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MAQUINAS DE ELEVACAO E TRANSPORTE N. Rudenko LIVROS TECNICOS E CIENTIFICOS EDITORA S.A. Rio de Janeiro — RI/976 Introdugaéo qual a producéo m & 2 g g g S i g 8 8 8 3 texto, sao apenas os elevadores, CAPITULO 1 INSTALACGES INTERNAS DE TRANSPORTE E MAQUINAS DE ELEVACAO 1, TIPOS DE INSTALAGGES INTERNAS DE TRANSPORTE de elevagéo ¢ transporte so empregadas para mover caygas em ice ou areas, depertamentos, fébrieas © indistriss, nos leenis de eonstrugdes, de arthazenagem ¢ recarga et. Bem diferente do transporte a longa distén stomével, de gua e at), que carrege mercadorias » distineias considersveis, as maquinas de distneias relativamente curtas. No imitadas © dezenas ov contonas de me- ‘de metros, para essegurar uma cone- os pelas atividades fante tranaferdncia de carga entre deis ou varios pontos lig comuns de produsto. "Em toda empress, operagdes de manuseio e carg dependem das faciidades isponfveis tanto na transporte jaterno como no exterav. As instalagdesexternes dde transporte fornecern a empresa matéri-prims, aetigas stmacabados, com- bustivel, feo, 0 retizam da empress produtos acebados « refugos._As instalagces internas de transporte distribuem as cargas que entrar, part toda empress, rensportam matcriois para as unidades de processo dire- Tnmente ligadas & produgao, trazem produtos acabados © refuges aos Iceais de ‘carga para serem carrogades e despachados da empresa pelas instalagdes externas de transporte Processor de transporte dessa ecpéciv nto ee limitam, apenas, a remover ccargas de tim lugar para outro, mas iacluem, (ambém, operagées de carga ¢,dee- ntroga de carga As mAquinas portadoras de earga, deccarregando-as Predeterminades, alojando mereadarias em urmazéns e movendo-at 08 equipamentos de proseseo. ara operagoes Importances de carga ¢ descarga, alguns mecanismos de clovaso e transporte sho provides do dispositives especisis de garrss, operades For miquinas aUziliares e acessérias on manvalmente, AAs instalagbes intornas de transporte fo, por sua vez, subdivicidas em instalaedo interdepattamental © departamental, Nes reas de construsio, s5 instalages de traveports podem sor elasifieadas em externas, de area e de seq, Insialagées de transporte interdepartemental move cargos entre departa~ mentos, por exemplo em usines de eonstrugio de maquinas, entre os departamen- tos de Tabricagio de pecss brutas, de usinagem e ausiliares, bem coma, entre deperiementas © almoxarifadcs, locais de cargas © descargas cto. Vése um ‘ INSTALAGOES INTERNAS DE TRANSPORTE. CAP. diagrama ilustesndo- s disposicdo das instslagses de transporte interdeparta- ‘mental em uma usina de construséo de miquinas ne Fig. 1. 42, PRINCIPAIS.cUPOS DE MAQUINAS 5 2. PRINCIPAIS GRUPOS DE MAQUINAS DE ELEVACKO E TRANSPORTE , resumidamente, come com mecanismo de levagio, Ge evastrugso méquinus ete, dentro de Inslalagéo de tr de processo para out lunidades ajudam ‘a cronometrar o trabalho do. departament empresa, de acorde com um programa nico. de superficis ¢ elevado wwido de mecsnismo de ~COOCOSSCOCOELOEUOUOOYYVOVOVONVNVYVOVIAVVY ‘ UWSTALAGES INTERAS OF TRANSPORTE OF. 1 desses grupos de maquinas pode ser definido por certo ntimero de caractertsticas especiais © por suas esteras eepeotfiong de splioagio. As dife- fos desses grapes dependem, também, da natureza de carges , ia Wiregdo dos movimentos de trabalho e da natureza da pro- ccesso de manuerio. ‘As cargas poclem ser classiiendas como cargas a granel ou unitstias. Moatariais manuseados a granel so composts de um grende mimero de - las ou pedacos homogéneos, come por exemplo, earvao, minério, cimento, ra, pedra, argila ete, vias podem diferir amplamente em forma © pex. Miquinas de elevagto destinam-se, principalmente, « carga: vvirias partes de méquina, e méquinas complotas, elementos de estruturss. me tilieas, panelas, vigns, quadros e materiaic de construgio ete. Os traneportadores| podem ser usados para manuscar ou cargas « granel ou somente cergas unitirias, enquanto que as instalagSes de superficie ou elevados, e fgranel © uni ‘aria, Geralmente, 0 movimento de tr de olevasio, destina- Algumas méqi lizar riovimentos emplo, de muitos guin- na susponsa'e parada, £0 ne- Muitas instalagses do transporte — transportadores, truques e teleféricos = movern-se ao longo de um eaminho fixo ¢ excoutam vérias operagdrs idéa- tioas de trabalho. Eseas operagées e as carges uniformes que eles transportam iagdes de transrorte serem altamente automatizadas, nao somente para deslocer, mas também, para operar cargas e descargas. Ise9 nlc ‘se consegue em toes cs mecanismcs de elevagko, os quais -requerem cervigos ‘no somente para controlar os movimentos do trabalho mas, muites ‘vezes, também, para eargas e descargas, como por oxemplo, quando cargus de Giferentes formas sio suspenses o2 removidaa de um gancho. is grupos de miquinas ceases aspectos no. s8o los em qualguer grupo ido, om certo laramonte definidoe, © que toma imposefvel dfinido. 3. ESCOLHA DAS MAQUINAS DE ELEVAGKO E TRANSPORTE, Miquinas de elevagio © transporte sto fubricadas em gronde variedade de modelcs, Por esta rasio, as mosmas opcracées podem ser, freqilentemente, devempenhadas por yérics métodos ¢ apareihos, ‘Umma escolha adequads dos aparelhos requer no 26 0 conheimento espe- ial do projeto e das carseteristicas operacionais do meeanismo mas tambem completa compreensio da organiaagso de produséo na empresa. 2. ESCOLA DAS. AQUINAS DE ELEVAGKO E TRANSFORTE 7 Uma instalagio de transporte devo desiocar cargas para seu dective num tempo programado, isto 6, a3 cargee dovem ser entregues uo departamesto ou ‘empress na quantidade descjada. As méquinas de elevasdo e transports dever, fer macenizadas ao méximo posstvel, de modo a emprogar pequend udmero de ‘rabelhdores pars controle, maputengE0 e eervigos nuxiinres. Ao mesmo tempo esses aperalhos néo dever danificar's earga transporteda ou perturbar © dif cultar de qualquer modo os precessos de produgéo. Klas devern ser do operagio segurs ¢ econémica, tanto no que diz respeito ao capital dispendide eomo an Os seguirtes fatores téenicos podem ser sssinalndos como principals para orientasao na escolha dos tipes de aparelhos que podem ser conveniantomente empregados, para mecsnizar qualquer precesso de clovagio ¢ transports, Espécie ¢ propriedades de cargas a eerem manuscadas. Para carga unitéris. — 10a forma, peso, convenient superficie de apoio ou partes peles quais podem ser suspensss, fregilidade, temperaturs fnixe de aparelhos que podem ser aplicados em eada caso ‘visto que os diferentes aparelhos no sio adaptados, iguaimente, para as vérias proprio dades das eargas, lade, Ilimitads capscidade horéria de om certos tipes de aparelhas, como, r outro lado, hé apa” podem operar eficien- temente se possvirem uma capacidade altamente suficiente de elevagéo e velo cidada em servigos extomuantes. inoie do pereurso. Vérios tinos de aparelhos podem transpor- sorizontel ou vertical ou em Sngulo com o horisonte. Assim, préximo da vertical requer uma talha, eagambas ou de bandejas. Obtém-se movimento hori= com earrinbos motorizedes ou manunis, inzialagéea de carrinho tipos de transportadores ete. Alguas aparelhcs podem operar facilmante por vias curvas, enquanto outros 6 ee movem retilineamente, num sentido. 0 comprimento do percurso, a posigéo dos pontos de abest 4 ramificagde dos postce de descargas sto, também, m correts escolha de una instalagto de transporte. Métodos de empithar carges nos pontos inici carregar sobre os velculos e descarregar om seus destinos, diferem cossideravel- ‘mente, porque allgumss m de elevagio e transporte podem cer carregadas mecanicamente, onguanto requerem'dispositivos auxiliares especiais ou Jorga manual, Assim, por exemplo, cargas © granel podem ser armazenadas em lotes, ou montes, dos quais devem rer removi ‘em depésito, dot quais eccoam, pela gravidade, eves vntiins pode cr arrvmadss dietamente no ehfo, ou em tablados, suportes, prateleiras, bandejes ete., dos quais sto romovidas’ para of aparelhos de elevagio e transporte ¢ deles removidas por varios métodoe re 8 instalagdo de transporte. 2 instalagto e op quais podem ser s bem, consideradas quar a8 réquinas de elevagto « transporte exclhidas deverdo igtncian dos procetos de produgho © asvegurat, 20 mem ie mecanizasto as mais favordveis de tizbatho CAPITULO 2 TIPOS DE MAQUINAS DE ELEVACAO E TRANSPORTE 1. MAQUINAS DE ELEVAGKO 6 determinado pelo eaminho feito 10 berizontal. cas de ope conseqlentimente, subdivididos em metaligiecs, ete. aquinas de elevagio, sgrupados conforme as carac- estdo tabelados na Fig. 3.e sio mostrados esquemati- Estes grupos de méquinas de elevago tm as carscteristicas dis relacionadas a vagdo (Apendice, Des, 1-17). Con relben de ago Ferdi jinam mecanismos de elevasso, rantar ou elevar e mover carges, sas por elt Seo 0 grupo de méquinas de ago pe- mm guias, ‘staciondrio, portétil ou méveis; rin ou mdvel. 3, 0 grupo dos guindastes io claseifieados na Fig. 4. O grupo de guindastes giratSrios estacionérice (Apéndice, Des. 1 principsimente, guindastes ra para, ape que.podem estar livremente suspensas Elesadores (Apéndice, édioa, destinadas a lov | | sooal VEVVVUONV9_0N Cove CEOUUGUOY ~COUGG 2 THPOS DE MAQUWAS DE 'ELEVAGAO TRAMSPORTE. CAP, 2 Guindastes que se movem sobre trithos de rolamentos (Aptadice, Des. 20-30) compreendem, primeiramente, guindastes em balango e guindastes monotrilhos, ‘ i wamente, a0 longo de Srithos especiais. © grupo de guindastes sem trilho (Apéndice, Des. 31-85) 4 composto, prin- mente, de um guiniiaste de coluna montado em truques, gutoméveis ou , e destinado a deslocarce em estradas de terra, pedra e asfelto. © grupo de guindastes de locomotiva ou montados em esteiras (Apéndice, Des, 36-98) inclu guindaster de coluna mais potentes, para se moverem em ferr0- vias, estradas de terra e em éreas de depétitos. © grupo de guindastes de ponte (Apéndice, Des. 30-45) compreende guin- dastes méveis, com uma-ponte em trelige © movendo-se em trilhos nas paredes dos ediffcios ou no ebfo. Neste ciltime, a ponte & eq altas pernas de suporte, que podem ser adaptadas aos dois tados da pon ticas ¢ pontes de transferéneia de carga) ou cobre um lad Acjunas de slevacto (Ei 2. CARACTERISTICAS GERAIS DAS MAQUINAS DE ELEVAGLO Os principeis pardmetree téenicos das miquinae do clevasso de cleragio, peso morto da méquins, velccidade de elevagio’e dimenstcs geométricas da méquin: _ Todas as miquinas de elevagio pertencem a elasce dos aparelhos de azio periddica e sun capacidade horéria pode eer expresca pela {6rmula soguinte: Qa = nQ thf o los da mquina por hora; em tf. Quando manuseia cargus unitérias, entende-se que Q significa 0 peso de uma pega em toneladas, © manuscando eargas a.grancl Q= ver, @ onde V — capseidade da eagamba, essco ate., em m*; ¥ — fator de aproveitamento; "7 — peso especitien, em tim, A capacidade total de clevagio de carga da méquina soré Q+ aut (a) ‘onde Q — peso ds earga viva, em tf; @ — poso da eagamba ou garra, em tf. 2. CARACTERISTICAS. GERAIS DAS MAQUINAS DE ELEVAGLO 2 © miimero de cislos por hora & ‘onde 24 — 0 tempo total, em segundos, gssto em operapses ii tum eiclo, o quel depende da velocidade de movime a ast gasto om aceloragio e retardemento; o grau ao qual as oporagdes foram combinadss eo tempo gasto em ogarrar e desvarregar a caren. ‘A eapacidade horésia das méquinss de slevagio ¢ um valor constante, s0- ara aquolas méquinas que operam regularmente, sob plena carga. Por quando 0 carvio ¢ manuseado por pontes de transferéneia de carga, slesngar 1500 tffh ou mais. ‘O ntimaro de uparelhos de elevagto, exigido por departamento é, usualmente, estimado 0 ‘de sua produtividede médie anual, supondo eargas méci idades médias de movimento; a eapacidade pritiea ho- ‘um valor variével, que depende des fatores acima is- 1s de guindastes © méquinas de elevasio podem ser divididos em quatro grupos, de seordo com as condisées de operago © das combinagoes dos eeguintes fatores: 1) cargas sobre a mq 4) temperatura ambiente. HE quatro condigses de operagto: trabalhos (®) e muito pesados (MP). As Tabs. 1 ¢ 2 caracterizam ex TABELA 1. Carscteristicas dos Trabalho Tien ww wes rraane | Pas Pele topo a ge tatede | Tenens Z e 35 5 2 a8 3 z Pe) oes 8 3 Hite Foadoate) | $ @ QVVVIVgo9NVNVNVI|AL EEUU euUsVY COULCECOCCECUUC “ TWPOS DE’ MAQUINAS DE FLEVAGHO E TRANSPORTE. CAP, 2 2. FOUIPAMENTOS DE SUPERFICIE E ELEVADOS * Aqui, * TADELA 2. Utilzaeto Permissive! de Mesaniemos de Guindastes em Vérlos . ‘Teabalos Quam — valor médio ds carga; Geese — carga nominal (estabelec = 2 Ciiliag as dain adr Peo [Pao tmpo | Far ina " = < . Trae dats | Tempe-| TSpor de mecaninnos de guindaste ¢ Kas = eB — uiiinapto media anual ds. méquins; : ey ge spite | satu | guns Fnaloade {esos ito ° egroa | Kew | Kus | “batho | ambien fs horat 2d Eee 29% | © Kau = Spheue — fo mécin diéria da méguing; Operasia irregular tara 0,76—10 7 0s | 025 | 038 FT = 100% — fator relativo de trabalho, isto é, média utiliza po do mecanismo durante um eielo de trabalho; oas | os | osr | as bop — tempo dt operigaS’ do mecsnismo; tz Jor | 10 | a0 fa — tempos de parada, ke _ Estes valores sio determinados a partir da média operacional ow dados da mo | ao | ow | ‘Mecaulanos do slovaqio » Gane projeto, de puindaste en departamentor “de © miimero seguinte de operagdes de ligagio de um motor elétrico por hora 075: 093 | 35 foi admitido para vétioe trabalhos: u bos or | =| 26 038 a0 | Trabalho noni ie Moto on x0 | eo ‘Trabalho nominal tow | Maio | Peade | Mite ‘Naimero do tgapbes de motor eético por bore | a0 | x20 | aw | scor20 ‘ Os diferentes mecanismos de um guindaste podem operer em vétice traba- shes. 3. EQUIPAMENTOS DE SUPERFICIE & ELEVADOS Os principais tipor de equipamento de superficie e elevado, agrupades de e scordo com as esracterfsticas de teu projet, estio tabelados na Fig. 5. Os projetoe dizerimindes na Fig. 5 poesuem as earactersticas diferenciais im 0 soguir relacionadas, ‘sve com elles indie e ith a do reas aoe arrov sem ‘rilhos sto instalagGes de transporte de Greas amplas os quais move cargat 0 cht. ° “ muses a 45_| Mecanionen de guadastes de proceso, 8 Empregae an indiscas metal rela so instalagdes de transporte que movern cargos 25_| glean, Manuncader de tindrio de de Bitola estreita. 1 owe io instalagdes de transporte que desloosm earzos ferrovigtics dentzo do territerio de uma mesma empresa islemes de wias elecadas sio estrutoras que suportam vias ou cabos a0 longo dos quais ee desleeam esrrinhes. Trot DE MAQUINAS OF ELEVAGAO E TRANSPORTE CAP. 2 4. CARACTERISTICAS GERAIS DAS INSTALACOES DE ‘TRANSPORTE DE SUPERFICIE E ELEVADO 8 técnicos mais importantes dos mecanismes S20 os seguintes os par ide hordris, eapacidade iil de carga © velo- de superficie © elevados: en cidade. a a | IDL, TTA LICIE Fig. 5. Principals tipo: de equipamento de superivie « elerado, A capacidads horitia desta: méquinas pode ser determinada « partir da seguinto Idrmula geral: On &= Th00r © 21 — nilmero de cisios por hora da méquina (quando a linha funciona com i) ou 0 némero de earga durante uma hora (quando a linha fucciona com vérias eargas unitérias). 5. ABLICAGAO DAS MAQUIUAS DE ELEVAGAO TRANSFORTE ” 5. APLICAGKO DAS MAQUINAS DE ELEVAGKO E TRANSPORTE, Varios tipos e combinages de maquinas de extensomente usadas em todos os ramos da industri Em toda empresa, uma organizagio racional des instalagdes de transporte interno $ to eseencial para 0 sucesso da operasfo, como pars a organizagio ra- sional dos processcs de produsio. Instalaghes de transporte desempenham um papel extremamente importante na produgio em masss, onde elas esto, organi ielo de produgic. As inctalagdes do transporta interno, as e de méquinas, t8m uma eetrutura muito complex, 8 enearecer ou € produtos aca- igdes de transporte da fabriea, especialmente aquelas que ‘operam entre e dentro dos depart deverso ligar ¢ unificar 05 processos do produyio © os depariamentos individuais da fabrica, num ritmo eomum bem ‘coordenado e operar répida ¢ eficientemente, ‘Nas empresas meeanizadas modernss, o projeto de muitas miquinas depende dos métodos pelos quais os materiais ou se mezeadorias semi-acabadas sio ec locadas ¢ retiredas das méquin i ‘glo © teansporte s80, hoje, idade de um produto, ajuda s ocoriomizar srafieamente no departamento ou no artanj equipamento, © peso ¢ ditego do movimento da carga slo zepresentadas em eveale, por linha ow listas de diferentes espessuras. PCE LEVEE YE YEU OUUYUUUUVVUVUVOIVVVVV PARTE 2 Componentes e Teoria - das Mdquinas de Elevagao ‘As partes componentes ¢ as unidades das miquinss de clevagto ineluem: 1). digios flextveis de elevagio (correntes © eabos); 2) poliss, eistemas de polies, rodas dentads pare correntes; 8) dispositivos de manuseio da carga; 4) dispositivos de reten¢ao e frenagem; 5) motores; ©) tranemisebecs; 7) componentes de transmissto (eixos ¢ Srvores, mancais, discos ete); 8) trithos ¢ rodas de translagio; @) estruturas de méquina (estruturas de guindastes); 10) sparethos de controle. Em vieta do grande perigo eausado pele quebre da méqui de qualquer natureza pode lovar s méquina a derrubar a earga em elevagéo, esultando ndo somente um dano & earga como também perdss humanas), todos ‘Os mecanistnos e suas estruturae de motal devem ser fabricadas com materiaie do alta qualidade, em estrita conformidade com as especificagSes estabelecidas pelos fornecedores de metal. (rompimento 2 TWPOS DE MAQUINAS DE ELEVACKO & TRANSHORTE. CAP, 2 TARTE 1 COMPONENTES E TEORIA DAS MAGUINAS a de eada pais. As principais partes de um mecanismo de guindsst sio febri- ‘eadas com materiais euja qualidade ago dave ser inferior aos valores indieados na Tab. 3. As tonades admissiveis, recomondades pela pritica da engenharia para virias materinis serio indicadas abaixo, nas eegtes que tratam dos de projetos de pegas individuais de maquitus de clevagio. AS carncterfsticas Xéonicas dos materiais empregados sto especifieadas elas respectives ‘norma TTABELA 3. Mateciais pana poses dos mecantsmos dos guindastes Timite | alonge= Pens eiaesiaaie to | Bano do mae ae | nae | Asoc Curate ‘vata sedis, | ratioo | teers salient | "% 2, rodns | Ago ast= - ss | as | a5 | we | 0 | Restos a ergs lentes polio de fries polar ‘mbore: de guindaster saoalrgicos pede Rovias do tunslagbo de pontes o caciabos de | Ago 561 o | @ | ow 12] 180] Duress do cirelo de solamente suindattos posed oda ata vloseade, feos Pruhoes motores foriade, de mecanome de tans: | Ago CI. 6 oz | 2 | a 12 | 120.209 | Bin = 280 4 300 ie ago 8 | | 35 fat | 0859 Bisco de codon do tra ine tambores | Ago ws | 2 | a | — | wos svt de rao © arvoer dod stares" | AE SP ° oon | 3 | 33 | ia | ign uso de engrenagem, man: | Ferro fandido Co _ wf = - — | s.220 | eminneis & texto 22 « 28 km? os aeeplamentssapata: | 153 tubes de cor sem-fin den guindaste en: | Foro fundido CM - 8 ‘Pesos de fenagpe « conteepete, Ferro fandido C4 0b] - -|- - = | a | 8m ens og 8, porsns de ganchar © tavinns de gan-| Apo CT. 3 ‘Temperado sear | oe wa | ost Chavetas pactfsan semi, Ago 15 wo | [as | oss Yetes das rods do tran cr, 6 wor | a | a 12 | 190.00 ste Xb oe | a fo | 'e | “ae Porafsne ¢ vores de Seis, ios: | war | " a1 | ose afta ard, bragadcray slaves, ples, pamapes |” OF bstdouos,travesto, embreages, clement dea tam Boos oldiden te Tong, pide, erin cota peas stm in| Ago OT. 0 Lamiaado war | 6 8 - portingin ‘Busan de cana de cedaste de engcenageo, man- | Lato dosileio oe ss de rodas de transogio, polis © tambores | tao SIRE 3023 oa TMC 5822 tee - aso | wot | es | 101s | ao00 | mundido om moides pemaneote ou fendi tiigta de nes eat - w fs] - — | roam | Reteeia a fete 6 lett? ‘Noto. Bhan ¢ s uenséo de rupture stm a seguinte relapse: (a) para ago coma Bhn > 175,05 = 048 (Bha}; (para ago com Bhn < 175, oy = 0,262 (Bhn). 5 5 > 2 > 9 > 3 > d 3d Pp) 2 2 2 > J a 2 2 a > 2 > 2 2 2 2 2 J J Jy J ) * * x ORGAOS FLEXIVEIS DE.ELEVACAO (CORRENTES E CABOS) 133, 1, CORRENTES SOLDADAS DE CARGA™ > WT As corrontes soldadas silo formadas por elos avais, de ago, na seqiidneia ros- ipais dimensses dos elos af mento interno do lo, largure externa Dependendo da relagio entre © paseo e dadas sio clascificadas om correntes de el metro da barra, as correntes eol- urto (CS Bd) @ elodongo (1 > Ba). Too Fig. 1. Principals dimenstos de um slo Fig. 8. Elo do conendo de sorrente de 1, Consens’ s8BBaons ve canca a A preciso de fabricagto libradas, com desvios permissive 0,03; ¢ da largure externa dentro de = 0,05d, a8 eorrente com desvios permiceiveis dentro de -+ 0,ld do tamanho nominal do paseo e da Jangurs externa. ~ ‘As corzentes soldadas si0 fabriesdss em aso CT.2 e CT.2.* Os correntes coldadas obedecem a varios métodos de fabric didas alo os de solda a martelo (forja) ¢a eolda de feta uma dnica svlda no elo. Quando ¢ usado 0 método do létrics produz correntes mais pri Non antes sho fabri se forma pela fabricapio as correntes sHio normslizadss. As principals dimensbes e caracte- ristioas da correntes soldadas so foitas eonforme as normas de cada pats. ‘As correntes soldadas devem ser enssiadas sob uma carga igual & metade da carge de ruptura; nfo se adirite deformagzo. permanente depois do ensaio. As correntes tacadas em méquinas de elevacto de beiva cepa 106, guindastes operados manualmente etc.) como érgios 's der levantamento, especialmente como lingas para suspender carge io de gnnchos Correntes soldadat renies de aelovamenta manus locidade de 0,6 2 0,75 ms) As correntes soldadas peesuem a desvantegem do grande peso, suscepti- bilidade a colavances © sobrecargas, rempima desgaste intenco dos elos nas juntas e baixas velceidades perm Por outro lado, as 1am por sua bos fle as diregdes, pela po: i bores © , de igual modo, empregadas como cor para rodas de Lago (@= 5 até @mm s uma ve ‘to dos tambcres e das polias devem ser, no minitca 30d. Quando sto usadas correntes soldadas para fins de elovasio, dé-se proferdneia aos tipos calibrados, porque 0 considerdvel desacordo entre 0 pasco das correntes nfo ealibradas 0 Passo da roda dentada, ou cavidade da polis, causa freqilentes dificuldades © choques, ¢ couseqientemente, répida ruptura. “Nido T. Aani fo do assy eats thurs, «lange dos ages « outon materssreebe a desis Sovitie (GOR. “ ORGAOS FLEXIVEIS DE ELEVAGLO. CAP. 3 rrara so lever em conta cs aspectas da. indeterminagio estéticn do elo as tensors e flexGes adicionais, quando a eorrente corre sobre potias e tembcres. A fGrmula geral para selecicnar ecerentes soldadas h tragdo 6: Sue Se onde S,— carga admissivel suportada pole eorrente em kets r— cargs de ruptura em kgf; KC — fator de seguranca (ver Tab. is intenso que redux n resistencia da corrente, ccorre nas £e- stuando como juntas para as correntes de tragéo. Tes: Tato entre o paseo fe da corrente; éngulo de giro ido ele passa em torne da polia, da atmorfera ote. , sempre rompem nas soldas. Em cor 0 rorpimento do elo toma a forma de um cisotharcento obliquo nos segtes, pascando a tm pequero Angulo com o eive lon- giludinal da corrente e iniciondo uos pontes da fronteirs das superficies de con- tato nes eles de jungzo. Observa-se uin quadro andlogo em clos ecm varice graus de desgacte. desgast coon obras 2. CORRENTES DE ROLOS Corrente do roles sfo compostas For chapas (Fig. 9) articuladas por pinos. Correntes para cargas leves sto feitan com duas chapas; para cargas msis pe sadas o ndmero de chapas pode ser cumentado até 12.’ As ehspes podem ser seguras nos pinos Fela reea'camento des pontas des pinos (Wig. 10a). Este mé- todo ¢ usado part eorrentes projetadas psra manuseer cargas loves. Em cor. rentes para manuscor cargas pesadas, colceam-se arrucles sob a extromidade recaleada do pino (Fig. 100 ¢ ).Aperlo com passaderes e arruelas ou somente passadores (1 {f) 6 aplicade em correntes que téim de ser freqiientemente desmontadas As vezes sito usedcs pinos de roles prolongadce (Fi 1 extremidade livre da corrente de mado que ela nao Como érgios de clevario, as correntes de roles so usadus em talhas acto- nadas & mio e, quando acionadas a motor, guinckes e mceanismas de alta eape- cidade de elevaslo de earge, operando a bsixas velecidades, ze 0 peso for elevado em gui ) destinados a junter erfira na operagio, wente, enéretanto, as ecrrentes de rolos esto sendo, eada ver mais, juldas por cabos de ago, em mecanismos acionados a motor. 11, CORRENTES DE ROLOS Fig. 9 Comentes de cabs Fig. 10. Fixaplo das chapas nos pinot dos roles 8 OEY PE EY VV IS ™ ‘ORGKOS FLEXIVESS DE ELEVAGKO CAP. 3 ig8 Da operagio é eonsideravel- los vémn toa flexibilidade © pod ites de pequenos did sntes de rolos no pen com 0 plano de rotagio dos elos, visto que, neste caso, as alta, tensio de flexéo que pode quebrar of pinos, As cortentes do rolos, também, nfo pot porque suas junias slo extremamente su culta que esas correntes nunca sto usada sto feitos de ago 40, 45 © 50. Suas dimonsios e especifica- idas pela respectiva norma de cada pafs. jade das correntes de rolos 6 especificada pelas Normas e into devo orceder 0,25 ms D Os valores do fator do segurange K, da raako [- e 0 niimero de dentes nas rodas dentadss, para correntes soldadas o de rolos, esto ilustrados na Tab. 4 2. CABOS DE CAHAMO, a TABELA 4. Dados para u Selesio de Correntes Noneo Anima. | Fator de | Rosse | Minne Corrente tees |iengerte| p | Sedne © | teats Jas calibradas © nko o Amto | 3 20 5 Sad Aimowe | 6 2 3 \dadas cairadan om pains de cavidedes | Xmio | 45 | 0 | — ss + | A mote | & a | = ° 5 5 de eada pals ¢ sto formados por trés pemas da ofmhamo eesda porna, arados. O enrolamento das pernas 6 oposto a0 das fic: ‘eatrfio para iomé-los ro oados apresentem melhores menos flexiveis; além disso, ednhamo subdividece em cabos de ismos de elevagio, cabos de levan- je 1* qualidade, Fig. 12. Sepies trnsvorais dos eabos de ctnbas. ” ORGACS FLEXIVEIS DE ELEVAGKO AP, 3 Seletio dox Cabos de Canhame. A selogdo de oénhamo é beseada spenss fem sua thagao, de xeordo com « seguints formula: ” onde d — didmotro, em em, de um efreulo eircunsoreveudo as pernas; 5S —cargs sobre 0 cabo om kgf. Para eabos de cénhemo usados pars clevasto, a testo de segurang & rope ture, convencionaimente, referee a Lem’ da free d6 metro nominal de abo de eanhamo (sto @ abos branes © fi elorag, formula para cabos branets 8 =6, para cabos aleatroados S = 0,708¢8, @ onde d 6 em mm eS em kef. 0 slo emplamente veados em my de elevacto, como le elevagdo. Comparado as corrent les possuern as éeguin~ 2) menor sete a dato, doi a lances 3) operagio silenciosa, mesmo a altas velocidades; 4) maior song em cpr 4 NG comets, 0 rompimento ere epson eabon de so on ios rsa ts ios Soap as dos fios internos. Como resultado, os cabos di nam fispados mu ates da ruptura e devem ser imediate ” subeltution Os omboe de ne {cgi enn saint as ‘ado teri do clovero nie panto eae _ Qs eabos de ago sio fabrioados com fios de ago eom ui cis de y= 130 2 200m No. rosa de fabio fs Seabees Sim tatamento rminotpei 0 combined tela ser oe prime aoe fw tian eontsritan terse 0: eundnstes ue opera em losis seo ulna coor defn (oo ss We SM i ap eo gelvanizados (reeobertos de sinc) para’ protegt-los contra a corzasto. No et tanto, a capacidade de clevagio de carga dos cabos de fios galvanizados é cerca 0% mosis baixs, devido aos efeitos de témpera do recobrimento de ainco avente 4. cABOS DE AGO ” Os eabos de ago so fabrieadas por méquinas especiais: primeira, os Fios de ag0 separados a0 torsidos em pernas; depois, estas pormas sto toreidas em aber eilindricos. Ambos us processos se dio simultaveamente: us pernas sfc foreidas sobre um nile feito de cénhamo, asbesto ou om fio de ago doce. Um hueleo de asbesto ou de fios é usado pare eabos sujeitos a ealor radiante (por Exemplo, em guindastes operando perto de fornos em usinas de fabrieacko 'No encanto, um nieleo de fios rechiz a de do cabo, & vista ddo_que nicleos metalicos sf0 eoetumeiramente usados somente quando os cabos fstio sujeilos a alta sompressio, como, por exemplo, quando forem enrolads fem um tambor em virias camsdas. 0s eabos de ago, formas por pernas, sto conheeidos como eabos de dupla torgko. S80 os tipos mais comuns, usados om méquinas de clovacto. De s2ordo com a torgko, os cabos ee classificam em: 1) eabos de torgio ‘seusada ou normal; 2) cubes de torgao paralela ow Lang; ¢ 5) eabos de tor- so composta ou revers. Cabos de torgio normal (Fig. 3a) encontram maior apliagdo. Tis eabor sto construldos dg tal modo que « direzio da sorgio dos flos, vas pemas & posta kquole des pernas, no eabo, Nos eabos de torgto paralela (Lang), o sentido de torplo dos fios nas pernes 6 0 mesmo daquele das pernas no cabo (Hig 180). Hates oabos sto mais flex!- eis resister, mais eficazmento, ao dosguste; todavia, eles tondem a destoreer. Cabos de torgdo paralela aio empregados em ascenoores © outros guindhos eom guise, Lambém, como eabos de tragéo. Em cabos de torgfo reverse, os fios, em duas pernas adjuntas, sfo torcidas om seatides opastos (Fig. 133. Além disso, 0 sentido das torgbes de um cabo pode ser & direta ou esquer- a, “A torgto A dirsite ¢ mais froqientemente usads Fig. 13, Tors8es dos eabos de ago. Cabos de Ase para Fins Gerais, Os eabos de ago sto fabticados de ucordo com as normas do pats. eS YE BB I I x0 ‘ORGAOS FLEXIVEIS OE ELEVAGKO. CAP. 3 ~ "0s cabes mostrades na Fig. 13 tém cor > comum, na qual as pernss sto torcides com SSS smada de recobrimento eruzam, repetidamente o3 ido, com isso, 2onas de aumento de pressio espe. do cabo. see, cabe composi Warrington (Pig. 14, B) € torcido com pernas de fios de varios ditmetros Os fios de camad: suleo 10 por doi especsfioas entre doi esses cabos, comparados com os cabos tipo 4. Cabos de construgio composta do tipo Beale (Fig. 14,C) dist elo fato de quo, as camadas e externas de cada petna ao dif ‘nas camadas, bem como seus modo a prevenir a Na sua capacidade de ope B e om relagio a auas flexibil po de B. lentes a0 tipo iedidrios entre os cabes de ti- Gabos de Ago Présformadas. Um doseavolvimento recente em. eabos de ago sho os chamados cubos pré-formades. produzidos nas Fébe Odessa ot. Nezses cabos, cada fio 1 6 cada perna, antes de ser ‘sua disposig42 no eabo. sasbes internas, se as amarras em torno das suas cx- talus. Isso facilita os emendas nos cabos. toreidos sto , results que 4. cases DE ASO Cabos pré-formados tém as seguintes vantagens sobre o cabo de ago usual, tipo 4 4): jt0 uniforme da carge sobre os fios individuais, qual reduz Ces igternas; a polis ow se entolar sobre do esbo e a8 is e m&o saem do eabo (maior vida); 4) maior. soguranga operseional les, @ um cabo 0m uma pera removide ¢, também, isto. ‘A Fig. 15e mostra um cabo ordindrio gasto c a Fig. 15d um mado gasto. de forma es b, 0). Nos especial e smo de torgéo simples em hados a camada externa é formada d 0 cabo deve ser aubstitufdo se for constatado um certo numero de fios que- bbrados na camada externa, ao longo do comprimento de ria torgio (ou passe). A torso (passo) é encontrade da seguinte maneira: faz-ce uma mora na supetifcie de qualquer perna, a0 longo do eixo do cabo, quant se mareas na perna seguinte sera o pass do cabo (Tabs. 5 ¢ 6) a eee, Fig. 16. Cabot com peraas achatads ORGACS FLEXIVEIS OE LEVASAO CaP. 2 Fig. 17. Cabos feekadon 4, caB0s DE Ago Fig. 16. Cabor usados em méquinas de slevasio © irnsporte, eB BUS BF I Fig. 19. Modide do ditmetco do cabs. TABELA 5, Cabos para Hlctadores Conan i bs atrial txaemt serngs doe Te) wun | Ten pre Mime, de Fi gree no comorinmio dum Fe ap» a Maras ie git ue ri 7 2 a i 3 a 8 g i % a 8 2 = i 2 2 3 # sina i g & 8 7 Beis pernas de 19 foe em cada ums, mis um adsl. Algumas dss construg6es recent flexéo © torgdo, combinedas com com- Fig, 29, Cabo som um corto némero de Pressio midtua, fricionamento dos fios fos beitantes. s som um certo grau de aproximaséo, a tensio smente determinada. Por outro lado, quando eles passam s; 08 fiog externos sio submetidos & abrasio, a qual, for tal do eabo, TABELA 6, Cabos para Guindastes ¢ Guinchos eat an ata Far, [Gein tlah | Oxar= ams te oxe1~ set [KW ITT de semu- | Torcao | Torgao arse Terzto | Tercuo | Tarete | Torgao | Torgao rasa ‘de | crusada | paruiele | crusads | paralla | crusada | paralela | erusads | poraiela tosis “Fin de fs quran, cnarnee de wm pac, Ses Fal ar tae wo] a fo uo fs fle] se] oo ee) Gy} e |} ] ea] 8] eB) ge | sclen s) 8] RB] eB] a | 3] 8 mostrado que a vids do ado que eada esbo pod mente 2 um determinado mimero do floxtcs, desintegragio. Dependendo do ntimero de flexdes, o vida do eabo pode ser determinada 8 partir da regio Pa! (Day, ¢ 0 didmetno imo de ume polis ow tambor 9 € 60 didmetro do cabo) © PS (5 —didmetro dos ties nos eabes).* Tnvestign mostrado que, para s mesma relagso 22, g vida do cabo é, com boa encontrado, com sufictente presisio, ilustrado ns Fig.'21, diggrama de um sistoma ias dispor pprimeiro um desen- volvimento do meeanismo e, om seguila, o diegrame de feelo do cabo. vexrAgiite gym oeomse (2a) (2g) tas «viedo ee a owekos RLV BF mEVAGHO cA. 3 Na determinagio do mimero de flexoes, para as talhas simétricas, a polis ‘ompensadors, no ser considerads, porque els permanece cstacionéria quando ss carga esta sendo alevada on baixada. Diagrams dae ext a | 4S: 4 a ATi ler] Be 2, a 2 ADs yo" % Nimes de fale S23 de 3 Diagram Dingremas 9 Desenvolvimento 47 888 , sarah Ieciee ARED @ ye 2 | | ea < i aa 2°, NIN 2s ‘ iE on Niimero de Newser $= 4 everminagto do. ngmaro de We #2. Delrin do steed bee do abo, cam uma palia mével Taetes, om talhas sietriens, Ufo "3 fewer A Mlades Besse 6 Bae 7 lesb 8 flexten q Pp ae I} 43 _} ut w i i 9 flexi 10 flestea "11 lentes 8 Nexse, + ig. 28. Namero de flaxées, para vitios modos de surponsto de ostes. 4. ca80S DE a0 ” Como toda talha simétrica pode ser considerada como uma talha com dois ‘compensadora, pode obter-se 9 miimero es do eabo de uma talha simétrice, dividindo-se por 20 miimero onde as partes peralelas do cabo outram ou saem, yramas comuns de suspensio de carga, o mimero de flexdes de pro- jeto 6 indicado na Fig. 23. Para obierse a mesma vida do cabo, o efeito do admero de flexGes dove sr eonensee por un mudaye spropie ma apo Pa Ta ae tra os valores de! como uma fungio da niimero de flextes. TADELA 7. Mire | Daw | Niners Wansre | Dam | ¥anero | Data efter | —d_ | do fesdes asjletas |e | de flestee | 1 6 5 8 2 2 3 | a6 -? Pa 8 2 2 FA u | 4 23 T 30 u a is | Sts 4 2% 3S a 2 3% w | as ia dos cabos € veriticada como segue. Com hase no métado Ss surpensi de cag sdmitdo,usamoe Tab. 7 para ensonira a rlagio Pat Expressando 0 didmetro do cabo pela formula a= 155V7, o ‘obtemos a relagio ¢ —niimero do fios no eabo. A tensto no eabo carregado, na sua parte flevionsda 2 tragio e flestio & a-feptp ao onde a} — teasio de resisténcia & ruptura do material do fio do cabo em jem; K — filtor de seguranga do cabo; S — teagio no eabo om ket; “Bite emula 6 verdadeira apenas para caboe cyjor fies postuam dikmetros igus Lyd I we EE ES HE Nd 2 ‘ORGAOS FLEXIVEIS DE ELEVAGKO CAP. 3 F — Grea util da segio transversal do cabo em cint ~ B= 22— milo do clastiads’ cos eb = Bre E 2100535000 indo as outras notagbes eomo as anteriores, ‘Transformuiid® » £6cmila (10) cbtemes: ane Depois de eapecifiear K e selecionar o nimero de fiw i, dependondo da cons trupko do cabo, ¢ para uin determinado ay ¢ 5, empregainss a frie (1) para encontrar a rea da sesdo transversal do Sabo. Depois de encontrar F, selecionamos um cabo com as camcterfstons mais prévimas, primero io se 9 sua tensto de resistancia ay corresponds Vadnitida na férmula (11). 0 nmoro de tios no cabo é daterminad pelo pro- joto aprovado. Para cabos mals frequentemente usados em maquinéria de clevagto (com exoegde dos eabos de torgio compost, isto 6, pars of eabos em 114, 222 @ 342 figs, a-férmula (11) assume a: Pay = a) a3) ag ‘Multiplicando-se ambos os lados das {6rmulas (12), (18) ¢ (14) por as, obte- ‘mos outras férmulas para a selesso do eabo pola sua resisténcia de ruptura P, reference a total seglo transversal do cabo, isto 6 Pow = 5 as) a: cinae oF Ago “3 — Sa __ 8) i Pee KO Dag 9 an Qs valores de de & no cabo selesionado nfo precisain ser verificados poe- teriormente, desde que, 0 efeito desses valores seja plenamente levado em conta nas formulas designadas, A férula (10): ~ f baseada no que sc segue, A relagio entre © meio 0 raio do curvature na flexto dé = BL ont onde p — raio de ourvatur E — médulo de lade do tos 7 — momento do inérin da segio transversal do fio; ‘M — momento fletor. Taso de mgt os omg feo eo nw es vem, kets ama ects da set cde 8 € ht do ial Mob EL 8 8 can oO a Se Bp Dane (Dain — didimeteo da polia ou tamber sobre o qual passa o eabo.) ‘Koss tonsilo seria desenvolvide em um fio reto se ele ndo fosse uma parte ‘eomponente do eabo, digdes de operagio ete. e 6 aproximadamente igual » 3/8. o ‘ORGAO FLEXIVEIS DE ELEVAGAO CAP. 2 Pela sdigao da tenstio de tragdo sobro a sopio reta A tensto de flexto, obte~ mos a férmula anterior to é: Os eabos devem ser objeto.de uma nies tragéo de ensaio, de acordo eom 6 férmula: Sq (as) onde S — trapio maxima permisefvol, ostabelovida no cabo, em kets P — resistdncia real de ruptura do eabo em kgf; K — {ator de soguranga tomado da Tab. 9, dependendo do tipo de me canismo e condigées de sua operagio. A tragio maxima de tr ho nas partes do cabo de um sistema de polias carregadas S, 6 encontrada la férmule onde Q — peso da carga clevada em kgf; 1 — niimero de eabos de sustentagio da talha; a —rendimento da tslhs 7, — rendimento, levando-se em ¢ perda devido a rigides do eabo a0 enrolar-ée no tambor, admitide como igual a 0,98. © didmetro minimo parmissfvel de um tambor ou polia 6 encontrado pela. férmula ends (asa) onde D — didmetro do tembor ov @ = ditmetro do eabo, em mu ¢, — fator, dependendo do de servigo (Tab. §). 4 — ator que dopende da construsio do eabo (Tab. 10). lia sobre o fundo da renhura, em mm; de aparciho de elevugin o das eondigios O didmetro de polia de compensagio pode ser 40% menor do que « digmetra das polias do bloco quo sustenta a carga. “Este € um efleul aproximade da tenia do eabo © que somente leva em conta es; emo nimiom podem st dpa ca ators de reprates do leo. 4 casos oF ASO TABELA @, Rendimento das Talbas Tras simples Tathor dupics Tendimenio “Atria de vacerees-] aco do vamento nan Ramero | svemero | 4m | vumero | meno nar buchos das | (tt rlonente tabes | me | de eaten ae das pois (0 or tes | &rlioe | Gene | plas | alia {o ftr sot nate depo tentagao | 2896 | reneapta | Tmatbon fia Tat) 3 ‘ 2 ort i 2 3 4 Sas 2 4 3 5 ois 5 4 0 5 9392 e 5 2 o 0.878 TABELA 9, Valores Minimot Permissiveis dos Fatores Ke e1 ‘ipo de mecanieno de elevoedo Asionamento Condacos de perarce TL. Todos os outros tipos de guindastes ¢ | A mio recaniamos de elevasie A motor Amt A mover 3 totor A moter 4 mater A motor Hotes, 1. Ax condigbes de operasto ds maquinkria de elevapto podem ser encontradss sae Tubs. 2'e 3, 2 2. Bim eabos destinador a eleadores de pasagelos, 3. 