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INSTRUÇÕES PARA APLICAÇÃO E AVALIAÇÃO DO

TESTE

INSTRUÇÃO GERAL PARA OS SUBTESTES: Vou apresentar alguns jogos e fazer


algumas perguntas para ver o que já aprendeste na escola. Algumas tarefas são fáceis e
outras difíceis. Se não souberes fazer ou responder alguma coisa não faz mal, pois é
porque ainda não aprendeste. Algumas vezes, vou usar o relógio para marcar o tempo
que levas para responder e anotar as respostas para não esquecer. Podemos começar?

1. COMPLETAMENTO DE GRAVURAS

Instruções

“Vou mostrar-te uns desenhos. Em cada um deles falta uma parte.


Observa cada desenho com atenção e diz-me qual é a parte que lhe
falta.”

 Colocar o bloco de Completamento de Gravuras diante da criança, abri-lo no Item Exemplo


e dizer:
“Agora, observa este desenho. Qual é a parte importante que lhe falta?”
(duração máxima de exposição de 20 segundos)
 Se a criança responder correctamente, administrar o item inicial correspondente à sua idade e dizer:
“E neste, o que é que lhe falta?”

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Administração dos itens
Itens Respostas Aceitáveis
Exemplo: Lápis  Bico (ponta, extremidade do lápis).
Se a criança falhar este item, dizer, apontando
“Olha, falta o bico.”
6 – 7 ANOS
1. Raposa  Orelha
Se a criança falhar no item 1, dizer, apontando
“Olha, falta a orelha.”
2. Caixa de cartão  Tampa
Se a criança falhar no item 2, dizer, apontando
“Olha, falta a tampa da caixa de cartão.”
3. Gato  Bigodes
4. Mão  Unha (verniz) no dedo mindinho
8 – 9 ANOS
5. Elefante  Pata (perna, pé)
6. Homem  Bracelete (pulseira, parte) do relógio
10 – 13 ANOS
7. Porta  Dobradiça
8. Espelho  Reflexo da boneca (boneca dentro do espelho)
Se a criança responder “A boneca”, dizer
“Mostra-me onde é que falta.”
9. Relógio  Número 11 (o 1 ao pé, a seguir, próximo, ao lado do 1).
Se a criança responder “Um número”, dizer
“Mostra-me onde é que falta.”
10. Cómoda  Puxador
14 – 16 ANOS
11. Cinto  Buracos (furos, orifícios, ilhós)
12. Folha  Nervuras (veios)
13. Escadote  Degrau
14. Rosto feminino  Pestanas (maquilhagem)
Se a criança responder “A sobrancelha”, dizer
“Mostra-me onde é que falta.”
15. Dados  6ª pinta no topo do dado direito
Se a criança responder “A pinta”, dizer
“Mostra-me onde é que falta.”
16. Banheira  Ralo (saída, furo) da banheira (buraco por onde sai a
água)
17. Lâmpada  Filamentos (fios)
18. Apito  Abertura (fenda, fresta, ranhura, furo, orifício, buraco)
19. Piano  Teclas pretas (sustenidos, bemóis)
20. Tesoura  Parafuso

Itens Respostas Aceitáveis

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21. Perfil masculino  Sobrancelha
Se a criança responder “As pestanas”, dizer
“Mostra-me onde é que falta.”
22. Termómetro  Mercúrio (álcool) no reservatório
Se a criança responder “O mercúrio”, “O álcool” ou “Aquela
coisa vermelha”, dizer
“Mostra-me onde é que falta.”
23. Grade  Uma parte (bocado, secção, tábua) da grade (do
gradeamento)
24. Laranja  Separação entre dois gomos (linha do gomo)
Se a criança responder “As sementes” ou “Os caroços”, dizer
“Diz-me qual é a outra parte que falta.”
Conceder 20 segundos suplementares

25. Peixe  Guelras (opérculos, aparelho respiratório)


26. Supermercado  Rótulos (etiquetas, autocolantes) nas latas
27. Telefone  Fio que liga o auscultador à base do telefone
Se a criança responder “O fio” ou “A corda”, dizer
“Mostra-me onde é que falta.”
28. Guarda-chuva  Varetas
29. Casa  Sombra da árvore
Se a criança responder “A sombra”, dizer
“Mostra-me onde é que falta.”
30. Sapatilha  Ilhó

Cotação máxima: 30 pontos

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2. INFORMAÇÃO

Instruções

“Vou fazer-te algumas perguntas às quais gostaria que me


respondesses.”

Administração dos itens


Itens Respostas Aceitáveis
6 – 7 ANOS
1. “O que é isto?”  Nariz
(o examinador aponta Se a criança errar neste item, apontar novamente para o nariz e
para o seu nariz.) dizer:
“Isto é o nariz.”
2. “Que animal nos dá o  Vaca, cabra, chiba, ovelha. A mãe (apenas se a criança se
leite?” refere à amamentação)
Aceitar só animais do sexo feminino, se a criança diz por
exemplo “mémé”, cotar com 0 pontos.
3. “Quantas pernas tem  Quatro
um cão?”
4. “O que temos de fazer  Aquecê-la. Encher a cafeteira e ligá-la à corrente (luz).
para ferver a água?” Pô-la ao lume (fogo, fogão, micro-ondas). Acender o gás.
Fazê-la atingir uma temperatura de 100ºC (ou qualquer
resposta que indique que a água tem que ser aquecida ou
exposta a uma fonte de calor).
Não aceitar a resposta “Pôr na panela”, mas questionar:
“E mais?”
8 – 10 ANOS
5. “Quantas coisas tem  Duas
um par?” Se a criança perguntar “Um par de quê?”, responder::
“Do que tu quiseres.”
6. “Qual é o dia antes de  Quarta-feira
Quinta-feira?”
7. “Quais são as quatro  Primavera, Verão, Outono, Inverno
estações do ano?” Não é necessário mencionar as estações nesta ordem.
Se a criança mencionar apenas três, perguntar pela quarta.

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Itens Respostas Aceitáveis
11 – 13 ANOS
8. “Qual é o mês a seguir  Abril
a Março?”
9. “Quantas horas tem  Vinte e quatro
um dia?”
10. “Qual é o mês que  Fevereiro
tem mais um dia de 4
em 4 anos?”
14 – 16 ANOS
11. “Diz-me o nome de  A criança tem que mencionar 3 dos seguintes oceanos:
três oceanos.” Atlântico, Pacífico, Índico, Árctico e Antárctico
12. “Quem escreveu Os  (Luis Vaz de) Camões
Lusíadas?”
13. “De onde vem a  Do pinheiro (abeto, etc.)
resina?” A sua origem deve ser indicada.
Questionar as respostas “Das árvores” e “Da madeira”

14. “Para que serve o  Digere (esmói, transforma, faz a digestão) a (da, os)
estômago?” comida (alimentos). Prepara a comida para a digestão.
Transforma a comida para a digestão. Transforma a comida
em líquido. Forma o quimo. Dissolve (trata, mistura,
processa, reduz, desfaz) a comida (alimentos).
Aceitar todas as respostas que refiram uma noção de
transformação dos alimentos.
Questionar as respostas “Armazena (guarda) a comida”; “Para
receber a comida” e “Para passar a comida para os intestinos”.
Não aceitar “Para comer”, “Para absorver os nutrientes” ou
“Separar a comida má da boa”.

15. “Em que continente  América (Americano). América do Sul (Latina)


fica o Brasil?”
16. “Como é que o  Através das plantas (folhas, árvores, flores). Através da
oxigénio é lançado na fotossíntese
atmosfera?” Não aceitar árvores ou plantas específicas, como por exemplo
“Pinheiro”
17. “Em que direcção se  No oeste (Ocidente, poente, ocaso)
põe o Sol?” Se a criança aponta mas não verbaliza, perguntar:
“Qual é o ponto cardeal?” ou “Mas que direcção é essa?”
18. “Qual é o símbolo da  Uma pomba
paz?” Não aceitar a resposta “Bandeira branca”, mas questionar:
“E mais?”

Itens Respostas Aceitáveis

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19. “Quais são os 5  A visão, a audição, o olfacto (ou cheiro), o gosto (ou
sentidos?” paladar) e o tacto
Não considerar aceitáveis respostas como “Sabor”
20. “Qual é a capital da  Atenas
Grécia?”

21. “Quem foi Cristóvão  Aceitar todas as respostas que indiquem que Cristóvão
Colombo?” Colombo foi um explorador ou que “Descobriu” ou
“Encontrou” a América.
Um navegador (descobridor, homem) que descobriu a
América. O homem enviado pelo Rei Dom Fernando e pela
Rainha Dona Isabel de Espanha para estabelecer a rota do
comércio das especiarias. Um aventureiro que encontrou o
Novo Mundo. Um navegador que partiu para descobrir a
Índia.
As respostas que indiquem apenas que se trata de um navegador,
um explorador, um descobridor, um aventureiro ou um grande
viajante devem ser questionadas. Se a criança nada acrescentar,
cotar com zero.
22. “Qual é a composição  Hidrogénio e Oxigénio
da água?” Se a criança disser “H2O”, “perguntar:
“O que é que significa H2O?”
23. “Qual é o país no  China
mundo que tem maior Se a criança não compreender a palavra “habitantes”, reformular
número de habitantes?” a pergunta, dizendo:
“Qual o país no mundo com mais pessoas?”
24. “Qual é a população  Qualquer resposta de 9 a 11 milhões de habitantes
de Portugal?” Se a criança não compreender a palavra “população”, reformular
a pergunta, dizendo:
“Quantas pessoas tem Portugal?”
25. “Qual é a matéria  Areia. Sílica. Quartzo. Dióxido de sílica. Pedras
prima utilizada no cristalinas. Feldspato.
fabrico do vidro?” Se a criança responder “Cal” ou “Soda” ou outro ingrediente
não essencial, ou ainda “Materiais tirados do solo”, perguntar:
“Sim, mas qual é a matéria prima utilizada no fabrico do
vidro?”
26. “O que significam as  Organização das Nações Unidas
iniciais O.N.U., ONU?”
(o examinador pronuncia Não aceitar somente “Nações Unidas” mas questionar
as três letras
separadamente, ligando-as
em seguida)

Itens Respostas Aceitáveis

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27. “O que é que faz o  O oxigénio. A combinação (ou contacto) com o oxigénio
ferro enferrujar?” (ar húmido). Oxidação. Uma reacção química.
Se a criança responder “Ar” ou “Água” ou “Humidade do ar”,
perguntar:
“Sim, mas o que é que existe no ar (água, humidade do ar)
que causa a ferrugem?”
Se, depois de questionado, nada acrescentar, cotar com zero
28. “A que invenção se  À imprensa (máquina de imprimir, tipografia)
associa o nome de
Guttenberg?”
29. “O que é um  Aparelho (instrumento) para medir a pressão
barómetro?” atmosférica. Indica (mede) a pressão atmosférica. Indica qual
a pressão do ar. Indica mudanças (alterações) no tempo
(atmosfera). Fornece informações meteorológicas. Diz se vai
chover. Algo que serve para prever (indicar) mudanças de
tempo. Indica como está o tempo.
Não aceitar “Instrumento de medida” nem “Para medir a
pressão”, mas questionar.
Em caso de dúvida, verificar se a criança está a confundir com
termómetro.
30. “Quem foi Charles  Desenvolveu a Teoria da Evolução. Iniciou a questão
Darwin?” acerca da evolução. Desenvolveu a Teoria da Evolução das
Espécies. Explicou a evolução das espécies pela selecção
natural. Estudou a evolução. Desenvolveu a teoria (escreveu o
livro) que defendia que o homem surgiu do macaco. Falou
acerca da Origem das Espécies. Um naturalista. Um biólogo.
Para que a resposta seja pontuada positivamente, deverá haver
uma associação entre Darwin e a evolução. Se a criança disser
“Um cientista” ou “Um escritor”, perguntar:
“Mas ele foi famoso por que razão?”

Cotação máxima: 30 pontos

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3. CÓDIGO

Instruções

Código A (Idades 6-7 anos)


 Colocar a Folha de Respostas do Código A diante da criança. Dar-lhe um lápis sem borracha.
Apontar para o modelo que se encontra no topo da folha de resposta e dizer:
“Olhando para aqui vês uma estrela, uma bola, um triângulo e outras coisas.
Observa bem: a estrela tem dentro uma linha vertical, assim (apontar); a bola tem
duas linha horizontais, assim (apontar); o triângulo tem uma linha horizontal,
assim (apontar); a cruz tem um pequeno círculo no meio (apontar) e o quadrado
tem duas linhas verticais (apontar).”
 Apontar para os Itens Exemplo e para os itens do subteste e dizer:
“Agora, olha para aqui (apontar). Vês bolas, estrelas, quadrados e outras coisas
misturadas e sem nenhum sinal dentro. Vais pôr nesses desenhos os mesmos sinais
que têm na linha de cima”
 Apontar para o primeiro Item Exemplo e dizer:
“Faz-se assim: aqui está uma bola. Vamos olhar para a fila de cima e procurar a
bola (apontar). Como vês, tem duas linhas nesta direcção, assim (apontar e fazer o
gesto). Por isso, vais fazer duas linhas como essas nesta bola (traçar as duas linhas
na bola, com um lápis).”
 Apontar para o segundo Item Exemplo e dizer:
“A estrela tem uma linha vertical, por isso deves pôr o mesmo sinal aqui (traçar a
linha na estrela).
“Agora faz os sinais nas outras figuras até chegares a esta linha (apontar para a
linha que assinala o final dos exemplos).”
 Se a criança cometer algum erro, alertá-lo imediatamente. Utilizar o Item Exemplo em que a
criança cometeu o erro ou manifestou dificuldades, e explicar ou demonstrar novamente,
dizendo, por exemplo:
“Vês, isto é um triângulo que tem dentro uma linha horizontal. Por isso, o que vais
fazer é pôr uma linha como esta aqui (apontar)” ou “Isto é uma cruz, que tem um
círculo pequeno lá dentro, vais também pôr um círculo nesta cruz aqui (apontar)”.

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 Só se deve iniciar o subteste, propriamente dito, quando a criança tiver concluído todos os exemplos
e compreendido claramente a tarefa. Neste caso, dizer:
“Quando te disser para começares, vais preencher o resto das figuras.”
 Apontar para o primeiro item e dizer:
“Começa aqui e tenta fazer o máximo de figuras que conseguires, umas a seguir às
outras sem saltar nenhuma. Continua até eu te mandar parar. Faz o mais
depressa que conseguires, sem te enganares. Quando terminares uma linha
(percorrer com o dedo a primeira linha), passas para a linha a seguir (percorrer com o
dedo a segunda linha).”
 Dizer:
“Podes começar!”
 Quando terminarem os 120 segundos, dizer:
“Vamos parar aqui.”

Código B (Idades 8-16 anos)


 Colocar a Folha de Respostas do Código A diante da criança. Dar-lhe um lápis sem borracha.
Apontar para o modelo que se encontra no topo da folha de resposta e dizer:
“Olha para estes quadrados. Como vês nos quadrados de cima está um número
(percorrer com o dedo os números) e nos quadrados de baixo está um sinal
(percorrer com o dedo os símbolos). Cada número tem o seu sinal (apontar para o
número 1 e para o símbolo correspondente, depois para o 2 e para o símbolo que lhe
corresponde).”
 Apontar para os Itens Exemplo e dizer:
“Agora, olha para aqui. Os quadrados de cima têm um número mas os quadrados
de baixo estão vazios. Vais colocar, em cada um deles (apontar para os primeiros
itens de exemplo), Vês bolas, estrelas, quadrados e outras coisas misturadas e sem
nenhum sinal dentro. Vais pôr nesses desenhos os mesmos sinais que têm na linha
de cima”
 Apontar para o primeiro Item Exemplo e dizer:
“Aqui está um 2.”
Apontar para o símbolo sob o 2 no modelo e dizer:
“O 2 tem este sinal e por isso vais pôr um igual neste quadrado, assim (desenhar o
símbolo a lápis).”

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 Apontar para o segundo Item Exemplo e dizer:
“Aqui está um 1.”
Apontar para o símbolo sob o 1 no modelo e dizer:
“O 1 tem este sinal. Vais pôr um igual neste quadrado (desenhar o símbolo).”
 Apontar para o terceiro Item Exemplo e dizer:
“Este é o número 4.”
Apontar para o símbolo sob o número 4 no modelo e dizer:
“O 4 tem este sinal. Vais pôr um igual neste quadrado (desenhar o símbolo).”
 Depois de se ter demonstrado os três primeiros Itens Exemplo e dizer:
“Agora preenche os restantes quadrados até esta linha grossa (apontar para a
linha).”
 Só se deve iniciar a administração do subteste, propriamente dito, quando a criança compreender
claramente a tarefa. Neste momento, dizer:
“Quando te disser para começares, vais preencher o resto dos quadrados.”
 Apontar para o primeiro item do subteste e dizer:
“Vais começar aqui e tentar fazer o máximo de quadrados que conseguires, uns a
seguir aos outros, sem saltar nenhum. Continua até eu te mandar parar. Faz o
mais depressa que conseguires, sem te enganares. Quando terminares uma linha
(percorrer com o dedo a primeira linha), passas para a linha a seguir (percorrer com o
dedo a segunda linha).”
 Dizer:
“Podes começar!”
 Quando terminarem os 120 segundos dizer:
“Vamos parar aqui.”

