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SUGESTÃO:::::

Atualmente, o padrão alimentar do vegetarianismo é adotado por uma série de fatores, dentre os quais vale
destacar a questão religiosa, por proteção aos animais e ao meio ambiente e, sobretudo, por uma busca por qualidade na
ingestão alimentar. Nesse sentido, a dieta vegetariana, aparece como uma alternativa para a melhora do perfil lipídico e
menor incidência de todas as doenças crônicas devido ao fato de proporcionarem uma menor ingestão de gorduras
saturadas e colesterol dietético e, em contrapartida, uma maior ingestão de carboidratos complexos, fibras e vitaminas e
minerais antioxidantes.

No entanto, a dieta vegetariana não é necessariamente sinônima de saúde. Para garantir os possíveis
benefícios, é essencial que o vegetariano siga um planejamento alimentar orientado e com acompanhado por Médicos e
Nutricionistas, com um ajuste de nutrientes de forma individualizada e de acordo com cada singularidade que, em
associação a um estilo de vida saudável, será capaz de ser um modelo visado na promoção de saúde.

O problema está no que vai ao prato em vez da carne. Os grandes vilões são os alimentos superprocessados,
açucarados demais ou cheios de gordura – eles podem não conter carne, mas entopem suas artérias do mesmo jeito.
Estudo realizado pelo Journal of the American College of Cardiology (JACC) apontou que quando comparados a pessoas que
evitavam os industrializados – mesmo as que comiam carne –, veganos e vegetarianos sem muitos critérios alimentares
desenvolveram mais doenças do coração e tiveram aumentado o risco de morrer durante o período do estudo. Pq não
realizaram uma substituição adequada. Nesse sentido, é válido destacar que a carne não é a única vilã, mas sim todo um
conjunto de maus hábitos alimentares. Sendo assim, em caso de uma decisão em busca de uma melhor qualidade de vida,
é substancial uma mudança integral dos hábitos.

ARGUMENTO QUE SUSTENTA A TESE DE QUE É PRECISO UM ACOMPANHAMENTO::::

Índia (país fundamentalmente hindu e, portanto, não consome produtos de origem animal)

- Data regarding the nutritional status of adults, as determined by body mass index (BMI), indicate that 50% of Indian adults
suffer from different types of chronic energy deficiency.
BIBLIOGRAFIA: http://www.jmnn.org/temp/JMedNutrNutraceut1137-4819415_132314.pdf

No veganismo, maiores riscos à saúde são percebidos. De acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira, o indivíduo
vegano por apresentar uma alimentação mais radicalmente restrita por não consumir nenhuma fonte de origem animal
está mais passível a doenças motivadas por carências nutricionais como a anemia e esquizofrenia como resultado da
ineficiência de ferro e ômega-3 e ômega-6

É difícil ingerir ferro suficiente em uma dieta vegetariana, já que ele é absorvido mais facilmente a partir de produtos de
origem animal do que vegetal. Assim, um vegetariano deve comer grandes porções de folhas verdes escuras, cereais
integrais, feijão ou ervilha, lentilha, cereais enriquecidos e frutas secas. Para aumentar a absorção de ferro, recomenda-se
também comer alimentos ricos em vitamina C, como repolho, tomate, brócolis, morangos e limões.

➔ Na carência: anemia
➔ o veganismo implica numa carência: a vitamina de origem bacteriana B12, encontrada na maioria dos alimentos de origem
animal A deficiência de vitamina B12 em gestantes aumenta o risco de malformação fetal, ocasionando defeito no tubo
neural e constituindo-se numa das mais comuns alterações congênitas

bIBLIOGRAFIA: http://www.scielo.br/pdf/jbpml/v41n5/a07v41n5.pdf
OBS.: CASO PRECISEM DE MAIS DADOS:

Motivo relacionado ao meio ambiente:

A FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) estima que a pecuária,
especialmente a bovina, é responsável por 14,5% do total de gases de efeito estufa, número que inclui as emissões diretas
(5%) e indiretas (como o transporte). Daí, o Greenpeace defende a redução do consumo de carne e de produtos lácteos em
50% até 2050

Motivo associado a saude:

Em 2015, a OMS provocou um grande alvoroço ao publicar um relatório afirmando que o consumo de carne
vermelha e processada está ligado a um aUmento do risco de câncer e de morte por doenças cardíacas e diabetes

No Brasil, os dados são do Instituto Ibope, que realizou uma pesquisa em 102 municípios entre os dias 12 e
16 de abril de 2018. Cerca de 30 milhões de pessoas, ou 14% da população, são adeptas, em maior ou menor grau, a uma
alimentação que exclui carne do cardápio. O crescimento se deu principalmente nas regiões metropolitanas