinião dentro dos
cartõezinhos, dizendo porque não pratica Bullyng. (Guardar para colar no
mural).

Aula 05
Atividade 01- Leitura e reflexão sobre o texto Bullyng Escolar: O Outro
Lado da Escola

Bullyng Escolar: O Outro Lado da Escola


É comum encontrar entre os adultos uma quantidade considerável que
tráz consigo as marcas dos traumas que adquiriram nos bancos escolares.
São seqüelas que se evidenciam pelos prejuízos em aspectos essenciais à
realização na vida, como dificuldades de lidar com perdas, relações afetivas,
familiares e sociais, ou no desempenho profissional. Essas pessoas foram
submetidas às diversas formas de maus-tratos psicológicos, verbais, físicos,
morais, sexuais e materiais, através de zoações, apelidos pejorativos,
difamações, ameaças, perseguições, exclusões. Brincadeiras próprias da
idade? Não. Esses atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem
sem motivação evidente, em desigualdade de poder, caracterizam o bullying
escolar.
O bullying tem sido ao longo do tempo, motivo de traumas e
sofrimentos para muitos, sendo ignorado pela maioria das pessoas, por
acreditar tratar-se de "brincadeiras próprias da idade" ou ser necessário
ao amadurecimento do indivíduo, sem, contudo, considerar os danos
causados aos envolvidos.
Os estudos sobre o bullying escolar tiveram início na Suécia, na
década de 70 e na Noruega, na década de 80. Aos poucos, vem se
intensificando nas escolas dos mais diversos países, sendo possível
quantificá-lo em índices que variam de 5% a 35% de envolvimento. No Brasil,
os estudos são recentes, motivo pelo qual a maioria dos brasileiros
desconhece o tema, sua gravidade e abrangência. Pesquisas realizadas na
região de São José do Rio Preto, interior paulista, (FANTE, 2000/03) e no
município do Rio de Janeiro, (ABRAPIA, 2002), com o intuito de reconhecer
a incidência bullying, revelaram que, em média, 45% dos estudantes de
escolas públicas e privadas, estão envolvidos no fenômeno. Estudos
desenvolvidos pelo Instituto SM para a Educação, em cinco países (Espanha,
Argentina, México, Chile, Brasil), evidenciaram que o Brasil se tornou
campeão em bullying.
Sem termo equivalente na língua portuguesa, que expresse sua
abrangência e formas de ataques, o tema desperta crescente interesse e
preocupação entre os pais e profissionais das áreas de educação, saúde e
segurança pública, devido aos prejuízos emocionais causados e por seu poder
propagador capaz de envolver crianças nos primeiros anos de escolaridade.
O comportamento bullying pode ser identificado em qualquer faixa
etária e nível de escolaridade. Entre três e quatro anos, podemos perceber
tanto o comportamento abusivo, manipulador, dominador, quanto o passivo,
submisso e indefeso. Porém, a maior incidência está entre os alunos de 3ª a
8ª séries, período em que, progressivamente, os papéis dos protagonistas se
definem com maior clareza.
Estudos demonstraram que a média de idade de maior incidência
entre os agressores, situa-se na casa dos 13 a 14 anos, enquanto que as
vítimas possuem em média, 11 anos. Fato que vem a comprovar que os papéis
dos protagonistas e as formas de maus-tratos empregadas se intensificam,
conforme aumenta o grau de escolaridade.
Entre os adolescentes, uma prática que se torna comum, a cada dia, são os
ataques virtuais, denominado de cyberbullying. É caracterizado pelo uso de
ferramentas das modernas tecnologias de comunicação e de informação,
principalmente através de celulares e da internet. Fofocas, difamações,
fotografias montadas e divulgadas em sites e no orkut, seguidas de
comentários racistas e sexistas, e-mails ameaçadores, uma verdadeira rede
de intrigas, que envolve alunos e professores.
Geralmente, os ataques são produzidos por um grupo de agressores,
reduzindo as possibilidades de defesa das vítimas. As estratégias de
ataques, normalmente, são ardilosas e sutis, expondo as vítimas ao medo, à
humilhação e ao constrangimento público. Os agressores se valem de sua
força física ou psicológica, além da sua popularidade para dominar, subjugar
e colocar sob pressão, o "bode expiatório". Entretanto, torna-se evidente
entre eles a insegurança, a necessidade de chamar a atenção para si, de
pertencer a um grupo, de dominar, associado à inabilidade de expressar
seus sentimentos e emoções. Por isso, a escolha das vítimas, privilegia
aquelas que não dispõe de habilidades de defesa.
Com o tempo, as vítimas se sentem solitárias, incompreendidas e
excluídas de um contexto que prima pela inclusão de todos. As
conseqüências do bullying incidem no processo de socialização e de
aprendizagem, bem como na saúde física e emocional, especialmente das
vítimas, que se isolam dos demais, carregando consigo uma série de
sentimentos negativos que comprometem a estruturação da personalidade e
da auto-estima, além da incerteza de estarem em um ambiente educativo
seguro, onde possam se desenvolver plenamente. Em casos extremos,
algumas vítimas executam seus planos de vingança, seguidos de suicídio.
Nos Estados Unidos, pelo menos 37 tiroteios ocorridos em escolas
foram atribuídos ao bullying. O massacre de Columbine é um exemplo de
como a vítima pode se transformar em agressor. Na pacata cidade de Taiuva
(SP), após anos de ridicularizações, um jovem entra armado na escola, atira
contra 50 estudantes e dá cabo à existência. Em Remanso (BA), um
adolescente mata seu agressor principal, um garoto de 13 anos e a
secretária do curso de informática.. Em Petrolina (PE), uma adolescente e
seu colega asfixiam uma garota de 13 anos, por ser alvo de apelidos
pejorativos.
O bullying é um fenômeno psicossocial expansivo, por isso considerado
epidêmico, comprometedor do pleno desenvolvimento do indivíduo, por suas
conseqüências psicológicas, emocionais, sociais e cognitivas, que se
estendem para além do período acadêmico.
Dentre as causas desse tipo de comportamento podemos citar os
modelos educativos introjetados na primeira infância. O tipo de experiência
vivenciada pela criança no ambiente familiar, poderá predispô-la a tornar-se
uma protagonista do fenômeno. Para o seu pleno desenvolvimento a criança
necessita sentir-se amada, valorizada, aceita, incentivada à auto-expressão
e ao diálogo, principalmente na adolescência, porém a noção de limites
precisa ser estabelecida com firmeza e com coerência.
No entanto, quando no ambiente familiar há o predomínio de
superproteção, modelo que inibe o desenvolvimento da capacidade de
autonomia, de tomada de decisões, de exploração do ambiente e de defesa;
ou o perfeccionismo, com alto nível de exigências e cobranças, mais do que
elogios; ou a ambivalência, onde constantemente ocorre oscilação do humor,
gerando muita insegurança pessoal; ou autoritarismo, com práticas
educativas que se valem de agressões verbais, morais, psicológicas ou
físicas; esses ingredientes psíquicos isolados ou somados, favorecem o
envolvimento da criança em comportamentos bullying logo no início de sua
experiência de socialização educacional.
São cinco os papéis que caracterizam este fenômeno: vítimas típicas,
vítimas provocadoras, vítimas agressoras, agressores e espectadores.
Algumas constatações entre os envolvidos: é comum que quem sofreu alguma
das formas de ataque reproduza os maus-tratos sofridos; os tipos de
conseqüências são abrangentes, de acordo com as características de cada
indivíduo e das características psicodinâmicas de sua família; as vítimas
encontram dificuldade de buscar ajuda e quando buscam sentem dificuldade
de serem compreendidas, além do temor em relação à resposta dos pais, ou
de que a sua denúncia agrave ainda mais o seu problema.
Dessa forma, estamos diante de um grande desafio. As dimensões
identificadas do problema, nos remetem a olharmos para a lacuna que se
evidencia na convivência familiar e escolar, pois é notório entre os alunos a
carência afetiva e a ausência de modelos humanistas que lhes sirvam de
referencial. Por isso, é necessário que as instituições de ensino invistam em
conscientizar seus profissionais, pais e alunos sobre a relevância desse tema
e desenvolvam estratégias preventivas, em parcerias com os diversos
segmentos sociais, visando educar para a paz. E que a prática da
solidariedade, cooperação, tolerância, empatia, respeito às diferenças e
compaixão caracterizem a atitude de amor das instituições de ensino e da
família, em busca da construção da paz.
Cleo Fante. Graduada em História e Pedagogia. Pós-graduada em Didática do
Ensino Superior. Doutoranda em Ciências da Educação. Pesquisadora
pioneira no Brasil, sobre o Bullying Escolar. Autora do livro Fenômeno
Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz (Verus
Editora). Autora do programa antibullying "Educar para a Paz". Diretora
Geral do Cemeobes (Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre
o Bullying Escolar). Conferencista.
Texto retirado do site
http://www.udemo.org.br/RevistaPP_04_06Bullyng.htm

Aula 06
Atividades Escritas
Ordem alfabética e produção de frases.
Aula 07 (trabalhar durante a semana)

Atividade 01
Livro : Não me chame de gorducha, Editora Ática, Autora Bárbara Philips
Leitura pelo professor e reconto escrito pelos alunos.
Atividade 02
No outro dia recordar a história com a classe e voltar a questão das
zoações e dos apelidos e questionar se eles recebessem um apelido que não
gostassem o que fariam? Conscientizá-los que estas questões tem que ser
falada com seus pais, para que estes converssem com a direção e professor.
Nunca tentar resolver com violência.
Aula 08- (trabalhar durante a semana)
Atividade 01
Livro: Lúcia já vou indo, Editora Ática, Autora Maria Heloísa Penteado.
Atividade 01 - Leitura pelo professor e reconto oral
Atividade 02 - Registro do recontro coletivamente

Aula 09- (trabalhar durante a semana)


Livro: Samira debocha do novo aluno, Editora Ática, Autora Christian
Lamblin
Atividade 01 - Leitura do livro e discussão oral do conteúdo
Atividade 02 - Ilustração em grupo, utilizando papel pardo.
Aula 10
Atividade 01 - Leitura do livro Rufina-
Atividade 02 - Contar e dramatizar a história com a classe.