Cotação máxima para Código A: 65 pontos

Cotação máxima para Código B: 119 pontos

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4. SEMELHANÇAS

Administração

6-16 ANOS

Item Exemplo
 Dizer ao sujeito:
Vou dizer duas palavras e quero que me digas em que é que se assemelham ou
são parecidas. Por exemplo, se te perguntar “Em que é que são semelhantes o
vermelho e o azul?”, tu podes dizer: “São ambos cores”.
 Passar ao Item 1.

Itens de 1 ponto e exemplos de respostas


1. Em que é que são semelhantes uma VELA e uma LÂMPADA?
1 ponto:
 Ambos dão (produzem, emitem) luz.
 Luz.
 Iluminam (luzem, brilham). Tornam (Fazem) as coisas mais visíveis.
 Produzem calor.
 Queimam se tocarmos nelas.
 Utilizam-se à noite (quando está escuro).
 São aparelhos de iluminação.
0 pontos:
 Acendem-se (Q).
 Permitem que vejamos (Q).
 Deixam ver (Q).
 Ambos fazem sombras.
 Direitas. Redondas.
 Ambas têm fogo (chamas).
 Eléctricas.
 Ligam-se ou desligam-se.

2. Em que é que são semelhantes um PIANO e uma GUITARRA? Em que é que são parecidos?
1 ponto:
 Ambos são instrumentos.
 Instrumentos musicais (de corda).
 Fazem música.
 Servem para tocar (tocam-se).
 Ambos tocam (música, canções, notas). Dão música.
 Ambos têm cordas. As cordas.
 Tocam-se com os dedos.
 Têm que ser afinados.

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 Tocam ou fazem sons.
0 pontos:
 Fazem barulho (Q).
 Cantamos com eles (Q).
 Conseguimos ouvi-los (escutá-los) (Q).
 Têm o mesmo som (as mesmas notas).
 Feitos de madeira.
 Numa banda.
 Estão numa orquestra.
 Têm fios (ficha).
 São objectos.
 Som.

3. Em que é que são semelhantes uma CAMISOLA e umas CALÇAS?


1 ponto:
 Ambos são peças (artigos) de vestuário (roupa).
 Vestimo-los (enfiamo-las, metemo-las, vestem-se).
 São de vestir (usar).
 Cobrimos o nosso corpo com elas.
 Protegem o nosso corpo. Mantêm-nos quentes.
 Ambos fazem parte do equipamento desportivo (futebol, desportos).
 São de pano (tecido).
0 pontos:
 Ambos se atam (abotoam). Tem furos (orifícios, casas, buracos, fecho, botões).
 Ambos custam dinheiro. Compram-se.
 Nas mangas.
 Põem-se os braços na camisa e o pé no sapato.
 As mangas da camisola são parecidas com as pernas das calças.

4. Em que é que são semelhantes um GATO e um RATO?


1 ponto:
 São animais (mamíferos, seres vivos, bichos, vertebrados, quadrúpedes, irracionais, de
sangue quente, domésticos, de estimação).
 Ambos têm cauda (bigodes, pêlo, unhas, garras, olhos, quatro patas).
 Ambos andam (movem-se, correm, fazem sons).
 Ambos comem (bebem, dormem, arranham).
 Conseguem ver no escuro.
0 pontos:
 Comem o mesmo tipo de alimentos.
 Caçam-se um ao outro. Os gatos caçam os ratos.
 Não gostam um do outro.
 O rato é mais pequeno.
 Têm pêlo da mesma cor.
 Ambos vivem dentro de casa.
 Ambos roubam comida.
 São carnívoros.

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5. Em que é que são semelhantes o LEITE e a ÁGUA?
1 ponto:
 Ambos são líquidos (fluídos).
 São bebidas.
 Bebemo-los. Algo que bebemos. Bebem-se.
 Saciam (matam) a sede.
 São nutritivos (saudáveis). Fazem bem (à saúde).
 Indispensáveis à nossa sobrevivência. Vitais para a saúde.
0 pontos:
 Substâncias (Q).
 Ambos são comida (alimentos) (Q).
 Podemos derramá-los (entorná-los).
 Ambos se vazam.
 Escorrem.
 Ambos são molhados.
 Estão numa garrafa Garra).
 São as gotas.
 São brancos.
 Os dois têm sabor.

Itens de 2 pontos e exemplos de respostas.


6. Em que é que são semelhantes o COTOVELO e o JOELHO?
2 pontos: Uma resposta que indique que ambos são articulações ou que constituem a parte média de
um membro:
 São articulações.
 São rótulas.
 Junta esférica.
 Onde os ossos se juntam (articulam).
 Ambos funcionam como uma dobradiça.
 Ambos são locais onde se consegue dobrar um membro.
 Ambos são a parte central de um membro.
 Servem para movimentar os membros.
 Mantém ambas as partes do braço ou da perna juntas.
1 ponto:
 Têm ambos encaixes (Q).
 Funcionam para cima e para baixo (Q).
 Junções (dobras) (Q).
 Dobras do corpo (Q). Ambos dobram (permitem que nos possamos mover) (Q).
 Ambos são partes do corpo (da anatomia).
 Ambos são ossos (que mantêm outros ossos juntos).
 Permitem que tenhamos um reflexo.
0 pontos:
 Juntam (Q).
 Ambos mexem (partem) (Q).
 Membros (redondos, revestidos de pele, duros).
 São curvos.
 Têm uma pequena protuberância (um pequeno alto, pele áspera, músculo, a mesma cor).
 Têm osso e carne.

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7. Em que é que são semelhantes um TELEFONE e um RÁDIO?
2 pontos: Uma resposta que os classifique como meios (vias, tecnologias) de comunicação.
1 ponto:
 Podemos escutar por ambos (falar através deles).
 Podemos ouvir coisas (pessoas) em ambos.
 Tem altifalantes (antenas).
 Ambos funcionam com electricidade.
 São ambos fontes de informação (notícias).
 Ambos informam. Dão notícias.
 Ambos são modos de envio (recepção) de mensagens.
 Ambos criados (inventados) pelo homem.
 São os dois para ouvir e falar.
 Instrumentos de audição.
0 pontos:
 Ouvimos (Q).
 Têm a mesma função (Q).
 São aparelhos (Q).
 Ambos fazem barulho (sons, música).
 Ambos são máquinas (utensílios, objectos).
 Brincamos (jogamos) com eles.
 Têm números (fichas, fios, botões).
 Ligam-se e desligam-se.

8. Em que é que são semelhantes a LÃ e a SEDA?


2 pontos: O sujeito deve referir que são fibras de origem animal (tecidos fabricados pelos animais;
vêm dos animais e servem para fazer vestuário).
1 ponto:
 São feitas pelos animais (Q).
 Provêm de animais (Q).
 São fibras naturais (Q).
 São têxteis.
 São tecidos (panos).
 São fios (linhas).
 Servem para fazer camisolas.
 Servem para coser (tricotar, tecer).
 Servem para fazer vestuário (roupa).
 Tipos de matéria prima para a roupa.
 São materiais que servem para nos cobrirmos.
0 pontos:
 São naturais (Q).
 São materiais (matérias primas, produtos primários).
 São vestuário.
 Vestem-se.
 Ambos são macios.
 São suaves.
 Aquecem-nos.
 Ambas são macias mas a seda escorrega mais.

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9. Em que é que são semelhantes um CÍRCULO e um LOSANGO?
2 pontos: Uma resposta afirmando que ambos são figuras geométricas ou formas geométricas.
1 ponto:
 Formas.
 Figuras.
 São de geometria.
0 pontos:
 São redondos (sólidos, linhas).

10. Em que é que são semelhantes a TRISTEZA e a ALEGRIA?


2 pontos: Resposta que as classifique como emoções, sentimentos, reacções emocionais ou estados de
ânimo (humor):
 Ambas exprimem sentimentos (emoções).
 São ambas tipos de sentimentos (emoções).
 Estados emocionais.
 Reacções emocionais.
1 ponto:
 Reacções (respostas, atitudes, expressões, sensações) (Q).
 São coisas que se podem experienciar (experimentar, sentir) (Q).
 Maneiras como nos sentimos (Q).
 São variações de humor (Q).
 São estados mentais (de espírito, de alma).
 São formas de ser (estar).
 Exprimimos (demonstramos) ambas.
 Podem expressar-se.
 Expressas no nosso rosto.
 Vêem-se na cara.
 Pode-se chorar em ambos os casos.
0 pontos:
 São dois estados de uma pessoa.
 São dois comportamentos.
 Sinais. Acções.
 Parte de nós (da nossa imagem).
 Coisas que fazemos.
 É humano.
 Por vezes estamos zangados e outras vezes estamos felizes (umas vezes está-se contente,
outras irritado).
 A tristeza pode ser a chorar e a alegria é contente.
 Opostos (são o contrário).
 Fazer caretas.

11. Em que é que são semelhantes o GELO e o VAPOR?


2 pontos: Uma resposta indicando que ambos são uma forma ou um estado da água, tendo subjacente
a ideia de transformação:
 São mudanças físicas da água.
 Estados físicos da água.
 São dois estados (fases) da água.
 É água sob duas formas diferentes.
 É a água que se transforma (modifica).

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1 ponto:
 Ambos são (provêm da) água (Q).
 São derivados da água (Q).
 A certa altura já foram água (Q).
 (Fazem) parte do ciclo da água (Q).
 São dois estados diferentes (Q).
 São feitos (vêm) da água.
 Ambos estados (condições) da matéria.
 É água no estado gasoso ou no estado sólido.
 Ambos podem transformar-se em líquido (liquefazer-se).
0 pontos:
 Ambos podem tornar-se no outro (Q).
 Ambos líquidos (gases).
 Ambos molhados.
 Ambos são húmidos.
 É quente e frio (gelado, derretido, fundido).
 Ambos emitem fumo (fazem vapor).
 Condensação. Evaporação.
 Temperaturas.
 Ambos são compostos de substâncias químicas.

12. Em que é que são semelhantes uma PINTURA e uma ESCULTURA?


2 pontos: Uma resposta que indique que são ambos obras, trabalhos, tipos, peças, formas, géneros ou
representações de arte:
 Ambas são expressões artísticas.
 Ambas são arte (trabalhos criativos, trabalhos artísticos, artes plásticas).
 Ambas são feitos (criados) por artistas.
1 ponto:
 Símbolos (Q).
 Artísticos (criativos) (Q).
 São obras (primas).
 São trabalhos de artesanato (manuais).
 Representam algo (pessoas, lugares, coisas).
 Expressam ideias (emoções).
 São meios de expressão.
 São feitas por pessoas.
 Encontram-se nos museus (nas exposições).
0 pontos:
 Ambas são imagens (sentimentos, expressões) (Q).
 São feitas por um(a) senhor(a) (Q).
 Podem transmitir-nos alguma coisa (Q).
 Ambas são objectos (esculturas, decorações).
 Ambas formam (mostram, pintam) figuras.
 Ambas captam coisas num determinado momento.
 Pintamos (fazemos, construímos, desenhamos, olhamos para) ambas.
 Pintam-se (desenham-se, observam-se).
 Têm desenhos (formas, cores, figuras).
 Podem ser o mesmo desenho.
 São parecidos no modo como foram feitos.

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13. Em que é que são semelhantes uma FAMÍLIA e uma TRIBO?
2 pontos: Resposta indicando que são ambos grupos de pessoas unidas por fortes laços culturais e/ou
de sangue:
 Pessoas que têm o mesmo sangue (os mesmos antepassados).
 Conjunto de pessoas ligadas entre si.
 Ambos têm antepassados comuns.
1 ponto:
 São grupos (conjuntos) de pessoas (Q).
 São grupos de várias pessoas unidas (juntas) (Q).
 São pessoas juntas (Q).
 São unidos (Q).
 Parentes (Q).
 Relações (Q).
 São comunidades (Q).
 Têm os seus próprios costumes (Q).
 Ambos tomam conta (dependem, ajudam-se, têm um compromisso) uns dos (aos, com os)
outros (Q).
 Pessoas unidas por laços.
 Ambos são compostos por membros (gerações).
 Vivem na (em) proximidade uns dos outros (juntos, em conjunto).
 Estão relacionados (em relação).
 Partilham as coisas.
 Em ambos existe um chefe.
0 pontos:
 Pessoas (grupos) (Q).
 Ambos juntos (Q).
 Têm (são compostos por) várias pessoas (Q).
 Unidos (Q).
 Ambos famílias (grupos étnicos).
 São pessoas que se conhecem.
 Têm o pai, a mãe, os irmãos, as irmãs.
 São dois pequenos povos.
 Antepassados.
 Têm o mesmo nome.

14. Em que é que são semelhantes um PINHEIRO e uma BORBOLETA?


2 pontos: Uma resposta afirmando que ambos são seres vivos.
1 ponto:
 Porque nascem (crescem) os dois (Q).
 São (fazem parte) da natureza.
 Elementos da natureza.
0 pontos:
 Vivem no mesmo meio (na floresta).
 As asas da borboleta são parecidas com folhas.
 O casulo é parecido com as pinhas.
 A fagulha do pinheiro é parecida com o corpo da borboleta.

17
15. Em que é que são semelhantes uma MONTANHA e um LAGO?
2 pontos: Uma resposta indicando que são ambos configurações topográficas ou geográficas da terra
ou do meio ambiente:
 Configurações do meio ambiente.
 Aspectos físicos (características) da Terra.
 Formações da terra.
 São dois tipos de relevo.
 Pertencem à topografia da Terra.
 Derivam de fenómenos geológicos.
 São acidentes da crosta terrestre.
1 ponto:
 Ambos natureza (Q).
 Fazem parte da natureza (Q).
 São duas coisas naturais (Q).
 Podem ser utilizados corno referências no terreno.
 São locais no mapa.
 Ambos recursos naturais.
 São locais turísticos.
 Fazem parte da terra.
 Fazem parte da paisagem.
 São termos geográficos.
 São partes da superfície da Terra.
0 pontos:
 Locais de recreio (férias, campismo) (Q).
 Coisas para olharmos (Q).
 Fazem parte do mundo (ambiente) (Q).
 Lugares onde nos podemos divertir (brincar, escalar, nadar) ou locais de divertimento (Q).
 Podem ser grandes (bonitos, altos).
 Ambos têm água (terra, rochas, animais).
 Ambos ao ar livre (no campo, na selva).
 São duas coisas de altitude.
 A montanha é muito alta, o lago é muito baixo.
 São na floresta.

16. Em que é que são semelhantes o SARA e o ANTÁRTICO?


2 pontos: Uma resposta indicando que são zonas desérticas:
 São desertos.
 São grandes extensões com temperaturas extremas.
 São grandes espaços onde é difícil viver.
 No Antárctico e no Sara não vive lá ninguém, é só deserto.
1 ponto:
 São zonas (lugares) geográfica(o)s (Q).
 É difícil viver lá (Q).
 Nada se desenvolve lá (Q).
 São grandes espaços (Q).
 As temperaturas são extremas (Q).
 Vivem lá muito poucas pessoas (Q).
 São muito vastos, têm poucos habitantes (Q). São regiões inabitadas (Q).

18
0 pontos:
 São países (regiões, continentes) (Q).
 Temperatura (Q).
 São grandes.
 Faz muito calor ou muito frio.
 São pobres.

17. Em que é que são semelhantes o PRIMEIRO e o ÚLTIMO?


2 pontos: Uma resposta indicando que são extremos, posições extremas ou posições numa série:
 Ambos pontos opostos.
 Cada um encontra-se na ponta de uma linha.
 Pontos finais de uma sequência numérica.
 Têm posições opostas.
 Está um em cada fim (lado, extremidade).
 Ambos fazem parte de uma sequência cronológica.
 Posições (lugares) numa série.
1 ponto:
 Ambos servem para limitar.
 Estão numa sequência.
 Pontos designados (no tempo).
 Posto (categorias).
 Qualificações (classificações, ordenações).
 Fazem parte de uma ordem (lugar, fila, classe, disposição).
 Ambos numa (parte de) escala (numérica).
 Estão numa série (lista).
 São opostos (inversos).
 Um é o primeiro a contar do princípio e o outro o primeiro a contar do fim.
 São os dois começo e fim.
0 pontos:
 Lugares (pontos) (Q).
 Ordem numérica (Q).
 Tem a ver com tempo (Q).
 Como uma fila (bicha) (Q).
 Princípio e fim.
 À frente e atrás.
 Numa corrida podemos chegar em primeiro ou último.
 Ambos são números.
 É o oposto (inverso, contrário).
 O primeiro ganhou, o último perdeu.
 Números ordinais.
 Contagens.

18. Em que é que são semelhantes os números nove (9) e vinte e cinco (25)?
2 pontos: Uma resposta indicando que são ambos quadrados perfeitos ou que ambas as raízes
quadradas são números ímpares:
 São quadrados.
 Quadrados perfeitos.
 Têm uma raiz quadrada perfeita (inteira).
 Raiz quadrada é ímpar.
 Raiz quadrada é um número inteiro.
 Números com expoente (potência) 2.