0 fator X de eabos de lingas deve ser n0 a 4 Na determinagio do ditmetro mimo permitevel das polis em gat te elevagto eaummeradas nos ites I, Lhe TV, o fator e pode ser redurido ‘0 fator de seguranga para talbas de dlevapho que tranportam met ‘ondigase de operapto. 8 0 fator don fata 6, asader coma ido, sube- Linens das, suetor wo fogo, explosives © venenonas deve ser fgial 4 60, indepondoste das 12 dos cabos destinados a suportar somente langas de ruindsites, ala, dave ser no maine 38 xd , r REVUE EYEE ee SE YE YY a (ORCKOS FLEXIVEEE DE LEVAGAO CAP, 3 TABELA 10. Valores do Fator «que Depende da Construgio do Cabo Consicuszo do cabo Note. Para guindastes © mecsnismoe de eloragto operadas manual ‘mente 2 também para cabs nao Indicndcr ua table’ latory pode ser edmitido come 8 ucldade 5, CALCULO DA DURAGKO (RESISTENCIA A FADIGA) DOS CABOS DE ACO PELO METODO DO PROFESSOR ZHITKOV Baseado no fato de que o rompi material e que ead: do flexses, res que causem des isolado, 0 miimero de flextes apée o qual tem 0 método de caloular a resistencia & fadign dos fics do enbo acinia deserito, d pelo resumo dos resultades de muitos anos de pestjuises oouduc fatores metalirgicos de produgio, projetos e incia dos oabos. Como primeiro passo, foram compil ticas de vida do cabo, para todos os enssi em forma de grifices, earacterts- ‘os quais dotorminam as relagées rene) 6 e=4(2)- 4 CALEWLO Ob CURE : « ~~ Bases dados foram usados para decenhar um diagrama mastrando a relagio 2 = (2) par or vs me te tres dan ene (ig 24 ba, astemabownt, ste frm de pit: Am Fo moco.es, ap onde 4 = 7. —relagto entre 0 ditmetm do tambor ou polia e o didmetre eabo; iependendo do miimero de flaxtes repatidas do cabo + 0 perfodo de seu desgaste até sev rompimento (Tab. 19; © ~,verdadeira Yenato de tragho ao eabo om kl/mun? ©, —fator dependendo do digmetro do cabo (Tab. 12). C — fator dependente de condigies operacionais e do fabrieugio do ceabo, nio levados em conta pelos fatores C eC, (Tab. 14) é ‘gpm & ‘ & itd Hexen repetidae Tw Oe Fig. 24. Diagrama para detertinar 0 atmero de Meztes do eabo. TABELA 11, Valores do Fator 190 100 O98 ‘Lor 230 | ato | 00 are | sr som mitbares | 20° | so | 70 026} oa} "0,6 Fam mile 0 | 20 28 | “140 em nithare [370 | a0 0 aaa | 2a7| | 22 204 “ ‘ORGKOS FLEXIVEIS. DE RLEVAGAO CAP. 2 4. ChLERO DA DURAGAO ss ‘TABELA 12, Valores do Fator © TABELA tub 3 Conatrupite do cabo ‘ as Opes Tete a d oxieue Cx 100 1d ewe mac uma wee 5 ou, | “am nist’ | "ous wasn tm niceo ei = 3 ali Ordo Worringon | Stale a io — > Faas | Fogo | fanae| Foran] Torte (ae ) ye | ee | nae | cee | pare ze no tetemente teste eteado no bank do hur ver | aie | aa | ore | pas Procato a triamente ti Pleiades no bial do shunts 5 10 og: | o9e | om | os: | o60 d ito O83 | os | Gos | Sia | oo 150 os | 059 | 460 | 070 | os Peswo da tered D Peras no eto Prins trae ) > edie ate | 124d vee 5 , os Se08 G8 | iS a peas TAMELA 18. Valores do Fator 0 rraoono to | $4 ede cbe | 1022 ue pane 5 Imbrcan | 88.4 do cabo | 120 4 de Perna > Danae | a i ae Pars pees | Srddoc | ‘sada pune die’ | F | 88 | Se | mae] its | wae | BE | 00s | Se | ae Oa dds cabo | 280d de pena ) ex | 082 | oss | 032 | os0 | oer | x00 | 30: | x00 | 36 | nae Nicks deum | ampuguaom | cua | a ) pene oan ‘Slendeo in 5 © aor que determina po « apracinst ko evades : sa oe En Gonta poles latores fo jadleadss aa tab. 14) ap 33 J 2 Nites de una | io inprmada | Cinbamo | a6 5 poe ‘arn eso ie xe io TTABELA Ifa. Valores do Fator Cs Sisal Oise 2 S oe 5 Material dojo do ete os iste dette | ampreenda om | Ctahame | 00 d ‘ss zn sa an Aap goons: 08th ©; 187% a: 0285 St: 0.00% Ni 008% Cr Dam Se | ' ) ‘go Carbicc: 070% 0; o,02ig & + 00289% P on Prossie mento do fio © cabo ose > lite ao eromo: 0,25% SI; Cr; 0,025% 8 2 Adicional ‘Tsticamente privic do eabo 0198, aac? % ane > Sgprire 000 6 08mm as oar. srmNG ATO OMS e | 5 eT Depois de especificar s vida de yodemos encontrar o didmetro ‘Ago comum Siemens Mastin t )epoi 28D ‘ida do cabo, poder itt ; diiimetro do > ‘ge Shameos Mara fendi de feo gma de cro de Jena sueta mon | O68 tembor © das polias pela formule (19). So 8 tensto 6, relaséo-Z eas condi — “y 098 ‘Ges de operagto do mecarismo de elevagto forem conherides, podemcs deter- 2 Iniout a vids dos cobos de véris construgoe. 2 “ onekos Rimini oF ELEVASEC OF. 3 3. efuano a Gunso * - TTABELA Le. coe - ‘TABELA-15, Valores de o, 2 ¢ 8 Frome epee Tdi ce “dba b : Nu dese = -- ze wae Material da polis are tunddo ~ap x Dias |e cigs ; 5 ope | "ie" | "i man - 98 Govt de opeagte | fake atoe| cicto | | Mato de rus ‘ndsine |g ~ " do mecanizma de ele | aiirig| “Tho | de ‘pensdo ds carga | ** | nvimero de| aio da ranhura da polio 1 ad a per |e aga do Bh |"he ‘iio ee io 5 em | ts ty Be Nats do tto do cabo” | Flesto de um ado sto mute . Acme | w] [oof Seer laf — lor ea oe & Tratatto| 8 | 2 | 40 | 2000] saspmte om [a] 2 Jos ne. eee mat Teaatto | ae | a5 | 1s0 [240 axa]s| 2 Jos . Asana ‘Tempecature smbiints 1, Bone * [Tatatto] 2 | 30 | 920 [oemo] pn, faxes] 3 joa 3s Peni seuliple pasado: regio: aa) 7 + 0,26 Quando se calcula a resiténeia a fadiga do um eabe, devese conkecor o ntimero permiss(vel de flexdes durante o perfodo de sua operagdo, axa] e s on Em diferentes mecnnismos de elevapto, um mesmo eabo pode resistr a die- rentes nimeros de flexes, dependendo do ndmsero de polias de guia eiseantades 5 pelo cabo ¢ altura, & qual a carga 6 clevada (que nem sempre é & mesma) bem Os valores de a, zo ¢ 8 sio dados na Tab. 13, que especifica a altura k da como da relasdo entre as cargas, plena ¢ média, de trabalho, carga elevada, na Em uma sus- __ Parse obter dados mais previsos sobre o numero de ciclos de trabalho, 0 aiimero de flexées do eabo e carga no cabo, certs empresas construtoras du. rante longo tempo, efetuaram observagies e eronometrarsin o tempo de traba- bo de varias méquinas de elevecso. A Tab. 18 foi compilada com base nesces dados. ..5¢ eonhecemos as condigées de operapio de um mevanismo de elevagio ‘apés ospecificsr a vide do cabo, podemes encontrar o ntimero permissfvel de Flexoes =, pela (érmule z= an.NB, (20) onde NV — vida do cabo, em meses; a —némero médio de ‘trabalho, por més; tidas por eiclo (elevando © sbaixando) na plena altura ¢ flexdes unilaterais; 8 — faior de mudanga na resisténcia & fadiga do cabo, devido & eleva~ ga da carga para alturas inferiores & plena alture, © para oleva. goer inferiores a plena carga, altura A= 1 Nos guindastes com langa, © seqio do cabo que passa sobre as polias 1 ¢ 2 nunca aleaugerd o tambor ¢ a polia 3 No sistema de maltiplas polias (Rig. 26), o ponto » do cabo sobre o tambor alesagard a polia 1, quando s eaixa do gancho for abaixada de uma altura AEhE-D+b, onde 1, — distancia da eaixa do gancho &s polias fixas; 1. — distancia da safds do csbo do tambor até a caisa mével; # — motade do niimero de eabos de ustentagdo, Dessa maneira, somente se a carga for absixada de uma slturs do cabo, saindo do tambor, pode passar por cima de todas as pol altura de descida for menot do que ho mimero de flextes do cabo do que o maximo; o mesmo ceorre quando o eebo levanta a carga. ORGAOS FLEXIVEIS DE KLEVAGAO CAP, 2 Fig. 85, Suspenslo com uma polis mével, mp | enti Fig. 26. Suspensio som um eislema de mlkipls poiss. 4s. eALEULe DA DURASKO ” sando os resultades.dos enssios (Fig. 27) obtidos na determinagio de nor de rejeigdo de fios da ago desgastades ¢ tencio em mente quo hi uma relagio direta catre o ndmero de flexSes 6 0 niimero de fios quebrados no eabo, podemos aceitar a relagSo Neste caso, supot fadiga do cabo na rel O4 de sua durabilidade. vida do eabo tem esistineia&adign ineo de Eexboesretias as Fig. 27. Relagio entre « capacidade de slevagio da carga ¢ a resistOasia & fadign do cabo 8 9 niimer> ‘Tiebrados aa Tongs do co ‘ie um Foss do mesmo! © méimero de flextas repetidas que causam a falka do eabo 6 enconirada pela Férmula ea ng = aN bo. ey métode de calcula @ fadiga dos de trabalho do mesmo rob varies condi perior aos outros & medida em que propore dro evidente sobre a vids do exbo. cestimar a capacidade projetista e mecdnieo um qua- PEE EEE EEE EE YE YY Ye I ee ‘OncKos FLEXIVEIE DE ELEVAGLO CAP. 3 A Fig, 28 ilustra os principais fetores que afetam # qualidade de um cabo de agoe . Fig. 23. Prineipais fatores que afatem « qualidade de um ago. 6, FIXAGKO DAS CORRENTES E CABOS As extremidades das correntes ¢ cabes sto prosas por vérios métodos, al- guns dos quais serio diseutidos abaizo. Fusco de Correntes de Carga Soldadas. A Fig. midade de uma corrento de carga é fisa na estrutura de um esrrinko, Uma extremidade em forma de clo soldado é posta em um eizo preso om places la- carrinho. Em ambos os lados dos clos, existe buchas de separagio pare localizar a corrente, 28a mostra como s extre- 4 FOUEAO DAS CORRENTES & cAROS a emidades de uma corrente € fixa a um gen- ‘oe um parafuso. A fixagio de um ganoho ajuda ce uma traveese © garfo de olhace, 28. O eabo de cada garfo 6 fixo com uma porea direta- mente & travessa do garcho. + =A Fig, 20b mostra como 95 0 eee a Cabos de Ago. Os més de um eabo de ago & rio ow em qualquer outre pai ‘mecanismo de elevagao. Fig. 30, Fiaagto de corentes de rloe Fig. 31. Fixagio de cabea de etakarne fe re Loa Cénica porn Cabo de Aco. 0 exbo é preso em uma ni seguit in de operagbes: 1. A extremidade do cabo é firmemente amerrada com fio mole nos pontos 2 « by cujss posigdes depencem do eomprimento da luva de ago, A amarra in- ferior 6 deve ser mais larga do que « superior. 2 A amarra superior 6 « seguir removida separando-se as pemas. 3, Soparamse os fios de cade perna ¢ corte-se 0 miicleo de clhamo, 4, Bm seguida os fios so unidos em dois pontos por meio de duas amarras tempore aoa" 5. A extromidade do cabo é empurrada para dentro da Juya, us extremi- fios sto dobradss em forma de gancho e, a seguir, derrama-se churmbo lo dentro da huva. ra coniea (Fig 32) A Fig. 32 mostra varios tipos de luvas para ganchos de suspensio, TTY Fig. 82. isalo do um exbo do ago em uma luv eboies (6. FIKAGKO DAS CORRENTES E CADOS a Uma verificagio aproximads da resisttacia de uma luva eénica inelui 0 seguinte: orga Interal nas paredes da luva (Fig. 38) 6 p-—-2 Been a? onde Q — carga tobre o cabo. ig. 83. Diagrama pata o clea ds reclstdacla de uma fuva etaica para cabo de ago Ao mesmo tempo, pa onde p — pressio nas parodes de luva P — frea de apoio em contato, igual Hay + de poe Entio, = OL ae + ae P” Teena Bz Substituindo pe Hat hints nena” Qecna” temos | was ~ a) (a + ae Trena ~ 2K2X Paena RHEE EEUU EEE EEUU YE YU YE UU Ie “ ORGAOS FLEXIVES DE ELEVAGKO CAP. 3 , simplifieando, obtemos 7 ga HA Bs De onde 40 i" ?- ga a tre as paredes internas da luva ¢ 0 chumbo de preenchimento nna projeglo horizontal da étea de apoio. Quando de d(@ — difmetro do cabo), ag {eee ee A presi p no deve oxeoder 115 kefiemt, ‘A altura da luva h é doterminada pela verificasao do chumbo de preenchi- mento ao cisslhamento he onde [7]; = 125 kgfjem*. "A espessura das patedes da luva, considerada como um cilindro com presiio interna, ¢ encontrada pela seguinte férmule. geral: = a Oe te = aye io onde du ¢ dm — 03 didmstros extorno € Gt — tenafo admatvel A rupture em Kgtlem® (para 0 ago fundido Gu = 400 9 700 keffem’) “p — presitio encontrads pels {6rnuula (22). Comso°ghumbo de preenchimento néo entra uniformemente em contato com as paredes, o valor de p deve ser dobrado para ter-se maior confianga. AS fequagoes seguintes sto vilidas para as seg0es mais largas ¢ estreitas da lava: para a sepéo larga Ge FOE X 2p oe 13X2p oe para a sepdo estreita ty = aay ORE eo 4. FRAGKO 04S CONRENTES E cABOS s oo) @ Fig. 34, Baluvimmento Je sim exbo por eae (a) e fiaglo por meio de aatbos (8, o Ita de uma cunbs de ago ranhurada sm uma luva plana de ago fue espondente. “Acar puxa’9 cabo pars dentro dove que bo 6 passaco em volta de wm anilho de ago (ig. $48) ¢ sun amarrada com a parte principal do cabo. compzimento da amarra é 1 >.15d, mas nunea menor de 300 mm. Fig. 86. Anilbo dj exbo om placas © barafusos. s (ORGAOS FLEXIVEIS DE ELEVAGAO CAD. 3 A Fig. 34e mostra um gancivo fixo em um anilho de cabo. Hste tipo de fixagdo -2m aplicagi extremamente ‘Ao invés da amarra, o anilho pode ser preso pelo ajuate de grampos ou “clips” espeoiais sobre o cabo (Fig. 35) © nidmero minimo de grampos é trés._ A Fig. 36 ilustra um anilho de eabo no qual este € grampeado por meio de placss © parafusos. 1. ORGAOS DE SUSPENSAO DA CARGA ‘As cargas unitéis i:portadas por lingas de eorrentes ou eabos, presas Pornas das Lingas. Na Fig. 87a tomos ume carga ‘ums lings. Designando-se Q 0 peso da carga olove- dda, a forga da tragio em cada porna da linga sort @ s= ‘Deosae ” Pig. 37. Dotorminapto das forgas que atuam sobre as poraas das lngas A componente horizontal da forga de tragho S & yo @ st = Stee. Delrin ss a fogs $08 pa uns cana 2 = 100 nes variando de 2a = 0° até 2a = 180+, a relagdo entre & eS” sord ‘oxpressa pelas curvas mostradas na Fig. 97. ssas eurvas mostram que maio- es Gngulos intornos lovam a maiores forgas de tragio nas pernas das lingss, de ” forga_maior de compressto ou de flexdio em elevacéo. | Conseqiientemente, & medida que © til eobre a parna da tings -amente em quatro correntes (Fi 0 serd igual: ibutdo entre as quatro pet Nesse caso a forga de tragio nas pernas da lings scr Sms om) Mas como 00k cona = BO 4 a férmula final tomard a seguitte forma: t s-2i (23) onde m— wimero de peruas na ling; @— fngulo entro a2 peras © a Bea = 0%, 30, 4% ¢ 60% entao k= 1, Lingas de Corrente, ings Go calibradas, com anithos » ganchos ‘tenazes, préprias para o do gancho, enquanto que 08 audis ire da corrente, sic pendurados sobre o gancho antis, « Fig. 38s, ums de corrente com duas pena: lum Iago an corrente, (Fig. 280), a8 lingas de corrente podem danificar os eantos das elas movidas. Calgos semelhantes também sio usades para lingas de cabo, REE EY EY EY Ue | i Fa onotog rutxinis De BLENGHO OF. 3 7, OnOAOE DE SUEENEAD DA eARCA i - oe hy - fe. i . | ce . ie ie AA ; 6 i. (a) A 7 . os i : 7) : . () SO he Fig. 38, Langa de seats « ORGKOS FLEXIVES DE ELEVAGKO CAP, 3 te, pode ser encontrada pelas férmulas fe sem-fim ou eorrente livre, passada em ara correntes que ngo eireundam o ob- Joto FBS (ver Fig. 38, de J) {anata de Cabo de Cinta, Cabos de cdahamo branco, tooids rigda- nlram ensfo de cargis.em ganchos de ‘205 eabos di mercadorias que er Fig. 389) ou dis. srmulas (23) ‘As tensbes de muptura sto: para cabo branco, o%~ 50 kgifom’; para eibo alestrosdo, ox = = 45 keflem? Lingas de Cabo de ago. Cargas pesadas sio freqilentemente, movi lingas de cabo de ago, Comparedas com 4s gas que nic enlagam a vargas elevarlas por lingas de exbos de ago ou de corrente devem ser bem ;, de modo que nao alterem sus posicéo na linga, durante seu movimento. CAPITULO 4 POLIAS — SISTEMAS DE POLIAS — RODAS DENTADAS PARA CORRENTES — TAMBORES podem ser fabri , também, chamadas lexivais de elevagio. ss tipos 8 de guia, porque mudem 98 di Polias Fixas maniteste-se_ pela sua cireunferéncia, Fig. 41, Poian fens WEEE EEE EEE EUV YE YEU YE Ee @ POLIAS — SISTEMAS DE POLIAS AP. « ‘uments o brago do alavanca da forga Q, @y Foor e Portanto, depois de divisso, ¢ despresando-se ss pequenas grandeass, not gs) a) A resistineia de atrito nor mancais é W- Fern ae, (33) fe determinada por métodos dduss partes do cat sorio FS 29~ 04 tom 20 =P A-forya do trap sor 26 e am ofttgtzrr-Z] 9 z A rndesn €= 2. ¢ chamada tat de rsstoci pola « ek 4, cade 7 — rendimento da polia. Portanto, ew tera a a at Roose te O valor me rigides dis cabos — 96 experimentalmente pode ser ‘encontrado, 1. rouse « Réritncias condusides na URSS, t#m mostrado que, para esbos, podem sor adiitidas os soguntes valores médios 2° ‘ Koog ~ D0" onde ¢ — didmetro do cabo, em om; D — Gitmetro da polis, om om. de resisténcia em polias também depende tes usados nos ¢ixos das polias Quando se ites e cabos, podetn-se tomar 9 soguintes valores médias: Para poliss com mancais dde rolamentos de esferas ou roles, 0 atrito nos eixos 6, usualmente, desprezado, ‘sdmitindo-se a média doe 1,02 ¢ 9 0,98. Polias Méveis Bed Essas polias tém eixosméveis,sobre 4220) | os quais sto aplicadas as carges ou a Conseqtentementa, existem poe Jigs para um ganho em fora ¢ pol para ur gauho em velocidad. Pollas para um Ganhe em Forge. Para a polis mostrads na Fig. 42a, 4 distancia pereorrida pelo ponto do cabo, fem que a forga é aplioade, 6 igual ao do- bro da situra A qual a carga foi elevade: es nr) conde ¢—velocidade ds forge aplivads; Fig. 42. Poigs mévsis 00m fe v—velocidade da carga. te etiocuade, nn mem foes Quanto A resisidnoia na polla, BES Q; Z= = €Q~ 2; | Quando = 1,05, 1 0,075, isto 6, o rendimento ds polia mével 6 um pouco rasior do que o de'ume polia fixe. Pollas para um Ganko cm Velockiade. Pore ¢ polia mostrada na Fig. 42, 1 disténcis porcorrids pelo ponto, onde a forga & splicads, & igual A metado da altura & qual 0 peso foi elevado: A z ° an z “ FOUAS — SISTERAS DE POLAS xP. 4 ‘Quanto & resisténeia na polia, Z=Q+8=040e= 048); = "92" ite "Tre Quando € 1,05, 17 0,975, isto 6, neste caso, também o readimento da polis mével é mais alto do que o de uma palia fixa, 2. SISTEMAS DE POLIAS Um sistema de polias ¢ uma combinaglo de vérias polies ou roldanas fines fe méveis. Existem sistemas para um ganho em forga e para um ganko em ve locidade. Dispositivos de clevacéo empregam, -predominantemente, talbas para ganbo em fora e, muito raramente, como, por exemplo, em elevadores hidréulicos e pneumdtioos, telhas para um ganho'em velociciade. Como érgios de independentes, os sistemas de polias sio de-importdncia seoundéria — sio principalmente usados para transmissio de poténoia om sarilhos e guine dustes, Sistema dePolias param Ganhoem Forge. Hstes sflo desiguados: a) com 0 cabo saindo de uma polia fix e 2) com o eabo aaindo de uma polin mével. como Cako Sainde deumaPollaFixa, Se indicamos por Z © nimero 2), eatéo o nimero de partes do eabo, pelo qual o paso suspenso serd, também, igual a Z. ‘Desprozando-se a resistineia nociva, a forge na parte do cabo que sai serd aye A forge real"é z-2-%, ‘onde nz 0 2 —rendimento resultantoe fator da retistncia do sistema de poi. A tragho total em tos as partes de um eabo flevel wrk QRS FEES tO Ss Sate + Sesliatede ne d)- dlet “ Beret tet tett pet. SISTEMAS DE POLIAS PEE EEE EY EY YE YE SE SS Se =Se= Qe 2a 8e= [Ey FT se A relagdo de transmisso ¢ perth + A forga idea! na parte do cabo que sai A forge real 6 rT @-t,, ea Jap ety ~-t ee= 5, "TFT eT eaT an 2, SISTRMAS DE POLIAS {Como neste caso, n= 241 as férmulas finais terio as seguinies formas: pela Fig. 44.. Determinasio Aprorimada da Teagia mere poliaa Soe kite, madamente, que 2) grandes diémetros de eabos 2) a carga clevada move-se na do-se no tambor, move-se « as) rr Nimeo de piss Fig. 46. Rendimantos dossistemas de poiss. Q Sa Bim epi © guindastes, a foros de tragito 419 do esbo enrolado no tembor. as; 0 horizontel, porque 0 cabo, enzolan~ do seu comprimento. “ POUAS — SISTEMAS DE FOLIAS. CAP, 4 Fig. 43. Sistemas de polis para um ginko em fora. Estas falhas podem ser evitadss, especialmente nos mecanismos de elovagio de guinchos ¢ guindastes, com acionamento elétrieo, pelo uso de sistemas mil- tiplos cle polias, que levantam a carga numa direglo estritamante vertical a mantém mais estével. Hsses sistomas transportam cargas com o dobro de partes de um semelhanta sistema simples de polias. ‘Aléto disso, uma das prineipais razses para o uso de talhas mvltiplas ¢ diteda nnocessidade de sa reduair a agio da carga nos cabos, a qual os toma. mais podendo ainda serem empregados eabos mais baratos © polias e tambores com didmetros menores. Isso reduz o ta € 0 peso de todo © mecsnismo, ‘A Fig. 46 ilustra sistomas de talhes mul midades do cabo, presas em um tambor, ox em tambores, com lice & direita e & eequerda. 0 eabo passa de uma metade do si para s outra, por meio de uma polia de eompenzacto, aq ‘compensa os compritmentos das partes do cabo quando se estica de mancirs nig uniforme. Um sist i ‘transporter cargas até 251, A relacio de transinissio 1 4 igual a 2. 0 compri- ‘mento do cabo que se enrdla em cada meio tambor = 2k (h— altura de slevacte).. 6 c= 2ve 0 rendimento 6 9x 0,98 lo de polias com des partes (Fig. 4d) clevs eargas até = 5h c= 5y 0 7 OST. 42, SISTEMAS DE FOLIAS ° Paro elovar cargas acima de 100¢, usam-se sistemas de polins com doze partes. Em casos gerais a relagio de uma tathe miltiple igual a Fig. 46, Sistemas méltiplos do poiss. SietemasdePolias paraum Ganhoem Velocidade. Como foi observado aci- ‘ma, sistemas de poliss para um ganho em velocidade sto usados ipalmente, ‘em elevadores hidréulicos e pneuméticos para moverem eargas mais rapidamente REY YEE YY YY HE ee n POUAS — SISTEMAS DE POLIAS. CAP. 4 do que o pistio. A Fig. 47 mostra uma vista goral e uni diagrama de ums talhe do clevador hidefulico. Sua re Slatemae de polite para um ganho em velodidede 4 PROJETOS DE POLIAS PARA GORRENTES F CABOS E RODAS DENTADAS PARA CORRENTES, em goral, montadas livremente em seus eixos. Devido a 12 eubos das polias so projetadds sem bucha de bronze, © rendimento de uma polia de corrente é igual a 9 = 0,85. 4, PROIETOS DE POLIAS PARA cORRENTES n A resistencia & flexio oferecida pelas correntes soldadas, passando sobre poliss,-é comumente determinsds pela férmola w=aeu, 6) polig; ite de atrito nas articulagdes dos clos (u~ 0,1 8 0,2); je tragdo na corrente. Fig. 43. Polis ¢ rods dontadas para correntes soldadss. ‘Rodas Dentadas para Correntes Soldadas, Blas sko usadas como rodas de peas manuaimente Rodss do ferro fundido ‘Bon Gola la pofoaa, as todas dentane ato provides de esvidade que se adeptam, plenamente, em forma e tamanho no elo oval da eorrente. A roda dentada apanha a corrente que entra ¢ 3 los asventam-se n POLIAS — SISTEMAS DE POLIAS CAP. 4 tas cavidades evitando, assim, 0 escorregamenio da corrente no aro. Regra eral, as rodas dentadas sio fa equeno porte, tomando © Observacse uma con iéncia de atrito quando a corrente passe sobre a rods dentada, rendimeato ¢ scarrein desgaste da cor rente © roda dentada. Portanto, a corrente € & roda dentada devem ser regu- Jsrmento engraxndas, O rendimento 6 y= 0,98. A resistéooia da corrente a flexto, é determinada ‘da mesma maneira que s das ps correntes, de acorda com’ férmula (45), tomando-se 0 coeficiente de atrito, 4, tum pouso mais alto. (0 didmetro da roda dentada pode ser encontrado como segue: Do triingulo AOC (Fig. 48), tomes: = VORTAE . pe you (124). 360° 0 Atgulo @ = 2, onde 2 € 0 niimero de dentes. Expressando 0 valor de a através de a, Ie d, © depois de transformagtes algébriess, obtemos +(—w/: ( con 4 =D» ‘onde 1 —o comprimento interno do elo; d — distro da barra da corrente; 2 — niimeto de deates da reda; 0 nilmero minimo de dentes 6 2 = 4 Para proteger as correntes contra o répido desgeste deve ser feita uma previsio do maior nimero posstv um), 0 segundo termo, sob 0 radical na ditmetzo da roda dentads, determinado ==) ae wm odes dna om fens (Fg) so on Gon manera Goralmente ums roda dentada é monteds livremente em um exo, ea em ‘grenagem motor ou coroa sen-fim é chavetada no slongamento de seu cubo, 4, PROIETOS DE POLIAS PARA CORRENTES 3 x Eye de uece gui de ou um bloce de guia, ig. 480. Braga i empe™ ‘sada pare 1. Rodas dentadss © corentes de ros, Rodes De ra Correntes de Rotos. Essas rodes dentadas sio usadas mnamento de talhas ¢ guinchos, operados manual igfo acima de 10t. Dependendo do projet dese REE EEE EE YE EU EY He 7m POLS — SISTEMA DE POLAS CAP. 4 de mecanismo, as rodas dentadas sto sjustadas na drvore ou feitas inte mente montedas mum eixo fixo on ago fundido, Os em relagio” so. atrito os mancais, & = 0,95." Se designamos “b digmetro dn cir Do tridngulo AOC ¢ iva pode ser determinado como segue: temos TO~ portante, sp - 024 . 0b = ae t d= — ee (48) loage ds carla.” numero misine de deter £fregtealemeate 2 = 8 jeguranga de operaglo as rodes dentades para correntes de rolos, sto, fe como guise evita que a corrente nekos de milo, com pequena altura em auas estruturas. Iee0 sm. ser de eonstrugta fixe, mé= Pollas para Cabos, AS polias para cabos fundidas (oro fundido cin- vel e de compensagie, Ela sto, freqlent ento ou ago) ou soldadas. © rendimento & 9= 0,96 ¢ 0,97, levando-se em conta o atrito nos manesis. Trl tea dear d rt we Sdn tr pseu W 2 @2 yee dae i fs 8 oe pea dew (a= 0,08 2 0,1) © R— da rode dentads, de-dentes © por ¢ paBso da corrente, entad” 13, PROIETOS DE POLIAS PARA CORRENTES * Fig. Si. Caiea pare rodas dastadas de comentes de roles. esr a—4 Fig. 52. Coletor de corente. Fig. 53. Angulo do dosvio na safde do um cabo. 7% POUAS — SISTBMAS DE POLIAS. CAP. © didmetro des polies, para eabos de canhamo, néo deve ser menor que 104, onde d é 0 didmetro do cabo, Para cabos de ago, 0 didmetro minimo da polie ¢ determinado pela férmula (18a). A periferia do aro deve ser tal que o ue na ranhurt e possa desviar, suficientemente, do plano A fim de fazer com que a safda do cabo seja tangente ao lado de uma ra- ahura profunda, se lexio aguda (ngulo te desvio @), 0 ponto central dda sego transversal deve estar dentro da ranhura (Fig. $3). © desvio permissivel é encontrado pela férmula Y mse < 20 6. 9) As segnes transversais dos aros das poliss, para cabos de ago, conforme os pesifioam as normes soviéticas, astao ilustmdas na Tab. 16. TABELA 16. Ranhures de Polias para Cabos de Ago) mm. efoelelel a late |alalaldn 2 | is ws | 8 s] 6 a | is ws | 8 a] 3 | 20 iso | 8 o] 6 a | 30 2g0 | 10 we] s do | 30 aap | 10 Bl s 40 | ap 20 | 10 zl s 3 | ago | a | 83 | 50 sis | 1s | is so | 60 430 | 20 | a | 7 seo | 22 28 | 20 no | 8 sep | 22 wo | 3 Poligs pequenss so, comummente, fundidas em uma nica poga sem ner vuras. Polins grandes sdo provides de nerruras ¢ furos ou com raios em forma do crus (Fig. 540). A Fig. 54b mostra uma polia soldads 4, PROIETOS DE FOLIAS PARA CORRENTES n Geralmente, as polias sio montadas, liyremente, em eixos fixes sobre man- eais de rolamento, ou buchas de bronze. Se vérias polias forem montadas em um 86 eixo, cada polia deve ser provida de dispositive préprio de lubrifieagto. Os diémetros das polias de compensagio (Fig. 59) devon ser 40% menores do que 0 digmetro das polins de transportadorae de cargas. A relagio entre 0 ‘comprimento do cubo ¢ 0 didmetro do eixo da polis de trabalho €, freqtiente- Las Zr wats © lubrificante dove ser alimentado na parte desearragada da superiteie do mancal da poli. Ae buchas das polias podem ser verificedas & prossio expo. cifiea pela férmula mente, tomado na fai pew 60) , « onde 1 — comprimento da bucha; d= difmetro do cixo da. pola; Q— carga atuante, 4 Fig. 55. Polias de compansecto REE EEE HE YEE YE YY Se ” POLS — SISTEMAS DE POLAS AP. 4 velocidade perifériga da. sup 4s pressdes especitioas nfo devem exceder nos $2 vem ms 0,1 0,2 08 0,4 0,5 0,8 0,7 08 09 10 11 42 48 14 1,5 pen kglfent 75 70 60 62 60 ST 55 84 03 SY GL 50 49-48 47 4. TAMBORES PARA CORRENTES E CABOS Tambores para Corcentes. Esses tembores so usados somente em casos excepeionais pars guindastes giratérics, operades manualmente com uma capa cidade de elevacio até 5tf. Levando-se em conta 0 attito dos mancais, 0 rendi- mento do tambor é 7 = 0,94 a 0,96. © material é ferra fuadido, 0 'digmetro do tambor é D 2 20d (¢ -~ difmetro da barra da corrente). Normalmente, tambores para correntes soldadas sdo provides com ranhures helicoidais (Fig. 564) para gui no enrolamento. O paseo da. rae ie é a largura externa do elo da corrente, A lar expiras 6 determinedo polo compri- gura da ranhura c= 1, mento da corrente a ser'enrolada. Pars aliviar 6 fixagdo da extremidade da cor rente (Fig. 558) de permanecer no mfnimo, 11/2 espitas de seguranga. Durante a ) milo deve desviar da dirego da 1:10 para um tambor com ra~ altura dos flanges Iaterais J nio deve ser menor do que a Como durante a rotaglo da tambor corrente entra ou sai, o valor das re- ea sisténcias prejudiciais, devido a flexdo, pode ser 100% menor que nas pol a oS fede em nent» a mula (45) sesame uma forms Lied pouco diferente, w= OS um (450) Aespessura da parede de um tam- . bor pata corrente de ferro fundido pode ser enoontrada pela seguinte formuls empirica: = (0,75 2 13)6em, conde d — diametro da barra da corrente. A espessure da parede, no local ‘mais fraco, nlo deve ser menor do que 15-20 mm, Tambores pars Cabos, Tambores para cebos de cénhamo sio, freqilente- 4. TANBORES PARA CORRENTES & cABOS ” tipo plano com flanges eltes para possibilitar o enrolamento do cabo em vérias camadas. Isso reduz consideravelmente © comprimento do tembor. 0 didmetro do tambor é selecionado « partir das mesmas relagoes dos didmetros das polias D > 10d." ‘Tamboros para cabos de ago sto de ferro fundido, muito raramente em ago fundido ou soldado- Considerando-se os atritos nos maneais, 0 rendimento & 5. 0 difmetro do tambor depende do ditmetro do eabo. Com aciona- fo. a motor, 0 tambor deve ser sempre provido com ranhuras helicoidais, (Pig. 87¢). 0 raio da ranhure he lecionade de modo a evitar © aperto do cabo. ““A Tab. 17 enumera as dimensées padronizadas ¢ as profun- didades das ranhuras para tambores —~ A mao direita; le duas héliees ~ sobre o tambor de um ‘Tambores com um cabs tambores projeiadas pra cabo zeta oy onde ¢ — ralagéo do sistome de polins; p- ro do tambor; Esta padronizagio é aplicada a tambares fundidos de guindastes. Bim curclumento com miitipls camadae) ot Manges des tambores devem etenderse svima da time eamada da cabo, no maize, um dsimetro de oabe, » FOLIAS — SISTEMAS 98 POLIAS CAP. 4 TADELA 17, Dimensies dat Ranhusns do Tambor (em mm) Ranhure-padrio Dit. do cabo é Rathura profunda | Did. do ‘ate d o 3 3 3 5 " 0 0 comprimento da hélice sobre 0 tambor: Jess, conde s — pasco. Deixando um comprimento cerca de 5s pare prender 0 exbo © para ambas 5 flanges aterais, obtemos o comprimento completo do tambor -(4 +i) 2) Se dois eabos forem enroladas sobre o tambor (sistema miltiplo de talhas), © comprimento total do tambor serd: oH bo (BE anpos 6) jambor entre as hélices, & mio direita e A mio es Como di widenviado espago pare duss espiras de seguranga em catia lado, © tomando-so 42 pera fixagto do eabo om vada lado e para os flanges laterais, obtemos 12s para ambos os lades, Este specto foi levado em conta na formulé.( A espesstim da parede-do um tambor de fervo fundido pode ver encontrada, ‘ aproximadamente, pela soguinte férmula empirica: i onde ty 6 0 eepazo no -querda, ditado pelo projeto. w= 0,020 + (0,6 a 1,0)cm, 4) ‘onde D — diametro da tambor. 4, TAMBORES PARA CORRENTES © CAEOS a Durante a operisio, 0 tambor esté sujeito & e¢lio combinada de torso, flexi © compressio. As dvas primoiras deformagdes produzem tansio apre- cidvel comente em tambores muito longoe, feito de compressio é muito maior. Por isso, dave ser verifieado em pri- anel de espessura do meio anel sepa 1a suportada pelo elemento de srea dF = Rdgs importa em a8 = Ragsp, onde p 6 a presstio normal sobre uma unidade de superficie do tambor. ‘A soma das projegses de todas as forgas clementares uum plano vertical ord 152 afta n= te fas ede 2 S28. PR > De Como a superiicie do tambor esté sujeita & agao de forgas uniformemente istribuidas, com intensidede p, 0 tambor pode ser comparado a um cota pressho externa, em cujas paredes as tensbes sto determinacins pel nheeidas formulas de Lamé. A tensio na superficie interna do ellindro, de acordo com Lams, & e, ne superiicie externa, a DoF fa = “Pie ss obter, depois de trans 10 na superficie interna Quando Pie = 0, Par = pe d= D ~ 2, poder formagdes apropriadss, a méxima tensko dee do tambor: Fou = Aanitiis «taste 2 nos esleulos: - PE EEE EEN YE YEE YY EEE YEU EU Ue w POLIAS — SISTEMAS DE POLIAS. CAP. 4 O valor permissvel de con pare o ferro fundido. de classficasto C2 15-82 ai até 1000 ket, para ago fund = tambor subs ‘conjuntas de fleaiio ¢ torgio, s tensio ido cinzento, nfo deve ultrapassar a 230 kgfjem?, pera, ago fundito a 1200 kgffom?; pare! tambores soldados, nao deve ultrapaésar a1 400 lgt/om? Flaatde de Cabos em Tambores, A fixagio ‘por meio de parafuses € ito ” twada na Fig, 580. 0 corpo-do tambor Tundido ¢ provido de ums abertura parm ida nessa abertura ha uma plaon %, eom eabega nna parte intema, de segrdo com # segio transversal do cabo a, A placa é spertada com dois parafusos c. Fig. 58. Fixigio dos exbos nos tambores, ‘Essa fixagio ajustével permite répida troca do cabo. Quande dois esbos 2 enrolam nos tambores, pare maior seguranga, a fixagdo deve ser dupla (Big. 57). ‘A, TANSORES PARA conRENTEE © cABOE 8 A fixagio por meio-de cunha ost mostrads na Fig. $80. 0 cabo a passa. zeth torae da cunha de ago b e corpo do tambor. A sbertura dev ‘0 melo, de modo que a cunks possa Fixagio com ajuda de places & do ambes os lados para lads. je acordo com as normas do pats. Este axtremamante seguro ¢ conveniente. Uma 18 parte interna, de duas ranburas para o cabo 0, entre ‘para um parafuso ou prisioneitd. ‘A crista da sanhura para os parsfusos do fivaglo transferida meis ciroun- fortocin, “O eabo 6 proc por dues places, como mostra a Tab. 18, ‘Tamt Atrita para Cabos. Tambores de atzito silo iambores de acio- namento, is 0 movimento 6 transmitido ao exbo pelo atrito entre este 20 tambor. ‘Tambores do atrito tém s vantagem de elevar cirgas o grandes alturas. ‘Poder também ser usados coin mecanismos para mover vagtes e trens completos, A Fig. 50 mosife um tambor de sirito simples ¢ a Fig. 698, um ecionn- mento com dois tambores de strito, Tambores de atrilo simples eéo provides de renburas belicoidais para o cabo, qual se entola em seu redor em uma ou aclonamento n dcis tambores o cabo, usualmente, s¢ sssenta fem ranburas anulares. A relagdo entre tragdes, nas paries do entrads ¢ saida do cabo, em um tambor simples 6 expressa, pola férmula de Eulor Behi= om, onde Si — tragio na parte do exbo que entra; S;— tragfo na parte do exbo que sai; = base do logaritmo noporiano; 4H — eoeficicato de attito. "Para cabos-de ago © tambores de ferro fun- ide, ele pode ser tomado, -aprosimadamente, como w= 0,15, x i tes Fig. 69. Tambores de atrito, a POUIAS E SISTEMAS OE POLIAS CAP, 4 teas para Fixapto dos Cabos de Aso nos Tembores . Pees re & & ee] fe la lw se fiza- 7 tice | eee ses a ies iff] fale) x | Beta lafafo| of BEN) se | 25 | ao z 7 iw wlaf a} Bh] 2] oo} : = B Jets] mo] a) sfx | Bello |o [ar] refal a 1s Hable] fas] oe] | | BE {fom | | ofa fae] ‘A forsa petiférioa no tambor & P=8 Ss ‘Em um tambor simples, de atrito, (Fig. 59¢), 0 cabo desloea-se a0 longo do eixo do tembor. © niimero’de ranhuras e, portanto, a largura do tambor deve corresponder ao deslocamento axial do cabo. ‘Tambores simples, de atrito, sio empregados para acionamonto doe earros dos guindastes rot variével (asualmente duss voltas), pontes de transferdncia de carga, guindastes de cabos etc. 4. TAMBORES FARA CORRDITES CABOS 2 Em um acionamento a duplo tambor de atrito (Fig. 608) o eabo 6 enrolado ‘veass em torno de dois tambores paralelos, girando no mesmo sentido, ¢ impslsionado por um s6 motor. A forge de tragdo nas partes do cabo é S. S ss s= Shots a; a om wt onde $1 — tragdo on parte do eabo 4 Si — tragto nos partes intermedi ‘Bea — tragdo na parte do cabo que a= 's — arco de contato do cabo sobre um tambor; n_ — dreas de apoio em contato entre 0 cabo ¢ embos os tambores; nae wvandorse em conta 2 rigides do cabo em um abraga- mento (nfo se considerando as perdas nos manceis); m= 0,995, A forga periférica total de ambos os tambores & P= S)— Suu A carga sobre 6 eixo do tambor J & QE ES EHS, ‘A. carga sobre o eixo do tambor II é = S454 As perdas 03 mancais 56 W = Q+ 09m onde jy — enefiionte do atvito nos mancais; @ — diémetio do munhio do mancal; D = ditmetro do tsmbor. 0 rondimento totsl da transmissto 6 S "" PEW 0s eixos dos tambores de atrito podem ser slivisdos das altas pressdes ra- diais por molo de aros especiais, os quals correm sobra rolos, suportando essas forges radisis. Gabrestantes. Nos cabrestantes olétricos, usados pars mover carros ferro- , 05 tambores so, em gersl, i ‘A forge na parte do saida do onde n € 0 mimero de espiras. PE EE YE EE EY Ye POUAS E SISTEMAS: DE FOLIAS CaP, 4 le atrito 6 y= 0,1 0,8. A forga perifériea ¢ P= S,— S,, ) & ajustado sobre uma arvore vertical, trabalhendo sobre Jo por um motor de scionsmento, através de um redutor A parte em balango da drvore iga, com a coberturu da eaixa ¢ in ‘os maneais que suportam a érvore. uma forga axial para baixo. Ela 6 si do tambor devs ser provid de rolos dutocompensador © um manest ‘axial e radial. oo . Quando se requer duss velocidades de movimento do cabo, utilizam-se tam- bores com duplo barril (Fig. 60¢) Abaixo so dados varios exomplos de eéleulos de selesio de exbos. alia com um elareind de suspentda. Dados: Capasidade de elevagio Q = 5000 ket, altura de elovagho H = 8 m, trabalho smédio, pom do eltrolna de suspensio. @ = 2000 kg, numero de partes do cabo r= & 1, A mfxims teasto no cabo. Him um sistema multiple de poliss com dus poliss mé- vets 04 partes de cabo (ver Pig 46), tragdo, ea une parte, cert @+ero9 ™ se onde Go — peso do aparelio do ganch ‘tp — rendinenta de sistema de (5000 + 2000 + 120) Teo «200 kt. Como a alters de dlevasio & pequecs, daspresmes pero do cabo. se Buemplo 1. Selecionar, por etleuls, os citor, plies ¢ tambor esi para uma ponte 4. TARBORES FARA CORRINTES E CABOS ” 2. O nian de exe Go obe € eso PE. srt om 8 Fg 0 nine de tex pare sb do fl xo dings A sr gal 89 = 3 De Tak 7 « ean = 8 Za w 23 4, Sto tasers do ete, Tomandoee » pres oa com sino de fe 4 = thn Stan, ds Be, ™ nt a ra 5 wm TL x wo Fey = 087 ea, Resistdacia & rupture cy = 15.000 kgt/on, fat de seguranga pars pootes rolnies de scordo com a Tab. 08 9% = 071m, 9 pew de um 5 000 legfen®, w cares de compersadiors Dy= 0,80; D; » 0,6 X 400 = 240 mm. Tomamer io tambor-’ Na Tab. 18 ums raahura sormalizada tem ry = 9mm, aabura no tambor, Na Tab, 18 0 passo € += 17 mm, , eu cada lado do tambor (Fa. (51). 