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Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária

PHD-5706 Estruturas Hidráulicas


Prof.. Dr
Prof Dr.. Kokei Uehara

Extravasores

Eng . Luiz Roberto Barretti


Eng.
Eng.. Luiz Wagner Angeli
Eng

POR QUÊ CONSTRUIR BARRAGENS ?


Ø As civilizações antigas sempre procuraram quando
possível , assentar-se ao longo dos rios ; pois a sua
sobrevivência dependia disto ;
Ø Asprimeiras barragens de que temos história
remontam aos egípcios e construída no rio Nilo e
com finalidade básica de abastecimento e irrigação ;
ØÀ partir do início do século XX , em função da
Revolução Industrial e do uso cada vez maior da
eletricidade , foram construídas milhares de
barragens em todo o mundo , destinadas na sua
maioria ao aproveitamento hidrelétrico ;
O QUE É NECESSÁRIO PARA
CONSTRUIR UMA BARRAGEM ?
A construção de grandes barragens demanda Estudos de
Viabilidade aprofundados e criteriosos , envolvendo
grupos de trabalho multidisciplinares , em função da
complexidade das variáveis envolvidas , tais como : coleta
de dados existentes ; licenciamento ambiental ;
levantamentos : aerofotogramétricos ,topobatimétricos ;
hidrometereológicos ; geológicos e geotécnicos ; sócio-
ambientais ;dimensionamento energético e custos ;
Nota : o Comitê Brasileiro de Grandes Barragens , define Grande
Barragem aquela que tenha mais de 15 metros de altura entre o ponto
mais baixo da fundação até a crista , ou entre 10 à 15 metros com
algumas características ( p.ex.: Vazão acima de 2.000 m3/seg )

PRINCIPAIS FINALIDADES DE
UMA BARRAGEM

Ø REGULARIZAÇÃO DE UM CURSO DÁGUA


Ø COMBATE ÀS SECAS
Ø DEFESA CONTRA AS INUNDAÇÕES
Ø HIDRELÉTRICA

Ø IRRIGAÇÃO

Ø NAVEGAÇÃO
PRINCIPAIS FINALIDADES DE
UMA BARRAGEM ( continuação )

Ø CONTENÇÃO DE REJEITOS
Ø RECREAÇÃO

Ø ABASTECIMENTO DE ÁGUA
Ø PISCICULTURA

Ø PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES


DE UMA BARRAGEM
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES
DE UMA BARRAGEM

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES


DE UMA BARRAGEM
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES
DE UMA BARRAGEM
Ø MACIÇO

Ø EXTRAVASOR

Ø TOMADA DÁGUA
Ø USINA HIDRELÉTRICA
Ø ÓRGÃO DE TRANSPOSIÇÃO DE NÍVEL
( eclusas e escadas de peixes )
Ø PASSO NAVEGÁVEL

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES


DE UMA BARRAGEM ( continuação)
Ø ACESSO

Ø DISSIPADOR DE ENERGIA
Ø ÓRGÃO DE CONTROLE DE
ESTABILIDADE
Ø PROTEÇÕES
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES
DE UMA BARRAGEM ( continuação)

O QUE É UM EXTRAVASOR ?
O órgão que permite a passagem da água a jusante é identificado
como EXTRAVASOR , que geralmente são classificados de
acôrdo com suas características mais importantes , seja com
respeito ao sistema de controle do canal de descarga ou outro
componente .
No projeto da barragem o EXTRAVASOR é compreendido
como o conjunto composto de cinco estruturas básicas que são :
Ø CANAL DE APROXIMAÇÃO ;
Ø ESTRUTURA DE CONTROLE ;
Ø ESTRUTURA DE CONDUÇÃO ;
Ø ESTRUTURA DE DISSIPAÇÃO ;
Ø CANAL DE RESTITUIÇÃO ;
O QUE É UM EXTRAVASOR ?
( continuação )

É também uma estrutura de controle identificada por


VERTEDOR ou VERTEDOURO.
É responsável pela garantia da integridade de uma barragem,
para as vazões máximas ocorridas, sendo portanto um
importante dispositivo de segurança da mesma.

