Você está na página 1de 28

ATENÇÃO!

O PRESENTE MATERIAL, COM OS COMENTÁRIOS DAS


PROFESSORAS FABÍOLA RODRIGUES E FERNANDA
NASCIMENTO, É PROTEGIDO PELA LEI DOS DIREITOS
AUTORAIS.
• A SUA REPRODUÇÃO INTEIRA OU PARCIALÉ
PROIBIDA.
• É PROIBIDO COPIAR ESTE MATERIAL.
• AS ÚNICAS PESSOAS QUE PODEM VENDER ESTE
MATERIAL SÃO AS PRÓPRIAS AUTORAS.
É PROIBIDO VENDER, COPIAR E/OU COMPARTILHAR
ESTE MATERIAL.
CP - Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940
Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:
(Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)
Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa
(Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)
APRESENTAÇÃO
Professora Fabíola Rodrigues – Língua Portuguesa
Olá! Meu nome é Fabíola Rodrigues, sou formada em Letras
pela UFRJ e possuo Mestrado em Letras Neolatinas pela mesma
Universidade. Em 2014 me especializei em Educação a Distância
pela UFF. Atuo com professora de Língua Portuguesa há 10 anos e,
durante 3, atuei como corretora de redação em concursos, inclusive
a nível nacional. Sou professora concursada de Língua Portuguesa do Município do
Rio de Janeiro e do Estado. No início de 2018 decidi sair das quatro paredes da
sala de aula e ajudar você a realizar o sonho de passar em um concurso público
também.

Professora Fernanda Nascimento – Conhecimentos Pedagógicos


Olá! Meu nome é Fernanda Nascimento. O meu Ensino
Médio foi em Formação de Professores. Em seguida, me formei em
Pedagogia pelo Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos. Possuo
3 especializações: Educação Infantil, pela PUC/RJ; Gestão
Educacional, pela UCB e Psicopedagogia Clínica pela Faculdade
São José. Atuo há 13 anos na área da Educação e há 4 em cursos preparatórios
para concursos na área de pedagogia. Sou professora concursada do Município do
Rio de Janeiro. Agora é a sua vez de conquistar a tão sonhada matrícula pública!!!
10 DICAS PARA ARRASAR NA REDAÇÃO

1- Normalmente a organizadora apresenta um texto motivador. Você não


deve copiá-lo.
2- Seja objetivo. Expresse o máximo que você sabe, em menor
quantidade de palavras.
3- Mostre que você domina o assunto.
4- Seja claro.
5- Cuidado com a rasura! Caso erre alguma palavra, faça um risco
assim, ou de acordo com as orientações na capa da prova.
6- Escreva de forma bem legível, pois caso o corretor não entenda a sua
letra, a sua nota será prejudicada.
7- Não use expressões como “eu acho”, “eu penso” ou “na minha
opinião”.
8- Se o máximo de linhas exigido no seu edital é de 25, sugiro escreva
no mínimo 23.
9- Diversifique as palavras. Estude sobre “elementos de coesão”
(coloquei algumas dicas abaixo), para incrementar seu texto.
10- Faça um roteiro com os itens que você pretende abordar em sua
redação.

CONECTIVOS PARA VOCÊ USAR EM SUA REDAÇÃO

Idéia de adição
• Além disso
• Mas também
• Do mesmo modo
• Pela mesma razão
• Também
• Como também
• Em seguida
• Bem como
• Adicionalmente
• Não só... mas
• Também
• Seguidamente
• Ademais

Ideia de Comparação
• Igualmente
• Da mesma forma
• Assim também
• Do mesmo modo
• Similarmente
• Semelhantemente
• Analogamente
• Por analogia
• De maneira idêntica
• De acordo com
• Da mesma maneira
• Conforme
• Tal qual
• Tanto quanto
• Assim como
• Bem como

Ideia de Certeza
• Por certo
• Certamente
• Indubitavelmente
• Sem dúvida
• Inegavelmente
• Com certeza
• É evidente que
• Decerto
• Com toda certeza
• Naturalmente
• Evidentemente
• Inquestionavelmente

Ideia de Oposição
• Porém
• Ainda assim
• Mesmo assim
• Apesar de
• Contudo
• No entanto
• Por outro lado
• Em vez de
• Todavia
• Mas
• Pelo Contrário
• Entretanto
• Apesar disso
Concessão
• Ainda que
• Mesmo que
• Se bem que
• Nem que
• Apesar de que
• Por mais que
• Por menos que
• Ainda assim
• Mesmo assim
• Embora

