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GUIA DE CURSO

MUSICOTERAPIA
HISTÓRICO DA INSTITUÇÃO

FMU / FIAM-FAAM

O Complexo Educacional FMU|FIAM-FAAM engloba o Centro Universitário das Faculdades


Metropolitanas Unidas (FMU) e o FIAM-FAAM Centro Universitário. Há 50 anos é referência na
qualidade de ensino e empregabilidade de seus alunos. Em 2014, passou a integrar a Laureate
International Universities, maior rede internacional de universidades do mundo, que conta com mais
de 70 instituições de ensino e mais de 1 milhão de alunos pelo mundo.

O Centro Universitário FMU tem como missão “Promover educação superior acessível e de excelência
para a formação de profissionais com valores éticos e competências destacadas para o Mundo do
Trabalho cada vez mais globalizado e competitivo e formar cidadãos comprometidos com a construção
de uma sociedade melhor e sustentável.”

“Ser a maior e melhor IES no seu segmento, promovendo a Empregabilidade e a Inclusão Social”,
resume a sua visão.

Em 2017, conquistou 100 estrelas no Guia do Estudante da Editora Abril e teve 12 de seus cursos
ranqueados entre os cinco melhores de São Paulo pelo RUF – Ranking Universitário da Folha, tendo
destaque para o curso de Educação Física que conquistou o 1º lugar. Entre seus cursos mais
tradicionais e com nota máxima na avaliação do MEC está o programa de Direito, que conta com mais
de 500 egressos aprovados no 17º Exame Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB),
superando a média de aprovação nacional.

SOBRE O CURSO

O Curso de Musicoterapia destaca-se pela excelência, confirmada em avaliações in loco do MEC. Além
da Clínica Escola, que atende a população carente, os serviços de atendimento são oferecidos às
instituições parceiras na forma de estágio supervisionado. Os alunos são motivados a engajar-se
politicamente e contribuir para ações de espectro social, e eventos e práticas culturais são promovidos
periodicamente.
O Curso de Graduação em Musicoterapia da FMU, por ser o único de Musicoterapia do Brasil situado
em um núcleo especificamente da saúde, preenche uma lacuna existente no campo de atuação dos
profissionais desta área, reforçando e aperfeiçoando o instrumental de estratégias e conhecimentos
terapêuticos, profissionais e práticas interdisciplinares da área de saúde.
Com a atualização e modernização do projeto pedagógico, a matriz curricular foi otimizada para ganhar
eficiência, o bacharelado é integralizado em 06 semestres permitindo uma rápida inserção no mercado
de trabalho, oportunizando a formação continuada em cursos de Pós-graduação.
Outro diferencial da formação, devido à sua natureza híbrida entre Ciência e Arte, é entregar um
profissional sensibilizado para questões humanistas.
Em 2017, Ney Matogrosso tornou-se o 1º "Embaixador da Musicoterapia FMU", quando também foi
diplomado "Honoris Causa"por sua contribuição para a Cultura Brasileira.
OBJETIVO GERAL DO CURSO

O Curso de Bacharelado em Musicoterapia em consonância com a missão da FMU busca formar


profissionais com embasamentos teóricos e práticos de perfil humanista, crítico e reflexivo, capazes
de desenvolver tratamentos e cuidados em diversos níveis de atenção à saúde, com base no rigor
científico, ético e intelectual, para atuar nas diversas áreas da Musicoterapia, a partir de um domínio
teórico dos conteúdos da área e uma visão coerente e crítica dos desafios profissionais para atender
as necessidades regionais, estaduais e federais, em todos os setores de vida atual, habilitando-o para
o pleno exercício, orientando-os para atuar como agente transformador entre a ciência, a sociedade e
o campo de atuação e respeitando os princípios éticos do exercício profissional.

Proporciona através de uma educação de excelência, a formação de profissionais habilitados para


atuarem na área da saúde, visando favorecer uma melhor qualidade de vida à sociedade através do
uso adequado de técnicas e procedimentos do processo terapêutico e dos recursos e experiências
sonoro-musicais utilizados nos tratamentos de Musicoterapia.

PÚBLICO ALVO

O curso se destina a pessoas interessadas a desenvolver, ampliar ou formalizar competências e


habilidades na área do curso. O mercado tem se comportado de maneira positiva na absorção de
egressos do curso, que podem ocupar posições de trabalho nos setores público e privado, nas áreas
de saúde, educação, profilaxia, social e investigativa.

