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texto a seguir servirá de base para responder às questões desta prova.

Jogos Olímpicos Rio 2016 deixarão lições para a segurança corporativa *Alejandro Raposo - 11 de Março de 2016 - 14h42

O

certamente, o mais complexo já implantado na América Latina nos últimos tempos. Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que de ve ser integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos. Em segundo lugar, pela sua visibilidade, já que atende o maior evento esportivo do mundo, com uma expectativa de 4,8 bilhões de espectadores, segundo seus organizadores. Todos os projetos de segurança da informação abrangem basicamente três premissas:

processos, soluções de segurança e pessoas. A diferença é que os Jogos Olímpicos Rio 2016 têm o tamanho de uma cidade inteligente. Para se ter uma ideia, o time envolvido nas operações será de 136,5 mil pessoas, entre funcionários diretos, indiretos e voluntários, cada um com um nível de permissão e uma dinâmica de trabalho diferentes. Além disso, será preciso atender milhares de atletas, pro ssionais de mídia e agentes de delegações que circularão durante o evento. Como não poderia deixar de ser, a expectativa de ataques no País também é gigante, por isso, a preocupação com a segurança cibernética deve ser redobrada em todas as organizações do Brasil e não somente nas entidades envolvidas com a organização dos Jogos. O Internet Security ThreatReport 2015 (ISTR 2015), produzido pela Symantec, mostra uma média de quase um milhão de malwares criados por dia em todo o mundo, proporção que deve seguir crescendo exponencialmente, graças ao processo de so sticação do cibercrime – com ataques cada vez mais direcionados e assertivos – e à aceleração da digitalização, especialmente na América Latina. Dados do relatório A Nova Revolução Digital, feito pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), mostram que a penetração da Internet na região mais do que duplicou entre 2006 e 2014, com crescimento passando de 20,7% para 50,1% ao ano. O cenário é semelhante para dispositivos móveis. Entre 2010 e 2013, o número de celulares conectados à

projeto de segurança da informação desenvolvido para os Jogos Olímpicos Rio 2016 é,

Internet na região aumentou, em média, 77% ao ano; em 2014, já somavam 200 milhões. Em

2020, esse número deve ultrapassar os 600 milhões, o que deixará a América Latina atrás

somente da Ásia, de acordo com o documento A Economia Móvel - América Latina 2014,

produzido pelo GroupeSpeciale Mobile Association (GSMA), entidade que reúne operadoras de

telefonia móvel de todo o mundo. Esse crescimento traz, a reboque, um imenso número de novos

usuários pouco habituados ao cenário digital, que são vítimas em potencial para ameaças

virtuais, inclusive de ataques simples de engenharia social, como spam e alternativas

rudimentares.

O aprendizado com esse projeto do Rio 2016, com certeza, levará ao apri moramento das

práticas

de mercado, pois as ações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Organizador Rio

2016 na área de segurança da informação são extremamente bem formuladas, com técnicas e

metodologias avançadas. Os processos ocorrem dentro de um padrão e uma sequência que

devem ser respeitados, a m de atingir o objetivo nal sem grandes intempéries. Os diversos

fabricantes fornecedores trabalham de forma totalmente integrada e com base em parceria

mútua, pois a combinação perfeita das soluções determinará o resultado do projeto. Por m, a

criação do ambiente para a disputa dos jogos deve deixar legados para a cidade -sede sob todos

os pontos de vista. O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os

jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja.

*Vice-presidente de Vendas da Symantec para América Latina

A leitura do título do texto

a) antecipa a temática sobre a segurança da informação nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

b) critica a temática sobre a segurança da informação para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

c) informa sobre as ações para a segurança da informação dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

d) analisa a eficiência da segurança da informação para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

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Jogos Olímpicos Rio 2016 deixarão lições para a segurança corporativa

O

*Alejandro Raposo - 11 de Março de 2016 - 14h42

projeto de segurança da informação desenvolvido para os Jogos Olímpicos Rio 2016 é,

certamente, o mais complexo já implantado na América Latina nos últimos tempos.

Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que de ve ser

integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos. Em segundo lugar, pela sua

visibilidade, já que atende o maior evento esportivo do mundo, com uma expectativa de 4,8

bilhões de espectadores, segundo seus organizadores.

Todos os projetos de segurança da informação abrangem basicamente três premissas:

processos, soluções de segurança e pessoas. A diferença é que os Jogos Olímpicos Rio 2016

têm o tamanho de uma cidade inteligente. Para se ter uma ideia, o time envolvido nas operações

será de 136,5 mil pessoas, entre funcionários diretos, indiretos e voluntários, cada um com um

nível de permissão e uma dinâmica de trabalho diferentes. Além disso, será preciso atender

milhares de atletas, pro ssionais de mídia e agentes de delegações que circularão durante o

evento.

Como não poderia deixar de ser, a expectativa de ataques no País também é gigante, por isso, a

preocupação com a segurança cibernética deve ser redobrada em todas as organizações do

Brasil e não somente nas entidades envolvidas com a organização dos Jogos. O Internet Security

ThreatReport 2015 (ISTR 2015), produzido pela Symantec, mostra uma média de quase um

milhão de malwares criados por dia em todo o mundo, proporção que deve seguir crescendo

exponencialmente, graças ao processo de so sticação do cibercrime – com ataques cada vez

mais direcionados e assertivos – e à aceleração da digitalização, especialmente na América

Latina.

Dados do relatório A Nova Revolução Digital, feito pela Comissão Econômica para a América

Latina e o Caribe (Cepal), mostram que a penetração da Internet na região mais do que duplicou

entre 2006 e 2014, com crescimento passando de 20,7% para 50,1% ao ano. O cenário é

semelhante para dispositivos móveis. Entre 2010 e 2013, o número de celulares conectados à

Internet na região aumentou, em média, 77% ao ano; em 2014, já somavam 200 milhões. Em

2020, esse número deve ultrapassar os 600 milhões, o que deixará a América Latina atrás

somente da Ásia, de acordo com o documento A Economia Móvel - América Latina 2014,

produzido pelo GroupeSpeciale Mobile Association (GSMA), entidade que reúne operadoras de

telefonia móvel de todo o mundo. Esse crescimento traz, a reboque, um imenso número de novos

usuários pouco habituados ao cenário digital, que são vítimas em potencial para ameaças

virtuais, inclusive de ataques simples de engenharia social, como spam e alternativas

rudimentares.

