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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

SECRETARIA DE ENSINO MÉDIO E TECNOLÓGICO


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DA BAHIA
Campus de Feira de Santana/IFBA

PLANO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM


EDIFICAÇÕES

MODALIDADE:
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO

Feira de Santana –BA – JUNHO de 2011

1
Ministério da Educação/Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia/Campus de Feira de Santana
Curso Técnico de Nível Médio em Edificações. Modalidade Integrada

PLANO DE CURSO

CNPJ 10764307/0002-01

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E


Nome da Unidade: TECNOLÓGIA DA BAHIA
CAMPUS de FEIRA DE SANTANA

Esfera
Federal
Administrativa

Endereço BR -324 – Bairro Aviário – Km 102.

Cidade/UF/CEP Feira de Santana - Bahia CEP: 44096.486

Telefone/Fax 21020413 telefax:

E-mail contato Juliano@ifba.edu.br

Site da unidade www.ifba.edu.br

Data: 18/05/2011

Eixo Tecnológico INFRAESTRUTURA

Habilitação, qualificações e especializações.

Habilitação: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM EDIFICAÇÕES

Carga Horária Teórico- 3810 horas


Prática:

Estágio 360 horas


Carga horária Total 4170 horas
Turno Matutino

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Ministério da Educação/Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia/Campus de Feira de Santana
Curso Técnico de Nível Médio em Edificações. Modalidade Integrada

Fernando Haddad
Ministro de Estado da Educação

Eliezer Moreira Pacheco


Secretário de Educação Profissional e Tecnológica

Aurina Oliveira Santana


Reitora do IFBA

Juliano Marques de Aguilar

Diretor Geral do Campus de Feira de Santana - Bahia

Chefe do Departamento de Ensino


Professor José Alinaldo Pinheiro Brito - Previsão

Chefe do Departamento Administrativo


Victor Emmanuel da Rocha Couto - Previsão

Coordenador do Curso Técnico de Nível Médio em Edificações

Elaboração
Prof..Juliano Marques de Aguilar

Colaboração

Victor Emmanuel da Rocha Couto - C. Salvador


Técnico Administrativo

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Curso Técnico de Nível Médio em Edificações. Modalidade Integrada

Antonio Cesar Souza dos Santos – C. Salvador


Técnico de Laboratório Área

CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM EDIFICAÇÕES

Eixo Tecnológico : INFRAESTRUTURA

MODALIDADE:
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO

Conforme Lei Federal 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação


Brasileira.) e do Decreto Presidencial Nº 5154/2004.

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Curso Técnico de Nível Médio em Edificações. Modalidade Integrada

Feira de Santana, 2011

SUMÁRIO

Pag.
APRESENTAÇÃO 6

1 Justificativa e objetivos do Curso Técnico de Nível Médio em 9


Edificações na modalidade Integrada
2 Requisitos de acesso ao Curso 34
3 Perfil profissional de conclusão 37
4 Organização Curricular do Curso 42
5 Organização Didática do Curso: 155
6 Instalações e equipamentos 159
7 Acervo Bibliográfico 161
8 Pessoal docente e técnico no curso 165
9 Diplomas e Certificados 166
10 Referência 167
Anexo A – Instruções para elaboração de projeto de pesquisa para
trabalho de conclusão de curso (TCC).
Anexo B – Instruções para elaboração da monografia do trabalho
de conclusão de curso (TCC)
Anexo 1 - Avaliação de desempenho do estagiário pela empresa
Anexo 2 - Plano de estágio
Anexo 3 – Caracterização de experiência
Anexo 4 – Inscrição para estágio
Anexo 5 – Auto-avaliação do estagiário
Anexo 6 - Conversão do estágio
Anexo 7 – Cadastro da empresa
Anexo 8 - Declaração
Anexo 9 – Acompanhamento do estagiário

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APRESENTAÇÃO:

“Promover a formação do cidadão histórico-crítico, oferecendo


ensino, pesquisa e extensão com qualidade socialmente referenciada,
objetivando o desenvolvimento sustentável do país.” (Missão IFBA)

Em 29 de dezembro de 2008, através do decreto nº 11.892 o CEFET-


BA foi transformado em Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da
Bahia – IFBA

O CEFET-BA foi criado pela Lei 8711, de 28.09.93. É resultante da


transformação da Escola Técnica Federal da Bahia (ETFBA) e da incorporação
do Centro Tecnológico da Bahia (CENTEC) à rede de Centros Federais de
Educação Tecnológica.

O CEFET-BA, uma autarquia de regime especial, vinculada ao MEC, tem


sede em Salvador onde são oferecidos o ensino médio, os cursos técnicos, os
cursos de nível superior e de pós-graduação. O CEFET-BA era ainda integrado
pelas Unidades de Ensino (UEs) de Barreiras, Vitória da Conquista, Eunápolis,
Valença Santo Amaro, Camaçari, Porto Seguro e Simões Filho.

O IFBA poderá programar cursos a partir das demandas econômicas e


sociais da área de sua influência com o objetivo de cumprir sua MISSÃO.

Ao longo de 100 anos o IFBA tem fomentado o conhecimento tecnológico


no Estado da Bahia, especialmente após 1994, com a criação de unidades de
ensino no interior do estado, hoje transformadas em campi distribuídos pelos
seguintes municípios: Barreiras, Camaçari, Eunapolis, Porto Seguro, Santo
Amaro, Salvador, Simões Filho, Paulo Afonso, Valença e Vitória da Conquista.

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Novos campi foram implantados em , Jacobina, Jequié , Ilhéus, Irecê,


Seabra e Feira de Santana e começam a funcionar em 2011 .

A interiorização ampliou consideravelmente o campo de atuação do


Instituto, contribuindo para o desenvolvimento de regiões até então carentes de
mão-de-obra qualificada, a nível de educação continuada,técnico, graduação e
de pós graduação. Novas perspectivas para cada região com a implantação
de industrias, comércio, serviços públicos, com a aparecimento de novas
oportunidades, novos postos de trabalho foram e estão sendo criados,
melhorando desta forma a qualidade de vida no âmbito regional.

O Campus de Feira de Santana, tem a finalidade de levar ao interior da


Bahia um ensino de qualidade, favorecendo os anseios de realização e
progresso da região de Feira de Santana, assim como do Recôncavo da
Bahia, tornando-a um pólo de tecnologia apta para atrair novos investimentos e
ampliando seu grau de desenvolvimento.

.Este documento contém o plano do Curso Técnico de Nível Médio em


Edificações na modalidade integrada a ser oferecido pelo Campus de Feira de
Santana à comunidade feirense,e cidades vizinhas, dentro de uma nova
concepção de educação profissional.

Este plano de curso contém as diretrizes para o funcionamento do curso,


a justificativa, o objetivo, o perfil do profissional que se deseja formar, a
organização curricular, a organização didática. as instalações e equipamentos,
acervo bibliográfico, o pessoal docente e técnico , certificados e diplomação,
referências e anexos, para apreciação junto ao Conselho Superior -CONSUP.

Para a implantação do campus já ocorreu concurso público para


professores , e técnico-administrativo e a remoção e redistribuição dos demais
Campi e de órgãos Públicos Federais. A infra-estrutura do campus em final
de construção , já conta com recursos alocados no orçamento do IFBA, para a

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implantação do referido curso, assim como a aquisição de móveis ,


equipamentos e de acervo bibliográfico.

CAPITULO 1 - JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1.1 – Justificativa

1.1.1 O município de Feira de Santana está localizado na zona de planície


entre o Recôncavo baiano e os tabuleiros semi-áridos do nordeste baiano,
sendo estrategico para o desenvolvimento de toda região.

Município de Feira de Santana

"Princesa do Sertão" “Feira Cidade Princesa" "Portal do sertão"

Brasão Bandeira
Fundação 18 de setembro de 1873
Gentílico feirense
Localização

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Localização de Feira de Santana no/em Bahia

Localização de/do Feira de Santana no Brasil


12° 16' 01" S 38° 58' 01" O12° 16' 01" S 38° 58' 01" O
Unidade Bahia
federativa
Mesorregião Centro Norte Baiano IBGE/2008 [1]
Microrregião Feira de Santana IBGE/2008 [1]
Municípios Santa Bárbara, Santanópolis, Tanquinho, Candeal,
limítrofes Antônio Cardoso, São Gonçalo dos Campos, Santo
Amaro da Purificação, Coração de Maria, Anguera,

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Serra Preta, Ipecaetá, Amélia Rodrigues e Conceição do


Jacuípe

Distância até a 107 km


capital
Características geográficas
Área 1.363 km²
População 591.708 hab. est. IBGE/2009 [2]
Densidade 434,12 hab./km²
Altitude 234 m
Clima Tropical semi-árido
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,74 médio PNUD/2000 [3]
PIB R$ 4.721.367 milhões (BR: 82º) - IBGE/2007 [4]

PIB per capita R$ 8.254,00 IBGE/2007 [4]

Feira de Santana é um município brasileiro do estado da Bahia, situado


a 107 km de sua capital, Salvador, à qual se liga através da BR-324. Feira é a
segunda cidade mais populosa do estado e maior cidade do interior nordestino
em população.

Ganhou de Ruy Barbosa, o Águia de Haia, a alcunha de "Princesa do


Sertão", apesar de localizada no agreste baiano.

A cidade encontra-se num dos principais entroncamentos de rodovias do


Nordeste brasileiro, é onde ocorre o encontro das BRs 101, 116 e 324,
funcionando como ponto de passagem para o tráfego que vem do Sul e do
Centro Oeste e se dirige para Salvador e outras importantes cidades e capitais
nordestinas. Graças a esta posição privilegiada e à distância relativamente
pequena de Salvador, possui um importante e diversificado setor de
comércio e serviços, além de indústrias de transformação.

História:

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Alguns cognomes dados à Feira de Santana: "Princesa do Sertão" (Ruy


Barbosa), "Porta Áurea da Bahia" (Pedro Calmon), "Cidade Patriótica" (Heroína
Maria Quitéria), "Cidade Escola" (Pe. Ovídio de São Boaventura), "Cidade
Formosa e Bendita" (Poetisa Georgina Erismann) "Cidade Progresso" (Jânio
Quadros) "Caracura" (Isshin Kurosaki).

A cidade originou-se de uma fazenda da paróquia de São José das


Itapororocas. A Fazenda recebia o nome de Santana dos Olhos D'água e ali
passava a estrada das boiadas, onde passava-se com o gado que deveria ser
vendido em Salvador, Cachoeira e Santo Amaro. Os donos daquela fazenda
eram católicos fervorosos e construíram uma capela em louvor a Nossa
Senhora Santana e São Domingos. Com o movimento de vaqueiros e
viajantes, formou-se uma feirinha.

Quando da sua fundação no século XVIII os poucos moradores


existentes saciavam sua sede com a água existente nos "Olhos D'Água", fonte
localizada na fazenda dos colonizadores Domingos Barbosa de Araújo e Ana
Brandoa e ainda nos diversos minadouros e tanques da cidade. Afirma-se que
o grande propulsor do desenvolvimento feirense foi a atividade pecuária.

As primeiras medidas para transformar no que é hoje Feira de Santana,


começaram com a criação da vila em 13 de novembro de 1832. O Município e
a Vila foram criados no dia 9 de maio de 1833,[7] quando o governo elevou o
então povoado a Vila, com a denominação de Villa do Arraial de Feira de
Sant’Anna, com o território desmembrado de Cachoeira, constituídas pelas
freguesias de São José das Itapororocas (sede), Sagrado Coração de Jesus do
Perdão e Santana do Camisão, atual município de Ipirá.

A Lei nº 1.320, de 16 de junho de 1873, elevou a vila à categoria de


cidade, como o nome de Comercial Cidade de Feira de Sant'Anna.[8]

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A arborização do município deu-se em 1888. Consta, ainda, que as


praças e ruas existentes foram alargadas e iluminadas com 120 lâmpadas. A
iluminação era feita por um motor dinamarquês.

No ano de 1957 quando Feira de Santana já havia sido batizada


definitivamente com este nome que prevalece até os dias atuais, encanou-se
água que era captada da Lagoa Grande, localizada perto do hoje conhecido
bairro Santo Antônio dos Prazeres.

Mais tarde, em 1970, criou-se em Feira de Santana o Centro Industrial


do Subaé,[9] que apoia as indústrias instaladas proporcionando meios para que
as novas indústrias sejam ampliadas.

Faz divisa com 12 municípios: Anguera (norte); Antônio Cardoso (sul);


Candeal (norte); Conceição do Jacuípe (leste); Coração de Maria (leste);
Ipecaetá (oeste); Santa Bárbara (norte); Santanópolis (leste); Santo Amaro da
Purificação (leste); São Gonçalo dos Campos (sul); Serra Preta (oeste); e
Tanquinho (norte).

Possui uma área de 1.363 km², sendo reconhecida como o portal do


sertão por estar situada no ínicio do agreste baiano. A sede possui 111 km².[10]

Cerrado na região de Feira de Santana.

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Em relação à hidrografia, os principais elementos são: Rio Subaé, o


menos caudaloso do município, porém permanente. O Pojuca, o Jacuípe,
diversas lagoas, alguns riachos e várias fontes nativas.

Rio Paraguassu, um dos rios próximos da cidade.

O solo contém: argila, caulim, areias, arenitos, granulitos e minerais.


Destes elementos são explorados apenas: areia, argila e pedras para
construção que também são, industrialmente transformadas em várias
espécies de britas e tipos de pedra.

Feira de Santana está a 324 metros acima do nível do mar tendo como
referência a Igreja Senhor dos Passos. O relevo é um conjunto de tabuleiros,
planaltos e esplanadas. Nota-se no município a presença de algumas serras:
Serra da Agulha, Cágado, Serra Grande, São José, Branco, Santa Maria e
Boqueirão. Nenhuma destas ultrapassa os 300m de altura.

A vegetação está relacionada com as chuvas de outono e inverno. É


constituída de matas que se transformam em cerrados, à medida que se
aproxima do centro da cidade. A caatinga, de solo raso, predomina no norte e
oeste. A vegetação é xenófila (de região seca) com arbustos espinhosos
(mandacaru, xique-xique, palma e outros cactáceos) e de gramíneas ralas que
acumulam água e têm raízes profundas. A vegetação predominante é a

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caatinga.O clima é considerado tropical, úmido e semi-árido, sendo que a sua


estação chuvosa vai de março a setembro, com um índice pluviométrico
variando de 900 a 1200mm anuais. Sua temperatura é de 26,5oC

Paisagem típica dos arredores da cidade (o agreste).

Feira de Santana é dividida em bairros, sub-bairros e distritos. Feira de


Santana possui oito distritos, os quais são: Bonfim de Feira, Governador João
Durval Carneiro, Humildes, Jaguara, Jaíba, Maria Quitéria, Distrito de Matinha
e Tiquaruçu.

A população de Feira de Santana e das cidades circunvizinhas é


composta em sua grande maioria por jovens em idade de cursar o Ensino
Médio. E destes, destacam-se aqueles matriculados no Ensino Médio nas
cidades sob a jurisdição da DIREC 2, com sede em Feira de Santana , e em 25
municípios relacionados abaixo

Municípios do Estado da Bahia com suas populações e matriculas


iniciais no ensino médio, estimadas pelo IBGE em 2009 - Jurisdição DIREC -
02

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POPULAÇÃO
MUNICÍPIO MATRICULA
ESTIMADA
AMELIA RODRIGUES 24.491 869
ANTONIO CARDOSO 12.589 303
ANGUERA 9.826 303
CANDEAL 9.050 263
CAPELA DO ALTO. ALEGRE 12.824 390
C. DE FEIRA 29.117 660
C. DE JACUÍPE 28.769 1.449
CORAÇÃO DE MARIA 23.774 1.053
FEIRA DE SANTANA 591.707 22.502
GAVIÃO 4.567 198
ICHU 6.148 302
IPECAETÁ 15.888 635
IPIRÁ 62.197 2.329
IRARA 25.811 1.299
NOVA FÁTIMA 7.964 290
PÉ DE SERRA 14.788 930
PINTADAS 10.812 638
RAFAEL JAMBEIRO 24.004 873
RIACHÃO DO JACUIPE 33.666 1.740
SANTA BARBARA 20.461 3.872
SANTANÓPOLIS 9.643 337
SANTO ESTEVÃO 46.855 1.946
SÃO GONÇALO DOS
CAMPOS 30.724 818
SERRA PRETA 16.168 824
TANQUINHO 7.875 225

TOTAIS 1079718 45048

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FONTE IBGE –CIDADES

A relação, da Matrícula Inicial no Ensino Médio, mostra que 45.048


estudantes foram matriculados em 2009, potenciais candidatos ao curso
proposto.

A existência de institutos, centros de pesquisas e universidades,


formando profissionais de nível médio a pós-graduados, são fatores
motivadores do desenvolvimento local. A Região de Feira de Santana se
consolidando como um pólo educacional, resultando em uma maior atração de
novos investimentos no setor industrial e de prestação de serviços,
ocasionando uma melhora significativa no padrão de vida de sua população de
1.079.718 habitantes.

O Curso Técnico em Edificações na modalidade Integrado, insere-se


nesta perspectiva de formação de profissionais comprometidos que possam
atender a demanda de serviços por parte de empresas e instituições públicas ,
que necessitam de tais profissionais da área técnica a fim de se adequar às
exigências da legislação.

O Curso Técnico de Nível Médio em Edificações proposto neste plano,


visa atender à clientela da região supra citada, contemplando às necessidades
do mercado de trabalho, conforme análise de pesquisa do SEBRAE, onde foi
denotado um potencial de trabalho na área agro-industrial, industrial e serviços.

Essa proposta é a caracterização efetiva de um novo modelo de


organização curricular de curso técnico, que privilegia as exigências de um
mundo do trabalho cada vez mais competitivo e de mudanças constantes.
Então, se faz necessário capacitar profissionais da área da construção civil,
para atender as necessidades do pólo industrial de Feira de Santana e das
demais indústrias e empresas de prestação de serviço das regiões
circunvizinhas distribuídas em 3(três ) núcleos com dezenas de industrias
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abaixo relacionados:Núcleos:BR 324 Área medindo, aproximadamente, 28,4


KM2, localizada ao longo da BR-324, no Município de Feira de Santana, com
14,2 Km de comprimento, a partir do anel de contorno rodoviário, em direção a
salvador, por 1.000,00 m de largura para cada lado, a contar do limite da faixa
de domínio da citada rodovia.TOMBA -Área estimada em 24Km2, situa-se
entre o anel de contorno rodoviário e a linha divisória Feira de Santana/São
Gonçalo dos Campos, no sentido Norte-Sul, e entre o Rio Jacuípe e a Rodovia
Feira de Santana - São Gonçalo dos Campos, no sentido Oeste-Leste.

17
Núcleo Indústria Segmento
ADINOR Ind. Com. De Aditivos
Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Ltda.
TOMBA AGROPHÓS Ind. Com. Ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
ANAPORT Ind.e Com.De Roupas Confecçáo de artigos de Vestuário e
TOMBA
LTDA acessórios
ARTEPEL IND. E COMÉRCIO Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
BR 324
ltda papel
AVIGRO Avícola Agroindustrial
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Ltda
Avipal Nordeste S/A - Fab. De
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Raçáo
Preparaçáo de couros e fabricaçáo de
TOMBA BAPLASTIL Solados Ltda artefatos de couro, artigos de viagem e
calçados
BELGO BEKAERT do Nordeste
TOMBA Metalúrgica básica
S/A
BETHA Sinalizaçáo e
TOMBA Construçáo
Construções
BIONATUS Adubos Organo
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Fosfatados Ltda.
BR 324 BIOÓLEO S/A Ind. E Comércio Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
TOMBA BLOWJET Ind. e Comércio Ltda. Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
BRASCOM do Nordeste Ind. e
TOMBA Fabricaçáo de produtos químicos
Com. LTDA
BR 324 BRASFRUT Frutos do Brasil Ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
BRASILUX Ind. Com. Sabão e
BR 324 Fabricaçáo do produtos diversos
Velas ltda
BR 324 Belgo Bekaert do Nordeste S/A Metalúrgica básica
TOMBA Biocosmética Pierre Jauar Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
BÁRIO Com. E Serviços Ltda Extraçáo de minerais não metálicos
CCLB-Cooperativa Central de
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Laticínios da Bahia
TOMBA CONTEFLEX do Nordeste Ltda Fabricaçáo de produtos Têxteis
São
Café Simões Ind. e Com. Ltda. Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Gon&ccedi
Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324 Carrocerias Itabaiana Ltda
automotores, reboques e carrocerias

18
Fabricaçáo de produtos de minerais não
BR 324 Cerâmica Nordeste Ltda
metálicos
TOMBA Cervejarias Kaiser Nordeste S/A Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
BR 324 Comercial Ubaíra Ltda. Fabricaçáo de produtos de madeira
Dáblio do Brasil Ind. e Com.
TOMBA Fabricaçáo de produtos químicos
Prod.Químicos Ltd
Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
TOMBA FKJ- Indústria de Papéis Ltda
papel
Preparaçáo de couros e fabricaçáo de
BR 324 FORTIK Nordeste Ltda artefatos de couro, artigos de viagem e
calçados
FRIFEIRA Frigorífico Feira de
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Santana S/A
BR 324 Feira Telas Com. E Ind. Ltda Metalúrgica básica
BR 324 Fotoquímica Ind. E Com. Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
Confecçáo de artigos de Vestuário e
BR 324 Góoc- Criações do Vestuário Ltda
acessórios
GLOBOAVES São Paulo
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Agroavícola Ltda
GRAMAN- Granitos e Mármores
TOMBA Extraçáo de pedra areia e argila
do Nordeste Ltda
GRANITA Brazilian Granites e
BR 324 Extraçáo de pedra areia e argila
Italian Technology Ltda
TOMBA GRANPHOS Fertilizantes Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
TOMBA Gal Rios e Cia. Ltda Metalúrgica básica
Gazin Ind. E Comércio de Móveis
TOMBA Fabricaçáo de Móveis
e e Eletros Lt
Glauber de Souza Barbosa e Cia.
TOMBA Reciclagem
Ltda
São Grupo Avipal/Abatedouro
Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Gon&ccedi Nordeste
São
Gujão Alimentos ltda. Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Gon&ccedi
IEB Ind. De Embalagem da Bahia Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
BR 324
Ltda. papel
TOMBA INPLASF-Ind. de Plástico Ltda Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
INPRESUL Ind. Prémoldados Fabricaçáo de produtos de minerais não
BR 324
Subaé ltda metálicos
TOMBA Igualbahia Ind. E Com. Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
Indústria Brasileira de Alumínio Fabricaçáo de Produtos de metal - Exceto
TOMBA
ltda máquinas e equipamentos
TOMBA Indústria Met. Pais e Filhos Ltda. Metalúrgica básica
Indústria de Alimentos Guarani
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
ltda

19
TOMBA Indústria de Biscoitos Itália Ltda. Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Indústria de Urnas Funerárias
TOMBA Fabricaçáo de produtos de madeira
São Gon&c
Ind. E Comércio de Velas Karam
BR 324 Fabricaçáo de produtos diversos
Ltda
Ind. E Com. De Cancelas do Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324
Nordeste Ltda. automotores, reboques e carrocerias
BR 324 Industrial EMMAD Metalúrgica básica
TOMBA Ipiranga Asfaltos S/A Fabricaçáo de produtos químicos
TOMBA J de Oliveira e Cia. Ltda. Reciclagem
JÁ Ind. e Com. De Máquinas p/
TOMBA
Plástico
BR 324 JANNA Agropecuária ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
TOMBA JJ Indústria Metalurgica Ltda Metalúrgica básica
Fabricaçáo de outros Equipamentos de
TOMBA Joélio Vieira Correia e Cia. Ltda
Transporte
Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
BR 324 Klabin S/A
papel
TOMBA LABOVET Prod. Veterinários Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
LUBRINOR Lubrificantes do Outras formas de produçáo de derivados de
TOMBA
Nordeste Ltda. petróleo
TOMBA Laticínios Ômega Ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
BR 324 Liz Metal Ltda
MARAM Ind. E Com. De Pedras Fabricaçáo de produtos de minerais não
BR 324
Ltda metálicos
MAXI Ind. e Com. De Prod. De
TOMBA Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Limpeza Ltda
METAF Ind. Com. De Fabricaçáo de Produtos de metal - Exceto
BR 324
Construções ltda máquinas e equipamentos
MOVESA Motores e Veículos do Fabricaçáo e montagem de veículos
TOMBA
Nordeste Ltda. automotores, reboques e carrocerias
TOMBA MRR Borges Fabricaçáo de Móveis
Magia da Bahia Ind. de Alimentos
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
ltda
Melhores Marcas Ind. E Comércio
TOMBA Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
de Produtos Quí
TOMBA Metalurgica Belo Ltda Metalúrgica básica
TOMBA Metalurgica USINAR Ltda Metalúrgica básica
Mobile Com. Imp. Exp. De
TOMBA Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Veículos Ltda.
TOMBA Moinho Bendengó Ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
NECTTARE Ind. E Com. De Prod.
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Alimentícios Ltda
BR 324 NEVE Ind. Importaçáo E Fabricaçáo de produtos químicos

20
Exportaçá
TOMBA NORSA Refrigerantes Ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
BR 324 NUTRIBAHIA LTDA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
BR 324 Nestlê do Brasil S/A Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Oliveira Leite Ind. E Com. De
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Alimentos ltda
BR 324 PALLET Bahia Ltda Fabricaçáo de produtos de madeira
BR 324 PENIEL Artefatos Plásticos Ltda Reciclagem
PERENNE Equip. de Sistemas de
BR 324 Fabricaçáo de máquinas e equipamentos
Água Ltda.
Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324 PIRELLI Pneus S/A
automotores, reboques e carrocerias
TOMBA PLASCALP Prod. Cirúrgicos Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
PLASTVEL Ind. e Com. De Art.
TOMBA Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Plástico Ltda
Fabricaçáo de Produtos de metal - Exceto
TOMBA POLIMETAIS Ind. e Com. Ltda
máquinas e equipamentos
TOMBA PRATIQUE Ind. de Móveis Ltda Fabricaçáo de Móveis
PRIMOR Agropecuária do
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Nordeste ltda
Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324 PS Almeida Conceiçáo
automotores, reboques e carrocerias
Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
TOMBA Papéis Nosso Ltda
papel
Pilado Ind. E Com. De alimentos
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Ltda.
BR 324 Plástico Vipal S.A Plástico
TOMBA Polynor Embalagens Ltda Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Prefaz - Pré fabricados de Fabricaçáo de produtos de minerais não
TOMBA
concreto LTDA metálicos
TOMBA Química Geral do Nordeste S/A Fabricaçáo de produtos químicos
RECICLE Reciclagem Plástica
TOMBA Reciclagem
Ltda.
REGRAF Com. Serviços e
TOMBA Ediçáo, Impressão e reproduçáo de gravações
Representações L
RELDIEME Ind. E Com. De
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Sorvetes Ltda
Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
BR 324 RIGESA da Bahia S/A
papel
BR 324 RIOS Móveis Ind. Ltda. Fabricaçáo de Móveis
TOMBA ROBUSTO Metalurgica Ltda Metalúrgica básica
BR 324 RP Ind. De Velas Ltda Fabricaçáo de produtos diversos
SÓLIDA Estruturas Prémoldadas Fabricaçáo de produtos de minerais não
BR 324
Ltda metálicos

21
São
São Gonçalo Móveis Arte Ltda Fabricaçáo de Móveis
Gon&ccedi
Só Pias Mármores e Granitos Fabricaçáo de produtos de minerais não
TOMBA
LTDA metálicos
SAVON Ind. e Com. Imp. E Exp.
TOMBA Fabricaçáo de produtos químicos
LTDA
SIGNUS Sinalizaçáo de Tráfego
TOMBA Construçáo
LTDA
SOL DASLA Ind. E Comércio de
BR 324
Plásticos Ltda.
BR 324 Sailer Ind. E Com. Ltda. Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Sais Nordeste Ind. E Comércio
BR 324 Fabricaçáo de produtos químicos
Ltda
TOMBA Santa Clara Ind. e Com. Ltda Fabricaçáo de Pordutos Diversos
Scandinavian Furniture Ind. e
TOMBA Fabricaçáo de Móveis
Comércio de Móv
Sonia dos Santos Viana
TOMBA Fabricaçáo de produtos químicos
Nascimento
Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324 Standard Tyres Ind. e Comércio
automotores, reboques e carrocerias
BR 324 Sueli Pinto Menezes
Super Mug Ind. de Materiais p/ Fabricaçáo de produtos de minerais não
TOMBA
Construçáo Ltda metálicos
TENSILL Ind. Bactericidas
BR 324 Fabricaçáo de produtos químicos
Produtos de Assepcia Ltda
TOMAK Ind. e Com. De Móveis
TOMBA Fabricaçáo de Móveis
Ltda
Fabricaçáo de Produtos de metal - Exceto
TOMBA TRIUNFO Ind. de Alumínio Ltda.
máquinas e equipamentos
TRUST Ind. e Com. De
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Refrigerantes Ltda
TOMBA Tangará Ind. e Comércio Ltda. Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
TOMBA Texas Inustrial Ltda. Fabricaçáo de máquinas e equipamentos
UNIFIBER Ind. de Plástico
TOMBA Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Reforçado ltda
BR 324 USIPINUS Ind. Madeireira Ltda. Fabricaçáo de produtos de madeira
Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324 Unitécnica Equip. Rod. Ltda
automotores, reboques e carrocerias
TOMBA Urnas Universal Ltda. Fabricaçáo de produtos de madeira
VENEZA Ind. e Com. De Prod.
TOMBA Fabricaçáo de produtos químicos
Médicos Ltda
Vitaly Foods do Nordeste Ind.
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Com. Ltda
BR 324 YAZAKI Autoparts do Brasil Ltda Fabricaçáo de máquinas, aparelhos e material