Assim, a musicoterapia se utiliza da música e dos recursos não-verbais em forma de experiência sonora
para desenvolver potenciais e para promover a organização, expressão, comunicação, relação,
aprendizagem, mobilização e outros recursos terapêuticos relevantes no sentido de alcançar as
necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais, cognitivas e estéticas. É importante ressaltar que a
musicoterapia não se trata apenas de intervenções musicais isoladas e aleatórias, mas sim de um
processo terapêutico, que se constitui ao longo de sessões periódicas com objetivos pré-
determinados.

Ao fim da formação, o estudante deverá ter desenvolvido as seguintes competências/habilidades:

A. REALIZAR ATENDIMENTO TERAPÊUTICO

A1. Estabelecer contrato musicoterapêutico com paciente/cliente


A2. Traçar objetivos de tratamento
A3. Traçar plano terapêutico
A4. Planejar atendimento
A5. Preparar setting musicoterapêutico
A6. Estimular expressão musical
A7. Estimular relação intra e interpessoal
A8. Estimular alterações corporais e emocionais
A9. Estimular sensibilidade tátil (vibração sonora)
A10. Reabilitar movimentos
A11. Estimular no paciente / cliente a expressão corporal
A12. Estimular alterações psico-sociais
A13. Organizar grupos musicais terapêuticos
A14. Organizar apresentações musicais de grupos terapêuticos
A15. Participar de visitas multidisciplinares
A16. Visitar domicílios e instituições
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A17. Realizar atendimento domiciliar e em instituições
A18. Realizar devolutiva
A19. Elaborar processo de alta

B. FAZER MÚSICA COM FINALIDADE TERAPÊUTICA

B1. Participar da criação de música com o paciente / cliente


B2. Improvisar música e som
B3. Criar sonoridades
B4. Compor música
B5. Criar ritmo
B6. Criar melodia
B7. Criar harmonia
B8. Criar canções
B9. Criar paródias
B10. Re-criar música
B11. Interpretar música
B12. Propor audição sonoro-musical
B13. Elaborar materiais musicoterapêutico

C. TRABALHAR COM RECURSOS SONORO MUSICAIS

C1. Comprar instrumentos musicais


C2. Selecionar instrumentos
C3. Higienizar instrumentos
C4. Afinar instrumentos
C5. Criar instrumentos
C6. Construir instrumentos
C7. Participar da construção de instrumentos
C8. Desenvolver instrumentos adaptados
C9. Adaptar instrumentos
C10.Utilizar softwares e mídias específicos

D. AVALIAR CONDIÇÕES DE PACIENTES/CLIENTES

D1. Definir critérios de elegibilidade


D2. Consultar prontuários
D3. Observar paciente /cliente
D4. Entrevistar paciente/cliente
D5. Preencher ficha musicoterapêutica
D6. Realizar anamnese
D7. Analisar avaliações de outros profissionais
D8. Coletar dados da história sonoromusical
D9. Analisar ambiente sonoro
D10. Avaliar condições biopsicosocioespirituais
D11. Aplicar critérios de elegibilidade
D12. Encaminhar paciente / cliente a outros profissionais

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E. ESTABELECER DIAGNÓSTICO MUSICOTERAPÊUTICO DE PACIENTES/CLIENTES

E1. Avaliar condições sonoro-musicais


E2. Avaliar respostas emocionais, físicas, comportamentais e musicais
E3. Avaliar desenvolvimento sonoro-musical
E4. Avaliar desenvolvimento neuro-psico-motor
E5. Avaliar funções sensorio-motoras e percepto-cognitivas
E6. Identificar repertório musical
E7. Aplicar instrumentos de avaliação musicoterapêutica
E8. Participar de diagnósticos interdisciplinares diferenciais

F. APLICAR INTERVENÇÕES SONORO-MUSICAIS

F1. Utilizar elementos estruturantes da música


F2. Utilizar elementos estruturantes do som
F3. Manejar variações dos elementos sonoro-musicais
F4. Trabalhar o silêncio
F5. Selecionar repertório sonoromusical
F6. Propor reflexão sobre a relação música e paciente /cliente