O aprendizado com esse projeto do Rio 2016, com certeza, levará ao apri moramento das práticas

de mercado, pois as ações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Organizador Rio

2016 na área de segurança da informação são extremamente bem formuladas, com técnicas e

metodologias avançadas. Os processos ocorrem dentro de um padrão e uma sequência que

devem ser respeitados, a m de atingir o objetivo nal sem grandes intempéries. Os diversos

fabricantes fornecedores trabalham de forma totalmente integrada e com base em parceria

mútua, pois a combinação perfeita das soluções determinará o resultado do projeto. Por m, a

criação do ambiente para a disputa dos jogos deve deixar legados para a cidade -sede sob todos

os pontos de vista. O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os

jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja.

*Vice-presidente de Vendas da Symantec para América Latina

Leia o trecho a seguir.

O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja.

A principal intenção comunicativa desse trecho é

a) apreciar soluções para a segurança dos Jogos Olímpicos.

b) explicitar uma expectativa sobre a temática apresentada.

c) analisar a problemática focalizada ao longo do texto.

d) questionar a situação da segurança para o evento.

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Jogos Olímpicos Rio 2016 deixarão lições para a segurança corporativa

*Alejandro Raposo - 11 de Março de 2016 - 14h42

O

certamente, o mais complexo já implantado na América Latina nos últimos tempos.

Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que de ve ser

integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos. Em segundo lugar, pela sua

visibilidade, já que atende o maior evento esportivo do mundo, com uma expectativa de 4,8

bilhões de espectadores, segundo seus organizadores.

Todos os projetos de segurança da informação abrangem basicamente três premissas:

processos, soluções de segurança e pessoas. A diferença é que os Jogos Olímpicos Rio 2016

têm o tamanho de uma cidade inteligente. Para se ter uma ideia, o time envolvido nas operações

será de 136,5 mil pessoas, entre funcionários diretos, indiretos e voluntários, cada um com um

nível de permissão e uma dinâmica de trabalho diferentes. Além disso, será preciso atender

milhares de atletas, pro ssionais de mídia e agentes de delegações que circularão durante o

evento.

Como não poderia deixar de ser, a expectativa de ataques no País também é gigante, por isso, a

preocupação com a segurança cibernética deve ser redobrada em todas as organizações do

projeto de segurança da informação desenvolvido para os Jogos Olímpicos Rio 2016 é,

Brasil e não somente nas entidades envolvidas com a organização dos Jogos. O Internet Security

ThreatReport 2015 (ISTR 2015), produzido pela Symantec, mostra uma média de quase um

milhão de malwares criados por dia em todo o mundo, proporção que deve seguir crescendo

exponencialmente, graças ao processo de so sticação do cibercrime – com ataques cada vez

mais direcionados e assertivos – e à aceleração da digitalização, especialmente na América

Latina.

Dados do relatório A Nova Revolução Digital, feito pela Comissão Econômica para a América

Latina e o Caribe (Cepal), mostram que a penetração da Internet na região mais do que duplicou

entre 2006 e 2014, com crescimento passando de 20,7% para 50,1% ao ano. O cenário é

semelhante para dispositivos móveis. Entre 2010 e 2013, o número de celulares conectados à

Internet na região aumentou, em média, 77% ao ano; em 2014, já somavam 200 milhões. Em

2020, esse número deve ultrapassar os 600 milhões, o que deixará a América Latina atrás

somente da Ásia, de acordo com o documento A Economia Móvel - América Latina 2014,

produzido pelo GroupeSpeciale Mobile Association (GSMA), entidade que reúne operadoras de

telefonia móvel de todo o mundo. Esse crescimento traz, a reboque, um imenso número de novos

usuários pouco habituados ao cenário digital, que são vítimas em potencial para ameaças

virtuais, inclusive de ataques simples de engenharia social, como spam e alternativas

rudimentares.

O aprendizado com esse projeto do Rio 2016, com certeza, levará ao apri moramento das práticas

de mercado, pois as ações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Organizador Rio

2016 na área de segurança da informação são extremamente bem formuladas, com técnicas e

metodologias avançadas. Os processos ocorrem dentro de um padrão e uma sequência que

devem ser respeitados, a m de atingir o objetivo nal sem grandes intempéries. Os diversos

fabricantes fornecedores trabalham de forma totalmente integrada e com base em parceria

mútua, pois a combinação perfeita das soluções determinará o resultado do projeto. Por m, a

criação do ambiente para a disputa dos jogos deve deixar legados para a cidade -sede sob todos

os pontos de vista. O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os

jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja.

*Vice-presidente de Vendas da Symantec para América Latina

Com base na leitura do texto, depreende-se que

a) o Brasil e as organizações internacionais desenvolvem projetos para garantir a segurança

individual dos atletas dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

b) o projeto de segurança da informação para os Jogos Olímpicos Rio 2016 será um legado positivo

para o país.

c) o Comitê Olímpico Internacional descarta a possibilidade de ataques cibernéticos durante os

jogos Olímpicos Rio 2016.

d) o Rio de Janeiro, após a realização dos jogos, será reconhecido na América Latina com o uma cidade inteligente.

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Jogos Olímpicos Rio 2016 deixarão lições para a segurança corporativa *Alejandro Raposo - 11 de Março de 2016 - 14h42

