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HARPA DE SIÃO

COLEÇÃO DE CÂNTICOS SAGRADOS PARA UMA


OU MAIS VOZES COM ACOMPANHAMENTO
DO HARMÔNIO OU DO ÓRGÃO

*
ORGANIZADA POR

JOÃO BATISTA LEHMANN


SACERDOTE DA CONGREGAÇÃO DO VERBO DIVINO

*
APROVADA PELA COMISSÃ O ARQ UIDIOCESANA DE MOSICA SACRA
DO RIO DE JANEIRO, E COM LICENÇA DOS SUPERIORES

*
PARTITURA

IV EDIÇÃO ACURADA

EDITÔRA: "LAR CATÓLICO"


JUIZ DE FORA

M INAS GERAIS

19 6 1
Aprovação.

" Harpa de Sião" é intitulada uma coleção de cânticos reliçiiosos,


organizada pelo R. Padre João Batista Lehmann, da Congregação do
Verbo Divino. Quer nos parecer que a obra em questão será destinada a
prestar grande serviço aos coros das nossas igrejas, qu e geralmente lu-
tam com dificuldade na orqanização de repe rtórios adequados às várias
festas do ano eclesiástico. Não só aprovamos a obra oportuníssima e uti-
líssima como também a recomendamos ao Revmo. Clero, fazendo votos
pela mais ampla d ivulgação da mesma em nossa Arqu idiocese.

Mariana, 1. de M aio de 1923.


t Helvécio
Arce bispo

lmprimatur
Juiz de Fora, 22 de Novembro de 1922

P. Leopoldo Pfad.
Superior Provincial

lmprimatur. Nihil obstat. Imprimi potest.


R io, 1 de Julho de 1927 Rio, 1 de Julho de 1927 Juiz de Fora, die 4. Julii 1927

Mons. Rosalvo Costa Rego Padre João Baptiste de Siqueira Ludovicus Koster, S. V. D.
Vigário Geral da Comissão de Música Sacra da Sup. Provincialis.
Arquidiocese do Rio de Janeiro.
Prefácio.

E inegável que os nossos coros sentem grande falta de um repertório de boas mú-
sicas, que, obedecendo igualmente às prescrições da Igreja e do bom gôsto artístico, este-
jam ao mesmo tempo adequadas às ci rcunstâncias, em q ue êsses mesmos coros se acham,
dispondo geralmente de poucos elementos. Quem conhece um pouco as condições, em que
gera lmente se acha a música sacra nas paróquias do Interior, deverá estar de acôrdo com
o qu e aqui ficou dito. Músicos q ue tenham competência para escrever música sacra boa e
d igna não os há muitos. M ais ra ros ainda são os coros, que com vantagem possam execu-
tar músicas clássicas, antigas e mode rnas. Coleções d e cânticos sagrados, que existem, ou
não estão de acôrdo com o espírito que a lg reja com tôda a razão quer que os domine,
ou sua aquisição é dificílima, devido ao pre~o mui elevado, ou a inda não se recomenda m
porque não acerta m com o sentimento do nosso povo. Já temos as nossas tradições tam-
bém na música sacra popular. t verd ade, q ue há cânticos, muito popularizados, que me-
lhor não deviam ter achado entrada na s igrejas. São algumas melodias estrangeiras, cuja
procedência às vêzes é muito duvidosa e que não aguentam a sã cr ítica . (P. e. me lod ias
popularizados de : "Com mi nha mãe estarei " - "Queremos a Maria" - "Sem tardar" - " Eis
que está Jesus no altar" - " N este mês d e a le gria", etc.) Mas outras há, genuinamente bra-
sileiras, melodias simples, si ngelas, belíssimas porém, por t erem seu b erço na a lma crente
do povo. São a expressão nítida e eloquente da fé, q ue f elizment e existe bem arraigada
nas famílias da cidade e do campo. N enhuma dúvida t ivemos em enfeixá-las nesta coleção,
certos que terão grata ace itação. O nosso povo não dispensa o mês de Ma ria, e não há
nada, que lh e tire a Coroação da imagem de N . Sra. e a s p rocissões. São coisas que fazem
parte ind ispensável do patrimô nio da tradição religiosa de nosso país. Há um ma l nis-
so? t um mal, que nestas ocasiões, a alma do povo em seus sentimentos se expandia ju-
bilosa e contente? t reprovável qu e seus cân tices então d estoem das toa das quotidianas e
costumeiras ? Q uer nos parecer que não. Foi por isso qu e adicionamos um apêndice, em
q ue fi g uram câ nticos mais p róprio s para tais solenidades extra-litúrgicas. A coleção se
.::o mpõe de mais de duzentos números. t provável, q ue aquêles, que d esejam manter uma
nota mais ri gorista nesta matéria, encontrem ainda assim núme ro não pequ eno de câ nti-
cos d o seu agrado.
Que o nosso humilde trabal ho contribua para o abr il ha nta me nto do cu lto divino nas
nossas igrejas b em com o para a ed ificação dos fi éis, é nosso dese jo.

