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Instituto Industrial e de Computação Armando Emílio Guebuza

Manutenção Industrial Mecânica

Ramo da Maquinagem/ Estruturas Metálicas

Módulo: Realizar Estanhagem e Forjadura

Formador: Eng. Arnaldo Tovele


Tópicos
• Conceito de Estanhagem;

• Aplicações de Estanhagem;

• Componentes de Estanhagem;

• Metais Usados na Estanhagem;

• Procedimentos de Tratamento de Superfícies;

• Procedimento de Estanhagem;

• Forjamento e suas aplicações.

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1. Estanhagem
A estanhagem é um processo de ligação similar a soldagem (também conhecido por
Solda-Brasagem ou solda fraca) só que a estanhagem acontece a temperaturas abaixo
de 450oC pois a temperatura de fusão do metal de adição é inferior a da fusão do metal
base.

Na estanhagem, apenas o metal de adição é fundido não acorrendo a fusão do metal


base nem o elevado aquecimento do metal adjacente na região de soldadura. O metal
base mantém a sua natureza estrutural e consequentemente suas propriedades
mecânicas originais.

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1.1. Aplicacoes
• Solda de Circuitos impressos;
• Solda de placas de acumuladores elétricos;
• Solda dos polos da bateria;
• Solda de radiadores.

Fig. 1: Estanhagem de Circuito impressos.

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1.2. Metais de Adição para Estanhagem
Estes materiais são ligas de base estanho ou chumbo agrupados nos seguintes
tipos:
• Ligas de estanho-chumbo;
• Prata-chumbo e
• Estanho-chumbo-prata.

• Características básicas de Metal de Adição para Estanhagem


• Baixa temperatura de fusão
• Capacidade de molhar o metal base e formar uma junta aderente por difusão
interatómica
• Resistência Mecânica suficiente para suportar as solicitações usuais de
serviço.

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1.3. Componente para Estanhagem
A Estanhagem é composto por um conjunto de utensílios e alguns materiais
necessários a uma operação de soldadura. Mediante as situações e os contextos de
trabalho estes poderão variar, mas a sua finalidade continua a ser a mesma, auxiliar
o técnico a executar um trabalho rigoroso, credível e eficiente.

Estacão de Soldar
Esta estação permite efectuar trabalhos de soldadura

com grande eficiência e profissionalismo, permitindo

mesmo soldar e dessoldar componentes em placas

SMD. Para tal suporta vários apetrechos que lhe

conferem uma grande versatilidade.


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1.3. Componente para estanhagem
Alicate de Corte
Este tipo de alicate é projectado unicamente para o corte de
materiais do mais variado tipo, particularmente de cobre e em
trabalhos miniaturizados.

Fluxo

Para executar uma soldadura fiável é indispensável o recurso a


fluxos. Estes podem ser dos mais variados tipos como podem ter
os mais variados tipos de apresentações. Este é um desses
exemplos, pois além da função de desoxidação e limpeza funciona
também como verniz isolante.
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1.3. Componente para estanhagem
Spray de Limpeza
Uma das operações mais comuns durante uma acção de soldadura, é
sem dúvida a limpeza final dos trabalhos, bem como limpezas
intercalares durante o processo de soldadura. O Kontakt PCC é sem
dúvida um excelente produto para este tipo de acção, podendo no
entanto serem utilizados outros.

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1.3. Componente para estanhagem
Ferro de Soldar
O ferro de soldar pode ser de baixa potência ou de alta potência. Este ferro de baixa
potência é simples, é um dos tipos mais vulgares e mais indicados para efectuar
soldaduras em circuitos eletrónicos. A sua potência é de cerca de 30 a 40 W e as suas
pontas são intermutáveis permitindo uma maior
Flexibilidade em alguns tipos de trabalhos. O ferro de estanhar de alta potência tem
grande capacidade de gerar calor o que permite a sua aplicação em soldaduras onde
as juntas a soldar tenham massas consideráveis. A sua potência é cerca de 150 W e a
sua ponta também pode ser mudada.