19
1 ponto:
 Ambos números ímpares (Q).
 Não são divisíveis por 2 (Q).
 Ambos têm uma raiz quadrada.
 São divisores de 225 (450, 675, etc.).
 São múltiplos.
0 pontos:
 Ambos são números (Q).
 Referência a uma função matemática, por exemplo, juntos perfazem 34 ou podem ser
divididos.
 Ambos são números primos (opostos, positivos, cardinais).
 Utilizados para contar.
 Podem dividir-se.
Se um sujeito facultar uma resposta de 1 ponto que levante dúvidas perguntar:
"De que outro modo são os números 9 e 25 semelhantes?"

19. Em que é que são semelhantes a LIBERDADE e a JUSTIÇA?


2 pontos: Uma resposta classificando-as como ideias, ideais, valores sociais, conceitos abstractos ou
direitos humanos.
1 ponto:
 Visam o bem de todos.
 São direitos (civis).
 São parte da democracia.
 São sentimentos humanos.
 São coisas essenciais para a civilização.
 Estão na constituição.
0 pontos:
 Relacionam-se com as leis.
 São dois substantivos.
 São coisas importantes.
 Para haver liberdade tem que haver justiça.
 A justiça pode dar liberdade às pessoas.

Cotação máxima: 33 pontos

20
5. DISPOSIÇÃO DE GRAVURAS

Administração

6-16 ANOS

Item Exemplo
 Colocar os três cartões, na ordem especificada pelo padrão (uma pinta - lado esquerdo do sujeito;
duas pintas - centro; três pintas - lado direito do sujeito), diante do sujeito e dizer:
“Estes desenhos contam a história de uma mulher que está a comprar uma
bebida. Os desenhos não estão na ordem certa. Olha para mim e vê bem
como vou pô-los de modo a que contem uma história que tenha sentido.”
 Depois de estarem colocados na ordem correcta (1-2-3), apontar para cada cartão e dizer:
“Primeiro, a mulher está a tirar dinheiro da carteira. Depois, põe o dinheiro
dentro da máquina para comprar uma bebida. E, por último, está a beber.”

6-8 ANOS

Item 1 – Ensaio 1 (Tempo limite: 45 segundos)


 Colocar os três cartões diante da criança (pela ordem indicada através do padrão de pintas). Dizer:
“Estes desenhos contam a história de uma menina que está a brincar. Os
desenhos estão numa ordem errada. Vê se consegues pô-los na ordem certa, de
modo a contarem uma história que tenha sentido.”

Item 1 – Ensaio 2 (Tempo limite: 45 segundos)


 Colocar os cartões de forma desordenada, como de início. Dizer:
“Vê como é que eu faço.”
 Dispor os cartões pela ordem correcta em frente da criança. A seguir, apontar para um cartão de cada
vez e dizer:
“Primeiro, a menina sobe para o escorrega. A seguir, está no cimo do
escorrega. E, por último, está a escorregar.”

21
 Depois de se terem colocado os cartões na ordem correcta, conceder 10 segundos para que a criança
estude a disposição. De seguida, colocar os cartões na sua forma desordenada, tal como
anteriormente. Dizer:
“Gostava que tentasses outra vez. Põe os desenhos na ordem certa, de modo a
que contem uma história que tenha sentido.”

Item 2 – Ensaio 1 (Tempo limite: 45 segundos)


 Colocar os cartões na ordem indicada pelas pintas e, ao mesmo tempo, dizer:
“Estes desenhos contam a história de um piquenique. Os desenhos estão numa
ordem errada. Coloca-os na ordem certa, de modo a que a história tenha
sentido.”

Item 2 – Ensaio 2 (Tempo limite: 45 segundos)


 Dizer:
“Não é bem assim.”
 Voltar a colocar os cartões na ordem indicada pelas pintas. Retirar o segundo cartão da fila e colocá-
lo abaixo dos restantes dois, do lado esquerdo da criança. Apontar e dizer:
“Este desenho é o primeiro da história; mostra um homem e uma mulher a
passearem e um cão que os segue. Agora, usa estes dois cartões (apontar para os
restantes dois cartões) para terminar a história. Coloca-os na ordem certa, a
seguir a este desenho, de modo a que contem uma história que tenha sentido.”

9-16 ANOS

Item 3 (Tempo limite: 45 segundos)


 Antes de dispor os cartões para o Item 3, dizer:
“Aqui estão mais desenhos para tu pores por ordem. Não te esqueças que eu
vou apresentá-los sempre misturados.”
 Enquanto se dispõem os cartões diante da criança, dizer:
“Põe os desenhos na ordem certa, de modo a contarem uma história que tenha
sentido. Faz o mais depressa que conseguires. Diz-me quando tiveres
acabado.”

22
Itens 4-14
 Enquanto se dispõem os cartões para cada item, dizer:
“Agora põe estes desenhos na ordem certa, de modo a que contem uma
história que tenha sentido. Faz o mais depressa que conseguires. Diz-me
quando tiveres acabado.”

Cotação - Cotação para os Itens 3-14 (versão letras)

Tempo limite Resposta Cotação por resposta correcta


Item
(em segundos) Correcta 2 3 4 5
Tempo gasto (em segundos)
3. 45 PULO 16-45 11-15 6-10 1-5
4. 45 GATO 21-45 16-20 11-15 1-10
5. 45 JOVEM 21-45 16-20 11-15 1-10
6. 45 LAÇO 21-45 16-20 11-15 1-10
7. 45 PESCA 21-45 16-20 11-15 1-10
8. 45 CHAMA 21-45 16-20 11-15 1-10
9. 45 GOLPE 21-45 16-20 11-15 1-10
10. 45 PATO 21-45 16-20 11-15 1-10
11. 45 CHUVA 21-45 16-20 11-15 1-10
12. 60 BANHOS 26-60 16-25 11-15 1-10
ou HOSBAN
13. 60 MESA 26-60 16-25 11-15 1-10
14. 60 SOMBRA 31-60 26-30 21-25 1-20
ou ARBMOS
= 1 ponto

Cotação máxima: 64 pontos

23
6. ARITMÉTICA

Administração dos itens

 Para os Itens 1-4, utilizar o Caderno de Estímulos.


 Para o Item 3, utilizar igualmente o cartão branco.

Item Tempo limite Respostas


(em segundos)
6 ANOS
1. Colocar o Caderno de Estímulos diante do sujeito, 30 Contar
abri-lo no Item 1 e dizer: correctamente
“Conta estes passarinhos com o dedo. de 1 a 3
Conta-os em voz alta para eu te poder
ouvir.”

Se o sujeito contar os pássaros correctamente de 1


a 3, passar para o Item 2. Se contar
incorrectamente (mesmo que termine no número
3), dizer:
“Vê como é que eu faço e escuta com
atenção.”
Contar então os três pássaros em voz alta (à
cadência de um por segundo), da esquerda para a
direita do sujeito, antes de passar para o Item 2.

N.B.: Utiliza-se a mesma imagem nos Itens 2 e 3.

2. Com a página 2-4 diante do sujeito, dizer: 30 Contar


“Conta estas árvores com o dedo. Conta-as correctamente
em voz alta para eu te poder ouvir.” de 1 a 12

Se o sujeito contar as árvores correctamente de 1 a


12, passar ao Item 3. Se o sujeito responder
incorrectamente (mesmo que termine em 12),
dizer:
“Vê como é que eu faço e escuta com
atenção.”
Contar as 12 árvores em voz alta, da esquerda para
a direita do sujeito, à cadência de um por segundo.

Passar para o item 3.

24
Item Tempo limite Respostas
(em segundos)
3. Com a página 2-4 diante do sujeito, entregar-lhe o 30 Deixar 4
cartão branco e dizer: árvores
“Pega neste cartão e tapa todas as árvores descobertas
menos 4. Deixa 4 árvores à mostra.”

Se o sujeito não compreende o significado de


"tapar", explicar o conceito (sem utilizar os cartões
como demonstração). A seguir, repetir o Item 3 e
conceder mais 30 segundos.

4. Virar para a página 5. Apontar para os gelados e 30 2


dizer:
“Quantos gelados ficam se cada criança
(apontar para os sujeitos) comer um?”

Pôr de parte o Caderno de Estímulos.

Os Itens 5-16 são lidos, em voz alta, ao sujeito.

5. “O José tinha 5 bolos. Deu 1 ao Simão e outro à 30 3


Alice. Quantos bolos tem o José agora?”

7 – 8 ANOS
6. “Tens 10 bocados de chocolate e comes 3. Com 30 7
quantos bocados ficas?”

7. “Quantos são 2 lápis mais 7 lápis?” 30 9

8. “Se tiveres 3 réguas em cada mão, quantas 30 6


réguas tens ao todo?”

9. “O Jaime tinha 8 lápis de cera e comprou mais 9. 30 17


Quantos lápis de cera tem ele agora?”

10. “Um vendedor tinha 12 jornais e vendeu 5. 30 7


Com quantos jornais ficou?”

11. “Uma mesa pesa 8 Kg. Quanto pesam 3 mesas 30 24 Kg


iguais?”

9 – 12 ANOS
12. “Uma loja tinha 25 pacotes de leite e vendeu 14. 30 11
Quantos pacotes ficaram?”

13. “A família do Duarte consome 7 pães por dia. 30 42


Quantos pães consome em 6 dias?”

25
Item Tempo limite Respostas
(em segundos)
13 – 16 ANOS
14. “A Leonor tem 24 selos para formar 3 colecções 30 8
iguais. Com quantos selos fica cada colecção?”

15. “Uma costureira faz 4 casacos por dia. Quantos 30 9


dias são necessários para fazer 36 casacos
iguais?”

16. “Se comprares 2 dúzias de canetas a 45 euros a 45 10 €


dúzia e deres 100 euros para pagar, quanto é
que recebes de troco?”

Os Itens 17-24 são apresentados ao sujeito a partir de Cartões Estímulo. Seleccionar o


cartão correspondente ao Item 17, colocá-lo diante do sujeito e dizer:
“Lê este problema em voz alta. Depois de o teres lido, resolve-o
mentalmente. Dá-me a tua resposta quando terminares.”

Para cada um dos Itens 18-24, dizer:


“Agora lê este em voz alta e dá-me a tua resposta.”

Começar a cronometrar quando o sujeito terminar de ler o problema em voz alta. Nos casos
em que o sujeito manifesta dificuldades acentuadas na leitura ou apresenta défice visual
evidente, o examinador deve assumir essa tarefa.

CARTÕES

Item Tempo limite Respostas


(em segundos)
17. “A Maria tem o dobro do peso da Carolina. A 75 9,5 Kg
Maria pesa 19 Kgs. Quanto pesa a Carolina?”

18. “A Sofia tinha 32 discos e deu ¼ à Rita. Com 75 24


quantos discos ficou?”

Se o sujeito perguntar “Qual das duas”, “Ficou,


quem?”, responder:
“A Sofia.”

19. “Para pintar 3 barcos são necessários 5 latas de 75 40


tinta. Quantas latas são necessárias para pintar
24 barcos iguais?”

26
Item Tempo limite Respostas
(em segundos)
20. “O Pedro tem 9 canetas azuis, 6 vermelhas e 5 75 3 em 10,
pretas. Ele escolheu uma caneta sem olhar. Qual ou 6 em 20,
a probabilidade dele escolher uma caneta ou 30%
vermelha?”

Atenção: se o sujeito responder “6


probabilidades”, perguntar:
“6 probabilidades em quanto?”

Indicar, na Folha de Registo, a letra (Q) a seguir à


resposta do sujeito

21. “A Beatriz demorou 22 minutos a chegar de 75 33 min


casa à escola de bicicleta. Ela demorou 2/3 do
tempo que teria levado se fosse a pé. Quanto
tempo demoraria ela a chegar à escola a pé?”

22. “O Ricardo comprou material escolar no valor 75 12 €


de 80 euros e o vendedor fez-lhe um desconto de
15%. De quanto foi o desconto?”

23. “Os pais da Sara foram dar um passeio de 75 85 Km/h


carro. Andaram 3 horas, pararam durante 1
hora para almoçar, e andaram durante mais 2
horas. Ao todo percorreram 425 Km. Qual a
velocidade média que atingiram?”

24. “O Miguel e o André começaram uma partida 75 8


de cartas, cada um com 27 moedas.
Concordaram que, no fim de cada jogo, o que
perdesse pagaria ao vencedor um terço do que
tivesse nesse momento. O Miguel vence os três
primeiros jogos. Quantas moedas tem o André
ao começar o quarto jogo?”

Cotação máxima: 30 pontos

27
7. CUBOS

Administração

6-7 ANOS
6-16ANOS

Item 1 – Ensaio 1 (Tempo limite: 30 segundos)

 Colocar dois cubos diante do sujeito e dizer:


“Vês estes cubos? São os dois iguais. Algumas faces são vermelhas, outras
brancas, e outras são metade vermelhas e metade brancas.”
 Girar os cubos para que o sujeito consiga ver as faces. Dizer:
“Vou juntá-los para fazer um desenho. Vê bem como é que eu faço.”
 Ajustar os cubos diante do sujeito aproximadamente a 18 cm da extremidade da mesa, do lado dele.
Dar-lhe, de seguida, dois cubos e dizer:
“Agora faz tu um igual ao meu.”

Item 1 – Ensaio 2 (Tempo limite: 30 segundos)


 Dizer:
“Vê, mais uma vez, como é que eu faço.”
 Deixar o modelo intacto e fazer uma segunda demonstração utilizando os cubos da criança. Depois,
voltar a misturar os cubos, e dizer:
“Agora, tenta tu outra vez e vê se fica exactamente igual ao meu.”

28
Item 2 – Ensaio 1 (Tempo limite: 45 segundos)

 Misturar os quatro cubos utilizados no Item 1 e dizer:


“Agora, vou utilizar 4 cubos para fazer outro desenho. Vê bem o que é que eu
faço.”
 Reunir os cubos diante da criança. Deixar o modelo intacto, dar os outros quatro cubos e dizer:
“Agora, junta os teus cubos e faz um desenho igual ao meu.”

Item 2 – Ensaio 2 (Tempo limite: 45 segundos)


 Dizer:
“Vê, mais uma vez, como é que eu faço.”
 Deixar o modelo intacto e fazer uma segunda demonstração utilizando os cubos da criança. Depois,
voltar a misturar os cubos, e dizer:
“Agora, tenta tu outra vez e vê se fica exactamente igual ao meu.”

Item 3 – Ensaio 1 (Tempo limite: 45 segundos)


 Misturar os quatro cubos do sujeito e retirar os cubos que serviram de modelo ao Item 2. Colocar o
Caderno de Estímulos diante do sujeito e abri-lo no Item 3 do subteste Cubos. Dizer:
“Desta vez, vamos colocar os cubos de modo a fazer este desenho (apontar para
o cartão do Item 3). Vê bem como é que eu faço.”
 Construir o desenho lentamente, utilizando os cubos do sujeito. Em seguida, dizer:
“Estás a ver, estes cubos fazem um desenho igual a este.”
Misturar os cubos utilizados na demonstração e dizer:
“Agora, olha bem para o desenho e faz um exactamente igual com estes cubos.
Podes começar.”

29
Item 3 – Ensaio 2 (Tempo limite: 45 segundos)
 Misturar os cubos e dizer:
“Vê, mais uma vez, como é que eu faço.”
 Construir de novo o modelo. Depois, misturar os cubos e dizer:
“Começa. Vê se consegues fazer um igual.”

8-16 ANOS
6-16ANOS
Nota: Aos sujeitos, que iniciam o subteste com o Item 3, devem ser dadas as instruções que se
seguem.

Item 3 – Ensaio 1 (Tempo limite: 45 segundos)


 Colocar quatro cubos diante da criança e dizer:
“Vês estes cubos? São todos iguais. Algumas faces são vermelhas, outras são
brancas, e outras são metade vermelhas e metade brancas.”
 Girar os cubos para que a criança consiga ver as diferentes faces. Colocar o Caderno de Estimulas
diante do sujeito, abri-lo no Item 3 do subteste Cubos e dizer:
“Podemos juntá-los para fazer um desenho igual a este que vem no cartão. Vê
bem como é que eu faço.”
 Construir o desenho lentamente. De seguida, misturar os cubos e dá-los ao sujeito, dizendo:
“Agora, faz tu um igual a este. Podes começar.”

Item 3 – Ensaio 2 (Tempo limite: 45 segundos)


 Misturar os cubos e dizer:
“Vê, mais uma vez, como é que eu faço.”
 Fazer uma segunda demonstração utilizando os cubos da criança. Depois, voltar a misturar os cubos,
e dizer:
“Vamos ver se consegues. Podes começar.”

Itens 4-9
 Misturar os quatro cubos da criança. Com o Caderno de Estímulos aberto diante da criança no Item
4, dizer:
“Agora, faz um igual a este. Tenta fazer o mais depressa que conseguires. Diz-
me quando tiveres acabado.”

30
Itens 10-12
 Ao chegar ao Item 10, dar os cinco cubos restantes e dizer:
“Agora, faz um igual a este, utilizando os 9 cubos.”

Cotação máxima: 69 pontos

31
8. VOCABULÁRIO

Instruções
 Dizer à criança:
“Vou dizer-te umas palavras. Escuta com atenção e diz-me o que cada
palavra quer dizer.”