Juiz de Fora, na festa de Santa Cecília, de 1922.

O autor
Prefácio da segunda edição.

Não foi sem algum receio que em 1922 publicamos a " Harpa d e Sião", receio que nos parecia
bem fundado, porque o nosso trabalho se apresentava bem d iferente de outras coleções de cânticos
já existentes. Entretanto, foram tantas e tão valiosas as apreciações da nossa humilde obra, que não
duvidamos mais do agrado em que ela incorreu . A " Harpa de Sião" é hoje va ntajosamente conheci-
da em todo o Brasil, e não se passa um só dia sem que cheguem novas encomendas.
Muitos pedidos recebemos (entre êstes de diversos Prelados), para .uma seg unda edição, pu-
b li car mais êste, mais aquêle can to. Outros reclamam ainda músicas próprias e festi vas para novenas,
ladainhas, etc.
Como se trata de um livro, cuja aquisição acarreta despesa maior, para não onerar muito o
cofre dos coros, resolvemos reeditá- lo sem outras maiores modificações a não serem uns ligeiros re-
toques necessários, no texto e no acompanhamento. Desta maneira, não ficarão prejudicados os co-
ros que já possuem um exemplar da 1lil ed ição. Para sati sfazer os justos desejos manifestados por
muitos vigários, regen tes de côro, etc. a dicionamo s um SU PLEMENTO, em que é encontrado o que fal-
tou na 1lil ed ição, observando-se a mesma ordem indicada no decurso do ano eclesiástico. No fim
do Suplemento vão as NOVENAS. As novenas, como se fazem no Brasil, já tom aram um fe itio tão
peculiar, que na música estrangeira não se encontra a lgo de adaptáve l aos nossos fins. Sendo as no-
venas consideradas funções extra-litúrgicas, celebradas quase sempre com grande so lenidade, a música
se amolda a esta circunstância, e sa i um tanto de sua re serva habitua l e austera. Foi justame nte no
gênero de música das novenas que a arte musica l e seus cu ltivadores nem sempre so uberam manter-
se na linha da compostura religiosa, e do rico material, que tivemos à disposição, pouca cousa, quase
nada pudemos aproveitar. Vimo~nos, portanto em perplexidade não pequena. De um lado queren-
do poupar o sentimento de povo, que para as suas novenas deseja ter uma música mais so lene e su-
gesti va; de outro lado, devendo observar o decôro musica l e a s justíssimas exigências, que a Igreja
faz no tocante à música não nos pareceu ta refa tão fá cil que p udéssemos prescindir da opin ião e dos
conselhos de pessoas competentes na matéria. As músicas de novenas, contidas no Suplemento, ou
são composições originais ou adaptações de composições nacionais, entre estas algumas muito conhe-
cidas nos centros religiosos de Minas Gerais.
Outro ponto a que ligamos muita importância na confecção do Suplemento, aproveitar o mai s
possível cânticos rel igiosos nacionais, novos e antigos. Podem êles não ser t odos obras de arte, mas
são propriedade do povo, e quase todos mu ito expressivos, piedosos e edificantes. O canto oficia l e
litúrgico é, e será sempre o canto-chão. l:ste é sag rodo e intangível. Mas o povo quer tam bém canta r
em sua língua, quer louvar a Deus com suas toadas, q ue são a interpretação fiel do seu se ntimento
íntimo. Adaptações de músicas estrangeiras, por mais perfeitas que sejam, raras vêzes acertam com
o caráter do nosso povo. Como os povos, em se us traços característicos, diferem tanto como as suas
respectivas línguas, natural é, que também na mús ica tenham seu modo particular de expressão. Da í
a grande diferença que existe entre os cân ticos populares religiosos franceses e alemães, ita lianos e
inglêses, portuguêses e poloneses. Ta mbém o brasi leira tem seu modo de cantar e por sina l, bem dife-
rente de qualquer outra nação (excetuando a portuguêsa). Está no seu direito. Seus cân ticos são tão
belos como os de outras nacionalidad es. São orações também e, como tais sobem ao céu. Cumpre
cultivar e conservar o canto religioso popular. Foi com êste intuito que inserimos mu itos cânticos dês-
te gênero.
Resta -nos agradecer aos nossos bons amigos que nos a judaram com seus bons conselhos e sua
preciosa colaboração.