Ferro de soldar de baixa potencia Ferro de soldar de alta potencia 9


1.3. Componente para estanhagem
Pistola de Dessoldar e arrame de soldar
A pistola de dessoldar é um instrumento muito eficiente, pois permite dessoldar junções
de forma muito prática e rápida. Com um pouco de arte e prática pode ser usada
também para soldar, embora essa não seja a sua função.

Pistola
arrame de soldar 10
1.3. Componente para estanhagem
Pinça e Suporte para ferro de solda
Pinça é usada para poder segurar ou agarrar outro utensílio. Apresenta grande vantagem
quando usada como dissipador de calor.
O suporte é usado para apoiar o ferro entre uma solda e outra, evitando queimaduras
das mãos do operador, da bancada de trabalho.

Pinça
Suportes 11
1.4. Metais Usados na Estanhagem
Metais não Ferrosos
Metais não-ferrosos são materiais metálicos que não contêm ferro. Dentre esses
materiais podemos citar: o cobre, estanho, chumbo, prata, o alumínio, o zinco, o
magnésio.

prata
cobre estanho chumbo

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1.4. Metais Usados na Estanhagem
Cobre (Cu)
É um metal de cor avermelhada, bastante resistente à corrosão. É também um
excelente condutor elétrico e de calor (seis vezes mais que o ferro).
Propriedades:
Aplicação Densidade 8,93 kg/dm3
É normalmente empregado para confecção de Temperatura da
1083º C
fios e cabos condutores elétricos, sistemas de liquefação
200 ... 360
aquecimento e resfriamento, tubos, chapas,
Resistência à tração Transformação fria
peças fundidas e peças de artesanato.
até 600N/mm2
É fácil para fundir, dobrar, forjar, repuxar, tanto
50 ... 35%
a quente como a frio. A deformação a frio deixa
o cobre duro e difícil de se dobrar. Alongamento Transformação fria
2% 13
1.4. Metais Usados na Estanhagem
Chumbo (Pb)
É um metal com aspecto exterior característico,
pois, apresenta uma cor cinza azulada. Sua Densidade 11,3 kg/dm3

superfície de ruptura (recente) é de uma cor


branca prateada muito brilhante. É fácil de Ponto de fusão
327ºC
conhecê-lo pelo peso: é um material muito denso ºC
e macio. Resistência à 15 ... 20
É bem resistente à corrosão, pois, quando exposto tração N/mm2
ao ar, recobre-se de uma camada protetora de Alongamento 50 ... 30%
óxido.
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1.4. Metais Usados na Estanhagem
Precaução
Partículas de chumbo que aderem às mãos podem
penetrar no organismo e provocar uma intoxicação, por Densidade 11,3 kg/dm3
isso é indispensável lavar bem as mãos após o trabalho.
Ponto de fusão
327ºC
Aplicação ºC
É utilizado, de forma geral, no revestimento de cabos Resistência à 15 ... 20
elétricos subterrâneos, recipientes para ácidos, usados na tração N/mm2
indústria química. Como liga chumbo - estanho, é Alongamento 50 ... 30%
utilizado na solda.
15
kg
N
dm 32
mm
1.4. Metais Usados na Estanhagem
Estanho (Sn)
É um metal branco azulado e macio que se funde
facilmente e é resistente à corrosão. Densidade 7,3 kg/dm3

Temp. de
Aplicação 232ºC
liquefação
É muito utilizado no equipamento e maquinaria na
40 ... 50
indústria alimentícia, por não ser tóxico. Liga-se Resistência à
N/mm2
perfeitamente com outros metais, tais como: cobre, tração
chumbo.
A solda de estanho é possível sobre latão, aço e aço Ductibilidade 50%
fundido.
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1.4. Metais Usados na Estanhagem
Estanho (Sn)
É um metal branco azulado e macio que se funde
facilmente e é resistente à corrosão. Densidade 7,3kg/dm3