G. EFETUAR LEITURA MUSICOTERAPÊUTICA

G1. Realizar escuta sonoro-musical


G2. Analisar relação do paciente / cliente com os recursos sonoro-musicais
G3. Avaliar reações a estímulos sonoromusicais
G4. Realizar leitura da expressão corporosonoro-musical
G5. Analisar relação intra e interpessoal
G6. Estabelecer relação música e imagem (receptiva)
G7. Analisar produção sonoro-musical do paciente / cliente
G8. Correlacionar a análise musicoterapêutica com o processo terapêutico

H. ORIENTAR PACIENTES/CLIENTES

H1. Orientar familiares, cuidadores e responsáveis


H2. Estimular adesão e continuidade do tratamento
H3. Explicar procedimentos e rotinas
H4. Demonstrar procedimentos e técnicas musicoterapêuticas
H5. Esclarecer dúvidas
H6. Verificar compreensão da orientação
H7. Propor tarefas e atividades
H8. Orientar quanto a ambientação sonora
H9. Orientar quanto aos efeitos iatrogênicos da música e som
H10. Analisar evolução do tratamento

I. EXERCER ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS

I1. Elaborar projetos de musicoterapia


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I2. Orçar recursos e materiais
I3. Captar recursos financeiros
I4. Alocar recursos financeiros
I5. Adquirir recursos e materiais
I6. Controlar orçamento e custos
I7. Estabelecer honorários
I8. Coordenar equipes
I9. Definir perfil de pessoal
I10. Selecionar pessoal
I11Capacitar pessoal
I12. Avaliar desempenho de pessoal
I13. Coordenar serviços de saúde
I14. Supervisionar estágios
I15. Prestar consultoria e assessoria
I16. Participar de projetos de implantação de serviços de musicoterapia

Y. COMUNICAR-SE

Y1. Elaborar relatórios


Y2. Registrar prontuários
Y3. Emitir pareceres
Y4. Elaborar ficha musicoterapêutica
Y5. Desenvolver instrumentos de avaliação musicoterapêutica
Y6. Elaborar registros de áudio e vídeo
Y7. Elaborar termo de consentimento
Y8. Publicar trabalhos científicos
Y9. Divulgar a profissão
Y10. Organizar eventos
Y11. Participar de eventos técnicocientíficos
Y12. Conceder entrevistas à mídia
Y13. Elaborar projetos e programas

Z. COMPETÊNCIAS PESSOAIS

Z1. Estabelecer vínculo com paciente /cliente


Z2. Demonstrar criatividade
Z3. Demonstrar perseverança
Z4. Demonstrar equilíbrio emocional
Z5. Demonstrar domínio da linguagem musical
Z6. Demonstrar sensibilidade sensorial
Z7. Demonstrar sensibilidade auditiva-musical
Z8. Demonstrar capacidade rítmicomotora
Z9. Demonstrar domínio instrumental e musical
Z10. Demonstrar atenção difusa e focada
Z11. Demonstrar memória musical
Z12. Demonstrar habilidade rítmicocorporal
Z13. Demonstrar capacidade de organização
Z14. Demonstrar ética
Z15. Lidar com público
Z16. Trabalhar em equipe
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Z17. Contornar situações adversas
Z18. Demonstrar capacidade de escuta
Z19. Demonstrar iniciativa
Z20. Demonstrar capacidade de decisão
Z21. Demonstrar capacidade de liderança
Z22. Demonstrar domínio de entonação vocal
Z23. Demonstrar capacidade de comunicação
Z24. Demonstrar capacidade de concentração
Z25. Demonstrar capacidade de adaptação
Z26. Exercer atividades de ensino, pesquisa e extensão
Z27. Participar de associações

DISCIPLINAS E EMENTÁRIO

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Atividades práticas e/ou teóricas, relacionadas ao contexto do curso que contribuem na formação
profissional mais ampla do estudante, envolvendo alternativa ou simultaneamente, produção,
pesquisa, intercâmbio, visitas técnicas, participação em eventos e outras consideradas próprias ao
curso.

CÉREBRO E COMPORTAMENTO

Aborda os aspectos estruturais e funcionais do cérebro e as bases neuropsicológicas do


comportamento, da percepção, das emoções e dos estados de consciência. Promove uma linha de
raciocínio para a compreensão da função cerebral normal e de suas possíveis alterações.