Ideia de Conclusão
• Logo
• Pois
• Assim
• Por isso
• Por conseguinte
• Portanto
• Enfim
• Nesse sentido
• Assim sendo
• Em suma
• Em síntese
• Dessa forma
• Dessa maneira
• Desse modo
CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Nas provas discursivas com uma grande quantidade de linhas não basta
simplesmente respondermos à questão. Devemos seguir uma estrutura com
introdução, desenvolvimento e conclusão, e, dentro dessa estrutura, devemos
informar e esclarecer o leitor (nesse caso a banca) através da exposição de
determinado assunto ou tema. Para isso é necessário que você domine o assunto.
O nome para esse tipo de texto é dissertativo-expositivo. Esse tipo de texto é
usado em: livros, aulas e resumos escolares, textos científicos, textos para
transmissão de conhecimentos em diversos meios de comunicação, etc.
Normalmente a organizadora apresenta uma situação em sala de aula. Você
não deve copiar a situação toda, mas é importante mencioná-la em sua discursiva,
ok? Por exemplo: Se a situação apresentada fala em um projeto com “Brincadeiras
de Antigamente”, em sua discursiva você deve retomar esse projeto: “No projeto
“Brincadeiras de Antigamente...”
Observe também o tempo verbal do enunciado. Por exemplo, se perguntar
como o professor DEVERIA agir, responda a sua questão com esse mesmo tempo
verbal: “Na situação apresentada, o professor regente deveria... poderia... faria...”
Por fim, lembramos que esse e-book é uma base para você desenvolver a
sua resposta, com embasamento teórico e muito conteúdo. Sugerimos que você
treine os temas em uma folha com pauta, de acordo com o tamanho da sua letra,
até 25 linhas, pois no dia da prova você não poderá exceder esse limite.
Procuramos colocar nos temas o máximo de informações que poderão ser
utilizadas, para que você adapte e tenha um texto ÚNICO, comente seu.

Vamos começar?
TEMA 1 - Escreva um texto explicando como trabalhar com a Literatura
Infantil em uma turma 2º ano do Ensino Fundamental, para que a Formação
do Leitor Literário se torne uma prática social.

É importante que o trabalho com texto literário esteja incorporado às práticas


cotidianas da sala de aula. É por meio das histórias que são contadas aos
educandos, ou as que eles mesmos leem, que eles vão adquirindo, aos poucos,
conhecimento do mundo da leitura.
Os conteúdos de obras infantis precisam ser de fácil entendimento pela
criança que as leem, seja por si mesma, ou com a ajuda de uma pessoa mais
velha. Além disso, precisam ser interessantes e, acima de tudo, estimulantes para
a criança.
Para trabalhar a Literatura Infantil em uma turma do 2º ano do Ensino
Fundamental, na sala de aula poderia ser organizado um “cantinho da leitura”
repleto de livros infantis. Todos os dias, o professor da turma poderia reservar um
momento para que cada criança escolhesse um livro para ler e, após a leitura,
contasse a história lida para os colegas, dizendo o que mais gostou, o que não
gostou ou se mudaria algo na história. Em seguida, poderiam fazer um “portfólio de
Literatura Infantil”: os educandos fariam um desenho e escreveriam a parte que
mais gostaram da história. Assim, poderiam acompanhar o seu próprio
desenvolvimento.
Dessa maneira, seriam trabalhados textos literários, com intuito de promover
a leitura de livros, além de contribuir para que os alunos se tornem leitores
voluntários e autônomos.

TEMA 2 - Imagine que o professor do 4º ano do Ensino Fundamental


começou a aula com uma roda de conversa falando sobre as pessoas e os
diferentes grupos sociais e étnicos que compõem as cidades e os
municípios, além os desafios sociais, culturais e ambientais do lugar onde
vive. Em seguida, apresentou à turma a reportagem abaixo, para que os
alunos pudessem refletir sobre os acontecimentos da cidade. Diante dessa
reportagem, o professor resolveu desenvolver um projeto interdisciplinar.
TEMPORAL NO RIO MATA 3 PESSOAS, DERRUBA
ÁRVORES, ALAGA RUAS E HOTEL
Cidade está em estágio de crise e Prefeitura recomenda que moradores
não saiam de casa. Há registros de 4 deslizamentos de terra: 3 no Rio e 1 na
Região Metropolitana

Por G1 Rio

06/02/2019 18h20. Atualizado há 3 meses

Agora, imagine que você é o professor dessa turma. Escreva um texto


organizando um projeto interdisciplinar com suas estratégias, objetivos e os
pontos positivos.
(obs: nessa discursiva, optamos por colocar sugestões de atividades para todas as
disciplinas, entretanto, devido ao número de linhas, caso caia na prova, é provável
que a banca peça 2 ou 3 disciplinas apenas.)