Administração dos itens e exemplos de respostas

6-8 ANOS

1. O que é um RELÓGIO?
Def: Instrumento que marca o tempo (as horas, os minutos, etc.). Instrumento que mede intervalos de tempo.
Cronómetro.
2 pontos:
 Para cronometrar algo. Marcar o tempo (as horas).
 Para ver (saber, dar, mostrar, contar, apontar) as horas.
 Aprendemos a dizer (ler) as horas com ele.
 Tem ponteiros que andam à volta (giram sobre um mostrador).
 Um objecto (relógio grande) que dá horas.
1 ponto:
 Para as horas (Q).
 São as horas (Q).
 Tem horas (Q).
 Tem a ver com tempo (Q).
 Tem ponteiros (um mostrador, números) (Q).
 Faz "tic-tac" (Q).
 Dá as badaladas (Q).
 Diz quando é manhã, tarde ou noite.
 Diz-nos quando temos que ir para casa ou para a escola.
 Um relógio de mesa (parede, pulso, bolso). Um despertador. Um cronómetro.
0 pontos:
 Pendura-se numa parede (Q).
 Faz barulho (Q).
 Acorda-nos.
 Um brinquedo.

32
2. O que é um CHAPÉU?
Def: Cobertura para a cabeça geralmente formada por copa e abas, de feitios vários e com ou sem adornos;
parte superior do cogumelo; guarda-chuva.
2 pontos:
 Cobertura para a cabeça. Põe-se (usa-se) na cabeça.
 Para pôr sobre a cabeça.
 Colocamo-lo sobre a cabeça e não ficamos com calor (encharcados, molhados).
 Resguardo do solou da chuva.
 Para proteger (abrigar, tapar) do sol. Para não apanhar sol.
 Para abrigar (proteger) da chuva. Uma coisa que nos mantém secos quando chove.
 Para resguardar a cabeça do frio.
 Usa-se quando está muito sol (ou frio).
 Guarda-chuva. Guarda-sol.
1 ponto:
 É um chapéu-de-chuva (Q).
 Para ter sobre a cabeça (Q).
 Uma peça de vestuário (Q).
 Põe-se e tira-se (o sujeito faz uma demonstração adequada).
 Serve para quando chove (Q).
 Para a chuva (o sol) (Q).
 Mantém-nos secos (Q).
 Usamo-lo para ficarmos mais bonitos (Q).
 Algo que usamos em festas (Q).
 É um boné (Q).
 Tem uma aba.
 É de palha (ou de pano, ou de feltro, etc.).
0 pontos:
 Para ficarmos mais bonitos (Q).
 Faz-nos parecer giros (Q).
 Para os cowboys (Q).
 Chapéu de cowboy (Q).
 Ir caminhar para a chuva (Q).
 Um utensílio. Plástico.
 Um chapéu preto.
9-10 ANOS

3. O que é uma ABELHA?


Def: Insecto himenóptero, útil, da família dos Apícleos, que vive em enxames e produz mel e cera.
2 pontos:
 Um animal que fabrica o mel.
 Faz (dá) o mel.
 Um insecto.
 Animal que vive numa colmeia.

33
1 ponto:
 Toma o mel nas flores (Q).
 Põe (tira, deita) o mel (Q).
 Pica e come mel (Q).
 Animal que come mel (Q).
 É um animal que vive em sociedade (Q).
 É um bicho (animal) que pica (que voa) (Q).
 Animal (Q).
 É um bicho (Q).
 Voa e pica (Q).
 Faz "zzz" e pica (Q).
 É amarela e preta e tem asas (Q).
 É como uma mosca (uma vespa) e pica (Q).
 (Duas ou mais características menores que descrevam a abelha ou uma resposta que associe
a abelha ao mel, mas de forma imprecisa).
0 pontos:
 Voa (Q).
 Pica (Q).
 Faz li ZZZ" (Q).
 É uma mosca (uma vespa) (Q).
 (Uma característica que descreva a abelha).

4. O que significa VALENTE?


Def: Que possui valentia; intrépido; denodado; animoso; enérgico; vigoroso; robusto; forte; rijo.
2 pontos:
 Corajoso. Forte. Destemido. Tenaz.
 Pessoa com muita coragem.
 Uma pessoa que tem força.
 Uma pessoa que não tem medo (que não se assusta).
 Fazer alguma coisa que nos assusta, mas que mesmo assim fazemos.
 Defender (tomar partido por) algo em que se acredite.
 Quando se faz algo para salvar uma pessoa em perigo ou em condições adversas.
 Disposto a arriscar a vida.
 Uma pessoa que se distingue nas batalhas.
1 ponto:
 Enfrentar corajosamente (Q).
 Arriscar (Q).
 Ousado. Audacioso. Aguerrido. Poderoso.
 Corpulento.
 Conseguir ultrapassar obstáculos.
 Que luta por aquilo que quer.
 Trabalha muito.
 Salvar pessoas.
 Andar numa gruta escura.
 Como tirar uma farpa (lasca) do meu dedo e eu ser valente.
 Um homem que nunca se deixa vencer.
 (Ser um) herói.
 Um guerreiro.

34
0 pontos:
 Quando se apanha um tiro (Q).
 As pessoas são muito valentes (Q).
 Um homem valente. (Q).
 Faz coisas boas para o povo.
 Fazer tudo o que nos pedem.
 Lutar. Ter uma luta.
 Bom.

11-13 ANOS

5. O que significa DISPARATE?


Def: Acto ou efeito de disparatar; falta de propósito; tolice; absurdo; desatino; sem razão; extravagância.
2 pontos:
 Asneira. Desvario.
 Aquilo que não tem (faz) sentido (tolice, insensatez).
 Não é razoável (não é lógico, não é realista).
 Comportamento absurdo (imbecil, tolo, insensato, estúpido).
 Uma coisa que não tem nexo (absurda).
 Uma coisa que se diz sem raciocinar (pensar).
 Uma coisa mal feita ou mal dita.
 Algo que é estúpido e não deveria acontecer.
1 ponto:
 Uma parvoíce (patetice, maluquice, doidice) (Q).
 Tonto (parvo, maluco, estúpido) (Q).
 Alguma coisa que não tem necessidade de ser feita (Q).
 Ridículo.
 Baboseira.
 Como não ter senso (sentido) nenhum. Não dizer coisa com coisa.
 Uma coisa sem pés nem cabeça.
 Uma coisa mal dita (feita).
 Uma coisa que não está certa. Uma coisa errada.
 Uma coisa que não se deve fazer.
 Quando fazemos algo mal. Portar-se mal
 Fazer desacatos (tolices, palhaçadas). Um desacato.
 Ralhar.
 Uma maldade.
 Mentira. Coisa que não é verdadeira.
 Difícil de acreditar.
 Comportamento disparatado.
 Uma coisa que dá vontade de rir. Algo engraçado.
 Alguém que tenta ser engraçado.
 Como dizer que há um cão que fala, isso é um disparate.
0 pontos:
 Uma coisa desnecessária (Q).
 Não acreditar (Q).
 Ser-se mau (Q). Fazer mal (Q).
 Disparatado.
 Enganado.
 Discussão. Barulho.
 Coisas más.
 A nossa mãe fica zangada.

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6. O que é o ALFABETO?
Def: Conjunto das letras de uma língua na sua disposição usual; livro que contém os primeiros rudimentos
de leitura; abecedário; primeiras noções de qualquer ciência ou arte; sistema fonético de escrita em que
cada sinal representa (por convenção) um som ou uma palavra.
2 pontos:
 Abecedário.
 Um código utilizado para escrever.
 Sinais (símbolos) que significam (correspondentes aos) diferentes sons.
 Letras numa determinada ordem, conseguimos fazer palavras com elas.
 Todas as letras (empregues na ortografia).
 24 letras (aceitar números entre 23 e 28).
 Letras de A a Z. As consoantes e as vogais.
 As letras de uma língua.
 (O) conjunto (grupo) das letras. O conjunto de letras.
 A lista das letras. Nomes das letras.
 Serve para saber (aprender) as letras.
1 ponto:
 (Um) conjunto de letras (Q).
 Grupo inteiro de letras (Q).
 (As) letras (Q).
 ABC ("ABCs") (Q).
 Serve para (ajuda a) ler (escrever) (Q).
 Ajuda a aprender a escrever as palavras (Q).
 Têm sons diferentes (Q).
 Letras numa certa ordem (Organização das letras).
 É um grupo de letras.
 Usamo-lo (serve) para fazer palavras.
 As letras para fazer palavras.
 Escrevemos (soletramos) com ele.
 (O sujeito recita ou canta a totalidade ou parte do alfabeto).
0 pontos:
 Para aprendermos o ABC (Q).
 Aprendemo-lo na escola (Q).
 Todas maiúsculas (Q).
 Está no nosso nome (Q).
 Algo que está no meu nome (Q).
 Sopa de letras (Q).
 Ajuda a aprender.

14-16 ANOS
7. O que é uma ILHA?
Def: Porção de terra emersa rodeada de água, nos oceanos, mares e lagos. Grupo de casas isolado de
outras habitações e cercado de ruas por todos os lados; pátio, cercado de vivendas pobres.
2 pontos:
 (Noção de terra - vulcão, areia, montanha - rodeada por água).
 Terra cercada (rodeada) de água. Um bocado de terra no meio do mar (oceano).
 Uma montanha cercada de água.
 Terra no oceano, feita por um vulcão.
 Uma terra sobre o mar.
 Um lugar no oceano feito de terra e árvores.
 Uma pequena superfície, tem palmeiras, está no mar.
 Um pequeno terreno com palmeiras no mar.

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1 ponto:
 Terra pequena protegida pelo mar (Q).
 Terra no oceano (Q).
 Um lugar no meio do oceano (mar) (Q).
 Um local longe (afastado, separado) das terras (Q).
 É cercado de água (Q).
 Como a Madeira (os Açores) (Q).
 Um pequeno continente separado dos outros.
0 pontos:
 No meio do mar (Q).
 Bocado de terra (Q).
 Terra (Q).
 Um pequeno continente (Q).
 Vai-se lá de barco (Q).
 Levar um barco para uma ilha (Q).
 Para onde se vai quando há um naufrágio (Q).
 Um lugar perto de um rio (Q).
 Algo que está deserto (Q).
 A ilha do tesouro (Q).
 Tem água, palmeiras e areia (Q).
 Uma praia.
 Areia à beira do mar.
 Está dentro da água.
 Um oceano.
 É um deserto.

8. O que é um RETRATO?
Def: Desenho ou pintura que representa a imagem de alguém. Fotografia. Cópia exacta das feições de
alguém ou alguma coisa. Pessoa muito parecida com outra no físico ou no moral, sósia. Descrição oral ou
escrita de pessoa ou coisa. Cópia fiel, reprodução exacta. Imagem; carácter; exemplo; modelo.
2 pontos:
 O desenho (a fotografia, a imagem, a pintura, o quadro) de uma pessoa.
 Representa a imagem de uma pessoa.
 Reprodução de uma pessoa.
 A descrição de uma pessoa.
 Uma fotografia.
 Somos nós num desenho (fotografia, imagem, pintura, quadro).
1 ponto:
 O rosto de uma pessoa (Q).
 Uma caricatura.
 O aspecto físico (fisionomia, figura) de alguém.
 Quando nos parecemos com alguém.
 Fazer o desenho (cópia, pintura) de alguém.
0 pontos:
 Um desenho (Q). Uma pintura (Q).
 Uma imagem (Q). Um quadro (Q).
 Uma descrição (Q). A figura (Q).
 A identificação de uma pessoa. (Q).
 Um retrato de família (Q).
 Um quadro com personagens (Q).
 Descrição (caracterização, representação) de algo (Q).
 Uma pessoa.

37
 Para se recordar. Para decorar.
9. O que significa FURIOSO?
Def: Que denota fúria; colérico; irritado; violento; impetuoso; arrebatado; que tem fúria; enraivecido.
2 pontos:
 Irritado.
 Enraivecido (com raiva).
 Está-se encolerizado.
 Uma pessoa que está furibunda.
 Está-se muito zangado.
 Muito chateado.
 Muito enervado.
 Irascível e enervado.
 Está-se enervado e grita-se.
 Não se está contente e grita-se.
1 ponto:
 Está-se enervado (zangado) (Q).
 De muito mau humor (Q).
 Chateado (Q).
 Não está contente (Q).
 Gritar (Q).
0 pontos:
 Pessoa que está furiosa (Q).
 Mau (Q).
 Arrogante.
 Orgulhoso. Vaidoso. Altivo.
 Não é gentil.
 Que gesticula.

10. O que é uma BALEIA?


Def: Designação de cetáceos de algumas espécies que incluem os animais actualmente de maior porte.
Mamífero marinho.
2 pontos:
 Um cetáceo.
 Um mamífero marinho.
 Um mamífero que vive na água (no mar, no oceano).
 Uma baleia de guarda-chuva é uma longa haste de ferro que segura a tela.
1 ponto:
 Animal mamífero (Q).
 Um mamífero (Q).
 Um animal marinho (Q).
 Um animal que vive na água (no mar, no oceano) (Q).
 Parece um peixe grande(Q).
 Uma baleia de guarda-chuva (Q).
 Animal que expira água pelas costas.
 É a prima do golfinho.
0 pontos:
 É muito grande, vive na água (Q).
 É grande, é azul, vive no mar (Q).
 Um animal grande (Q).
 Um peixe grande (Q).
 Está dentro da água.
 É como um tubarão.
 Um golfinho.

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11. O que significa AFLIÇÃO?
Def: Perturbação de espírito causada por grande sofrimento; angústia; ânsia; dor; martírio.
2 pontos:
 Perturbação de espírito ou física.
 Angústia. Ânsia. Dor. Sofrimento.
 Ansiedade. Inquietação.
 Desassossego. Desespero.
 Uma agonia.
 Estar em sobressalto.
 Muito assustado.
 Muito nervoso. Muito preocupado.
 Que tem medo de qualquer coisa assustadora.
 Uma pessoa está com medo que aconteça alguma coisa.
 Atitude de desespero provocada por um sofrimento, como doença ou incapacidade.
 Quando alguém foi ferido no seu íntimo.
 Falta de ar ou de força que dá, por vezes, às pessoas.
 Uma espécie de doença.
 Estado de espírito em que uma pessoa se pode encontrar.
 Pessoa que está aflita por uma notícia desagradável ou uma dor.
1 ponto:
 É quando uma pessoa está com medo e assustada (Q).
 Ter algo que nos perturba (Q).
 Algo de mal sucedeu a alguém (Q).
 Desgraça (Q).
 Ficar magoado (aleijar-se) (Q).
 Como uma paralisia (Q).
 Medo.
 Preocupação.
 Nervoso. Assustado.
 Atrapalhação.
 Em cuidado.
 Cadilhos.
 Quando estamos em perigo.
 Um acidente (por exemplo, uma ferida, um braço partido).
 Uma doença.
 Uma coisa que dá à gente e cai no chão.
0 pontos:
 Quando uma pessoa não sabe o que é que há-de fazer (Q).
 Pessoa que está aflita (com uma grande aflição) (Q).
 Um momento desagradável (Q).
 Um problema.
 Coisa que calha mal.
 Algo de que não gostamos.
 Fazer algo para incomodar (afligir) outra pessoa.
 Magoar alguém. Causar dor (sofrimento).
 Pedir socorro.
 Gritar. Aflito.

39
12. O que é uma FÁBULA?
Def: Narração, conto tradicional, em que não raro é impossível discernir de modo certo o verdadeiro e o
falso. Género de composição literária, em prosa ou verso, destinada a dar representação concreta a uma
ideia abstracta e, sobretudo, a uma verdade moral. Narrativa imaginária destinada a divertir, instruir,
moralizar, sob forma de alegoria.
2 pontos:
Cotar com dois pontos respostas que façam referência simultaneamente a duas das seguintes
características: 1) narrativa (conto, história) e/ou diálogo entre animais; 2) que tenha um
fundo moral (educativo); 3) referência a Esopo ou La Fontaine.
 Uma história que não é verdadeira, mas que tem uma moral.
 Conversa entre animais com um fundo moral.
 Uma história (conto) que no final nos dá uma lição (ensinamento).
 Uma história inventada por Esopo.
1 ponto:
 Um conto em que as personagens são animais (Q).
 Diálogo (história) entre animais (Q).
 Uma lição (Q).
 Ficção (não é real) (Q).
 Uma história de faz-de-conta.
 Um conto (lenda, história, mito, narrativa, alegoria).
 A Raposa e as Uvas (ou o título de outra fábula).
0 pontos:
 Provérbio (Q).
 É como uma rima (Q).
 Um livro (Q).
 Uma fábula serve para ler (Q).
 Uma coisa que está escrita.
 Um filme (peça de teatro).
 Uma anedota.
 Como um cavaleiro a lutar com um dragão.