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certamente, o mais complexo já implantado na América Latina nos últimos tempos. Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que de ve ser integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos. Em segundo lugar, pela sua visibilidade, já que atende o maior evento esportivo do mundo, com uma expectativa de 4,8 bilhões de espectadores, segundo seus organizadores. Todos os projetos de segurança da informação abrangem basicamente três premissas:

processos, soluções de segurança e pessoas. A diferença é que os Jogos Olímpicos Rio 2016 têm o tamanho de uma cidade inteligente. Para se ter uma ideia, o time envolvido nas operações será de 136,5 mil pessoas, entre funcionários diretos, indiretos e voluntários, cada um com um nível de permissão e uma dinâmica de trabalho diferentes. Além disso, será preciso atender milhares de atletas, pro ssionais de mídia e agentes de delegações que circularão durante o evento. Como não poderia deixar de ser, a expectativa de ataques no País também é gigante, por isso, a preocupação com a segurança cibernética deve ser redobrada em todas as organizações do Brasil e não somente nas entidades envolvidas com a organização dos Jogos. O Internet Security ThreatReport 2015 (ISTR 2015), produzido pela Symantec, mostra uma média de quase um milhão de malwares criados por dia em todo o mundo, proporção que deve seguir crescendo exponencialmente, graças ao processo de so sticação do cibercrime – com ataques cada vez mais direcionados e assertivos – e à aceleração da digitalização, especialmente na América Latina. Dados do relatório A Nova Revolução Digital, feito pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), mostram que a penetração da Internet na região mais do que duplicou entre 2006 e 2014, com crescimento passando de 20,7% para 50,1% ao ano. O cenário é semelhante para dispositivos móveis. Entre 2010 e 2013, o número de celulares conectados à Internet na região aumentou, em média, 77% ao ano; em 2014, já somavam 200 milhões. Em

projeto de segurança da informação desenvolvido para os Jogos Olímpicos Rio 2016 é,

2020, esse número deve ultrapassar os 600 milhões, o que deixará a América Latina atrás

somente da Ásia, de acordo com o documento A Economia Móvel - América Latina 2014,

produzido pelo GroupeSpeciale Mobile Association (GSMA), entidade que reúne operadoras de

telefonia móvel de todo o mundo. Esse crescimento traz, a reboque, um imenso número de novos

usuários pouco habituados ao cenário digital, que são vítimas em potencial para ameaças

virtuais, inclusive de ataques simples de engenharia social, como spam e alternativas

rudimentares.

O aprendizado com esse projeto do Rio 2016, com certeza, levará ao apri moramento das

práticas

de mercado, pois as ações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Organizador Rio

2016 na área de segurança da informação são extremamente bem formuladas, com técnicas e

metodologias avançadas. Os processos ocorrem dentro de um padrão e uma sequência que

devem ser respeitados, a m de atingir o objetivo nal sem grandes intempéries. Os diversos

fabricantes fornecedores trabalham de forma totalmente integrada e com base em parceria

mútua, pois a combinação perfeita das soluções determinará o resultado do projeto. Por m, a

criação do ambiente para a disputa dos jogos deve deixar legados para a cidade -sede sob todos

os pontos de vista. O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os

jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja.

*Vice-presidente de Vendas da Symantec para América Latina

O projeto de segurança da informação criado para os Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro, é o mais complexo já implantado na América Latina devido à

a) amplitude do portfólio de produtos integrado a várias tecnologias de marcas e aspectos diversos

e, também, devido à sua visibilidade por ser o maior evento esportivo do mundo.

b) grandeza dos produtos presentes no portfólio tecnológico com várias marcas e aspectos, além

da visibilidade dada pelo evento mais importante do mundo es portivo.

c) importância do portfólio de produtos, que agrega diferentes marcas e aspectos em detrimento da

visibilidade dada pelo evento que terá 4,8 bilhões de espectadores.

d) diversidade de produtos e aspectos do portfólio tecnológico decorrente da próp ria visibilidade do

evento que atenderá 4,8 bilhões de espectadores.

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Jogos Olímpicos Rio 2016 deixarão lições para a segurança corporativa

*Alejandro Raposo - 11 de Março de 2016 - 14h42

O projeto de segurança da informação desenvolvido para os Jogos Olímpicos Rio 2016 é,

certamente, o mais complexo já implantado na América Latina nos últimos tempos.

Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que de ve ser

integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos. Em segundo lugar, pela sua

visibilidade, já que atende o maior evento esportivo do mundo, com uma expectativa de 4,8

bilhões de espectadores, segundo seus organizadores.

Todos os projetos de segurança da informação abrangem basicamente três premissas:

processos, soluções de segurança e pessoas. A diferença é que os Jogos Olímpicos Rio 2016

têm o tamanho de uma cidade inteligente. Para se ter uma ideia, o time envolvido nas operações

será de 136,5 mil pessoas, entre funcionários diretos, indiretos e voluntários, cada um com um

nível de permissão e uma dinâmica de trabalho diferentes. Além disso, será preciso atender

milhares de atletas, pro ssionais de mídia e agentes de delegações que circularão durante o

evento.

Como não poderia deixar de ser, a expectativa de ataques no País também é gigante, por isso, a

preocupação com a segurança cibernética deve ser redobrada em todas as organizações do

Brasil e não somente nas entidades envolvidas com a organização dos Jogos. O Internet Security

ThreatReport 2015 (ISTR 2015), produzido pela Symantec, mostra uma média de quase um

milhão de malwares criados por dia em todo o mundo, proporção que deve seguir crescendo

exponencialmente, graças ao processo de so sticação do cibercrime – com ataques cada vez

mais direcionados e assertivos – e à aceleração da digitalização, especialmente na América

Latina.

Dados do relatório A Nova Revolução Digital, feito pela Comissão Econômica para a América

Latina e o Caribe (Cepal), mostram que a penetração da Internet na região mais do que duplicou

entre 2006 e 2014, com crescimento passando de 20,7% para 50,1% ao ano. O cenário é

semelhante para dispositivos móveis. Entre 2010 e 2013, o número de celulares conectados à

Internet na região aumentou, em média, 77% ao ano; em 2014, já somavam 200 milhões. Em

2020, esse número deve ultrapassar os 600 milhões, o que deixará a América Latina atrás

somente da Ásia, de acordo com o documento A Economia Móvel - América Latina 2014,

produzido pelo GroupeSpeciale Mobile Association (GSMA), entidade que reúne operadoras de

telefonia móvel de todo o mundo. Esse crescimento traz, a reboque, um imenso número de novos

usuários pouco habituados ao cenário digital, que são vítimas em potencial para ameaças

virtuais, inclusive de ataques simples de engenharia social, como spam e alternativas

rudimentares.