Projeto interdisciplinar é quando duas ou mais disciplinas relacionam seus


conteúdos para aprofundar determinado conhecimento e levar dinâmica ao ensino.
Na situação apresentada, o professor regente da turma poderia organizar um
projeto interdisciplinar com Português, Matemática, História, Geografia e Ciências.
Em Língua Portuguesa, poderia ser trabalhado o gênero textual notícia. Em
seguida, cada aluno poderia produzir um pequeno texto apresentando uma solução
para o problema das enchentes. Dessa maneira, desenvolveriam a escrita, a leitura
e o senso crítico.
Em Geografia, por meio de um mapa, poderiam trabalhar as áreas que
foram atingidas pelas enchentes, e aprender a diferenciar os bairros e municípios,
para que desenvolvessem o princípio de localização e posição de objetos.
Em Matemática, poderiam coletar dados das quantidades de pessoas que
ficaram desabrigas, e fazer problemas de adição e subtração, para que os alunos
pudessem desenvolver o raciocínio lógico, a interpretação e a construção de
tabelas e gráficos.
Já em Ciências, por meio de vídeos, poderiam fazer um levantamento do
impacto dessa enchente no solo, na vegetação e na vida de alguns animais que
são importantes para a sociedade. Falar também sobre a importância de não jogar
lixo nos rios e bueiros, além de conscientizar que devemos cuidar do nosso
planeta. Ademais, poderiam fazer uma oficina com sucatas, onde cada aluno
confeccionaria algo utilizando a criatividade. Com essa oficina, os alunos seriam
levados a refletir sobre o que jogamos no lixo e pode ser reutilizado, e assim
trabalharíamos a sustentabilidade. Essa atividade teria como objetivo respeitar a
biodiversidade.
Por fim, em História, poderia ser feito um levantamento histórico de quanto
tempo não chove em determinadas regiões, e assim conhecer a história, cultura e
povos de um determinado local. E como objetivo:compreender a cidade, seus
espaços públicos e privados e suas áreas de conservação ambiental.
Por meio dessas atividades, os alunos iriam compreender que cuidar do
planeta é uma responsabilidade de todos nós. Todos, adultos e crianças, devem
ajudar na preservação do meio ambiente para que o Planeta não morra. E para
isso precisamos exercer nossos deveres de cidadãos.
TEMA 3 - Os alunos do 3º ano do Ensino Fundamentalaprenderam
sobre sistema monetário brasileiro. Você é o professor regente da
turma.Conte-nos que estratégia você utilizou para que os alunos
compreendessem sobre o sistema monetário do Brasil e diga-nos como foi a
participação das crianças.

Sabe-se que o sistema monetário brasileiro é de grande importância para


que os educandos tenham contato com situações do cotidiano como: ir ao
mercado, farmácia, sacolão, shopping etc.
Eu, enquanto professor regente da turma de 3º ano de uma escola municipal
do Rio de Janeiro, organizei um mercado dentro da sala de aula com embalagens
trazidas pelos alunos. Cada aluno recebeu uma quantia em dinheiro (dinheiro de
brinquedo). Durante a atividade, a cada momento um aluno teve a oportunidade de
ser o “caixa”, para que todos pudessem fazer a soma dos valores para o cliente e
assim descobrissem qual cédula usar. Quando necessário, o troco era dado.
Que diversão! A atividade foi um sucesso e eles deram um show de
matemática! Nada melhor que ir às compras para concretizar o conteúdo.
Por meio dessa atividade pude avaliar o desenvolvimento dos alunos
e constatei que alcançaram o principal objetivo, que era avançar nas relações
estabelecidas entre as escritas numéricas e as operações que auxiliam na
organização do sistema de numeração. Ademais, essa brincadeira ajudou os
educandos a sanarem a dificuldade de lidar com cédulas e moedas e suas
operações, proporcionando uma vivência do contexto social.

TEMA 4 - Segundo Castanheira, “há muito tempo reconhecemos a


natureza multifacetada dos processos de alfabetização e letramento, bem
como a multiplicidade de aspectos constitutivos da vida cotidiana da sala de
aula. O letramento literário na sala de aula tem desafios e possibilidades.”
Descreva uma atividade que possa ser desenvolvida em um letramento
literário para os alunos do 4º ano.

O letramento literário tem como objetivo principal formar leitores críticos,


capazes de compreender parte do mundo da literatura que os cercam, portanto,
não basta somente ler fragmentos de textos, resumos de obras, é preciso inserir o
estudante no mundo das letras. Na perspectiva do letramento literário, o foco não
deve estar somente na aquisição das habilidades de ler gêneros literários, mas
também no aprendizado da compreensão e ressignificação dos textos, através da
motivação de professor e do estudante.
O professor tem papel fundamental neste processo, pois é através de sua
figura que a criança conhece o mundo literário. É ele quem propicia contatos mais
regulares e constantes com textos e atividades com objetivos específicos, para
desenvolver determinada habilidade do letramento, inserindo a criança nesse
contexto. Ele oferece os livros, conta as histórias, faz práticas diferenciadas,
ampliando o universo vocabular e fortalecendo o interesse dos pequenos,
alimentando, consequentemente, sua imaginação.
O letramento literário, em uma turma de 4º ano, poderia ser trabalhado da
seguinte maneira: o professor dividiria a turma em grupos, e cada grupo receberia
uma reportagem de jornal, onde deveriam fazer uma análise crítica, e em seguida,
um cartaz com as seguintes informações: data da notícia, local de publicação
(fonte), título, imagem, assunto (informações acerca de um acontecimento). Por
fim, explicaram às demais equipes do que se trata.
Sendo a escola a principal agência de letramento, o ambiente escolar é o
lugar mais visível à leitura de textos literários, o lugar onde se configuram modos
especiais de se ler esses textos. Os estudos sobre letramento literário neste caso
podem cooperar decididamente para questões que envolvem o ensino de literatura.
Diante dessas atividades, os alunos compreendem a relação e o papel que a
escrita assume em diferentes situações.