DESENVOLVIMENTO SONORO-MUSICAL

Aborda diferentes funções da música através da história e papeis da mesma no desenvolvimento


humano. Conceitua a música a partir de uma perspectiva relacional, investigando experiências
musicais cotidianas, e o sentido musical na história de vida de cada indivíduo. Enfatiza a importância
dos elementos sonoro-musicais na formação da identidade e da comunicação humana desde o período
gestacional.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO I

Supervisão de atendimentos realizados pelos alunos. No primeiro módulo atuação clínica compreende
os atendimentos de bebês, crianças e adolescentes em que os objetivos clínicos sejam funcionais e/ou
de estimulação global do desenvolvimento - pacientes com deficiências intelectuais leves e
moderadas, transtornos do desenvolvimento e síndromes associadas.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II

Supervisão de atendimentos realizados pelos alunos. Neste segundo momento do estágio, dá-se
preferência aos atendimentos caráter reabilitativo, abordando pacientes com doenças neurológicas,
senilidade e outros transtornos relacionados, tais como Alzheimer, Parkinson, A.V.E., afasias,
deficiências motoras e sensoriais em adolescentes, adultos e idosos.

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ESTÁGIO SUPERVISIONADO III

Supervisão de atendimentos realizados pelos alunos. Neste módulo os atendimentos têm caráter
social e/ou preventivo, ou atendimentos de Musicoterapia na área de Saúde Mental, com pacientes
com transtornos mentais, psicóticos, depressivos, compulsões e transtornos alimentares, etc. Enfoca-
se atendimentos grupais e individuais.

ESTRUTURAÇÃO MUSICAL I

Estudo dos conceitos básicos que estruturam a música, além de sua escrita e leitura. A estruturação
teórica se dá sobre as propriedades do som e os conceitos básicos da música ocidental, tais como,
pulso, desdobramentos rítmicos sobre o pulso, melodia (graus conjuntos e saltos) e harmonia (sons
simultâneos). Estruturação da leitura e escrita musical de acordo com a tradição ocidental.

ESTRUTURAÇÃO MUSICAL II

Consolidação e ampliação dos conteúdos vistos em estruturação musical I. Tal consolidação se dá com
treinamentos auditivos que visam melhorar a qualidade de escuta analítica, transformando a
percepção auditiva em ferramenta prática para a atuação clínica.

ESTRUTURAÇÃO MUSICAL III

Estudo do repertório com ênfase na escuta de produções musicais. Contextualização e


desenvolvimento de aspectos musicais teóricos, históricos e estéticos. Ampliação da cultura musical e
escuta analítica. Instrumentação, orquestração, análise da canção, compreensão de gêneros musicais
e introdução à forma são focos desta disciplina.

ESTRUTURAÇÃO MUSICAL IV

Desenvolvimento da compreensão da música com base em conceitos analíticos que conciliam a escuta
do repertório e a leitura musical. Abordas os elementos estruturantes da forma musical: motivo, frase,
semi-frase, período, cadências, ornamentação, figuração melódica e conceitos elementares de
harmonia e contraponto, todos extraídos de exemplos musicais ocidentais modais, tonais e atonais.

EXPERIÊNCIAS INTERATIVAS EM MUSICOTERAPIA

A disciplina propõe a compreensão da música em Musicoterapia enquanto utilização de Experiências


Musicais, definindo-a como uma terapia focada na experiência. Fundamenta as práticas
improvisacionais em Musicoterapia e propõe a experimentação dos diferentes métodos interativos:
Improvisação, Composição, Recriação.

EXPERIÊNCIAS RECEPTIVAS EM MUSICOTERAPIA

A disciplina conceitua a Escuta Musicoterapêutica e as diferentes formas de Experiências Receptivas


em Musicoterapia. Aponta para a relação entre música e consciência humana e explora possibilidades
de vivências e percepções da experiência musical e tipos de respostas à música.

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FUNDAMENTOS DA MUSICOTERAPIA

A disciplina apresenta aspectos históricos do uso terapêutico da música e o surgimento da


Musicoterapia enquanto profissão sistematizada e transdisciplinar definida como campo de estudo e
prática da experiência musical. Discute conceitos de música, terapia e saúde. Introduz elementos
essenciais e etapas do processo musicoterapêutico, além das áreas de atuação do musicoterapeuta.