O aprendizado com esse projeto do Rio 2016, com certeza, levará ao apri moramento das

práticas

de mercado, pois as ações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Organizador Rio

2016 na área de segurança da informação são extremamente bem formuladas, com técnicas e

metodologias avançadas. Os processos ocorrem dentro de um padrão e uma sequência que

devem ser respeitados, a m de atingir o objetivo nal sem grandes intempéries. Os diversos

fabricantes fornecedores trabalham de forma totalmente integrada e com base em parceria mútua, pois a combinação perfeita das soluções determinará o resultado do projeto. Por m, a criação do ambiente para a disputa dos jogos deve deixar legados para a cidade -sede sob todos os pontos de vista. O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja. *Vice-presidente de Vendas da Symantec para América Latina

No texto, a temática predominante é a segurança

a) dos expectadores dos Jogos Olímpicos.

b) dos atletas durante os Jogos Olímpicos.

c) da cidade-sede durante os Jogos Olímpicos.

d) da informação nos Jogos Olímpicos.

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Jogos Olímpicos Rio 2016 deixarão lições para a segurança corporativa *Alejandro Raposo - 11 de Março de 2016 - 14h42

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certamente, o mais complexo já implantado na América Latina nos últimos tempos. Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que de ve ser integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos. Em segundo lugar, pela sua visibilidade, já que atende o maior evento esportivo do mundo, com uma expectativa de 4,8 bilhões de espectadores, segundo seus organizadores. Todos os projetos de segurança da informação abrangem basicamente três premissas:

processos, soluções de segurança e pessoas. A diferença é que os Jogos Olímpicos Rio 2016 têm o tamanho de uma cidade inteligente. Para se ter uma ideia, o time envolvido nas operações será de 136,5 mil pessoas, entre funcionários diretos, indiretos e voluntários, cada um com um nível de permissão e uma dinâmica de trabalho diferentes. Além disso, será preciso atender milhares de atletas, pro ssionais de mídia e agentes de delegações que circularão durante o evento. Como não poderia deixar de ser, a expectativa de ataques no País também é gigante, por isso, a preocupação com a segurança cibernética deve ser redobrada em todas as organizações do

projeto de segurança da informação desenvolvido para os Jogos Olímpicos Rio 2016 é,

Brasil e não somente nas entidades envolvidas com a organização dos Jogos. O Internet Security

ThreatReport 2015 (ISTR 2015), produzido pela Symantec, mostra uma média de quase um

milhão de malwares criados por dia em todo o mundo, proporção que deve seguir crescendo

exponencialmente, graças ao processo de so sticação do cibercrime – com ataques cada vez

mais direcionados e assertivos – e à aceleração da digitalização, especialmente na América

Latina.

Dados do relatório A Nova Revolução Digital, feito pela Comissão Econômica para a América

Latina e o Caribe (Cepal), mostram que a penetração da Internet na região mais do que duplicou

entre 2006 e 2014, com crescimento passando de 20,7% para 50,1% ao ano. O cenário é

semelhante para dispositivos móveis. Entre 2010 e 2013, o número de celulares conectados à

Internet na região aumentou, em média, 77% ao ano; em 2014, já somavam 200 milhões. Em

2020, esse número deve ultrapassar os 600 milhões, o que deixará a América Latina atrás

somente da Ásia, de acordo com o documento A Economia Móvel - América Latina 2014,

produzido pelo GroupeSpeciale Mobile Association (GSMA), entidade que reúne operadoras de

telefonia móvel de todo o mundo. Esse crescimento traz, a reboque, um imenso número de novos

usuários pouco habituados ao cenário digital, que são vítimas em potencial para ameaças

virtuais, inclusive de ataques simples de engenharia social, como spam e alternativas

rudimentares.

O aprendizado com esse projeto do Rio 2016, com certeza, levará ao apri moramento das

práticas

de mercado, pois as ações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Organizador Rio

2016 na área de segurança da informação são extremamente bem formuladas, com técnicas e

metodologias avançadas. Os processos ocorrem dentro de um padrão e uma sequência que

devem ser respeitados, a m de atingir o objetivo nal sem grandes intempéries. Os diversos

fabricantes fornecedores trabalham de forma totalmente integrada e com base em parceria

mútua, pois a combinação perfeita das soluções determinará o resultado do projeto. Por m, a

criação do ambiente para a disputa dos jogos deve deixar legados para a cidade -sede sob todos

os pontos de vista. O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os

jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja.

*Vice-presidente de Vendas da Symantec para América Latina

O texto organiza-se a partir de uma tipologia predominantemente

a) descritiva, porque apresenta soluções para possíveis problemas decorrentes do projeto de

segurança da informação para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

b) narrativa, porque relata fatos ocorridos durante o processo de organização do projeto de

segurança para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

c) explicativa, porque testa as premissas do projeto de segurança da informação para os Jogos

Olímpicos Rio 2016.

d) argumentativa, porque apresenta ideias que justificam um ponto de vista acerca do projeto de segurança da informação para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

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O

certamente, o mais complexo já implantado na América Latina nos últimos tempos. Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que de ve ser integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos. Em segundo lugar, pela sua visibilidade, já que atende o maior evento esportivo do mundo, com uma expectativa de 4,8 bilhões de espectadores, segundo seus organizadores. Todos os projetos de segurança da informação abrangem basicamente três premissas:

processos, soluções de segurança e pessoas. A diferença é que os Jogos Olímpicos Rio 2016 têm o tamanho de uma cidade inteligente. Para se ter uma ideia, o time envolvido nas operações será de 136,5 mil pessoas, entre funcionários diretos, indiretos e voluntários, cada um com um nível de permissão e uma dinâmica de trabalho diferentes. Além disso, será preciso atender milhares de atletas, pro ssionais de mídia e agentes de delegações que circularão durante o evento. Como não poderia deixar de ser, a expectativa de ataques no País também é gigante, por isso, a preocupação com a segurança cibernética deve ser redobrada em todas as organizações do Brasil e não somente nas entidades envolvidas com a organização dos Jogos. O Internet Security ThreatReport 2015 (ISTR 2015), produzido pela Symantec, mostra uma média de quase um milhão de malwares criados por dia em todo o mundo, proporção que deve seguir crescendo exponencialmente, graças ao processo de so sticação do cibercrime – com ataques cada vez mais direcionados e assertivos – e à aceleração da digitalização, especialmente na América Latina. Dados do relatório A Nova Revolução Digital, feito pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), mostram que a penetração da Internet na região mais do que duplicou entre 2006 e 2014, com crescimento passando de 20,7% para 50,1% ao ano. O cenário é semelhante para dispositivos móveis. Entre 2010 e 2013, o número de celulares conectados à Internet na região aumentou, em média, 77% ao ano; em 2014, já somavam 200 milhões. Em

projeto de segurança da informação desenvolvido para os Jogos Olímpicos Rio 2016 é,

2020, esse número deve ultrapassar os 600 milhões, o que deixará a América Latina atrás

somente da Ásia, de acordo com o documento A Economia Móvel - América Latina 2014,

produzido pelo GroupeSpeciale Mobile Association (GSMA), entidade que reúne operadoras de

telefonia móvel de todo o mundo. Esse crescimento traz, a reboque, um imenso número de novos

usuários pouco habituados ao cenário digital, que são vítimas em potencial para ameaças

virtuais, inclusive de ataques simples de engenharia social, como spam e alternativas

rudimentares.