TEMA 5 - Magda Soares discute princípios pedagógicos da


alfabetização e a importância do letramento no ensino da tecnologia da
escrita. Nesse momento, a professora destaca a influência da psicogênese da
língua escrita, cujas pesquisas apontam a necessidade de a criança aprender
a ler e escrever por meio de práticas e materiais reais de leitura e escrita. A
especialista defende que alfabetização e letramento envolvem duas
aprendizagens distintas, mas que devem ocorrer de forma articulada, o que
denomina como alfabetizar letrando. A educadora sublinha ainda o papel da
literatura infantil e da cultura lúdica no processo de letramento da criança.
Discorra um texto com algumas estratégias de avalição que poderão
contemplar “todas as crianças” que estão em processo de alfabetização ( 1º
e 2º) respeitando suas características individuais de aprendizagem .

Luckesi define avaliação da aprendizagem como um ato amoroso, no


sentido de que a avaliação por si só deve ser um ato acolhedor e inclusivo e que
integra, diferentemente do julgamento puro e simples, que não dá oportunidades,
distingue apenas o certo do errado, partindo de padrões predeterminados. Assim, o
verdadeiro papel da avaliação visa a inclusão, não a exclusão.
Sabe-se que a finalidade da avaliação, nesta fase, é auxiliar o processo de
ensino aprendizagem, além de fortalecer a autoestima do discente. Ela pode ser
realizada de diversas maneiras.
Por meio do diagnóstico, onde é registrado o perfil do aluno e a fase de
desenvolvimento em que ele se encontra, o professor poderá escolher as ações
necessárias para a melhoria do rendimento escolar dos alunos.
Já por meio da observação, o professor registra os avanços da criança ao
longo do processo de ensino-aprendizagem, mediante relatórios, que podem ser
em forma de fotografias, áudios, vídeo etc.
O uso portfólio, por ser um documento que contém todos os trabalhos e
atividades desenvolvidas e selecionadas pelo estudante ao longo do ano letivo,
permite que o aluno se torne ético, criativo, desenvolva sua habilidade de escrita e
seja capaz de refletir sua própria rotina, além de permitir que o próprio educando
seja o sujeito essencial de sua avaliação de aprendizagem.
Diante do exposto, a avaliação dos alunos de ser de acordo com as suas
potencialidades e especificidades para que o professor possa diagnosticar o que
ainda não aprenderam. Reprovar é a saída mais fácil, mas não é a melhor solução.
Faz-se necessário que o próprio profissional avalie sua prática e que a instituição
escolar disponibilize suportes aos docentes e apoio escolar, para que realizem seu
trabalho visando a qualidade do ensino aprendizagem dos alunos.
TEMA 6 – Cite 2 práticas pedagógicas que professor regente de uma
turma de 2º ano, de uma escola municipal do Rio de Janeiro, poderia utilizar
para se alfabetizar letrando.

Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) a Educação, tem


por finalidade o pleno desenvolvimento do educando. E, por meio do alfabetizar
letrando, a criança desenvolve habilidades que usarão ao longo da vida.
Uma sugestão para alfabetizar letrando é, em uma roda de conversa,os
alunos apresentarem uns aos outros diversas embalagens trazidas pelos por eles
mesmos. Em seguida, o professor regente poderia explicar as principais diferenças
entre rótulo e logotipo, e a função de cada um. Após compreenderem essa primeira
etapa, poderiam fazer um alfabeto de rótulos, no qual o professor destacaria a
primeira letra, a quantidade de silabas e sons, para que os alunos
compreendessem fonema e grafema.
Outra prática interessante é trabalhar o gênero receita e produzi - lá. Como
toda a criança adora uma festa, então a educador poderia aproveitar a
oportunidade para trabalhar uma receita de bolo, onde apresentaria os
ingredientes, quantidades, modo e tempo de preparo. Cada aluno poderia ajudar e
“colocar a mão na massa”. Com certeza seria muito divertido.
Nessas duas atividades, os alunos compreenderiam a importância social da
escrita na sociedade. Paulo Freire já dizia que a leitura do mundo precede a leitura
da palavra, sendo assim, é importante valorizar os conhecimentos e experiências
de vida dos alunos. Quando o ato educativo parte dos conhecimentos prévios dos
estudantes e os estimula, passa a ter sentido real na vida deles.

