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MINISTÉRIO DA MULHER, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA,

DA FAMÍLIA E DOS DIREITOS HUMANOS INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES

Secretaria Nacional Instituto Brasileiro de Informação


da Juventude em Ciência e Tecnologia

CONHEÇA O
conheça o
sinajuve

Brasília
2019
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA,
INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES
Jair Messias Bolsonaro
Presidente da República Marcos Cesar Pontes
Ministro da Ciência, Tecnologia,
Hamilton Mourão Inovações E Comunicações
Vice-Presidente da República
INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO
MINISTÉRIO DA MULHER, DA FAMÍLIA EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA
E DOS DIREITOS HUMANOS
Cecilia Leite Oliveira
Damares Alves Diretora
Ministra da Mulher, da Família
e dos Direitos Humanos José Luis dos Santos Nascimento
Coordenador de Planejamento,
Sérgio Luiz Cury Carazza Acompanhamento e Avaliação - COPAV
Secretário-Executivo
Lena Vania Ribeiro Pinheiro
SECRETARIA NACIONAL DA Coordenadora de Ensino e Pesquisa,
JUVENTUDE Ciência e Tecnologia da Informação -
COEPPE
Jayana Nicaretta da Silva
Secretária Nacional da Juventude Reginaldo de Araújo Silva
Coordenador De Administração -
Flaviane Agustini Stedille COADM
Chefe de Gabinete
Marcos Pereira Novais
Douglas Pinheiro Azevedo de Souza Coordenador Geral de Tecnologias
Andrade de Informação e Informática - CGTI
Coordenador-Geral de Cidadania
Bianca Amaro de Melo
Eduardo Zimmermann e Silva Coordenadora Geral de Pesquisa
Coordenador-Geral de Políticas Finalísticas e Manutenção de Produtos
Consolidados - CGPC
Lucas Cardozo Dalló
Coordenador-Geral de Relações Arthur Fernando Costa
Institucionais Coordenador Geral de Pesquisa
e Desenvolvimento de Novos
Rafael Davi Campos Produtos - CGNP
Secretário-Executivo do Conselho
Nacional de Juventude Milton Shintaku
Coordenador de Articulação, Geração
e Aplicação de Tecnologia - COTEC
MINISTÉRIO DA MULHER, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA,
DA FAMÍLIA E DOS DIREITOS HUMANOS INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES

Secretaria Nacional Instituto Brasileiro de Informação


da Juventude em Ciência e Tecnologia

conheça o
sinajuve

Brasília
2019
© 2019 Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
Esta obra é licenciada sob uma licença Creative Commons - Atribuição CC BY 4.0,
sendo permitida a reprodução parcial ou total desde que mencionada a fonte.

Pesquisadores Davi Mancebo Coutinho Fernandes


Samuel Jonathan de Lima Bastos Maria Eduarda Dinardi Mardegan
Mariana Lozzi Teixeira
Editor Executivo
Assessoria de Comunicação Milton Shintaku
Diego de Souza Barreto
Gabriela Chaves de Sant’anna Gomes Assistentes de Editoração
Natasha Teles Araujo Mariana Lozzi Teixeira
Taís Cerutti Trindade Ingrid Schiessl
Victor Michel Souza e Silva
Revisão Gramatical
Assessoria Governamental Mariana Lozzi Teixeira
Administrativo
Isabella Cunha Martins Costa Design Gráfico, Diagramação
Maria Cristina Retameiro do Amaral e Ilustrações
Natalia de Paiva Moraes Moreira Nuielle Medeiros

Assessoria Jurídica
Antonio Batista Reis

Setor de Autarquias Sul (SAUS) Quadra 05 Lote 06, Bloco H – 5º andar


Cep:70.070-912 – Brasília, DF Telefones: 55 (61) 3217-6360/55 /(61)3217-6350

www.ibict.br
Apresentação

Esta cartilha surge como uma resposta prática aos anos de luta pela imple-
mentação de uma Política Nacional de Juventude que atue não somente no
sentido de garantir o cumprimento de direitos e prerrogativas da pessoa jo-
vem, mas de orientar, organizar e sistematizar as políticas públicas prezando
por efetividade e excelência.

Assumimos a Secretaria Nacional da Juventude em janeiro de 2019 e não de-


moramos a constatar que trabalhar com políticas públicas é trabalhar com
vidas. Essas vidas passam a depender de nós, gestores, para, se não eliminar,
reduzir algumas das desigualdades que subsistem em nosso país. Ao partir
dessa perspectiva, o nosso trabalho ganha uma nova dimensão e cresce em
importância.

O Sistema Nacional da Juventude representa uma conquista sem precedentes


dentro da história da luta dos jovens brasileiros por direitos e exigiu de nós
que pensássemos para além do futuro imediato que se impõe. Afinal, mais do
que uma ação, o Sinajuve diz respeito a um legado, fruto de uma luta conjun-
ta, de múltiplos atores.

A ideia de um Sistema Nacional de Juventude surge não como um programa


ou ação governamental, mas como garantia de que a Política Nacional de Ju-
ventude se tornará uma política efetiva de Estado e, assim, sobreviverá para
além de interesses partidários e de mudanças de gestão. Convidamos o leitor
deste livreto a sonhar conosco e perceber que a mudança não é só possível,
mas inevitável.

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Parte 1. Bases do Sinajuve

Para quê serve um Sistema Nacional de Juventude?