O aprendizado com esse projeto do Rio 2016, com certeza, levará ao apri moramento das

práticas

de mercado, pois as ações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Organizador Rio

2016 na área de segurança da informação são extremamente bem formuladas, com técnicas e

metodologias avançadas. Os processos ocorrem dentro de um padrão e uma sequência que

devem ser respeitados, a m de atingir o objetivo nal sem grandes intempéries. Os diversos

fabricantes fornecedores trabalham de forma totalmente integrada e com base em parceria

mútua, pois a combinação perfeita das soluções determinará o resultado do projeto. Por m, a

criação do ambiente para a disputa dos jogos deve deixar legados para a cidade -sede sob todos

os pontos de vista. O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os

jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja.

*Vice-presidente de Vendas da Symantec para América Latina

Considerando sua inserção no quinto parágrafo do texto, a palavra Intempéries foi usada em

sentido

a) conotativo e significa “adversidades”.

b) denotativo e significa “contrariedades”.

c) conotativo e significa “temporais”.

d) denotativo e significa “fatalidades”.

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O

*Alejandro Raposo - 11 de Março de 2016 - 14h42

projeto de segurança da informação desenvolvido para os Jogos Olímpicos Rio 2016 é,

certamente, o mais complexo já implantado na América Latina nos últimos tempos.

Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que de ve ser

integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos. Em segundo lugar, pela sua

visibilidade, já que atende o maior evento esportivo do mundo, com uma expectativa de 4,8

bilhões de espectadores, segundo seus organizadores.

Todos os projetos de segurança da informação abrangem basicamente três premissas:

processos, soluções de segurança e pessoas. A diferença é que os Jogos Olímpicos Rio 2016

têm o tamanho de uma cidade inteligente. Para se ter uma ideia, o time envolvido nas operações

será de 136,5 mil pessoas, entre funcionários diretos, indiretos e voluntários, cada um com um

nível de permissão e uma dinâmica de trabalho diferentes. Além disso, será preciso atender

milhares de atletas, pro ssionais de mídia e agentes de delegações que circularão durante o

evento.

Como não poderia deixar de ser, a expectativa de ataques no País também é gigante, por isso, a

preocupação com a segurança cibernética deve ser redobrada em todas as organizações do

Brasil e não somente nas entidades envolvidas com a organização dos Jogos. O Internet Security

ThreatReport 2015 (ISTR 2015), produzido pela Symantec, mostra uma média de quase um

milhão de malwares criados por dia em todo o mundo, proporção que deve seguir crescendo

exponencialmente, graças ao processo de so sticação do cibercrime – com ataques cada vez

mais direcionados e assertivos – e à aceleração da digitalização, especialmente na América

Latina.

Dados do relatório A Nova Revolução Digital, feito pela Comissão Econômica para a América

Latina e o Caribe (Cepal), mostram que a penetração da Internet na região mais do que duplicou

entre 2006 e 2014, com crescimento passando de 20,7% para 50,1% ao ano. O cenário é

semelhante para dispositivos móveis. Entre 2010 e 2013, o número de celulares conectados à

Internet na região aumentou, em média, 77% ao ano; em 2014, já somavam 200 milhões. Em

2020, esse número deve ultrapassar os 600 milhões, o que deixará a América Latina atrás

somente da Ásia, de acordo com o documento A Economia Móvel - América Latina 2014,

produzido pelo GroupeSpeciale Mobile Association (GSMA), entidade que reúne operadoras de

telefonia móvel de todo o mundo. Esse crescimento traz, a reboque, um imenso número de novos

usuários pouco habituados ao cenário digital, que são vítimas em potencial para ameaças

virtuais, inclusive de ataques simples de engenharia social, como spam e alternativas

rudimentares.

O aprendizado com esse projeto do Rio 2016, com certeza, levará ao apri moramento das práticas

de mercado, pois as ações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Organizador Rio

2016 na área de segurança da informação são extremamente bem formuladas, com técnicas e

metodologias avançadas. Os processos ocorrem dentro de um padrão e uma sequência que

devem ser respeitados, a m de atingir o objetivo nal sem grandes intempéries. Os diversos

fabricantes fornecedores trabalham de forma totalmente integrada e com base em parceria

mútua, pois a combinação perfeita das soluções determinará o resultado do projeto. Por m, a

criação do ambiente para a disputa dos jogos deve deixar legados para a cidade -sede sob todos

os pontos de vista. O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os

jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja.

*Vice-presidente de Vendas da Symantec para América Latina

Considere o trecho a seguir, para responder às questões 08 e 09.

Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que deve ser integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos

A palavra extremamente

a) reduz o sentido do substantivo “portfólio”.

b) modifica o sentido do substantivo “produtos”.

c) acentua o sentido do adjetivo “amplo”.

d) completa o sentido da forma verbal “tem”.

9

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O

texto a seguir servirá de base para responder às questões desta prova.

Jogos Olímpicos Rio 2016 deixarão lições para a segurança corporativa

*Alejandro Raposo - 11 de Março de 2016 - 14h42

O

certamente, o mais complexo já implantado na América Latina nos últimos tempos.

Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que de ve ser

integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos. Em segundo lugar, pela sua

visibilidade, já que atende o maior evento esportivo do mundo, com uma expectativa de 4,8

bilhões de espectadores, segundo seus organizadores.