TEMA 7 - Para Esteban, a partir do exame, o professor pode avaliar se o


aluno foi capaz de responder adequadamente a suas perguntas. Porém, o
erro ou acerto de cada uma das questões não indica quais foram os saberes
usados para respondê-la, nem os processos de aprendizagem desenvolvidos
para adquirir o conhecimento demonstrado, tampouco o raciocínio que
conduziu à resposta dada. Para construção do processo ensino-
aprendizagem, estas são as questões significativas e não o erro ou acerto.
Para LUCKESI a avaliação praticada nas escolas é a avaliação da
culpa, e as notas praticadas são utilizadas para classificar os alunos, onde
são comparados desempenhos e não os objetivos que se pretende atingir. Já
os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’S), introduzidos em 1996 trata do
tema avaliação como um subsídio ao professor com elementos para uma
reflexão sobre sua prática pedagógica. Segundo Hoffman a avaliação deve
ser mediadora. Observamos que esses autores falam do mesmo assunto só
que de maneira diferentes. Discorra um texto falando sobre a avaliação
promovendo caminhos para a aprendizagem de qualidade e significativa para
a superação do fracasso escolar.

No artigo 24 da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), no que diz


respeito à verificação do rendimento escolar, “(...) a avaliação deve ser contínua e
cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos
resultados ao longo do período sobre as eventuais provas finais.”
O processo avaliativo deve considerar o indivíduo como um todo e ser
realizado de maneira processual, observável e clara, servindo para fins de
verificação do processo educativo e pedagógico, especialmente quando se fala de
educação escolar. Existem diversas formas de avaliar, tais como: aula-passeio
(relatório), fichamento de leitura, anotações decorrentes de realização de
experimento (portfólio), pesquisa de campo ou bibliográfica (registro), anotações de
entrevistas, desenvolvimento de projeto, trabalho em grupo e individual, aula
audiovisual etc.
Já ato de examinar é pontual, seletivo, antidemocrático, classificatório,
excludente, está centrado no produto final e contribui para a manutenção do
fracasso escolar, pois os instrumentos homogêneos não valorizam o contexto e
significados que se dão as práticas pedagógicas do educando.
O educador deverá trabalhar o erro como elemento fundamental para a
construção do conhecimento, reflexão e transformação. É importante ressaltar que
a avaliação não é um instrumento para medir o quanto o educando aprendeu,
tampouco é uma forma de julgar, reprovar ou aprovar. Deve ser contribuir para o
crescimento dos alunos, de maneira integral e para as tomadas de decisões no
trabalho do professor.
Como pôde ser observado, o ato de avaliar deve acontecer de forma
contínua, dinâmica, integradora, mediadora, acolhedora e sistemática, revelando-
se extremamente importante e complexo. Somente assim, a avaliação possibilitará
um melhor acompanhamento do desenvolvimento de habilidades e competências
dos educandos.

TEMA 8 - Décadas após décadas, cientistas


persistem no acionamento dos alertas: o planeta
está se aquecendo! O planeta está se
aquecendo! o Meio Ambiente e desenvolvimento
sustentável ganharam a passarela e desfilaram
por plenários de câmaras e senados, gabinetes
presidenciais, palácios reais e etc. Você já
conhece o Susteco? Não? Então vamos apresentá-lo: Susteco é mascote do
Plano de Desenvolvimento Sustentável (PDS) do município do Rio de Janeiro,
que está sendo construído por meio da plataforma digital.
O simpático personagem tem uma missão nobre: disseminar hábitos
sustentáveis e colaborar para a formação de cidadãos responsáveis no uso
de recursos naturais. Sua principal tarefa é estimular a população a participar
da elaboração do Plano de Desenvolvimento Sustentável, que é baseado nos
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), conjunto de metas globais
estabelecidas pelas Nações Unidas para que sejam cumpridas pelos países
até 2030.
Discorra um texto com três atividades que para os alunos terem uma
consciência sustentável e a cidadania.

O educando precisa compreender que ele é autor da sua própria história e


que suas atitudes como cidadão influenciarão na sociedade de várias formas,
sejam elas positivas ou negativas. A sustentabilidade serve como alternativa
para garantir a sobrevivência dos recursos naturais do planeta, ao mesmo tempo
que permite aos seres humanos e sociedades soluções ecológicas de
desenvolvimento.
Para a primeira atividade, o professor regente da turma poderá organizar
uma roda de conversa com os alunos, apresentar o Susteco e discutir com os
educandos sobre a importância de cuidarmos do Planeta Terra e, juntos, traçarem
um plano para cuidar do planeta utilizando os 3 “R”. REDUZIR o volume de lixo
produzido; REUTILIZAR tudo o que for possível, em vez de jogar fora;
RECICLAR os materiais, isto é, utilizá-los novamente para fabricar outros produtos.
Em outro momento, cada aluno poderá levar o Susteco para passear em casa e
retornar à escola com um lixo, para que seja feita uma coleta seletiva.
A segunda sugestão de atividade é uma oficina de sucatas, onde cada aluno
deverá usar a sua criatividade e construir algo. Ao final da atividade, poderão fazer
uma exposição com os objetos construídos na oficina, além de cartazes para
informar a comunidade da importância de reciclar e cuidar do meio ambiente.
E, na terceira atividade, o educador deverá conversar com os alunos sobre a
preservação da sua fauna e flora, que é de grande importância para a
sustentabilidade da floresta e dos indivíduos que necessitam dela. Poderão
analisar, por intermédio de fotografias, as modificações causadas no meio
ambiente e, em seguida, fazer um gráfico com os impactos que isso causou na
nossa sociedade. Para finalizar, o educador poderá organizar uma aula passeio,
onde todos os alunos plantarão mudas de planta em lugares que estão
desmatados
A partir das atividades propostas, os alunos desenvolverão a consciência
sustentável, e poderão agir como agente de transformação na sociedade. A Terra é
o nosso lar e devemos cuidar dela e para isso dever exercer os nossos deveres de
um bom cidadão.

