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gênci
adeCr
ist
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EDITORAACADEMIADEI
NTELI
GÊNCI
A

Copy right©Edi toraAcademi adeInteli


gência
Criação, Edi toraçãoeFot oli
tos:
Macquet eGr áficaPr oduções( 0XX11)6694- 6477
Rev isão:
AnaMar iaBar bosa
Cláudi aJúl ioAl vesCaet ano
Cat alogaçãonaFont edoDepar t
ament oNaci onaldoLivro
C982m
Cur y, August oJor ge.
Omest redasensi bil
i
dade, vol
.2: Análisedaintel
igênci
adeCr i
sto/August
o
JorgeCur y—SãoPaul o: Ed.Academi ade
I
ntel igênci a, 2000.
219p.; 21cm.
I
SBN: 85- 87643- 02-9
1.JesusCr isto—Per sonal idadeemi ssão.2.JesusCr i
sto-Psi
cologi
a3.
I
ntel igênci a.Tí tulo.
CDD- 232. 903
Editor aAcademi adeI ntel i
gência
Fone/ fax: (0XX17)342- 4844
E-mai l
: academi aint@mdbr asi
l.
com. br

Dedicoesteli
vroatodosaquelesqueabr
em asj
anelasdesuamentee
procur
am revercont
inuamenteasuamaneir
adev eravi
daereagi
rao
mundo, poi
ssãoelesque
encontr
am asabedoria.
..

Prefácio...
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.....
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..9
I
ntrodução. .
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..11
1.Amat uridader eveladanocaos. .
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..15
2.Osemeadordev i
daedei nteli
gência....
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..29
3.Mani festandosuai nteli
gênciaant es
detomarocál ice. ..
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...43
4.Asat itudesi ncomunsdeCr i
stonaúl t
imacei a:
ami ssão. .
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..59
5.Um di scur sof inal emoci onante...
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.79
6.Vivendoaar tedaaut enti
cidade...
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...97
7.Adorcausadapel osami gos. .
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..115
8.Um cál icei nsupor tável
:ossi ntomaspr évios..
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..133
9.Ar eaçãodepr essi vadeJesus: oúl t
imoest ágio
dadorhumana. ....
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..147
10.Ocál icedeCr ist
o. .
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.173
11.Ohomem comoseri nsubstit
uível.
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..193
Notasbi bliogr áficas....
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...215
OMESTREDASENSI BI LIDADEf azpar t
edacol eçãoAnál i
sedaI nt eligênciade
Cr i
sto.Embor a
hajai nt erdependênci aent reel es, cadal ivropoder áserl idosepar adament e,
sem obedecerauma
seqüênci a.
OMest redasensi bi l
idadet ev eumaexi stênci apaut adapordesaf ios, perdas,
frustraçõese
sofriment osdet odaor dem.El et inhat odososmot ivospar at erdepr essão
durant esuat raj etóriadev ida,
masnãoaadqui ri
u; pel ocont rár i
o,eraal egr eesegur onot er ritóriodaemoção.
Tinhat ambém t odosos
mot iv ospar at eransi edade, masnãoaadqui r
iu; pelocont r
ár i
o, erat ranqüi lo,
l
úci doeser eno.Todav ia,
noGet sêmani ,expr essouquesuaal maest avapr ofundament et riste.Oqueel e
vivenci ounessemoment o:
depr essãoouumar eaçãodepr essi vamoment ânea?Qual adi f erençaent re
essesdoi sest ados?Quai s
procedi ment osCr istoadot oupar aadmi nistrarseuspensament osesuper ar
suadr amát icaangúst ia?
Jesusdi sse: “Pai ,sepossí vel ,af astedemi m est ecálice, masnãof açacomoeu
quer o, mascomot u
quer es! ”1.El ehesi toudi ant edasuador ?Al gunsv êem al i r
ecuoehesi tação.
Todav ia, seest udar mos
detal hadament eseuscompor tament os, compr eender emosqueel eexpr essou,
naquel anoi tedensaef ria,a
mai sbel apoesi adel iber dade, resignaçãoeaut entici
dade.
Estav apl enament econsci ent edocál i
cequei riabeber .Ser i
aespancado,
açoi tado, zombado,
cuspi do; teriaumacor oadeespi nhoscr av adaem suacabeçae, porf i
m,
passar iaporsei sl ongashor asna
cruzat éasuaf alênci acar dí aca.
Apsi col ogi aeapsi qui at r
iat êm mui toaapr endercom ospensament ose
reaçõesqueomest re
expr essouaol ongodesuahi stór i
a,princi palment enosseusúl timos
moment os.Di ant edasmai s
dramát i
cassi tuações, eledemonst rouseromest redosmest resdaescol ada
vida.Ossof r i
ment os, ao
i
nv ésdeabat ê- l
o, expandi am suasabedor ia.Asper das, aoi nv ésdedest ruí-l
o,
refi
nav am- lheaar tede
pensar .Asf rust rações, aoi nv ésdedesani má- lo,renov av am- lheasf or ças.
Ami ssão, propósi toouobj et ivodeJesusCr i
stoéi mpr essi onant e.Nãoquer i
a
apenascol ocaro
homem numaescol adesábi os, mast ambém i mer gi-l
onaet er nidade.El e
valorizav aohomem ao
máxi mo, pori ssonuncadesi stiadeni nguém, pormai squeof rust rassem.Sob
ocui dadoaf et i
v odel e, as
pessoascomeçar am acont empl arav idasobout raper spect iva.
Invest igarasuaper sonal idadenosf aráassi milarmecani smospar aexpandi r
nossaqual idadedev ida
epreveni
rasmai
sinsi
diosasdoençaspsí
qui
casdaat
ual
i
dade:
adepr
essão,
a
ansi
edadeeostr
ess.

Est e, comoosout rosl i


v rosdest acol eção, nãot ratader eli
gião,nãoéum
estudot eológico, mas
um est udopsi cológi codahumani dadedeCr isto.Embor anãot ratedet eologia,
prov av elment eabor dar ei
det alhesai ndanãoi nv est i
gadost eol ogicament e.
Podemosest udargr andespensador es,taiscomoPl atão,Mont esqui eu,
Descar tes, Mar x,MaxWeber ,
Adam Smi th,Hegel , Freud, Jung, Dar wi n, t
odav iani nguém f oi t
ãocompl exo,
i
nt er essant e,mi sterioso,
i
nt rigant eededi f
ícil compr eensãocomoCr isto.Comoest udaremos, elenão
apenascausouper pl exidade
noshomensmai scul tosdasuaépoca, masai ndahoj eseuspensament ose
i
nt ençõessãocapazesde
per turbarament edequal querum quequei r
aest udá- l
ocom pr ofundi dadee
sem j ulgament os
preconcebi dos.
Jesusi ncendi ouomundocom suav idaesuahi stória.Hámai sdedoi sbilhões
depessoasquedi zem
amá- lo, i
ntegrant esdei númer asr eligiões.Todav i
a, nãoépossí vel amaral guém
quenãoseconheça.E
nãoépossí vel conheceradequadament eaJesusCr i
stosem est udaros
últi
mosdi asdesuav ida, poi sali
estãocont idosossegr edosdesuacompl exami ssão, bem comoosmai s
dramát i
cosel ement osque
const it
uíram oseucál ice, oseusof riment o.
Eleusoucadasegundodoseut empo, cadapensament odasuament eecada
got adoseusanguepar a
mudarodest i
nonãoapenasdopov oj udeu,mast ambém det odaa
humani dade.Ni nguém f oi comoel e.
Fezmi lagresespant osos, al i
vi
ouadordet odasaspessoasqueopr ocur aram
ouquecr uzaram oseu
cami nho, masquandopr ecisoual iviarasuapr ópr i
ador ,agiucom nat ur al
idade,
esqui vou-sedeusaro
seupoder .
Omest redav idaaf i
r moucat egor i
cament e:“euv im par aestahor a”2.Seu
objet ivof undament al ser ia
cumpr i
donosúl ti
mosmoment osdesuahi stór i
a.Por t
ant o,sequi sermos
conhecê- l
opr of undament e,
preci samosi mer girnocont eúdodospensament osesent iment osqueel e
expr essouant esdeserpr eso,
j
ulgadoesof reramor tecl ínica.Elesr evelam seusmai scompl exose
i
mpor tantessegr edos.
Embor aest elivrot enhasi gnificati
v asl imitações, meudesej oéqueest es
text ost ragam umagr ande
ajudapar aosqueadmi ram eamam esseper sonagem bi mil
enar .Entret anto,
ressal t
oqueest elivr onão
foi escr it
oapenaspar aosl ei
toresdocr isti
anismo, maspar atodasaspessoas
det odot i
podecul turae
rel
igião: j
udeus, budi st as, i
slami taset c.Eleédi rigidotambém aosat eus, pois
estesi gual ment et êm
dir
ei todeest i
mul arasuai nt eli
gênci aapar t
irdasnobi l
íssimasf unções
i
ntel ectuaisdomest redeNazar é.
Falandosobr eoat eísmo, port erest udadosuadi mensãopsí quicaef i
losóf i
ca,
opinoquenãoháat eu,
poist odoat euéo“ deusdesi mesmo” .Porquê?Por queapesarde
desconheceri númer osf enômenosda
existênci a,taiscomoosmi st éri
osdouni verso, ossegr edosdot empoeos
segr edosdaconst ruçãoda
i
ntel i
gênci ahumana, osat euspossuem umacr ençaat eístat ãoabsol utistade
queDeusnãoexi stequesó
um “ deus”poder i
at er .Todor adical i
smoi ntelect ualengessaai nt eli
gênci ae
fereobom senso.
Gost ariadeconv i
dart odososl eitores,ateusounão, r
eligiososounão, a
estudar mosj untosa
personal i
dadedaquel equer evoluci onouat rajetór i
ahumana, expr essanas
suasquat r
obi ogr afiasou
evangel hos.
Embor at enhahav idoexcel ent esescr i
toresquedi scor r
er am di versosaspect os
desuav ida,nest e
estudor arament eusar ei algumar ef
erênciadel es, poisgost ari
adev ol
taràs
ori
genser ealizarumaanál ise
apar t
irdoqueel ef alou, expr essou, di
scursou, reagiuedei xousubent endi do
nasent reli
nhasdosseus
pensament osenosseusmoment osdesi l
êncio.Est udá-loéumaav enturaque
todososquepensam não
dev em sef urtaraf azer .
Omest redeNazar éer at ãosur pr eendentequeobj etiv
av ar omperocár cere
i
ntel ectual daspessoas
estimul ando- asaser em l ivresnot erri
tóri
odaemoção.Pori sso, expunhasuas
i
déi asenuncaasi mpunha.
Naquel esar esapar eceuum homem conv i
dandoaspessoasapensarnos
mist éri
osdav ida.

Asconv icçõespessoai sper tencem aolei


tor
,quedev eprocurá-lascom
l
iberdadeeconsci ência
crí
tica.Adi vindadedeCr ist
oéumadessasconv i
cções.Ent r
etant o,
i
ndependent edet aisconv i
cções,a
personal idadedomest redeNazar éétãoint
ri
gantequeépossí v elextr
airdela
sabedor iaebel íssimas
l
içõesexi stenciais.
Em mui t
ost extosdi scorr
erei sobr
efenômenosnãoobser váveis, poi
seles
saturam osdi scursosf i
nais
deCr isto, t
aiscomoasuper açãodamor t
e,aeter
nidade,oslimi tesdot empo, o
seupodersobr enatural.
Noent anto, quer oqueol eitortenhaem menteque, aoestudá- l
os, nãoestarei
i
nvest igandoosi tens
rel
acionadosàf éouàsconv i
cçõesínti
mas,masaosi nt
ri
gant esf enômenos
l
igadosaoseupl ano
tr
anscendent al
.
Cristov em dapal avr
agr ega“ Mashiah”(Messi as),quesignif
icao“ ungido”.
Jesusv em daf orma
gregael atinadohebr aico“ Jeshua”,quesi gnif
ica“oSenhoréasal vação”.
Usar ei osnomesCr i
sto, Jesus
emest redeNazar édespr eocupadament e,sem ai nt
ençãodeexpl oraros
signifi
cadosdecadaum.Apenas
em al gunst extosdar ei preferênci
aespecí ficaaum ouout roe, quandoof i
zer
,o
própr i
ot extodei xará
clarami nhai ntenção.
Mui t
osl ei t
or esdopr i
mei r
ol i
vrodasér i
e“ Análise.
..
”meenv i
aram e- mai l
se
cartasdi zendoque,
apóssual eitura, abr
ir
am asj anelasdesuasment eseficaram sur presoscom a
personal idadedeCr i
st o.
Entretant o,nest esegundol iv
ro,crei
oquef icar
emosmai sencant adoseat é
perplexoscom aousadi ae
compl exi dadedospensament osdomest r
edeNazar é,
sendoquedi versos
delesf or am pr oduzidosno
augedasuador .

CAPÍ
TULO1
AMATURIDADEREVELADA
NOCAOS

Éfáci lreagirmosepensar moscom l ucidezquandoosucessobat eànossa


porta, masédi fíci
l
conser varmosaser eni dadequandoasper daseasdor esdaexi st
ênci
anos
i
nv adem.Mui t
osr ev el am
i
rri
tabi l
idade, i
ntolerânci aemedonessassi t uações.Sequi sermosobser vara
i
nteligênciaemat uridade
deal guém, nãodev emosanal i
sá-
lanaspr imav erasdesuav ida, masno
moment oem queat rav essaos
i
nv ernosdesuaexi st ência.
Mui t
aspessoas, i
ncl uindoi ntel
ectuais,compor tam- secom el egânciaquandoo
mundoosapl aude,
masper t
urbam- seer eagem i mpulsivament equandoosf r
acassoseos
sofri
ment oscr uzam asav enidasde
suasv i
das.Nãoconseguem super arsuasdi fi
culdadesnem mesmoext rai
r
l
içõesdesuasi ntempér i
es.
Houv eum homem quenãoseabal avaquandocont rar
iado.Jesusnãose
perturbav aquandoseus
segui doresnãocor respondi am àssuasexpect ativas.Diferent edemui tospais
eeducador es, eleusav a
cadaer roedi fi
culdadedosseusí nt i
mosnãopar aacusá- losedi minuí-
los,mas
paraquer ev i
sassem suas
própriashi stóri
as.Omest r
edaescol adav idaest avamenospr eocupadoem
corri
gi roscompor tament os
exterioresemai spr eocupadoem est imulá-l
osapensareaexpandi ra
compr eensãodoshor i
zont esda
vida.
Eraami goí ntimodapaci ênci a.Sabi acriarumaat mosf eraagr adáv el etranqüila,
mesmoquandoo
ambi ent eàsuav oltaer at ur bulento.Pori ssodi zia:“Apr endei demi m, poissou
mansoehumi lde...
”3.
Suamot ivaçãoer asól ida.Tudoaoseur edorconspi r
av acont r
ael e,mas
absol utament enadaabat i
a
seuâni mo.Ai ndanãohav iapassadopel ocaosdacr uz.Suaconf iabili
dadeer a
tãosól ida, quedeant emão
procl amav aav it
ór i
asobr eumaguer r
aqueai ndanãot inhat r
avadoeque, oque
épi or ,enf rent ari
a
sozi nhoesem ar mas.Pori sso, apesardeserel equem dev esseserconf ort
ado
pelosseusdi scípulos,
aindaconsegui ar eunirf orçaspar aani má- l
osmoment osant esdesuapar t
ida,
dizendo: “Tendebom
ânimo, euv enci omundo” 4.
Mui tospsi quiat r
asepsi cól ogospossuem l ucidezecoer ênciaquando
discor r
em sobr eosconf litos
dosseuspaci entes, masquandot ratam dosseuspr ópr iosconf li
tos, perdase
fracassos, nãopoucost êm
suaest rutur aemoci onal abal adaef echam asj anelasdasuai nteligência.Nos
terrenossi nuososda
exist ênci aéqueal uci dezeamat ur i
dadeemoci onal sãot estadas.
Aol ongodami nhaexper i
ênci acomopr of i
ssional desaúdement al ecomo
pesqui sadorda
psicol ogi aeeducação, est ouconv encidodequenãoexi st
em gi gant esno
terri
t óriodaemoção.Podemos
l
ider aromundo, mast emosenor mesdi fi
culdadesem admi nistr
arnossos
pensament osnosf ocosde
tensão.Mui tasv ezest emoscompor tament osdescabi dos, desnecessár i
ose
i
lógi cosdi ant ede
deter mi nadasf rustrações.
Omest r edaescol adav i
dasabi adasl imitaçõeshumanas, sabi aquenosé
difí
ci lger enci arnossas
reaçõesnassi t
uaçõesest r essantes.Ti nhaconsci ênciadequef aci l
ment e
erramosedequef acilment e
puni mosanósmesmosouaosout ros.Ent ret
ant o,quer iadet odomodoal i
v i
ar
osent i
ment odecul paque
esmagav aaemoçãoecr iarum cl imat ranqüi l
oesol idár i
oent reosseus
discípul os.Pori sso, cer todi a,

ensinou-osasei nteri
orizar
em eor ar
em, di
zendo:“
Perdoaiasnossasof ensas
assim comot emos
perdoadoaquel esquenost êm ofendido”
5.
Quem v i
v esobopesodacul pafereconti
nuamenteasimesmo, torna-seseu
própri
ocar rascoe, de
outrolado,quem ér adicaleexcessivamentecrí
ti
codosout r
ostorna-seum
“carr
ascosoci al”
.
Naescol adav idanãohágr aduação.Quem nelase“di
ploma”fazperecersua
cri
ativi
dade, na
medi daem quenãomai spossui acapaci dadedef icarassombr adocom os
mi st ériosqueanor t
ei am.
Tudoset or nacomum par ael e,nadahav endoqueoani meeoi nstigue.Nessa
escol a, omel horal unonão
éaquel equet em consci ênci adoquant osabe, masdoquant onãosabe.Nãoé
aquel equepr ocl amaasua
per feição, masoquer econhecesuasl i
mi tações.Nãoéaquel equepr ocl amaa
suaf or ça, masoqueeduca
asuasensi bi l
idade.
Todost emosmoment osdehesi taçãoei nsegur ança.Nãoháquem nãosi ntao
medoeaansi edadeem
det er mi nadassi tuações.Nãoháquem nãosei rri
tedi ant ededet ermi nados
est ímul os.Todost emos
fragi li
dades.Sónãoasenxer gaquem éi ncapazdev iaj arpar adent rodesi
mesmo.Unsder ramam
l
ágr i
masúmi das; out ros, secas.Unsext erior i
zam seussent iment os; out r
os,
numaat i
tudei nv er sa, os
repr esam.Al guns, ainda, super am com f aci l
idadedet er mi nadosest í
mul os
est ressant es, par ecendo
i
nabal áv eis, mast ropeçam em out rosapar ent ement ebanai s.
Diant edasi nuosi dadedav ida,comopodemosav aliarasabedor iaea
i
nt eligênci adeal guém:
quandoosucessol hebat eàpor taouquandoenf rent aocaos?
Éf áci l expr essarser enidadequandonossasv i
dast ranscor rem num j ardim,
difícil équandonos
def ront amoscom asdor esdav ida.Osest ági osf inai sdav i
dadeCr i
st of or am
paut adospordor ese
aflições.Ter i
ael econser vadoseubr i
lhoi nt electual eemoci onal nassuas
caust icant esi ntempér ies?
Omest r ebr i
lhounaadv er sidade: umasí nt esedasf unçõesdasuai nt eligênci a
Nopr imei r ol iv r
oest udamosai nteli
gênci ai nsuper áv el deCr i
sto.El enão
freqüent ouescol a, er aum
simpl escar pi nteir o, maspar anossasur pr esaexpr essouasf unçõesmai sr icas
dai nt el i
gênci a: eraum
especi al i
st anaar tedepensar ,
naar tedeouv i
r ,
naar t edeexporenãoi mporas
i
déi as, naar tedepensar
ant esder eagi r.Er aum maest r
odasensi bi li
dadeeum agr adáv el cont adorde
hist órias.Sabi adesper tara
sededosaberdaspessoas, vaciná-lascont raacompet i
çãopr edat óriaecont ra
oi ndi vidual ismo,
est i
mul á-lasaser em pensador aseadesenv olveraar tedat olerânci aeda
cooper açãosoci al.Al ém di sso,
eraal egr e, t ranqüi l
o, br ando, l
úcido, coerent e, estáv el, segur o,soci áv el e,aci ma
det udo, um poet ado
amoreum excel ent ei nv est idorem sabedor ianosi nv ernosdav ida.
Cr i
st of oiv ist oaol ongodossécul oscomoum sof redorquemor reunacr uz.Tal
concei t oépobr ee
super ficial .Temosdeanal i
sá- l
onasuagr andeza.Apenasnopar ágr af oant eri
or
l
istei vint ecar acter ísticas
not áv ei sdasuai nt eligênci a.Quem nahi st ór i
aexpr essouascar act erísticasdo
mest redeNazar é?
Rarament ealguém reúnemei adúziadessascar acter
ísti
casem suapr ópria
personal i
dade.Elassão
uni
v ersais,porissoforam procuradasdef or
mai ncansáv el
pelosintelectuaise
pensador esdet odasas
cul
tur asesoci edades.
ApesardeCr i
stoterpossuídoumacompl exaer icapersonali
dade,difi
cilmente
al
guém f ala
confor t
av el
ment edeleem público,t
alcomonassal asdeaul adeuma
uni
v ersidadeounumaconf er
ência
derecur soshumanos.Sempr equenelesef alaháor eceiodequeseest eja
vi
ncul ando-oaumar eli
gião.
Entretanto,énecessár i
odiscorrersobreeledemanei raaberta,desprendi dae
i
nteligente.Aquel equeteve

aper sonal i
dademai sespet aculardet odosost empost em deseri nvestigadoà
altur aquemer ece.Por ém,
i
nf elizment e, aténasescol asdef ilosof iacr istã,suav idaesuai ntel
igênciasão
poucoi nv est igadas,
quandomui t
osãoensi nadasnasaul asdeensi nor eligioso.
Hápoucot empo, mi nhaf i
lhamai sv elhamost rou- meum l ivrodehi stóri
ager al
.
Porest ranhoque
par eça, estel iv roresumi uem apenasumaf r
aseav idadaquel equedi vi
diua
histór iadahumani dade.
Comoi stoépossí v el?Nel e,apenasr elata-sequeJesushav ianasci doem
Bel ém naépocadoi mper ador
romanoAugust oemor ridonaépocadeTi bério.Nem osl iv r
osdehi stór
iao
honr am.
Asuper f i
cialidadecom queahi st
ór iat ratouJesusCr isto,bem comoout ros
homensquebr il
har am
nasuai nteligênci a, éum dosmot iv osqueconduzem osj ov ensdehoj eanão
crescer , em suamai oria,
nor oldosquepensam.
Oseducador esnãot êm consegui doext rairobr il
hodasabedor i
adeCr i
sto.Não
conseguem i nser i-l
o
nasaul asdehi stória,def i
losofia,depsi cologia.El essãot í
mi dosecont raídos,
nãoconseguem di zeraos
alunosquei rãodi scor rersobr eJesussem umabandei rar el
igiosa,mas
ressal tandoasuahumani dadee
suacompl exaper sonal idade.Eur eal ment ecr ei
oque, mesmonumaescol aque
despr ezaqual querv alor
espi rit
ual ,
comoacont eceunaRússi a, oensi nosi stemát i
codahi stóri
adeCr i
sto
poder iar ev oluci onara
manei r adepensardosseusal unos.
Atémesmonasescol asdef i
losofiabudi st
a, hinduí sta,islami ta,j
udia,se
fossem ensi nadasas
car act erísticasf undament ai
sdai nt eligênci adomest redeNazar é,tantoaos
alunosdoensi no
fundament al comoaosdoensi nomédi oeuni versitário,osest udantest eriam
mai scondi çõesdese
tornar em pensador es, poet asdav ida, homensquei rrigar i
am asoci edadecom
solidar iedadeesabedor ia.
Umacr i
senaf ormaçãodepensador esno
tercei romi l
êni o
Umai mpor tant epesqui saquer eal
izei com mai sdemi leducador esde
cent enasdeescol asapont ou
que97%del esconsi der am queascar act er
ísticasdai nt eli
gênci a, quef oram
vividaseensi nadas
exaust ivament epelomest redeNazar é, sãof undament aispar aaf or maçãoda
per sonal idadehumana.
Ent retant o,par aonossoespant o,mai sde73%doseducador esr elat aram quea
educaçãocl ássi canão
tem consegui dodesenv olv ertaisfunções.I stoi ndicaqueel a,apesarde
conduzi daporpr ofessor es
dedi cados, quesãov er dadei rosher óisanôni mos, atrav essaumacr ise
dramát i
ca.
Aeducaçãopoucot em cont ri
buí dopar aopr ocessodef ormaçãoda
per sonal idadeepar acom aar te
depensar .Aescol aeospai sest ãoper didoseconf usosquant oaof ut urodos
j
ov ens.
NoVI ICongr essoI nt ernaci onal deEducação*mi nistrei umaconf erênci asobre
“Of unci onament o
dament eeaf ormaçãodepensador esnot erceiromi l
êni o”.Naocasi ão,
coment ei com oseducador es
que, nomundoat ual, apesardet er
em semul ti
plicadoasescol aseas
i
nf ormações, nãomul tiplicamosa
formaçãodepensador es.Est amosnaer adai nformaçãoedai nformat ização,
masasf unçõesmai s
i
mpor tantesdai nteligênci anãoest ãosendodesenv olvidas.
Aoquet udoi ndi ca, ohomem dosécul oXXIser ámenoscr iativodoqueodo
sécul oXX.Háum
cli
manoarquedenunci aqueoshomensdof utur oser ãor epet i
dor esde
i
nf ormações, enãopensador es.
Ser áum homem com mai scapaci dadededarr espost asl ógi cas,mascom
menoscapaci dadededar
respost aspar aav ida, ousej a, com menoscapaci dadedesuper arseus
desaf ios,decont empl arobel o, de
l
idarcom suasdor es, enf rentarascont radiçõesdaexi st ênciaeper ceberos
sent iment osmai socul tosdas
pessoas.I nfel i
zment e, ser áum homem com menoscapaci dadedepr otegera
suaemoçãoecom mai s
possi bil
idadedeseexporadoençaspsí quicasepsi cossomát i
cas.

Acul panãoest ánospr ofessor


es,poi
sestespossuem um trabal
hoestr
essante
e,apesardenem
sempr eterem salár
iosdignos,ensi
nam fr
eqüent
ementecomopoet asda
i
nt eli
gênci
a.Acul paestáno
sistemaeducaci onalquesear r
astaporsécul
os,quepossuiteori
asque
compr eendem poucot antoo
funcionamentomul tif
ocal damentehumanacomoopr ocessodeconstrução
dospensament os* .Pori sso,
enf i
leir aosal unosnassal asdeaul aeost ransf ormaem espect ador es
passi v osdoconheci ment o, enão
em agent esmodi fi
cador esdasuahi stór iapessoal esoci al.
Omest redeNazar équer iapr oduzi rhomensquesei nteriori
zassem eque
fossem r icoseat i
vosnos
bast idor esdai nt eli
gênci a.Ent retanto,v i
v emosnumasoci edadequeext eriori
za
ohomem.Acompet ição
predat ór i
a,apar anói adaest éticaeapar anói adoconsumi smot êm f eridoo
mundodasi déias, têm
cont raí doopr ocessodei nteri
or izaçãoeabuscadeum sent idomai snobr e
par aav i
da.
Inver temososv alores: aembal agem v al emai squeocont eúdo, aest éticamai s
doquear ealidade.O
resul tadodi sso?I nfelizment eest ánosconsul t
ór i
osdepsi quiatri
aedecl ínica
médi ca.Adepr essão, os
transt or nosansi ososeasdoençaspsi cossomát icasocupar ãoospr imei ros
l
ugar esent reasdoençasdo
homem dosécul oXXI .Porf avor ,nãov amoscul parexcessi vament eaf amosa
ser otoni nacont idano
met abol ismocer ebr al porest est r
anstor nospsí quicos.Pr ecisamost eruma
visãomul ti
focal eper ceber
quehái mpor t
ant escausaspsí qui casepsi cossoci aisnabasedel es.
Osj ov ens, bem comoosadul tos, nãoapr endem av iv
erav idacomoum
espet ácul o.Nãoseal egram
porper tencer em aumaespéci equepossui omai ordet odososespet ácul os
nat urai s,oespet áculoda
const ruçãodepensament os.Comoépossí vel um serhumano, tantoum
i
nt elect ual quant oal guém
despr ov idodequal quercul t
uraacadêmi ca, consegui rem mi lési
mosde
segundosacessaramemór iae,
em mei oabi lhõesdeopções, resgat arasi nf ormaçõesqueconst i
tuirãoas
cadei asdepensament os?Você
nãof icapasmadocom ament ehumana?Euf i
coassombr adocom a
const ruçãodai nt el
igênci a.É
possí v el seencant areper cebercompl exi dadeat énai nteli
gênciadeuma
criançadef icient ement al ou
aut i
st a.
Nami nhaex periênci acom cr i
ançasaut istas, cuj ocór texcer ebralest á
preser vado, quando
est i
mul amososf enômenosqueconst r oem ospensament os, muitasdel as
desabr ocham par aa
conv i
v ênci asoci al comoumaf lorquer ecusaasol i
dãoequerper tenceraum
j
ar dim.Quem nãoécapaz
deseencant arcom oespet ácul odospensament osnuncapenet rouem ár eas
mai spr of undasdoseu
própr ioser .
Ospensament osmai sdébei squepr oduzi mossão, aindaquenãoper cebamos,
const ruções
compl exas.Tãocompl exasqueapsi col ogi aai ndasesent euma“ ciênci a
meni na”par acompr eenderos
fenômenosquedel aspar t
icipam.
Quem éi ncapazdecont empl arav i
dat ambém nãoconseguehomenageá- laa
cadamanhã.Não
consegueacor darebr adar : “
Quebom!Euest ouv i
vo.Possov i
veroespet ácul
o
dav i
dapormai sum
dia”.Quant asv ezesol hamospar aouni v
ersoedeclaramosque, embor a
sejamost ãopequenose
possuamost antasdi f
iculdadeseer r
os, somosum serúni coeexcl usivo;um
serquepensaet em
consci ênciadequeexi ste?Cr istov i
viaav i
dacomoum espet áculo.Tédionão
faziapar t
edasuahi stória.
Cont rapondo-seàssoci edadesmoder nas
Omest r
edeNazar éti
nhaposi çõescont rár
iasàsdassoci edadesmoder nas.Ele
prov ocavaa
i
nt eli
gênciadaspessoasqueoci rcundav am easarremet i
apar adentrodesi
mesmas.Conduzi a-asav i
v er
av idacomoum espet áculodepr azeredei ntel
i
gência.Apr esençadele
animav aopensament oe
estimul avaosent idodav i
da.Um di a,apont andoum deficientefí
sico,algumas
pessoasquer endosabero
mot ivodessadef ici
ência, i
ndagar am- l
he: “Quem pecou,eleouosseuspai s?”
6.

Aquel aspessoasesper avam queel edissessequeadef i


ciênciaer adev i
doa
um er roqueel emesmo
hav i
acomet idoouqueosseuspai sti
vessem comet idonopassado.Tai s
pessoasest avam escr av i
zadas
pelobi nômi odocer t
oeer r
ado, doerroedapuni ção.Mas, parasur presadel as,
el
edi sseumaf rasede
difí
cil interpretação: “Nem el enem seuspai s,masaquel adeficiênciaerapar aa
glóriadeDeus” 7.
Apar ent ement esuaspal avraser am estr
anhas, maspormei odel asel ecolocou
asdor esdaexi stência
em out raper spectiva.Todosnósabomi namosasdor esedi f
iculdadesdav i
da.
Procur amosbani -l
asa
qual quercust odenossashi stórias.Entr
etanto,omest r
edaescol adav i
da
quer iadi zerqueosof r i
ment o
dev eriasert rabalhadoesuper adonoâmagodoespí r
itoedaal ma.Tal
super açãopr oduzi r
iaal got ãor ico
dent rodapessoadef icientequeasual i
mitaçãoset ornariauma“ glóri
apar ao
Criador ”
.Def ato,as
pessoasquesuper am assuasl imi t
açõesf í
sicaseemoci onais( depressão,

ndr omedopâni coet c.)fi
cam
mai sboni tas, exalam um per f
umedesabedor i
aquedenunci aqueav i
dav al
ea
penaserv i
v i
da, mesmo
com suast urbulências.
Jesusquer iaexpr essarqueer apossí velt
erdef i
ciênciasedi f
iculdadese, ainda
assim, viverav ida
comoum espet ácul odepr azer .Um espet áculoquesoment epodeserv i
vido
poraquel esquesabem
cami nhardent rodesi mesmoseset ornaragent esmodi fi
cador esdesua
hist ória.
Al ógi cadomest ret em f undament o
Dopont odev i
stapsi qui átri
co, omest r
eest avacober toder azão, poi sse
transf or mamosaspessoas
quesof rem em pobr esmi ser áv eis,em v íti
masdav i
da, nósmat amosasua
capaci dadedecr i
arede
transcenderassuasdor es.Tr ansf or marum paci ent enumapobr ev íti
madesua
depr essãoéum dos
mai oresr i
scosdapsi quiatria.Ohomem queenf rent acom i nteligênci aecr íti
ca
asuadepr essãot em
mui tomai schancesdesuper á-la.Aquel esquet êm medodador ,nãoapenas
têm mai sdi ficul dadede
super á-la,masmai schancesdef icardependent esdoseut erapeut a.
Ohomem moder no, pr i
ncipal ment eoj ov em, nãosabel idarcom suas
l
imi tações, nãosabeoque
fazercom suasdor esef r
ust rações.Mui tosquer em queomundogr av i
teem
tor nodesi mesmos.El es
têm gr andedi ficul dadedeenxer garal goal ém dassuaspr ópr i
asnecessi dades.
Nest eambi ent e, a
alienaçãosoci al, abuscadopr azeri medi ato, aagr essiv i
dadeeadi ficuldadede
secol ocarnol ugardo
out rosecul tiv am ampl ament e.Di antedessascar acter í
sticas, aeducaçãonão
osal cançae, por tant o, não
rompear i
gi dezi ntelect ual em queel esseencont ram.Soment eumar ev olução
naeducaçãopoder ev er t
er
est equadr o.
Tr êsaquat roanosqueosal unosf icam enf i
leir
adospassi vament enassal asde
aul anoensi no
fundament al sãosuf icient espar acausarum r ombonopr ocessodef ormação
desuasper sonal i
dade.El es
nuncamai sconsegui rão, sem despenderum cust oemoci onal al t
o, levant ar
suasmãosem públ icoe
exporsuasdúv idas.Of atodeosal unosnãoser em col ocadoscomoagent es
ativ osdopr ocesso
educaci onal trav aacr iativi
dadeeal i
ber dadedeexpr essãodospensament os,
mesmoquandoest iverem
nauni versidadeoucur sandomest r
adoedout orado.
Umadascar act erísticasf undament aisdeCr i
stoer at ransf ormarosseus
segui dor esem pessoas
ativ as, dinâmi casequesoubessem expr essarseussent i
ment ose
pensament os.El enãoquer iaum gr upo
depessoaspassi vas, tímidasequeanul assem assuasper sonal i
dades.Acada
moment oel ei nst igav aa
i
nt el i
gênci adel esepr ocur av aliber tá-l
osdoseucár cerei ntelect ual.Ost extos
dassuasbi ogr af iassão
clar os.El eensi nav aper gunt ando, inst i
gandoai nteli
gênci aepr ocur ando
rompert odat imi dezet odaa
dist ânci acom el e.Elenem mesmogost avadeserexal tado.Embor af osse
reconheci docomoof il
hode
Deus,cr
uzav
aasuahi
stór
iacom adel
eseost
omav
acomoseusamados
amigos.

CAPÍ
TULO2
OSEMEADORDEVI
DAEDE
I
NTELIGÊNCI
A

OsemeadordaGal iléiasuper andomét odosdaeducaçãomoder na


Háduasmanei rasdesef azerumaf oguei r
a: com assement esoucom um
punhadodel enha.Qual
manei r av ocêescol her ia?Fazerf ogueiracom umasement epar eceum absur do,
l
oucur a.Todos,
certament e,escol her íamosal enha.Ent retant o,omest r
edeNazar épensav aa
l
ongopr azo, pori sso
sempr eescol hiaassement es.El easpl ant ava, esper avaqueasár vores
crescessem, dessem mi lhar esde
outrassement ese, aísi m, fornecessem al enhapar aaf ogueira.
Seescol hesseal enha, acender iaaf oguei r
aapenasumav ez,mascomo
prefer iaassement es, a
foguei raqueacendi anuncamai sseapagav a.Um di aelecompar ouasi mesmo
aum semeadorque
semei anocor açãodoshomens.Um semeadordoamor ,dapaz, dasegur ança,
dal i
ber dade, dopr azerde
viver, dadependênci ar ecí proca.
Quem nãoconsegueenx ergaropodercont idoem umasement enuncamudar á
omundoqueo
env olv e,nuncai nf l
uenci aráoambi entesoci alepr ofi
ssional queocer ca.Uma
mudançadecul turasó
serál egí timaeconsi st ent eseocor rerpori ntermédi odassi ngel aseocul tas
sement espl ant adasnament e
doshomensenãopori nt ermédi odai mposi çãodepensament os.
Gost amosdasl abar edasi nstantâneasdof ogo, dasi déi
as-rel âmpagosdos
l
ivrosdeaut o-aj uda, mas
nãot emospaci ênci ae, àsv ezes, habilidadepar asemear .Um semeadornunca
éum i medi atista, pr est a
mai sat ençãonasr aí zesdoquenasf olhagens.Vi v eapaci ênci acomoumaar t
e.
Ospai s,oseducador es,
ospsi cól ogos, ospr of i
ssi onaisder ecur soshumanossóconsegui rãorealizar
um bel oedi gnot rabal hose
aprender em asermai sdoquepr ovedor esder egr asedei nformações, mas
simpl essemeador es.
Oshomensquemai scont ri
buíram com aci ênciaecom odesenv olvi
ment o
soci al foram aquel esque
menossepr eocupar am com osr esultadosi medi atos.Unspr efer em as
l
abar edasdosapl ausosedo
sucessoi nstant âneo, out rospr eferem ot rabal hoanôni moei nsidi osodas
sement es.Oquepr ef erimos?
Denossaescol hadepender áanossacol heita.
Cristosabi aquel ogoi ri
amor rer,mas, ai ndaassi m, nãoer aapr essado, agia
comoum i ntel igent e
semeador .Nãoquer iat ransf ormarseusdi scí pulosem her ói
senem exi gi
a
delesoquenãopodi am l he
dar ;
pori sso, permi ti
u- l
hesqueoabandonassem nomoment oem quef oipr
eso.
Assement esqueel e
plantav adent rodosgal i
leusi ncultosqueosegui am um di ager mi nari
am.Tinha
esper ançadequeel as
criari
am r aízesnocer nedoespí rit
oedament edel esemudar i
am par asempr e
suashi stórias.
Essassement es,umav ezdesenv olvidas,tor nar i
am aquel eshomenscapazes
demudaraf acedo
mundo.Éi ncr í
vel,masest ef atoocor reu.Elesi ncendi aram omundocom os
pensament osepr opósi tos
docar pinteirodaGal i
léia.Quesabedor i
aseescondi anocer nedai nt
eli
gência
deCr isto!
Nietzschedi sseháum sécul oumaf amosaeousadí ssimaf r
ase: “Deusest á
mor to”* .Eleexpr essav a
opensament odosi ntelect uaisdaépoca, queacr editav am queaci ênci
a
resolver iatodasasmi sér ias
humanase, porfim, dest rui ri
aaf é.Pr ov avelment eest eint
répidof il
ósofo
achassequeum di aapr ocur a
porDeusser iaapenasl embr adacomoobj et odemuseusedosl i
vrosde
história.
Osf il
ósof osat eusmor reram ehoj esãoesqueci dosoupoucol embr ados,mas
aquel eaf et i
v oe
simpl escar pinteirocont i
nuacadav ezmai sv i
vodent r
odoshomens.Nada
consegui uapagaraf oguei ra
acendi dapel osemeadordaGal i
léia..
.Depoi squeGut enberginv entouas
técnicasmoder nasdei mpr ensa,
ol i
vroqueor etrata, aBí blia,set ornoui nvar iavelment eomai orbest -
sell
erde
todosost empos.Todos
osdi as, mi lhõesdepessoasl êem algosobr eel e.
Omest redeNazar épar eci at erumasi mpl icidadef r ágil,masahi stóri
a
demonst raqueel esempr e
tri
unfousobr eaquel esquequi seram sepul tá-l
o.Al iás, omai orfav orquealguém
podef azerauma

sement eésepul t
á-l
a.Jesusf oiumaf agulhaquenasceuent r eosanimais,
cresceunumar egião
desprezada, foi sil
enci
adopel acruz,masi ncendiouahistóri
ahumana.
Omest redeuum banhodei ntel
igêncianaeducaçãomoder na.Eleprovocou
umar evoluçãono
pensament ohumanoj amai ssonhadaporumat eori
aeducaci onalou
psicológica.
Háumachamaqueseper petuadent rodaquelesqueapr ender am aamá- l
oe
conhecê- lo.Nos
primeirossécul os, muit
osdosseussegui doresforam i
mpi edosament e
destruídosporcausadest achama.
Osr omanosf izeram dospr i
mei roscrist
ãospast osparaasf eraseum
espetácul odedornasbat alhas
ocorridasnoCol iseue,pri
nci pal
ment e,noci r
cumáxi mo.Algunsf oram
quei madosv i
vos, out rosmor tos
aof iodaespada.Todav ia, asl ágrimas, adoreosanguedest eshomensnão
dest ruí ram oâni modos
amant esdosemeadordaGal i
léia; pelocont r
ár i
o, tornar am- seadubospar a
cultivarnov assaf rasde
sement es.
Aliber dadeger adapel ademocr aci apol íti
caem cont rastecom ocár cere
i
ntel ect ual
Apesardeomest redeNazar ét erpr ovocadoumar ev oluçãonopensament o
humanoei naugur ado
umanov af ormadev i
v er, asf unçõesmai simpor t ant esdai nteli
gênci aqueel e
expr essounãot êm si do
i
ncor por adasnassoci edadesmoder nas.Vi vemosnaer adaal tat ecnologia,
tudoémui tov eloze
sofist icado.Par ecequet udooqueel eensi nouev i
v euét ãoant igoqueest á
forademoda.Por ém seus
pensament ossãoat uai sesuasaspi raçõesai ndasão, comov eremos,
chocant es.
Per demosocont at ocom ascoi sassi mpl es, per demosopr azerdei nvesti
rem
sabedor ia.Um dos
mai or esr i
scosdousodaal tatecnol ogia,principal ment edoscomput adores,é
engessaracapaci dadede
pensar .Lembr emosqueaquel esquesãov iciadosnascal culadorasmui t
as
vezesseesquecem decomo
fazer
asoper açõesmat emát icasmai ssi mpl es.
Tenhoescr it
osobr eat ecnof obiaouf obiadenov ast écni cas.Omedodeusar
nov ast écni caspode
refl
et irum sent iment odei ncapaci dadedei ncor por arnov osapr endi zados.
Todav i
a, apesardeapoi aro
usodenov ast écni casedi scorrersobr eat ecnof obi a,a“ internetdependênci a”e
atecnodependênci a
podem engessaracr i
at i
v idadeeaar t
edepensar .
OsEUAsãoasoci edademai sr i
cadogl obo.Al ém di sso, sãooest andarteda
democr aci a.
Entr etant o, af armacodependênci a, adi scri
mi naçãor acial eav iolênci anas
escol assãosi nai sdequea
ri
quezamat eri
al,oacessoàal tat ecnol ogiaeàdemocr aci apol í
ticasão
i
nsuf icient espar aexpandi ra
qual idadedev idapsí quicaesoci al dohomem.
At ecnopedagogi a, ousej a, atecnol ogiaeducaci onal ,nãot em consegui do
produzi rhomensque
amam at olerânci a, asol idar i
edade, quev ençam apar anói adeseronúmer oum,
quet êm pr azerna
cooper açãosoci al esepr eocupam com obem- est ardosconsóci osdesua
soci edade.
Ademocr aci apol íti
capr oduzal i
ber dadedeexpr essão, masel anãoéporsi
mesmager ador ada
l
iber dadedepensament o.Al iber dadedeexpr essãosem al iberdadedo
pensament opr ov ocai númer as
distorções, umadasquai séadi scri
minação.Pori
ncrívelquepareça,as
pessoasnãocompr eendem que
doisser eshumanosquepossuem osmesmosmecani smosdeconst ruçãoda
i
nt el
igênci anãopodem
j
amai sserdi scri
minadospelafinacamadadecordapel e,pordi
ferenças
culturais,nacionali
dade,sexoe
i
dade.
Jesusv ivi
anumaépocanaqual adi
scri
minaçãofaziapartedarotinasocial
.Os
quet inham a
ci
dadani aromanaseconsi der
avam acimadosmor tais.Deoutrolado,acúpula
j
udai ca, porcarregaruma

cultur ami l
enar ,seconsi der avaacimadapl ebe.Abai xodapl ebehav i
aos
publ icanosoucol et oresde
i
mpost osqueer am umar açaodi adapel ocol abor acionismocom Roma, os
l
epr ososqueer am bani dosda
soci edadeeaspr ost itutasqueer am apenasdi gnasdemor te.
Cont udo, apar eceuum homem quecol ocoudeper naspar aoaraquel a
soci edadet ãobem def inida.
Sem pedi rlicençaesem sepr eocuparcom asconseqüênci asdoseu
compor tament o, ent rounaquel a
soci edadeer ev oluci onouasr el
açõeshumanas.El edialogav aaf avelment ecom
aspr ostitutas, j
ant avana
casadel epr ososeer aami godospubl icanos.E, paraespant odosf ariseus,
Jesusai ndat ev eacor agem de
dizerquepubl i
canosemer etr
izesospr eceder iam nor einodeDeus.
Cristoescandal i
zouosdet ent oresdamor al desuaépoca.Or egimepol ít
ico
soboqual elev i
v i
aer a
totalitário.Ti bér io, imper adorr omano, eraosenhordomundo.Por ém, apesar
dev i
v ernum r egi me
antidemocr át i
co, sem nenhumal i
berdadedeexpr essão, elenãopedi ul i
cença
paraf alar.Porondeel e
andav a, tr
azi aal egr i
a, masnãopoucasv ezest ambém pr oblemas, poisamav a
expr essaroquepensav a,
eraum pr egadordal iber dade.Mas, porsepr eocuparmai scom osout rosdo
queconsi gomesmo, sua
l
iber dadeer apr oduzi dacom r esponsabi lidade.
Mi l
hõesdej ov ensest ãoest udandonassoci edadesmoder nas.El esv i
v em num
ambi ente
democr ático, quel hespr opi ci
aal i
berdadedeexpr essão.Cont udo, sãol i
vres
porf or a,masnãono
terri
tór iodospensament os.Pori sso,sãopr esasf áceisdadi scrimi nação, da
violênci asoci al, da
autov i
olênci a, dapar anói adaest éti
caedasdoençaspsí quicas.Mui t
osdesses
j
ov enssuper dimensi onam
ov alordeal gunsar ti
st as, políti
cosei ntel ectuai segr avitam em t or nodassuas
i
déi asecompor tament os
enãosabem que, aosuper dimensi oná-los, estãodi minuindoasi mesmos,
reduzi ndooseupr ópr i
ov alor.
Apr enderaconst ruirumal iberdadecom consci ênciacrítica,apr otegera
emoçãoeadesenv olvera
capaci dadedev eromundot ambém com osol hosdosout rossãof unções
i
mpor tant íssi masda
i
nt eligênci a, mast êm si dopoucodesenv olvidasnomundodemocr át i
co.
Vivemosumacr iseeducaci onal sem pr ecedent es.Est amosr esolv endonossos
probl emasext ernos,
masnãoosi nter nos.Somosumaespéci eúnicaent redezenasdemi l
hõesde
espéci esnanat ureza.Por
pensaret erconsci ênci adof i
m dav ida, colocamosgr adesnasj anel aspar anos
def ender ,ci ntosde
segur ançapar anospr oteger ,cont r
atamosopedr eiropar acor r
igirasgot ei
ras
dot elhado, oencanador
par asol uci onarov azament odat or
nei ra,todav i
anãosabemoscomoconst rui
r
amai si mpor t
ant e
prot eção, apr ot eçãoemoci onal .Àmí nimaof ensa, contrari
edadeeper da,
det onamosogat i
l
hoi nst intivo
daagr essi v i
dade.
Ahi stór i
adesangueev i
ol açãodosdi reitoshumanosdepõecont r aanossa
espéci e.Nassi tuaçõesde
conf l
itosusamosmai sosi nstintosdoqueaar tedepensar .Nessassi tuações,
av iolênci asempr ef oi uma
ferrament amai sut ilizadadoqueodi ál ogo.
Oshomenspodi am serv iolent oscom Cr isto,masel eeradócilcom t odos.
Quandooshomens
vieram pr endê- l
o, eleseadi ant oueper gunt ouaquem pr ocuravam.El enão
admi tianãoapenasa
violênci af ísica, masat émesmoav i
olênci aemoci onal.Disse: “
Qual querum
quei rarcont raseui rmão
estásuj eitoaoj ulgament o” 8.At éai ranãoexpr essanãoer aadmi tida.Osque
andav am com el etinham
deapr endernãoapenasav iverem pazdent rodesi mesmos, masat émesmoa
set or narpaci ficador es.
Noser mãodomont edasOl iveir
as, bradouel oqüent ement e:“Bem- av enturados
ospaci ficador es, por que
ser ãochamadosf il
hosdeDeus” 9.
Nassoci edadesmoder nas, osbem- av enturadossãoaquel esquet êm st atus
soci al, dinhei ro, cultur a
acadêmi ca.Todav i
a, par aaquel emest reincomum, osbem- aventur adossão
aquel esqueexal am apaz
ondequerqueest ejam, queat uam comobombei r
osdaemoção, quesão
capazesdeabr andarai r
a, o
ódio, ai nv eja,oci úmee, aindaporci ma, est i
mul arodi álogoent reaspessoas
com asquai sconv ivem.
Noseupensament o, sef or mosi ncapazesder ealizartal t
arefa,nãosomos
feli
zesnem pr iv i
legiados.