15 opie, -D4+WIs+he 2} x17 + 100 - 46mm, fanburas des mcs esquerda ¢ draita (eproximade foes da esrutura do sparelic)."Tomamoe = 100 AL, Eapesura das paredes do tambor de ferro fundido (Bq, 54) 6 y= Of0D + Lem = O02 x $04 1= 18cm = 18mm, POLIAS = SISTERAS Of POLIAS CAD, 4 Ensaio para s testo de eorapressto [Ea (55}& 2 plana de ruptura do cabo 5, pode ser encontrada pela equasie 5 = PR = 2610 x 6 = 15800 kes, 108 © cabo de aeoedo com a norma do 6 19 = 114; 6 wm esbo de torgio fam’, d= 17am © F = 108 mo. : nes de oun ruptara por fadign, & 42 = asso = 8400 x 8 x 12 X 04 K 2,5 = 129 400 Hexses, conde N— nvimera de meses que o eabo exteve em operasto (12); o& valores dea, 22 © B so to- A rebpto A-2é encontende pela Bq tomadot das Tabs, 11a 0 didmetco do tamber D = 264 ~ 20,4 x 7 a vids do cabo eclecionad no Be. 2 se ¢ rdogae 2 = a7. 1, encontrames 9 niimsro de A vida do cabo ¢ encontead pela Be FBO SX OAKES 44. TAMGORES FARA CORRENTES & CABOS » Exempla 4, Eacgntra a vids de wm eabo do tio Warrington, de torso cru = 178¢ Fs sos mm’, arnado em um quindaste com copacidade de lsagto = D Dam. [A tensto real 200 Te = 25,6 balla; .. a-8 BARU HOST ET =. ortanto, de seorda com @ Tab, 11, 2 = 168000 fexdes Avride do cabo € 158.000 Be ~ TOK Ex oAKEE ~ TS mem sample 6. Detirminar os dimensrs dem esbo ¢ 0 didnxsro do \anbor para wove ponte ‘olanie cmt expacidade de clagao © = 201 iitio pesnde. A reacao do ex ida abo 8X G7 Ede toro erzada, com ana sla oy © 180 gts’ A trasio em um membro do exbo = 2 20000 Pa Bn 20 52001, A cargs de ruptarn do sabe, como um todo, & S = PK = 8700 7 = 25.000 kat, onde — faior de seguranca, iguat = 7 (para trabathes pesados, 0 abo ¢ seletionado de acordo eam a norma do pas; d = 2 O ilmero de Mexbesrepetidas ¢ do cabo, antes da ruptate por fadiga, & encontreda pels By + ele = 9801538 08 98 = a8 Dae Acoso 26 ents pl B19 Aw Ba meceies + 8 = 18 x22 X02 x Lox O82 + 8 = 412. 0 dtmeteo do tambor & Dow spd = 412 X 215 = 885 mm, VEE Ye EY he se POUIAS E SISTEMAS DE FOLIAS CAP, 4 : Eemple 8. Bnoinirar a vida de um cabo de torgao parlela para as mesmas eodifoes do _ Bremplo 6 Da Eq. (19), . cAPETULO 5 aug a9 LOE OE = 859000, tems a vide do exbo DISPOSITIVOS DE APANHAR A CARGA Reportando A Tab. 1, paca 0 £ 55 000 = 99. 10mes, No wae ” THOR EX OTXES Se 1, CENERALIDADES: ee sm forma de ganch: empregados para clever cargas pesando até ~ achos duplos — a partir de 25 tf) enquento que ~ : - ~ Fangulares e laminados podem sor emprogados park earregar cargas ‘Todos 03 tipos de ganchos ato feitos de ago 20 Depois do forjamento o das operapses de usinagem, 08 ganchos slo cuida- 2 e limpos das escemas. 0 diftn te pers acomodar duas pernas de cor Tegra, carga 6cuspensa em linges de quatre ‘peraas, com dois Jagos sobre selu do gancho (Fig. 61). Q -4___@ ss P= ony ~ Tees aa ~ 0850. FreqUentemente, of ganchos pos- sem ume sect trepezoidal mais latgn, internamente. A sego trapezoids atém de um projeto mais simples, ut melhor o material. Na parte st © gancho termina em uma haste rica operando somente A tragia. A parte euperior do ganchoforado € rs para suspensio, nas travessas dos yy, soaio do ure cargs em um dispositivos portadores da carga. FOL Sarpene * IVOS DE APANHAR A CARCA CAP. 2. GANCHOS PADRONIZADOS PORJADOS A Fig. 622 mostra um gancho padronizado simples, forjede. O dimetro @ e as demais proporoSes dos ganchos padronizados simples e duplos, podem ser ‘encontradas em normas do pals. No processo do projeto, es proporgces de um gancho sio admitidas por tentativa, com base nessas normas; posteriormente, © gancho 6 vorificado a resistfacia o, todas suas pro; iments, es tabolecidas, 44 . 4 rebey z ef ie Ma a 4] Fig. 62. Gancho foriado padronizade tmensoes de vm Gancho, A haste do gancho é verificsda & na porgdo oscada (didmetro menor d;). A tensio de tragio a 69) vel de tragio a; nfio deve exoeder 500 kgffem* para o A20, dda porea do gancho ¢ determinada pela pressio espeetfica per- misvel na roste, de acordo tom « seguiate Term 4g 38 — dip’ (60) onde £ — passo da rosea; dy — didmetro maior; ¢ dy — didmetro menor ds rosca. A pressio espocitiea admiesivel p (ago sabre age) é tomeda p= (800 9 350)kgffom?, 12, GANCHOS PADROMIZADOS FORIADOS a Ganotes para pequons capaidaes do carga sto provides com rota tric normal emo. Em gi dice pretertncia rosea traposl Rosen dente-le-serra oferece, teorieamonte, grande vantagem, visto que um goncho 6 earregado em um 55 sentido. ‘A tonsio unitdria, na sela do gancho, pode ser encontrada pela férmul — carge sobre o gan = Srea do sega 0 = maio do curvatura do’eixo noutro, na sogtio transversal erition; a F —fator, dependendo da forma de seqo transversal e curvaturn da © momento fletar M & considerado positivo se causa a ture do gansho (decresce cou raio) ou negativo so causar a ditain vvatura. Como ume earga tende abrir o gancho 0 momento & negative (Fig. 622) M =~ Qr= ~ 0050 + a). © valor de, 2 § encontrado pela relagha Lyfe zo ~G[ she 4 qual, para uma sepio trepeaoidal com Iados by ¢ bs ¢ altura h, sera ott gig [fet eet of is SER — oo, 2) Pode-s admit eom sufelente precito, pare fins prices, que normais de genchos, o centro de curvatura do eixo neutro, na sogo e ineide com centro geométrico da boca do gancho assim 7 = 0,52 + Setommos b= ost bene Ben, ay (6 es do ta formagbes, toré a seguinte forma: Jn ~ 0,5) 1,09861 — (a ~ 1)] ~1, (03) visto que, despreasudo-se 0 deslocamento do eixo neutro relative ao ceutréide da segio, temos: er E EE e * DISPOSITIVOS DE APANKAR A CARCA CAP. 5 Nessas cogtigoes, a Bq. (68) pode ser usada para encontrar z para qualquer b 1) os valores de 2f = —Q05a va trasionads da extremo inte 2 yr ogre (yt _y = - ne Pte, wo A méxima tensio unitdria de compressio nas fibras externas é encontrada da os) % a (ganchos padronizados), 0 valor do para esses easos pode ser en- contrado, mais facilmente, por métodos grificos. inagdo Grifiea do Fator x. Para se encontrar o eentrbide lesenha-se, em uma escale conveniente, a sepfo trans - 63). Depois disso estabelece-se um sistema de coor- ixo das abscissus GK € dividido em um numero arbitririo de is atravésda sega transversal do gancho. espagadas 20 As éreas Sm zy ello ropresentadas verticalmente no diagrama. 0 valor de x 6 a distdncin do ponto as linhas verticais correspondentes; xv € o respectivo comprimento das linhas verticais dentro da eepéo, As extremiday 2, GANCHOS PaBRONIZADOS FORIADOS 5 Fig. 63. Diagrama pura doterminar o fator 2 des das ordenadas sto ligsdas por ums liahs. 01 A abscissa do contréide de segio ¢ determinada pertir da seguinte f6rmula: ne (66) fine ve ok =~ F’ fe onde f — éres limitads pela curva; F — axes ds sepio transversal do gancho, As freas f 0 F sio determinadias com um plantinstro, _ Para encontrar as dress awsiiares j; ¢f2, decenhase uma Taha SA a partic do centro do curvature 8, c, através do_ponto C, desetha-se uma paralele CB, que determina « linha DB na vertical DA. Continuando cam o meso pro- | % DISPOSITIVOS BE APANHAR A CARCA CAP. 5 cedimento para todas a3 vortioais, obteromos varios pontos ¢, se os ligarmos ‘curva continua, eneontraremos as reas f, e fs, ql se unem no ponto C. As reas fi © fy slo determinadas eom um pl © fator © seré 2 [tt gp - — 2 2-9 [Ge F @ [A distineia entre # linbs zero (fibras neutras) e a linha eentréide ¢ 68) ‘A Tab. 19 dé os principals valores de projeto pars os ganchos simples pa- dronizados. ‘TABELA 19, Principals Valores de Projeto pura Ganchos Simples a0 do| Raia de| Area de projet toca | erent | “om ont Jériag determinadas pelas formulas (64) ‘para 0 A20 A plo TIEIV 6 verifisada 8 resaténcia no dagulo miximo permisivel 2a = 120%, da mesa snulra como na. seo FI (Pig. 622). Desprenando-se a forgn de cialhamento -$., o6 cfleulos slo feitos par forga Ste, de scorio com o mesmo método scima ussdo, tomando-se a0 iavts de, 0 valor» a earsjondentes dienes dst 2, GANcHOs ranRoNIZADOs FoRIADOS ” ‘A porpio cilindzica da haste do gancho, que penetra no furo da travesss, std sujeita A tragdo. No eatanto, desulinhamantos acidentais podem caurar, fgualmente, 0 aparecimento de forgaa de flexio o, por ema raaSo, o valor das tensoes permissiveis & deliberadamente, redusida (Rig. 02a): = © < woketom? oe. Sig $ 500 kath 4 Ezempla, Veriiongo de wm gancko simples Jorjade, Dados: Cepacidade til de slovapio do guindaste @ = 6000 ket; peo do gancho com sgurras UG = 1000 ket 1. Carga plena no gancho Q = G+ Gy = 5000+ L000 = 6090 kg 2. ensho na roses. ‘Tomainat um gancho pedroni if, para um acionamanto a snutge, e vorlieames suas dl Dravida de ume ramos intrica ¥, tendo 0 didmetro maler fom a Ea, (60), © tensto & sm capacidade do carga de es brett, A acto & fam (= i8). De sencdo 6.000 : = FO 285 kom’, ‘gee 6 permissive 3, A altura mfaima da porsa do gancho (Ba. (8) & wa axe Faas ~ THE 0 gréfca obtemos (Tab, 19, 5) f = 288,8ca = 4m, Jo 205 ote, ene agg hotem ‘As dross auxlingse obtidas com um platimetro eho f= B93em? e fy~ 572en". Fator = (Ba. G7) 6 A= 1d. 2093-57 | 2 Mh 57) 00981 (Cab, 203. na ser0 © 0 eentaide, pea Ey, (68) & x 0961 TF opr ‘A distancia entre as bras jnternas extromas ¢ linha sero Fig. 68) & tw hgm m7 461 ~ 082 = 370 om, 82 ee, EEE EEE EYE YY YE Se 2. GANCHOS -DURLOS FoRIADOS » A forga normal da seeéo FFI é A mfsims tengo nidria de trap nas bras inter, 20 sel ra Aga ” - conde B — angle do incinago de ses com a verti onde a = 95 nm ‘Sendo de um gancho duplo & trapezoidal atre- eb: te, a8 tenstes unitdrias nas fibres extremes Arméaima tenstouitidia de compresto ns fibres externas, de acordo oom a Bq, (65),6 = -* a7 appar * 37s =~ ao katiem’, a ‘As tansbes voitérias, nas sepoes TIN a 3. GANCHOS DUPLOS FORJADOS projetidos com solas menores do que as dos idado do clevagio. As dimensdes das porgdes i : e a linha neutre e as fibres extremes; #— free da segdo transversal erfticn dos guindastes profbem suspensio da cerga em um 36 Admitamos que metade da. “obreearregada 85) partindo-ce das @ 2, B, Pa AB cen Bare oy, = Bee ee Fig: 64. Gancho duplo, porgdo curva de um gancho duplo é verificada da mesma A tenstio do flextio cys surge do momento chos simples. Botretanto, em virtue da suspensio assim ata ya deve ser um pouco aumentada (aproximadamente de 1/3). Mine = = Pf 2 se 12x S = 20, atuando em um aio do gancho, © i Portant, tragio na linge atuande, em um dogulo com a vertical (usualmente «= 45", : : Fig @ Gandia doplo com 20 oo VG ei) FOr. (72) ga suspensn em um bdo, sei P= Foose” 100 DISPOSITIVOS Of APANHAR A CARGA CAP. 5 Bzeriple, Verifiangae das lensda ne pergta cura de um gancko duple frjade Dades: Capacidede de carga 1S; dimensoes como na Fig. 00 1. Carga plese Q = 150, 2. Forga normal & seego [Be 2 x 18.000 X sen 77 2X 18000 x 808 TE 5700 gs 8, Fator = ‘Brea de sogko transversal F = 1158 ca, ‘Area ausilsr f = 76cm". A abscissa do centedide & s, 79 ao dn Se cope, Pes ue Dinonstes em, co. Isso-e 23 0-m08 Fig. 66. Cleuos a reistinsia para um guacho duple F— Lah do centeside 4. GANCHOS TRINGULARES SoLIDOS ‘A detincia entre a Tithe seo © centside & A ditancia entre @ Fibra intsrnn extrema @ a linha care & = 79 68 ~ 120 55tem, 2x51 . x 2S 00 tom's 145 +18 = = eahegtien’, Amabot of valores sao permistiveis. 4. CANCHOS TRIANGULARES S6LIDOS Os ganchos teiangulates sélides (Fig, 67) so, us te, empregadas om guindastes de alta capacidade de clevacio on ' ocasionalmente ie desses ganchos osté no fato fam a carga deve passar polos olhais. Os ganchos rjudos om uma $6 pop, gancho sélido determinsdo o, em 5, & tres voRes est terminado. Visio que 0 arco 6 feito inteitigo com os lados, © de flexto, estas causam, também, flesio nos lados. os a forcas Fig. 67. Ganchos tsangulares sos. ra tentativa do um diagrama de momenta fear. De acordo ‘tigagies, 0 mnmento fletor no arco sera seer a mya @ fs 6 PEE EEE EE EE EU SE YE DISPOSITIVOS DE APAMHAR A CARGA CAP. 5 onde o8 ladas s6 juntam no srw, & a w= 38 “A forga de tragic stuando Sobre os lados & a p82 ees = : “onde ce — Sngulo entre ox lados inclinados; Q — coms; P Mio do arco, medido eo longo da linha neutra das sepdes @ 08 lados, bom como entre a haste e os lados, deve ‘A. méxima teasto uni 67) pode, também, ser encontrada pela Ey ee. : conde Py = Leg © —torga de compressto atuando no areo, em ket W — médulo de resistin F — dren da aeqho trans A tensto aduissivel para o ago CTS 6 ag = 800 effom do sree, 5. GANCHOS TRIANGULARES ARTICULADOS [A fabricago de ganchos triangulares sblidos apresente varias dificuldedes de produgio. Por essa ra2io, no manuseio do cargas pesedas, da-se preferéncia fos ganchos trianguleres eompostos. A Fig. 68a mostra um’gancho composto foom ume srticulagso e 2 Fig, 685, um gancho composto, com trés articulagaes. ‘A tensio unitéria nes conexses dos ganchos compostos de trés articulagdes € e= -—* 73) sen SF uando © arco 6 suspenso em 4 conexées). 15. GANCHOS TRIANGULARES ARTICULADOS, © valor permissivel € . . 0, = 1.200 kgflem®, jangulares articilades no arco, € determinada como ums tensio om ume viga ~h, MM o- pt aR tar R= a wa he Pe, w= Be Pas; Q @ he pep onde F — éres da segfo transversal; ex — distancia entre o eixo neutro e as fibras submetid es wmetidas a maiores eargas. © fator z para uma clipse & exprosso pela equagio: GYHG)-EG) onde @ — eixo maior de clips ou diimetro de um clreulo. ‘A tenstio do othal da haste & vorfenda pola férmula de Lamé (Fig. 686 ee): gx WEE i= WO 10s DISFOSITIVOS DE APANKAR A CARGA CAP. 5 - 2 (presto espectioy; eos bd b —largura do olhal 5. ORGAOS PARA GANCHOS DE SUSPENSTO Pesos de Ganchos. Para levantar cargas leves (~ alé 5 tf) os genchos sto, fregientemente, fixos diretamente a uma aparelhagem flexivel de elevscéo. 19 6 muito leve para vencer o atti ‘apio, durante a deseida. Por essa razto, deve-se adicionar um peso Para amortecer os choques, 0 peso do ganeho, é muitas vezes, provide de moles. Hles so extremamente importantes em guindastes que trabalham em martelos de for} a. Manais de Ganchos. Mancais axiais do esteras permitem ao gancho ear- rogado giear faciimente no manuseio de cargas acime de 3 tf. Montados nas travossas, eles suportam as porcas dos ganchos. © melhor projeto € 0 de man- fais autocomponsadores com anéis de assento esférico, visto que nfo nevessitai de superficie esférica na teavessa 16. ORGAOS PARA GANCHOS DE SUSPENSAC 0s © recesso do snel de assentamonto 6 feito com uma profundidade de 2» «= 10mm, depoadendo do tamanho do mancal. Os meneais dovem ser cobertor por uma ceica, para protegt-los contra a pocira e umidade. A Tab. 20 dé as dimensées o cargas para os maneais aiais autocompenss- ores para ganchos que transportam de 5 a 75tf TAELA 20. Dimensicys dos Mancais Asiais de Rolamentos de Esferas parm “apacian: “Limite das tdedeeoio | om | oy ale Qe 5 wo | x w | 1s as | wo] a | 2 ry n| 2 ss | 2 15 so | @ uo | 2 2 wo | 95 35 | 2 a 100 | 103 to | 2 0 as | 0 to | 3 0 325 | 130 is | 3 @ iw) | 135 135 | 35 © aso | 155 205 | & % ito | 16 20 | 4 As poreas devem ser munides de dispositives de ceguranga para evitar evit desaperto. Travoteas para Ganchos. AS travessas dos ganchos sto srticuladss em placas Iaterais'do aparetho, usualmente reforsedos com tiras ou tals de ego, Isso permite que o gancho gire em duas diregbes entre ei perpendiculares. A tre ‘vessa € forjeda de aso e provide, nas oxtremaidades, do dois meentes torneados, © diametro do furo, para a haste do gencho, deve ser um pouco maior do que ‘2 propria haste. Alguns projetos de travessas esto mostrados na Fig. 70. © momento fletor méximo 6 pie OLD te WG gs, Mptt = Soe ap 088) CO onde a; — ditmetre externo do anel de assento do mencal PEE EE EEE EEE EE ES © médulo da resistencia & pa ty : - Wm Fo aon A tonsio edmissvel & floxio & us ~ 600 & 1000 kaffom'. © momento fletor, para os munhdes das travessas, 6 onde s — espessura da tala; 4 — espessura da chepa lateral; DISPOSITIVOS DE APANHAR A CARGA CAP. 5 ay a Cy re —i_] Fig. 10. Travesis para punches, } ‘no meio da travessa & pn 2D aoe ape = © (Rante~ $43) @ 2 ome oa sunhses & wo $ (Pears) ep (0 médulo de resisténcia 6 determinado pele Eq. (77). Na sepdo AiBs, Na segdo AsBs, forse uso das formulas de Lamé. 108 DISFOSITIVOS DE APANHAR A CARGA. eAD. 5 Fig, 2, ‘Trovess. com teas, pare um spareio de quato pola, A presslo espocfion & . = ? ds A tensio unitéria na superficie interna & age BORA “OR @ A tensio unitéria na superioie externa & A méxina tenstio seri na supertfeie interna, isto 6 portento, Q area 8" he Ue (2) Caleulo Proviso da Resisténeia das Travessas pelo Método Desenvolvide por A. A. Staroselski Se a travessa & projetada com Jesse admitir a pressio ida sobre um mneio assonto, para um maneal de rolamento, superficie de contato da drea carregada como dis indro, de acordo com s seguinte Peep ces @, 46. ORGKOS PARA GANCHOS DE SUSPENSAO 109 Seja p a resultante no eixo, Fntio encontramos pele equagio pm =F kellem. 83) Passendo mentalmente uma sega através de I-I, eliminando 0 lado direito e denotando as forgas eldsticas sobro as segSes doa nel, como mostra a Fig. 73, podemos estabelecer # equagdo do equilibrio do lado esquerdo: MN. @s Fat y= Ws + NDR = 0. {Como incognitas extras tomamos ay © Fig. 78. Diagrama ds lll pars ema tev Da Eq. (84), encontramos Vs: mem 2 0) Depois de substtuir Ns na Eq, (80), teremos ayaa ovine (bE 44)pa & FEU EE EEE YUU SEE SU YS de 10 DISPOSITIVOS DE APANHAR A CARGA CAP, 5 4.0 momento fetr, numa sepo arbitra do meio ancl infer, eoré M,%= My ~ Mi — cos 9) + Ere [castene ~ pa My = Ht. — MRC ~ 008 3) + 1 PR o cn 9: = dike, ait. ai am © momento fletor nums sepio arbitréria do muio anel superior seré My = Ma + NiR(L — 008 8). ‘Usando ss relagtos (86) ¢ (87); potlemos rodusir a expressto de M, a seguinte forma: = = Bi ~ 0s ¢), aM —MmA ta S + oA); 0H Me at Sue = 1 Seo — Ba + 0s 6, . A energis potencial total de deformecio ne travesss ¢ igual & soma de trts ‘dendlos: enorgia potancial da parte retilfaea (U), do meio avel inferior (U3) € mio anel superior URW Yt tr Como Uy nics fungto de Mf, eV, eno, dé nedrdo com o prinuis do mie nim, trabalho, teremos Wt Hg oa, eo) Ua +tt) SD oo, Oo) devido & esto de forga normal ¢ cortante, pode ser des- equena, comparada com a energia potencial do momento doterminada pelas soguintes equagdes: Faz a= [22 pay @ ts= [ME ay, % ends 16 0 momento de inércis equatorial, da sopio transversal do ancl, 6 4. ORGKOS PARA GANCHOS OE sUSPENSKO 0 desenvolvimento das Bqs. (9) ¢ (00) pode ser escrito como segue: fifo #0 cn 04 L pepe e] ae + + Ms wine +0 8) +2(5 +2) coe] ap = 0, FFs me so) + Lot ote oJ ~onnver + fife ~ REL ~ cos 8) + -P(4 + Ecos 8) [+ costae 0 Por convonitncia, subtrafmos primeira equagto da segunda, termo yor fermo, integremos o resultado e fazsmos transiormapéee apropriadas pare. ob- ‘ermos um sistema de equapio 4nNiR — PR +21) = 0; Be okt nats — as (OE 4 4 Resolvendo-a, dacontramos 1 L 3 Mw ge (bee) rs ws m = (~ 012+ 000-2) pe oo , 112 + 0,004 Se v auel externo do maneal de rolamento for de ajuste, prensado na tra- vyessa, ole tomaré parte na operagio da travessa, aumentands sua rigides; isso {oi desorezado nos eflenlos. Quando a patte, em anel, de travessa, & um clomento de um par deslizante, lovido & folge do ajuste, 0 contata com 9 munho é sobre um arco menor 180° ¢ a lei de distribuigtio desvia-so da lei da eurva co-senoidsl.. Bntretanto, iulgamos posstvel também nesse caso utilizar a solugao acims, como uma pri imeira sproximssio, Esempl £. Céleulo-da resivénca de wma trasona de 9 ‘saremos os memos dados do exemplo para um gancho s 2: Célula & reistbnca da travessa (Fig. 74, De scordo com » Eq, (70), 0 mixin gH, ple = S000 = 2 ce 08% 19 «247g, DISPOSITIVOS OF APANHAR A CARGA CAP. 5 (0 mula do resistincia (Be, 4 : w= To - ae = dato Scent. 1 5 090 28 4. Travoue de um enue. = £6,000 48 7 200 ket A toned sitrin nos mushbes & Me, 1200 sre uate Wee Tie ST keen jue & pemistvl. se A presto especiea sabe oF manbes (B, (9) é 000 Fay TKEKGE = 195 kf’, Sto 6, pereitane eenplo & Determinagto das tapes uniurioe x sergo TT dx troress (Gig, 75 t= + sod ming P= 2200 kt 25-15 oa A soplo eth apresentada na Fig. 76: b= Gem; 4-94 = Seay pm BE ~ ten, A feos da 2eea0 teanversal do aael & Fo tha0x5= Went (© mbdolo de resistincin equatorial & are = SRS spent, rs Ti T os iT 7 tensies na (ravessn. 4. ORGAOS PARA GANEHOS DE SUSPENSKO , na Arg nro btn ener dead m9 a (8) 6 ne Leta !)p~ 1.49) op seer ue Mine (44a heb (v4.2) 200 = sc00%e. A forga aormal, stuando a sspSo supetior, & 2200 ye m= Em 200028 = 2 200k. fo do meio ancl in, 1, 2+ 0004 M2) 9200» 10» 30 tem, rns soto do meio anel superon, & Mee shame (hx b 44) pan aaw-2% 300% 04 Lt we + (Gx B+ Fb) 20x 10 o 5700 keffens, © mésino valor abtoluto da torado wnitévie novel & 5700 , 2300 : SO 2300 506 tation sando.os métodos aprosimados, eonvencionas, de efleulo encontrames o momento fete ao meio da tare 2200 x 80 = +4000 ketfom © mésulo de resistincis equatorial, nu sopho transversal extica, & 2 825-15) ye = SE 000 enti, ae, 44000 . egies bps — = ERO = 2 oo aio: Aparclhos para Genebas, 0 aparetho € a parte completa da tlhe. sus- pense, 8 qual inclui: dispositivos portadores (genchos), travesss, polias infricres « placas da carcaga com talas, em quo os eixos das poliae eos muinhdes das tro Yessis sho prosos. A Fig. 77 mostra um sparclho com utza polis eum dispo- tivo, o qual impede quo @ aabo escape. Quando s carga, na descida, tende a puxar a lings de correntes ou cabos, fore do gancho, este, ser4 provido de grampos de segurangs, como mostra a Fig. 77. 0 grampo da Fig. 78 6 um dispostivo extremamente engeahoco, que prende o eabo com 2 Aparelhos pare miltiplas potias s80 proje duzida, “Nam aparetho normal (longo), as pol lum eixo preso nas plzcas laterais do aparelho (Fig. 70). O inoonveniente desso projeto est6 na oxcessiva altura do mecanismo de suspeasto. Apareihos normais, com duas poliss (pesando apreximedamente do $2 a 505 kgf), s80 wsados pera levantar cargas de 1 até 80:1. O prolongarmento superior das chapas dosses com altura normal ow r= iores sio mostradas om TEN EEE EE EY EYE YE YEU YE riveanioe op odwesd mos ofstey “#1 “Sta ‘orousd op roqeondy “62 “Mea “eyod tum op unwoe youn ep ontaiedy 2h 5 "a> vow ¥ umnvey a0 soAlLIsoasio ‘Symaains aa soxoND vaVE soYOID -» | 4, ORGAOS FARA GANCHOS BE sUSPERSKO Ww ne DISPOSITIVOS DE AFANHAR A CARGA CAP. 5 | om aparsihos suport um bldco de madoira para amortecer pancadas acidentais do parelho contra o tambor ou estrutura do guindaste ¢ serve também para sw. { porter uma alsvancn par acionar o interruptor de fim de curso. Copos de graxa para lubtificar 0 vixo das polias estdo’sendo, agors, subs- tituldos por tamodes que fechsm os furos do lubrifieaglo, porque os copor de | grata sallntoreatto aulcits a danificagio duraatea opsride "0 roseeee eae do tample, € feito igual, em cepacidade, ao copa de grexa, nocessdrio para um \ dado didmetro de civo (Fig. 795), Os tampoes Sto, periodicamente sparalusedes com uma chaye espe Num aparelho curto, a5 poliss sio dispostes sobre os munhdes slongados de travessa. A capacidade de elevasto de sparalhos com quatro poliss (Fig. 798) eutre 24 © LO0Ef, © seus pesos vio de 425 a 2200 kgf. Aparolhos curtos com duas poliss (Pig. 79) podem earregar do 2 a 25 tf e pesam de 48 a 490 kg. bos curtos possibilitam maior altura de elevagéia © pesam menos. hos resentemente deseavolvidos siio de eonstrupio scldada com pax dos someate para a montagem. Nos projetos mais entigos de talhas elétrioas,os.aparelhos sio, usualmente, fandidos de ago que encobrem as polias, com aberturas pera o cabo (ig. 80), Aparelhos fundidos sto isis eompastos, de forma elegante e livees de partes Proeminentes. Eles protogem os eabos ¢ polite contra a agéo do calor, quando j 2 talha opera perto de fornos ou eubilds.. A suspensio de um gancho simples, larainado, de um guindeste de fundigso, Por placas Istorais do apsrelho, estéilustrado na Tig. 81. A capacidade de cle. vagdo desse guindaste (fubricado pela Usina Novo-Kramatorek, URS) 6 126 tf © gancho ¢ composto de uma série de chapas de ego ligadss, cmbaixo, por re- bites e, em cima, por um eixo preso por pegas emparelhadas. "O gancho € ajus. tado com dois ealgos de ago — inferior © superior. Os lados sto fixos bs do gancho; esto earroga um irecho de um serve como um junta para o celgo supe- rior. © oalgo superior dotedo de uma ranhura pera acomoder o arco presiths da REE EEE EH HY EE HU SS I I hie Atuslmente, os ganchos lerainados, simples © duplos, eacoatram ampla seguranga, em operagio, que os ganchos sélidos forjados, porous’ as placas nunea se rompem simultaneamente. | Pig. 80, Apacttos pars gsnchos Fig, 81, Susponsto de wm gaucho taminnds A Fig, 82 mostra um aparolho de ‘e tala eles Sls pines Interds do aparelne suspensin de um guindaste de 300 if pera prensss de forjamento, Ble tem altura Ge 4,5 metros © peso 17 if, 0 furo, no ‘meio do gancho, & projetado pers reosber pig. a2, Aparetho de suspenso, para um ‘um manipulador, ee Aine aoa” ne DISROSITIVOS DE APANKAR A CARGA CAP. 5 +. GARRAS DE GUINDASTE PARA CARGAS UNITARIAS PECAS Um fator de clevagio depende dit soarga. ‘Esse tempo é redusido por = especiais de garras quo 1) concordar com a forma propriedades das eargas; 5 Carga de pegas pequsnas, om m do miquinss, gusa, parafusos, rebites liquidos: ferro fundido, ago © out Os primeiros tris tipos da earga sto manusead especiais de garras: vigas de suspenséo ¢ grampos, pletsforms de carga © co sambas de esvasiamento tenazes comtins @ do aperto autométieo. Viens dle Suspensto. Estes dispositives so empregados para mover carga ongas, incdmodas e pesadas, ‘ais como lacomotivas, vagdes ferrovisrios, cal eiras, laminades longos, chapas e placas de ago etc. A Fig. 83 mostra a viga de suspensio, de um guindasto de fundigio, parm suspender © esvaziar moldes i Fig. 03 Viga de supeasio pars ui guiodaste de fundigho, pare pronder © eevatar 7. GARRAS BE GUINOASTE PARA CARGAS uw le Guindastes © Grampos, Partes similares, como, por exes ‘chaps e placa de ago, rolos de Dobinas de fio ete. adaptam & forma da Pig. 84. Garmas pore clxor curtos + longos. fe plucas de ago depende da espessura ¢ comprimento das chapas, de seu ndmero e do modo de manuseio — equenas nunca deve ser transporiadas em aberto, ‘aformes @ eagambas dover, dastes, sobre carros ferrovidrios planos. Elas so freq a . Uma cagamba de descarga DISPOSTIVGS DE APANHAR A CAROA CAP. 5 7. GARBAS OE GUINDASTE. PARA CARGAS Fig. 86. Vésie tipos de dispositivos agermadores, Fig, 87. Cocamba basclaate. Fig. €8, Redplente. WEY UE HEE EY Ye 1 DISPOSITIVOS DE APANHAR A”CAROA CAP, $ A Fig. 89 mostra tenazes de fechaments sutdtastion, para manuseio de fardos, caixas, barris etc; sio susperisas em um gancho de guindaste e mantidas ertas por uma unha », quando esto descendo sobre a carga. Tio logo a unha seja destravad iazes se fecham pela tragio dos onboa de ele vagi. A Fig. 90 ifustra tenazes para manussio de placas de conereto © pede grandes, 8. ELETROIMAS DE SUSPENSAO para esta, - mas de auspenso tém, por outro lado, desvantagem de uma ceréa redugio da capscidede util de suspensto, devido ao peso dos mesmos. Fig. 89. ‘Tenazas de loohaments autométios 8. ELETROINAS OF SUSPENSAO us ‘levagio do el Jetroimls eai A medida que as propriedades més do susponsio suirem isplamentas térmicos. Quando ‘8 capacidade de elevagio do eletro- sam oletrofmas circulares (tipo M) & jares sfo empregedos para manuseio tes, tubas, retalhos © chepas ine DISPOSITIVOS OE APANHAR A CARGA CAP, ¢ de ago. Visto que muitas cargas requerem ume Area de atrasio relativanente equene, o cletroima é esireito, porém, comprido. TAMBLA 21. EspuifeasSes doa Hotrolmnte de Suspeasio Fabrieados elas stn Die- | 44 | pimensoes do p0-| Pat} ren Capaciiade de leweao, ko) ‘afosccomargol, | cis do| coma apm |e | sree) PROT | Soret 22° | riage | vo, | PDE day runt] MY Vac ‘ou st Jere [neem mm | nm [ature | trgee| YY 4 ees 1s a 8 ovo] 130] 200] 0 zo | io | s5/as' | fn) 0 00 00] 250] a0 250 | 140 | 10 | 50 | 1 arju6 09 500] Gon] 200 Bletrofmas circulares, usualmente, manuseiam cargas de diversas formas © ‘tamani Os eletrofmis de suspensio devom possuir times propriedades ms o olétrieas © manter sua eficiéncia de operegio om servigas pesados, mils devem ser capazes de resistir aos pesados golpes das eangas im atraem e 20s choques causados pela queda sobre a carga que elevam, 91 mostra um cletrofmé tipo M menufaturado nas Usinas Dinamo, A corrente € suprida por um cabo isolado de dois micleos, uma mangueire de recolhimento especial, montado no carro do guindas s eletroimas de suspensio, com grandes masses de ego megnético, tém um grande magnetismo residual ¢ continuem & prender todas os pequen mesmo dep is neti jelos atrafdos, passa-so uma corrente contriria através ‘A corrente desmagnetizadare deve ser bem mais fraca lo que a corrente de operagic, caso contririo, o eletroimé ser novamente mag otizedo. 9. DISPOSITIVOS AGARRADORES PARA MATERIAL A GRANEL Guhas. Cubas autobssculantes so suspensas sobre um gancho de guindaste, por ums sign; clas giram sobro moentes horizontals. O centro de gravidade da cba carregada deve ser escolhido de tal maneira que possibilite & cuba manter sun posigio vertital, durenic ¢ movimento, eom ajuda do uma barra de de- vengate. Quando a bars de desengato é liberteds, a cuba tomba e descarrega sou conteddo, Visto que o centro de gravidade de uma cuba vasia esta atrés dos reunhves, « casamba rotorns & posigao vertical, uma vez despejada a carge 9. blsPostives AcARRADORES A Big. 92 mostea um dda frente, Essa forma permite que a cuba retorne a0 {que a maioria do material nela aflun por gravidade © tidade soja carregada por meio de pés. ‘Cubas autobesculantes tém capacidade de principalmente para earregar varvoei ss sty usadas Cubas dosse tipo sto ‘ajuda de guindsstes. ‘sparramam. muito mate- 5 880 supariores as desearge. WEEE EY EH EY re DISROSITIva§ BE APANHAR A cABCA CAP. 5 Fé mostrada, esquematicamente; na Pig. a. ravesa com 0 tubo 3, ‘A cuba fechada é pendurads no cabo 2, com auae portas 98 1 so apenas ‘mostra uma cubs de descarga lat ilquor altura, puxanda o eabo 2. regada sutomaticamente, por meio di Cubas de descarga Interal © de descarga inferior tém capacidede de 03 a 2m? 9 ACARRADORES ww Essas cubes tém capacidede de 1 @ 3mt e, para fins es- compreendem duss ps, com fando arratondado, arti- speasos num gancho comurn de am di 2 caso, & cuba 6 levantada com o¢ ganchos d e ¢, uni : ‘cubs, esses ganchos devem ser desenganchailos 2. nas alavancas 4, cubas so, temporariamente, rec ‘transportads pelos virios meios de transp. are a carga, na qual, el viasspara coh envseas, sendo, pars ‘As eubas carregadas elo elovadas ‘aoa dopéntos do eavacoe © suontas, pessoal de operagéo, mesmo durante a des ional a aplivagio das cubas, quando grande 9 sor manuscado. Ao inves disso, fes-s0 mado de elevagao 04 suspensas, ¢ a sbertura ¢ fechemerito, por outro grupo shamado cabo do fechamento, A eagamba autométioa de dois eabos pade ser descerregada a qualquor al- tura, mes issn roquer am eazilho especial, de dois tambores: ig. $5. Casamba oulomdten de tis eabus lragio centnl 9. DIstOsITIVOS AcARRADORES us extemss @ om ume trevessa intema, As bielas sto provides: do articulasdes superiores, na travessa, a que ‘As travesses suporiores ‘A cagamba automésica aborts ou fechads pel aber @ 7) Fig. 96. Principio de operaeio de uma cagamba eutométies, ccm dois eabos ‘Uma cagambs aberta bores, a1 © ay, gitam pare a ea Vai absixan¢ ada como segue. Ambas os tam- ‘0 &, sentido horério. A’ cagemba automé- ririo, enquanto que 0 ieee imavel. cabo de fechamento S; ¢ apertado, Uravesse mével vai para cima e as pés penotram no material, & modida que gradualmonte se eproximam até que sous bordes estejem bem comprimidos. Na clevagio (Ifig. 9c), ambos os tambores giram no sentido hordrio. Para desearregar a cagsmba automética (Fig. 98d), 0 tambor de clevasto & nado e 0 tambor de fechemento gira pata « deseida (sentido horéti as pas da cagamba a se abrirem, sob aco do seu préprio peso |, 0 contoudo 6 descarregado. Dependendo da espécie do msterial, 08 bordos ou ow provides de dentes. A tolha pare o fechamento 6, Bera gano om fore, entre treo do exvo do fosha os ios des pés sio lisos ‘mente, um sistema ea forge de corte, das pis.” A relacio de transmissio do sistema de polias depends ial © varia de 4 até 6 nas cagambes eutométicas para manuseio de carvan Depeniendo, ainda, do material para o qual elas sdo destinadas, as eagam- boas autométicas’sio fabcicadas om trés tioos de projetes: trabalho love (para mamuseio de earvao néo muito duro e coque em peque- ros pedagos, minério fino, sal eto); WEEE EE SU YE ee ve produs ums grande forse de redusir ¢ niimoro de polias Fig. 97, Cagamba satomét Compreende um cima por plaeas 98. Cugamiba auton cade dal cabor de "Tauber ii 5 26 a RG AE Be SAM vp sopwdneoytod 0 ee — ‘0s aa DISPOSITIVOS DE APANHIAR A CARGA CAP, $ sino. Quando as pis estiverem comple- temente fechadas, formario, juntamente ‘com as paredes laterais do sino, # cagem- ba mostrada pela Fig. 995, ssa nove modificagio tem aprecifvel vantagem sobre outros projetos. Cagambs Automstien de Cabos Simples. fechamento ov abertura) so desempo- nhadas por um dispositivo de treciona- mento, gerslmente, um cabo. io usadas onde o ‘mesmo dispo: al a granel por exeraplo, em fun- Gigao, para manusear arein de moldagers fem dreas de eonstrugio, em valot tens de eabo simples si0 empregadas em tarefes de curto prazo, ao término das quais sio removidas do Existem cagembes autométices do cabo simples autobasculantes (garras sino) © cagambas sutomitiess que slo doscarregadss por meio de um cabo s0- pparado ou corrente. Cagembas eutométioss do prime a aplicagio. Cagambas automitices, oper 8 inerentes Ae eagambas eutobasculantes & so de ragra, fochadas e abertas por uma corrente jo por um motor, instalnde ns armagio da eagamba. Uma ea~ is, indepencentomente do guincho do gui do ‘de qualquer guindaste sem 0 uso de um sso eonsiste sua principal veniegem, uma 1¢ pode sor usado para manuseio de pecas ¢ materiel « granel. Além sma cagambs asionade a motor pode abrir até qualquer valor, dentro do vio das pés, 0 que & em varios oasos, muito importante. ‘Nas fundigdes, as cagambas acionadas s motor podoma serusedas para manu= seig de material & granel (coquo, arcia) ¢ para ‘limpar valotes do fundigio, 9. isrosinvos. AGARRADORES a Volume : Dimensdes. prinespais ne 4 B c D z PG 2109 1.995 0,50 1600 © «$50 «1-275 «2000-2 750 075 1850 1200 1275 «2940 3400 2525 1 925 3,00 2000 1050 1150 2340 4400 «2600 2 460 450 2000 1370 1500 2940 4400 2600 2 400 2,00 2510 1870 1500 2810 5000 2660 2 600 400 2589 1370 1500 2500 E000 2750 3 400 REE EEE EEE YEU YE EE HE EY ee 135 me DISFOSITIVOS DE APANHAR A CARGA cP, 5 4, bisrosrrivosAGARR\DORES 10, adaptads ao transporte de esixas de moldes ser altura. coagirrar 0 parlo s to da eacamba Thes per ¢ saoverom independen- Optio uma caganbecasedelwrja desis ps & nosrada ple Fig. 102a. As pds da garra so ligadas por bielas com # cabeya ¢ o cabo de Fis. Casa ora. adap a anism mento © sus parte superior sio, freqlentemente, projetadaa 188 convencionais. Fig. 192, Cagsmbu-casce p, onde p 60 angulo de etrito-(Fig. 1102). A forea 7 = P sen g tende a empurrar a lingtieta para a taia de dente, enqua (que as forgas de atrito Nu (onde 1 = P cos ¢) as forsas de atrito no pivo da lingeta Pus opdem-se 1 esse movimento. Quando BM, = 0, obtemos (eye) (1 ~ Nx) Leos Pur $=. Substituindo os valores de 7 © ¥ © cancelando cost, temos Plitee 1) ~ a Pat = 0 1 cost @ 1, MECANISMOS DE RETENCAO vas ° Fig. 110. Diagrama para projeto de lingletes de eatraca 4 oH tee-u Tome Mas 1 = tip; entlo, a $e tee—teo= To Come o Indo dirosto da equaga é um valor positive, tg e — te p > 0; assim @—p>Oouy deve ser maior que p. PEE EEE Se we MECANIEMOS DE RETENGAO = FREICS CAP. 6 eee TABELA 22. Consteueto doa Perfix dos Dentée daw Rodas de Cateacas 2, aun (0.78 tm —attare do dente me —ecprizieato da cords AB » 6 | 8] a0} i} | a] | 20] 22} 2] 26] oo A Tab. 22 fornece dados pers a construgio de perfis do dente, para rodas de ato exter smo. Para construgio do perfil seqiléncias (ver Tab. 29). Primei- pelo pasto em partes igusis. De qualquer um’ dos pontas de divislo, tragamos a corda AB a, Sobre a corda BC, construimos um aguld de 30°, a pertir do ponto C. Entio, a perpendicular LAf é levantada, do meio da corda BC, para sua intersepio com o lado CK, no ponto 0. Do ponto 0, tragamos um efreulo com rao OC. © ponto B, que 6 o ponto de intersegéo desse cfreulo com 0 alreulo SS, 6 vértice de um Angulo de 60%, Os perfis dos dentes intornos so construldos como segue: Primeiro, tra- gamos 0 cireulo de cabeca NN 0 cfrculo de pé $8. O efroulo WN & dividido 1. MECANISMOS DE. RETDIGLO ver asso f, em partes iguais. De um ponto qualquer da divisto, representamos AB = a. Negmlas0,construtnos o éngul perpendiculaALMM levantada no meio da CK, no ponto 0. A partir do ponto , tragamos maio OC. 0 ponto B, que & o panto da intersegio dease ofrculo com o ‘88, 6 0 vértice de um angulo de 70°, © ixo do pino da tingieta 6 encontrado pola seguinte consirugio Big. 1108). 14, de centro a enntro, (entre os centros da lingileta e da roda 6 tomada como ro de um que nfo se engrenem com o dente, sob a te carregadas com pesos ou malas (Fig Quando uma carga esté sendo elevada, o dente de uma roda da catraca es debaixo da ling imente quando #8 com grandes Velocidadss). 0 ruldo é velo emprego das lencioses, operadas por msio de antia Fig. 1110). Bssas lingotes eocontrem splicegdo fomente em catrae 4s de freioa ve MECANISWOS DE HETENGAO E FREIOS CAP. 6 Rodas de eatraoes, com dontes internos, silo usadas, exclusivamente, para frelos com rodas de cairacas. Sous dentes sto fundidas no interior de aro do ‘amber do freio, montado livremente em uma 4rvore. Uma ou duas lingiictas so montadas sobre uma alavanea, presa 8 arvore ¢ operada pelos anis de atrito (Pig. 112). O niimera de dentes varie des = 16 8 30. Os dentes internos des rodas de cetracas sio muito mais fortes que 05 ex- ‘ternos, Por essa razio, sua equapto de resistéacia tera forma pouco diferente: F on As letras denotam os mosmos valores de Eq. $6. ymparados com os mecanismos de 10 por atrito oferecem certas ventsgens: operara os, Entretanto, nestes dispositivos de retengio , consideravelmente, mais alts. ula ® semapra em combinagio Mecsatames de Retour retengio por deates, os de rel Sileneiosamente. © sem sola ‘ compressio do pino d Por este razio, les t8m uma apliensio muito com freios, ‘A Fig. 119 ilustes um di de engrenamento inte Daw d5°a 80°. 0 20 jtivo de retengso po om um mecanismo © éngulo ‘da cunha tomado - 0 Angulo y & 15¢ em médis. do retengio 6 sempre provide imento opostos. A compressio onde P — forga perifériea. 