TEMA 9 - Segundo a LDB, no artigo 14 Art. 14, “os sistemas de ensino


definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação
básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes
princípios:
I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto
pedagógico da escola;
II - participação das comunidades escolar e local em conselhos
escolares ou equivalentes.”
Discorra um texto explicando o que é um projeto político pedagógico.

O projeto político-pedagógico busca um rumo, uma direção, ele é a


identidade da escola. É uma ação intencional, com um sentido explícito, com um
compromisso definido coletivamente. Por isso, todo projeto pedagógico da escola
é, também, um projeto político, por estar intimamente articulado ao compromisso
sociopolítico e aos interesses reais e coletivos da comunidade
A tarefa educativa incorpora dimensões múltiplas que se interpenetram,
multiplicando responsabilidades individuais e sociais nos níveis político e
pedagógico. As escolas e os educadores foram convocados a acompanhar a
evolução dos tempos, as mudanças, e não a repetir velhas fórmulas de educar, que
não são compatíveis com a realidade e com o estudante de hoje.
O projeto político-pedagógico é o fruto da interação entre os objetivos e as
prioridades fixados pela coletividade, que estabelece, através da reflexão, as ações
necessárias à construção de uma nova realidade. É, antes de tudo, um trabalho
que exige comprometimento de todos os envolvidos no processo educativo:
professores, equipe técnica, alunos, seus pais e a comunidade como um todo.
Cabe à escola construir sua proposta pedagógica, de modo a atender aos
membros da comunidade em que se localiza. Para atingir os resultados esperados
e necessários, o projeto político-pedagógico precisa ser elaborado de forma
democrática e colaborativa. Isso significa permitir e estimular a presença e a
participação da comunidade, dos alunos, das famílias e de demais agentes nos
debates relacionados à fixação das metas e objetivos.
Apesar das escolas se basearem em normas gerais da Educação, as
unidades escolares se diferenciam entre si, pois cada instituição tem suas
necessidades e princípios específicos. Outro ponto que as diferem é a região em
que cada escola se situa, bem como os desejos de cada membro envolvido na
construção do projeto educativo.

TEMA 10 – “O currículo é o conjunto dos vários tipos de


aprendizagens, aquelas exigidas pelo processo de escolarização, mas
também, aqueles valores, comportamentos, atitudes, que se adquirem nas
vivências cotidianas na comunidade, na interação entre professores, alunos,
funcionários, nos jogos e no recreio e outras atividades concretas que
acontecem na escola que denominamos ora de currículo real, ora de currículo
oculto” (LIBÂNEO, 2001, p.101).
Discorra um texto sobre o multiculturalismo na renovação de um
currículo que concretize o espaço e o tempo com o princípio da “escola para
todos”

O currículo escolar requer um olhar atento para as diferenças e


multiplicidades de identidade presentes na escola. De fato, quando acreditamos
nas vantagens que decorrem dessas interações culturais, desenvolvemos práticas
que contemplam as especificidades diversas dos alunos, damos lugar, na escola,
aos saberes do cotidiano dos diversos grupos e trabalhamos esses saberes não de
forma esporádica e fragmentada, mas, sim, de uma forma contextualizada e
vivenciada por processos interagidos.
Nessa perspectiva, a escola ganha formas de centro cultural, espaço de
promoção da vida, onde o conhecimento universal, construído ao longo da história
pela humanidade, será aprendido, sim, mas sem esquecer a vida dos alunos de
hoje e suas múltiplas identidades contemporâneas.
A organização dos tempos e dos espaços da escola reflete a concepção
pedagógica adotada pelo coletivo. Ela permite situar a escola em um espaço de
trabalho mais rico, flexível, abrindo novas possibilidades pedagógicas e de
interação, com o envolvimento de alunos, professores e da própria comunidade.
Não há receita pronta. Uma possibilidade, diante da pluralidade cultural
presente nas escolas, é pensar no desenvolvimento de currículos que reúnam
referências de diferentes universos culturais. Ou seja, escolher juntos ações/temas
que, em uma perspectiva intercultural, possam promover, dentro da escola, a
diversidade já encontrada por nossos alunos fora dela.
O professor passa a ter o papel fundamental de mediador na construção das
relações interculturais, promovendo processos de interação entre os alunos e o
conhecimento.
Diante do exposto, pode-se concluir que a compreensão de currículo numa
perspectiva para todos leva em consideração a dinâmica contextual, na qual os
sujeitos estão envolvidos. O currículo é uma conquista comum de todos, pois é um
projeto aberto e flexível. Significa a busca por ultrapassar os muros da escola,
proporcionando debates sobre o que ensinar e como ensinar, para que, de fato, a
escola seja vista como agente transformador da sociedade.

