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Material elaborado por Mariângela Oliveira de Barros – Reforço Enade Engenharia Civil-

São Judas- Campus Unimonte

BARRAGENS DE TERRA

Barragens são obstáculos artificiais construídos para reter a água ou qualquer


outro líquido, rejeitos ou detritos, para fins de armazenamento ou controle.

As barragens que retêm água se aplicam ao abastecimento de água em


residências, indústrias e agricultura; geração de energia elétrica; controle de cheias, por
conta da ocupação humana que ocupa margens dos rios, degradação do ambiente;
correção torrencial a fim de mudar o regime do rio, para diminuir sua velocidade,
causadora de erosões.

As barragens que retêm outros líquidos ou rejeitos são aplicadas ao controle de


poluição, para captação de resíduos indesejados como os rejeitos de minerações, no
intuito de evitar que substâncias químicas provenientes da mineração atinjam as águas
fluviais, isto é, as águas dos rios.

Os principais tipos existentes de barragens são as de aterro, de concreto-


gravidade e de concreto em arco. As estruturas acessórias ou adicionais das barragens
incluem vertedouros, estruturas de descarga, casas de força elétrica e unidades de
controle. O termo barragem provém etimologicamente da palavra francesa barrage, do
século XII, que deriva das palavras barre, do francês, e barra, do latim vulgar, que
significam "travessa, tranca de fechar porta". (CBDB, 2019)

As dimensões das barragens podem variar, desde pequenos maciços de terra a


enormes estruturas de concreto ou de aterro.

Aqui serão abordadas as barragens construídas de aterro.

Barragens para conter água

As barragens para conter água formam reservatórios denominados também de


açude, represa ou cisterna. Estas são barreiras artificiais, construídas em cursos de água
para a retenção de grandes quantidades de água, também podem ser denominadas,
diques e açudes. Estes por sua vez possuem um talude de montante, que fica em contato
com a água e de jusante no lado oposto. (Figura 1)

A utilização desses reservatórios é principalmente para o abastecimento


de água de zonas residenciais, agrícolas, industriais, produção de energia elétrica (energia
hidráulica), ou regularização de um caudal fluvial.

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Figura 1 – Segmentos de um reservatório

Fonte: Watanabe, Roberto Massaru 2019. http://www.ebanataw.com.br (2019).

Barragem de terra para conter água:

Este tipo de barragem é o mais comum no Brasil; é caracterizado ser implantados


em vales muito largos e ter ombreiras suaves. Pode ser de terra homogênea, constituída
com apenas um tipo de material; ou de terra zoneada por falta de área de empréstimo
utiliza-se material argiloso suficiente para a construção de todo o aterro, priorizando o
núcleo argiloso, no centro. (Figuras 2 e 3).

Figura 2 – Barragem de Terra para contenção de água.

Fonte: https://geocontract.com.br. 2019.

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O reservatório formado com a barragem de terra terá a finalidade de acumular
água ou elevar o nível do curso d'água (Figura 3). Quando apenas as águas das chuvas são
acumuladas no reservatório, ele recebe o nome de açude; no caso dos reservatórios que
têm regime normal de abastecimento (córregos, riachos ou rios) são denominados de
represas. (geocontract.com.br. 2019).

Figura 3 – Barragem de Terra para contenção de água.

Fonte: Construção de Pequenas Barragens de Terra CPT. 2016.


https://www.youtube.com/watch?v=jIlSmPacz0c

Por ser uma estrutura menos rígida, a barragem de terra permite fundações mais
deformáveis, transmitindo esforços baixos para as fundações de qualquer tipo de solo ou
rocha. (GOUVEIA, 2019; geocontract.com.br. 2019 ).

Barragem subterrânea

Construção é feita escavando-se uma vala no sentido transversal das descidas das
águas até a rocha ou camada impermeável.

Dentro da vala, estende-se um plástico de polietileno com espessura 200 micra


por toda extensão, fechando-a em seguida com a terra que foi retirada na sua abertura.
(Figuras 4 e 5)

Nessa parede, deve ser feito um sangradouro para eliminar o excedente de água
quando ocorrer chuvas torrenciais.

Recomenda-se em áreas com: Declividade suave, entre 0,4 e 2,0%, que formam
ombreiras (extremidades rasas),

Solos com profundidade de 1,5 a 4,5 m, não salinos e textura arenosa a média.

O custo varia de acordo com as condições locais.


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Figura 4 – Esquema de Barragem de Subterrânea para contenção de água pluvial e do
lençol freático.