0 disco do freio deve ser o gs, devide A compressio da li ido com nervuras, por lovar om conta a cer- dete. Cotracas de Roletes, Amplamonte usadas, as eatraces de roletes so nor mulmente empregadas com combinaylo com freios. A’ Fig. 14a mostra a ea~ traca de roletes, numa caressa separsda, ‘Tal mocanismo do cutraea opera eomo segue. ‘A arvore 1, que deve sar parada, suporta a bucha 2, provida com recessos 6. A. fim de evitar « quede dos roletes nas recessos, pelo seu -ve-se doté-los com molas de retengao, como mostra na Fig. 114%. A Fig. 115 mostra virios projetos de catracas de roletes. Projetos de Catracas de Roletes (Fig. 110). Um rolete encunhado entre o seguidor e 0 acionador estd sujeito A ego des forgas normais NV; ¢ V2 e das forces tangonciais de atrito wiNs e uaN’s. Com o rolete em equilibrio, a forga resul- tane Ry = Bs. 1. MECANSMOS DE RETENGKO Fig. 113. Dispasitivo de retengto por atta PEE EE EH EU EY EY YY Se He Fig. 114, Catruc do lets Fig. 115. Projotos de eatracns de roietes, wt Fig. 116. Diagrams de proeto de ume cntenen de roletes. © torque transmitido & , D Mm uw, onde 2 — mimero de roletes (ususlmente z= 4). O eoeficiente de atrito = 0,06, Cuando = Hep > ty chtenos 2M 2D tg 2 Ne< OW = N= ND. Entretanto, para maior confiabgs, admite-so a forga atuante num rolete como 2M Ne = Diet © © comprimanto do rolete t= -P, onde p= 450 glen, se o8 ekmentes operates forem canstruldos de ago de qualidade, edequadamente endureido. A Tab. 28 ropistze as principais dimensdes das catracas de roletes com a8 ‘dureaas Rockwell, das supenffees opestntes B, = 58 2 61. © material umdo 6-0 ago 15 comentado Catracas de roletes sto asiecionadns usando-se # soguinte formule ast MECANISHOS DE RETENCAO E FREIOS CAP. 6 ‘TARBLA 29. Principais Dimensdes das Catrncas de Rotetes Disrwira da | Digmatro 20 | Comprimonia tucha D, em } lee d, om | do rote Waraso de | Angulo ds dey, © | eenha a3. - 33,1 va 208 ‘onde m — rofagio real em rpm: AK — fator de seguranga, tomado de 1,5 até 2,0. 2, FRELOS DE SAPATAS Bm maguingris de clovasbo, os freios tém p dade de descida da cerge ou mantéls suspenss, perada. Os usados para absorver a ingreia des massas em movimento carga ele). Dependendo de sua finalidade, os Freios sio cl (parada), de descida ¢ tipse combinados, servindo estes ulti- dade de descida de carga. Hi freios operados ¢ autométicos. Os feeios operedas incluem: os de sa ebaiecs, de disso, de catrace. « freios, com maniveles de pate ou bloco, de fi seguranga, nize og froioe automat 28 freios contetfugos ‘velocidade) e freios aplicedas pelo peso de caxga clevada.* Freios de sapata om de bloco eo projetsdos com sapatss externas ou interns Froios de sepstas externas constituem uma caracteristica comum da magui- néria de elevacéo, enquanto qu ide sapatas interass 6 restrito aos servigos do guindastes montados em carros, wars controlar a Principio de Operacfo de Frei, Para entender o prinefpio de operagto do wm itele do sapats, examainemos os diagramas dos ireios de ums eapata, mos- trado pela Fig. 117. ‘Como a agéo unidirecional de uma sepats cause deformegio de flexio na Arvore do freio, ireics de sapata comente slo empregudos para retardar pequenos ‘om um acionamento manuel, quando 0 didmetro da arvore néo exeeder “A compressio exertida pela sapata de ferro fundido, na polis do ireio, = Freios hideduicas, poeuméticos ¢ elécicis no sfo consideradas ig. 127. Disgrmas‘onfnon do spate deve ser ts que forga de atito produsiée na supenticie da pola” conte lance 8 forga periférica Pro merAca da pola” contrber 2a > ae Nuz =P. “A forge K, an exremidade da slavanch to feo, depende da. posgto do Ponto d¢ articulagéo J e serd igual (Fig. 117¢) a a pons Pest ui= (Sd) o (oa superior rearean 8 soto boda da pla afro, a rotagto ant Da Fig. 117, (200) (a forga K, neste disgrama, 6 s mesma para ambos os sentidos de rotapta). 7 Ei ide, geratmente ein, ¢ apenas aproximadaments vededrg, vi sacl ftga do supe bre tis bro tnt Go gus lode cabo do els REE EERE EEE EE Se ¥ ve y Y veyvveuye yuyu. Fip-Ti8. Dingrama de um freio do duas sapatas. Do disgrama na"Fig. 117, x-2eam-F(S01) ay (© sinal gupetior referee & rotapio horéria da polia e'o sinal inferior, i rotagio anti-hordria). Para rotagio em ambos os sentidos, o diagrams na Fig. 1178 oferece, teori- amenty msites vantagens; aq, & forge C6 s'mema ot amor o# sentidon trio tomate dapoivo de retento quondo opera, 108 de freios, esse feito autofrenante deve ser evi- 6 provors a dencidn ds ievance Ir pode untameniso Uraate 2A bara 2 Sarai Orcs rgd 2 ‘mpata 8 contra s polis do frei, Quando apse 8 = for apertadamente puxada para cima, o ponto C se tornaré estacionirio e 0 tri Angule 3 giraré em torao dele. Devido & itso, o ponto A se deeviaré para a es aquerds frenard a sapate 7 através de slavanca 6 spats fabs principe. Depois. qu a corrnie & ‘iltimo oscila juntamente com a Fig. 19. Diagramas de telor de duns sapetas ‘por am mala, Fig. 120, Diagrams do um ‘elo, apliendo 3. ELEMENTOS DOS FREIOS DE SAPATAS timpropn pala de Trio de feo fundies palin fees deve er balan 156 MECANISMOS OE RETENGAO E FREIOS, CAP. 6 ‘coadas dinamicamente, A laigura da polis deve exeder a largura da eapata de 50 10mm. As polias de freio sempre devem ser aletadas, para melhor dissi- pagio do calor, e provides de furos, entre as aletas, par thais répida ciroulagio icente dissipagko do calor ua stmasfera, Se o freio for montado 0 frexivel, se16 ingtalado na metade quo fas frenje ao mecanismo de acionsmento. Sapatas de Freto. Sapatas do freio de madeira sio fabricados do bordo ou fo fixados & ‘por meio de parafusos. Para um scionamento ‘as sapatas 80 le ferro fundida (moldes de fundirgo permanentes, qu CY 12 —25) © providas com guarnigao de freios especitis (Fig. 1214). ‘A-guamnigde deve ser presa com rebites (Fig. 121b) ou com parafusos embutidos. Guarnigies de Feelo, As guarnig6es de freio dovem satisfazer sos seguintes roquesitos: ter um alto coeficiente de atzito; reter.2 capacidade de frenagera stir, efieszmente, so desgaste nas mais altas velocidades, preseteo © tomperaturas; custo. foje em dia, em quase toda pare, nadas sto produtidas om méquinas ta 15 e podem ser curvadas como so desejar, Klas porsuem alto e es- jente de sirito, que varia entre 0,42 e podem resistir a tem- poraturas até 220+C. Experitncias recomendam os seguintes, cocficientes médios ‘ago sobre ago fundido — 0,1 ou ayo —~ Teminada sabre ferro fundido ow ago — 0,42; madeira sobre ferro fundide — 0,30; madeira sobre ago — 0,25; couro sobre ferro Fandido — 0,20; couro sobre ago — 0,20; bronze sobre ferro fundide — 0,17; ig. 121, Fsagio das guamoivdes was aapatas de frei, por rebitos 1 pte; 2— spate 88 6 3 — nae; 4 — tsp, 44, ELEMBITOS DOS FREIOS OF SAPATAS ww bronze sobre ago — 0,16; bronze-sobre broaze — 0,18; ago sobre tecido Iami- nado — 0,15 0 ago sobre fibra — 0,17, ‘As prossies espectficas méximas permitidas para sapates de freio esifo re- Jacionsdas na Teb. 24. TABELA 24, Preastce Eepecitioas Miximas Permissivels para Freios de Sapata Premco expoctficn, gfe? Moterats das superficie atriantes Fete de | Freie eo parede ‘deste Ferro fundido sobre ferro fundide 20 6 ‘Ryo sobre fereo Taadige Es is ‘Ado sobre apo. 4 2 Bin de elo de asbestos sobre metal é 3 ‘its minads sobre metal 6 a A Tob, 25 dé as caracterfstions dos materisis de atrito da firma elemé “Mick”. novo desenvolvimento séo as guaroigSes de mets hm matéria-orgénica; portanto, seus coeficientes d jerados com 0 aquecimento. les possuem uma resist rolativemonte alta a0 desgaste. 0 « de atrito das guamigtes sinterizadas variam de 0,8 9 Avuma velocidade de 20m/s, resistem a uma pressio espeeifies de 8 ket Butre os novos materiais de atrito saviétieos, na base de borracha e pixe, est o Retinas, preparado com cavanos de latdo, que tem como faior muito importante suporter alte temperatura ¢ adequado cocficiente de strito, Alavancas de Freio © Tizantes. Alevaness de frcio slo de ago forjado em ma trizes ou ago fandido, A tensio admiseivel, & flexi das alavancas, levando-se fein cottts 08 choques de frenagem, 6 tomada de 400 » 800 kgffom’, dependendo do tamanho do freio, “Alavaneas de ago fundido ao mais caras, mas possuem msior rigides ¢ menor perda de movimento vos pinos de articulagéo. No freio mostrado pela Hig. 118, o tirante superior 4 6 ojustével 0, ha segio do tirant ita & flexio, dovido & forga atuonte ne barra, ‘A Fig. 122 mostra 08 projétos mais difundidos de tirantes ajustaveis. A extreraidade da alavanca do um freio 6, freqtentemente, fabriesda de uma ‘oui diversas pegas de ago forjado. © peso da frenagem 6 de ferro fundid, na forma redonda ou quadrada. 0 ‘peso é preso na extromidade da alavanea do freio por uma articulagéa ou parefuso. sromagnoto de Freie, Os clotromagnetos sto smanto, pera ebter uin efvito de soltura. Para jado da slavanca de freio, as berras da armadura REE EEE EEE EEE YEU EY YU we MECAMSHOS DE RETENGKO E PREIOS. cAP..& +e --" TIME 5, Carnctetatcan dos Materials de Atrito Crfiinte de | Temperature | Praaao e-| Pare | Asciorie ome ‘le pire | “permite | peli peopel aiperidewes | OG sie | eo Tater Guamighe detriodons-| o4soas | at [p= 2s6| 188 | Gunrinso bests com armadirame | Prac = 1 formal de {ic dee do lao free Gunesighe de ashes | 948-035 | 200 |p ata] 1.65 | Pare ervign sera fie de ida Foie 8 seaot inlet Ouarnigio de fier de| 98606 | 150-200 | Pau=10| 126 | Gunricte ede made emt peas de fon de letdo ite ogee | a0 |pmzaiz} 16 | Pere acon ee Plan is maa 4. FREIOS DE SAPATAS ELETROMAGNETICOS = 208) 18 | Come evar 0-088 bce] | Gordetee ‘Uma grande variedade de projetos de freios de supatas, diferontes, princi- palmente pelo arranjo dos seus sistemas do slavancas, sco ‘cmpregados em md ‘quinss de clevagio transporte. A msior’parte constital projeto de duas sepatas, ligades Bs alavancas do feio, rigida ow articuledamente. Sepatas rigidamente I- son so [paras] as. | par services gadas condurem a um desgaste desiguel das guarnigces desea Fae renas inten do freio. Por con jeagho, Hreios de sapstas.eletromegntticos Gunrnighs de fibres do | 0.85 na | p= 8010) 125 Podiom ser clasifendas em quatro’ grupos. frenngem romagnetos de longo curso, tipo én rixada na parte inferior do émbolo do elé- se caracterisam pelas indmeras juntas seguintes defeitos podem ser notades: pperda do movimento inicial 24 mostra* umm desses freios, do eletromagneto sto ligadas alavanca (Fig.-123a) por meio de uma tla arti- culada, No elstromagneto e.. de freio, a armadura 6 giratéris, 0 que permite Ne do clotromagneto ser fixado em quslquer posigio telativa s sett eixo. N romagnetos ‘iffsicos, as armaduras néo podem ser girsdas, ©; por fesaa rasio, as barras slo providaa de dois furos a 0 um do outro (Fig, 1234). Portanto, eletromagnetos trifdsicos eomente podem ser presos em das posighes: Como os,eletromagnetos nio sofrem ago de quaisquer forgas l slo freqdentemente fixados por parafusos com buchas espagador: cletromagnetos de pequeno ‘levancas 6 fixado art ‘Este grupo de freios 52 distingue pelos seguintes aspect culagées © (8) aplicagéa do freio por ECANISMOS DE RETENGAO E FREIOS CAP. Fig. 126. Froio com eletromagnelo ec tipo A, de pequeno curso. PEE EEE EY YEE SE HEU EY YE Fig. 121. Preto com um eleitomugieto ea. de tine MO-B, ——— SODUINOWNOLTTE SYLVEYS 30 soln“ Fig. 129. Freio do tts supatas operade 8 mola com elalromagnale de poquens eurso, & ve MECANISMOS DE RETENGAO E FREIOS CAP. 6 No quarto grupo, estio 08 freios com eletromagnetos, pretos diretemente aa alavanca de frelo © operendo etm ambas as vorrentes, ac. ig. 127 e 128). Freios deste grupo so leves e pequenos, 0 que os torna muito populares. _-Um freio de trés sapatas (Fig. 129) ocupa o lugar que the 6 préprio. 0 fio comipreende um magneto, mols e tr&s sapatas, com guamnigdes de atrito. Qaaindo sz corrente é ligads, « armadure 1 do eletromagneto girs s alavanca 6 para baixo. Como resultado, # sapaia 2 afasta-se da polia do frelo, até entrar em contato com o parafuso 3, da alavanes 9. Simultaneamente, « sapata’superior 5 também afastard até que sopata do meio alcano$ o parafuso 8, 0 freio pode ser fa- te ajustado, virando-se 08 parafusos § © 7 ¢ pelo movimento das porcas Preios eletromagnéticos de sapatas, com movimento retilines. Este tipo de froio 6, frequentemente, empregado em guinchos'de minas. Para méquinas de clevagio ¢ transporte, para finslidades gerais, estes tipos de freios ainda nto m8 sapata, em guias rigidas. O deegaste uniforme das guarni- ‘uma de suas vantagens. 5. FREIOS ELETRO-IIDRAULICOS DE SAPATAS 1s de sspatas pertencem a um desenvolvimento re- de freios. O dispositive tem as seguintes vantagens: pressto constant 1s80 suave e soltura do freio sem pulsagio © choques; 3 aimro do operagtes de liga por hora (at6 G0), o que munce Hrsjlada, formato ma & pope coms copeture (Fe, 181) Bristom dois tipes distintos de dispositivos eletro-hidriulieos, dependendo 1 da érvore do motor com a é- > & bomba é press 20 pistio ate entre as drvores do rotor e do motor. Pare eonseguit-se igagto, uma érvore quadrads, de bronze, da homba é ajusteda teleseépiog- monte A érvore furada do motor, provido de um correspondente furo quadrada ig. 133) Em outro projeto (Fig. 182), s bombs 6 separsds do pistto e montads sab 9 clindro. sso possibilita dispensar « drvore telasedpiea & empregar um motat rngeado comum. Alm disso, esse projeto permite um ajuste mais fail do para descargs do fluo, além do que toma possivel muder o tempo reque- jerido pelos cursos de subida e de descida do pistio. 5. REIOS ELEFROMIDRAULICOS DE SAPATAS REE EEE EEUU EY UE ee rotor 2 comes a w grure sie us pe ‘io excedente na cémara da vélvuls 3, ‘que levanta a vilvula 4, comprime s mo- Ia.5¢ da entrads ao fluide para'o cilindro, ~= das portas da val: 0b 0 pistéio, atra tendo’ pressio, constante sob 0 pistéo. > Quando a corithie & cesligada, o rotor para 2 0 pistto dosce sob spo da carza Fig. 191. Dispostivo elatosideaen “cam 1 bombe prs 20 pista mola 5 forge vélvula 4 portas. O grau de sbertura das portas das vélvulas, regulada sjustando-se o parsfuso 8, em cuja extremidade-se ie 7, quando vilvula 9 move pare bal ‘uid, quando o pisto wvanga pars cima e pare baixo , portant, o tempo ex gido para seu curso. 0 dispositivo eletro-hidréulico nfo. & siceptivel a sobre 2 forga de levantamento Fol 01-00 ~ S oige 0,1 — 08 ig. 182, Dispositivo elotro-hideduiico ccm s bombs prest 20 elindro. 168 MECANISMOS DE RETENGAO E FREIOS CAP. 6 Pel @ Além do tamanho da porta para o escosmento do (0 eurso do pistio também 6 afetado pela ca nto maar for a carga externa, maior serd o t fe menor para descer. Em geral, os dispositives elctro-hidr ‘cosidede. Em temperatura mais baixa © tempo exigido eo dispositive pode set feito uso de uma misture de querasene ¢ leo de congelamento, ‘TABELA 26. 4, FREOS LETROMIDRAULICOS DE SAPATAS Fig, 134, Dispositivo letre hidhsulieo, Dispositivos eletro-hidréulieos sto de tal modo projetades que dois tipos podem oferecer freios com didmesros de polias de 400 a 800mm. Um projeto -bidriulico, 6 mostrado pela Fig. 135, No projeto dos dispositivos, tem sido dada muita atengéo a0 desenvol mento do uma construgéo confifvel, com a méxima unificagdo dos elementos. As barras do dispositivo sto fechadas em envélucros teleseépicos; o fundo es PEE EEE EE EY EY YU v0 [RECANISHOS DE RETENGAD E FREIOS CAP. 6 66. ratios: conrmatanes wm so provides de troladar da talha. ié a partida, a drvore gira juntamonte com o pino Ae vence a tensfo da mola, soltando o freio. A fim de parar o motor, o controlador & girado tho sentido oposto © « mola trava o fruo. 6. FREIOS CONTROLADOS ae eos opemdos por disostivos sletohiddulias acio- i 8 automatieamente quando a corrente é desligads, sto projetedos para ire- 4e trapio, por meio de buohas ajustedas nas cen re Gorge ann Per a rlebadoa par ce tam o curso do pistio. ; sem carga ou com cargas mais leve param antes dos carregadas, o que azarrela rhidréulico,¢ 0 freio so sjustados de tal maneita que deformagées adicionais sobre os elementos, eaussado répido desgaste do mo- ‘ara compensaga0 do desgaste des guamigdes: caniamo, © operador do guindaste pode controlar o processo de frenagem somente com a ajuda de freios controlados, que 0 capecitam diminuir gradualmente 2 acelerapio e chegar a uma parads suave e precisa. Isso melhora a eficiéncia © eondigdes de operagio dos elementos no mecanism. Froios controlados encontmm empla aplicsgéo nos mecanismos de trans- lagio e rotagio, Nos mecanismos de elevacio, onde o torque de freaagem 4 teeessirio nfo s6 para parar a carga mas também para mantéda suspenss, {reios minal de eada tipo de dispositivo eletro-hidréulico pode ser mo- ‘do dispositive eacosteré yrimidas, montadas verti- wm MECANISMOS DE RETENGAD E FREIOS CAP, 6 Nos mocanismos de translagio ¢ rotagio dos guindastes, lém dos freios normalmente aplicados, sfo usados froios normalmente soltos e combinados. ‘Nos freios normalmente Soltos, sem forga aplieada ao pedal ou slavanca de con- ‘tole, © freio esté na posigio solte. Ume forse aplicada ao pedal produs um feito de frenagem. Comuments, o fre’o é solto por uma mola cofiprimiia, cuja tensfo deve ser suficiente para vencer a iesisténeia nos elementos do sistema de frefo, quando este est ‘Durante todo o perfodo de operagso do guindaste, os fretos mantim-se soltos ‘em virtude da forea eletromagnéties gem 6 efetuada por meio de um ped: froios normalmente soltos, 6 proporcionst-2. compressio exercida sobre o pedal, podendo, portanto, variar numa larga faixa, 0 uso de freins coribinados é estipulsdo por rogras de segurange, de acordo is pare assegurar agies indepandentes do. acionamento controlado e aplieagio sutomética quando 0 elotromagneto estiver desligado. Uma grande veriedsde de projetos de freios cont em méquinas de elevaggo e transporte. Eles diferem, pprincipios de opsragio e tipo de controle. Em pontes rolentes, com esbina, 0 frefo do mecanismo de iranslagéo é con ‘trolado por um pedsl instelado n0 meio da ponte. A forca é transmitida por meio de um cabo, slavanca,gu.sistema hidréulico. so empregados Imente, nos seus ‘As dimetsdes. dos [reise a seordo. corm soguinte regen ein carregado em trantlagio, « uma Yolockiado normal, numa distincis (ea 1) igual 210% do valor dessa velosidade (em m/min), sem deslizamento das todas. [A Fig. 137 mostra um diagrams de um fesio de sspaie controlado « pedal, ‘com transwissto de abo. Um sistema idéntico de. transmisséo de cebo, para tuma poute rolante, com ums eabina, movendoss juntamente com 0 eatrinho é iiystenda pela Fig. 138, dos a pedal podem ser estubelecidas de ‘umn operador deve parar um guindaste tema de controle hidréulico do freio (Fig. 1280) compreende o cilindro ‘mestre 1, no qual é eriadia a pressio do fluido, cilindro hidréulico 2, atuendo no sistema de alavancas do freio de sepata e operando pele pressio crieds no ci- Tindro mestre, tanque do slimentagio 3, contendo ums quantidade suficiente de fluido para preencher todo o sistema, tubulagto de cobre 4, mangueira de pressio, juntas © grampos. ‘Tanto o oilindto mestre como o eilindro hidréulies no freio sto provides de um pistdo. Ambos 03 pistdes so equipados com selos retantores, especiais, ‘que evitam 0 vazamento do fluido © possibilitam recoustruir a pressto. 0 pistio do ollindro mestre ¢ controledo por um pedal de frenagem. 0 flui- do, forgado do cilindro mestre pelo pistio mével, 6 dirigido ao longo da tubula~ co pare o cilindro hidrulico, onde exeroo pressEo eontra seu pistfo e, atuando fo sistema de alavancas, produz o efeito de frenagem. Aumentando-te a com- 44, FREIOS CONTROLADOS i Fig. 137. Tronsmissto de eibo de um fio contolado por pedal PEE YE EEE EEE EE EU HU EY YY SS MECANIIMOS DE RETENGAO E TREIOS CAR. 6 a ig. 188, Controle do pedal do fro de sapatas, com exbos. 6, PREIOS. CONTROLADOS vs ressio no pedal do elinro mettre, concomitantemente wumenttee 4 com Quando néo se ga sobre o pedsl, as sapatas do freio sto soltas por meio do uma mola, wmbém atua sobre o pista do cilindre hidréulieo, fore gando o retarna do fluida, pela tubulapdo, ao silindro mestre. A Fig. 189) mostra uma unidade de cilindro mestre compreendendo um reservatério de absstecimeato, eilindro mestre B com lavanca interoa ls @ fluido e armazena seu excesso ¢ também protege o cilindro mestre eira, ar e gua. ‘As propriedades compensadoras do reservatério B so destinadas manter durante todo 0 perfodo de operagio, indepen variagdes de temperatura. Em préeiiche o sistema, no caso de P, copo do pistéio © a espace C we MECANISMOS DE RETENGAO E FREIOS CAP. 6 © cilindro hidriulico 6 preenchido com éleo do reservatério de abasteci- mento, através do furo superior B, enquanto que o yéouo formado pelo curso do pisiéo € climinado pelo ar que nele entra, através dos furos K, © pedal do froio volta ‘uma mola de retorna. Neste easo, 0 pistio do cilindro hidréulico é empurrado pela mols do freio e o fluido de frenagem & forgado a retornar ao sistema, Ao mesmo tempo, a vélvula de reteng&o (externa, im valvulas dupla) abre sob a presesio do fluido em retorno e admite o fluid no eilindro mestee, 0 fluxo de retorno do fluido é também facilitsdo pelo véeuo, que se esta bbelece no cilindro mesire, quando o pistéo retorna & sus posigdo ‘nical. So o pedsl for rapidamente solto, 0 pistéo do eilindro mestre pode maover-so ‘40 rapidamente que ostabelove w uando a pressio do fluido eair go se feche e um certo exces:0 de pressio seja mantido no sistema hidraulice de coatrole. Isso repele o ar da. tubulagio. 0 tempo em que o excesso do pressio é mantido no sistema depende ds impermesbilidade das juntas ao ar. Apés o foshainento da vilvula de re tengo, o restabelecimento do vécuo no eilindro mestre & compensado pela fluxo de fluido do reservatério de sbastecimento, através dos furos eorrespondentes. 4 Fig. 140. Diagrams de um freio de fta bidraulicomeate contolado, 6, FREIO$ cONTROLATOS coe ‘No preenchimento de Tlulto do sistema hidrdulico de controle, o ar deve ser completamente exeluttlo, pois sus presengs em qualquer parte do sistema. Isvancos (© pedal afunds).- O ar pode penetrar n0 sistema quando o nivel de fluide no reservatério de ebsstecimento eativer muito baizo ou através do juntas defeituosas, O ar 6 retirado do sistem por bombeamento. Para tanto, o elindro mestro @ preenchido de fluido de frefo eo tampio 4 (Eig. 1994) para sangria do ar & de- saparafuendo do eilindro hidrulico e, em ecu lugar, 6 aparsfusada a conexto By com um tubo de borracks. A extremidsde da tubo de borracha é mergulheda faum vaso com fluido de fr de modo que fique abaixo do nivel do mesmo. pels compressto vagarasa do pedal Compressias ¢ solturas repetidas rma de bolhss, juntamente com 0 » pela extremidads do tubo de borracha. 0 iar até que uma corrente uniforme, sem belhss, do 1 fluir do sistema.. Durante toda a durapdo do bombes no deve descer aba da motsde da sltura do reservs de um moderno isa. A pressio no cilindro C 6 produsida pelo pedal A, Iuido de freio escoa, ao longo de urn tubo, pars o cilindro fabua no brago de alavanea 2 da fita de polia do feo. ‘0, 4 mola J foz retornsr @ slavanca Ha sua posigho 0 fluido retornado a0 cilindro mestro polo pista @ stua no pistto Be pedal 4 solto, mola X retrai o pistto B e abre o furo L, que prove jo no sistema com 0 fluido no recervetérin M, através do #0 ‘tubo $. Desta manci do fluide no sistema, devido ao desgaste dos copos Ne 1” ow vaainento nas juntas de (ubulapfo, sto autornaticamente i preenchidos. posighe homogénea e proptiedades sles \ formes. ate deve possuir vscosdede ae ee 2a 4 a 3 & a et pouco afetado polas variagoes de temperaiurs © nfo possuir efeito qui- |, | mico danoso sobre » borracha e partes =o retilcas 0 momento, mais de der qus- “i 00 to ntes dp fluido de freio, que “Tenperatina se distiogusm pela suséncia de dleoe sn iho de viscid. do ‘qerocene, gasoline, agdear, glucose Sea eats 8.6 deus, bem socio impureeas. nas me sélidas. PERE EEE EEE EY EEE Ee YE v8 MECANISMOS DE RETINGKO E FREIOS CAP. 6 ‘grupos: (a) fluidos eofitendo éleo I grupo: de fluidos) © (6) fluido Fluidos de freio sto. divididos do rieino coma base da visoosidade contende glicerina como viscosidade ‘A Fig, 141 ilustra a yatiagio do rau de viseosidade da qualidade de BCH de Muido de freio soviético, em fungio da temperatura. ei 1. METODO DE CALCULO ESTATICO APROXIMADO PARA PROTETO DO FREIO DE SAPATAS Um tipo de feeia de sapati. aplicada por um peso, aint isado em guindastes de antigos projetos, 6 mostrada ne Fig. 142. = rs - e o Any Fig. 142. Diagrama.te wn frlo de sapatasaplendo por um peso. ‘A forga periférics total de frenagem produsida por ambas sq’ sapatas nas” superfieies atritantes € hy P=~D © peso necsssirio para aplicar 0 freio é (102) +0 valor pb? & comumeate doprestve, 7. Méro00 DE chtcuLo esrérico ws A compressio normal sobre a sepsis de alavance esquerda, com polis girando, como mostra a Fig. 142, 6 Pal Me (ls + ub) N= Lb ~~ ppl A pressio especifion entre s polis © a sspats da alavance esquerda é A comprossio normal ne sapaia da alavanca dircite 6 Poh _ Meth — nb) itu wD Mes Como Ns < Nj, a pressio especifica nn supata dircite nfo é verificada. No dessnvolvimento das equagses de equilforio, pars elavaneas de freio vveeticalmente montedas, (vor Fig. 142) ¢ detorminagtio das forae que atusm sobre a sapats, 0 momento do peso desbalancesdo das alavancas nfo é levado fem conta pelas soguintes rax6es: (1) nos projetos comuns de freios de sepata, este momento extremamente pequeno © nio tem signifieado pritico; (2) © pes cesbalancasdo de uma alavanca é suspendida a polie, pelas outras alavaneas de freio e pelas agoes dos ‘tusmonte compensadas, ‘Se as alavancas forem dispostas horizoatalmente, seus pesos e os das sapatas 1S pesos, assim, mu te a frenagem, da articulaséo, Pforcas de igual lieades no centro do ping de articutagi Deste mancira, as forcas N ¢ P atuam sobre a alavanca e sobre 9 supate vm brago igual & ia do centro do pine de articulasso & ‘da p Bim projetos eomuns, ten= indo girar a sapeta e mudar a distribuigdo uaiforme da pressio espectfica sobre ‘comprimento da apsca, € muito pequeno e pode ser desprezado nas equaches de oguilitto. Como 9s compressoes normsis Ne As que atuama sobr_a polia nko sto iguais, 18 davore do freio ests sujelia a ago de ume forga de Mlexto AS = Sy Expressando as forgas $ através das compressdes normais © fazendo transe formasoes aproprindas, obtemas as= ie VIFEXD 10 MECAMISMOS DE RETENGAO E FREIOS CaP, 6 A componente vertieal da forga de floxto & AS, =T1- Ts A componente horizontal da forge de flexio 6 2M 48, = Ni ~ Nem Segue-se, portanto, qu ym um dado torque de frenagem, seré determinada p: 45 forgas que atuam nas barras do sistema de frelo sao Py R= i F=AL; O= VEEP ER maa hs forgas nas artculagtes dos suportes des alnvances de fronagem so YeUthtea: X=M-—Py Z=N2— Py ~n+n (Estes) Watt Py © peso que aplica 0 frvio Ga & le Pit en G+ Gael - ee Cus T , onde G, — peso da alavanea de frenagem; Gu — peso ds armadurs do magneto; 1 —rendimento do sistema de aslavanca; com articulagses de boa qualidade ele pode ser tomado de 0,9 a 0,95. Andtise de wn freio de sapata tipo TK, aplicado por mola, com vem eletromag- eto de pequeno curso (Fig, 143). 7. MeroDe DE chteuLo ESTATICO wer Independente do tipo do asionador do freio ( sultente P; das molss principais e auriliares’ que as alavancas, em um dado torque de frenagem Ms, Mae ts Po Dy onde su — coeficiente de atrito; A forge da mots su alavanca nfo magnéti A forca da mola principal le inice do incliner para trés a , depenidendo do temanho do freio, Prin = Pa — Pos Quando se usa umn cletromagnet mento, devido ao peso da armadura do magneto, sdicada no respeetivo extloge), 0 qual redi Principal, ¢ a forca nominal, Ppa, deve ser devidamer A compresséo norma total entre a sapata e a v= * Amola susilar nto ¢ usa nos fel operados pelo dispositive eatro-bidréuio, MERE EEE EEE UY UE EEE wo MECANISHOS OE RETENCLO tados sem alevanoas, pode ser desprezada em relagso so valor normal exercido pea sepata sobre a pols, porque s variacso da compressio normal & insigni= ficante, A pressio espedtfica N Pm F< Bem of lee #8 sapate ¢ «polis ghe pode ser en- = onde“B* Tafgura da°supets;'a largure da polia 6 comumenie, tomads como ot is large, do que a eapate, para assegurar pleno contato da = guarnigéo de atrito; 8 — Angulo de contato entre a polis e a sapsta; em freios de sapstas de ‘Yatios projetos, este angulo pode variar de 60 © 120. A prosaiia espectfica admissivel Piga, 6 tomada da ‘Tab. 24, A folge maxima permissivel entre a aapata ¢ @ polia ¢ by eh op 2 Nesta formula, fi 6 a metsde clo curso miximo permissivel do tirante do freio determinado pelo curso da armadura do magneto; & outra metade 6 usado para compensar o desgaste e deformagée da guemnigo e deflexdo das alavaneas. ‘A folga entre » sapata oa polia ¢ estabelecids em fungio do valor da ex centtieidade da polis de frenagem de deflexdo da arvore do freio, da dilatagio dda polia devido a0 anuecimento em operagto, das deflexnes das alavances de frenagem e da elasticidade dos materiais de atrito, Os seguintes valores das folgas de sjuste radial, entre a sapata ¢ 2 polie, tm sido accitos pare. os freias tipo TK: 100 200 809 409. 500 Op O8 40 125 0 700 $00 548 175 A rigidez do sistema de alavancas deve ser verificeds pelos céleulos. A deformagto total do sistema nflo deve exeeder a 10% o curso nominal do mag- neta. As tensses nes alavancas de frenagem sto de! las para 0 momento fletor Mf, devido forge Py ns seqdo transversal crt levance: Didemetro da polia DB, mam Polgas de one onde W — médulo de rosisténcia om em’, para flexio da segio da slavanca vorificsda; & © efeito do peso desbalanceado dos eletromagivetas tipo MTT e MO-B, mon- ~ ia entre sapata © 2 polis & i AEG BRY. mer000 oF chucvto esténico ws 4 — fator dintmico, levande-se om conta a naturezn da aplicagio da forga qusndo se splica o frei. Alavaneas de frenagem slo feitas de ago, As tensbes admissfvois nto deve exoidor a 0,42. Na verifieagio & resisténeia dos pinos das artioulagses mar- igom de segurancs, relative so ponte de escoamento © & carga dinémiea deve ser no mfnimo, 1,5. A pressio especifies nos pinos das artietlagses nfo deve exeeder 30 kel Os pinps sto fabricados do ago 45, 50 ou 80, efdureeidos para Bhn = 800 a 350. Anilise dot Freioe do Sapatas, Combinados, Controtados. Como a forga da sola prine pal dos freios combinaddos, eontrelades, € completamente vencida pelo otromagneta, o sistema do apliesgéo do freio, quando o magneto esté desligado, ojetado da mesma maneira que os freios nll controlados, com um scionadot cletromaganético, Os projetos dos sistemas de controle dos frcios normelmonte soltos ¢ eombi- nnados allo diferom, om principio, © exigem edloulos para determinar o esforgo nevessrio para desenvolver o torque de frenagom nominal. Os cfleulos silo exeotitados da mesma maneira para ambos os freios de sapstas e de fita, sendo que a daica diferenga est ns intensidade das forgas e na grandeza des cursos. Diagrams de céleulo para freios normalmente solios com controle hidréu- 144, diagrama de freios combinados, pelas Figs. 145 € rrque de frenagem My, © a forga apliesda no pedal Pray ®encontrads como segue: Pat uD a My = yD = Fr he Portanto, podemos encontrar a folga ¢: = Pea hud mo ee le ah " - Como relagdo & 6 igual A relagio total de transmissio da alavanca & pars o outro freio combinado (ver Fig. 145), Mr dy DL Pra = ( + Poe F ) 08) 1m MECANISMOS DE RETENGAO E FREIOS COP. 6 Powe de sapata normalinente soto Figs 146. Diagrams de ui freio da sapata combinaido, com pido de poquene eur, 7. MEro00 9€ chteuto Esrérico us Para um freio de fita simples, normalmente solto (ver Fig. 140), @ forca Py sobre o pedal pode ser encontrada pela férmula, Me Dewar Pee |e etd] bin Pog = Nostas férmulas: Poe — forse, om kgf, da mols ouriliar. A forca deve ser mtaima c, 20 ito das ariculagoes do eitema de alavancas de freio, quando este est. im fazer com que 0 pistéo do eilindeo Tdrilieo selorne poogas te — rondimento total do sistema hidréulico de curso de freio do sistema de elavancas do freio © do pedal. Os festes estabelecem o rendimento total ny = 0,65 8 0,75. As perdas de atrito nes copos fe pistes so avalindos, ‘pelo rendimento das tubulagses, como Og «0,97, , (04) & (105) Dan © Dre so 05 didmetenggos cllindros bjs 6 dem — Bross dos sistema tole, 400mm. Fim um freio, reeentemente rea} vado para compensar o desgaste das guarnigtes, articulayses 0 patra doformacio eldstica cdo sistema de slavancas. Porfanto, os eélcalos sio efetuados para um ccurso do pedal de 125 150mm e um curso Angulo de giro do pedal ou alavanea, para o curso méximo, no deve exseder 60» ‘A relagdo total de transmissio do sistoms de controle de freio pode sor re presentedo de seguinte forma: fia = aids, onde ij — relagio do sistema de slavancas do freiv; it — Telagio do sistem alieas jp — relagdo dos bragos do pedal. Lid © 146, ), para os sisternas das para o sistoma da Fig. 145, (106) +0 nimero de PEE EYE EY YY YE EY ee I we MECANISHOS DE RETENGLO E FREIOS CAP. 6 © pare o sistema da Fig, 140, erm costo a sob 1, curso pleno do- ¢ pata o sistema na Fig. 1 Dus = (0 815) Daw = La 13. 8. CALCULOS TERMICOS DO TREIO DE SAPATAS jimensdes des Polias de Freio. As dimefsdes das polais de juantidade de energia absorvida pelo freio lesgaste da polis, girando ne dissipagio de eslor © minimas di- 1. eALCULOS ThswICOS DO FREIO DE SAPATAS wer Freio-de Deseida. Todo o calor gerado pela energia de uma carga descon- dente deve ser dissipado na stmosfera pela polia do freio, por radiagto e troca de eslor com as correntes de ar ambiente. A qusatidade de calor dissipads por radiagfo, durante uma hora, & apro- ximadaments a ‘onde ‘Tomamos o tempo de operigdo do freio igual a 0,15 do tempo total d6 cielo para trabalhos leves, 0,25 para trabalho (normais) médios ¢ 0,40 para trabalhos pesados, ‘A quantidade do calor dissipado, durante uma hora, devido A troee de calor com circulacéo natural de ar, sens aproximsdamente (= FP) kealph, (aos) a de calor com a circulagio natural ie total em m’, de polia de freio, com excesses das ppartes cobertas pelas sapates; 4, 0 4— tomperaturas da. polia de frelo © dos estabslesimentos, om °C, ficiente de tranafertneis de calor aumenta polis © do ar ambiente. yximadamente, ¢ seguinte relago entre 1s vdocidade relative de polis t, ‘0 coeficiente de transfertacia de ealor 45. a % Coma a superfeie do aro da polls nfo pode raise calor em todas us direptes, tendo, slém disso slgamas parts: oaberlas por elemeatar adjacentor que kmpoden a radiagio, cla & lopeeeada tos nosso odleies we ECANISMOS DE RETENGKO E FREIOS CAP, & A soma da suportioie exter por S$, em m#, tem valocidade {érica da polis: interna no aro dt polia de feio, desinada aproximadamente igual 8 velocidade peri- = ms onde D— ditmetro da polia, em m; a — rotagio da polis rpm. lursate uma hora, devide & trooa an ‘A quantidade total de calor diselpado, durante uma hora, & Qn = Qs + Qs + Qs Kealfa 'e iguale-se & quantidade de calor liberada durante a absorsio da energia cinétice, ‘nas descidas da carga, Usaremos a seguinte notaglo: dio das oargas descendentes, em kg; média de deseida da carga, em m; nto do mecanismo de elevagio; = — niimero de operagéo de descida por bj 1 A= Gop — eativalente mectaico do calor, em Keal/kg-m. Entéo, o calor, liborado em uma hora seré Qa Gehe 9A Kea. (us) Estes célculos pressupdem am eoahecimento exato das condigics de ope- ragio do guindaste. Se tais dados nio forem suficientes, poder-so-6 faser uma estimativa pola poténcia N, em hp, do motor, acionando o meeanismo de elevagéo. a carga elevada compreende X% da capacidaile de clevagio de carga de guindsste, ontéo » poténcia média na descida seré Naw = Nyt Xbp. Se as velocidados de dscide de aubida forem as mesmas, o tempo de des- ida seri considerado 7 do tempo total de operasfo, porque a altura de 2 doscida 6, aproximadamente, igual & altura de elevasto. 