Aula 11
Atividade 01- Montagem do Painel – Esboço
Aula 12
Atividade 01 - Avaliação do Projeto com as crianças

O professor disponibiliza uma folha de papel pardo onde todos vão poder
escrever uma palavra ou frase que simbolize sua avaliação quanto ao projeto
desenvolvido e deixar sua assinatura.

Bom trabalho!
Se você foi ainda mais criativa e fez adaptações neste projeto, envie-me
para que eu faça a inclusão de suas idéias. E se for utilizar em sua escola,
não se esqueça de mencionar o este blog: queroensinar.blogspot.com
PROJETO ANTI BULLYING

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE


PREFEITURA MUNICIPAL DE CURRAIS NOVOS
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA
ESCOLA MUNICIPAL “PROFESSOR FRANCISCO ROSA”

PROJETO
Anti bullying
SEMANA DO BULLYING

CURRAIS NOVOS – RN
AGOSTO/2011
APRESENTAÇÃO

Uma série de atividades ao longo da semana do bullyng que


acontecerá no período de 12 a 16 de setembro de 2011 a Combate ao
Bullying Escolar, cuja abertura será realizada na manhã da segunda-feira,
na escola às 8h.
As ações fazem parte da implantação da lei nº 1.501/10, que
determina a realização de atividades no âmbito escolar, voltadas à
prevenção de alterações posturais em crianças e adolescentes na escola ou
em seus cotidianos.
As atividades sobre o tema contarão com a participação da gestora,
coordenação pedagógica, professores e funcionários da escola. Este
trabalho tem como objetivo conscientizar os alunos sobre o mal que o
Bullying pode causar nas pessoas e evitar casos futuros.
Através do projeto Anti-BullyIing, a escola desenvolverá ações, para
garantir um ambiente escolar saudável, onde haja respeito mútuo e que
todos possam ter o direito a uma educação de qualidade assegurada.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

 Este projeto visa à valorização do ser humano, resgatando a importância


das virtudes, como tendência para o bem, que devem ser ensinadas e
partilhadas, levando à sensibilização enquanto cidadão e cidadã.

 Sensibilizar os alunos em relação à importância da boa convivência para


criar um ambiente agradável na sala de aula.

 Desenvolver reflexões sobre ações corriqueiras. Reconhecer que, vivemos


em comunidades e a boa educação e boas maneiras fazem parte da nossa
convivência.

 Melhorar a disciplina na sala criando regras de convivência e dinâmicas


para perceberem algumas atitudes que causam a indisciplina.

 Motivá-los para entenderem que a prática da leitura faz parte da construção


do conhecimento de um cidadão e com o conhecimento é mais difícil de
ser manipulados.

 Reconhecer situações de bullying presente no ambiente escolar e em casa.

 Combater o bullying nas relações familiares.


DESENVOLVIMENTO

SEMANA DE SENSIBILIZAÇÃO SOBRE O BULLYING

Primeiro dia
 Abertura da semana
 Cartaz com o tema nas portas das salas de aula.
 Arrumar o mural da escola com o tema.
 Cerimonial de abertura.
 Atividade a serem desenvolvida nas salas de aula.
Tema :Bullying
Visa a incentivar a escola a diagnosticar e implantar ações de redução
ao comportamento agressivo, intimidante e discriminatório, causador de
desequilíbrio na relação de poder entre os estudantes. Busca despertar a
escola, família e sociedade para a existência desse problema e suas
conseqüências, objetivando atender ao direito de toda criança e adolescente
em desenvolver-se em um ambiente seguro e salutar, gerando cidadãos
solidários, justos e respeitadores da pessoa humana e de suas diferenças.
Segundo dia
TEMA : Como posso ser melhor enquanto cidadão
Perceber a importância do outro na nossa vida, aceitar as diferenças,
respeitar os colegas, desenvolver atitudes de solidariedade, respeitar e
ajudar os idosos, os portadores de necessidades especiais, as crianças de
outras raças e culturas.
Terceiro dia
TEMA: Tudo posso se eu acreditar
Mostrar aos educandos que eles são seres únicos e repletos de
capacidades, precisam acreditar mais em si, pois tudo podemos quando
acreditamos e lutamos para aquele sonho ou objetivo ser alcançado.
Quarto dia
Filme: Mãos Talentosas
Público: professores
Tema: Práticas de bullying nas famílias
Público: pais ou responsáveis
Quinto dia
Caminhada anti bullying
Horário de saída: 16 e 30h
Apresentações culturais
Encerramento na praça

PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS
 Textos, poesias, mensagens, fábulas.
 Criação do Estatuto da Sala (com regras e multas)
 Discussão sobre as necessidades básicas do homem . comportamento,
respeito e convivência
 Debate sobre bullying e palestra com profissionais capacitados
 Produção de texto
 Relatório e ilustração
 Dramatização (sobre bullying)
 Redigir folder sobre o assunto
 Confecção de livro
 Dinâmicas
 Entrevistas
 Amigo Anjo, correio elegante.
 Exploração de cartazes, figuras e mensagens.
 Filmes

ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS DURANTE O ANO

OUTUBRO

RESPEITO, AMIZADE E FELICIDADE

Cada aluno recebeu frases para comentar e exemplificar com o intuito


de repensar e retomar suas atitudes e perceber que pequenas atitudes fazem
a diferença.
Aos alunos foi feita a leitura do texto: “Problemas do mundo” e,
reunidos por turma com seu professor, registraram em uma “Ata de
compromisso” o que cada um pode fazer para consertar espaços e condutas
inadequadas na escola.
Semana de jogos, exposição " Alegria: Cor, Arte e Poesia".
NOVEMBRO
CIDADANIA
Cada turma determina uma ação que reflita sobre um ponto crítico da
escola, bairro ou cidade, de forma que, sejam feitas, doações, visitas às
famílias, divulgação de campanhas, abaixo-assinados reivindicando
melhorias...
DEZEMBRO
CONFRATERNIZAÇÃO: Amigo secreto
RECURSOS
 Humanos  Livros
 TV  Filmes
 Data show  DVD
 Pen drive  Regimento escolar
 Apostilas  Papel
 Pincel atômico  Mural
 CD  Mapas
 Material reciclável  Internet

AVALIAÇÃO
Após cada tema, e na segunda quinzena de cada mês haverá um
debate para ver o que os alunos aprenderam o que mudou o que poderá
mudar. Depois do debate cada aluno poderá ver suas progressões com o
professor de cada turma no seu relatório sua ficha de desempenho. Durante
o mês o professor observará o desempenho de cada um, bem como anotará
as dúvidas, críticas, sugestões e dificuldades, com isto será possível rever o
projeto e corrigir possíveis desvios. Os alunos também serão avaliados nas
atividades propostas (pesquisas, debates, campanhas, excursões, produções
de texto, etc.). Portanto, a avaliação será composta de observação, análise
das atividades práticas e auto avaliação.

CULMINÂNCIA

Ao termino do ano haverá uma festa com exposição do material


coletado, fotos, e todo material produzido durante o projeto. Bem como
uma sessão de apresentações culturais envolvendo os temas abordados no
projeto.
Haverá também a postagem no blog da escola e publicação do
relatório do projeto em site da Secretaria Municipal de Educação.

REFERÊNCIA BIBLIOGRAFIA

www.observatoriodainfancia.com.br
Bullying:cartilha 2010- Justiça nas escolas. Disponível em:
http://www.cnj.jus.br/images/Justica_nas_escolas/cartilha_web.pdf
bullying não é brincadeira-Portal do professor.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=2147
APELIDOS EM SALA DE AULA: INTERFEREM NAS RELAÇÕES?

 Compartilhar por E-mail




 Compartailhar no Orkut

09/12/2010

Autor e Coautor(es)

Autor: Gláucia Costa Abdala Diniz

UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA


Coautor(es):

Fátima Rezende Naves Dias, Liliane dos Guimarães Alvim Nunes, Lucianna Ribeiro de Lima

Estrutura Curricular

Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema

Ensino Fundamental Inicial Ética Solidariedade

Ensino Fundamental Inicial Ética Diálogo

Ensino Fundamental Inicial Ética Respeito mútuo

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula

1. Compreender que determinados apelidos podem prejudicar o aprendizado e o


convívio grupal.