MUSICOTERAPIA ASPECTOS TÉCNICOS E CLÍNICOS

A disciplina apresenta procedimentos técnicos essenciais para desenvolvimento da prática clínica em


musicoterapia. Enfoca a atuação em processos clínicos, envolvendo compreensão da demanda,
planejamento e realização de intervenção, análise e comunicação de resultados e elaboração de
documentos técnicos decorrentes do processo.

MUSICOTERAPIA E DESENVOLVIMENTO

Apresenta temas essenciais à compreensão do desenvolvimento humano discutindo a importância da


musicoterapia nas diferentes etapas da vida. Aborda as principais teorias do desenvolvimento
humano, diferenciando os campos físico, cognitivo, psicossocial e sonoro-musical.

MUSICOTERAPIA E EDUCAÇÃO

A disciplina propõe uma reflexão a partir das semelhanças e diferenças entre educação e terapia e
discute a utilização da experiência musical como facilitadora de processos cognitivos, relacionais e de
desenvolvimento de potencialidades e habilidades necessárias para a aprendizagem, tanto no
contexto escolar, institucional e/ou clínico.

MUSICOTERAPIA NA REABILITAÇÃO E NA GERIATRIA

A disciplina fornece conhecimento básico acerca do envelhecimento e seus processos de adoecimento.


Discute a reabilitação a partir de princípios neuroplásticos, fundamenta os atendimentos de
musicoterapia com caráter reabilitativo em pacientes com doenças neurológicas, senilidade e outros
transtornos relacionados, tais como Alzheimer, Parkinson, A.V.E., afasias, deficiências motoras e
sensoriais.

MUSICOTERAPIA NA SAÚDE MENTAL

A disciplina apresenta os aspectos gerais da Psicopatologia, discute o conceito de normalidade, e a


avaliação dos principais sinais alterados nas funções psíquicas. Estudo das grandes síndromes
psiquiátricas, identificação e descrição dos principais quadros clínicos. Tratamento de pacientes
psiquiátricos na clínica musicoterapêutica e com equipes multidisciplinares ou interdisciplinares.

MUSICOTERAPIA NOS TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO

A disciplina promove conhecimento básico das diferentes síndromes, deficiências e transtornos do


desenvolvimento humano, discutindo a aplicação da musicoterapia com objetivos clínicos funcionais
e/ou de estimulação global do desenvolvimento.

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MUSICOTERAPIA PREVENTIVA E SOCIAL

A disciplina estuda a musicoterapia enquanto prática ecológica e comunitária. Apresentação,


conceituação e experimentação do papel do musicoterapeuta no trabalho comunitário, apresentação
dos conceitos de prevenção e inserção social, sofrimento psíquico e suas relações com aspectos
político-econômicos.

PRÁTICAS EM MUSICOTERAPIA I

Disciplina vertical que promove a experimentação de estratégias musicais e expressivas fundamentais


da formação em musicoterapia no que tange as possibilidades das diferentes formas de utilização da
experiência musical na atuação clínica.

PRÁTICAS EM MUSICOTERAPIA II

Disciplina vertical que promove a experimentação de estratégias musicais e expressivas fundamentais


da formação em musicoterapia no que tange as possibilidades das diferentes formas de utilização da
experiência musical na atuação clínica.

PRÁTICAS EM MUSICOTERAPIA III

Disciplina vertical que promove a experimentação de estratégias musicais e expressivas fundamentais


da formação em musicoterapia no que tange as possibilidades das diferentes formas de utilização da
experiência musical na atuação clínica.

PRÁTICAS EM MUSICOTERAPIA IV

Disciplina vertical que promove a experimentação de estratégias musicais e expressivas fundamentais


da formação em musicoterapia no que tange as possibilidades das diferentes formas de utilização da
experiência musical na atuação clínica.

PRÁTICAS EM MUSICOTERAPIA V

Disciplina vertical que promove a experimentação de estratégias musicais e expressivas fundamentais


da formação em musicoterapia no que tange as possibilidades das diferentes formas de utilização da
experiência musical na atuação clínica.

PRÁTICAS EM MUSICOTERAPIA VI

Disciplina vertical que promove a experimentação de estratégias musicais e expressivas fundamentais


da formação em musicoterapia no que tange as possibilidades das diferentes formas de utilização da
experiência musical na atuação clínica.