22
elétrico

ADINOR Ind. Com. De Aditivos


Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Ltda.
TOMBA AGROPHÓS Ind. Com. Ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
ANAPORT Ind.e Com.De Roupas Confecçáo de artigos de Vestuário e
TOMBA
LTDA acessórios
ARTEPEL IND. E COMÉRCIO Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
BR 324
ltda papel
AVIGRO Avícola Agroindustrial
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Ltda
Avipal Nordeste S/A - Fab. De
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Raçáo
Preparaçáo de couros e fabricaçáo de
TOMBA BAPLASTIL Solados Ltda artefatos de couro, artigos de viagem e
calçados
BELGO BEKAERT do Nordeste
TOMBA Metalúrgica básica
S/A
BETHA Sinalizaçáo e
TOMBA Construçáo
Construções
BIONATUS Adubos Organo
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Fosfatados Ltda.
BR 324 BIOÓLEO S/A Ind. E Comércio Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
TOMBA BLOWJET Ind. e Comércio Ltda. Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
BRASCOM do Nordeste Ind. e
TOMBA Fabricaçáo de produtos químicos
Com. LTDA
BR 324 BRASFRUT Frutos do Brasil Ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
BRASILUX Ind. Com. Sabão e
BR 324 Fabricaçáo do produtos diversos
Velas ltda
BR 324 Belgo Bekaert do Nordeste S/A Metalúrgica básica
TOMBA Biocosmética Pierre Jauar Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
BÁRIO Com. E Serviços Ltda Extraçáo de minerais não metálicos
CCLB-Cooperativa Central de
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Laticínios da Bahia
TOMBA CONTEFLEX do Nordeste Ltda Fabricaçáo de produtos Têxteis
São
Café Simões Ind. e Com. Ltda. Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Gon&ccedi
Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324 Carrocerias Itabaiana Ltda
automotores, reboques e carrocerias
Fabricaçáo de produtos de minerais não
BR 324 Cerâmica Nordeste Ltda
metálicos
TOMBA Cervejarias Kaiser Nordeste S/A Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
BR 324 Comercial Ubaíra Ltda. Fabricaçáo de produtos de madeira
Dáblio do Brasil Ind. e Com.
TOMBA Fabricaçáo de produtos químicos
Prod.Químicos Ltd 23
TOMBA FKJ- Indústria de Papéis Ltda Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
papel
Preparaçáo de couros e fabricaçáo de
BR 324 FORTIK Nordeste Ltda artefatos de couro, artigos de viagem e
calçados
FRIFEIRA Frigorífico Feira de
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Santana S/A
BR 324 Feira Telas Com. E Ind. Ltda Metalúrgica básica
BR 324 Fotoquímica Ind. E Com. Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
Confecçáo de artigos de Vestuário e
BR 324 Góoc- Criações do Vestuário Ltda
acessórios
GLOBOAVES São Paulo
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Agroavícola Ltda
GRAMAN- Granitos e Mármores
TOMBA Extraçáo de pedra areia e argila
do Nordeste Ltda
GRANITA Brazilian Granites e
BR 324 Extraçáo de pedra areia e argila
Italian Technology Ltda
TOMBA GRANPHOS Fertilizantes Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
TOMBA Gal Rios e Cia. Ltda Metalúrgica básica
Gazin Ind. E Comércio de Móveis
TOMBA Fabricaçáo de Móveis
e e Eletros Lt
Glauber de Souza Barbosa e Cia.
TOMBA Reciclagem
Ltda
São Grupo Avipal/Abatedouro
Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Gon&ccedi Nordeste
São
Gujão Alimentos ltda. Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Gon&ccedi
IEB Ind. De Embalagem da Bahia Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
BR 324
Ltda. papel
TOMBA INPLASF-Ind. de Plástico Ltda Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
INPRESUL Ind. Prémoldados Fabricaçáo de produtos de minerais não
BR 324
Subaé ltda metálicos
TOMBA Igualbahia Ind. E Com. Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
Indústria Brasileira de Alumínio Fabricaçáo de Produtos de metal - Exceto
TOMBA
ltda máquinas e equipamentos
TOMBA Indústria Met. Pais e Filhos Ltda. Metalúrgica básica
Indústria de Alimentos Guarani
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
ltda
TOMBA Indústria de Biscoitos Itália Ltda. Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Indústria de Urnas Funerárias
TOMBA Fabricaçáo de produtos de madeira
São Gon&c
Ind. E Comércio de Velas Karam
BR 324 Fabricaçáo de produtos diversos
Ltda
Ind. E Com. De Cancelas do Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324
Nordeste Ltda. automotores, reboques e carrocerias

24
BR 324 Industrial EMMAD Metalúrgica básica
TOMBA Ipiranga Asfaltos S/A Fabricaçáo de produtos químicos
TOMBA J de Oliveira e Cia. Ltda. Reciclagem
JÁ Ind. e Com. De Máquinas p/
TOMBA
Plástico
BR 324 JANNA Agropecuária ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
TOMBA JJ Indústria Metalurgica Ltda Metalúrgica básica
Fabricaçáo de outros Equipamentos de
TOMBA Joélio Vieira Correia e Cia. Ltda
Transporte
Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
BR 324 Klabin S/A
papel
TOMBA LABOVET Prod. Veterinários Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
LUBRINOR Lubrificantes do Outras formas de produçáo de derivados de
TOMBA
Nordeste Ltda. petróleo
TOMBA Laticínios Ômega Ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
BR 324 Liz Metal Ltda
MARAM Ind. E Com. De Pedras Fabricaçáo de produtos de minerais não
BR 324
Ltda metálicos
MAXI Ind. e Com. De Prod. De
TOMBA Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Limpeza Ltda
METAF Ind. Com. De Fabricaçáo de Produtos de metal - Exceto
BR 324
Construções ltda máquinas e equipamentos
MOVESA Motores e Veículos do Fabricaçáo e montagem de veículos
TOMBA
Nordeste Ltda. automotores, reboques e carrocerias
TOMBA MRR Borges Fabricaçáo de Móveis
Magia da Bahia Ind. de Alimentos
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
ltda
Melhores Marcas Ind. E Comércio
TOMBA Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
de Produtos Quí
TOMBA Metalurgica Belo Ltda Metalúrgica básica
TOMBA Metalurgica USINAR Ltda Metalúrgica básica
Mobile Com. Imp. Exp. De
TOMBA Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Veículos Ltda.
TOMBA Moinho Bendengó Ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
NECTTARE Ind. E Com. De Prod.
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Alimentícios Ltda
NEVE Ind. Importaçáo E
BR 324 Fabricaçáo de produtos químicos
Exportaçá
TOMBA NORSA Refrigerantes Ltda Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
BR 324 NUTRIBAHIA LTDA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
BR 324 Nestlê do Brasil S/A Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Oliveira Leite Ind. E Com. De
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Alimentos ltda

25
BR 324 PALLET Bahia Ltda Fabricaçáo de produtos de madeira
BR 324 PENIEL Artefatos Plásticos Ltda Reciclagem
PERENNE Equip. de Sistemas de
BR 324 Fabricaçáo de máquinas e equipamentos
Água Ltda.
Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324 PIRELLI Pneus S/A
automotores, reboques e carrocerias
TOMBA PLASCALP Prod. Cirúrgicos Ltda Fabricaçáo de produtos químicos
PLASTVEL Ind. e Com. De Art.
TOMBA Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Plástico Ltda
Fabricaçáo de Produtos de metal - Exceto
TOMBA POLIMETAIS Ind. e Com. Ltda
máquinas e equipamentos
TOMBA PRATIQUE Ind. de Móveis Ltda Fabricaçáo de Móveis
PRIMOR Agropecuária do
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Nordeste ltda
Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324 PS Almeida Conceiçáo
automotores, reboques e carrocerias
Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
TOMBA Papéis Nosso Ltda
papel
Pilado Ind. E Com. De alimentos
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Ltda.
BR 324 Plástico Vipal S.A Plástico
TOMBA Polynor Embalagens Ltda Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Prefaz - Pré fabricados de Fabricaçáo de produtos de minerais não
TOMBA
concreto LTDA metálicos
TOMBA Química Geral do Nordeste S/A Fabricaçáo de produtos químicos
RECICLE Reciclagem Plástica
TOMBA Reciclagem
Ltda.
REGRAF Com. Serviços e
TOMBA Ediçáo, Impressão e reproduçáo de gravações
Representações L
RELDIEME Ind. E Com. De
BR 324 Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Sorvetes Ltda
Fabricaçáo de celulose , papel e produtos de
BR 324 RIGESA da Bahia S/A
papel
BR 324 RIOS Móveis Ind. Ltda. Fabricaçáo de Móveis
TOMBA ROBUSTO Metalurgica Ltda Metalúrgica básica
BR 324 RP Ind. De Velas Ltda Fabricaçáo de produtos diversos
SÓLIDA Estruturas Prémoldadas Fabricaçáo de produtos de minerais não
BR 324
Ltda metálicos
São
São Gonçalo Móveis Arte Ltda Fabricaçáo de Móveis
Gon&ccedi
Só Pias Mármores e Granitos Fabricaçáo de produtos de minerais não
TOMBA
LTDA metálicos
SAVON Ind. e Com. Imp. E Exp.
TOMBA Fabricaçáo de produtos químicos
LTDA

26
SIGNUS Sinalizaçáo de Tráfego
TOMBA Construçáo
LTDA
SOL DASLA Ind. E Comércio de
BR 324
Plásticos Ltda.
BR 324 Sailer Ind. E Com. Ltda. Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Sais Nordeste Ind. E Comércio
BR 324 Fabricaçáo de produtos químicos
Ltda
TOMBA Santa Clara Ind. e Com. Ltda Fabricaçáo de Pordutos Diversos
Scandinavian Furniture Ind. e
TOMBA Fabricaçáo de Móveis
Comércio de Móv
Sonia dos Santos Viana
TOMBA Fabricaçáo de produtos químicos
Nascimento
Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324 Standard Tyres Ind. e Comércio
automotores, reboques e carrocerias
BR 324 Sueli Pinto Menezes
Super Mug Ind. de Materiais p/ Fabricaçáo de produtos de minerais não
TOMBA
Construçáo Ltda metálicos
TENSILL Ind. Bactericidas
BR 324 Fabricaçáo de produtos químicos
Produtos de Assepcia Ltda
TOMAK Ind. e Com. De Móveis
TOMBA Fabricaçáo de Móveis
Ltda
Fabricaçáo de Produtos de metal - Exceto
TOMBA TRIUNFO Ind. de Alumínio Ltda.
máquinas e equipamentos
TRUST Ind. e Com. De
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Refrigerantes Ltda
TOMBA Tangará Ind. e Comércio Ltda. Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
TOMBA Texas Inustrial Ltda. Fabricaçáo de máquinas e equipamentos
UNIFIBER Ind. de Plástico
TOMBA Fabricaçáo de Artigos de borracha e plástico
Reforçado ltda
BR 324 USIPINUS Ind. Madeireira Ltda. Fabricaçáo de produtos de madeira
Fabricaçáo e montagem de veículos
BR 324 Unitécnica Equip. Rod. Ltda
automotores, reboques e carrocerias
TOMBA Urnas Universal Ltda. Fabricaçáo de produtos de madeira
VENEZA Ind. e Com. De Prod.
TOMBA Fabricaçáo de produtos químicos
Médicos Ltda
Vitaly Foods do Nordeste Ind.
TOMBA Fabricaçáo de produtos alimentícios e bebidas
Com. Ltda
Fabricaçáo de máquinas, aparelhos e material
BR 324 YAZAKI Autoparts do Brasil Ltda
elétrico

CIS – Centro Industrial do Subaé | Endereço: Av. Sudene, s/n – Tomba


Fone(s): (75) 3615-2100 | Fax: (75) 3622-2730 | E-mail:
http://www.cis.ba.gov.br/faleconosco.html | CEP 44063-640 | Feira de Santana -
Bahia - Brasil

27
A cidade de Feira de Santana alem de um pólo industrial pujante, acima
relacionado, apresenta também o segundo maior pólo comercial da Bahia, em
torno destes dois pólos gravitam um grande numero de hotéis, hospitais,
clinicas, restaurantes, pizzarias, bares ,sorveterias, lanchonetes,centros
comerciais, supermercados,centros atacadistas ,shopping center, estádio de
futebol, ginásios de esportes, clubes sociais.
O progresso do município também é visível em áreas estratégicas de
comunicação , marketing,cultura e esportes. A cidade sedia emissoras de
televisão de rede nacional, emissoras de rádio AM e FM, uma sucursal de um
jornal estadual e outras publicações locais, tem 3(três ) clubes de Futebol
profissionais com grande destaque no campeonato baiano. Acidade de Feira de
Santana possui a 2ª maior rede bancaria da Bahia com todos os bancos Oficiais
e os principais bancos particulares do Brasil.
As cidades circuvizinhas anteriormente citadas formam a chamada região
metropolitana de Feira de Santana e se destacam na área agropecuaria sejam
em produção de grãos, hortaliças, cana de açúcar, contando também com um
rebanho bovino com produção de carne e laticínios.
A receita decorrente dos impostos, arrecadações e outros tipos de transações financeiras,
dinamiza e fortalece as demais atividades locais aquecendo o comércio e favorecendo a
sua diversificação.
Essa influência se reflete, também, na área da Construção Civil onde se
concentram mais de 20 construtoras e empresas do ramo, abaixo relacionadas,
atraídas pelo campo promissor tanto , nas obras de saneamento básico, nas
edificações urbanas e rurais, públicas e particulares..
Texeira Bastos Construções
Tel: (75) 3626-4341 R Boticário Moncorvo, 50 Sala 205, Edificio Miss Rosário
Feira de Santana - BA - CEP: 44001-208

Construtora Serlite Ltda Tel: (75) 4141-2241 R Senador Quitino, 352


Centro - Feira de Santana - BA - CEP: 44003-234

Atrium Tel: (75) 3625-9555 Rua Dr João Evangelista, s/n


Centro - Feira de Santana - BA - CEP: 44080-630

Conik Construtora Tel: (75) 3622-8644 Av Getúlio Vargas, 3839 A


Feira de Santana - BA - CEP: 44077-005

OMR Construtora Tel: (75) 3622-1900 Av Getúlio Vargas, 2338

28
Feira de Santana - BA - CEP: 44042-010

R D S Construções e Rep Ltda Tel: (75) 3626-6871 Rua Carlos Gomes, 49 an 1 sl 105
Centro - Feira de Santana - BA - CEP: 44010-530

RCB Imóveis Construtora e Empreendimentos Tel: (75) 3211-9280 Av Sr Passos, 899 s


105.
Centro - Feira de Santana - BA - CEP: 44010-230

Bahia Estrutura e Eventos Tel: (75) 8816-7000 Feira de Santana - BA

Construtora Serlite Ltda Tel: (75) 4141-2241 Rua Senador Quitino, 352 Centro - Feira de
Santana - BA - CEP: 44003-234

M Almeida Engenharia Tel: (75) 3221-1627 Feira de Santana - BA

Olímpia Serviço e Construção Civil Ltda Tel: (75) 3614-4211 R FRANCISCO


AMARAL, 175
Queimadinha - Feira de Santana - BA - CEP: 44055-720

Texeira Bastos Construções Tel: (75) 3626-4341 R Boticário Moncorvo, 50 Sala 205,
Edificio Miss Rosário
Feira de Santana - BA - CEP: 44001-208

A R Multi Serviços
Locação de Andaimes, Betoneiras, Compactadores, Motobombas, Vibradores, Marteletes,
Lixadeiras Etc
Av Subae, 420 Tomba - Feira de Santana - BA - CEP: 44063-630
Tel: (75) 3612-1301 | 8123-8435 | Cel: (75) 9973-3775

Ewerest Andaimes Tel: (75) 3223-0599 Av Gov João Durval Carneiro, 1163
Brasilia - Feira de Santana - BA - CEP: 44088-113

Jms Andaimes Tel: (75) 3481-5603 R Calamar, 427 Casa Andar


Conceicao - Feira de Santana - BA

A R Multi Serviços Tel: (75) 3612-1301 Av Subaé, 420 Tomba - Feira de Santana - BA
- CEP: 44063-630

Andaimes Seme Tel: (75) 3226-6211 Av João Durval Carneiro, 1897


Ponto Central - Feira de Santana - BA - CEP: 44100-000

Andes Aluguel de Andaimes Tel: (75) 3225-2477 Rua Aristides Nóvis, 235
Kalilândia - Feira de Santana - BA - CEP: 44025-300

Engisa Aluguel de Andaimes Tel: (75) 3623-8582 Av Maria Quitéria, 2054


Feira de Santana - BA - CEP: 44100-000

Ewerest Andaimes Tel: (75) 3223-0599 Av Gov João Durval Carneiro, 1163

29
Brasília - Feira de Santana - BA - CEP: 44088-113

Feira Maq Tel: (75) 3226-6796 Av Pres Dutra, 2069


Feira de Santana - BA - CEP: 44060-000

H Andaimes Uirapuru Tel: (75) 3221-0546 Av Pres Dutra, 2605


Brasília - Feira de Santana - BA - CEP: 44060-000

Meta Locação de Andaimes e Maquinas Tel: (75) 3616-7392 Av João Durval Carneiro,
416 Brasília - Feira de Santana - BA - CEP: 44100-000

Neste contexto, a indústria da Construção Civil desempenha um papel de suma


importância na economia nacional e mundial. Destaca-se como geradora de mão-
de-obra e de necessidades básicas do homem na sociedade como habitação,
saneamento, energia e telecomunicações.
Na Construção Civil existem sete subsegmentos a saber: Edificações em geral,
Incorporação Imobiliária, Saneamento, Energia e telecomunicações, Terra e
Pavimentação, Instalações e Montagens e Obras Públicas de Habitação
(SINDUSCON-BA). ¨

Infelizmente, a Construção Civil é um setor onde quase 80% dos trabalhadores não tem
qualificação: Pedreiros, Carpinteiros, Armadores, Pintores, quase todos aprenderam na
prática e muitas vezes de forma inconsistente. Muitos deles, por estar desempregados
vêem na Construção Civil uma fonte de renda temporária e muitos acabam não mais
saindo e muito menos procurando formação. A grande maioria dos mestres de obras se
denominam “mestres” por atuarem na construção civil por anos. Na verdade eles
ocupam um espaço que deveriam ser reservados aos técnicos em edificações. Técnico
esse que é o braço direito do engenheiro, uma vez que, domina a boa técnica.
De acordo com dados do Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura -
CONFEA, existe um déficit habitacional no país que gira em torno de 10 milhões
de unidades, o qual pode ser suprido através de programas de ações sociais ou
pela iniciativa privada. Na Bahia temos um déficit bastante expressivo, onde para
as áreas urbanas podem ultrapassar 390.000 habitações. Acrescenta-se a isso as
exigências advindas de um largo processo de urbanização, que caminha em
paralelo à área da Construção Civil. Esses dados deixam clara a necessidade de
investimentos na referida área e, conseqüentemente, apontam para uma
concentração de esforços na qualificação de trabalhadores para o desempenho
profissional com ética, qualidade e competência social.
Segundo pesquisa realizada pelo SINDUSCON/FIEB/IEL envolvendo 108
empresas na Bahia divididas por segmentos:
Segmento %
Edificação em Geral 34
Incorporação Imobiliária 22
Instalações e Montagem 13
Terra e pavimentação 12
Saneamento 12
Energia e telecomunicações 7
Só os dois primeiros segmentos correspondem a 56%, comprovando assim a
importância de uma atenção maior na área de edificações.

30
,
Como conseqüência de algumas medidas e políticas publicas que foram adotadas
para alguns segmentos da construção civil e do crescimento da economia, desde
2006 o setor não para de bater recordes. Desde o número de alvarás expedidos,
número de unidades comercializadas, volume de crédito para aquisição de
imóveis, até o número de empregos gerados pelo setor. De outubro à dezembro
de 2006 foram lançadas 2.247 unidades, um crescimento de 108,63% quando
comparado ao mesmo período do ano anterior, além de 1.733 unidades
comercializadas. De abril à junho de 2008 foram lançadas 6.704 unidades, com
um aumento de 210,23% quando comparado ao período anterior com 4.186
unidades comercializadas.

Em 2006 o Produto Interno Bruto – PIB acumulou crescimento de 2,9% em


relação a 2005. A elevação do valor adicionado decorreu do desempenho dos três
setores que o compõem: agropecuária, indústria e serviços. Dentre os subsetores
da indústria, a segunda maior alta ocorreu na construção civil (4,5%) (BRASIL,
2008).

Segundo dados da matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo, no mês de
setembro de 2007 o nível de emprego da construção civil no país era de 1.686
milhões de trabalhadores formais. Só no mês de julho daquele ano, o setor
incorporou mais 22,6 mil empregados com carteira assinada (OLIVEIRA, 2008).
Em 2008, o panorama é ainda mais animador. Segundo levantamento do
SindusCon-SP e da FGV Projetos, já são 1,9 milhão o número de trabalhadores
formais do setor no primeiro bimestre de 2008 e o nível de emprego apresentou
alta de 4,1% neste período. Espera-se que até o final do ano esses números
tornem-se ainda melhores (LOUREIRO, 2008).

Os investimentos nas áreas de infraestrutura e habitação e o acelerado processo


de incorporação de novas tecnologias e materiais têm gerado demanda de
profissionais com formação técnica, mas sem perder de vista uma formação
humana e social favorecendo a empregabilidade e o desenvolvimento social.

Por outro lado às empresas estão exigindo cada vez mais dos seus trabalhadores
uma formação mais abrangente e qualidades especificas tais como: liderança,
criatividade, sociabilidade, entre outras atividades e valores que tendem a
articular saberes e habilidades para a solução de problemas profissionais, ou
seja, exige-se cada vez mais do trabalhador competências laborais específicas,
em todas as áreas profissionais e em especial aos profissionais de nível técnico.
O mais importante destes profissionais é o Técnico em Edificações, pois dialoga
com o engenheiro e com o arquiteto e entende a linguagem simples dos
trabalhadores e do mestre de obra.

31
1.2 Objetivos

1.2.1 Geral

Formar técnicos de nível médio em Edificações na modalidade integrada ao Ensino Médio


para atender a necessidade de profissionais qualificados nos setores produtivos e de
serviço, proporcionando-lhes uma base de conhecimentos instrumentais, científicos e
tecnológicos, de forma a desenvolver competências necessárias a sua inserção no mundo
do trabalho e preparando-o para o pleno exercício profissional e da cidadania

1.2.2 Específicos

 Formar profissionais qualificados para o exercício da função de técnico em


Edificações, de acordo com os princípios norteadores enunciados pelas Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico, a saber:

a. Independência e articulação com o Ensino Médio;


b. Respeito aos valores estéticos, políticos e éticos;
c. Desenvolvimento de competências para a laboralidade;
d. Flexibilidade, interdisciplinaridade e contextualização;
e. Identidade dos perfis profissionais de conclusão de curso;
f. Atualização permanente dos cursos e currículos;
g. Autonomia da escola em seu projeto pedagógico;
 Formar técnicos de nível médio, com características de profissionais no
eixo tecnológico em infraestrutura, em especial, em planejamento, projeto,
execução e instalações e manutenção de edificações capaz de:

1. Desenvolver e executar projetos de edificações conforme normas técnicas


de segurança e de acordo com legislação específica.
2. Planejar a execução e elaborar orçamento de obras.
3. Prestar assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos e
pesquisas tecnológicas na área de edificações.
4. Orientar e coordenar a execução de serviços de manutenção de
equipamentos e de instalações em edificações.
5. Orientar na assistência técnica para compra, venda e utilização de
produtos e equipamentos especializados

32
CAPITULO 2 – REQUESITOS DE ACESSO AO CURSO

2.1. No mundo das competências

Toda mudança leva tempo parar ser assimilada. Não poderia ser diferente com os conceitos
na área da educação. Quando se trata de habilidades, três questões se tornam prioritárias:
entender o seu significado, saber como trabalhá-las, definir quais as que deveriam ser
desenvolvidas nos estudantes. Diante das dificuldades, cabe um aprofundamento dos novos
conceitos: habilidades. Ou melhor, entender de forma explícita, a mudança dos paradigmas que
serviam de pilares para a construção dos currículos. Faz-se necessário reconhecer se há
contradição entre conteúdo / qualificação / habilitação e competência / habilidade.

Se formos buscar a definição desses conceitos, poderemos encontrar no


Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, supervisionado por Aurélio
Buarque de Hollanda Ferreira:
Conteúdo: aquilo que se contém em alguma coisa;
Qualificação: ato ou efeito de qualificar (atribuir qualidade a);
Habilitação: ato ou efeito de habilitar; aptidão; cabedal de conhecimentos;
Competência: qualidade de quem é capaz de apreciar e resolver certo assunto;
Habilidade: qualidade de hábil que tem capacidade legal para certos atos );
capacidade.

Infere-se que dentro da definição de competência estão inseridos todos os


outros conceitos. Se competência é qualidade, é porque ela foi construída a partir
de um conteúdo que foi aprendido e testado de alguma forma. Portanto, não há
contradição entre esses conceitos. Há um sentido de complementação, sendo a
competência a busca da união desses conceitos que serão concretizados através
das habilidades.

Ao trabalharmos com competências, estamos trabalhando, também, com


habilidades. Contudo, deve-se ter a clareza de que as competências não são um
produto final e sim um processo de habilitação, em que não pode estar dissociado
o conhecimento da ação. Então, todo conteúdo deve estar sintonizado com uma
ação, que ao longo do processo de formação do sujeito irá construir as
habilidades necessárias à sua inserção no mundo. A formação, portanto, só pode
ser completa quando se combina a educação formal com a experiência adquirida
na educação não formal, reforçando-se o caráter flexível e dinâmico das
competências.

Conforme a LDB, o ensino fundamental terá por objetivo a formação básica do cidadão,
mediante:

33
“I- o desenvolvimento da capacidade de
aprender, tendo como meios básicos o pleno
domínio da leitura, da escrita e do cálculo”;
II – a compreensão do ambiente natural e
social, do sistema político, da tecnologia, das
artes e dos valores em que se fundamenta a
Sociedade;
III- o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista

aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e Valores;

IV- o fortalecimento dos vínculos de família,


dos laços de solidariedade humanas de
tolerância recíproca em que se assenta a
vida social.”
(Brasil. Lei 9.394,de 1996)

2.2 Perfil de entrada

Compreende-se que o Ensino Fundamental é a etapa final de um processo


educacional que visa formar as competências básicas para a compreensão do
mundo e para a continuidade dos estudos. De acordo com o art. 27 da LDB, nesta
etapa são observadas as seguintes diretrizes: a difusão de valores fundamentais
ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem
comum e à ordem democrática; consideração das condições de escolaridade dos
estudantes em cada estabelecimento; orientação para o trabalho; promoção do
desporto educacional e apoio às práticas desportivas não formais. Estas diretrizes
levam ao desenvolvimento de habilidades necessárias ao candidato que irá
ingressar no Curso Técnico de Nível Médio em Edificações, indispensáveis ao
seu sucesso na participação do curso.
São duas as formas de ingresso no Curso Técnico de Nível Médio em Edificações: o
processo seletivo e transferência.

2.3 Processo de seleção

O ingresso ao Curso Técnico de Nível Médio em Edificações far-se-á mediante processo


seletivo devendo ser preenchido o número de vagas disponibilizado pelo Campus de Feira de
Santana, conforme sua possibilidade física e técnica na época. A formação mínima exigida para
ingresso no curso é a de nível fundamental. Portanto, para matricular-se no curso o estudante
deverá comprovar a conclusão de seus estudos no Ensino Fundamental.

A prova de seleção, de caráter eliminatório e classificatório, se caracterizará


por uma abordagem interdisciplinar. As questões terão como ponto de partida um
tema gerador objetivando a apreciação das habilidades que os candidatos
deverão possuir.
O processo de seleção será composto pelas seguintes provas:
 Conhecimentos nas áreas de:
 Língua portuguesa

34
 Matemática
 Biologia
 História
 Geografia
 Redação.

A prova de conhecimentos contará de questões objetivas e terá como


programa o conteúdo do ensino fundamental, assim como, o compromisso de
avaliar as habilidades promovidas pelo aprendizado do referido conteúdo. A prova
de redação será avaliada com base nos seguintes critérios: seqüência lógica,
estrutura de parágrafos, períodos e orações; adequação de vocabulário,
ortografia, acentuação, pontuação, concordância, regência, concisão e clareza.

Os candidatos classificados, para terem acesso ao primeiro ano do curso,


deverão ter desenvolvido bases científicas, instrumentais, habilidades da
educação fundamental.

2.4 Transferência

O processo de transferência se realizará apenas entre cursos oferecidos


pela REDE IFBA na mesma área de conhecimento e com a mesma estrutura
curricular. A avaliação das solicitações de transferência será pautada na
regulamentação posta no regimento Interno do IFBA.

35
3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

O MEC usa como base para avaliação do Ensino Médio a classificação do


educador colombiano Bernardo Toro, que defende a necessidade de
desenvolvimento de sete competências na formação do indivíduo para o mundo:

 Dominar a leitura, a escrita e as diversas linguagens utilizadas pelo


homem;
 Fazer cálculos e resolver problemas;
 Analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos e situações;
 Compreender seu entorno social e atuar sobre ele;
 Receber criticamente os meios de comunicação;
 Localizar, acessar e usar melhor a informação acumulada;
 Planejar, trabalhar e decidir em grupo.

Como premissa básica, almeja-se formar um cidadão com capacidade de analisar, decidir,
planejar e expor suas idéias ao mundo em que se insere. É o reconhecimento da alteridade, de
que o indivíduo deve estar preparado, fundamentalmente, para interagir com o outro, levando
valores e conceitos e absorvendo valores e conceitos.

Nesse contexto, o conhecimento é uma via mão dupla, de constante


movimento de idas e vindas, um moto contínuo. E o papel das instituições de
ensino é de promover ao profissional a possibilidade de ir e vir, estar apto e
aberto ao conhecimento, sempre.

Considerando as sete competências defendidas por Bernardo Toro como


gerais, extraiu-se do texto dos PCN/ Ensino Médio, as habilidades inerentes a
cada área criando-se um quadro referencial das competências. Habilidades e
bases cientificas e instrumentais que o candidato deverá trazer da sua formação
básica:

ÁREA: Ciências da Natureza – Biologia


Habilidades Bases cientificas
 Descrever processos e características do ambiente  Ecologia
ou de seres vivos, observados em microscópio ou a  Classificação
olho nu. dos seres vivos
 Utilizar critérios científicos para realizar classificação  Microbiologia
de animais, vegetais etc.
 Reconhecer o ser humano com agente e paciente de
transformações internacionais por ele produzidas no
seu ambiente.
 Julgar ações de intervenção, identificando aquelas
que visam à preservação e à implementação da
saúde individual, coletiva e do ambiente.
 Identificar as relações entre o conhecimento
científico e o desenvolvimento sustentável.

36
ÁREA: Ciências da Natureza – Química
Habilidades Bases cientificas
 Reconhecer tendências e relações a partir de  Química orgânica (
dados experimentados ou outros (classificação, sais)
seriação e correspondência em Química)  Característicos físico-
 Reconhecer aspectos químicos relevantes na químicos da água.
interação individual e coletiva do ser humano  Ligações químicas
com o ambiente.