Nassociedadesmodernas,aspessoasamam oindi
vi
dual
i
smoesepreocupam
poucocom obemest ar
dosoutr
os.At rocadeexper
iênci
asdevidaset
ornouumamer
cador
iaescassa.
Fal
am cadav ezmais
domundoext er iorecadav ezmenosdesi mesmos.I nf elizment e, aspessoas
sóconseguem f al ardesi
mesmasquandov ãoaum psi qui atraoupsi coterapeut a.
Lembr o- medeumapaci enteque, noaugedosseusci nqüent aanos, disse-me
quequando
adol escent epr ocur ousuamãepar aconv ersarsobr eum conf l
itoqueest ava
atrav essando.Amãe,
ataref ada, dissequenãot i
nhat emponaquel emoment o.Ogest odessamãe
mudouahi st ór i
adev ida
dessaf i
lha.Pornãoconsegui rdeci fraraangúst i
adesuaf ilha, ela,com um
simpl esgest o, sepul toua
comuni caçãoent reelas.Af il
hanuncamai sapr ocuroupar aconv ersarsobr e
suasdor esedúv i
das.
Omest redeNazar éeraomai ordet odososeducador es.El eer aomest reda
comuni cação.Nãoque
fal
assemui to, mascr iav aumaat mosf erapr azerosaesem bar reir
as.
Consegui aouv iroqueaspal av ras
nãodi ziam.Consegui aper scr ut arospensament oscl andest i
nos.Aspessoas
sesur pr eendi am pel a
manei racomoel eseadi ant avaepr oferiaospensament osqueest avam
represadosdent rodel as.Sesó
consegui mosouv iroqueaspal av rasacusam, nãotemossensi bil
idade, somos
mecani cistas.
Jesusnãocat ivav aaspessoasapenaspel osseusmi lagr es, masmui t
omai s
pelasuasensi bilidade,
pelamanei rasegur a,af ável epenet r
ant edeser .Nãoquer iaqueaspessoaso
segui ssem pel osseusat os
sobr enat urai s,nem pr ocur av asi mpat i
zant esqueoapl audi ssem, mascomo
gar i
mpei rodocor ação
procur av ahomensqueosegui ssem com l iberdadeeconsci ênci a.Procur ava
homensque
compr eendessem suamensagem, quev ivessem umav idabor bul hantedent ro
desi mesmos, par adepoi s
mudar em omundoqueosci rcundav a.
Umaexper iênci aeducaci onal
Ultimament e, dev idoàsmi nhaspesqui sassobr eai nteligênci adeCr i
sto, t
enho
dadoconf er ênci asem
diversoscongr essoseducaci onai ssobr eum t emaousadoei ncomum: “
A
Inteli
gênci adoMest redos
Mest resAnal isadapel aPsi col ogi aeApl icadanaEducação” .
Oseducador es, ant esdeouv irem ami nhaabor dagem, têm f icadoi nt
ri
gados
com ot emapr opost o.
Umanuv em depensament osper t urbador esci rculanosbast idor esdesuas
ment es.Af inal decont as,
nuncat inham ouv idoni nguém f alarsobr eesseassunt o.Fi cam chocadose, ao
mesmot empo, cur i
osos
par asabercomoser áabor dadaaper sonal i
dadedeCr ist oequet i
pode
aplicaçãopoder áserf eitana
psicol ogi aenaeducação.Al gunsi ndagam: comoépossí v el estudarum t ema
tãocompl exoepol êmi co?
Oqueum psi qui atraepesqui sadordapsi col
ogi atem adi zeraest er espeit
o?
Ser áqueel ef aráum
discur sor el
igioso?Ser áqueépossí velextr
airsabedor iadeumapessoaquesó
éabor dada
teologi cament e?
Ant esdei ni
ciaressaspal estras, sabiaqueoseducador esconst ituíam uma
platéiadepessoas
het erogêneas, tant oem cul tur a,quant oem religi
ãoehabi li
dadesi nt elect
uais.
Sabi at ambém quesuas
ment esest avam em suspenseesat uradasdepr econceitos.Comot enho
apr endi doaserousadoef i
el à
mi nhaconsci ênci a, eunãomei mportavacom osconf l
itosi ni
ciais.Após
começaradi scur sarsobr ea
i
nt eli
gênci adeCr isto,ospr ofessor escomeçav am poucoapoucoaseencant ar.
Começav am ar elaxarea
ser ecost arcadav ezmai sem suaspol t
ronas:osi lênci
oer atotal,a
concent raçãoer aenor meea
par ti
cipaçãodel esset or navaumapoesi adopensament o.
Apósot érminodessaspal est ras,mui t
oseducador essel evantavam e
aplaudi am ent usi asticament e,
nãoami m, masaoper sonagem sobr equem euhav iadiscor r
ido.Rel atavam a
umasóv ozquenunca
compr eender am Cr istodessaf orma.Nuncapensar am queel ef osset ãosábio
eint eli
gent eequeoqueel e
viveupoder iasernãoapenasapl i
cadonapsi cologiaenaeducação, mas
também em suaspr ópriasv idas.

Nuncai magi nar am queser iapossí veldiscorrersobr eelesem t ocarem uma


reli
gi ão, dei xandouma
aber t urapar aquecadaum segui sseoseupr ópri
ocami nho.
Nãopoucosr elatar am queaocompr eenderahumani dadeel evadadeCr isto
suasv idasganhar am um
out rosent i
doeaar tedeensi narganhouum nov oalento.Cont udo, nãome
ent usi asmomui to, poi s
demor aráanospar aqueasuaper sonali
dadesej aest udadaeapl i
cadano
cur rículoescol arepar aqueos
alunoseospr ofessor esdi scor r
am sobr eelesem t emor es.Dequal querforma,
umasement ef oi plant ada
et alv ez ,nof utur o, germi ne.
Assal asdeaul at êm set or nadoum ambi ent eestr
essant e,àsv ezesumapr aça
deguer ra, um campo
debat alha.Educarsempr ef oiumaar t
epr azerosa,masat ualmentet em sido
um cant eirodeansi edade.
SePl at ãov i
vessenosdi asdehoj e,el
eseassust ar
iacom ocompor tamento
dosj ov ens.Est eaf ável e
i
nt eligent efil
ósof odi scor r
euqueoapr endizadoger avaum r arodel ei
te.Todavia,
opr azerdeapr ender ,
dei ncor por aroconheci ment oestácambal eante.Émai sf áci
ldart udopr onto
aosal unosdoqueest imulál os
apensar .Pori sso, infeli
zment e,t
emosassi stidoaum f enômenoeducaci onal
paradoxal :
“Aprendemoscadav ezmai saconheceropequení ssimoát omoeoi menso
espaço, masnãoapr endemos
aconheceranósmesmos, asercami nhantesnast rajetóri
asdonossopr óprio
ser”.
Algunsdosdi scí pulosdomest redeNazar ét i
nham um compor tament opiordo
quemui tosal unos
rebeldesdaat ual i
dade, masel eosamav ai ndependent ement edosseuser ros.
OsemeadordaGal i
léia
estavapr eocupadocom odesaf iodet r
ansfor má-los.El eerat ãocat ivanteque
desper touasededosaber
naquel esj ov ens, em cuj asment esnãohav iamai sdoquepei xes, aventur ano
mar ,impost ose
preocupaçãocom asobr evivênci a.
Algoacont eceunocer nedaal maedoespí rit
odel esedemi l
har esdepessoas.
Amul tidão, cat ivada,
l
ev antav ademadr ugadaepr ocur avaporaquel ehomem ext r
emament e
atraent e.Porqueoshomensse
sentiam at raídosporel e?Por quev i
ram neleal goal ém deum car pinteiro,algo
mai sdoqueum cor po
surradopel av ida.Enxer garam nel eaqui l
oqueosol hosnãoconseguem
penet rar.
Omest reoscol ocounumaescol asem mur os,aoarl i
v re.E,porest r
anhoque
pareça, nuncadi zi a
ondeel eest arianodi asegui nte, ondeser i
aopr óximoencont ro,senapr aia,no
mar ,nodeser to, no
mont edasOl iveiras, nopór ti
codeSal omãoounot empl o.Oquei ndi
caqueel e
nãopr essi onav aas
pessoasasegui -lo,masdesej av aqueel asopr ocur assem espont aneament e:
“Quem t em sedev enhaa
mim ebeba” 10.
Osseussegui dor esent raram numaacademi adesábi os, numaescol ade
vencedor es.Aspr i
mei r
as
l
içõesdadasàquel esqueal mej av am serv encedor eser am: apr enderaper der,
reconhecerseusl imit es,
nãoquer erqueomundogr avitasseem t ornodesi , romperoegoí smoeamar
aopr óxi mocomoasi
mesmo.
Almej av aqueel esseconhecessem i nti
mament eef ossem t r
ansf ormados
i
ntrinsecament e.Ost ext os
dassuasbi ogr afiassãocl aros, eleambi ci
onav amudarasuanat urezahumana,
enãomel hor á-laou
reformá- l
a.

CAPÍ
TULO3
MANIFESTANDO
SUAINTELI
GÊNCIA
ANTESDE
TOMARO
CÁLI
CE
Ospar tidospol íti
cosdeI sr ael
Ant esdedi scor rersobr eocál icedeCr isto,gost ar i
adecoment ar
sintet icament esobr eacúpul a
j
udai caqueocondenou.Nasuaúl timasemanadev ida, aint eli
gênci ado
mest ref oi intensament et est ada
pelospar t i
dospol íticosquecompunham acúpul aj udai ca: osf ariseus, os
saduceuseosher odi anos.
Apesardet est ado, omest redeNazar ési l
enci out odososi ntelect uaisdeI sr ael
.
Osf ar i
seusper tenci am àmai si nfl
uent edassei tasdoj udaí smonot empode
Cr i
st o.Porser em j udeus
ortodoxos, ozel opel al ei mosai caosl ev av aaumaobser vânci aest ri
tadal ei e
desuast radi ções, embor a
exter naedegener ada.Conheci am asEscr i
tur as11, jejuav am eor av am;
ent retant o, viviam umav i
da
super ficial,poi ssepr eocupav am mai scom oext er i
ordoquecom oi nteri
or .Os
fariseuser am os
i
ni mi gosmai sagr essi vosdeJesus.El esdav am or densaoshomensqueel es
mesmosnãoconsegui am
cumpr ireseconsi der av am j ust osaosseuspr ópr iosol hos12.
Osescr i
basper tenci am ger alment eaopar tidodosf ariseus.Er am membr osde
umapr ofissão
altament er espei t
adaem suaépoca.Reuni am àsuav oltadi scípulosaquem
i
nst ruí am sobr eas
possi bili
dadesdei nt erpr et açãodal ei
, poiser am est udant espr ofissionaisdal ei
edassuast radi ções.
Também at uav am comoadv ogados, sendo- lhesconf iadaacondi çãodej uízes
nosi nédr io13.
Ossaduceus, cuj osmembr ospr ov
inham pr inci pal ment edascl assesmai s
abast adasedosacer dóci o,
eram osant i
-sobr enat uralist asdaépocadeCr isto.Nãocr iam nar essurreição
cor por al enoj uízo
futur o14.Embor adef endessem al eiescr it
a, cr i
t i
cav am ast radiçõesor ai
s
obser v adaspel osf ariseus.
Eram opar tidodasf amí liasdossumosacer dot esdeJer usal ém, com
i
nt eressesdi retosnoapar elhode
cultodot empl oef reqüent ement ecol abor av am com osgov ernant esr omanos.
Opunham- seaCr ist ocom
i
gual veemênci aàdosf ariseusef oram porel econdenadoscom i gual
sev er i
dade, embor acom menos
freqüênci a15.
Osher odi anoser am um par t
idomi noritáriodeI srael.Er am mal v i
st ospelos
demai spar ti
dospel a
i
deol ogi aquecar regav am deconv ivercom oI mpér i
oRomano. Onome
her odi anoder ivador ei
“Her odes, ogr ande” .Her odes, comov er emos, set ornouogr ander eidaJudéi a
edaGal il
éia.Er aum r ei
poder osoecr iativo, mas, aomesmot empo, um car rascosangui nár i
o.Foi ele
quem mandoumat aras
criançasmenor esdedoi sanosobj eti
v andodest ruiromeni noJesus.
Um perturbadordaor dem soci al
Omest reimpl odi uamanei radepensaredev iverdoshomensqueconst it
uíam
acúpuladeI srael.A
cúpuladeI sraeler arí
gida,radical,
mor ali
sta.Comodi sse,el
aodiavaos
col
etoresdei mpost ose
apedrej
av aaspr osti
tutas.Nãosemi sturavacom aspessoassi mplesepouco
seimpor t
av acom suas
necessidadesbási cas.Entretanto,apar eceunaquelesaresum homem si mpl es,
masquepossuí auma
el
oqüênci aincomum.
Surgi
uum homem sem apar ência,masqueencant av
aasmul t
idões.Um
homem quet i
nhacor agem
deexpressarqueer aopr ópriofil
hodeDeus, fi
l
hoúni codoautordaexi st
ência.
Paraoespant odacúpul a
j
udaica,nãobast asseessa“ heresi
a”, eleaindadiscursavasobrealinguagem
doamoreer aaf ávelcom os

mi ser ávei sdeI srael .Estehomem per vert


iaamor alreinantenaquel asociedade
mi l
enar .Chegav aat éa
per doarer ros,falhas, “
pecados” .Paraosj udeus, soment eoDeusal tí
ssimo
poder iat ertalatribut o.
Apar eceuum homem quenãot i
nhamedodesermor toenenhum r eceiode
dizeroquepensav a, pois
além dechamaramaqui agem mor ali
stadosf ariseusdehi pocrisia,tevea
cor agem dedesaf iarogov erno
deRoma.Mandouum r ecadodest emi doaov i
olent oHer odesAnt i
pas( fi
lhode
“Her odes, oGr ande” ),
gov er nadordaGal i
léia,aquel equemandoucor taracabeçadeJoãoBat i
sta.
Chamou- oder aposaedi sse
com umaousadi ai ncomum quenãomor rerianaGal il
éia,masquecami nhari
a
hoje, amanhãedepoi s,at é
chegaràJudéi a,“ por quenãoseesper aqueum pr ofetamor r
af or ade
Jer usal ém” 16.Her odesquer i
a
mat á-lo,masel enãoot emi a,apenasquer iamor rerem Jer usalém, enãona
Gal il
éia.
Jesusper t
urbav at ant oosi ntelectuaisdeI sraelquecausav ainsôni aem quase
todosel es.Osseus
pensament osesuamanei r
adeserseconf r
ontav am com adel es.Apenas
Nicodemos, JosédeAr imat éiae
algunsout rosf ariseusf oram seduzi dosporel e.Agr andemassadacúpul a
j
udai ca, quecompunhao
sinédr io, odiava-oequer iamat á-l
odequal quermanei ra.Mascomomat á-l
ose
opov ooamav aeest av a
cont inuament eaoseul ado?Ent ãocomeçar am at estarasuai nt eli
gênciapar a
verseel ecaí aem
cont radi çãoeseaut odest ruíacom suaspr ópriaspal av r
as.Test aram asua
capaci dadedepensar ,sua
i
nt egr idade, suaper spicáci a,seuconheci ment osobr easEscr it
ur asant i
gas, sua
relaçãocom anaçãode
Israel ecom apol ít
icar omana.
Nãopodemosnosesquecerdequeacul turadeI srael sempr ef oi umadasmai s
brilhant esequeos
i
nt elect uai sdessasoci edadet inham gr andecapaci dadei ntelect ual .Por tant
o,
aot está- l
o, elesl he
prepar aram per gunt asqueer am v erdadei rasar madi l
hasi ntelect uai s.
Dificilment eal guém consegui ria
escapardessasar madi lhas.Par aal gumasdessasper gunt assi mpl esment enão
exist i
am r espost as.
Ent retant o, aquel ehomem, mai sumav ez, deixou-osconf usoscom sua
i
nt eligênci a.Al gunsat éf i
caram
per plexosdi ant edasuasabedor ia.Vej amosum exempl o.
Silenci andoosf ar i
seuseosher odi anos
Jesuscausout ant ai ndi gnaçãoaosseusoposi toresquepr oduzi ual guns
fenômenospol íti
cosquase
i
mpossí veisdeocor rer .Oshomensdepar ti
dosr adicalment eopost osse
uni ram par adest r
uí-lo.Os
fariseust inham gr ander i
xapol íti
cacom osher odianos.Ent ret anto, por
consi derar em ocar pi nteirode
Nazar éumagr andeameaça, elesseassoci aram par aest abel eceruma
est ratégi acomum par amat á-
lo.
Aquel esi mpl eshomem daGal iléiaf oi consi deradoumaameaçaànaçãode
Israel mai ordoquea
causadapel opoder osoI mpér i
oRomano.Acúpul adeI srael tinhamedodeque
elef ossecont ami nara
naçãocom suasi déi as.Def ato, elat i
nhar azãodet emê- l
o, poi ssuasi déias
eram al tament econt agi antes.
Sem pegarem qual quert ipodear ma, omest redeNazar écausouamai or
rev oluçãodahi st óriada
humani dade. ..
Osf ar i
seuseosher odi anosengendr aram umaexcel enteest ratégi apar a
dest ruí-lo.El espr oduzi ram
umaper gunt a, cuj ar espost aoaut odest ruiri
a,poisocol ocar i
acont raRomaou
cont r
aanaçãodeI srael .
Vier am at éel ee, i
nici alment e,começar am af azercélebr esbaj ulações.
Elogi aram suai nteligênci ae
capaci dade.Di sser am: “Mest re,sabemosquef alaseensi nascor ret ament ee
nãoconsi der asaapar ência
doshomens, ant esensi nasocami nhodeDeuscom t odaav erdade” 17.Após
essal ongaef alsasessãode
elogi os, desf er i
ram ogol pemor tal.Pr opuser am umaper gunt apr aticament e
i
nsol úv el.Disser am:
“Mest re, élícitopagari mpost oaCésar , ounão? ”18.

Qualquerrespostaquedesseocompr ometeri
a:ouocol ocari
acomot r
aidorda
naçãodeI sraelouem
confront
odi ret
ocom oI mpéri
oRomano.Sedef endessealiberdadedeIsraele
dissessequeer ail
íci
to
pagarimpost oaCésar ,
osseusoposi
toresoent r
egari
am aPi l
atosparaque
fosseexecutado,embor a
também consi der
assem inj
ust
otal
tri
buto.Sedissessequeer alíci
topagar
tri
but oaCésar ,aquel es
homensoj ogar i
am cont raopov oqueoamav a, poi sopov opassav af omena
época, eum dosmot iv os
eraoj ugodeRoma.Nãohav i
asol ução, anãoserquesei ntimi dasseese
omi ti
sse.Suaspal av ras
cert ament eabr iri
am av aladasuasepul tura.
Nassoci edadesdemocr áti
casni nguém écondenadoporexpr essarseus
pensament oseconv icções.
Por ém, imper andonumasoci edadeoaut or i
tarismo, aspal av r
aspodem
condenaral guém àmor te.
NaRússi adeSt alinmui toshomensf oram condenadosporal gumaspal av ras
ougest os.Ent rarna
rotadecol isãocom Moscouer aassi narasent ençademor te.Mi lhõesde
homensf oram mor tos
i
njust ament eporSt al in,quesemost rouum dosmai orescar rascosdahi stória.
Mat ouquaset odososseus
ami gosdej uv entude.Hav iaumav erdadei rapol íticadet errorper correndoos
vasossangüí neosdaquel a
soci edade.Mui tosmor reram apenaspor quei nt er pretaram di storcidament e
seuspensament os.O
aut or i
tar ismoesmagaal i
ber dadedeexpr essão.
NaépocadeCr isto, av idav al
iamui topouco.Hav iaescr av osem t odapar te.
Romaer adet ent oradas
l
eismai sj ust asdospov osant igos,tant oassi m queessasl eisi nfl
uenci aram o
direitonassoci edades
moder nas.Ent r
et ant o, aef icáciadal ei dependedai nterpr etaçãohumana.As
l
eis, ai ndaquej ust ase
democr át icas, mani pul adasporpessoasaut oritár iassãodi storcidasounão
aplicadas.
Ninguém podi aaf ront aror egimedeRoma.HádécadasopoderdeRomahav ia
set ransf er i
dodo
senadopar aoaut oritar i
smodeum i mper ador.Ti bér i
o, oimper adorr omanona
época, mandoumat ar
mui t aspessoasqueseopunham ael e.Pi lat
os, ogov ernadorpr epostoda
Judéi a, também er aum homem
brut al.Quest i
onaroi mpér i
oer aassinarasent ençademor te.
Osf ar i
seussabi am di sso, poi smui t
osj udeusf or am mor t
osdev idoapequenas
revol tasemot ins.
Dev em t erpensado: j
áqueRomaéum i nimigocr uel, porquenãocol ocarJesus
cont r aor egime?Ou
ent ão: senãoconsegui rmoscol ocá-l
ocont r
aRoma, ent ão, cer t
ament e,
consegui remoscol ocá- l
ocont rao
pov o.
Aper gunt aquel hef izer am er aameaçador a.Oi mpasseer agr ande.Qual quer
um sent i
riamedoe
calaf riosaor espondê- la.Quandosomossubmet idosaum i nt ensof ocode
tensão, fechamosasj anel asda
i
ntel igênci a.Imagi neum car rof r
eandoem ci madenós.Temosr eações
i
nst int ivasi medi at as, tai scomo
taqui car dia, aument odapr essãosangüí nea, daf reqüênci ar espi ratória.Tai s
reaçõesnospr epar am par a
l
utarouf ugir(tof ightort of l
ight)dosest ímulosest ressantes.Assim, quando
submet idoaum st ress
i
ntenso, ocor por eageeament eseretrai.Sobor i
scodev ida,travamosnossa
capaci dadedepensar .Se
Cristobl oqueassesuacapaci dadedepensar ,estari
amor to.
Sabiaquel ogoi riamor rer,masnãoquer iamor rernaquelahor aenem de
qualquermanei ra.Quer ia
mor rernum di adet er minadoedeum modopecul i
ar;morrercrucifi
cado, que
eraomodomai si ndi gnoe
angust i
ant equeoshomensj át i
nham inv ent
ado.Mascomoel epoder i
a
escapardai nsol úv el pergunt a
queosher odianoseosf ari
seusl hepropuser am?Comoel epoder iaabr ira
i
nteligênci adaquel eshomens
queest av am sedent osdesangue?
Umar espost asur preendent e
Cristot eriadedarumar espost aquenãoapenassaci asseosseusoposi tor
es,
masumaquecausasse
umar eaçãosur preendent enament edel es.Nãopodi aserumar espost a
apenasi nt el
igent e, t
inhadeser
espet acul ar,poissoment eassi m elaestancar i
aoódi oeosf ariadesi stir
daquel ei mi nenteassassi nato.
Omest repossuí aumasabedor i
aincomum.Oambi enteameaçadornãoo
perturbav a.Nassi tuações
mai st ensas, ele, aoi nv ésdet ravaraleit
ur adamemór i
aeagi rpori nstinto,
abriaol equedopensament o

econsegui adarr espostasbr i


lhanteseem t empor ecorde.Quandot odos
pensav am quenãohav iaoutra
al
ter nat iva,anãoserpenderpar aoladodeI sr
aeloupar aol adodeRoma, el
e
ossur pr eendeu.
Omest r
emandoupegarumamoeda, odr acma, eolhoupar aaef í
gienela
cunhada.Nel aestava
i
nscr ito: “Tibéri
oCezardeus” *
.Apósol haraef ígi
e,fi
touaquel eshomense
per gunt ou: “Dequem éessa
efígie? ”.Disseram: “
DeCésar ”
.Então,parasur presadeles,disse: “
Dai aCésaro
queédeCésarea
DeusoqueédeDeus” 19.
Tibér io,comoi mperadorr omano, queri
aserosenhordomundo.Écomum o
podercegara
capaci dadedepensaref azercom queosqueodet êm olhem omundodeci ma
par abai xoet enham
ambi çõesi lógicas.Naef í
gie,i
magem gr av adanodr acma, estav am cunhadas
asi ntençõesdeTi béri
o.
Tibér ioer aum si mplesmor tal
, masquer i
aserdeus.Porout rol ado,Crist
o,que
ti
nhapoder es
sobr enat ur
aiset i
nhaost atusdeDeuspar aosseusí nti
mos, queri
aserum
homem, ofil
hodohomem.
Quepar adoxo!
Omest r
enãoseper t
urboucom aambi çãodeTi béri
oexpr essanaef í
gie,mas
usou- apar at orpedear
osseusoposi t
or es.Suar espost anãoest av anor ol daspossi bi
lidades
esper adaspel osf ar iseuse
her odi anos.El aosdei xouper plexos.Fi car am par alisados, sem ação.
Édi fícildescr ev erasi mpl icaçõesdasuar espost a.El esesper avam uma
respost aquef osseo“ sim ou
onão” ,ousej a, seer al ícitoounãopagarot r
ibut o,masel er espondeuo“ sime
onão” .Nest ar espost a,
elenãonegouogov er nohumano, tipifi
cadopel oI mpér i
oRomano, nem a
sobr ev ivênci adel epormei o
dopagament odei mpost os.Nel a,el etambém nãonegouahi stóriadeI sraele
suabuscaporDeus.
“Dai aCésaroqueédeCésar ”r ev elaqueCr i
stoadmi t
equehaj agov ernos
humanos, tipificadospor
César ,equesãof inanci adospel osi mpost os.“ Dai aDeusoqueédeDeus”
revel aquepar ael eháum
out rogov er no, um gov ernomi st er i
oso, invisível e“ atempor al”, o“ reinodeDeus” .
Est eésust ent adonão
pelo“ dracma” ,pel odi nhei rodosi mpost os, masporaqui loqueemanadocer ne
dohomem, pel assuas
i
ntenções, emoções, pensament os, atitudes.
Nassoci edadesmoder nas, osconsóci osf i
nanci am aadmi ni straçãopúbl ica
com seusi mpost oseest a
osr et ornaem benef í
ci ossoci ai s:educação, saúde, segur ança, si stema
j
udi ciár i
oet c.Nosr egi mes
aut oritários, bem comoem det er mi nadassoci edadesdemocr áticas, esse
retornoéf reqüent ement e
i
nsat i
sf atór i
o.NocasodeRoma, osi mpost ospagospel asnaçõesobj etivavam
sust ent arapesada
máqui nadoi mpér io.Por t
ant o, mui tasnaçõesf i
nanci av am asmor domi as
romanasàscust asdosuoredo
sof ri
ment odoseupov o.
Jesusdi sseaosseusi nimi gosquedev eriam daraCésaroqueédeCésar ,mas
nãodi sseaquant ia
quesedev eriadaraRoma.Equandof alav adeCésarnãoest av aser eferindo
apenasaoI mpér io
Romano, masaogov ernohumano.Pormei odessar espost acur ta,masampl a,
elet ransf er i
ua
responsabi lidadedef inanci ament odeum gov ernonãopar asi ,maspar aos
própr ioshomens.
Aool har mospar aasmácul asdahi stória,taiscomoaf ome, asdoenças, as
guer ras, édi fí
cil não
fazer mosassegui nt esper gunt as: seháum Deusnouni versoporqueEl eestá
ali
enadodasmi sér ias
humanas?PorqueEl enãoext i
r paasdor esei njust i
çasquesol apam as
soci edades?
Jesusnãonegav aai mpor tânci adosgov ernoshumanosenem est av aalheio
àsmazel associ ais.
Cont udo, par ael e,est esgov er nosest av am nospar ênt esesdot empo.Seual vo
principal eraum gov erno
queest avaforadest esparênteses,por t
anto,
eterno.Segundooseu
pensament o,o“ eterno”tr
iunf
aria
sobreot empor al.Tendoumav ezt r
iunfado,oCriadorfari
aumapr estaçãode
contasdecadaser
humano, incl
uindot odososgov er
nant ese,assi
m, reparar
iatodaviol
ênciae
todalágri
mader ramada.
Em suasbi ografias,podesecompr eenderque,aocont rár
iodogov er
no
humanoquepr i
mei ramente
cobraosi mpost osedepoi sosr etornaem benefíciossociai
s,o“r
einodeDeus”
nãocobr anada
i
nici
alment e.Elepr i
meiramentesupr eumasér i
edecoi sasaohomem: dáo
espetáculodav ida,oarpar a

ser espi r
ar ,at er rapar asear ar,ament epar apensareum mundobel opar ase
emoci onar .Apósdar
gratuit ament et odasessascoi sasdur ant eacur taexistênci ahumana, ele
cobr ar áor etor no.
Par aal guém quedeut anto, eradeseesper arumacobr ançaenor me, talcomo
aser v idãocompl et a
doshomens.Maspar aonossoespant o,Cristodi scursouqueamai or
cobr ançadoCr iadorser áamai s
subl i
meemoção, oamor .Par ael e,aqui loqueospoet asv i
ram em suas
mi r
agens, oamor , dev eria
permearahi stór iadecadaserhumano.
Essemest reer aper spicaz.Nenhumaexi gênciaét ãogr andeet ãosi ngel a
comoadeamar .Oamor
cumpr et odaj ust i
çaesubst itui todocódi godel eis.Essaf oi ahistóriadoseu
discípul ot ardioPaul o.Est e
viveraout roraembr iagadodei ra, masr eescr everaasuahi stóri
acom ast int
as
desseamor .Pori sso, foi
açoi t
ado, apedr ejado, rejeitado, esbof eteadoeat éconsi deradocomoescór i
a
humanaporamordaquel es
queum di aodi ou.
Um r ei nodent rodohomem
Jesuser asegur oemi ster ioso.Pr oclamav aqueseuPai eraoaut orda
existênci a.Por ém, em v ezde
desf rut ardepr i
v il
égi oseseassent aràmesacom Ti bér i
oeossenador es
romanos, pref eriusemescl ar
com aspessoasquev i
viam àmar gem dasoci edade.
Aoquet udoi ndi ca, com al gunsmi l
agr espoder i
af azercom queomundose
prost rasseaosseuspés,
i
ncl usi veoi mper adorr omano.Todav ia, nãoquer i
aot ronopol íti
co.Al mej avao
tronodent r odohomem.
Discur sav anaquel ast errasár idasal goj amai spensadopel osi ntelectuaise
pelosr eligiosos.Rel atav a
conv ict ament equeDeus, embor aet erno, i
nvisí
v eleoni potent e,quer i
ai nstal
aro
seur ei nonoespí rito
humano.
Nãoéessedesej oest ranho?Embor ahaj atantoespaçonouni versopar ao
Todo- poder osor ecost ara
sua“ cabeça” ,segundoocar pi ntei
r odeNazar é, El
epr ocuraohomem comosua
mor ada, embor aest e
sejat ãosat uradodedef eitos.Pori ssoensinouoshomensaor arpelav i
nda
dest er ei
no: “
Venhaanóso
teur eino, sejaf eitaat uav ont ade” 20.Chegouat éabr adaraltissonante:“
Buscai
pri
mei roor ei
nodeDeus
etodasasout r ascoi sasv osser ãoacr escentadas” 21.
Rompendoocár cereint electual
daspessoasr ígi das
Osf ar i
seuseosher odi anosf or am der rot
adoscom apenasumaf r
ase.El
es
quer i
am, em seu
radicalismo, mat araquel edóci l
homem.
Todapessoar adi calnãoconseguef azerumal eit
uramul ti
focal damemór i
ae
extrairinfor mações
quel heper mi tam pensarem out raspossi bi
li
dadesal ém daquel anaqual
ri
gidament epensa.Jesusf oi
vít
imadopr econcei tuosi smodosl íderesdeIsr ael.El
esest avam engessados
em suasment es.Não
consegui am v ernel enadamai sdoqueum agi tador ,
um rev olucionár
ioou
entãoum nazar enodi gnode
despr ezo.
Ar i
gi dezéocâncerdaal ma.El anãoapenasf ereosout ros, maspodeset ornar
amai sdr ást i
ca
ferr
ament aaut odest rutivadohomem.At épessoasi nter
iorment ebelaspodem
seaut oferirmui to,se

forem r ígidaseest rei


tasnamanei radepensarseust ranstornospsíquicos.Em
psicot erapia, umadas
met asmai sdi f
íceisdeseral cançadaér omperar igi
dezi ntelectualdos
pacient es, principalmentesej á
passar am port r
atament osf r
ustr
ant es, econduzi -
losaabr i
rasj anel
asdesuas
ment eser enov arassuas
esper anças.
Aspessoasqueacham queseupr obl emanãot em sol uçãocr i
am umabar rei
ra
i
ntransponí veldentro
desi mesmas.Assi m,atédoençast ratáv ei
s,comoadepr essão, otranstor
no
obsessi voeasí ndromedo
pânico, set ornam resistentes.
Nãoi mpor taot amanhodonossopr obl ema, masamanei racomoov emoseo
enfrent amos.
Precisamosdesengessarnossasi nteligênciaseenxer garaspessoas, os
conflitossoci aiseasdi ficul
dades
dav idasem medo, demanei raabertaemul t
ifocal
.
Aesper ançaeacapaci dadedesecol ocarcomoapr endi zdiantedav i
dasãoos
adubosf undament ais
dosucesso.Omest redeNazar éest av aquer endopr oduzirum homem l i
v r
e,
sempr edi spost oaapr endere
saturadodeesper ança.Obj eti
vavadesobst ruirament edaquel esqueo
cir
cundav am, tantodosseus
segui dor escomodosseusoposi t
or es.Est avasempr equer endohast eara
bandei r adal iber dadedas
pessoas, pori ssoapr ovei tav at odasasopor tunidadespar aexpandi ra
capaci dadedej ulgament oeol eque
depossi bili
dadesdopensament o, oquef aziadel eum mest reinigual áv el.
Nóspr ov ocamosaspessoasr ígidaseast ornamosmai sagr essiv asai nda.El e,
aocont r
ár io, com
br andur ai nst igav aai ntel i
gênci adel aseacal mav aaságuasdaemoção.
Sabi aqueosseusoposi tor esquer iam mat á-loaopr opor-lheaquel aper gunta,
mascomoconsegui a
ouv iroqueaspal av rasnãodi ziam ecompr eenderosbast idoresdai nt eli
gênci a
humana, deuuma
respost aaber taei nesper ada.Suar espost af oitãointri
gant equedesobst rui
ua
ment edosseusoposi t
or es,
apl acando- lhesai ra.
Aquel eshomenst ransi tav am pel asav eni dasdobi nômi odocer t
o/ er rado,
mor al/imor al ,feio/ boni to.
Omundodel est i
nhaapenasduasal t
ernat i
vas, sim enão, masomundo
i
nt el ect ual domest redeNazar é
tinhai númer asout raspossi bili
dades.
Nassi tuaçõesmai st ensas, elenãoseembar açav anem sepr eocupav aem t er
reaçõesi medi atas.El e
pensav aant esder eagi renãor eagiaant esdepensar .Def at o,mer gul hav a
dent rodesi mesmoeabr iaas
j
anel asdasuament epar aencont r
arasi déiasmai slúcidaspar auma
det er mi nadaper gunt a, dificul dade
ousi tuação.Dest emer gul hoi nt eri
oremanav am seuspensament os.
Mar av il
hadoscom suasabedor ia,os
far iseuseosher odi anosser etiraram desuapr esença.
Inf elizment e, somosdi fer ent es.Gr andepar t
edosnossospr oblemassur ge
por quer eagi mosant esde
pensar .Nassi tuaçõesmai st ensasr eagimoscom i mpul sividade, enãocom
i
nt el igênci a.I nfel i
zment e,
nossent imosobr igadosadarr espost asi medi atasdi antedasdi ficul dadesque
enf r ent amos.Tr av amos
nossacapaci dadedepensarpel anecessi dadepar anóicadepr oduzi rr espost as
soci ais, poi st emosmedo
depassar mosport olosouomi ssossenãor esponder mosi medi atament e.
Pr eci samosapr enderapr ot egernossasemoçõesquandoof endidos, agredidos,
pr essi onados,
coagi doser ejeitados, casocont rário,aemoçãosempr eabor t
aráar azão.A
conseqüênci ai medi at adessa
falt adedef esaemoci onal ér eagi rmosi rracional eunifocal ment e, enão
mul tifocal ment e.
Pr eci samosabr irol equedenossasment esepensarem di v er
sasal ternativas
diant edosdesaf iosda
vida.Omest re,ant esdedarqual querr espost a,honr avasuacapaci dadede
pensarepensav acom
l
iber dadeeconsci ênci a, depoi sdesf eriasuasbr i
lhantesi déias.Soment e
alguém queél i
vr epordent ro
nãoéescr av odasr espost as.
Quem gravi
taem t ornodospr obl
emasenãoapr endeafazerum “st
op
i
ntrospect
ivo”,ouseja,parar
epensarantesder eagi
r,f
azdaspequenasbar reir
asobstácul
osintr
ansponív
eis,
daspequenas
dif
icul
dadespr oblemasinsolúvei
s,daspequenasdecepçõesum marde
sofri
mento.Infel
izmente,pornão
exerci
taraartedepensar ,tendemosatransf
ormarumabar at
anum dinossauro.

Preci
samosaprendercom omest
redaescol
adav
idaasercami
nhant
esnas
tr
ajet
óri
asdenosso
própr
ioserenãotermedodepensar
.