Temp. de
Aplicação 232ºC
liquefação
É muito utilizado no equipamento e maquinaria na
40 ... 50
indústria alimentícia, por não ser tóxico. Liga-se Resistência à
N/mm2
perfeitamente com outros metais, tais como: cobre, tração
chumbo.
A solda de estanho é possível sobre latão, aço e aço
Ductibilidade 50%
fundido.
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1.4. Metais Usados na Estanhagem
Prata (ag)
Metal nobre de cor branca e brilho intenso, melhor condutibilidade elétrica e térmica
entre todos os metais existentes.
Propriedades: elevada ductibilidade, maleabilidade, excelente condutibilidade elétrica
e térmica. Sua resistência química é boa, sendo dissolvida apenas por ácido clorídrico,
nítrico e sulfúrico.
Densidade: 10,7 g/cm³
Aplicações: aparelhos eletrônicos, espelhos e refletores, elementos para filmes,
revestimentos, filmes radiológicos, joalheiras, soldas, prótese dentária, moedas.

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1.5. Classificação de Ferros para estanhar segundo
Norma Iso
Solda para Metais
S-Sn99,3Cu0,7 conforme DIN EN ISO 9453
 99,3% de estanho (Sn) e 0,7% de Cobre
(Cu).
 Temperatura de aplicação: 350–450°C •
 Ponto de fusão: 227°C •
 Diâmetro da arrame 2mm.
 Peso 250g a 1000g
Para placas de circuitos impressos, engenharia
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elétrica
1.5. Classificação de Ferros para estanhar segundo
Norma Iso
Solda para Eletrónica
Solda para Metais
Sn60Pb40 conforme DIN EN ISO 9453
S-Pb50Sn50 conforme DIN EN ISO 9453
• 50% de Chumbo (Pb) e 50% de estanho( Sn)  60% de estanho (Pb) e 40% de chumbo(Pb)
• Temperatura de aplicação: 280°C  Temperatura de aplicação: 240–260°C

• Ponto de fusão: 183–215°C  Ponto de fusão: 183–190°C

• Para tecnologia de refrigeração e  Resíduos do fundente podem ter efeitos

climatização. (Inapropriado para sistemas de corrosivos

água potável)  Diâmetro do arrame: 1-1,5mm

• Diâmetro=3mm. Peso 250g  Peso: 250-1000g


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1.5. Classificação de Ferros para estanhar segundo
Norma Iso
S-Sn97Cu3 conforme DIN EN ISO 9453 S-Sn99Cu1 conforme DIN EN ISO 9453
97% de estanho (Sn) e 3% de cobre ( Cu) 99% de estanho (Sn) e 1% de cobre (cu)
Temperatura de aplicação: 270–300°C Temperatura de aplicação: 350–450°C
Ponto de fusão: 230–250°C Ponto de fusão: 227°C
Diâmetro de arrame 2-3mm. Peso 250g Soldadura eletrónica, engenharia de
Apropriado para soldar tubos de cobre em telecomunicações, componentes eletrónicos
instalações de água fria e quente (resistência
térmica até 110°C), tecnologia de refrigeração e
climatização.
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1.5. Classificação de Ferros para estanhar segundo
Norma Iso
Outros ferros de estanhar e seus usos

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1.5. Técnicas de Tratamento de Superfícies
1ª Etapas: Estabelecimento da Folga entre as peças

Os limites de folga pré-determinados experimentalmente vão ate 0,3mm.

O acabamento da superfície deve apresentar uma certa rugosidade para que permita a
criação de canais de alimentação, a penetração de metal de adição, isso é obtido com
acabamentos não muito lisos ou polidos.

Deve-se levar em conta no dimensionamento das folgas a dilatação térmica dos


materiais envolvidos, resultante do aquecimento das peças.