48, CALCULOS FERMICOS DO FREIO DE SAPATAS das guaraigées oda polia. Por esta razio, de de resfriamento em aletas, pare obter mais cfetiva dissipagio de calor A auantidade de oor Iberada dunente uma hore, into 6 durante 3.000 Qc = Nex x 3.000 EP 3 Fm a6? PTX ea tempo de subids, 4) podem ser usades para verifioar as dimensdes das Ptincia do wlor na elogio, em BP, onsen" seTD AAs dimensoes das polias, empregadas em frei ‘27, que indies as eorrespondentes c+ menores dos rendimentos,essaseapacidades de operasao podem VEE EY YEE EY Ee ee 190 MECAMISMOS OE RETENGAO E FREIOS CAP & Para outros pesos médios de carga descendontes, os dados tabelados devern vs corrigidos por uma raaio inversamente proporcional aoe peecs. de parar um guindaste ou earriako # pl de translagso, provides cam érgios de frensgem clétrics, Freios do segundo tipo devem absorver uma pequona parte da energie do ‘movimento ¢ parar o guindaste; tais freios podem ser neira que os freios de parada dos mocanismos de clevaga ‘reios do primeito tipo devem ser projetedos do mesmo modo que os freios de descida, isto &, por consideragies de aquecimenta, —~ ‘A quantidade de calor liberade durante uma hora, para 2 operapses do fre~ nage, & Gan SE = ory He] Be beat, as) conde @ — paso do guindase ow ear, em ke; g = 9,81 — aceleragéo da gravidade, em m/s*; Wf — reiisttacia 20 movimento de transla, em ke; ty — tempo de frenagem, em 3; 9 — rendimento mectnico. As dimensbes da polia de freio devem ser de tal modo determinades que a polo freio — Qi ++ G+ Qs — tberade, Qu ‘quantidade total de calor que poss. ser soja igual ou exeeda & quantidade de do Mecanisina de Pris de eo Pate do mato go tp ee Bian [Lapor — exospmorsaidee| = 20hpm nde 9 = 660 pm evra robs ee Bea, apa |3 ashy me] So att, Si ma | om | w] wo] m| «| | m aw] olla] of »fal ol 2] ul u S|) 2) 2] 8] 8) 2) 2) SB] ge] 8 @|i| 2] >| ae] e| s) 3] e| el s elie) 2] @] 8) 8) 8) 3).8) &] 8 & | go jae] 8] 8] am| a | S| 2) &} 2 se | | it | ia | ass |. | ao | ae} = |S] = A Tab. 28 sora itil na selecto das dimonstes das polias pare froios do trans- Jago, Bla foi compilada para 80-100 operasées de frenegetn, por hora, para Jum mecanismo de translagdo montado sobre mancais de deslissmento, 4 ChLcULOS TERMICOS 00 FREIO DE saPATAS wi Freios de tranelagéo que operam & velocidade da ordem de 60 mjmin deve ser projetados da mesma maneira que as freios do pareds, dos moeenismos da clovaséo. Fesios de Parada. A quantidade de ealor sheorvido e dissipado na atmos: fora pelos freios do pareda é ealoulada pelo mesmo processo empregado para 08 frelon de descida e de translagio, quando o mimero de operagtes de frenager, por hors for conhevido. ‘Deve ser feta uma distingto entre frensgem de todo 0 meeanismo @ a da carga & plona velosidade ou (Soma, por exemplo, na frenagem eléttiea) a ums velocidad muito baix Como os freios de parada operam sob trabalins tna extéveis que 03 feios do daseids © tra suas dimenaies podem ser selecionades, com sufiients igrou d> procisio, pelos dados experimentais existentes ‘ime gerl, para freias de parada, provides enm gusrnigdes de fercdo, pom 15 0 80 keghmjs-om’, onde p — pressio espacficn ne sopata do freio em Ksi/emt, ealouledo pelo torque ne Arvare do motor Mf, keffem: om 4 =e aa Reto, . onde b ¢ ¢ — targura e coms dda guaraigho, em om; o — velocidade pat polis de frei, em mis, ~ Dever ser tomados valores maiores para trabalhos leves e admero médio do operasoes de ligacio, enquanto que, para trabalhos pesados, 9 valor de po fuses deve exeoder a 15, “ . ‘A rpm da polia de também, ‘muito importante. Por exemple, a 1.000, podemos toms ‘alores de pe do que a 600 rpm, devido & melhor disipesso do celor Bin fronagem eldhica, ds mesma mancirs, maiores valores de pv podom sor tomades. Para condigées nnrmais de operapdes, és dimensaes dus polias pare freios de parada podem sor selecionadas, provioriamente, pela Tab. 29. TABELA 2. Polio de freio Potnia de moter erica do meant Diamare, mim | Lavpura, nn | n= oT | a= T00 | n= 600 180 2 ° 0 a 200 8s 8 15 is 230 0 19 a Pa m0 100 a 6 io 00 25 B B or 500 160 fa 36 na 530 200 us 136 * 800 250 2 250 = we MECANISMOS OE RETENGAO © FREIOS CAP. 6 Em mecanismos de elevagdo que empregam frenagem elétrea, « potéacia do motor (corespondente ao tamanto de pola) pode ser aumentada de 20% e, para trabalhos leves (pequeno mimero de operagoes do Tigagio e, ratamer Plonss cargas) por outros 12% ‘No entanto, em trabalhos pesados (grande ndmero de operuptes de lgayio ramente plenas cargas), estas poténcias dos motores elétricos dover ser recuaiin, pelo menos, de 20%. Céloulo de Darabil sor, aproximadament wde dar Guaraigdes. A vida das guarnigoes de freio pode aus) onde y-~ vida (atimero de operagées de frenag: AG — desgasto de guarnigio, em em; 4g — desgaste permisstvel da guarniglio em em'hp-h A — trabalho efetundo durante uma operagéo de fronsgam, om hp-h. Para guarnigses do tipo ferodo, operando com atrito seco sabre uma polis lo ago lisa tempersturas modorades, g pode scr, aproximedamente, igual & 0,2em'jhp-h. © Selecio do Fletromagneto. Atul x molas que possuem desempenho Tau! 0 freio 6 splicado suave da que um jda polas sapatas do {rein for P, a forca cxigida pla mola projetos de freios convencionais ser kephovh an ‘Como 0 freio deve deter a osrga com um corto grau de confisnga, pressupse-se que o torque de frenagem de projoto soja maior do que 0 momontn desonvolvido pela carga absixada, Se denotames momento nominsl do motor da meeanismo de clevagio por Mf, ¢0 rendimento mecanico por 9, 0 torque de frenagem com a polis mon- tata na evore do motor seri Mum My. (118) Para frofos comuns de parads, o fator de seguranga de frenagom pode sor tomado como » = 2.8 3, enquaato que para froios de translaglo esse fator pode variar de 0,5 a 1, ‘A fora necosséria para aplicar o froio de duas sapatas 6 caleulada pelo torque de fronagem: 18, ALcULOs TERINICOS GO FREIO DE SAPATAS ws [A presslo ospecttica nas sapates € (120) © coeficiente de atrito depends do material das guarnigses (ver Tab. 25). Quando My, e 1 sio conhecidos, podemos fecilmonte determinar todos os dos nocessérios para calcular a forga inicial na mola. Deve levar-se em conta que, na abertura, a mola se slonga e a carga sobre ela aumenta um pouco ‘A um pequeno angula da hélion, essa carga adicional pode ser, comparativa- mente, pequena. Isso é muito importante para o aumento da vida da mols, 2 ‘qual doponde, prinejpalmente, ds diferonga enire as carges exereidas sobre 2 mola, quando o freio osté Quando & diferenge entre essas cargas 6 pequens, « tensio admisstvel pare ‘9 material da mola pode ser tomado como [r] = 4000 kgfem!, sem temor de quobra. ‘Ein goral as melas devem operar em compressio, em freios, para evitar assim 1 queda da carge, se a mola quebar-se repentinamente. Magnetos de frenagem devom ser providos de adoquado efito de soltura. Seja: A — efastamonto das sapatas da polia, em a! — rendimesto do sistema de slevant tura exeoutado pelo magneto seri Pd a= EX rgtem, a Re Quando vty? pa e = 09, enti bw gg Zit arn ag7nh kgfem. (123) © afastamoato das sapatas 2, quando o freio ostd solto, deve ser suficiente- mente grande para evitar o contato com a pal (© afastamento da sapata pode decrascer na proporsto da precisso do freio, partioularments, devido a redugio das nos pines das articulagses. Para projetos comuns de freios do guindastes os seguintes valores de \ podem ser to- mados em fungio Ditmetro da pol Afasameato da sapeta 2 20, 400; 500 630; 600 015-020 018-026 0 tipo de eletromagneto 6 solecionado pelos eatdlogos apropriados, com hase no trabatho nevessirio para a soltura ’, tomande-se a forgs do eletromag- hneto 25% maior do qur a exigida pelo projeto, VUE EEE EY SS SU gaste.das, guarnistes, Assn, semente 9% do curso indicado. nos sta de outro modo, o magneto operaria aos trancos operagio. >. mgrono pagryso DE rHONETO DE FREIO DE SAPATAS Teste métado provém das equagces. di supbe-se que a forga de Trenagem & distingdo catro o projeto de ut freio, com ume vaca do mesmo, eum freio com sapate arti cagio da forga constants da comprestfo normal da sapata sobre & p de'atrito, na intersegin da ireanferéacta da plia com a Fah: que liga 08 centros dda polia cde sapnta. Supdoso, tambElnque = wejllante esas forvas nko et land dacs de spat otal ny ea Arde com as eon fons aavann do processo de frenagem e nso representa a real distribuig’o das forges sobre 08 virios elementos do fei tria do movimento da slavanca com a sapata © 0 @ independente do atrito ocorrer na superficie De fato, se tontirmos dois pontos quaisquer polia (Fig. 147e) veremos que as foryas elementares de ‘Como as res e, também, se a sapata for resultante de todas as forgas tangenciais deve ser aplieada no ponto lovalizado, além da circunferéneia da polia. [A diregio da resultanto das forges normais ¢ determinada pelo angulo B, (Fig. 147d, caso em que ecole ath): v5 iho das proses expections © fergaz na freragem. Desta maneira a diregSo da resultante 6 determinads nto somente pefo projet do freio mas também pelo coeficiente de at ‘A resultante das forgas norinsl o tangencial ¢ inolinada em relagto & resul- tanto das forges normais polo Sngulo de atrito p, no sentido de rotagio da polis (igo = 1) e passa pelo eixo da sapata, © ponto de aplicagao da resultante das foryas normal e tangencial esté além. da polis de freio a uma disténcia L, do centro & 1, = WW; (cos 8, ~ Faen B.) © éngulo 8, ¢ sempre positivo, isto'é, construldo do lado onde # sapata core sobre a polis, ou melher, contrério & rotaglo da polis. 4 teoria dos freios de sapata que leva em conta » nfo uniformidade na dis~ tribuigio das pressies especifices vobre as sapates, revela de modo mais com- preenaivel o fendmeno que trata do provesso de frenagem. ‘Abairo sio dados alguns exemplos de projeto do freio de sapats. Ezsmplo 1. Prous de-wm Jeio apliento per um pes ¢ tendo um mogneto de longo ctr ver Fig 12) 0s efleulos xto fltos para Big = 1200 pcm, ‘Tomamor wn feelo com uma polia de 250mm. 196 MMECAMISHOS OE RETENGAO E FREIOS cA. & A forge peritcien total de freusgem & My 2X 1200 pn > = 9% hat Lom Eepeifinos a relate dos trap come [== rs bro 8 = dem. ‘A contigho de apleagto do freio & Ppa Mie Bae a0 a — 0st x at 1 Eby Ty OF RKO — HXTT = 65 ket A forga normal méxime & asx 27 Me Ey = 1 ‘A forga nota mfaima ¢ 05x27 M = 15 ket Be” WORKS ‘A fron ds gunenighe para B= 75mm e = 90° ¢ ». 28 a pe Dg = 2B 75 x 00 = t6rent A prossto exposes & a) 2 p= Ah = 1 ~ or kate < petm A forge de Nexto 6 Bie TEE bm BLO TET x 5m 22 ket, 8 Di Bx Te A componente vertical & ‘A componente horizontal 6 Md 2x 12003 Dh" axis MS Rel AS, = Determinames, agora, as dimenstes do sletromagneto ca, de frenagem de Tonge curso, do tipo KAT Pably = Ned: a 1 1 Pah Neg = 1x01 Gees = 192 ketjom, A folgn de ajuste ¢ tomada como ¢ = Lmm, Tomamos o magneto de frenagem do tipe MET=101, no qual eforgs € 1D kg, curso méxito 40mm e peso da semadura 28 kat 9, METODO PRECISO OF PROIETO OF FREIO OE SAPATAS 1 eno de esp in aed rigs sem shiereaee coeai SOaSR Re ae a? aproximada do rnsidade sproximade do tue ves Ue os rages ete = y+ Gan a= ETI om 8m 10, h= 13,1 = 23,0040 od = a0, barra vertical, 0 peto de alavanca é Gi= Shgf. A intantidade exsids x16 SaExXOsE = 6x25 +28 x 4010.95 Bt eh Gan w Batko, veriticamos se © curso da armacura do magneto eotrmponde 20 desloramento das sapatas, "O duslocamento meine da spate & alla _ 40% 1x 4 16 Be ~ BX AKBXAD Com um desioounento ¢ = mm o coro do raagneto card BROLX2TKIX 5oy rs vee, usumos 78% de sou, suo, igher, movimenice perdldan © ‘Veifcamos, eto, 0 magneto em relagto & sua forg: Pac Oi) + Oud + Gu, Isto €, 10x 40> 25x 28-442 x 4042840 ov 400> 588, Portanto, « magneto é também adequado no tocante& forge que ale deeavelve, eon Prd sm rip por ml nm mgd Sige MOE ep TR 8 ta tle ne ee Be et 1 faint devs lta wo ofa ‘fm oui apd yor sua sa & REE EEE EEUU EY EE UE Se ee MECANISMOS DE RETENGAO F FREIOS CHP. 6 sana sis ole principal orandoas om conta» apho da mola astro po de arma ora Dan Prin Pach Pose + Pas 1+ 8-4 20 = 2 kgs A Torga na. burra desenvolvide pel Pan 7 Postanto 9 magneto opma, normalet tel Oca Barada de ong ra do feo hs 44a, (0 devtocamento infsime da suite da pois 6 =u4 Sy 5000 = He a gS rt A ren de unig de atta a Fo 32 bp = FE 1a x 10m 258emt a A pressto expeifion & 0 médulo de rvntdncia & flex da elavanca do © momento fletor na segho traasy ipo TE-600 € HF = 24,1 ent = 101 x 21 = £070 kgf, © momento lotr eam relagse ao Condmeno dintmico & Mper = Medd = (O70 X 9,5 = 14.250 e-em, Aqui, @— fator dino a ide como ‘55 not fst tipo TH 14250 Wek o- = 560 kee? © momento de inéesia da septa transversal & T= Why = 244 x 32 = Tem! 1+. MET0C0 PRECISO BE PROIETO DE FREIO DE SAPATAS 9 4B) = BSE = gps, Bx onde a 0 Flo os bragos df alavance. Becnplo 8. Posi de um feio eantrolade combinads. 6 fra & do Ugo TT-20 0 torque rensgen & My = Dhan, Un dings mostrado pela Fi 0-908 a value trade 0 hem com FT = 10% fooates forges dss tals © degerminams targus de fee: chrate ete desig "Para forgar ¢ volta do ido santo posivel quando 0 fesio este fue pare ov ire comune de para ipo TRT-200Y a forge da mola susie Pigs ¢ de 12 el 4 do Grea quando 0 magneto 2 Tigtdo & ui, ac pi mar do Ma Paw Me = Oo ert A forgs cobro » batta devido ao peso de armadura & me ee A forge da mola pee rin ~ Prat Bova + Par = BT + 32 4 20 me 120 ket © torque dssenvaivido foto feeio ao ato de deigar & arxis e uD 04 x 20 = 2350 bgt, o reservatiio do campensayio & sontsde na slurn do. elindro ipaverd queda. de premio. ( peda! de epairole do fio & centrsbalangado por uma mole espeial « o peso do pads! ato tea eet obre a reste do Mldo, De acardo com a emule (105), « forge eplicads to pedal & Pra = (ah aud) 8B (Be 500% 10, 4g) to Poa = aaseaoseas *!) ap a Cp) op 7 7H aay. ce 6 normal para exte tipo de mecarisoae do eootrale. 200 MECANISMOS. OE RETENGLO E FREIOS CAP. 6 0 euro mdvimo do podal projsde & 200 am wn EnghDag 12 X 209 X04 X 30X97 695 0, a 7% 5000 ‘ Noste caso, o deslocamento de proto das sepatas «= Cram € obtido quando © curso do pedal ¢ rao mais cure ‘A relopho total de erensmissso do sistema de * 6 Hay = b= 20-$, = 41,5 00, 0 curso do cilndro hidréulio para o earso pleno do pedal & » (2a 6 (azy Fas = 2 (Bas) = a $22 = a7 2 fenagen demerit orp no nde deve azar gla plo do operator (ao eg) neste tao, promi ao Stems a eve excel” 0 © 60 ™ 4 . Pm Fo oh = 90 2 Am se te A veloidade de oxcoamento de Muido aa tubulagio ado dove exceder 1-12m/2, © volume ds Huo que pessa através de Gabulagto para a softara do feeio no cuso de ‘abate da pedal € vn Hye 2Dine 4 18 raat Bem A velocidsde de eicoumento do Mido, quando @ tempo de soltura do frelo ¢ wt 15 T° GOK ORT x TO eae = 102 mys, onde F; — frou da segto transversal da tubalegSo, com wm dinero interao ded = 6 mm, Fm 037 ent ‘Beamplo 4, Projo de 1m feo de dicta para um quindase gna caress waitin) com tne fapstidade de dovnia Ge’ eats do cevafto de 7 a en confor com 0 aque Rotapto do motor ep 9. METODO PRECISO DE PROIETO DE FREIO DE SAPATAS a |sDs Tab, 27 seletionamaor uma polia de fio com a sexaintes dimensses; dimetin ~ 608 fame lagu ~ 200 ra ‘Veriisagdo do aquesienento do frei. 1, A quantideds de calor liberada durante uma hora 6 encontrads pele equa 1 Qa Grhend = 2000 x 20°% 40 X O85 Ew 5 180 heal aa, on pala Bq, ag = SENET = 516 X 52 X OBE X O40 X O67 = 5.170 Kea 2 A quantidade de calor t= 1886 Sine temperstare ne SY = EN] @ ra ds sapatas 2X TO = 140, «3 igiat & mixin temperatura que dla suporta :eaeC de eontato a 4 ro da pola nb aberada pel i= 069+ 090 2M. onset . Sys 2x 0,09". 0,025 m*, crea x08 + 43x dann (BEA EY (2835; 9, = sok (©) Por transterénein de enlor no repowse, de stordo com a Hq. (108) ae ) a-FD; +0825 403 = 167m"; = 0,8) = 850 heal 2D. Gs= FTW + 2800 4 2508 28,0 ou [5 (22 = supetiie total do ex: = supertioie das reas circulars; "os — respactivas velocidades médias das éree Com o proptite de simplificar podemos divide o aupertsi lateral da poia ea dass es GP implitias f éa poli = 110.09 x 02 + 08 x 0,6) = OT a"; (0.9 - 04%) = 0.157%, Eg ~ 0135 0%; Dn _ 1003 x 510 0 ae = 88mi WEE EEE UE EE EE UU Ye ae MECANISMOS DE RETENSAO E FREICS CAP. & 25x00 nw 28X87 roa w= HBR soap Porta, 0) = 24005,8 + 2,80 + 101) = 2980 ken, [A quantidade de calor que pode ser dissipade daranto ums hore 6 r+ Qe Qs = 570-4 850-4 2 880 = 3 500 Kea, Teo, etretanto, um poueo mais do que * quantidade de eslor bored ns frenegem. ur = 3.180 koa de modo que a mdcima temperatura da polia seek um pouco mai bien he 185, ‘de ums operagho de frenagen € 2.000 x 20 > 0,85 A ~ "pro ace = 0,96 pk. © desgnse da euaaign & AG ~ BAK = 2% 10 x 98,5 X08 = 680 em! [A vide do servgo ou niimero pemisstval de operagbs de frenogen & ac ___ss0 : una" oxo ~ 80% A vide de servigo em horas para 40 opsragber de frenegien por hors & [A vida de servgo em dias yara um dia do trsbatbo de cite horas & a6 SE. 100, comple 6. Projde do um ftis de praia de dase sopoas para um mecanisoo de oe vagto en winds ave 46101 tor Vlceidude ds covaghs de 30 fata, rn em trabalto prado (180 opeagier de fentgna por hort) com fre A poltaca do motor 6 N = Poppe = 895 bo. A velosidade do motor & a = 570 pm. 1. A polia de feio & selecionada da Tb. 2. ee normais de operegio, uma polla de frsio de 6O0rom do ditmetro corres 7: METCOO PRECISO OE PROIETO DE FREIO DE APATAS 20s 2. Verifies do valor px © torque na frvore do motor 6 at = m1 620 88 ‘10 © coefsiente de atrto da guncaigio de (erode (Tub, 28) € 4 = 0,46. = 10500 ktm, 2, Veriicapto da vida ds gus 0 trabalho de uma operasto - Ae Me ee (0 tempo da frenagem 6 diferente para subida © desida Na subids, . Drm La ketan, 8 OT kate, Batt, = one: Mjy = og? = 2,5 X 10 500 % 0,84 = 108 kgm: nn uty Te fe = = 03553. No decid, 0 valor médio & fet Bn = Ofte te = Tete DBE OS oes, 0.855 + 082 © trabalho de frenagem & A= 108 X 595 X 0,50 X 0,5 = 2080 ketam; 2.080 4= goa = 0011 pb, 0 desgaste permistvel da guarnigto on volume é AG = BHAA = 2x 18 x 29% 0,8 = 495 m4, A vide do servigo ou almero permissvel de operasto de fenagem ¢ 204 MRECANISMOS. DE RETENGAO E FREIOS CAP. 6 A vide eon horas, 1a A vida, om diss, para diss de 8 horas de trabalho, & et = 08, 4, Vesifisagio a0 aquesimente (lespresando a fenager elérie) ‘# quantidade de calor berada om me operasde de frenogem 6 2.989 2 ret or hors, para 150 operasces de frenazem & L080, ‘A quantidade de enlor que pode ser dissipado por hora a 100-0 (da Tab. 27)¢ 1055 kesh. esta maneira, mesmo despeesando a freneger eirice, a-poie de fro n8o ser aqueckia aa dos 100°: Stlepto do magnele do treo ‘A Tonga necessvie é My 18800, Po De "wwe ~ HK Supdese quo o delacamante da sapnin seja ¢ = 0.20.0, 0 ‘trabalho execotado pelo magneto & 99 28 6 sao gt aw 22 2H yw sang. 20 2B = asker emissho das slavancas do fealo fe 8 X S= 4m, a5 sopatas do frelo devem se afastar a freio dado, os seguintes dimenstes ume f= 200mm. od ligagho com 2 artuadara do magneto € 10, REGS De Fira : aes 7. Selepo da mole. A fores P 6 evisda pels forga da mola, bem como pele pass de ar madara do magceto © alavancas do pekegyl be Riavid © peso da armadusa a alavancas am relagho & bares Vers 368, P= Gu + GV = 20+ 9 3B wm a5 Poreanto, xaptovl, 270 gg 205 Km 145-20 — 95 BS wo iat, Selecionames uma mole com diimetro do fio 8 = 12mm, eom rala médio r= 86cm « van mero de espiras aivas = 12 O alongamento da mols, pré-ceregada cow uma ya de OTL Kat, ser _ Get EK XEe am ec 1 SOO = Bgem 8 male do soltura do fro & 2 si, = 2h a2 x 0288 oem, Asm, o slongamento total da mola seré 6,3. em @ s forge méxima craclonande a mole a3 on $8.» oxo ket Com [r] = 4.000 get, capacidade de dlevagzo da mole & Pa nig Kote = ge £000 = TE3 aE 4000 = 377 kel, Porta enstes da mola foram determinedss corretamente 10, PREIOS DE FITA jetos de freios do fita podem ser ra. O frcio consists em uroa polia com algum mstetial de todas as forgas de A diferonga das f igual & forge ps as S; ¢ S; nas extremidades da fita. Portanto, isso deve ser fo P A relagio ontro as forgas nas extromidades da fita 6 exprossa pela ja co- nhecida equagio de Euler Sym Sse; (a2) KEE EE EY VEU EYE EY US Se 106 MECANISHCS OE RETENGAO E FREIOS AP. 6 (028) (126) deus * ar” wm [g2 [ozs [03 [oa | 04 | oss | 06 oa 93 - 93 08, Os ous otts 03: olsas O55, os o7 08 03. 1 Para encontrar # relagio entre as trapies Si @ Ss. consideremos um arco elementar (Fig. 1482) subtendido pelo dngulo dg, onde p & 0 4ngulo correspon- dente A distancia sobre o arco do ponto considerado 20 ponto onde « fits dota poli, evido As Forgas tangencisis de atx clementar, serio $+ aS ©. ‘A projesto das forcas ne diresio AN & a tragdo da fita nas segoes do arco (+65) wn 224522 — ew = 0 to, FREIOS of FIT 0 fe) Fig. 40, Dingrama para deletrioagio da teapso na {te pressto expecitios na pola A projegio das forgas na diregio da tangente ¢ (5 +.d5) ons SE — Seos-4f — nd = 0. Suporthames que de de, yg de sen a Ho cos Maes Desprezando-se o infinitésimo de mais alta ordem (a8 ¢ ¢), obtemos Sdp= aN; dS = yd, de onde a relagéo . as Ay Say Tatogrando esa queso, btemos f= S Pam y= 0, quando S= Sy InS:=C ou fnalente, ()-r Jute ox 18 = wo +6. In$ = p+ nS 1nS — InSs = yi rei, fer on Soe 08 MECANISMOS DE RETENGAO E FREIOS CAP. 6 Para a extremidade de catrads S;~ So, isto ¢, a relagdo (124) onde g & 0 sco de contato, em radianos; e—base dos logaritmos neperianos igual « 2 718, A press espe : de aplicagio da tragdo Sy, ds tanga o valor mfnimo no pont Se admitimos que Sif dS: 8 entdo a forge normal'N no ponto de aplicayéo de tragio Si © ‘S$ aS; (por unidade de superficie de 1 cm de comprimento e b om de largure) pode ser aproximadamente encontrads pela seguinte equagéo (Pig, 1484): L N= Sa = Siz az Consegdentemente, a pressio especffica maxima & Se 2 Poa Be (128) pressko especffice minima ¢ Pon = (028) Se 0 comprimento de coatato entre a fita ¢ « polis 6 « Lm OR soar entiio s superttele atritante & Fe mee - sep = ZatctPat ug indon a prio cepenicn i, ettom potted ag er Me= Font Ue — velocidade critica de escorregamento; See eee Cee ain atria de enag sed Nie Nan = Pe = Ee (aso) 0 valor de pte pode ser tomado igual ao dos freios de sapates. Para eviter excessive desgaste de fite ou guarnicdes na extremidade de entrada, a pre specifies méxima Page tio deve exceder os valores indicados na Tab. 31. 10, FREIOS De FTA me Baan ema Frelos de Fita om Kellen? ‘TABELA M. Pressdes Espectticas Ads terial das eupericee tritanies ts Fede Friedel Material oat ipo de foein | Fle de aco sre lctaca sore polioltamiade, prenaty Madre sobre po- est. “Vise tere juno |e 2 pedo ac fra andilo ago live pia matt Pood ® * 8 6 Duss » 3 4 ‘ Frelos de Fita Simples. 9 extromidade de entrada da fita 6 fixa (mixima tragio S:) ¢ a alavanca do freio suporta somente a forse 8; que etia 0 momento Sia Do que foi dito avima (Eq, (126)) P eat! Se to do brago da srticulagto fixe, 80 ponto onde a fita & so a Pw LIE onde Ay 0 qu de nge de sapata, # intensidade do peso sobre # alavancn de frenagem Ge € Safed an) nse «pai eis gn ost cps x frm de ego 8 ccc ga’ ea O, ele pares eager aaenin ae ein eee ea consent tps em fe oF sien pte en ese Sets wala cage aos die Te ato amen Ge 0 da alavenca fa commute seni ete 8 ‘quanto. possivel articulagio de puidor ser obt feta dove ser curvade. 0 projeto de duss sapatasalivie 9 érvore do grandes do. Fexa ios de orga resultante na Srvor Fig. WD, Diagrams de un fae * ‘ifs amples. Qe VFR, (132) RUE EEE EE EEE EEE YY Ee oe MECARISMOS DE RETENGAO E FREIOS CAP. 6 onde Y—forge vertical © H—forga horizontal; © percurso da alavanea de froio na articulagio com a armadura do eletro- magaoto 6 heat, 30) onde a@— 6 em radiazos A forga exigide do magneto 6 z= 54. sn © rendiwento do sistema de slavanens em freio de fita pode set despreaado porque ele tem apenss dus juntas articuledas. 0 trabalho exeoutedo pelo eletromagneto seré 4ey ap th 0 cneficiente 0,75 leva em conta a utiizagio do curso da armadura. inchos operados & mio podem sor dotados com uma. jgeiramente com graxa A forge O apli- ho dove oxteder a 10-20 kg. Nos guin- tado néo somente para manter a carga mltplo, que am gucto ig te, FREIOS OE ITA an enrolamento miltiplo ‘gs motmas linhss do ‘mesmo para grandes torques de distancia de solvura 6 esloulada pel lavanca de ferro numa s6 pepe, porque seu torque wa dos ‘A-equagso dos momentos relativos ao eixo da articulagio de alavanca seré Ki~ Sin + Siar = 05 tanto, a forga de frenagem & o po forsa, ge Sra; — Siar Fig. 150, Froio de fite de earola- = is rio K= S87 (138) Substituindo as forgas de iragio $1 ¢ 8: pela forga peritérica P, obtemos P a= am Rep eo (139) Fig. 151. Diag jos de fite difrencsis © de agko ada. am MEGAMISMOS OE RETENGAO E FREIOS CAP, 6 Pereutto da Alayanea de Fre 4 © a2, 0 diferenga fy entre 2 io os bragos des alavancas rf igual ao alongamento ce fita. na soltura hy 2 A =H = ce «14g Da rolagio obtemos Substituindo osses valores na Eq. (140), obtemos 0 perourso da elevanca no ponto de aplicacio de forge K hm hy (aay) onde ¢ tem 0 mesmo valor que no freio simples. Froion de Fita de AeZo Adttiva, Neste frvio (Fig. 1512), ambas as extre- ‘midades de fits sfo presas na slavanea de freio em hragos do igual comprimento (a= a= 6). A cquasto dos momentos para axticulsgao da alavance do freio KI = Sa — 8,0 = 0. A forga na alayanes do freio K=$()~8) (aay 4 a mesma pars ambos os sentidos de rotagio, porque em freio com bragos iguais as forgas de tragio Se Sy trocam de lugar. Em freio de agio aditiva a forge do frenagem na alavanca é (= ++ 1) veses inaior que tm f polis, neste tipo de free, & parada poles (rapes do ama in fit, O perourso de alavanca de freia no ponto de aplicagio da forga K & 0 mesmo que o acima. 8 simples. A. is extremidades ae asa) Foi ressaltado scima que uma carge adicional na arvore do freio constitui fagko de todos os tipos de freio de fita examinedos. Por esta 0 Telativamente raro em maqi de elevagio, embora 0 freio diferencial seja un aspecto muito raro de mecanismo com aciinamento meednico, to.> panies De RITA mm @ oy) ig. 152. Dimensoes rscemendadas para Firapto de guarnigdea de maceril laminado de atrto para ume (te de frenagea de ago 2 — eta ou poate de fngtos > — mite deste, polia, a largura da. fila b no deve exceder 150 mm pare D> 1000 mm e 100 mm para D <10C0 mm. Pars freios de guine! 2590 40-6) gta 40-200, 2 ate eT GO ynsdos a motor requerem fita com guamigio de frei. Sapatas da madeira sto fabricadas de dlamovou carps. las sio fixedss A fite por ‘aio de dois ou quatro pornfucos par madeira. Dove eer deixada entro as sa- paias uma fenda de 4-6 mm. ‘A guarnigto de freio* 6 fixada 2 tira com rebite de eobre embutido ou pax rafusos (Fig. 152). de freios eo verifioadss & jerando-so dois furos de ra ser ura por tragio para a maxima tragio enfraqueeedores da septo transversel ay) Para o ago CT.3 ou 4.8 tensto admisstvel varia de 500 a 800 Kgflem*; onde 6 — largure da 5 — eapessura da fita; d— diametro do rebite. Goralmento, a extremidade de entrada da tire é rigidamente fixa, (Fig. 1580) ea oxtremidade de safda 6 ajustavel (Fig. 153%). 0 didmotro dos rebites podem * em método de fiaagto de uma guarnigho laminada a uma fita de ajo 6 mostrada pala Rig, 1528 EEE EEE EY EY EE EY ee a4 ECANISMOS DE RETENGLO E FRKIOS CAP 6 Fig, 152. Dieposiivos de fsagéo das fit. ser tomados de d= 8 @ d= 13 mm; ususlmente, 0 niimero de rebite nio deve sor inferior de = 4. Os rebites devem ser veriticados 20 cisalhamento @ eom- presto, A tensto de cisalhomento & 43) conde m — aimero de planos de cisulhameato. A tensto de compressa ne superficie cilindrics fm de que a fita posse separar-se uniformemente jevem ter barras dobredas (Fig. 154) de aco chato, di parte externa da fita com parafusos de ajuste, espsgad para ajustar o°deslocamento da ‘A Fig. 155 mostra um freio de fita para um guindaste giratério de cagambs com eapasidede de elevagao de Bt. 0 freio pode ser operado por eletromagneio fe acionada manusimente (na descida) © defeito do freia de fits controlado por eletromagneto de longo curso, 12 sulta da grande dimensio ‘global devido as grandes elavences de freio. Ease dofoito & ovitado nos, assim chamados, freios eletromagnéticos de po- quene curso (Fig. 158). Eles’sio dotados com um magneto projetado como terme A uma caixa 2. A polia de f elas fitas-4 (com guarnigio de ferodo) eujas extiemidades sfo ligades a um brago oscilante 5 ¢ tela 9. Os bragos da armadurs a6 LMECANSMOS DE RETENGO E FREIOS CAP. 6 980 6 do brago oacilante. O froio 6 aplieado pela mola do mag 7 sho ligados a 8 que obriga 2 armsdura 7 a girar om torno da articulas ‘Quando # corrente passa através da bobins 4, para limiter o' deslocamento da fite de polis gue. Quando a corrente passa através Gos lad taneamente por meio de pinos ¢ ¢ alavancas separadamente pela cuaha |. aw do freio g sho puxedas simul- dois bragos f que sfo forpadas WEE EEE EY EEE EY UE Ye a MECANISHOS OE RETENCAO E FREIOS CAP. 6 Dedusamos, agora, as equasdes bisicas pars o projeto de um desses freios & comparemo-lo com o freio de fits comum. Admitamas que a polia de freio ¢ seja acioneda pelo momento i= PR, no sentido aatichorério (Fig. 1572). entre os pontos A e B. Se um Rdg e forgg de atrito produzida por ela pfiude onde p € a forge de strago mag- tion em Ref par Lom de largure da fita Bglas condigses de equilfbrie do elemento de fita separado segue-re que AS = Sudo -+.9Rude = (8+ Rude: aan disso resulta “s ule = +R Totegrando esta equagianos limites do 0 até a, obtemos - S10 Osim =n Sh PR Bam SF Dee ou (Si+ PR) = (S: + PR) (14s) Para p = 0, isto 6, quando o magneto nio toma parte na operagio, ebiemes a bem conhecida f6rmula de Euler (124): Si Sw, Se» tragio na exiremidade do safda da fita for $;= 0 que corresponde & operagto do frei som engate mecdnieo, a Eq. (148) tomaré » forma Sc = pR(e= ~ 1). a9) comporemos as expressies das forgas pe ‘tragho S,, na extremidade de safda da Pee Si— Sr = 8: (081) (150) © para um freio com uma fite megnétion Prag = Si Ss. Substituindo aqui o valor de S; da Eq. (148) temos Prag = (Sit PR) (ot = 2). 31) to, FREIOs BE FTA ne Quando S: for constante para ambos os frvios, a forga perifériee do foie provide de fits magnética ser Pray = Pat BRO — (152) isto 4, maior do que em um freio de fite comum pelo ‘Tomemos um exemplo numérico. ‘Tomamos 8; B= 30 cme p =2 keffom. Para um freio de fite comum, Kegf, w= 0,8, 0 = 270°, Py= Siler — 2) 1) = 155 ket; ‘para um feeio cam fita magr Praag = Ps + 7B (ome Portanto, com estes valores numéricos, « forga do frenagem devide & force da stragto magnétion, auments 2015 ss 13 vezes quando comparade com um fio de fite comum. ste exemplo mostra que, neste projeto, 0 enagem criado prin- cipalmente pela ago do mrgneto clétrieo, enquanto que azio de tracious- mento mecdnico da fite (de forga S.) © canto, (© projeto de um freio com uma fits ica, possui a vantagem do_po- queno tamenho ¢ auséacie de alevancas. freio pode ser bestante eficas gm muitos mecanismos de miquines de elevagto e transporte. Nao pode ser ‘usedo para mecanismos de clevagio de carga, porque opera sob corrente (uma falta acidental da eorrente pode derrubar a carge). Para mecanismos de trans- Taplo e rolaglo, especialmente para grandes torques de frenagem, 0 pogueno tamanho e torque com diferentes sentidos de rotagio de polis, toma este freio om nada inferior ao freio eletromagastico de discos. Este mecanismo pode ser usado, tambéin, como acoplamento de strito, conde ele opera como dispositive de seguranga contra as sobrecergas do motor. Fig. 158, Frsio de fita com mecanizmo do catraca, 0 ECAMIEMOS DE RETENGRO E FREIOS CAR & Quando operados & mio, estes freios da carge € pars manté-la suspense de descida 0 de paruda. A Fig. 158 mostra um freio de fits com uma rods de catraca. Tle tem o 2 @ 6 chavatada na érvore da earga, en: , livromente, sobre a arvore. D freio € aci pelo lovantamento da alavenes de freio. A lingticta d 6 mon- de articulagio 1 preso na polia de freio © mantém-so ongatada com 1 roda de cairaca pela mola f. Freios de Fita com Rodas de Cateaca, Operagiio do Freio G estaciondria, A forga propulzors fax com que a rvor , gize no sentido horério, enquanto 0s denies da roda es Parada, A carga faz com que © drvore do engatado pela lingiiets. Como 0 Um freio com roda de catraca nfo proporciona sbsoluta seguranga de ope- nadvertide pode sumentar consideravelmonte a volo- cidade da-carga. Por easa razio, um frein com rods de catrae: quentemente, usado em eonjungio com um froio contrifugo. A deslocadas, uma em relagio A outra, pela motado do passa do di Isso aumenta a seguranca da operagao de eseorregamento da lingiete, O rufdo desagraddvel, metélico, na clevagio da carga, é eliminado por meio de lingtetas coutroladas. O mecanismo de frenagem pode ser recomendado na fc ‘comum. Seo didmetro da polis dos guinchos operados igamas vous, ao freio difereaci 08 tém uma distincia poquens de soltura, e isso complica Pa Bile 9 BLO og 2. A fora do trapho nn extrmidade de P aT Se 10, FREIOS DE PITA 8. A intexsidade do paso na slavanca do freio (23, Sa _ sx 9 oH 10 kes, conde os bragos de alavancas sé o = 50mm © A. A forga aplioada palo oparador na alavanea de frefo, quando f= 800 mm, m9 = 10 ~ 376k, alavanes e ftelo (a plena solbura) no ponto de fxagio da extremidads 2X2 sy ee lng = ea = 128 (ver Big 168, de scnedo com 2 Kg. (13): 00 ~ 5. 0mm, 6. A forga de treo, vn extremidede de entrada da fita (Ba. (12H, 6 Sy = Seo = 125 X18 = 225 1. Na veritcasio do freio para méxime presiio epecition (Bq. (125); B kg, de desside a6 15 keto. ‘3mm, d= Sram), de asordo com a s 25 T= us” wHTx ogee ~ Me, jsval para @ ago OTS. ie! on Big «Bg Te {vimero de plancs de ezalhamento, n = 2 e némero faerie «= 0) [A lenato de cormpremo na superticio erica dos esbits (Ha. (48)} & EN 225 ven * ag = TROS LOG [Ambas es tens eto abalio dos limites permisivels pars o aso CT: 19. Mile da oda de eters Dovid ao seaag dmc da sala de isos ‘mado como r= 16, "O-mbtuls € encontrado pels. Eq. (5), ‘0 keifem’, pars o ago CTS: BIB kein, = mm, aie 02 pitas? eae WEE EEE EY EY EE EYE YE YE Ye a MECANISNOS OE RETENGKO E FREIOS CAP, & AL A forge petifrien no ditmatro esterno da roda da catracs & Pe = 2a woot Foe = De . 0 armoire de rods da cutraca Dy = set = 16 x 10 — 160mm; portant, Bile 2X 1500 = - = 190k Pa = 2 EO = sso 12. Comprosia eo deine = om 8 ds ce desta, "mam (rr Bigs 10 Tam KT x BO CB +08) = 2mm, LL FREIOS CONICOS. Os freios cOnicas sio empregados como istema independente com eontrole cleteomagnéticn ou polo motor ou em combinacto que consti A Fig. 150 mostra o diagrame de um frvio ednieo ¢ seu pris © momento de atrito- desenvolvide pel My = PR= Nuk = 8 © Angulo 7 varia do. 15° 3 254 A largura de inelinagia b 6 determi- nada pola_pressio especifies permissivel as 11, FREIOS concos _J ge Fig. 160. Freie odaico com controle eletromagnétion. onde 11 — rpm para érvare do fesi9; R—~ raio médio, em m. cespecifica de fronagem 7ai3°6 tomada do 30 a 50% mais Vaina levido hs condigaes menos Favordveis de distipagao jo pelo autor. 0 flange a do freio também como ums eaixa para o eletromagneto, que acon tes hobina solendide. 0 disvo de atrito externo ('é proso na oxtremidade da drvore do mocsnismo de elevago, anquanto que 0 disco interno d, com um eubo alongado © dluas chavotas ¢, pode ser deslocado para dentro da eaixa do magneto. 0. te= 6es da bobina, 6 eoberto com um disco 0 solenside de freio, mostrado na Fig. 160, 6 projetado como segue. A forca do atragio magnética é wnsversal do pélo magnético, em en idade do fluxo na fonda de ar, em gauss. mero de ampbro-espiras (iw), roquerida par uncia da fenda de ar (8 em), eam 0 frvio salto, 0 # densidadi mm ECANISMOS. DE RETENGLO E FREIOS AP. 6 dle onde, de-onde, Designando-se 0 didmotro do fio nu por d, 0 comprimento do enrolamento mm, reaistividade por p, em Ommi]m, a voltagem por £, em Y, entio om A, sera Ez 5. ier (ah) Como onde Dass — significa dit em mm, se — mer di os Ett cobtemos, f 458) 0 valor de Dass A Fig. 161 mostra o meoanismo do elovagio de ume talha », contralado pelo motor (sem eletromagneto). Est motor envolto por um tambor & provido em sua extremidade reta, um disoo cf rico de ‘Quando parado, rotor sempre frenado por uma mola contra fs cobertura fixa da caixs. Quando 0 motor parte, o rotor @ puxado devido & sua forma cénica; rle vence a resisténcia da mola soltando, assim, 0 freio. 11, FREIOS. CONICS Fig: WL Frei do fits do uma talhs eléteicu, coatrolado pelo rotor ebaieo do motor. ns Ve ee ye ee PELE EE EVERY 26 LL > Te wecaniswes 0 RETENGKO FREIOS CAP, 6 12, FREIOS 4 DISCO in sua ago dopendente do strite dos conjuntos 162). Os disees 2, envoltos xyina caixa osta- ia, enquanto que’os discos 8 sho chavetados e-giram com ela, Sob agio da forsa axial § da drvore, os diseos sho ultoneameate comprimidos © 0 attito entro oles deseavolvo o Freios do miltiplo - - Bi, = PR= 2 8p R. c. Ampla lubsifeagto, bom cencias para. o sueso. das oparaqocs’doste lugar do bronse, os dace rotetivs de ago ago reqlente- rodo em ambot of ladon oe pa do frenagem anular de um disco. 6 selecionada na ‘Tab. $2, TABELA 82. Pressto Especifien Peemisivel >, Kem? Molerel das superficiesetiusice ‘Seca | Bagrazads | Bm banka de deo ot os es oo 102 Fig. 162. Fro « dios 12. FREIOS A Disco m7 ‘Pera, frei a disco sor umd em oombinagio com uma catrace ov qualquer outro dispositive de retengdo © operar como um freio de descida, deve ser imerso fm eno do dleo. Neste caso n= O04 © p= 3 Se mee = 7B". ¢ 4 velocidad de drslzaménto no raio médio, ehtfo a iagem & tomada 30 a 50% do que nos freios de de. dissipnpto} 13, MANIVELAS DE SECURANCA A descida de osrgas, por gui cengrenageas frowtais, apresenta um certo perigo para mmacacos a cremalheire e guinckos com engrenamentos frontais dever ser, sempre, provides com manivelas de seg 4 ‘A manivels de soguranga, ‘de descida, de eompressio variave O peso da carga stus no movanismo de acioname la, e produs um ompuxo axial na rosoa do parafuso, 0 que vela, a roda de eatrace ¢ arvore gitarem ao mesmo tempo, porque & manivels Se atarracha dentro da bucha rosesda da drvore e engata o freio a disco. Quando © carga esté om clevagio, 96. partes, travadas simultanesmente pola forga de atrito, giram no sentido hordrio, ¢ os dentes da rods de eatraca, passam fivromente sob a lingtieta, Se a manivela estiver solta, o carge gira Fig. 162. Manivels de seguranga. ma ‘MEcHSMOS DE RETINGAO E FREIOS CAP. ¢ no sentido epost, piira tio logo o dente mais rapdo da arvore até que as volocidades angulares, da manivela e da dcvore, s¢ igualom, renagem, na descids, pode sor facilmente aleangado por- Yerreno sobre a manivela, a porca gira, automati- do earge amanivela no dessida © s cary ‘préprio peso. Neste caso, a velocidade do descida 6 controlada pela force splieada & manivela, Essa operagio pode provocar acidentes, se 0 guincho for operado por pessoal sem experiéncis; para is las deste tipo so, freqlisnte- Iente, providas com um freio cenirifugo adicional de descida da cargs. Esta manivela podo ser press em eada um dos lados de érvore. (0 disea céniea 2, com s engrenagem de acionsmento 1, 6 montado livre. mente na drvore 6 ¢ 0 diseo e6nico 2, com a roda de eatraca 4, é parafusads na ‘A alavanea de dois bragos 7, sob egto de dias molas @ chavetada na mesma srvore tunel de eseora 10, pars limitar o deslocamento pelo mecanisino de elevagio, as molas 9 giram 0 dizoo rneio da alavanca 7, abrigando 0 disco a mover a rosea, cantra o diseo cbnico, eeoplando com iss9, 08 cones de A roda de eatraca retém o disco 8 e, conseaiientemente, 0 disco 2 ¢ a engre- riagem 1, © que manterd 8 carga suspensa. Na subida ds carge, todo o sistema Lg Fig. 161, Maniveln de seguiangs, para descida répida de wma corgs. 12, MANIVELAS DE SEGURANCA a {alavancs 7, discos 2.6 3 e engrenagem 1) girem juntamonto com a frvor 0, ¢ a ingiiote nZo imped o movimento. Para daseor a carga, deve-se givar & ino sentido aposto a0 do subida, © a rosea retraint o disco 3 para a imo girard, jun- do da cargs deseendente. 0 torque na drvore 6, crisdo pelo peso da cans; entito, ‘om relagio ao abrite no’ ressalto, soré asp dosenvolvide polas malas & ng = 2B3P, onde — forga de cada mola; nvste caso, 0 momento My, nio pode ser maior do que a forge P.y, aplicada & manivela pelo ‘operador, isto 6, A, = Pak © momento’ desonvolvido pelas molae Jae dove Sor igual ao momento ne- essirio para girar a porca no parafuso, isto é, Sitgla + lve = 2RF, onde a — dugulo da héliee da rosea; F — raio médio do parsfuso; 3; — empuxo asial devido ao momento Mw Portanto, 5-2 F » wetp A forga necesstria para vencer 0 strito no dente da catraca, no spertamen- to, & Rf onde’ — mome Bs — cool , dovido & carga suspense; te de atrito das lingdctas, nos dentes da rods de catraca. REE EEE EE EE YEE EE YEE YE EU 20 MECANISMOS DE RETENCAO E FREIOS CAP. & A forga quo produz acoplamento no cone & \ a 2 oP Me ' =5,-3,-72 a s Sy WarA m M | do 0 valor de $ ua Bq, (157), cbtemos I mF a ve J t= [ =e we] [eee Rs 2]. 058) Para obt do frenagom, My, deve sor maior do que M’. O empuxo | axial para t ser y= 2M ony Ce = Bou Substituindo-se, esto valor na formula da presséo especifiea dos freios eb- nicos, obtomos, s 20 de onde : 2M, son 7 5 a )* (Ry — Rs) = (159) (Bh RY (Ry ~ Ry) = STE ¢ j Para ovitar emperramento, o dngulo-7 deve ser msipe do que o angulo de strito do eine ps (ie pr= 1) Esompl, Prete de une Raninls de serange (Pig 18), Dados: Tras, eto pet ga ver G ats s petn i pat= 2 En ies ol, = OB dtimots da hte ne seoalty 2d 4.Sem 1. Temande o ‘real de frenagem My 25% mais alto que o torque de carga (coe SERSINGiS Gory To abidoe pe Bg Cabs X80 x 0216 _ xaexo — ~ 8% ‘Tomando o valor de Rt may fo aqul 0 valor de y= Re+ 2em, temos Rs Bye Rat 2m + Ryn ARe+ 2em = 15 8.em, 4s ome 155-2 n= BE = GScm 2 y~ Ret 2ew = 88 +2 = $m, _, Mo Ineorporando propriedades de autofrenagem. Sao projetados para cont 14, Rios ceNrRIFUGOS a ‘Tomames Ry = Yom ¢ Ry = Tem; onto, (s+ BD into 6, temas uma. carta reserva, A forga exersida por ena mola F. Por eonsideras de pro a BSom, i= Fon, am 1s p= iy oat (iy — Be) = 286 X2 = $12, 2 (Sy P80 £5255 9s) vim (Sg gt aid) (10 Be + HESS ose) 20 x80 cans 9 do onde F= 112 kgf 6 a forge para caleular teapie em cada mole 3. 