CAPÍ
TULO4
ASATITUDES
I
NCOMUNSDECRISTONA
ÚLTI
MACEI A:
AMISSÃO

Aúl timanoi te
Jesusest av apar aserpr eso.Em al gumashor as, começar iaoseumar tíri
o.A
últ
imanoi tequepassou
com seusdi scípul osf oi i
ncomum.Umanoi tedi ferentedet odasasout ras.A
partirdel a, el eser iapr eso,
j
ulgado, tortur ado, cr ucifi
cadoemor to.Oambi ent edessanoi t
epoder i
ai nspirar
angúst iaemedoem
qual querum.Por ém oper sonagem pr incipaldaquel ecenár ioest
av atr
anqüi l
o.
Quandoest amosnapr oxi midadedesof rerum gr andet rauma, otemponão
passa, cadami nut oéuma
eterni dade.Cont udo, omest redeNazar éest av areunidocom seusdi scípul os
aor edordeumamesa,
tomandoasuaúl timar ef eição.Ochãor uíaaosseuspés, masel eper maneci a
i
nabal áv el.Nessecl ima,
elet ev eat itudesi nesper adas.
Chocandoosdi scí pul oscom ol av
ardospés
Naquel aal turaosdi scípul osov alorizav am intensament e, oconsideravam nada
menosqueopr ópr io
“fi
lhodeDeus” .Ent r
et ant o,naquelanoi te,elet omoual gumasat i
tudesque
chocar am t odosel es.
Nenhum serhumanoest ev eem umaposi çãot ãoal tacomoadel e.Todav ia,
paradoxal ment e, ninguém se
humi l
hout ant ocomoel e.El e,comocoment ei nopr imeirolivrodasér i
e
Anál ise...,quer endodar
prof undasl i
çõesdev i
danosúl t
imosmoment osant esdesuamor te,
tev ea
coragem deabai xar -seat éos
pésdosseusi ncul tosdi scí pulosel av á-l
ossi lenciosament e.
Omest redeNazar é, pormei odesuai ntriganteesi l
enciosaat it
ude, v
acinou
seusdi scí pul oscont r ao
i
ndi vidual ismo.I naugur ouumanov af or madev iveredeser el
aci
onar .
Introduzi unocer nedel esa
necessi dadedet oler ância, debuscadeaj udamút ua,deapr enderasedoar .
Oscomput ador esagem porpr incí
pioslógicos.El espodem at éapl i
carl eise
estabel eceraj ust i
çasem
asf alhashumanas.Ent retant o,jamaisdesenv ol
ver ãoaar tedatolerânci a,
solidar iedade, per cepçãodador
doout ro.Essasf unçõesdai nteli
gênciaultrapassam osl i
mi t
esdal ógica.Uma
pessoaémai smadur a
quandoémai st olerant eemenosr ígi
daem seusj ulgament os.
Naquel anoi tehav iaum f ort
ecl i
madeemoção, elesest av am confusosdi ant
e
dasat itudesdomest re.
Est avam t r i
stest ambém por queel eanunci ar
asi stemat icament equei riaser
preso, sofrernasmãosdos
principai sj udeusesermor to.Seusdi scípulosnãoent endiam comoal guém t ão
poder osopoder i
asof rer
damanei r
acomoel edescr ev i
a.Àquel aaltura,par aosdi scípulos,amor tedo
seumest r
eer amer af i
cção.
Jesusl av ouospésdet odososseusdi scípulos,inclusiveosdeJudas.El e
sabi aqueJudasot r
ai ri
a,
masai ndaassi mf oicompl acent ecom el eenãooexpôspubl icament e.Vocês
conhecem, nahi stória,
alguém quet enhal av adoospésdoseupr ópriotraidor?Nãosupor t
amos
mí nimaof ensa, masel enão
apenassupor touat raiçãodeJudas, masl avouascr ostasdesuj eir
adosseus
pés.Apósol av ardospés
dosdi scípul os, Judassai upar aot r
air.
Esper andoansi osament eaúl ti
macei a
Eraaúl ti
macei a, achamadasant aceia.Jesusdi sseaosseusdi scí
pul os:
“Tenhodesej ado
ansi osament ecomerconv oscoest apáscoa, atéqueel asecumpr anor einode
Deus” 22.Rel atasem

rodeiosqueesper av aháanosaquel aúl t


imacei a.Esper avaporeladi aenoi t
e.
Porqueaquel emoment o
erat ãoi mpor tante?Poder iaumacei ar epresentartantopar aele,apont ode
dizerpal av r
asi ncomunsno
seuv ocabul ári
o, ousej a,dizerque“ aesper avaansiosament e”
?Nuncahav i
a
ditoant esqueesper avaalgo
com t antaemoção.
Par aosdi scípulos, eramai sum banquet eàmesa, maspar aomest rede
Nazar éaquel acei aer a
diferentedet odasasout ras.El
ar epresentav aahistóriadele,asuagr ande
mi ssão.
Apáscoaer aumaf estacomemor adaanual mentepar al embraralibertaçãodo
pov odeI sraeldo
Egito.Ant esdesuapar ti
dadoEgi to,cadaf amíli
aimol araum cor deiroe
asper giraseusanguesobr eos
umbr aisdaspor t
as, easuacar ne,umav ezingeri
da, supr i
uforçaspar aopov o
i
niciarsuaj ornadapel o
deser to,umaj ornadaem buscadat ãosonhadat erradeCanaã, aterra
promet i
da.Por t
ant o, apáscoaer a
umaf estaal egr e,radiante,um brindeàl i
ber dade.Todav ia,osseusí ntimosnão
sabiam sechor av am ou
seal egr av am.Porum l ado, amesaest av apost a,oal imentosaci ariaaf omee
desper tar iaopr azer .Por
outro, hav ianoarumai nsupor tável t
risteza, omest r
eanunci ar aquei r
iaparti
r.
Osdi scí pul osnãohav iam ent endi doqueJesusquer i
asei dent i
fi
carcom o
cordei r odapáscoa, par a
nutrir, alegr arel i
ber tarnãoapenasopov odeI srael,mast ambém t odaa
humani dade.JoãoBat ista,aose
depar arcom omest redeNazar é, produzi uumaf r
asedegr andei mpact oe
i
ncompr eensí v el aosseus
ouv i
nt es: “Ei socor dei r
odeDeus, quet ir
aopecadodomundo” 23.El e
consi der ouocar pi nt eiroda
Galiléiacomoor edent ordomundo.Ni nguém, antesoudepoi sdeJesus,
assumi ut ar ef at ãoest ont eant e.
Opr ópr ioJesus, cor robor andoopensament odeJoãoBat i
sta, seposi ci
onoude
talmanei r acomoo
“cordei rodeDeus”epl anej oumor rernodi adapáscoa.Sabi aqueoshomens
quedet inham opoder ,
mai scedooumai st ar de, omat ariam.Masnãoquer i
amor rerem qual querdi a
nem em qual querl ugar .
Pordi ver sasv ezeshav iasel i
v radodamor te.Livrou-senãopor quet i
vesse
medodel a, maspor quenão
hav i
achegadoomoment oeol ugarcer tos.
Esper av aar dent ement eporaquel apáscoapor queel ar epresent av aocapí tulo
fi
nal desuahi stór ia,
expr essav aoseupl anot ranscendent al
.Naf estadal i
bertaçãodeI srael do
Egito, el ei riamor rerpel a
l
iber dadedahumani dade.Ahumani dadef i
car i
al i
vredassuasmazel as
existenci ai s.
Osdi scí pul osai ndanãoent endi am oqueest avaacont ecendo.El esnão
aceitav am ai déi adesepar arse
daquel equel hesdeuum nov osent i
dodev i
da, daquel equeosensi nouar ecit
ar
apoesi adoamor .
Umaboapar tedeseussegui dor eser ademer ospescador esgal ileus.Só
pensav am em bar cose
peixes.Todav i
a, passar aal guém poral iel hespr ovocouamai orav alanche
i
nter ior .Al guém quel hes
abriuoshor izont esdav i
dadi scur sandosobr eosmi stéri
osdaexi stência,sobre
ossegr edosda
eterni dade, ensi nando- lhesaamarunsaosout roseasedoarunspel osout r
os.
Av isãodessesj ov ens
galil
eusseexpandi u.Av idaganhouout r
osi gni f
icado.Por tant o,era
i
nsupor táv el apar tidadomest re.
Um di scur sosur pr eendent e
Naquel anoi t
ei ncomum, Cristonãoapenasl avouospésdosseusdi scípul
ose
osest imul oua
desenv olv erasf unçõesmai sal truístasdai nteli
gênci a,mast ambém osabal ou
com um di ál ogo
surpr eendent e.
Todosest av am r ecl i
nadossobr eamesa, sabor eandoocor deirodapáscoa.
Então,Crist
ointerr
ompeu
aceia,olhouparael esepr ofer
iuseumaisint
rigant
ediscur
so.Um di
scurso
pequeno, masqueper t
ur bou
profundamenteseusdi scípul
os.Um di
scur
soqueécapazdedei xarqualquer
pensadordapsi cologiaeda
fi
losofi
aestarreci
doseoanal i
sar
.Osdiscí
pulosestav
am comendotranqüil
osa
páscoa,masder epente,

Jesust omouopão, opar tiuedi ssedemanei rasegur aeespont ânea: “


Tomai ,
comei ;istoéomeucor po” .
Et omouum cál i
cee, tendodadogr aças,deu-lhes,dizendo: “Bebeidelet odos;
por quei st oémeusangue
daal iança, queéder ramadopormui tos,paraper dãodepecados” .
Nuncanahi stóriaal guém t eveacor agem dedi scursarsobr eoseucor poeseu
sanguedessamanei ra,
emui tomenosdedarum si gnifi
cadoàsuamor t
ecomoel edeu.Vej amos.
Osanguedanov aal iança
Quandoal guém v aisermar tiri
zadoouest ásobum gr av er i
scodev ida,um
temori nv adeopal code
suaemoção.Omedocont rai opensament oeesf acelaasegur ança.Av ozse
tornaembar gadaet rêmul a.
Est esmecani smosi nconsci entesei nsti
nt i
vosacont ecer am com Jesusnasua
últi
macei a?Não!El esabi a
queenf r entariaosupl íciodacr uz.Tinhaconsci ênciadequemor r
erianodi a
post er i
ordemanei r
al ent a.
Seucor posedesi drat ariaeosanguev erteri
adosseuspunhos, mãos, cabeçae
cost as.Mas, em v ezde
fi
caramedr ont adocom suamor teepr ocurarum l ugarpar asepr oteger,ele
discor reusobr easuapr ópr i
a
mor tenum j antare, aindaporci ma, deuum si gnifi
cadosur preendent eael a.
Dissecat egor i
cament equeov i
nhoqueest avam bebendoi riaini
ciarumanov a
era, umanov a
ali
ança.Oseumar tíri
onãoser i
aapenasumaexecuçãohumana, mast inhaum
papel eter no.El eser ia
der ramadoem f av ordahumani dade.
Nasoci edade, aspessoasquecomet em crimessãol evadasàsbar rasda
j
ust içae, anãoserquehaj a
dist or çõesem seusj ulgament os,elassãopassí veisdesof rerpunições.Jesus
procl amav aum r eino
mi st er i
oso, oreinodeDeus.Segundooseupensament o, assim comoháuma
j
ust içahumanaqueexer ce
odi r eitosoci al,háumaj ustiçadi v
inaqueexer ceodi reitocel esti
alnor einode
Deus.El ev eiojust if
icar
ohomem per ant eDeus, quer iaperdoarcadaserhumanodi antedot ri
bunal
divino.
Nacr uz ,seuobj etivof oilevadoàsúl ti
masconseqüênci as.Comopodeo
sanguedeapenasum
homem al i
v i
aroser rosei njusti
çasdahumani dadei ntei
ra?Oseusangue
est abel ecer i
aumaal i
ança
eter na.
Embor aat empor ali
dadedav idasej abrev e,elaésuf i
cientement el ongapar ase
errarmui to.Temos
atitudesi ndividual i
st as, egocênt r
icas,simul at óri
as, agressiv
as.Jul gamossem
tolerânci aaspessoasque
mai samamos.Rej eitamosaspessoasquenoscont r
ar i
am.Pr omet emosanós
mesmosquei remos, de
agor aem di ante, pensarant esder eagir,masot empopassae, freqüent emente,
cont inuamosv ít
imasde
nossai mpul sividade.Temosenor mesdi f
icul dadesdeenxer garomundocom
osol hosdosout ros.
Quer emosquepr i
mei rament eomundogr aviteem t ornodenossas
necessi dadespar adepoi spensar mos
nasnecessi dadesdaquel esquenosci r
cundam.Somosr ápidospar areclamare
l
ent ospar aagr adecer .
Produz i
mosum uni v ersodepensament osabsur dosqueconspi r
am cont raa
nossapr ópr iaqual idadede
vidaenãot emosdi sposi çãoe, àsv ezes,nem habi l
idadepar ar eciclá-
los.
Todosf alhamoscont inuament eem nossahi stóriadev i
da.Sónãoconsegue
admi tirsuaf r
agi l
idade
quem éi ncapazdeol harpar adent rodesi mesmoouquem possui umav i
da
sem qual querpr i
ncí pio
ético.Pordet rásdaspessoasmai smor alistas, quev ivem apont andoodedo
par aosout ros, existe, no
palcodesuasment es, um mundodei déiasnadapur i
tanas.
Somossenhor esdomundoem queest amos, masnãosenhor esdomundoque
somos.Gov ernamos
máqui nas, masnãogov ernamosal gunsf enômenosi nconsci entesquel êem a
memór i
aeconst roem as
cadei asdepensament os.Todost emosgr andesdi fi
culdadesdeadmi nistr
ara
ener gi aemoci onal .Pori sso,
apesardepossui rmosumai nteli
gênciat ãosof isti
cada, somosf rágeise
passí veisdet antoser ros.
Somosumaespéci equecl audicaent r
eosacer toseer rosdet odasor te.
Todav i
a,agor av em um
galileuquenãof reqüent ouescol asedi z, paraonossoespant o,quev ei opara
nosdaroi nacr edi t
áv el :a
vidaet erna.E, aoi nvésdenoscobr argrandesat it
udespar aconsegui -la,de
det ermi narcom sev er i
dade

quenãocomet amosqual querti


podeerroouimor al
idade,elenãoexigenada
denós,apenasdesi
mesmo.El emorrepar aquenãomor r
amos,sofr
epar aquenãosof r
amos.Exige
derramaroseuprópr i
o
sangueparanosjust i
fi
carper
anteoautordaexistência.Sónãoseper t
urba
com asidéiasdeCristoquem
éincapazdeanali
sá- l
as.
Jesusé,sem dúvi
da, umapessoasingul
arnahistória.Qualquerum queseder
otrabal
hodepensar
minimament enadimensãodosseusgest osf
icará“ assombrado”.Mil
hõesde
cri
stãoscontemplam
semanal ment eossí mbol osdov inhoedopãonomundocr istão, por ém aqui l
o
quepar eceum si mpl es
ri
tual rev eladef atoasi ntençõesdeumapessoasur preendent e.
Osangueéf or madodehemáci as, leucóci t
os,plaquet asei númer as
subst ânci as.Todost emosest e
l
íqui dopr eciosoqueci rcul ami l
hõesdev ezesaol ongodav idapar anut r
iras
célulaset ranspor tart odas
asi mpur ezaspar aser em met abol izadasnof í
gadoeexcr etadasnaur ina.
Todav i
a, mor reocor poeo
sanguesedet eriora,per desuascar act erísti
casef unções.Ent retanto, omest re
deNazar édeuum
signifi
cadoaoseusanguequeul trapassouosl imitesdasuamat eri
al i
dade.Sua
vidaeseusangueser i
am
tomadoscomof errament adej ust içaeper dão.Ser iam usadost antopar aali
viar
ossent iment osdecul pa
dohomem comopar aal iv i
artododébi t
oper anteoCr iador.Segundoel e,or i
gor
dal eidor einov i
ndour o
teriaelemesmocomoomai sexcel ent eadv ogadodedef esa.
Comopodeal guém di zerqueosanguequepul sanassuasar tériaspoder i
a
estancarosent i
ment ode
culpacont idonocer nedaal ma?Comopodeosanguedeum homem t ornara
nossapesadaet urbul ent a
existênci aumasuav eeser enat rajetór i
adev i
da?Mui tasv ezesaspessoas
fazem psi cot erapiaporanosa
fi
opar at ent aral i
viaropesodoseupassadoer esolverseussent iment osde
culpaenem sempr et êm
grandesucesso.Noent ant o,agor av em JesusdeNazar éedi zqueel epoder i
a
i
nst antaneament eal iviar
todaamácul adopassado, t
odososer rosemazel ashumanas.
Freudf oi um j udeuat eu, entretant o, seel et i
vessei nv esti
gadoahi stóriade
Jesus, fi
car i
aint r
igadoe
encant adocom suapr opost a.Todosospai sdapsi cologia, que
compr eender am queahi stóriar egi strada
no“ inconsci ent edamemór i
a”t em um pesoenor mesobr easr eaçõesdo
present e, set ivessem t omado
plenoconheci ment osobr eapr opost adomest redeNazar é, per ceber i
am que
elaéar rebat ador a.
Oqueémai sadmi ráv el équeel enãoquer i
aapenasal ivi
aropesodopassado
sobr eopr esent e,mas
também i ntroduzi raet er nidadedent rodohomem ef azê-l
opossui rumav i
da
i
rrigadat ant ocom um
prazerpl enocomocom asf unçõesmai si mportant esdai nt eli
gênci a.
Jái magi noupossui rmosumav idai next inguível,sem qual quersent i
ment ode
culpae, ai ndapor
cima, sat ur adadepr azerei mer sanumaesf eraonder ei
naaar tedepensar ,o
amormút uo, a
solidariedade, acooper açãosoci al?Omest redeNazar équer i
ar i
scarasdor es,
ot édio, asl ágr i
mas, a
velhiceet odasasmi sér iaspsí qui cas, físicasesoci aisdenossosdi ci onários.
Nem apsi cologiasonhou
tant
o.Nem osf i
l
ósofosnoápi cedosseusdev aneioshumanísticosimaginar
am
umav idatãosublime
paraohomem.Temosdeconf essarqueapr etensãodeleult
rapassaoslimit
es
denossapr ev
isi
bil
i
dade.
Ocorpor etrat
andooacessoànat urezadeDeus
Omest retambém deuum si gnifi
cadoincomum aoseucor po: “
E, t
omandoo
pão,tendodadogr aças,
opartiuelhesdeu, di
zendo:‘
Istoéomeucor poof ereci
doporvós’”24.
Nãoapenasopãoest avasendousadocomosí mbol odoseupr ópri
ocorpo,
masocor deir
oimoladoe
mortoqueest avasendoser vi
donaquel acei
at i
pif
icavaoseupr ópri
oser.O
“cor
deirodeDeus”est ava
sendoof ereci
docomopãoaosseusdi scí
pulos.

Seest ivéssemosnaquel acei aenãof ôssemosí ntimosdeCr i


st o,fugiríamos
daquel acena
desesper adament e.Ficaríamosescandal i
zadoscom suaspal av r
as.Comera
carnedeum homem?
Sabor earoseucor po?Nuncaouv ifalardeal guém queest i
mul asseosout rosa
comer em oseupr óprio
corpo.
Todosouv i
moshi st óri
asdecani bai s.Essashi st
óriasnosdãocal afri
os, poisé
angust iant e
i
magi nar mosal guém sebanquet eandocom nossospr ópriosór gãos.
Entret ant o, Cristoest avaser eferi
ndo
aopãosi mbol i
cament e.Omest r
enãoest avaquer endodi zersobr eseucor po

sico, massobr easua
natureza, oEspí rit
oSant odadoael esapósasuar essurreição.Aqui nov ament
e
estái nser i
dooconcei t
o
deet er ni dade.
Anter i
or ment e,elejáhav i
adi to,i
ncl usiveaosseusoposi t
or es, quequem não
bebesseoseusanguee
nãocomesseasuacar nenãot eriaav i
daet erna25.Pormei odessaspal avr
as
elehav iaant ecipadoos
acont eci ment osquesedesdobr ariam nasuaúl t
imacei a.
Aousadi adeCr istoer atant aqueel enãoapenasdi ssequet ranscender iaa
mor te, mast ambém que
set ornar iaum t ipode“ pão” ,deal i
ment o,
quesaci ar i
aoespí ritoeaal ma
humana.
Nenhum homem nahi stória,anãoserCr i
sto, reuniuseusami gosaor edorde
umamesaedi scur sou
sobr eosdest inosdoseusangueeseucor po.Al gumaspessoasf icam
angust iadaseat édesmai am quando
vêem umagot adoseusangue.Todav i
a,omest re,com amai ornat uralidade,
coment av asobr eosangue
quev er teriadesuascost as, apósosaçoi tes; desuacabeça, apósacor oação
com espi nhos; edeseus
punhosepés, apósacr uci fi
cação.
Com odecor rerdot empo, fi
camosi nsensí veisdiant edaspal av rasor iginais
profer idasporJesus.
Nãoper cebemosoi mpact odel as.I
magi neseal guém nosconv idasseem sua
casae, der epent e, nos
fi
tassenosol hosenosest i
mul asseabeberoseusangueecomeroseucor po,
aindaquesi mbol icament e.
Quet ipoder eaçãot eríamos?Pav or,desesper o,embar aço, vont adedef ugir
rapidament edessecenár io
const r
angedor.Consi derar í
amosonossoanf itri
ãoomai sloucodoshomens.
Aindaqueosdi scí pulos
soubessem queCr istoer adóci l,amáv el,coer enteei nteli
gent e,assuas
palav rasf oram i nesper adas,
surpr eendent es.
Elesnãosabi am comor eagi r.Suasv ozesf icar am embar gadas.Suasemoções
fl
utuav am ent r
eo
chor o, aansi edade, odesesper o.Nãoousav am per gunt arnadaaJesus, poi
s
sabi am que, embor aímpar es,
assuaspal av rasdi scor r
iam sobr eseuf im, sobr easuav erdadei rami ssão.Ele
deix oucl aropordi versas
vezesqueseseusanguenãof osseder ramadoeseucor ponãof osse
cruci fi
cado, ohomem nãoser i
a
perdoadoper anteDeuse, portant o,omor tal nãoal cançar iaai mor talidade.
Nuncaal guém ar ticulouum
projet ot ãoambi cioso.Nuncanahi stóriaal guém usou, comoJesusCr i
sto,a
suapr ópr i
amor t
epar a
“curar ”asmi sér i
asdahumani dadeet ranspor tá-lapar aumav idai nesgot ável.
..
Apesardeassuaspal avrasnaSant aCei aent rarem naesf eraquet ranscendea
l
ógi caci entífica,
entrar em not errit
ór iodaf é, aci êncianãopodef urtar-seaanal isá-las.Not em
queossof r
iment ospel os
quai spassamosf reqüent ement eexpandem nossat ristezaedest roem os
nossossonhos.Ent retant o,o
mest rev iviapr incípi oscont ráriosaosesper ados.I riamor rerdal iaal gumas
horas, mast ransfor mav aa
suamor tenum est andar teet erno.Quant omai sel esof riaesedepar av acom
apar ent esder r
otas, mai s
pensav aal t
o, maissonhav aal taneirament e.Ondedev er i
aimper aromedoeo
retrocesso, elef azi a
fl
orescerasmet aseamot i
vação.
Fazei i
st oem memór i
ademi m
Jesusdi sseaosdi scípulosqueel esdev eriam r epet i
racenadaúl timacei aem
memór iadel e.
Soment eumapessoaquecr êqueamor tenãoext ingui ráaconsci ênci a
exist enci alfazum pedi dodest e.
Seal guém cr êqueamor teint roduzasi mesmonum est adodesi l
ênci oeterno,
num v ácuoi nconsci ente,

nãosei mportar
ácom oqueaquel esqueaindaestãovi
v osnobr
evepalcoda
exist
ênciafar
ãocom suas
palavr
as.Soment eaquelesquet
êm esperançadacontinui
dadedaexi
stênci
a,
aindaquenãot enham
consciênci
a,desejam quesuamemór i
asejapreser
vada.
Seol har mospar aamor tesem mi sticismos, perceber emosquesuas
i
mpl icaçõespsi col ógi cassão
seriíssi mas.Amor teesmi galhaoser ,dest rói océr ebr o,r
eduzapóossegr edos
cont idosnamemór iado
córt excer ebr al.Amor tef indaoespet ácul odav ida.
Cr i
st omor rer i
anodi asegui nte,asuamemór iaser iaesfacel adapel a
decomposi çãodoseucér ebro.
Entr etant o, nodi scur sodaúl t
imacei a, Cr i
st of alacom umai ncr í
vel
espont anei dadesobr eamor t
e.El e
estav aabsol utament ecer todequev encer iaaqui l
oqueosmédi cosj amai s
sonhar am em v encer .Par ael e,
amor tenãoi ntroduzi riaonadaexi stenci al ,aper dai rr
ecuper ávelda
consci ênci a, masabr iri
aasj anelas
daet erni dade.
Opedi doi nusi tadodeJesuspar ar epet i
r,em suamemór i
a, ossí mbol os
daquel acei a, éf eitopor
mi l
hõesdecr i
stãosper tencent esai númer asr el
igiõesdomundot odoei ndica
suapl enaconv icçãode
quenãoapenassai ri
ai lesodocaosdamor te, mast ambém cumpr iriaseu
planot ranscendent al.Amor te,
aúni cav encedor adet odasasguer ras, ser iav enci dapel ocar pi
ntei rodeNazar é.
Omest rebanquet eiaant esdasuamor te: ausênci adeanor exia
J.A.éum ex ecut i
v obr il
hant e.Tem umaexcel ent ecapaci dadei ntelect ual:é
l
úci do, coer ent ee
eloqüent e.Todasasmanhãs, reúneseusger entes, discuteasi déias, toma
consci ênci adapr odut ividadee
dodesempenhodasuaempr esael hesdáasdi r
et ri
zesbási cas.Pr omov euma
reuni ãomensal aber taa
todososf unci onár ios.El eosouv eedi scur sasem const r
angi ment o, ani mando-
os, elev andoaaut oest i
ma
ecr iandov íncul osent reel eseaempr esa.
J.A.éum homem acessí vel,carismát ico, i
nt eligent eef orte.Todav ia,nãosabe
l
idarcom suas
frust raçõesef racassos.Acei taospr oblemaseosencar acomodesaf ios,mas
quandonãocumpr esuas
própr iasmet asouquandoocor r
ef alhanasual i
der ança,eleset or naum
carrascodesi mesmo.Fi ca
tranqüi l
odi ant edasdor esdosout rosel hesdáor ientaçõespr ecisasquando
necessár io, masseper tur ba
diant edesuaspr ópr iasdor es.Àmí nimat ensãocomeçaasent irdi versos
sintomaspsi cossomát icos,
comoper dadeapet i
te, fadigaexcessi va, dordecabeça, t
aqui cardia, sudor ese.
Aper dadeapet iteésua
mar capsi cossomát i
car egistradaquandoest ásobr essaltadopel aansi edade.
Oapet iteéoi nst i
nt oquepr eser vaav i
da.Quandoel eestáal terado, indicaum
sinal v ermel hodeque
aqual idadedev i
daemoci onal estár uim at al pont oqueav idanãoest ásendo
mai spr eser v ada.
Dificilment eumapessoanãot em oseuapet iteal teradoquandoest át ensa:
aument a- o( hiper fagia)ouo
dimi nui(anor exia) .
Aanor exiaémai scomum doqueahi perf
agia.Existem v ári
osgrausde
anor exia,incluindoa
anor exianer vosa, queéumadoençapsi quiátr
icagrav e,naqual ocorr
eaper da
compl etadoapet ite,
associ adaàcr i
sedepr essi
vaeaodi st
úrbi
odaaut o-imagem.Aaut o-i
magem
estát ãodi storcida, queo
comeréumaagr essãoaocor po,aindaqueapessoaest ejamagér ri
ma.Ganhar
algunsgr amassi gnifica
ganharum pesoi nsupor tável.Opsi coter
apeuta, quandonãoconseguer omper
ov ínculodoent ioqueel a
mant ém com suaaut o- i
magem, nãoconseguer esgat á-
lapar aavida.
Quer or essaltaraqui umadascar acterí
sti
casdaper sonalidadedeCr i
sto
expr essasnosf ocosde
tensão.Ni nguém consegui riamant erseuapetiteintactosabendoquedal ia
algumashor asi riasof r
er
i
nt ensament ee, porf im, morrer.Nessasi tuaçãosóhav eriaespaçopar achorar
esedesesper ar.Todav i
a,

omest rebanquet eoucom seusdi scípulosnasuaúl ti


macei a.Tal ati
tudeé
totalment ei nusi t
ada.El e
comeuebebeuf art
ament ecom seusí nt i
mos.Comeuopãoeocor deiropascal
etomouov i
nho.
Seusi nimi gosoconduzi ri
am apassarporl ongassessõesdet orturas,masa
i
mpr essãoqueset inhaé
queel enãopossuí ai ni
mi gos.Defato, parael e,osi nimigosnãoexi sti
am.Só
sabiaf azerami gos.Porque
nãof aziai nimi gos?Por quenãosedei xav aper turbarpel aspr ovocaçõesquel he
faziam, nãosedei xav a
i
nv adi rpel asof ensaseagr essiv
idadesqueor odeav am.
Nósf reqüent ement eagi mosdemanei radi ferente.Fazemosdenossas
emoçõesumal atadel ixo.
Qual querat itudeagr essivadiri
gidaanósnosi nvadeenosper t
urbapordi as.
Um si mpl esol har
i
ndi ferent et i
ra-nosat r
anqüili
dade.Cr i
stonãosei mpor tavacom suai magem
social .Erasegur oel ivre
not er ri
tóriodaemoção.
Omundoàsuav olt
apodi aconspirarcont rael e,masel etransit
av apel as
turbul ênciasdav idacomo
senadaest ivesseacont ecendo.Porisso, seal iment ouf artament enanoi te
anter i
oràsuamor t
e, nãose
deixandoabat erant esdahor a.
Comopodeal guém queest áparasercr av adonumacr uznãoest ardepr i
mi do?
Comopodeal guém
quev ai passarporum espet áculodev ergonhaedorpar aomundot erestrutura
emoci onal parase
rel
aci onardemanei raagr adávelcom seusí ntimosdi antedeumamesa?
Umaest r
ut uraemoci onalsóli
da
Sej áédi fícilcompr eender moscomoCr istopr eserv ouoi nstint
odaf omehor as
antesdoseu
mar tí
rio, i
magi nesedi sser mosaol ei torqueel enãoapenasbanquet eou,mas
cantouant esdemor rer.
Poisbem, f
oi i
st ooqueacont eceu.Or egi
st rodeMat eusdiz: “
Tendocant ado
um hi no, saí ram par ao
mont edasOl ivei r
as” 26.
Quedi sposi çãoal guém t eriapar acant aràspor tasdoseuf im?Omai oramant e
damúsi cacer rar i
a
seusl ábi os, poi sdi ant edasdor esnossaemoçãonosapr isiona, masel ediante
dassuasdor essel iber tava.
Senossasdor esf or em br andas, aindaépossí velsermosi mpel idosacant ar,
masdi ant edocaosnosso
ânimoseesgot a.
Acançãocant adaporel enãot i
nhasi doel abor adanahor a, eraumal etr
a
conheci dapel osdi scí pul os,
poist odosacant ar am, oqueéconf irmadopel ot extoquedi z“tendocant ado
um hi no, saí ram. ..”27.
Pensoquet al cançãonãodev eriasermel ódica, tr
iste,quer etr
at asseasua
parti
da.Cr ei oqueal etradessa
músi caf osseal egr e, pori sso, comodecost ume, elesprov avelment eat é
bateram pal masenquant o
cantav am 28.
Aconcl usãoaquechegamoséqueomest r
edeNazar éeraum excel ente
gerent edasuai nt el i
gênci a.
Eleadmi nist rav acom ext r
emahabi lidadeseuspensament oseemoçõesnos
focosdet ensão.Nãosof r
ia
antecipadament e, embor at i
v esset odososmot i
vospar apensarnoseudr ama,
queem al gumashor asse
i
niciarianoJar dim doGet sêmani .
Um ami gomeu, quei asof rerumaci rurgiapar aaext raçãodeum t umor ,não
estavacom or ost o
abatidodi asant esdaci rurgia.Cont udo, àmedi daqueot emposeapr oximav a,
suaansi edadeaument av a.
Nodi aant er ioràci rur gi a,estav atãoangust i
adoet ensoqueessaemoçãose
refl
etiaem t odasuaf ace.
Tinhaum r ost ocont raí doepr eocupado.Nadaoani mav a.Qual querconv ersao
i
rrit
av a.Suament e
estavaancor adanoat ooper at óri
o.
Seum at oci rúrgi conoscausat antat ensão, aindaquesej af ei
tocom anest esi
a
eassepsi a, imagi ne
comoocar pintei rodeNazar ét inhamot i
vospar afi
carabat ido.Seucor poser ia
sulcadocom açoi tese
pregadonum madei rosem anest esi a.Todav ia,suaemoçãoembr iagava-sede
umaser enidade

arr
ebatadora.Além denãosedeixarpert
urbar
,aindati
nhafôlegoparadiscursar
com amai orousadia
sobreasuami ssãoesobreomodocomoser iacort
adodat err
adosv iv
entes.
Apsicologi
af oití
midaeomi ssaem i
nvesti
garospensament oseasent r
eli
nhas
docompor tament o
deJesusdeNazar é.Per
mitam-medizercom modéstiaqueesteli
vro,apesarde
suasi mper fei ções, vem
resgat arumadí v i
dadaci ênci acom estemest redosmest resdaescol ada
existênci a.Aoi nv estigá-l
o, é
difí
cil nãoconcl ui rmosqueel efoium exímiol í
derdoseumundoi nterior,
mesmoquandoomundo
exteriordesabav asobr esuacabeça.Nãoacr editoqueal gum psiquiatra,
psicól ogoouqual querpensador
daf il
osof iat enhachegadoper t
odamat uri
dadedomest redeNazar é,
ampl ament eexpr essano
gerenci ament odasuapsi quedi antedosmúl t i
ploscenár i
osest r
essant esqueo
cercav am.
Mui taspessoassãoi nfelizes,embor acom excel entesmot i
vospar aser em
alegres.Out rast iv eram
umav idadi fí
ci l,sat uradadeper das.Todavia,em v ezdesuper ar
em suasper das,
set ornam r efénsdo
passado, r
ef énsdomedo, dainsegurança,dahi persensibil
idade.Col ocam- se
comov í
timas
despr iv i
legiadasdav i
da.Nuncaconseguem const r
uirum oási snosdeser tos
queat rav essam.
Jesusconst ruiuumat rajetóriaemoci onali
nv ersa.Poder i
aserum homem
angust iadoeansi oso, mas,
aoi nv ésdi sso, erat ranqüi loeser eno.Suaemoçãoer at ãor i
caqueel echegou
aoi mpensáv el :tev ea
coragem dedi zerqueel emesmoer aumaf ontedepr azer,deáguav i
v a, para
mat arasededaal ma29.
Issoexpl i
caum compor t
ament oseuquasei ncompr eensí v
el quetevecer cade
cator ze- dezoi t ohor asant es
demor rer ,ousej a, odecant aredeseal egrarcom seusami gos.Em Cr isto,a
sabedor i
aeapoesi a
habi t
ar am i nt ensament enamesmaal ma.

CAPÍTULO5
UM DISCURSO
FI
NAL
EMOCI ONANTE

Odi scursof i
nal r
evelaossegr edosdocor ação
Omest redeNazar é,apósbanquet ear-
se,di
scursarsobreseusangueeseu
corpoecant ar,sai
udo
cenácul o.Fora,acampoaber t
o, el
eini
ciouum longoepr of
undodiálogocom
seusdi scípulos.
Hav iaumaat mosfer aincomum deemoção.Nessaat mosfera,
elerevel
ouos
segr edosocul t
osdoseu
coração.Àmesa, discursoubrev ementesobresuami ssão,por
ém um cli
made
dúv i
dar einavaentre
aquel esgalil
eus.Agor a,aoarl i
vre,el
eseabriaaelescomonunca.
Rev elouospensament osmai sínti
mosquehabi tavam dent
rodesi.Nunca,
comoagor a,
hav i
a
rasgadoasuaal maef aladodemanei racri
stal
i
nasobr eseuprojet
o
transcendent al
.Nuncahav i
a
discor ridodemanei rat ãot ranspar ent esobr eseuobj etiv odev i
daemost rado
umabor bul hant e
preocupaçãocom odest inodosseusí nti
mosecom t odosaquel esquese
agr egar iam ael eapósasua
mor te.Osdi scípul osf i
car am impr essi onadoscom seudi scurso.Di sseram- lhe:
“Agor aéquef ala- nos
clar ament e, sem par ábol as”30.
Quem t r
anscr ev eut al discurso?João.Esseamáv el eínt i
modi scí puloest ava
velho, nof i
m dav ida,
quandor esgat ouessaspassagenseasescr ev euem seuev angel ho.Mai sde
mei osécul oj áhav i
ase
passadodesdeamor tedeJesus.Osdemai sdiscí pulosj áhav iam mor ri
do,
mui tost inham si do
per segui dosemar ti
rizados, entreel esPedr oePaul o.Joãonãot inhamai sseus
ami gosant i
gos.Foi nessa
fasequeescr ev euaquar tabi ograf i
adeCr isto,oquar toev angel ho.
Mi lhar esdenov osdi scí pulosdet odasasnaçõesecul turashav iam ent r
ado
par a“ ocami nho” .A
mai or i
adel esnãot inhaumav isãocl arasobr eaper sonal i
dade, pensament os,
desej osepr opósi t odo
mest re.Joãoquer iaconduzi -l
osaopr i
mei roamor , tr
anspor tá-lospar aas
pal av rasv i
vaseor i
ginai sdo
seumest re.Ent ão, dei xou- nosol egadodosseusescr i
t os.
Joãodesej av acol ocarcol í
ri
osnosol hosdosdi scí pulosquenãov i
veram com
Jesus.Em seu
ev angel ho, elef azumapr ofundai mer sãonosmoment oshi stór i
cosque
preceder am acr uci f
icaçãode
Cr i
st o.Quaseamet adedoev angel hodeJoãor efer e-seàsúl t
imas48hor asde
vidadomest r
e.
Mui tost êm medi toqueescr ev osobr eCr istodeumamanei r
aquenuncav i
ram
ant es, embor ao
tenham est udadopordécadas.Nãot enhomér itoal gum.Ocr édi toper t
enceao
per sonagem cent ral desse
l
iv ro, quei ndubi tav elment epossui umaper sonalidademagní fica, mesmose
i
nv est igadopel osmai s
cét icos.Tenhocoment adoquepar ai nterpretarahi stór i
aénecessár iomant er
um di st anci ament odos
preconcei tosej ulgament ossuper fi
ciai sper t
inent esànossapr ópr i
ahi stória,
arqui vadaem nossa
memór i
a.Pr ecisamosest arlá, cont empl arat entaeembev ecidament eas
pal av ras, asi magens, os
ambi ent esepar t i
cipardecadaumadascenasexi st ent es.Énecessár ionos
transpor tarmospar aahi stória
vivaexpr essapel asl et r
asmor tas,respi r
armosoarqueosper sonagens
hist ór i
cosr espir aram, sent ir
moso
sembl ant edosseusr ost os,per ceber mosa“ pressãoar teri
al”del ese
per scr ut ar mosasemoçõesque
expr essar am nosf ocosdet ensão.Casocont rári
o, asl etrasi mpr essasse
tornar ãoum v éuquebl oquear áa
i
nt er pr etação, lev ando- nosar esgat arumahi stóriamor ta, vaziae
excessi vamentedi storcida.
Joãoconduz i
useusl ei
toresaf azerumabelíssi
mai nterpret
açãodahi stória.
Em seusescr it
os, el
e
transpor touosamant est ardi
osdomest reparaparticipar
em dascenasmai s
i
mpor tantesdahi stóriadele.
Oscapí tulos14a16cont êm diver
sascenasesi t
uaçõescom i ntensocal or
emoci onal .Nel
esest á
registr
adoomai slongoecompl etodi
scursodeCr i
sto.
Joãor egi str
aquenaquel aépocaosdi scípul
oseram j ovens,f
rágei
senão
l
api dadospel avida.Não
admi ti
am osof r
iment onem amor t
edoseumest re.Omedoeadort inham
i
nv adidosuasemoções.
Então, relembraaamabi l
idadedoseumest r
e,que,precisandoserconf ortado,
poisel eéquem enf rentaria

ocaos, osconf or tav adi zendoque, apesardepassar em pordiv ersasaf liçõese


probl emas, nãodev eriam
sedesani mar , mast ê-l
ocomoespel ho:“Euv enci omundo” 31.
Joãoi mer geosseusl eitoresnaesf eradeamorcr iadaporJesus.Rev elaque,
embor ael esf ossem
i
ntempest ivos,egoí stasepoucosol idáriosunscom osout r
os, omest re
cuidav adel esaf av elment e.Não
sabiam amaral guém al ém desi mesmosoudosseusí ntimos, masJesus
entrouem suasv i
dase
sor r
at eirament eosensi noual inguagem doamor ,
pormei odepal avras
i
ncomunsegest osi nusitados, um
amorqueest áal ém dosl i
mi tesdasexual idade,dosi nteressespr ópri
oseda
expect ativador et orno, um
amorquemat aoger medoi ndiv i
dual i
smoecor taasr aízesdasol i
dão.O
mest r edi ziaincansav elment e
àquel esj ov enscom al todébi toemoci onal :“Amai -
vosunsaosout roscomoeu
vosamei ”32.
Joãot ambém coment aqueomest r edisser apalavrasat éentãoi mpensáv ei
s
sobr eumahabi tação
eterna, umamor adaqueul t
rapassav aamat eri
ali
dade: “Nacasademeupai há
mui tasmor adas” 33.
Relatadest emi dament eai nda: “Porqueeuv ivo,vóst ambém v iver ei
s”34.
Coment aodesej oar dent eque
eletinhapel auni dadeent reosqueoamam, em det ri
ment odet odasassuas
diferenças.
Joãodescr evemui tospont ossobr eodi scursof i
nal deCr i
sto.Hámui tooque
coment arsobr ecada
um del es, masnãoéoobj eti
vodest el i
vro.Gost ari
ademedet ermai s
prolongadament enãonodi scur so
queCr istof ezper ant eseusdi scípulos,masnodi scur socont i
donaor açãoque
elefezpar aoPai .No
capítul o17doev angel hodeJoão, Jesusr evelaquet em um Pai , um Pai
diferent edet odososout rospai s.
Nesset ext oelef azum di álogoí nti
mo, apai xonanteemi steri
osocom El e.
Vejamos.
Odi scur sof i
nal encer radoem umaor ação
Jesusel ev aseusol hosaocéuecomeçasuaor ação.Ogest odeol harpar ao
céui ndicaqueel enão
estav amai s, comodi sse, nocenácul odaúl timacei a, masacami nhodoseu
mar tír
io.
Olharpar aocéut ambém i ndicaqueomest reestavaol handonãopar aas
estrelas, maspar auma
outradi mensão, umadi mensãof oradosl imi tesdot empoedoespaço, além
dosf enômenosf í
sicos.
Seudi scur so, ant esdei rpar aoGet sêmani , éencer radocom est aor ação.Di ga-
sedepassagem, elaé
belaeenchar cadadesent iment os.Eleest av apar acumpr i
rsuami ssão
fundament al.Est avapar aser
presoei mpi edosament emor to.Elefitavaosseusdi scípuloseest av a
comov idopordei xá- l
os,
preocupando- secom oqueacont eceriacom el esapósasuamor te.Nesse
cli
ma, eledi alogacom oPai .
Quem est ádi ant edof i
m dav i
da, nãot em mai snadapar aesconder .Oqueest á
represadodent r odel e
borbul hasem r ecei os.Dev idoàpr oxi
mi dadedoseuf im, Cristoexpr essoual go
queest av anar aizdoseu
ser.Seusdesej osmai síntimos, seuspl anosmai ssubmer sosesuasemoções
mai scl andest inasf l
uí r
am
sem r est rições.
Apósdi zeraosseusamadosdi scípulospar aqueel est ivessem âni mopor que
elev encer aomundo,
l
ev antaosol hospar aocéuedi z: “
Pai,échegadaahor a;glorif
icaat euFi lho,
paraqueoFi l
hot e
glori
f i
queat i;assi m comol heconf er
isteaut ori
dadesobr et odaacar ne,af im
dequeel econcedaav ida
eternaat odososquel hedest e.Eav i
daet ernaéest a:quet econheçam at i
,o
únicoDeusv er dadei r
o, ea
JesusCr isto, aquem env iaste.Eut eglori
fiquei nat erra,consumandoaobr a
quemeconf iast epar af azer ;
eagor a, glor i
f i
ca- me, óPai ,cont i
gomesmo, com agl óriaqueeut ivej unt odet i
,
antesquehouv esse
mundo” 35.
Ocont eúdodessedi álogoéi nt r
igante.Or ousoment epar aseuPai ouv irepar a
ninguém mai s.
Entretant o, comoest av achei odeemoção, nãof ezumaor açãosi lenci osa, mas
em v ozal tissonant e, por

i
ssoosdi scípulosaouv ir
am.Aspal avr
asqueel edissecalar
am fundonojov
em
João.Elejamaisas
esqueceu.Pori sso,depoisdetantasdécadas,asregist
rou.
Revel
andoumaout raidenti
dade
Nessaor açãoJesusf ezumaaf irmaçãosurpreendente.El
edissequeseuPai
eraoDeuset er
no.Mas
el
enãoer aof i
l
hodeMar iaedeJosé?El enãoer aapenasum carpint
eir
ode
Nazaré?Nessaor açãoele
assumesem r odei osquenãoer aapenasum homem compl et o,maser a
também oDeusf il
ho, asegunda
pessoadami st eriosat rindade.Omai si ntri
gant edoshomens, aquel eque
nuncapr ocur ouf amae
ost ent ação, assumeoseust atusdeDeus, enãoapenasdeum serhumano
i
nt eligent e, especi al,inusi t
ado.
Est amosacost umadosàexpr essão“ fil
hodeDeus” ,masnaépocat al
expr essãoer apar aosj udeus
umagr andeher esi a.El esador av am oDeust odo- poder oso, criadordoscéuse
dat err a,quenãot em
princí pi odedi asnem f i
m deexi stência.Par ael es,oshomenssãoapenas
criat urasdeDeus.Jamai s
admi tiriam queum homem pudesseserf i
lhodoi mor tal,dot odo- poder oso.
Dizer -
sef il
hodeDeus, par aosj udeus, er aomesmoquedi zerquepossuí aa
mesmanat ur ezade
Deuse, por tant o, er asef azeri gual aDeus.Umabl asfêmi ainacei tável paraeles.
Comopodeum homem
simpl es, quenãor ei vi
ndi capoderenãopr ocur aaf ama, seropr ópriof il
hodo
Deusal tí
ssi mo?I ssoer a
i
nconcebí vel par aosmest resdal ei.
Umav idaal ém dosl i
mi tesdot empo
Nocont eúdodasual ongaor ação, omest redeNazar ér eveloual gumascoi sas
per tur bador as.Ent re
elas, dissequesuaexi st ênci aext rapolav asuai dadet empor al, suai dade
biológi ca.Ti nhapoucomai sde
33anos, masdi sse: “Glor ifi
ca- me, óPai , contigomesmo, com agl óriaqueeu
ti
v ej unt odet i,ant esque
houv essemundo” 36.
Apal av ragr egausadanot extopar amundosi gni fi
ca“ cosmos” .Cr i
stor evelou
queant esque
houv esseomundo, ocosmos, eleest av alá,junt ocom oPai naet ernidade
passada.Hábi lhõesde
galáxi asnouni v erso, masant esquehouv esseopr i
mei roát omoeapr imeira
ondael etromagnét ica, ele
est av al á.Pori sso, Joãodi ssequenadat i
nhasi dof ei
tosem el e.Aqui
nov ament eel eaf irmousua
nat ur ezadi v ina, post ulandoque, comoDeusf i
lho, suav idaext rapolav aos
l
imi tesdot empo.Expr essou
quesuahi st ór iaul trapassav aospar âmet r
osdoespaçoedot empocont i
dosna
teor iadeEi nst ei n.
Pori nt ermédi odesuaspal avrassur preendent es,elesecol ocouat émesmo
acimadopensament o
fi
losóf icoquebuscapr incípioexi st encial.Quemi stéri
osseescondi am nesse
homem par aqueel ese
colocasseaci madosl imi tesdaf ísica?Comopodeal guém af i
r marqueest ava
nopr i
ncí piodopr incípi o,
noi ní ci oant esdoi nício, noest ági oant esdobi gbangouant esdequal quer
princí pi oexi stenci al?Oque
nenhum serhumanot eriacor agem dedi zersobr esi mesmo, eledi ssecom a
mai sal tasegur ança.
Certav ez
,osfari
seusoindagaram ser
iamentesobr
esuaor i
gem.Omest r
e
fi
tou-osegolpeou-oscom
asegui nt
eresposta:“
AntesdeAbraãoexist
ir
,eusou”37.Assombrou-
osatal
pontocom essar espost
a
queel esdesej
aram matá-l
o.NãodissequeantesdeAbraãoexist
ir“
eujá
exist
ia”,massim que“Eusou”.

Aor esponder“ Eusou”nãoquer iadi zerapenasqueer atempor alment emai s


velhodoqueAbr aão, o
pai dosj udeus, masusouumaexpr essãoi ncomum par aser eferirasi mesmo.
Amensagem f oi ent endi da
poraquel esest udi ososdal ei.Elessabi am quenadapodi asert ãoousado
quant ousaraexpr essão“ Eu
sou” .Porquê?Por queusouumaexpr essãoquesoment ef oiusadanoVel ho
Test ament opel opr ópr i
o
DeusdeI sr ael , par adescr ev ersuanat ur ezaet erna.Aosedef inir,Deusdi ssea
Moi sés, nomont eSi nai:
“Eusouoquesou” 38.
Aosol hosdacúpul aj udai ca, seal guém di ssessequeer amai sv elhodoque
Abr aão, quemor r erahá
sécul os, el aodi agnost i
car iacomoum l ouco, masseusasseaexpr essão“ Eu
sou”ser iaconsi der ado
comoomai si nsol ent ebl asf emo.Cr i
st o, aodi zert ai
spal avras, estav a
decl arandoquet inhaasmesmas
dimensõesal cançadaspel aconj ugaçãodost emposv erbaisdov erboser :
eleé,
era, ser á.
Usamosov er boexi stirquandonosr ef erimosanósmesmos, poi sest amos
conf inadosaot empo, e,
portant o, somosf initos.Tudonouni ver soest áem cont ínuopr ocessodecaose
reorgani zação.Nadaé
estát ico, tudoédest rutí
v el.At éoSol ,daqui aal gunsmi lhõesdeanos, nãomai s
exist i
ráe,
conseqüent ement e, nãohav erámai saTer ra.Ent r
etanto,elesecol ocacomo
auto- exi st ent e, sempi terno,
i
limi tado.El eéosonet odahumi l
dade, masem al gumasopor tunidadesr evel
a
umai dent idadequeest á
acimadosl imi tesdenossai magi nação.
Ot empoéo“ senhor ”dadúv ida.Oamanhãnãoper t
enceaosmor tais.Não
sabemosoquenos
acont ecer ádaqui aumahor a.Ent retant o, Cr i
stof oitãoousadoquei nfer
iuque
eleest av aal ém dos
l
imi tesdot empo.Em qual quert empoel e“ é”.Opassado, opresent eeof utur
o
nãool imi t am.As
respost asdomest resãocur t
as, massuasi mpl icaçõesdei xam embar açado
qual querpensador .
..
Em suaor ação, Jesusdi sse: “Échegadaahor a” 39.Jáer anoi t
equandoor ou.
Nodi asegui nt e, às
nov ehor asdamanhã, ser iacr ucificado.Ahor adoseumar tí
riot i
nhachegado, o
moment ocr uci al pel o
qual tant oesper av abat ia-lheàpor ta.Ent ão, rogaaoPai par aqueel efosse
glorif
icadocom agl ór iaque
ti
nhaant esquehouv esseomundo, ocosmos.
Quegl óriaéest a?El eer aum gal il
eucast igadopel av i
dadesdeai nfância.
Passouf ome, fr
io,sede,
fi
counoi tessem dor mi renãot i
nhat empopar acui dardesi mesmo.Se
estivéssemosl áeol hássemos
parael e, certament enãov eríamosabel ezacom queospi ntoresdopassadoo
retrataram.
Nãohav ianel ebel ezanem gl óri
aext eriores.Todav ia, elecoment aquepossuí a
umagl ór iaant esque
houv esseocosmos.Embor aestivessev esti
dopel ahumani dade, rogav aaoseu
Pai quedesej avar eav er
suanat ur ezai l
imitada.
Édi fí
cil entenderagl ór iasobr eaqual eleser efer i
a.Tal vezser eferisseauma
transfigur açãodoseu
ser, t
al comoaexpr essanumapassagem mi steriosano“ mont eda
transfigur ação” ,ondeel et ransmut ouo
seucor po40.Tal vezest i
v esseser eferi
ndoaor esgat edeumaest r
ut ur
a
essenci al i
nabal ável, uma
naturezasem det erior açãot empor al,sem l imitaçãof í
si ca,sem asf ragi
lidades
humanas.
Todososdi asv emosossof rimentoseasmar casdav elhi
ceest ampadasnas
pessoas.Aonascer ,a
naturezanosexpul sadoaconchegant eút eromat ernopar aav ida; choramose
todosseal egr am.Ao
mor rer, retornamosaum út er o,
aoút er of ri
odeum cai xão;nãochor amos, mas
osout roschor am por
nós.
Nãoháquem escapedopr i
mei roedoúl timocapí tulodaexi stência.Ent retant
o,
vem um homem
chamadoJesusenosdi zquesuahi stóriaultrapassaosl i
mi t
esdet oda
existênci aper cept ível aosór gãos
dossent idos.Comopodeum homem decar neeossosexpr essar ,apoucas
horasdesuamor te, um desej o
ardent eder esgat arum est adoessenci al i
ndest rutí
v el,sem restri
ções,
i
mper feições, angúst ias, dor es?
Quesegr edosseescondi am port rásdesuaspal av ras?