13. O que significa TRANSPARENTE?


Def: Que se deixa atravessar pela luz e permite distinguir os objectos através de si. Que se percebe
facilmente; evidente; claro. Tecido ou qualquer outro material com que se atenua a acção da luz.
2 pontos:
 Claro. Límpido. Evidente. Óbvio.
 Permite a passagem da luz.
 Permite ver através (de si).
 Aquilo que se vê claramente.
 Claramente entendido (compreendido).
 Pessoa que exprime o que sente, que não tem nada a esconder.
1 ponto:
 Permite ver para o outro lado (Q).
 Visível (Q).
 Ver de um lado para o outro.
 Ver (olhar) para o outro lado.
 Ver para além de.
 Translúcido.
 Não é opaco (o contrário de opaco).
 Transparente como a água (vidro, janela).

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0 pontos:
 Pode ver-se (Q).
 Invisível (Q).
 Capaz de atravessar.
 Incolor.
 Como um espelho.
 Remover.

14. O que significa COMBUSTÍVEL?


Def: Tudo o que arde ou serve para arder. Que tem a propriedade de se consumir pela combustão.
2 pontos:
Cotar com dois pontos respostas que façam referência: 1) à ideia principal de que arde ou
serve para arder ou 2) a duas das seguintes ideias secundárias: a) exemplo concreto de
combustível; b) exemplo concreto de função; c) indicação de que se trata de uma fonte de
energia.
 Que é inflamável.
 Que pode arder (queimar-se, incendiar-se).
 Que produz calor.
 Gasolina, algo que dá energia (faz funcionar alguma coisa).
 Gasolina que faz andar os carros.
1 ponto:
 Para alimentar (fazer trabalhar, fazer funcionar) as máquinas (motores, caldeiras, veículos,
carros) (Q).
 Uma coisa (que pode entrar) em combustão (Q).
 Fonte de energia (Q).
 Liberta energia (Q).
 Que pode explodir (queimar, incendiar) (Q).
 Que se consome (Q).
 Fazer andar os carros.
 Um produto petrolífero.
 A gasolina (o carvão, o petróleo).
0 pontos:
 Serve de alimento a alguma coisa (Q).
 É para pôr nos camiões (carros, motas) (Q).
 É onde se põe a gasolina (Q).
 Como um gás perigoso (substância tóxica) (Q).
 Que se come.

41
15. O que significa ISOLAR?
Def: Pôr só; tornar solitário; separar de outro ou outrem; pôr incomunicável; separar do que o rodeia, de
forma que não haja contacto nem comunicação; pôr (algum corpo) em condições de não transmitir ou de
não receber calor ou electricidade. Afastar de todo e qualquer convívio. Separar-se, afastar-se da
sociedade.
2 pontos:
Para se atribuir dois pontos a resposta deve incluir uma de duas ideias gerais: 1) acção
deliberada praticada pelo próprio ou por outrem de afastamento ou separação; 2) impedir as
trocas, comunicação ou ligação com o exterior.
 Separar duas substâncias.
 Apartar uma coisa de um conjunto ou uma pessoa de um grupo.
 Tirar o contacto com qualquer coisa.
 Ficar separado de tudo sem comunicação.
 Excluir. Pôr de parte.
 Desligar-se do resto.
 Afastar (-se).
 Ser posto só (sozinho).
 Fechar-se sobre si próprio.
 Fechar-se num quarto sozinho.
 Tomar-se solitário.
 Escondermo-nos de toda a gente.
 Recobrir com uma substância isoladora.
1 ponto:
 Estar (ficar, deixar) solitário (sozinho, só) (Q).
 Apartar (Q). Retirar (-se) (Q).
 Não estar perto de muita gente (Q).
 Proteger (Q).
 Tapar (Q). Os fios de electricidade é preciso isolá-los.
 Cobrir ou emolar (Q). Para isolar o fio.
 Separar. Estar-se afastado (separado, distante de tudo).
 É um jogador que passa a bola, e outro que está sozinho, isolado.
 Estar longe de outras pessoas e de outras coisas. Estar-se longe das pessoas.
 Sermos nós próprios longe dos outros.
 Fechar. Prender. Estar preso (fechado). Ser aprisionado.
 Esconder. Encobrir.
0 pontos:
 Tapar (Q).
 Cobrir (Q).
 Deixá-los (Q).
 Estar isolado (Q).
 Deixar os outros de fora (Q).
 Estar fora.
 Manter de fora.
 Meter dentro.

42
16. O que significa DISCRETO?
Def: Que tem ou revela discrição; circunspecto; modesto; reservado; diz-se da doença que se manifesta por
sinais externos separados; descontínuo. Reservado nos actos e nas palavras, que sabe guardar um segredo.
Atento; prudente, ajuizado, judicioso, avisado, entendido; recatado; retraído. Que favorece ou não ofende o
recato, a modéstia, o mistério.
2 pontos:
 Que é reservado.
 Que sabe guardar um segredo.
 Que não dá azo a que falem de si.
 Que não se intromete nos assuntos dos outros.
 Que não chama a atenção.
 Que não se faz notar.
 Que não se mostra muito. Que tenta fazer-se ver o menos possível.
 Fazer qualquer coisa sem o mostrar demasiado.
 Pessoa que não gosta de dar nas vistas. Não quer dar muito nas vistas.
 Consegue fazer coisas sem dar nas vistas.
 Que não dá nas vistas.
1 ponto:
 Que não se mostra (Q).
 Fazer qualquer coisa sem que ninguém se aperceba (Q).
 Que não se nota (sem se notar) (Q).
 Não gosta que as pessoas o vejam.
 Que não se manifesta. Que se oculta.
 Que passa despercebido.
 Que passa incógnito.
 O contrário de vistoso (extravagante, expansivo).
 Que não diz nada. Que é de poucas falas.
 Não faz barulho (alarido).
 Pessoa simples.
 Tímido.
 Guardar um segredo.
 Passar discretamente.
0 pontos:
 Fazer-se insignificante (Q).
 Não se pode dizer qualquer coisa.
 Que não se escuta.
 Secreto.
 Ser delicado.
 O mesmo que escrito.

17. O que significa ABSORVER?


Def: Embeber, recolher em si, receber em seu seio. Sorver, chupar. Fazer desaparecer total ou parcialmente;
consumir, esgotar. Concentrar, aplicar ou ocupar a atenção ou o espírito. Preocupar inteiramente. Receber
em seu seio. Fazer a absorção de.
2 pontos:
 Embeber. Impregnar.
 Chupar. Sorver. Sugar.
 Assimilar (compreender, captar) informação.
 Atrair (captar, ocupar) toda a nossa atenção (interesse, tempo).

43
1 ponto:
 Estar muito interessado (entusiasmado) num assunto (Q).
 Estar com atenção (atento) (Q).
 Concentrado (Q).
 Quando olhamos para algo que nunca vimos e ficamos a saber tudo acerca daquela coisa (Q).
 Recolher (água, informação) (Q).
 Puxar a água (Q).
 Puxar para dentro de si.
 Secar. Enxugar. Aspirar.
 Beber. Comer. Engolir.
 Concentrar-se sobre algo.
 Reter uma ideia (substância).
 Uma toalha de papel absorve a água como uma esponja.
 Uma esponja absorve água.
 Limpar com esponja.
0 pontos:
 Absorver água (humidade) (Q).
 Tirar (apanhar, reter) (Q).
 Interessado (Q).
 Puxar (para dentro) (Q).
 Humedecer. Molhar. Ensopar. Encharcar. Mergulhar.
 Encher. Preencher.
 Quando a água se evapora.
 Passagem de alguma substância para alguma coisa.

18. O que significa HEREDITÁRIO?


Def: Que se transmite por reprodução (biologia), por direito de sucessão (herança) ou por tradição (social,
psicológica). Que se transmite dos pais aos filhos pela via da geração.
2 pontos:
 Características (dons) que se transmitem de pais para filhos (de familiares para familiares).
 Objectos (bens, direitos, títulos) que se transmitem (passam) de geração em geração.
 Que se transmite (passa) de geração em geração.
 Que se transmite (passa) de pais para filhos.
 Que é transmitido pelos cromossomas (genes).
1 ponto:
 De geração em geração (Q).
 De pais para filhos (Q).
 De um familiar para o outro (Q).
 Que vem dos pais (avós) (Q).
 Eu pareço-me com a minha mãe, é a hereditariedade.
 O filho tem a doença do seu pai, herdou a doença.
 Quando os nossos pais morrem, se eles têm uma casa, nós herdamo-la.
 Uma doença hereditária.
0 pontos:
 Alguém morre e deixa algo a outra pessoa (Q).
 Que se transmite de pessoa para pessoa (Q).
 De família (Q).
 Herdar uma doença (casa) (Q).
 Alguém que herda (é herdeiro) (Q).
 Um património.

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19. O que significa RIVALIDADE?
Def: Qualidade de quem ou do que é rival; concorrência de duas ou mais pessoas que pretendem a mesma
coisa. Emolação; competição entre pessoas, povos ou instituições. Desentendimento; oposição; ciúme; rixa.
2 pontos:
 Competição. Concorrência.
 Competir com alguém por algo.
 Dois lados a concorrer para a mesma coisa.
 Quando duas pessoas (escolas, clubes, partidos políticos) se tentam superar (levar a melhor)
uma à outra.
 Luta pela supremacia em algo.
 Uma disputa (contenda) prolongada.
1 ponto:
 Competir (com alguém) (Q).
 Concorrer (Q).
 Um duelo (Q). . Disputa (Q).
 Contenda (Q).
 Duas pessoas que se opõem (Q).
 Uma pessoa estar contra outra (Q).
 Rixas entre irmãos e irmãs (Q).
 Tentar ser melhor que outra pessoa.
 Quando dois opositores (competidores) estão desejosos de vencer.
 Como num concurso para ver quem ganha.
 Um conflito (desafio, luta, combate, rixa).
 Lutas, como as que há entre famílias.
 Adversário.
 Ciúme. Inveja.
0 pontos:
 Rival (Q).
 Discussão com alguém (Q).
 É como entre duas escolas (Q).
 Inimizade (Q).
 Inimigo (Q).
 Não gostar de alguém.
 Cavalheirismo.
 Maldade.
 Raivoso.
 Guerra.

20. O que significa TOLERAR?


Def: Suportar com indulgência; suportar. Permitir tacitamente (o que é censurável, perigoso, merecedor de
castigo, etc.). Permitir por lei (cultos diferentes dos da religião considerada como do Estado). Admitir,
permitir. Suportar, assimilar, digerir. Consentir, deixar passar.
2 pontos:
 Suportar com indulgência (é-se indulgente).
 Admitir. Suportar.
 Não se está de acordo, mas deixa-se passar.
 Respeitar (aceitar) a diferença.

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1 ponto:
 Deixar fazer (passar) (Q).
 Permitir (Q).
 Consentir (Q).
 Respeitar (Q).
 Aceitar (Q).
 Autorizar (Q).
 O contrário de proibir (Q).
 Desculpar (perdoar) um erro (uma má acção) de outra pessoa.
 Estar de acordo dentro de certos limites.
 Ser compreensivo.
 Ter paciência.
 Aguentar.
 Não ser demasiado severo.
 Dar mais tempo (para completar uma tarefa).
 Uma pessoa que tolera uma coisa mal feita.
 Quando nos portamos mal, a professora não o tolera e castiga-nos.
0 pontos:
 Desculpar (Q).
 Perdoar (Q).
 Não ligar (Q).
 Tolerância zero (Q).
 Tolerância de ponto (Q). É quando a escola está fechada.
 Estar de acordo.
 Dizer "Sim".
 Uma pessoa tolerante.

21. O que significa INICIATIVA?


Def: Acção do que se propõe a empreender, ou que empreende pela primeira vez uma acção, uma ideia, etc..
Qualidade do que está disposto a iniciar, a empreender; actividade; diligência.
2 pontos:
 Acção que somos os primeiros a propor (empreender, organizar).
 Acção que parte de nós próprios.
 Resolver fazer alguma coisa por vontade própria.
 Decisão de fazer algo inovador.
 Aquilo que decidimos fazer por nós, sem que ninguém o tenha dito.
 Qualquer coisa que se empreende. Quando tomamos a dianteira.
 Quando ousamos fazer algo (sozinhos).
 Quando se tomam as coisas nas nossas mãos.
 Impulso (disposição) para começar algo.
1 ponto:
 Uma decisão que se toma sozinho (Q).
 Vontade própria (Q).
 Tomar a iniciativa de fazer (começar) alguma coisa (Q).
 Ser o primeiro a fazer alguma coisa (a ter uma ideia).
 Propor qualquer coisa..
 Tomar uma decisão.
 Dar o primeiro passo.
 Arriscar. Ter coragem.
 Atira-se para a frente (num negócio).
 Tomar a iniciativa de seguir uma carreira.
 Não se conhece uma palavra, toma-se a iniciativa de ir ver no dicionário.

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0 pontos:
 Começar (iniciar) qualquer coisa (Q).
 Ir à frente (Q).
 Ser o primeiro (Q).
 Qualquer coisa que se faz sozinho (Q).
 Não copiar (imitar) os outros (Q).
 Encarregar-se.
 Responsabilizar-se por algo.
 Assumir um compromisso.
 Uma escolha.
 Prometer fazer algo.

22. O que significa NÓMADA?


Def: Nome por que são designadas as tribos, povos e raças humanas que não têm sede fixa e vagueiam
errantes (geralmente pastores ou caçadores). Que não tem habitação fixa; errante, vagabundo. Pessoa que
muda constantemente de residência.
2 pontos:
Para se atribuir dois pontos, a resposta deve incluir uma das seguintes ideias gerais: 1)
mobilidade planeada ou não ocasional (subsistência, procura de alimentos, etc.); 2)
inexistência de residência fixa.
 Que não tem habitação (domicílio, residência, local, lugar) fixa(o).
 São pessoas que não vivem sempre no mesmo sítio, como os povos recolectores da pré-
história.
 Que muda de região com as estações do ano.
 Uma tribo nómada desloca-se de um local para o outro.
1 ponto:
 Pessoa que muda constantemente de residência (local lugar, sítio) (Q).
 Pessoa que não habita sempre no mesmo local (Q).
 Pessoas que estão em deslocação continua (Q).
 Ciganos (Q).
 Como os homens pré-históricos (Q).
 Nómada do deserto (Q).
 O contrário de sedentário.
0 pontos:
 Alguém que anda sempre em viagens (Q).
 Que viaja muito (Q).
 Um homem que se desloca (Q).
 Que anda de um lado para o outro (Q).
 Que anda no deserto (Q).
 Viajante (Q).
 Feirante (Q).
 Aquele que não tem casa.
 Sem abrigo.
 Que vive no deserto.
 Que vive separado da civilização.
 Mendigo.
 Pedinte.

47
23. O que significa ÁRDUO?
Def: Diz-se do lugar íngreme, alcantilado ou escarpado. De difícil acesso; espinhoso, difícil, trabalhoso,
custoso.
2 pontos:
 Difícil. Duro. Severo.
 Custoso. Trabalhoso. Espinhoso.
 Pesado. Penoso. Esgotante. Desgastante. Extenuante.
 Íngreme. Escarpado. Agreste.
 Fisicamente exigente.
 Que implica esforço (energia, tensão) excessivo(a).
1 ponto:
 Trabalho intenso (Q).
 Uma tarefa é árdua (Q).
 Que implica tensão (esforço).
 Que causa stress.
 Cansativo.
 Complicado.
0 pontos:
 (Muito) esforço (tensão) (Q).
 Arriscado (Q).
 Forte (Q).
 Esmagador. Excessivo.
 Causa dores nos músculos.

24. O que significa UNÂNIME?


Def: Em concordância absoluta. Que não tem excepção. Manifestação sem discrepância. De comum acordo.
Proveniente de todos.
2 pontos:
 Acordado por todos. De comum acordo.
 Escolhido sem qualquer contestação (dúvida).
 Sem oposição. Todos a favor.
 Todos decidem o mesmo (da mesma maneira).
 Todos partilham da mesma visão (perspectiva).
 Todos querem o mesmo. Consensual.
1 ponto:
 O grupo inteiro com uma ideia (Q).
 Sem objecções (contradições) (Q).
 Geral (Q).
 Comum (relativo) a todos (Q).
 Um voto unânime (Q).
 Por toda a gente (Q).
 Concordar com algo.
0 pontos:
 Todos (Q).
 Toda a gente (Q).
 Total (Q).
 Manifestamente decidido (Q).
 Unanimidade (Q).
 Quase todos concordam (Q).
 Uma decisão de todos em que a maioria concorda.
 Vencedor.

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25. O que significa APOGEU?
Def: Auge, o mais alto grau, o ponto culminante.
2 pontos:
 Auge. Apoteose. Zénite. Paroxismo.
 O grau mais elevado de uma civilização.
 O ponto (o momento) mais alto (máximo, culminante).
 Quando se está no máximo.
 Um momento alto da história.
 O ponto mais afastado da Terra.
1 ponto:
 O máximo (Q).
 O melhor período (Q).
 Momento de grandeza (glória, triunfo) (Q).
 O apogeu de uma civilização (Q).
 Cume. Topo. Ponto alto.
0 pontos:
 Um triunfo (Q).
 Ficar grandioso (poderoso) (Q).
 Extremo (Q). Último ponto (Q).
 Período final.