Fonte: http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/11/saiba-o-que-e-
como-funciona-e-vantagens-da-barragem-subterranea.html

Figura 5 –Barragem de Subterrânea para contenção de água pluvial e do lençol freático.


Na Vala estende-se um plástico de polietileno com espessura 200 micra por toda extensão,
fechando-a em seguida com a terra que foi retirada na sua abertura.

https://portalcorreio.com.br/barragem-subterranea-garante-agua-por-dois-anos-
mesmo-na-seca/

Adotada por agricultores do semiárido brasileiro, é utilizada para produção


agropecuária familiar, pois minimiza os riscos da agricultura dependente de chuva.

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As opções de cultivos dependem do interesse econômico e social de cada região e
de cada família.

O custo varia de acordo com as condições locais.

É Considerada uma tecnologia de inclusão, pois permite ao agricultor maior


sucesso no cultivo de diversas espécies, promove a melhoria das condições de vida das
famílias agricultoras e garante renda e segurança alimentar.

Em 2008, esta tecnologia foi destacada no balanço social da Embrapa,

Em 2013 foi reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil.

Esta alinhada como os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS)

Em 2018 ficou entre as iniciativas finalistas do prêmio ODS Brasil, na categoria


"Ensino, Pesquisa e Extensão".

Barragens de rejeito

As barragens de rejeitos são as principais estruturas de armazenamento de


resíduos provenientes dos processos de extração e de beneficiamento de minerais, ou
seja, armazenar o que sobra e não pode mais ser utilizado em nada.

Estas barragens visam diluir os custos no processo de extração do minério, através


de alteamentos sucessivos.

Esse material é uma espécie de lama que, dependendo da região e o tipo do


processo de mineração, pode ser composta de argila, siltes ou areia e ficam ali
decantando, pois, devido a questões ambientais, deve ser devidamente armazenado.

A estrutura é construída a partir de um dique inicial (de partida) realizado com


material de empréstimo (terra), o qual deve ter capacidade de retenção de rejeitos para
um período de dois a três anos de operação.

Ao longo de sua vida útil, a barragem passa por alteamentos, que são construídos
sobre o dique inicial e sobre os diques anteriores, com solo compactado proveniente de
áreas de empréstimo, ou às vezes com o próprio rejeito.

Tais alteamentos possuem configurações diferentes de acordo com a direção dos


alteamentos a partir do dique inicial e, portanto com métodos construtivos diferentes. E
suas denominações se referem a esses aspectos. São eles: barragem de montante, de
jusante ou de linha de centro.

A escolha do método construtivo a ser utilizado, teoricamente, depende de


fatores como: o tipo de processo industrial, as características geotécnicas, o nível de

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produção de rejeitos, a necessidade do controle ou de armazenamento de água, a
sismicidade, a hidrologia, os custos, dentre outros. No entanto, na prática, quase sempre
o fator determinante na escolha são os custos, sendo esse o pior critério a seguir, como
foi possível perceber nos acidentes recentes da barragem do Fundão, em Mariana, da
mineradora Samarco e barragem de Brumadinho, em Belo Horizonte, da mineradora
Vale, ambas em Minas Gerais.

Barragem no método à Montante

É o método mais antigo, simples e econômico, o qual consiste inicialmente na


construção de um dique inicial ou de partida, formado geralmente por aterro
compactado ou enrocamento formado por rochas compactadas.

Após a construção do dique, os rejeitos são descarregados hidraulicamente até


preencher toda a área e atingir a parte mais alta do dique (a crista), formando a chamada
praia de rejeito. Esta com o tempo, será adensada e servirá como fundação para futuros
diques de alteamento, que serão construídos com o próprio material do rejeito. O
processo é repetido várias vezes até que seja atingida a cota de ampliação desejada.
(ASSIS, et al., 2018)

Embora seja o método mais utilizado pela maioria das mineradoras, se sabe que o
método à montante é o método menos seguro, uma vez que as estruturas de alteamento
repousam sobre o próprio rejeito, ou seja, sobre materiais previamente depositados e
não consolidados. O Problema é que o rejeito pode se saturar por longos períodos,
tendendo a apresentar baixa resistência ao cisalhamento, se tornando susceptível à
liquefação quando submetido à presença de atividades sísmicas como observa Araújo
(2006), ou mesmo pela pressão do próprio material acumulado ao longo do tempo, como
foi o caso de Brumadinho, noticiado em vários jornais.