Possui ndoaut oridadepara


transferiraet ernidade
Cr i
stopr oclamouaoPai di
zendo: “
Assi m comol heconferi
steautoridadesobre
todaacar ne,af im
dequeel econcedaav i
daeternaat odososquel hedeste”
41.Onome“ carne”é
usadopej or
ativament e,
i
ndi candoque, apesardesermosumaespéci equepossui oespet áculoda
i
nt eli
gênci a,somosf eit
osde
“carne”eossos, quesedeteri
oram nasr aiasdot empo.
Elequer iapl antarasement edaet ernidadedentrodohomem.Pori sso,dizi
a:
“Seogr ãodet rigonão
mor rer,ficaelesó, massemor r
er,produzmui t
of rut
o”42.Queri
aqueav i
da
i
limi tadaquepossuí a, mas
queest av aescondi dapel a“ casca”dasuahumani dade, fossel iberadapormei o
desuamor t ee
ressur reição.
Est amosal oj adosnum cor pol imitado, mor remosum poucoacadadi a.Uma
criançadeum di ade
vidaj áésuf i
cient ement ev elhapar amor r er.Todav ia, elequer i
anoset ernizar.
Vei oest ancarodi lemado
fi
m emat er iali
zaromai sar dent edesej ohumano, odacont inuaçãodo
espet ácul odav ida.Ahi stóriade
Sócr atesi l
ust r
abem est edesej o.
Sócr atesf oi um dosf i
lósof osmai si nteli
gent esquepi sounest at erra.Foi um
amant edaar teda
dúv ida.Quest i
onav aomundoqueoci rcundav a.Per gunt av amai sdoque
respondi ae, pori sso, não
poucasv ezesdei xav aament edoshomensmai sconf usadoqueant es.Ael e
atribui -seaf rase“ conhecet e
at i mesmo” .Sócr atesnãoescr eveunadasobr esi,masosf ilósof osi lustres
quecr escer am aosseus
pés, dosquai ssedest acaPl at ão,escr ev eram sobr eel e.
Dev i
doaoi ncômodoqueassuasi déiascausar am nasoci edadegr ega,
Sócr atesf oi condenadoà
mor te.Al gunsacr edi tam queel eter i
asi dopoupadoset ivesser est auradoa
ant igacr ençapol iteíst a; se
ti
v essegui adoobandodeseusdi scí pulospar aost empl ossagr adose
sacr ificadoaosdeusesdeseuspai s.
MasSócr at esconsi der av aissoumaor i
ent açãoper di daesui cida* .Ele
acr edi tav aem um sóDeuset i
nha
esper ançasdequeamor t
enãoi ri
adest ruí -
loporcompl eto.Porsecont rapor
aopensament or einant eem
suaépoca, essedóci lf i
lósof of oicondenadoat omarci cut a, um v enenomor tal.
Senegasseassuasi déi as, ser iaum homem l i
vre.Masnãoquer i
aserl i
vrepor
foraepr esopor
dent ro.Opt ouporserf iel àssuasi déiasemor rercom di gni dade.Seudest i
no
foi ocál icedamor te.O
veneno, em mi nut os, oanest esiariael hepr oduzi r
iapar adacar diorrespiratória.
Seucál icef oi difer ent edo
cálicedeCr isto.Sócr at esmor reusem dor .Cr i
stoat rav essar iaasmai slongase
i
mpi edosassessõesde
tortur af ísicaepsi col ógi ca.
Plat ãodescr ev eosmoment osf i
naisdeSócr atesnumadaspassagensmai s
bel asdal iter atura.Ao
tomarov eneno, seusdi scípul oscomeçar am achor ar.Of il
ósof osi lenciou-os
dizendo- lhesqueum
homem dev er i
amor rerem paz.Sócr atesquer i
ader ramarum poucodev eneno
aoDeusquecr ia.Maso
car rascodi sseàquel edóci l pensadorquesóhav i
apr epar adoosuf ici
ent epar a
ele.Ent ãocomeçoua
rez ar, poi sdi ssequequer iapr epar arasuav idapar aumav iagem par aout ro
mundo.Apósessemoment o
demedi tação, tomour ápidaedecididament eov eneno.
Em poucosmi nut osov enenoomat ari
a.Pri
mei r
ament e,suasper nas
começar am apar ali
sar-se.Aos
poucosj ánãosent i
amai soseucor po.Em seguida, deit
ou- seatéqueov eneno
i
nt err
ompesseosseus
bat i
ment oscar dí acos.Foi assi
m queaci cutamat ouaquel eaf ávelhomem das
i
déi as.Por ém, não
macul ouaf i
delidadeàsuaconsci êncianem mat ouseudesej odecont inuara
existência.Sócr at est anto
almej avaat ranscendênci adamor tecomocr i
anel a.Omundodasi déiaso
ajudouaamarav ida.
Difici
lment ealguém pr oduziupalavrastãoserenascomoasdest ef il
ósofono
fi
nal desuav ida.At é
Platãosesent iuenv er
gonhadopel assuasl ágri
mas.Ent retanto,Cri
sto, nofinal
desuav ida,foi mui t
o
mai slonge.El e, comoest udaremos, pr
oduziuasr eaçõesmai ssubl i
mesdi ante
dascondi çõesmai s

mi seráv ei
squeum serhumanopossapassar .Bradou: “
Eusouopãodav ida,
quem demi m comerv i
v er
á
eternament e!”43.
Nãohásemel hant eousadi anahi stória.Ninguém hav iaafirmado,atéentão,que
ti
nhaopoderde
fazerdof rági lemor tal serhumanoum seri mor tal.Ni nguém afi
rmouquesua
mor t
eabr i
riaasj anel asda
eterni dade.Sócr atest inhaesperançadev iajarpar aum out romundo.Cr i
sto,
ent r
et anto,secol ocoucomo
opi lotoecomoopr ópr i
ov eí
culodessai ntri
gant ev iagem paraesset almundo.
Jesuser aum homem i nacredit
áv el.Nãoquer iafundarumacor r
entede
pensament ooudedogmas.
Não!El eal mej aval i
ber tarohomem dopar êntesedot empoei mergi-l
onas
aveni dasdaet ernidade.
Ret ornandocomonum r el
âmpagodocéupar aat er ra
Ninguém, mesmonoápi cedodel ír
io,tem cor agem emesmocapaci dade
i
nt electual par adi scur saras
palav rasqueel epr ofer iunestalongaecompl exaor ação.Oqueémai s
i
nt eressant eéque, aomesmo
tempoem queol houpar aocéuedi scursousobr eumav i
dainfi
ndável,el
ese
voltou, namesmaor ação,
comoum r elâmpagopar aa“ t
erra”emost rouumapr eocupaçãoext r
emament e
afetivacom av i
daea
histór i
adosseusdi scí pulos.
Procl amouaoseuPai :“Quandoest avacom el es,guar dava-osem teunome. ..
”;
“Nãor ogoapenas
porest es,mast ambém poraquel esquev ierem acr erem mi m,porintermédio
dat uapal av r
a, af i
m de
quet odossej am um44” .Jesus,apesardeest arpr óximodamai sangust i
ante
sér i
edesof ri
ment os, ainda
ti
nhaâni mopar acui dardosseusí ntimosedi scur sarsobr eoamornoseumai s
belosent ido.Quer iaque
um cl imadecui dadomút uoesol idar i
edadeenv olvessear elaçãoent reseus
amadosdi scípul os.
Nuncal hespr omet euumav i
daut ópi ca, umav idasem pr obl emase
cont r
ar i
edades.Pel ocont rário,
al
mej avaqueosper cal çosdaexi stênci apudessem l apidá-los.Af i
nal decont as,
sabiaqueooási sémai s
beloquandoconst ruídonodeser toenãonasf lor estas.
Suaspal av r
asdenunci av am que, par aele, Deus, embor ai nvisí
v el
,eraum ser
present e,um serque
nãoest avaaci madasemoçõeshumanas, masquet ambém sof r
iaese
preocupav acom cadaserhumano
em par ticular.Aoest udar mosahi stóriadasr eligiões, detect amosque
fr
eqüent ement eohomem f alade
Deusdeumamanei rai ntocáv el
, aci madacondi çãohumana, maispr eocupado
em puni rerrosdecondut a
doqueem mant erumar elaçãoest reitaeaf eti
vacom oserhumano.Masno
concei todeCr isto, oseuPai
éum Deusacessí vel ,afet ivo,atenci osoepr eocupadocom asdi f
iculdadesque
atravessamoseque,
embor anem sempr er etireasdi ficul dadesdav ida, propici acondi çõespar a
super á-las.
Of il
hoeoPai est av am par ti
cipandoj untos, passoapasso, deum pl anopar a
tr
ansf ormaroser
humano.Nessaor ação, Jesusdi zqueenquant oest avanomundoel ecui dava
dosseusdi scípul os,
estimul ava-osasei nter i
or izarem, aconhecer em osmi stériosdaexi st ênciaea
seamar em mut uament e.
Masagor asuahor ahav iachegadoeel et er i
adepar tir
.Nadespedi da, rogaao
Pai quenãoost iredo
mundo, masquecui dedel esnosi nev it
áv eisinv ernosdaexi stência.Conheci a
assi nuosi dadesqueos
homensat ravessar iam, masquer iaqueel esapr endessem at ransitarcom
mat uridadeesegur ançapor
el
as, aindaquenascur vasdaexi st ênciapudessem der ramaral gumasl ágrimas
etivessem moment osde
hesitação.
Omest r
enem sempr equer iat i
raraspedr asdocami nhoqueper turbav am suas
tr
ajetór i
as, mas
desej avaqueel asset or nassem t ijolospar adesenv ol vernel esuma
humani dadeel ev ada.

Procur
andoger aralegr
ianum ambient
edet r
isteza
Osdiscípulosest av
am paraperderoseumest re.Este,porsuavez,além dador
i
mensadapar ti
da,
ter
iadeenf rentarnoit
eadentr
oenamanhãsegui nt
eoseumar t
ír
io.Omoment o
eradegr andecomoção.
Todavi
a, num climaondesóhav i
aespaçoparachor ar,Jesusmaisumav ez
tomaumaat i
tude
i
mpr ev
isível.Nomei odasuaor açãoel
ediscursasobr eopr azer
.Elerogaao
Paiparaquet odososseus
segui dor esnãof ossem pessoast ri
stes, angust iadasedepr i
mi das, masque
ti
vessem um pr azerpl eno.
Disse: “..
.par aqueel est enham omeugozocompl etoem si mesmos” 45.
Aper sonal idadedeCr i
st oédi fí
cildeseri nv estigada.El afogecompl et
ament eà
prev isi bili
dade
l
ógi ca, pori ssoécapazdedei xarper plexoqual querpesqui sadordapsi cologia.
Comopodeal guém
discor rersobr eal egr i
anai mi nênci ademor rer?Comopodeal guém t er
disposi çãopar adi scursarsobr eo
prazerseomundoconspi r
acont rael epar amat á-lo?Ni nguém queamaav i
dae
aar tedepensarpode
deix ardei nv estigaraper sonal idadedeCr isto,aindaquear ejeite
compl et ament e.
Nessaor ação, el eai ndat em di sposiçãopar asepr eocuparcom aqual idadedo
relaci onament oent re
seusdi scí pul os.Cl amapel auni dadeent reel es.Comov ido,supl i
caqueseus
amadosgal i
leuset odos
aquel esquev i
essem aseagr egaraseupr ojetot ranscendent al fossem
aper feiçoadosnauni dade.
Comogr andemest r
edaescol adav ida, sabequeauni dadeéaúni cabase
segur apar ao
aper feiçoament oeat r
ansf or maçãodaper sonal idade.Dar i
aasuav idaaos
seusdi scí pul oseambi cionav a
queel essuper assem asdi sput aspr edat ór ias,osci úmes, ascont endas, as
i
njúr ias, oi ndi vidual ismo, o
egocent ri
smo.Quer iaqueessascar act erísticasdoent iasdaper sonal i
dade
fossem r elíquiasdeumav ida
passadasuper ficial esem r aízes.
Almej av aqueumanov av idaf osseal icer çadanospi l
aresdoamor ,da
toler ânci a, dahumi l
dade, da
paci ênci a, dasi ngel eza, doaf etonãof i
ngi do, dapr eocupaçãomút ua.
Prov av elment e, nest edi scur so
fi
nal , tenhachor adopel auni dade, aindaquecom l ágrimascl andest i
nas,
i
mper cept ív eisaosol hos
daquel esquenãoconseguem per scrut arossent i
ment osrepresadosno
territór iodaemoção.
Ter mi nasuaor açãodi zendo: “...afim dequeoamorcom quemeamast e
est ejanel eseeunel es
est eja” 46.Aanál i
sepsi col ógi cadest asbr ev espal av r
ast em gr andes
i
mpl icaçõesquesecont rapõem a
concei tost rivi
ai s.
Quandopensamossobr eoqueDeusr equerdohomem, t
emosem ment eum
códi godeét ica, a
obser v ânci adel eiser egr asdecompor tament osqueest abeleçam osl imites
ent reobem eomal .
Ent ret ant o, nof inal doseudi álogocom oPai ,
Jesusr ompenossospar adigmas
epr ocl ama
eloqüent ement equeel esi mpl esment equerqueohomem apr endaat ransi t
ar
pelasdoces, ricasei l
ógicas
aveni dasdoamor .
Osof rimentodopov odeI sraeleragrande.Aescassezdeal i
ment osera
enor meeav i
olênciade
Romaat odososquesecont rapunham àsuadomi naçãoer aforte.Nesse
ambi enteáridoni nguém f al
av a
deamoredossent iment osmai snobresdaexistência.Ospoet asest av
am
mor tos.Ossal mi stas
ent errados.Nãohav iacânt i
cosal egresnaquelesares.Masv ei
oum homem
dizendo- sef il
hodoDeus
eter no.Seudi scur sof oiincomum.El eencerr
asuacur tavi
dat err
ena
discor rendonãosobr er egras, l
eise
sistemasdepuni ção, massi mpl esmentesobr eoamor .
Soment eoamorpodecumpr irespontâneaepr azerosamentet odosos
precei tos.Soment eel edá
sent idoàv i
daef azcom queel a,mesmocom t odososseusper calços,sej
a
umaav enturatãobel aque
rompear otinaer enov aasf orçasacadamanhã.Oamort ransforma
mi ser áveisem homensf eli
zes;a
ausênci adoamort ransfor mar i
cosem mi seráveis.

CAPÍTULO6
VI
VENDO
AARTEDA
AUTENTICI
DADE

Oambi ent edoJar dim doGet sêmani


Oal i
ment oeabebi dainger i
dosporCr i
stonaúl timacei afor am impor t
antes
parasust entá-lo.El es
nãol hedar i
am pãonem águadur anteoseut orment o.Sabi aoquel heesperava,
porissonut riu-se
calmament epar asupor t
arodesf echodesuahi stór
ia.
Apóssuaor açãosacer dotal
,foisem medoaoencont rodeseusoposi t
ores.
Entregou- se
espont aneament e.Pr ocurouum l ugart r
anqüilo,sem oassédi odamul ti
dão,
poisnãodesej av aqual quer
ti
podet umul toouv i
olência.Nãoquer i
aquenenhum dosseuscor resseperigo.
Preocupou- seat émesmo
com asegur ançadoshomensencar regadosdepr endê-lo,poi scensurouoat o
agressiv odePedr oaum
dossol dados.
Omest reer at ãodóci lqueporondeel epassav afloresciaapaz, nuncaa
vi
olênci a.Oshomens
podiam seragr essi voscom el e,masel enãoer aagressiv ocom ni nguém.Um
odordet ranqüi lidade
i
nv adiaosambi entesem quet r
ansitava.Seráqueondeest amoscr iamosum
agradáv el cli
made
tr
anqüi li
dadeouest i
mul amosai rri
tabili
dadeeat ensão?OamorqueJesus
sentiapel oserhumanoo
protegiadocal orescal dant edosdeser tosdav i
da.Chegouaoabsur dodeamar
seuspr ópr iosini mi gos.
Quãodi ferentesnóssomos!Nossoamoréci rcunstancial er est
ri
to,tãorest
rit
o
que, àsv ezes, nãosobr a
ener gianem par aamaranósmesmosesent irum poucodeaut o-estima.
Ai r
adomest renomoment ocer to, pelomot i
v ocer toenamedi dacer t
a
Naúni cav ezqueel esei r
ou, estav anot empl o.Viuhomensf azendonegóci os
nacasadeseu“ Pai ”:
comer ci alizandoani mai secambi andomoedas.Ot empl odeor açãot inha
vir
adoot empl odocomér cio.
Aquel acenai ncomodou- oprof undament ee, porisso, embor aest ivesseno
terri
tór iodepessoasqueo
odiav am, der rubouamesadoscambi staseexpul souaquel eshomensdo
templ o.Di sse: “Nãof açai sda
casademeuPai casadenegóci o” 47.
Algunsj udeus, i
rritadoscom suaat i
tude, per gunt aram- lhequal eraomot i
voe
com queaut or idade
elefazi aaquel ascoi sas.Jesusest av aabor r
eci do, masnãoi ntensament e.Aira
nuncaengessav aseu
raciocí nio.Pori sso, respondeu- l
hescom ser enidadeeousadi a:“Dest ruíeste
sant uár io, eem t rêsdi aso
reconst ruirei”48.Tal respost anãoer ajamai saqueel esesper av am ouv ir.A
pergunt aer adesaf iador a,
masar espost af oi bombást ica.Suaspal avrassoar am comoumaaf rontapar a
aquel eshomens.Pori sso,
i
medi at ament er epl icar am- l
he: “Em quar ent aesei sanosf oiedifi
cadoest e
sant uár io, et u, em t rêsdi as,o
l
ev ant ar ás? ”49.
Ot empl odeJer usal ém er aumadasmai or esobr asdeengenhar iada
civi
lizaçãohumana.Seus
mat eriai sf oram pr epar adospormui t
osanospel orei Dav i.Entr
et anto,soment e
seuf ilho, or ei Sal omão,
oedi ficou.Par ai sso, usoumi l
haresdet rabal hador es.Poucasobr as
demor ar am t ant osanospar aser em
const ruí das.
Ot empl oer aosí mbol odosj udeus, ol ugarsagr adodel es.Tocarnot empl oera
mexernasr aí zesda
suahi st ór ia.Ent retant o, surgiuum homem daGal i
léia, umar egiãodespr ezada
pelosj udeus, quedi zia
queaquel et empl omi lenarnãoer aum l ugarapenassagr adopar ael e,masa
suapr ópr i
acasa, acasade
seuPai .Tal homem t omapossedaquel el ugarcomosef osseasua
propr i
edadeeexpul saaquel esqueal i

tr
ocav am moedasecomer cial
izavam animais.E,ai
ndaporcima,di
ssecom a
maiori ntrepi
dezqueem
tr
êsdi asodest r
uir
iaereedifi
caria.
Cadav ezqueJesusabr i
aasuaboca, osjudeusficavam est
arr
eci
dos.El
esnão
sabiam se
consider avam-noum loucoouomai sblasf
emodoshomens.Jesusj áti
nha
sidoameaçadodemor t
e
vári
asv ezespelosjudeus;agoraele,sem expressarqual
querti
podemedoe
sem darmui tasexpli
cações,
prof eriupensament osquei mpl odiram amanei r
adepensardel es.Comopode
alguém t omarpossedo
templ osagr adodosj udeus?Comoépossí v
el um homem dest ruireedi ficarem
trêsdi asumadasmai s
ousadasobr asdeengenhar iahumana?
Jesus, em br ev espal av ras, rev elav aseugr andepr ojeto.Ot empl of ísico, que
demor oudécadaspar a
serconst ruí do, ser iatransf eridopar aoi nter i
ordohomem.Pormei odasua
mor te, ahumani dadeser ia
redimi da, abr indocami nhopar aqueDeuspudessehabi tarnoespí ritohumano.
Comopodeoar qui t
eto
deum uni ver sodebi lhõesdegal áxiassef azert ãopequenoapont odehabi t
ar
numaí nf i
macr i
at ura
humana?Esseer aoobj et ivocent r
al domest redeNazar é.
Paul o, oapóst olot ardio, queout roraf oraum agr essi v
ooposi tor,dando
segui ment oaest e
pensament o, tev eacor agem dedecl ararqueasdi scriminaçõesr aci aisser iam
extirpadas, queas
distânci asent r
eoshomensser i
am abol idasequehav eriaumauni dadej amai s
pensadanahi st ória,ou
seja, judeuseosdemai spov os( gent ios)per tencer i
am àmesmaf amí l
ia,“soi s
daf amí l
iadeDeus” 50.
Elesest ariam “ .
..sendoedi fi
cadospar ahabi taçãodeDeusnoEspí ri
t o”51.
Obel íssi mosonhodoapóst ol oPaul o, queest av aem si ntoniacom opl anode
Jesus, aindanãof oi
cumpr ido, nem mesmoent reoscr istãos.Somosumaespéci equeai ndacul ti
va
todasor tede
discr imi nações.Oshomensai ndanãoapr enderam al inguagem doamor .
Amamosmai sasdi fer ençasdo
queasol idar iedade.Pel af i
nacamadadacordapel e,poral gunsacr esdet er r
a,
poral gunsdól aresno
bolso, poral gunst ít
ulosnaspar edes, nosdi vi
dimosdemanei rat ol aei l
ógi ca.
Jesus, aodi zerqueem t rêsdi asdest ruiriaot empl oeor eedi f
icar ia, estav ase
refer i
ndoaodesf echo
dasuahi stór ia.El e,comoot empl odeDeus, mor reriaenot erceir odi a
ressusci tar ia.Mai sumav ezel e
expr essouquet ranscender i
aamor teemai sumav ezdei xouseusoposi tor es
assombr ados.
Embor aot empl of osseol ugarsagr adodopov oj udeu, mui tosdel est i
nham
per didoasensi bilidadee
or espei toporel e.Jesust eve, aol ongodasuav i
da, mui t
osmot i
v ospar aficar
i
rritado, masexal av a
tranqüi l
idade.Foi prof undament edi scriminado, masacol heuat odos; cuspi ram-
l
henor ost o, supor tou;
caluni ado, pr ocur ouconci li
ação; esbof eteado, tratoucom gent il
ezaseus
agr essor es; açoi tadocomoo
mai sv ildoscr imi nosos, expr essoumansi dão.
Aquel equef oi oest andar tedapazsoment eseof endeuumaúni cav ez, quando
desr espei tar am acasa
deseuPai .Ent ret anto, nãodi ri
gi uasuai raaoshomens, masàssuaspr áticase
aoseudesr espei to.Por
i
sso, logoser efezenãoguar doumágoaer ancordeni nguém.Por tanto,ai
nda
queest i
v essesobamai s
drásticaf rust ração, erapossí velobserv
arlucidezecoer ênciaem seuúni co
moment odei ra.
Aristóteleser aum f ilósof ohumani st
a,masel enãov iveut odooseudi scur
so.
Hav i
aescr avospor
todaaGr écia, masel enãot evecoragem desel evant arcont raadesumani dade
daescr av i
dão.Cal ou- se
quandodev i
agr itar.Jesusnãof oiassim.Pordi versasv ezes,ant esdeser
crucifi
cado, cor r
euor iscode
mor rerporsecol ocaraol adodaspessoasdi scri
mi nadas, poral mej arli
ber
tá-
l
asdent r oef oradel ase
aqui,nesseepi sódi o, porf azerumaf axinanot empl odoseuPai .Nel ese
cumpr i
uopensament ode
Aristóteles: “Odi fícil éi r
ar-senomoment ocer t
o,pel omot i
vocer toenamedi da
certa”.
Precisamosapr endercom omest redeNazar éaf azeruma“ faxina”not emplo
denossoi nt erior.
Virara“ mesa”dospensament osnegativos.Exti
rparo“ comér cio”domedoeda
i
nsegur ança.Reci cl ar
nossar igidezer ev erosuper f
ici
ali
smocom quer eagi mosaosev entosdav i
da.

Quem nãoécapazdecausarumar evoluçãodentrodesi mesmonunca


consegui rámudarasr otas
sinuosasdesuav ida.Amai ormi séri
anãoéaquel aquehabitaosbol sos,masa
alma.
Traídopel opr eçodeum escr avo
OGet sêmani eraum j ardim.Num j ardim começouseui ntensoinv erno
exist encial.Nãohav i
alugar
mel horondeel epudesseserpr eso.Aquel equef oraomai sexcelent e
semeadordapazt inhadeserpr eso
num j ardim, enãonaar idezdodeser to.Oj ar
dineir
odasabedor iaeda
tolerânci af oipr esonoj ar di
m do
Get sêmani .
Get sêmani signif i
caazei te.Oazei teépr oduzi
doquandoasazei tonassão
feridas, esfoladase
esmagadas.Lá, noGet sêmani ,
aquel ehomem dóci legenti
lcomeçar i
aaser
feridoe“ esmagado”pel os
seusi nimigos.Seudr amasegui rianoiteadent r
o,percor
reri
aodi apost er
iore
termi nar i
acom seucor po
em umacr uz.
Porondeel eandav a,seusdi scípulosnãoodei xavam.Embor aassal tadospela
tri
st eza, ai
ndaassi m
cami nhav am com el eosseusúl ti
mospassos.Todos, àexceçãodeJudas,
foram com el eàquel ejar dim.
Judasest av aausent e,pr eparavaopr ocessodet rai
ção.
Port ri
ntamoedasdepr at aeleoent r
egarianomoment ocerto,distanteda
mul tidãoedequal quer
tumul to.Cristo, par anossasur pr esa,faci
li
touat r
aiçãoe,conseqüent ement e,
suapr isão.Porum l ado,
suamor teser iapr oduzi dapel av ont adedoshomens, poi sessesj amais
acei tariam asuar evolução
i
nt erior ,mas, porout r
o, eraumar ealizaçãodav ontadedoPai .
Judast inhaandadocom oseumest re, masnãooconheci a.Ouv i
aassuas
palav r
as, masel asnão
penet rav am nel e, poisnãosabi asecol ocarcomoapr endi z.Nãohápessoas
desi ntel igent es, maspessoas
quenãosabem serum apr endi z .Elenãopr ecisavasuj arsuasmãos, poiser ao
desej odeJesusmor rer
pelahumani dade.Sem qual querr esi
stênci a, el
eseent regar ianafestada
páscoa.
Judascomet euumadasmai sgr avest raiçõesdahi st
ór ia.Porquant oel eot rai
u?
Port ri
nt amoedasde
prat a,quenaépocar epresent av am apenasopr eçodeum escr avo.Nunca
alguém t ãogr andef oi tr
aído
port ãopouco.Ohomem queabal ouomundof oitraí
dopel opreçodeum
escr av o. .
.
Trêsami gosem par ti
cul ar
Apesardet odososseusdi scípul ost erem i docom el epar aoGet sêmani ,Jesus
chamouem par ticular
Pedr o,Ti agoeJoãopar ar evelarnãooseupoder ,masasuador ,oladomai s
angust iant edesua
humani dade.Nãor evelouat odososseusdi scípulosasuaangúst i
a,masat rês
em par ticul ar.Osdemai s
discí pul os, bem comoomundo, conhecer am adordeCr istopel odepoiment o
dessest rêsami gos.A
atitudedel ei ndi cav aqueexi stiadi f
erent egr audei nti
mi dadecom osdi scípulos.
Ocompor tament odeCr istoev idenci aqueel eamav aint ensament etodosos
seusdi scí pul os.El e
decl arav acont i
nuament equeosamav a.Numaépocaem queoshomens
pegav am em ar maspar ase
def ender , em quehav iaescr av osport odapar t
eeasr elaçõessoci ai
ser am
paut adaspel af rieza,apar eceu
um homem i ncomum, cujosl ábi osnãosecansav am dedi zer :
“Amai-vosuns
aosout roscomoeuv os
amei ”52.Mui tospai samam seusf il
hosev ice-versa,masnãot êm canal de
veicul açãodest eamor .Não

conseguem dialogarabertamenteeserami gosunsdosout ros.Nov el


óri
ode
um deles,aslágri
masque
derr
amam denunci am queum nãov iv
esem ooutro,porém,infel
izmente,
morrem sem declararquese
amam, morr
em sem nuncat erdi
to“eupreci
sodev ocê”,“
vocêéespeci al
para
mim”.
Jesus,sem qualquerinibi
ção,decl
aravaseuamorpel aspessoas, mesmoque
nãotivessegrandes
l
açoscom el as.Seapr endêssemosael ogi
araspessoasquenosr odei
am ea
decl
ararnossossent i
ment os
porelas,comoopoet adeNazar énosensinou,t
alati
tude,porsisó,jácausar
ia
umapequenar ev olução
em nossasr el açõessoci ais.
Omest re,poramari gual ment eosseusdi scípulos,dav aat odosamesma
opor tuni dadepar aque
fossem í nti
mosdel e, masnem t odosseapr oximav am damesmamanei r
a,nem
todosocupav am omesmo
espaço.Aoquet udoi ndica, Pedr o, TiagoeJoãoer am ost r
êsdi scípul osmai s
í
nt i
mosdeCr isto.Aqui
farei umapequenasí ntesedaper sonal i
dadedel es.Quandoest udar mosoper fi
l
psicol ógi codosami gos
deCr isto, nopr óxi mol i
v r
o,ent raremosem mai sdet alhessobr eaper sonalidade
decadaum.
Pedr oer rav amui t
o, er ar ápidopar ar eagi relentopar apensar .Er ai ntempest ivo
eger alment e
i
mpunhasuasi déi as.Ent retant o,apr ov ei
tav aasopor tunidadespar aserami go
deCr isto, est av asempr e
próxi model e.Quer iaat émesmopr ot egê- l
o,quandonar eal
idadeer aopr óprio
Pedr oquepr eci sav ade
prot eção.Apesardost ranstor nosf reqüent escausadosporPedr o, eleamav ao
seumest reeer aoque
ti
nhamai sdi sposi çãopar aagr adá- l
oeser vi
-l
o.Jesusoconheci a
prof undament e, sabi adassuas
i
nt enções, pori sso, em v ezdesei r
arcom el e,ocor ri
giapaci ent ement eeusav a
cadaum dosseuser ros
par adarpr eci osasl içõesat odososdemai s.Aliás, paciênciaer aamar ca
regist radadomest re.Não
i
mpor tav aquant asv ezesosseusdi scí puloser r
av am, nuncaper di aaesper ança
neles.
Pedr obr ilhounasuahi stóriapor queapr endeumui tocom seuser ros.Sua
per sonal i
dadef oi tão
l
api dadaesuai ntel i
gênci atãodesenv olvidaquechegouaescr ev erduas
epíst olascont endogr ande
ri
quezapoét i
caeexi st encial,oqueémagní f
icopar aal guém quef oi desprovido
dequal quercul tur a
clássi ca.
Joãoer aconsi der adoodi scí puloamado.Tal vezf osseomai sj ov em e, sem
dúv ida, omai saf et ivo
deles.Nãohái ndíci osdequeCr istooamassemai sdoqueosdemai s
discí pulos, mashái ndí ciosdeque
Joãoexpr essav amai sseuamorpel oseumest re.ApesardeJoãoser
conheci docomooapóst olodoamor ,
elenãoer atãopol idonasuaj uvent ude, ti
nhaum l adoagr essivoer adical.Elee
seui rmãoTi agoer am
chamadospel omest rede“ fi
lhosdot rovão”dev idoài mpet uosi dadecom que
reagi am.Nãosecoment a
mui todeTi agonasbi ogr afiasdeCr ist o,maspel ofatodeseri r
mãodeJoão,
ondeJoãoest av a,Tiago
também dev iaest ar.Assi m, elet ambém conqui st oumai orintimi dadecom o
mest re.
Aconcl usãoaquechegamoséqueosami gosmai spr óximosdeCr istonão
eram osmai sper feitos
nem osmai sel oqüent es,masosquemai sapr ovei
tav am asopor t
uni dades
paraouv i-l
o,par apenet rarem
seussent i
ment osepar aexporassuasdúv i
das.Hoj e,mui t osquerem a
perfei çãoabsol uta, masse
esquecem dascoi sasmai ssi mpl esqueomest r
ev alorizav aequef inanciav aa
i
ntimi dadecom el e: um
rel
aci onament oíntimo, aber to, espontâneo,aindaqueacompanhadodeer r
ose
difi
cul dades.
Quem mai scomet iaer ros: JudasouPedr o,JoãoouTi ago?Judasdev i
asero
mai smor ali
staeomai s
bem- compor t
adodosdi scípulos53.Ent r
etanto,seumor al
ismoer asuper ficial
,
poisdef atoel eest av a
preocupadomai scom seubol soei nt
eressespessoai sdoquecom osout ros.
Nost ex tosdasbi ogr afiasde
Jesus, hápoucosr elatossobr eJudasexpondoseuscompor tament os.Elenão
apar ece, comoost rês
ami gosí ntimosdeJesus, compet indoeer r
ando.Todav ia,eleescondi asua
verdadei rafaceat rásdoseu
bom compor t
ament o.
Oqueémel hor :mant erum mor al
ismosuper fi
cialemaqui aros
compor tament osouexporos
pensament osesent iment os, aindaquei mat urosesat ur adosdeer ros?Par ao
mest re,sábi onãoer aaquel e
quenãoer rava,masoquer econheci aseuser ros.Pori sso, eledeclarouaum
dosf ariseusqueaquel eque
mai ser r ouf oioquemai soamou.

Pedr o, TiagoeJoão, apesardeer rarem mui to,


conqui staram at al pontoa
i
ntimi dadedoseumest r
e
queel elhesexpôsaqui loqueest avar epresadonoâmagodoseuser .Aoouv i
-
l
o, elesf icar am sur presos
com adi mensãodasuador .
Vivendoaar tedaaut ent i
cidadeepr ocurandoami gosí ntimos
Cristo, dur anteasuav ida,most rouum poderf oradocomum.Suaspal avras
deix av am ext asiadasas
mul tidõeseat ônitososseusoposi tores.Aosepr onunci arnoJar dim do
Get sêmani ,most rouumaf ace
queosdi scípulosnuncapensav am v er,afacedasuaf ragil
idade.Nóst emos
compor tament osopost os.
Temosumanecessi dadepar anóicadequeaspessoasconheçam osnossos
sucessosenosapl audam, mas
ocul tamosnossasmi sér i
as, nãogost amosdemost rarnossasf ragili
dades.
Omest r
et ev eacor agem deconf essaraosseust rêsínt i
mosami gosaqui loque
estav acont idodent r
o
desi .Eledi ssecom t odasasl etr
as: “Ami nhaal maest ápr ofundament etrist
e
atéamor te”54.Comopode
al
guém t ãof orte,quecur oul epr
osos, cegoser essuscitoumor t
os, r
elatarque
estav aenv olvidonuma
prof undaangúst ia?Comopodeal guém quenãot evemedodeser
politraumat izadoporapedr ejament o
dizer ,agor a, quesuaal maest av apr ofundament edepr i
mi daat éamor te?
Osdi scí pul osest av am acost umadosàf amaeaopoderdomest r
e, masagor a
fi
car am dr ast icament e
abal adoscom asuadoref ragilidade.Nuncaesper av am queel edi ssesset ais
palav r as.El esconsi der avam
Jesusmai sdoqueum super -homem, alguém quet inhaanat urezadi vina.
Noconcei tohumano, Deusnãosof re,nãot em medo, nãosent edornem
ansi edadee, mui tomenos,
desesper o.Deusest áaci madossent i
ment osqueper turbam ahumani dade.
Cont udo, apar eceuna
Galiléi aal guém quepr oclamacom t odasasl etrasseropr ópriof i
lhodeDeuse
quet ant oel ecomoseu
Pai têm emoções, ficam pr eocupados, amam cadaserhumanoem par ticular .O
pensament odeJesus
revol uci onouopensament odosj udeusqueador av am um Deusi nat i
ngí vel,
i
mar cescí vel.
Osdi scí pul ost ambém t i
ver am seuspar adigmasr eligiososr ompi dos.El esnão
consegui am ent ender
queaquel equeconsi derav am of i
lhodeDeusest avar evest idodanat ur eza
humana, queel eer aum
homem genuí no.
Osdi scí pul osnãot i
nham consci ênci adequeomest r
eser iacondenado, f
er i
do
ecr uci ficadonão
comoof ilhodeDeus, mascomoof il
hodohomem.Todoosof riment oque
Cristopassouf oi como
homem, um homem comoqual querout ro.Osaçoi tes, osespi nhoseoscr av os
dacr uzpenet raram num
corpof ísicohumano.El esent iuasdor escomoqual querserhumanosent iriase
passassepel osmesmos
sofriment os.
Dur ant eanos, aquel esj ov ensgal i
leuscont empl aram omai orespet ácul oda
terra.Vi ver am com uma
pessoaqueospr ot egeu, consol ouecui dou.Andar am com umapessoacom
poder essobr enat urai s.Um
dia,umav iúv adaci dadedeNai m per deuseuúni cof i
l
ho.El aest avachor ando
i
nconsol adasegui ndoo
cortej of únebr edessef il
ho.Cr i
stool houpar aassuasl ágrimasef i
cou
prof undament esensi bili
zadocom
suadoresol idão.Ent ão, sem queel asoubessequem el eer a,parouocor tejoe
tocouoesqui feem que
j
azi aoseuf ilhoeor essusci t
ou.
Aspessoasf icar am espant adascom oqueel efez, nuncat i
nham ouv idof al ar
deal guém quet i
v esse
talpoder .Qui nzemi nut osem queocér ebr oficasem i rri
gaçãosangüí neaé
sufici ent epar acausarl esões
i
rrev er sív eisnamemór i
a,causandogr andespr ejuízospar aai nteli
gênci a.O
fi
lhodaquel amul herj á
estav amor toháhor as, ent retantoel eor essusci t
ou.Quepodert inhaest e
homem par ar ealizaresse
extraordináriofei
to?
Osdi scípulosestavam deli
randoquandoescrev
eram sobreestemilagr
eoude
fatoeleor eali
zou?
Issoent ranaesf eradafé,oquenãoéobj et
odesteli
vro.Contudo,noli
vro
anterior,defendiuma
i
mpor tantetesepsicol
ógicaev i
denci
andoquenãoseriapossívelamente
humanacr i
arum personagem

com ascar acter íst i


casdeper sonalidadecomoadeJesus, poiselaf ogeaos
l
imi tesdapr ev isibi l
idade
l
ógi ca.Por t
ant o, apesardeserpossí velrejeitart udooqueel efoi epr opôsao
homem, seanal i
sar mossua
per sonal idadenosconv enceremosque, def ato, eleandouer espirounest a
terra.
NoGet sêmani , Jesust evegest osinesper ados.Comopodeal guém queéo
por tadordeum poder
j
amai sv ist oem t odaahi stóri
adahumani dade, teracor agem dedi zerquesua
almaest av a
prof undament et riste?Comopodeal guém quesecol ocoucomoDeuset ernoe
i
nf inito, pr ecisarde
ami gosmor taisef i
nitospar adeclararsuadr amát i
caangúst ia?Quehomem na
histór i
ar euni uessas
car act eríst i
casdi amet ralment eopost asem suaper sonal idade?
Osdi scípul os, encant adoscom opoderdeCr isto, j
amai spensar am queel e
sof rer iaepr ecisar iade
algodel es.Ent ão, der epent e,omest renãoapenascoment ouqueest av a
prof undament et riste,masque
gost ar i
adacompanhi aedaor açãodel esnaquel emoment o.JesusCr istov iv
eu
napl eni tudeaar teda
aut ent i
cidade.Osdi scípulospasmadosnãoent enderam nem supor t aram a
sincer idadedoseumest r
e.
Jesusnãoescondi aseussent imentosmai sí ntimos, enquant onósos
repr esamos.Somosi mpi edosos
eaut opuni tivosconosco.Par ecequenãopodemosf alhar, fr
agili
zar, err ar.
Algunsj amai sexpõem seus
sent iment os.Ni nguém osconhecepordent ro, sejaocônj uge, fi
lhoseami gos
mai sí ntimos.El essãoum
poçodemi stérios, apesardet eranecessi dadeí ntimadedi v
idi
rsuasemoções.
Omest redosmest resdaescol adav idadei xou- nosum model ov i
v odeuma
pessoaemoci onal ment e
saudáv el.El eseent ri
steceuaomáxi mo, masnãot evemedonem v er gonhade
decl ar araber tament eas
emoçõesaosseusami gos.Est esregistraram em papi rosessacar act er í
stica
desuaper sonal idadeea
expuser am aomundo.
At éhoj e, amai or iadaspessoasnãoent endequet alcar acterí
sticar ef l
et euma
pessoaencant ador a.
Soment eosf or tesconseguem admi t
irsuasf ragi l
idades.Aquel esquesão
fortesporf orasãodef ato
frágei s,poi sseescondem at r
ásdesuasdef esas, deseusgest osagr essi vos,
desuaaut o- suf i
ciênci a,desua
i
ncapaci dadeder econhecerer r
osedi f
iculdades.
Omest reer apoder oso, sabiasef azerpequenoeacessí vel
.Posi ci
onav a-se
comoi mor t
al epar ecia
i
nabal áv el,mas, aomesmot empo, gostav adet erami gosf init
osededi v
idi
r
com el esseussent iment os
mai socul t
os.Mui tosquer em ser“ deus”ousecompor tarcomo“ anjos” ,mas
Jesusamav aosgest osmai s
simpl es.
Div ersaspessoas, incl uindomui toscr i
stãos, nãotêm umav idaintelect uale
emoci onal saudáv el,
poi snãoobser vam essespr incípios.Sof rem intensament e,masnão
conseguem admi t
irseussof ri
ment os
ounãoconseguem t erami gospar adi v
idirseusconf l
itos.Algunsquer em
compar til
há- los, masnão
conseguem encont raral guém queosouçasem pr econcei t
osesem pr é-
j
ul gament os.Al gumasse
sui cidam si mpl esment epor quenãot êm um ami gopar asegr edarsuasdor es.O
homem quenãot em
algunsami gosí ntimos, capazesdegost ardel epeloqueel eéenãopel oque
elet em, nãot em umadas
mai sr i
casexper i
ênci asexi stenciais.
Tenhopr ocur ador euni rminhaesposaemi nhast r
êsf il
haspar afal
ardenós
mesmos.Éenr iquecedor
penet rarnomundodel asedei xá- l
asf alarsobr eoquepensam esent em.É
prazer osodi vidirmos
mut uament enossossent i
ment osedei xá-l
asapont arquai scompor tament os
elasgost ariam queeu
mudasse.Àsv ezes, peçodescul pasàsmi nhasf i
lhasporal guns
compor tament osmai sásper osoupor que
trabal homui toenãol hesdouaat ençãoquemer ecem.
Mi nhaat itude, apar ent ement efrági l
,set ornaum poder osoinstrument o
educaci onal par aqueel as
apr endam asei nter i
or izar,pensarnasconseqüênci asdeseus
compor tament oseenxer garomundo
também com osol hosdoout r
o.Embor ahaj amui toquecami nhar,est as
reuni õesf azem com quenos
apai xonemoscadav ezmai sunspel osout rosecul t
ivemosumaami zade
mút ua.

Vivemosi lhadosnasoci edade.Inf


eli
zmente,
porpar ti
ciparmosdeuma
sociedademut i
sta,muit
as
pessoassót êm coragem defalardesimesmasquandoest ãodi
antedeum
terapeuta.Crei
oquemenosde
um porcent odaspessoast em amigoscom vínculosprofundos.
Amai or
iadaspessoasquechamamosdeami gosmal conhecem asalade
visit
adenossasv idas,
mui tomenosnossasár easmai sínti
mas.Nagr andemai ori
adoscasamentos
nãoseencont ram amigos.
Mar idoeesposador mem namesmacamaer espiram omesmoar ,
massão
doi sest ranhosquepensam
queseconhecem bem.Pai sef i
lhost ambém r epet em amesmahi stória,sendo
freqüent ement ebel os
gruposdeest ranhos.
Nãosabemospenet rarnossent imentosmai spr ofundosdaspessoas.Sempr e
orient opsi cól ogose
educador espar aquenuncadei xem deconv ersarsobr easi déi asmai sár idas
queper mei am asv idasdas
pessoas, mesmoaquel asl i
gadasaosui cí
dio.Apar entement e,par ecenãoser
conf ortáv el f
al arsobr eesse
assunt o, masdi v
idirossent i
ment oséi mpor tant eeal i
v i
ador .Um di álogoaber to
podepr ev eni rosui cídio
et raçaral gumasest ratégiast erapêuticas.
Um di a, apóspr ofer i
rumapal est r
asobr eof unci onament odament eesobr eas
doençaspsí qui cas,
umacoor denador aeducaci onal disse-me, com l ágr imasnosol hos, quese
ti
v esseouv i
doest apal estra
ant er i
or ment et eri
aev i
tadoosui cídiodeumaal una.Aal unaquer iaconv er sar
com el a, masa
coor denador anãopensouqueaal unaestivesset ãodepr imi da, embor a
rev elasseum compor tament o
est ranho.Pori sso, dei xoupar aum di apost eriorapossi bili
dadededi álogo.Não
deut empo; aj ov em se
mat ou.
Pr ecisamosapr enderapenet rarnomundodaspessoas.Aar tedeouv i
rdev eria
fazerpar tedenossa
rot i
nadev i
da.Todav ia, poucoadesenv olvemos.Somosót imospar aj ulgare
apont arodedopar aaf alha
dosout ros, maspéssi mospar aouv i
-l
oseacol hê- los.Paradesenv ol veraar te
deouv irépr eci sot er
sensi bilidade, épr eci soouv i
raqui l
oqueaspal av rasnãodi zem, épr eci so
escut arosi lênci o..
.
Omest redeNazar ésabi atantoouv i
rcomof alardesi mesmo.Aoexporasua
dor ,est av at reinando
seusdi scí pul osaser em aber toseaut ênti
cosunscom osout r
os, adi vidirem as
suasangúst ias, a
apr ender em aar tedeouv i
r.Poramaraquel esj ov ensgal i
leus, elenãose
i
mpor touem usarapr ópr i
ador
comoi nst rument opedagógi copar aconduzi -l
osasei nteriorizareconst ruir
umav i
dasaudáv el esem
repr esent ação.
Cr i
st onãobuscav aher oísmos
Qual querpessoaquequi sessef undarumar eli
gi ãoouserum her ói nosanai s
dahi stór iaesconder i
a
ossent iment osqueCr istoexpr essounoj ardim doGet sêmani .Issodemonst ra
que, def at o, elenãoquer ia
fundarumanov ar eligiãoquecompet i
ssecom asout r
as.Suasmet aser am
super ior es.Comodi sse, el
e
quer i
ar edi mi rohomem ei ntr
oduzi -l
onaet ernidade.Nãobuscav aher oísmo,
massi mpl esment ecumpr ir
aquilopar aqueest avadesi gnado, cumpr i
rseuproj
etotranscendental.
Omoment ocrucialdessepr ojetochegou: beberoseucálice,at
ravessaroseu
mar tí
ri
o.Naquel e
escuroj ardi
m,elepr ecisavasepr epararparasuport
aressat ormenta.Nesse
processodepr eparação, el
e
revelaasuadorecomeçaadi alogarsobreelacom oPai .Foisomenteaíque
osseusami goscomeçar am
aper ceberquesuamor teest avamai spróximadoquei magi navam.
Alguns, poranali
sarsuper f
icialmenteospensament oseasr eaçõesdeCr i
sto
nanoi teem quef oi
preso,v êem al
i f
ragil
idadeer ecuo.Euv ejoaliamaisbelapoesiadal i
berdade,
resignaçãoe

autenti
cidade.Tinhal i
berdadedeomi ti
rseussenti
ment os,masnãoofez.
Nuncaal guém tãogr andef oi
tãoaut ênt
ico.
Apar ti
rdeagor aanal i
sareipassoapassot odasasetapasdesofri
mentos
viv
idasporCr i
stoatéasua
mor t
ecl í
nica.Nopr óximocapí tul
o,estudaremosopr i
mei r
ogrupode
sofri
ment os,quefoi aquele
causadopel osseusdi scípulos.Nocapí tul
o8,anal
isar
ei oest
adodetri
steza
viv
enciadoporCr i
stoeoseu
surpreendentepedidoaoPai paraafastardesioseucál i
ce.