2. Conhecer e analisar depoimentos de crianças e jovens que receberam apelidos


pejorativos, identificando os sentimentos e reações destas pessoas.

3. Listar e compartilhar apelidos que ofendem e causam constrangimento em sala de


aula, verbalizando os sentimentos relacionados a eles.
4. Estabelecer e discutir, de forma conjunta, regras relativas ao uso de apelidos no
contexto escolar.

Duração das atividades


Três aulas de 50 minutos.

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

É facilitador para o desenvolvimento da aula que os alunos conheçam o significado do


termo bullying e que tenham conhecimentos básicos de leitura, interpretação e escrita.

Estratégias e recursos da aula

Atividade 1:

Ouvindo história e refletindo...

Para dar início à aula, convide os alunos para ouvir a história “O apelido de Mariana”,
de Cristina Von, que deverá ser lida em voz alta pelo professor.

Sinopse do livro:
Mariana, a Coelha, Giovana, a Cara de Pizza, Antônio, Pintor de Rodapé... Apelidos são
sempre divertidos para quem os inventa. Mas serão também divertidos para quem
recebe o apelido? Veja, neste livro, como Mariana lidou com esta situação.

Referência bibliográfica: VON, Cristina. O Apelido de Mariana. São Paulo: Callis,


2003. Coleção Moral da História.

Após a leitura da história, abra espaço aos alunos para que comentem sobre o que
sentiram e acharam da história e da forma como Mariana lidou com a situação
relacionada aos apelidos.

Em seguida, pergunte à turma: Vocês acham que apelidos são sempre divertidos para
quem os inventa? E para quem recebe o apelido? Será que sempre o apelido que a
gente não gosta é o que “pega”? Por que isto acontece? Há apelidos que são usados
como forma de carinho, amizade? Quais são eles? E quais apelidos podem gerar
mágoas, desconforto, discriminação, inimizade? Este tipo de apelido pode
interferir na aprendizagem e no convívio com os outros? Por quê? Na escola, vocês
costumam dar apelidos aos outros? E também recebem apelidos? Quando vocês
recebem um apelido de que não gostam, o que costumam fazer? Vocês avaliam que
os apelidos utilizados em sala de aula têm prejudicado o relacionamento da turma?

Professor, este momento é uma rica oportunidade para incentivar a turma a refletir sobre
a necessidade de considerar o ponto de vista do outro, de forma ética e respeitosa, pois
determinados apelidos podem agradar alguns e desagradar outros, podendo prejudicar o
aprendizado e o convívio grupal.

Atividade 2:

Ampliando a reflexão: apelidos para o bem e para o mal?

Para a realização desta atividade, poderão contar com o professor de Língua Portuguesa,
a fim de colaborar com a leitura, interpretação, discussão e sínteses referentes aos dois
textos que tratam do tema proposto.

Peça à turma que se organize em 4 grupos, para que leiam, discutam e registrem
aspectos que consideram mais significativos em relação ao texto lido. Assim, entregue
uma cópia do texto 1 para dois grupos e distribua uma cópia do texto 2 para os demais
grupos.

Sugestão de textos (com adaptações feitas a partir das fontes originais):

Texto 1

PEDRINHA

Rosa Aparecida dos Santos Ferreira


Fonte: http://www.aprendendojapones.com/wp-content/uploads/2007/11/tartaruga.jpg

Oi! Meu nome é Mariana, mas prefiro ser chamada de Nina. Estudo em uma escola que
fica aqui no meu bairro. A maioria dos meus amigos mora e estuda aqui também. Não
quero dizer que somos todos iguais; pelo contrário, existem crianças bem diferentes e
isso, às vezes, causa tanta confusão...

Um dia, na hora do recreio, eu estava com meus amigos brincando de bola queimada e
um menino quis brincar com a gente, mas todo mundo foi contra. Disseram que ele era
gordo demais para brincar de bola. Também já fizeram piadas maldosas com um
menino magrinho e com um baixinho de óculos. Bem, todo mundo é diferente. Mas,
acho que quando uma criança é diferente da maioria, em alguma coisa, ela sofre muito
na escola. Você acha isto justo? Eu não. Fiquei muito triste com este assunto.

Quando cheguei em casa, nem quis almoçar. Fui para uma praça que fica perto da
minha casa. Lá encontrei a tartaruga Pedrinha.

Ela cochilava escondida em um canteiro de flores. Pedrinha se assustou quando eu


coloquei a mão no canteiro e, irritada, me perguntou:

- Você tem um bom motivo para ter me acordado? O que aconteceu?

Respondi logo:

- Nada não, me desculpe.

- Já que me acordou me diga o motivo dessa tristeza. Não suporto ver ninguém triste.

Contei a ela, então, tudo o que aconteceu e o que eu tinha pensando sobre o assunto. Ela
me ouviu calada, como se estivesse relembrando alguma coisa. Olhou para mim e
começou a contar sua história.

Há algum tempo atrás, eu também era muito triste e solitária. Sempre admirei os
pássaros com suas lindas plumagens e seu vôo tão gracioso no céu. Invejava os pelos
macios dos coelhos, a agilidade dos gatos, a esperteza e o belo porte dos cães. Mas,
quando eu queria brincar com eles, sempre davam um jeito de me deixar de fora da
brincadeira. Todos zombavam de mim. Me chamavam de lerda, cascuda, preguiçosa e
de outros apelidos horríveis. Acontece que eu podia me esconder de todos eles, mas não
de mim mesma. No fundo, eu era a mais malvada comigo, pois me deixava ser
maltratada por outros. Sentia-me feia, incapaz, indesejada e inútil mesmo.

Um dia, nesta mesma praça, estavam todos aqui brincando e, eu como sempre, fiquei
olhando de longe. Foi quando começou a chover tão rápido que não deu tempo de
ninguém escapar. Todos ficaram encharcados dos pés à cabeça. Quer dizer, todos,
menos eu, que estava quentinha e bem protegida. Aquele casco duro e escuro, do qual
todos caçoavam me protegia de tudo, como se fosse uma sombrinha – percebi que ele
fazia parte de mim e estaria comigo onde quer que eu andasse.

A partir desse dia, me senti mais segura, pois meu casco tinha uma boa razão para
existir. Quanto à minha lerdeza, não posso nem quero mudar meu jeito de ser. Os outros
é que devem me aceitar como sou!

Voltei para casa menos triste depois de ter conversado com a Pedrinha, mas depois
pensei que nem sempre as pessoas conseguem se aceitar assim. E tem mais: não vou
dizer que não devemos nos aceitar e também aos outros, mas será que quando aceitamos
o nosso jeito, conseguimos mudá-lo para sermos melhor ou vamos sempre achar que
está bom sermos assim como somos?

Referência bibliográfica: OLIVEIRA, Paula Ramos de. Um mundo de histórias –


textos para começar a filosofar. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004, p. 55-58 (Texto na
íntegra).

Texto 2

APELIDOS PARA O BEM OU PARA O MAL

Elizangela Wroniski

Colocar apelidos nas pessoas é uma mania nacional e quase ninguém escapa de ter um,
nem que seja o diminutivo do próprio nome. Nenhum outro país usa tanto os apelidos
para batizar seus craques do esporte. Este costume pode refletir carinho e amizade, mas
também gerar mágoas, desconforto e inimizade. Na escola interfere na aprendizagem e
no convívio com os colegas.

É quase impossível encontrar alguém que não tenha nenhum apelido. Quando a criança
ganha um nome comprido, os familiares tratam logo de abreviá-lo. Gustavo vira Guto e
Maria Eduarda, Duda. Além de facilitar a pronúncia do nome, de um modo geral, as
famílias acham mais carinhoso chamar a criança pelo apelido.

Mas a substituição do nome também nasce de outras maneiras e fora do convívio


familiar. É comum surgirem apelidos na escola e no ambiente de trabalho. Há os
apelidos que demonstram carinho, mas há os pejorativos, como por exemplo, “marcha
lenta”. Eles acabam criando um clima ruim entre colegas e podem até afetar o
rendimento escolar. Geralmente, estão relacionados a alguma característica física,
comportamental ou a algum fato que tenha ocorrido durante a aula, na hora do recreio
ou em outras situações sociais.
As chances de desagradar quem recebe o apelido é muito grande. O psicólogo e diretor
do Colégio Martinus, Marcos Meier, diz que na instituição devem ser utilizados apenas
apelidos considerados carinhosos por parte de quem os recebe, como a abreviatura do
nome Daniela para Dani. Outros que retratam características físicas, como “bocão”,
devem ser evitados.

O diretor diz que a melhor maneira de se livrar do apelido é falar diretamente com o
colega que inventou o nome e explicar que não gostou. Mas se isto não resolver, deve
procurar ajuda de um professor ou pedagogo. O docente deve ter muito cuidado e
resolver tudo numa conversa particular com os alunos, procurando não fazer alarde para
que a situação não se torne constrangedora.

Atitudes também devem ser tomadas mesmo quando o aluno fala que não liga ou que
não fica chateado com o apelido. A primeira atitude da criança é se isolar no recreio e
da turma. Começa a se atrasar para sair de casa porque sabe que se chegar na escola e o
professor já estiver na sala, não ouvirá gracinhas. Depois a criança começa a faltar às
aulas e isto começa a afetar o seu rendimento e prejudicar o círculo de amizades.