0 momento Mn, desenvelvido por amas a2 melss &, Aqg = BRP = 2X 6X U2 = 189 hehe ade de desida desenvalvido Dales vis, ito, May = Masi 96 May = Pcp de onde Mme 135 = BE x ane (comprinento da manivela Ry = 85cm 4 adtitide nn operapia da manivels, por motive de 5. A forga cada & msnivela na elovagio do cargo, & aC _ 880 Pym Hew BO mae it, que € permisivel somente para operapto de curto prezo. Ls. FREIOS CENTRIFUGOS Os freios centrtfugos encontram aplicayin nos mecanismos de elevagio, lar a velocidade de dessida da carga sulomaticamente, quando o freio de parada ‘esté completamente solto. Os feeios centrifugos estio, portanto, na classe dos freios autométicos, de descida. tipo de freio centrifuge mais éifundido é mos- sdo pela Fig. 165. Ele opers como segue. Na polis 1 do freio de fita de parada, chavotado na érvore do mecanismo, ‘tio fixados pinos de articulaggo de trés patins contrapesados, cujas extremi- dades aio ligadas as buchas de ajuste 3, pelas conextes 2. A mola espiral 4, abucha 8 ao cubo da rolia 1. Os patins 5 sto presos As saputas de strito 0 aro fixo atua romo segunda superficie de atrite © frei opera comn’se segue. Quando a polis 1 alcange uma cert veloci- dade, 08 patias 6 expandemso, separadamente, pela forga centrifuge e, vencendo 15, FREIOE APLICADCS ELA CARGA ELEVADA MECANIEMOS DE RETENGAO E FREIOS CAP. 6 © a forge centrifuge do um peso seré DO tember ao eat repretetado : ‘mo! Gains | Pe + gr X 30% | eet ge | Como = 59g Gem ‘om/s*), teremos ' ay 2 or( ais) do de uma compressio adicional ‘9 ompuxo axial resultante 5 It Fig. 165. Preio contiivgo ecm capains interns ‘Com duas superticies de atrito, o torque de atrito real My, pela fermula (158), ord My = 284 BEB — syca + Ro 460) Xm volosidade uniferme, My =, onde a forga total ser igual a L ny M p= (ge) ne- ettay asp Arotagto » 6 adotals por motivos de sequranga ¢ convesitasia de operasio, enguaato que o8 outrot valor cdos pelo proieo | 15. FREIOS APLICADOS PELA CARGA ELEVADA Estes freios pertencern & classe dos freios automticos de descida, i ‘Dependendo de seus principios de operagio cles sic, além disso, classifi- \ ceados como ym & mesma carge); sabém com a mesma cares). ios de forga co ios de forge, varidve reio centrifuge «disco, REE EEE EEE EU HY am MECANISNOS DE RETENGAO E FREIOS CAP. & * 0s freioe da primeiza categoria so ficam soltos, quando e carga esté ém dessida, enguanto. quo os da segunda categoria x80 solos. 6, Operados pela Carga... estes sab axial e de empuye, -BMes fr hes com .rosea-semaira,“Irrevers ios, & agko do 0 emnpregados Frets de Forge C frenagem 6 obtida plas somente em guinchos_¢ Em roses éem-fim, a forza porférica da caros, device & acio da cerga su: ponsa, tonde a desigear axlalpenta a érvore da rosea. Esta forya &-usada pare Aesenvolver umgcrosistawei@™M®: atrito que equilibre o momento, devid ‘Quando a cage & absixadaro excosso, do.tesiggnein de frenagenr (sto 6, ‘Enea de frenagem menos a forpa-da carga) onside pelo avi mente operado §. mao). ee Umi projeto deste dispositive 6 0 froio efnico bloqueado por eatraca, mos trado na Fig. 157. Blo compreande uin disco enieo preso a frvore da roses: © disco 2 com um recesco ebnico, dente de entraca e um moante de esfera, polo ‘qual cle se spois sobre o mancal sx semfim. 0 pino 5 da articulaggo dn catmaca sao dizigides de modo slovagio da carga € partclo, na d Quando osrga est em elevagin ambos os discos giram simultaneamente disco eBaico 1, sobre os dentes da catracs. Na parads e a Lingiieta se , 4 retido pelo atrito ns roda de os devido & forea rotida pola linglota 5. Para absixar a carga, € neces ta arvore da rosea, o qual, juntemonte com o torque da carga, deve veneer 0 torque de roduaido’peles superficies cénicas. Neste caso estas esvorre- zario uma em ‘A forge axial $ produz o torque de frenagem M,, 0 qual, eomo em todos 08 freios, € doterminado pela Gormula, My = SHOR. sony = Por outro lado,.o targiue da carga que do u gitar o eixo da rosea & M’ = Stela-p (sa) onde x — angulo da 2 — dngulo de atrito; - Fy — aio primitive da rosc. 4 y Fig. 161. Frio ebaieo de forga sonstante operado pela cares, 1, FREIOS APLICADOS. PALA. CARGAELEVADA as Portanto, pare operagso normal do frio, Mi, deve ser maior do que M ou a>, Erie os) Tntrodusindo o coetioiente de frenagem 8, tomos Ran serue a (164) Ao invés de freios cbnicos usam-so freqlontemente, freios a disco. Neste My = 25H, de onde, respeotivamente, po, He=A, ass) a ane Bm 146 ERP 486) Os soguintes pardmotros do freio podem ser recomendados para talhss ope- las & milo: cooficiente de frenagem fm 1,2 a 1,85; am 22%) px Te; ux 08 \dido sobre ago); 7 ~ 21°; ¢ 0 uvimero de superifeie de strito, em um Forga Variével Operados pela Carga, Estes froios sto largamento nas, guinchos e guindastes. Sous principics de operagao esto mos- trsdos pola Fig. 1684. O disea 2 € chavetado sobre a drvore motora 1 engrenagem 4 que transmite a rataggo A drvore ds grossa da Arvoro 1. A rods de eatraca 5, 6 montada D8. O sentido da rosea da drvore 1 deve sor tal qi tlevar a carga, o disco 2 te deslora pera n eequetda, mais préximo prende a roda de catraca 5. Estes dois discos ¢ a roda de-cstrace giram mente porque o lingilets nio engrena os deates da cotraca. A lingieta contro Tada opera pelo seguinte prinefpic. Bnguanto carga & clevada, as forgas do ' (comprimidos contra a bucha 7 do disco 3 pelas ‘molas 8) ¢ através de um sistema de slavances dos dentes de rode 5 o cessa o rutdo de eatrac. ‘vimento reverse) a mesma forga de atrito inverte o sistema, 8 dentes da rods da catrace © cessa a rotagio, porque & engrenada pela forga de strito com 0 disco 2, devido ao peso da cargs elevede, fevitando, assim, a rotagio da engrenagem 4,” Neste caso, o momento de strito na rosea deve ser, consideravelmente, menor do que o momento, devido as forgas de inéreia das partes girantes do mecanismo de acionamento; caso contréric, fs carga pode deseer, Para desoer a carga, a drvore | gira no sentido conirério. "Dio logo o disco 3 comoga a se deslocar para e direita, a compressto na roda de catraca 5 diminul. Isto continua, até que o momento de airito entre os discos 8, intoirigo com a MECANISMOS DE RETINGKO E FREIOS 3-6 a engrenagem 4 girem. rvore de acionamento acclore sgrenagem 4, davido w st escorrogaraento continu sobre 0. disco da 4 giraré a uma ida pela velocidade , 9 torque Fig, 168. ‘ivel operado Tato 4, = Stole + 9) + Sp BEE, onde $ — empuxo axial ty — taio primitiv da roses do. parafuso @ — Angulo da hélice da rosea; fp — angulo de at Ry ¢ By — raios internos e exteraos das suport 19 parafuso e entre os discos 2 © oe ovaments para a esquorda e\retards a 16, FREIOS APLICADOS FELA CARGA FLEVADA co orga que comprime as duas superiicies de a ito entre os disoos 2 € 3 (torque de frenagem re 0 empuxo axial, produziré um mom Bath 2 Mu = Su 2 = Suh + Re a9) ‘Uma operagio segura de freio requer que My, seja moaior do que M'. Con sedllentemente, 8 principel condiggo, para a operagao normal do freio, pode ser expreses pela écguinto desigualdade: Rit Re (170) eo torque de frenagem My oo torque de carga mnagem 8 > 1, obtemes para as duas superfcies de a- te (a+ 9} Ry Ry = Ber, rnager, duas superficies de atrito invés de um par de discos, empregt js 08 discas 1 slo presos 4 roda ds A. grandos torques de de redugio do mecanismo de elevagio em jotada, com freio de descida de forga varie Podese ver pola seyto frofo de parada A é montado fem combinagio coin uma ‘uma velocidade oonstante de BER UEE EE EE EEE EU UU ee a8 MECANISMOS DE RETENGAO E FREIOS CAP. & Fig. 169. Frio» disco de Fig. 170, Frelo mecinico da cathe _-tattaca de roletes, 18, FREIOS APLICADOS PLA CARGA HLEVADA m © lado do mecanismo interno fixo). Os trés roletes esto dispostos em Angulo de 120 um do outro, em pinor press an gaiola 11 Devido & asp da earga, o pinhlio planete 3 tonde a girer a ongronagem in- terns dno sentido ant-horsrio.” Coma resultado, a tres 7 ¢ orolstes 10 apor~ mente, 0 brago 5 com a engrensgem 14 rodard, como fol jo acima. Como a engrenegem interna 8, do. segundo estigio 6 9 brago 15,.do segundo éstigio, ao qual o tarmbor de clevagio II é pret, tam- bbém girard. A outra extremidade do brago 5 suporis o membro interno 16 da al corre livremente no membro externo 17, quazdo « carga ‘estdcgg clevasio. A velocidade com a qual a carga é elevada, depende da re- AMP tseusmissio do mecanismo © da velocidade do motor. Parade de carga, O freio de perada é scionsdo quando eotrente elétrica 4 destguda. "Quando a carga pire, o sentido dss forges nfo varia porque o sen- tio do torque do fraio de-perada na érvore do motor, eo do torque dp motor em elovagio. O sontido do torque aplicado ao tembor pela eftga, tambim permanzce o mesmo durante a clevasdo, parade ¢ descida Destu. maneite, 0 santido das forgas mantém-ce constante em tod noxies, de modo que a engrenagem 4 tende « girar no mesmo sentido de el Jsto 6, sentido anti-horirio, e, por isso, conserva sua posigdo nical. Os 18, da eatraca, eorrem livremente porque 0 tambor nso rode no sent trio. Desoida da carya. Na descida da cargs 0 frig A & slto € 0 motor é inver- tido (Fig. 1710). ‘As fargas que atuem sobre o pinhso duplo-paneta eto invertidas (ver Re * tia Fig. 1718). A ongrenegem interna 4 deslocs-se pars fore do ensosto © freio mectiico. © sentido das forges no pinhdo duplo-planeta pode ser invertido somente quando sua aceleraséo angular for menor do que a aodleragao imprinida pelo rotor devido & carga em destida e-« presenga de resistencias reterdadoraa’-n0 recanismo. De outro modo, o freio mecSnico nko seré. plonamente salto, Grande sumento de velocidads da carge muda o motor assinerono da ago rmotore, paras geradora, Isto inverteré, de novo, as forsas no pinhlo duplo-planeta, ¢ as placas do freio mecinico seréo novamente apertadas © « Yelocilede da earga descendento reduzide. Quando a carga esi om descida, os membros 16 © 17 da catraca de roletes gicam juntos no sentido enti-borério (Hig. 17la), porque, se o freio mecanico tstiver solio os roletes 18 serto ligelramente aperiads. chs MECAMISHOS OF RETENGLO E FREIOS CAP, 6 Fig. 171, Operaghe do foie mectnico ouma taba elétrice 15, FREIOE APLICADOS. ELA CARGA ELEVADA a Para deter a carga com um freio mecinieo, providén para um efeito de autofrenagem em conformidade com (O momento da engrenagem interna 4, devido eo peso da carga em elevagto & HM! = Srosaltele + 9) + ah ary ‘Momento de attito no freio mectnico My, (torque de ftenagem real) é My = 28 aR. a7) Par autofrenagom, My dove ser maior do que M’, ou 2Suslt > Sroualtg (a + p) + 0) " fatultgla + 0) + 1) 7 a> ae amy Aqui $— emporo axial da engrenagem intema 4; raio médio da engrenagein 4, aos leas onde as ns 7 sho pests; f& — Ungulo de indinapio da tre; p — Angulo de atrito (resisténcia nos roletes x) determinado pela equa gto tg p= LAE (aqui ¢ — didmotro dos munhees do 1; an — cosficienye de atsito nox munhoes; {— coethiente de Ge rolarsoato dos tootes; Dp — diametzo do vee}; cionte do atrto nas extremidades das faces da engrenagem it uy — coeficiente de atrito dos freios a diseo; R — mio médio dos freios a disco; 2 — nimero de superficie de atrito do freio mectnico igual a 2 = "* (onde n ¢ 0 wdmero total de discos em operasia). Bs Determiner as dimenste do um frio de desc do tia dite, de forga vari ao, ‘pela carga, para om guincko eperado & no (vet Dados: 0 torque, devido a carga na Aevore do fro, 3 = 2 800 kc; cao (pane tivo) de rosea do parafuso, ry Sem; Angulo do rosea, = 22%; cx discos slo gusraecidos am redo, p= 03. He EEE EE YE EU EU UU! ae MECANISMOS DE RETENGAO E FREIOS. CAP, 6 TBs Re, Tomames , aguls dg ait ng eee come 9 = 8 capITULo 7 fete de feenagen are 9 mecenismo operado himio © 1,3. Com duat Wet Oo axa x0 8 ACIONAMENTO DOS MECANISMOS DE ELEVACAO aa) es considersgies do projeto, admitimos 7 Tomandy R= 10m 6 R= 4m 2.0 Tongue de frensgem reel My ial My, = MB = 250 6 kom. 1, ACIONAMENTO MANUAL E ALAVANCAS DE COMANDO 3. 0 empexo asia §, para duns supertcos de nsontesdo pele formula Um acionsmento manual pode ser empregado em mecenismos com beixa capacidade de elevagto, onde 6 carga ocja movida a curta disténcia, ou para [ACIONAMENTO 00S MECAMISNOS DE ELEVAGKO CAP. 7 9] jvelas de aclonamento manaal Dinesoer, mn ad Didmet Comprimento Comprimento Comprimento: oie da ° do cabo do cabo, do trae R om a ducha de cabo t iy do manivels 1 8-204 280-380 000 3 (asap sa0—s00 200400 Para guinchos mé rede do editicio nfo 4 de coastrugio soldada. ‘As forgas que podem ser races, Catracas serve como ‘parufusos, 840 mais leves e de mais jontados era paredes, 9 distincia do eixo da manivele & pe ve ae afer 8 00 im, A Tig. 172 tose ranivelas plicadas nas manivelas sio dadas pela Tab. 34. acionamento menus dos maccas de facil operagdo do que a3 maniveas 1. ACIONAMENTO MANUAL E ALAVANCAS DE COMANDO as TABELA 34, Maxima Forta por Opereder Wa manivela] 22 carente| No pedal |e alarance a ae Pertado de opersgao ae e ciona wagao | controle | comand Operngia continua 2 » 2 8 Operscio ndo exeedente a 5 min | 25 0 as » famente com o tubo ajustedo) é tomads de 80021 000mm. 0 ope rador pode aplicar até 30 kgf. Rodas de manobra ou polias slo empregadas quando las esti numa alt . A drvore da roda de manobra 6 fem movimento pela tragic da parte dircite ou esquerda do uma corente fim. ‘ago em uma corrente de manobra manual pods ser maior do que em ivels (ver Te ‘deslocada pela corrente em ums trago do ope rador 6 aproximadamente, igual a Lm. A velocidade de manobra é » = 0,5m/s ‘s qual, com uma tragio médis de 25 kgf, deseovolve uma poténcia de Naw 15 a largura interns b= 8mm. O dif ¢ encontrado pelas f6rmulas (46) ow Jonga para quo sua extremidade is fe sobre a drvore da rode de manobra. As brage- las de modo que oS centros dos lagos eoineidam fe Pedaia. Vérios tipos de alavancas © pedais sto usados para operar mecanismos de clevacéo. REE EEC YEE EYE VU Ur I, [ACIONAMENTO DOE MECANISNOS DE ELEVAGHO CAP. 7 Fig. 114, Pola do mnobss, 2. ACIONAMENTO A MOTOR ur As slevaneas so, usualmente, emprogadas para controle manual des oaixas de velocidades, riage, f freios manuais, © pedais para controle de freios ¢ fe Ris uinaton por fore smuseular umana, a5 se in ser aoeccentadae sms de elevagdo manual « forga mixima por operador nas io gulndaste v pedas, nao deve exceder aos mimer ine 34, dependendo do perfodo de operagio. ic médtia do movimento de mo do operador, no acionsmenio ©) 0,0 mjs na corrente de tragso, 3. Admite-se que a potéacia desenvolvide por um operador seja: @ 10,0 kgf-un/s, em operanio contfaua; 15,0 kgf-mjs om opor curta duragto, até 5 min, 4. Quando diversos operadores agem simultaneamente num asionamonto manual, o fator de simultaneidade y dos seus esforcos deve ser levado em conta: para dois operadores y = ra quatro operadores y = 0,7. curso das slavances de comando nfo devem exeeder: manivelas — 490 mm; pedals — 250 mm, © Angulo de gito da alavanes nto deve exoeder 60° 0 total do movimento perdido em utaa manivela ou pedal nio deve exeeder 10% do curso atid 6. Arvores artiouladas ¢ os futos existentes para clas nas alavancas de co- ~ 7. Os eixos rotetives das manivelss devem ser colocsdos s uma altura de 0,8 esi, metros, da plstalorma do operador e © biago (raio) da manivels nfo dove exceder 2 400mm (ver Tab. 33). 2. ACIONAMENTO A MOTOR Vacios projetos de acionamenio a motor so empregados em guinchos e guin- longas cisttocias, ow ma -Acionament: existentes hoje [ACIONAMENTO BOE MECANISNOS DE ELEVAGAO CAP. 7 yperem pelo principio das prensas hidrdulicos (00-200 ale. A pressido é, geralmente, produzida ona bombs de éimbolo, equipada com alavanca manval.* ioos ajudam a resolver uma variedade de problemas ds padronizados #0 trabalho que cles guram oxedlentc juste de . Além {cil utilizagdo; simplifieando | aumentem sua vida, S80 de reparo simples e garantem nego cesses fatores ampliow a esfera de aj = aparellios de clevagio de carga. eontrole da | Seguranga de operagdo. A combi | Sando anda dan es eapecicas a la fe, 500 Fecponadveh pela Vers i ada um elasliasto deco maguinas ican ru aaa REE vucukam toons sarees Thee ware a ome Jancie. pneumdticn € amplamente empregada nsio © cadernais pneumstieos, ope- ae Oe ee aaa we de eae sce eae Ue eae ale a A oe area Stor cet Soo ae ee ee ee es 3 a vapor ainda continuam a manter yr, Onan oe is ce Se ee ot ae on Ee I a ee dade ‘estacionaria de fornecimento de poti 5, com bombs manu, so, clasifiendos, condi ‘Bro esencle, eles sto aparelhos que transiormam 2. ACIONAMENTO A MoTOR ue Um acionamento a vapor possui as soguintes limitagies: 1) nfo esté sempre pronto para opersr, pois requer de 1s 1,5 hors para formar vapor; 2) o combustivel ¢ consumido, para manter 0 vapor entre as operagees de dlevagio; 3) perigo de fogo ¢ pars a satide (faguthas, fumaga) 4) grande dimensto © peso; 5) baixo rendimento (um defeito caracteristion de todos os acionamentos ‘8 vapor). As vantagens do asionamento a vapor, 0 que o toraa ainda procuredo em ‘sun competigao com o8 outros tipos de acionamentos, slo as seguintes: 1) alta confiange operacion 2) simples operagio © man 05 motores de combustso interna; 8) reparo simples. Caldeiza e motor @ vapor sio #8 prineipais unidades de qualquer instelegio do vapor. pessoal menos qualificade que Acionamento a Motor do Combustio Interna, Um acionamento a motor de eombustio interna ofercce as seguintes vantagons: 1) sempre pronto pars partir 2) mio consome combustivel quando o guindaste es:é parado; 3) pode ser empregaco om estabelecimentos pois nko provocam fumaga ou fagulhas; 4) nao necessita do fonte estacionéria de poténcia o que & especialmente importante para spatclhos mévis de elevagio e manuzsio em areas de constru- fo, estepees do oarga, armazéns cl 5) de menor temanho quo os acfonamentos a vapor; 8} readimento mais alto do que os dos acionamentos a vapor. Os defeitos de um motor de combustio interns, so os seguintos: 1) dle nfo pode pas carga e requer uma embreagem de atrita ligando (© motor ao méeanisma acionado; 2) fio pode operar com freqilentes sobrosa 3) uso comploxo exigincs pessoal te qualificado. ‘Umma recente inovagio ¢ o motor do injegio de leo sem ar que funciona com combustivel prsalo. Quando enmparado com os motores & earburedar ppossui as seguintes vantagens: 1) menor consumo de combustivel por hp-h; 2) armszenamento de combustivel mais seguro (no forma gosca combus- tiveis no potréleo a temperaturas normais); utilizagao do calor; ades mais beinas o quo 6 paticularmente importante pars o vide fombustie interna sto emprogados em guindsstes méveis pare cesizadas (guindastes montados em carros em automével e trator), MCE RCEEL EEE EE EU I 50 [ACIONAMENTO DOS MECANISMOS DE ELEVAGAG “CAP. 7 ‘Um dos defeitos de um acionamento por motor de combustao i pendente, estd em que, para obter os varios movimentos do operaso do guin~ Jaste, « arvore de transmissiio deve ser provida de vérias ombreagens @ alavancas. do ccmando opersdas separadamente, Isso pode ser evitado pelo emprego ‘de lum acionamsento diesel-elétrico. 0 diesel aciona um gerador e.c, o qual forneoe potdnole « motores elétrigos individuals comandando cada movimento de-ope ragho do guindaste. ‘Um acionamento diesel 1)- A velocidade do tambor em pm & trante = AEE rp, ‘onde tenter — velocidade do cabo, no tembor, em m/min; D — dimetro do tambor, em. ase MECWIIENO DE ELEVAGAO CAP. 6 1 GHD ispontvel, o peso da carga Q deve ser substituldo pola tragzo 3, MECAWSMOS DE ELEVAGAO, OFERADCS POR UM ACIONAMENTO. 2s 3, MECANISMOS DE ELEVACKO, OPERADOS POR UM ACIONAMENTO A MOTOR ‘COMUM, PARA VARIOS MECANISMOS Estes mecanismos sto tratores © guindastes de este de eagambs. jos para guindsstes montades em earras © ‘bem como, em guindastes derricks © guinchos ir ou um motor de combustio interna, 6 o principal adic ado parla todas essas méquinss de elevagto com excessto daquelas com tambor 8 (para elevagdo as langa) ou tambor 9 (para elevagto). Além em 10 pode transmitir pig, 177, Diagrams dos mecanismas do guls- to A transmissio de parafuso este montad em autamével do mecanismo de giro, este diagrama, a Arvore de transmissio 7 6 a dzvore de aciona- mouto do meeanismo de-tiovagio, A poténcia da drvore motors J, para elevagio € vn Be Tin” onde 7 — rendimento do mecanismo entre @ érvore do tambor i © a érvore f. 0 torque na drvore de acionamento & My = 71 620A 7% en rolagio de transmissto € captroto s MECANISMOS DE TRANSLACAO Jos sfo classificados em mecanismos de translagéo para mover dle rolamento © mecenismos para guindastes ia @ esteiras. 1. MECANISMOS DE TRANSLAGKO SOBRE TRILHOS Mecantamos de Translapio de Catrinhios de Guindastes, Os mecanismos do translagio de eartinhos de guindastes podem ser subdivididos em trés grupos: fcionada & mo, com acionamento = motor individusl (usualmente elstrico) ¢ com scionsmento por cabo.* Independentemente do projeto, qualquer mecanismo de translagéo de um carrinbo retino of seguintes elementos! 14 polia de manobra num asionamento & mio; ‘isso entre as deyores, motora © movids, das rodas do cerrinho; 3) rodas do translagdo sobre os trithos de rolamento; 4) estrutura (corpo) do earrinbe, acomedando os mecanismos de translagio © de elovapto. Carrinbos Manuais. acionados 8 mB. 0 mo) As rodas de trenslagio (érvore I Grioas de dentes retos. Determinagdo da carga wa roda., Para carrinhos de quatro rodas com sus- pensio simétrica da cargs e, aproximadamente, uniforme distribuigto do peso nas quatro rodas, (Fig. 1870) a forga exereida sobre estes & Pog = 22%, ss) arama de earrinhos de guindastes ido da polis de manobea.(érvore), ravés do dois pares de engrenagens cilfo- onde Q — peso da carga; Gy — peso do carriaho. po ¢ considerade na sesto “Mecanismar de Vatiaglo do Aleance polo Mo- Faho © pels Teliaagdo ds Langa” 4. NECANISMOS DE TRANSLAGLO SOBRE TaILOs 237 Fig, 178, Mecaniemon de translagio de carrinher de muindastes te, em carrinhos com dois mecue Quando a carga é suspel @) (Fig. 178), a forse exercida nismos de elevagio (carga p e sobre 5 rodas é, aprosimed: igual Pyare Ae Sh ass) amos a resistincia atuando na circunferéncia des rodas de teunslagée), entioy 3 Tomento de resthacia em relagdo ao exo de rada, no movimento unforme, rd M=WR=Q4 Cu S+ +@rar= 040) (uE+), ase) onde d — didmetro do mancal da roda, em em; i — oneficionte de atrita dos maneais; & — coeficiente de atzito de rolamento, em em. is do eixo Deter Na Bq. (188), 0 primeiro termo 6 0 momento de strito nos mar da roda eo segundo termo, 0 momento de atrito de rolamento (Fi minamos, por esta oquagio, rE (odo wn * Qunodo somente o mecanisino principal de devas eid em opeatto WEE YE EEE EE YEE EE Ye Ee ast MECANISNOS DE TRANSLAGAO CAPS 0 eoeficiente de atrito unos mancais das rodas, tem os seguintes valores médios:"0,1 para maneais de desl 0,01 para manoéis de rolamento de esforas o do rolns e 0,015 para maneais flesiveis de rolos (em maneais de rola mento 1 0 cosficiente de strito referido). O eoeficiente de atrito de relarento & 6 admitido com 0,05 cm, Dapgis de, transformar « Eq, (187) obtemos W _yd + 2k Gta D>” 08s) onde D — ditmetro da roda de trenslagio; ‘w — eoeficiente de resistineia go movimento ou fs- No easo geral'o faior de triplo w & relagto das forges nocivas da resistencia pelo peso da carga movida, Para fazer uma dotorminaggo mais eonveniente da_ resisténcia durante ¢ movimento do earrinbo carregudo, tomamas 0 peso Q-+@ em tf. Enido; se x= 0,1 ¢ k= 0,05, o fator de tragio em kgf por f de darga movida € WX 1000 _ (Old +2 X 0,05) 1.000 era = D se de D sto em om, . Os valores de w (com 08 valores admitidos de u © k) pata virio: diémetros do eixo {moente) e da rods sic fornccidos pela Fig. 180. Os poquenos cfreulos, ostream fatores de tragéo, para varios tamsabos de rodas ¢ eixos. Ditmetzo da rode da trantlgho D, mm a lt oes Fig. 180, Valores doe fatorez de tragho (coefiientes de resisténein ao mavitenta. (C.MECANISHOS DE_TRANSLAGAO SOBRE TRILMOS a9 Os valores dos fatores de tragio (Bq. (188)] levam em conta somente as forgas de alrito nos mencais ¢ a resistencia ao tolamento. ‘Todavis;o movimento do eartinho esté ascociado, ainda, com outra resistencia adicional, devide ao airio entre os flanges das rodas ¢ 06 trlhos. Ele depende, fem alto grau, do estado dos t © pode ser, sproximadsmente, Tevado em conta por ura coef forcmala final para determi= ragio da resistéacia sort W = 6Q+G) tw. (1s) 30 as rodas is de atrito ‘valores de @ podem ser recomendados: 1,25: sis de aitito de destizamento e 2,5-5,2, de rolmento, Um mecanismo de translagio manual 6, normalmente, acionado por uma corrente e poll (cavidades) de manobra, A relagio de transmissio entre as ‘Srvores motoras e movidas ¢ (aso) onde Mf = WR — momento de resisiéncia so movimento; ‘1 — rendimento total do mecanismo; My = KR, — torque na drvore da polia de manobra (ver Fig. 178a). Para o nof¥5 diagrams, 0 radimento do mecanismo 6 Igual s . ~ Roy 1 tng Ter onde my — rendimento de polia de manobra, ~* 0,835, ow — retidimento de ume par de engrenagens; — rondimento dos mancais das rodas do translapao. Os valores de r so os seguintes: 1 ~ 0,97 para mancais engrasidame ~ 0,09 para madeais de rolamento de esferas @ de roles. A velocidade de translagio & 80y Kelte Heh cain, (ae) onde ¢ — velocidade perfériee média da polis de manobra, a qual; I 10 cm conta os efeitos favardveis exeroidos pelas.forgas de pode ser admitida coma 08-1 mis; icada polo operador & corzente (tragic) de manobra, A — momento de resisténcia a0 movimento em relagio a arvore da roda de translago, om kgf-cm. 260 ECANISHES DE TRANSLAGHO CAP. 9 Carrinkos de Guindastes como um Acionamento Elétrico Individual ‘Um disgrama de wm mecanismo do translapta acionado eletriea itustrade pela Fig. 181. i jo do motor elstrico ( ‘node de translagio (Arvere TV) através de trés pares de eogrenagens ci de dentes rotos. Fig 1, Dingraa do mosenheng de ruslosto de um carne sdonado Fm movimento uniforme, a pottucia desenvotvida pelo motor seri Wo 0 Tey bp, 098) onde» — velovidade de translagdo, em mis; 1) — rendimento total do mecenismo; W — resistencia a movimento, om kg, encontrado pela formula (180). A relagdo de tramsmiseoes ¢ elosidade do motor ow + aloeade da rola de translagio "Mme 99 A velocidade de trenslagio da roda & fe (295) onde 9 — velocidade, em m/ain; D — ditmotro ds roda, em m. Mecanismos de Translagéo das Pontes © dos Pérticos Rolantes ama de um Pontes Rotantes Acionsdas & Mao. A Fig. 1820 mostra um ¢ mecanismo de translagso de uma ponte rolante acionada i mio. Os componentos MECANISMOS DE TRANSLAGAO SOBRE TRILHOS a1 le wma ponte rolants seionsda & mi, rojetados na mesma linha das earrinhos de ido da polia de manobra, monteds na drvore jo dois trens de engronagens parsleles, a duss Eles sio proses nas vigas transversals da nsmissio, atray lagio do’ guindast estrutura, ‘AS cargas nas rodss das pontes rolantes sto de intensidade variével que depende da posigio do-earrinbo. .-Nas pontes comuns de quatro rodas, « forga maxims que atus nas rodas aumonta qt aco na chamada sepdo morta Tago isto, ‘0 peso da gonte (Sem 0 exttinho) © 16, ento a forga maxima atuando numa roda de trans- ‘de uma ponte de quatro rods pode ser determinada, com suficente pre- pela seguinte férmala (Big. 1820) C Q+G Loe Pow Gp BEG Boe, (196) nto, relagio de transmissio ¢ velocidade do meca~ manuals, podem ser engontrades pelas (192), inolusive, do mesmo modo que para os esrrinhos ma- PEE EEE EEE UE SE EH Ue 2 . [MECANISMOS DE TRANSLAGAO CAP. 7 A inion nevessidade € substituir (Q-+ G) por (@Q+ Get ‘caso, 0 coeficiente B pode ser tomsdo, em média, igual Acouadas Hletricamenté:. © dingrams’ do mocanismo de jeamente, est4 represéntado oa Pontes Ki ‘de uma ponte Tolante, scionada ‘na roda, em pontes rolantes de quatro rodas, é determinada pela rolantes operadas & mio. nde capasidade do clevagio © grandes vios sho, ito ow mais rodas de translaglo, Neste caso, eles i ngs que so compensadas em. tema quando se procura a carga ‘A esisténein ao movimento, como nas ponies rolantss noruais, pode ser doterminads pela formula W = 80+ G+ Ow. as cia ac movimento, devido a um vento Man = 8 [G+ 24%, ~ ole wR. 98) Pare clio o eorernmento das ros core ecaninnon de rane a9) onde SP — soma das forges minimas, atuando simultanesmsnte nas rodas (200) Za aw, eon) onde a — fator de seguranga da forgs de sderénoia, O velor recomendado de@ 6 cerca de 1,3. Nas verificagoes (peso da ponte) devs WW deve ser, entho, de aderéncia ia a movimento MECANISMCS DE TRANSLAGAO CAP. 7 Portico Rolante, OS mocanismos de 1886) para acionar as tadas nas peraas de supor com apenas uma Srv © mecanismo de i Mecanismos de Translagie dos Guindastes em Balango ¢ Veloctpedes tes em Balaago. A forge mxima que age nas rodas verticals de cui translagéo (Fig. 184) & pay Ea QEGte conde ¥ — empuxo verti Q — poso da cargs; @ — peso do guindaste (sem o carrinho); G, — peso do carrinho. A forge méxima atuando nos rolos horizontais € Q+ Get Gu ‘onde Hy — empuxo horizontal wis, tendo engrensgens 5+ partice rolante, Os semipérticos sio projetastos al. lagho 6 projetado, as eargas nas rodas sfo ios ¢ a forga Ge sderénuia é verificada da mosma maneira que para 4. MECAMISMOS DE TRANSLAGAO SOBRE TRILHOS es tetgeot de translazio por (08 por ds @ ds, de acordo com as Eqs. (1 (202) © (203), obtemes « resistencia total go movimento ‘come a BEOEO (yh yy) po OF MEt (4444) oon A potineia desenvolvida pelo mater, a relagio de transmissto © a velocidade ddas rodas de translagio podem ser encontradas pelas formulas (109), (194) e (195). A wanficogto da forge do aden 6 eta de acord com as (érmulas (14), (200) Guindastes Veloefpedee. Um dingrama de um guindaste velosipede ¢ dado pela Fig. 189, Reagies ds apoio. Se a lanca esti. reagies verticals nos apoios serdo ‘ada com a diregao no movimento, as VR Ott Gy (205) onde Q — peso da carga; @, — peso da superestrutura giratéria do guindaste (sem 0 contrapesa); @, — contrapeso. PU EEE OEE YY YE UU I ECANISMOS DE TRANSLAGHO. CAP. 7 [As reagtes horizontsis de apoio do pilar sto Qt Oy Gite 7 Hy= He fe =v (206) = @ momento dovido ao poso do guindaste & plenamente balancesdo pelo cent epee anuants que 2 Toomento ‘devido A estga Jem, qpenss sue metade ea ndicul ilho de 7 a ito € as yeagtes ver vant lange for perpendicular 20 titho de rolamento € 98 7 tic ie ‘apoio, as*mesmas de quando longs for slinhada com a difegic do mo- ito, as reegdes horizontals de apoio nos trilhos de rolamento superiores € x {nferiores serio tant SEM Oe oye fon as reaqies horizontals do pila sero Mans eo Hm (208) [As reagdeg de apoio horizontal do’ ri ‘ante @ transigfo de HZ para ox ae Ta, Ieee veaesaaansat om © 1%, (Fs) de zero no valor mee Se ater serepresentadas somo Un diagram pla? Pig, 180, Caras ne toda, As forgas vertical s mn posigdo da tanga (Hig. 188). Para ums lang posicionada num éngulo a, obte os F These G@ (209) +e 1 pteesa e219) ~ quando « = 00%, a langa € perpendicular A diregdo do movimento e AnBH ZV 4G). a ‘Quando uma lange suporta & pena carga aliohada eom a dieyto do movi rents (a= 0) 0 forge vertical maxima ser6 tae vie Oye 212) Pats Beh en) sobre es odes A eB varisna com: - 44 MECANIGHOS DE TRANSLAGAO SOBRE TRILHOS 10 rr (213) ‘onde @;— peso do carro da lange mais © do pila A orga maxima atuanddo nos roles horizontals (a = 00+) & ice t,t 5 Pua Va ey) onde 2 — ndmero de rolos. Quando a = 0%, PE mpreonde em os rolos inferiares ¢ 2 forga horizontal Hs 6 supor- superiores e inferiores cixos; entio, s© a lange for perpondicular A diregdo do movimento, a resisténcis v4 Os arte we TE Serlerg le a 1 = Vee Os fotores de traglo por ¢ do carga ay ws € ty sho tomados da Fig. ‘A poténcia desenvolvida pelo mator, a relagao'de trtismissto ¢ a das rodas de translagio podem set encontracas peles Eqs. (198), (198) © (195 Verifcagio da forga de aderéneia. Quando a Janga plenamente earregeda é alipgada com a dirdpia do movimento 0 osté cobre e primeita rode de translagan B (ver Big. 185), @ todo exquerds de ssionamento A ica submetida & carge, m= aims PRE Tara dar partide ao guindaste sem esccrregemento, as seguintes coudigoas devem ser observades: PSH {> Pais cu i (a Ys ws 00He Se PRES < Weta, a roda motors nfo esti suficientemente earregaca para cembrear com o tilbo; neste caso, ambas as rodas devem ser motoras 6) ae [MECANISHOS DE TRANSLAGAO CAP. 7 (0 mecanismag de translagio dos guindastes velodfpedes (Fig. 186) & projeta- o como segue. O movimento transmitido do motor & roda di és ‘le engrenagens que acionam a roda esquerds, por meio dp umatarrente. ‘A transmissio de corrente ¢, algumss veaes, substitudds por uma rvore de izanamisedo com dois acionamentes por engrensgeos ofnicas, tsis como 03 tusados nos mecanismos de trenlagéo dos guindastes em belango, [Neste caso, 6 muito importante que os pinhdes cdnioos sejam colocados ‘um A dinvile e outro & exquerda das angrenagens cOnicas movidas: caso contrétio, Es rolay motores girariam em sentidos opostos. Estes. requisitos continua its longs da lech 4 MECAMISHOS DE TRANSLAGAO SOBRE TRILMOS ae vélidos, tant para os guindastes vefosipedes camo para o3 guindasies om ba lango. Mec pensas em os ‘ries espe iratérias. 5 disposi lum poueo daqueles eonsideradas antes devide, a certos aspect sistema de vias Um earrinho ompurrado 2 mio 6 mostrado na Mig. 187. Um carrinho de tatha asionado por uma polia do manobra 6 representads na Fig. 188, enquanto que a Fig. 180 ilustra um eartinho asionade motor. Cartinhos de Talhas ¢ Carrinhos Empucrados 4 Mio. Como foi dito acima, 4g forge de atrito nos munhoos das rodet de translegio relativas aq aro da rod, 6 igual a Wi= Oboe condo Q Gy — peso dey carrino © talha; peso dt carga; Fig. 107, Cartinhos empurradas & mie. PEE EEE EEE EEE EY UY m TRANSLAGAD AFL? sobre ¢ trilhe. Hig. 288, Currin de tatha aclonade; par wim polia de mano. Phan 25 Fig. 109. Carinho acionado s motor. sgh de wn na par © ‘A resisténcia devida ao escorregamento lateral 6 = (Q+ G0 py sen 4. is) OA. depende da folga entre os trilhos © os Sobre um pereurso roto, 0 Angulo ¥ WEA A+ Ge Para oarvinos com distancia entre eixos a retisténsia nas « 1 Wy = (G+ Ge onde | — dis.dneia entre os eixos do carrinho; R, — rio de curvatur. Usualmente, para redusir a resisténcia & translagio ao redor das curvas l is Lod dag my rolapio Ze 6 tomada ne faiza do varingio de Te a pp CRalo R= 2 a 3 mo) 4, MECAMISWOS DE TRAKSLAGKO SOBRE TRILHOS Ey to escorregamento lateral, deve hsver, tam- forga com a qual OG) us; pore Em adigio a resstén + bém, perdas causadss pe 0 flange & comprimads no trilho pode admiti-se como igus fanto, a forga de atrito siré (Q-+ Gu. ‘0 flange da roda tom eantato com o trilho no ponto B (Fig. 1908); por isso, a forga do strto, apicada neste ponta, xia 90 brapo h, relativamente ao ponto Ge gito da toda 4, 0 ceguinte momento de resisténcia a0 movimento: M= Q+G)uth = WIR. istncia. devids ito dos flanges & Logo, WE = @+ 6) sie oy De sn sm 9 ni. Bato, tts pote oma Be ss stand it tu une 6 wut A gua dade de resisténcia pode ser redusida, substituindo-se os flanges por rolos ho- SE re ones ae We = 04 00m (mH z) em) onde py — cosfcente de arto non munhtes dos rlos horizontals rile do munhlo; B = tio do roo; W — coufsento de atcito do toameoto dot rolos horizontals, sobre as tress laters da vgn ae Esta vido a0 atr! avelmente, monor do que 4 resist fig. 191 mostra um estrinbo monotr devida & conicidade dos rodas de translavio, Quando a superficie 10 @ inelinada de um Sagulo com a horizontal (Fig. 190%), a ora ial quo ag rhe rain Y= 22 cana a regio. narod N= Veose ¢ a forca de esoorregemento S= Vsen a, dirigida so longo da superficie de rolamento do trilho. (© escorregaisento cord oposta pela forga de atrito Nuz. que também age a0, fongo da superficie de rolamenta do trilto. em sentido oposio. A diferenga fentre estas forges dard e forga H’ = S —Nus, cujo componente horizontal forge o cubo da rods contra a estrutura do carro: H= Hl 00s = (S— Nin) cos @ = (¥ sen @ ~ ¥ cos ops) cos a= = V costar (tg a ~ 1). MELE EEE SEU EE EEE NECANISHOS DE TRARGAGAO HP. 9 Fig. 191. Carsinko wsihoteitho com rolos de gil Se ue OT © das & ys >tgen” Bor essa razio, 0 pressdo. eo ted ‘Para grandes dnigulos a, somado a0 Atrito no’ eui®, ocorrerd, também, es corregamento das todas de tranalagao sobre 0 tritho, em virtude de.gou didggetro Garidvel. 