CAPÍTULO7
ADORCAUSADAPELOS
SEUS
AMIGOS

Nãoconf ortadopel osami gos


Ocál i
cedeCr i
stoseconst i
tui dedezenasdesof r
imentos, ini
ciadosnoj ardim
doGet sêmani at
éao
Gól got a,localdacr uci fi
cação.Nest el
iv
ro,est udaremosasdor esquev i
v enciou
noGet sêmani ,àexceção
danegaçãodePedr o.Nopr óximo, anal
isaremost odasaset apasdoseu
j
ulgament oedesuacr ucifi
cação.
Qual foi opr i
meirot ipodesof rimentoqueel eexper iment ou?Foi ocausado
pelosseust r
êsami gos.
Adormai sagudaécausadapel aspessoasquemai samamos.Noápi cedasua
doromest repedi uo
conf ort oeacompanhi adePedr o,
JoãoeTi ago, maselesnãoconsegui ram
retribuir-l
heopedi do.El e
nãoapenasl hesdi sse: “Ami nhaal maest áprof undament et r
isteatéamor te”.
Mast ambém emendou:
“Ficai aqui ev i
giaicomi go”55.
Nuncaesper avam queel edecl arassequeest av atri
ste,nem j amaispensar am
queum di aomest re,
tãof or teei nabalável ,
precisassedecompanhi a.Estudaremosaqui qual o
resul t
adodaquel equev iveua
artedaaut entici
dade, qualor esultadodasuadecl araçãoedoseupedi doaos
discí pul os.
Aoouv irtai spal av raseobser varosembl ant eangust i
adodomest re, aquel es
j
ov ensgal ileusf icar am
prof undament eest ressadose, conseqüent ement e,mer gul har am num est ado
desonol ênci a.
Ost ressi nt ensor oubaener giadocór texcer ebr al,ener giaest aqueser áusada
nosór gãosda
economi adocor po, porexempl o, amuscul at ura.Or esul tadodesser oubode
ener gi aéum cansaçof ísico
exager adoei nexpl icáv el .Gr andepar tedaspessoasansi osasedepr imi dasou
quet em t rabal ho
i
nt elect ual intensov iv
eessasi ntomat ologi a.Porpensar em eseest ressar em
mui to, est ãosempr e
roubandoener giadocér ebr o,pori ssoest ãocont i
nuament ef ati
gadasenão
sabem omot ivo.Nãof izer am
exer cí ciof ísico, masest ãosem ener gia.Quandoaf adi gaéi ntensa, ger a-se
umasonol ênci a, queéum
recur sodedef esacer ebr al ,poisdor mi ndor epomosaener gi abi opsíqui ca.
Lucas, aut ordot erceir oev angel ho, eraum excel entemédi co.Suacar acter í
sti
ca
fundament al er aser
det alhi sta.Deor igem pr ov av elment egr ega, dev i
at erher dadoacapaci dadede
obser v açãodopai da
medi ci na, Hi pócr ates.Tal vezt enhasi doum dospr imei rosmédi cosquev iua
cor relaçãoent r eament ee
ocor po.Lucasdi sse: “Elesdor mi am det r
isteza” 56.
Discor reuqueosonodosdi scípul osest aval igadoaum est adodeansi edadee
humort riste.I nf eriu
queaquel esononãoer af isiológi co, natur al,masdecor rent edof atodenão
supor tar em adordomest re,
denãoacei tarem asuasepar ação.Com essaconst at
ação, inaugur oua
medi ci napsi cossomát ica, poishá
tant ossécul osj ásabi adasmani festaçõesdapsi queansi osanosoma
(organi smo) ,jáconheci aal gumas
conseqüênci asdost r
ess.Osonodosdi scípul oser aumagr andedef esa
i
nconsci ent e.Umadef esaque
objet iv avaev i
tarv islumbr araagoni adomest ree, aomesmot empo, repora
ener gi acer ebr al consumi da
excessi vament epel opr ocessodehi peracel er açãodepensament oset ensão.
Pedr o, TiagoeJoãoer am homensf ortes, acost umadosapassaranoi tenomar .
Dificilment eal goos
abal av a.Todav i
a, Jesuscr uzoucom ahi stór iadel eseosf ezenxer garav ida
em out raper spect i
v a.O
mundopassouat erumanov adi mensão.Omest redeNazar élheshav ia
ensi nadoaar tedeamare
discur sadoampl ament esobr eum r einoondenãomai shav eriamor t
e, dorou
tri
st eza.Ent r
et ant o, quando
eledi ssequesuaal maest av apr ofundament eangust iada, umaav alanchede
i
déi asnegat i
v assol apoua
ment edosdi scí pulos.Par eciaqueosonhot i
nhaacabado.Osol hosdel es
fi
car am “ pesados” ,
mergulharam num sonoi ncontido.
Apóst erdit
oessaspal avras,Jesusseaf ast
oualgumasdezenasdemet rosdos
seusami gosef oiorar
só.Quer i
aseinteri
orizar
,orarer ef
let
irsobreodramaquepassaria.Passadaa
pri
meirahor adeor ação,
vei
ov erosseus, masosachoudor mindo.Apesardef
rust
rado,nãofoi
i
ntoler
ant ecom el
es.Acor dou-os

afav elment e.Édi fícilentendert amanhagent i


lezadi ant edet ant af r
ustração.
Dev er i
at erf icadoi rri
tado
com el esecensur ar -
lhesaf ragilidade, masf oiamáv el.Pr ovav elment enem
quer iadesper tá-los, mas
preci sav at rei ná- l
ospar aenf rent arasdi ficuldadesdav i
da, quer i
af azê-l
os
fortespar al idarcom asdor es
daexi st ênci a.
Mui tosdenóssomosi ntoler antesquandoaspessoasnosf rustr am.Não
toleramosseuser ros, não
aceitamossuasdi ficuldadesnem al entidãoem apr enderdet er mi nadasl ições.
Esgot amosnossapaci ênci a
quandooscompor tament osdel asnãocor respondem àsnossasexpect at i
vas.
Omest reer adi ferente,
nuncadesani mav adosseusamadosdi scípul os,nuncaper diaaesper ança
neles, aindaqueo
decepci onassem i ntensament e.Com omest redaescol adav ida, aprendemos
queamat ur i
dadedeuma
pessoanãoémedi dapel acul turaeel oqüênci aquepossui ,maspel aesper ança
epaci ênci aque
transbor da, pel acapaci dadedeest i
mul araspessoasausar em osseuser r
os
comot i
jolosdasabedor i
a.
Aodesper tá- losdi sseaPedr o:“Nem porumahor apudest ev igiarcomi go? ”57.
Écomoseel e
quisessedi zeraoseuousadodi scí pulo:“Vocêmedi sse, háal gumashor as, que
sef ossenecessár ioat é
mor rer iapormi m.Ent retant o,sópedi parav ocêf icarj untocomi gonami nha
dorev ocênem poruma
hor aconsegui u? ”
.Pedr opodi aest arindagando: “Eumai sumav ezdecepci onei
omest reeel emai suma
vezf oi gent ilcomi go.Eumer ecer iaserr epreendi doser i
ament e, masel eapenas
mel ev ouar epensar
mi nhasl i
mi tações. ..
”.Apóst erdi toisto,retornouàv i
agem quef azi aaoseu
própr ioi nter ior .Foi
nov ament eor ar .
Osonoqueabat euosdi scípulosf oiapr imeiraf rustraçãodeCr i
st o.Deumui to
aosdi scí pul os, mas
nuncahav iapedi donadapar asi .Napr i
mei rav ezem quel hespedi ualgo,
dor mi ram.Nãopedi umui to,
apenasquef icassem j untodel enasuador .Ent r
etant o,nomoment oem que
mai spr eci sav adeseus
ami gos, el
esest av am f oradecena.Noúni comoment oquer equer euque
fossem f ortes, elesf oram
venci dospel ost r ess.
Nasegundahor a, elef oi novament eat éseusdi scípuloseout ravezosachou
dor mi ndo.Masdessa
veznadal hesdi sse, apenasosdei xoucont i
nuar em seusono.Sol i
tário, f
oiem
buscadoseuPai .Na
terceirahor a,algoacont eceu.Omoment odeserpr esochegar a.
Gol peadopel atr aiçãodeJudas
Anoi tenaqual omest r efoipresof oi amai sangust iantedesuav ida.Foi a
noiteem queum dos
seusamadosdi scí pul osr esolveratraí-l
o.Eraumanoi tedensa.Eleest ava
orandocont i
nuament ee
esper andoomoment odeserpr eso.Der epente, pr
essentindoqueahor ahav i
a
chegado, acor dou
definitivament eosseusami gosedi sse-lhes:“Échegadaahor a,eisqueo
trai
dorseapr oxima” 58.
Seol ei t
oranal i
sarat ent amenteessaf r
ase, veráqueel acar r
egaum sabor
amar gonasent r elinhas.
Nãodi sse: “
Eisqueumaescol tadesol dadosseapr oxima”, mas“ Eisqueo
trai
dorseapr oxima” .Porque
nãoapont ouaescol tadesol dadosaosseussonol entosdi scí
pulos, j
áqueel aé
queest avacumpr i
ndoas
ordensdosi nédr io?Por queembor aaescol tav i
essecom ar maseopr endesse
com v iolência, adorque
estav asent indopel at raiçãodeJudaser amai ordoqueadaagr essi vi
dadede
cent enasdesol dados.
Adorpr ov ocadaporJudasI scariotesf eri
aasuaal maeadorpr ov ocadapel os
soldadosdosi nédr io
machucav aoseucor po.El esónãof oimer gulhadonum mardef rustr ação
por quepr otegiasuaemoçãoe
nãoesper av amui t
odaspessoaspel asquai selesedoav a.Porisso, l
ogose
refazia.Nãoéaquant idade
dosest í
mul osest r
essant esquenosf azsof r
er,masaqual idadedel es.Adorda
trai
çãoéi ndescr ití
v el.

Omest resempr etratouJudascom amabi lidade.Nuncaoexpôspubl i


camente.
Nuncaodespr ezou
nem odi mi nuiudiant edosdemai sdiscí
pul os,embor asoubessedassuas
i
nt enções.Seest i
véssemosno
l
ugardeJesusesoubéssemosqueJudasnost r
airi
a,nósoterí
amosexpost o
publ i
cament eebani do- oda
comuni dadedosdi scí pul os.El
ej amaisfariapar t
edenossahi stóri
adev i
da,
poisquem consegue
conv i
vercom um t r
ai dor ?
Cr i
stoconsegui u.Sabi aquehav i
aum t r
aidornomei odosdiscí
pulos,maso
tratoucom di gnidadee
nuncaoexcl uiu.Suaat itudeéi mpensáv el
.El enem mesmoi mpediuat r
aição
deJudas, apenasol ev oua
repensarsuaat it
ude.Queest r
uturaemoci onal escondia-
sedentrodestemestre
daGal il
éiapar aqueel e
supor t
asseoi nsupor tável ?MuitasONGs( Or ganizaçõesNão-Governamentai
s)
l
ut am par aext ingui ros
crimescont raaconsci ênciaepar apr eser varosdi reitoshumanos, masJesus
foi mui t
omai sl onge.Não
apenasacol heul epr osos, cui doudaspr ostitutaser espei t
ouosquepensav am
cont rar i
ament eael e, mas
também chegouaocúmul odeseraf etivocom seupr ópriot r
aidor .
Nãopoucaspessoasexcl uem desuasv i
dasdet er mi nadospar ent es, amigose
atéf ilhosporsent iremse
agr edi dospel osseuscompor t
ament os.Nãot oleram mi nimament easpessoas
queosof endem ouos
cont rar i
am, masomest redeNazar éer adiferent e, eledef atof oi omest reda
tolerânci aeda
solidar iedade.El enãosedei xavaseri nv adidopel ascont rariedades.Consegui a
fi
ltrarasof ensase
agr essi vi
dadesdi r
igidasael e,oqueot ornav alivrenot er r
itóriodaemoção.
Assi m, elepodi aamaras
pessoas.Por t
ant o, amá- l
asnãoer aum sacr ifí
ciopar ael e,masum exer cíciodo
prazer .
Mui tosnãot êm f il
tr oemoci onal .Viv erem soci edadeéum pr obl emapar aeles,
pois, comoé
i
mpossí velev itartodasascont r
ar i
edadeseat rit
osi nterpessoai s, estãosempr e
angust i
ados.Mui t
osf azem
desuaemoçãoumal atadel ixo.Tudooquef azem ael esécompr adoporum
preçocar o.Angust iados,
nãoconseguem amarosout rosnem asi mesmos.
Émenost raumát i
cov ivercom mi l ani mai sdoquecom um humano.Todav i
a,
apesardea
conv i
v ênci asoci alserumaf ontedest ress, nãoconsegui mosv iv erilhados, pois
nãosupor tamosa
solidão.Nuncahouv et antasepar açãodecasai scomoat ualment e.Ent r
etant o,
nem pori ssoaspessoas
deix am deseuni r,desecasar .Omest redeNazar é, porterum excel entef il
tr
o
emoci onal , ti
nhapr azer
em conv ivercom aspessoas, ai
ndaqueodecepci onassem com f reqüênci a.Ele
amav aoserhumano
i
ndependent edosseuser rosedasuahi stór i
a.
Algunsadmi nistrador espúbl icos, aot omarposse, dizem pormei odaspal avras
ougest os:
“esqueçam oqueeudi sse”.Em al gumassi tuações, épossí velquea
gov er nabi l
idadepol íticanãosej a
compat ível com odi scur sodasi déi as.Com omest renãoer aassi m.Sehouv e
umapessoaquepr oferiu
um di scur soem si ntoni acom asuapr áti
ca, essapessoaf oiJesusCr ist
o.El e
discur sou: “Amai vossos
i
ni mi gos” ,eosamouat éof im.Pori ssot eveodespr endiment odechamarseu
traidordeami gono
moment odasuat rai ção.
Ocompr omi ssopr imor dial deJesuser acom asuaconsci ência, enãocom o
ambi ent esoci al .Não
distor ciaseupensament onem pr ocur av adarr espost aspar aagr adaras
pessoasqueoci rcundav am.Por
serf i
elàsuaconsci ência,f
r eqüentement eenvolvi
a-seem embaraçose
colocavasuav i
daem gr ave
perigo.Considerav aaf i
delidadeàsuaconsci ênciamaisimport
antedoque
qualquert i
podeacor do
escusooudi ssimul açãodecompor tamento.
Aquel equef oifi
el àsuaconsci ênci
aequeensi nouseusdiscí
pulosaandarem
alt
anei r
ament eno
mesmocami nhor ecebeuum gol pepel ascostas.Judasnãoaprendeuessa
l
ição, f
oi i
nfi
elàsua
consciência.At raiçãodeCr ist
of oiosegundosof ri
mentopeloqualelepassou.
Oseucál i
cenão
começounacr uz,masnoj ar di
m doGet sêmani.

Todosoabandonam
Agor achegamosaot erceirot i
podesof riment ov ivi
doporCr i
st o.ApósJudast ê
-l
ot raídocom um
beijo,el ef oi preso.QuandoCr i
stof oipreso, todososseusdi scí pul
oso
abandonar am.El ejápr evir
aesse
episódi o.Di sse-lhes: “Fer ir
ei opast or,easov elhassedi spersar ão” 59.
Imagi neasl ongascami nhadasqueel ef ezcom seusdi scípul os.Quant asv ezes
nãosubi ram com el e
aomont edasOl iveirasoudedent rodeum bar coàbei r
adapr aiaoouv i
ram
ensinaràsmul tidõescom
palav rasel oqüent eseest r
identes.Quant asv ezesosdi scípulos, i
mpel idospela
famadeJesus, não
disput aram ent resi quem ser iaomai orentr eel esnav i
ndadoseur eino, que
mui tasv ezespensar am que
set ratassedeum r einot erreno.Diantedet antagl ór i
adesf r
ut adapel o
carpint eirodeNazar é, soment e
umar eaçãoer aesper adadosseusj ovenssegui dor es:“j
amai st e
abandonar emos” 60.
Éf ácil apoi aral guém f orte.Éf áci
l darcréditoaal guém queest ánoápi ceda
fama.Masaf amaé
umadasmai ssedut or asar madi l
hasdamoder nidade.Mui tosseent usiasmam
com or i
bombardos
aplausos, mascom opassardot empoacabam t endoasol idãocomoasua
mai sí ntimaeamar ga
companhei ra.Pr eci sam sempr eteralguém aoseul ado,poisnãosabem
conv iverconsi gomesmos.
Cr i
stosabi aqueum di at odososdi scípulosodei xar i
am só.Nãoadi antav a
dizerem quej amai so
abandonar iam, poi sel esabi aquenomoment oem quedei xassedeusaroseu
poderef osset r
atadocomo
um cr imi noso, elesodei xariam.Def ato,nesseder radeiromoment o, ninguém
foiintrépi doapont ode
fi
carcom el e.
Todosaquel esjov ensgal il
eusqueapar entement eer am tãof or tesf i
car am
fragili
zados.For am
venci dospel omedo.Ent r
etanto,omest renãodesi sti
adel es.Ti nhapl anospar a
eles, pori ssoseudesaf i
o
eobj etivof undament alnãoer apuni -
losquandoer rav am, masconduzi -
losa
viajarpar adent rodesi
mesmoset ransf ormá-losi nterior
ment e.
Jesusnãocami nhav apel asav eni
dasdocer t
oeer rado, poiscompreendiaque
aexi stênciahumana
er amui tocompl exapar aseresquadr inhadaporr egr ascompor t
ament aisel ei
s.
Pori sso, veionãoapenas
par acumpr iral ei mosai ca, maspar ai mergirohomem nal eifl
exív
eldav ida.
Di sseaoshomensde
Israel :“Ouv istesoquef oi dit
oaosant i
gos: Nãomat ar ás..
.Euporém vosdi go
quet odoaquel equese
i
r arcont r
aoseui rmãoest arásuj ei
toaj ul
gament o”61.Também di ssemui t
as
coi sasr elativasàmudança
i
nt er i
orcomo: “
Nãosai baat uamãoesquer daoquef azat uadirei
ta”
62.Quer i
a
elimi naramaqui agem
soci al.Desej avaqueasat i
tudesf eitasem secr etof ossem r ecompensadaspor
Deusquev êem secr etoe
nãopel oshomens.
Moi sésv eiocom oobj etivodecor r
igirasr otasexter i
or esdocompor tament o,
masCr i
stot inha
vindocom oobj et i
vodecor r
igiromapadocor ação, omundodospensament os
edasemoções.Ti nha
vindopar apr oduzi rumapr ofundar evoluçãonaal maenoespí ri
tohumano.
Mesmocom ar ejeiçãodos
discí pulos, essar evoluçãoai ndaest avaocor rendodent rodeles.Ogermedo
amoredasabedor iaest ava
sendocul tivadonaquel esgal il
eus,aindaquesuasat i
tudesnãodemonst rassem
eni nguém pudesse
per ceber .

Pedroonega
Agorachegamosaoquar toeúlt
imosof r
imentocausadopel osami gosde
Cri
sto.Pedr o,
omai s
ati
radodosdi scípulos,onegout rêsv ezes.Vejamos.
Pedrohav iadeclaradoque, senecessár i
o,morreri
acom el e.Noent anto,sabi
a
queaest rutur
a
emoci onaldel
e, comoadequal querum queest ásobriscodev ida,
éf l
utuant
e,
i
nstável.Compr eendi aas
l
imitaçõeshumanas.
Pedrot i
nhaumaper sonali
dadeforte.Er aomai sousadodosdi scí
pulos.
Todav i
a,acoragem de
Pedronãoseapoi av aapenasnasuapr ópriapersonal
idade,mast ambém na
for
çadoseumest r
e.Esse
pescadorv iueouv iucoisasini
magi náv eis,
coisasquej amaissonhar iavere
ouvir
.Pedr onãoer aapenas
um pescador ,
masum l í
derdepescador es.Faziaoquel hev inhaàcabeça.Er a
for
tepar aamarer ápido
paraer r
ar.
Jesusf oium grandeacont ecimentoem suav i
da.Eledeixout udopar asegui-
lo.
Opr eçopar asegui lo
eramai sal todoqueopagopel osdemai sdi scípul os, poi sel eer acasadoe
ti
nhar esponsabi l
idades
domést i
cas.Masnãot itubeou.Aoconheceromest re, elereor i
ent ouasua
história, repensouseu
i
ndi vi
dual ismoecomeçouar ecitarai nt r
igant epoesi adoamorqueouv i
a.
Pedr o, def ato, ent regouasua
vidapar aopr oj etodomest re.
Ocar át erdePedr osedi stingui adosdemai s.El eexpr essav aseus
pensament osai ndaqueel es
causassem t ranst or nosaosqueor odeav am.Aov eropoderdeJesus, ao
const atarqueomedonãof azia
partedodi cionár i
odesuav idaequeel eer acapazdedi scor r
ersuasi déiasat é
not erritór i
odosseus
i
ni migos, seucar áter ,quej áer af orte, cresceumai sai nda.Pedr ot alvez
pensasse: “Seat éov ent oeomar
l
heobedecem, quem podedet erest ehomem?El eéi mbat ível.Por tanto, sef or
necessár i
o, euenf rent ar ei
seusi ni mi gosj unt ocom el eedepei toaber to, poiscer t
ament eal gum mi lagre
elefar ápar anosl ivrarda
doredamor te” 63.
Comodi sse, éf áci lserf orteper t
odeumapessoaf orte,éf ácil sedoarpar a
quem nãoest á
precisando, masédi f
íci lest araol adodeumapessoaf rágil.Nomoment oem
queCr istosedespoj oude
suaf or çaeset ornousi mpl esment eof il
hodohomem, oPedr ofor t
e
desapar eceu.Nomoment oem que
Cr i
stomani fest ousem r odei osasuaangúst ia, ni
nguém secandi datou, nem
mesmoPedr o, par aest arao
seul ado.
Nasuaúl timacei a, Cr istocoment ouque, enquant oel eest av apr esent e,os
discípul osest av am
protegi dose, por tant o, nãopr ecisav am de“ bol saeespada” .Masapósser
preso, el espr eci sar iam desses
element os.Cr i
st onãoser eferi
aàbol saeàespadaf ísica,poi ser aapr ópr i
a
bandei radaant iviolênci a.
Quer iadi zerque, apósserpr esoemor to, el
esdev er i
am cui darmai sdesi
mesmos, poi st eriam de
enfrent arast ur bul ênci asdav ida, i
nclusi veasper segui çõesquet emposdepoi s
sofreriam.Comoai nda
nãoconsegui am ent enderal i
nguagem domest re, disser am- lhe:“ Senhor ,temos
aqui duasespadas” 64.
Cr i
stomai sumav ezt oler ouai gnorânci adel es.Si lenci ou-osdi zendo: “Bast a!”
.
QuandoPedr ov iuosembl antet r
iste, ar espi raçãoof egant eeocor posuadode
Jesusnanoi teem que
foipreso, el ef icoupr of undament eabal ado.Pel apr i
mei r
av ez, asuaconf iança
seev apor av a.Tal vez
pensasse: “Ser áquet udooquev ivifoi umami ragem, um sonhoquese
transfor mouem pesadel o? ”
.
Pedr oandoupormai sdemi ldiascom seumest re, nuncahav iav istoqual quer
sinaldef ragil
idadenel e.
Ele,aocont r
áriodoquemui tospensam, nãocomeçouanegaraJesusnopát io
dosi nédrio,masno
j
ar dim escurodoGet sêmani.Ent r
etanto,crei
oqueseest i
véssemosem seu
l
ugarf i
caríamosi gualmente
per t
urbadose, provavelment
e, negarí
amosomest r
eseasmesmascondi ções
fossem r eproduzidas.
Aoouv iraspal avraseaov erosembl ant
esof r
idodomest r
e, Pedr
oestr
essou-
sei ntensament e.
Dor mi uenãoest evejuntodelenasuador .Entr
etant
o,acordadopelapr
isãodo
mest re,resolveur esgatar

asuadí vida.Foi clandest inament eaopát iodosi nédri


o.Masel ejáest av atenso
ef at i
gado.Nopát i
o,
fi
couest arreci dodi ant edoespancament oqueomest resof ri
a.Nuncani nguém
l
hehav iat ocadoum dedo,
masagor aoshomensesmur rav am oseucor po, esbof eteav am asuaf acee
cuspi am em seur ost o.Que
cenachocant ePedr oobser vav a!Aquel acenaabal ouasr aízesdoseuser ,
per turbousuacapaci dadede
pensaredeci dir.Int errogadoporsi mpl esservos, eleinsi stent ement eaf ir
mou:
“Nãoconheçoest e
homem” 65.
Jesussabi aqueseuamadodi scí puloest avaláassi st
indoaoseumar t
ír i
o.
Sabi aque, enquant oest ava
sendoi mpi edosament ef eri
dopel osseusoposi tores,Pedr ooest av anegando.
Nami nhaanál ise, tenho
procur adocompr eenderquai sf eridasmachucar am- nomai s:ai mpost apel os
homensdosi nédr i
oou
aquel apr oduzi daporseuami goPedr o.Umal hecausav ahemat omasnocor po
eaout ralhegol peav aa
emoção.
Crei oqueaat itudedePedr o,det erv ergonhadomest r e,denegart udoquev iu
ev iv eucom el e,
abr iu, naquel emoment o,umav al amai sprofundanaal madeJesusdoquea
causadapel ossol dados.No
ent ant o, Cr i
st oamav ai ntensament ePedr oeconheci aocer nedoseuser .
Oamordomest redeNazar épel osseusdi scípuloséamai sbel aei l
ógi ca
poesi aexi stenci al jáv i
vida
porum homem.Pedr opodi aex cluirJesusdesuahi stória,masJesusj amai so
abandonar i
a, poi so
consi der av ai nsubst ituível.Nuncaal guém amouesededi cout antoapessoas
queof rust raram el he
der am t ãopoucor et orno.
Quat roobj et i
v osaopr everos
errosdosdi scí pulos
Todav ezqueCr istopr ev i
aum acont eci mentofr ustrant erelaci onadoaseus
discí pul os, tinhapel o
menosquat rogr andesobj etivos.Vej amos.
Primei ro, aliviarasuapr ópriador .Pr ev endoant ecipadament eaf r
ust r
ação, ele
adqui riadef esa
emoci onal par asepr ot egerquandoel aocor resse.Aoserabandonadopel os
discípul os,el enãof oi pego
desur presa.Amav aesedoav apeloserhumano, masnãoesper avamui to
deles.Nadapr eserv amai sa
emoçãodoquedi mi nui raexpect at
ivaquet emosdaspessoasquenos
circundam.Todav ezque
esper amosdemai sdel ast emosgr andespossi bil
idadesdecai rnasr aiasda
decepção.
Vert odososseusdi scí pulost endov ergonhadel eef ugindodemedocomo
frágeismeni noser auma
cenadi fíci
ldesupor tar .Contudo, pelof atodet erprev i
stoocompor tament o
deles, jáhav iasepr epar ado
par aacei t
aresseabandonoesol idão.Comosabi aqueosdi scípuloso
abandonar i
am?I ndependent eda
condi çãosobr enatur al queexpr essav at erdepr everfatos,eleer aalguém que
consegui acompr eenderas
reaçõesmai socul tasnocer nedai nteligênci a,porissosabi aqueseus
discípul osser i
am subj ugadospel o
medo, nãoconsegui riam ger enciarospensament osnosf ocosdet ensão.
Segundo, obj eti
vavanãodesani má- l
os, maspr epar á-
lospar acont inuarsuas
histórias.Omest re, ao
prev erquePedr oonegar iaequeosdi scípul osoabandonar i
am, quer i
amost rar
quenãoexi gianada
deles.Podi aexi gir,poi sensinoudur ant etrêsanosemei oliçõesi ncomuns, mas
nãoof ez.Porsero
mest r
edosmest resdaescol adav ida, elesabi aquesuper aromedo, vencera
ansi edadeet rabalharas
dor esdaexi stênciaer am asmai sdifí
cei sliçõesdev ida.

Oper í
odoquef icoucom seusdi scí
puloser ai nsufi
cient eparaqueel es
aprendessem t aislições, por
i
ssoomest ret i
nhaaesper ançadequeasement equehav iaplant adodentro
delesger mi nasseese
desenv olvessedur ant etodasassuast r
ajet óri
asdev ida.
Tercei r
o,quer iamost raraosseusami gosqueel esnãoconheci am asi
mesmosequepr ecisavam
amadur ecer.Pedr oaf irmoucat egori
cament equej amai soabandonar i
aet odos
osdi scípulost ambém
fi
zer am um pact odeamor .Cristoerapr ofundament esábi o,poissabi aqueo
discursodel eser a
i
ncompat ível com apr áti
ca.Tinhapl enaconsci ênciadequeocompor tamento
humanomudadi antedos
estímul osest ressant es.Em al gunscasos, engessamost ant
oai nteli
gênci
aque
travamosacapaci dadede
pensar ,porissot emosumasensaçãode“ br anco”namemór i
a.
Omest redav aaent ender ,em di ver
sost ext osdosev angelhos,queconheci a
i
nt i
mament eadi nâmi ca
dai ntel
igência; que, sobameaças, aleit
uradamemór i
af i
carest r
ingidaequeas
reaçõest raem as
i
nt enções.Def ato, somosamant esdaser eni dadequandoest amost r
anqüi l
os,
mas, quandoangust iados,
viv emosum cár cer eemoci onal .Temosgr andesdi f i
cul dadesdeor gani zaros
pensament oser eagi rcom
l
uci dezesegur ança.
Omest reusouapr ópr iadorqueosdi scí pul osl hecausar iam par aconduzi -
losa
sei nteriorizare
expandi r-l
hesacompr eensãodav ida.Quemest resacr if
icout antopar aensinar
aosseusdi scí pul os?El e
osamav aint ensament e.Nuncaosabandonar i
a, mesmoqueel eso
abandonassem.
Quar to, quer iapr epar á- lospar aquenãodesi sti
ssem desi mesmos,
i
ndependent edosseuser ros.
Obj etivav aquenãomer gulhassem naesf eradosent iment odecul paedo
desâni mo.Sabi aqueel es
ficar iam angust i
adosquandocaí ssem em si eper cebessem queot inham
rejei tado.Aopr ev ero
compor tament odet odosem ger al(abandono) , deJudas( trai
ção)edePedr o
(negação)em par ticul ar ,
quer iaaci madet udopr otegê- l
os, educá- losedar -lhescondi çõespar aque
ret omassem ocami nhode
vol ta.
Inf eli
z ment e, Judasnãor etor nou.Desenv olv euum pr ofundosent i
ment ode
cul paeumar eação
depr essi vai ntensaqueol evouaosui cí dio.Pedr of icoupr ofundament e
angust i
ado, masr et ornou, ai
nda
quecom l ágr imas.Pori ncr ívelquepar eça, Jesuser at ãopr ofundoe
pr eocupadocom seusí ntimosque
cui dav aat édosent iment odecul padel es, ant esmesmodoseusur giment o.
Nãocr eioquet enhahav i
do
um homem com pr eo- cupaçõest ãol úci daser efinadascomoomest reda
Gal i
léia.
Oseducador es, ospai semesmososexecut ivosdasempr esasest ão
pr eocupadosem cor ri
gi rer ros
i
medi atos, ref azerasr ot asdocompor tament o.Jesus, aocont rári
o, estava
pr eocupadoem l ev á- losa
desenv olveraar tedepensar ,aindaquef osseàscust asdosmai sav i
lt
antes
er ros.Todav ia, ant esdeel es
sesent irem cul pados, jápr epar avaor emédi opar aal iviá-los.

CAPÍTULO8
UM CÁLICE
I
NSUPORTÁVEL:
OSSINTOMASPRÉVI
OS

Aansiedadev i
taleaansiedadedoenti
a
Nestecapít
ulo,estudar
emoscom mai sdetal
hesaemoçãodeJesuseseu
i
ntensohumort ri
ste
vi
venciadosnoGet sêmani.El
edeclar
ou,sem mei
aspal
avr
as,queest
ava
pr
ofundament edeprimido.O
queel er eal ment eest av av ivendo: umadoençadepr essi vaouum est ado
depr essi v omoment âneo?Qual a
diferençaent r eambassi tuações?Quai ser am ascar act er í
sticasf undament ais
dasuaemoção?Omest re
ti
nhapr opensãoat erdepr essão?Ant esdeabor dart odosessesi mpor tant es
assunt os, quecer t ament ese
tornar ãoum espel hopar acompr eender mosal gunsaspect osdonossopr óprio
territ
ór ioemoci onal ,
gost ariadecoment arpr i
mei rosobr eaansi edadev i
v idaporJesusnaquel e
moment o.Vej amos.
Mui tospensam, incl usi veal gunspsi quiatrasepsi cólogos, quet odaansi edade
édoent ia.Exi steuma
ansi edadev i
t al,nor mal ,queani maai nteligênci adecadaserhumano, eque
est ápr esent enaconst rução
depensament os, nabuscadopr azer ,nar ealizaçãodepr oj etos.Aansi edade
vitalest imul aacr iat ividade.
Comodi sse, at éJesuscoment ou: “
Esper ei ansi osament eporest acei a” 66.Essa
ansi edadenor mal era
frutodasuaexpect ativ adev ercumpr i
doodesej odoseucor ação.
Aansi edadesóset or napat ol ógicaoudoent iaquandopr ejudi caodesempenho
i
nt elect ual er etr ai a
l
iber dadeemoci onal .Ascar act erísticasdaansi edademai smar cant essão:
l
abi li
dadeemoci onal
(i
nst abi li
dade) ,irritabi li
dade, hi peracel eraçãodepensament os, difi
cul dadede
ger enci ament odat ensão,
déf i
citdeconcent ração, déf icitdememór iaeoapar eci ment odesi nt omas
psicossomát icos.Exi st em
mui tost iposdet r
anst or nosansi osos, comoasí ndr omedopâni co, os
transtor nosobsessi vos
compul siv os, aansi edadegener alizada, ost r
esspós- traumát ico,asf obi aset c.
Nopr imei rol ivrodasér ieAnál isedaI nteli
gênci adeCr i
st o, coment ei queo
mest r
edeNazar éer a
tãosábi oquenãor equer euqueosseusdi scípul osf ossem despr ov idosde
qual quert i
podeansi edade.
Sol i
citou, sim, quenãoandassem ansi osos.Ent reascausasf undament ai sque
eleapont ousobr ea
ansi edadedoent iaest ãoospr obl emasexi st enci aiseapost ur adegr avitarem
tornodospensament os
ant ecipat órios.
Omest redesej av aqueel esv alorizassem aqui loqueodi nhei r onãocompr a:a
tranqüi lidade, a
sol i
dar i
edade, oamormút uo, al uci dez ,
acoer ênci a,auni dade.Al mej av aque
conqui st assem mai s“ o
ser ”doque“ ot er ”eapr endessem aenf rent arospr obl emasr eaisdodi a- a-di
a,e
nãoospr oblemas
i
magi nár ioscr iadosnocenár i
odament e.
Omest redosmest resdaescol adav i
da, mui t
ossécul osant esdonascedour o
dapsi col ogi a, v acinav a
seusdi scí puloscont r
aaansi edadedoent ia, pat ológi ca.I nf elizment e, atéhoj e,a
psicologi aai ndanão
sabecomopr oduzi rumav acinaef i
cazcont raost r
anstornosansi osose
depr essi vos.A
farmacodependênci a,av i
olência,adiscr i
mi nação,ossi ntomas
psicossomát icos, t
ãoabundant esnas
sociedadesmoder nas, sãot estemunhosi negáveisdequeasci ênciasquet êm
comoal voaper sonal i
dade
humana, pr i
ncipal ment eapsi cologi
aeaeducação, aindasãoi neficientespara
desenv olverassuas
funçõesmai snobr es.
Uma“ v acina”psi cossoci al preventi
vapassapel apr oduçãodeum homem
segur o, estáv el
, quesabe
seint eriorizar,ser epensarequeger enciabem seuspensament osesuas
emoçõesdi antedast urbul ências
dav ida.Apsi cologi adespr ezouCr i
sto,consi derou-odistantedequal quer
análise.Cont udo, creioquea
análisedasuai nt eli
gênci apoder ácont r
ibuirsignifi
cativamentepar aapr odução
dessav aci na.
Osj ov enssaem doscol égiosedasuni versi
dadescom di plomast écni cose
com t ítulosacadêmi cos,
sabem at uarnomundof ísi
co, masnãosabem at uarnoseumundo, nãosabem
seragent esmodi f i
cador es
dasuahi stóriaemoci onal ,
intel
ectual ousoci al.

Osdi scí pulosdeCr i


st onãot inham um per filpsicológicoecul tur al
recomendáv el .Ser áqueé
possí vel tr
ansf ormarhomensr udes, agressivos, sem cul t
ura,queamam est ar
acimadosout ros, quenão
sabem t rabalharmi nimament eem equi pe,em homensquesãov erdadeir
os
vencedor es, capazesde
bril
harnasár easmai sr icasdai nteli
gênciaedoespí r
itohumano?
Apar ent ement eel ef oi der r
otado, poisosseusí nt i
moscausar am- l
heassuas
primei rasquat ro
frustrações, masser áenr i
quecedorum di apubl icarat raj
etóri
adev i
dados
seusdi scípulosant esedepoi s
damor tedoseumest re.Hádoi smi lanosoMest redaGal il
éiajápr ati
cavaa
mai sbel aeef i
cient e
psicologi aeeducaçãopr eventiva.
Aansi edadecomodoençaecomosi ntomadadepr essão
Aansi edadeexi stet ant ocomodoençai soladaquant ocomosi ntomadeout r
as
doençaspsí qui cas,
taiscomoost ranst or nosdepr essivos.Ali
ás, aansi edadeéum dospr inci
pai
s
sintomasdadepr essão.
Aspessoasansi osasf reqüent ement eapresent am v ariadosgr ausde
hipersensi bilidadeemoci onal.Por
serem hi persensí veis, qualquerpr oblemaoucont r
ariedadepr ov ocaum i mpacto
tensional i
mpor t
ant e, o
queger aum humori nst ávelef l
utuante.Num i nst anteestãot ranqüi l
asenout r
o
semost ram i rri
táv eis,
i
mpul sivasei mpaci ent es.
Omest redeNazar é, apesardet erati
ngidooápi cedaansi edadenoGet sêmani,
nãot ev ecomo
sintomasdadepr essãoai rrit
abil
idade, ahipersensi bili
dadeeal abili
dade
emoci onal ,masapenasum
est adoi nt ensodet ensão, associadoasi ntomaspsi cossomát i
cos.El eai nda
consegui aadmi nistrarsua
emoçãoeger enci arseuspensament os, oqueex pli
caagent il
ezaeamabi lidade
expr essasnomoment o
em queJudasot raiuequandoosdi scí pul
osof rust raram.
Noápi cedasuaangúst ia,eleaindabr il
hav aem suahumani dade.Abat i
do,
aindacui dav adaspessoas
eer aaf et ivocom el as.Nuncadescar regousuat ensãonaspessoasqueo
circundav am.Nuncaf ezdel as
depósi todasuador .
Somosi guai saomest re?Quandoest amosansi osos, qual querprobl emav ira
um monst ro.Fi camos
i
nst áv ei sei rr
itáv eis.Nossagent i
lezaseesf acela, nossal ucidezseev apor a,
mot i
v opel oqual agr edi mos
faci l
ment easpessoasquenosci rcundam.Al guns, infelizment e,fazem dos
seusí nt imosum depósi t oda
suaansi edade.Descar regam nel esseul i
xoemoci onal.Pr aticam umav iolência
nãopr ev istanoscódi gos
penai s, masquel esaocer nedaal ma, odireitoper sonal í
ssimoaopr azerde
viver .
Aconst ruçãodepensament osdohomem Jesusest av ahi peracel
er adanasua
últimanoi te,poi sel e
nãopar av adepensarem t udooquei riav i
v erem seucál ice.Masnãoper deuo
cont rol edasua
i
nt eligênci a,nãoseaf ogounast r
amasdai nstabi l
idadeemoci onal eda
i
rritabi li
dade.
Lucasdescr ev equeaansi edadedomest r
eer at ãoi ntensaquepr oduzi u
i
mpor tant essi ntomas
psicossomát icos.Cer tament eseucor açãobat i
amai sr ápidoesuaf reqüênci a
respi rat ór i
adev iaest ar
aument ada.Enquant oor av a,seuspor osseabr iam eosuorescor ri
apel oseu
cor poemol hav aat er raaos
seuspés.
Ossi nt omasdasí ndr omedopâni coeosdaansi edadedomest re
Crist ot ev eum at aquedepâni conoj ar dim doGet sêmani ?Vamosf azerum
brev ecoment áriosobr ea
síndr omedopâni coeanal isarasr eaçõesemoci onai sepsi cossomát icasque
elet ev enaquel anoi te
i
nsi diosa.