ÁREA: Ciências da Natureza – Física


Habilidades Bases cientificas
 Utilizar e compreender tabelas, gráficos e relações  Estudo de
matemáticas gráficas para a expressão do saber físico. vetores
Ser capaz de discriminar e traduzir as linguagens  Estática
matemáticas e discursar entre si.  Centro de
 Desenvolver a capacidade de investigação. Classificar, gravidade
organizar, sistematizar, identificar regularidades.  Momento
Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o  Eletricidade
conceito de medir, fazer hipóteses, testar.
 Conhecer e utilizar conceitos físicos. Relacionar
grandezas, quantificar, identificar parâmetros relevantes.
Compreender e utilizar leis e teorias físicas.
 Compreender a física presente no mundo vivencial e
nos equipamentos e procedimentos tecnológicos.
Descobrir o “como funciona” de aparelhos.
 Articular o conhecimento físico com conhecimentos de
outras áreas do saber científico.
 Ser capaz de emitir juízos de valor em relação a
situações que envolvam aspectos físicos e/ou
tecnológicos relevantes.

ÁREA: Linguagens: Artes


Habilidades Bases cientificas
 Analisar refletir, respeitar e preservar as diversas
manifestações de arte – em suas múltiplas funções –  História da arte
utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos,
interagindo com o patrimônio nacional e internacional,
que se deve conhecer e compreender em sua
dimensão sócio-histórica.

ÁREA: Matemática
Habilidades Bases cientificas

37
 Ler e interpretar textos de matemática.  Problemas com as
 Ler, interpretar e utilizar representações quatro operações
matemáticas (tabelas, gráficos, expressões etc)  Problemas com
 Transcrever terminologia correta. frações
 Produzir textos matemáticos adequados.  Regra de três:
 Utilizar corretamente instrumentos de medição e simples e composta
de desenho.  Proporção: escala
 Identificar o problema (compreender enunciados,  Juros simples
formular questões etc).  Unidades de
 Procurar, selecionar e interpretar informações comprimento, área e
relativas ao problema. volume.
 Formular hipóteses e prever resultados.  Equações de 1º e 2º
 Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e graus
indutivos.  Grau e radiano
 Aplicar conhecimentos e métodos matemáticos  Geometria plana
em situações reais, em especial em outras áreas (perímetro, área,
do conhecimento. Mensagens matemáticas da polígonos).
linguagem corrente para linguagem simbólica
(equações, gráficos, diagramas, fórmulas, tabelas
etc) e vice e versa.
 Exprimir-se com correção e clareza, tanto na
língua materna, como na linguagem matemática,
usando a terminologia correta.

ÁREA: Linguagens: Língua Portuguesa


Habilidades Bases instrumentais
 Compreender e usar a língua Portuguesa  Ortografia
materna, geradora de significação e integradora  Técnicas de
da organização do mundo e da própria identidade. comunicação oral
 Aplicar as tecnologias de comunicação e da  Redação técnica
informação na escola, no trabalho e em outros  Leitura e
contextos relevantes da vida. interpretação de
 Analisar os recursos expressivos da linguagem textos.
verbal, relacionando textos/contextos, mediante a
natureza, função organização, estrutura, de
acordo com as condições de produção, recepção
(intenção, época local interlocutores participantes
da criação e propagação das idéias e escolhas,
tecnologias disponíveis).
 Considerar a Língua Portuguesa como fonte de
legitimação de acordos e condutas sociais e como
representação simbólica de experiências humanas
manifestadas nas formas de sentir, pensar e agir
na vida social.
 Entender os impactos das tecnologias de
comunicação, em especial da língua escrita, na
vida, nos processos de produção, no
desenvolvimento do conhecimento e na vida
social.

38
Portanto, ao concluir o Curso Técnico de Nível médio em Edificações,
espera-se que, cada estudante demonstre o perfil de um cidadão com
conhecimentos consolidados da educação básica e da área de edificações que
lhe permitam atuar como profissional e/ou dar continuidade aos seus estudos no
ensino superior. Almeja-se, para o concluinte, a aplicação dos conhecimentos, a
busca de respostas para situações objetivas que se apresentem à sua frente.
Esses parâmetros o ajudarão a exercer seu protagonismo com independência,
clareza de idéias, espírito de equipe, respeito às divergências e capacidade de
tomar iniciativas e por em prática, resoluções alternativas. Para tanto deve
desenvolver:

1- Preparação básica para o trabalho;


2- Compreensão dos fundamentos e significados das filosofias, artes, ciências
e tecnologias dos processos produtivos;
3- Capacidade de utilizar a língua portuguesa como instrumento de
comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania;
4- Habilidades de estudo e eficiência em diversos modos de expressão
(intuitivos, racionais e tecnológicos).

O técnico em Edificações é um profissional de nível médio, que deve ser


capaz de atuar como profissional da área e como cidadão. Propõe-se que lhe
sejam oferecidas oportunidades de aprendizagem que desenvolvam as seguintes
competências gerais:

 Adquirir e aplicar uma sólida base de conhecimentos tecnológicos e


científicos;
 Ser capaz de coletar, interpretar e sistematizar dados; de coordenar
equipes; de se adaptar a novas situações;
 Ter capacidade gerencial;
 Dominar a comunicação oral e escrita;
 Desempenhar suas atividades buscando qualidade, controle do
custo e segurança;
 Ter postura profissional e ética.

Sendo um profissional da área de construção civil, sua atuação será voltada


a todas as atividades que interfiram no planejamento, na execução, na
manutenção e na recuperação de edificações. Para isso, deve desenvolver
habilidades que o tornem apto a:

 Executar trabalhos e serviços técnicos projetados e dirigidos por


profissionais de nível superior;
 Operar e/ou utilizar equipamentos, instalações e materiais;
 Fazer locação de obras;
 Elaborar interpretar e desenvolver desenhos de projetos diversos;
 Fazer orçamentos de materiais, equipamentos e mão-de-obra;
 Executar e fiscalizar ensaios de laboratório;
 Conduzir equipamentos de instalação, execução e manutenção de
obras;

39
 Treinar equipes de execução de serviços técnicos;
 Fiscalizar obras, acompanhando e controlando os cronogramas;
 Assegurar a execução correta dos projetos arquitetônico, estrutural,
hidráulico e elétrico;
 Fazer manutenção e recuperação das edificações.

Enfim, o técnico em Edificações de Nível Médio deverá ser um cidadão com


preparação humanística geral e especifica da área para a habilitação profissional
e para a adaptação às constantes transformações da sociedade contemporânea.

A habilitação e o perfil profissional de conclusão apresentado está em


consonância com Resolução CNE/CEB nº 04/99, que institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio; o
Decreto nº 5.154, de 23 de julho de 2004; Resolução CNE/CEB nº 03, de 26 de
junho de 1998, o Decreto nº 90.922, de 06 de fevereiro de 1985, que regulamenta
a lei nº 5.524, de 05 de novembro de 1968 , que dispõe sobre o exercício da
profissão de técnico industrial e técnico agrícola de nível médio ou de 2º grau, das
definições do CONFEA para a carreira de nível técnico.

40
CAPITULO 4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

De acordo com o Art. 4º do decreto 5.154/2004, as premissas básicas a


serem observadas na organização da educação Profissional Técnica de formas
articulada com o Ensino médio, são as diretrizes curriculares nacionais definidas
pelo Conselho Nacional de Educação.

Através da analise das competências, habilidades e bases tecnológicas


contidas nos Referenciais Curriculares, chegou-se a uma proposta de
organização curricular.

4.1. Matriz curricular

A matriz curricular do curso foi pensada de acordo com as diretrizes


curriculares do ensino médio e com os Referenciais Curriculares que analisam o
processo de produção da área de Construção Civil dividido nas funções de
Planejamento e Projeto, Execução e Manutenção e Restauração. Contempla um
conjunto de habilidades, visando a elevação do nível de escolaridade, a formação
geral e a construção paulatina do perfil profissional do técnico em Edificações.

Serão consideradas as habilidades específicas e as competências gerais da


resolução 04/99 do MEC/SEMTEC bem como as diretrizes curriculares definidas
para o ensino Médio.

As disciplinas serão distribuídas de acordo com as áreas de conhecimento:

Base Nacional Comum:


 Linguagens, Códigos e suas Tecnologias: Língua Portuguesa, Educação
Física e artes.
 Ciências Humanas e suas Tecnologias: História, Geografia e filosofia.
 Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias: Física,
Matemática, Biologia, Química e Desenho Básico.

Parte Diversificada:

 Organização do Trabalho e Gestão de qualidade (ONQ)


 Língua Estrangeira Moderna – Inglês
 Sociologia
 Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde (SMS)
 Informática Aplicada

41
Formação Especifica:

 Materiais de Construção I
 Materiais de Construção II
 Desenho Arquitetônico I
 Desenho arquitetônico II
 Resistência dos Materiais
 Estruturas em Concreto
 Instalações Elétricas
 Instalações Hidrossanitárias
 Saneamento Básico
 Mecânica dos Solos
 Planejamento e Gerenciamento de Obras
 Tecnologia das construções I
 Tecnologia das construções II
 Topografia.

O curso terá uma carga horária de 3.810 horas e 360 horas de Estágio
Supervisionado, perfazendo um total de 4.572 hora-aula. Às 3.810 horas
serão distribuídas num período de 4 anos, conforme Matriz Curricular,
abaixo.

42
DISCIPLINAS Carga- Carga-Horária Total/Disciplina
Horária/Ano
1º 2º 3º 4º Hora-Aula Hora
Matemática 04 03 03 - 360 300
Língua Portuguesa 04 04 02 - 360 300
Química 02 02 02 - 216 180
Biologia - 02 02 02 216 180
Física 03 03 03 - 324 270
Geografia - 02 02 02 216 180
História 02 02 02 - 216 180
Educação Física 02 02 02 - 216 180
Filosofia 01 02 02 01 216 180
Sociologia 01 02 02 01 216 180
TOTAL DO NÚCLEO COMUM 19 24 22 06 2556 2130
Informática 02 - - - 72 60
Desenho Técnico 02 - - 72 60
Artes 02 - - 72 60
Inglês - 02 02 144 120
Organização e Normas da - - - 02 72 60
Qualidade e Gestão de
Organizações e Empreendedorismo
Segurança, Meio Ambiente e Saúde - - - 02 72 60
Espanhol - - - 02 72 60
TOTAL DA ÁREA 06 02 02 06 576 480
DIVERSIFICADA
Materiais de Constr. I 3 108 90
Materiais de Constr. II 2 72 60
Desenho Arquitetônico I 2 72 60
Desenho arquitetônico II 3 108 90
Resist. dos Materiais 3 108 90
Estrutura de Concreto 3 108 90
Instalações Elétricas e 3 108 90
Telefônicas
Instalações Hidrossanitárias 3 108 90
Saneamento Básico 3 108 90
Mecânica dos solos 3 108 90
Planejamento e Gerenciamento 2 72 60
de Obras
Tecnologia das Construções I 2 72 60
Tecnologia das Construções II 3 108 90
Topografia 3 108 90
Informática Aplicada 2 72 60
TOTAL DA ÁREA ESPECÍFICA 5 5 8 22 1440 1200
TOTAL GERAL 30 31 34 32 4572 3810
P. Profissional (Est. Curricular 360 360
ou TCC)

43
BASE NACIONAL COMUM

44
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
Eixo Tecnológico : Infra Estrutura CARGA HORÁRIA: 120 h (144 ha)

Habilidades

 Estabelecer Critérios sobre a utilização da linguagem oral ou escrita;


 Compreender os elementos constituintes do estudo da literatura;
 Aplicar os conhecimentos de fonética
 Conhecer diversos gêneros textuais e tipologias;
 Estabelecer diferenças entre conotação e denotação;
 Ler, interpretar, analisar e reescrever textos diversos propostos;
 Classificar obras literárias segundo o gênero;
 Perceber e discutir os estilos individuais e de época;
 Estabelecer critérios para classificação da linguagem poética;
 Conhecer figuras de linguagem;
 Ler, interpretar, analisar, reescrever e criar textos narrativos e descritivos;
 Identificar nas escolas literárias as características, o contexto histórico, principais obras e
autores;
 Compreender o processo de formação das palavras;
 Ler, interpretar, analisar e produzir texto dissertativo.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Linguagem, língua, fala;


 Denotação e conotação;
 Figuras e funções da linguagem;
 Língua falada e língua escrita;
 “Erro” gramatical; recursos de estilo; adequação da linguagem ao contexto;
 Conceito de texto/ tipologia textual;
 Conceito de literatura; prosa e poesia; história da literatura; literatura e momento histórico;
escritor; obra público;
 A linguagem poética/ figuras de linguagem I;
 Gêneros literários;
 Estilo individual e estilo de época;
 Estrutura e formação das palavras (morfema)
 Narração/descrição/dissertação;
 Coerência e coesão textuais;
 Concordância lógica, atrativa e ideológica;
 Colocação pronominal;
 Trovadorismo;
 Humanismo;
 Classicismo;
 Literatura informativa no Brasil;
 Processos de formação das palavras;
 Barroco;

45
 Arcadismo;
 Neologismo;
 Análise da narrativa e do texto dissertativo.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aula expositiva;
 Leitura e pesquisa;
 Utilização de diversos textos como ponto de partida para alcance dos conteúdos;
 Comparação e análise entre as modalidades lingüísticas;
 Vídeo;
 Estudo dirigido;
 Seminário;
 Atividades escritas;
 Debates.

Avaliação

 A avaliação será contínua com atividades escritas e orais;


 Produção textual;
 Prova escrita;
 Confecção de painéis;
 Análise da narrativa
 Debates sobre textos
 Leitura e discussão em sala de aula.

Bibliografia Básica

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Paulo, Loyola, 2000.
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Martins Fontes, 1976. 2v.
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EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1990.

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GARCEZ, Lucília Helena do Carmo. A escrita e o outro: os modos de participação na
construção do texto. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1998.
GERALDI, Wanderley (org). O texto na sala de aula: leitura e produção. Cascável: Assoeste,
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GOODMAN, S.Kenneth. Considerações a respeito da língua e do desenvolvimento. In
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_____. Literatura e vida nacional. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
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KOCH, Ingedore Villaça. A interação pela linguagem. 4. ed. São Paulo: Contexto, 1998.
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ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4. ed.
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47
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade


para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de
movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a
cultura corporal.
 Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas, e consciente da importância
delas na vida do cidadão.
 Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças
individuais e procurando colaborar para que o grupo possa assim atingir os objetivos que
se propôs.
 Reconhecer na convivência e nas práticas pacificas, maneiras de eficazes de crescimento
coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes
pontos de vista postos em debate.
 Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar
as atividades corporais, valorizando como melhoria de suas aptidões físicas.
 Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-os
em suas práticas corporais.
 Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las
e reinterpreta-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de
atividades procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.
 Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando
as diferenças de desempenho, linguagem e expressão.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Contextualização da educação física;


 Benefícios da atividade física;
 Definições de esporte-rendimento; Esporte-participação; Esporte-rendimento;
 Dinâmicas: alongamentos; matroginástica; ginástica aeróbica;
 Noções de freqüência cardíaca aplicada à atividade física.
 Seleção e elaboração de coreografias de danças relacionadas com a temática a ser
escolhida;
 Vivências Corporais que proporcionem o Crescimento Pessoal e Interpessoal;
 Festival de Dança Educação
 Práticas Esportivas: Voleibol e Basquetebol
 Fundamentos Básicos
 Regras
 Torneio Intersalas.

48
Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos
 Aulas expositivas participadas;
 Retroprojetor;
 Aulas práticas
 Aparelho de som.
 Televisão e DVD
 Elaboração de coreografias e Ensaios de Danças
 Apresentação do trabalho no Festival de Dança-Educação
 Competições intersalas

Avaliação

 Auto-avaliação;
 Avaliação teórica;
 Participação nas aulas (qualitativa);
 Apresentação do Trabalho Final e participação no Festival de Dança-Educação;
 Participação nos Jogos Internos

Bibliografia Básica

1. Parâmetros Curriculares Nacionais. PCN.


2. Coletivo de autores. Metodologia do ensino de Educação Física
3. Teixeira, Hudson. Educação Física e Desportos.São Paulo. Ed. Saraiva, 1995.
4. Guedes & Guedes, J. E.R.P. Controle de Peso Corporal: composição corporal
5. Atividade Física e Nutrição. Londrina. Ed. Midiograt, 1998.
6. Olga, Reverbel. Jogos Teatrais na Escola. Atividades Globais de Expressão. São
Paulo. Ed. Scipione, 1996
7. Nanni, Dionísia. Dança Educação. Princípios, Métodos e Técnicas. Rio de Janeiro. Ed.
Sprint, 1995

49
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: BIOLOGIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


Campus de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Descrever processos e características do ambiente ou dos seres vivos, observando em


microscópio ou a olho nu.
 Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da biologia.
 Apresentar suposições e hipóteses acerca de dos fenômenos biológicos em estudo.
 Apresentar, de forma organizada, o conhecimento biológico aprendido através de textos,
desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes etc.
 Conhecer diferentes formas de obter informações (observações, experimento, leitura de
texto, imagem e entrevista), selecionando aquelas pertinentes ao tema biológico em
estudo.
 Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em biologia, elaborando conceitos,
identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações.
 Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico.
 Utilizar noções e conceitos da biologia em novas situações de aprendizado (existencial ou
escolar).
 Relacionar conhecimento das diversas disciplinas para o entendimento de fatos ou
processos biológicos.
 Reconhecer o ser humano como agente paciente de transformações intencionais por ele
produzidos no seu ambiente.
 Julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam a preservação e a
implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente.
 Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico,
considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de
desenvolvimento sustentável.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Citologia;
 Embriologia.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas com exposição participada;


 Uso do retroprojetor;
 Aulas práticas
 Trabalhos em equipe;
 Seminários e filmes.

Avaliação

50
 Avaliação escrita;
 Observação do desenvolvimento;
 Apresentação de seminários e relatórios

Bibliografia Básica

1. LINHARES, Sérgio & GEWANDSZNAJDER, F. Biologia Série Brasil, volume único,


Ed. Ática, 1ª edição, São Paulo, 2004
2. FAVARETTO, J.A. & MERCADANTE, C. Biologia, Volume único, Moderna, 2ª edição,
São Paulo, 2003
3. PAULINO, Wilson Roberto. Biologia: volume único. São Paulo: Ática, 2000.
4. SOARES, José Luís. Biologia: volume único. 9. ed. São Paulo: Ed. Scipione, 1997.

51
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: MATEMÁTICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 120 h (144 ha)

Habilidades

 Ler e interpretar textos em matemática;


 Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões, etc.);
 Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para a linguagem simbólica
(equações, gráficos, diagrama, fórmulas, etc) e vice versa;
 Exprimir-se com correção e clareza, tanto na língua materna, como na linguagem
matemática, usando a terminologia correta;
 Produzir textos matemáticos adequados;
 Utilizar corretamente instrumentos de medição e de desenho;
 Identificar o problema (compreender enunciados, formular questões);
 Procurar selecionar e interpretar informações relativas ao problema;
 Formular hipóteses e prever resultados;
 Selecionar estratégias de resolução de problemas;
 Interpretar e criticar resultados numa situação concreta.
 Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos;
 Desenvolver a capacidade de utilizar a matemática à interpretação e intervenção no real;
 Aplicar métodos e conhecimentos matemáticos em situações reais, em especial em outras
áreas do conhecimento.
 Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e
potencialidades.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Unidade I
o Revisão: operações com inteiros, fracionários, grandezas direta e inversamente
proporcionais, regar de três, equações de 1º e 2º graus, produtos notáveis e estudo do
triangulo retângulo( relações métricas e trigonométricas)
 Unidade II
o Conjuntos numéricos: classificação, operações com conjuntos e operações numéricas,
propriedades, intervalos numéricos, módulos de um número real.
o Funções
o Sistemas de coordenadas cartesianas, distância entre ponto no plano, produto
cartesiano.
o Definição geral de função, domínio e imagem, gráfico de uma função, tipos de função
(crescente, decrescente, par / ímpar).
o Função afim: definição, papel dos coeficientes, gráfico, domínio, imagem, a função
linear e a função constante, estudo do sinal, inequações (produto, quociente,

52
simultânea), aplicações.
 Unidade III
o Função quadrática: definição, papel dos coeficientes, construção da parábola, raízes e
coordenadas do vértice, domínio e imagem, inequações do 2º problemas de máximo e
mínimo.
o Função modular: gráficos, função composta, equação e inequação modular.
o Função exponencial: definição, gráfico, equações e inequações exponenciais,
aplicações.
 Unidade IV
o Função logarítmica: definição e propriedades dos logaritmos, definição da função
logarítmica, gráfico, domínio e imagem, equações e inequações logarítmicas,
logaritmos decimais, aplicações.
o Progressões: definições e propriedades, termo geral de uma PA, soma dos termos de
uma PA, termo geral de uma PG, soma dos termos de uma PG finita, limite da soma
dos temos de uma PG infinita.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Trabalhos em grupo
 Estudo dirigido
 Exposição participada
 Apresentação de problemas da vida real.
 Utilização de livro didático.

Avaliação

 Resolução de listas de exercícios.


 Trabalhos em grupo
 Prova escrita

Bibliografia Básica

1. IEZZI, Gelson et al. Matemática: Ciência e aplicações, Vols 1, 2 e 3. São Paulo, editora
Atual-2004.
2. DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contexto e Aplicações, Vols 1, 2 e 3. São Paulo,
editora Ática –2003.
3. Coleção Fundamentos de Matemática Elementar vols 1 a 10. São Paulo, editora
Atual –2005.

53
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: FÍSICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108ha)

Habilidades
 Compreender enunciados que envolvam códigos e símbolos físicos.
 Utilizar e compreender tabelas, gráficos e relações matemáticas gráficas para a expressão
do saber físico. Ser capaz de discriminar e traduzir as linguagens matemáticas e
discursivas entre si.
 Expressar-se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua
representação simbólica.Apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento aprendido,
através de tal linguagem.
 Conhecer as fontes de informação e formas de obter informações relevantes, sabendo
interpretar noticias científicas.
 Desenvolver a capacidade de investigação física. Classificar, organizar, sistematizar e
identificar.Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o conceito de medir, fazer
hipóteses, testar.
 Conhecer e utilizar conceitos físicos.Relacionar grandezas, quantificar, identificar
parâmetros relevantes. Compreender e utilizar leis e teorias físicas.
 Compreender a física presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos
tecnológicos.Descobrir o ‘’como funciona’’de aparelhos.
Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Grandezas físicas;
 Potência de dez e algarismos significativos;
 Vetores;
 Movimento (conceitos preliminares);
 Dinâmica;
 As três Leis de Newton e suas aplicações;
 Momento: Equilíbrio de um corpo extenso;
 Energia.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas e demonstrativas;


 Atividades extra-classe individuais e em grupo;
 Aula em laboratório;
 Recursos áudio-visuais.

Avaliação

54
 Avaliação escrita individual e em grupo;
 Participação nas aulas;
 Atividades demonstrativas;
 Relatório de Práticas.

Bibliografia Básica

1. GASPAR A. Física. Vol. 01. Ed. Ática – São Paulo, 2001.


2. MÁXIMO A. & Alvarenga B. Curso de Física. Vol. 01 – Ed. Scipione, São Paulo, 2000.
3. RAMALHO JÚNIOR, F; Ferraro, N.G. e Toledo, P.A. – Os Fundamentos da Física –
São Paulo. Ed. Moderna, 1999.
4. PETEADO, P.C.M. & TORRES, C.M.A. Física - ciência e tecnologia. Vol.01 São Paulo.
Ed Moderna. 2005
5. SAMPAIO, J.L. & CALÇADA, C.S. Universo da física. Vol. 01 Ed. Atual, 2005

55
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: QUÍMICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108ha)

Habilidades

 Descrever as transformações químicas em linguagens discursivas.


 Compreender os códigos e símbolos próprios da química atual.
 Traduzir a linguagem discursiva em linguagem simbólica da química e vice versa. Utilizar a
representação simbólica das transformações químicas e reconhecer suas modificações ao
longo do tempo.
 Traduzir a linguagem discursiva em outras linguagens usadas em química; gráficos,
tabelas e relações matemáticas.
 Identificar fontes de informação e formas de obter informações relevantes para o
conhecimento da química (livros, computadores, jornais, manuais etc).
 Compreender e utilizar conceitos químicos dentro de uma visão microscópica (lógico-
empírica).
 Compreender os fatos químicos dentro de uma visão (lógico-formal).
 Compreender dados quantitativos, estimativas e medidas, compreender relações de
proporcionalidade presentes na química (raciocínio proporcional).
 Reconhecer tendências e relações a partir de dados experimentais ou outros
(classificação, seriação e correspondência química).
 Selecionar e utilizar idéias e procedimentos científicos (leis, teorias, modelos) para
resolução de problemas qualitativos e quantitativos em química, identificando a
acompanhando as variáveis relevantes.
 Reconhecer aspectos químicos relevantes na interação individual e coletiva do ser humano
com o ambiente.
 Reconhecer o papel da química no sistema produtivo, industrial e rural.
 Reconhecer as relações entre o desenvolvimento científico e tecnológico da química e
aspectos sócio político-culturais.
 Reconhecer os limites éticos e morais que podem estar envolvidos no desenvolvimento da
química e da tecnologia.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Conceitos básicos;
 Análise imediata;
 Tabela periódica;
 Átomo e distribuição eletrônica;
 Ligações químicas;
 Funções inorgânicas
 Reações químicas.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aula expositiva;
 Prática em laboratório;

56
 Pesquisas (levantamento bibliográfico)
Avaliação

 Avaliação escrita;
 Trabalhos individuais ou em equipes;
 Relatórios e seminários.

Bibliografia Básica

1. CARVALHO, Geraldo Camargo de. Química moderna. São Paulo: Scipione, [199_?].
2. FELTRE, Ricardo. Química. São Paulo: Moderna, [199_?].
3. LEMBO, Antonio. Química: realidade e contexto : volume único. São Paulo: Ática,
2000. 672p.
4. PERUZZO, Tito Maragaia e CANTO, Eduardo Leite. Química: na abordagem do
cotidiano. São Paulo: Moderna, [2000]. v. 1.
a
5. SARDELLA, Antônio. Curso Completo de Química. 2 ed., São Paulo: Ática, 1999.
751p

57
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Organizar através do uso dos instrumentos de Desenho uma apresentação limpa e


organizada, desenvolvendo assim, o processo sistemático da coordenação motora;
 Exercer a criatividade através dos conceitos aprendidos em Desenho Geométrico;
 Desenvolver a potencialidade conseguindo resolver questões propostas tendo o prazer de
usar e abusar seus conhecimentos;
 Fortalecer na informática os conceitos abstratos, relacionando-os com o concreto;
 Desenvolver a percepção do estudante em relação as artes em geral.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Introdução – Desenhar é preciso; Vantagens do Desenho Geométrico no Ensino; Origem da


geometria e formas geométricas.
 Entes Geométricos – pontos, linhas e plano;
 Retas e seus subconjuntos – retas, segmentos de retas e semi-retas;
 Construções fundamentais – paralelas, perpendiculares, mediatriz;
 Ângulos – Construções, classificações, bissetriz;
 Triângulos – construções e definições;
 Pontos singulares do triângulos;
 Quadriláteros- construções e definições;
 Circunferências – partes e elementos;
 Áreas de figuras planas
 Estudo das cores – Cores primárias, secundárias e terciárias
 Perspectivas – cônicas linear, cilíndrica linear (isométrica/cavaleira);
 Programação visual – estilização, faixa decorativas, técnicas do quadriculado
(ampliação/diminuição), monogramas, logotipos, composição visual, diagramação, RAFE,
layout, arte final.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Utilização do quadro e dos materiais necessários para a elaboração dos desenhos;


 Uso do giz colorido para enfatizar as figuras geométricas;
 Utilização de recursos áudiovisuais;
 Visitas às instalações da escola para reconhecer formas geométricas, despertando a
percepção espacial e o senso de observação, criatividade, habilidades manuais, e outros.

Avaliação

 Trabalhos em sala de aula;


 Correção de exercícios;
 Participação e assiduidade;

58
 Avaliações e auto avaliações.

Bibliografia Básica

1. ABNT / SENAI, Coletânea de Normas de Desenho Técnico. São Paulo, 1990.


2. ARAUJO, Mauro. Definição e objetivos do layout. URL:
http://www.zemoleza.com.br/trabalho.asp?cod=621. Acessado em 28/10/2001
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. URL: http://www.abnt.org.br.
Acessado em 07/08/2007.
4. MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico.
5. FRENCH & VIERCK. Desenho técnico e termologia gráfica.
6. CARVALHO, Benjamin de A. Desenho Geométrico. Rio de Janeiro: ed. Ao Livro
Técnico,3ª edição,1993.
7. COSTA, Mário Duarte. VIEIRA, Alcy P. de A. Geometria Gráfica Tridimensional. -
Sistemas de Representação. ed. Universitária - UFPE, vol. 1, 2a edição, 1992.
8. _______. Geometria Gráfica Tridimensional - Ponto, reta e plano. ed. Universitária -
UFPE, vol. 2, 2ª edição, 1992.
9. DESENHO TÉCNICO. URL: http://www.isq.pt/modulform/modulos/c5.html. Acessado em
28/10/2001
10. FERREIRA, Joel. SILVA, Regina Maria. Telecurso 2000. URL:
http://www.bibvirt.futuro.usp.br/acervo/matdidat/tc2000/tecnico/des_tecnico/des_tecnico.
htm.Acessado em 28/10/2007
11.OBERG, L. Desenho arquitetônico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico.