26. O que significa PRECEDER?


Def: Anteceder, adiantar-se, antepor-se. Vir antes de. Estar colocado imediatamente antes. Ir adiante de. Ter
existido antes. Suceder antes de. Chegar antes de.
2 pontos:
 Anteceder. Antecipar (-se).
 Estar (chegar, vir, fazer) antes.
 Estar a chegar (vir) antes.
 Estar (andar) à frente.
 Existir (produzir-se) antes.
 O número 19 vem antes do 20.
1 ponto:
 Antes (Q).
 Qualquer coisa antes (Q).
 Anterior (Q).
 Passar à frente.
 Eu sou o irmão mais velho, precedi os meus irmãos.
0 pontos:
 Estar atrás de.
 Estar a seguir a algo.
 Depois de.
 Ser o melhor.

27. O que significa POLÉMICA?


Def: Discussão na imprensa; discussão oral; controvérsia; disputa amigável mas acalorada; questão.
2 pontos:
Para se atribuir dois pontos a resposta deve incluir: 1) a ideia geral de debate (diálogo,
discussão, disputa) e 2) pelo menos uma das duas seguintes ideias: a) intensidade
(envolvimento); b) importância (pertinência) do tema em debate.
 Controvérsia.
 Diálogo aceso quando não se está de acordo.
 Discussão violenta (arrebatada, exagerada).
 Disputa verbal acalorada.
 Guerra de palavras entre duas pessoas.

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1 ponto:
 Debate (Q).
 Discussão (Q).
 Disputa (Q).
 Divergência (Q).
 Questão (Q).
 Que levanta muitas críticas (Q).
 Contestação (protesto).
 O tema da liberalização das drogas gera polémica.
0 pontos:
 Conflito (Q).
 Contestado (Q).
 Criticar (Q).
 Dá que falar (Q).
 É uma notícia que faz escândalo (Q).
 Um tema polémico (Q).
 Rivalidade.
 Algo de muito injusto ou grave.
 Quando há histórias entre as pessoas.
 Um boato.

28. O que significa PERTINENTE?


Def: Que vem a propósito. Próprio para o fim a que se destina. Adequado. Oportuno.
2 pontos:
 Que vem a propósito (no momento oportuno, na altura própria).
 Oportuno. Questão ou iniciativa oportuna.
 Observação inteligente (apropriada, bem colocada).
 A palavra certa (no momento certo).
1 ponto:
 Boa questão (comentário, observação) (Q).
 Qualquer coisa que chega no momento certo (Q).
 Qualquer coisa de bem pensado (Q).
 Observação interessante (Q).
 Que não é desprovido de fundamento.
 Uma reflexão pertinente é uma reflexão razoável (justa).
 Uma reflexão pertinente é uma forma de delinear bem o problema
 Algo importante.
0 pontos:
 Que merece a nossa atenção (Q).
 Contrário de impertinente (Q).
 Interessante (Q).
 Lógico.
 Verdadeiro.
 Questão indiscreta.

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29. O que significa MECENAS?
Def: Protector, patrono de iniciativas de natureza social, cultural, ambiental, científica ou tecnológica,
educacional e desportiva.
2 pontos:
 Alguém que ajuda financeiramente os escritores (artistas, cientistas...).
 Alguém que toma um artista sob a sua protecção e encoraja o seu trabalho com donativos
financeiros.
 Ajuda financeira de um protector (patrono) das letras (ciências, artes...).
 Pessoa ou organismo generoso (a) que ajuda os escritores (artistas, cientistas... ).
 Alguém que ajuda a investigação científica.
1 ponto:
 Protector (Q).
 Patrono (Q).
 Benfeitor (Q).
 Pessoa que dá dinheiro para uma associação ou uma instituição (Q).
 Alguém que protege as artes (Q).
 Alguém que ajuda os desfavorecidos (Q).
0 pontos:
 Alguém que ajuda (é generoso) (Q).
 Espécie de patrocinador (Q).
 Alguém que ama a música.
 Pessoa muito rica.
 Mercenário.

30. O que significa COMPELIR?


Def: Obrigar. Constranger (forçar) a fazer alguma coisa. Empurrar. Impelir. Impulsionar. Usar de meios
compulsórios com.
2 pontos:
 Forçar. Obrigar. Constranger. Impelir.
 Levar alguém a fazer algo.
 Fazer com que alguém se decida.
1 ponto:
Atribuir um ponto a definições de compulsão.
 Empurrar para fazer algo (Q).
 Impulsionar. Incitar. Persuadir com insistência.
 Estimular. Encorajar. Induzir. Motivar.
 Apertar com alguém.
 Fazer chantagem.
 Sentirmo-nos obrigados a fazer algo.
 Uma necessidade absoluta de fazer algo.
 Um impulso que nos leva a querer fazer algo.
 É como se escrever fosse uma força para mim, sinto-me compelido a escrever.
0 pontos:
 Insistir (Q).
 Obrigação (Q).
 Querer fazer algo (Q).
 Afastar (Q).
 Ameaça.
 Impedir que se faça algo.
 Não deixar que algo se atravesse no nosso caminho.

Cotação máxima: 60 pontos

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9. COMPOSIÇÃO DE OBJECTOS

Administração dos itens

6-16 ANOS
6-16ANOS

Item Exemplo: Maçã


 Dispor as peças atrás do Cartão de Composição de Objectos, de acordo com o esquema,
representado no próprio Cartão. De seguida, mostrar as peças ao sujeito e dizer:
"Se juntares correctamente estas peças, elas formam o desenho de uma maçã.
Vê como é que eu faço."

Item 1. Menina (Tempo limite: 120 segundos)


 Dispor as peças, atrás do Cartão de Composição de Objectos, de acordo com o esquema
indicado. Enquanto se dispõem as peças, dizer ao sujeito:
"Agora, vou pedir-te para juntares as peças de outros desenhos."
Expor as peças e dizer:
"Se juntares correctamente estas peças, elas formam o desenho de uma menina.
Tenta lá fazer. Diz-me quando tiveres acabado."

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 Se a composição do sujeito não for perfeita, anotar o número de justaposições
correctas realizadas em 120 segundos. De seguida, mostrar-lhe a composição correcta e
dizer:
"Vê como é que eu faço. É assim."

Item 2. Carro (Tempo limite: 150 segundos)


 Dispor as peças atrás do Cartão de Composição de Objectos, de acordo com o esquema
indicado. De seguida, apresentar as peças e dizer:
"Se juntares correctamente estas peças, elas formam o desenho de um
automóvel. Junta-as o mais depressa que conseguires."

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Item 3. Cavalo (Tempo limite: 150 segundos)
 Dispor as peças atrás do Cartão de Composição de Objectos, de acordo com o esquema
indicado. Apresentar as peças e dizer:
"Agora, junta estas peças o mais depressa que conseguires."

Atenção: a peça correspondente ao meio do corpo do cavalo pode ser colocada nos 2 sentidos, mas
só o sentido aqui proposto é aceite.

Item 4. Bola (Tempo limite: 180 segundos)


 Dispor as peças atrás do Cartão de Composição de Objectos, de acordo com o esquema
indicado. Apresentar as peças e dizer:
"Agora, junta estas peças o mais depressa que conseguires."

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Item 5. Face (Tempo limite: 180 segundos)
 Dispor as peças atrás do Cartão de Composição de Objectos, de acordo com o esquema
indicado. Apresentar as peças e dizer:
"Agora, junta estas peças o mais depressa que conseguires."

Cotação máxima: 44 pontos

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10. COMPREENSÃO

Administração dos itens, princípios gerais de cotação e exemplos de respostas

6-16 ANOS
6-16ANOS

1. O que devemos fazer quando nos cortamos num dedo?


Ideia geral: Exercer uma acção específica, directa ou imediata para tratar da ferida.
2 pontos:
 Desinfectar.
 Limpar. Lavar.
 Pôr remédio (medicamento, álcool, água oxigenada, eosina, etc.).
 Pôr um penso (adesivo, ligadura, compressa).
 Enrolar (atar) alguma coisa (lenço, etc.) à volta.
 Fazer pressão sobre o corte.
 Estancar o sangue.
Se o sujeito não der uma resposta de 2 pontos, antes de prosseguir facultar-lhe alguns exemplos
destas, tal como indicado na secção" Instruções" .
1 ponto:
 Tratá-lo (Q).
 Curá-lo (Q).
 Pedir ajuda (Q).
 Ir buscar a caixa de primeiros socorros (Q).
 Passar por água.
 Deixar ao ar para cicatrizar.
 Dizer à mãe [pai, professor(a)] que me cortei.
 Ir ao médico (hospital, farmácia, posto médico).
 Levar pontos.
0 pontos:
 Ir para casa (Q).
 Dói. Grito. Choro.
 Chupar o sangue.
 Deixar sangrar.

2. Porque é que se deve atravessar a rua na passadeira?


Ideia geral: Como medida de segurança ou uma expressão da ideia de obrigatoriedade de paragem dos
automóveis ou de prioridade aos peões.
2 pontos:
 É mais seguro.
 Para evitar acidentes.
 Porque os carros têm de dar prioridade aos peões na passadeira.
 Porque os carros são obrigados a parar.
 Para os carros saberem que têm que parar.
 Para não sermos atropelados (morrermos).
 Para não ficarmos debaixo dos carros.
 Para não sermos pisados (calcados) pelos carros.

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1 ponto:
 É o sitio próprio para atravessar (Q).
 É uma regra da estrada.
 Porque é nas passadeiras que as pessoas podem (devem) atravessar.
 Para os carros saberem que alguém quer passar.
 Porque os carros param e nós passamos.
0 pontos:
 Porque senão vem um carro (Q).
 Por causa dos carros (Q).
 Porque tem semáforos (Q).
 Para não sermos multados.
 Para passar de um lado para o outro.

* 3. O que é que devemos fazer se virmos muito fumo a sair da janela da casa do vizinho?
Ideia geral: Avisar os bombeiros ou a polícia.
 Telefonar aos bombeiros (e dizer onde há o incêndio).
 Marcar (digitar) o 112 (e informar que há um incêndio).
 Pedir à mãe ou ao pai para telefonarem aos bombeiros (polícia).
Ideia geral: Executar uma acção até que cheguem os bombeiros. Fazer qualquer coisa adaptada
(adequada) à situação.
 Verificar se há realmente um incêndio.
 Pedir ajuda a um adulto.
 Dizer aos pais para irem ver o que se passa.
 Avisar (prevenir) os vizinhos.
 Pedir (gritar, chamar) por ajuda (socorro). Gritar "fogo".
 Chamar uma ambulância. Telefonar para o hospital.
 Ir buscar um extintor. Accionar o alarme de incêndio.
 Ir acudir (socorrer, ajudar).
 Tentar (re)tirar as pessoas.
 Ficar longe para não nos magoarmos.
 Sair de casa porque também pode pegar fogo.
 Molhar as paredes da nossa casa.
 Desligar a electricidade (gás).
2 pontos:
 Uma resposta que indique as duas ideias gerais acima mencionadas.
1 ponto:
 Uma resposta que indique uma das ideias gerais acima indicadas.
0 pontos:
 Gritar (Q).
 Dizer à minha mãe (pai) (Q).
 Ir ver o que se passa (Q).
 Ajudar a apagar o fogo (Q).
 Ajudar os bombeiros (Q).
 Contactar o telefonista (Q).
 Ficar longe do incêndio (Q).
 Ir à casa ao lado (Q).
 Apagar o fogo (Q).
 Ir buscar água (Q).
 Apagar com água.
 Esperar pelos bombeiros.
*Se a resposta do sujeito reflectir somente uma ideia geral, solicitar uma segunda resposta. Pode alterar-se o
enunciado, dizendo: (*) "Diz-me outra coisa a fazer se virmos muito fumo a sair da janela da casa do

57
vizinho."
4. Porque é que se deve fazer a recuperação de garrafas vazias?
Ideia geral: Evitar a poluição ou permitir a reciclagem.
2 pontos:
 Para diminuir (evitar) a poluição. Para não poluir.
 Para preservar (proteger) o ambiente.
 Por razões de ordem ecológica.
 Para proteger a Terra.
 Para poder reciclá-las.
 Para economizar (não desperdiçar, não gastar, poupar) matérias primas (vidro, plástico).
 Para aproveitamento do vidro (fazer vidro novo).
 Para fazer outras garrafas (garrafas novas).
 Para haver (fazer) menos lixo (resíduos).
 Para a Terra ficar mais limpa.
1 ponto:
 Para economizar (não desperdiçar, não estragar) (Q)
 Para voltar a pôr líquido dentro (Q).
 Para se encherem outra vez (Q).
 Para tomarem a servir (Q).
 Para que haja menos lixo pelo chão (Q).
 Para não se produzirem tantas garrafas novas.
 Para poupar (não gastar) garrafas.
 Para poupar dinheiro.
0 pontos:
 Porque é sujo (Q).
 Porque é perigoso.
 Para pôr água (vinho, cerveja).
 Para não comprarmos mais garrafas.

5. Porque é que na lista telefónica os nomes estão colocados por ordem alfabética?
Ideia geral: Consciência de que a organização tornará o seu uso mais eficiente.
2 pontos:
 Para localizar (encontrar, descobrir) os nomes mais facilmente (rapidamente).
 Para organizar e facilitar a consulta (pesquisa).
 Para as pessoas se orientarem melhor na procura.
 É mais fácil (simples) de procurar (consultar).
 Se estivessem numa ordem qualquer, nunca mais se encontravam.
 Para as pessoas não se enganarem quando forem procurar os nomes.
 Para sabermos onde está o nome que procuramos.
 Sabe-se onde procurar os nomes.
 Para que não tenhamos de procurar no livro todo.
1 ponto:
 Senão, demoraria muito tempo (Q).
 Senão, era confuso (Q).
 Está mais organizado (Q).
 Porque senão estava tudo misturado (Q).
 Senão, não se sabia em que página estavam (Q).
 Encontra-se o número pelo último nome (Q).
 Para encontrar (procurar) nomes (Q).
 Saber onde procurar o número (Q).
 É a ordem mais conhecida.
 Senão não encontrávamos os nomes.
 Para as pessoas se orientarem melhor.

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 Se eu procuro por Silva, vou ver em S.
0 pontos:
 Para que os nomes fiquem ordenados (Q).
 Se nos esquecermos do número, podemos procurá-lo (Q).
 Mais fácil (para ler) (Q).
 Para podermos encontrar alguém.
 Para que as pessoas possam (consigam) telefonar para as outras.
 Para sabermos o nome das pessoas.

*6. Porque é que os jogos têm regras?


Ideia geral: Para que os jogadores tenham a mesma compreensão do jogo; para que este tenha um sentido;
para regulamentar os aspectos relativos à cognição (compreensão do jogo).
 Para que todos possam compreender (aprender) o jogo.
 As regras são a base do jogo.
 Para que todos joguem do mesmo modo.
 Sem regras, cada um jogaria à sua maneira.
 Para não fazer as coisas de qualquer modo (maneira).
 Para saber como jogar (começar, terminar).
 Senão, não teria sentido (lógica, interesse).
 O jogo toma-se menos confuso.
 Para explicar o jogo.
 Senão, não é um jogo.
 Para saber quem ganha (perde).
 Quando não se está de acordo seguem-se as regras.
 Para não fazermos tudo o que quisermos.
 Para que as pessoas não façam batota.
 Para que não haja conflitos (discussões, zangas).
 Senão, "era tudo à balda".
Ideia geral: Noção de justiça e respeito mútuo.
 Para que seja justo para todos. Para que todos sejam justos.
 É mais justo.
 Ninguém terá uma vantagem injusta.
 Para que ninguém seja desfavorecido.
2 pontos:
 Uma resposta que reflicta as duas ideias gerais.
1 ponto:
 Uma resposta que reflicta uma das duas ideias gerais.
0 pontos:
 Para não fazer qualquer coisa (Q).
 Para que ninguém domine o jogo (Q). Joga-se melhor (Q).
 Senão, seria mais fácil ganhar (Q).
 Para ninguém se magoar (Q). Para não haver violência (Q).
 As pessoas podem fazer coisas erradas nos jogos (Q).
 Para as cumprir (obedecer, respeitar). Para sabermos as regras do jogo.
 Para serem mais divertidos. Melhor competição. Para jogar.
*Se a resposta do sujeito reflectir somente uma ideia geral solicitar uma segunda resposta. Pode alterar-se o
enunciado, dizendo: (*) "Diz-me uma outra razão porque os jogos têm regras."

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*7. Porque é que os carros têm que ter matrícula?
Ideia geral: Meio de identificação do dono do automóvel.
 Para saber quem é o proprietário.
 Em caso de um acidente, pode identificar-se o dono.
 Para encontrar o dono (quando ele comete alguma infracção).
 Para que a polícia (através de um registo) possa encontrar o dono.
 Para demonstrar que é nosso.
Ideia geral: Meio de identificação do veículo em si.
 Para identificar (o carro, a viatura).
 Para reconhecermos (não confundirmos) os automóveis.
 Para que a polícia saiba que automóvel procurar.
 Para identificar os carros envolvidos num acidente.
 Se for roubado, pode encontrar-se o automóvel pelo número da matrícula.
Ideia geral: Meio de ter registos estatísticos. Permite fazer estatísticas.
 Um meio utilizado pelo governo para manter um registo dos veículos.
 Para que se possa saber quantos automóveis existem.
 Para saber a idade do parque automóvel.
 O governo fica ao corrente de todas as compras (vendas) de viaturas.
2 pontos:
 Uma resposta reflectindo pelo menos duas das ideias gerais.
1 ponto:
 Uma resposta reflectindo somente uma das três ideias gerais.
0 pontos:
 Para que o possamos encontrar (Q).
 Para que se possa ver o número (Q).
 Para os polícias verem (Q).
 Se uma pessoa estiver a conduzir muito depressa (Q).
 No caso de ser roubado (Q).
 Para constar em caso de acidente (Q).
 É a lei.
 Porque é de lei.
 Para não ser multado.
 Para se saber de quem é a culpa em caso de acidente.
 Para vermos de que país são.
 Para sabermos a marca do carro.
 Para ver em que ano o carro foi comprado (Q).
*Se a resposta do sujeito reflectir somente uma ideia geral, solicitar uma segunda resposta. Pode alterar-se o
enunciado, dizendo: (*) "Diz-me uma outra razão porque os carros têm que ter matrícula."