Todos os projetos de segurança da informação abrangem basicamente três premissas:

processos, soluções de segurança e pessoas. A diferença é que os Jogos Olímpicos Rio 2016

têm o tamanho de uma cidade inteligente. Para se ter uma ideia, o time envolvido nas operações

será de 136,5 mil pessoas, entre funcionários diretos, indiretos e voluntários, cada um com um

nível de permissão e uma dinâmica de trabalho diferentes. Além disso, será preciso atender

milhares de atletas, pro ssionais de mídia e agentes de delegações que circularão durante o

evento.

projeto de segurança da informação desenvolvido para os Jogos Olímpicos Rio 2016 é,

Como não poderia deixar de ser, a expectativa de ataques no País também é gigante, por isso, a

preocupação com a segurança cibernética deve ser redobrada em todas as organizações do

Brasil e não somente nas entidades envolvidas com a organização dos Jogos. O Internet Security

ThreatReport 2015 (ISTR 2015), produzido pela Symantec, mostra uma média de quase um

milhão de malwares criados por dia em todo o mundo, proporção que deve seguir crescendo

exponencialmente, graças ao processo de so sticação do cibercrime – com ataques cada vez

mais direcionados e assertivos – e à aceleração da digitalização, especialmente na América

Latina.

Dados do relatório A Nova Revolução Digital, feito pela Comissão Econômica para a América

Latina e o Caribe (Cepal), mostram que a penetração da Internet na região mais do que duplicou

entre 2006 e 2014, com crescimento passando de 20,7% para 50,1% ao ano. O cenário é

semelhante para dispositivos móveis. Entre 2010 e 2013, o número de celulares conectados à

Internet na região aumentou, em média, 77% ao ano; em 2014, já somavam 200 milhões. Em

2020, esse número deve ultrapassar os 600 milhões, o que deixará a América Latina atrás

somente da Ásia, de acordo com o documento A Economia Móvel - América Latina 2014,

produzido pelo GroupeSpeciale Mobile Association (GSMA), entidade que reúne operadoras de

telefonia móvel de todo o mundo. Esse crescimento traz, a reboque, um imenso número de novos

usuários pouco habituados ao cenário digital, que são vítimas em potencial para ameaças

virtuais, inclusive de ataques simples de engenharia social, como spam e alternativas

rudimentares.

O aprendizado com esse projeto do Rio 2016, com certeza, levará ao apri moramento das

práticas

de mercado, pois as ações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Organizador Rio

2016 na área de segurança da informação são extremamente bem formuladas, com técnicas e

metodologias avançadas. Os processos ocorrem dentro de um padrão e uma sequência que

devem ser respeitados, a m de atingir o objetivo nal sem grandes intempéries. Os diversos

fabricantes fornecedores trabalham de forma totalmente integrada e com base em parceria

mútua, pois a combinação perfeita das soluções determinará o resultado do projeto. Por m, a

criação do ambiente para a disputa dos jogos deve deixar legados para a cidade -sede sob todos

os pontos de vista. O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os

jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja.

*Vice-presidente de Vendas da Symantec para América Latina

Considere o trecho a seguir, para responder às questões 08 e 09.

Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que deve ser integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos

b) expressão adjetiva deslocada.

c) oração adjetiva.

d) expressão adverbial deslocada.

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O

texto a seguir servirá de base para responder às questões desta prova.

Jogos Olímpicos Rio 2016 deixarão lições para a segurança corporativa *Alejandro Raposo - 11 de Março de 2016 - 14h42

O

certamente, o mais complexo já implantado na América Latina nos últimos tempos. Primeiramente, porque tem um portfólio de produtos extremamente amplo, que de ve ser integrado a diversas tecnologias de diferentes marcas e aspectos. Em segundo lugar, pela sua visibilidade, já que atende o maior evento esportivo do mundo, com uma expectativa de 4,8 bilhões de espectadores, segundo seus organizadores. Todos os projetos de segurança da informação abrangem basicamente três premissas:

processos, soluções de segurança e pessoas. A diferença é que os Jogos Olímpicos Rio 2016 têm o tamanho de uma cidade inteligente. Para se ter uma ideia, o time envolvido nas operações será de 136,5 mil pessoas, entre funcionários diretos, indiretos e voluntários, cada um com um nível de permissão e uma dinâmica de trabalho diferentes. Além disso, será preciso atender milhares de atletas, pro ssionais de mídia e agentes de delegações que circularão durante o evento. Como não poderia deixar de ser, a expectativa de ataques no País também é gigante, por isso, a preocupação com a segurança cibernética deve ser redobrada em todas as organizações do Brasil e não somente nas entidades envolvidas com a organização dos Jogos. O Internet Security ThreatReport 2015 (ISTR 2015), produzido pela Symantec, mostra uma média de quase um milhão de malwares criados por dia em todo o mundo, proporção que deve seguir crescendo exponencialmente, graças ao processo de so sticação do cibercrime – com ataques cada vez mais direcionados e assertivos – e à aceleração da digitalização, especialmente na América Latina. Dados do relatório A Nova Revolução Digital, feito pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), mostram que a penetração da Internet na região mais do que duplicou entre 2006 e 2014, com crescimento passando de 20,7% para 50,1% ao ano. O cenário é

projeto de segurança da informação desenvolvido para os Jogos Olímpicos Rio 2016 é,

semelhante para dispositivos móveis. Entre 2010 e 2013, o número de celulares conectados à

Internet na região aumentou, em média, 77% ao ano; em 2014, já somavam 200 milhões. Em

2020, esse número deve ultrapassar os 600 milhões, o que deixará a América Latina atrás

somente da Ásia, de acordo com o documento A Economia Móvel - América Latina 2014,

produzido pelo GroupeSpeciale Mobile Association (GSMA), entidade que reúne operadoras de

telefonia móvel de todo o mundo. Esse crescimento traz, a reboque, um imenso número de novos

usuários pouco habituados ao cenário digital, que são vítimas em potencial para ameaças

virtuais, inclusive de ataques simples de engenharia social, como spam e alternativas

rudimentares.

O aprendizado com esse projeto do Rio 2016, com certeza, levará ao apri moramento das práticas

de mercado, pois as ações do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Organizador Rio

2016 na área de segurança da informação são extremamente bem formuladas, com técnicas e

metodologias avançadas. Os processos ocorrem dentro de um padrão e uma sequência que

devem ser respeitados, a m de atingir o objetivo nal sem grandes intempéries. Os diversos

fabricantes fornecedores trabalham de forma totalmente integrada e com base em parceria

mútua, pois a combinação perfeita das soluções determinará o resultado do projeto. Por m, a

criação do ambiente para a disputa dos jogos deve deixar legados para a cidade -sede sob todos

os pontos de vista. O objetivo é muito claro: criar um evento no qual todos possam apreciar os

jogos e uma estrutura que, de tão e ciente, ninguém veja.