Geralmente na escola não há uma política específica para combater apelidos pejorativos.
Mas, a instituição deve ter princípios éticos, sendo que um deles é o de promover o
respeito entre as pessoas e, portanto, a criação de um nome desagradável para alguém
fere este princípio.

Fonte: http://www.parana-online.com.br/editoria/mundo/news/214859/ (Texto na


íntegra)

Em seguida, cada grupo deverá socializar as discussões realizadas e os aspectos


registrados em relação ao texto lido.

Na sequência, pergunte aos alunos: O que estes textos têm em comum? Qual o tema
central abordado pelos autores?

Sugestão de outras perguntas a serem feitas em relação aos textos:

Texto 1:

Vocês se identificam mais com a tartaruga Pedrinha ou com os outros animais que
zombavam dela? Se vocês fossem a Pedrinha, o que fariam? O que falariam para os
outros animais?Vocês já vivenciaram situações parecidas com a de Pedrinha? Vocês
concordam com a tartaruga quando ela diz que era a mais malvada consigo mesma, pois
se deixava ser maltratada por outros? Por quê? Vocês também já se sentiram assim? O
que fizeram? Vocês consideram importante nos aceitarmos como somos e também
respeitar os outros como eles são? Mesmo tendo respeito para consigo mesmo e para
com os outros, é importante refletir sobre o nosso jeito de ser a fim de nos tornarmos
pessoas melhores a cada dia?

Texto 2:

Vocês concordam com o autor que há apelidos para o bem e para o mal? Qual tipo de
apelidos vocês acham que predomina no contexto escolar? Quais são os exemplos
apresentados pelo autor para justificar que apelidos podem prejudicar as relações entre
os alunos e o rendimento escolar? Vocês concordam com ele? Por quê? Vocês
acrescentariam outros exemplos? Quais foram as sugestões apresentadas pelo diretor,
para evitar apelidos pejorativos na escola? Vocês concordam com estas sugestões?
Vocês sugerem outras? Quais?

Por fim, proponha a produção coletiva de um texto sobre o tema, com base nas leituras
e discussões realizadas, podendo ampliar com outros aspectos referentes ao tema, com
exemplos vividos por eles ou citados nos textos lidos e sugestões de como evitar
apelidos na escola. Este texto poderá ser afixado na sala de aula e nos murais da escola.

Atividade 3:

Apelidos sempre incomodam?

Inicie a atividade, exibindo o vídeo sobre a reportagem feita na cidade de Itabaiana,


intitulado “Apelidos em Itabaiana”, disponível no link
http://www.youtube.com/watch?v=JagWDh4g4c4&feature=related

Após a exibição do vídeo, incentive os alunos a fazer comentários relativos ao que


viram e ouviram em relação à reportagem. Enriqueça o debate, questionando: Mesmo
em uma cidade em que a maioria das pessoas tem apelidos, será que todos gostam
dos apelidos que recebem? Há pessoas que parecem se incomodar com os apelidos
e outras não? Como vocês imaginam que as pessoas lidam com os apelidos no dia a
dia? Professor, destaque também a fala da professora referente aos apelidos na escola
que, segundo ela, podem gerar confusão, mesmo sendo uma tradição familiar valorizada
na cidade.

Prosseguindo com a discussão, apresente uma situação relativa ao uso de apelidos


ocorrida com os personagens Cebolinha e Mônica, intitulada "Novo Plano", acessando
o link
http://www.maquinadequadrinhos.com.br/HistoriaVisualizar.aspx?idHistoria=22462&p
agina=2# (para ampliar a imagem, clicar em um quadrinho de cada vez):
Com base na situação apresentada, problematize: O pedido de desculpas do Cebolinha
foi "verdadeiro" ou apenas uma estratégia utilizada por ele para continuar
chamando a Mônica por apelidos? O que vocês acham da atitude do Cebolinha?
Em relação a colegas, assim como o Cebolinha, vocês já utilizaram estratégias
parecidas com as dele? Estas estratégias podem facilitar ou dificultar o
relacionamento? Vocês consideram que a Mônica se sente incomodada pelos
apelidos colocados pelo Cebolinha? Por quê?

Depoimentos de alunos...

Agora, vamos conhecer depoimentos de crianças e jovens que receberam apelidos


pejorativos no contexto escolar.

Solicite aos alunos que analisem criticamente estes depoimentos, identificando os


sentimentos e reações destas pessoas, de forma coletiva.

Sugestão de depoimentos (adaptados dos links indicados abaixo):

Depoimento 1:

“Em 2005, João, 10 anos, ganhou um apelido tão constrangedor que nem consegue
dizer qual era. Diz só que as formas mais "carinhosas" pelas quais os colegas o
chamavam eram ‘mariposa’ ou ‘quatro-olhos’. Ruivo e de óculos, foi isolado e ninguém
mais o convidava nem para festas. ‘Tinha gente que me falava que estava convidando a
classe toda menos eu. Saía da escola chorando’. O colégio percebeu o problema e
começou a falar sobre bullying com toda a turma. Em poucos meses, a mudança foi
perceptível. ‘Hoje ninguém mais me dá apelidos estúpidos e tenho amigos. Todos
perceberam como é ruim tirar sarro’, diz ele. Seu colega Francisco, 11 anos, concorda:
‘Às vezes a gente dá um apelido e não percebe que machuca".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18676.shtml

(Professor, se necessário, retome com os alunos o que entendem por bullying,


esclarecendo que em muitas situações, os apelidos pejorativos são considerados uma
forma de bullying, quando são utilizados para humilhar o outro. Para enriquecer esta
discussão, você poderá ler o texto disponível no link
http://www.brasilescola.com/sociologia/bullying.htm ).

Depoimento 2:
“Purga, na verdade Luciane, carrega o apelido desde o 4.ª ano. Ela conta que era
magricela, tinha o cabelo curtinho e era bem bronzeada. Os amigos acharam que ela
lembrava uma pulga e não perderam tempo, logo trocaram o nome. Ela diz que ficava
chateada com os amigos e pedia que parassem de falar, mas quanto mais dizia que não
gostava, mais e mais o nome pegava”.

Depoimento 3:

“A ‘Mandioca’, Amanda, diz que a brincadeira começou na escola, sendo uma


brincadeira com as letras do nome. Ela também não gostava da ideia no início, mas
preferiu não dar bola para não dar mais corda à situação. Segundo ela, não ficou
chateada porque o apelido foi dado pelos amigos e só eles a chamavam assim”.

Fonte: http://www.parana-online.com.br/editoria/mundo/news/214859/ (depoimentos 2


e 3)

Prosseguindo, peça aos alunos que listem e compartilhem apelidos utilizados por eles
em sala de aula, que ofendem e causam constrangimento, verbalizando os sentimentos
relacionados a estes apelidos. Professor, neste momento, além de expressar sobre os
apelidos que não gostam, que incomodam, incentive-os também a falar sobre os
apelidos que recebem e que gostam, diferenciando uns dos outros.

Dando continuidade, solicite à turma que estabeleça e discuta, de forma conjunta, regras
relativas ao uso de apelidos na sala de aula e em outros espaços da escola, que sejam
válidas tanto para os alunos como para os professores, a fim de favorecer o aprendizado
e o convívio grupal. Estas regras deverão ser registradas em um cartaz a ser exposto em
sala de aula, para ser retomado sempre que necessário. Neste momento é importante a
participação de professores das diversas áreas de conhecimento que ministram aulas
para a turma.

Alunos e professores poderão divulgar para outras turmas o trabalho realizado sobre o
tema, com o objetivo de estender esta discussão para toda a comunidade escolar, uma
vez que o uso de apelidos é uma questão presente no cotidiano da escola e que merece
ser debatida por todos de forma crítica, reflexiva e ética.

Recursos Complementares

Professor, para seu conhecimento, sugerimos a leitura dos textos que estão disponíveis
nos seguintes links:

http://www.educador.brasilescola.com/comportamento/apelidos-na-escola.htm
Apelidos na escola

http://www2.uol.com.br/vyaestelar/apelido_escola.htm Como contornar o apelido


na escola

http://veja.abril.com.br/080206/p_098.html Como ajudar na rotina escolar


(entrevista e depoimentos de pessoas famosas/artistas sobre apelidos recebidos na
escola)
Sugerimos também alguns livros de história para serem utilizados com os alunos:

SOUZA, Gláucia. Catirina e a piscina. São Paulo: FTD. Coleção: Série Isto e
Aquilo (Essa é a história de Catirina, de 13 anos que ganhou vários apelidos na escola:
margarina, creolina, gelatina, e o seu preferido, piscina. Piscina? Sim esse era o pelido
que ela mais gostava. E a piscina passa a ser usada como uma metáfora dos sonhos e da
vida da menina, pela autora. História que encanta pela delicadeza e criatividade).

OTERO, REGINA; RENNÓ, REGINA. Apelido não tem cola. Editora do Brasil
(Descobrir que os apelidos às vezes causam tristeza é o objetivo desta história).