8. Para que é que existem museus?


Ideia geral: São uma forma de divulgar ou de dar a conhecer o património cultural.
2 pontos:
 Para permitir o acesso à cultura.
 Para divulgar a cultura (arte, ciência, indústria, etc).
 Para aprendermos (adquirirmos conhecimentos).
 Para nos instruir (informar, educar).
 Para conhecer melhor a história.
 Para conhecer (saber) o que existia no passado (antigamente, numa determinada época).
 Para sabermos mais dos nossos antepassados.
 Para compreender como se vivia antigamente (compreender o passado).
 Para dar a conhecer o que se faz actualmente em termos culturais.
 Para dar a conhecer as tecnologias do futuro.

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1 ponto:
 Para preservar (proteger, conservar) objectos antigos (raros, valiosos, antiguidades, obras
antigas) ou obras de arte (pinturas, esculturas, objectos arqueológicos).
 Para expor (mostrar, admirar, ver) objectos antigos (raros, valiosos, antiguidades, obras
antigas) ou obras de arte (pinturas, esculturas, objectos arqueológicos).
 Para ver coisas a utilizar no futuro (coisas da actualidade).
 Para ver o que havia no passado (antigamente).
 Para conhecer (ver) coisas antigas.
 Para relembrar coisas do passado.
0 pontos:
 Para guardar (meter, pôr, conter) obras (coisas antigas) (Q).
 Para expor (exibir) coisas (Q).
 Para ver (conhecer) coisas (bonitas, diferentes, importantes, desconhecidas, novas) (Q).
 Para ver o que existe noutros países (Q).
 Para visitar.
 Para as pessoas verem.
 Para comprar quadros.
 Para as pessoas ganharem dinheiro.
 Para dizer que há lá coisas antigas.

*9. Para que é que se enviam satélites para o espaço?


Ideia geral: Para a observação científica.
 Para conhecer melhor o Universo.
 Para explorar (conhecer) o espaço.
 Para obter imagens de outros planetas (fotografar o espaço).
 Para ver (estudar) as estrelas (astros, planetas e Terra).
 Para descobrir se existe vida noutros planetas.
 Para ajudar os que estudam a meteorologia (os meteorologistas).
 Para observar o relevo (a superfície terrestre).
 Para ver se a Terra está em perigo (de colisão com meteoritos, de sofrer os efeitos do buraco no
ozono ou de chuvas ácidas).
Ideia geral: Para as telecomunicações.
 Para poder comunicar através das ondas.
 Para comunicar mais facilmente (com outros países).
 Para servir de apoio às telecomunicações (telefone, rádio, televisão, etc.).
 Para as notícias (importantes) chegarem a todo o mundo.
 Para servir de apoio à navegação (localização por via aérea, marítima e terrestre).
Ideia geral: Para espiar ou com fins militares.
 Para que os militares possam vigiar o que os outros países fazem.
 Para dirigir (detectar) a trajectória dos mísseis.
 Para obter informações acerca do que se passa noutros países.
2 pontos:
 Uma resposta que inclua, pelo menos, duas destas ideias gerais.
1 ponto:
 Uma resposta que inclua uma destas ideias gerais.
0 pontos:
 Para os astronautas (Q).
 Para conhecer melhor (Q).
 Para se conhecerem novas coisas (Q).
 Para ter contactos (Q).
 Para fazer a guerra (Q).
 Para ir à Lua.
*Se a resposta do sujeito reflectir somente uma ideia geral, solicitar uma segunda resposta. Pode alterar-se o

61
enunciado, dizendo: (*) "Diz-me uma outra razão porque se enviam satélites para o espaço."
10. Porque é que é melhor que as eleições se realizem por voto secreto?
Ideia geral: Consciência de que uma pessoa pode votar como entender, sem receio do que os outros possam
pensar ou fazer (sem temer a pressão pública).
2 pontos: Se o sujeito (espontaneamente ou após interrogação) aludir a uma possível pressão pública
ou repressão.
 Para que as pessoas não nos forcem a votar em quem elas querem.
 Para que não haja represálias (discriminações, pressões).
 Para que o candidato (partido) que perdeu não exerça retaliações contra os que não votaram
nele.
 Para que as minorias não tenham receio de votar.
 Haveria pessoas que poderiam agredir quem não votasse da mesma maneira.
 Para que as pessoas não se virem contra nós por termos uma opinião diferente.
 Para que as pessoas não nos façam sentir mal por termos votado como votámos.
1 pontos: Uma resposta reflectindo a ideia de que o voto secreto permite que cada um vote em quem
desejar ou uma ideia vaga de conflitualidade ou de influência.
 É o respeito pela liberdade de expressão (Q).
 Para respeitar as ideias pessoais (Q).
 Porque é pessoal, cada um tem a sua opinião (Q).
 As pessoas podem votar em quem quiserem (Q).
 Para que não haja conflitos (discussões, zangas, lutas) entre as pessoas (Q).
 Senão, haveria mais desordem (confusão, confrontos) (Q).
 Em quem votamos é um assunto que só a nós nos diz respeito (Q).
 Para que os outros não saibam as nossas opiniões (em quem votamos) (Q).
 Há pessoas que não querem dizer em quem votam diante de toda a gente (Q).
 As pessoas que são eleitas não ficam a saber quem não votou nelas (Q).
 Para que não sejamos influenciados a votar o mesmo que os outros (Q).
 Para que existam menos conflitos acerca de voto de cada um.
 Para evitar conflitos (confrontos) entre pessoas que têm opiniões diferentes.
0 pontos:
 Pela segurança das pessoas (Q).
 Para que não se desfaçam amizades (Q). Para não criar aborrecimentos (Q).
 É a maneira correcta (Q). Para que as pessoas não façam batota (não haja fraude).
 Para que ninguém possa votar duas vezes.
 Para que as pessoas não copiem umas pelas outras.
 Porque se deve votar sempre em segredo

*11. Quais são as vantagens de saber as notícias por um jornal em vez de ser pelo telejornal?
Ideia geral: notícias são mais detalhadas nos artigos de um jornal.
 O jornal conta-nos (explica) mais e melhor.
 O jornal é mais detalhado (elaborado, explícito, tem mais pormenores).
 O jornal contém mais informação.
 O telejornal é mais breve.
Ideia geral: As notícias no jornal são mais diversificadas.
 Há mais artigos (notícias) num jornal.
 No jornal há vários anúncios (de nascimentos, óbitos e casamentos).
 Os jornais têm mais notícias regionais (locais).
Ideia geral: Vantagens de haver material impresso.
 Pode ler-se (reler-se) à nossa vontade.
 Podemos lê-lo em qualquer altura (sítio, ao nosso ritmo).
 Se formos surdos podemos ler, em vez de vermos o telejornal com língua gestual.
 No jornal podemos guardar (arquivar) as notícias.
2 pontos:

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 Uma resposta reflectindo duas das três ideias gerais.

1 ponto:
 Uma resposta reflectindo uma das três ideias gerais.
0 pontos:
 Obtêm-se outras noticias no jornal (Q) - banda desenhada.
 Melhor cobertura (Q).
 Os jornais saem mais cedo.
 O telejornal demora mais tempo.
 O jornal é mais barato.
 No jornal obtêm-se os factos (têm-se mais certezas).
 Com o jornal praticamos a leitura.
 A televisão faz mal aos olhos.
 Podemos não ter uma televisão.
 Podemos reciclá-lo.
*Se a resposta do sujeito reflectir somente uma ideia geral, solicita-se uma segunda resposta. Pode alterar-se
o enunciado, dizendo: (*) "Diz-me outra vantagem de saber as notícias por um jornal em vez de ser pelo
telejornal."

12. Porque é que se proíbe o doping nas competições desportivas?


Ideia geral: É contrário à moral desportiva ou é perigoso para a saúde.
2 pontos:
 Porque vai contra a moral desportiva.
 Porque a competição deve ser justa.
 Para a competição não ser desleal (desonesta).
 Porque as competições deixariam de ter sentido se as pessoas utilizassem meios artificiais
para ganhar.
 Porque os resultados desportivos já não teriam qualquer valor.
 É injusto porque coloca os outros em situação de desvantagem.
 Para não haver desigualdade entre os atletas.
 Prejudica a saúde. Porque é perigoso para a saúde. Porque faz mal à saúde.
 Porque pode provocar a morte.
1 ponto:
 Porque é perigoso (Q).
 É droga.
 Porque dá mais forças (energias, velocidade, resistência).
 Senão, os jogadores não mostram as suas qualidades.
 Senão, não se veria o valor real do atleta.
 Não é correcto em relação aos outros.
 Porque, senão, já não é desporto.
 Porque é fazer batota.
0 pontos:
 Faz mal (Q).
 Pode estragar a vida das pessoas (Q).
 É um remédio.
 Porque é proibido (interdito).
 Para não estragar o doping.
 Para fazer ginástica e emagrecer.

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*13. Porque é que a liberdade de expressão é importante numa democracia?
Ideia geral: Reconhecer o direito de todas as pessoas exprimirem as suas opiniões.
 Pode estar-se de acordo ou não com o governo.
 Permite manifestar o nosso acordo ou desacordo relativamente à política do governo.
 Podemos manifestar-nos a favor ou contra uma determinada decisão
 Podem manifestar-se opiniões diferentes (divergentes).
 Para que todas as opiniões possam ser ouvidas sobre um determinado assunto.
 Para se saber a opinião de cada um.
 Pode dizer-se o que se pensa (sente).
 Para que a voz de cada um se faça ouvir.
 Pode criticar-se o governo sem se ser preso.
 Para que não opere a censura.
 Numa ditadura não podemos dizer mal do regime.
Ideia geral: Reconhecer o direito de participar activamente no processo político ou a possibilidade de
exercer um contra-poder.
 Podemos manifestar apoio ou oposição a um candidato (político, governante).
 Permite dar informações aos representantes do governo.
 Para as pessoas poderem dizer o que deve ser feito.
 Para que o governo possa modificar o que está mal.
 Constitui uma forma de controlar o poder do governo.
 Para que não sejam apenas pessoas importantes a decidir sozinhas.
2 pontos:
 Uma resposta reflectindo ambas as ideias gerais.
1 ponto:
 Uma resposta reflectindo uma das ideias gerais.
0 pontos:
 Para votar (Q).
 Podemos dizer (fazer) tudo o que quisermos (Q).
 Para que se saiba o que as pessoas dizem (Q).
 Não ter medo de falar de outra pess9a (Q).
 Para melhorar o país (Q).
 Sem a liberdade de expressão não seria uma democracia.
 Para nos podermos exprimir livremente.
 É a República.
*Se a resposta do sujeito reflectir somente uma ideia geral, solicitar uma segunda resposta. Pode alterar-se o
enunciado, dizendo: (*) "Diz-me uma outra razão porque a liberdade de expressão é importante numa
democracia."

14. Porque é que se deve manter uma promessa feita?


Ideia geral: Consciência de que uma promessa é a base da confiança recíproca ou tem o estatuto de um
contrato implícito.
2 pontos: Uma resposta que é uma generalização correcta, geralmente formulada em termos
abstractos, ou uma afirmação que põe ênfase na importância de manter a confiança do
outro.
 O nosso sistema social baseia-se na fé nas palavras (nos actos).
 Para uma pessoa manter a sua dignidade (integridade).
 Para respeitar os compromissos tomados (as responsabilidades assumidas).
 O acordo entre duas pessoas é uma espécie de um contrato que deve ser honrado.
 Uma promessa é a nossa palavra de honra.
 Uma promessa é como um juramento (que devemos respeitar).
 Para ser uma pessoa honesta (honrada).
 Para ser uma pessoa de palavra. Senão, a nossa palavra nada valeria.
 Para que as pessoas possam confiar em nós. É a base da confiança.

64
 É um dever para com o outro.
1 ponto: Uma afirmação mais vaga, indicando uma vantagem específica, geralmente para uma das
pessoas, ou a ideia de provocar decepção no outro
 Por lealdade (Q).
 É uma questão de moral (consciência, carácter) (Q).
 Se não a cumprirmos, o outro deixa de acreditar em nós.
 Porque se alguém não mantém uma promessa, os outros não podem acreditar nela.
 As pessoas estão a contar connosco.
 Por respeito aos outros.
 Demos a nossa palavra.
 Demonstra que estamos a falar com seriedade.
 Porque se desfizermos a promessa pode prejudicar outras pessoas.
 Para não magoar os sentimentos de outra pessoa.
 Para não causar sofrimento (tristeza, ofensa).
 Para não nos sentirmos mal connosco.
 Pela boa reputação pessoal.
0 pontos:
 Não estaria certo (Q).
 É a nossa palavra (Q).
 O prometido é devido (Q).
 Para não perdermos os nossos amigos.
 Para as outras pessoas ficarem nossas amigas.
 Porque é um dever (tem de se cumprir).
 Alguém podia ficar zangado.
 Senão mentimos.
 Para nos portarmos bem.
 Para não sermos castigados.
 Para guardar o segredo.
 Deus castiga.
 Seria pecado.

*15. Para que é que temos deputados na Assembleia da República?


Ideia geral: Consciência de que os deputados participam no processo legislativo (isto é, fazem as leis,
votam projectos de lei, etc.), ou na discussão de assuntos com relevância para o país.
 Para debater (discutir, votar) projectos de lei do governo (partidos políticos).
 Para discutir assuntos (problemas, direitos e deveres) da população (do povo, do país).
 Para que tomem decisões no tocante a leis.
Ideia geral: Consciência de que representam (agem) como porta-vozes do povo.
 Representam-nos na Assembleia da República.
 Representam os habitantes de um país.
 Defendem (representam) os nossos interesses (direitos, ideias).
 As pessoas votaram neles para que ajudem a comunidade.
 Se houver algo de errado no nosso distrito, podemos escrever-lhes.
 Para que possamos dar a nossa opinião nalguns assuntos.
 Falam por nós.
Ideia geral: Consciência de que exercem uma função de moderação e equilíbrio e tornam o governo
responsável perante o povo.
 É necessário que alguém fiscalize o governo.
 Para que as decisões importantes sejam tomadas por muitas pessoas, e não apenas por uma.
 Os Deputados impedem que o governo se torne demasiado poderoso.
 Para que se possa mudar de Primeiro Ministro (governo) se este fizer algo de errado.
 Para que o Primeiro Ministro não se torne num ditador.

65
Ideia geral: Consciência de que representam todas as partes do país.
 Para representar as pessoas das diferentes partes do país.
 Para que todos os distritos estejam representados.
Ideia geral: Consciência de que a população é demasiado numerosa para se reunir toda.
 Para as pessoas não terem que votar de cada vez que se tem que tomar uma decisão.
 Se tudo tivesse que ser submetido a referendo, nada se faria.
2 ponto:
 Uma resposta reflectindo duas das ideias gerais.
1 ponto:
 Uma resposta reflectindo uma das ideias gerais.
0 pontos:
 Para as leis (Q).
 Para votarem (Q).
 Discutir problemas (Q).
 A população é demasiado grande (Q).
 Ajudam a tomar decisões (administrar o país) (Q).
 Para representar o país (a administração) (Q).
 Representam o país no estrangeiro (Q).
 Para decidir o que é melhor para o país (Q).
 Fazem com que o país seja um local melhor para se viver (Q).
 Ajudam o Primeiro Ministro (Q).
 Para ajudar o Presidente a tomar decisões (Q).
 Para defenderem a ideologia (projecto político, interesses) do seu partido.
 Para governar o país.
 Para resolver os problemas do país.
 Ajudam a manter ordem no país.
*Se a resposta do sujeito reflectir somente uma ideia geral solicita-se uma segunda resposta. Pode alterar-se
o enunciado, dizendo: (*) "Diz-me uma outra razão porque temos deputados na Assembleia da
República."

16. Porque é que se deve registar a patente de uma invenção?


Ideia geral: Protecção dos direitos de propriedade do inventor.
2 pontos:
 Para salvaguardar os direitos de autor.
 Para que ninguém possa copiar e dizer que é o inventor.
 Para mostrar bem (comprovar) que fomos nós que a inventámos.
 Porque as pessoas são obrigadas a obter a nossa autorização antes de a explorarem.
 Para que não nos roubem a propriedade.
1 ponto:
 Para saber quem a fez (Q).
 Para saber que isso já foi inventado.
 Para que ninguém possa copiar (imitar).
 Para o Estado manter um registo dos inventos.
 Para que seja oficializada.
 Para não voltar a fazer.
 Para vender a invenção.
 Para ganhar dinheiro.