*Vice-presidente de Vendas da Symantec para América Latina

As palavras foram acentuadas pela mesma regra em:

a) “atrás”, “comitê” e “levará”.

b) “móveis’, “últimos” e “América”.

c) “portfólio”, “dinâmica” e “mídia”.

d) “nível”, “relatório” e “vítimas”.

11

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É propósito comunicativo principal do texto a) defender uma redefinição do modelo de democracia vigente

É propósito comunicativo principal do texto

a) defender uma redefinição do modelo de democracia vigente no Brasil.

b) criticar os que associam a luta pela democracia a uma retórica fácil.

c) defender uma inversão radical do modelo de Estado vigente no Brasil.

Sobre os elementos linguísticos destacados, é correto a rmar: a) ambos deixam subentendida a existência

Sobre os elementos linguísticos destacados, é correto a rmar:

a) ambos deixam subentendida a existência de uma escala com outros argumentos considerados

mais fortes.

b) o primeiro assinala um argumento mais forte, e o segundo apresenta apenas uma função

preposicional.

c) ambos assinalam argumentos mais fortes de uma escala voltados a uma determinada conclusão.

d) o primeiro apresenta apenas uma função preposicional, e o segundo assinala um argumento

mais forte.

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As questões 03 e 04 referem-se ao parágrafo a seguir. A citação de discurso alheio

As questões 03 e 04 referem-se ao parágrafo a seguir.

As questões 03 e 04 referem-se ao parágrafo a seguir. A citação de discurso alheio presente

A citação de discurso alheio presente no parágrafo apresenta-se sob forma

a) indireta e objetiva modalizar o discurso citado, reproduzindo, com exatidão, as ideias desse

discurso.

b) indireta e objetiva parafrasear o discurso citado, evidenciando concordância com as ideias desse

discurso.

c)

direta e objetiva imprimir autenticidade ao discurso citado, reproduzindo, com exatidão, as

palavras desse discurso.

d) direta e objetiva promover distanciamento do discurso citado, evidenciando discordância com as

palavras desse discurso.

14

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r t u g u ê s -  Mostrar texto associado à questão As questões

As questões 03 e 04 referem-se ao parágrafo a seguir.

Os elementos linguísticos 1 e 2, destacados, pertencem a) à mesma classe de palavra e

Os elementos linguísticos 1 e 2, destacados, pertencem

a) à mesma classe de palavra e exercem a mesma função.

b) a classes de palavra diferentes e exercem funções diferentes.

c) a classes de palavra diferentes e exercem a mesma função.

d) à mesma classe de palavra e exercem funções diferentes.

15

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A linguagem utilizada no texto tende a) à variedade formal e à conotação, com interferências

A linguagem utilizada no texto tende

a) à variedade formal e à conotação, com interferências significativas da coloquialidade.

b) à variedade informal e à conotação, com interferências significativas da formalidade.

c) à variedade informal e à denotação, sem interferências significativas da formalidade.

As formas verbais destacadas no trecho concordam com a) sujeitos diferentes nos dois primeiros casos

As formas verbais destacadas no trecho concordam com

a) sujeitos diferentes nos dois primeiros casos e o mesmo sujeito nos demais casos.

b) sujeitos diferentes em todos os casos.

c) o mesmo sujeito nos dois primeiros casos e com sujeitos diferentes nos demais casos.

d) o mesmo sujeito em todos os casos.

17

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Considere os períodos: Os verbos destacados constituem núcleos de orações as quais apresentam valor de

Considere os períodos:

Considere os períodos: Os verbos destacados constituem núcleos de orações as quais apresentam valor de a)

Os verbos destacados constituem núcleos de orações as quais apresentam valor de

a) substantivo e advérbio, respectivamente.

b) advérbio e substantivo, respectivamente.

Considere o trecho: Mantendo-se as mesmas relações de sentido, a reescrita que não apresenta ambiguidade

Considere o trecho:

Considere o trecho: Mantendo-se as mesmas relações de sentido, a reescrita que não apresenta ambiguidade é:

Mantendo-se as mesmas relações de sentido, a reescrita que não apresenta ambiguidade é:

a) São incalculáveis as vantagens da democracia participativa. Elimina-se, mesmo numa sociedade

cada vez mais complexa e plural, a ilusão de que o Estado é capaz de saber, com ela, o que cada um precisa.

b) São incalculáveis as vantagens da democracia participativa. Mesmo numa sociedade cada vez

mais complexa e plural, elimina-se, com ela, a ilusão de que o Estado é capaz de saber o que cada um precisa.

c) São incalculáveis as vantagens da democracia participativa. Elimina-se a ilusão de que o Estado

é capaz de saber, com ela, o que cada um precisa, mesmo numa sociedade cada vez mais

complexa e plural.

d)

São incalculáveis as vantagens da democracia participativa. Elimina-se, com ela, a ilusão de que

o

Estado é capaz de saber o que cada um precisa, mesmo numa sociedade cada vez mais

complexa e plural.

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As questões 09 e 10 referem-se ao período a seguir.

As questões 09 e 10 referem-se ao período a seguir. A palavra em destaque designa um

A palavra em destaque designa um gênero discursivo que objetiva, entre outros propósitos comunicativos,

a) estabelecer a funcionalidade de uma lei.

b) comunicar a resolução de uma autoridade pública sobre um requerimento.

c) promover a comunicação entre unidades de um mesmo órgão.

d) resumir as ocorrências de uma reunião de pessoas para determinado fim.

20

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u g u ê s -  Mostrar texto associado à questão É intenção comunicativa principal

É intenção comunicativa principal do texto

a) relatar um episódio rotineiro de flagrante falta de sensibilidade das pessoas.

b) relatar um episódio de flagrante desrespeito a direitos básicos previstos na lei brasileira.

c)

criticar a relação entre a civilidade e a barbárie dos cidadãos brasileiros diante de idosos.

d) criticar a relação entre o propósito e a aplicabilidade de uma lei na vida concreta.