Autoras brincam com nomes, apelidos e sobrenomes em livro infantil. Informações


disponíveis no link http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/803138-autoras-brincam-
com-nomes-apelidos-e-sobrenomes-em-livro-infantil.shtml

Avaliação

A avaliação deverá ser contínua, processual e diagnóstica durante todo o


desenvolvimento da aula: acompanhar e avaliar os alunos nas diferentes etapas do
processo de aprendizagem, compreender as estratégias utilizadas por eles na construção
do conhecimento e organizar formas de intervenção adequadas às reais necessidades dos
alunos e que possibilitem avanços cognitivos.

Autoavaliação dos alunos (oral ou por escrito): Participação individual e grupal nos
diferentes momentos da aula propostos pelo professor.

Avaliação dos alunos pelo professor: Respeito aos momentos de fala e de escuta e às
opiniões dos colegas. Envolvimento e participação dos alunos nas atividades propostas.
Avaliar se os alunos conseguiram: compreender que determinados apelidos podem
prejudicar o aprendizado e o convívio grupal; ler, interpretar e sintetizar diferentes
textos sobre o tema; produzir texto de forma criativa e coerente; analisar depoimentos
de crianças e jovens que receberam apelidos pejorativos, identificando os sentimentos e
reações destas pessoas; listar e compartilhar apelidos que ofendem e causam
constrangimento em sala de aula; estabelecer, de forma conjunta, regras relativas ao uso
de apelidos na sala de aula e em outros espaços da escola; socializar o trabalho realizado
sobre o tema com outras turmas da escola.
Podemos atribuir características universais ao belo e ao feio? – UCA

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 Compartailhar no Orkut

12/10/2011

Autor e Coautor(es)

Autor: RONES AURELIANO DE SOUSA

UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA


Coautor(es):

Denize D. Campos Rizzotto, Aline Cantalogo, Kellen Cristina Costa Alves Bernardeli, Laís de Castro Agranito.

Estrutura Curricular

Modalidade / Nível de Componente


Tema
Ensino Curricular

Ensino Fundamental Arte Visual: Apreciação significativa em arte


Artes
Inicial visual

Ensino Fundamental
Matemática Grandezas e medidas
Inicial

Ensino Fundamental Arte Visual: Produção do aluno em arte


Artes
Inicial visual

Ensino Fundamental
Alfabetização Papel da interação entre alunos
Inicial

Ensino Fundamental Arte Visual: Arte visual como produção


Artes
Inicial cultural e histórica
Ensino Fundamental
Língua Portuguesa Língua oral: valores, normas e atitudes
Inicial

Ensino Fundamental
Ética Respeito mútuo
Inicial

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula

 Compreender noções básicas de Estética – bonito x feio;

 Reconhecer que não podemos atribuir características universais ao belo e ao feio;

 Perceber que existem gostos diferenciados;

 Reconhecer que devemos respeitar os gostos e preferências das pessoas;

 Evitar o bullying (atitudes agressivas, físicas e psicológicas, contra os colegas);

 Reconhecer que nem sempre o belo está ligado ao bom e nem sempre o feio está
ligado ao ruim.

Duração das atividades


Aproximadamente 240 minutos – quatro (4) aulas de 60 minutos cada.

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

É importante que os alunos tenham desenvolvido noções sobre a utilização de recursos


do Classmate como: navegar com o Mozilla Firefox e processador de textos.

Estratégias e recursos da aula

Para a realização de algumas atividades, o professor vai contar com o auxílio do laptop
do projeto "Um Computador por Aluno" (UCA) conectado à internet.
Imagens disponíveis em: ucamgpucmg.blogspot.com/2010_03_01_archive.html

Esta aula está dividida em quatro (4) momentos e tem uma proposta interdisciplinar,
pois dialoga com diferentes áreas do conhecimento: Língua Portuguesa, Alfabetização,
Matemática, Artes e Ética. Você poderá utilizar as diversas formas de linguagem como;
a oral, escrita e visual, bem como na construção de narrativas para desenvolver os
textos.

Após essa aula, o aluno poderá compreender o significado do conhecido ditado popular:
“Quem ama o feio, bonito lhe parece”.

1° Momento: aproximadamente 60 min.

O QUE É ESTÉTICA?

Professor, organize os alunos em uma roda de conversa e faça uma rápida introdução
sobre o conceito de Estética. Maiores detalhes no item Recursos Complementares.
Estética é um termo originário do grego e significa percepção, sensação. É um ramo da
Filosofia que tem por objeto o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte.
Ela estuda o julgamento e a percepção do que é considerado belo e a produção das
emoções pelos fenômenos estéticos. Por outro lado, a estética também pode ocupar-se
com aquilo que pode ser considerado feio, ou até mesmo ridículo.

Conceito disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9tica

Assim, podemos perceber que o bonito e o feio, além de ser um objeto de nossa
percepção, são estudados pela arte.

Questione-os: em sua opinião o que é arte?

______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________

Professor, ouça cada fala de seus alunos e peça que eles registrem o que consideraram
mais significativo dentre o foi falado pelos colegas. Provavelmente, alguns alunos
responderão que arte é algo relacionado com indisciplina, ou é pintar e desenhar.
Explique para eles que nesta aula, arte tem o significado de técnica ou habilidade, uma
atividade humana ligada a manifestações culturais e/ou artísticas como a pintura de um
quadro ou um desenho, por exemplo. Se for possível, ilustre sua fala com as imagens a
seguir.

Imagem disponível em: http://pintandoerepintando.blogspot.com/2011/05/retrato-pastel-


secocomo-pintar-rosas.html
Imagem disponível em: http://www.jm1.com.br/2011/05/pintando-no-palacio-
movimenta-o-domingo-no-circuito-cultural/

As pinturas podem ser miméticas (cópia) ou abstratas (criação livre do artista e por
vezes difícil de compreender).

- Em seguida proponha uma atividade em que os alunos deverão analisar e responder


sobre algumas pinturas abstratas. Você poderá utilizar o laptop dos alunos e enviar a
atividade para que eles façam e encaminhem para você. Para isso deverão utilizar o
Mozilla Firefox [Metasys> Favoritos>Navegador de Internet]:
1) Como vimos anteriormente, a arte estética pode tratar do bonito ou do feio. Observe
o quadro abaixo e escreva nas linhas que seguem se você o acha bonito ou feio e o que
ele lhe transmite.

______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
Imagem disponível em: http://semanadeartecarioca.arteblog.com.br/21641/PINTURA-
ABSTRATA-NICEAS-ROMEO-ZANCHETT/

2) Você conhece o Homem Aranha. Ele está da maneira que você está acostumado a vê-
lo? Certamente que não. O autor teve a intenção de transmitir algum sentimento. O que
você sentiu ao ver esse super-herói assim?

______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
Imagem disponível em: http://chicclete.com/2009/12/super-herois-inspirados-em-obras-
de-pablo-picasso/

3) Agora é o momento de despertar o artista que existe dentro de cada um. Dê um


passeio pela escola e escolha uma paisagem ou imagem que lhe chamou a atenção.
Utilizando seu laptop, metasys – aplicativos – aplicações gráficas – ferramenta de
pintura - kolourPaint, utilize a arte mimética (imitação) e pinte a imagem ou figura
escolhida da maneira mais próxima possível do real.

4) Antes de retornar a sala, utilizando o mesmo recurso anterior, crie uma tela abstrata e
explique o que você quis transmitir com ela.

2º Momento: aproximadamente 60 min.

CONTEXTUAIZANDO: BONITO OU FEIO, BOM OU RUIM.

Especialmente com Platão, Aristóteles e Plotino - a estética era estudada fundida com a
lógica e a ética. O belo, o bom e o verdadeiro formavam uma unidade com a obra. A
essência do belo seria alcançada identificando-o com o bom, tendo em conta os valores
morais. Na Idade Média surgiu a intenção de estudar a estética independente de outros
ramos filosóficos.

Conceito disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9tica


Talvez por isso que até hoje, algumas pessoas costumam relacionar o bom com o bonito
e o feio com o mau ou ruim. Para exemplificar, você já viu algum vilão dos desenhos
animados bonito? A bruxa por acaso é bonita? É claro que não.

ou

Imagens disponíveis em: http://aycatugce-tuna.blogspot.com/2011/09/bir-mim-


daha.html

Enquanto que os bonzinhos são sempre bonitos, educados e apaixonantes.


Imagem disponível em: http://www.epipoca.com.br/noticias_detalhes.php?idn=13642

Imagem disponível em: http://entretenimento.r7.com/jovem/fotos/veja-os-dez-coelhos-


mais-famosos-dos-desenhos-20100329-9.html
Professor, para contextualizar esta questão, utilize o vídeo dos Smurfs: Dr. Bom e Dr.
Mau. Solicite que utilizem seus laptops, por meio de Mozilla Firefox [Metasys>
Favoritos>Navegador de Internet]. Em seguida, proponha a atividade abaixo. Você
poderá imprimi-la ou registrá-la na lousa para que eles façam no caderno:
Vídeo completo disponível em:
http://www.youtube.com/watch?v=PCRYcJpYPRI&feature=related

1) Após assistir ao episódio dos Smurfs, Dr. Bom e Dr. Mau, complete as frases abaixo
fazendo o que se pede.

a) O personagem __________________________ poderia ser o Dr. Bom porque


______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
____________________________________________________________.

b) O personagem __________________________ poderia ser o Dr. Mau porque


______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
____________________________________________________________.