TEMA 11 - A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) apresenta 10


competências gerais para a Educação Básica. Observe a competência 5 e
discorra um texto sobre a importância da tecnologia e crie um projeto, para
uma turma de 5º ano, com o uso dessas tecnologias.
Competência V:Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de
informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas
diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar
e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e
exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.”
É notório que a partir da Revolução Industrial surgiu a tecnologia da
informação e comunicação. Daí a ocorrência da inserção da tecnologia nos
estabelecimentos de ensino. Trata-se de um recurso que visa um aprendizado mais
promissor e significativo, além de tornar as aulas mais atrativas e descontraídas
para os alunos.
Ao fazer uso de computadores, smartphones, celulares, tablets, lousa
digital, dentre outros, certamente haverá uma motivação maior no processo de
ensino-aprendizagem, melhorando a qualidade da Educação, além de ajudar na
diminuição da evasão escolar e a despertar o olhar curioso das crianças e dos
adolescentes para o aprendizado através de pesquisas.
Uma sugestão para trabalhar com a tecnologias em sala de aula é o projeto
“Pequenos Booktubers”: cada aluno poderia escolher um livro para ler. Após a
leitura, com a ajuda do professor e dos colegas, gravariam vídeos, usando
smartphones e celulares, com uma análise sobre o livro, indicando-o (ou não) para
os colegas. Em seguida, esse vídeo poderia ser editado com o aplicativo “viva
vídeo” e postado no blog da escola, para que outros alunos, inclusive de outras
escolas, pudessem ter acesso ao conteúdo.
Dessa forma, seriam trabalhadas a leitura, a escrita e a criticidade de uma
maneira atrativa e descontraída, para esses alunos que são nativos digitais e vivem
mergulhados no mundo das tecnologias.
TEMA 12 -A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) apresenta 10
competências gerais para a Educação Básica. Observe a competência 6:
Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais, apropriar-se de
conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias
do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao
seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e
responsabilidade.
Descreva 2 atividades que valorizem as brincadeiras e jogos de
matrizes indígena e africana.
É notório que a nossa sociedade conta com influências africanas e
indígenas. Portanto, nas escolas, é fundamental que os professores estimulem os
alunos a conheceram as várias culturas que ajudam a compor o nosso mundo.
Para isso, o docente pode realizar atividades que valorizem brincadeiras de
matrizes indígena e africana.
Uma sugestão de atividade é em uma roda de conversa, onde o professor
poderá apresentar fotos de uma brincadeira indígena: a famosa “peteca”. Após a
apresentação da peteca, o docente, juntamente com a turma, poderá confeccionar
a peteca com jornais e, em seguida,levar os alunos ao pátio para brincarem. Com
essa brincadeira, as crianças desenvolveriam a motricidade, criatividade,
autonomia e cognitivo, e entenderiam como é a cultura de um outro povo que muito
construiu para o nosso Brasil.
Outra sugestão de atividade é os alunos brincarem de “escravos de Jó”, uma
brincadeira de origem africana. Juntos, em formato de círculo, todos começam a
cantar a música. Nas primeiras fases, as pedrinhas são transferidas para o colega
que está do lado direito, ou seja, em sentido anti-horário. Quando chegar no verso
“Tira, põe, deixa ficar”, todos obedecem o que diz a letra da música. No verso
seguinte a passagem de pedrinhas é retomada, até que no trecho “Fazem zig-zig-
zá” as pedras são movimentadas, mas sem entregá-las a ninguém. Os jogadores
que errarem algum movimento serão eliminados da competição, até que reste
apenas o vencedor. Essa brincadeira tem como objetivo desenvolver a lateralidade,
oralidade, pensamento rápido e autonomia.
Por meio dessas brincadeiras, os alunos estarão construindo uma
consciência histórica, promovendo a cidadania e a questão da igualdade entre os
povos
BÔNUS
Resolução da prova discursiva do concurso de PEF – Anos Iniciais, 2015