ØCANAL DE APROXIMAÇÃO

É construído de forma a conduzir a água desde o reservatório até


a ESTRUTURA DE CONTROLE . A geometria do CANAL
DE APROXIMAÇÃO pode influenciar de forma significativa o
coeficiente de vazão da ESTRUTURA DE CONTROLE ; as
velocidades de entrada devem ser limitadas e as transições devem
ser suaves de forma a minimizar as perdas de carga e obter uma
distribuição uniforme do escoamento junto à ESTRUTURA DE
CONTROLE.
ØESTRUTURA DE CONTROLE

É a parte mais importante do sistema EXTRAVASOR , pois


regula as vazões que saem do reservatório ; minimiza as vazões ,
quando o nível de água encontra-se abaixo de um determinado
valor , e impede o extravasamento à partir do controle das vazões
, quando o reservatório atingir níveis mais elevados.
Nas estruturas de descarga as relações entre Carga e Vazão
podem ser fixas , como no caso das soleiras normais e não
controladas , ou podem variar , no caso de soleiras com
comportas , em função da abertura das mesmas .

ØESTRUTURA DE CONTROLE ( continuação )


No que se refere a ESTRUTURA DE CONTROLE ,
podemos considerar :
Ø ORIFÍCIOS : abertura na parede de um recipiente que
contenha um líquido, através da qual se escoa esse líquido sob a
ação da energia potencial que possui ;
Ø BOCAIS : abertura na parede de um recipiente à qual se adapta
um tubo de comprimento da mesma grandeza das dimensões
desta abertura ;
Ø VERTEDOUROS :aberturas de contorno aberto interpostas em
um conduto livre sobre os quais o líquido escoa .Podem ser
considerados como orifícios , sem a parte superior .Em resumo , é
uma estrutura destinada a escoar água de um reservatório ; podem
se livres (céu aberto) ou de comportas.
ØEXTRAVASORES
As estruturas extravasoras deverão ser dimensionadas para a
descarga de projeto amortecida no reservatório , definida nos
estudos hidrológicos e confirmada através de estudos em modelo
reduzido . À partir deste dado e dos níveis d’água no reservatório
e a jusante , deverá ser definida a geometria das estruturas e dos
dispositivos de dissipação de energia , conforme os critérios de
projeto. A geometria do vertedouro e órgãos de dissipação de
energia poderá ser otimizada para uma vazão correspondente à ~
75 % da vazão máxima de projeto.Este percentual poderá ser
ajustado após verificação através de estudos em modelo reduzido
em fundo móvel , de forma a não haver erosões que coloquem em
risco as referidas estruturas.

ØEXTRAVASORES ( continuação)

Deverá ser verificada a possibilidade de CAVITAÇÃO da calha


, prevendo-se caso seja necessário , dispositivos de aeração.
Deverão ser definidas cotas e disposição das canais de
aproximação e restituição , fundações , galerias de acesso e
drenagem , bem como ser indicados os sistemas recomendados de
drenagem e tratamento profundo das fundações .
Deverá ser previsto o sistema de manutenção dos dispositivos de
dissipação .
ØEXTRAVASORES ( continuação)
O dimensionamento dos órgãos extravasores , sua geometria e
seu desempenho deverão ser verificados através de estudos
hidráulicos em modelo reduzido , que envolverão as seguintes
atividades :
Ø Definição da geometria e forma hidráulica ótimas , para
diferentes vazões até descarga máxima de projeto ;
Ø Análise
dos regimes envolvidos , caracterizando o seu
desempenho hidráulico , inclusive com operação de comportas ;
Ø Definição dos planos de operação das comportas do vertedouro
Ø Previsão de fenômenos hidráulicos localizados ;
Ø Análise das velocidades e dos esforços de origem hidráulica
sobre as obras , estruturas e áreas de restituição à jusante ;

ØEXTRAVASORES ( continuação)

O projeto do VERTEDOURO deverá minimizar os efeitos da


erosão devido às altas velocidades de escoamento e às pressões
negativas ( efeito de CAVITAÇÃO ).O revestimento de concreto
da calha deverá ser estável e passível de manutenção , mesmo
após descargas prolongadas .
Os pilares e guias de comportas deverão ter conformação
apropriada , de forma a evitar ou atenuar os efeitos da erosão .
Para o estabelecimento de critérios de análise estrutural de pilares
de comportas e de outros elementos estruturais críticos , deverão
ser realizados estudos , enfatizando-se os efeitos de vibrações e
condições de transientes hidráulicos .
ØEXTRAVASORES ( continuação)

As descargas do VERTEDOURO não deverão provocar barras


de assoreamento de material erodido , efeito de remanso ou
qualquer perturbação no canal de fuga que seja prejudicial ao
rendimento e estabilidade da produção de energia , durante a
operação normal da casa de força .
Deverão também incluir o estudo dos efeitos das descargas dos
órgãos EXTRAVASORES na calha e margens do rio , à jusante
do barramento.