Os cinco propósitos do Sinajuve:

1. Fortalecer o federalismo contratual. Ao estabelecer parâmetros nacionais


mínimos de gestão pública, o Sistema trabalha para garantir o desenvolvi-
mento equitativo das regiões;

2. Descentralizar processos e aprimorar serviços;

3. Otimizar a comunicação entre os entes federados, reduzindo a distância


entre o Governo Federal e a juventude;

4. Garantir acesso à informação e a promoção da transparência;

5. Contribuir para mudar a maneira como entendemos a juventude e fazer com


que esse grupo social ganhe espaço na agenda pública.

Parte 2. Sinajuve na prática

Estamos diante de um sistema que foi instituído pelo Estatuto da Juventude,


Lei n° 12.852, de 5 de agosto de 2013, regulamentado 5 anos depois, pelo De-
creto n° 9.306, de 15 de março de 2018, e que, ainda este ano, precisa dar uma
resposta prática à sua missão.

Podemos compreender o Sinajuve como um sistema planejado que será exe-


cutado pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. A participação da
sociedade civil se mostra decisiva nessa jornada, assim como o trabalho das
instâncias de controle social.

Como vai funcionar o Sinajuve?

Em sua concepção, o Sinajuve possui algumas especificidades que precisam


ser destacadas, tais como:

1. Competências autônomas, compartilhadas e definidas para os três entes;


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2. Garantia das conferências como meio de participação da juventude no esta-
belecimento de políticas públicas;

3. Possibilidade de ações cooperadas e colaborativas na execução de políti-


cas públicas para os jovens;

4. Possibilidade de co-financiamento entre os entes, na execução de ações,


programas e projetos;

5. Independência dos Conselhos.

O funcionamento desse Sistema se dará através da Rede Sinajuve, que atuará


nas áreas da comunicação, informação e tecnologia.

Como posso aderir ao Sinajuve?

O Decreto n° 9.306/18 determina, em seu art. 2°, que os Estados, o Distrito


Federal e os Municípios poderão aderir ao Sinajuve mediante assinatura de
termo de adesão.

São requisitos mínimos para a formalização de termo de adesão:

I - a instituição de conselho estadual, distrital ou municipal de juventude;


II - a elaboração, ou a adaptação, de plano estadual, distrital ou municipal de
juventude com participação da sociedade civil;
III - a previsão orçamentária para a implementação do plano estadual, distri-
tal ou municipal de juventude; e
IV - a existência de órgão estadual, distrital ou municipal responsável pelas
políticas públicas de juventude

Os três braços do Sistema

Plataforma Virtual Interativa - Plavin

A Plataforma Virtual Interativa (Plavin) é uma ferramenta tecnológica criada


para oferecer conteúdo multimídia, canais de participação social e atividades
on-line que visem a interação e o incentivo ao diálogo. Também está prevista
a criação de um espaço de aprendizagem à disposição de todos os usuários.

A composição da Plavin se dará a partir de três eixos: Promoção e Participação,


Mobilização Social e Aprendizagem.
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Cadastro Nacional das Unidades de Juventude – CNUJ

O Cadastro Nacional das Unidades de Juventude (CNUJ) irá reunir informa-


ções cadastrais dos órgãos gestores da Política Nacional de Juventude e das
entidades que desenvolvam ações reconhecidas pela coordenação do Sinaju-
ve e dos Conselhos que atuam no âmbito do Sistema.

Integrarão esse sistema:

1. Cadastro referente à Rede de Promoção das Políticas Públicas de Juventude;

2. Cadastro dos Órgãos Gestores e

3. Cadastro dos Conselhos de Juventude

Subsistema de Informação, Monitoramento e Avaliação - SIMA

De modo geral, o SIMA tem as finalidades de gerenciamento de informações,


geração de indicadores, além de monitoramento e avaliação das políticas
públicas de juventude.

Os três eixos de atuação do SIMA serão:

1. Indicadores Relativos a População Jovem;

2. Institucionalidade da Política Pública de Juventude e

3. Monitoramento do Plano Nacional de Juventude.

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Caminhos a percorrer

Na divisão de atribuições para implantação do Sistema Nacional de Juventu-


de, vale destacar:

Secretaria Nacional da Juventude

• Coordenar o Sinajuve, com apoio do Conjuve;

• Mobilizar os demais Entes Federativos para adesão ao Sinajuve;

• Coordenar a Conferência Nacional de Juventude;

• Articular pela implementação do Sinajuve através de seus instrumentos:


PNJ, Plavin, CNUJ e SIMA;

• Articular todos os programas e projetos de juventude em âmbito federal.

Estados/ Distrito Federal/Municípios

• Atender os critérios legais e assinar adesão ao Sinajuve;

• Instituir os Planos de juventude nos seus respectivos âmbitos;

• Coordenar suas conferências de juventude;

• Sistematizar boas práticas para contribuir com a construção da Plavin e


do SIMA;

• Articular todos os programas e projetos de juventude nos seus âmbitos;

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O papel do gestor na implementação do Sinajuve

Como eu, gestor, posso ajudar a tornar o Sistema Nacional de Juventude


realidade?

A Secretaria Nacional da Juventude entende que o Sinajuve é uma empreita-


da conjunta, e que só pode ser bem sucedido caso conte com a participação
de todos atores do universo juvenil.

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Na nossa compreensão, o gestor é uma peça fundamental nesse processo,
afinal é necessário o conhecimento da realidade da juventude local para a
execução de políticas públicas.

Por isso, convidamos todos aqui presentes a colaborar com anseios, suges-
tões e críticas. Para se comunicar com os encarregados do Sinajuve, basta
enviar um e-mail para o endereço: gestores.sinajuve@mdh.gov.br.

Muito obrigada!

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Notas

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SECRETARIA NACIONAL
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MINISTÉRIO DA
MULHER, DA FAMÍLIA E
DOS DIREITOS HUMANOS

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