2) Faça um esforço e tente se lembrar de dois personagens de desenho animado que


você tem o costume de assistir. Você deverá citar um personagem que faz coisas boas
com os outros, o nome dele e se você o acha feio ou bonito. Da mesma maneira, cite
outro personagem que faz maldades com os outros, o nome dele e se você o acha feio ou
bonito.
3º Momento: aproximadamente 60 min.

BULLYING: BELEZA DEMAIS AJUDA OU ATRAPALHA O ALUNO NA


ESCOLA?

Professor, solicite aos alunos que acessem Mozilla Firefox [Metasys>


Favoritos>Navegador de Internet]. Reflita com eles a questão do bullying a partir do
vídeo abaixo.

Vídeo completo disponível em:


http://www.youtube.com/watch?v=j3v70bmk4eE&feature=related

Na escola, assim como na vida, todos os extremos são evidenciados. O aluno é criticado
por ser baixo ou alto, magro ou gordo, branco ou negro. Por ter o cabelo desta ou
daquela maneira. Atualmente, os jovens tem se preocupado muito em ter um “estilo” e
não se preocupam com a opinião das pessoas sobre seu modo de vestirem.
Imagem disponível em: http://boladoida.blogspot.com/2008/12/corte-de-cabelo-
extico.html

Imagem disponível em:


http://www.iplay.com.br/Imagens/Divertidas/01eJ/Japonesa_Com_Lentes_De_Contato_
Coloridas_Mostra_Seu_Estilo_Exotico_Com_Mechas_No_Cabelo_E_Dread
Alguns acham que não, mas o certo é que provavelmente a maior parte dos alunos sofre
o que atualmente chamamos de bullying (saiba mais sobre o termo em Recursos
Complementares). Na escola, o/a aluno/a muito feio é hostilizado, mas e o bonito, é
perseguido também?

A gaúcha Natália do Amaral Stangherlin, de 5 anos, venceu o concurso Mini Miss em


2009 realizado no Equador. Ao retornar para o Brasil, a garota já é reconhecida nas ruas
em Santa Maria (RS), onde mora com a família. Será que onde estuda sua beleza mais
ajuda ou mais atrapalha?

Imagem disponível em: http://www.internetcultural.org/fotos-da-garota-mais-bonita-do-


mundo-aqui.html
1. Algumas alunas são muito bonitas e chamam a atenção por sua beleza. Isso deveria ser
motivo apenas de orgulho, mas algumas se sentem incomodadas tanto pelos meninos
que ficam assobiando e pelas meninas que ficam com inveja e fazendo algo para
prejudicá-las. Isso também pode ser considerado bullying. O que você sabe sobre
bullying e o que você acha de quem o pratica?
4º momento: aproximadamente 60 min.

QUEM AMA O FEIO, BONITO LHE PARECE.

Professor para terminar esta aula, solicite aos seus alunos que a partir de seus laptops,
acessem o sítio http://fastsoftz.tripod.com/Curiosidades/coruja_aguia.htm para lerem a
fábula de Monteiro Lobato, “A coruja e a águia”.

A CORUJA E A ÁGUIA

Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.


- Basta de guerra - disse a coruja. O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é
andarmos a comer os filhotes uma da outra.
- Perfeitamente - respondeu a águia. - Também eu não quero outra coisa.
- Nesse caso combinemos isto: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
- Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?
- Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo,
alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave,
já sabes, são os meus.
- Está feito! - concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro,
que piavam de bico muito aberto.
- Horríveis bichos! - disse ela. Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o
desastre e foi justar contas com a rainha das aves.
- Quê? - disse esta, admirada. Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha não
se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...
Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Lá diz o ditado: quem o feio ama,
bonito lhe parece.

Monteiro Lobato

Professor, leve seus alunos a refletirem sobre a fábula de Monteiro Lobato. Converse
com eles e ouça o que entenderam. É importante que reconheçam que não existe uma
beleza universal, mas gostos diferenciados, pois, o que é bonito para mim pode não ser
para o outro e vice versa, contudo, temos que aprender a respeitar o gosto e a opinião de
todas as pessoas. Após a conversa, solicite que respondam as questões abaixo.
1) Escreva nas linhas abaixo, o seu entendimento sobre o ditado popular: “quem ama o
feio, bonito lhe parece”.

______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
_______________________________________________________.
2) Escolha um de seus familiares e o descreva fisicamente (cor dos olhos, cor e estilo do
cabelo, altura, formato do rosto, altura, peso e o que mais considerar conveniente). Após
essa descrição, faça um desenho bem bonito dessa pessoa. Esta atividade deverá ser
realizada por meio do laptop do aluno. Para a criação do parágrafo descritivo, utilize
KWord[ Metasys> aplicativos>Ferramentas de Produtividade>suíte de escritório>
Processador de textos]. E para o desenho, siga o caminho metasys – aplicativos –
aplicações gráficas – ferramenta de pintura – kolourPaint.

Recursos Complementares

 Sítios sobre Estética:

- Conceito: http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9tica

- Valor estético: http://www.coladaweb.com/filosofia/estetica

 Biografias dos filósofos citados na aula:

- Aristóteles: http://www.mundodosfilosofos.com.br/aristoteles.htm

- Platão: http://www.suapesquisa.com/platao/

- Plotino: http://pt.wikipedia.org/wiki/Plotino;
http://www.filosofia.com.br/historia_show.php?id=38

 Saiba mais sobre Bullying: http://bullyingportalprofessor.wordpress.com/;


http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
 Biografia de Monteiro Lobato:
http://www.projetomemoria.art.br/MonteiroLobato/index2.html

Avaliação

Professor, a avaliação desta aula deve ser processual, fundamentada na realização das
atividades distribuídas ao longo da aula, assim será possível verificar se os alunos
compreenderam o que é estética, termo não utilizado por eles, mas deverão
compreender que vivenciam sobre estética diariamente em seu cotidiano. Assim, você
deverá verificar se eles aprenderam algumas noções básicas de Estética – bonito x feio;
se reconheceram que não podemos atribuir características universais ao belo e ao feio,
pois, o que existe na realidade são gostos diferenciados e que devemos respeitar os
gostos e preferências das pessoas. Outra verificação importante é se aprenderam um
pouco sobre a importância de se evitar o bullying (atitudes agressivas, físicas e
psicológicas, contra os colegas) e por fim, reconhecer que nem sempre o belo está
ligado ao bom e nem sempre o feio está ligado ao ruim.
Bullying e a violência contra a pessoa com deficiência

17/09/2010

Autor e Coautor(es)

Coautor(es):

Paloma Alinne Alves Rodrigues, Andréa Marques Leão Doscher e Erwin Doscher

Estrutura Curricular

Modalidade / Nível de Componente


Tema
Ensino Curricular

Ensino Fundamental
Pluralidade Cultural Espaço e pluralidade
Inicial

Ensino Fundamental
Pluralidade Cultural Cidadania: diferenças e desigualdades
Inicial

Direitos humanos, direitos de cidadania e


Ensino Fundamental Final Pluralidade Cultural
pluralidade

Ensino Médio Sociologia Movimentos sociais / direitos / cidadania

Ensino Fundamental
Ética Diálogo
Inicial

Ensino Fundamental
Ética Respeito mútuo
Inicial

Ensino Médio Sociologia Indivíduo, identidade e socialização

Ensino Médio Sociologia Cultura e diversidade cultural

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula

Conceituar o Bullying: o que é, suas causas e consequências, como ocorrem e o que


fazer frente a isso;

Abordar o Bullying contra a pessoa com deficiência;

Discutir sobre a importância de respeitar e valorizar as diferenças uns dos outros, de


forma que ninguém seja vítima de Bullying no contexto escolar.
Duração das atividades
Aproximadamente 100 minutos, duas (2) aulas.

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Não há necessidades que conhecimentos prévios sejam trabalhados pelo professor com
os alunos para esta aula.

Estratégias e recursos da aula

As estratégias utilizadas serão:

• Aula interativa;

• Sala de vídeo.

• Utilização do laboratório de Informática.

Motivação:

Para iniciar a aula, sugerimos que o professor apresente aos alunos as letras (Fig. 1) -
impressas no papel ou confeccionadas com cartolina ou EVA (Etil Vinil Acetato),e peça
para eles prestarem atenção nas letras e tentarem descobrir a palavra que elas formam.

Figura 1: Letras

Fonte: Do Autor

Disponível em: http://www.4shared.com/photo/N2sY3xw4/letras_.html Acessado em:


02 Setembro de 2010

Sugestão:
O professor poderá imprimir as figuras e disponibilizá-las para cada dupla, ou poderá
fazê-las utilizando EVA – Etil Vinil Acetato- e levá-las para os alunos realizarem a
atividade.

Descoberta a palavra pelas duplas, o professor deverá dizer que é sobre de o “Bullying e
a violência contra a pessoa com deficiência” o tema das aulas.

Em seguida, o professor poderá perguntar aos alunos se eles sabem o que Bullying, o
que pensam disso etc. Após ouvir as opiniões dos alunos, as próximas atividades
poderão ser desenvolvidas.