0 percurso de escorregamento para a largura elementar dl, por Tevo~ lugio ds rode, & es de lominados padronizades), H ~0, porque ito no cubo, devide A forga H, geralmente @ des- 3(D + 2a sen a) — 4D = Bx Sno a ‘Tomamos » press especies como Qto pm SHE covst © R= Ri +2 een o. Enigo, o trabalho de estorrogamonto por revolugio, se este ocorrer sobre tum dos elteulos extremos da roda, serd Si punts sen dl = 0+ Gass sen a. For isso, a resisténcia devida & conicidade das rodas eeré 2+ 00m rene. @ 499 2 Raw We sy 44, MECAIUSMOS DE TRANSLAGAO SOBRE TRILHOS Para y= O17 ea ~ 8, Q+e Ws = dors £5 28) = Guando’o didmetro das rodas 6 poqueno, essag resisténciss sto bastante apreciavais e um sro de forms esférioa ser mais efieax do que um. ednivo; neste ¢as0 We = 0, Boa medida 6 inclinar as rodas (perpondiculor & superticie de ralamentos). No projeto do carrinhos, suas placas laterais devon ser rigidas, tendo-so em mente que wma forme horiaantal H= (Q-+ a flesionar ou empenar as placas, pode aparecer quando o eatro estiver inelinado fou se deslocar em curvas. Se 2s placas Jatorais faltar resistincia adequada, 9 inclinagio das rodas pode travar completamente o cart ew ourvas fechadas, © ‘eargas grandes podem causer deformagoes nos irilhos laminados. Tss0 acon porque as rodas, ne tendo sunentagio uniform em todn a extensto | 0,movimento sobre um peru horsonta cele, com igeadas, We 27 = +09 [oF them bank 4 SE] op. Para mecanismos de translagio de monotrilhos clevedos, 0 coeficiente de resisténeia 20 movimento seré é D +h + le, ete enn) ‘onde f’ — coefisionte sonsiderando-so 0 eumento de resisténeia em percurso através de desvios ¢ mesas girstérias (8’ ~ 1,2). A reiagio de transmissto @ velocidade de translasZo, pars um acionamento ‘4 mo com polia de manobra, aio determinadas pelus Eqs. (190) e (192). Carrinhos Motorizados de Talhas © Carrinbos, A resisténcia ao movimento cs mouotrilhos ¢ carrinhos de talhas pode ser encoatrsda, lo motor exigids para o movimento uniforme, 2 relagéo jade das rodas de tcanslagao pelas Bgs. (I ja 6 realizado de scordo com as Eqs. ‘Mecanismo de translagio dos quindasles ferrovidrios. © diograma de um guindaste ferravidrio 6 mostrado pela Fig. 192 e sua vista geral pela Fig. 193. Gat Gy + Pe 6 MECANISHOS DE TAANSLAGKO CAP. 9 Fig. 192, Diagsama da am eulndaste ferrovitio. A forge que age sobre as rodas de um guindaseplonamente esregndo varia com a posigs da anga, ata guindastes com platsforma giresira (Fg. 192), ‘que age sobre ss quatro rodas motoras devide eo peso da superestruturs: a, teré os seguintes valores: Hesestett) (eotege), (sees) (aeege) F (essimest) (.osmpe) ‘Nessas equagses, V — resultante de todas as foryas vertioais que agem no guindaste por causa da estrulura giratéria ccarregeda; @ — Angulo de giro ds langa; 1 —disténcia do ponte de aplieagto dx forga resul- tante ao cixo de rotagéo; 1. MECANISMOS BE TRANSLAGLO SOBRE TRILHOS a do truque © da jem: V = Q— estruture girsiéria © @., — peso do contrapeso) As Eqs, (229) continuam verdadsiras para qualquer angulo do 0 a 360° ¢ para qualquer valor de e ¢ f. Essas férmules so obtidas pela hipdétese de uma plataforma rigida indeformivel de acardo com as leis gorais da estética. ‘A forga méxima que age sobro es rodas & Pp = PO PY, (230) onde P** — forga méxime exercida pelo peso de esirutura giratéria plens- mento earregads, Esta compressio 6 complomentada por cargas, devido & forga do vento que age a superficie vertical do guindaste e pode ser encontreda da mesma maneira {que as forgas que agom sobre os rolos de apoio dos guindastes de anel vivo (pla taforme girs Forea que age aobre 0 eizo. A forga que age no cixo depenie do peso do éruque fe de rosultante de todas as forgas superiores. As forgas méximas © mf ada com a direyio do movie ean) QtG sy 2 ant 7 }na rods, exoader & carga permissivel, o invés de quatro serdo montadas 8 rodas nos truques ferrovidrios padrbes (Fig. 19). Resisténsia a0 movimento. peso total do guindaste mével pode ser expresso pela seguinte férmula: CHO HQE AFG, + Ort Gr, (3 onde @ — peso da carga; ©, — peso do guindaste, REE EEE EE EEE EY EE YE Se mm [ECAMSHOS DE TRANSLAGAO CAP. > 1. MECANISMOS DE TRANSLAGLO SOBRE TRILKOS a i «1. Trilbos pare cerriahos de pontes rolante® para mecanismos de trarsagio do pontas rolantas sBlonades 3 mato (vighs ol barras). Sto fabricados de. barre. de ago chats, com anor arredondadee ow chantrados som supers de toe 1 Jamento convexas. . \ ses jadroninaias dos trthos de ago cto st dedos pels Tab, 35 I peciais de rolamento para pontes rolantes sfo de bace larga. © de pequens altura. Possuera um momento de inérel As dimensoes ¢ carseteristicas dos trilhos esto regi i 3. Trithos para guindastes velocfpedes ferrovitrins, portions rolantes © outros = 4, Monotrillos para monovias ¢ oarrinhos. Estes trilhos sto consiruidés s se90es: segia I (Fig, 1940), segaa T especial (Fig. 1940), segao em ealxa (Fig. 19tc) © segao X (Fig. 194d) ete.” Os perfis tipo Te T aio o mals populares. "= Rodas de Translagio para Monotrithos. Rodas que se deslocam sobre a abs iperior das vigas Tso emprogadas apenas em carrinhos acionados A. mic 195a); as rodas motoras sio fundidas inteirigas com as rodas dentadas. 1 A-uma determinads velocidade a resisténcia total ao movimento do guin- } daste tertovidro sexd ° tens Waa = (GHG) (ese We + we + Wy), (233) =f devido as forgas de atrito, em ket - =, 1 6B 2, Teifto chato de ago ‘A poténoia desenvolvida pelo motor para movimento uniforme & determi- bee se hao de ssto textver 3.000 mm de" comprimenta ‘ode ms at ee loads abate ee sc inna te atrinia, Bate estate & eltunda peas te | “ZF mmulas (199) © (201) para f = 0,15. Se esses formulas falharcm ao dar valores f adequados, deve sumentar-se o peso de aderéncia do guindaste ou vedusir a in- clinayio de projeto da via férrea, . y D Paso por pave Comprinen, tinea, Beh inino | mdsioo ‘Trithos de Rolamento Dopendendo de sus finslidade, os trilhos de rolamento para guindsstes po- 2 ° s 23 : : dem ser clasificados nos seguintes grupos: 5 5 MECANISHOS DX TRANSLAGHO CAP. 9 “eho quadado de Daignesto do ayo quadrado do septo ansvenal Sethe cuatade de oe uf eS Bootam de comprmento: 4030; ket instobam iZ 1, MECANISHOS DE TRANSLACKO SOBRE TRKHOS aa ‘TABELA 3, Caracter ead dag Seqdes Tramsversais do Trillio o Caren Mtéxima ‘Permissive sobre as Roda Masima cx Pate, ta wo | w | oo ese por moro Competent, 5 ¢ zor pate 5 mo 1 | ar ane oa 400 car, bal rain nts 3 | ao 10.3 2 co a] se st 100 300 e ws a] oe ba a8:| 25300 on 3 3 a 5 7 wo ‘ 28 B 3 Rodas que se deslocoma nes abas inferiores inclinadas das vigas I (Fig. 19%) 0 ss io sempre montadss o08 pares; para ums posigdo vertical, eles sio fetas com 3 5 ro tums face ednica de rolamenio (levemento convexa) para ajusterse ao Gngulo de : ° ‘A face e Tolemento da rode tem uma incinegio 100 8 788 co, montar as rodas de translago em Angulo, para mu apoio com a abs da viga I. Este atzanjo evita o escocreameato ‘TABELA 86, Trilhoe Eapeclais para Pontes Relantes A eee ee payee T Peso por Pedil no ee, wTalsfelefe|rfaletela]e wa 1 [as fas | 20 | ma] 2) 3 | as | oe | 8 | 0 25 a | os | ss] a5 [oss } a || 150 | oo) o | 125 me 3-| 75 | 65 | 90 | 240] se | 5 | ws | 78] 10 | 280 238 «| ss | 75 | 95 | a9 | a5 | 6 | 200 | oo | a | ass 30 Rodas de translagio sio, em geral, montadas livomente. sobre eixos presos ‘as placas latorais de um eaztiaho ¢ rodam sobre buchss de bronss ou maneais de rolamento. As placas latersis do carrinho sto submetidss A flexto e trarto @ devem ser, portanto, suficientemente resistentes. ess podem ser fi brieadas de placas espessas de ago, de ferro fundido ou ago fundido, Para ear~ @ (a) Fig. 19% Monotrilhon MEE EEE EEE EY EY EE YE Ie an = MECANIEMEE DE TRANSLAGLO CAP. 9 (@) Fi, 198. Cais micthn delcandoce bre o> abar super ies sinhos manuais podem ser usadss rodas de ferz0 fundido som buchas da. bronze; {um carrinho acionado a motor requer rodas de ago fundido e providas de aneais. Pars t solaniento de segio TT, az rodas devom ter também, s face de de Translagio para Trithos Chatos de Aco © para Guin indastes aeionados & 1 com aros de ago ser_usadas em to fades @ motor sto limitedas a carga: transiagio de 30 Rodas de translagio podem ser fixas sobre um eixo ou girai ia de rolamento. Todos 03 tipos de ‘Jango, ponte rolante, érreas de bitola normal trugues de guindastes, des de rodas, duplamsnte flangesdas, per ra folga de cada lado (para Fedas do rage minima 10 mm para rds fil do flange interno da roda de um guin« . da “nesta fosneize que os Todas do ears lerovidios normals Regra geral (odes com esses flanges sio rigidamente-montadas sobre cixfs, ums das quais {e-slgumas vores ambas) é motors. — So 0 difmotro da roda motora D < 300 mm a engrenagem motora ¢ rigids fe diotamentermonteds 20 seu cubo. Rodss motores de tainr difmetco tém- Sioa engrenagen fixada por parafosos, que #0 protegidos contre 9 esalhamento, Gor med de buckas de slivio. A engronagem deve sex localisada sobre s roda Re enslaggo, por meio de resseltos cu recesses. Os cixos das rodas de trans~ lnpde aio, nialmente, presor nos perfis da estratura, por bragadeitas de cixo. 220, 08 cubor das rodas do estio om eontato direto com a alia ni plapss de refargo, eles so soparadas por chapas espagadoras, “Rodas slagso, do guindastes pars tabslhos pesados, S30 providas de aros de doe’ a quente ~~ itaamente. ver sondo emplamento usadas rodes com eaixas de cixo apara~ ie estruture do ago. Este projeto 6 de manutensto mais simples, de Tnpida emogio da Toda, o qué é de especiel conven!éacia. nos reparos: do mode. traaslagia do guindaste 1, -MECANUSMOS DE TRANSLAGAO, SOBRE TRILKOS a Atunlmonta, 8 sixos das rodas de ttansasio sto, feeqlentemente, proje tados com manceis de rolamente ao invés do buchas do bronze, ee Roles Redes sem Flange pars Tilton, Ehuis roles aio empregados quan- do 2 roda nip 6 submetida 8 qusiquer (mesmo oeasional) carga lateral, les #io usdos em guindestes velocipedes c om balango, pontes relantes om uta lange, em guindsites rotetivos com ploaforma giaténa ete. Nor ‘os Telos todam sobre buches de brongo ou manesis de rolamento, nos elses, © aua supesticle de tolamento. élevemente convex, Projet da Reda de Trenslegio, 8 rodas de translagéo.sio verfeadas a reisincin © a0 deagaste, de acordo com a teotia das tensges do contain a fe= ws¢80 do diémetro de uma roda de translagio, devemos partir de“compressto local, empregando as seguintes f6rmulas: (@) para rodas com faces de rolamentos paralelas, rolando sobre irilhos de cabegs plana: 1) para ums toda’ de ago, one 100 bate a 2) pars ums rods de ferro fundido (ferro fundido CU 36-56), este = 0 YE tate te (© pare sodas com faces ctnieas do rolamento, rolando sobre trilho de scabegs convexa. 1) para uma rota de ago, (236) 37) lotro no deve ser manar do que ¢ lar carga dados, ne suposigio de que o trilho 6 plano ¢ @ roda com face de rolamento parslela ‘Nas frmulas acima: ‘P — carga que age sobre a roda, om kgf; — largura da face dtil de um trilho de cabega plana, em em; rye ry — mos das faces parslelas ou ofnicas de rolamento das rods, em om (para uma roda de face ednica de rolsmento rs —raio na parte central do aro): [MECANISHOS DE TRANSLAGAO CAP. © fF —taio da caboga do trilho, em em; i wse a yelocidade de rolamento da rods, de~ = (12 02), onde v é a velocidade de 3500 seeseuee 28 temperade CTS Se oat ip tenperedo 603 135-200 350 ‘A tensio de compressio locel, obtida polas Eqs. (284) a (2 nap deve exceder aos valores indicados wo Tab. 38. Dependendo da tarefe operscional dos guindastes para ss rolamento das rodas de translagSo, 08 souintes valores de dureza Brinell podem er reoomendados: ‘paca guindastes do trabelhos leves — 170-200; ‘para guindastes de trabslhos médios @ pesados — 240-350. ‘operscional tem mostrado que rods com soos paralelas so ob- jeto de rapide deageste quando ussdss em guindastes do érabelhos pesados Gbtemre melhor desempeaho com todas efnieas de transiasto. 2, MECANISMOS DE TRANSLACKO SEM TRILUOS Meeaniemos de sido usados em guindastes giratérios méveis ¢ em Mecanismos 196 mostra um mecenismo de esteira de guindaste vvérios carregadore: giratorio. esicira te move, eous rolos inferiores rodamn sobre clay Quando a i que funeions como um trilho continuo de translegdo. Um guindaste do esteirs 2. MECANISMOS DE TRANSLAGKO SEM TRILIOS as HELL VY EEE Eee YEE EU EE 206 MECANISHOS DE TRANSLAGLO. CAP. 9 nndo-se uma eortente da esteire, isto 6, pela redugdo de-sua_velovidade ia grande forge de aderéncia, mea wm vencer maiares inelinagbes do que o transporte niismos maveis de esteira, forrovistio, Sobre 0 chio, as pressbes egpcetficas edmissiveis, dependando de suas carac- ‘e coniigoes, sofrem variogoes pars guindastes de ceteira de 0.8 a freqlentemente empregado ¢ um justado sobre o centzo da roda. Isto é ditedo pelas condigies especificas de operagio das guindastes e pelas grandes cargas exeroidas sobre as rodes, Recente inavacgo slo os pneus sem edmara de baixa preseio do guindaste com rodas de nla que aparece _ ontrério) pode ser determinada pela seguinte preaando-se 0 vo W = Geos @ w+ sen 2), (38) onde 0 — peso totel do guindaste; we — coefisionte do resisténcia ao movimento; @— gradiente do terreno; © sinal positive & pata subide © 0 negativo, para descia, 2, MECANISMOS DE TRANSLAGAO SEM TRILHOS 7 i A fora de aderéncii € encontrada pela férmula Z = kG) 08 a, (239) onde @, — peto de aderéncia do guincaste, aplicado as rodas motoras; 1b, — coefieiente de aderéacia das rodss ao cha Avcarga sobre as rodas do guindaste devido ao peso da estrutura giratéria, pode ser encontrada pela Eq. (229); para obter plena carga, o peso do carro deve ser somado aos valores obtidos. Os valores dos cocfiientes 1c © & sfo 08 segui para * ara eats borrache Extcada de ecnersto oss 05-06 Batrade do stato 0.015 038-088 Barada de paisa amedondsds 004 Daso4 Para pneamiticos, o valor de w deve ser redusido de 10-15%. caPtroLo w MECANISMOS DE GIRO, DE MOVIMENTO .DQ_CAR-. ., RINUO E DE YARIAGAO DA INCLINAGAO DA LANCA 1, MEGANISMOS DE GIRO bre a ‘uma firvore meente central, prose na sue fo guindaste repousa sobre um certo Jneular montado sobre a fundacio rindasie, grralmente, 6 girado purrando carga. Contudo, carges cc ow mais requer um motor elétrico pat rar o guindaste. presos em suportes. Um proje lum pine de direeio inferior (moeat © momento fletor, ua seglo transversal critica 6 Ma = How © momento fletor sob o rebaixo & Ma Hy, 1, MECANISMOS DE Gino a Fig. 199. Pisjeto do euporte inferior de uma coluna girtétin, onde 1 He = ZG; Vere (@ — peso de carga; @ — peso do guindusto) A tonsio resultente-sord Hw __¥ pt ae 2 = + Ope — Fem = “€ [eel (210) A placa inferior também devo ser votificada & pressio especffica entre o moente e 9 placa (compressio da forga Hf, nas paredes do furo © compressio ver~ tical da forga V entre 0 rebsixo do moente e a place). 0 projeto de um suporte inferior de atrito de desiizamento 6 mostrado pela Fig, 100 (mancal redial do etrito de deslisamento). A Fig. 199¢ mostra outros projetos de suportes inferiores com manéais de rolamcnto. EVE EEE EEE YU EU EE ES Ue = 20 MECANISMOS DE GIRO, DE MOVIMENTO D0 CARRINKO CAP, 10 Fig. 200. Projto do spate evperir de ate solise ein © projelo de um manes] superior radiol 6 ilustrado pela Fig. 200a ¢ caixas soldadas de mancais pela Fig. 2006, = Resi 0 giro, © mamento de resisténsia devido as forgas de atrito rolativamente 20 efxo de giro 6 . vee a= Vas he ae + Aqui, M = My + Mz + Bfs (fy — momento de resistencia no mar By @ A, — momentos devido a resisténcia nos mnoentes superiores ¢ inferiores). 2 A formula inclui o momento M; = Vsty = 7, para um mancal-peso sem recesso, Hm um maneal-pedo com superficie de spoio anular (vor Fig. 1990), 0 momento de re ‘devido so strito 6 igual» Me 3,6) 87 G8) oem um mancal axial, com uma esfera para superticie de apoio, & 2) Aly = Vive (23) 1. MECANISHOS 9 RO a istéucia ao giro, ne extremidade da langa; ance da lange; d $= mio do pino; ionte do atrito ¢ deslizamento no msneal-peto; vertical devide a0 peso da carga ¢ do guindaste; metro do. moente inferior ‘peti anular (ou didmetro do re- horizohtal nos suportes; 0 us — eooficientes de atrito nos mancais radisis inforioros e superiores; jente de strito no mancal exis do tipo esfera, quan‘o ido ao didmetro do moente. A tér 1) despreza 4 resisténeia ao giro Wy devida & pressto do vento, Esta resistencia deve ser levada em conte pare guindastes que opera 2 cfu aberto, Acio operador into dos mecanismos de gite. No giro & mio, a forgaaplionda pelo iar o guindaste 6 w P= . mae onde @ — deflexso do eabo de trapa em relagho & vertical ao girse (a 6 to- mado até 45%); W — resisténcis so giro Atuando na extremidade da lance, Com um asionamento s moter num movimento uniforme, a potinsia de- senvolvida pelo motor seri ‘onde » — yelocidade na extromidade da lange, om m/s; 7 — rendimento do acionarente, Arrdagso de transmissio entre o motor e a estrutura giratéria do guindaste € = 0 uot onde yx — rpm do motor; ny — spin da estrutura givatéris do guindaste; G— sloanoe da Ianca do guindaste a MECANISHCS BE GIRO, BE MOYINENTO BO CARRINHO cA. fo 1. rowsKOs BF Gino aa ‘ a if —_ a] { \ my AO i [gem = FEY t \ t | oe 1 I | SHER ott t Yi) i $ Re Mkyfon Agen! MfAglom? AEA Shale! 1 ‘ fa Fig. 202, Solugio grifles de umn ook sock Fig BP movira oe dagracas dot momgtice «enon pare eomprimento da ecluna néo é usinado entr Superior € 0 ressalto cllindrico injerior para iente deve representar-se um di fa 8 uma viga fixe. A gido, uma vez gue pequona que pode ser a. 2 Qt Ol Goslr _ 48 4 os w= = BEE Cale = Tw om oy a= alos q 6, — peso da estruture giratérin do guindaste; jon =< Hem (s om Xa 1h — ajo dopo ean; many [lem (usm) co Gay — ley — brago do contrapeso relativo ao eixa de giro. onde E'— mbdulo de elasticidade (2~ 2 100 000 kgfjem'); \ ‘A tensio resultante no macnto superior (Fig. 201) é H, — distiocia po! i b — scala das tensbes, om Helles? By _O+G+Gs * om) G5 Sette Som = ge ge main A yelocidade do cabo sobre 0 tambor & Ahenter hy onde i — relagto de transmissio do sistema de polias, A poténeia desenvolvida polo motor, em movimento uniforme, pode ser encontiada pela férmula = Satan Nw Gyete bp, (279) fond’ Mian — valocidade do cabo no tambor em mymin; ‘7 — rendimento do mocanitmo intermediaria Além disso, a poténeia do motar dove ser verfiends, também, para variagto de inclinasio da langa descarregads, VEE EEE EE EEE EEE EE YE ee caPiTULO 12 - me = _ ESTRUTURAS DAS MAQUINAS DE ELEVACAO (TRELICAS). fotores'.e dispositivos de mancbra. os Pe saeee, Meapordvels Além disso, elas devem ser téo minimss que eargss derives atunado om guindastes n8o catsem vibragoes quer aa estrukure toda, Quer ei seus componentes, ‘Higdon sdoquada de ectruiura do gindeste 6 o principal requisito, pare wae erfeta dp todos os mecsaiomos de exploragto. Por .9 0-0 solugio de uma estrutura de uma méquine de elevagio dos com grande presto, 4}, SUPERESTRUTURA DE CUINDASTES GMRATORIOS COM ALCANCE FIXO dante com Calung, Giratéria, Diagramas das superestroturas dé gine indaetsr Gloance fib com colune giratéria, siostustrados pels Fig. 219 Pinos de direg&io siio presos em ambas as extremidades da odluna do guin- inferior, provid com mancais| moentse ¢ pe%o, nas cout um nance) radial, A altura te6rioa ‘So dosiguamos o peso da carga clevada por Q, o peso da lange giratéria por Greve distineia do seu centro do gravidade ao eixo de rotagio por 4, a Teagho ‘vertical do mancal-peto seré va Q+G © as reigbes horizontais nos suportes y= Hi= Hs Qa + Gre). (206) ara de ums miquins de devssio suteste todos ob mecanismos de ~ 1 mot = SP veto, ' onde 7 = OBI mi’ 6 « astleragto da gravidsde. 0 produto GD? & coshecido como momento de girsplo Portanto, opt aw Maa SE a (250) ata female pode ter wsada apenas parm analisar un sie manasa uth ssa single er ‘Gomechestendn mecene de guint 6 um cama cpl Tomat Fig. mente partes rotativas, podemos expressar ests eondigto coe pela sguinte equapto: . | ne COPERAGAO BO MECANISMO DE ELEVAGAO CAP. 11 momentos de inéeein © momento de girapio das ongrenagens, cvore e oubras ‘partes rotstives do meesniamo, montados nas suas respectivas| Totrodusindo na nossa equagdo os respectivos momentos de gir dades, obtemos, pels formula (28! ¢ velouie m\* (0D y= OD? + Oi (7 V+ enn (2)'s + am(2)> esp Se usamos as seguintes designagtos para as relagbes de transtissio, coatio quanto mais distante s pega estiver da drvore do para o momento de gi ‘Pecas montadas ns ‘com maior parte no momento de girasio. idade de cfleulos, 0 efeito prosusido pelo volante das smo pode ser proviamente cousidersdo tomando-se © fromento de girsedo um pouso maior, para as partes montsdas sobre @ érvore do motor, isto 4, edmitindo-se que (CD nq * 8 GD, as) onde considerando-se o feito das partes do Consideremos gota o movimento retilineo réferente & frvore do_mot Gesignemos massa, peco ¢ Yelocidade linear da parte em movimento ret (or exemple, @ cargs na Fig. 217) por m endo a onergia cinética seri, de um sistema equi- ade 1a — um momento de giragio arbiteér ° ie i ema retilineo. valente, usedo ao invés de om [As pendas no mecanismo de transmissio, que apsrecem quendo a poténcia é ida, so compensadas pelo rendimento do mecanismo , introdusid xa férmuls. Portanto, Dees. (23s) 1. ARCA OINAIICA a Por outro lado, Pala Eq. (285), 3650's wi iea da parte om movimento reti- to sbsorvida no avicnemento. (OD oon = (280) Sob ale de rotardamento, a energia linea é transmitida & drvore do (st) de onde, a (288) total momento de girapio do sistema A expresso seguints i vende componentes com movimento lente, quando 0 Por isso, de acordo com a Ea. (280), 0 torque dintmico total para sccleracdo (ou retardamento) de todo © sistenia, com partes rotativas e partes com movi- mento retilineo relativos 8 érvore da motor, seri = 0D, da May = {029.4 ‘Substituindo aqui den on eR, obtemos: (@D%), dn Man 5 ae (289) Esta equapio, conbecida como equago do movimento, vale tanto pare como para retardamento, we do motor na partida Hn. (para os mecsnismos de elevagio e trans- serd usado para vencor a rosistincia estética e as forgas de inércia, isto 6, Mana = Mau + Main (290) © mesmo método 6 usedo para determinar o torque nevessirio para frenar ‘6 mecanismo de elevaggo (Irensgem na descida) Mg = Ban + Mi. REE EEE EY PEEVE EY US 0 tém uma relsgio um pouco diferente entre as forgas, visto que, durante a ago fo dadora de al modo que + Mig = Ma Mie. Por isso, Aqui, Me — torque total (real) do frenagem compreendendo o torque elt fice © movinico de frenagem; Mig — momento de résistincis estatien reforente & drvore do motor Now Mig = 71 620 22 kgtom, onde Mga — inotarsrpm; : Now — poténcia do motor, desenvolvida ein movimento uniforme © (@ para mecanismos de elevagto, * =D ow; Nua = 75 q ) para mecaniomos do translagto, ‘carga clevada, em kgf; ia ao movimento, om kgf; v — velocidade, em m/s; 7 — rendimento total do mecanismo; - Mig — momento esiético sabre a drvore de frenagem (em mecanismo de levacdo Mx momento criado pela carga, ¢ em mocanismo de translagéo “~ momento das forgas de resisténcia ao movimento); Nw, Mua = 71.620 Ths me Kee onde my — velocidade da érvore de frenagem, em rpm; Nie — pottnoia estética de frensgem igual az i (@) para mecanismo de elevasio, = MF wy Nee SP wy, Me = Man ~ Mia. . on rho rotardamento referentes snotora ou de frenngem). Considerendo Ma, = const indepandente da velocidade 2 tomando Mau mo valores constantes, obtemos My, = consi @ Mix = const, Entio, peorbymy nuae em et 64 eae Sr ida Mt = A palo fronagem Sm farm x putin Se Beye e tomgm mE, onde, n — velovidace mixin do motor; ~_ i, — tempo de partida; = tempo Ge fromagom. Tepe fomula' 50, _ (GD), rat Men = a5 & no caso de partida f= & © pars fronagom ¢= 4, Além disso, pare freumgem, devemas substituir Afay em lugar de-Mie. ~ Bato, o tempo de partide ser = ban 4” S75lilan oe) cu, de acordo oom a Ba. (250), he loot esa) FS Maw — Mad Ralebrando as formulas anteriors, obtemos 0 tempo de frenagem: pare snevasmos de eevagio, nha oo te ar (20 pare mecenemos de translagio, “eon 20 bo * STE (Me + Ha) (a) + Quando (esprestaco © Baie Fores ftps ds olde tatu) admoee que W = He= Wan © ‘aufero prs © sumeaior a . (OPERAGLO DO MECKNISNO DE ELEVASKO EAP. 11 1. CARGA OINAMICA Baseados nas formulas anteriores, o valor do torque dindmico na sceleregio Para mesanismo de clevagio, serd - SGD! _ 0.9750 (220 315i, "ay a0) Ban ‘As férmulas (284), (288) ¢ (291) fornecem win torque idéntico de retarda meno any twas (800) ogiso'% Ne ea aque 08 terapos f 0 ty soja Fregilentes sao ‘osualmente Han © Man — ce torques dinnicos em acclerasto + rtardamento do six tema do motor, em kgm; o0* — momento So ragio devido as partes wuagdes sto vilides apenas para aceleraciio ¢ retardamento cons 7m um torque constante do motor © de frensgem. a at ae yt 2 oe n ee pe 2 L Be ree 4 © by — tempo de secleragio ¢ frenager, em s. Quando {© te sto redusidos, 08 tora is de especificar thle de levagto de SP aiaia ees corrido pelo mecanismo em aceleragdo (ou retarda- monto) 6 dado, o tempo ty (ou te) € determinado pelo comprimento desse espago ¢ 8 velicidade final do movimento », isto 6 ¢ = precedentes podem sor transformedas como segue: = Neste caso, as formulas SOD n 0,9750'y" FS Mew = Had * WU = Mead os) | EEE OG EEE EB EU UD, a0 ‘OPERAGKO DO- MECAKISMO DE ELIVAGKO CAP. 11 A. Mig. 218 mostra os momentos de inéreis de vétios corpos ‘Tab. 39 apresenta 03 valores, aproximados, dos momentos de jt plamenta, -O momento de giragio de rotores ‘de motores elétres Gatdlogos. svagio allo dever ter peroursos de retardamanto superi- de frenagem inferiores aos valores indicados na Tab. 40. [Nos joeapiamos dp transiagio, os peroursosde fsenagem do carro ou guls- daste, dépois de “0 Tiptor devem ser menores que os valores indi- nde, ge Tab. il (Ga deve haver eseorregamento ck rod) -TinBiA 28. Vows Aprosimadoe dot Momentos de Toda dt Aroplaments Diswatro | Ditractro | Comprimenio| Largura Monova Zasmo, | dadrors, | doeubo,, | dere, | Peso, kg) | de éairig om am am ‘na Kpfoe 159 2 120 0 0 003 20) D iso 30 2 oor 250 a 200 200 2 oa 300 6 20 320 n 98 ‘400 nm 280 uo vo 038 500 a 520 260 250 O78 TABELA 40. Bapaco de Retardamento © Ae ates nagens TTAMELA 1. pea fe ra Bor ie | Covisine oy me de rravabo | fragen ‘e ait, hr 2 | reign ic | wom | = fof we, |e cas | ao] Fae | v0 Pesnde ” v a ? ona 000 | 4000 | 2 000 Tour «— epee em persed ‘aren por minute. 2. SBLEGKO DA POTENCIA NOMINAL DO MOTOR E DETERMINACKO DO TORQUE DE FRENAGEM PARA MECANISMOS DE ELEVACKO © torque pleno, desenvolvido pelo motor em aceleracéo, pode ser encon- trado pele formula Myo = Mo + Meine Dois fatores podem ser usados como orientagto, psra uma correta deter- minagdo da pottscia elétrica nominal: aquecimento © sobrecargs permissiveis. ‘A sobrecarga intermitente permissivel, num motor de c.c., depends da faiseagio 2. SELEGKO DA POTENCIA NOMINAL DO MOTOR = permissive, através do comutador, © 6 escolhido, aproximadamente, como 200 ‘8 800% do torque nominal, Maoninat = > os eon conde Marais — torque nominal do motor; Mmge — torque méxinio na anclera ermitente permias'vel, num motor o.8 ¢ condicionsds rque_méximo; & escolhida, apro- nominal, isto é, gual 8 Maer (02) tores assironos também hd um decréscimo Assim, um motor elétrico deve ser rel Mas 71,620, f pleno torque durante a scsleracio Mu = Blase: ‘Bm acionamentos # motor de combusido interna, 6 torque de partida dove sor igual so valor de regime que o motor desenvolve, Bm guindasies com motor & vapor, o torque do partida 6 igual m 2-2,5 venes o valor de regime. (© torque pleno (Pea) do freangem My, em mecanismos de elevagdo durante ‘8 frensgem, pode ser coronirado poles Férmolas movimento uniforme} Naw ov © cer, entilo, inspecionado May = Mig + Mae, onde 6GD%n_, 0,9756'0*y Man = Sts, al sobs, _09756'0m TQ = Mead am COPERAGAO DO MECANISNO DE ELEVAGKO CAP. 11 3. RENDIMENTO DA TRANSMISSAO Os dads sobre o rendimento de um mecanismo’ ow seus elementos, indi- cados em livros, fornecem os valores maximos que correspondem rendimento deoresce quand reas sio abaiso da carga nominal constantes. Portanto, atingir o valor zero, om um funcionamento em 4. SELEGKO DA POTENCIA DE REGIME DO MOTOR E DETERMINAGKO DO TORQUE DE FRENAGEM PARA MECANISMOS DE TRANSLACKO de pontes rola se mover em trilhos de (3024) sque ou guindsete, depois que EBniretanto, para” evitar jeados inapio do torque de frenagem, 2 re ‘a0 mo sulado sem lovat em consideragio 0 atrite nos pod jsadas pars encontrar o torque dint fo eno rotardamento da estelre ¢ os mecanismos de trans a Ingio de rodas sem trilbo. Neste caso, 0 espago de frenagem s = 6 to mado como: « <0,2m pera v 5 km/h. ‘A poténcia de regime do motor, pars os mecanismos de translagio, € sele- cionado da mesma maseira que para os mecanismos de elovagii. 5. SELEGKO DA POTANCIA DE REGIME DO MOTOR E DETERMINAGKO DO ‘TORQUE DE FRENAGEM PARA MECANISMOS DE GIRO 0 torque exigido do motor durante o aosleragio o o torque de_trenagerm durante 0 retardamen(o, so determinados para of mecanismos de giro poles Hérmulns (290) © (3024). 45. SELECAO DA POTENCIA DE REGINE DO MTOR eneontrades pela Eq. to gin sao 0 ay 0 ‘motors (ou de fronagem! om @ velocidade ray (0%) » Mau Mig = HE, (508) al de resisténeia ao giro levando-so em conta n pressio indaste io @ céu eberto) encontrado 0 torque dinimico desenvolvide sobre a arvore motora durante a acelera- gio & 50D an Mae = PIE ot Coane tT + Te) is (04) © torque dindmice de retardamento em relagio & Arvore do motor & Y. SGD" + ayn Mag me AEE + Cae + lot To) ee” (205) estas f6rmulas x drvore do motor Ver respectivos catlogos das partes do lees Ip, Lop — momentos de inéreia da cares, asta ¢ do contrapeso, t, — tempo de partida, ~ 38 85; tu — tempo de frenegem am s, tomado igual a 2n60 7? onde m4 — ror, rolasto da erature gira do gundeste om movimento PE EE EEE EEE EEE EY VUE UE YU nT vem a ‘OPERAGKO DO MECANISNO DE ELEVAGAO CAP. 11 1h. — fragio da rotagio do guindaste partir do momento em que rotor & desigado ao momento em que 0 meeanisma péra comple: famente. Os valores do 1 sto 08 seguintes: para guindastes do ‘tabalhos loves, < 1?2 rev ~ 152; para guindastes de trsbalhos rédios, nm < 1/18-rev ~ 20° e para guindastes de trebalhos pesos, m < 112 rev ~ 30°, Quiitdo o frei nfo ¢ montado sobre a érvore do motor, o torque dindmico Miuy, obtido pela formula (805), devo referir-se & srvore do motor. - ‘A potincia de regime exigida do motor, pare mecanismos de” inctinagio de lange, 6 eosonada da mens maaan quo oF mecanisnas de evap, 6. SELEGAO DR JE REGIME DO MOTOR F DETERMINACTO DO TORQUE, DE” FIGNAGHIPPATA OS MECANISMOS_DE.TRANSLACAO bo ChnRio rant {0 DE INCLINAGAG. ‘Quando o aleance de um guindaste é alterado por meio de um cartinho acio- jorque exigido do motor duraie a acsleragio, e 0 torque d nte o retardamento, podem: ser encontrados pelas formulas (2 97), (288) © (300). © espago de frenagem para deter o carrinho geralmente & tomado como 5 = 0,250 05m, Nos meoanismos de varissio de inclinsgio, rante a seeleracio oo torque de frenagem, dura trados pelas f6rmulas (290) © (296) a (299), inch Nessit férmulas, O 60 peso pleno div ada ev, a velocidade do centre de gravidade da langa carregada em movimento, uniforme, motor @ o frelo de um mecanismo de variagto de inclinagio (da lange de guindasie) dover ser vetificados A capacidade méxima de elevacto em varias posigges da lungs, ‘A poténcia de regime exigida do motor para s transisglo do earrinho ¢ va- Fingio da inclinagio é selecionada da mesma mancita que nos mecamisnos de elevagéo. ne (3022), (298), jorque exigido do motor, du- terdamento, fo encon- Exempla 1. Delermine a polncies nominate neceesdrias ace motores de wm ponte ro lente, para oficina ds mendsper de woes indlsria mecdnics. Seleao do motor para © meceaiamo de cowed 1. A potinea extdten exigits do motor & 5000 x 19 vee No 5x6 x08 0 rendimento y do mecaalsmo admitido como igual a 0,8, com tet acionamentos por on- wenger. Consultemes catlogos de motores elétrices pare eacolier o tipo mais convenieate lis tevo an soguatee carasrriticar: potenea de egaaey Ng = 1B hpi m= O6Srpm; Sobre 138 bp. 4. SELEGRO OA FOTENCIA DE REGIME DO MOTOR ws nage permisive (D4 pas = 0,78 HE 2.5; fatr de marche FT ~ 28% momento do giragto do motor ico do esistdneia “evr do motor, & ¥ m0 S71 can BS 2 oesgton = 1985 at pee a teeminans clesicanmos pata a Arvore = itm. O momento de ne 3 ktm 6 9 motento Se gi por iro 0 momento de gate UD = (GDA)ug + (CD = sorque dintinico, ax par JoDn , agree Mee ate al onde — tempo de partida (8 2; G'= Q — pono do rrteme em rovisen railinco (peso da carga elevada). ” 4. 0 torque exigide do motor, ua patie, & Bao = Mos aig = 10325 1,99 1224 gt 5.0 torque de regime do motor & New 1 ~ no Xm — nea 3. 1 Mg = 126,28. = 1162-38 11,05 ket 6 ho do motor & sobrecarge, A sobressrga d> motor, durante « partida (lots ¢ Mots _ 1224 . Mets BH 13, (que et muito abaino da sobrecarga de vopurange. Selegao do moor pare mecaniema do earrinko tronesrsel 1. A resistin ad movimento é - W BQH OYo = 1416 42,798 - 248 st, onde Gy — peso do ue —fator de D = 300mm ed = 60mm w 6 igual a 25 ket. 2. A potdosis etéticn exiekda do motor é 28x75 Tex wo xogs ~ tH 1.6 tomado como 086 som dat pare de enereagens ‘opus eareerstcn: putin do rege New = dev tabaibo FT = 2596! momento de ereclo” do eo a6 COPERAGIO DO MECANISHO DE ELEVAGHO CAP. 11 (0 motor é versieado & sobresaren darante © peefodo de purtids, do mesmo modo que cs rmecanstnes do teaaragdo do guindssts. = Ga + Gyo = 15 (8-4 15) 185 ~ B88 ee, fa D = 700 tom o d= 120mm w € igual 185 bei a do motor. do mecanismo de eevasto. fevore do motor 6 Mau = 71 820% = 71 620 HEE = LOTS eg-em = 1078 kee 44, © torque dixtmico ne partida referante B drvore do motor & JoD's _ O9TSGst ASK NOE O65, O9TSXAOMA 1, a6 uote, Maw = Si5e, ae aexe To oes x0es~ i G — peo do sntame em ovimente sellin (eso da ponte earrends) imu & Aan — 950 tg pela am = 20 Oke. 5. 0 torque esigide do motor na partide é Mat = Me + Mase = 10,78. 14,06 = 25,14 eta. 16. Vesitisagia do motor sobrecarge. A sobrecarga do motor na partida & 218 Hee nas * 2% 10 palo eaaslogo (28). fa valor absixo do especii ‘Bzempla © Duterminagto dae torqu de Jrenagen para ex secaniemos de elenpta ¢ de teanslegto de uma ponte rolnte erica. 0: dadoe ato o= mosmos do Bxemplo | Desermnagao do torque de Jenopom do meconisme da elutaico 1. Momento exttigo, desenvolvido pels cargs na Severe Quan o vio € montado na devors do motor, povéneia estétea de fresages ase Quy _ $000 X1UXOS _ poy, Mee wuts” S°bP Por ito, 9 momento estén & f 9 X71 620-54 = on ke-om = 6,02 keen Mog = 7. 020XE = 71 620-a = O52 Ket 6. SELEGAO DR POTENCIA OF REGIME DO MOTOR a 2. 0 forque dinkmicn de frenagem referido & drvors de frenagem sent AGD'n , O9THGy _ LIBXI,96X98S 0,975%8 000x100 Mie = rae tay RL BE ea T ~ OME ASE 3. 0 torque necmaisia para a feenagem & Big = Mat + Ming = 062 + 591 = 12,58 gh, 4 Voritlcado 0 torque de frensgem por meio do soiicionte do frexngom obtemes Mig = Mad = 0,02 X2 = 10,26 kgrn, onde 8 — cotfisiente de fronagem, tomado na Tab, 40 para trgbalho médio, FT = 25% estariors,o torque real do feenagem My deve tae eeu. valor misine, isto 6, Mig = 1824 Reta Determinagte do torgue as frenogem ds mivanismo de trautlagio am ponte te,novinente dprecandoas oasis nox fangs da rode de tag Wm Q+ Got Our = (5+ 19185 = SD Ket. 2. A seguir detorminames 0 momento esdtico dus forges rosistentes ao movimento, r= fernie i davore db frei. ‘Quando o fro for montado na érvors do motor, a potincia ecthticn de frenagem seré Myo 3 0x0 Tey = WTS x ORS ~ OTB Por iso, 0 torque estético & : Me 8 roy ugtew Meg 71020-1620 BH rn epee = Taka, 3. 0 torque dindmio na frenagem referante & drvore do frei & encontrado come sogue ‘Aditimes que a motade dss rodas de translapto sio frenadas; enti, 0 eipsgo de retar- amento nfo deve sar menor do que 2% Gh = 343m eo tempo de frenagen serk as _axigsxe 1 2XUBXO m0, ae 17. wea ‘Tomamot f= 24, aanentando com 80 0 camino de frensgam 5. Oterque dintmieo de frenagen pode ser eacontredo pelo férmula 50% 1,96 > 98 4 2TRGIey LIS 186% 905 BIB er WEXT 2915 X90 900 X10 O85 a6 peta, OX 805 x2 Ae = 4. 0 torque necemdrio para frenagem serd My = Miia = Mag = 28,7 = 7,2 = 19,5 ktm, te iorqu ral de fenagem Mor & vindo como bate pare proeter 0 freio da um mesie iam de tamlagso do ponte, meee EEC EEE EE EEUU EU UE EYEE captruno 1 OPERAGAO DO MECANISMO DE ELEVACAO DURANTE 0 MOVIMENTO TRANSITORIO ‘Um mecanismo de clevagio comega a operar a uma velocidade estsbelecids cow uniforme, quando as condisées de operagso do dispositive (amber, guin- Gaste mavel ou estrutura de guindaste) alcanga sua velovidade dotermineda. partida (accl ‘nagem). 0 primeiro Freio, Por isco, durante a accleragio, 0 do guindaste 6 mais sobrecarre- igado do que no movimento uniforme. © projeto dos freios deve Tevar em conta também as forgas de ind 1, CARGA piace ‘Se um corpo com momento de inéreis Z gira com velocidade angular veridvel, fo torque dintmice, causudor da variagto de velocidade da psrté rotative cert 1%, Mas 7 onde 2 6 celerapio angola. De acordo com o principio de d’Alembert, o torque do motor 6. expresso yor de AE = May + Maia = Max tI onde Mu — momento da resisténcia estética em relagio & rvore do motor. ae 22.5 9 © May > 0; no roterdamento “P< 0 ‘Se © corpo acelerar-se, entdo May <0. 1, SUPERESTRUTUR® DE GUINDASTES:GIRATORIOS ne forga resultente do. ma esto em equilbri ‘rando no cabo eed uma [Orgs i, pare baiz tonde a aumentar Sempre deli ete gu guise pio mo cabo, ar S= re diminui. No guindaste 3, a trag&o no cabo reduz a compressiio ho- ‘ragio no ontal no maneal superior dati inate : jetadee em forms de um triiogao (Fig. 21 bathos pesados e também quando for Seceestrto remidate inferior da lag, ato progados aranie, tals ae Figs. 2190-2 b-3. spre aad come ast ‘io, ususlmente, pro- ‘As forgas que aparecem nos membros sio em gers! encontradas graficamente, tragendovee 9 dagrenin de forges de Cremone.” Na andlise de guindasts_grs- ‘6rios eom pequeno eleance, o psto da lanca 6 normalmente desprezado e as forgas ‘que sparecem nos membros aio determinadas apenas como reeultantes da oares fom elovagio.. Devido & carga, as reagies de-apoio na langa verso (Fig. 2203) VaQH =H" = Qe. 330 ESTRUTURAS DAS MAQUINAS DE ELEVAGAO (TRELIGAS) CAP. 12, Fig. 220. Solupto grfion de suparestraturn do guindastes da aloance fo oom ooluns girs. Como a atragéo no cabo S provoca forges adicionais nos membros, ela deve ser levada em consideracio quando se determinam as forges. Se a carga for ‘Sipenae Se ana purs‘06 olny SG; ste una tales Gua pare, x 8. Pare conttras 0 dgrama de frga de Cromons, davenus adit que 9 cabo om sompetsente © arabes a tages 8) necemsras pu it do sistema, so splicados na polia suy guis da langa Pe a na abo mupeker& vomadef fora cage @, pate abtorso fora sean Gig. atu quo stun ma entenidnds elena dn angen "A taste 1, SUPERESTRUTURA DE GUIKDASTES IRATORIOS mm inferior ¢ distribuida entre as unidsdes adjacentes da coluna, na seguinte pro- porgio! [As forgas nos membros so encontradas pelo diagrams de forgas de Cremona construtdo depois da especifie? as fargas 2, S° eS", que attam no sisters ig. 2200). Para a superestrutura.mosirada pela Fig. 2908, « reiultante By das forgas compouentes 8 0 Q na exiromidade extems da longa, é ancontreda polo método cinta. As tragies $-¢ S$ dos cabos, sabre a polia do membro intermodiério 4 dard, ¢ resultante ; que & splisads As partes de apoio do membro 4 como Ry oi ‘sobre. tambor, é documposta em ‘8. As forges Rs, Ry, 5 @ 8 rgas_de Cremona pars encontrar AS forget ot mabren dvido 8 carge-etrafto no cabo. A Fig 220¢ também mostra um diograma dss forgas nos membros 3m guindastes pesedos, com mecsnismo de gto econado & motor, 3 efit Aas forsat tragho, sio determinadas como parte superior jnclinads ¢ considerada fixa (Fig. 2210) na soyio TI-II '1a). O peso da carga Q € decomposto na forga de compressio N, ¢ flexto P, (0 momento contritio da tragio S do cabo 6 usualmente dos- suporesirutura G: (avaliada proviseriamente) (espressado-se 08 fatores dintmicos de corregio) & My = Prat Pew (307) Na = NitNet8. (308) EAU AORO ROO RO LOLOL TOLOLORULOLOTO TORO LOLO ROTO LOE Te a ESTRUTURAS DAS MAQUNAS DE ELEVAGKO (TRILIGAS) CAP. 12 aS Phe Fig. 221, Diagramas pars = coluphe de ums superestratare cide de um guindeets do ‘alana girtée, A tensio resultente (com « forgs de cisalhsmento) & near nee Me Me, ca onde Ws ¢ F;—mbdulo de resistencia e rea da seqSo transversal no plsno II-It (dingrama das tensoes, Fig. 2210). 