Así ndromedopâni coéumadasdoençaspsí quicasansi


osasquemai sproduz
sofrimentosna
psiquiatr
ia.Atingepessoasdetodososníveissociai
s.Operf
ilpsicológi
cocom
propensãopar a
desenv ol
v erasíndromedopânicosecaracteri
zaporhiper
sensibil
idade
emoci onal,preocupações
excessivascom opr ópr
iocor
po,super
val
orizaçãodedoenças, excessode
i
nt rospecção, dificul dadesem
l
idarcom dor esef rust rações, hiperpr oduçãodepensament osant ecipatórios.
Taiscar act erí
st i
cassão
i
mpor tant es, masest ãoexager adas, oquei ndicaqueem di v ersoscasosa
síndr omedopâni coacomet eas
mel hor espessoasdasoci edade.
Crist onãot inhaper filpsi cológi coligadoapr eocupaçõesexager adascom
doenças, com seucor po,
nãov i
v i
aem f unçãodepensament osant ecipat ór i
osnem er ahi per sensível.
Est udar emos, nof inal dest e
l
ivro, queel econsegui acombi narduascar acter í
sticasdaper sonal i
dadequase
quei rreconci l
iáv eis: a
segur ançacom asensi bi l
idadeemoci onal.
Así ndr omedopâni coécl assificadacomoumadoençaper tinent eaogr upodas
ansi edades.El aéo
teat rodamor te.Car act er iza-seporum medosúbi toedr amát i
codequesev ai
mor reroudesmai ar .Esse
medoger aumai nt ensar eaçãoansi osaqueéacompanhadadesi ntomas
psicossomát i
cos, tai scomoa
taqui car dia, aument odaf reqüênci ar espiratória,sudor ese.Éf reqüent ea
i
mpr essãodequesof rer áum
i
nf arto, pori ssoospor tador esdest así ndromev ãodecar diologi staem
cardi ologi st apr ocur andose
conv encerdequenãov ãomor rer.
Imagi neseol eitorpensassecom pl enaconv i
cçãoquef ossemor r
erapós
termi nardel erest apági na.
Nãoconsegui ri
at er mi naral eitura.Um t urbil
hãodei déiasligadasaof im da
exist ênci a, àsol idãof atal ,à
per dadosí nti
mospassar iaem suament e.Al ém di sso,opav ordamor t
e
prov ocar i
aumadescar ganoseu
cór texcer ebr al,ger andodi versossi nt omaspsi cossomát i
cos, prepar ando-o
par aaf uga.Éi stooque
ocor renopal codament edaspessoasquet êm at aquesdepâni co.
Ninguém mor report erasí ndromedopâni co, masaspessoassof rem mai sdo
queal guém que
realment eest áenf ar tandoousobor iscor eal demor rer.
Discor dodaposi çãodemui tosneur ocient i
stasquepost ulam t eor icament eque
así ndr omedopâni co
écausadaapenaspel ogat i
lhodosneur otransmi ssores,talcomoaal t
eração
dosní v eisdeser ot oni na* .É
possí vel quehaj aest egat il
hoem det ermi nadoscasos, masascausas
psíqui casesoci ai ssãogr andes
fator esdesencadeant es.
Algunspsi quiat ras, desconhecendoacompl exi dadedof unci onament oda
ment eenãosabendoos
l
imi tesdeum post ul adot eór i
co, usam opost uladodosneur otransmi ssores
comosef osseumav erdade
cient ífi
ca, despr ezandoodi álogocom ospor tador esdessasí ndr ome, t
ratando-
osapenascom
ant i
depr essi vos.Asol uçãoest rit
ament equí mi caéi nadequada.
Osant idepr essi vossãoi mpor t
antes,masconduzi radescar acteri
zaçãodo
teatrodamor tena
memór ia,resgat aral i
derançadoeunosf ocosdet ensãoeger enciaros
pensament osdecont eúdo
negat ivo, comof ezomest r
edeNazar énosseusmoment osmai stensos,são
fundament aispar aa
resoluçãodef initiv
adacr ise.Casocontrár
io,hav erár ecorrências,eaf obia
social, ousej a, omedode
freqüent arlugar espúbl icos,seinstal
aránessespaci entes.
Nãoéum at aquedepâni coisoladoquedet erminaasí ndromedopâni co.É
necessár i
oqueosat aques
ser epit am.
Cr i
stonãosof r euum at aquedepâni conoj ardi
m doGet sêmani .Eleapresent
ou
diversossi ntomas
psicossomát i
coseumaemoçãot ensaeangust iada, masnãosent iumedode
mor rer .Tant oassi m que
discur soudi ver sasv ezesseuspensament osnot erri
tóri
odaquel esqueo
odiav am, cor rendoconst ante
ri
scodemor rer .
Naquel anoi tef atídica,aansi edadedomest r
enãoser elacionav aaomedoda
mor te, masaot i
pode
mor teeàpost uraquet eriadet erem cadaumadaset apasdoseusof ri
mento.
Estudar emosqueel e

discur sav acom t ant anat urali


dadesobr eamor tequedei xavatranspar ecerque
elaabr iri
aasj anel asde
sual iber dade.
Asbi ogr afiasdeCr istoi ndi
cam queel efaziamui tosmi l
agres,masnãof azi
a
mi lagr esnaal ma, na
per sonal idade.Ocont atocom Jesuspr oduziaum i mensopr azerel i
ber dade,
umai nt ensamudança
i
nt erior ,masessamudançapr ecisav acriarraízespoucoapouconossi nuosos
territ
ór iosdav ida.Caso
cont rár i
o, elaset ornav asuper fi
cial eseev apor avanocal ordodia,aose
depar arcom asdi fi
cul dades
i
nev i
táv eis.Foi com esseobj et i
voquepr oferiuapar áboladosemeador .A
sement equef rutif
icouf oi
aquel aquecai unum sol o(alma)queper miti
uacr iaçãoder aí
zes.
Aper sonal i
dadepr ecisadet ransfor mação, enãodemi l
agres.Expandiraar te
depensar ,aprendera
fi
ltrarosest í
mul osest ressant es,investirem sabedor ianosinvernosdav ida
sãof unçõesnobi lí
ssimasda
per sonal idadequenãoseconqui stam facilment e, nem em poucot empo.Seum
mi lagr epudesseexpandi r
ai nteligênci aer esol verosconf li
tospsí quicos, porqueel enãosanoua
fragilidadedePedr o,impedi ndo
queel eonegasse, nem ev i
touosonoest ressant edosseusami gos?Not em
queat épar aal i
viarasua
própr iador ,Crist
oev it
oumi lagres.
Gost amosdeel i
mi narr ápidaei nst antaneament enossossof r
iment os.Masnão
temosêxi to.Nãohá
ferrament aspar aisso.Temosdeapr endercom omest reav elejarpar adent ro
denósmesmos, enf rent ara
dorcom ousadi aedi gni dadeeusá- lapar alapidaraal ma.
Aar tedeouv irededi alogar
Omest reint eragi acont inuament ecom oseuPai .Domesmomodo, eleagia
com seusdi scí pulos.As
pessoasqueconv iviam com omest r
et ornav am-sesaudáv eis,apr endiam ase
desar mardesuar igidezea
falardesi mesmas.El easi rrigav acom aar tedeouv iredi alogareas
estimul av aasercami nhant es
dent rodesi mesmas.
Mui tossãoót imospar adarconsel hos, maspéssi mospar adi alogareouv i
r.O
diálogoquedi zem t er
édemãoúni ca, del espar aosout rosenuncadosout rospar acom el es.Por
i
sso, ouv em oquequer em
ouv irenuncaoqueosout rost êm par adizer.
Aar tedeouv iredi alogarpot enci alizaat émesmoosef eitosdos
ant i
depr essi vos.Ospr ofissionai sde
saúdement al quev êem omundodosseuspaci ent esapenasdent rodosl imi t
es
domet abol i
smodo
cérebr ot êm umav isãomí opedacompl exacolchader etalhosdai nteli
gênci a.
Nãoconsegui rãoper ceber
ospensament oscl andest i
nosdospaci entesnem per scr utaroqueaspal avras
delesnuncadi sser am.
Nem sempr eat raímosaspessoascom nossacapaci dadedeouv i
redi al
ogar .
Est amost ãopr óximos
fi
sicament edenossosí nti
mos, mast ãodi stantesi nter iorment e.Af amí l
i
a
moder naset or nouum gr upo
deest ranhos.Di videm omesmoespaço, respir
am omesmoar ,masnão
penet r
am nomundounsdos
out ros.Poucost êm cor agem deadmi t
iracr i
sededi álogoeder evera
qual idadedassuasr el ações
sóci ofami li
ar es.
Ohomem moder nov ivei l
hadodent rodapr ópriasoci edade.El eest áexpost oa
umasér iede
transt ornospsí quicos.Épr ecisor epensarasoci edadeest ressant eondet emos
vivido, acompet i
ção
predat ór i
a, oi ndiv i
dual ismoeabai xacapaci dadedesent i
rprazer ,adespei tode
termosumaenor me
i
ndúst riadeent reteni ment o.
Omest redeNazar év iv iaaar tedodi álogo.Ti nhapr azerem i nter agircom as
pessoas.Ent rav ano
l
ar ,nahi stór i
aenomundodel as.Gast av atempodi alogandocom aspessoas
quenãot inham qual quer
stat ussoci al.Suapr esençaer aagr adáv elereconf or tant e.Soboaconchegode
Jesusni nguém sesent ia
i
lhadoouexcl uído.Sol idãoer aumapal avraestranhaaosqueosegui am.

Épr
eci
sor
epensart
ambém obombar
deament
odei
nfor
maçõesnegat
ivas
geradopel osi stemade
comuni cação, um f atonuncaocor ri
doem out rasger ações, eoseui mpact o
sobr eaconst ruçãomul t
ifocal
dai nt eli
gênci a.Todososdi as, amí diaescr ita,televisadaef aladadi vulga
acident esem quei númer as
pessoasmor rem decâncer ,infarto, assassi nadas.
Odr amadamor t
eedav i
olênci aampl ament edi vulgadonamí diaest imul ao
fenômenoRAM
(regist roaut omát icodamemór i
a)ar egi strarcont í
nuaepr ivil
egiadament ea
violênci aeapossi bili
dade
dof im nosar qui vosi nconsci entesdaper sonal idade* .Tal registr
of ica
disponí velpar aqueof enômeno
ACH* *façaumal eitur ainstant âneacapazdeger arcadei assúbi tasde
pensament osnegat i
v os.Tai s
pensament os, porsuav ez,produzem um gat i
lhoemoci onal instantâneoque
geraansi edade,
i
rritabi l
idade, angúst iae, conseqüent ement e, desencadei asintomas
psicossomát i
cos.
Asr el açõesent reJesuseosseusdi scípuloser am encor ajadorasesem
negat ivi
smos.Hav iaum
const ant ecli
madet ensãopel ar ejeiçãoàssuasi déi asporpar t
edosescr ibase
fari
seus.Todav i
a, elenão
deix av aqueumanuv em depensament osnegat ivosbombar deasseament e
dosseusí nti
mos.Apesardas
difi
cul dades, ondeel eest av ahav iaum cl i
maquer elaxav aet ranqüilizavaos
queocer cavam.Seu
compor tament oexal av aumaespéci ede“ per fumeemoci onal ”queat r
aíaas
pessoas.Pori sso,
paradoxal ment e, atéosseusoposi t
or esf azi am pl ant ãopar aouv i-
lo.
Tomandoocál icecomohomem enãocomof il
hodeDeus
Omest requer iar edimi rahumani dade.Nãopoder i
a, por tanto, t
omaroseu
cálicecomof ilhode
Deus, mascomoum serhumano, comoeueol eitor.El eaf ir
mav acom t odasas
l
et r
asqueer aof ilhodo
Deusal tí
ssimo, mast er i
adeabst er-sedasuacondi çãodeDeus, teriadebeber
seucál icecomoum
homem.
Porum l ado, eleal mej avar etornaràgl óriaquet inhaant esquehouv esseo
mundo, maspr imei ro
teri
adecumpr i
rasuamai samar gami ssão.Porout rol ado, desejav ar esgataro
homem e, parai sso, ter i
a
depassarpel oseumar t
íri
ocomoum homem.Eoqueépi or ,t
eriadet omá- lo
comonenhum homem o
fez.
Nãopoder iapedi rcl emênci anomoment oem queest i
vessesof rendo.Não
poder iagr i
tarcomot oda
pessoaf erida, poiser asi mbol izadopel ocor dei ro,queéum dospoucos
animai squesi l
enci adi anteda
mor te.Nãopodi aodi aresei rarcont raosseusi nimi gos.Pel ocont rári
o, teri
ade
perdoá- lose, mai sdo
quei sto, teriadeamá- l
os, casocont rári
o, tr
airiaaspal avrasqueel emesmo
procl amouaosquat r
ov ent os:
“Amai v ossosi nimigoseor aipelosquev osper seguem” 67.
Nãopoder i
asedesesper ar.NoGet sêmani ,enquant osepr eparavapar atomaro
cálice, poder iav iver
umai nt ensaansi edade, masdur anteoespancament o,assessõesdet or
turae
acr uci ficação, teriade
reagi rcom amai sal taser enidade.Casocont rário,nãoser i
acapazde
admi nist rarsuaemoçãonoápi ceda
dornem gov ernarseuspensament ospar aexpr essarsabedor iaetolerância
num ambi ent eondesóhav ia
espaçopar asent iromedo, araivaeaagr essiv i
dade.
Crerem Cr istocomof i
lhodeDeusdependedaf é.Ent r
etanto,nãosepode
negarque, independent e
dasuacondi çãodi vina, elefoium homem at éàsúl timasconseqüênci as.
Sof reueseangust ioucomoum
homem.Ondeel er euni uf orçaspar asuper arocaosquesei nstal
ounasua
emoçãonaquel eescur o
j
ardi m?El ef oisust ent adoporum cont ínuoemi steri
osoest adodeor ação.A
oraçãot r
ouxe- lhesaúde
emoci onal .Diluiusuaangúst i
aei rr
igousuaal macom esper ança.
Cristo, sabendoquet eri
adesupor t
arseucál icecomoum homem, sem
qual queranest ésicoecom a
mai sal tadi gnidade, teveseusi stemaor gâni coabal adoporsi ntomas
psicossomát i
cos.Nãoapenast ev e

sudor ese, masum r arocasodehemat idrose, sóproduzi


donoext remodo
stress.Lucascoment aqueseu
suorset ornoucomogot asdesangue68.Hápoucoscasosnal i
terat
uramédica
quer elatam queal guém,
submet idoai nt ensost r
ess, t
everupturaouaber tur
adoscapilaressangüí
neos
capazdeper mitirqueas
hemáci asf ossem expel i
dasjuntocom osuor .
SeCr istot ivesseobedeci doàl i
nguagem psi cossomát i
cadoseucor po,el
enão
chegar iaaost ress
extremo, mast eriafugidodaquel eambi ente.Todooseucor pocl amavapela
fuga.Por ém nuncaf ugiu
dosseusi deais.Nem porum mi l
ímetroaf astou-sedasuami ssão.Pelo
cont r
ár i
o, l
utav adent rodesi
mesmopar ar ealizarav ontadedoPai ,
quet ambém er aasua,esepr epar
ar
parat ranscendero
i
nsupor tável.

CAPÍTULO9
AREAÇÃO
DEPRESSIVA
DEJESUS:
OÚLTIMOESTÁGI
ODA
DORHUMANA
Umaemoçãopr of undament et ri
st e
Quant omai socor podeCr i
stodav asinaispsi cossomát icospar aquef ugisse
rapi dament edasi t uação
der i
sco, mai sel er esistiaer ef l
et i
asobr eseucál ice.Or esultadoer aquenão
apenassuaansi edadese
i
nt ensi ficava, massuaemoçãoer ai nvadidaporum pr ofundoest adodet rist
eza.
Or egi strodeMat eus26di zque“ Cristocomeçouaent ri
stecer -
seeaangust iar-
se
prof undament e”69.Apr of undat ri
st ezaquesent iui ndicaqueel eent r
ounum
estadodehumor
depr i
mi do, eapr of undaangúst iai ndicaquesent i
uumaansi edadei ntensa,
acompanhada, como
coment ei,dedi ver sossi ntomaspsi cossomát i
cos.
Chegouav ezdaquel ehomem quegost av adeseenv olvercom ascr i
anças, que
conf or tavaos
l
epr osos, queacol hiaaspr ostit
ut as, queer aami godospubl icanos, passarpel a
condi çãomai sdol orosa
daemoção, pel aexper i
ênci adohumordepr imido.Chegouav ezdaquel e
homem quecont agi av at odos
com seupoderesegur ançaexper i
ment araf ragi
lidadedaemoçãohumana.
Consegui ráel esuper arseupr ofundoest adodet ri
st ezaer eagircom di stinção
num ambi ente
total ment ehost il, i
numano?Ant esdeanal isarmosest aquest ão,precisamos
responderduasout r
as: oque
Crist osent i
unoGet sêmani ,umar eaçãodepr essiv aouumadoençadepr essiva?
Qual adi f
erençaent re
umar eaçãodepr essi vamoment âneaeumadepr essão?
Aper sonal i
dadedeCr istoest avanacont ramãodadepr essão
Omest retinhadef atoumaal egr i
ai ncomum.Nel enãohav iasombr adet rist
eza
einsat isfação.A
alegr iadeCr i
st onãoseext eriorizav acom f art
ossor ri
sosecom gest os
euf ór i
cos, maser aumaal egria
quef luí adoseui nt erior,comoum r iomansoquej or racont inuament esuas
águas.
Aquel equedi scur sar ai ncisivament eparaqueohomem saci asseasededa
alma, asededepr azer ,
agor aest av apr of undament et r
iste, poisiacumpr iroseuobj eti
vomai or:mor rer
pelahumani dade.Ao
i
nt er pr etarasent rel i
nhasdost extosdassuasbi ogr afias, énot óri
oqueseu
humordepr imi donãoer a
decor rent edadúv i
daem t omarounãooseucál ice, masdosabori ntragáv el
queel econt inha.
Vej amosqual adi fer ençaent reumadoençadepr essi vaeumar eação
depr essi va, par adepoi s
j
ulgar mosseuest adoemoci onal .
Adepr essãoéumadoençacl ássicanapsi quiatr
ia.Ser á,comodi sse, adoença
dosécul oXXI .Sua
i
nci dênci atem si doal taem t odasassoci edadesmoder naseem t odasas
camadassoci ais.Aspessoas
i
dosaseosadul tossãomai sexpost osael as, mas, i
nfel i
zment e,essai nsi di
osa
doençat em penetrado
também cadav ezmai snascr i
anças,pri
ncipal
mentenaquelasquesof rem por
doenças, maus-tr
atos,
exper iênciasdeabandonoequev i
vem em laresondeimperam acr i
sedo
diálogoeaagr essivi
dade.
Osadol escentestambém est ãocadav ezmai svul
nerávei
sàdepr essão.Acrise
dodi ál ogo,abuscado
prazeri mediato,aincapaci
dadedet r
abalharestí
mulosestressanteseojugoda
par anói adaest éti
catêm
ger adoanecessi dadecompul si
vadeset erum corposegundoomodel o
ester eot i
padodi f
undidopela
mí dia,ocasi onandonosadol escentesadepr essãoeoutrostranst
ornos
psíqui cos, t
aiscomoabul i
miaea
anor exi anervosa.

Adordadepr essãopodeserconsi deradacomooúl t


imoest ágiodador
humana.El aémai si ntensa
doqueadordaf ome, poisumapessoaf amint at em oapet i
tepr eser vado, por
i
ssor emói atéol ixopar a
comeresobr ev iver ,enquant oal gumaspessoasdepr imidaspodem, mesmo
diant edeumamesaf arta,não
terapet itenem odesej odev iver.Fr eqüent ement esócompr eendeadi mensão
dadordadepr essãoquem
j
ápassouporel a.
Exist em di ver sosgr ausdedepr essão.Hádepr essãol eve, moder adaegr ave;
depr essãosem oucom
sintomaspsi cossomát icos( doresmuscul ares, taquicardi a,cefaléia, nóna
gar gant a, gast ri
teet c.);
depr essãosem oucom si ntomaspsi cót i
cos( desor ganizaçãodopensament o,
delírioseal uci nações) ;
depr essãor ecor rent e, caracterizadaporf reqüent esrecaí das; edepr essãocom
apenasum epi sódi o,ou
seja, queét ratadademanei racompl et aeque, portanto, nãomai sr et ornaao
cenár ioemoci onal .
Ascausasqueconduzem umapessoaat erum t r
anst ornodepr essiv osão
várias: psíquicas, soci aise
genét icas.Aspsí qui casi ncluem: i
déiasdecont eúdonegat i
v o,difi
cul dadede
prot eçãoemoci onal ,
hiper sensi bili
dade, ant ecipaçãodesi tuaçõesdof uturoet c.Associ ai si ncluem:
per das, compet ição
predat ór i
a,crisef inancei ra,preocupaçõesexi st enciais,pr essãosoci al .Acar ga
genét icapodei nfluenci ar
ohumorepr opiciaroapar eciment odedoençaspsí quicas, masébom que
saibamosquenãohá
condenaçãogenét icanapsi quiat ri
a, anãoserquandoexi st em anomal i
as
cer ebr aisdecor rent esde
alteraçõescr omossômi cas.Por tanto, pai
sgr av ement edepr i
midospodem
ger arf il
hossaudáv eis.O
desv i
oder otadai nf l
uênci agenét i
capar aohumordepender ádahi stór iade
formaçãodaper sonal idade
dosf ilhosedoquant oapr endem ager enci arseuspensament osnosf ocosde
tensãoeapr eser v arsuas
emoçõesdi ant edosest ímul osest ressant es.
Nãohái ndíci osdequeJesust enhat idoumacar gagenét i
cacom pr opensão
par aohumordepr i
mi do.
Nopr óximol iv ro, est udar emosqueMar ia,suamãe, deacor docom Lucas, t
inha
umaper sonal idade
refinada, especi al :erasensat a, sensí vel,humi l
deedadaàr eflexão.Nãohá
nenhum i ndí ciodequeel a
tenhat i
dodepr essão.
Lucasdescr ev eque“ Omeni nocr esci aem est atur aesabedor ia”70.Cr isto
nuncaf oi um espect ador
passi v odi ant edav i
da; pel ocont rár i
o, foium agent emodi f
icadordasua
histór iadesdeasuai nfânci a.
Ér ar í
ssi moobser varmosumacr iançacr escendoem sabedor i
anassoci edades
moder nas, ousej a,
apr endendoapensarant esder eagi r,al i
darcom asper dascom mat uri
dade, a
sersol idár i
a, tol er ant e,a
enf rent arcom di gni dadesuasdi fi
cul dades.El ascr escem f alandol í
nguas,
usandocomput ador es,
prat i
candoespor tes, masnãodest il
andosabedor ia.Com apenasdozeanosde
i
dade, omeni nodeNazar é
j
ábr il
hav aem suai nteligênci a,jádei xav aper plexososmest r
esdal eicom sua
sabedor i
aej áencant av a
seuspai scom suasat itudes71.
Exist em t ambém v áriost iposdedepr essão: depr essãomai or,dist í
mica,
ciclotími caeout ras.As
doençasdepr essi vast êm umar i
casi ntomat ol ogia.Far eiumabr ev esíntese
delas.
Adepr essãomai or
A“ depr essãomai or”écar acterizadaporhumordepr imi do( tr
istezai ntensa) ,
ansi edade,
desmot ivação, bai xaaut o-est i
ma, isolament osoci al,sonoal t
erado, apeti
t e
alterado( di
mi nuí doou
aument ado) , fadi gaexcessi v a,libidoal t
erada( prazersexual dimi nuído),idéias
desui cídi o,déf icitde
concent raçãoet c.El ai ncideem pessoasdet odososní vei
ssoci oeconômi co-
cultur ais.
Mui tospaci ent escom “ depr essãomai or”t êm ant esdacr i
sedepr essivauma
per sonal idade
afet i
v ament er ica, sãoal egres, at i
v as, sociáveis.Cont udo, pordi v ersascausas,
essaspessoaspenet ram no

solodadepr essão.Asr azõesquelevam umapessoaextr


overt
idaesoci
áv el
ao
dramadadepr essãomai or
sãomúl ti
plas.Vãodesdeumai nfl
uênci
agenéti
caàscausaspsicossoci
ais,
comoper das, fr
ustrações,
l
imitaçõesf í
sicas,pensamentosdeconteúdonegati
vo,
ruminaçãode
pensament ospassados, anteci
pação
desituaçõesf utur
as.
Nãobast aterum humorpr ofundament et r i
steoudepr imi dopar ase
car act er izarumadepr essão.Tal
humort em det erumadur abili
dadedenomí nimoal gunsdi asousemanas,
embor ahaj acasosdemesese
anos.Al ém di sso, elet em deest aracompanhadopordi versossi ntomasj á
citados, principal ment e
alter açãodossi stemasi nst i
ntiv
osquepr eserv am av i
da( osono, oapet i
teea
l
ibido) , fadi gaexcessi va,
ansi edadeeadesmot iv ação.
Jesust ev edepr essãomai or?Não!NoGet sêmani ,seuhumordepr imi doer atão
i
nt ensoquesóas
mai sgr av esdoençasdepr essivaspodi am at i
ngir.Cont udo, suat ri
stezanão
ti
nhal ongadat a.Hav ia
i
nici adoháapenasal gumashor as, eer adecor r
ent edanecessi dadede
ant eci parossof r i
ment osque
atrav essar i
apar apr epar ar-separ asupor tá-los.
Aol ongodesuav idaeat énosúl timosmoment osant esdesert raídoepr eso,
nãohav i
anel e
sintomasdedepr essão.Nãosei sol avasoci alment e, anãoserquando
necessi t av amedi tar.Er amui to
soci áv el, gost av adef azerami gosedej ant arcom el es.Ti nhagr ande
disposi çãopar av isitarnov os
ambi ent esepr ocl amaro“ reinodoscéus” .Nãoer ai rri
tadi çonem i nqui et
o.Ao
cont rár i
o, consegui a
mant eracal manassi t uaçõesmai sadv ersas.Seusonoer asaudáv el
,
consegui ador mi rat éem si tuações
turbul ent as, comonapassagem em queomarest av aagi tado.Enf im, nelenão
hav iasombr adesi ntomas
quepudessem car acter i
zaruma“ depr essãomai or”.
Adepr essãodi stími ca
A“ depr essãodi stími ca”éaquel aqueacompanhaopr ocessodef ormaçãoda
per sonal idade.Os
paci ent escom depr essãodi stí
mi ca, aocont ráriodaquel escom “ depr essão
mai or ”,quepr ev iament esão
alegr esesoci áv ei s,desenv olvem umaper sonal i
dadenegat iv i
sta, crít
ica,
i
nsat isf ei ta,isol ada.Os
sintomassãoosmesmosda“ depressãomai or ”
, masmenosi ntensos.A
ansi edadeémai sbr andae,
por tant o, or iscodesui cídioémenor ,anãoserqueel asi nt ensi fi
quem acr i
se
depr essi vaecomecem a
desenv olv ersi nt omast ãoel oqüent escomona“ depr essãomai or”.
Édi f í
ci l conv i
v ercom aspessoascom “ depr essãodi stími ca” ,dev i
doao
negat iv ismo, i
nsat isfação,
baixí ssi maaut o- est i
maeaenor medi f
icul dadequet êm deel ogi araspessoase
osev ent osquea
circundam.Sóconseguem enxer garsuapr ópriador .Cont udo, sãoassi m não
por quequer em, maspor que
est ãodoent es.El aspr eci sam sercompr eendi daseaj udadas.
Embor aossi nt omassej am menosi ntensosqueosda“ depr essãomai or
”,é
mai sdi fíciltrat á-los,
devidoàdesesper ançaqueessespaci entescarregam, àbaixacolaboraçãono
tr
atament oeàdi f
iculdade
quesempr eti
ver am deext rairopr azerdospequenosdet alhesdav ida.Todavi
a,
épossí velquet ais
pessoasdêem um sal t
onopr azerdev iver
.
Cri
stonãot i
nhauma“ depressãodi st
ímica”nem umaper sonalidadedistí
mica.
Nãoer anegat i
v istae
i
nsat i
sfeit
o.Embor afossecr íti
codoscompor tament oshumanosedas
misériassociais, suascr ít
icaser am
ponder adasef eitasem moment oscer tos.Eraumapessoacont agi
ante.Nunca
sedeix avaabaterpel os
err
osdaspessoasnem pel assi tuaçõesdi fí
ceis.
Assement esquepl ant ounocor açãodohomem ai ndanãohav i
am germinado,
mas, com uma
esperançasur preendent e,elepedi aaosseusdi scí
pulos:“Ergueiosolhos,pois
oscamposj á

branquej am” 72.Quandodi sset aispal av ras,oambi ent equeor odeav aer ade
desolaçãoet risteza.El ejá
possuí amui tosoposi tores, easpessoaspr ocur av am mat á-l
o.Osdi scí
pul os
erguiam osol hosenão
consegui am v ernadaal ém deum deser t
oescal dant e.MasCr i
st ov iaalém da
i
magem geogr áf icaedas
cir
cunst ânci associ ai s.Seuol harpenet rant econsegui av eroqueni nguém v i
ae,
conseqüent ement e, se
animav acom oquef azi
aout rosdesi stirem.
Nelenãohav i
asombr adedesâni mo.Sef ossemi nimament enegat i
v i
sta,ele
teri
adesi stidodaquel es
j
ov ensgal il
eusqueosegui am, poisel escausav am- lheconst antest ranst ornos.
Seest ivéssemosem seu
l
ugar ,excl uiríamosPedr o,pornost ernegado; Judas, pornost ert raído; eos
demai sport erem f ugi do
ti
mi dament edenossapr esença.Ent ret anto, suamot ivaçãopar at r
ansf ormá- l
os
erainabal ável .
Osexecut ivoseospr ofissionaisder ecur soshumanos, queest ãosempr e
fazendocur sossobr e
mot ivação, com r esul tadosf reqüent ement ei nexpr essi vos,dev eriam se
espelharnamot iv açãodomest re
deNazar é.Vi mosqueat émesmoquandodi scur sav asobr eoseucor poeseu
sangue, naúl ti
macei a,
hav i
anel eumaf or t
echamadeesper ançaem t ranscenderocaosdamor te.
Aocai rdaúl timaf olhanoi nverno,quandot udopar eciaper dido, quandosó
hav i
amot iv
ospar a
desesper oechor o, Cr i
stoer gueuosol hosev i
uasf l
oresdapr imav era,ocul t
as
nost roncossecosdav i
da.
Aocont rár i
odel e, aopr i
mei r
osi naldasdi fi
cul dades, desisti
mosdenossas
met as,pr ojet osesonhos.
Precisamosapr endercom el eaer guerosol hoseol harport rásdas
difi
culdades, dasdor es, dasder rotas,
dasper dasecompr eenderqueosi nv ernosmai sr igor osospodem t razeras
primav er asmai sbel as.
Adepr essãoci clotími ca
A“ depr essãoci clotími ca”éum t ranst ornoemoci onal fl
utuant e.Al terna
per íodosouf asesde
depr essãocom euf or ia.Cadaf asepodedur ardi asousemanasepodehav er
i
nt er valosent reel essem
crises.Naf asededepr essão, ossi ntomassãosemel hant esaosquej ácitei.Na
faseeuf órica, ocor r em
sintomasopost osaosdaf asedepr essiva, como: excessodesoci abili
dade, de
âni mo, decomuni cação, de
aut o- est i
ma.Nessaf ase, aspessoassesent em poder osaset ão
excessi vament eani madaseot imi stasque
compr am t udooqueest áàsuaf rent eef azem gr andespr ojetossem al i
cerces
par amat eriali
zá- los.
Ospaci ent esquepossuem psi cosemaní aca- depr essiva( PMD)t ambém t êm
pól osdepr essiv os
associ adoscom pól osmaní acos( eufóricos) ,masper dem ospar âmet rosda
real i
dadequandoest ãona
crisedemani a, enquant oqueosqueest ãonaf aseeuf óri
cadadepr essão
ciclot ími caconser v am seu
raciocí ni oesuaconsci ênci a, hav endoai ndai ntegr açãoàr ealidade, embor a
com compor tament os
histr i
ôni cos, bizar ros.Éf ácilcondenaret axaraspessoascom humor
excessi vament ef lut uant esde
i
mat urasei rresponsáv ei s.Todav ia,elasnãopr eci sam decr í
ticasou
j
ul gament os, masdeapoi o,
compr eensãoeaj uda.
Crist ot ambém nãot inhadepr essãoci cl
ot í
mi canem humorf lutuant e.Ao
cont rário, seuhumorer a
est áv el esuasmet asbem est abel ecidas.Nãoagi apori mpul sosemoci onais
nem t i
nhagest osdegr andeza
par aseaut opromov er.Embor af ossemui tocomuni cativ
o, eral úcidoe
econômi conof alar.
Omundoi nt eir
opodi acont rapor -seael e, masnadacompr omet i
ao
cumpr iment odoseupr opósi to,
dasuami ssão.Passav apel osv al esdav idaeai ndaassi m nãoseper cebianel e
i
nst abi lidadeemoci onal .
Dur ant easuaj ornada, houv eumaépocaem quepr essent iuquesua“ hora”se
apr oxi mav a.Ent ão,
subi tament e,virousuaf acepar aJer usalém ef oi par aot erri
tór i
odosseus
i
ni mi gos.Quer iamor rerem
Jer usal ém.

Ostranst
ornosobsessi
vosassociados
àdepressão
Ostranst
ornosobsessi
voscompul si
vos(TOC)sãocar acter
izadosporidéi
as
fi
xasnãoadmi ni
str
adas
pel
oeu.Of enômenodoautofl
uxo, queéor esponsávelporproduzi
rofluxode
pensamentoseemoções
nocampodeener giapsí
qui
ca,fazumal ei
turacontínuadedet er
minados
territóriosdamemór ia, ger ando
umahi per produçãodei déi asf i
xas*.Tai si déiaspodem ger arum gr andeest ado
deangúst i
a,
princi pal ment equandoest ãol igadasaocâncer ,i
nfarto,der ramecer ebr al
,
acident es, per daf inancei r
ae
preocupaçõesexcessi vascom segur ança, higieneel impeza.Aspessoascom
TOCnãoconseguem
ger enci arasi déi asobsessi v as.Pensam oquenãoquer em pensaresent em o
quenãoquer em sent ir.
Algumasv ezesost ranst or nosobsessi vosi mpr imem t antossof riment osque
podem desencadearuma
doençadepr essi va.
Crist ot ambém nãot inhat ranst ornosobsessi vos.Nãot i
nhai déi asf i
xasque
ator ment av am sua
ment e.Sof reremor rernacr uznãoer am umaobsessãopar ael e.Dei xoucl aro
quesóest av at omandoo
seucál icepor queamav ai ntensament eahumani dade.
Tinhat odoodi reitodepensarf ixament edi aenoi teem cadaet apadoseu
mar tí
r i
o, poisest av a
consci ent edequandoedecomoi ri
amor rer,maser acompl etament el ivr
eem
seuspensament os.Pr eviu
porpel omenosquat r ov ezesasuamor te,masest apr evisãonãor ev elavauma
ment eper turbadapor
pensament osant eci pat órios, masobj eti
v av apr epararseusdi scí pulospar ao
dramaquei riasof rere
conduzi -l
osaconheceropr ojetoqueest av aescondi donoâmagodoseuser .
Nósf azemoso“ v elór i
oant esdot empo” ,sof remosporant eci pação.Os
probl emasai ndanão
acont ecer am et al v eznuncav enham aacont ecer, masdest ruímosnossa
emoçãoporv i
vê- l
osant esdo
tempo.Omest r
edeNazar ésósof ri
aquandoosacont eci ment osbat iam- lheà
por ta.Soment epossui ndo
umaemoçãot ãol ivrecomoaquel a,elepoder ia,amenosde24hor asdesua
tortur anacr uz, ter
disposi çãopar aj ant arecant arcom seusdi scípulosesupl icaraDeuspar aque
elest i
v essem um pr azer
compl eto.
Adi f
er ençaent readepr essãoeuma
reaçãodepr essi v a
Adi f
er ençaent reumadoençadepr essi vaeumar eaçãodepr essi v anãoest á
l
igadaf reqüent ement eà
quant idadenem ài ntensi dadedossi ntomas, maspr incipalment eàdur abili
dade
deles.
Umar eaçãodepr essi vaémoment ânea, dur ahor asounomáxi moal gunsdi as.
Dur aenquant oest á
present eoest ímul oest ressant eouenquant onãosepsi coadapt aael e.Os
estímul ospodem seruma
ofensa, umahumi lhaçãopúbl ica,aper dadeempr ego, umasepar açãoconj ugal,
um aci dent e, uma
doença.Com apsi coadapt açãoour emoçãodest esest í
mul os, ocor reuma
desaceleraçãodospensament os
ereorganizaçãodaenergiaemocional e,
com isso,ret
ornaoprazerdeviv
er.
Seossi ntomasdeumar eaçãodepressivaperduram pormaist
empo, ent
ãose
i
nstalaumadoença
depressiv
a, quechamodedepr essãoreacional.Est
aduraráumasemana, duas
oumui tomai stempo,
dependendodosucessodot ratamento.

Qual omecani smopsi codinâmi coqueger aumar eaçãodepr essivaouum


transt or noansi oso?O
mest redeNazar éer aumapessoat ãoaf i
nadacom aar t
edepensaret ão
madur onacapaci dadede
prot egerasuaemoçãoqueel ecompr eendi ademanei r
acristal
inao
mecani smoquev ousi nteticament e
exporagor a.
Of enômenoRAM ( Regi stroAut omát icodaMemór ia)registranamemór i
a
todasasexper i
ênci as
quet ransi t
am nopal codenossasment es.Num comput ador,escolhemosas
i
nf or maçõesquequer emos
regist rar ;namemór iahumananãoháessaopção.Porquenãot emosessa
opção?Por queseat i
v éssemos
poder íamost erachancedepr oduzi rum sui cídiodai nteli
gência.Seri
apossí vel
,
numacr iseemoci onal ,
dest rui rmososar quiv osdamemór iaquef i
nanci am aconst ruçãode
pensament os.Nest ecaso,
per der íamosaconsci ênci adequem somoseondeest amos.E, assim, otudoe
onadaser i
am amesma
coisa, inexistiríamoscomoser espensant es*.
Tudooquepensamosesent i
mosér egistradoaut omát i
caei nvol
untariamente
pelof enômenoRAM.
Estef enômenot em mai saf inidadecom asexper iênci asquet êm mai s“ v
olume”
emoci onal ,ousej a,
regist ra-asdemanei ramai spr iv i
l
egi ada.Pori sso, “recordamos”com mai s
facilidadeasexper iênci asque
nosder am mai st ri
stezasoual egrias.
Em umapessoaquenãot em pr oteçãoemoci onal, asexper i
ênciaspr oduzidas
pelosest ímul os
estr essant es, porser em mai sangust i
ant es,sãor egistradasdemanei ra
privilegi adanamemór ia,ficando,
por tant o, mai sdi sponí veispar aser em l idas.Umav ezl i
das,geram nov as
cadei asdepensament os
negat ivosenov asemoçõest ensas.Assi m, fecha- seoci clopsicodinâmi coque
ger adet er minados
transt or nospsí qui cos, i
nclusi veoTOC.
Cui damosdahi gienebucal ,dobar ul hodocar ro,dov azament odeágua, mas
nãocui damosda
qual idadedepensament oseemoçõesquet ransi tam em nossasment es.Estes,
umav ezar qui vados, nunca
mai spodem serdel et ados, soment er eescritos.Pori sso,otratament o
psiqui átricoepsi cot erapêut iconão
éci r
úr gico,masum l entoprocesso.Logo, também édi fíci
l,masnãoi mpossível
,
mudarascar act erísti
cas
denossasper sonal i
dades.
Émai sf ácil
, comoCr istofazia,pr otegeraemoçãoour eciclá-
larapi dament e
quandoasent imosdo
quer eescr ev ê- l
adepoi sder egistradanosar qui vosi nconsci entesdamemór i
a.
Elegozav adeumasaúde
emoci onal i
mpr essi onante,poi ssuper avacont i
nuament easof ensas, as
difi
culdadeseasf rustraçõesque
vivi
a.Por t
ant o, of enômenoRAM nãor egistrav aexper iênci asnegat i
vasem sua
memór ia,pois
simpl esment eel enãoaspr oduzi aem suament e.
Cr i
stonãof azi adesuamemór i
aum depósi t
odel i
xo, poi snãoconsegui a
guar darmágoade
ninguém.Podi aserof endidoei njuriado,masasof ensasnãoi nvadi am o
terri
tóriodasuaemoção.A
psicologi adoper dãoqueel eampl ament edi vulgav anãoapenasal ivi
avaas
pessoasper doadas, masas
transfor mav aem pessoasl i
v reset ranqüilas.
Mesmoquandoseuami goLázar omor r
eu, elenãof icoudesesper adonem
correupar af azermai sum
dosseusmi lagr es.Fazi atudocom ser enidade, sem desesper oenot empo
certo.Nãoconheçoni nguém
quet enhaaest ruturaemoci onal queel etev e.
Existeumasí ndr omequedescobr iequet enhoest udadoexaust ivament e*.Esta
síndromesei nst al
a
nopr ocessodef ormaçãodaper sonal i
dadeet em umagr andeinci dênci
ana
popul açãoem ger al.A
síndromet r
i-hiperécar acterizadaport r
êscar acterísticashi perdesenv olvi
das
naper sonalidade:
hipersensi bilidadeemoci onal,hiper construçãodepensament ose
hiperpr eocupaçãocom ai magem
social.
Ahi per sensibi li
dadeseexpr essapormei odeumaenor medespr oteção
emoci onal.Pequenos
problemast êm um i mpact oemoci onal enor me.Umaof ensaécapazde
estragarodi aouasemanadessas
pessoas.

Ahi perconstruçãodepensament osseexpr essaporumapr oduçãoexcessi


va
depensament os.
Pensament osant ecipat óri
os,
ruminaçãodepensament ossobreopassado,
pensament ossobr eos
problemasexi st
enci ais.Aconseqüênciadestahiperpr
oduçãodepensament os
éum desgast edeener gia
cerebralenorme.
Ahi perpreocupaçãocom ai magem socialseexpressaporumapr eocupação
angustiantesobr eoque
osout rospensam ef alam desi.Talcar
act
er í
sti
cafazcom queaspessoas
admi ni
strem mal t odot i
pode
críti
caer ejeiçãosoci al.Um ol hardedesapr ov açãoécapazdei mpr i
mi r-
lhes
umaansi edadei ntensa.
Nem t odasaspessoast êm ost rêspi l
aresdessasí ndrome.El acost uma
acomet erasmel hor espessoas
dasoci edade.Todav ia, sãoboaspar aosout ros, maspéssi maspar asi
mesmas.Real ment ecr eioqueest a

ndr omeémai si mpor tant enopr ocessodedesencadearumadoença
depr essi vaouansi osadoqueuma
i
nf l
uênci agenét ica.
Cristoer aum exí mi opensador ,masnãopensav aexcessi vament eenem
divagav anasi déi as.Não
gast av aener giament alcom coi sasi núteis.Pr eocupav a-sei ntensament ecom a
dorhumana, masnão
grav itav aem t ornodesuai magem soci al,em t ornodoconcei toquet i
nham
sobr eel e.Pordi v ersasv ezes
houv edi ssensãoent reosseusoposi t
oressobr equem el eer a,qual asua
i
dent idade.Ocor ri
am debat es
acal or adossobr eoquef azercom el e.
Omest resabi aquet enci onav am pr endê- l
oemat á-
lo,masembor acont agi asse
asmul tidõescom sua
amabi l
idadeegent il
eza, era, aomesmot empo, sóli
doesegur o.Por tanto, não
erapor tadordasí ndr ome
tr
i-hiper .I stoexpl icaporqueel et ransi t
av ailesopel osv agalhõesdav i
da.
Omest ret ev eumar eaçãodepr essi va
Dur ant et odaasuav idaJesussof reui ntensaspr essõessoci ais.Com doi s
anosdei dadedev iaest ar
brincando, masj áer aper segui dodemor teporHer odes.Seuspai snãot i
nham
privil
égi ossoci ais.Sua
prof i
ssãoer asi mpl es.Passouf rio,fomeenãopossuí amor adi af i
xa.Tev e,
assi m, div ersosmot iv ospar a
serumapessoanegat i
vista,ansi osaei r
ritadiça, maser aumapessoasat isfei
ta
ebem r esol vida.
Nuncacul pouni nguém porsuaf altadepr ivil
égi os,nem andav aansi osopel o
quel hef altav a.Er a
ri
copordent ro, embor af ossepobr eporf ora.Aocont r
ár i
odel e,mui tostêm
excel ent esmot ivospar aser
alegr es, massãot ensos, agressi v oseangust iados.
Jesusv iv iacadami nut ocom i nt ensi dade.Cami nhav aincansav elment ede
aldeiaem al dei apr egando
asuamensagem.Al gumasv ezesnãot i
nhaoquecomer ,masnãose
i
mpor tav a;opr azerdeest arem
cont at ocom nov aspessoas, aliviá-lasei lumi ná- l
ascom suamensagem er a
mai si mpor tant e.Di ziaat é,
par aoespant odosseusdi scípul os, queasuacomi daer af azerav ont adede
seuPai 73.
Ent r
et ant o, aquel ehomem al egr e, segur o, amáv el,i
mbat í
vel, agoraest av ano
j
ar dim doGet sêmani .
Láel eexpr essoupel apr i
mei rav ezqueest av apr ofundament et r
iste.
Oqueel esent i
u: umadepr essãoouumar eaçãodepr essi va?Cr eioquepor
mei odasexpl icações
anterioreschegamosf acil
ment eàconclusãodequeel eteveapenasuma
reaçãodepr essivamoment ânea,
embor aintensaesuf ocante.Quandocomeçouar efl
eti
rsobreseus
sofri
ment os,umanuv em de
pensament osdr amáticostransit
oupelopalcodesuament e.
Sempr esoubeoquel heaguar dava,masahor afatal
haviachegado.Pr
eci
sav
a
sepr epar arpara
supor taroi nsuport
ável.Penetrouem cadadetal
hedassuaschagas.Nesse
moment o,ohomem Jesus
viveuomai sardent
eei nsuportável
estadodet r
ist
eza.