59
60
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: GEOGRAFIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
Eixo Tecnológico : INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Ler, analisar e interpretar os códigos específicos da geografia (mapas, gráficos,


tabelas, etc.), considerando os como elementos de representação de fatos e
fenômenos espaciais e ou / espacializados
 Reconhecer a aplicar o uso das escalas cartográficas e geográficas, como formas de
organizar e conhecer a localização, distribuição e freqüência dos fenômenos naturais
humanos.
 Reconhecer os fenômenos espaciais a partir da seleção, comparação e interpretação,
identificando as singularidades ou generalidade de cada lugar, paisagem ou território.
 Analisar e comparar, interdisciplinarmente, as relações entre preservação e
degradação da vida no planeta, tendo em vista o conhecimento da dinâmica e a
mundializaçao dos fenômenos culturais, econômicos, tecnológicos e político que
incidem sobre a natureza nas diferentes escalas, local, regional, nacional e global.
 Reconhecer na aparência das formas visíveis e concretas do espaço geográfico atual a
sua essência, ou seja, os processos históricos, construídos em diferentes tempos, e os
processos contemporâneos, conjunto de praticas de diferentes agentes, que resultam
em profundas mudanças na organização e no conteúdo do espaço.
 Identificar, analisar e avaliar o impacto das transformações naturais, sociais,
econômicos, culturais e políticas no seu ‘’lugar mundo’’, comparando analisando e
sintetizando a densidade das relações e transformações que tornam concreta e vivida
a realidade.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 As categorias de análise do espaço;


 Espaço geográfico;
 Cartografias;
 Leitura e confecção de mapas;
 Coordenadas geográficas;
 Fusos horários;
 A estrutura da Terra;
 Tempo geológico;
 Tectônica de placas;
 A dinâmica interna e externa do relevo;
 As várias fisionomias do relevo;
 O caso do Brasil;
 Clima: fatores e tipos;
 Os domínios morfoclimáticos.

61
Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas participadas com investigação diagnóstica inicial;


 Uso de vídeos;
 Imagens vetoriais;
 Aulas práticas (visita técnica entorno da escola e região);
 Avaliação escrita sobre seminários

Avaliação

 Avaliação escrita;
 Relatório de atividades (campo-seminários);
 Criatividade;
 Assiduidade;
 Pontualidade.

Bibliografia Básica

1. ALMEIDA, L.M.C. & RIGOLIN, B.T. Geografia – Ática/SP, 2ª edição.2005


2. MOREIRA, J.C. Geografia Geral e do Brasil: Espaço Geográfico e Globalização. São
Paulo, Scipione, 2004
3. VESETINI, J.W. Geografia série Brasil. SP. Ática, 1ª edição, 2004

62
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: FILOSOFIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 30 h (36 ha)

Habilidades

 Aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o


desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
 Formação da pessoa humana que inclua a constituição do sujeito como produto de um
processo, e esse processo como um instrumento para o aprimoramento do jovem estudante;

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Filosofia e conhecimento; Filosofia e ciência; definição de Filosofia


 Mito e Filosofia
 A Escola de mileto; Tales, Anaximandro e Anaxímenes
 Filosofia pré-socrática; uno e múltiplo; movimento e realidade;
 Falácias não formais; reconhecimento e argumentos; conteúdo e forma;
 A ética antiga; Platão Aristóteles e filósofos helenistas
 Validade e verdade; proposição e argumento;
 Teoria das idéias em Platão; conhecimento e opinião; aparência e realidade
 A política antiga; a república de Platão; a Política de Aristóteles;
 Conceitos centrais da metafísica aristotélica; a teoria da ciência aristotélica.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas participadas;


 Utilização de slides, Retroprojetor;
 Quadro branco
 Trabalho de apresentação individual e grupal
 Solicitação de leitura
 Filmes
.

Avaliação

 Elaboração de trabalhos: individual e grupos


 Prova escrita
 Seminários
 Debates
 Proposta de leitura: textos originais

Bibliografia Básica

1. CHAUÍ, Maria Helena. Filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2001.

63
2. ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando: introdução à filosofia – 3ª Ed. Revista – São
Paulo: Moderna, 2003.
3. NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de filosofia: das origens à idade moderna – São
Paulo: Globo, 2005.
4.Dicionário de Filosofia: Abagnano, N.
5.Dicionário de Filosofia: Japiassu, H.

64
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: HISTÓRIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades
 Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o
papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos
envolvidos em sua produção.
 Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processo históricos, a partir das
categorias e procedimentos próprios do discurso histográfico.
 Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do
tempo cronológico, reconhecendo as como construções históricas e culturais.
 Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos
processos históricos.
 Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento
do papel do individuo nos processos históricos.
 Atuar sobre os processo de construção da memória social, partindo da crítica dos
diversos’’lugares de memória’’ socialmente instituídos.
 Situar as diversas produções da cultura as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as
ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais nos contextos históricos de sua
constituição.
 Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos, posicionando se distante
de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o passado.
 A luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade
nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política
pertinentes à História do Brasil.
Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 A crise do Sistema Feudal / Revisão;


 Processo de transição do Feudalismo para o Capitalismo
 Formação dos Estados Modernos;
 Renascimento Cultural
 Reforma Protestante e Reforma Católica
 Iluminismo
 Expansão Marítima
 A conquista da América / Brasil Colônia
 Revoluções Burguesas
 Revolução Inglesa / Revolução Francesa / independência dos E.U.A.
 Revolução Industrial
 Rebeliões coloniais brasileiras
 Processo de Independência das Colônias Espanholas
 Processo de Independência do Brasil
 Monarquia Brasileira
 Ordem liberal-burguesa – expansão e conflitos no século XIX

65
Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas;
 Utilização de retroprojetor e Datashow
 Utilização de fontes diversas;
 Exibição de filmes

Avaliação

 Avaliações escritas com e sem consulta;


 Seminários, debates, relatório de atividades, etc.

Bibliografia Básica

1. DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo:


Ática, 2003.

2. DIMENSTEIN, Gilberto; GIANSANTI, Álvaro César. Quebra-cabeça Brasil: temas de


cidadania na história do Brasil. São Paulo: Ática, 2003.

3. ENGELS, Friedrich. Do socialismo utópico ao socialismo científico. Rio de Janeiro:


Horizonte, 1945.

4. SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica: Moderna e Contemporânea. São Paulo: Nova
Geração, 1997.

5. SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica da América. São Paulo: Nova Geração, 1997.

6. SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica do Brasil: 500 anos de história malcontada.
São Paulo: Nova Geração, 1997.

7. HOBSBAWN, Eric. A Era das Incertezas. São Paulo: Cia das Letras, 2000.

66
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 120 h (144 ha)

Habilidades

 Compreender e aplicar os elementos que estabelecem coerência e coesão a um texto;


 Conhecer e compreender a literatura romântica, autores, obras, características e contexto
histórico;
 Entender e aplicar os conhecimentos sobre as classes gramaticais;
 Ler, interpretar, analisar e criar textos narrativos, descritivos e dissertativos;
 Ler, apreciar, interpretar, caracterizar e parodiar poesias do Romantismo brasileiro;
 Conhecer métodos de indução e dedução na construção do texto dissertativo;
 Compreender as peculiaridades do romance urbano e do romance regionalista;
 Produzir crítica sobre romance lido;
 Identificar em textos do Realismo e Naturalismo características predominantes,
contextualizando com o momento histórico;
 Identificar nos poemas parnasianos, características predominantes, contextualizando com o
momento histórico;
 Compreender a literatura simbolista, suas características e contexto histórico;
 Ler, interpretar, analisar e criar crônicas.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Teoria do Texto;
 O Romantismo;
 O Romantismo em Portugal;
 O Romantismo no Brasil;
 A Poesia e a Prosa no Romantismo Brasileiro (José de Alencar);
 O Romance Urbano e o Romance Regionalista
 Realismo / Naturalismo; Parnasianismo; Simbolismo
 Morfologia; Narrativa; Descrição;
 Dissertação; Resenha Crítica; Crônica

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aula expositiva;
 Leitura e pesquisa
 Utilização de diversos textos como ponto de partida para alcance dos conteúdos;
 Comparação e análise entre as modalidades lingüísticas;
 Vídeo;
 Estudo dirigido;
 Seminário;
 Atividades escritas;
 Debates

67
Avaliação

 A avaliação será contínua com atividades escritas e orais;


 Produção textual;
 Prova escrita;
 Confecção de painéis;
 Análise da narrativa
 Debates sobre textos
 Leitura e discussão em sala de aula.

Bibliografia Básica

BAGNO, Marcos. O preconceito lingüístico. São Paulo: Loyola, 1999.


______. Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia & exclusão social. São
Paulo, Loyola, 2000.
______. Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa. São Paulo, Parábola, 2001.
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1977.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média Tecnológica. Parâmetros
curriculares nacionais: Ensino Médio: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEMT, 1999.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. São Paulo:
Martins Fontes, 1976. 2v.
______. Literatura e sociedade. São Paulo: Nacional, 1973.
______. Na sala de aula. São Paulo: Ática, 1985.
COUTINHO, Afrânio. (org.). A literatura no Brasil. 6. v. Rio de Janeiro: Sulamericana, 1969. 6V
CUNHA, Celso Ferreira Da. Gramática da língua portuguesa. - FAE-Ministério da Educação :
Brasília, 1986.
DEMO, Pedro. Conhecimento moderno: sobre ética e intervenção do conhecimento. Petrópolis,
RJ: Vozes, 1997.
DEMO, Pedro. A Educação do futuro e o futuro da educação. Campinas, São Paulo: Autores
Associados, 2005.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
GARCEZ, Lucília Helena do Carmo. A escrita e o outro: os modos de participação na
construção do texto. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1998.
GERALDI, Wanderley (org). O texto na sala de aula: leitura e produção. Cascável: Assoeste,
1985.
GOODMAN, S.Kenneth. Considerações a respeito da língua e do desenvolvimento. In
FERREIRO, Emília; PALÁCIO, Margarida Gómez. Os processos de leitura e escrita: novas
perspectivas. Tradução de Luisa Maria Silva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987, p. 11 -
22.GRAMSCI, Antonio. Os intelectuais e a organização da cultura. 3. ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1978.
_____. Literatura e vida nacional. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
JAUS, H. R. et alli. A literatura e o leitor: textos de estética da recepção. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 1979.

68
KOCH, Ingedore Villaça. A interação pela linguagem. 4. ed. São Paulo: Contexto, 1998.
KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do texto. São
Paulo: Contexto, 2006.
LUFT, Celso Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção da língua materna. São
Paulo: Ática, 2004.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Exercícios de compreensão ou copiação nos manuais de ensino
de língua? EM ABERTO, Brasília, ano 16, n.69 jan/mar 1996. Disponível em: Guia de livros
didáticos no site: http//www.mec.org.br.
MATTOS E SILVA, R.V. Tradição gramatical e gramática tradicional. São Paulo: Contexto,
2002.
_____. O português arcaico: morfologia e sintaxe. São Paulo: Contexto, 2001.
_____. Contradições no ensino de português: a língua que se fala x a língua que se ensina.
São Paulo: Contexto, 1996.
ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4. ed.
Campinas: Pontes, 1996.
NICOLA, José de. Língua, literatura e redação. São Paulo: Scipione. 1991. 3 v.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Texto, crítica, escritura. São Paulo: Ática, 1993.
PLATÃO Y. Fiorin. Para Entender o Texto. São Paulo. Ed. Ática, 2002.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado das Letras,
1997.
SOARES, Magda B. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no
1 e 2 graus. São Paulo: Cortez, 1996.
VIEIRA, A. O prazer do texto: perspectivas para o ensino da literatura. São Paulo: EPU, 1989.

69
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade


para discutir e modificar regras, reunindo elementos de varais manifestações de
movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a
cultura corporal.
 Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas, e consciente da importância
delas na vida do cidadão.
 Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças
individuais e procurando colaborar para que o grupo possa assim atingir os objetivos que
se propôs.
 Reconhecer na convivência e nas práticas pacificas, maneiras de eficazes de crescimento
coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes
pontos de vista postos em debate.
 Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar
as atividades corporais, valorizando como melhoria de suas aptidões físicas.
 Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-os
em sua práticas corporais.
 Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las
e reinterpreta-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de
atividades procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.
 Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando
as diferença de desempenho, linguagem e expressão.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Atividades lúdicas: jogos, dinâmicas;


 Aptidão física x Saúde;
 Uso de drogas, anabolizantes;
 Diversas
 Práticas da Cultura Corporal: Ginástica aeróbica; caminhada; alongamentos;
 Seleção e elaboração de coreografias referente a temática a ser escolhida;
 Vivências corporais que proporcionem o crescimento pessoal e interpessoal;
 Festival de Dança-Educação;
 Prática esportiva: Handebol e Futsal;
 Fundamentos Básicos
 Regras.

70
Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas práticas: jogos, aquecimento e alongamento;


 Aulas expositivas participadas;
 Visitas às academias ou locais de práticas corporais e entrevistas com os professores;
 Pesquisa e apresentação de trabalho teórico: cultura corporal;
 Divisão de grupos para escolha do Tema, ritmo, música e dança;
 Elaboração e Ensaios das coreografias;
 Apresentação do trabalho no Festival de Dança-Educação;
 Jogos;
 Competição intersalas

Avaliação

 Participação durante as aulas;


 Apresentação de trabalhos;
 Relatório do trabalho, com avaliação individual dos componentes feita pelo grupo;
 Participação e apresentação no Festival de Dança-Educação;
 Avaliação teórica

Bibliografia Básica

1. Parâmetros Curriculares Nacionais. PCN


2. COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de Educação Física
3. TEIXEIRA, Hudson. Educação Física e Desportos.São Paulo. Ed. Saraiva, 1995.
4. GUEDES & GUEDES, J. E.R.P. Controle de Peso Corporal: composição corporal
Atividade Física e Nutrição. Londrina. Ed. Midiograt, 1998.
5. OLGA, Reverbel. Jogos Teatrais na Escola. Atividades Globais de Expressão. São
Paulo. Ed. Scipione, 1996
6. NANNI, Dionísia. Dança Educação. Princípios, Métodos e Técnicas. Rio de Janeiro.
Ed. Sprint, 1995
7. TEIXEIRA, Jober Júnior. Futebol de Salão. Uma nova visão pedagógica. 3ª edição.
Porto Alegre. Ed. Sagra.

71
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: BIOLOGIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Descrever processos e características do ambiente ou dos seres vivos, observando em


microscópio ou a olho nu.
 Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da biologia.
 Apresentar suposições e hipóteses acerca de dos fenômenos biológicos em estudo.
 Apresentar, de forma organizada, o conhecimento biológico aprendido através de textos,
desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes etc.
 Conhecer diferentes formas de obter informações (observações, experimento, leitura de
texto, imagem e entrevista), selecionando aquelas pertinentes ao tema biológico em estudo.
 Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em biologia, elaborando conceitos,
identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações.
 Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico.
 Utilizar noções e conceitos da biologia em novas situações de aprendizado (existencial ou
escolar).
 Relacionar conhecimento das diversas disciplinas para o entendimento de fatos ou
processos biológicos.
 Reconhecer o ser humano como agente paciente de transformações intencionais por ele
produzidos no seu ambiente.
 Julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam a preservação e a
implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Classificação dos seres vivos;


 Vírus;
 Reino Monera;
 Reino Protista;
 Reino Fungi;
 Reino Plantae;
 Reino Animal.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas com esposição participada;


 Uso do retroprojetor;
 Aulas práticas;
 Trabalhos em equipe;

72
 Seminários e vídeos.
Avaliação

 Avaliação escrita;
 Observação do desenvolvimento;
 Apresentação de seminários e relatórios

Bibliografia Básica

1. LINHARES, Sérgio & GEWANDSZNAJDER, F. Biologia Série Brasil, volume único, Ed.
Ática, 1ª edição, São Paulo, 2004
2. FAVARETTO, J.A. & MERCADANTE, C. Biologia, Volume único, Moderna, 2ª edição,
São Paulo, 2003
3. PAULINO, Wilson Roberto. Biologia: volume único. São Paulo: Ática, 2000.
4. SOARES, José Luís. Biologia: volume único. 9. ed. São Paulo: Ed. Scipione, 1997.

73
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: MATEMÁTICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108 ha)

Habilidades

 Ler e interpretar textos em matemática.


 Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões, etc).
 Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para a linguagem simbólica
(equações, gráficos, diagrama, fórmulas, etc) e vice versa.
 Exprimir se com correção e clareza, tanto na língua materna, como na linguagem
matemática, usando a terminologia correta.
 Produzir textos matemáticos adequados.
 Utilizar corretamente instrumentos de medição e de desenho.
 Identificar o problema (compreender enunciados, formular questões).
 Procurar selecionar e interpretar informações relativas ao problema.
 Formular hipóteses e prever resultados.
 Selecionar estratégias de resolução de problemas.
 Interpretar e criticar resultados numa situação concreta.
 Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos.
 Desenvolver a capacidade de utilizar a matemática à interpretação e intervenção no real.
 Aplicar métodos e conhecimentos matemáticos em situações reais, em especial em outras
áreas do conhecimento.
 Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e
potencialidades.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Unidade I
o TRIGONOMETRIA
o Semelhança de triângulos, trigonometria do triângulo retângulo, triângulos quaisquer.
o Ciclo trigonométrico, arco de circunferência, grau, radiano.
o Função seno e co-seno

 Unidade II
o Função tangente
o Relações entre as funções
o Identidades Trigonométricas
o Transformações
o Equações e Inequações

 Unidade III
o 1.1Matrizes

74
o 1.2. Determinantes
o Sistemas Lineares

 Unidade IV
o Análise Combinatória: Principio fundamental da contagem, permutações,
combinações.
o Probabilidade: espaço amostral, eventos, probabilidade clássica, probabilidade
condicional, distribuição de probabilidades.
.
Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Trabalhos em grupo
 Estudo dirigido
 Exposição participada
 Apresentação de problemas da vida real.
 Utilização de livro didático.

Avaliação

 Resolução de listas de exercícios.


 Trabalhos em grupo
 Prova escrita.

Bibliografia Básica

1. IEZZI, Gelson et al. Matemática: Ciência e aplicações, Vols 1, 2 e 3. São Paulo, editora
Atual-2004.
2. DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contexto e Aplicações, Vols 1, 2 e 3. São Paulo,
editora Ática –2003.
3. Coleção Fundamentos de Matemática Elementar vols 1 a 10. São Paulo, editora
Atual –2005.

75
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: FÍSICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108 ha)

Habilidades

 Compreender enunciados que envolvam códigos e símbolos físicos.Compreender manuais


de instalação e utilização de aparelhos.
 Utilizar e compreender tabelas, gráficos e relações matemáticas gráficas para a expressão
das bases tecnológicas trabalhadas.
 Ser capaz de discriminar e traduzir as linguagens matemática e discursiva entre si.
 Expressar-se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua
representação simbólica apresentado de forma clara e objetiva o conhecimento aprendido,
através de relatórios, resumos, artigos, etc.
 Desenvolver a capacidade de investigação física. Classificar, organizar, sistematizar e
identificar.
 Conhecer, compreender e utilizar conceitos físicos. Relacionar grandezas, quantificar,
identificar parâmetros relevantes.
 Construir e investigar situações ‘’problema’’, identificar a situação física, utilizar modelos
físicos, prever, analisar, avaliar.
 Reconhecer o papel da física no sistema produtivo, compreendendo a evolução dos meios
tecnológicos sua relação dinâmica com a evolução do conhecimento científico.
 Estabelecer relações entre o conhecimento físico e outras ciências.
 Estabelecer relações entre o conhecimento físico e as tecnologias da construção civil.
Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Hidrostática
 Impulso e Quantidade de Movimento;
 Termologia;
 Termodinâmica
 Óptica Geométrica

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas, práticas e demonstrativas;


 Atividades de investigação;
 Experimentos em classe e extra-classe.

Avaliação

 Avaliações escritas individuais e cumulativas no final da unidade.


 Avaliações escritas parciais em grupo;
 Atividades demonstrativas.

76
Bibliografia Básica
1. GASPAR A. Física. Vol. 01 e 02. Ed. Ática – São Paulo, 2001.
2. MÁXIMO A. & Alvarenga B. Curso de Física. Vol. 01 e 02 – Ed. Scipione, São Paulo,
2000.
3. RAMALHO JÚNIOR, F; Ferraro, N.G. e TOLEDO, P.A. Vol. 01 e 02 – Os Fundamentos
da Física – São Paulo. Ed. Moderna, 1999.
4. PENTEADO, P.C.M. & TORRES, C.M.A. Física - ciência e tecnologia. Vol.01 e 02
São Paulo. Ed Moderna. 2005
5. SAMPAIO, J.L. & CALÇADA, C.S. Universo da física. Vol. 01 e 02 Ed. Atual, 2005

77
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: QUÍMICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Descrever as transformações químicas em linguagens discursivas.


 Compreender os códigos e símbolos próprios da química atual.
 Traduzir a linguagem discursiva em linguagem simbólica da química e vice versa.
 Utilizar a representação simbólica das transformações químicas e reconhecer suas
modificações ao longo do tempo.
 Traduzir a linguagem discursiva em outras linguagens usadas em química; gráficos,
tabelas e relações matemáticas.
 Identificar fontes de informação e formas de obter informações relevantes para o
conhecimento da química (livros, computadores, jornais, manuais etc).
 Compreender e utilizar conceitos químicos dentro de uma visão microscópica (lógico-
empírica).
 Compreender os fatos químicos dentro de uma visão (lógico-formal).
 Compreender dados quantitativos, estimativas e medidas, compreender relações de
proporcionalidade presentes na química (raciocínio proporcional).
 Reconhecer tendências e relações a partir de dados experimentais ou outros
(classificação, seriação e correspondência química).
 Selecionar e utilizar idéias e procedimentos científicos (leis, teorias, modelos) para
resolução de problemas qualitativos e quantitativos em química, identificando e
acompanhando as variáveis relevantes.
 Reconhecer aspectos químicos relevantes na interação individual e coletiva do ser humano
com o ambiente.
 Reconhecer o papel da química no sistema produtivo, industrial e rural.
 Reconhecer as relações entre o desenvolvimento científico e tecnológico da química e
aspectos sócio político-culturais.
 Reconhecer os limites éticos e morais que podem estar envolvidos no desenvolvimento da
química e da tecnologia.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Reações químicas;
 Balanceamento de equações químicas;
 Cálculos Estequiométricos;
 Soluções;
 Termoquímica;
 Cinética química;
 Equilíbrio químico

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aula expositiva;

78
 Prática em laboratório;
 Pequisas (levantamento bibliográfico).

Avaliação

 Avaliação escrita;
 Trabalhos Individuais ou em equipe;
 Relatórios e Seminários

Bibliografia Básica

1. CARVALHO, Geraldo Camargo de. Química moderna. São Paulo: Scipione, [199_?].
2. FELTRE, Ricardo. Química. São Paulo: Moderna, [199_?].
3. LEMBO, Antonio. Química: realidade e contexto : volume único. São Paulo: Ática, 2000.
672p.
4. PERUZZO, Tito Maragaia e CANTO, Eduardo Leite. Química: na abordagem do cotidiano.
São Paulo: Moderna, [2000]. v. 1.
5. SARDELLA, Antônio. Curso Completo de Química. 2a ed., São Paulo: Ática, 1999.
751p.

79
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: GEOGRAFIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Ler, analisar e interpretar os códigos específicos da geografia (mapas, gráficos, tabelas,


etc.), considerando-os como elementos de representação de fatos e fenômenos espaciais
e ou / espacializados.
 Reconhecer e aplicar o uso das escalas cartográficas e geográficas, como formas de
organizar e conhecer a localização, distribuição e freqüência dos fenômenos naturais
humanos.
 Reconhecer os fenômenos espaciais a partir da seleção, comparação e interpretação,
identificando as singularidades ou generalidades de cada lugar, paisagem ou território.
 Analisar e comparar, interdisciplinarmente, as relações entre preservação e degradação da
vida no planeta, tendo em vista o conhecimento da dinâmica e a mundializaçao dos
fenômenos culturais, econômicos, tecnológicos e políticos que incidem sobre a natureza
nas diferentes escalas, local, regional, nacional e global.
 Reconhecer na aparência das formas visíveis e concretas do espaço geográfico atual a
sua essência, ou seja, os processos históricos, construídos em diferentes tempos, e os
processos contemporâneos, conjunto de práticas de diferentes agentes, que resultam em
profundas mudanças na organização e no conteúdo do espaço.
 Identificar, analisar e avaliar o impacto das transformações naturais, sociais, econômicas,
culturais e políticas no seu ‘’lugar mundo’’, comparando analisando e sintetizando a
densidade das relações e transformações que tornam concreta e vivida a realidade.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Categorias de análise espaço: ênfase apropriação território;


 A divisão regional no Brasil: Complexos regionais;
 O processo de industrialização Mundo-Brasil;
 População mundial: distribuição;
 Teorias demográficas;
 Urbanização;
 Agricultura;
 O processo de globalização (mundialização, internacionalização);
 A nova divisão territorial e social do trabalho;
 Regionalização x globalização;
 Blocos econômicos;
 Conflitos étnicos-territoriais.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

80
 Aula expositiva participada;
 Seminários;
 Painel integrado;
 Publicações revistas/jornais;
 Vídeo.

Avaliação

 Desempenho Seminários;
 Avaliação escrita;
 Participação, assiduidade, criatividade.

Bibliografia Básica
-
1. ALMEIDA, L.M.C. & Rigolin, B.T. Geografia – Ática/SP, 2ª edição.2005
2. MOREIRA, J.C. Geografia Geral e do Brasil: Espaço Geográfico e Globalização. São
Paulo, Scipione, 2004
3. VESENTINi, J.W. Geografia série Brasil. SP. Ática, 1ª edição, 2004.

81
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: FILOSOFIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o


desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
 Formação da pessoa humana que inclua a constituição do sujeito como produto de um
processo, e esse processo como um instrumento para o aprimoramento do jovem estudante;

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Teoria do Conhecimento e do juízo em Tomás de Aquino;


 A teoria das virtudes no período medieval;
 Provas da existência de Deus, argumentos ontológicos, cosmológicos teleológico;
 Tempo e eternidade, conhecimento humano e conhecimento divino;
 Vontade divina e liberdade humana;
 Teoria do conhecimento nos modernos, verdade e evidência, idéias, causalidade, indução,
método;
 Teorias do sujeito na filosofia moderna;
 Razão e entendimento, razão e sensibilidade, intuição e conceito;
 Idealismo alemão, filosofias da história.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas participadas;


 Utilização de slides, Retroprojetor;
 Quadro branco
 Trabalho de apresentação individual e grupal
 Solicitação de leitura
 Filmes

Avaliação

 Elaboração de trabalhos: individual e grupos;


 Prova escrita;
 Seminários;
 Debates;
 Proposta de leitura: textos originais.

Bibliografia Básica

1. CHAUÍ, Maria Helena. Filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2001


2. ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando: introdução à filosofia – 3ª Ed. Revista –
São Paulo: Moderna, 2003

82
3. NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de filosofia: das origens à idade moderna – São
Paulo: Globo, 2005.
4. Dicionário de Filosofia: Abagnano, N.
5. Dicionário de Filosofia: Japiassu, H.

83
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: HISTÓRIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o


papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos
envolvidos em sua produção.
 Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das
categorias e procedimentos próprios do discurso histográfico.
 Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do
tempo cronológico, reconhecendo-as como construções históricas e culturais.
 Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos
processos históricos.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Imperialismo;
 I Guerra Mundial;
 Período entre guerras: Revolução Russa de 1917; Crise de 1929; Ascensão do Nazi-
fascismo;
 II Guerra Mundial;
 O Brasil e a Proclamação da República;
 A República Velha;
 A Revolução de 1930;
 Era Vargas:
 Governo Provisório
 Período Constitucional
 Estado Novo
 Governos Democráticos da República Brasileira:
 Governo Dutra
 Governo Vargas
 Governo JK e o Desenvolvimentismo
 Governo João Goulart e o Golpe Militar de 1964
 Governos Militares (1964 – 1984).

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas;
 Utilização de retroprojetor e Datashow
 Utilização de fontes diversas;

84
 Exibição de filmes.

Avaliação

 Avaliações Escritas com e sem consulta


 Seminários, Debates, Relatório de Atividades, etc.

Bibliografia Básica

1. DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo:


Ática, 2003.
2. DIMENSTEIN, Gilberto; GIANSANTI, Álvaro César. Quebra-cabeça Brasil: temas de
cidadania na história do Brasil. São Paulo: Ática, 2003.
3. ENGELS, Friedrich. Do socialismo utópico ao socialismo científico. Rio de Janeiro:
Horizonte, 1945.
4. SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica: Moderna e Contemporânea. São Paulo: Nova
Geração, 1997.
5. SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica da América. São Paulo: Nova Geração, 1997.
6. SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica do Brasil: 500 anos de história malcontada.
São Paulo: Nova Geração, 1997.
7. HOBSBAWN, Eric. A Era das Incertezas. São Paulo: Cia das Letras, 2000.

85
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Compreender as principais características do Modernismos português e brasileiro.


 Entender a importância da escola moderna para afirmação da literatura brasileira como
literatura nacional.
 Identificar as gerações do Modernismo brasileiro e suas características.
 Estudar a poesia e prosa moderna brasileira, fazendo relação entre as obras e contexto
social.
 Diferenciar e produzir textos argumentativos e dissertativos.
 Entender a importância da coesão e coerência no processo de construção textual.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 História social do Modernismo/ A poesia e prosa moderna brasileira.


 Texto argumentativo e dissertativo.
 Coesão e coerência (teoria do texto).
 Textos informativos
 Funções dos pronomes e numerais na produção textual.
 Introdução aos estudos da sintaxe: termos essenciais.
 Orações coordenadas e subordinadas.
 O Modernismo no Brasil.
 Função das conjunções e das preposições na produção textual.
 Termos integrantes e acessórios da oração.
 Semântica / sintaxe / morfologia (inseridas no texto)
 O Pós-Modernismo
 Literatura Contemporânea/Poesia Marginal/ Poesia concretista/Prosa Pós-Moderna.
 Concordância e Regência Nominal/Verbal.
 Colocação Pronominal

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos


 Aula expositiva;
 Leitura e pesquisa;
 Utilização de diversos textos como ponto de partida para alcance dos conteúdos;
 Comparação e análise entre as modalidades lingüísticas;
 Seminários
 Trabalhos em grupos
 Produções e Análises Textuais (individual)
 Laboratório de Expressão Oral

Avaliação

86
 Avaliação contínua, com atividades escritas e orais;
 Freqüências e participação às atividades desenvolvidas;
 Confecção de painéis;
 Produção textual.

Bibliografia Básica

BAGNO, Marcos. O preconceito lingüístico. São Paulo: Loyola, 1999.


______. Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia & exclusão social. São
Paulo, Loyola, 2000.
______. Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa. São Paulo, Parábola, 2001.
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1977.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média Tecnológica. Parâmetros
curriculares nacionais: Ensino Médio: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEMT, 1999.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. São Paulo:
Martins Fontes, 1976. 2v.
______. Literatura e sociedade. São Paulo: Nacional, 1973.
______. Na sala de aula. São Paulo: Ática, 1985.
COUTINHO, Afrânio. (org.). A literatura no Brasil. 6. v. Rio de Janeiro: Sulamericana, 1969.
6V
CUNHA, Celso Ferreira da. Gramática da língua portuguesa. - FAE-Ministério da Educação :
Brasília, 1986.
DEMO, Pedro. Conhecimento moderno: sobre ética e intervenção do conhecimento.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
DEMO, Pedro. A Educação do futuro e o futuro da educação. Campinas, São Paulo: Autores
Associados, 2005.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
GARCEZ, Lucília Helena do Carmo. A escrita e o outro: os modos de participação na
construção do texto. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1998.
GERALDI, Wanderley (org). O texto na sala de aula: leitura e produção. Cascável: Assoeste,
1985.
GOODMAN, S.Kenneth. Considerações a respeito da língua e do desenvolvimento. In
FERREIRO, Emília; PALÁCIO, Margarida Gómez. Os processos de leitura e escrita: novas
perspectivas. Tradução de Luisa Maria Silva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987, p. 11 -
22.GRAMSCI, Antonio. Os intelectuais e a organização da cultura. 3. ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1978.
_____. Literatura e vida nacional. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
JAUS, H. R. et alli. A literatura e o leitor: textos de estética da recepção. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 1979.
KOCH, Ingedore Villaça. A interação pela linguagem. 4. ed. São Paulo: Contexto, 1998.
KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do texto. São
Paulo: Contexto, 2006.

87
LUFT, Celso Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção da língua materna. São
Paulo: Ática, 2004.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Exercícios de compreensão ou copiação nos manuais de ensino
de língua? EM ABERTO, Brasília, ano 16, n.69 jan/mar 1996. Disponível em: Guia de livros
didáticos no site: http//www.mec.org.br.
MATTOS E SILVA, R.V. Tradição gramatical e gramática tradicional. São Paulo: Contexto,
2002.
_____. O português arcaico: morfologia e sintaxe. São Paulo: Contexto, 2001.
_____. Contradições no ensino de português: a língua que se fala x a língua que se ensina.
São Paulo: Contexto, 1996.
ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4. ed.
Campinas: Pontes, 1996.
NICOLA, José de. Língua, literatura e redação. São Paulo: Scipione. 1991. 3 v.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Texto, crítica, escritura. São Paulo: Ática, 1993.
PLATÃO Y. Fiorin. Para Entender o Texto. São Paulo. Ed. Ática, 2002.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado das
Letras, 1997.
SOARES, Magda B. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática
no 1 e 2 graus. São Paulo: Cortez, 1996.
VIEIRA, A. O prazer do texto: perspectivas para o ensino da literatura. São Paulo: EPU, 1989.

88
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade


para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de
movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a
cultura corporal.
 Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas, e consciente da importância
delas na vida do cidadão.
 Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças
individuais e procurando colaborar para que o grupo possa assim atingir os objetivos que
se propôs.
 Reconhecer na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras de eficazes de crescimento
coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes
pontos de vista postos em debate.
 Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar
as atividades corporais, valorizando como melhoria de suas aptidões físicas.
 Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-os
em suas práticas corporais.
 Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las
e reinterpreta-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de
atividades e procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.
 Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando
as diferença de desempenho, linguagem e expressão.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Atividades Lúdicas: jogos, dinâmicas de grupo;


 Princípios de treinamento esportivo;
 Atividade Física x Saúde;
 Seleção e elaboração de coreografia relacionada com a temática a ser escolhida;
 Vivências corporais rítimicas;
 Festival de Dança-Educação;
 Prática Esportiva: Voleibol, Basquetebol, Handebol e Futsal;
 Competições;
 Lazer/ trabalho/ atividade física

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas e participativas;

89
 Aulas práticas;
 Pesquisa e apresentação de trabalhos;
 Divisão de grupo para escolha do ritmo e tema;
 Elaboração e ensaios das coreografias e danças;
 Apresentação do trabalho final de dança-educação;
 Aulas práticas: jogos, aquecimento e alongamentos;
 Aulas expositivas participadas;
 Atividades lúdicas;

Avaliação

 Participação durante as aulas;


 Apresentação do trabalho;
 Relatório do trabalho, com avaliação individual feita pelo grupo;
 Participação e apresentação no Festival de Dança-Educação
 Participação nas competições intersalas;

Bibliografia Básica

1. Parâmetros Curriculares Nacionais. PCN


2. Coletivo de autores. Metodologia do ensino de Educação Física
3. Teixeira, Hudson. Educação Física e Desportos.São Paulo. Ed. Saraiva, 1995.
4. Guedes & Guedes, J. E.R.P. Controle de Peso Corporal: composição corporal Atividade
Física e Nutrição. Londrina. Ed. Midiograt, 1998.
5. Olga, Reverbel. Jogos Teatrais na Escola. Atividades Globais de Expressão. São Paulo.
Ed. Scipione, 1996
6. Nanni, Dionísia. Dança Educação. Princípios, Métodos e Técnicas. Rio de Janeiro. Ed.
Sprint, 1995
7. Borsari, José Roberto. Voleibol. Aprendizagem e treinamento: Um desafio constante.
São Paulo. Ed. E.P.U., 1996

90
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: ARTES

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS DE Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Realizar produções artísticas, individuais e/ou coletivas, nas linguagens da arte (musica,
artes visuais, dança, teatro).
 Apreciar produtos de arte, em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fluição
quanto a analise estética.
 Analisar, refletir e compreender os diferentes processos da arte, com seus diferentes
instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações sócio-culturais e históricas.
 Conhecer, analisar, refletir e compreender critérios culturalmente construídos e embasados
em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, antropológico,
semiótico, científico e tecnológico entre outros.
 Analisar, refletir, respeitar e preservar as diversas manifestações de arte em suas
múltiplas funções utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos, interagindo com o
patrimônio nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua
dimensão social histórica.
 a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a
contribuição da raça negra nas áreas social e cultural.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Estética (filosofia da arte):


 O que é arte?
 Qual a função da arte?
 Definição de feio, bonito e do gosto.
 Tipos de arte: elite, popular- folclore, e massa. Meios de comunicação de massa.
 Cinema como meio de comunicação.
 Arte industrial (art nouveau, Bauhaus, pop art, arte cinética)
 Estética da apresentação em desenho e pintura (equilíbrio, força, simetria assimetria,
estudo das cores).
 Oficinas de arte, desenho de observação, pintura.
 Web arte.
 História da África e dos Africanos.
 Cultura negra brasileira
 Desenho perspectiva à mão livre

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas;
 Fichamento de textos;

91
 Seminários;
 Organização da I Mostra de Arte “Nossas Africanidades e o Dia Nacional da Consciência
Negra em 20 de novembro”.
 Aulas práticas de desenho e pintura.
 Recursos Didáticos: Quadro de branco; Retroprojetor; Data Show;

Avaliação

 Contínua;
 Presencial

Bibliografia Básica

1. Aranha, Maria Lúcia de Aruda- Temas de filosofia – 2ª ed revisada, Editora Moderna São
Paulo Sp. 1998.
2. WALKER. John A. – artes desde o pop, trad. Luiz Corção, Editorial Labor S A 1977
Barcelona, Espanha.
3. BATISTONE Filho; Duílio. Pequena historia da arte. 2ª edição Campinas SP: Papirus
1987.
4. HOFSTATTER, Hans H. A arte moderna pintura, desnho e gravura. Cenográfica Lisboa
1984. trad. Mercedes Gallis Rufino.
5. OSTROWER, Fayga Perla. Universo da arte. 7ª edição Vozes 1991 Petrópolis RJ
JANSON, H.W. história geral da arte- mundo moderno São Paulo 1993 Martins Fontes.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1.ARGAN, Giulio Carlo. Historia da Arte como Historia da Cidade Trad. Luigi Cabra – 4ª Ed.
– São Paulo: Martins Fontes 1998- Coleção A.
2. ________Guia da Historia da Arte Trad.M.F. Gonçalves de Azevedo Editorial Estampa.
Lisboa.
3. ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: Do iluminismo aos movimentos contemporâneos.
São Paulo: Companhia das Letras, 1992
4. CHIPP, Herschel Browing. Etapas da Arte Contemporânea. São Paulo: Nobel, 1985.
5. CHIPP, Herschel Browing. Teorias da arte moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
5. DE FUSCO, Renato. História de arte contemporânea. Lisboa: Presença, 1998.
6. LYOTARD, Jean François. O Pós-Moderno. Trad. Ricardo C. Barbosa. Rio de Janeiro: José
Olympio, 1993.
7. MACHADO, Arlindo. Máquina e imaginário. São Paulo: EDUSP, 1993.
8. PONTUAL, Roberto. Arte/Bahia/Hoje, 50 anos depois. São Paulo: Collectio, 1973.
9. STANGOS, Nikos. Conceitos fundamentais da arte moderna. Trad. Álvaro Cabral. Rio de
Janeiro: Zahar, 1991. 306 p. il.
10. SUBIRATIS, Eduardo. Da vanguarda ao pós-moderno.São Paulo: Zahar, 1983
11. WOLFE, Tom. Da Bauhaus ao nosso caos. Trad. Lia Wylu. Rio de Janeiro: Rocco, 1991,
103p. il.
12. ZANINI, Walter. História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walter Moreira
Salles, Fundação Djalma Guimarães, 1983.
13. ZILIO, Carlos. O Nacional e o popular na cultura brasileira. São Paulo: Brasiliense,
1983.

92
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: BIOLOGIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Descrever processos e características do ambiente ou dos seres vivos, observando em


microscópio ou a olho nu.
 Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da biologia.
 Apresentar suposições e hipóteses acerca de dos fenômenos biológicos em estudo.
 Apresentar, de forma organizada, o conhecimento biológico aprendido através de textos,
desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes etc.
 Conhecer diferentes formas de obter informações (observações, experimento, leitura de
texto, imagem e entrevista), selecionando aquelas pertinentes ao tema biológico em
estudo.
 Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em biologia, elaborando conceitos,
identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações.
 Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico.
 Utilizar noções e conceitos da biologia em novas situações de aprendizado (existencial ou
escolar).
 Relacionar conhecimento das diversas disciplinas para o entendimento de fatos ou
processos biológicos.
 Reconhecer o ser humano como agente paciente de transformações intencionais por ele
produzidos no seu ambiente.
 Julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam a preservação e a
implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Genética;
 Evolução
 Ecologia

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas com exposição participativa;


 Observação do desenvolvimento;
 Apresentação de seminários e relatórios

Avaliação

 Avaliação escrita;
 Observação do desenvolvimento;
 Apresentação de seminários e relatórios.

93
Bibliografia Básica

1. LINHARES, Sérgio & GEWANDSZNAJDER, F. Biologia Série Brasil, volume único,


Ed. Ática, 1ª edição, São Paulo, 2004
2. FAVARETTO, J.A. & MERCADANTE, C. Biologia, Volume único, Moderna, 2ª edição,
São Paulo, 2003
3. PAULINO, Wilson Roberto. Biologia: volume único. São Paulo: Ática, 2000.
4. SOARES, José Luís. Biologia: volume único. 9. ed. São Paulo: Ed. Scipione, 1997.

94
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: MATEMÁTICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108 ha)

Habilidades

 Ler e interpretar textos em matemática.


 Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões, etc).
 Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para a linguagem simbólica
(equações, gráficos, diagrama, fórmulas, etc) e vice versa.
 Exprimir-se com correção e clareza, tanto na língua materna, como na linguagem
matemática, usando a terminologia correta.
 Produzir textos matemáticos adequados.
 Utilizar corretamente instrumentos de medição e de desenho.
 Identificar o problema (compreender enunciados, formular questões).
 Procurar selecionar e interpretar informações relativas ao problema.
 Formular hipóteses e prever resultados.
 Selecionar estratégias de resolução de problemas.
 Interpretar e criticar resultados numa situação concreta.
 Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos.
 Desenvolver a capacidade de utilizar a matemática à interpretação e intervenção no real.
 Aplicar métodos e conhecimentos matemáticos em situações reais, em especial em outras
áreas do conhecimento.
 Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e
potencialidades.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Unidade I
o Binômio de Newton: conceitos, termo geral, triangulo de Pascal
o Geometria Plana: definição das principais figuras planas, calculo de perímetro, áreas e
elementos notáveis.
o Geometria Espacial de posição: conceitos, principais axiomas, posições relativas de
ponto e reta, ponto e plano, reta e reta, reta é plano.

 Unidade II
o Geometria Espacial Métrica
o Poliedros: conceitos, classificação, relação de Euler.
o Prismas: conceitos, classificação, cálculo de superfície e volume.

 Unidade III

o Cilindro: conceitos, classificação, cálculo de superfície e volume.

95
o Cone: conceitos, classificação, cálculo de superfície e volume.
o Esfera: conceitos, cálculo de superfície e volume.

 Unidade IV
o Geometria Analítica
o O ponto: conceitos, distancia de pontos, ponto médio, condição de alinhamento, área
de triangulo.
o A reta: equação reduzida, equação geral, equação paramétrica/segmentária, posições
relativas, perpendiculares.
o A circunferência: equação geral, equação reduzida, posições relativas.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Trabalhos em grupo
 Estudo dirigido
 Exposição participada
 Apresentação de problemas da vida real.
 Utilização de livro didático.

Avaliação

1. Resolução de listas de exercícios.


2. Trabalhos em grupo
3. Prova escrita.

4. Bibliografia Básica

1. IEZZI, Gelson et al. Matemática: Ciência e aplicações, Vols 1, 2 e 3. São Paulo, editora
Atual-2004.
2. DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contexto e Aplicações, Vols 1, 2 e 3. São Paulo,
editora Ática –2003.
3. Coleção Fundamentos de Matemática Elementar vols 1 a 10. São Paulo, editora Atual –
2005.

96
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: FÍSICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108 ha)

Habilidades
 Compreender enunciados que envolvam códigos e símbolos físicos, nos manuais de
instalação de aparelhos e circuitos de instalações elétricas prediais.
 .Apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento aprendido, utilizando a linguagem
física adequada.
 Conhecer as fontes de informação e formas de obter informações relevantes, sabendo
interpretar notícias científicas.
 Desenvolver a capacidade de investigação física.
 Conhecer e utilizar conceitos físicos.Relacionar grandezas, quantificar, identificar
parâmetros relevantes. Compreender e utilizar leis e teorias físicas.
 Compreender a física presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos
tecnológicos.
 Construir e investigar situações ‘’problema’’, identificar a situação física, utilizar modelos
físicos, prever, analisar, avaliar.
 Descobrir funcionamento de aparelhos elétricos
 Reconhecer o papel da física no sistema produtivo, compreendendo a evolução dos
meios tecnológicos sua relação dinâmica com a evolução do conhecimento científico.
 Articular o conhecimento físico com o conhecimento de outras áreas.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Ondulatória.
 Introdução à eletricidade: carga elétrica, condutores, isolantes, eletrização, campo elétrico;
 Eletrodinâmica;
 Semicondutores: Estrutura e funcionamento.
Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas e demonstrativas;


 Atividades de laboratório;
 Montagem de circuito simples.

Avaliação

 Avaliação escrita individual e em grupo;


 Relatório de atividades práticas;
 Atividades demonstrativas.

Bibliografia Básica

1. GASPAR, A. Física. Vol. 03. Ed. Ática – São Paulo, 2001

97
2. MÁXIMO A. & ALVARENGA B. Curso de Física. Vol. 03 – Ed. Scipione, São Paulo, 2000
3. RAMALHO, Júnior, F; FERRARO, N.G. e TOLEDO, P.A. – Os Fundamentos da Física –
São Paulo. Ed. Moderna, 1999.
4. PENTEADO, P.C.M. & TORRES, C.M.A. Física - ciência e tecnologia. Vol.02 e 03. São
Paulo. Ed Moderna. 2005
5. SAMPAIO, J.L. & CALÇADA, C.S. Universo da física. Vol. 02 e 03 Ed. Atual, 2005

98
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: QUÍMICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Descrever as transformações químicas em linguagens discursivas.


 Compreender os códigos e símbolos próprios da química atual.
 Traduzir a linguagem discursiva em linguagem simbólica da química e vice versa. - Utilizar
a representação simbólica das transformações químicas e reconhecer suas modificações
ao longo do tempo.
 Traduzir a linguagem discursiva em outras linguagens usadas em química; gráficos tabelas
e relações matemáticas.
 Identificar fontes de informação e formas de obter informações relevantes para o
conhecimento da química (livros, computadores, jornais, manuais etc).
 Compreender e utilizar conceitos químicos dentro de uma visão microscópica (lógico-
empírica).
 Compreender os fatos químicos dentro de uma visão (lógico-formal).
 Compreender dados quantitativos, estimativas e medidas, compreender relações de
proporcionalidade presentes na química (raciocínio proporcional).
 Reconhecer tendências e relações a partir de dados experimentais ou outros
(classificação, seriação e correspondência química).
 Selecionar e utilizar idéias e procedimentos científicos (leis, teorias, modelos) para
resolução de problemas qualitativos e quantitativos em química, identificando a
acompanhando as variáveis relevantes.
 Reconhecer aspectos químicos relevantes na interação individual e coletiva do ser humano
com o ambiente.
 Reconhecer o papel da química no sistema produtivo, industrial e rural.
 Reconhecer as relações entre o desenvolvimento científico e tecnológico da química e
aspectos sócio político-culturais.
 Reconhecer os limites éticos e morais que podem estar envolvidos no desenvolvimento da
química e da tecnologia.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Radioatividade;
 Química Orgânica;
 Petróleo, hulha e biocombustíveis.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aula expositiva;
 Prática em laboratório;
 Pesquisas (levantamento bibliográfico).

99
Avaliação

 Avaliação escrita;
 Trabalhos individuais ou em equipes;
 Relatórios e seminários

Bibliografia Básica

 CARVALHO, Geraldo Camargo de. Química moderna. São Paulo: Scipione, [199_?].
 FELTRE, Ricardo. Química. São Paulo: Moderna, [199_?].
 LEMBO, Antonio. Química: realidade e contexto : volume único. São Paulo: Ática, 2000.
672p.
 PERUZZO, Tito Maragaia e CANTO, Eduardo Leite. Química: na abordagem do cotidiano.
São Paulo: Moderna, [2000]. v. 1.
 SARDELLA, Antônio. Curso Completo de Química. 2a ed., São Paulo: Ática, 1999. 751p

100
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: GEOGRAFIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Ler, analisar e interpretar os códigos específicos da geografia (mapas, gráficos, tabelas,


etc.), considerando-os como elementos de representação de fatos e fenômenos espaciais
e ou / espacializados.
 Reconhecer e aplicar o uso das escalas cartográficas e geográficas, como formas de
organizar e conhecer a localização, distribuição e freqüência dos fenômenos naturais
humanos.
 Reconhecer os fenômenos espaciais a partir da seleção, comparação e interpretação,
identificando as singularidades ou generalidades de cada lugar, paisagem ou território.
 Analisar e comparar, interdisciplinarmente, as relações entre preservação e degradação da
vida no planeta, tendo em vista o conhecimento da dinâmica e a mundializaçao dos
fenômenos culturais, econômicos, tecnológicos e políticos que incidem sobre a natureza
nas diferentes escalas, local, regional, nacional e global.
 Reconhecer na aparência das formas visíveis e concretas do espaço geográfico atual a
sua essência, ou seja, os processos históricos, construídos em diferentes tempos, e os
processos contemporâneos, conjunto de práticas de diferentes agentes, que resultam em
profundas mudanças na organização e no conteúdo do espaço.
 Identificar, analisar e avaliar o impacto das transformações naturais, sociais, econômicas,
culturais e políticas no seu ‘’lugar mundo’’, comparando analisando e sintetizando a
densidade das relações e transformações que tornam concreta e vivida a realidade.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Globalização e neoliberalismo;
 Direitos humanos: violência, trabalho infantil, direitos do consumidor;
 Movimentos sociais;
 Meio ambiente;
 Revolução tecnológica.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aula expositiva participada;


 Seminários;
 Painel integrado;
 Publicações revistas/jornais;
 Vídeo.

Avaliação

101
 Desempenho Seminários;
 Avaliação escrita;
 Participação, assiduidade, criatividade.

Bibliografia Básica
-
1. ALMEIDA, L.M.C. & Rigolin, B.T. Geografia – Ática/SP, 2ª edição.2005
2. MOREIRA, J.C. Geografia Geral e do Brasil: Espaço Geográfico e Globalização. São
Paulo, Scipione, 2004
3. VESENTINi, J.W. Geografia série Brasil. SP. Ática, 1ª edição, 2004.

102
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: FILOSOFIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o


desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
 Formação da pessoa humana que inclua a constituição do sujeito como produto de um
processo, e esse processo como um instrumento para o aprimoramento do jovem estudante;

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Éticas do dever, fundamentação da moral, autonomia do sujeito


 Razão e vontade, o belo e o sublime na Filosofia alemã
 Crítica à metafísica na contemporaneidade, Nietzsche, Wittgenstein, Heidegger
 Epistemologias contemporâneas, Filosfias da ciência, o problema da demarcação entre
ciência e metafísica
 O problema dos universais, os transcendentais
 Fenomenologia, existencialismo
 Marxismo e Escola de Frankfurt.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas participadas;


 Utilização de slides, Retroprojetor;
 Quadro branco
 Trabalho de apresentação individual e grupal
 Solicitação de leitura
 Filmes

Avaliação
 Elaboração de trabalhos: individual e grupos;
 Prova escrita;
 Seminários;
 Debates;
 Proposta de leitura: textos originais.
Bibliografia Básica

1. CHAUÍ, Maria Helena. Filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2001


2. ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando: introdução à filosofia – 3ª Ed. Revista –
São Paulo: Moderna, 2003
3. NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de filosofia: das origens à idade moderna – São
Paulo: Globo, 2005.
4. Dicionário de Filosofia: Abagnano, N.

103
5. Dicionário de Filosofia: Japiassu, H.

MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE


DISCIPLINA: HISTÓRIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Eunápolis
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o


papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos
envolvidos em sua produção.
 Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das
categorias e procedimentos próprios do discurso histográfico.
 Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do
tempo cronológico, reconhecendo-as como construções históricas e culturais.
 Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos
processos históricos.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Globalização e neoliberalismo;
 Direitos humanos: violência, trabalho infantil, direitos do consumidor;
 Movimentos sociais;
 Meio ambiente;
 Revolução tecnológica.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas;
 Utilização de retroprojetor e Datashow
 Utilização de fontes diversas;
 Exibição de filmes.

Avaliação

 Avaliações Escritas com e sem consulta


 Seminários, Debates, Relatório de Atividades, etc.

Bibliografia Básica

8. DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática,
2003.
9. DIMENSTEIN, Gilberto; GIANSANTI, Álvaro César. Quebra-cabeça Brasil: temas de

104
cidadania na história do Brasil. São Paulo: Ática, 2003.
10. ENGELS, Friedrich. Do socialismo utópico ao socialismo científico. Rio de Janeiro:
Horizonte, 1945.
11. SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica: Moderna e Contemporânea. São Paulo: Nova
Geração, 1997.
12. SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica da América. São Paulo: Nova Geração, 1997.
13. SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica do Brasil: 500 anos de história malcontada.
São Paulo: Nova Geração, 1997.
14. HOBSBAWN, Eric. A Era das Incertezas. São Paulo: Cia das Letras, 2000.

105
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Estabelecer Critérios sobre a utilização da linguagem oral ou escrita;


 Apreender os elementos constituintes do estudo da literatura;
 Aplicar, estruturar, desenvolver conhecimentos de fonética, morfologia e sintaxe;
 Reconhecer e se apropriar de diversos gêneros textuais e tipologias;
 Ler, interpretar, analisar e reescrever textos de gêneros e tipologias diversas;
 Estabelecer diferenças entre figuras de linguagem;
 Reconhecer e se apropriar de obras literárias segundo o gênero e a escola literária;
 Relacionar obras literárias e demais expressões artísticas;
 Perceber, discutir, analisar os estilos individuais e de época;
 Estabelecer critérios para classificação da linguagem poética;
 Perceber a importância do contexto histórico para a literatura;
 Analisar textos diversos sob o pressuposto da literariedade;
 Efetuar textos diversos segundo a gramática tradicional e a norma culta

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Linguagem, língua, fala;


 Figuras e funções da linguagem;
 Língua falada e língua escrita;
 Coerência e coesão: tópicos gramaticais: pronome, preposição, conjunção;
 Coesão: Remissão lexical; Remissão gramatical; Remissão cotextual.
 Recursos de estilo;
 Adequação da linguagem ao contexto;
 Variedade lingüística / Adequação;
 Texto/ tipologia textual;
 Literatura; História da literatura;
 A linguagem poética
 Dimensão semântico-formal dos textos: enunciado; enunciação; co-texto;
 Concordância lógica, atrativa e ideológica;
 Gêneros literários;
 Estrutura das palavras (morfema/morfologia)
 Narração/descrição/dissertação;
 Escolas literárias: Do Trovadorismo ao Renascimento; Quinhentismo, Barroco, Arcadismo,
Romantismo, Realismo, Parnasianismo, Simbolismo, Modernismo, Pós-modernismo

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

106
 Aula expositiva;
 Leitura e pesquisa
 Utilização de diversos textos como ponto de partida para alcance dos conteúdos;
 Vídeo;
 Estudo dirigido;
 Seminário;
 Atividades escritas;
 Debates

Avaliação
 A avaliação será contínua, processual, diagnóstica, com atividades escritas e orais;
Dentre as atividades possíveis, a saber:
 Produção textual;
 Prova escrita;
 Confecção de painéis;
 Análise da narrativa
 Debates sobre textos
 Leitura e discussão em sala de aula.

Bibliografia Básica
BAGNO, Marcos. O preconceito lingüístico. São Paulo: Loyola, 1999.
______. Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia & exclusão social. São
Paulo, Loyola, 2000.
______. Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa. São Paulo, Parábola, 2001.
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1977.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média Tecnológica. Parâmetros
curriculares nacionais: Ensino Médio: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEMT, 1999.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. São Paulo: Martins
Fontes, 1976. 2v.
______. Literatura e sociedade. São Paulo: Nacional, 1973.
______. Na sala de aula. São Paulo: Ática, 1985.
COUTINHO, Afrânio. (org.). A literatura no Brasil. 6. v. Rio de Janeiro: Sulamericana, 1969. 6V
CUNHA, Celso Ferreira da. Gramática da língua portuguesa. - FAE-Ministério da Educação :
Brasília, 1986.
DEMO, Pedro. Conhecimento moderno: sobre ética e intervenção do conhecimento.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
DEMO, Pedro. A Educação do futuro e o futuro da educação. Campinas, São Paulo: Autores
Associados, 2005.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
GARCEZ, Lucília Helena do Carmo. A escrita e o outro: os modos de participação na construção
do texto. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1998.
GERALDI, Wanderley (org). O texto na sala de aula: leitura e produção. Cascável: Assoeste,
1985.

107
GOODMAN, S.Kenneth. Considerações a respeito da língua e do desenvolvimento. In
FERREIRO, Emília; PALÁCIO, Margarida Gómez. Os processos de leitura e escrita: novas
perspectivas. Tradução de Luisa Maria Silva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987, p. 11 -
22.GRAMSCI, Antonio. Os intelectuais e a organização da cultura. 3. ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1978.
_____. Literatura e vida nacional. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
JAUS, H. R. et alli. A literatura e o leitor: textos de estética da recepção. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1979.
KOCH, Ingedore Villaça. A interação pela linguagem. 4. ed. São Paulo: Contexto, 1998.
KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do texto. São
Paulo: Contexto, 2006.
LUFT, Celso Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção da língua materna. São
Paulo: Ática, 2004.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Exercícios de compreensão ou copiação nos manuais de ensino
de língua? EM ABERTO, Brasília, ano 16, n.69 jan/mar 1996. Disponível em: Guia de livros
didáticos no site: http//www.mec.org.br.
MATTOS E SILVA, R.V. Tradição gramatical e gramática tradicional. São Paulo: Contexto,
2002.
_____. O português arcaico: morfologia e sintaxe. São Paulo: Contexto, 2001.
_____. Contradições no ensino de português: a língua que se fala x a língua que se ensina.
São Paulo: Contexto, 1996.
ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4. ed.
Campinas: Pontes, 1996.
NICOLA, José de. Língua, literatura e redação. São Paulo: Scipione. 1991. 3 v.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Texto, crítica, escritura. São Paulo: Ática, 1993.
PLATÃO Y. Fiorin. Para Entender o Texto. São Paulo. Ed. Ática, 2002.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado das
Letras, 1997.
SOARES, Magda B. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1
e 2 graus. São Paulo: Cortez, 1996.
VIEIRA, A. O prazer do texto: perspectivas para o ensino da literatura. São Paulo: EPU,
1989.

108
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: MATEMÁTICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108 ha)

Habilidades

 Ler e interpretar textos em matemática.


 Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões, etc).
 Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para a linguagem simbólica
(equações, gráficos, diagrama, fórmulas, etc) e vice versa.
 Exprimir se com correção e clareza, tanto na língua materna, como na linguagem
matemática, usando a terminologia correta.
 Produzir textos matemáticos adequados.
 Utilizar corretamente instrumentos de medição e de desenho.
 Identificar o problema (compreender enunciados, formular questões).
 Procurar selecionar e interpretar informações relativas ao problema.
 Formular hipóteses e prever resultados.
 Selecionar estratégias de resolução de problemas.
 Interpretar e criticar resultados numa situação concreta.
 Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos.
 Desenvolver a capacidade de utilizar a matemática à interpretação e intervenção no real.
 Aplicar métodos e conhecimentos matemáticos em situações reais, em especial em outras
áreas do conhecimento.
 Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e
potencialidades.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Unidade I
o Números Complexos: conceitos, forma algébrica, forma trigonométrica, operações.
o Polinômios: conceitos, operações, teorema do resto, dispositivo de Brio-Rufini.

 Unidade II
o Equações polinomiais:

 Unidade III
o Matemática Financeira:
o Estatística Básica:

 Unidade IV
o Noções de limite de uma função: conceitos, propriedades, estudo de gráficos de
funções reais.
o Derivada de funções de uma variável real:

109
Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Trabalhos em grupo
 Estudo dirigido
 Exposição participada
 Apresentação de problemas da vida real.
 Utilização de livro didático.