12, SUPERESTRUTURAS OF GUINDASTES GIRATORIOS ROLANTES a A tensto de cisathamento & oo PtP 0) ~2 Fe ~ & ieits como para uma vigs curva. O momento flelor A forgs normal Vir = @Q-+ G1. A tensio resultanie nas fibras exteruss € internas & onde r 0 rsio de curvaturs médio da viga (Fig. 2210). 0 valor de x 6; normalmente, encontrado por métode 2a), o momento Mry = Mym. A fone normal Nry = Nur. A tenstio ante & Mry New fa = Om hE 13) Todas as sognes transversais abaixo da flexio. 0 diagrama do momento flotor da vige diagrams de tensges pela Fig. 2217. ‘esti sujeitas apenas & ‘ado pela Fig, 22le © 0 2, SUPERESTRUTURAS DE GUINDASTES GIRATORIOS_ROLANTES E GUIN- DASTES GIRATORIOS COM VARIAGKO DE INCLINACKO DA LANCA Guindastes Rolantes com um Carrinho, diagrams de um guindaste rolante, que pode girar em torne-de um siroulo completo ¢ com um earrinho mével, 6 representado pela Fig. 2222. O guindaste ¢ provido de um contrapeso para reduair as resgbes horizontais sobre os suportes. ‘A intensidade do contrapeso O,, deve ser tal que as apoio no raio méximo, eom o”carrinbo plonamente sarregado, aS mesmas pars o carrinho descarregado no raio minim, mas isto 6, Cog = AF Gat 2 Gres + Ge @) ‘0 Te Quando o carzinko plenamente camegado esté na extromidade externa da lange, femos as seguiates reagies de apoio na lsaga: reagio vertical Va QEOtGr + Oui a ESTAVIURAS DAS MAQUINAS DE ELEVAGKO (TRELIGAS) CAF. 12 Fig. 22%, Solusto gréton de ums supzresirucara de ata quindaste rolante girlie, no ual aleance € variado por im sariaho Tvl reagies horizontais QO) a+ Gres ~ Gory Hy= Hi = (1s) Nessas formulas: Q — peso da onzga elovada; — peso do earrinko; — peso da lange. Para a determinagio gréfiea das forges que atuam sobre os membros, devido ‘ao peso da carga e carrinho (Q+ Ga}, 6 necessitio que o carrinho, plenamente 2, SUPERESTRUTURAS DE OUINDASTES GIRATORIOS ROLAITES ne earregado, suja posieionado no aleancs méximo © a carga real substituida pola carga Q', transferida para as virinhangas do n6. Entio, obteros As forgas Q' ¢ Grp sho usades para construiro disgrara ds forgas de Cremona © para encontrar as forgas quo atuam nos mombros dovide & carga © carrinho (Fig. 2228), © diagrama para a determi 6 coustruido de mesma manci to do contrapeso 0 pos morto d io das forgas, devi ig, 2220). Como c hhaverd compressio ‘0 pes morto da tanga, so guindaste o momen izontal de apoio devide ds Lanse, Consideremos, por moio de thros de. saporte de um guindeste derrick fndaste com {indaste podem ser facil- imo (Fig, 2230). Os pesos 8s tragoes nos eabos 81 ¢ Ss, s40 combinados na extremidade dx recultanto R. As forgas resultantos Ry 0 Rs, dovido 2s tragées 8, das oni as jas superiores ineriores do mestro, como com Rye Ry. O diagrama das forgas de Cremons para enc 5 forgos nos mombros 6 construido pelas forgas B,, Ri, Re Ri R © (em cima ¢ embaixo) A langa e o mustro estiio sujeitos A compressio ¢ flexto. Eles sto madeira ou perfis de ago laminado. Neste ditimo exer todos os planos. (© masteo de um derrick (Fig, 2230) 6 usualmente preso em eime, por duas pernas dos suportes 11 ¢ 12 e, embaixo, por dois membros horizontais 13 @ 14 Quando a lange esté na posigdo 1.(B = 0), a perna 11 4 carregeda pola forge mina, toes gt (a perna 12 néo é carregads). Quand a langa girs para a esquerda de posicao I, » forga que ava sobre a perna 11 decresce, Sendo tomada, em psrte, pela perma 12, a qual, neste easo, osté sujoita A compress. ‘Na posigao IT (@ngulo pernas 11 12 suportam a mesma carga’ Su = Sip = + Hs 008 45" (318) sen” ~ EVE EEE EEE YU EE YU SSTRUTURAS DAS AQUINAS CE FLEVAGRO (TRELIGAS) CAP. 12 Na posipso LI, se # = 90+, a perna 11 ¢ aliviada na sua cargs, porque pperna 12 toma toy Quanda 6 > 90%, a perms 11 é sub- fnetida & eompressio, que aleangaré seu valor méximo na posigta IV (@ = 180). fo Hon (9-909 = - 10 — Sat = Hy (B- 9) =F 10 mn 7 Gi) 238) mostra uma ourva representando as forges mas da langa, limitada pelo ‘no mostrado para a perna 11. © diagraraa polar (Fig. que atuam sobre a pena 11, para as posigd Angulo «. O ciagrame para & perna 12 seré ‘da langa, © membro 18 est sujeito & maxima 1, isto &, SH = — Hye A méxima forga do tragio pposigho TV, isto 6 Sa = Hy sen (8 ~ 90) = + 10 Fh ais) Se o suporie inferior do mastro transmitir a reagio de spoio horizontal di- retamente uma fundagio de conoreto, os membros hori B sho dispenséveis. Neste caso, as excremidades inferiores das p (cepa radamenta) io fixas por parafusos de aucoragem na fundagio de concreto, Num derrick, o pino de diregao superior pode ser giredo num efrculo completo, 41. SUPERESTRUTURA DOS GUINDASTES EM RALANGO ar fio a0 cho ou As co- ‘Se admitimas que 0s de cabo dois sio solicitados, entio a forps aplieada em um tix Hy 2 cos 3° do um Sngulo y com a vertioal, a solicitagso real de projeto seré ranto s2ré igual 6 ‘Mas como os tirantes de cabo sio indicados xo mh 2 S*Teaeny (1 A margem real de seguranga nos eabos deve ser, no minimo, de cue. 3, SUPERESTRUTURA DOS GUINDASTES EM BALANCO Dalango so compostos de duss ceargs, dovido ao peso do guin- ‘do rolos horizentais de apoio, superior izontais dos momentos de. tombamento que tomam as roaySes do um guindaste om balango com um cartinho io um guindasto com carrinho externo, én estrutura sord igual s (ver Fig. 225): 1 cargs vertical de apoio & VaQtse ‘onde — peso da carga elevads; @, — peso do eareinbo; @; — peso do guindaste sem esrrinho; ‘8 carga horizontal de apoio é wn nr = 4 Gio Go, (520) ey ESTRUTURAS DAS MAQUINAS DE ELEVAGAO (TRELIGAS} CAP. 12 Fig. 225. Solusfo gris das viexs pincipais em ume estrutura de guindaste em balaago. 43, SUPERESTRUTURA DOS OUINDASTES =H BALANCO a Estruturas para guindastes em balango sfo fabrieades em duas alternatives com eartinho externo e interno (funcionando na corda superior ou inferior). A carga consiante sobre a vipa principal da extrutwe (peso da carga morta), comproende o seu propria peso, metade do peso do contraventamente transver- sal 6 motado do peso da plataforma da esirutura com aszoalhamento, A outra metede do peso do contraventamento transversal e astoslhamente € suatentada por uma viga (auniliar) Lateral. © peso da viga prineipal, contraventamento transversal ¢ asspalhamento 6, e inieio, admitido provisoriamente pela comparssio com projeios cxistentes. Se, devido ao peso da viga, designarmos a carga por Gi ¢ « distdncia ao sou centro de gravidado por e4, entio as reagses nos suportes da estrutura serio V=G e que a carge G, ¢ uniformements distribuida ao longo do com- podemes encontrar as forgas que agem sobre os nés. iy até Jr, Quando conhecemos as forgas sabre os nbs, podemos ‘encontrar as forges nos membros devido a viga, construindo'se 0 dise grams das forgas de Cremona (Fi Forgas nos membros devida a uma carga mével (eaztinho © cangs). Para on- wa forga nos membros, devemos consiruir diversos diagramas goes da_earga, De infcio, © earrinko 6 lo- A forga P é distribuida entre os nés adjacentes (Fig. 2254); entao, nos nés tell A Fig, 2255 mostra um diagrama de forge de Cremona com o carri aleance maximo, Os membros nfo designados no disgrama nfo sofrem ny gto de forsa. As forcas, devido 20 peso da viga, e as forges méximes, des 4 carga mével com o earrinho em i905, sho somadas. Avcorda superior da estruts 10 ¢ também flexdo local, devido & carga das rodas do carrinho, Hla 6 resolvida de mesma mancirs que ‘4 corda superior da viga principal de uma ponte rolante (ver Fig. 226). PU Mwy IS LOCLELEL ELE UUUEUUY uo [ERTRUTURAS DAS MAQUINAS DE FLEVAGAO (TRELIGAS) AP. 12 dos membros, wstrusio que rama de forya de Cremena é temente fortes. Ume verifieassio deve sor feita nas vigas com os rolos horizontals, que tomam as reagtes Hy e Hy. Deflerdo da estruture. De scordo com as especifiongtes t6enicas, a doflexdo das ostruturas dos guindastes em balango no méximo aleance no deve exceder 1" < gh a @ — aleance do guindasie) 8" < iy @ @ — aleance do guindaste). 44. ESTRUTURAS DAS PONTES ROLAMTES . Py 4. ESTRUTURAS DAS PONTES ROLANTES Dependendo de sua eapacidade de earga comprimento do vio, as pontes rolantes io compostas de viges de slma eheia (duplos tts) ou vigas em trelicas de alma dupla, Vigas de alma cheia-ggs Pontes Rolantes e-duas vigas ‘sto (nem todas as ponies rolantes oom sip equipadas com ossas partes). “da pelas rodas do ur (© peso morto de projota das vigas prineipais, I nto, & eomposto do peeo da viga, metade do’ peso mas rodas) e melade do peso do contraventar nto (ae estiverem sobre a ponte rolante). Wie DH Om Vio aio, sprosimade, do paso dos vgns principals, 2B ten eSTRUTURAS DAS MAGUINAS DE LEVAGAO (TRELIGAS) CAP. 12 = 22 te) 0 o Fig. 228, CGurvas de momentos © fous lateris para vigns de sla chin jmados do peo pidprio de projeto ds, vigas prince pontes toons ssonadaseletesments, com capasiade do ol Pigio’ de 9 ate Dee com vio do 10.8 30m. Morsenton Fetores «Fors bateras Derk ig 28s) designa 00 : fst ao 6. carge constant cot #unformomen into do vi: peo prerio © Por Prem Gia didn 1 do apoio esquerdo dev A Fig. 27 dé valores ‘a9 peso proprio sers dys qa aZ E- 9 tem. oa) L (© momento fletor maximo, quando 2 = —py & wet og z =¢ dem (22) 4. ESTRUTURAS AS PONIES. ROLANTES oan A.curva do momento fletor seré uma pardbola representada sobre 0 eompri- mento L com a méxime ordenada de Mg! (Fig. 2281). A forga lateral, a uma distancia x do apoio esquerdo, 6” mag (Zs). (623) A forga lateral maxima sobre 0 apoio direita on esquerda para z= 0 card Tyas 0 th (ea) A curva des forgas Iaterais é mostrada pela Fig. 228 ‘Momentos Fletores © Fosyas Laterals Devido & Carga Mire ( Quando o peso de um carrinho carregado & distribuldo uni 2s rodas, 8 carga que atus sobre uma roda cont P= 2+ 9% onde Q—peso da carga elevada ¢ Gs — peso do oarrinho. a Poce-se admitir, nate caso, que a vign guporta duas cargas idéntioas R es pagadas de uma distincis & (Fig. 2282), Eto, 0 momenta flor, ua segh0 fobre aruda eaquetds estasioasda s uma disineia. = do” apeto’ esquerdo, serd inho © Carga)- mente sobre w= 22 (0-4) -2] xem a 0 mornat feormitan one suns dita «pri dome pee? (yy ape = F(t bY tem, (926) O momento fletor é distribufdo em forma de pardbola, com a maior ordensda: sts empresa (I~) (Pi. 228). A env dos weme® pa 0-1-2-8; é obtida pela represen- mato das cargas da esquerds para 8 posigo mais desfavordvel das cargas jagdo das curvas de momentos — do direita e da direita para a esquerda, © momento fletor miximo redurse & medida que aumenta s distincis entre 1s rodas. Se a distincia entre as rodas (por exemplo, em carrinhos manusis) for pequena em rolaglo ao comprimento do vio, podemos adimtir com suficiente precisdo, para fins priticas, que b= 0 € ig PE Mge = PS VEL EEE Ue EE ENE YUU YUU UU ae [STRUTURAS DAS MAQUINAS OF ELEVAGLO (TRELIGAS) CAP. 12 Se as rodas do eartinho forem carregadas desigualmente, pode admitir-so que duas eargas desiguais Pe P, viajam ao longo da viga; entio, V= Ps + Ps ea resultante de ambas as cerges que atuam sobre as rodas € ‘Neste caso, o momento fletor na seglo sob a rods esquerda que esté a vin distincia x do ‘apoio esquerdo, seré v = 2 [a - by - 2]2 ttm © momenta fetor mésimo sob & carge Pi na distncia 4% do melo da viga & (28) Esta expresso & a equagio de ras pardbola representada sobre 9 com- primento (Z—6,) com s maxima ordenads AYE. Os momentos, ua segéo sob a carga Ps, na distinsia x do apoto direto, sto determinados da mesma maneira, isto é, a= 2 (Gb) - a] stem 329) woes = 48 tiem. age = 2 ay tt (s29) A Eq, (330) 6 uma parabola sobre 0 comprimento (L ~ 6;), com & ordenada ast 'S org lateral, para oargas idéntis P 6 Py a-ume disttncia do apoto es querdo (Fig. 228/), & a 5 r= 22 [(u- 4) -a] ean Quando = 0, 8 forge lateral mixmna sobre o apoio enquerdo seré 2? (,_ >) op_p® : Tag A= 2B (2 G) =P Phe 3) ‘A forg Intrsl a ums distancia (~ 8) do apoio esquardo, & hero 39) 4. ESTRUTURAS DAS FONTES ROLANTES as Com cargas Ps © Pa 0 forge latorsl, ¢ ume distincia 2, soré Teme Lon 4) ~ 2] u (34) Quando = = 0, . ¥ Tigh = A= 2 -ty = PP Pet 655) A forsa latoral, a uma distincia (Z— b) do apoio esquerdo, 6 ® T= Pit Se somarmos as curvas dos momentos devido hagdo do peso prOprio (Fig. 2280) ¢ das cargas moveis (Fig. 22%), obleremos a curva resultente dos momentos (ig, 2284 — rea hachurads). Multiplicand~se os. médulos de resisténels ass ‘Grias segbes transversais da viga pela tensto admissivel, obteremos uma cur vvs ilustrando a resisténcia da vigs (eurve dos momentos admissveis) linha do contorno na Fig. 2284. O diagrana tesultante das forges Iatersis, 6 mostredo pe In Fig. 2285. A Fig, 220 representa diagramas dos momentos ACs « Dfp& para ss vigns principals longitudinais das poates rolentes com capscidades do elovagio de 5 ‘Tenses devido aos momentos fletores (@) Das cargas prineipais, on Parle distancia \ e as eargas as rodas si taal “Bp Aiea Riis expadat a EK app iar Fig. 235. Determinngio das forgas mésinat net, membros de uma vies prindpal devido ‘carga mével. 4. ESTRUTURAS DAS PONTES ROLAMNTES ass perpendicular a ela, as Os pontos Ain, Ay eto, sio contorno obtido dessreverd. as linha: © momento misimo, por exomy pondo-se o carrinho sobre ele ag posigio mais desfsvordvel. Depois 6 IV é projelado sobre a linha A¥E" para obter 0 pomto Cy, o qual é Tiga uma linha reta com 0 ponto A’;9 momento no n6 TV sexd igual a May = Py + Pa (348) © mesmo método é usado para encontrar os momentos em ouitres nés: ‘As forgas nes cordas sda encontradas, dividindo-se os momentos Jo n6 opos- to a0 tridagalo da creliga pela distncie mais eurta do membro até 0 n6, isto 6, Mey 8 Se consiruirmos as linkes do influéncia das forges laterais, podemos encontrar ‘a8 forgas nos membros inclinados. Isso 6 feito como segue. Para encontrar a {orga lateral para o n4 IV, por exemplo, a carga 6 estasionada ne posigho. meis avel, Entdo, perpendicular & links rete AB ‘a0 veo da tre inka A’A’" = 1 € representada parti Fig. $36, Constrpio dat Hahas de inllutasa LEE EEE EYEE UE EYEE UYU U YY Ie 286 ESTRUTURAS DAS MAQUINAS DE ELEVAGKO (TRELIGAS) CAP. 12 20 porta A” so ponto BY, apts a que um tink vertical é deseobads través dov 6 IV, para obterse a links Cry Cry = vj. A foros Ieteral sera Tay = Pui + Pave. (348) (© mesmo método é usedo para encontrar as forges Iaterais dos outros nés. As forgas nos membros inclinados sko determinadas com a ajuda dos disgra- ‘mas dae forges do Cremona, construide para uma treligs, quando a roagao do apoio esquerdo A = 1 tf, Para ose fim, o peniltimo né da direita 6 simultancamonto carregedo, As forgas nos membros inclinedos serio r S=P rp (319) onde #— forgs no membro inclinado obtids pelo diagrams das forges de Cre- mons, pera A= 1 tf; T— forga latoral no n6 (@ mais desiavorivel), ‘As cangas nas rodas do carrinho condutom apenas & forgas de eompressto ras verticals Sob = Nou b> A (ver Fig. 2320) entio « forga na vertical seré S = Ps; se D <2, entto An S-PitP: (350) Os valores das forgas nos membros, devido a carga mével, #80 anotados na, respective colune da tabela de resumo, Yamba submetide & forga de Texto num plano horizontal de frenagem das partes méveis da ponte rolante caregeda, A i2 das inéroias das partes aloanga seu méximo quando as rodss da ponte sia, ropontizamoate, frenadas. Se dasignamos o peso da carga elovada por Q, 0 peso do earvinho Zor Gy, © peso ds ponte (sm 0 carrinho) por G em kg, a secletagio da g J = 981 ms") ¢ 0 coeficiente de atrito entre as rodas de transla; fot u (i= 02) © 20.0 metade das rodas da ponte forem frenadas, obletios Qt O4+e 2 Grate, ¢ Hy ‘onde o retardamento ser, 2 anu: 4A, ESTRUTURAE DAS PONTES.ROLANTES a A forga de inércia da mass do carrinho atuundo sobre treliga no plano horizontal, seri far inn oer uns tet mis A eis do mo mento [Eg. (326)] deve ser eomplementada com os valores da forga horizontal, exercida por uma roda, em uma treliga 1 Q+@ Parag oe Por isso, o momento fletar horizontal méximo seni ager - £2 (0 sr (352) ‘TensBes nos Membros da Trelign Verificagao de tragéo ou comprs (@) devido & agéo das cargas principais Si + uy Fig on < leh (353) (©) devido & agto das cangas principais e adicionas, PS, + uSy + 28 . o = Y Set Why + BB Fe : 65) Prossfo Expectfica entre « Fundagia eo Soto, A pressio especitica de com- presséo devido & forge Vs, isto & oo = 6 distribulds uniormemente s0- bre toda a superiicie de spoio da fundagio. Esta tensio é também, comple mantada por uma tensio de fleio devido K-aplicagio exoéntrica da resultante Va, do modo que a ee on pee (66) jes de tensdes para as arestas Ie IT devem ser somadas alge- 1, obtemos as seguintes tensies resultantes: 2 Be ee =~ ee aresta 12, expocficn na reste LI dove cr @'> Ho" Isto ten verdadelro quando a resl- tate Y, passer deatro do nfsleo (Fig, 249) ito &, quando e, — guindae decree 1» —velocidade de clevagio, em mis: se 0 projeto proporcions livre descida da carga a velocidade 6 tids como 1,5 9; tre 0 eixo de rotagho do guindaste © o centro de gravidade ds carga mixima de trabalio suspense no guindaste montado sobre ums su- horizontal, em W,—torga do vento agindo na drea de vento do guindaste, em uma diregio paralela ao plano sobre o qual o guindaste esti montado, de acordo com as respectivas Normas Soviéticas, em kg; p, —distincis entre do vento atuando na éres de vento da carga méxima do trabalho ‘no mesmo sentido, de acordo com as respectivas Normas Sovié- gi LEE EEE EEE YEU EEUU YU UU 6 [ESTABILIDADE 005 GUINDASTES. CAP. 13 18 —rotagto do guindaste rom; A —disténoie entro a ponte da langa um plano, passando pela linha de equi- brio perpendicular so eixo de rotagio do guindaste, em i; H — [Dll aaaea eon Qes 2, LEVADORES. DE CABINA aa Fig 250, Elovador de carga ssionado ig. 251. Blevador do, eahiow para slotioaments, carga de cdionamento manual. © peso da cabina de clevadores de carga pode ser encontrado pelas seguintes oquageas: Gosina = 800 + 100F pare @ = 500 ket, Gain = 300 + 126%" para Q = 1 000 kgf, Gasian = 900 + 150F pars Q = 1 500 ket, onde F— rea do assoatho om mt € Q— capscidade, em ke AAs eabings de passageiros slo, comumente, projetadas com acranjo interior sgraddvel; um forro, um astoalho @ uma porta,” ‘Uma folgs de 0,3 «0,3 m* pot péssageiro 6 a baso usual para ealenlar a expacidade da eabina, enqusnto que tltura nde deve ser inforiot 2,2 m, wWOVUVOUY. CEECEECEECELEUEUN YOUU VEU UU UY a. =EP3rSE ; fa partir da pressfo especifica exercida sobre 0 as: soalho. vigns 6 cant mad aberta é mostrada pela Fig. 252. ‘As dimensses da eabina de carga so selecionadas ‘8 tea do assoaiho dove ser no minimo LEVADORES. PARTE: 3 A estrutura das eahinas para cangs 6 febricada de tonsiras da ago, ¢ 88 paredes e 0 piso, do ‘ago quadriculado. As cabinas devem ser mnte vigidas para resistir as deformagies possveis choques ia pode ser completamente aberta ou provide de liga. Um projeto de elevadar’ de at IP cargas, q ¢ tomado de 200 300 ides cerges, q= 600 8 800 kygflem?; jie A cabins ou geiola percorre 0 pogo sobre jores inferiores de sua es- com gules 0 longo de um trilho quedrado, de madeira; b — guie para ascencores do passageiros com uma mola espiral que romidede da guia contra o trilho; as ‘eomprisnidas em lngares estreitos, imprognados com contra a umidade ¢ outros efeitos atmosté- rises, Os trilhos ser regularmente engraxedos. As perda devido ao atrito nos tuilhos de guin, so tomados de 5 a 10% do 1, LEVADORES DE cABiNg as peso das partes méveis. Os ascensores de passageizos em. do 3a 5m A Mg. 2540 ms _ Q+ Gina Qa conde » — velosidade de translagéo, em m/s; 7 — aceleracao da gravidade igual a p~ 9,81 mis Admite-se que.o perourso do frenagem é igual a 5-10 om, Os edleuloe so ‘baseados ns hipétase de que o funcionamenta do detentor de seguranga com 03 g D “Gia lg. 254. Fiaagtes dos thos do guia dos levadores de esbina, ase unAbones rane 2 1 munabotss De cana = tuthos causa ume forgs em ead. iilho sobre 0 persurso &, 0 qual resco de 0 = ‘Roan com ura relagio linear 0 trabalho excoutado pels Torch 2Royy (com dois trilhos) sobre o perourso ser EX 2 Raut ‘A equagio goral do trabalho pode, entto, ser expres como segue: Q P+ Ot Coaiale = 2 Rass % Assim, a forga que ogo 40 longo de um trilho de guia ser Rese = (1+ 2- Gootina)- v7 (04 Ze + Gand (ore) Pers de Elevador, Popp 60 espao no qual sabinedeslon, Aldm da sxbina, 0 pore Siti ton de pula, contra, folts do cabo e 1 aniquaa eevadar, Es dimmnudes da Seno transveral do pogo so digas de modo a asogue rar ints laneats'da bina, Aa emenaes dos pops ears da mqunus Bos evadotes suo nonmalzadas, As estcuturas dos pocos, para elevadores de passageiros e carga, podem variar 2 austen co ps do ats om fe Sete Sob auakeuercondigies ta posor ever possi resitnciaadequada, | info corrr Fiseos de inetndios e ser provide de segurauca geral. LE Pogos de elevadores externos so, comumente, projetados com armagio me- —_ tatce ipa‘ cantnurss de ago) que edo presas gon segorangs pot parafue do Wa, 28, Raiatara du pop dou dvdr de bina de ee. arctan fandugse de comets,” As ports Gos pogos eveximentos © Tedes ANeoas dovenn romair todas ss precise de segwange ed A Fig. 255 mostra a eoiruura deur pogo retin de um elevador do org. Cootapen de lertor, Para aliviat u carga nas méqunes elvadorss, © peso da eabina 6 contrabalanceado por uma carga sdicional ‘utn eontrapeso, ‘0 qual é ligado & eabina por meio de cabos (Fig. 2564), com o tambor da maquina elevadora (Fig. 2565) ou com embos, simultaneamente (Fig. 256d). Presente- mente, dé-se preferénoia an segundo métado. As vezes, so usados dois contra- I pesos (Fig. 256c); um para balancear o peso da cabins ¢ outro para balancear ums 1 ih berta posigdo da carga. y y ‘0 peso do contrapeso mostrado nos diagramas polas Figs. 256, 6, ¢ @ d, nor~ yi imalmonte 6 considerado igual ao peso da eabina mats 0,4 a 0,5 de args mdi, o isto 6 i ug ® Caste + 015 0 em ' Se designamas por P 2 forga que deve ser oxercida na oubida ow deccida da cabina, carregada ou Yazia, (esprezanlo-se as perdas indesejiveis) levendo-so fm cotsiderapie o contrapeso, entdo, de acordo oom s frmula (397) este forys : para elevar » cabina carregeda P= ! pare desser a cabins caregada P= +0, a) o a) para clevar & cabina varia P= +0,50, eee ccabina venia = PaO Fig. 256. Cieito de eabon das eabinase conteaeses om alevadoresacionades por mdguinas pas . +08 * ‘iovadoss tipo anoor mona, mans or ma ft CECE EE EYEE BU Us ae LEVADORES PARTE Fig, 251. Conuapeins de eabinn de 8 pars clevadores de carga. (com méquinas indqunusclevadoras de ola mots) « de Dependendo do tipo e volosidade do elevedor, a regio do difmetro do tambor D pelo ddmetto do cao @ nfo deve sor mesor quo —2> 35 8 40, enquento 2 > 60 pode ser recomeadado pare polia moteis. Guatzo ou sss cabos, A dlstebulgao une leangada pelo emprego de travessa de. sus- 8 Fig. 2580, yuinas elevadoras com polias motriaes empregam uma. snparados (Fig. 2588); por este método, contudo, ‘oabos. spendendo do modo de suspensio da. car ins devern ser montedas de mado que o Gngula de ota to ets ovr nab! [tae ) forme da earge om todos pensio do tipo alavanca, Freqilontemente, as Flevadores de cabina ompregem ms 1. ELEVADORES DE. CABINA a0 LEVADORES PARTE 3 Maquinas elevadores do segundo tipo slo eficazes ainda por outra razio. A ‘tensio da ps , 8 polis escerregar no cabo. Qual- ‘quer tentativa de parada da cabina ope rada por méquinas elevadoras do tipo ‘Tao logo # cause ‘cabina eairé até que soja detids pelo e romper 0 eabo. A aplicagho da maquina clevadora & polia matrie yedusiu drssticamente 0 nde ero de aeidentes devido @ ruptura do cel ig: 260. Frelo de dusssapates contro- Ho. Mado por uit eletroreaguela idades gerais, prineipalmente pelas menores dimensces das miquinas para im) © também pelo emprega de dispositives especiais Gevide a0 uso de rosea-s de segurancs. ‘Ums méquina clevadore para ascensores do pussageiros € mosirada pela Fig. 259. Esta méquine empeega um freio de duas sapates eontrolado por um cletromagnoto (Fig. 260). Polias motriaes aio feitas de ferro fundido cinzonto. Para aumentar a re- ‘a0 desgaste, as ranhuras anulares dos eabos nfo devem abso usinadas para que ndo soja removida a camada externa dura de vyariades formas do ranhuras das polias motrizes. Ra- ‘mudam suss formas durante a operajao e adquirem 2615. Subseqlentemente, tendem a tomar forme comum, Todavia, desgaste desta naturess 6, ‘uma peli eom ranhura somiciroular nso 6 Jato, devido ao redusido coefiviente cul (ig. 2610). 0 desgas into onto a polis-¢o cabo. Aspectos Eapecfcos do Projeto de Maquinas Heradores de. Polia, Moti, ‘A vide desfada do polis &8 base para etebelccera presio eepeifiea admiedvel nite cabo a ranhura, Aranhurs da polla€onfraquecida pela abrasfo de suas parades que depende do escorregnmente ° do movimenteléstico do eabo. Quaa- {fo mnior a velocidade de movimento do tbo, maior ¢ mimero do eles que. o slevador efetus por Unidad> de tempo 9 desgasto seri mais intenso, Experi ey #0 ye NKR S xe (© Com ranbure seaicireasr > 3a 4 a by ter Re i fo MAAK ia ‘ (@) Cam rials esangver : 3 32 2 ge = a o 4st 8 2 B89 Velociade do tabo, 2/6 ‘ncias tém estabelesido as grandesas permissiveis das pressses espectficas para as polias moirizes (ranbura semicircular com rebaixo tetengular) mx Aqui as curvas Ie 8 relerem-se aos se 0s cabos de torgio cruzada, e na prati para os aseensores de pastageitos, © Pras Para cabos de torgo paral ximadamente de 25% se estiverem de acordo com os mesmos valores méximos admitidos para os cabos de torpéo cruzada. A cepacidado de tragio das polias motrizes dependo de sua forma; por oxem- de de trapio de uma ranhura semicircular de robaixo depende do rebaixo (Fig. 261d). 6 conhecida como fator de tragio das virias ranhuras; aqui 4 60 cocliviente de aitito © «0 Angulo de contato entre o eabo e a polis, em radia nos. Dados experimentais fornecem 03 seguintes valores de x, para diferentes Angulos 8 do rebaixo: pao 30° 6, our Para determinar as dimonsées da ranhura, devemas conhever relagio entre ‘9s (ragGes nes partes de entrada S,e de salda S, do eabo durante 0 periodo de movimento transtério. doves de cargn. ome 0179 os2 gis ass 9.280 WEY EEE EYE EEUU GY GU ELEVADORES. PARTE 3: 25 30a 388188 guinte (érmula: (2). 4D-(8).. on onde _g—aceleragao da gravidade: S.— trapio na parte de ents 'S. — tragto na parte de safd 2abo} on veces de (SE), = om, gu end doar esto ‘nas extremidades do cabo funcionsndo sobre a polis ¢ s velocidade da esbina, ‘sio usados com 4 ajuda de um nomograms (Fig. 262) pars encontrar o Angulo de gt ) qe V). Além disso, o contain a, levando-se em eonsideragio 0 corficiente de accleragio ( bam oma o Angulo di nomograma pode ser ustdo ferido. 0 nomograme mostra exemplo: J = 1 BB uma vosds dev = 2 aye Gomes A,B, 0, CC, los de contato da polia a = 180°, 150° e 130° excesivo desgaste, a carga sdmissivel em onda cabo deve ser do com s soguinte formula: B= Pay AE BE , ery) 8 cos onde d—didmetro do cabo, em em; D— didmetro da poli Pre — maxima pressio es Para prolongar 6 vida do cabo, ‘imero minimo deve ser qx Bt Sasi 5 para s osbina ¢ para 0 contrapeso. Ralaglo das trageos etétious Ve pep ep ep Peg is § 10 long 3 in| i g 10) 5 3 Ere 3” dn BR. & or a Angulo central do rebaiso Fig. 262, Nomograme pom selesSo da forms das ranburas das plies motes, A pottacia estética mecesséria, desoavolvida pelo motor destinado eleva. dores de cabins, pode sor encontrads pela férmuls = Qt Crore — Gee Neo = oe , (380) onde 9 —o rendimento total do elevador igual » 7 Inet Mee Aqui ne —rendimento da miquina clovadora; tim —tondimento de polia de guin; ‘iar —rendimento da palin de desvio. fos especinis de seguranga — detentores — ‘quando os eabos de elevagio se quebram ELEVADORES PARTE 3 42, TALHAS PREUNATICAS FORTATEIS . ms projetos de detentores de seguranga equipades com ex ‘etntriges, cunhas, rolos de sperto e superioie de frénagem estalhadas ¢ lisas. Os iltimos digpositivos que prendem firmemente as guias a0 longo de todo 0 comprimento de contato ao o2 mais eficientes em operagio. Os deientores param a eabina quando um ou todos os eabos de suspensio tancamnente, quando um dos cabos esté mais tracionada que tordos o5 cabos 2 afrouxam ao mesmo tempo » quando a velo- cidade de dessida & excessive. Bm todos esses casos, um dispositive especialmente preparede deve tam- ém desligar automaticamente a méquina elevadote. Q mecanismo detentor de soguranga nso deve ser acessivol a rescoes nfo sutorisedas ¢ exigem, ouidadosa ‘tengao. Para operar instantaneamenie o mecanismo deve ser simples em ial deve ser desprezivel ente, operados pela poténeis desenvclvida por pelo peso da cabina ow eontrapeso ou pela forga de ar comprimido, 263 mostra um dispositivo do segurange febrivado pela Usina Podyem- nik. Elo sonsiste de detentores de soguranga e um limitedor de velocidede. 0 abo de ago 7 do detentor de seguranga, tracionado pelo rolo 15 com o peso 16, passe pela ranhura da polis do limitador de velocidade 4. As extremidades do abo do ago sto presas na placa 6, a qual é articulads ao brago 8, sobre o forro da tabina. Quando a velocidade da cabins & normal, 0 eabo do’ ago 7 desioce-se ' com ola € 8 polia 4 gira. Se o esho se quebrar, sumentam, tanto © velocidade etentores sto, a eabina como a do eabo de sgo eda polis. Quando jade alcanga 140% figs waloces nominais, os pesos W © W,, fixos nos pontos 0, sobre a polia, afas- tamrse ¢, pot meio dos bragos 1 € 3, d ‘9 brago 5 pars a posigio mostrada, Pela links interrompids. Nesto cazo, os rolos Rt e R* caem na fonda de estrei- tamento, 'e corpo estaciandrio 2 do. limitador, i ja, que prende a detem 0 cabo teacionado. Como a cabins se move ‘para bsixo, 6 brago 8 e 0 eixa 9 giram no sentido hordrfo. Ao mesmo tempo 08 garfos 12, de ambos o8 Iados da eabina, levantam ss eunhes (um par de unhss em cada lado) i 2, TALUAS PNEUMATICS PORTATEIS ‘Talhas pnouragticas portéteis sém as mesmas aplicagbes que outros tipos e talhas, A Fig, 264 © projeto d Uealmaash, com eapacidede de 500 ks © ilindro 9 6 constituido de tubo has poeumstices fabriosdas pela Usina uma altura de elevagio de 1,150 mim, sem costura fechado em ambos contrarse 0 gario Vida, na parte vm. prlzageenio om oem para una pares. Yedete 2, que pode, quando etessirio, ser opertada por meio de uma bucha valor de pasagevn com detegtn de tegatana fabricudo pe Thine Ge vedasio e wine porta, esté insarida dentro do furo clindrieo da eobertura Fig. 262. Elerador de passgscon com, detector de sepurange fAbreado, pels LOC LEEEYE EEUU YUU Ue MLEVADORES PARTE 9 Fig, 264. Talla pnounétiss poridtilfabricads pela Usine Uraimash 2. EMPLHADEIRAS Po inferior. A vedasio evita o esespamento do ar comprimide do eilindro pera = ‘stmosfera, através do furo da haste na eobertura. As cobertures do cilindro so ‘apertadas juntas, pelos parafusos 18 Um furo rosoado para o tirante 6 colocedo no dido 5. © eapo 6, mantido contra es paredes do zo pistde com um anel de ferro fundido. ‘A parte plana de eopo é ligada ao pistdo pelos parafusos 7. O gancho de clevagio 19 ¢ suspenso na extremidade inferior da haste do pistlo. (0 mecanismo de partide tem 0 seguinte projeto. 0 corpo do ferto fundido 15 da valvula de partida 6 ligedo por parafusos & cobertura inferior. O rotativo 16, com espiga quadrads, passa airavés do centro da valvula. Ajus- tado em uma das espigas estd o brago de pattida 17, controlado por dues corren~ tes de tragio, e sobre & autra.esté o membro plano da vadlvula 13 fechedo por ‘uma tampa. A tampa contém a mols eénica 12, que comprime o membro da ‘valvula contra © eorpo 15. 0 corpa de vélvula é equipado dos suguintes dutcs: para ad mido através do urna vélvuls de seguranga sob o membro da val ‘ar comprimido da parte inferior do membro da valvula para a ior do cilindro e descarrogar o at usado na atmosfera. A parte inferior ligada por meio da valeula ou ao suprimento de ar compri- ‘© brago de partida ¢ msntido pela mola 10, numa. posigdo do pistio de ferro fun lindro pele mola 8, & preso tal que « parte inferior do cilindro permanece fechada; portanto, » carga somente pods scr levantada ou shaixada puxando-se uma das correntes de tragio. Dispositive para Evit No ou caminko pera a vilvula, o ar eomprimido passa através da valvula de seguranga 11, montada em um furo roscado no corpo da vélvula de partida. Tvas ¢ uma eabega especial com uma mola mantendo-se contra o furo da huva fo inserides no valvula de seguranca entre o tubo de alimentagie © 0 vorpo ds vilvula de partida, Quando a pressio ne tubo de er 6 normal, « eabega fica na posigo inferior e admite er comprimido para vélvula de partids, ued de pressio no tubo de alimentagso eausard ura fluxo de retorno de ar comprimido do 9 qual desloca a cabepa pars a posigio superior e fecha o furo da luva, assim, & fearga cuspensa no gancho nio eairé mesmo que a mangueita de slimentagdo esisja danifioade ou quebrada. Disposition para Ajuste da Velocidade de Descida, Este dispositivo com- precnde o parafuso 14 com uma eontrapores localizada sob o corpo da vélvula Ge partide. O parafuso pode ser girado para obter-se « velocidade desejada de descarga doar sao sob © iso portato, « veoedade newuiia para des vida da carga. 1 Queda da Carga Quando a Manguetra Estiver Danifieads. 3. EMPILHADEIRAS: Erapilhadeiras encontram suas principais aplicagios em armazéns para em- pilhar e-armazenar esrgas unitérias. Blas podem também ser empregadss pars doterminadas operagtes de carga. SLEVADORES. PARTE 3. Bplihadsir (abroad pela Usinn de Coustrusces Metlicas Krasny. 2. EMPILHADEIRAS a9 As empithadeiras podem sor projetdas para aslonamento manual ow motori- da plataforma em balango correm ao longo de um mon- de clovasio compreende um tambor, transmissio por rosca- das sapatas com controles elotromagnétioos umn motor elé- de Dartids. O mesanisma de elevagin é provide de um itador pars parar 8 plataforma nas posigoes extremes. Detentores de seguranga evitam a queda da carga up easo de falhas do exbo. 6 olimentado por meio de utp cabo introduzido em um receptéeulo no Ioeal de operacao. Alem das macanismos do elevagde eciona podem ser projetedas com um soionador pneum P balhos loves, mesmo ecm mooanismo de slevagio acionado manualménte. ‘A capocidade das empilhedeiras usualmente varia d2 250 8 1 C00 kg, com uma sltura de elevagio de até 5 m. ‘Um desenvolvimento recente sto as empilhadeiras motorisadas montedes ‘ricamente, as empilhedsiras VEY EYES YEE EEE EE UE YUU we | ‘oyguid 9 wsjaqqeman ap o9090H “T “ean connate DEN “E QLYOdSNVUL F OYSVATTA AC SYNINOYW FQ SOIdIL SOLafoUd ‘omyeivd 9p ooWoNTE “Z soueaeys ap COE “F iwodstvas 5 OYSYAETH 20 SYNINBYW 20° SODIIL soLstoUs Dio 5. Macuso hidrduilen, “ NY 1, Bath difaren 4, Tells porttil do ‘i do corrente ‘paraftsrgertin ‘soonadn sao. 6, ‘olbas ‘de cabo. & CEE EEE EYE YE YE UU UE UU Ue PROJETOS TIIeDS DH MAQUINAS DE ELEVAGAO E TRANSFORTE f 9. Tolle poriktl de eagrenagons citindricas 10. Carrinho manual do talhs ecm, ‘slonades & miko ‘ertso set-in. Mi, Tatha ports adonada a motor 12, Tatha elética mével (sonovia). 14, Telefrico monotithe 0s vor Sons i a“ = ey ‘uouswrat 3 ovSvAs 39 svmineyW sa. sooleu souatous z g g iu Ee : wae VPEMYUYYU YY UGUUUUUUUGVU UU VU UU UU XM EER EEE 23. Cuindaste estacideio de plataforma, Biratiria i CN — 2 ne i tani As S 25, Betrutura derick, FROJETOS TIPICOS OE MAQUINAS Of ELEVAGAO E TRANSFORTE artnoice 2, Guindastes em balanso com langs supecor isa, 28, Cuindsste em balango com lange inferior giratévia, 1 x VOVVIISI CEE LEE CELUOCUUEEUUCUUOUVIVUUN a (ROJETOS TIPICOS DE MAGUINES DE ELEVAGAO E TRANSPORTE 31. Guiadaste pescogo de ‘esaso sobre um eariaho 82. Guindaste sobre um enrro moterizado, ‘oajun operuowour east tm aiqos ewepam “sg 4 ovSvams 30 snow a0 sonia so.stova ‘34. Guindaste montade om caminhio, COCOCOULULOOSCOOHOOOOOO9909099090000,. PROIETCS TIICOS OF MAQUINAS DE ELEVAGAO © TRAKSPORTE ‘Vista ao longo de Meche 4 37. Guindaste a vapor de locomotiva 85. Quindaste montado em ator if fi As 38. Ghindaste de esters. PROIETOS ‘PICOS DE MAQUINAS OF ELEVAGKO € TRANSPORTE 89. Cuindaste de vige. 4. Gaindaste colante de vig girairia, arenoice VIODIVIVVVL oO QO OCOOCCEOO0YN COUCELCOULLLOOCE ‘PmOIETOS TiPICOS DE MAQUINAS DE ELEVAGKO E TRANSPORTE 48, Semiportin rolante, sotnoice 4, Talla pneumttice ports MMOUETOS TIPICOS BE MAQUINAS DE LEVAGAO E JRANSPORTE 49, Blovador vertical do sayamba, ‘48, ‘mplibadoira acioneds & ma, INDICE ALFABETICO OQI990u EE EEEEEEUYEECLOUULOLVUNOUVONNN0N OOOO Estabilldade dos guindastes, 369-378 Estruturas de guindastes, 328 Fr Face da esteira, 234 Fluldoe ce freio, 170 Foreas, ado pela carga olevads, 299-242 centrifuga, 2-288 = aga aditiva de, 212 = com rodas do edtrans, 220 “2p ‘dos, 208-209 de Zorea, Constante operado pela car- 3, 22 ‘de fOrea, varlavel operada pela carga, 293-230 = controlado por pedal 172 = de transizebo, 190, 181 m projets de, 178-100, 194-205" Inwice suranérico « Garra, 138, 136 Garras do guindaste, 118-122 1 Tnstalagies internas do transportes, 3 4 L tangas, de cabo de aco, 60 9 cabo de ednhamo, 60 cabo de aco, 52-54 Luvasceunhas, 55 M Macaceshidriiens, 249 de guindastes de c do guindastes de colune giratcrie, 266 de plataforma giratoris, 28-208 de variagao de Inclinceo, 309, 310, Suan Mecanlsmes de translagdo, 269, 322 Ge carriahos de guindastes, 266 ‘Dice aLranérico. Momento de atrito, 299, 243, Momento flotar, 943, 344, 357 Motor eletrieo, 351 ° Gperacdo dp trelo, 181-165, 220-292 Ores de Suspensio da carga, 56-60 Fr Panelns de tambor, 140 Parads, 220 Poratuso de ancoragem, 372 Pedals, 245, Pesos de ganchos, 104 Flaca de fandaeao, 370, 371 Platatormas de catgas, Pogos de elevador, 360-388 gas de alma hola das, 241 Pértiea, 266 Pressio especities, 371 Reagtes de spoto, 265, 266, 320 mnamento, 329, 291, 298, 297, 298, 299 267, 265, 267, 27, 278 de manobra, 245 dentadas = com flanges altes, 12 para correntes de roles, 79-74 = para correntes toldadis, 11-73, ‘sem flange, 263 Rodas de transiagio, 270-284 ara monotrilios, 270, 281 ‘para trilhos chatos de ago, 282 Dara trilhos de ferrovias, 252, Rotos, 263 Sapatas de frelo, 188 do frelo, 172 10 ‘ganho em forge, 64 = Tara “um ganho en veboeldace, e.10 dos gulndcstes om baiango, 397-240 dos guindastes giratdrios, 328 Suportes da coluna, 285-280 . ‘Talhas pneumdtieas portatels, 394-307 ‘Tambores ‘Para eabos, 78-92 are cornts, 78 corda cura, 349 ‘cordss paralelas, 339 Seflexio de, 360, 381 pulneipat, 331 ‘rrithos de rolamento, 278-279 y Variagio da inclinasko por meio de po- lias de cabo, 309 ‘Velocidade de vatiagio da inelinsedo da Tanga, 811 ‘Vigas de stspensio, 118 Getiexio das, 247 eformagio ass, 347 ~ EE BEE EY YUU UO UU UU UUUVUEUUUVVONVIVIVD