Na figura 6 a seguir, é apresentada a estrutura inicial de um barramento à


montante, com o dique inicial e a deposição de rejeitos formando a praia de rejeito,
próximo ao dique.

Figura 6 – Perfil da estrutura inicial da barragem à Montante.

Fonte: Modificado de Cardozo, Pimenta & Zingano (2016).

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Nas figuras 7 e 8 estão representados os alteamentos realizados posteriormente
sobre o rejeito, e na figura 9 a barragem em formato 3D.

Figura 7 – Perfil representando os alteamentos na Barragem no método à montante,


sobre o rejeito.

Fonte: Modificado de Cardozo, Pimenta & Zingano (2016).

Figura 8 – Perfil representando os alteamentos na Barragem no método à montante,


sobre o rejeito.

Fonte: Modificado de https://www.meiacolher.com/2019/01/saiba-como-sao-


construidas-as-barragens.html (2019).

Figura 9 – Alteamento de barragem à montante no Modelo 3D.

Fonte: Modificado de Assis, et al. (2018).

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Barragem no Método à Jusante
O método construtivo à Jusante é chamado assim, porque o eixo da barragem se
desloca em direção à jusante, ou seja, em direção à parte de baixo da barragem.

Do mesmo modo que no método de alteamento para montante, nesse, à Jusante,


também é construído um dique inicial de partida com aterro compactado ou
enrocamento e dreno. (Figura 10) Posteriormente os rejeitos são depositados e à medida
que a borda é atingida, os alteamentos subsequentes são construídos à jusante do
anterior, até atingir a cota desejada. (Figuras 11 e 12)

Figura 10 – Perfil da estrutura inicial de uma barragem à jusante

Fonte: Cardozo, Pimenta & Zingano, 2016.

Figura 11 – Perfil do barramento à Jusante com os alteamentos

Fonte: Modificado de Cardozo, Pimenta & Zingano, 2016.

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Figura 12 – Modelo 3D de barramento à jusante com os alteamentos

Fonte: Modificado de Assis, et al., 2018.

No alteamento são utilizados os rejeitos grossos, os quais são compactados


quando as características de umidade da zona o permitam; mas também se pode utilizar
material de empréstimo, ou estéril proveniente da lavra. (LOZANO, 2006 apud CARDOZO,
PIMENTA & ZINGANO, 2016).

As vantagens do método à jusante estão na sua resistência e carregamentos


dinâmicos. Isto porque sua construção não interfere na segurança, e, ao contrário,
facilita a drenagem e possui baixa susceptibilidade de liquefação, além da simplicidade na
operação. (PASSOS, 2009 CARDOZO, PIMENTA & ZINGANO, 2016)

Entretanto, o alto custo de implantação do método a jusante, por demandar um


grande volume de aterro e grande área de ocupação, constitui um problema adicional,
pois as mineradoras acabam evitando este tipo de construção, mesmo sendo muito mais
segura dentre os demais métodos.

Vídeo “Como as barragens são feitas.


https://www.youtube.com/watch?time_continue=530&v=zZbLmdgKoEc

Barragem no Método à Linha de Centro

É um meio termo entre os métodos a montante e à jusante, tratados


anteriormente. Ele tem o objetivo aproveitas as vantagens dos dois métodos, e tentar
tentando minimizar suas desvantagens.

A barragem alteada com o método à Linha de Centro possui uma estabilidade


maior que a barragem alteada com o método à montante, e não requer um volume de
aterro tão grande como no alteamento com o método à jusante.

A construção é similar ao método à montante, com alteamentos com diques


sucessivos, no entanto existe um eixo de simetria constante e alinhado na barragem. Esse
procedimento economiza espaço físico e material, por outro lado tem como

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desvantagens a possibilidade de ocorrer fissuras e até rupturas devidas ao fato de parte
do alteamento ser construído sobre o rejeito (Figuras 13 e 14).

Figura 13. Barragem pelo método de Linha de Centro.

Fonte: Modificado de Cardozo, Pimenta & Zingano, 2016.

Figura 14. Imagem 3D do Barramento pelo método à Linha de Centro 1.

Fonte: Modificado de Assis, et al., 2018.

Comparação entre as três barragens de rejeito

Fonte: Cardozo, Pimenta & Zingano, 2016.

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Riscos e Impactos das barragens de rejeito

Causas de rompimento e dos consequentes impactos:

- escolha do método construtivo, sempre definido pelo fator econômico e não


pela segurança. Comumente o método a Montante é o escolhido.