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1.5. Técnicas de Tratamento de Superfícies
2ª Etapas: As superfícies das peças a serem unidas devem ser isentas de graxa, óleo,
óxidos, residios de tinta e outros matérias estranhas ou indesejáveis.

3ª Etapas: Fluxagem das Peças


A fluxagem deve ser feita logo após a limpeza.
Os fluxos são agentes químicos que removem residios de óxidos deixados pelo
processo de limpeza e principalmente formados durante o aquecimento.

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1.5. Técnicas de Tratamento de Superfícies
4ª Etapa: As Peças a serem unidas devem ser justapostas de forma a manter a folga
estabelecida durante o ciclo de aquecimento, penetração e solidificação.
Sempre que possível, deve-se utilizar o peso próprio das peças para mante-las fixas
nas posições correctas. Quando não for possível, deve-se empregar dispositivos, que
são feitos preferencialmente de materiais cerâmicos.

5ª Etapa: Estanhagem de Peças


O aquecimento deve ser uniforme em ambas as peças.
O metal de adição dever ser aplicado na forma de vareta ou arame, directamente na
junta. Podemos ter também na forma de plaquetas, folhas, pós, pastas e grânulos. 25
1.5. Técnicas de Tratamento de Superfícies
6ª Etapa: Limpeza da junta Estanhada
Retiram-se os residios de fluxo com água aquecida ( a 50o C ou mais), por escovagem
ou outros meios.
Após a remoção de fluxos deve-se retirar os óxidos por imersão em soluções de ácido
sulfúrico ou clorídrico.
Logo após a imersão, deve-se lavar e sacar novamente para evitar oxidação, no caso de
não se usar imediatamente deve-se aplicar uma película de óleo protectora para o
armazenamento.
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1.5. Procedimentos de Estanhagem
1. Aqueça, por pelo menos 5 minutos o ferro 2. Estanhe a sua ponta. Estanhar nada mais é
de Soldar. do que molhar com a solda. Encostando a
Limpe a sua ponta com uma lixa ou espoja solda na ponta quente do ferro, ela derrete e
húmida espalha-se, molhando a parte limpa do ferro.

3. Verifique se as peças que devem ser soldadas


estão limpas. Se não estiverem, limpe-as com
uma lixa fina, pois em peças sujas ou
gordurosas a solda não se efectiva.

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1.5. Procedimentos de Estanhagem
4. Encoste uma peça na outra e aqueça-as com a 5. Encoste a solda nas peças de modo
ponta do ferro. que ela se funda e envolva as partes
que devem ser soldadas. Não use solda
em excesso.

6. Retire o ferro e espere a solda esfriar


completamente sem deixar que as partes se
movam.

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1.5. Procedimentos de Estanhagem
Se a solda adquirir o aspecto "empedrado" ou tiver dificuldade em fundir-
se é porque o ferro não está suficientemente aquecido ou a solda é de má
qualidade.

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1.5. Procedimentos de Estanhagem
Diagrama de fase das várias combinações da solda
estanho/chumbo.

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2. Forjamento
No início da história do forjamento, o trabalho de deformação das peças era realizado
manualmente pelos “ferreiros” conforme figura abaixo. Estes profissionais apoiavam a
peça bruta aquecida sobre uma bigorna e martelavam-na gradativamente até que ela
atingisse a forma desejada.

Nos últimos séculos, com a necessidade de peças


com maior tamanho, melhor acabamento, maior
repetibilidade, e em menor tempo, as grandes
máquinas foram sendo incorporadas aos
processos de forjamento.
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2. Forjamento
Por forjamento se entende a conformação a quente de materiais, por ação da pressão.
Esta pressão pode ser de ação lenta, como no caso das prensas ( de fricção, de
parafuso, de excêntrico, de mola ou prensas hidráulicas), ou por ação de impacto, como
nos casos dos martelos ( de cabo, correia, de tábua ou martelos pneumáticos ou ainda a
vapor).
O forjamento por martelamento é feito com aplicação de golpes rápidos e sucessivos
no metal.
O forjamento por prensagem, a força é aplicada gradualmente, tornando a deformação
mais regular do que no martelamento.