Rio de Janeiro, ;unho de 1927.

O A utor

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APRESENTANDO A 111 EDICÃO ~

Há dez anos exatam ente, da Europa nos v ieram as últimas pro-


vas da Ili ed ição da " Harpa de Sião" e contávamos com a ce rteza de
em 1941 a podermos a nunciar e apresentar aos coros qu e a quizessem
adquirir. Tai, porém, não foi possível. Os horizontes do céu político da
Europa se anuviaram, veio a guerra e t ornou-se irrealizável o nosso de-
se jo. O trab a lho todo se perdeu. A " Harpa de Sião", que ho je reapare-
ce, embora t odos imediatamente a reconheçam, revela não poucas mo-
dificações, a nosso ver, melhoramentos. Os cantos são precedidos de pre-
lúdios e seguidos de cadências finais, a lteração esta que não dei xará de
ter o agrado dos organistas. Outra novidade seria notada na redução
que se fêz das estrofes, à uma só, à primeira; isto para poupar espaço,
uma vez que aos prelúdios e postlúdios foi preciso dar lugar. No mais,
sa lvo pequenas correções no t exto e no acompanhamento, tudo ficou
como estava. Com o aparecimento da " Hosa na ", livro de Cantos sa cros;
oficializado na Arquidiocese do Rio de Janeiro, tornaram-se inevitáveis
a lgumas modificações tamb ém no texto.
Entregando esta nova edição ao público, nutrimos a esperança de
a " Harpa d e Sião" bem afinada como julga mos qu e se ja continue com
as suas vibrações puras, serena s e religiosas, a elevar e a nobilitar cada
vez mais a música sacra em nosso meio, para a maior g lória d e Deus e
para o bem das almas.
Rio d e Joneiro, em outubro de 1950.

O Autor

IMPRIMI POTEST
Câmara Eclesiá stica de
Juiz de Fora, 13/2/1953
Mons. José Ferrer
Vigário Geral

IMPRIMATU R NIHIL OBSTAT


Ju iz de Fora, 12 de fevereiro de 1953 Juiz de Fora, 12/2/1953
Pe. Frederico Helmel Pe. José Maria
Superior Provincial Libr. Censor
APRESENTANDO A QUARTA EDIÇÃO

Entregamos ao público mais uma edição desta obra


imperecível do saudoso Pe. João Batista Lehmann S. V. D.
Vem ela acrescida, em apêndice, de oito cânticos de Natal,
da Missa de Schubert e da Missa em honra da Santíssima
Trindade da autoria do também saudoso Padre Jorge
Braun S. V. D.