ØTIPOS DE VERTEDORES
ØQuanto a espessura da parede
- VERTEDOR DE PAREDE DELGADA
e £ 0,66 H

- VERTEDOR DE PARAEDE INTERMEDIÁRIA


0,66 H £ e £ 3 H

- VERTEDOR DE PAREDE ESPESSA


3 H £ e £ 15 H
ØTIPOS DE VERTEDORES
ØQuanto ao escoamento
- VERTEDOR COM PERFIS NORMAIS
Com vazão de escoamento ao longo da superficie de contato
d’água com a soleira espessa, com valor da pressão igual a
atmosférica, ocorrida em vertedor de parede delgada. Do tipo dos
perfís WES e CREAGER;
- VERTEDOR DE DESCARGA LIVRE (queda livre)
Caracterizado por formação de um jato livre a partir da crista do
vertedor, incidindo à jusante do barramento.

ØTIPOS DE VERTEDORES
ØQuanto a espessura da parede: parede delgada

PAREDE DELGADA

PAREDE ESPESSA
ØTIPOS DE VERTEDORES
Dissipadores de energia associados ao vertedor de superfície
de soleira livre

ØTIPOS DE VERTEDORES
ØQuanto à características dominantes
- CANAL EXTRAVASOR
- CANAL LATERAL
- EXTRAVASOR TUBULAR-VERTEDOR , TULIPA
OU CÁLICE
- SIFÃO EXTRAVASOR
- VERTEDOR EM DEGRAUS , “STEPPED -
SPILLWAY”
- EXTRAVASOR TIPO GALERIA
ØTIPOS DE VERTEDORES
Parede delgada - soleira normal

ØTIPOS DE VERTEDORES
Gráfico de pressões na estrutura
ØTIPOS DE VERTEDORES
Parede delgada - soleira normal - Perfil WES

ØTIPOS DE VERTEDORES
Parede delgada - soleira normal - Perfil CRAEGER
ØTIPOS DE VERTEDORES
Policêntrico

ØTIPOS DE VERTEDORES
Lemniscata
ØTIPOS DE VERTEDORES
Dimensionamento - Padrões

ØTIPOS DE VERTEDORES
Dimensionamento - Padrões
ØTIPOS DE VERTEDORES
CANAL LATERAL

ØTIPOS DE VERTEDORES
TULIPA
ØTIPOS DE VERTEDORES
TULIPA

UHE Paraibuna - SP

ØTIPOS DE VERTEDORES
TULIPA

UHE Caconde - SP
ØTIPOS DE VERTEDORES
TULIPA

ØTIPOS DE VERTEDORES
TULIPA
ØTIPOS DE VERTEDORES
TULIPA - dispositivos de aeração

ØTIPOS DE VERTEDORES
TULIPA - Dispositivo anti-vórtice
ØTIPOS DE VERTEDORES
Sifão

ØTIPOS DE VERTEDORES
Sifão
ØTIPOS DE VERTEDORES
Escada e degraus

ØTIPOS DE VERTEDORES
Tipo Galeria
ØTIPOS DE VERTEDORES
Tipo Galeria

ØTIPOS DE VERTEDORES
Tipo Galeria
ØDIMENSIONAMENTO DE
VERTEDORES

Ø DADOS HIDROLÓGICOS
Ø CURVA CHAVE
Ø AVALIAÇÃO DA ENCHENTE MÁXIMA PROVÁVEL
Método racional
Método determinístico

ØDIMENSIONAMENTO DE
VERTEDORES
Ø AVALIAÇÃO DA ENCHENTE MÁXIMA PROVÁVEL
Ø Método racional
. Utiliza-se de dados empíricos.
. São atribuidos coeficientes para a o relevo, cobertura
vegetal e alturas de precipitação.
. Leva em conta a área da bacia, que não deve ser maior que
5 km2.
. São utilizadas em pequenos barramentos.
ØDIMENSIONAMENTO DE
VERTEDORES
Ø AVALIAÇÃO DA ENCHENTE MÁXIMA PROVÁVEL
Ø Método racional
Cálculo:

Q = c.A n
onde :
“c” e “n” são coeficientes que dependem da região e do
regime do rio;
A = área da bacia hidrográfica

ØDIMENSIONAMENTO DE
VERTEDORES
Ø AVALIAÇÃO DA ENCHENTE MÁXIMA PROVÁVEL
Ø Método determinístico
. Utiliza-se do hidrograma unitário para determinação das
chuvas e tempestades intensas.
. É recomendado para bacias até 10.000 km2 e em bacias onde as
condições climáticas são estáveis e quando existem dados
suficientes sobre a intensidade de chuvas e fluviogramas
adequados do ponto de vista tanto da situação quanto do tempo,
dando base para o traçado do hidrograma unitário
(transformando chuva em vazão).
ØDIMENSIONAMENTO DE
VERTEDORES ( continuação )