Avaliação

5. Resolução de listas de exercícios.


6. Trabalhos em grupo
7. Prova escrita.

8. Bibliografia Básica

1. IEZZI, Gelson et al. Matemática: Ciência e aplicações, Vols 1, 2 e 3. São Paulo, editora
Atual-2004.
2. DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contexto e Aplicações, Vols 1, 2 e 3. São Paulo,
editora Ática –2003.
3. Coleção Fundamentos de Matemática Elementar vols 1 a 10. São Paulo, editora Atual –
2005.

110
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: FÍSICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Expressar se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua


representação simbólica.Apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento aprendido,
através de tal linguagem.
 Conhecer as fontes de informação e formas de obter informações relevantes, sabendo
interpretar notícias científicas.
 Desenvolver a capacidade de investigação física. Classificar, organizar, sistematizar e
identificar.Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o conceito de medir, fazer
hipóteses, testar.
 Conhecer e utilizar conceitos físicos.Relacionar grandezas, quantificar, identificar
parâmetros relevantes. Compreender e utilizar leis e teorias físicas.
 Compreender a física presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos
tecnológicos.Descobrir o ‘’como funciona’’de aparelhos.
 Construir e investigar situações ‘’problema’’, identificar a situação física, utilizar modelos
físicos, prever, analisar, avaliar.
 Reconhecer o papel da física no sistema produtivo, compreendendo a evolução dos
meios tecnológicos sua relação dinâmica com a evolução do conhecimento científico.
 Articular o conhecimento físico com o conhecimento de outras áreas.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Magnetismo: campo magnético e corrente elétrica;


 Indução Magnética: Fundamentos e aplicações;
 Física Moderna

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas e demonstrativas;


 Atividades de laboratório;
 Aulas de campo: instalações elétricas a construção civil.

Avaliação

 Avaliação escrita individual e em grupo;


 Relatório de atividades práticas;
 Atividades demonstrativas.

111
Bibliografia Básica

6. GASPAR, A. Física. Vol. 03. Ed. Ática – São Paulo, 2001


7. MÁXIMO A. & ALVARENGA B. Curso de Física. Vol. 03 – Ed. Scipione, São Paulo, 2000
8. RAMALHO, Júnior, F; FERRARO, N.G. e TOLEDO, P.A. – Os Fundamentos da Física –
São Paulo. Ed. Moderna, 1999.
9. PENTEADO, P.C.M. & TORRES, C.M.A. Física - ciência e tecnologia. Vol.02 e 03. São
Paulo. Ed Moderna. 2005
10. SAMPAIO, J.L. & CALÇADA, C.S. Universo da física. Vol. 03 Ed. Atual, 2005

112
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: FILOSOFIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 30 h (36 ha)

Habilidades

 Aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o


desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
 Formação da pessoa humana que inclua a constituição do sujeito como produto de um
processo, e esse processo como um instrumento para o aprimoramento do jovem estudante;

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Éticas do dever, fundamentação da moral, autonomia do sujeito


 Razão e vontade, o belo e o sublime na Filosofia alemã
 Crítica à metafísica na contemporaneidade, Nietzsche, Wittgenstein, Heidegger
 Epistemologias contemporâneas, Filosfias da ciência, o problema da demarcação entre
ciência e metafísica
 O problema dos universais, os transcendentais
 Fenomenologia, existencialismo
 Marxismo e Escola de Frankfurt.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas participadas;


 Utilização de slides, Retroprojetor;
 Quadro branco
 Trabalho de apresentação individual e grupal
 Solicitação de leitura
 Filmes

Avaliação
 Elaboração de trabalhos: individual e grupos;
 Prova escrita;
 Seminários;
 Debates;
 Proposta de leitura: textos originais.
Bibliografia Básica

1. CHAUÍ, Maria Helena. Filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2001


2. ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando: introdução à filosofia – 3ª Ed. Revista –
São Paulo: Moderna, 2003
3. NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de filosofia: das origens à idade moderna – São
Paulo: Globo, 2005.
4. Dicionário de Filosofia: Abagnano, N.

113
5. Dicionário de Filosofia: Japiassu, H.

PARTE DIVERSIFICADA

114
115
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 30 h (36 ha)

Habilidades

 Revisão critica das teorias sobre a divisão do trabalho e as respostas gerenciais;


 A teoria da alienação revista sob a ótica da sociologia Moderna;
 Exame das principais formulações ideológicas sobre o trabalho;
 A sociologia do sindicalismo e o sindicato no Brasil;
 Movimentos sociais de luta e defesa da cidadania, das minorias e pelo direito às
diversidades humanas;
 Família: ampliação do conceito, especificidades e diferenças;
 Estratégias de abordagem e grupos sociais, especialmente a família;
 Cultura popular e práticas populares.
 Cultura da paz e não violência: gênero e etnia.

FORMAÇÃO GERAL

 Produzir novos discursos sobre diferentes realidades sociais, a partir das observações e
reflexões realizadas;
 Construir instrumentos para uma melhor compreensão da vida cotidiana, ampliado a “visão
de mundo”, e o “horizonte de expectativas”, nas relações interpessoais com vários grupos
sociais;
 Construir uma visão mais critica da industria cultural e dos meios de comunicação e de
massa, avaliando o papel ideológico do “marketing” enquanto estratégia de persuasão do
consumidor e do próprio eleitor.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Individuo e Sociedade;
 Sociologia do trabalho: Trabalho e ideologia;
 Taylorismo, Fordismo, Toyotismo;
 Sociologia: a ciência da sociedade;
 Relações indivíduo-sociedade;
 Cultura e Sociedade; Cultura e Ideologia; Diversidade cultural;
 Introdução à metodologia cientifica;
 Análise e interpretação de dados estatísticos;

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas participadas;


 Leituras e reflexões dos textos bibliográficos e projetos temáticos;
 Seminários em grupo sobre a temática contextualizando com os temas da pesquisa;

116
 Vivências, dramatizações, leitura de vídeos.

Avaliação

 Avaliação escrita; Freqüências e participações às atividades desenvolvidas;


 Apresentação de seminários em grupos.

Bibliografia Básica

1. ANTUNES, Ricardo, Os Sentidos do Trabalho (Ensaio sobre a Afirmação e a Negação do


Trabalho), Ed. Boitempo, 7ª edição, São Paulo, 2003
2. BENTO, Maria Aparecida Silva. Cidadania em preto e branco: Discutindo as relações
raciais. São Paulo: Ática, 2003.
3. BOFF, Leonardo, Civilização planetária: desafios à sociedade e ao cristianismo – Rio de
Janeiro: Sextante, 2003
4. BRANDÃO, Antônio Carlos. Movimentos culturais de juventude. São Paulo: Moderna,
1990.
5. CALDAS, Waldenyr. Temas de cultura de massa: música, futebol, consumo,. São Paulo:
Arte & Ciência – Villipress, 2001.
6. CARVALHO, L.M.G. Sociologia e ensino em debate: experiências e discussão de
sociologia. RS: Unijuí, 2004.
7. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna,
1997
8. DEMO, Pedro. Introdução à sociologia: complexidade, interdisciplinaridade e
desigualdade social. São Paulo: Atlas, 2002.
9. DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática,
2003.
10. DIMENSTEIN, Gilberto; GIANSANTI, Álvaro César. Quebra-cabeça Brasil: temas de
cidadania na história do Brasil. São Paulo: Ática, 2003.
11. ENGELS, Friedrich. Do socialismo utópico ao socialismo científico. Rio de Janeiro:
Horizonte, 1945.
12. GUARENSCHI, P.A. Sociologia da prática social. Petrópolis: Vozes.
13. GUIMARÂES, R. TAVARES, R.F. Saúde e Sociedade no Brasil: Anos 80 Relume
Dumara.
14. HARVEY, D. A Condição Pós-Moderna, Ed. Loyola, 1993, Parte 2.
15. INKELES, A. O que é Sociologia. Editora Thomsou Learning, 1980.
16. JONNSIN, ALLAN G. Dicionário de Sociologia: guia prático de linguagem sociológica. São
Paulo: Zahar
17. KONDER, V.TURA, M.L.R., VILELA, R.A.T. Sociologia para educadores. Editora Quartel,
2001
18. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico; 16ª edição, Rio de
Janeiro: Zahar editores, 2003
19. MARTINS, J.S. Sociologia e Consciência Social no Brasil. São Paulo: edesp, 1998.
MEKSENAS, P. Aprendendo Sociologia: a paixão de conhecer a vida. Loyola.
20. MINAYO, M.C.S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes.
21. ___________ ALVES, P.C. Saúde e doença: um olhar antropológico. Fiocruz, 1994.
22. OLIVEIRA, Pérsio Santos. Introdução à Sociologia. Ática, 1995.
23. PEDROSO, Regina Célia. Violência e cidadania no Brasil: 500 anos de exclusão. São
Paulo: Ática, 2003.
24. QUEIROZ, M.S. Saúde e doença: um enfoque antropológico. Edusc, 2003.
25. TERREIRA, L.C. A Sociologia no horizonte do século XXI. Boitempo editorial, 2002.
26. TOMAZI,, Nelson Dácio (Org.). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 2000.
27. VILANOVA, Sebastião Introdução à Sociologia. Editores Atlas

117
MATRIZ REFERENCIAL - 1ª SÉRIE
DISCIPLINA: INFORMÁTICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA
CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Conhecer as origens e a evolução dos computadores.


 Definir conceitos da evolução histórica dos computadores definindo todas as suas gerações.
 Conhecer a evolução dos componentes que marcaram as gerações dos computadores.
 Conhecer o PC e seus componentes de Hardware, características e finalidades.
 Conhecer o PC e seus componentes de Software.
 Conhecer os sistemas de numeração, identificar as bases binárias, hexadecimal, octal etc
 Conceituar a diferença entre Hardware e Software assim com as suas aplicações.
 Conhecer o vocabulário técnico de Informática.
 Utilizar corretamente o vocabulário técnico termos e definições.
 Conhecer Sistemas Operacionais comerciais e os Software Livre.
 Identificar os diversos tipos de Sistemas Operacionais.
 Conhecer Instalação de Sistemas Operacionais.
 Saber instalar Sistema Operacional no computador previamente montado.
 Saber utilizar adequadamente os sistemas operacionais proprietários e livres.
 Identificar e utilizar adequadamente aplicativos para área de Informática.
 Saber identificar aplicativos proprietários e ferramentas open source.
 Saber utilizar adequadamente os aplicativos mais comuns proprietários bem como aqueles
de distribuição gratuita (Software Livre) nos computadores montados.
 Conhecer os aplicativos de Processamento de Texto, Construção de Planilhas Eletrônicas,
Apresentação.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 História e Evolução dos computadores.


 Hardware: definição, componentes e características.
 Sistemas de Numeração.
 Software: definição, componentes e características.
 Sistemas Operacionais Proprietários e Software Livre
 História e Evolução dos Sistemas Operacionais.
 Funções do sistema operacional.
 Procedimentos de instalação, configuração, formatação (teoria)
 Utilização dos Sistemas Operacionais
 Softwares Aplicativos Proprietários
 Operação e configuração de programas de computador (editores, planilhas e gráficos e
apresentações de slides).
 Softwares Aplicativos Open Source
 Operação e configuração de programas de computador (editores, planilhas e gráficos e

118
apresentações de slides).

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aula expositiva Participada;


 Aulas práticas no laboratório de Informática

Avaliação

 As verificações de aprendizagem serão realizadas através avaliações teóricas e de práticas


no Laboratório de Informática.

Bibliografia Básica

1. Microsoft Word for Windows Passo a Passo. Makron Books/Microsoft Press, 1995
2. Microsoft Excel for Windows Passo a Passo. Makron Books/Microsoft Press, 1995
3. Price, Wilson T. Fundamentos do Processamento de Dados. Ed. Campus.
4. Dhamke, Mark. Sistemas Operacionais para Microcomputadores. Ed. Campus.
5. Biblioteca Básica de Informática Sistemas Operacionais e Sofware. Ed. Século Futuro.
6. Sampaio, Marcus C. Unix Guia do Usuário. São Paulo. Ed. Mac/Graw Hill, 1998

119
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Revisão critica das teorias sobre a divisão do trabalho e as respostas gerenciais;


 A teoria da alienação revista sob a ótica da sociologia Moderna;
 Exame das principais formulações ideológicas sobre o trabalho;
 A sociologia do sindicalismo e o sindicato no Brasil;
 Movimentos sociais de luta e defesa da cidadania, das minorias e pelo direito às
diversidades humanas;
 Família: ampliação do conceito, especificidades e diferenças;
 Estratégias de abordagem e grupos sociais, especialmente a família;
 Cultura popular e práticas populares.
 Cultura da paz e não violência: gênero e etnia.

FORMAÇÃO GERAL

 Produzir novos discursos sobre diferentes realidades sociais, a partir das observações e
reflexões realizadas;
 Construir instrumentos para uma melhor compreensão da vida cotidiana, ampliado a “visão
de mundo”, e o “horizonte de expectativas”, nas relações interpessoais com vários grupos
sociais;
 Construir uma visão mais critica da industria cultural e dos meios de comunicação e de
massa, avaliando o papel ideológico do “marketing” enquanto estratégia de persuasão do
consumidor e do próprio eleitor.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Individuo e Sociedade;
 Sociologia do trabalho: Trabalho e ideologia;
 Taylorismo, Fordismo, Toyotismo;
 Sociologia: a ciência da sociedade;
 Relações indivíduo-sociedade;
 Cultura e Sociedade; Cultura e Ideologia; Diversidade cultural;
 Introdução à metodologia cientifica;
 Análise e interpretação de dados estatísticos;

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas participadas;


 Leituras e reflexões dos textos bibliográficos e projetos temáticos;
 Seminários em grupo sobre a temática contextualizando com os temas da pesquisa;

120
 Vivências, dramatizações, leitura de vídeos.

Avaliação

 Avaliação escrita; Freqüências e participações às atividades desenvolvidas;


 Apresentação de seminários em grupos.

Bibliografia Básica

28. ANTUNES, Ricardo, Os Sentidos do Trabalho (Ensaio sobre a Afirmação e a Negação do


Trabalho), Ed. Boitempo, 7ª edição, São Paulo, 2003
29. BENTO, Maria Aparecida Silva. Cidadania em preto e branco: Discutindo as relações
raciais. São Paulo: Ática, 2003.
30. BOFF, Leonardo, Civilização planetária: desafios à sociedade e ao cristianismo – Rio de
Janeiro: Sextante, 2003
31. BRANDÃO, Antônio Carlos. Movimentos culturais de juventude. São Paulo: Moderna,
1990.
32. CALDAS, Waldenyr. Temas de cultura de massa: música, futebol, consumo,. São Paulo:
Arte & Ciência – Villipress, 2001.
33. CARVALHO, L.M.G. Sociologia e ensino em debate: experiências e discussão de
sociologia. RS: Unijuí, 2004.
34. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna,
1997
35. DEMO, Pedro. Introdução à sociologia: complexidade, interdisciplinaridade e
desigualdade social. São Paulo: Atlas, 2002.
36. DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática,
2003.
37. DIMENSTEIN, Gilberto; GIANSANTI, Álvaro César. Quebra-cabeça Brasil: temas de
cidadania na história do Brasil. São Paulo: Ática, 2003.
38. ENGELS, Friedrich. Do socialismo utópico ao socialismo científico. Rio de Janeiro:
Horizonte, 1945.
39. GUARENSCHI, P.A. Sociologia da prática social. Petrópolis: Vozes.
40. GUIMARÂES, R. TAVARES, R.F. Saúde e Sociedade no Brasil: Anos 80 Relume
Dumara.
41. HARVEY, D. A Condição Pós-Moderna, Ed. Loyola, 1993, Parte 2.
42. INKELES, A. O que é Sociologia. Editora Thomsou Learning, 1980.
43. JONNSIN, ALLAN G. Dicionário de Sociologia: guia prático de linguagem sociológica. São
Paulo: Zahar
44. KONDER, V.TURA, M.L.R., VILELA, R.A.T. Sociologia para educadores. Editora Quartel,
2001
45. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico; 16ª edição, Rio de
Janeiro: Zahar editores, 2003
46. MARTINS, J.S. Sociologia e Consciência Social no Brasil. São Paulo: edesp, 1998.
MEKSENAS, P. Aprendendo Sociologia: a paixão de conhecer a vida. Loyola.
47. MINAYO, M.C.S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes.
48. ___________ ALVES, P.C. Saúde e doença: um olhar antropológico. Fiocruz, 1994.
49. OLIVEIRA, Pérsio Santos. Introdução à Sociologia. Ática, 1995.
50. PEDROSO, Regina Célia. Violência e cidadania no Brasil: 500 anos de exclusão. São
Paulo: Ática, 2003.
51. QUEIROZ, M.S. Saúde e doença: um enfoque antropológico. Edusc, 2003.
52. TERREIRA, L.C. A Sociologia no horizonte do século XXI. Boitempo editorial, 2002.
53. TOMAZI,, Nelson Dácio (Org.). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 2000.
54. VILANOVA, Sebastião Introdução à Sociologia. Editores Atlas

121
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: SMS – SEGURANÇA MEIO AMBIENTE E SAÚDE

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Identificar e avaliar conseqüências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho nesta
área, com vistas às sua própria saúde e segurança no ambiente profissional;
 Identificar riscos potenciais e causas originárias de incêndcio e as formas adequadas de
combate ao fogo;
 Interpretar as legislações e normas de segurança e os elementos básicos de prevenção de
acidentes no trabalho de forma a conseguir avaliar as condições a que estão expostos os
trabalhadores;
 Identificar doenças relacionadas ao ambiente de trabalho, assim como as respectivas
ações preventivas;
 Empregar os princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de prevenir doenças
profissionais e acidentes de trabalho, utilizando adequadamente os EPI e mantendo os
EPC com condições de uso.
 Reconhecer os símbolos específicos de saúde e segurança no trabalho

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Segurança do trabalho: histórico, era industrial e na atualidade;


 Acidente do trabalho: causas, prevenção e conseqüências;
 EPI / EPC;
 Riscos ambientais / mapa de riscos;
 Princípio de prevenção e combate a incêndio;
 Inspeção de segurança;
 Legislação previdenciária;
 Noções de primeiros socorros;
 Noções de ergonomia;
 CIPA;
 Epidemiologia da morbidade no trabalho;
 PCMSO

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aula expositiva;
 Apresentação de Seminários;
 TV e Vídeo / Retroprojetor e Transparências / Quadro Branco.

Avaliação

122
 Avaliação oral;
 Avaliação escrita;
 Apresentação de trabalho

Bibliografia Básica

1. Manuais de Legislação ATLAS. Segurança e Medicina do Trabalho. 51ª edição. Ed.


Atlas S/ª São Paulo: 2005
2. GUIMARÃES, João Carlos Serqueira. Roteiro de Legislação Trabalhista. São Paulo.
Ed. LTR
3. Manual de Análise Ergonômica no Trabalho, 2ª edição. Revista e atualizada. Ed. LTR.
São Paulo.
4. MICHEL, Osvaldo. Acidentes de Trabalho e Doenças Ocupacionais. Ed. LTR, São
Paulo.
5. PAIXÃO, Florêncio. Segurança e Medicina do trabalho. Ed. Síntese. Rio Grande do
Sul.
6. ZOCCHIO, Álvaro. Prática de Prevenção de Acidentes: ABC da Seg. do trabalho.
ATLAS/SP;
7. DIB, C.Z. & Mistrorigo G.C. Primeiros Socorros. São Paulo, EPU
8. ZIN, L.A. Socorros Médicos de Emergência, 2ª edição. Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan, S.D.

123
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: INGLÊS

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Rever as estruturas básicas e intermediárias da língua inglesa e utiliza-las na


compreensão, produção e decodificação de textos escritos. Compreender de que forma
determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais ou culturais;
 Adquirir um vocabulário produtivo que lhe garanta competência na compreensão de textos
em inglês;
 Desenvolver estratégias de leitura: levantamento de hipóteses acerca do conteúdo,
identificação da idéia central do texto, uso do contexto para inferência do sentido de termos
desconhecidos, interpretação das idéias principais;
 Compreender em que medida os enunciados refletem a forma de ser, pensar, agir, de
quem os produz;
 Ler e interpretar textos técnicos de informática nos diversos níveis de compreensão;
 Resolver provas de vestibular, com questões de múltipla escolha e discursivas.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Aspectos gramaticais referentes ao nível básico e intermediário da língua inglesa;


 Níveis de compreensão de leitura;
 Estratégias de Leitura;
 Lay-out;
 Prediction/ Skimming/ Scanning;
 Utilização de informação não-linear;
 Convenções gráficas / Indicações de referências/ Informações não-verbal;
 Key words / Cognates (false cognates) / Word formation / Linking words;
 Uso do dicionário;
 Vocabulário técnico da construção civil;
 Tradução de palavras, termos e/ou expressões idiomáticas;
 Provérbios: a correspondência semântica entre o inglês e o português;
 Leitura, compreensão interpretação de textos técnicos em construção civil;
 Habilidades de estudo: resumir parágrafos e textos breves ou de dificuldade limitada;
traduzir pequenos trechos.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Exposição oral;
 Aulas expositivas para a introdução e revisão dos trabalhos diários (warm-up);
 Leitura e interpretação individual e coletiva de textos (understanding texts);

124
 Atividades escritas e orais (Individual e em grupo): Fixation exercises/ Dictation/ Listening
comprehension/Songs and Short Activites/Film;
 Atividades escritas e orais (Individuais e em grupo);
 Textos técnicos-científicos em inglês;
 Documentação on-line;
 Aula expositiva, aula prática com resolução de exercícios.

Recursos didáticos: Retroprojetor, transparências, Internet, textos variados, textos técnicos


da área da Informática, textos extraídos da Internet, dicionários espanhol/português, DVD,
televisão e videocassete.

Avaliação

 Serão realizadas atividades em sala de aula através da prática de compreensão de textos


escritos ( extraídos de revistas, jornais, manuais, livros, internet, etc.); e verificações
parciais (VP1 e VP2) durante as unidades.

Critério para avaliação das atividades Intra-classe (trabalhos em sala):


 Serão realizados trabalhos de leitura e interpretação de texto em cada unidade valendo
nota. Os textos das atividades em sala de aula encontram-se na apostila de inglês.
 As atividades intra-classe podem ser feitas em equipes de 02 estudantes e deverão ser
entregues ao final da aula.
 A aprendizagem será trabalhada através de atividades diferentes, tais como: true/false
exercise, completion exercises, matching, role playing, group/pair work, brainstoriming
activities, linking words/paragraps, viewing sequences, listening comprehension exercises,
filing in blanks, multiple choice, writing, games, warm-up activities, songs, etc.
 É permitido o uso do dicionário nas atividades intra-classe;
 É permitido o uso da tabela dos verbos irregulares.

Bibliografia Básica

1. Apostilas elaboradas pela professora da disciplina;


2. Revistas e jornais de interesse geral especializados ou de divulgação científica;
3. Manuais e livros – textos editados em língua inglesa
4. Textos técnicos de informática extraídos da internet;
5. Material publicado pela Coordenação do Projeto Nacional de Inglês Instrumental;
6. COLLINS, Cobuild – Essencial Dictionary
7. LONGMAN. Dictionary of contemporary English
8. MARQUES, Amadeu and DRAPER, David. Dicionário Inglês/Português –
Português/Inglês. São.Paulo. Ed. Ática, 1988.
9. MARTINS, Elisabeth Prescher. Gradede English. São Paulo. Moderna, 1996

125
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Revisão critica das teorias sobre a divisão do trabalho e as respostas gerenciais;


 A teoria da alienação revista sob a ótica da sociologia Moderna;
 Exame das principais formulações ideológicas sobre o trabalho;
 A sociologia do sindicalismo e o sindicato no Brasil;
 Movimentos sociais de luta e defesa da cidadania, das minorias e pelo direito às
diversidades humanas;
 Família: ampliação do conceito, especificidades e diferenças;
 Estratégias de abordagem e grupos sociais, especialmente a família;
 Cultura popular e práticas populares.
 Cultura da paz e não violência: gênero e etnia.

FORMAÇÃO GERAL

 Produzir novos discursos sobre diferentes realidades sociais, a partir das observações e
reflexões realizadas;
 Construir instrumentos para uma melhor compreensão da vida cotidiana, ampliado a “visão
de mundo”, e o “horizonte de expectativas”, nas relações interpessoais com vários grupos
sociais;
 Construir uma visão mais critica da industria cultural e dos meios de comunicação e de
massa, avaliando o papel ideológico do “marketing” enquanto estratégia de persuasão do
consumidor e do próprio eleitor.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Individuo e Sociedade;
 Sociologia do trabalho: Trabalho e ideologia;
 Taylorismo, Fordismo, Toyotismo;
 Sociologia: a ciência da sociedade;
 Relações indivíduo-sociedade;
 Cultura e Sociedade; Cultura e Ideologia; Diversidade cultural;
 Introdução à metodologia cientifica;
 Análise e interpretação de dados estatísticos;

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

126
 Aulas expositivas participadas;
 Leituras e reflexões dos textos bibliográficos e projetos temáticos;
 Seminários em grupo sobre a temática contextualizando com os temas da pesquisa;
 Vivências, dramatizações, leitura de vídeos.

Avaliação

 Avaliação escrita; Freqüências e participações às atividades desenvolvidas;


 Apresentação de seminários em grupos.

Bibliografia Básica

55. ANTUNES, Ricardo, Os Sentidos do Trabalho (Ensaio sobre a Afirmação e a Negação do


Trabalho), Ed. Boitempo, 7ª edição, São Paulo, 2003
56. BENTO, Maria Aparecida Silva. Cidadania em preto e branco: Discutindo as relações
raciais. São Paulo: Ática, 2003.
57. BOFF, Leonardo, Civilização planetária: desafios à sociedade e ao cristianismo – Rio de
Janeiro: Sextante, 2003
58. BRANDÃO, Antônio Carlos. Movimentos culturais de juventude. São Paulo: Moderna,
1990.
59. CALDAS, Waldenyr. Temas de cultura de massa: música, futebol, consumo,. São Paulo:
Arte & Ciência – Villipress, 2001.
60. CARVALHO, L.M.G. Sociologia e ensino em debate: experiências e discussão de
sociologia. RS: Unijuí, 2004.
61. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna,
1997
62. DEMO, Pedro. Introdução à sociologia: complexidade, interdisciplinaridade e
desigualdade social. São Paulo: Atlas, 2002.
63. DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática,
2003.
64. DIMENSTEIN, Gilberto; GIANSANTI, Álvaro César. Quebra-cabeça Brasil: temas de
cidadania na história do Brasil. São Paulo: Ática, 2003.
65. ENGELS, Friedrich. Do socialismo utópico ao socialismo científico. Rio de Janeiro:
Horizonte, 1945.
66. GUARENSCHI, P.A. Sociologia da prática social. Petrópolis: Vozes.
67. GUIMARÂES, R. TAVARES, R.F. Saúde e Sociedade no Brasil: Anos 80 Relume
Dumara.
68. HARVEY, D. A Condição Pós-Moderna, Ed. Loyola, 1993, Parte 2.
69. INKELES, A. O que é Sociologia. Editora Thomsou Learning, 1980.
70. JONNSIN, ALLAN G. Dicionário de Sociologia: guia prático de linguagem sociológica. São
Paulo: Zahar
71. KONDER, V.TURA, M.L.R., VILELA, R.A.T. Sociologia para educadores. Editora Quartel,
2001
72. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico; 16ª edição, Rio de
Janeiro: Zahar editores, 2003
73. MARTINS, J.S. Sociologia e Consciência Social no Brasil. São Paulo: edesp, 1998.
MEKSENAS, P. Aprendendo Sociologia: a paixão de conhecer a vida. Loyola.
74. MINAYO, M.C.S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes.
75. ___________ ALVES, P.C. Saúde e doença: um olhar antropológico. Fiocruz, 1994.
76. OLIVEIRA, Pérsio Santos. Introdução à Sociologia. Ática, 1995.
77. PEDROSO, Regina Célia. Violência e cidadania no Brasil: 500 anos de exclusão. São
Paulo: Ática, 2003.
78. QUEIROZ, M.S. Saúde e doença: um enfoque antropológico. Edusc, 2003.

127
79. TERREIRA, L.C. A Sociologia no horizonte do século XXI. Boitempo editorial, 2002.
80. TOMAZI,, Nelson Dácio (Org.). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 2000.
81. VILANOVA, Sebastião Introdução à Sociologia. Editores Atlas

128
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: INGLÊS

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Rever as estruturas básicas e intermediárias da língua inglesa e utiliza-las na


compreensão, produção e decodificação de textos escritos. Compreender de que forma
determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais ou culturais;
 Adquirir um vocabulário produtivo que lhe garanta competência na compreensão de textos
em inglês;
 Desenvolver estratégias de leitura: levantamento de hipóteses acerca do conteúdo,
identificação da idéia central do texto, uso do contexto para inferência do sentido de termos
desconhecidos, interpretação das idéias principais;
 Compreender em que medida os enunciados refletem a forma de ser, pensar, agir, de
quem os produz;
 Ler e interpretar textos técnicos de informática nos diversos níveis de compreensão;
 Resolver provas de vestibular, com questões de múltipla escolha e discursivas.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Aspectos gramaticais referentes ao nível básico e intermediário da língua inglesa;


 Níveis de compreensão de leitura;
 Estratégias de Leitura;
 Lay-out;
 Prediction/ Skimming/ Scanning;
 Utilização de informação não-linear;
 Convenções gráficas / Indicações de referências/ Informações não-verbal;
 Key words / Cognates (false cognates) / Word formation / Linking words;
 Uso do dicionário;
 Vocabulário técnico de construção civil;
 Tradução de palavras, termos e/ou expressões idiomáticas;
 Provérbios: a correspondência semântica entre o inglês e o português;
 Leitura, compreensão interpretação de textos técnicos em construção civil;
 Habilidades de estudo: resumir parágrafos e textos breves ou de dificuldade limitada; traduzir
pequenos trechos.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Exposição oral;
 Aulas expositivas para a introdução e revisão dos trabalhos diários (warm-up);
 Leitura e interpretação individual e coletiva de textos (understanding texts);
 Atividades escritas e orais (Individual e em grupo): Fixation exercises/ Dictation/ Listening
comprehension/Songs and Short Activites/Film;
 Atividades escritas e orais (Individuais e em grupo);
 Textos técnicos-científicos em inglês;
 Documentação on-line;

129
 Aula expositiva, aula prática com resolução de exercícios.

 Recursos didáticos: Retroprojetor, transparências, Internet, textos variados, textos técnicos da


área da Informática, textos extraídos da Internet, dicionários espanhol/português, DVD,
televisão e videocassete.