Adepr essãodospensador es
Mui t
oshomensi l
ust rest i
ver am depr essãoaol ongodesuasv i
das.Fr eudt eve
crisesdepr essi vas.
Cer tav ez ,em umadassuascor respondênci ascom seusami gos, eledisseque
est avamui todepr imi doe
queav idahav i
aper didoosent idoparael e.Ot urbilhãodei déiasque
transi t
av am pel asuament e,os
pensament osnegat i
vossobr eaexi stência,opesodasper daseout r
osf atores
cul minar am pordei xá-lo
depr imi donumaf asepost er i
or .Acul t
urapsi canal í
ticanãol ivrouest epensador
desuami sér iaint erior.
Heber tSpencer ,um gr andepensadori nglêsdosécul oXI X, coment oucer t
av ez
quenãov aliaapena
viverav ida.Dur ant ,hist
or i
adordaf il
osofia,procur oudef endê- lo* .Coment ou
queSpencer“ enxer gav a
tãol ongequeascoi sasquesepassav am debai xodoseunar i
znãot i
nham
sent idopar ael e” .Adef esaque
Dur antf azdeSpencerémui t
oi ncompl eta.Nãoépel ofatodet ersidoum
grandepensadorqueSpencer
per deuosol odopr azer,mas, entrecausasi nteri
ores, dev e-ser essaltarqueel e
desenv ol veuomundodas
i
déi as, masdespr ezou, poucoapouco, aar t
edacont empl açãodobel odos
pequenosdet alhesdav ida.
Def ato, nãopoucospensador esv iv
eram umav idaangust iante.El es
cami nhar am nomundodas
i
déi as, masnãoapr ender am anav egarnomundodaemoção.Assi m,perderam
osent idodav ida, o
prazerdev i
v er.
Esseshomensf oram f r
ágei s?Édi fí
cilj
ulgaroout rosem secol ocarnol ugar
del eepenet rarna
col chader etalhosdasuav i
da.Todosnóst emosasnossasf r
agi li
dadese
passamosporav eni dasdi fíceis
det r
ansi tar.Av idahumanapossui perdasi mpr evisíveisev ari
áv eis,dif
ícei
sde
seadmi nist r
ar .
..
Algunsdospensador esset ornar am excel entesnegat i
vistas, taiscomoVol t
air
e,
Schopenhauer ,
Ni etzsche.I mer gi ram not orvel i
nhodasi déias, masdescui daram dospequenos
ev entosquenor teiam a
vida.Nãosouber am i rri
garsuasemoçõescom osl í
riosdoscampossobr eos
quai socar pi nt eirode
Nazar ét ãobem di scur soupar aosseusdi scípulos.
Cr i
st odi scur sousobr eosmi st ér iosdaexi stênci acomonenhum f i
l
ósof o.A
eter nidade, amor te, a
transcendênci adasdor es,at ransf ormaçãonanat urezahumanaest av am
const ant ement enapaut adas
suasi déi as.Apesardet erum di scur sointelectual compl exoeser
drast i
cament ecr íticodamaqui agem
soci al, daf altadesol i
dar iedadeedocár cerei ntelectual daspessoas, ele
exal av asi ngel ezaepr azer .
Gr andespensador esper deram osent i
dodav i
daaodesenv ol
veromundodas
i
déi as.Todav ia, Cr isto,
apesardei rt ãol ongenodi scur sodospensament os,aindaachav at empopar a
cont empl arosl í
riosdos
campos.
Temosdet omarcui dadocom opar adoxodacul turaedaemoção: not erritór
io
daemoçãohá
i
let radosquesãor icosei ntelect uaisquesãomi seráveis.Nãopoucosdel esse
i
sol ar am soci alment ee
dei xar am deserpessoassoci alment eagr adáv eis.Nãoper ceberam queum
sor risoét ãoi mpor tant ecomo
umabr il
hant ei déia.Nãocompr eender am queacul t
urasem opr azerdev i
veré
vazi aemor ta.
Também v iv ium per í
ododet ri
st ezaenegat ivi
smoem mi nhaproduçãode
conheci ment of i
losóf icae
psi cológi ca.Pel of at odepr oduzi rumanov ateor iasobr eof unci
onament oda
ment eeaconst ruçãoda
i
nt eligênci a, bem comopori nv est igarexaust i
v ament eal ógi
cados
pensament oseosf enômenosque
l
êem em f r açõesdesegundosamemór i
aeconst roem ascadei asdasi déias,
também per di osol o
emoci onal ei mer gi numaesf eradenegat ivismoet ri
steza.Eumor onum l ugar
bel o, rodeadodenat ureza.
Todav ia,paul at inament e,ocant odospássar oseaanat omi adasf l
or esnão
encant avam mai smi nha
emoçãocomoant es.
Por ém, f
el izment e, compr eendi queomundodasi déiasnãopodi aser
desconect adodaar teda
cont empl açãodobel o.Épossí v el extr
airprazerdascoi sasmai ssingel as.
Est udaraper sonal idadede

Cri
stomeaj udoumui tonessacompreensão.Aprendiqueabel ezanãoestá
for
a,masnosol hosdequem
avê.
Recor demosaat it
udei ntr
igant
edeJesusnagrandef est
ajudia.Elel
evantou-se
eexcl amouqueer a
umaf ont
edepr azerpar aohomem.Nãopensem queoambi enteexter
iorera
fav
or ável
.Não!Er atensoe
ameaçador .Ossol dados,apedidodosinédr
io,
estavam l
ápar aprendê-l
o.
Bastav aqueabrisseasuaboca
queser i
ai dent ifi
cado.Nesseambi ent et urbulent o,el ebr adou, com amai or
natur alidade, quepoder ia
resolv eraangúst iaessenci al queest ánocer nedaal mahumana.
Ossol dados, per plexos, vol taram demãosv azias, poi sdi sseram: “Nunca
ninguém f aloucomoest e
homem” 74.Éi ncr ível ,Jesusf aloudopr azerondesóhav iaespaçopar aomedo
eaansi edade.
Adepr essãodaspessoasf amosas
Omundodasi déi asdesconect adodaemoçãor etrai opr azerdev i
v er,eaf ama
i
nadequadament e
trabalhadaéi ncompat ív el com asaúdeemoci onal .Com odesenv olviment oda
comuni caçãohouv euma
expansãoexcessi v aedoent iadoserf amoso.Ascr iançasdesdepequenas
quer em serar tistasdeci nema,
deTV, músi cos.Todosquer em serf amosos.Cont udo, omundodaf amat em
abat i
dohomense
mul her es.
Umaanál isedaper sonal idadedaspessoasf amosasev idenciaque, noi nício,a
famapr oduzum
êxtaseemoci onal , mascom odecor rerdot emposof rem nosbast idor esde
suasment esaaçãodo
fenômenodapsi coadapt ação, quef azcom queel aspoucoapoucose
entedi em com osucessoeaper da
dapr iv aci dade, di mi nui ndo, assi m, opr azercom osapl ausoseosassédi os.
Par anósquepesqui samosai nteli
gênci aeof unci onament odament enão
existeaf ama.El aéum
arti
fíciosoci al.Ni nguém est áaci madosout rosouémai simpor tant edoque
eles.Éi nt eressant enot ar
queomest redeNazar épensav aexat ament edessemodo.Tant oaspessoas
famosascomoaquel asque
estãonoanoni mat opossuem ost atusdeserhumano.Por tanto,sãodi gnasdo
mesmor espei to, poi s
possuem osmesmosf enômenosi nconsci ent esquel êem amemór iae
const roem ascadei asde
pensament os, aconsci ênci aeat otalidadedai nteligênci a.
Apesardaspar t i
cul ar idadescont i
dasem nossasper sonal i
dades, port ermos
fenômenosuni v er sais
quepr omov em of unci onament odament e,temost ambém necessi dades
psíqui casesoci aisuni ver sai s.
Aspessoasf amosas, aindaquet enham conqui stadoum Oscarouum Gr ammy ,
têm, tant ocomoo
afri
canodeRuanda, cast i
gadopel afome, necessi dadesdesonhar , dialogar ,t
er
ami gos, super arasol idão,
refl
et i
rsobr eaexi st ênci a.Set aisnecessi dadesnãosãoat endidas, cont rai-sea
qualidadedev ida
emoci onal .
Schopenhauer , um i l
ust ref ilósof oal emão, dissecer t
av ezque“ afamaéuma
toli
ce; acabeçados
outroséum péssi mol ugarpar asersededav erdadei raf eli
cidadedohomem” *
.
Def at o, gr av i
tarem
tornodosout roseesper aror etornodel espar af
inanciarnossapazef eli
cidade
éumapéssi maescol ha.
Dentrodohomem dev eest arasuaf el
i
cidade, enãodent rodoqueosout ros
pensam ef alam del e.
Schopenhauer ,embor af
osseamant edomundodasi déias,nãovi
veuoque
discursou,poisfoi um
amar gopessi mista, nãoal cançandoopr azerdentr
odesi mesmo.Todav ia,
Crist
ov ivi
aum pr azereuma
pazqueemanav am doseui nt
erior.Suasmai sri
casemoçõeser am estáv
eis
porquenãoer am financiadas
pelascircunstânciassoci aisenem pel asat it
udesdosout rosem r
elaçãoael e.

Af amaeosucessot ãodi vulgadospel osl i


vrosdeaut o-ajuda,ai ndaque
l
egí ti
mos, senãobem
trabal hadosset ornam um cant eirodeangúst ia,isolament oet édio.Nadaét ão
fugazei nstáv el quant oa
fama.
Cr i
stoer aext r
emament eassedi ado.Em al gunsmoment osquer i
am aclamá- lo
comor ei .Em out r
os,
dav am- lhenadamenosqueost at usdeDeus.Masaf amanãooseduzi a, por
i
ssot inhamai spr azernos
pequenosev entosdav idadoquenosgr andesacont eciment ossoci ais.Seus
mai sbr ilhant espensament os
nãof or am pr ofer i
dosem ambi ent espúbl i
cos, masnoaconchegosi mplesde
umapr ai a, deum j ardim ou
nacasadosseusami gos.
Um r esumodascar act erísticasquet ornav am Cr istoumapessoasaudáv el
Asegui r, fareiumasí ntesedascar acteríst
icasf undament aisdeJesusque
estudamosat éaqui .El as
fi
zer am com queocar pinteirodeNazar é,quenãof reqüent ouescol anem
cresceuaospésdos
i
nt elect uai sdasuaépoca, tivesseumaper sonalidadeí mpar ,di
f erentedet odas
asout ras.Obr i
lhoqueel e
emanouat r
av essouossécul osecont i
nuar eluzi
ndonosnossosdi as.
Pormei odessascar act erísticaspodemoscompr eenderporqueel enãot ev e
nenhum t ipode
depr essão, nem sí ndromedopâni co, nem t r
anst ornoobsessi vocompul si
v o
(TOC) ,nem así ndromet ri
hiper
enenhum out rot r
anst or nopsí qui co.
1)Pr ot egi asuaemoçãodi ant edosf ocosdet ensão.
2)Fi lt
r av aosest ímulosest ressant es.
3)Nãof azi adesuamemór iaumal at adel i
xodasmi séri
asexi st enci
ais.
4)Nãogr avitavaem t or nodasof ensaser ejeiçõessoci ais.
5)Pensav aant esder eagi r
.
6)Er aconv ictonoquepensav aegent i
lnamanei r adeexporseuspensament os.
7)Tr ansf eri
aar esponsabi li
dadedecr ernassuaspal avrasesegui -
loaos
própr iosouv i
ntes.
8)Vi viaaar tedoper dão.Podi ar et omarodi álogoaqual quermoment ocom as
pessoasqueo
frustrav am.
9)Er aum i nv esti
dorem sabedor iadiantedosi nvernosdav ida.Fazi
adassuas
dor esumapoesi a.
10)Nãof ugiadosseussof riment os,masosenf r ent
avacom l uci
deze
dignidade.
11)Quant omai ssofr i
a,mai sal t
osonhav a.
12)Nãor eclamav anem mur mur ava.Super valorizavaoquet i
nha,enãooque
nãot inha.
13)Ger enciav acom l i
berdadeseuspensament os.Asi déiasnegativasnão
ditavam or dem em suament e.
14)Er aum agent emodi ficadordasuahi stória, enãov ít
imadel a.
15)Nãosof riaporant ecipação.
16)Rompi at odocárcer eintelectual.Eraf lexível,soli
dári
oecompr eensível.
17)Br il
hav anoseur aciocíni
o, poisabr i
aasj anel asdasuamemór iaepensav a
em t odasas
possi bi
lidades.
18)Cont empl avaobel onospequenosev entosdav i
da.
19)Nãogr av i
tavaem t ornodaf amaej amai sper diaocont atocom ascoi sas
simpl es.
20)Vi viacadami nut
odav i
dacom i ntensidade.Nãohav ianelesombr adet édi
o,
rotina,mesmi cee
angúst iaexist encial
.

21)Er asoci áv el,agradáv el,relaxant e.Est araoseul adoer aumaav ent ura
cont agianteeest imul ante.
22)Vi viaaar tedaaut ent icidade.
23)Sabi acompar t
il
harseussent iment osef alardesi mesmo.
24)Vi viaaar tedamot ivação.Consegui aer guerosol hosev erasfloresant es
queassement estivessem
brotado, ant esdocai rdaspr imei raschuv as.
25)Nãoesper avamui todaspessoasqueor odeavam, nem dasmai síntimas,
embor asedoasse
i
ntensament eporel as.
26)Ti nhaenor mepaci ênci apar aensi narenãov i
viaem f unçãodoser rosdos
seusdi scí pulos.
27)Nuncadesi sti
adeni nguém, embor aaspessoaspudessem desi stirdele.
28)Ti nhaenor mecapaci dadepar aencor ajá-las,aindaquef ossecom um ol har.
Usav aosseuser ros
comoadubodamat uridade, enãocomoobj etodepuni ção.
29)Sabi aest i
mul arassuasi nt eli
gênci aseconduzi -
lasapensarem out r
as
possi bi
lidades
30)Consegui aouv i
roqueaspal avrasnãodi zi
am ev eroqueasi magensnão
revelavam.
31)Ani nguém consi derav aseui nimigo, embor aalgunsoconsi derassem uma
ameaçapar aasoci edade.
32)Consegui aamarcom um amori ncondi cional,um amorqueul t
rapassav aa
l
ógi cador etorno.
Osmai sel oqüent esf i
lósof os, pensador eseci enti
stas, set i
vessem est udadoa
personal idadede
Cristo,teriam compr eendi doqueel eat ingiunãoapenasoápi cedaintel i
gênci
a,
mast ambém oapogeu
dasaúdeemoci
onal
eint
elect
ual
.

CAPÍ
TULO10
OCÁLICEDECRI
STO

Doispensament osi nesper ados


Ohomem Jesussempr eabal ouosal icercesdai nteligênciadet odosaquel es
quecr uzav am sua
histór ia.Dosdi scípul osaosoposi tores, dosl eprososàspr osti
tut as, dos
homensi l
et radosaosmest resda
l
ei,enf im, todosf i
cav am i nt r
igadoscom suaper spi cácia,rapidezder aciocíni
o,
eloqüênci a, amabi lidade,
delicadezadegest oser eaçõesquedemonst rav am poder .Entret anto, no
Get sêmani ,el ev erbal izoudoi s
pensament osi nédi tosaoseuv ocabul ário.
Opr i
mei ro, quej áest udamos, foi dir
igi doaoshomens.Di sse: “
Ami nhaal ma
estápr ofundament e
angust i
ada” .Agor a, nosegundo, elef oi mai slongeedi sse: “
Pai, sepossí v
el,
afast edemi m est ecál i
ce,
todav i
anãof açaoquequer o,massi m oqueTuquer es”75.
Oquesi gni fi
caessesegundopensament o?Signi f
icasof r
erporant eci pação?
Aquel ehomem sól idoe
apar ent ement einabal ável hesi t
oudi ant edoseumar tír
io?El erecuou?
Cer tav ez ,Jesuspr essent iuquesua“ hor a”hav iachegado.Quandoel e
pressent iui sso?Poucosdi as
antesdoGet sêmani , quandoal gunsgr egosv ieram v isi
tá-lo.Suaf amaest av a
fi
candoi ncont roláv el.El a
j
áhav iaat ingi doopaí sdaf il
osof ia,aGr écia,pori ssoal gunsgr egosquer i
am v ê
-l
o.Épr ov áv el queem
outrasnaçõeshouv esseum mur mur inhoaseur espei t
o.NaGal i
léia, Her odes
Ant i
pasest av aansi osopor
conhecê- l
o, poist i
nhaouv idosobr esuaf amaeesper avav ê-lofazeral gum
mi l
agr e76.
Cristopr ef er i
aoanoni mat o, maser aimpossí v elalguém comoel epassar
desaper cebi do.Oshomens
dosi nédr ionãof alav am em out racoi saanãoserdomedodequeseu
compor tament oeomov iment o
dasmul tidõesaoseur edorpudessem serconsi der adoscomoumasedi çãoa
Roma, oqueest imul ar i
a
umai nter v ençãoem I sr ael eocompr omet i
ment odospr ivi
légiosdosseus
diri
gent es77.
Omest recomeçouadi v ulgarseuspensament osapar tirdost rintaanos.
Divul gou- osporapenast rês
anosemei o.Nessecur toper íodo, elecausouum t umul tosem pr ecedent es
naquel anação.Asmul ti
dões,
paraai nv ej adacúpul aj udai ca, seguiam- noat ôni t
as.
Set ivessev iv i
domai sdoi sout rêsanos, aindaquenãof izessequal quer
mar ket ingpessoal ,tal vez
nãoapenasospov osdeout rasnaçõessedi r
igissem ael e, mast ambém
abal assem oi mpér i
odeTi bér i
o,
oi mper adorr omano.
Com aapr oxi maçãodosgr egos,pr essenti
uqueot empodesuapar t
idat i
nha
chegado.Di sse: “É
chegadaahor a”78.Sabi aqueseucompor tament oeoqueel eexaustiv
ament e
divulgav aj amai sser iam
aceitos.Dev idoàsuaf amaeaosseusat os,opov oestav aquerendoaclamá- l
o
rei.Masaquel edóci l
homem di zia, par aaper plexi
dadedet odos,queoseur einonãoer adest e
mundo.Aspessoas,
obv i
ament e, nãoent endi am sualinguagem.Seamul ti
dãocont i
nuasse
alvoroçada, umaguer r
ase
i
nst alar i
a.Romai nt erviri
acom v igor ,comoocor reu37anosdepoi s,noanode
70d. C.Nessaépoca,
Roma, sobocomandodogener al Tito,omesmoqueconcl uiuoCol i
seu,
i
ni ci
adopel oseupai ,o
i
mper adorVespasi ano, dil
acerouJer usal
ém emat oucer cadeum mi l
hãode
pessoas.
Jesuser av eement ement econtraqual quertipodev i
olênci a.Jamaiscolocariaa
vidadeumapessoa
em r isco.Acei tavacol ocarsuav i
daem r i
sco, maspr otegi aaspessoasaoseu
redor ,at éosseus
oposi tor es, pori ssocont eveaagr essãodePedr oaossol dadosqueopr endi
am.
Todav ia, suaf amase
av ol
umav acadav ezmai s.Jánãoconsegui aandarcom l iberdade.Aspessoas
oespr emi am aondequer
queel eandasse.
Nessaépoca, al gunsj udeus, querendomat á-lo,chegaram at éausaruma
mul hercomof isga, pegaem
fl
agr ant eadul tér i
o, equaseaapedr ejaram em suapr esença.Senãof ossesua
exími asabedor iaeousadi a
expr essapel af rase“ Quem nãot em pecadoat i
reapr i
mei rapedra!
”79,aqueles
homenssedent osde
sanguej amai ssei nter i
or i
zar
iam er epensari
am suav i
ol ência.

Com aapr oximaçãodosgr egos,disseaosdi scí


pulos:“Quedireieu?Pai,sal
va-
medest ahor a?Mas
precisament ecom est eobjetiv
oeuv i
m paraest ahora”80.Aqui,quandopensou
noseumar tí
rio,
menci onouqueest avaangust i
ado.Noent anto,nessemoment o, el
esenti
u
apenasumapequenaamost ra
daangúst i
aquesof r
eri
adiasdepoi snoGet sêmani .Logoser efezeos
discípulosnãoper ceberam asua
brev edor.
Nessasi t
uação, eleaindademonst ravaserinabalável
,poisdiscor r
eusobreo
j
ulgament odomundo.
Também di scor r
eusobr eot ipodemor tequeteria,di
zendo:“Quandoeuf or
l
ev antadodat err
a” 81.Ser
“l
ev antadodat err
a”signif
icasercr ucif
icado.Aindasecol ocoucomoal uzque
resplandecenos
bast i
doresdament eedoespí ri
tohumano.Di sse: “
Aindaporpoucot empoaluz
estáent rev ós” 82.E,
além di sso, aoi nvésdedi zer ,
comonoGet sêmani ,“Pai,sepossí vel afastade
mi m est ecál i
ce” ,disse:
“Maspr ecisament epar aissoqueeuv im” 83.
Mor rerpel ahumani dadeer asuamet af undament al, nadaodesv iari
adesse
objet ivo.Porqueent ão,
diasdepoi snoGet sêmani elemudouseudi scur soesupl i
couaoPai que
afast assedel eocál i
ce?Nesse
j
ar dim, amor tebat i
a-lheàspor tas.Nãopassar iamai sdoquedozehor aseel e
seriacr uci fi
cado.Lá, ele
mudousuaat i
tudepor queassumi upl enament esuacondi çãodehomem.
Seel esof resseemor ressecomof ilhodeDeus, j
amai spoder í
amosext rair
exper iênci asdel e,poi s
somoshomensf r
ágei s, i
nsegur osecom enor mesdi fi
culdadespar alidarcom
nossasmi sérias, mascomo
mor reucomof i
lhodohomem, podemosext rairdoseucaospr ofundasl ições
dev i
da.
Naquel emoment ochegouadi zerumaf r
asei nteressant e:“Oespí r
itoest á
pront o, masacar neé
fraca” 84.Seuseri nter i
or,“seuespí ri
to”,est av apr epar adopar amor rer,poisera
forte, est áv ele
det ermi nado.Por ém, seuserex terior,“suacar ne” ,er afrági l
,fracaesuj eitaa
transt or nosquaseque
i
ncont roláv eisem det erminadassi tuações, comoocor r
ecom qual querser
humano.
Dizerqueacar neéf racasi gnificadi zerqueocor pof í
sico, embor acompl exo,
estásuj eitoaf r
io,
fome, dor ,alteraçõesmet aból i
cas.I ndicaqueháumauni dadeent r
e“ psique”
(alma)eav idaf ísica
(“bios” )equeest av i
da, pormei odosi nst i
nt os, prev alecemui tasv ezessobr ea
psique, principal ment e
quandoest amost ensosouv i
venci andoqual quert ipodedor .
Omest ret em r az ão.Not em queum pequenoest adof ebr i
l écapazdenos
abat eremoci onal ment e.
Umacól icai ntest i
nal podet ur
v arnossospensament os.Umaof ensapúbl i
ca
podet rav aracoor denação
denossasi déias.Umaenxaquecapodenosf azeri r
ritáveisei nt olerant escom
aspessoasquemai s
amamos.
Eumeal egr oaoanal isarum homem quet eveacor agem dedi zerqueest ava
prof undament e
angust i
adoequet ev eaaut entici dadedecl amaraDeuspar aqueaf astasse
deleoseumar t
ír i
o.Set udo
em nossav idaf ossesobr enat ur al,nãohav er i
abel ezaesensi bilidade, poi seu
sousuj eitoaangúst i
as,
meuspaci entessãosuj eitosat ranst ornospsí quicoset odosnóssomos
sujeit osaer rosedi ficuldades.
Oshomensgost am deserdeuses, masaquel equesecol ocav acomof i
l
hode
Deusgost avadeser
homem.
Administ
randoaemoçãonodi scur
sodo
pensamento
Apesardesofrercomoum homem, Jesustinhaumahumanidadenobil
íssi
ma.
Notem queeledisse
aoseuPai :
“Afastedemim estecál
ice”85.Opronomedemonstrat
ivoeste
i
ndicaqueeleestavase
ref
eri
ndoaoqueest avaocorrendoem suament ecom r
espei
toaocáli
cef í
sico
queiri
asuportarnamanhã
segui
nte.

Imagi nequant ospensament oseemoçõesangust i


ant esnãot ransitav am pel a
suament e.Vamosnos
col ocarnol ugardel e.I magi nemosnossaf acet odachei adehemat omaspel os
mur rosdossol dados,
nossascost assul cadaspel osaçoi tes, nossacabeçaf er i
dapel osmúl t i
plos
espi nhos.I magi nemost ambém
ospr i
mei rospr egosesmagandoapel e,ner vosemúscul osdenossasmãos.
Qual cáliceser iapi or :ocál i
cepsí qui co, ousej a,dospensament os
ant eci pat órios, ouocál i
cef í
sico?
Nor mal ment eocál icepsi col ógicoépi ordoqueof í
sico, masnocasodeJesus
er am ambos, poi so
sof r
iment odacr uzer ai ndescr i
tível
.Ent retanto,elepedi aaoPai queaf astasse
del e“ est e”cál ice, ocál ice
psí qui co, oquesepassav anasuament e, enãoof ísico.Mascomoest ecál ice
também f azi apar tedoseu
mar tírio,em segui da, emendou: “Masnãof açaami nhav ontade” 86.Com
resi gnaçãoser endeuà
vont adedeseuPai .
Elesósof reuporant eci paçãopor queest avaàspor tasdoseuj ulgament oe
cruci fi
cação.Por tant o,
ele, comoj ácoment ei,pr ecisavapensarsobr easet apasdasuadorpar areunir
for çaspar asupor tá- las
comohomem decar neeossos.
Opr ocedi ment odomest redaescol adav i
daev idenci aqueháum moment oem
quedev emosdei xar
anossadespr eocupaçãoet omart otal consci ênciadospr oblemasque
at rav essar emos, casocont rári
o, nos
alienamossoci alment e.Nessemoment o, devemospenet r
ar-l
heseanal i
sá-los
sobdi versosângul os.
Por ém, édi fícil saberqual éomoment ocer topar aest eexer cícioint electual .
Ot empodel idarcom ospr oblemasf utur osdev eriaserapenasoper í
odo
suf icient epar anosdar
condi çõespar anosequi par mosesuper á- l
os.Sof rerporum câncerquenão
exi ste, porumacr i
se
financei raquenãosesabeseocor rerá, umadi fi
cul dadeai ndadi stante, ése
aut of lagel arinut i
lment e.
Inf elizment e, umadascar acterí
st i
casmai suniversai sdohomosapi ens, dessa
espéci einigual áv el da
qual fazemospar te, ésof rerporant eci pação.Aconst ruçãodepensament os,
quedev eriager arum oási s
depr az er,pr oduzmui tasv ezesum espet áculodet er
ror,oquenosexpõecom
freqüênci aat ranst ornos
psí qui cos.Nãopoucaspessoascul taseapar entementesaudáv eissofrem
secr et ament edent rodesi
mesmas.
Nãodev eríamosf icarpensandodi as, semanasoumesesant esdosf atos
acont ecer em, anãoserse
ti
v éssemosacapaci dadedenãoenv olveraemoçãocom ascadei asde
pensament os, poiséel aagr ande
vilãquer oubaener giacer ebral.Aatividadedopensament o, quandoest á
env ol vidacom t ensão,
apr eensãoeangúst i
a, gastaduas, trêsoudezv ezesmai sener giadoquese
est ivessedesv inculadadel a.
Sepudéssemosusarnossacapaci dader efl
exivasem empr egaraansi edade,
ent ãopoder íamosf i
car
pensandonosf atosmui t
ot empoant esdeel esocor r
erem.Maseunão
conheçoquem t enhat al
habi lidade.Osv íncul osdaemoçãocom ospensament osacompanham t odaa
hist óriadef ormaçãoda
per sonal idade.
Umaanál isepsi col ógicaest rit
adaper sonalidadedeCr istoindi caqueel eteve
tal habi lidade.Só
env ol veuaemoçãot ensanasuapr oduçãodepensament oshor asant esde
mor rer .Se, duranteasua
j
or nada, nãosoubesseadmi nistr
arasuai nt
eli
gência,eleest rangul ar
iaasua
emoção, poi s,porest ar
consci ent edodr amaqueat ravessaria,ficar
iaat or
mentadocont inuament ena
suament e, oquenãol he
dar iacondi çõespar abr il
harnaar tedepensar ,sersereno, afetivoedóci lcom
todasaspessoasque
cruzav am asuahi stór i
a.
Nãov iv endoum t eat ro:opar adoxoent reo
podereasi ngeleza

Quandoaquel ehomem dóci lecor aj


osopedi uaDeusqueaf ast
assedel e
aquel ecálice, tomoua
atitudemai si ncompr eensíveldetodaasuahi stóri
a.Com essaspalavras,como
est udamos, elev i
veua
artedaaut ent i
cidade, mas, poroutrolado,essaat i
tudepoderi
acompr omet era
adesãodenov os
discípulos,poi sépr ópr i
odaf antasiahumanaader iraal
guém quenunca
expr essequal querfragili
dade.
Algunsv êem nessaat i
tudef r
agil
idadeehesi tação,masapósest udar
exaust i
v ament easuaper sonali
dade,
vejonel aamai sbelapoesi adel i
berdade.Elar etr
ataque,sequisesse,poderi
a
terev i
tadooseucál i
ce,
masot omoul ivreeconsci entement e.
Suaspal avrasr evelam queel enãor epresentavaumapeça, masquer i
aserele
mesmo, pori sso
relatousem maqui agem oquesepassav anopal codasuaemoção.Jesusde
Nazar éer at ãogr andee
despr endi doquenãot i
nhanenhumanecessi dadedesi mul aroquesent i
a.Nós,
aocont rár i
o, nãopoucas
vezessi mul amosoquesent i
mos, poist emosmedodeserdesapr ov adose
excluí dosdoambi ent eem que
vivemos.
Estudarament edeCr istoéal gomui tocompl exo.Fr eqüent ement esuas
atit
udesest ãoocul tasaos
olhosdaci ênci a, poi sent r
am numaesf eranãoi nvest i
gáv el,naesf eradaf é.
Masnãopodemosf icarde
mãosamar radas, poi sépossí velgar impart esour osescondi dosnosseus
pensament os.
Suasat itudessi ngel aseopoderdescomunal quedemonst r
av at er
equilibr av am- seper feitament ena
“balança”dasabedor iaedobom senso.
Asi déi asdegr andezasãof reqüent ement ei ncompat íveiscom asaúdepsí qui ca.
Seanal i
sar mosa
histór i
adequal querhomem quedesej oucompul sivament eopoder ,a
exaltaçãosupr emaeanecessi dade
deest araci madosout ros, verif
icar emosem suaper sonal i
dadeal gumas
caract er ísticasdoent ias, t
ais
comoi ncoer ênci a, i
mpul sividade, atit
udesaut orit
ári
aseumaenor me
difi
cul dadedesecol ocarnol ugar
dosout roseper ceberassuasdor esenecessi dades.Al gunsdel es, poramar em
obsessi v ament eopoder ,
set or nar am par anói cos; out ros,psi copat aseai ndaout r
os, ditador esv i
olentos.
Osdi tador escom t ai scar act erí
sticassempr ev i
olar
am odi reitodosout r
os,
poisnuncaconsegui ram
veromundocom osol hosdel es.TomeHi tlercomoexempl o.Umaanál iseda
suahi stór iapodeconst atar
umament eper spi cazeper suasivaassoci adacom um del í
ri
odegr andeza,
ansiedade, ir
ritação,
i
ncoer ênci aint elect ual eexcl usãosoci al.Mesmoder rotado, per cebi a-senele
umapessoai nf l
ex ível ,
i
ncapazder econhecermi nimament eseuser rosedepossui rsent iment os
altr
uí stas.Nof im daguer ra,
l
ogoant esdesesui ci dar,casou- secom Ev aBr aun*.Ai ncoer ênci anãoest á
nessecasament o, que
apar ent ement epoder iademonst r
arum br indeaoaf eto, masnof at odequese
casar am conf essandoque
eram “ arianospur os” .Com i sso, mesmoàspor t
asdamor t
e, eleai ndaav ali
zav a
ohol ocaust oj udeue
persegui aasuai nsanaeci entifi
cament edébi lpurif
icaçãodar aça.
Opov oj udeusempr ef oium pov obr i
lhant e.Foi dizi
madoporum di tador
psicopat a, quef oi incapaz
decompr eenderqueuma“ raça”oumesmoacordapel eeacondi çãocul t
ural
j
amai spoder i
am ser virde
parâmet ropar adi stingui rdoi sser esdamesmaespéci e,quet êm osmesmos
fenômenosquel êem a
memór i
aepr oduzem asi nsondáv eiscadei asdepensament os, bem como
todososel ement osque
estrut
uram ai nteligênciaeaconsci ência.Atéumacr i
ançadef i
cientement al
tem amesmacompl exidade
nasuai ntel
igênci ae, portanto,deveri
aserobj et
odomesmor espeitoqueo
maispur odosar ianosou
qualquerout roserhumano.
Jesust ambém t eveidéiasi mpensáv ei
sdegr andeza.Colocava-seaci mados
l
imitesdot empo.I nferia
queer aoCr isto,of il
hodoaut ordaexi stênci
a.Rel
atavaumai ndest rut
ibi
l
idade
j
amai sexpr essaporum
homem.Todav ia,aocont r ári
odet odososhomensqueamar am opoder ,el
e
prefer
iaasi ngeleza, a
humi l
dade.
Apesardeexpr essarum poderi ncomum, j
amaisexclui
ualguém.Amav aos
j
udeuscom umaemoção
ardenteeel esoamav am i gualmente,excetoacúpula.Paraaf eli
cidadedos
l
eprosos, daspr ost i
tutase
dasbar ul
hent ascr ianças, aquelehomem queexpr essavasert ãogr ande
procuravapar adoxal ment eas

pessoasmai ssimpl espar aser elaci


onar.E, paraonossoespant o,f
oimai s
l
ongeai nda.Comomenci onei,
em v ezdeusaroseupoderpar acont rol
araspessoaseal mej arqueomundo
esti
v esseaosseuspés, el
e
seabai xouel avouospésdehomenssem pr i
vi
légi
ossoci ais.Oamorqueo
mov iaultrapassav aos
l
imitesdal ógi ca.Apsi cologianãoconsegueper scrutá-l
oeanal isá-l
o
adequadament e,poissua
personal i
dadeémui todiferentedopr osaico.
Um pl anosuper i
or
SeCr istoobj eti
vassecamuf l
arassuasemoções, j
amai st eriaexpressadoasua
dornoGet sêmani e
j
amai steriamani festadoasuav ontadedenãobeberocál i
ce.
Oobj etivodomest r
eer amui tomai sambi ciosodoquef undarumaescol ade
i
déiasoucor rentede
pensament o.Seuobj eti
voer acausaramai sdrásti
car evol uçãohumana, uma
rev
ol uçãocl andest i
naque
começar ianoespí ri
tohumano, fl
uiri
aparat odaasuai nteligênciaemodi f
icar
ia
parasempr esuamanei ra
deseredepensareque, porfim, ointr
oduzi ri
anaet ernidade, oquei ndi
caa
uni
v ersalidadedeJesus
Cri
sto.El ev ei oparat odosospov oseparaoshomensdet odasasr eli
giões,
cul
tur a,raçaecondi ção
social.
SePl atão, Sócr ates,Hipócrates, Confúci
o, Sáquia-Múni ,
Moi sés,Maomé,
TomásdeAqui no,
Spinoza, Kant ,Descartes,Galil
eu, Volt
air
e, Rosseau, Ei
nst einet antosoutros
homensquebr il
haram na
suai ntel
igênci aecont ri
buíram par aenri
queceraqual idadedev i
dadohomem,
sej
apormei ode
pensament osci ent í
ficos, f i
losóf i
cosour el i
gi osos, fossem cont empor âneosde
JesusCr i
st oev i
v essem
nasr egi õesdaGal i
léiaedaJudéi a,cer tament eel esnãoest ari
am nosi nédrio
acusando- o, masf ariam
par tedor ol deseusami gos.Sent ariam j unt oscom el eàmesae, recl inados
folgadament esobr eel a,
teriam r icosdi álogos.Pr ov av elment eandar iam com el edeal deiaem al deiae
chor assem quandoel e
par tiu.
Omest r edeNazar énãov eiodest r
uirascul tur as, segundooseupensament o
clar ament eexpr esso
em t odasassuasbi ogr afias; elev ei
opar adar“ vida”aohomem mor tal,
i
nt roduzi ranat urezadeDeus
dent rodel e, enr i
quecê- locom umaf ont ei nesgot áv eldepr azerei mer gi -l
onuma
vidai nfindáv el.
Jesusnãoer aumaest relanomei odaspessoas.El esemi stur
av acom el as,
fazi apar tedacul tur a
del aseset or nav aumadel as.Quest ionadoporqueel esemi st
ur avacom ar alé
ecomi asem l avaras
mãos, eledi sse: “Omal nãoéoqueent r
apel aboca, masoquesai del a”87.Não
quenãov alor izassea
higi ene, masquer iademonst r
arqueel ev eiopar amudaroi nteriordohomem.
Par ai ssoest abel eceu
princí pi osuni versai s, taiscomooquebr adounoser mãodomont e.Di sse:
“Fel izesoubem- av ent ur ados
sãoospobr esdeespí rito”88, ousej a, aquel esquev alori
zam mai so“ ser ”do
queo“ ter ”esecol ocam
cont inuament ecomoapr endi zesdi ant edav ida; também chamoudebem-
av ent ur adosospaci ficador es,
osmi ser i
cor diosos, ospur osdecor ação, osqueamam et êm sededej ustiça
etc.
Chegouai ndaadi zer ,cont r ariandoahi st ória, quesão“ bem- avent uradosos
mansospor queher dar ão
at er ra” 89.Ahi stóriar elataquef reqüent ement eosqueexer ceram av iolência,
aindaquef osse
psi col ógi ca, sãoosquef r
eqüent ement eher dar am at erraouocupar am os
espaçossoci ais,embor anas
soci edadesdemocr át icast enhahav idoum cant eirodeexceções.At énat eor i
a
deDar wi nosmai sf or tese
adapt adossãoosquedomi nam osmai sf r
acos.Todav ia,segundoasól i
da
conv icçãodocar pint eirode
Nazar é, osmansossãoaquel esqueum di aher dar ãoat erra.
Crist ov iveuamansi dãocomoumasi nfoni adev i
da.Causouamai orr ev olução
dahi st ór i
asem
desembai nharnenhumaespada, sem pr oduzi rqual quert i
podev i
ol ênci a.
Inspi r oumui toshomensao

l
ongodaser as.Um del
esfoi
Gandhi,
queoadmi r
av amuit
o.Est
e,comoum
poet
adav i
da, l
iber
toua
Í
ndiaem 1947doi mpéri
obri
tâni
cosem usarav
iolênci
a.
Soment eosf ortespoupam osangueesãocapazesdeusarospequenos
orv alhosdodi álogo, da
afet i
v i
dadeedat oler ânci apar aar areirrigarosol oár idodosobst ácul osque
estãoàsuaf rent e.
Amudançai nesper adadodi scur sodeCr isto
Lucasdescr ev equeJesusdobr av aseur ostosobr eseuspéseor ava
i
nt ensament e.Tal posi ção
i
ndi cav anãoapenasasuahumi ldade,masoseusof riment o.Nessaposi ção,
elenav egav apar adent rodo
seupr ópr ioseresupl icav aaoPai .
Nocapí tulo17deJoão, comov imos, elef ezasuamai sl ongaor ação.
Menci onoucer cade39v ezes
onomedoPai eospr onomesr elacionadosaEl e.Talv ezt enhagast adoci nco
oudezmi nut osnest e
diálogo.Cont udo, aqui noJar dim doGet sêmani ,oroupel omenosporduasou
trêshor as90.Mas, como
osdi scí pul osdor mi r am, nãot emosor egi st
r o.Talvezt enhamenci onadoo
nomedoPai cent enasde
vezeseOt enhaconv i
dadoaent rarem cadacenadof il
medasuament e, em
cadaet apadadorquei ria
atrav essar .
Issodev er eal ment et eracont eci do,poisanal i
sandoaspoucasf r
asesque
foram r egi st radasnesse
ambi ent e, per cebemosumamudançadedi scur sodof il
hoem r el
açãoaocál ice.
Or egi st rodeMat eusmost ra-nosquenapr imei r
af raseel ebr adou: “
MeuPai :Se
possí vel, passede
mi m est ecál ice!Todav ia,nãosej acomoeuquer o,e, sim, comoTuquer es”91.
Passadaumahor a, após
tert i
doum r icodi álogonãor egi strado,ele,embor agemendodedor , mudou
seupensament oedi sse:
“MeuPai , senãoépossí velpassardemi m est ecálicesem queeuobeba, f
aça-
seaTuav ont ade” 92.
Essaspal av rasi ndi cam queel eseconv enceudequenãoer apossí vel f
icarsem
beberocál ice.
Essamudançadedi scur sor evelaqueel et i
nhaum Pai quenãoer af rutodesua
i
magi nação, deuma
aluci naçãopsi cót i
ca.Umaal ucinaçãoeum del íri
opsi cót i
cosãopr oduzi dos
quandoumapessoaper deos
par âmet rosdar ealidadeecomeçaaconst ruir,
sem consci ênciacr ít
ica, uma
sér i
edepensament os
fant asi ososqueel aconsi deraquesãor eais.Quandopr oduzem i magensou
pensament osl i
gadosaser es
oupessoas, el acr êcont undent ement equeel esnãof oram pr oduzidosporsi
mesma, masper t
encem a
out roserr eal queest áf oradel a.Assi m, ouv e-sev ozi nexi stente,vêem- se
i
magensi rreai set êm- se
sensaçõesest ranhasei déiasi nf undadas.Pori sso, sef izermosum di álogoum
poucomai si nv est i
gat iv o
com umapessoaqueest áem sur topsicót i
co, perceber emosf acilment ea
i
ncoer ênci ai nt elect ual , a
dificuldadeconsi st ent enoger enciament odospensament oseaper dados
par âmet rosdar eal idade.
Cristonãoal ucinav aoudel i
ravaquandodi alogav acom oseuPai .Pelo
cont rári
o, além deser
coer enteel úcido, desenv olveu, comot enhodi to,asfunçõesdai nteli
gênciaem
pat amar esj amai s
sonhadospel apsi qui atr
iaepel apsicologia.
Nãoi magi nav anem mesmof azi aum jogodel i
nguagem quandoser ef
eri
aao
seuPai .Aanál isedas
suaspal av rasedassuasi ntençõessubj acent esev i
denciaqueseuPai eratão
real quet inhauma
existênci apr ópr ia, umav ontadedef ini
da.Tal vezav ontadedelescoi nci
dissem
em quaset udooque
planej aram, masaqui ,nestasituação, avontadedoPai nãoi aaoencont roda
sua.OPai quer i
aacr uz,eo
fi
lho, nacondi çãodehomem, expr essou,aindaqueporal gum moment o,que
desej ouev it
á-la.Est a
situaçãor ev el
acl arament equeomar tí
ri
odeCr istonãof oium teatr
o.Ele,
i
ndependent edesua
divindade, sofreucomoum serdepel e,fi
brasmuscul ares,nervos.Submet eu-
se
aoseuPai , nãopor
temoroupori mposi çãodEle,masporamor .Um amorqueexcedeo
ent endiment o.

Essadi f
erençadev ontadenãoer aum pr oblemapar aeles,poi sum pr ocurava
sat i
sf azerodesej odo
out ro.Pori sso, segundoosev angelhos, omai orconf l
i
todouni versof oi
resol v i
doem pequenos
moment os.Porqueent reelesháumai nexpr i
mí velharmoni a?Ambospossuem
umacoexi stênci a
mi st eri
osa, um assunt oque, seosl ei
toresqui ser em seapr ofundar ,devem
procur arosl ivrosdos
teól ogos.Cr ist odi ssecer tavezaFi li
pe, um dosdi scí
pulos: “Nãocr êsqueeu
est ounoPai equeoPai
est áem mi m? ”93.OPai eof il
hofazem par te,juntament ecom oEspí rit
oSant o,
deumat rindade
i
ncompr eensí v elpar aai ntel
igênci
ahumana.
Av ont adedoPai prevaleceusobr eav ont adedof il
ho.Of il
hocompr eendeuque
ocál iceser ia
i
nev itável,pori ssor endeu- seàv ontadedoPai .Embor anãot enhamos
element osi nv estigáv ei
s,
subent ende- sequeoPai ,embor acont empl asseosgemi dosdedordof i
lhoe
ti
v esseconsci ênci ados
açoi tesef er i
daspel asquai selepassar ia, oconv enceuat omá- l
o.
Segundoopensament odeCr i
sto,seel ef alhasse, oplanodeDeusf alhar
ia.
Nest ecaso, ar edenção
dahumani dadenãoocor reri
a,oper dãodasmazel asedasmi séri
ashumanas
nãoser eal i
zar i
a,nenhuma
criat uraser iaet erna.Av i
dahumanaser iaumapequenabr incadei r
at empor al
,
apósel aonada. .
.
ComooPai dev et ê-l
oconv enci doat omarocál ice?Tal vezt enhar el atadot udo
oqueof ilhoj á
sabi a, todooseupl ano.Ent retant o, comoel esof ri
ai nt ensament ecomoum
homem, pr ecisav aser
refriger adocom aspal av r
asdoseuPai .Tal vezest etenhamenci onadoonome
dePedr o, João, Mar i
a
Madal ena, deLázar oedet odososhomens, mul her esecr i
ançasqueel e
conheceueamouar dent ement e.
Jesusnãot ev esuav ont adeat endi dapel oPai ,masai ndaassi m or ou.Porque
orouent ão?Por que
aquel edi álogoosust ent ou, irrigousuaal macom esper ança, renov ou- lheas
forças.Osdi scí pulos,
est ressados, dor mi am um pesadosono, masel ev el
ej av apar adent rodesi
mesmo.
Seof ilhoi nsi stisseem nãot omarocál ice, oPai realizar iaoseudesej o, mas
eledi sse: “façaaTua
vont ade. ..”.Tal vezpar aoPai mor rernacr uzf ossemai sf ácil doquesupor tar
seuf ilhosendoespancado
e,ai ndaassi m, ficarqui eto; seri njuri
adoe, aindaassi m, serdóci l
;seraçoi t
adoe,
aindaassi m, ser
toler ant e; seresmagadonacr uze, aindaassi m, terodespr endi ment odeamar
eper doar .
Cer tav ezJesusdi ssequeseohomem, queér est r i
tonasuacapaci dadede
amar ,dav aboasdádi vas
aosseusf ilhosquandoel esl hepedi am, Deusmui tomai s,port eruma
capaci dadei nsondáv el deamar ,
dar iamai scoi sasaoshomensseel esi nsist entement el hepedi ssem94.Por
mei odessaspal avras, inferia
queseuPai erai ncompar av elment emai saf etivodoqueonossoi nst áv ele
circunst anci alamor .
Umav ozv indadocéuecoav aoqueoPai sent i
apel of ilho: “Est eéomeuf il
ho
amadoem quem
tenhopr azer ”95.Segundoasbi ogr afi
asdeCr i
sto, asuamor tef oioev entomai s
i
mpor t
ant eeomai s
dol or i
dopar aoDeuset erno.Vemosodesesper odeDeusedeseuf i
lhoeda
angúst i
aqueambos
viver am par amudarodest inodahumani dade. 96
Sóosmor tosr ealment esabem seessamudançadedest inof oireal ounão.
Aqui ,no“ pal codos
vivos” ,sónosr est acr erour ej eitarsuaspal avras.Éumaat i
tudet ot alment e
pessoal ,com conseqüênci as
pessoai s.Nãohácomonãof icar mosper plexosdi ant edessesacont ecimentos.
Amet aimpr essi onant e: “Vóssoi sdeuses”
Agost i
nho, nossécul osi niciai sdaer acr istã, r
esumi ur esol ut ament eoseu
pensament osobr ea
mi ssãoeocál icedeCr i
sto: “Deusset ornouum homem par aqueohomem se
tornasseDeus” * .
Agost i
nho, nest epensament o, qui sdi zerqueoobj eti
v odeDeuséqueo
homem conqui stassea
nat ur ezadi v i
naeset or nassef il
hodeDeus, nãopar aserador ado, maspar a
r
ecebert
odasasdádi
vasdo

seuser .Opr ópr ioapóst oloPedr o,nasuav elhice,escr eveuem umadesuas


car tasqueat rav ésdeCr i
sto
“nóssomoscoopar tici
pant esdanat urezadeDeus” 97.I ncompr eensív elounão
erai ssoquepensav am
Crist oeseusmai sínt i
mossegui dor es.Comopodeohomem, tãochei ode
falhaset ãor est rit
onasua
manei radepensar ,receberanat urezadeDeuseseret ernocomoel e?
Def ato, independent eder ej eit arounãoopensament odeCr isto,umaanál ise
prof undadassuas
biogr afiasr ev elaquet omarocál icenãot inhaconot açãodesof r
ercomoum
pobr emi ser áv el,masr evela
opl anomai sambi ciosoj amai sr eal i
zado, opl anodeDeus; opl anodei nf
undi ra
i
mor t
alidadepar a
dent rodohomem t empor al.
Um di a, algunsj udeusseenchar car am dei r apel ablasf êmi adeJesusque,
sendoum homem, sedi zia
Deus.Ent ãoJesus, per turbando- osdr asticament e,repl i
cou: “Nãoest áescr ito
nav ossal ei:‘Eudi sse:
Soi sdeuses? ’”98.Ot extoqueJesusci t
oudoVel hoTest ament ocaiucomouma
bombanament e
daquel eshomensquesupunham conhecerasEscr i
t urasant igas.Elesnunca
ti
nham pr est adoat ençãoem
algunspont osf undament aisqueest av am i mpl ícit
osnest et ext odosal mo86.
Omest recont i
nuouaconf undi -l
os: “Seel echamoudeusesàquel esaquem a
palav radeDeusf oi
dirigida, eaEscr i
turanãopodeseranul ada, daquel eaquem oPai sant i
fi
coue
env iouaomundo, di zeis:
Tubl asf emas, por queeudi sse: souf i
lhodeDeus? ”99.
Est aspal av rasr evel am ocer nedoseupl anot ranscendent al.Elequer i
aquea
criatur ahumana
recebesseanat urezai ncriadaeet er nadeDeus.Separ aaquel eshomensas
palav rasdocar pint eirode
Nazar é, dizendoqueer aopr ópr iof ilhodeDeus, j
áer aconsi der adauma
blasf êmi ai nsupor táv el,imagi ne
oqueel espensar am doobj etiv odel edef azercr i
atur asinst áv eisetempor ais,
fi
lhosdoDeusal tí
ssi mo.
Osseusoposi toresnãosabi am comodef ini-l
o.Unsachav am queel eest av a
l
ouco, out rosqueel eest ava
tendoum del írioespi ri
tual (di ziam queel et inhademôni o)eout rosai ndasaí am
conf usossem nada
concl ui r.
Amedi ci naéamai scompl exadasci ências.El aéumaf ont econcent radoradas
diver sasár easdo
conheci ment o.Compõe- sedabi ologi a,daquí mica, daf ísica, damat emát icae
deout rasci ênci as.
Todav ia, omédi comai scul toeexper ientepodenomáxi modi zerquequem cr ê
em seut r atament opode
resol verasuadoença.Todav ia,Cr ist oerat ãoi ntri
gant equedi ziaquequem
cressenel eteriaav i
da
eterna.Quepoderseescondi adentrodocar pintei
rodeNazar éparaquetivesse
acor agem deexpr essar
quet ranscender iatodasasi ndescri

v ei
sconseqüênci aspsi col
ógicase
fi
losóficasdof im daexistênci
a?
Hámi lharesdehospi tai
semi lhõesdemédi cosespal hadospel omundoi nteir
o,
objetivandonão
apenasmel hor araqual i
dadedev i
da,mast ambém r etardarof i
m daexistênci
a
humana.Porf i
m,
i
nf eli
zment e,amor tetri
unfaeder r
otaamedi cina.Todavia,apareceuum
homem hádoi smi lênioscujas
palavrascausar am omai orimpactodahi st
ória.Eledi
scur sou,sem qual
quer
i
nsegur ança,quev eiocom a
mi ssãodet r
iunfarsobr eamor t
e.Quer i
aromperabol hadot empoqueenv ol
via
ahumani dadeef azer
com queomor talalcançasseai mortali
dade.Quepr opósitoi mpressi
onante!