Ø DETERMINAÇÃO DA DESCARGA DE PROJETO


Ø CAPACIDADE DE PROJETO DOS EXTRAVASORES
Ø VAZÃO DE UM EXTRAVASOR VERTEDOR
Ø LARGURA DE SOLEIRA

ØDIMENSIONAMENTO DE
VERTEDORES ( continuação )

Ø VAZÃO DE UM EXTRAVASOR VERTEDOR

Q = C . L´. H3/2
onde : Q = Vazão em m3/s;
C = Coeficiente de descarga (entre 1,65 e 2,25)
L´ = Largura efetiva do extravasor (m)
H = Carga no extravasor (distancia vertical (m) da
crista da soleira do extravasor ao nível das águas do
reservatório)
ØDIMENSIONAMENTO DE
VERTEDORES ( continuação )
Ø LARGURA DE SOLEIRA

L = Lr - 2(n.Kp + Ka) . H
Onde: n = número de pilares

Kp = coeficiente de forma, localização e


esbeltez do pilar;
Ka = coeficiente de geometria da aproximação
e ângulo formado entre o muro de aproximação e o
escoamento;
H = carga sobre a soleira.

ØDIMENSIONAMENTO DE
VERTEDORES
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES DE
UMA BARRAGEM

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES DE


UMA BARRAGEM
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES
DE UMA BARRAGEM

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES DE


UMA BARRAGEM
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES DE
UMA BARRAGEM

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES DE


UMA BARRAGEM
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES
DE UMA BARRAGEM

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES


DE UMA BARRAGEM
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES
DE UMA BARRAGEM - FURNAS

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES


DE UMA BARRAGEM - FURNAS
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES
DE UMA BARRAGEM - TRÊS MARIAS

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES


DE UMA BARRAGEM - TRÊS MARIAS
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES
DE UMA BARRAGEM - ÁGUA VERMELHA

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES


DE UMA BARRAGEM - ÁGUA VERMELHA
PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES
DE UMA BARRAGEM - EXTRAVASORES

PRINCIPAIS ÓRGÃOS CONSTITUINTES


DE UMA BARRAGEM
EXTRAVASORES
TIPOS DE PROJETOS DE
VERTEDORES
B7

Dissipadores

TIPOS DE PROJETOS DE
VERTEDORES / Capivara
TIPOS DE PROJETOS DE
VERTEDORES / Capivara

TIPOS DE PROJETOS DE
VERTEDORES / FOZ DE AREIA

Aeradores
TIPOS DE PROJETOS DE
VERTEDORES / FOZ DE AREIA

TIPOS DE PROJETOS DE VERTEDORES


Marimbondo
TIPOS DE PROJETOS DE VERTEDORES
Passo Real

ROMPIMENTOS DE BARRAGENS
Euclides da Cunha - SP - 19/01/1977
ROMPIMENTOS DE BARRAGENS
Euclides da Cunha - SP - 19/01/1977

ROMPIMENTOS DE BARRAGENS
Euclides da Cunha - SP - 19/01/1977
ARMANDO SALES
BARRAGENS EUCLIDES DA CUNHA DE OLIVEIRA
(LIMOEIRO)
DATA DE ROMPIMENTO 20/JAN/1977- 4HS. MADRUGADA 20/JAN/1977- 5HS. MADRUGADA

CAPACIDADE DE VAZÃO 32% 35%

ACIDENTE VAZÃO liberada ( m3/seg) 720 750/800

VAZÃO REAL (m3/seg) 1700 1700


( novo MAXIMUM MAXIMORUM - adotado na reconstrução)

abertura das comportas 4metros de 10 metros

CAPACIDADE DE VAZÃO ( m3/seg) 2223,5 2123,5

VERTEDOUROS ( m3/seg) 1800 1800


CAPACIDADE
PROJETO TURBINAS ( m3/seg) 123,5 123,5
ORIGINAL
CANAL DE DESVIO ( m3/seg) 300 200

BASE DE PROJETO 1200 1200


( MAXIMUM MAXIMORUM - adotado no PROJETO ORIGINAL - recorde anterior - em 1928)
ROMPIMENTOS DE BARRAGENS
Vaiont - village Longarone - 9/10/1963

MANUTENÇÃO DE VERTEDORES
Ilha Solteira