QUESTÃO 1

Em uma escola na cidade do Rio de Janeiro, ocorre a seguinte cena, após


aentrada dos alunos na sala de aula do 2º ano de escolaridade:
- Francisco, por que você veio para a escola com essa roupa? Questiona a
professora sobre a falta do uniforme escolar do aluno.
Ao que Francisco responde justificando:
- É que minha farda está molhada e minha mainha colocou essa roupa para
eu não perder a lição.
A turma inteira entra em rebuliço, zombando da forma como Francisco se
expressou.
O espaço escolar oferece possibilidades privilegiadas de convívio com uma
gama de culturas, saberes e identidades. De acordo comMaria Teresa Esteban, no
livro O que sabe quem erra? :“O sucesso escolar se articula com a capacidade do
processo pedagógico para permitir, e estimular, que a palavra se apresente em
suavariedade de significados, com seus múltiplos acentos e que a diversidade seja
elemento de indagação sobre as relações sociais que geram adesigualdade de
significados e de valores. Seu potencial está na possibilidade de a aprendizagem
escolar contribuir para que professores,professoras, alunos e alunas se
reconheçam como sujeitos que utilizam a língua e simultaneamente atuam no
sentido de construí-la, seconstruindo nessa interação.”
ESTEBAN, Maria Teresa. O que Sabe Quem Erra? Reflexões sobre avaliação e fracasso
escolar. Petrópolis, RJ, De Petrus, 2013.

A partir da premissa apresentada acima, redija um texto dissertativo,


apontando como a professora que vivenciou a situação descrita deveria
utilizá-la como oportunidade pedagógica para alfabetização, a partir de uma
perspectiva inclusiva.
É notório que o espaço escolar tem uma pluralidade cultural, onde alunos
com experiências diferentes compartilham um mesmo espaço com um único
objetivo: adquirir conhecimento. Cada aluno contribui para a descoberta de
diferentes culturas, crenças e valores.
Na situação apresentada, em que o aluno Francisco usa uma variedade
linguística diferente da usada por seus colegas ao mencionar “farda”, para se referir
ao uniforme, e “mainha”, para se referir à mãe, a professora deveria explicar aos
alunos que na língua portuguesa existem diversas variações históricas e regionais.
Que o português falado no Nordeste do Brasil pode ser diferente daquele falado no
Sul, entretanto ambos estão corretos, são apenas diferentes.
Após explicar aos alunos sobre as variantes da nossa língua, a professora
deveria usar a fala do aluno como um tema gerador da alfabetização. Poderia
escrever a palavra farda, por exemplo, em um cartaz e destacar a letra final, a letra
inicial, fazer a contagem de sílabas, apresentar os sinônimos e significados em
diferentes regiões do Brasil.
Dessa maneira, os alunos aprenderiam que não se deve julgar a
manifestação linguística do colega, pelo contrário, que com os diferentes falares é
possível conhecer novas culturas, crenças e valores.

MÃOS À OBRA
A seguir, deixo para vocês um modelo de folha de redação, para vocês
treinarem.
Bons estudos!!!

Adquira também o e-book com 140 questões


comentadas para PEF. Acesse
www.gabariteconcursos.com.br e garanta a sua
aprovação!!!
Professora Fabíola Rodrigues
Especialista em Redação para Concursos
Siga-me nas redes sociais e receba dicas diárias de português
Facebook: https://www.facebook.com/correcaoderedacaovirtual/
Instagram:https://www.instagram.com/professorafabiolarodrigues/

Professora Fernanda Nascimento


Especialista em Conhecimentos Pedagógicos para Concursos
Siga-me no Facebook
Facebook: https://www.facebook.com/conhecimentospedagogicosvirtual/

REFERÊNCIAS:
ANTUNES, Celso. Como desenvolver as competências em sala de aula. Coleção na sala de aula;
Fascículo 8, Petrópolis, RJ, Vozes, 2007.
BRASIL. Ministério da Educação, Base Nacional Comum Curricular. Brasília: 2018. Disponível
em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
(acesso em 29/03/2019).
CASTANHEIRA, Maria Lúcia, MACIEL, Francisca e MARTINS, Raquel (orgs.) Alfabetização e
letramento na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica Editora: Ceale, 2008.
ESTEBAN, Maria Teresa. O que Sabe Quem Erra? Reflexões sobre avaliação e fracasso escolar.
De Petrus, 2013.
GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. São Paulo: Loyola, 1993.
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação,
2014.
RIO DE JANEIRO. Secretaria Municipal de Educação. Orientações Curriculares. Rio de Janeiro.
2016.
LIBÄNEO, José Carlos. Didática. 21a ed. São Paulo: Cortez, 1994.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 2013.
MOREIRA, Marco Antônio. Aprendizagem Significativa. Brasília: UNB, 1999.
RIO DE JANEIRO. Secretaria Municipal de Educação. Orientações Curriculares. Rio deJaneiro.
2016.
Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/0B5SqlDGNLGKkN3VlZzk3WDROMTg
(acesso em 25/03/2019).
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da aprendizagem: Práticas de Mudança – por
umapráxis transformadora. São Paulo: Libertad, 2008.

LANÇAMENTO: 10/06/2019
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

FOLHA DE REDAÇÃO
1. 1
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.