CAPÍ
TULO11
OHOMEM
COMOSER
I
NSUBSTI
TUÍ
VEL

Omest redasensi bilidade


Chegamosaof inal dest el ivro.Aqui veremost rêscar acterí
sticasf undament ai
s
daper sonalidadede
JesusCr i
sto:asensi bil
idade, opr azerem passardesaper cebi doea
preocupaçãoespecí ficaporcadaser
humano.
Estudá- l
ascont r
ibuirápar acompr eender mosal gunspensament oser eações
subjacent esdapessoa
mai sbel aedi fí
cildesecompr eenderquepassouporest ater ra.
Asensi bil
idadeeahi per sensi bil
idade
Parael ucidaresteassunt o, permi tam- mecont ar -
lhesumahi st óri
a.
M.L.éumaeducador abr ilhante.Per cebeomundodemanei r adi f
erent eda
mai oriadaspessoas.
Cont empl aospequenosdet alhesdav ida,captaossent i
ment osmai socul t
os
daspessoasquear odei am.
Osor r
isodeumacr iançaaencant a,atéasf ol
hasr evoandoaol éuai nspiram.
Gost adeext rai
rliçõesdas
dif
iculdadesqueat r
av essa.Av i
da, parael a,nãoéum espet ácul ov azio,mas
um showdeemoções.
Concl uindo: M.L.desenv olveuasensi bil
idade, queéumadascar acterí
sticas
mai snobr esda
i
nteligênci aeumadasmai sdi fí
ceisdeserconqui stadas.Cont udo, dif
icil
mente
al
guém consegue
desenv olverumasensi bilidademadur a,acompanhadadepr ot eçãoemoci onal
,
segur ançaecapaci dadede
fi
lt
rarosest í
mulosest r
essant es.Pori sso, normal ment e,aspessoassensí vei
s
set ornam comoM.L. ,ou
seja,hi persensíveis.
Aspessoashi per sensí veist êm asbel íssimascar acterí
sticasdasensi bil
idade,
mas, aomesmot empo,
têm f reqüent escr isesemoci onai seum humorf l
utuant e,queseal ternaent reo
prazereador .Quando
erram ouf racassam, sepunem excessi vament e.Quandoper cebem al guém
sof rendo, sof rem j unt ocom
elee, àsv ezes, at émai sdoqueel e.Di antedeumaper da, sofrem um i mpact o
emoci onal i
nadmi ni strável.
Grav itam em t ornodasdi fi
cul dadesqueai ndanãoacont ecer am enão
conseguem i mpedi rdent rodesi
mesmasoecodosest í
mul osest ressant esqueasci rcundam.
Pode- sedi zerqueaspessoashi persensí vei ssãoasmel horesdasoci edade,
poi ssãoi ncapazesde
ferirosout r
os, massãopéssi maspar asi mesmas.Tol eram oser rosdos
out ros, masnãot oler am seus
própr ioser ros.Compr eendem osf r
acassosdosout ros, masnãosupor tam os
seuspr ópriosf racassos.São
especi ali
stasem aut opuni r-
se.Mui tospoet asepensador eser am
hiper sensí veis,pori ssot iveram gr av es
crisesemoci onai s.
Asensi bil
idadeéumadasmai ssubl imescar acterí
sticasdaper sonalidade;sem
elanãosedesenv olve
aar t
edacont empl açãodobel o, acr iat i
vi
dade, asoci al
ização.Por ém aescol a
poucov alorizaaeducação
dasensi bil
idade, bem comopoucoest imulaapr oteçãoemoci onal.
Omest r
edeNazar édesenv ol veuasensi bili
dadeemoci onal noseusent i
do
mai sbel o.Nel e, elase
tornoumai sdoqueumacar act erísticadeper sonal i
dade, masumaar tepoét ica.
Eraaf etivo,obser vador ,
criativo, detalhista, per spicaz, ar guto, sutil
.Dest il
avaopr azernospequenos
event osdav idae, aindapor
cima, consegui aper ceberossent i
ment osmai socultosnaquel esqueo
cer cav am.Consegui av erencant o
numav i
úv apobr eeper ceberasemoçõesr epresadasnumapr ost i
tuta.

Cri
st of oi omest redasensi bil
idade.Treinousuasensibili
dadedesdecr i
ança.À
medi daquecr escia
em sabedor i
a,desenv olviaumaemoçãosut i
leumai nteli
gênciaref
inada,por
i
ssot i
nhaumahabi l
idade
psicoter apêuticaimpr essi onante,adeper scr
utarospensament osnão
verbalizadosedeseadi ant aràs
emoçõesnãoexpr essas.
Porque, quandoadul to, set or
nouum exí miocontadordehi stóri
as?Porquena
suai nfânci ae
j
uv entudear ot i
naeot édionãocr uzar
am asuav i
da.Enquant oosmeni nose
atéosadul t
osdesuaépoca
vi
viam suasv i
dascomomer ospassant es,el
epenetravaemedi t
avanos
mínimosdet alhesdosf enômenos
queor odeav am.Dev iaol harparaocéuecomporpoesi asobreasest r
elas.
Certament edespendi aum
l
ongot empocont empl andoeadmi randoasf loresdoscampos.Osl íri
os
cat ivav am seusol hoseasav es
doscéusoi nspi r
av am100.At éocant odospar dais,queper turbam ao
ent ar decer , soav acomouma
músi caaosseusouv i
dos.Ocompor t
ament odasov elhaseosmov iment osdos
past oresnãopassav am
desaper cebi dospar aest epoet adav i
da.
Porserum exí mioobser vador ,omest redasensi bil
idadeset ornouum
excel ent econt adorde
hist ór i
asedepar ábol as.Suashi stór i
ascur tasechei asdesi gnificado
cont inham t odososel ement osque
elecont empl ou, admi rouesel ecionouaol ongodav i
da.Mor r
euj ov em, tinha
poucomai sdet r
int aanos,
masacumul ouem suahumani dadeumasabedor iaqueomundoacadêmi co
aindanãoi ncor por ou.
Av idanãoopr ivil
egi oucom f artur a, masext r
aiuriquezadami sér ia.Rompeuos
par âmet rosda
mat emát i
caf inancei ra;er ar i
quí ssi mo, embor anãot ivesseonder ecl i
nara
cabeça.Mer gul houdesdea
meni ni
cenum ambi ent eest ressant e, masdest i
loumansi dãoel uci dezdoseu
“deser to” .Tor nou- set ão
mansoecal moque, quandoadul to,consi derou-seapr ópri
amat rizda
tranqüi li
dade.Pori ssof ezecoar
nost ensost erritóriosdaJudéi aeGal il
éiaum conv itenuncaant esouv ido:
“Apr endei demi m por quesou
mansoehumi ldedecor ação” 101.Nossapaci ênciaéi nstável eci rcunst ancial,
masadel eer aest áv el e
cont agiant e.Aquel esqueosegui am deper tonãosent i
am temor esnem abal os
emoci onai s.
Suasensi bilidadeer atãoar gut aquequandoumapessoasof ri
aaoseul ado,el
e
eraopr i
mei roa
per cebereapr ocur aral i
v i
á-la.Asdor eseasnecessi dadesdosout rosmexi am
com asr aízesdoseuser .
Tudooquet inhar epar tia.Er aum ant ii
ndiv i
duali
sta.
Cr i
st ot inhaumaamabi lidadesur preendent e.Freudexcl uiudaf amí li
a
psi canal í
ticaosquepensav am
cont rariament eàssuasi déias, masomest redeNazar énãoexcl uiudasua
hist ór i
aaquel equeot raiue
aquel equeonegou.Aspessoaspodi am abandoná- l
o, masel ejamai sdesi sti
a
deal guém.
Eradeseesper arque, pel of atodet erdesenv ol
v i
dooápi cedasensi bil
idade,
ti
v esset odosos
sint omasdahi per sensi bi l
idade.Aocont rári
o, el
econsegui ureuni rnamesma
orquest radev idaduas
car act erísticasquasequei r
reconci li
áveis: asensibili
dadeeapr ot eção
emoci onal .Cui dav adosout ros
comoni nguém, masnãodei xav aadordel esi nvadirasuaal ma.Vi v i
anomei o
dosseusoposi tor es, mas
sabi asepr oteger ,pori ssonãoseabat i
aquandodespr ezadooui njuriado.
Consegui amescl arasegur ança
com adoci l
idade, aousadi acom asimpl i
cidade,opodercom acapaci dadede
apreciarospequenos
detalhesdav ida.
Aocont rár iodaspessoassensí vei
s,asinsensívei
sdi fi
cil
ment eexpõem suas
emoções.Sãoegoí stas,
i
ndiv i
dual i
stas, impl acáv eiser econhecem poucoseuser ros,porissosão
especialistasem r eclamare
crit
icarsuper ficialment et udooqueasci r
cundam.El asestãosempr ese
escondendoat rásdeumacor t
ina
desegur ança, quer efletenãoumaemoçãot ranqüila,masumaemoção
engessadaei nsegur a.
Terapeut icament ef alando, émuitomaisf áci
lconduzi rumapessoa
hipersensí vel apr ot egersuaemoção
eaapar aral gumasar estasdasuahi persensibil
i
dadedoqueconduzi ruma
pessoai nsensí v eladespoj ar-
se
dasuar i
gi dezeconqui starasensi bi
l
idade.Todav ia,ésemprepossí vel
reescreveral gumascar act erí
sti
cas
daper sonal idade; odesaf ioestáem sairdacondi çãodeespect adorpassivo
paraagent emodi ficadordo
scriptdesuahi stória.

Osmel hor espensador esdapsi cologia, dafilosofi


aedal i
teraturaconqui st
aram
algumas
car acter ísticasdasensi bili
dade,mas, aomesmot empo, sucumbi r
am nas
águasdahi persensi bil
idade
emoci onal .Difer entedel es,omest redeNazar é,apesardet erdesenv ol
vido
todasascar acter í
st i
casda
sensi bi li
dade, sabi anav egarcom habi li
dadenot err
it
óriodaemoção.
Embor aasensi bi l
idadef reqüentement ependapar aahiper sensibi
lidade,
quant omai sumapessoa
apr endeadest i
laropr az ernospequenosdet alhesdav i
da, mai selaésaudáv el
emoci onal ment e.Não
esper eencont rar,em abundânci a,homensr i
cosnamat emát icadaemoçãona
av enidaPaul ista, na
av enidaChampsEl i
see, em Wal l St
reeteent reosmi li
onár i
osl i
stadospel a
For bes.Pr ocure- osent re
aquel esqueacham t empopar aobser var“ obr il
hodasest relas”.
Alguém poder áar gument ar:em SãoPaul onãopodemosv erasest relas,poi
so
arépol uído!Sempr e
hav eráar gument ospar aadi armosodesenv olvi
ment odasensi bi
li
dade.Sehá
umacor tinadepol uição
queabor tanossocampov i
sual,hácer tament eum universodedet alhesque
pul saaonossor edor :um
diálogoaber to,osor risodascr i
anças, umav i
agem paradent rodesi mesmo,
umar ev i
sãodepar adigmas,
al eit
ur adeum l ivro.Pr ecisamosgast art empocom aqui loquenãodál ucro
par aobol so, maspar ao
i
nt erior .Jesusdi ziaqueot esourodocor açãoéest ável,enquant oomat eri
alé
transi tório102.
Aopr eser varsuaemoçãonosf ocosdet ensãoedest il
aropr azernospequenos
event osdav ida,o
car pint eirodei xou- nosum model ov i
vodequeépossí veldesenv olv era
sensi bi lidade, mesmonum
ambi ent eem quesópodi av erpedrasear eia...
Ascar act er í
st i
casí mpar es
docar át erdeDeusedeJesus
JesusCr istonãof oiapenasomest r
edasensi bil
idade, mast ambém t ev euma
car act er í
st i
cadi fícilde
sercompr eendi da, oquet or
naasuaper sonalidadepar adoxal ,di
fer ent ede
todasasout rasquepossamos
anal isar : gost av adepassardesaper cebidoedeserencont radoporaquel esque
enxer gam com ocor ação.
Ant esdeest udar mosessacar acterí
sti
cadeCr isto,gostariadeconv i
darol ei t
or
amer gul harem
algumasi ndagaçõesf i
l
osóf icassobr eocar áterdoaut ordaexi stênci a, Deus.
Aool har mospar aouni versoper cebemost udot ãobeloeor ganizado,
ent retant oondeest áoseu
aut or?Seháum Deusnouni verso,porqueEl edei xaament ehumanaem
suspenseenãomost ra
clarament easuai dent idade?SeEl eéoni sciente, ouseja,set em pl ena
consci ênci adet odasascoi sas,
i
ncl usi vedasnossasi ndagaçõesaseur espeito,porquenãor esolv easdúv idas
quehásécul osnos
per turbam?
Ouni v ersot odo, incluindoasmi lhõesdeespéci esdanat ureza,acusam a
exist ênci adeum cr iador .
Todav i
a, apesardet erf eitoumaobr afantást i
ca, Elenãoqui sassi ná-la.Porque
não?Nãoqui spor que
Eleéum mer of r
ut odanossament ee, portanto,nãoexi ste,oupor queEl e
possui umaper sonal idadeque
rejeitaoexi bicioni smo?Essaéumagr andequest ão!Mui tosset ornar am at eus
por quenãoencont r
ar am
respost aspar asuasdúv idas.Out r
os,noent anto,procuram oCr i
adorcom os
olhosdocor açãoe, pori sso,
afirmam encont rarsuaassi naturaem cadal ugareem cadamoment o, nas
ser enat asdospássar os, na
anat omi adasf l
or eseat énosor ri
sodaspessoas. ..
Épr ópr iodeum aut orassi narasuaobr a,aindaquecom pseudôni mo, mas, ao
quet udoi ndica, o
Criadordei xouqueosi numer áveisdetalhesdasuacr i
açãof al
assem porsi só,
fossem asuapr ópr ia
assi nat ur a.

Algunsadmi ni
strador
espúbli
cosreali
zam pequenasobr as,mas,aoi naugur
á-
l
as, fazem gr
andes
di
scur sos.Oautordaexist
ênci
a,aocont rári
o,fezobr
asadmi r
áveis,tão
grandesquet odasas
enciclopédi
asdomundonãopoder iam descrevê-l
as,
contudonãof eznenhum
di
scur sodeinauguração.
Ninguém invadeaesf er
apatr
imonialdeal guém sobpenade,aofaz ê-l
o,sof
rer
umaaçãoj udi cial.
Cont udo, est amosv i
vendonumapr opr i
edade, at erra, ondedel ar eti
ramoso
ali
ment opar av iv er ,oar
parar espi r areai ndaf azemosdel aum t errit
ór i
opar amor ar.Masondeest áo
propr i
et ár iodest epl anet a
azul,imer gi donot empoenoespaço, quesedest acadost rilhõesdeout rosno
cosmos?Porqueel enão
reivi
ndi caoqueéseuenoscobr a“ i
mpost os”par ausuf ruirsuamai sexcel ente
propr i
edade?Est assão
quest õesi mpor tant es!
Existiram, em t odaahi stória,homensnocampof i
losóf icoet eológicoque
consumi r am gr andepar te
desuaener giament al tentandodescobr irosmi st ériosdaexi st ência.Equant o
mai sper gunt aram, mai s
aument ar am suasdúv idas.Porqueoaut ordav idanãoser ev elasem r odei osa
essaespéci epensant e, à
qual per tencemos?
Algunsar gument ar ão: Eledei xoudi versosescr i
tosdehomensquet i
veram o
privil
égi odeconhecer
partedosseusdesí gni os.Tomecomoexempl oaBí bl i
a.El at em dezenasde
l
ivrosedemor oucer cade
1500anospar aserescr i
ta.Conv enhamosque, aindaquepossamosmer gulhar
nost ext osbí bl i
cosef icar
encant adoscom mui tasdesuaspassagens, temosder econhecerqueDeusé
um sermi ster i
osoemui t
o
difí
cildesercompr eendi do.Apesardeoni pr esent e,ousej a, deest arem t odo
tempoeem t odol ugar ,Ele
nãosemost racl ar ament e, porissousouhomenspar aescr ev eral gosobr esi.
Isaíasf oi um dosmai or espr ofetasdasAnt i
gasEscr ituras.Em um dosseus
textos, el ef ezuma
const at açãobr il
hant esobr eumacar act erísticadeDeusquesóosmai s
sensí vei sconseguem per ceber .
Disse: “ ..
.v erdadei rament eTuésum Deusqueseencobr e” 103.I saíasol hava
paraouni v erso, viaum
mundoadmi ráv el, masf i
cav aper turbado, poi sseuaut ornãogost av adese
ostent ar , aocont r ário,
apreci av aseocul taraosol hosv isív eis.
Certodi a, Elias, out ropr ofet adeI srael ,atrav essav aum gr andepr oblema.
Estav asendoper segui doe
corriagr av er i
scodev ida.Conf li
tant e, seescondeudapr esençadosseus
i
nimi goseper gunt av aonde
estariaoDeusaqueel eser vi
a.Est ef ezsur girum v ent oi mpet uoso, masEl e
nãoest av anov ent o.Fez
surgirum f ortef ogo, mast ambém nãoest av anav i
ol ênci adassuasl abaredas.
Então, par aoespant ode
Eli
as, El ef ezsur gi rumabr isasuav e,quasequei mper cept í
v el,eláEl e
estav a104.Amamososgr andes
event os, masDeusamaascoi sassi ngel as.Épr eci soenxer garascoi sas
pequenaspar aencont rarAquel e
queégr ande.
Einst ein, omai orcienti
stadosécul oXX, queri
aent enderament edeDeus.O
aut ordat eoriada
relatividadeer amai sambiciosodoquesepodei magi nar.Comoi nvestigador
i
rref reáv el,
estav a
i
nt eressadoem conhecermai sdoqueosmi stér
iosdaf ísica,mai sdoquea
relaçãot empo/ espaçoque
tant ainsôni acausanosci entist
as.Quer iacompr eenderospensament osde
Deus.
Out rospensador es,comoDescar t
es,Spinoza,Kant ,
Kierkegaar d,fi
zeram de
suasi ndagaçõesa
respei todeDeusobj et
oconst antedesuaspesqui sas.Gast av
am t empo
produzi ndoconheci mentosobr eo
Cr i
ador .Nuncabr otounocer nedai nteli
gênciadol eit
orindagaçõessobr eoque
éaexi st ênciaequem é
oseuaut or?
Épr ópriodohomem amarosapl ausos,gostardaapar ênci a,t
erpr azernopoder
esesent i
racimados
seuspar es.Penseum pouco.Seoaut ordaexistênciaapar ecessesubi tamente
nat er r
a, demanei r
aclarae
visível,El enãomudar i
acompl etament ear ot
inahumana?Oshomenst odos
nãosepr ostr
ar i
am aosseus
pés?Nãoser iaEl eestampadonaspr i
mei r
aspági nasdet odososj ornais?Sua
presençacer tament eseriao
mai oracont eciment odahi st
ór i
a.
Segundoasbi ogr afi
asdeJesusCr i
sto,essefatoj áocorreu.Hádoi smi lanoso
Deuset erno
fi
nal ment eresol veumost r
arasua“ face”,dar-
seaconhecerasuascr i
aturas
terrenas.João1di z:

“Ni
nguém j amai sv iuaDeus; of
il
hounigêni t
o, queest ánoseiodoPai ,o
rev
el ou” 105.Di antedessas
pal
av r as, todospoder í
amosexcl amar:“Agor a,afinal,
oaut ordaexistênciaveio
rev
el arsuai dentidade” .
Todav ia,aoanal isarahi stóri
adeJesus, em v ezdet ermosr esolv
idonossas
dúvidas, eisqueel as
aument aram.Porquê?Por queeradeseesper arqueof i
l
hodoDeusal t
íssi
mo
nascessenomel hor
pal
áci odat er
ra,nomí nimonaf ortal
ezaAnt ôni a,queeraopal áci
odePi l
atos.
Paranossoespant o,
nasceuent reosani mais.Noaconchegodeum cur ralel
esol t
ousuaspr imeiras
l
ágr i
mas.Oar ,saturado
deum odorazedodeest rumefermentado, vent i
l
oupel aprimeir
av ezseus
pequenospul mões.
Também er adeseesper arqueelemost rasseaomundoassuasv ir
tudeseseu
poderdesdeoseu
nasciment o, masv iveunoanoni matoatéost ri
nt aanos.Quandor esolveu,
enfim, semani f
est ar,f
ez
milagr esi nacr editáv ei
s,mas, em vezdeusá- lospar aconvenceroshomensda
suar eal i
dent idade, pedia
i
nsist ent ement epar aqueaspessoasnãocont assem aninguém oquehav ia
feito.EsseJesusét ão
i
nusi tadoqueconf undequal querpessoaquei nv estigarasuaper sonal idade.
Ele, pel osi mpl espoderdasuapal avra, rompeuasl eisdaf ísicacomose
fossem br i
nquedos.Cur ou
cegos, ressusci toumor tos, acal mout empest ades, andousobr easáguas,
mul ti
pl icouamat ér ia( pães) ,
transf i
gur ou- se, enf imf ezt udooqueaf ísicaeasci ênciasmai slúcidasacham
i
mpossí vel serf ei t
o.Fezo
queni nguém j amai ssonhouem r eali
zar .Pori sso, aoi nv est i
gá- lo,nãoé
possí vel termai sdoqueduas
hipót eses: Ouel eéamai orf raudedahi st óriaouamai orv er dadedouni ver
so;
ouosdi scí pul osest av am
del i
randoquandoodescr ev eram ou, def ato, estav am r elat andoapessoamai s
admi ráv el,at raent ee
difícil desercompr eendi daquet r
ansi touporest at erra.
Cr erounãoem JesusCr i
st oéal got ot alment epessoal ,al goquedi zr espeitoà
consci ênci a
i
ndi v idual .Ent retant o,independent eder ejeitá-loouamá- lo, deacor docom a
tesequedef endi no
primei rol i
v ro,Anál ise...,osdi scípulosnãopoder iam t eri nv ent adouma
per sonal i
dadecomoadel e.
Nem oaut ormai sf ér t
ilconsegui r
iaimagi narum per sonagem com assuas
car act er ísticas, poi ssuas
reaçõesepensament osul trapassam osl i
mi tesdapr ev i
sibi l
idade, da
criat i
v idadeedal ógi cahumana.
Omeni noJesusdev er i
at ercr escidoaospésdosi ntelect uaisdasuaépocae
terconv ividocom a
“finaf l
or ”daf il
osof iagr ega.Masnãof reqüent ouescol ase, ai ndaporci ma, f
oi
ent alharmadei ras.Como
épossí v el queaquel equepost ulaseroco- aut ordebi l
hõesdegal áxiasper ca
tempoem t rabal haruma
tor ademadei rabr ut a?I st onãopar ecel oucur a?Loucur aaosol hosf ísicos, mas
sabedor iapar aaquel es
queenxer gam com ocor ação, paraaquel esqueenxer gam al ém dosl i
mi tesda
i
magem.Osdeuses
gregos, sef ossem v ivos, ficar i
am boqui aber t
osaosaberqueaquel eque
post ulaserocr iadordoscéuse
dat erra, naúni cav ezquev eioser evel arcl arament eaohomem, escondeu- se
atrásdosest alidosdos
mar telos.
Oco- aut ordaexi stênci ana
pel edeum car pint eiro
João, nasuav elhice, f
ezum r elatosur preendent esobr eJesus.Descr ev eu:
“Tudof oi feitonel e
(Cr i
st o)esem el enadadoquef oifei
t osef ez” 106.Segundoopensament o
dessedi scí pul o,opr óprio
Jesuspr ojetouj unt ocom oPai aexist ênci a,omundoani madoei nanimado.
Ambos, Pai ef il
ho,
col ocar am ocosmosnuma“ pr anchadear quitetura” .Ambosf oram
responsáv eispel aaut or i
ada
exi
stênci
a,pori
ssodi
ssequesem el
enadaser
eal
i
zou.

Joãof oi mai sl ongeai ndaecoment ou: “Ov erbosef ezcar neehabi touent reos
homens” 107.
Segundoessedi scípul o, oco- autordaexi st
ênciapi sounest ater ra,revestiu-se
deum cor pobi ológi co,
adqui riuumahumani dadeehabi touent reoshomens.Porest arescondi dona
peledeum car pinteiro, é
prov áv el quemui t
osdosqueoel ogiam edi zem amá- lohoj e, seest ivessem
present esnaquel aépoca,
ti
vessem gr andedi f
icul dadedeenxer gá- l
oesegui -lo.
Aconv icçãocom queel edi scor r
esobr eJesuséadmi ráv el
.Segundosuaót i
ca,
aquel equenasceu
num cur ral foi oaut ordav i
da, f
oi quem conf eccionouossegr edosdoscódi gos
genét icos, bem comoa
plastici dadedassuasmut ações.
Segundoopensament odosquat roev angelhos, Deuseseuf i
lhonãosãouma
mer aener gi acósmi cae
extremament ei nteligent e, nãosãoum mer opodersuper iorouumament e
univer sal ,masser esdot ados
deper sonal i
dadeecom car acterí
st i
caspar ti
culares,comocadaum denós.
Diver sascar act erísticassão
cl
ar ament eper cebi das, ent reelasopr azerdepassar em desaper cebi dosede
darem pl enal iber dadeao
homem depr ocur á-losour ejeit
á-los.
Um di a, umacr iança, filhadeJai ro, mor reu.Jesusf oi atéasuacasa.Chegando
l
á, encont roumui tas
pessoaspr ant eandonasal adeesper a.Tent andoconsol á-las, dissecom a
mai ornat uralidade: “Não
chor eis; el anãoest ámor ta, masdor me. ”108.Imedi atament eaquel aspessoas
mudar am seuest ado
emoci onal ecomeçar am ar irdele,poi ssabi am queel aest av amor ta.Sem se
i
mpor tarcom est ef at o,
adent r
ounoquar t
oem queameni naj aziaeondeest av am ospai seal guns
discípul os.Lá, com i ncr ível
deter mi nação, chocouospr esent es.Apenasdeuumaor dem par aameni nase
l
ev ant areel a
i
medi at ament er ev i
veu.
Em segui da, tev eduasr eaçõesi nesper adasquemost rav am seucar áterdenão
buscarost ent ação.
Primei ro, pedi uquedessem decomerpar aameni na.Or a,par aquem f ezo
mi l
agr eder essusci tá- la, não
seriaf áci l aliment á-lasobr enat uralment e?Claro!Cont udo, eleseescondeu
atrásdaquel epedi doe, al ém
disso, pormei odel equer iamost rarqueav i
dahumananãodev eriaserf eitade
mi l
agr es, masdel abut as.
Omesmoocor reuquandoel epedi upar aquet i
rassem apedr adot úmul ode
Láz aro.
Segundo, apesardeospai sdameni nat erem fi
cadomar avilhadoscom seuat o,
adv ertiu- ospar aque
nãocont assem ani nguém oquehav i
aacontecido.Comoser iapossív el
esconderaquel ef ato?Jesussabi a
queel eseal ast rariacomof ogonof enoseco.Masporquepedi uosilêncio?
Tal pedi donãoer aseumar keting, ouseja,nãoadv ert
iaaspessoaspar a
ocultar em osseusat ospar a
desper tarnel asodesej odedi vulgá-los.Não,elenãosi mul avaseu
compor tament o, poi s,comov i
mos,
vi
veuaar tedaaut ent icidade.Aof azeressepedi do,estav asoment equerendo
serf i
el àsuaconsci ênci a,
poisnuncaf azianadapar aseaut opr omover,maspar aal i
v i
aradorhumana.Se
quisesse, poder iaabal ar
oImpér ioRomano, maspr ef er
iaserapenasum semeadorquepl anta
ocultament esuassement es.
Recusandousarseupoderpar aal iviar-
se
Nósgost amosdeserest relasnomei odamul tidão.E,ai ndaquenão
conf essemos, apr eciamosqueo
mundogr av i
teem t or nodenós.MasJesussi mpl esment enãot i
nhaessa
necessi dade.Osseusi nimigoso
tr
atav am comoaum naz areno, comopessoadespr ezí
v el,sem cultur
aest atus
polí
t i
co, masi ssonãoo
pertur bav a.Pel ocont rário,alegrava- seem nãoper t
enceraost affdosf ar
iseus.
Faziaquest ãodeser
conf undi docom seusami gos.Mui tosquerem serdi ferent esdosout ros,
embor anãot enham nadade
especi al .Cont udo, Jesus, apesardesert ãodiferentedamul t
idão,agiacom
natur ali
dade.El eal cançou

umadasv ir
tudesmai sbelasdai ntel
igência: serespeci alpordentro,mas
comum porf or
a, aindaque
famoso.
Hav iaumaest ruturadent rodelequenosdei xaestar r
ecidos.Enquantoosseus
i
ni migosest avam
tramandocomomat á-l
o,eleestavadi scursandoqueer aumaf ont
edepr azer
,
umaf ontedeáguav i
va.
Enquant oosseusi nimigospr eparavam f alsast estemunhaspar acondená-l
o,
eleaindaachav at empopar a
falardesi mesmocom poesi a,discur savasi mbol i
cament equeer aumav i
dei
ra
quej orr
av aumar ica
seivacapazdesat i
sfazerseusdi scípuloset orná-l
osf rutí
fer
os109.Quehomem
éest equeexpr essav aum
ardentepr azerdev i
vernum ambi ent edeper daser ej
eições?Quesegr edosse
escondi am nocer nedoseu
serqueoi nspiravam af azerpoesi aondesóhav i
acl i
mapar achorarenãopar a
pensar ?
Cr i
stoviveuum par adoxobr i
l
hant e.Demonst r
ouum poderi ncomum, masna
hor adoseu
sof r
imento, esquiv ou-secompl etament edeusá- l
o.Vocêsnãoacham i sso
estranho?Pori ssoseus
acusador esot or t
ur avam aospésdasuacr uzdizendo: “Salvouaoutros,mas
nãosal vouasi mesmo” 110.
Seusdet ratoresj amai spoder iam t orturaraquel ehomem queexal av adoçur ae
amabi l
idade, maspor
out rol adoel est i
nham r azãodef icarper turbadoscom of atodeel et erfeit
o
tant oporout r
os, masnada
par asi mesmo.Nuncanahi stór iaalguém t ãof orteesqui v ou-sedeusarasua
forçaem benef í
ci oprópr i
o.
NoGet sêmani , nãocont ev enem mesmoasuat aqui cardia,seusuoreadorda
suaal ma.Nacr uznãoo
deix aram mor rerem paz: um ecopr ov ocativof eria-l
heaemoçãoj áangust iada:
“Médi co, salva-teat i
mesmo” .Mas, aindaquecombal i
do, resistia.Usout odasassuascél ul
aspar a
secompor tarcomoum
homem.
Ohomem, um seri nsubst ituível
Quandoeuer aum at eucét i
co, pensav aqueDeusf osseapenasumaf antasia
humana, um fr uto
i
magi nár iodament epar aabr andarosseusconf litos,umadescul pada
fant ást icamáqui nacer ebr al que
nãoacei taocaosdaf init
udedav i
da.Post eriorment e, aoi nvest igaropr ocesso
deconst ruçãoda
i
nt eligênci aeper ceberquenel eháf enômenosqueul tr
apassam osl imitesda
l
ógi ca, comecei aper ceber
queasl eiseosf enômenosf ísicosnãopodem expl i
carpl enament eapsi que
humana.Em mi lésimosde
segundosent ramosnosl abirint osdamemór iae, em mei oabi lhõesdeopções,
const ruímosascadei asde
pensament oscom subst ant ivos, sujeitos, verbos, sem saberpr eviament equal
ol ócusdel es.Comoi ssoé
possí vel ?Intri
gado, comecei aper ceberquedev ehav erum Deusquese
escondeat r
ásdov éudasua
criação.
Per gunt ei,quest ionei, i
ndaguei cont i
nuament ealgunsmi stériosdaexi stência.A
artedaper gunt a
ajudoumui t
oameesv aziardospr econcei toseabr i
rasj anelasdami nhament e.
Ot amanhodas
per gunt asdet ermi naadi mensãodasr espost as.Sóquem nãot em medode
per gunt aredequest i
onar ,
i
ncl usi veassuaspr ópriasv er dades, podesef artardasmai sbel asr espostas.
Quer espost asencont rei?
Nãopr eci sodi zê- las.Encont reassuas.Per gunt eei nv esti
guequant asv ezesf or
necessár i
o.Ni nguém
podef azeressat arefapornós.Ni nguém podeserr esponsáv el pelanossa
consci ênci a.
Per mi tam- meaf i
r marqueof inal dasbi ografiasdeCr i
stor evel am al gonunca
escr itooupensado,
quepassoadi scor rer.Essest extoscompõem amai sbel apassagem da
l
iterat ur amundi al .
Dopont odev ist af i
losóf i
co, av idahumanaéumagot aexi stenci al na
per spect ivadaet ernidade.
Num i nst antesomosmoçosenout r
oi nstantesomosv el
hos. ..Mor remosum
poucoacadadia.Milhares
degenesconspir
am cont r
aacont
inui
dadedaexi
stênci
a,t
raçandoasl
i
nhasda
vel
hice,
nosconduzindo
paraofim dot
úneldot empo.

Ahi stór i
adeCr istomost ra-nosqueoDeusaut o-existenteesempi t
er nose
i
mpor tar eal ment ecom os
compl icadosmor tais.Sem anal i
sarasuahi st
ór i
a, édi fí
cilolharpar aouni verso
enãoquest i
onar :quem
nosassegur aquenãosomosmar i
onetesdopoderdoCr iador ?Ser áquenão
somosobj et osdoseu
diver timent oquemai st ardeser ãodescar t
adosnot or vel
inhodot empo?
Nassoci edadeshumanas, mesmonasdemocr át i
cas, somosmai sum númer o
dei dent idade, mai sum
serquecompõeamassadasoci edade.Cont udo, apesardeJesusseruma
pessoacor oadademi stér i
os,
elenãodeumar gem adúv i
dasquet i
nhav i
ndocom ami ssãodepr ocl amarao
mundoqueohomem er a
singul arpar aDeus.
Napar ábol adof i
lhopr ódigo111, daov elhaper di da112edet ant asout ras,est e
agr adáv el cont ador
dehi st óriasempenhaasuapr ópr iapalav raaf i
rmandocat egor i
cament equeo
serhumanonãoéum
obj etodescar táv el doCr i
ador ,mascadaum del eséum seri nsubst i
tuível e
i
ni gual áv el ,
apesardosseus
erros, falhas, fragi l
idadesedi ficuldades.Usouseupr ópr i
osanguecomot inta
par aescr everum t rat ado
eter noent reoCr iadoreacr iatur a.
Seost ext osdosev angel hosnãonost i
v essem r el
atado, nãoser iapossí vela
ment ehumana, sej ade
um pensadoroudomai silust r
et eólogo, conceberai déiadequeoaut orda
exist ênci at ivesseum f il
hoe
que, poramarahumani dadei ncondi ci
onal ment e,Eleoenv iariaaomundopar a
viverascondi çõesmai s
i
numanase, porf im, sesacr i
ficarporel a113.ComopodeoCr iadoramarat al
pont oumaespéci et ão
chei adedef ei t
os, cuj ahi stóriaest ámer gul hadanum mardei njusti
çae
violaçãodedi reitos?
Of ilhomor reucomoomai si ndignodoshomense, par al
elament e,
enquant oel e
mor ria, oPai
chor av aint ensament e,aindaquepossamosnãoat ribuirlágrimasf ísicasa
Deus.El echor av aacada
ferida, hemat omaeest alidodemar tel
oquecr av avaseuf il
honacr uz.
Ospai snãosupor tam adordosseusf i
lhos.Umapequenaf er idadeum del esé
capazdef azeral guns
ent rarem em desesper o.Pori sso, um dosmai or esdesej osdel eséf echarseus
olhosant esdosseusf ilhos.
Vê- losmor r
eréi ndubi t
av elment eamai ordorquepodem sof rer.Agor a, i
magi ne
adordoPai pedi ndo
par aJesusseent regarv oluntar i
ament eedei xarqueoshomensoj ulgassem.
Segundoasescr i
turasneot estament ár
ias, hádoi smi lanosacont eceuoev ento
mai simpor tanteda
história.Omai sdóci leamáv el doshomensf oiespancado, feri
doet orturado.O
seuPai estav aassi st i
ndo
at odooseumar tí
rio.Podi afaz ertudoporel e, mas, seinterviesse,a
humani dadeest ariaexcl uí
dadoseu
plano.Pori sso, nadaf ez.Foi apr i
mei rav eznahi stóri
aqueum pai tevepl eno
poderepl enodesej ode
salvaroseuf il
ho, deest ancarasuadorepuni rosseusi nimigoseseabst ev e
def azê- lo.Quem mai s
sof r
eu, ofil
hoouoPai ?Ambos.
OAut ordaexi stênci aabr i
uumapr ofundav alanasuaemoçãoàmedi daque
seuf ilhomor ri
a
l
ent ament e.Ambosv i
v eram omai si mpr essionant eespetáculodedor .Que
ent r
egaar rebat ador a!Deus
estavasol uçandoem t odososcant osdouni v erso.Oi mensouni versof i
cou
pequenodemai spar ao
Todo- poder oso.Ot empo, inexistentepar aoOni pr esente,fezpel apr i
mei rav ez
umapausa, custoua
passar .Cadami nut oset ornouumaet ernidade.
Ocompor tament odo“ DeusPai ”eodo“ Deusf i
lho”impl odem compl et ament e
nossospar adi gmas
reli
giososef i
losóficos, dil
acer am ospar âmet rosdapsi cologia.Em v ezde
exigirem sacr ifí
ciose
reverênci asdahumani dade, ambossesacr if
icaram porel a.Pagar am um pr eço
i
ndescr i
tív
el par adarpar a
elesoqueconsi der avam amai ordádi vaqueum serhumanopoder eceber ,
aquiloqueCr i
stochamav ade
o“ outr oconsol ador ”,oEspí ri
toSant o.Queamoréest equesedoaat éas
últi
masconseqüênci as?
TibérioCésarest avaassent adonot ronoem Roma.Quer iadomi narat erracom
espadas, l
ançase
máqui nasdeguer ra.MasoAut ordav i
daeseuf ilho,quepost ulam seros
donosdomundo, quer iam
sujeitá-locom umahi stór i
adeamor .Gost amosdast orr
ent esdeáguas, mas
elespr eferem osi l
ênci oda
brisa,aumi dadeanôni madosor valhos.

OPai eof il
hosãof ortesoufracos?Fortesatalpontoquenãopr ecisavam
most r
arsuaf or
ça.
Grandesat alpontoquesemi stur
aram com oshomensmai sdespr ezadosda
sociedade.Nobresat al
pontoquequer i
am seramadospel oshomens, enãot ê-l
oscomoseus
escravosouser vos.Pequenosat al
pontoquesósãoper ceptívei
sàquelesqueenxer gam com ocor ação.Somente
al
guém t ãofort
eet ão
grandeconseguesef azertãopequenoeacessív el
!Éimpossí velanali
sá-l
ose
nãosent i
roquant osomos
mesqui nhos,or
gulhosos,indi
vidual
ist
aseemoci onalment efr
ios.
Asmet asdeJesusnãoer am osseusmi lagr
esexteri
ores.Esseser am
pequenosper todoseur eal
desej odet ransf ormaroi nteriordohomem, repar arasav enidasdosseus
pensament os, ar ejarosbecos
dassuasemoçõesef azerumaf axi nanospor õesi nconsci entesdesua
memór i
a.
Soment eumamudançadenat urezaconduzi ri
aohomem aconqui staras
car acter ísticasmai s
i
mpor tant esdaper sonal idadequeCr istoampl ament eviveu.Secadaser
humano, independent eda
reli
gi ãoquepr of esse, incor por asseem suaper sonal idadeal gumasdessas
car acter ísticas, at er ranãoser i
a
mai samesma.Osconsul tóri
osdospsi cot erapeut asseesv aziari
am.Não
hav er i
amai sv iol ênci anem
crimes.Asnaçõesnãogast ari
am mai sum t ost ãocom ar mas.Af omeeas
mi sér i
asser iam ext i
nt as.As
prisõesv irariam museus.Ossol dadost ornar -se-iam r omanci stas.Osj uízes
despi r
iam suast ogas.Não
hav er i
amai snecessi dadedacar tamagnadaONU( Or ganizaçãodasNações
Uni das) , quedecl ar am os
direitosuni ver sai sdohomem, poi soamor ,apr eocupaçãocom as
necessi dadesdosout ros, a
solidar iedade, at oler ânci a,abuscadeaj udamút ua, opr azerpl eno, osent ido
exist enci al eaar tede
pensarser iam cul tivadosi ndef inidament e.Associ edadesset ornar i
am um
j
ar dim com umaúni ca
est ação, apr imav er a.
Omest redasensi bi lidadef oi par aocaos
Est udamosat r ajetór i
adeCr i
st oat éoGet sêmani .Agor a,chegouomoment o
deomest reda
sensi bilidadeserpr esoej ulgado.Omundo, apar tirdeent ão,conhecer iaamai s
dramát i
caseqüênci ade
dorf í
sicaepsi col ógi caqueum homem j ásupor tou.Sãomai sdet rintat i
posde
sof ri
ment os, assunt oa
serest udadonopr óxi mol ivrodasér i
eAnál ise....Jamai sal guém pagou
consci ent ement eum pr eçot ão
altopar aexecut arsuasmet as, paramat eriali
zarseusonho.
Aoest udar moscadaumadaset apasdesof riment oqueJesusCr i
st ov iv
eunos
i
nst ant esf inai sdesua
vidaecomoel esecompor toudi ant edel as, atémor rerdedesi dratação,
hemor r agi a, exaust ãoef alênci a
car díaca, prov av elment enuncamai sser emososmesmos. ..
Alguns, diant edassuasangúst i
as, desist em dosseussonhose, àsv ezes, at
é
dapr ópr iav i
da.Cr ist o
eradi f
er ent e, amav av ivercadami nut odasuav i
da. Tinhaconsci ênci adequeo
feriri
am sem pi edade,
masel enãosesui ci dar i
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1-Mateus26:39
2-João12:27
3-Mateus11:29
4-João16:33
5-Mateus6:12
6-João9:2
7-João9:3
8-Mateus5:22
9-Mateus5:9
10-João7:37
11-João5:39-40
12-Mateus23:1-36
13-Mateus23:6-7
14-Mateus22:23
15-Mateus22:29
16-Lucas13:33
17-Mateus22:16
18-Mateus22:17
19-Mateus22:20-21
20-Mateus6:10
21-Mateus6:33
22-Lucas22:15
23-João1:29
24-Mateus26:26
25-João6:53
26-Mateus26:30
27-Mateus26:30
28-Mateus26:30
29-João7:37-38
30-João16:29
31-João16:33
32-João13:34
33-João14:2
34-João14:19
35-João17:1-5
36-João17:5
37-João8:58
38-Êxodo3:14
39-João17:1
40-Mateus17:2
41-João17:2
42-João12: 24
43-João6: 51
44-João17: 12;20-
21a
45-João17: 13
46-João17: 26
47-João2: 16
48-João2: 19
49-João2: 21
50-Efésios2:19
51-Efésios2:22
52-João13: 34
53-João12: 3-5
54-Mat eus26:38a
55-Mat eus26:38b
56-Lucas22: 45
57-Mat eus26:40
58-Mat eus26:46
59-Mar cos14:27
60-Mat eus26:35
61-Mat eus5:21-22

62-Mateus6:3
63-Mateus8:27
64-Lucas22:38
65-Lucas22:57
66-Lucas22:15
67-Mateus5:44
68-Lucas22:44
69-Mateus26:37
70-Lucas2:40
71-Lucas2:48
72-João4:35
73-João4:34
74-João7:46
75-Mateus26:39
76-Mateus14:1
77-Mateus27:17-
18
78-Marcos14:41
79-João8:7
80-João12:27
81-João12:32
82-João12:35
83-João12:27
84-Mateus26:41
85-Marcos14:36
86-Lucas22:42
87-Mateus15:11
88-Mateus5:3
89-Mateus5:5
90-Mateus26:39-
45
91-Mat eus26:39
92-Mat eus26:42
93-João14: 10
94-Mat eus7:9
95-Mat eus3:17
96-Mat eus26:38
97-2Pedr o1:4
98-João10: 34
99-João10: 36
100-Mat eus6:26-28
101-Mat eus11:29
102-Mat eus6:19-20
103-Isaías45:15
104-1Rei s19:11-13
105-João1: 18
106-João1: 3
107-João1: 14
108-Mar cos5:39
109-João15: 1-5
110-Mat eus27:42
111-Lucas15: 11-32
112-Lucas15: 3-7
113-João5: 36

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“Nosúl ti
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Estelivroserádegr andeaj udapar aos
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DirceCabr eraFarhate-Educador a
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gênci adeCr isto,oCrist
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Linguagem al t
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“Par abénspel asuaobr a.Vocêéum dessesr arosastrosquev oltaemei avem
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assunt osdeDeus. ..”
Rober toFuganhol i -EducadoreEmpr esár i
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Ernest oCitta-Agr ônomoeEmpr esár ioRur al
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Jur acyGomesRei s-Fi scal doTr abalho
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vronosensi naumanov amanei radev erav i
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Paul aHunt er-At rizeCant ora
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vroapai xonanteeesclarecedor ,escr
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Dr .August oJor geCur y, autorda
col eção“ Anál isedaI nteligênciadeCr isto”.Nel ecompreendemosqueapi or
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aiscomoadepr essão, asíndromedopâni co,os
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farmacodependênci a.Nadaaf etatantoaemoçãodoque
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belogr upodeest ranhos. ..
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