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0 pontos:
 Para não haver concorrência (Q).
 Para ninguém poder usar (fabricar, vender, fazer) (Q).
 Para se ter acesso a uma nova invenção.
 Para a tomar conhecida de todas as pessoas.
 Para ser célebre (conhecido).
 Para a pessoa (invenção) ser conhecida.
 Para ficar marcada na História.
 Para ver se ela é útil ao consumidor.
 Para se saber como é que se faz.
 Para poder melhorar a invenção.
 Para que não seja perigoso.

17. O que é que este provérbio significa: Ninguém é bom juiz em causa própria.
Ideia geral: Dificuldade em ser imparcial (objectivo) em relação a si mesmo (condições, situações,
acontecimentos da sua vida).
2 pontos: Ideia abstracta ou generalização não baseada num único exemplo, ou uma interpretação
global e correcta do provérbio.
 Ninguém é justo (imparcial objectivo, neutro) quando acontecem coisas nas quais se está
envolvido.
 Não se consegue avaliar, correctamente, uma situação quando se está implicado nela.
 Ninguém consegue julgar-se a si mesmo com imparcialidade.
 É difícil avaliarmos com objectividade as nossas capacidades e limitações.
1 ponto: Afirmação vaga que indique compreensão do significado do provérbio; uma vantagem
particular (aproveitamento em benefício próprio); um exemplo adequado e concreto.
 Se nos julgarmos a nós mesmos podemos beneficiar-nos.
 Ninguém deve julgar aquilo que fez porque julga como mais lhe convém.
 Ninguém deve julgar-se numa situação que ocorreu consigo.
 As pessoas defendem-se a si próprias e pensam que têm sempre razão.
 Ninguém se julga bem a si próprio quando a sua reputação está em jogo.
0 pontos:
 Ninguém se julga bem a si próprio (Q).
 Ninguém é bom juiz para se defender a si próprio.
 Ninguém é bom juiz se for para resolver algum problema seu.
 Ninguém é bom juiz favorecendo o criminoso.
 O juiz não condena as pessoas por sua livre vontade.
 Ninguém faz coisas em causas próprias.
 Ninguém sabe o caso que outra pessoa tem.
 Ninguém deve falar de si.
 Porque não tirou o curso.

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18. O que é que este provérbio significa: Mais vale uma palavra antes que duas depois.
Ideia geral: Analisar e actuar atempadamente numa perspectiva de prevenção. É mais adequado prevenir
do que remediar (ou tentar amenizar as perdas, prejuízos, efeitos negativos já causados).
2 pontos: Ideia abstracta ou generalização não baseada num único exemplo, ou uma interpretação
global e correcta do provérbio.
 As pessoas devem dizer as coisas no momento certo (oportuno) e não quando já não vale a
pena.
 Devemos falar na altura própria quando ainda há algo a fazer.
 Dar opinião antes de ser tomada uma decisão e não depois, uma vez que já não se pode
voltar atrás.
 Prevenir a pessoa antes do problema surgir em vez de a confortar quando já não há nada a
fazer.
 Mais vale prevenir do que remediar.
 Mais vale a prevenção do que o arrependimento.
1 ponto: Afirmação vaga que indique compreensão do significado do provérbio; um exemplo
adequado.
 Mais vale avisar do que justificar-se depois (Q).
 Uma palavra antes sempre previne alguma coisa que possa acontecer depois.
 É melhor dar um conselho antes porque depois da pessoa fazer asneira já não vale a pena.
 É preferível dizer pouco e correcto, do que falar mais tarde mas já sem efeito.
 Mais vale um conselho antes do que um sermão depois.
 Mais vale avisar antes do que consolar (criticar, discutir) depois.
 Mais vale uma palavra antes de fazermos um erro do que duas depois para nos consolar.
0 pontos:
 Porque depois já pode ser tarde demais para a dizer (Q).
 Mais vale dizer uma palavra correcta do que duas incorrectas.
 Mais vale dizer uma palavra mais cedo do que duas depois porque podemos esquecer e assim
já dissemos alguma coisa.
 A primeira palavra é que conta.
 Uma palavra pode ter o significado de duas.
 Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar.
 Mais vale pouco e bom do que muito e mau.

Cotação máxima: 36 pontos

68
11. PESQUISA DE SÍMBOLOS

Administração da Parte A (Idades 6-7 anos)

Itens Exemplo
 Abrir o Caderno de Respostas na Parte A, diante do sujeito. Apontar para o primeiro Item Exemplo e
dizer:
“Olha bem para estes desenhos" (apontar, da esquerda para a direita do sujeito,
para todos os símbolos no Item Exemplo i).
 Apontar para o símbolo isolado na coluna da esquerda e dizer:
“Podemos encontrar este desenho neste conjunto de desenhos aqui" (apontar
para a série de três símbolos, da esquerda para a direita do sujeito).
 Apontar novamente para o símbolo na coluna da esquerda e dizer:
"Vês, este desenho aqui é igual a este desenho aqui (apontar para o símbolo
correspondente na série de três símbolos). Então, o que temos de fazer é pôr uma
cruz neste quadrado que diz SIM."
 Colocar uma cruz no quadrado SIM e dizer:
"Agora, olha bem para estes desenhos (apontar para todos os símbolos no Item
Exemplo ii). Este desenho (apontar para o símbolo isolado na coluna da esquerda)
não se encontra neste grupo aqui (apontar para a série de três símbolos, da
esquerda para a direita do sujeito). Então, desta vez, faço uma cruz no quadrado
que diz NÃO."
 Colocar uma cruz no quadrado NÃO e dizer:
"Então, o que vais fazer é pôr uma cruz no quadrado que diz SIM, se o
desenho (apontar para o símbolo isolado na coluna da esquerda) for igual a algum
destes desenhos aqui (apontar para a série de três símbolos). Vais pôr uma cruz
no quadrado que diz NÃO, se não houver nenhum desenho igual. Estás a
perceber?"

Itens Treino
 Apontar para os dois Itens Treino e dizer:
"Agora, faz tu estes aqui. Podes começar."
(As respostas a estes itens são SIM e NÃO, respectivamente).

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 Elogia-se cada Item Treino correctamente executado dizendo, por exemplo, "Sim", "Está Certo"
ou "Muito Bem". A seguir, dizer:
"Agora, já sabes como se faz."

Itens Teste
 Quando forem completados com êxito os Itens Treino, abrir o Caderno, de modo a que as páginas do
subteste fiquem expostas diante do sujeito. Dizer:
"Quando te disser para começares, vais fazer estes da mesma maneira.
Começas aqui (apontar para o primeiro Item Teste) e fazes o máximo que
conseguires. Quando acabares esta primeira página passas para a segunda, e a
seguir passas para a outra página (virar a página para mostrar rapidamente a
terceira página de itens ao sujeito). Continua a trabalhar até eu te dizer para
parares. Faz o mais depressa que conseguires, sem te enganares. Faz sempre
uns a seguir aos outros, sem saltares nenhum. A maior parte das pessoas não
os consegue fazer todos. Há um limite de tempo, então faz tantos quantos
conseguires, até eu te dizer para parares. Queres perguntar alguma coisa?"
 Dar uma explicação adicional, se necessário. Quando o sujeito estiver pronto, dizer:
"Estás pronto(a)? Podes começar."
 Não dar mais ajuda, excepto, se for necessário, para lembrar ao sujeito que deve continuar até que
lhe seja dito para parar. Ao fim de 120 segundos, dizer:
"Vamos parar aqui."

Administração da Parte B (Idades 8-16 anos)

Itens Exemplo
 Colocar o Caderno de Respostas diante do sujeito, aberto nos Itens Exemplo para a Parte B. Apontar
para o primeiro exemplo e dizer:
"Olha para estes desenhos (apontar para todos os símbolos no Item Exemplo i, da
esquerda para a direita do sujeito). Um destes desenhos (apontar, da esquerda para
a direita do sujeito, para os dois símbolos isolados na coluna da esquerda)
encontra-se neste grupo de desenhos aqui" (apontar para a série de cinco
símbolos, da esquerda para a direita do sujeito).
 Apontar para o símbolo da coluna da esquerda, que se repete na série de cinco símbolos, e dizer:
"Vês, este desenho aqui é o mesmo que este desenho aqui (mostrar o símbolo
idêntico na série de cinco símbolos). Então, ponho uma cruz no quadrado do
SIM (colocar uma cruz na casa SIM), estás a ver?"

70
 Apontar para todos os símbolos do Item Exemplo ii, da esquerda para a direita do sujeito, e dizer:
"Agora, olha bem para estes desenhos. Nenhum destes dois desenhos (apontar,
da esquerda para a direita do sujeito, para os dois símbolos isolados na coluna da
esquerda) se encontra neste grupo aqui (mostrar a série de cinco símbolos, da
esquerda para a direita do sujeito). Então ponho uma cruz no quadrado do NÃO
(colocar uma cruz na casa NÃO), estás a ver?"
 Mostrar os dois símbolos isolados na coluna da esquerda e dizer:
"Tens que marcar no quadrado do SIM se houver um desenho aqui (apontar
para os símbolos isolados) que seja igual a qualquer um destes aqui (mostrar a
série de cinco símbolos) e marcar no quadrado do NÃO se nenhum deles for
igual. Estás a perceber?"

Itens Treino
 Apontar para os dois Itens Treino e dizer:
"Agora, faz tu estes aqui. Podes começar."
(As respostas a estes itens são SIM e NÃO, respectivamente.)
 Elogia-se cada Item Treino correctamente executado, dizendo, por exemplo, "Sim", "Está Certo"
ou "Muito Bem". A seguir dizer:
"Agora, já sabes como se faz."

Itens Teste
 Quando o sujeito tiver terminado com êxito os Itens Treino, abrir o Caderno de modo a que as
páginas do subteste fiquem expostas diante dele. Dizer:
"Quando te disser para começares, vais fazer estes da mesma maneira.
Começas aqui (apontar para o primeiro Item Teste) e fazes o máximo que
conseguires. Quando acabares esta primeira página passas para a segunda, e a
seguir passas para a outra página (virar a página para mostrar rapidamente a
terceira página de itens ao sujeito). Continua a trabalhar até eu te dizer para
parares. Faz o mais depressa que conseguires, sem te enganares. Faz sempre
uns a seguir aos outros, sem saltares nenhum. A maior parte das pessoas não
os consegue fazer todos. Há um limite de tempo, então faz tantos quantos
conseguires, até eu te dizer para parares. Queres perguntar alguma coisa?"
 Dar uma explicação adicional, se necessário. Quando o sujeito estiver pronto, dizer:
"Estás pronto(a)? Podes começar."

71
 Não dar mais ajuda, excepto, se for necessário, para lembrar ao sujeito que deve continuar até que
lhe seja dito para parar. Ao fim de 120 segundos, dizer:
"Vamos parar aqui."

Cotação máxima para Pesquisa de Símbolos A: 45 pontos

Cotação máxima para Pesquisa de Símbolos B: 45 pontos

72
12. MEMÓRIA DE DÍGITOS

Administração – Dígitos em Sentido Directo

6-16 ANOS

 Começar com o Ensaio 1 do Item 1. Dizer:


"Vou dizer-te alguns números. Ouve com atenção e quando eu acabar repete-
os exactamente como eu disse."

Item Ensaio 1 Ensaio 2

1. 2-9 4–6
2. 3–8–6 6–1–2
3. 3–4–1–7 6–1–5–8
4. 8–4–2–3–9 5–2–1–8–6
5. 3–8–9–1–7–4 7–9–6–4–8–3
6. 5–1–7–4–2–3–8 9–8–5–2–1–6–3
7. 1–6–4–5–9–7–6–3 2–9–7–6–3–1–5–4
8. 5–3–8–7–1–2–4–6-9 4–2–6–9–1–7–8–3-5

Administração – Dígitos em Sentido Inverso

6-16 ANOS

Item Exemplo
 Começar os Dígitos em Sentido Inverso com o seguinte Item Exemplo. Dizer:
"Agora, vou dizer-te mais números, mas desta vez, quando eu parar, quero
que os digas em sentido contrário. Por exemplo, se eu disser 8-2, o que é que tu
dizes?"
 Se o sujeito responder correctamente (2-8), dizer:
"Muito bem. É isso mesmo."

73
Itens Teste

Item Ensaio 1 Ensaio 2

1. 2-5 6–3
2. 5–7–4 2–5–9
3. 7–2–9–6 8–4–9–3
4. 4–1–3–5–7 9–7–8–5–2
5. 1–6–5–2–9–8 3–6–7–1–9–4
6. 8–5–9–2–3–4–2 4–5–7–9–2–8–1
7. 6–9–1–6–3–2–5–8 3–1–7–9–5–4–8–2

Cotação máxima para os Dígitos em Sentido Directo: 16 pontos

Cotação máxima para os Dígitos em Sentido Inverso: 14 pontos

Cotação máxima para o subteste: 30 pontos

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13. LABIRINTOS

Administração dos itens

6-7 ANOS

Labirinto Exemplo
 O Labirinto Exemplo encontra-se impresso na primeira página do Caderno de Respostas. Colocar o
Labirinto Exemplo diante da criança de modo a que a figura central esteja correctamente orientada
para ela. Demonstrar o Item Exemplo apontando para a rapariga no centro do quadrado. Dizer:
“Vês esta rapariga aqui no meio? Ela quer sair para a rua (apontar). Vou
mostrar-te como é que ela pode sair sem ficar presa. Olha como eu faço.”
 Fazer a demonstração, começando a partir de qualquer ponto no interior do quadrado central. Ao
chegar à entrada do primeiro “caminho sem saída”, fazer uma pausa (sem levantar o lápis), apontar
para o “caminho sem saída”, e dizer:
“Não é por aqui. Vês, ficava presa se fosse por este caminho. O caminho não
tem saída. Não podes atravessar a parede, pois não? (apontar). Por isso, tem
que ir por este caminho para sair.”

Labirinto 1 (Tempo limite: 30 segundos)


 Após a demonstração, dar o lápis à criança. Abrir o Caderno de Respostas no Labirinto 1 e dobrar as
páginas para trás de modo a que fique exposta apenas uma página. Apontar para o Labirinto 1 e
dizer:
“Vamos ver se tu consegues sair deste.”
 Apontar para o rapaz no quadrado central e dizer:
“Começa aqui e traça com o lápis o caminho que deves tomar, sem te
enganares. Não levantes o lápis do papel antes de acabares. Podes começar.”

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Labirinto 2 (Tempo limite: 30 segundos)
 Colocar o Caderno de Respostas diante da criança com as páginas dobradas para trás de modo a que
fique exposta somente a página com o Labirinto 2. Apontar para o Labirinto 2 e dizer:
“Agora, tenta fazer este.”
 Apontar para a rapariga no quadrado central e dizer:
“Começa aqui e procura o caminho de saída. Tem cuidado para não te
enganares. Podes começar.”

Labirinto 3 (Tempo limite: 30 segundos)


 Colocar o Caderno de Respostas diante da criança, com as páginas dobradas para trás de modo a que
fique exposta somente a página onde se encontra o Labirinto 3. Apontar para o Labirinto 3 e dizer:
“Agora, tenta fazer este.”
 Apontar para o rapaz no quadrado central e dizer:
“Começa aqui onde está o rapaz e procura o caminho de saída, sem te
enganares. Podes começar.”

Labirinto 4 (Tempo limite: 30 segundos)


 Colocar o Caderno de Respostas diante da criança, com as páginas dobradas para trás de modo a que
fique exposta somente a página em que se encontra o Labirinto 4. Apontar para a rapariga no
quadrado central e dizer:
“Começa aqui e procura o caminho de saída. Podes começar.”

8-16 ANOS
Nota: As instruções do Labirinto 4 para sujeitos que começam com este item são as que se seguem, pois
diferem das instruções já dadas para os sujeitos mais novos.

Labirinto 4 (Tempo limite: 30 segundos)


 Abrir o Caderno de Respostas na página do Labirinto 4 e dobrar as páginas para trás de modo a que
fique exposta somente esta página. Colocar o caderno diante da criança de modo a que a figura
central fique bem orientada para ela. Apontar para o Labirinto 4 e dizer:
“Isto é um labirinto. Deves começar aqui (apontar para a rapariga) e procurar o
caminho para sair por aqui (apontar para a saída), sem passar por caminhos
errados, nem cortar nenhuma linha. Faz o melhor que conseguires e não
entres em “caminhos sem saída”. Não entres em caminhos fechados.
Percebeste bem?”

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 Se a criança não tiver perguntas a fazer, dar-lhe o lápis e dizer:
“Muito bem. Começas aqui (apontar para a rapariga) e procuras o caminho de
saída. Não levantes o lápis do papel antes de teres acabado. Podes começar.”

Labirinto 5-10
 Em cada labirinto, apontar para a rapariga ou para o rapaz no quadrado central e dizer:
“Agora começa aqui e procura o caminho de saída. Podes começar.”
(Estas instruções podem ser abreviadas quando o sujeito já tiver compreendido o objectivo da
tarefa).

Cotação máxima: 28 pontos

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