Atividade 1

Estando os alunos organizados em duplas no laboratório de informática, o professor


deverá mostrar para a turma a tirinha abaixo (Fig.2).

Figura 2: Tirinha

Disponível em: http://blogs.abril.com.br/liece148/2010/05/bullying.html Acessado em;


02 Agosto 2010

Sugestão

O professor deverá imprimir a tirinha e disponibilizar para cada dupla um exemplar da


mesma, de forma a facilitar a realização da atividade.

Finalizada a leitura da tirinha, o professor deverá, por meio do roteiro disponível abaixo,
iniciar uma conversa sobre esta com os alunos.

Roteiro de Discussão

1. O que vocês acharam da história contada na tirinha?

2. Vocês acham que o Calvin e o Moe são amigos?

3. O que vocês acham da forma com que Moe tratou o Calvin?

4. O que vocês acham da forma com que Moe chamou Calvin – de burro?

5. Atitudes como estas fazem bem ou mal para a pessoa que é alvo destas?

6. Que nome poderíamos dar às ações de Moe contra o Calvin?


Neste momento, o professor deverá estar atento para esclarecer dúvidas, conceitos
errôneos ou preconceituosos que por acaso surjam.

Atividade 2

Dando prosseguimento à aula, o professor deverá apresentar aos alunos o vídeo


“Matéria sobre Bullying nas escolas Rede Tv Cidade Nova Mutum”, com duração de 02
minutos e 34 segundos, conforme postado abaixo.

Link do vídeo “Matéria sobre Bullying nas escolas Rede Tv Cidade Nova Mutum":

http://www.youtube.com/watch?v=cdEEKaJoN_I Acessado em: 06


Setembro de 2010

Figura 3: Imagem do vídeo sobre Bullying

Sugestão:

O professor poderá gravar o vídeo em DVD e apresentá-lo para os alunos na Sala de


Vídeo da escola, de forma que todos possam assisti-lo ao mesmo tempo.

Após a apresentação do vídeo, o professor deverá iniciar uma discussão, em aula aberta,
como todos da sala de aula. Para isso, sugerimos o roteiro abaixo.

Roteiro de discussão.

1. Qual o principal assunto abordado no vídeo?

2. Que tipo de violência o vídeo busca combater nas escolas americanas?

3. Por meio do vídeo vocês conseguiram compreender o que é o Bullying?

4. O Bullying existe somente nos Estados Unidos ou em outros paises como, por
exemplo, o Brasil?
5. Vocês acharam que o assunto da tirinha possui algo em comum com o vídeo? O que
seria?

6. Quais os tipos de Bullying citados no vídeo?

7. Qual Bullying é praticado pelo personagem Moe da tirinha?

8. O Bullying pode proporcionar traumas - físicos, psicológicos e emocionais - na


pessoa que é vítima dele?

9. No vídeo diversos professores estariam participando de palestras sobre Bullying.


Vocês acham que aqui na escola há casos de Bullying? O que fazer para evitá-lo?

Atividade 3

Neste momento, de forma a ampliar a compreensão e o conhecimento dos alunos acerca


do Bullying, os alunos, em grupos de quatro integrantes (junção de duas duplas),
deverão realizar uma pesquisa na Internet sobre este assunto. Para isto, cada dupla
deverá escolher um dos temas disponíveis no roteiro abaixo.

Temas para a pesquisa

1. O que é Bullying.

2. Quais os tipos de Bullying que existe e suas conseqüências.

3. Em que locais sociais, comumente, ocorrem o Bullying.

4. De que maneira os alunos se envolvem e praticam o Bullying.

5. O Bullying é praticado, comumente, contra que tipo de pessoas e em que situações.

6. Como ocorre o Bullying contra a pessoa com Deficiência.

7. Quais são as conseqüências do Bullying no ambiente escolar.

8. Quais são as conseqüências possíveis para os alvos de Bullying.

9. Quais são as conseqüências possíveis os autores de Bullying.

10. Quais são as conseqüências possíveis às testemunhas, as que nada fazem para conter
o ato, do Bullying.

11. Como denunciar o Bullying e procurar ajuda contra este.

12. Formas de prevenção contra o Bullying.

Observação
No decorrer das pesquisas os alunos deverão localizar imagens para a elaboração de um
mural a ser realizada posteriormente.

Para o desenvolvimento das pesquisas, sugerimos os sites postados abaixo.

Sugestões de sites para a pesquisa

http://www.bullying.com.br/BConceituacao21.htm#OqueE

http://www.educacional.com.br/reportagens/bullying/

http://www.bullying.com.br/BEstrategias22.htm

http://www.observatoriodainfancia.com.br/rubrique.php3?id_rubrique=19

http://www.observatoriodainfancia.com.br/IMG/pdf/doc-155.pdf

http://www.brasilescola.com/sociologia/bullying.htm

http://pt.shvoong.com/humanities/1773371-que-é-bullying/

http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-
494973.shtml

http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/como-lidar-
brincadeiras-431324.shtml?page=0

http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/como-lidar-
brincadeiras-431324.shtml?page=4

http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=372&sec=20 (Fig. 4)

http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/chega-omissao-bullying-
deficiencia-preconceito-prevencao-necessidades-educacionais-especiais-
518770.shtml
Figura 4: Site psiqweb

Finalizadas as pesquisas, cada grupo deverá expor oralmente, os resultados encontrados


nestas. Em seguida, o professor deverá questionar os alunos da seguinte forma:

Como assistimos no vídeo, não é correto fazermos Bullying contra ninguém, mas o
que vocês acham do Bullying contra alunos com deficiência? Será que eles
conseguem se defender sozinhos?

Figura 5: Bullying contra a pessoa com deficiência


Disponível em:
http://1.bp.blogspot.com/_1jHAy4w9c84/S5Jaf90thjI/AAAAAAAAAAs/DyPKPkxHD
N0/s320/bullying2.jpg Acessado em: 06 Setembro de 2010.

Atividade 4

Finalizada a discussão, os alunos, ainda em grupos, deverão elaborar um mural (Fig.6)


sobre o Bullying. O mural deverá conter as informações e conhecimentos adquiridos
durante as atividades anteriores, em especial dos resultados das pesquisas realizadas
anteriormente.

Figura 6: Exemplo de Mural

Fonte: Do autor

Ao término da aula é fundamental que os alunos tenham compreendido que a prática do


Bullying é um ato de violência e que pode causar conseqüências físicas, psicológicas e
emocionais para a pessoa que é vítima deste ato covarde. Além disso, que os alunos
com deficiência, quando são vítimas do Bullying, muitas vezes, não tem como se
defender - o que torna o ato mais violento.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES:

1) Para finalizar a aula, os alunos poderão organizar uma amostra de conscientização


com o tema: “Diga não ao Bullying”, utilizando os murais da atividade 4. Todos os
cartazes deverão conter os resultados das pesquisas e discussões feitas nas atividades
anteriores. É importante que essa amostra seja em um local que possa ser acessado por
todos, buscando a conscientização escolar contra a prática do Bullying. Além disso,
tendo sido escolhido um aluno de cada grupo para ser o "guia" do evento e, assim, os
responsáveis por apresentar e explicar os cartazes aos visitantes, os grupos poderão
convidar os alunos de outras salas para conhecer a exposição organizada por eles.

2)
O professor poderá apresentar, num momento que julgar oportuno, o vídeo “A
psiquiatra Ana Beatriz Barbosa explica o que é e como lidar com o Bullying” (Fig. 7),
com duração de 22 minutos e 14 segundos, conforme postado no link abaixo.

Link do vídeo “A psiquiatra Ana Beatriz Barbosa explica o que é e como lidar com
o bullying":

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1310927-7823-
A+PSIQUIATRA+ANA+BEATRIZ+BARBOSA+EXPLICA+O+QUE+E+E+COMO+
LIDAR+COM+O+BULLYING,00.html Acessado em: 03 Setembro de 2010

Figura 7: Imagem do vídeo sobre Bullying

Sugestão:

O professor poderá gravar o vídeo em DVD e apresentá-lo para os alunos na Sala de


Vídeo da escola, de forma que todos possam assisti-lo ao mesmo tempo.

Após a apresentação do vídeo, o professor poderá iniciar uma discussão, em aula aberta,
como todos da sala de aula. Para isso, sugerimos o roteiro abaixo.

Roteiro de discussão

1. O que vocês entenderam por Bullying?

2. Há uma tradução exata para esta palavra- Bullying?

3. Todas as pessoas podem sofrer com o Bullying? Por quê?

4. Pessoas famosas já sofreram Bullying?

5. O Brasil é o único país que sofre com o Bullying?

6. Por que nos Estados Unidos a freqüência do Bullying é maior?


7. Quais as cidades do Brasil que tem o índice mais elevado sobre o Bullying?

8. Segundo o vídeo, há mais Bullying na escola particular ou na escola pública?

9. É impossível não ter o Bullying?