Avaliação

 Serão realizadas atividades em sala de aula através da prática de compreensão de textos


escritos ( extraídos de revistas, jornais, manuais, livros, internet, etc.); e verificações
parciais (VP1 e VP2) durante as unidades.

Critério para avaliação das atividades Intra-classe (trabalhos em sala):


 Serão realizados trabalhos de leitura e interpretação de texto em cada unidade valendo
nota. Os textos das atividades em sala de aula encontram-se na apostila de inglês.
 As atividades intra-classe podem ser feitas em equipes de 02 estudantes e deverão ser
entregues ao final da aula.
 A aprendizagem será trabalhada através de atividades diferentes, tais como: true/false
exercise, completion exercises, matching, role playing, group/pair work, brainstoriming
activities, linking words/paragraps, viewing sequences, listening comprehension exercises,
filing in blanks, multiple choice, writing, games, warm-up activities, songs, etc.
 É permitido o uso do dicionário nas atividades intra-classe;
 É permitido o uso da tabela dos verbos irregulares.

Bibliografia Básica

1. Apostilas elaboradas pela professora da disciplina;


2. Revistas e jornais de interesse geral especializados ou de divulgação científica;
3. Manuais e livros – textos editados em língua inglesa
4. Textos técnicos de informática extraídos da internet;
5. Material publicado pela Coordenação do Projeto Nacional de Inglês Instrumental;
6. COLLINS, Cobuild – Essencial Dictionary
7. LONGMAN. Dictionary of contemporary English
8. MARQUES, Amadeu and DRAPER, David. Dicionário Inglês/Português –
Português/Inglês. São.Paulo. Ed. Ática, 1988.
9. MARTINS, Elisabeth Prescher. Gradede English. São Paulo. Moderna, 1996

130
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: ONQ – Organização & Normas e Gestão da Qualidade

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Definir Estrutura Organizacional.


 Identificar e aplicar Rotinas de Trabalho.
 Identificar as novas tendências da administração
 Identificar as características dos conceitos e planos de qualidade estabelecidos.
 Identificar as bases para a implantação de um sistema de qualidade em serviços.
 Avaliar a receptividade dos clientes aos serviços oferecidos.
 Desenvolver no pessoal a atenção para a satisfação dos clientes.
 Desenvolver o espírito empreendedor.
 Estabelecer procedimentos e regras para o funcionamento da estrutura organizacional.
 Utilizar os novos métodos de gerenciamento em conformidade com o contexto.
 Montar equipes de trabalho para a efetivação dos serviços.
 Atuar nas diversas áreas do processo empresarial: planejamento, organização e controle.
 Aplicar o programa 5S.
 Identificar e aplicar os principais conceitos das normas de qualidade ISO.
 Interpretar reclamações, elogios, sugestões e outras manifestações espontâneas e
estimuladas.
 Relacionar-se com a clientela efetiva e potencial.
 Promover a capacitação contínua do pessoal voltada para atenção ao cliente.
 Identificar e avaliar as oportunidades de mercado.
 Identificar, relacionar e avaliar informações de forma contínua para manter os produtos e
serviços em sintonia com as demandas do mercado.
 Captar tendências de uso, consumo e expectativas das clientelas efetiva e potencial.
 Utilizar dados de pesquisas, sondagens e indicadores sócio-econômicos.
 Identificar o setor dentro da estrutura econômica.
 Utilizar informações referentes a área de informática de forma contextualizada.
 Interpretar estudos de viabilidade para inovações e mudanças.
 Conhecer os tipos de perfil psicográfico da clientela.
 Elaborar e interpretar orçamentos.
 Apurar custos e determinar preços.
 Ler e interpretar balanços, relatórios e documentos de controle interno.
 Analisar a relação custo/benefício com vistas à lucratividade de empreendimentos.
 Controlar orçamentos.
 Elaborar cronogramas e efetivar seu cumprimento.
 Negociar e contratar vendas.
 Aplicar conclusões decorrentes da interpretação de balanços, relatórios e documentos de
controle interno.
 Operacionalizar o empreendimento.

131
Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Princípios de Administração e Organização de Empresas;


 História da Administração;
 Organização de setores internos;
 Descrição de cargos/funções e remuneração;
 Normas para abertura e funcionamento de Empresas;
 Normas e técnicas de Qualidade.
 Gerenciamento e Controle de Qualidade.
 Técnicas de leitura e interpretação de pesquisas, sondagens e indicadores sócio-
econômicos.
 Técnicas de Marketing e Venda.
 Comportamento Empreendedor.
 Plano de Negócio.
 Princípios e técnicas de finanças e contabilidade necessárias à leitura e elaboração de
orçamentos.
 Cálculo de custos e formação de preços.
 Técnicas de elaboração e interpretação de balanços, relatórios e documentos de controle
interno.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas participadas


 Vivências e dinâmicas de grupo;
 Leituras e reflexões dos textos bibliográficos e jornais/revistas;
 Seminários em grupo;
 Projeção de vídeos e análise dos mesmos.

Avaliação

 Verificação de Aprendizagem escrita;


 Freqüências e participação às atividades desenvolvidas;
 Apresentação de seminários em grupos.

Bibliografia Básica

1. CHIAVENATO, Idalberto – Introdução a Teoria Geral da Administração – 6ª edição -


Ed. Campus, 2000
2. A Pequena Empresa e o Novo Código Civil - SEBRAE, 2003
3. JOSEPH & SUSAN Berk – Administração da Qualidade Total – Ed. IBRASA, 1997
4. CHIAVENATO, Idalberto – Teoria, Processo e Prática – 3ª edição – Ed. Makron Books
5. KOTLER, Philip – Administração de Marketing – 5ª edição – Ed. Atlas, 1998
6. JURAn, J.M. e GRYNA, Frank M. – Controle da Qualidade, Vols: 1, 2, 3, 4

132
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 30 h (36 ha)

Habilidades

 Revisão critica das teorias sobre a divisão do trabalho e as respostas gerenciais;


 A teoria da alienação revista sob a ótica da sociologia Moderna;
 Exame das principais formulações ideológicas sobre o trabalho;
 A sociologia do sindicalismo e o sindicato no Brasil;
 Movimentos sociais de luta e defesa da cidadania, das minorias e pelo direito às
diversidades humanas;
 Família: ampliação do conceito, especificidades e diferenças;
 Estratégias de abordagem e grupos sociais, especialmente a família;
 Cultura popular e práticas populares.
 Cultura da paz e não violência: gênero e etnia.

FORMAÇÃO GERAL

 Produzir novos discursos sobre diferentes realidades sociais, a partir das observações e
reflexões realizadas;
 Construir instrumentos para uma melhor compreensão da vida cotidiana, ampliado a “visão
de mundo”, e o “horizonte de expectativas”, nas relações interpessoais com vários grupos
sociais;
 Construir uma visão mais critica da industria cultural e dos meios de comunicação e de
massa, avaliando o papel ideológico do “marketing” enquanto estratégia de persuasão do
consumidor e do próprio eleitor.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Individuo e Sociedade;
 Sociologia do trabalho: Trabalho e ideologia;
 Taylorismo, Fordismo, Toyotismo;
 Sociologia: a ciência da sociedade;
 Relações indivíduo-sociedade;
 Cultura e Sociedade; Cultura e Ideologia; Diversidade cultural;
 Introdução à metodologia cientifica;
 Análise e interpretação de dados estatísticos;

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas participadas;


 Leituras e reflexões dos textos bibliográficos e projetos temáticos;
 Seminários em grupo sobre a temática contextualizando com os temas da pesquisa;

133
 Vivências, dramatizações, leitura de vídeos.

Avaliação

 Avaliação escrita; Freqüências e participações às atividades desenvolvidas;


 Apresentação de seminários em grupos.

Bibliografia Básica

82. ANTUNES, Ricardo, Os Sentidos do Trabalho (Ensaio sobre a Afirmação e a Negação do


Trabalho), Ed. Boitempo, 7ª edição, São Paulo, 2003
83. BENTO, Maria Aparecida Silva. Cidadania em preto e branco: Discutindo as relações
raciais. São Paulo: Ática, 2003.
84. BOFF, Leonardo, Civilização planetária: desafios à sociedade e ao cristianismo – Rio de
Janeiro: Sextante, 2003
85. BRANDÃO, Antônio Carlos. Movimentos culturais de juventude. São Paulo: Moderna,
1990.
86. CALDAS, Waldenyr. Temas de cultura de massa: música, futebol, consumo,. São Paulo:
Arte & Ciência – Villipress, 2001.
87. CARVALHO, L.M.G. Sociologia e ensino em debate: experiências e discussão de
sociologia. RS: Unijuí, 2004.
88. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna,
1997
89. DEMO, Pedro. Introdução à sociologia: complexidade, interdisciplinaridade e
desigualdade social. São Paulo: Atlas, 2002.
90. DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática,
2003.
91. DIMENSTEIN, Gilberto; GIANSANTI, Álvaro César. Quebra-cabeça Brasil: temas de
cidadania na história do Brasil. São Paulo: Ática, 2003.
92. ENGELS, Friedrich. Do socialismo utópico ao socialismo científico. Rio de Janeiro:
Horizonte, 1945.
93. GUARENSCHI, P.A. Sociologia da prática social. Petrópolis: Vozes.
94. GUIMARÂES, R. TAVARES, R.F. Saúde e Sociedade no Brasil: Anos 80 Relume
Dumara.
95. HARVEY, D. A Condição Pós-Moderna, Ed. Loyola, 1993, Parte 2.
96. INKELES, A. O que é Sociologia. Editora Thomsou Learning, 1980.
97. JONNSIN, ALLAN G. Dicionário de Sociologia: guia prático de linguagem sociológica. São
Paulo: Zahar
98. KONDER, V.TURA, M.L.R., VILELA, R.A.T. Sociologia para educadores. Editora Quartel,
2001
99. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico; 16ª edição, Rio de
Janeiro: Zahar editores, 2003
100. MARTINS, J.S. Sociologia e Consciência Social no Brasil. São Paulo: edesp, 1998.
MEKSENAS, P. Aprendendo Sociologia: a paixão de conhecer a vida. Loyola.
101. MINAYO, M.C.S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes.
102. ___________ ALVES, P.C. Saúde e doença: um olhar antropológico. Fiocruz, 1994.
103. OLIVEIRA, Pérsio Santos. Introdução à Sociologia. Ática, 1995.
104. PEDROSO, Regina Célia. Violência e cidadania no Brasil: 500 anos de exclusão. São
Paulo: Ática, 2003.
105. QUEIROZ, M.S. Saúde e doença: um enfoque antropológico. Edusc, 2003.
106. TERREIRA, L.C. A Sociologia no horizonte do século XXI. Boitempo editorial, 2002.
107. TOMAZI,, Nelson Dácio (Org.). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 2000.
108. VILANOVA, Sebastião Introdução à Sociologia. Editores Atlas

134
135
FORMAÇÃO ESPECÍFICA

136
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

ompetências e habilidades

 Identificar os materiais de construção e suas propriedades;


 Propor alternativas de uso e de técnicas de produção dos materiais;
 Implementar técnicas de aplicação de novos e tradicionais materiais de construção;
 Elaborar representação gráfica de resultados de experimentos;
 Controlar a qualidade dos materiais, de acordo com as normas técnicas;
 Coordenar o manuseio,o preparo e o armazenamento dos materiais;
 Interpretar legislação e normas técnicas;
 Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado;
 Interpretar metodologias de pesquisas técnicas;
 Analisar material coletado;
 Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

1. Aglomerantes; 2. Cimento Portland; 3. Pedras Naturais; 4. Agregados; 5. Adições para


concreto; 6. Aditivos para concreto; 7. Argamassas; 8. Concreto de cimento Portland; 9.
Concretos especiais.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupo.


 Recursos Didáticos: Quadro de branco; Retroprojetor; Data Show; Videocassete; Textos para
atividade de leitura trabalhada.

Avaliação

 Avaliações Individuais e/ou em grupo; Trabalhos de Pesquisa; Relatório de Visitas técnicas.

Bibliografia Básica

1 – BAUER, L. Falcão – Materiais de Construção – vol 1 e 2 – Livros Técnicos e científicos


Editora – RJ 1992;
2 – VERÇOSA, Enio José – M. de construção – vol 1 e 2 –E.tora Meridonal – PA – RS-1975;
3 – PETRUCCI, Eládio – Materiais de construção – Editora Globo – PA –RS – 1975
4 – ALVES, José Dafico – Materiais de construção – Ed Univerdidade de Goiás – Goiana –
GO
5 - GIAMMUSSO, Salvador E. – Manual do Concreto – Ed Pini – SP – 1992;
6 - MEHTA, P. Kumar e Monteiro, Paulo J. M. – Concreto-estrutura, propriedades e
matérias, Ed Pini;
7 - NORMAS TÉCNICAS E CATÁLOGOS DOS FABRICANTES

137
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Identificar os materiais de construção e suas propriedades;


 Propor alternativas de uso e de técnicas de produção dos materiais;
 Implementar técnicas de aplicação de novos e tradicionais materiais de construção;
 Elaborar representação gráfica de resultados de experimentos;
 Controlar a qualidade dos materiais, de acordo com as normas técnicas;
 Coordenar o manuseio,o preparo e o armazenamento dos materiais;
 Interpretar legislação e normas técnicas;
 Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado;
 Interpretar metodologias de pesquisas técnicas;
 Analisar material coletado;
 Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Normas Técnicas; Terminologia; Propriedades dos materiais; Materiais metálicos;


Materiais cerâmicos; Madeiras; Vidros; Polímeros; Materiais betuminosos; Tintas e
vernizes;

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Atividades e estudos desenvolvidos em aulas teóricas e práticas, individuais e em grupo, em


sala de aula
 Recursos Didáticos: Quadro de branco; Retroprojetor; Data Show; Textos para atividade de
leitura trabalhada.

Avaliação

 Avaliações Individuais e/ou em grupo; Trabalhos de Pesquisa; Relatório de Visitas técnicas.

Bibliografia Básica

1 – BAUER, L. Falcão – Materiais de Construção – vol 1 e 2 – Livros Técnicos e científicos


Editora – RJ 1992;
2 – VERÇOSA, Enio José - Materiais de constr. – vol 1/2 – Editora Meridonal – PA – RS-
1975;
3 – PETRUCCI, Eládio – Materiais de construção – Editora Globo – PA –RS – 1975
4 – ALVES, José Dafico – Materiais de construção – Ed Univ. de Goiás – Goiana – GO
5 - GIAMMUSSO, Salvador E. – Manual do Concreto – Ed Pini – SP – 1992;
6 - MEHTA, P. Kumar e Monteiro, Paulo J. M. – Concreto-estrutura, propriedades e

138
matérias, Ed Pini;
7 - NORMAS TÉCNICAS E CATÁLOGOS DOS FABRICANTES

MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE


DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Identificar, Classificar e Manusear solos, com base no conhecimento das suas principais
propriedades.
 Realizar ensaios de laboratório e Interpretar os resultados obtidos.
 Interpretar sondagens destinadas à construção civil.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

1. Introdução a Mecânica dos Solos; 2. Origem e Formação dos Solos ; 3. Solo do Ponto de
Vista do Agrônomo / Geólogo / Engenheiro; 4. Índices Físicos dos Solos; 5. Principais
Sistemas de Classificação dos; Solos; 6. Ensaios de Caracterização Física dos Solos; 7.
Plasticidade e Consistência dos Solos; 8. Fenômenos da Capilaridade, Permeabilidade e
Compressibilidade dos Solos; 9. Noções Gerais de Prospecção do Subsolo.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas; análise crítica de textos; trabalhos escritos; seminários; debates; aulas
externas; pesquisa bibliográfica; pesquisa de campo
 Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor

Avaliação

 Provas; trabalho em grupo e individual;


 Relatório dos Ensaios práticos em laboratório.

Bibliografia Básica

1. CAPUTO, H. P. Mecânica dos Solos e Suas Aplicações.


2. SOUZA PINTO, Curso Básico de Mecânica dos Solos.
3. APOSTILA, Cefet/BA
4. VARGAS, Milton. Introdução a Mecânica dos Solos.

139
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72ha)

Habilidades

 Estimar cargas e tensões atuantes em estruturas;


 Calcular e dimensionar estruturas isostáticas

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

1. Grandezas fundamentais: força, momento e sistema binário; 2. Condições de equilíbrio; 3.


Centro de gravidade e momento de inércia; 4.
diagrama tensão deformação, tensões normais e de corte, tensão normal na flexão;
6.
7. Esforços seccionais: esforço cortante, esforço
normal e momento fletor em uma viga isostática; 8. Diagrama de esforços cortante, normal e
momento fletor.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas dialogadas, discussões teóricas e práticas;


Visitas técnicas;
 Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor

Avaliação

 Provas; trabalho em grupo e individual;


 Relatório dos Ensaios práticos em laboratório e das visitas técnicas.

Bibliografia Básica

 HIGDON, A. at alli (1981). Mecânica dos materiais. Rio de Janeiro: Guanabara Dois S.A.

140
MATRIZ REFERENCIAL - 2ª SÉRIE
DISCIPLINA: DESENHO ARQUITETÔNICO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108 ha)

Habilidades

 Conhecer elementos básicos de desenho;


 Aplicar as normas técnicas de Desenho nas representações gráficas;
 Utilizar os meios representativos de um projeto arquitetônico;
 Obter noções de distribuição e dimensionamento de espaços;
 Conhecer as etapas de um projeto arquitetônico;
 Utilizar as técnicas do desenho a grafite.
 Selecionar projetos e documentos para licenciamento de obras.
 Identificar processos de tramitação para aprovação de projeto.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

1 – ELEMENTOS DE DESENHO ARQUITETÔNICO


1.1 – Generalidades; 1.2 – Instrumentos e materiais de desenho; 1.3 – Sistemas de Projeção;
1.4 – Meios de representação de um projeto; arquitetônico; 1.5 – Normas Brasileiras de
desenho técnico NB-8; 1.6 – Plano Diretor de Eunápolis

2 – DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO DE UMA EDIFICAÇÃO TÉRREA:


2.1 – Programa; 2.2 – Planta baixa; 2.3 – Cortes; 2.4 – Planta de cobertura; 2.5 – Fachadas;
2.6 – Planta de locação; 2.7 – Planta de situação.

3 – REFORMA PARA UMA EDIFICAÇÃO COM DOIS OU MAIS PAVIMENTOS:


3.1 – Aproveitamento máximo dos espaços; 3.2 – Fator econômico; 3.3 – fator estrutural; 3.4
– Convenções de cores nas reformas; 3.5 – Calculo de escadas; 3.6 – Noções de ventilação
e iluminação; 3.7 – Acessibilidade

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas dialogadas, discussões teóricas e práticas; Orientação individual


 Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor

Avaliação

 Avaliação será a partir do acompanhamento dos trabalhos realizados observando:


- Domínio de técnica da grafite; - Entendimento espacial do projeto

Bibliografia Básica

1. NEUFERT. Ernest. Arte de projetar em Arquitetura.


2. MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico,
3. OBERG, L. Desenho Arquitetônico, Rio de Janeiro: ao Livro Técnico

141
7. PREFEITURA MUNICIPAL DE EUNÁPOLIS. Código de obras da Cidade de Eunápolis

MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE


DISCIPLINA: Desenho Arquitetônico II

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 A utilização de recursos computacionais (software de desenho auxiliado por computador),


como ferramenta de auxílio ao desenho de projetos de construção civil.
 O reconhecimento e a utilização dos periféricos comumente usados em programas de
desenho auxiliado por computador;
 A realização, utilizando programas de desenho auxiliado por computador, de tarefas
relacionadas à elaboração e edição de desenhos;
 A realização, utilizando programas de desenho auxiliado por computador, de tarefas
relacionadas à elaboração e edição de blocos de desenhos;
 A realização, utilizando programas de desenho auxiliado por computador, de tarefas
relacionadas à inserção de margens, legendas e definição de escalas;
 A realização, utilizando programas de desenho auxiliado por computador, de tarefas
relacionadas à impressão de arquivos.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

1. Conceitos básicos associados aos programas CAD: principais hardwares utilizados;


sistema de coordenadas cartesianas, vetores; desenho e projeto auxiliados por computador;
2. Inserção de dados a partir do uso do mouse e do teclado
3. Criação de entidades: comandos associados ao menu “Desenhar”;
4. Modificação de entidades geométricas: comandos associados ao menu “Modificar”;
5. Auxiliares de precisão: comando osnap;
6. Modos de visualização: comandos zoom e pan;
7. Identificação de pontos específicos e cálculo da distância entre dois pontos;
8. Inserção e modificação de textos;
9. Hachuras;
10. Camadas;
11. Criação, inserção e manipulação de blocos;
13. Dimensionamento - conceitos básicos associados às Normas Técnicas Brasileiras e ao
software AutoCAD;
14. Uso de escalas;
15. Conceitos associados à impressão.

16. ESTUDO DO DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO DE UMA EDIFICAÇÃO COM


DOIS OU MAIS PAVIMENTOS:
16.1 – Projeto definitivo; 16.2 – Planta baixa; 16.3 – Cortes; 16.4 – Fachadas; 16.5 – Plantas
de locação e cobertura; 16.6 – Planta de situação.

142
Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Aulas práticas e/ou expositivas, dialogadas, com a aplicação de exercícios, utilizando


recursos audiovisuais (retroprojetor e/ou projetor multimídia) e apostilas de exercícios.

Avaliação

 Avaliação prática, acompanhamento da execução de exercícios em sala de aula,


assiduidade e participação, trabalhos individuais.

Bibliografia Básica

1. OMURA, George. CALLORI, B. Robert. AutoCAD Release 12 for Windows: manual de


consulta. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 1993.
2. PÁDUA, Fabiano João L.. Treinamento em Informática: AutoCAD 2000. Cuiabá: KCM
Editora, 2003.
3. RAMALHO, José Antônio. Série Ramalho Teoria e Prática: Excel. São Paulo: Editora
Berkelev, 1999.
4. NEUFERT. Ernest. Arte de projetar em Arquitetura.
5. MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico,
6. OBERG, L. Desenho Arquitetônico, Rio de Janeiro: ao Livro Técnico
7. PREFEITURA MUNICIPAL DE EUNÁPOLIS. Código de obras da Cidade de Eunápolis

143
MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE
DISCIPLINA: TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108 ha)

Habilidades

 Orientar a execução de serviços de: implantação de canteiro de obra; Movimento de terra;


Fundações; Serviços de Superestrutura; Alvenarias; Cobertura

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Serviços preliminares: limpeza do terreno, tapumes, locação da obra;


 Movimento de terra: corte, aterro, escavação de valas, aterro do caixão;
 Fundações: tipos, cintamento, fôrmas, ferragens, concreto;
 Superestrutura: tipos, fôrmas, ferragens, concreto;
 Alvenarias: tipos, amarração, vergas;
 Coberta: tipos, madeiramento, telhamento.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas e dialogadas;


 Visitas técnicas

Avaliação

 Avaliações escritas;
 Trabalhos e Seminários;
 Relatórios;
 Projetos

Bibliografia Básica

1. PETRUCCI, Eládio. Materiais de Construção, ed. Globo, Rio de Janeiro


2. BAUER, L. A. Falcão. Materiais de Construção. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda.
3. BORGES, Alberto de Campos. Práticas das Pequenas Construções, Ed. Edgard Blucher
Ltda
4. BAUD, G. Manual de Construção – Hemos – Livraria Editora Ltda. SP
5. CARDÃO, Celso. Técnicas da Construção, Edições Arquitetura e Engenharia, Belo
Horizonte, 2a ed.
6. PIANCA, João B., Manual do Construtor, Ed. Globo, Porto Alegre, 1a ed., 1959.

144
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES II

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Orientar a execução de serviços de: implantação de canteiro de obra; Movimento de terra;


Fundações; Serviços de Superestrutura; Alvenarias; Cobertura

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Alvenaria de elevação em geral


 Esquadrias
 Revestimentos de paredes
 Forros
 Impermeabilização
 Piso e pavimentação
 Pintura

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas e dialogadas;


 Visitas técnicas

Avaliação

 Avaliações escritas;
 Trabalhos e Seminários;
 Relatórios;
 Projetos

Bibliografia Básica

1. PETRUCCI, Eládio. Materiais de Construção, ed. Globo, Rio de Janeiro


2. BAUER, L. A. Falcão. Materiais de Construção. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda.
3. BORGES, Alberto de Campos. Práticas das Pequenas Construções, Ed. Edgard Blucher
Ltda
4. BAUD, G. Manual de Construção – Hemos – Livraria Editora Ltda. SP
5. CARDÃO, Celso. Técnicas da Construção, Edições Arquitetura e Engenharia, Belo
Horizonte, 2a ed.
6. PIANCA, João B., Manual do Construtor, Ed. Globo, Porto Alegre, 1a ed., 1959.

145
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: TOPOGRAFIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108 ha)

Habilidades

 Interpretar e representar a superfície topográfica como recurso auxiliar na construção civil.


 Avaliar o grau de precisão necessário nos trabalhos topográficos para os fins específicos
da construção civil.
 Avaliar a viabilidade de aplicação de novas tecnologias da topografia nas obras de
construção civil.
 Coordenar trabalhos topográficos de campo, cálculos e desenho topográfico.
 Utilizar adequadamente instrumental topográfico para planimetria e altimetria;
 Realizar trabalhos topográficos de campo (levantamentos e locações);
 Interpretar plantas topográficas planialtimétricas;
 Efetuar desenho topográfico em prancheta e computador;
 Utilizar as ferramentas básicas de um software topográfico;

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

1. Simbologias e convenções técnicas; 2. Normas Técnicas; 3. Estaqueamento; 4. orientação


magnética e Geográfica; 5. Métodos de Levantamento Topográfico; 6. levantamento
topográfico planimétrico; 7. Representação Gráfica de Levantamento topográfico
planimétrico; 8. Avaliação de áreas; 9. Levantamento Topográfico altimétrico e topográficos;
10. Representação gráfica de levantamentos topográficos altimétricos e plani-altimétricos; 11.
Representações tridimensionais de terrenos; 12. Topologia; 13. Locação de obras.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Atividades e estudos desenvolvidos em aulas teóricas e práticas, individuais e em grupo,


em sala de aula e em campo.

Avaliação
 Avaliação teórica e prática, individuais e em equipe, assiduidade e participação;
 Avaliação dos trabalhos topográficos.

Bibliografia Básica

1. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. São Paulo: Edgar Blücher, 1977 – v.um.
2. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. São Paulo: Edgar Blücher, 1992 – v.2.

146
3. RODRIGUES, José Carlos. Topografia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
1979;
4. COMASTRI, José Aníbal. Topografia Aplicada: medição, divisão e demarcação.
Viçosa: UFV, Impr. Univ. 1990;
5. COMASTRI, José Aníbal. Topografia: altimetria. 2ed. Viçosa: UFV, Impr. Univ. 1990;
6. GARCIA, Gilberto José; PIEDADE, Gertrudes C. Rocha. Topografia aplicada às Ciências
Agrárias. 5Ed. São Paulo: Nobel, 1984.
7. Apostilas elaboradas pelos profºdo IFBA
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: ESTRUTURA EM CONCRETO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108 ha)

Habilidades

 Ler e interpretar projetos de estruturas de concreto armado e acompanhar sua execução;


 Estimar cargas e tensões atuantes em estruturas;
 Calcular e dimensionar estruturas isostáticas de concreto armado;
 Desenvolver desenhos de projetos de estruturas de concreto armado;

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL
Dimensionamento de lajes à flexão; 2. Dimensionamento de vigas à flexão e ao cisalhamento; 3.
Dimensionamento de pilares curtos e médios; 4. Dimensionamento de fundações diretas.

DESENHO ESTRUTURAL
Planta de Fundação; 2. Planta de Lajes; 3. Detalhamento de Fundação; 4. Detalhamento de
Pilares; 5. Detalhamento de Vigas; 6. Detalhamento de Lajes; 7. Detalhamento de Escadas e
Reservatórios; 8. Quantitativos de armaduras e quadros de ferragem.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Aulas expositivas dialogadas, discussões teóricas e práticas;


 Visitas técnicas;
 Aulas práticas de desenho.

Avaliação

 Provas e trabalhos teóricos;


 Desenho de projetos.
 Relatório das visitas técnicas

Bibliografia Básica

1. BORGES, Alberto de Campos (1975). Práticas das pequenas construções. V.1. São
Paulo: Edgard Blucher;

147
2. SANTOS, Edevaldo G. (1987). Estrutura – Desenho de Concreto Armado. V.1, 2, 3 e 4,
5a Edição. São Paulo: Nobel.
3. BOTELHO, Manoel Henrique Campos (1997). Concreto armado: eu te amo. São Paulo:
Edgard Blucher.
4. SUSSEKIND, José Carlos (1984). Cursos de análise estrutural: estruturas isostáticas. 8a
ed. - Porto Alegre, Rio de Janeiro: Globo.

148
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFONIA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Identificar os componentes e conhecer os princípios de funcionamento dos Sistemas


Prediais Elétricos e Telefônicos;
 Conceber espacialmente os Sistemas Prediais Elétricos e Telefônicos em coerência com
os Projetos Arquitetônico e Estrutural;
 Conhecer os processos de dimensionamento dos Sistemas Prediais Elétricos e Telefônicos
que constam nas Normas Técnicas;
 Desenhar projetos de Sistemas Prediais Elétricos e Telefônicos e orientar suas execuções.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

A - SISTEMA PREDIAL ELÉTRICO DE BAIXA


TENSÃO
 Terminologias e concepção espacial;
 Normas da ABNT, da Cosern e do Corpo de Bombeiros local;
 Conceitos básicos de eletricidade;
 Previsão de cargas, tipos de fornecimento e padrão de entrada;
 Pontos de luz, interruptores e tomadas;
 Divisão das instalações elétricas – circuitos terminais;
 Quadro de distribuição;
 Dispositivos de proteção contra sobrecarga, curto-circuito e choque elétrico;
 Circuito de distribuição;
 Planejamento da rede de eletrodutos;
 Esquemas de ligação – condutores elétricos;
 Aterramento;
 Ferramentas para instalações elétricas e execução de circuitos;
 Noções de dimensionamento de condutores, dispositivos de proteção e eletrodutos;

B – TUBULAÇÃO TELEFÔNICA
 Terminologias e concepção espacial;
 Normas da ABNT e Práticas Telebrás;
 Tubulação telefônica para edificações com até 5 pontos;
 Tubulação telefônica para edificações com mais de 5 pontos;
 Representação gráfica, dimensionamento e levantamento de material
 Representação gráfica e levantamento de material.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

149
 Aulas expositivas e demonstrativas utilizando roteiros de aula, elétricos e telefônicos;
 Aulas práticas de campo (visitas técnicas) e de laboratório.