21

Mostrar texto associado à questão

O título torna-se coerente devido a) à linguagem ambígua que se emprega, de modo predominante,

O título torna-se coerente devido

a) à linguagem ambígua que se emprega, de modo predominante, no texto.

b) ao tom irônico que se manifesta em relação ao episódio apresentado no texto.

c) ao uso reiterado, no texto, de expressões depreciativas.

22

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u g u ê s -  Mostrar texto associado à questão A progressão temática do

a)

do 1º ao 5º parágrafos, o autor apresenta o problema; do 6º ao 8º, ilustra com um fato; e, no 9º,

posiciona-se em relação ao problema apresentado.

b) do 1º ao 5º parágrafos, o autor apresenta o problema; do 6º ao 7º, ilustra com um fato; e, do 8º

ao 9º, posiciona-se em relação ao problema apresentado.

c) do 1º ao 4º parágrafos, o autor apresenta o problema; do 5º ao 8º, ilustra com um fato; e, no 9º,

posiciona-se em relação ao problema apresentado.

d) do 1º ao 4º parágrafos, o autor apresenta o problema; do 5º ao 7º, ilustra com um fato; e, do 8º

ao 9º, posiciona-se em relação ao problema apresentado.

23

Mostrar texto associado à questão

No texto, os parágrafos 5º, 6º, 7º e 8º a) não poderiam ser reorganizados em

No texto, os parágrafos 5º, 6º, 7º e 8º

a) não poderiam ser reorganizados em apenas um parágrafo, nem mesmo com pequenas

alterações, porque apresentam, cada um, ideia central explícita, correspondente ao último período.

b) poderiam, mantendo-se a coerência, ser reorganizados, com pequenas alterações, em apenas

um parágrafo, e o parágrafo 8º funcionaria como ideia central, ocupando qualquer posição nesse novo parágrafo.

c)

não poderiam ser reorganizados em apenas um parágrafo, nem mesmo com pequenas

alterações, porque apresentam, cada um, ideia central explícita, correspondente ao primeiro período.

d) poderiam, mantendo-se a coerência, ser reorganizados, com pequenas alterações, em apenas

um parágrafo, e o parágrafo 8º funcionaria como ideia central, ocupando a posição inicial ou final desse novo parágrafo.

24

Mostrar texto associado à questão

No que se refere à inter-relação dos parágrafos por meio de mecanismos coesivos, é correto

No que se refere à inter-relação dos parágrafos por meio de mecanismos coesivos, é correto

a rmar:

a) entre o 5º e o 6º parágrafos, a inter-relação se dá por retomada de informações.

b) entre o 4º e o 5º parágrafos, a inter-relação se dá por acréscimo de informações.

c) entre o 8º e o 9º parágrafos, a inter-relação se dá por acréscimo de informações, estabelecendo-

se uma relação de condição.

d) entre o 2º e o 3º parágrafos, a inter-relação se dá por retomada de informações, estabelecendo-

se uma relação de contraposição.

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Estadual - Área Administrativa Disciplina: P o r t u g u ê s - 
Entre os dois períodos, está implícita uma relação semântica de a) contraposição, que poderia ser

Entre os dois períodos, está implícita uma relação semântica de

a) contraposição, que poderia ser explicitada pelo uso de “entretanto”.

b) explicação, que poderia ser explicitada pelo uso de “porque”.

c) adição, que poderia ser explicitada pelo uso de “mas também”.

d) concessão, que poderia ser explicitada pelo uso de “conquanto”.

26

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No segundo período, há relação de a) coordenação entre as duas primeiras orações. b) subordinação
No segundo período, há relação de a) coordenação entre as duas primeiras orações. b) subordinação

No segundo período, há relação de

a) coordenação entre as duas primeiras orações.

b) subordinação entre as duas primeiras orações.

d) subordinação entre todas as orações.

27

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Estadual - Área Administrativa Disciplina: P o r t u g u ê s - 

No trecho que compreende os parágrafos 5º, 6º e 7º, predominam os tipos textuais

a) argumentativo e explicativo.

b) explicativo e narrativo.

c) descritivo e argumentativo.

d) narrativo e descritivo.

28

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As citações do discurso alheio presentes nos parágrafos 6º e 7º a) apresentam-se sob forma

As citações do discurso alheio presentes nos parágrafos 6º e 7º

a) apresentam-se sob forma direta e imprimem autenticidade às falas de pessoas envolvidas na

situação.

b) apresentam-se sob forma indireta e imprimem autenticidade às falas de pessoas envolvidas na

situação.

c) apresentam-se sob forma direta e se constituem como paráfrases de falas de pessoas

envolvidas na situação.

d) apresentam-se sob forma indireta e se constituem como paráfrases de falas de pessoas envolvidas na situação.

29

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A linguagem empregada no texto é caracterizada, dominantemente, pela a) conotação, com ocorrência de construções

A linguagem empregada no texto é caracterizada, dominantemente, pela

a) conotação, com ocorrência de construções linguísticas denotativas.

b) denotação, com ocorrências de construções linguísticas conotativas.

c) impessoalidade, que se revela nas marcas verbais e pronominais de quem apresenta o episódio.

d) pessoalidade, que se revela no uso reiterado de adjetivos avaliativos na apresentação do

episódio.

30

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u g u ê s -  Mostrar texto associado à questão A variedade linguística dominante

a) informal e caracterizada por regionalismo.

b) tensa e caracterizada por formalidade.

c) descontraída e tendente à norma-padrão.

d) sofisticada e tendente à erudição.

GABARITO:

1) a

2) b

3) b

4) a

5) d

6) d

7) a

8) c

9) d

10) a

11) a

12) c

13) c

14) b

15) d

16) d

17) b

18) d

19) a

20) d

21) b

22) d

23) d

24) a

25) b

26) a

27) d

28) a

29) b

30) c

31) d

32) b

33) c

34) d

35) a

36) d

37) b

38) a

39) c

40) c

41) d

42) d

43) a

44) b

45) c

46) d

47) c

48) b

49) a

50) d

51) a

52) d

53) c

54) c

55) b

56) d

57) a

58) b

59) d

60) b

61) a

62) c

63) d

64) c

65) c

1

2

3