PROCESSOS SONOROS-MUSICAIS E RELACIONAIS

Desenvolvimento de habilidades de empatia, percepção, comunicação verbal e não- verbal,


compreensão terapêutica e descrição de processos musicais e relacionais. A disciplina promove um
eixo de reflexão sobre o amadurecimento da identidade sonoro-musical pessoal para a
conscientização das habilidades adquiridas durante o curso que resultam na formação da identidade
profissional.

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ESTRUTURA E FUNÇÃO HUMANA BÁSICA

Aborda os aspectos da estrutura dos órgãos que compõem o corpo humano e seus mecanismos de
regulação, integrando o conhecimento da morfologia e fisiologia do organismo normal. Estuda o
aparelho locomotor, nervoso, cardiovascular, respiratório, digestório, urinário, genital feminino,
genital masculino, bem como os tecidos fundamentais.

DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL

Analisa as representações sociais e construções de identidade nos diferentes ambientes e suas inter-
relações e influências no desenvolvimento humano. Discute desafios e avanços na sociedade brasileira
dos grupos sociais tradicionalmente excluídos. Explora processos e práticas por meio dos quais os
sujeitos constroem e reconstroem conhecimentos nos diferentes contextos formativos de seu
cotidiano.

METODOLOGIA CIENTÍFICA

A disciplina discute o conhecimento e o método científico. O enfoque recai nas etapas de pesquisa
científica e as normas de apresentação de trabalhos acadêmicos. Versa ainda sobre os gêneros textuais
científicos e aspectos éticos na pesquisa.

SAÚDE COLETIVA

Aborda as políticas de saúde, os sistemas de saúde no Brasil e as características das modalidades de


atenção à saúde. Discute os desafios num contexto de mudanças demográfica e epidemiológica, as
crescentes demandas de saúde e as novas expectativas das populações. Apresenta uma visão global
de prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde e melhoria da qualidade de vida das
populações.

ESTILO DE VIDA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE

Discute Estilo de Vida, Saúde e Meio Ambiente como objetos complexos. Trata a diversidade cultural,
étnico-racial com ênfase nos afrodescendentes e alteridade nas sociedades complexas e suas
repercussões no estilo de vida, bem-estar, beleza, funcionalidade, corporeidade, qualidade de vida,
saúde e meio ambiente.

OPTATIVA

FREQUÊNCIA

A avaliação do desempenho escolar, além do aproveitamento, abrange aspectos de frequência. A


Instituição adota como critério para aprovação a frequência mínima de 75% da carga horária total da
disciplina. O estudante que ultrapassar esse limite está automaticamente reprovado na disciplina. Nas
disciplinas e cursos a distância a frequência é apurada a partir da completude das atividades propostas
no ambiente de aprendizagem e seguem o mesmo critério para aprovação.

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FACULDADE METROPOLITANAS UNIDAS

Você, estudante, é parte integrante da comunidade acadêmica da Faculdade Metropolitanas Unidas


e pode desfrutar de toda a infraestrutura que a Instituição oferece.

São diversos campi com instalações modernas, laboratórios de última geração, bibliotecas com acervo
abundante, além de outros diferenciais.

 Campus São Bernardo do Campo - Rua Marechal Deodoro, 1805 - Centro, São Bernardo do Campo –
SP.

 Campus Ponte Estaiada -Rua Ministro Nélson Hungria, 541 - Vila Tramontano, São Paulo - SP.

 Campus Itaim Bibi-R. Iguatemi, 306 - Itaim Bibi, São Paulo.

 Campus Ana Rosa - Rua Vergueiro, 2009 - Vila Mariana, São Paulo - SP.

 Campus Centro de Pós-Graduação -Rua Vergueiro, 107 - Liberdade, São Paulo - SP.

 Campus Vila Mariana I- Unidade FMU FAAM - Avenida Lins de Vasconcelos, 3406 - Vila Mariana, São
Paulo - SP.

 Campus Vila Mariana II - Rua Agostinho Rodrigues Filho, 201 - Vila Clementino, São Paulo - SP.

 Campus Santo Amaro - Av. Santo Amaro, 1239 - Vila Nova Conceição, São Paulo – SP.

 Campus Morumbi - Av. Morumbi, 501 - Morumbi, São Paulo – SP.

 Campus Liberdade - Avenida da Liberdade, 899 - Liberdade, São Paulo – SP.

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