10. Existem outros tipos de Bullying?Quais?

11. Qual forma de Bullying é mais frequente?

12. Quem prática mais o Bullying: meninos ou meninas?

13. Quais são os sinais de alertas para os pais, para que eles possam perceber se os
filhos estão sofrendo Bullying?

Recursos Complementares

Os links abaixo se referem ao conceito de Bullying e Deficiência.

http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL548613-10406,00-
VIOLENCIA+NAS+ESCOLAS.html

http://www.scielo.br/pdf/jped/v81n5s0/v81n5Sa06.pdf

http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2010/05/nao-houve-bullying-diz-
advogado-de-garoto-condenado-indenizar-colega.html

http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL24904-5604,00-
ENTENDA+O+BULLYING+ESCOLAR.html

http://www.principis.com.br/revistainterativa/Mainm_incluir.php?MagID=2&MagNo=3

Avaliação

A avaliação deverá ocorrer em todos os momentos da aula e durante a realização das


atividades. É importante que os alunos tenham compreendido que o Bullying pode
ocasionar traumas físicos, psicológicos e emocionais, e que a pessoa com deficiência,
em geral, tem menos condições físicas e ou emocionais para se defenderem das
agressões. Além disso, é fundamental que o professor avalie a participação e
envolvimento dos alunos no desenvolvimento das atividades.
NEM VIOLÊNCIA SIMBÓLICA, NEM VIOLÊNCIA ALGUMA: EU QUERO É PAZ

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28/05/2010

Autor e Coautor(es)

Autor: LILIANE DOS GUIMARAES ALVIM NUNES ARAUJO

UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA


Coautor(es):

LUCIANNA RIBEIRO DE LIMA; FÁTIMA REZENDE NAVES DIAS; GLÁUCIA COSTA ABDALA DINIZ

Estrutura Curricular

Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema

Ensino Fundamental Inicial Ética Solidariedade

Ensino Fundamental Inicial Ética Diálogo

Ensino Fundamental Inicial Ética Respeito mútuo

Ensino Fundamental Inicial Ética Justiça

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula

1) Planejar ações que rompam com a violência simbólica na sua escola e na sua
comunidade.

2) Sensibilizar-se com toda forma de violência e humilhação, opondo-se à ela.

3) Cultivar a paz na escola.

Duração das atividades


Duas ou mais aulas de cinquenta minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Professor/a, para essa aula é fundamental que os/as alunos/as tenham conhecimento
sobre o conceito “violência simbólica”. Assim, sugere-se que você utilize as aulas
intituladas "VIOLÊNCIA SIMBÓLICA: O QUE É? ONDE ESTÁ?” e
"APRENDENDO A LIDAR COM A VIOLÊNCIA SIMBÓLICA”, publicadas no
Portal do Professor.

Professor/a, mesmo tendo utilizado as aulas supracitadas sugere-se que seja retomado
com os/as alunos/as o conhecimento deles/as sobre o conceito violência simbólica.
Procure identificar se está claro para eles/as tal conceito e caso seja necessário apresente
informações pontuais sobre o mesmo, a saber:

A violência simbólica não envolve necessariamente agressão física, mas relações de


dominação entre as pessoas, ou entre grupos e indivíduos. Nem sempre a violência
simbólica é percebida como violência, por parte de quem a sofre. Caracterizam-se como
violência simbólica aquelas situações de violência velada, em que as pessoas ou um
grupo são dominados, desrespeitados, humilhados. Pode ser considerada violência
simbólica o fenômeno do bullying (violência psicológica) muito presente nas escolas

Estratégias e recursos da aula

Atividade 1:

1º Momento: Dividir o grupo em cinco sub-grupos para que realizem uma pesquisa de
campo. Orientar a turma a observar durante o recreio alguns alunos individualmente,
bem como grupos de alunos procurando identificar situações em que ocorre a violência
simbólica. Os/as alunos/as deverão fazer essa observação com base em alguns pontos, a
saber: crianças que colocam apelidos depreciativos nos colegas; situações de assédios,
ofensas, situações de amedrontar, “gozações”, ameaças, humilhações, agressões,
violência física, discriminação, empurrões, exclusão, intimidação, perseguição,
desprezo.

2º Momento: Os/as alunos/as deverão produzir um relatório sobre o que observaram


para que apresentem aos/as colegas da sala.Essa etapa deverá ser cuidadosamente
mediada por você, professor/a, para garantir o respeito e seriedade com que serão
tratadas as informações trazidas pelos/as alunos/as. É fundamental que haja uma
sensibilização dos/as alunos/as para adotarem uma postura ética e solidária perante
situações de violência que porventura tenham presenciado.

3º Momento: Em duplas, os/as alunos/as deverão fazer propostas de ações para os/as
alunos/as agressores, os professores/as desses/as alunos/as, os/as alunos/as agredidos
para que se rompa com o círculo vicioso de violência dentro da escola.

Atividade 2:

1º Momento: Assistir o vídeo: Clipe Violência, disponível em:


http://vimeo.com/4462460
2º Momento: Explorar o vídeo: O que o vídeo retrata? Que imagens do vídeo mais
despertaram sua atenção? Quais foram as palavras que apareceram no vídeo? Em que
circunstâncias costuma-se escrever PROCURA-SE? Como é aplicada essa palavra no
vídeo? O que se procura por meio do vídeo?

3º Momento: Professor/a, escreva na lousa as seguintes palavras: ATITUDE,


RESPEITO, CONSCIÊNCIA, TRABALHO, ÉTICA, SOLIDARIEDADE,
ESPERANÇA, JUSTIÇA, EDUCAÇÃO, DIGNIDADE, PAZ. Solicite aos/as alunos/as
que se sentem em trios para que façam a seguinte atividade: escolher algumas palavras
dentre aquelas registradas na lousa para produzirem um texto com o título:
"VIOLÊNCIA: DO JEITO QUE ESTÁ, NÃO DÁ PRA FICAR!"

Atividade 3:

1º Momento: Os/as alunos/as deverão fazer uma pesquisa de campo em sua


comunidade, visitando comércios, bancos, e outros estabelecimentos para entrevistar as
pessoas e se inteirar dos problemas de violência no bairro em que vive. Algumas
perguntas importantes a serem feitas: Para vocês, existe violência em seu bairro? Quais
as formas de violência que você já sofreu ou presenciou em seu bairro? O que você
considera que deva ser feito para mudar essa realidade?

Caso o entrevistado diga que não há violência em seu bairro, sugira aos/as alunos/as que
perguntem: Por que você acha que não há violência em seu bairro?

Professor/a, defina que os/as alunos/as entrevistarão de três a cinco pessoas do bairro
garantindo a efetivação da pesquisa.

2º Momento : Os alunos deverão levar as respostas para serem categorizadas e


colocadas em uma tabela. Nesse momento é fundamental que haja a participação de
todos do grupo para esclarecer informações contidas nos registros de cada aluno/a.

3º Momento: Os/as alunos/as, com auxílio do/a professor/a, deverão fazer uma reflexão
sobre os resultados que apareceram, procurando compreender, por exemplo, o motivo
de haver mais violência em um bairro do que em outro, ou o motivo de todos os
bairrros se apresentarem violentos, e assim por diante.
4º Momento: Construir uma carta endereçada ao presidente do bairro, líder da
comunidade ou prefeito apresentando os dados da pesquisa e solicitando medidas de
segurança para romper com a violência no bairro. É importante que essa carta seja, de
fato, enviada aos responsáveis.

Atividade 4:

1º Momento: Assistir ao Vídeo: A PAZ, disponível em:

http://www.youtube.com/watch?v=nC-pTIfE37Q

2º Momento:

Explorar com os/as alunos/as: O que vocês sentiram ao ouvir essa música? O que o
vídeo retratou? Para vocês o que é a Paz? Como fazer para alcançar paz na escola? E em
família? Você acha que a Paz é um sonho impossível? Por quê?

3º Momento:

Dividir a turma em sub-grupos de cinco alunos para que construam uma paródia com o
tema Paz na Escola a partir da melodia dessa música. Caso os/as alunos/as não saibam o
que é uma paródia esclareça que se trata de um texto que é construído a partir de um
outro. No caso dessa canção, será preservada a melodia e os/as alunos/as deverão criar
uma outra letra abordando a Paz na escola.

4º Momento:

Professor/as, sugere-se que você programe uma apresentação cultural no horário do


recreio ou em outro momento concedido pela direção para que os/as alunos/as
apresentem suas canções para outros/as colegas da escola.

Recursos Complementares

Violência simbólica, estruturas e consequências, disponível em:


http://www.verdestrigos.org/wordpress/?p=925

Artigo: Violência simbólica nos rituais legitimadores dos processos escolares –


fenômeno bullying no ambiente escolar, disponível em:

http://www.pucpr.edu.br/eventos/educere/educere2008/anais/pdf/255_754.pdf

Artigo: O papel da educação na legitimação da violência simbólica, disponível em

http://www.cdcc.usp.br/ciencia/artigos/art_20/violenciasimbolo.html

Avaliação

Professor/a, a avaliação deve ser processual. Observe no decorrer da aula o


envolvimento dos/as alunos/as, bem como o respeito pela fala do outro e do/a
professor/a. Proponha que os/as alunos/as façam uma reflexão sobre sua participação na
aula e se auto-avaliem segundo alguns aspectos: consegui identificar situações de
violência na escola? Participei efetivamente das discussões sobre violência e paz?
Tenho consciência do meu papel no combate à violência? Solicite aos/as alunos/as que
planejem por escrito ações que rompam com a violência em sua comunidade.