Avaliação

 Será realizada de maneira contínua, portanto inserida no processo ensino-aprendizagem.


 Os instrumentos de avaliação serão: prova oral, trabalhos gráficos, trabalhos escritos e
atividades de execução de pequenas instalações elétricas.

Bibliografia Básica

1. CAVALIN, Geraldo; CERVELIN, Severino. Instalações Elétricas Prediais. 7. ed. São


Paulo: Érica, 2002.
2. LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 6. ed. São
Paulo: Érica, 2001.
3. CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. 14. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2000.
4. NISKIER, Julio; MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações Elétricas. 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros
5. Técnicos e Científicos, 2000.

150
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 90 h (108 ha)

Habilidades

 Elaborar projetos de instalações hidro-sanitárias,com respectivos detalhamentos, cálculos e


desenho para edificações,nos termos e limites regulamentares.
 Elaborar representação gráfica de projetos.
 Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado.
 Interpretar metodologias de pesquisas técnicas e de impacto ambiental.
 Analisar materialcoletado.
 Interpretar legislação e normas técnicas.
 Interpretar projetos.
 Desenvolver estudos preliminares de projetos, custos e prazos.
 Organizar em formatos gráficos esboços e anteprojetos.
 Selecionar convenções de desenho técnico.
 Identificar materiais e técnicas de causem agressão ao meio ambiente.
 Interpretar projetos de Instalações hidro-sanitárias.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

1 – NOÇÕES DE HIDRÁULICA
1.1 – Hidrostática: pressão, peso específico, lei de Pascal, Lei de Stevin, pressão
atmosférica, pressão efetiva e pressão absoluta; 1.2 – Hidrodinámica: vazão, equação da
continuidade, equação de Bernoulli, perda de carga, condutos forçados, condutos livres e
fórmulas práticas;

2 – S ISTEMA PREDIAL DE ÁGUA FRIA


2.1 – Terminologia e funcionamento; 2.2 – Sistema de distribuição de água fria: direto,
indireto, hidropneumático e misto; 2.3 – Alimentador predial; 2.4 – Reservatórios: reserva
para consumo, reserva
para combate a incêndio; 2.5 – Instalação elevatória: ramal de sucção, ramal de recalque e
conjunto motor-bomba; 2.5 – Rede de distribuição: critério da velocidade mínima e critério da
velocidade máxima;

3 – SISTEMA PREDIAL DE ÁGUA QUENTE


3.1 – Aquecedores; 3.2 – Redes de distribuição: critérios de dimensionamento, recirculação
de água quente,
materiais.

4 – SISTEMA PREDIAL DE ESGOTO SANITÁRIO


4.1 – Terminologia e funcionamento; 4.2 – Ramal de descarga; 4.3 – Ramal de esgoto; 4.4 –
Tubo de queda e tubo de ventilador primário;4.5 – Subcoletor e coletor predial; 4.6 – Rede de
ventilação: ramal, coluna e barrilete
de ventilação; 4.7 – Caixa de inspeção, poço de visita e caixa de gordura.

151
5 – TANQUE SEPTICO, SUMIDORO E VALA DE
INFILTRAÇÃO.

6 – SISTEMA PREDIAL DE DENAGEM PLUVIAL


6.1 – Terminologia e funcionamento; 6.2 – Telhado e laje impermeabilizada: área de
captação; 6.3 – Calha: fórmula de Manning-Strickler; 6.4 – Condutor vertical; 6.5 – Condutor
horizontal: caixa de inspeção e caixa de areia.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas expositivas;
 Aulas práticas;
 Visitas técnicas.

Avaliação

 Avaliação individual;
 Trabalhos individuais e em grupos;
 Avaliação prática;

Bibliografia Básica

1. CREDER, Hélio. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. Livros Técnicos e Científicos Editora


S. A., 5ª Edição, 1996. Rio de Janeiro - RJ.
2. MACINTYRE, Archbald Joseph. Instalações Hidráulicas. Livros Técnicos e Científicos
Editora S. A.,5ª Edição, 1995. Rio de Janeiro - RJ.
3. VIANNA, Marcos Rocha. Instalações Hidráulicas Prediais. Imprimatur, Artes Ltda, 2ª
Edição, 1998. Belo Horeizonte – MG.
4. AZEVEDO NETTO, José Martiniano de. Manual de Hidráulica, V1 e V2, Editora Edgard
Blucher Ltda., 6ª Edição, 1973. São Paulo – SP.
5. NORMAS TÉCNICAS DA ABNT E CATÁLOGOS DE FABRICANTES.

152
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DE OBRAS

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Habilidades

 Elaborar orçamentos com base em projeto de uma residência;


 Calcular custos unitários de serviços;
 Levantar quantitativos a partir de projetos;
 Organizar tabelas de cargos, encargos e remuneração de pessoal;
 Elaborar relatórios, planilhas, formulários, esquemas e gráficos;
 Apropriar custos;
 Interpretar Editais de licitações e cronograma físico-finaceiro.
 Organizar banco de dados de materiais, equipamentos e serviços.
 Fazer vistorias técnicas para avaliações.
 Aplicar softwares específicos.
 Redigir propostas técnicas.
 Construir cronograma físico-financeiro.
 Dimensionar equipes de trabalho.
 Estruturar equipes de trabalho

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

A. PLANEJAMENTO DE OBRAS
 Conceito Matemático de Produtividade.
 Sistemas de Produção.
 Fatores da Produção.
 Indicadores de Desempenho.
 Insumos do Planejamento.
 Custos Fixos e Variáveis.
 Custos Diretos e Indiretos.
 Planejamento e Programação de Obras.
 Controle de Obras.
 Sistemas de Planej. Prog. Controle de Obras .
 Pert-COM.
 MS-Project.
 Volare.

B. ORÇAMENTOS
 Conceitos Básicos;
 Tipos de orçamento;
 Vantagens de um orçamento;
 Fatores que influenciam os custos;

153
 Fases de uma construção;
 Cadernos de Encargos e Especificações de Serviços e Materiais;
 Discriminação Orçamentária;
 Quantificação de Serviços;
 Pesquisa de preços, materiais e mão-deobra no mercado;
 Composição de Custos Unitários
 Custos Diretos e Custos Indiretos;
 Lucro e Despesas Indiretas (B.D.I.);
 Encargos Sociais;
 Planilha de Orçamento Analítico;
 Planilha de Orçamento Sintético;
 Estimativa de Custo Resumido;
 Cronogramas;
 Analise de Orçamento;
 Orçamento Informatizado;
 Apropriação de serviços

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

 Aulas Expositivas;
 Aulas Práticas com quantificação de serviços de projetos;
 Pesquisa no mercado de preços e matérias;
 Aulas práticas em laboratório, utilizando softwere para elaborar orçamentos.

Avaliação

 Prova Escrita;
 Trabalho de pesquisa;
 Apresentação de Orçamento de um projeto;

Bibliografia Básica

1. TCPO – Tabelas de Composição de Preços. 1a ed.. São Paulo: Pini, 1999.


2. SAMPAIO, FERNANDO MORETHSON.1a ed. Orçamento e Custo na Construção, São
Paulo: Hemus, 1998. 289 p
3. GIAMUSSO, SALVADOR EUGENIO. 2a ed. rev. Orçamento e Custos na Construção
Civil, São Paulo: Pini, 1991.
4. COSTA, LIZNANDO FERNANDES. Apostila de Custos de Obras Civil, GECON do
Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte, Natal-RN, 2002.
65p. Apostila.
5. LIMA, ANTÔNIO AMÍLCAR MARTINS, Orçamento de Obras de Edificações, Programa
de Aperfeiçoamento Profissional, Goiana, 1999 135p. Apostila
6. COSTA, LIZNANDO FERNANDES, Planilhas de Custo Unitários de Serviços, n. 1
Revista Custo & Construção, Natal, set.2003.
7. COSTA, LIZNANDO FERNANDES. ORCAMENTO_CEFETRN,
<http://br.groups.yahoo.com/group/orcamento_cefetrn/ >. Acesso em: 22 de março
de 2004.
8. LIMMER. Planejamento, Orçamento e controle de projetos e obras. Rio de Janeiro.
Livros Técnicos e Científicos.
9. NETO, Antônio Vieira. Como Gerenciar Construções. São Paulo: PINI.
10. MOREIRA, Daniel Augusto. Medida de produtividade. Ed. Pioneira.

154
11. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção. Ed Pioneira.
12. NETTO, Antônio Vieira. Construção Civil e Produtividade. Ed. PINI.
13. CAMPBELL, Paul. Gerência de Programas e Projetos. Ed.PINNI.

MATRIZ REFERENCIAL - 3ª SÉRIE


DISCIPLINA: INFORMÁTICA APLICADA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA


BAHIA
CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA CARGA HORÁRIA: 60 h (72 ha)

Competências e habilidades

 Utilizar recursos computacionais (software de desenho auxiliado por computador),


como ferramenta de auxílio ao desenho de projetos de construção civil.
 Reconhecer e utilizar periféricos comumente usados em programas de desenho
auxiliado por computador;
 Realizar, utilizando programas de desenho auxiliado por computador, tarefas
relacionadas à elaboração e edição de desenhos;
 Realizar, utilizando programas de desenho auxiliado por computador, tarefas
relacionadas à elaboração e edição de blocos de desenhos;
 Realizar, utilizando programas de desenho auxiliado por computador, tarefas
relacionadas à inserção de margens, legendas e definição de escalas;
 Realizar, utilizando programas de desenho auxiliado por computador, tarefas
relacionadas à impressão de arquivos.
 Aplicar os conhecimentos na área de Edificações e, em especial, ao desenho de
plantas baixas, cortes etc.
 Desenhar plantas baixas
 Elaborar desenhos com programas assistidos por computador

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

INFORMÁTICA BÁSICA
1. Introdução à Microinformática
 Evolução histórica da computação
 Hardware e software
 Sistemas numéricos
 Como funciona um computador digital
 Redes de computadores

2. Sistema Operacional e Utilitários


 Conceituação de sistemas operacionais
 Sistema operacional Windows
 Programas Utilitários

155
3. Aplicativos
 Editor de texto
 Planilha eletrônica
 Programa de apresentação

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos


 Aulas expositivas e atividades práticas no estudo dos softwares, desenvolvimento
de projeto.
 Utilização de computador com uso individualizado ou em dupla, projetor
multimídia.
Avaliação
 Avaliação teórica e/ou prática,
 acompanhamento da execução de exercícios em sala de aula,
 assiduidade e participação e, no caso de necessidade de reorientação de estudos,
 trabalhos de pesquisa individuais e/ou em grupo.

OBSERVAÇÃO: dependendo das características de cada turma, poderá ser adotado, a


critério do professor, um dos procedimentos acima ou um conjunto deles.
Bibliografia Básica
MICROSOFT. Manual do Word.
MICROSOFT. Manual do Excel.
MacDOWELL, Ivan, MacDOWELL, Rosângela. AutoCAD 2000: curso passo a passo.
São Paulo:
Editora Terra, 2001. Volumes 1 a 6.
SANTOS Jr., Mozart Jesus Fialho dos. Excel 7 passo a passo. Goiânia: Editora Gráfica
Terra
Ltda, 1995. 1ª edição.
STEELE, Heidi. Aprenda em 24 Horas: Microsoft Word. São Paulo: Editora Campus,
1998.
Alves Filho, A.J. de S. & Gomes, A.R.C. (2003) Curso Básico de Autocad 2000 2D.
Além de vários cursos e apostilas que podem ser encontrados e baixados em pesquisa
na Internet
Sistema de apoio:
Windows 2000 ou superior, Adobe Acrobat Writer, WinZip, VirusScan, WebMail
Microsoft Word, Microsoft Excel, Microsoft Powerpoint, AutoCad 2000 ou superior.

156
157
MATRIZ REFERENCIAL - 4ª SÉRIE
DISCIPLINA: SANEAMENTO BÁSICO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA


CAMPUS de Feira de Santana
Curso Técnico Integrado em Edificações
CARGA
EIXO TECNOLÓGICO: INFRA ESTRUTURA HORÁRIA: 90 h
(108 ha)

Competências e habilidades

 Conhecer os sistemas de abastecimento de água e as tecnologias de tratamento de


água para consumo humano.
 Conhecer os sistemas de tratamento de esgoto.
 Avaliar os aspectos de gestão dos resíduos sólidos (acondicionamento, coleta,
tratamento e disposição final)
 Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto
pesquisado.
 Interpretar metodologias de pesquisas técnicas e de impacto ambiental.
 Interpretar legislação e normas técnicas.
 Interpretar projetos.
 Selecionar convenções de desenho técnico.
 Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente.

Bases Científicas e Tecnológicas (Conteúdos)

 Simbologia e convenções técnicas


 Representações gráficas
 Conduzir e orientar equipes
 Características físico-químicas da água
 Sistema de abastecimento de água
 Tratamento de água
 Disposição do Lixo

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos


 Apresentação da teoria (por tópicos), através de aulas expositivas utilizando projeção
de transparências e/ou data show.
 Serão realizadas visitas técnicas às estações de tratamento de água e esgoto
localizadas em Feira de Santana-BA/Salvador-BA..

Avaliação
 Será contínua em todas as etapas do processo ensino-aprendizagem, com foco no
aspecto qualitativo distinguindo-se pela: participação, interesse, assiduidade e
pontualidade nos momentos presenciais.
 O processo de avaliação comporá de uma prova por unidade e/ ou apresentação de
seminários pelos alunos durante o curso, as quais comporão a média da unidade.
 Serão cobrados também relatórios das visitas técnicas
Bibliografia Básica

158
ANDRADE NETO, C.O. (1997), Sistemas simples para tratamento de esgotos
sanitários. Rio de Janeiro: ABES, 301 p.
NETTO, Azevedo – “Manual de Hidráulica” ed. Edgard Blucher Ltda, 1998.
STEEL, Ernest W. – “Abastecimento de Água e Sistemas de Esgotos” ed. livro Técnico
S/A, 1966.
Notas de aula.

159
CAPITULO 5 - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO CURSO

A Resolução no. 20 de 17 de Dezembro de 2008, determina que, a partir de 2009,


os Cursos Técnicos de Nível Médio, na Modalidade Subseqüente, Integrada e
Educação de Jovens e Adultos – PROEJA, deverão se adequar à referida
Organização Didática

5.1– Da Avaliação: Conforme a Organização Didática dos Cursos de Educação


Profissional Técnica de Nível Médio – Capítulo IX, artigos 45 ao 57.

5.2 - Do Aproveitamento de Estudos e de Experiências Anteriores:


Conforme a Organização Didática dos Cursos de Educação Profissional Técnica
de Nível Médio – Capítulo X, artigos 58 ao 67.

5.3 - Do Conselho de Classe: Conforme a Organização Didática dos Cursos de


Educação Profissional Técnica de Nível Médio – Capítulo XI, artigos 68 ao 79.

5.4 - Do Conselho do Curso: Conforme a Organização Didática dos Cursos de


Educação Profissional Técnica de Nível Médio – Capítulo XII, artigos 84 ao 91.

5.5 - Da Prática Profissional e Estágio Supervisionado: Conforme a


Organização Didática dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível
Médio – Capítulo XIII, artigos 92 ao 100.

5.6 – Do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): O Trabalho de Conclusão


de Curso deverá ser executado na modalidade de projetos de
desenvolvimento, objetivando a integração teoria e prática e o princípio da
interdisciplinaridade, devendo contemplar a aplicação dos conhecimentos
adquiridos durante o curso e tendo em vista a intervenção no mundo do
trabalho na realidade social de forma a contribuir para a solução e
problemas.

O TCC compreende um projeto de pesquisa que, com foco num


determinado problema e objeto de análise, visa à elaboração, execução e
produção individual de uma monografia. Deve, portanto, possuir
planejamento de atividades, (Anexo 1), pesquisa e elaboração de monografia
final (Anexo 2).

160
A metodologia a ser adotada será através de pesquisas de campo,
levantamento de problemas relativos às disciplinas objeto da pesquisa e
possíveis soluções para os problemas detectados. O Trabalho de TCC
deverá ser acompanhado por um Professor-Orientador do curso.

161
CAPITULO 6 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS.

O Campus de Feira de Santana possui uma área construída de 4.619,63


m2. A instituição possui um total de 61 salas,compostas de salas de
aulas,laboratórios , salas administrativas, áreas de circulação cobertas e de um
auditório com toda infra-estrutura e conforto para o seu funcionamento.

Para funcionamento do Curso Médio Integrado em Edificações, dispomos de


11(onze) salas onde funcionarão os laboratórios, no turno diurno, assim
distribuídos :

 Sala de Aúdio Visual


 Salas de Desenho Básico e Técnico;
 Laboratório de Informática Básica e Aplicada;
 Laboratório de física: com bancadas e alguns instrumentos e kits
apropriados ao desenvolvimento de aulas práticas de forças, equilíbrio dos
corpos e eletricidade.
 Laboratório de Biologia: com bancadas e alguns instrumentos e kits
apropriados ao desenvolvimento de aulas práticas.
 Laboratório de Química: com bancadas e alguns instrumentos e kits
apropriados ao desenvolvimento de aulas práticas.
 Laboratório de Instalações Domiciliares: Para a elaboração de projetos
hidro-sanitários e Elétrico
 Laboratório para Prática da Área.

 Laboratório de Topografia equipado com : Teodolito eletrônico (01);


Nível automático(01); Miras(04); Balizas (03);Trenas(03); Trena a laser(01);
GPS(01);
Estação Total(01); Plotter (formato A1);

 Laboratório de Solos e Materiais de Construção equipado com:


1. Bancadas;2. Estufa (01);3. Jogos de peneiras(03);4. Agitador de
peneiras(01);6. Aparelho Casagrande(02);7. Balanças eletrônica, 5000g (01);8.
Balança mecânica com escala tríplice, 311g (02);9. Balança mecânica com escala
tríplice, 1610g (03);10. Cj. Para Slamp test (02);
11. Cj para equivalente de areia(01);12. Cj. Frasco de chapmam (01);13.
Argamassadeira 80 l(01);14. Prensa Hidráulica, com pedestais, cap. 100t; (01);15.
Dispersor de solos(01);16. Capeador de corpos de prova, 5, 10 e 15 cm (03);17.
Pratos com neoprene;18. Repartidor de amostra de ½”;19. Betoneira cap. 280
litros;20. Tacho de ferro fundido para derrter enxofre;

162
21. Concha;22. Almofariz de porcelana e mão de gral;23. Cápsulas de alumínio
diversos tamanhos;24. Espátulas;25. Aparelho dispersor de solos;26. Sacos de
lonas para coletas de amostras;

 Laboratório de Ensaios de Materiais de Construção :

Especificação Unid. Quant.


Argamassadeira WPM un 01
Balança Balmak, com precisão de 5kg un 01
Balança Kern, com precisão de 15kg un 01
Balança Welmy, com precisão de 15kg un 01
Cilindro Andrex 150 kvp un 01
Máquina de impacto WPM un 01
Polarizador Jena un 01
Prensa (compressão) WPM, 200 toneladas un 01
Prensa mecânica horizontal Schaffhouse un 01
Prensa universal WPM un 01

163
CAPITULO 7 – ACERVO BIBLIOGRÁFICO :

Previsão de Livros da Biblioteca do Campus de Feira de Santana, para


o Curso Médio de Edificações Modalidade Integrada,conforme Bibliografia
básica das disciplinas e relação inicial abaixo .

ABUNAHMAN, Sérgio Antônio. Curso básico de engenharia legal e de avaliações.


São Paulo: PINI.
ALBERNAZ, Maria Paula & LIMA, Cecília M. Dicionário ilustrado de Arquitetura.
São Paulo: ProEditores, 1997-1998 (2 volumes
ALENCAR. A gerência da criatividade. São Paulo: MAKRON Books do Brasil
Editora
ALVES. Revigorando a cultura da empresa. São Paulo: MAKRON Books do Brasil
Editora
ALVES, José Dafico. Materiais de Construção. Goiânia: UFG/CEFET-GO, 7a
edição, 1999.
AZEREDO. O edifício até sua cobertura. São Paulo: Edgard Blücher
BIANCHI, Sérgio. Manual prático do encanador. São Paulo: Hemus.
BONDUKI, Nabil. Habitat: as práticas bem-sucedidas em habitação, meio
ambiente e gestão urbana nas cidades brasileiras. São Paulo: Studio Nobel,
1997.
BLACK. Vendas técnicas. São Paulo: MAKRON Books do Brasil Editora.
BORGES. Manual das pequenas construções. São Paulo: Edgard Blücher
BOTELHO, Manoel & RIBEIRO, Geraldo de A. Inst. Hidráulicas prediais feitas
para durar. São Paulo: Proeditores, 1998
__________, Manoel Henrique. Resistência dos materiais para entender e gostar.
São Paulo: Studio Nobel, 1998.
BOTELHO. Águas de chuva. Rio de Janeiro: São Paulo: Edgard Blücher
BRAGA, Benedito. Drenagem urbana: gerenciamento, simulação, controle. Porto
Alegre: ABRH/UFRG, 1998
BRETAS. Faces da decisão. São Paulo: MAKRON Books do Brasil Editora

164
BRIDGES. Um mundo sem empregos – Job-shift. São Paulo: MAKRON Books do
Brasil Editora
BROCKA. Gerenciamento da qualidade. São Paulo: MAKRON Books do Brasil
Editora
CASE. Empregabilidade. São Paulo: MAKRON Books do Brasil Editora
CHIAVENATO. Gerenciando pessoas. São Paulo: MAKRON Books do Brasil
Editora
CHIAVENATO. Visão e ação estratégica. São Paulo: MAKRON Books do Brasil
Editora
CHING, Francis D. K. Dicionário visual de Arquitetura. São Paulo: Martins Fontes,
1999.
COTRIM. Instalações elétricas. São Paulo: MAKRON Books do Brasil Editora
CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora.
__________. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos
__________. Manual do instalador eletricista. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos.
CUNHA, Albino Joaquim Pimenta et alii. Acidentes estruturais na construção civil.
São Paulo: PINI, 2 volumes, 1996
DACACH, Nelson Gandur. Sistemas urbanos da água. Rio de janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora
__________, Nelson G. Saneamento básico. Rio de janeiro: Livros Técnicos e
Científicos Editora.
DANTAS, Rubens A. Engenharia de avaliações: introdução à metodologia
científica. São Paulo: PINI.
DEGEN. O empreendedor. São Paulo: MAKRON Books do Brasil Editora
DESSLER. Conquistando comprometimento. São Paulo: MAKRON Books do
Brasil Editora
FURLAN. Modelagem de negócio. São Paulo: MAKRON Books do Brasil Editora
FUSCO, Péricles B. Técnicas de armar as estruturas de concreto. São Paulo:
PINI, 1994.
GIAMUSSO, Salvador E. Manual do concreto. São Paulo: PINI
GOITIA, Fernando. Breve História do Urbanismo. Lisboa: Presença, 1992

165
GREEN. Os caminhos da qualidade. São Paulo: MAKRON Books do Brasil
Editora
HELENE, Paulo. Manual para reparo, reforço e proteção de estruturas de
concreto. São Paulo: PINI, 1992.
HERTZBERGER, Herman. Lições de Arquitetura. São Paulo: Martins Fontes,
1999.
IIDA. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: Edgard Blücher
JUNIOR, Joaquim da R. M. & FIKER, José. A perícia judicial. São Paulo: PINI
LAMBERTZ, Roberto. Eficiência energética na Arquitetura. São Paulo: PW
Editores, 1997.
LIMMER. Planejamento, orçamento e controle de projetos e obras. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.
Manual Técnico de Instalações Hidráulicas e Sanitárias. TIGRE/PINI
MARTINS, Gilberto. Manual para elaboração de monografias e dissertações. São
Paulo: Atlas, 1994.
MASCARÓ, Lúcia. Energia na edificação: estratégia para minimizar seu consumo.
São Paulo: Proeditores
MEISTER. Educação corporativa. São Paulo: MAKRON Books do Brasil Editora
MOLITERNO, Antônio. Escoramentos, cimbramentos, formas para concreto. São
Paulo: Edgard Blücher.
__________. Caderno de estruturas e alvenaria de concreto armado. São Paulo:
Edgard Blücher
__________. Caderno de muros de arrimo. São Paulo: Edgard Blücher
__________. Elementos para projetos em perfis leves de aço. São Paulo: Edgard
Blücher
__________.. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. São
Paulo: Edgard Blücher, 1997.
MONTENEGRO, Gildo. A perspectiva dos profissionais. São Paulo: Edgard
Blücher
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens , transformações e
perspectivas. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
NETO, Antônio Vieira. Como gerenciar construções. São Paulo: PINI
NEVES, Laert Pedreira. Adoção do partido na Arquitetura. Salvador: Editora da
UFBa

166
PFEIL, Walter. Estruturas de madeira. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1994
__________. Estruturas de aço: dimensionamento prático. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos
PIMENTA. Curso de hidráulica geral., Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2 volumes.
RIBEIRO, Luiz César & AZEVEDO, Sérgio (org.). A crise da moradia nas grandes
cidades. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996
SAMPAIO, Antônio H. Formas urbanas: cidade real & cidade ideal; contribuição
ao estudo urbanístico de Salvador. Salvador: Quarteto Editora/PPG/AU,
Faculdade de Arquitetura da UFBa, 1999.
TCPO 10 – Tabelas de Composição de Preços e Orçamento. PINI
VERISSIMO, Francisco S. & BITTAR, William S. M. 500 anos da casa no Brasil.
Rio de Janeiro: Ediouro, 1999

MEC—CNE. Parecer CEB N.º 15/98. Brasília-DF. 1998.


panorama educacional brasileiro. CEFET-BA. Salvador-BA — 1998.
PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre,
Artes Médicas. 1998.
MEC—CNE. Parecer CEB N.º 16/99. Brasília-DF. 1999
MEC—CNE. Parecer CEB N.º 11/2000. Brasília-DF. 2000
MEC—CNE. Decreto N.º5154 /04. Brasília-DF. 2004
MEC—CNE. Resolução CEB N.º3/98. Brasília-DF. 1998
MEC—CNE. Resolução CEB N.º4/9. Brasília-DF. 1999
MEC—CNE. Resolução CEB N.º1/2000. Brasília-DF. 2000.

167
CAPITULO 8 - PESSOAL DOCENTE TÉCNICO

O campus de Feira de Santana terá um quadro permanente de professores


qualificados para desempenhar atividades de ensino, pesquisa e extensão
necessárias no decorrer do Curso Técnico de Nível Médio I em Edificações na
modalidade Integrada

Formado por professores concursados e pedidos de remoções e


redistribuições de diferentes Campus e outras Instituições Federais de Ensino,
que passarão a compor o quadro de docentes do referido curso .

168
CAPITULO 9 – DIPLOMAS E CERTIFCADOS

De acordo com o Parecer nº 39, para obtenção do diploma de Técnico em


Edificações de Nível Médio, nos termos do parágrafo único do Artigo 7º do
Decreto nº 5154/2004, “o estudante deverá concluir os seus estudos de Educação
Profissional Técnica de nível médio e o do Ensino Médio” paralelamente, na forma
integrada, para obter seu certificado de conclusão do Ensino Médio, o estudante
deverá concluir simultaneamente a habilitação técnica de nível médio. Como se
trata de um curso único, realizado de forma integrada e interdependente, não será
possível concluir o Ensino Médio de forma independente da conclusão do ensino
médio técnico de nível médio e, muito menos o inverso. Receberão, então, o
Diploma de Técnico em Edificações, os discentes que tiverem aproveitamento nas
quatro séries e no estágio.

169
CAPITULO 10 – REFERÊNCIAS

BRASIL. Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.


Resolução nº 278, de 27 de maio de 1983. Dispõe sobre o exercício
profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível
Médio ou de 2º Grau e dá outras providências. Brasília:
CONFEA/CREA, 1983.

BRAGION, Luiza. Déficit habitacional exige medidas urgentes. Revista


Eletrônica de Jornalismo Científico. Disponível em:
<http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=25&id=281
>. Acesso em 17 nov. 2008.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14724: informação e


documentação – trabalhos acadêmicos - apresentação. Rio de Janeiro, 2005.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR6023: informação e


documentação – referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

BRASIL. Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases


da Educação Nacional. Disponível em: <www.portal.mec.gov.br/setec/arquivos/
pdf_legislacao/rede/legisla_rede_lei9394.pdf>. Acesso em 07 mar. 2008.

BRASIL. Decreto nº 5.154, de 23 de julho de 2004. Estabelece a regulamentação


dos Artigos da LDB referentes à Educação Profissional. Disponível em:
<www.portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/RCNE_CEB04_99.pdf>. Acesso em
07 mar. 2008.

BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 04, de 08 de dezembro de 1999. Institui as


Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico.
Disponível em:
<www.portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf_legislacao/rede/legisla_rede_resol049
9.pdf>. Acesso em 07 mar. 2008.

CEFET-BA. Diretrizes Institucionais para Elaboração dos Planos dos Cursos da


Educação Profissional Técnica de Nível Médio do CEFET-BA nas Modalidades

170
Integrada e Subseqüente, conforme Decreto nº 5.154 de 23/07/2004. Salvador,
2005.CEFET-BA.

Organização Didática do Ensino Técnico Profissionalizante do CEFET-BA.


Salvador, 2005.CEFET-BA.

Projeto Pedagógico Institucional do CEFET-BA. Salvador, 2008.IFBA.

Plano de Curso de Edificações modalidade Integrada do IFBA ,Eunápolis -2008.

Plano de Curso de Edificações modalidade Integrada do IFBA. ,Barreiras -2009.

Plano de Curso de Edificações modalidade Integrada do IFBA . ,Salvador -2008.

171
ANEXOS

172
173