Esperamos que a HARPA DE SIÃO, assim como se


apresen ta, venha contribuir para "o abrilhantamento do
culto divino nas nossas igrejas, bem como para a edificação
dos fiéis" consoante desejo de seu autor .

• A EDITôRA
1. Advento.

No. 1. Rorate~ creli, desuper.

o di _ a,

ju stum!
f est rofes
No. 2. Um anjo, á Virgem santa.

Mo de rato

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O~n _ fe r_n~a te r_ ra~o s
No. 3. Oh! vinde emfim.
Andante

Oh, vindeemfime . ter. no Deus,des _ ce1, des _ cei dos aL tos céus !DeL xa.i
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ter_raes_pe_r~a sal.va.çào.

No. 4. Creator alme siderum .

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No. 5. Depressa acordai!

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No. 6. A flor anunciada.

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No. 7. Que f P,}izes hoje somos.


Con moto Melodia alemã .
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fo _ mos, Quiz nas. cer na mes . ma lei.

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ti . dã 0 fi el ein fi n da, O Se . nhor, vin _ da!

Gló ria.a Je . s~s, o •11 <J \


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No. 8. Noite feliz!


Fran cisco G ruber
Andante ( 1787-1863 )

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No. 9. Ao Bom Jesús saudemos.


Canto de 1599.

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No. 10. Nasceu-no.s um menino.

Melodia do séc. 17
Moderato.

Nas _ ceu -n os um me _ ni no Na gru _t a de Be . tem , Tão do _ c~_,e p e _ que _

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No. 11.. Adeste, fideles t

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No. 12. Sejas, o Jesús bemvindo.

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Andante espressivo.

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111. Nome de Jesús.
No. 13. Viva Jesús !
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No. 14. Lnd&inha do. SS. Nome de J esús. *
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Devocionário Dioces. de M uenster.


DUO.

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e Ié _ i _ son,
Ié _ i _ son,

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16. Jesu, ama tor ca . sti t.á
17. Jesu, ......... . .. . má_ tor no st_er,
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18. Je - - su, De - us pá CIS, mi . se ré re no . bis.
19. Je . - su, au _ ctor VI tre,
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21. Jesu, zelátor a . ni . ma .


22. Jesu,
23. Jesu, re
. ... . .. ..... De
fÚ gium
us no
no
. nm,
ster,
strum, mi . se . re .
. re no - bis .
24 . Jesu, . .. .. .. . pa ter páu perum,
25. Jesu, the. sáu _ rus fi . dé - Hum,

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26. Jesu, .............. .. bo - ne pa .


27. Je s u, lu x
en - tia re .
ve - ''º''
ra,
28. Jesu,
29. Jesu,
sapi
bónit s
.
in - fi
te

- na,
ta,
mi - se - re re no - bis.
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30.. .fesu, via et vi ta - no - stra,

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31. Jesu, gau - di - um An ge - ló - rum,!


32. Jesu, ............ ........ .. rex Pa _ t r i ar - chá - rum,
mi - se - re - re no - bis.
33. Jesu, magi -
ster A po . sto ló . rum,
34. Jesu, doctor E . va.n _ g e • li - stá - rum,
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35. Jesu, ... ............. .. for_ ti - tú - do Már - ty. rum,
36. Jesu, ...................... lu . men Con. fes - so _ r um ,
37. Je su pu - ri - tas Vír - g i . num,
mi - se re - re no - bis .
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38. Jesu coro na San.ctó. rum o - mnLum,
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39.Pro. pi ti us e sto:
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Par - ce no
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bis,
di nos,
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40. Pro _ pi ti U!" e Ex - - 1

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DUO . CORO . DUO.