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2. Forjamento
Classificação do Forjamento quanto a temperatura de trabalho

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2.1. Forjamento Quanto a Matrizes
O forjamento pode ser livre ( em matriz aberta) pu fechado ( em matriz fechado).
Forjamento Livre
A peça é posicionada sobre uma bigorna ou matriz aberta. Depois recebe golpes de
martelo ou pressão de um pistão Hidráulico. São utilizadas para a produção de peças
grandes e em lotes produtivos pequenos.

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2.1. Forjamento Quanto a Matrizes
Forjamento Livre
O Forjamento livre pode ser usado para produzir polias e peças diversas

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2.1. Forjamento Quanto a Matrizes
Forjamento Livre com rotação
O Forjamento livre com rotação pode ser usado para fazer eixos, anéis, etc.

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2.1. Forjamento Quanto a Matrizes
Forjamento Matriz Fechada
No forjamento em matriz fechada, o metal adquire o formato da cavidade na matriz.
Usada para produção de peças técnicas e utensílios diversos, como biela, martelo, etc

No forjamento em matrizes fechadas,


uma parte da matriz fica presa na parte
de cima do martelo de forja e a outra
parte fica fixa na parte de baixo do
equipamento, só que neste caso, a
matriz se fecha por completo quando o
forjamento ocorre 37
2.1. Forjamento Quanto a Matrizes
Forjamento Matriz Fechada

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2.2. Etapas de Forjamento
Etapas de Forjamento

Tipicamente o forjamento cumpre as etapas:

• Corte do material bruto


• Aquecimento
• Forjamento Livre ou
• Forjamento em fechado

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2.3. Tipos de Prensas para Forjamneto
• Martelo de Queda Livre;
• Prensa excêntrica;
• Prensa de Parafuso;
• Prensa hidráulica.

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2.3. Tipos de Prensas para Forjamento
Prensas hidráulicas
O funcionamento dos cilindros
hidráulicos baseia-se no princípio da lei
de Pascal a qual define que uma
variação de pressão em qualquer ponto
de um fluído em repouso em um
recipiente transmite-se integralmente
para todos os pontos do fluído.

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2.3. Tipos de Prensas para Forjamento
Prensas Hidráulicas
Em uma prensa hidráulica , a força é realizada através da transformação da energia
hidráulica (pressão do óleo) em energia mecânica. O elemento que realiza esta
transformação é conhecido por cilindro hidráulico (atuador linear) de duplo efeito, o
qual precisa do deslocamento de óleo em sua cavidade para movimentar-se e realizar
forças.

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2.3. Tipos de Prensas para Forjamento
Prensas hidráulicas
O cilindro (actuador) é um elemento de simples composição e assemelha-se a uma
seringa. É formado por: uma camisa, um êmbolo ligado a uma haste e as conexões das
mangueiras. Quando o óleo entra no cilindro, o êmbolo é empurrado e por
consequência a haste também.

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2.3. Tipos de Prensas para Forjamento
Prensas com martelos de forjamento

Para realizar o forjamento por martelamento são utilizados equipamentos com alta
velocidade causando impactos através de golpes rápidos e sucessivos. Estes
equipamentos são chamados de martelos de forjamento ou martelos de queda. Nestas
máquinas a pressão atinge a máxima magnitude quando o martelo toca a peça. E neste
instante a energia se consome e deforma o material . Os martelos normalmente
possuem um atuador que eleva o punção até a altura máxima. Apesar dos martelos
realizarem grande parte do impacto através da queda, atuadores podem auxiliar e
fornecer mais força.
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1.5.3 Tipos de Forjamento
MARTELOS DE FORJAMENTO

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