- local da construção da barragem, em vales fluviais próximos às nascentes,


recebendo água constantemente.

- falta de fiscalização e de manutenção da estrutura.

Veja a sequência, na figura 15, em que costuma ocorrer a ruptura dos diversos
componentes de uma barragem de rejeitos, de acordo com Watanabe (2018 apud
WATANABE, 2019):

Figura 15. Sequência mostrando as fases de rompimento de uma barragem de


montante.

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Fonte: Watanabe, Roberto Massaru 2019. http://www.ebanataw.com.br (2019).

Em Brumadinho se percebe a ocorrência da sequência descrita por Watanabe,


(2018 apud Watanabe, 2019). Parte dela está nas imagens a seguir na Figura 16.

Figura 16. Sequencia de imagens de Brumadinho semelhante às descritas por


Watanabe (2018 apud Watanabe, 2019)

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Fonte: Jornal Nacional. https://www.youtube.com/watch?v=ioyMjZikiW8

Os resíduos também são considerados os agentes responsáveis por acarretar


impactos sócio-ambientais de grandes proporções. Quando uma barragem de rejeito
rompe, muitas pessoas são desalojadas, há destruição da biodiversidade aquática, sendo
a fauna e flora dizimadas e vidas perdidas.

No caso do rompimento da barragem de Brumadinho foi possível ver a enorme


quantidade de rejeito liberada e se deslocando após a lama que formava os diques da
barragem.

O vídeo da Vale cedido à Rede Globo sobre o rompimento da barragem de


Brumadinho mostra a diferença da lama da barragem, que é de terra e de cor

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avermelhada, e a lama do rejeito que corre atrás, de aparência mais escura. (Figuras 17 e
18). Avermelha mais densa a escura variando entre plástica e fluida.

Figura 17. Diferentes colorações indicam as lamas do rejeito e da barragem.

Fonte: Jornal Nacional. https://www.youtube.com/watch?v=ioyMjZikiW8

Figura 18. Diferentes colorações indicam as lamas do rejeito e da barragem.

Fonte: Jornal Nacional. https://www.youtube.com/watch?v=ioyMjZikiW8

O histórico de acidentes causados devido ao rompimento de barragens de rejeito


é alarmante e frequente. No Brasil há pouco tempo ocorreram graves acidentes com as
rupturas das barragens do Fundão, em Mariana, da mineradora Samarco e de
Brumadinho, em Belo Horizonte, da mineradora Vale, ambas em Minas Gerais. Tais
barragens foram construídas por alteamento, pelo método de montante e uma parte da
barragem da Samarco pelo método de linha de centro.
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Existem ainda 3.386 barragens com o mesmo método construtivo no Brasil, 205
dessas em situação crítica

Referências Bibliográficas

ASSIS, J. S. de; FERREIRA JUNIOR, L. P.; SANTANA, P. H. B.; CANUTO, R. T. e ALVARES, T.


Barragem de rejeito: Riscos associados ao método construtivo. Projeto Interdisciplinar
VIII, Curso de Engenharia Civil. Centro Universitário São Judas Tadeu – CSJT, Santos. 2018.
30p.

CARDOZO F. A. C. , PIMENTA, M. M. e ZINGANO, A. C. Métodos construtivos de barragens


de rejeitos de mineração – Uma Revisão. Revista HOLOS, Ano 32, Vol. 08. 2016. P. 77-85.

CBDB (Comitê Brasileiro de Barragens), Apresentação das Barragens. 2019 Disponível em:
http://www.cbdb.org.br/5-38/ApresentacaodasBarragens

GEOCONTRACT. Tipos de barragens e como evitar rompimentos catastróficos? 2019.


Disponível em: https://geocontract.com.br.

GOUVEIA, Fernanda Tipos de barragens. 2019. Disponível em:


https://www.aecweb.com.br/cont/m/rev/tipos-de-barragens_13731_10_0

WATANABE, Roberto Massaru 2019. Barragem. Disponível em:


http://www.ebanataw.com.br/talude/barragem.htm

Vídeos:

A causa da tragédia de Brumadinho. 2019. Disponível em:


https://www.youtube.com/watch?v=4cyChWkhDWY

Brumadinho momento exato do rompimento da barragem (Jornal Nacional) 01/02/2019.


Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ioyMjZikiW8

Como as barragens são feitas. Disponível em:


https://www.youtube.com/watch?time_continue=530&v=zZbLmdgKoEc

Rompimento barragem de terra. Disponível em:


https://www.youtube.com/watch?v=zInthzko9lc.

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