45.A spíritu forni _ ca. _ ti _ Ó


nis, ~
Je _ su. 46.A ... ........... .......................... mor _ te per _ pé tua,
47.A neglectu inspira.ti _ ó _ num tu_ á _ rum,

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Li _ be _ ra nos , Je - su .
48 . Per mysterium sa.nctre incarna.ti
49 . Per nativi -
50. Per in - -
- - - - - tá - tem
- - - - fá.n _ tiam
- o - nis tu
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am,
51 . Per divinissimam .... .... .............................. vi - tam tu - a.m,
,., 52. Per la . - - - bó - res tu - os,

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CÔRO. DUO.

53.Per a.goníam et pa.ssi o nem tu a. m,


64.Per crucem et derelicti o _ nem tu a.m,
~e • ra. nos, Je _ su. 55.Per lan _ guó res tu os,
56. Per mortem et sepul tu _ ram tu am ,

CÔRO.

Per resur _
Per as _
Per Sanctissimre Eucha.ristire instituti _ ó _ nem
_ re _cti _ ó_ nem
_ cen. si _ó. nem

Per . ............ ........................................................... gá.u.di . a.


tu
tu
tu
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a.m,
am,
a,
l Li _ be . ra nos , Je _ su.

Per ........ .. ........ ........................................................ glo. ri_ am tu am,


17

CÔRO.

mun di, Par . ce no. bis, Je . s u.

CORO.

ca . ta mun di. Ex • au di nos, Je su.

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Agnus Dei, qui tollis pec . ca - ta mun - di, mi . se . re. re no - bis , Je su.

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Je . su, au . di nos. Je - su, ex - au - di nos.

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JV. Quaresma.
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No. 15. Oh! face amortecida.


MP.lodi a d o séc. 12
Andante

Oh! fa_cea.mor. te . ci da De fu . ne . ra _ ria côr, o

Vêr - vos tão sem vi da, Pro _ duz i . men . sa dôr . Oh' fa _ cei
_. • lu . mi _

• na da Ou . tro _ r a de fui . gor, A . g o . ra. des • bo . ta da, Qual

des. pre . ia . da flôr


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No. 16. Ai 1 de mim, pelo pecado.

Dev. Dioces. de Treves.

Ai! de mim, pe lo pe _ ca _ do Sem meu Deus, sem pa i fi _ quei. Céus, oh! céus que

des _vai _ ra _ do! Que fiz eu?Quan _ to pe_ quei? D'e _ le o san_ gue sa _cro_ san _ to

Mui. tas ve. zes der_ ra_mei ! A mim mes_ mo caus~espan _ to! Que fiz eu?Quan _ to pe_q uei !
3 estrofes
20

No.- 17. Perdão meu Jesús !

Dos,,Cânticos Sagrados:·

Per . dão, meu Je '


. --
sus. Per . dão, Deus de a . mor! _ _ Per _

. dão, Deus ele . men te, Per dão, meu Se nhor! _ _ Per _

.dão, Deus ele . men te, Per dão, meu nhor! _ _ _


21

No. 18. Jesús no horto das Oliveiras.

Devocionário Dioces de Paderborn

Quan . d~u no hor _ to ro ga "ª· a meu Pai su . ph ca va,

Chei . o de~an . gus tias su a va, R.i . os de san _ gue por ti.

.,
A l. si a_ ma _ do a s _ s im 'fu t~sque _ ce _ res de mi m! bom Je 6
/":'.

bom Je • Cor _ dei • ro I • ma . cu la do, Por t u _ a pai _ xão e

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22

cruz Ten deem m1rn " - gra Ten.deem mim a . gra do!
(J est-rofes

P. L. K .' (S. V. D. )

No. 19. A morrer crucificarlo. (V ia sacra .)

f:iint1cos esp1r1tua1s F. T. D.
A mor _

_ rer cru . c1 fi ca . do Teu J t: su ~ e co n.dc . na 110. Por teus c ri . mes, pe . ca, .

. dor , Porteu~ ~r i . mes, pe. ca . dor


15 estrofes

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23

No. 20. A Jesús crucificado.

Melodia alemã

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~=~ 1 ~ - li - - - - li
E meuBem e meu A- ma_ .
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24

No. 2 l. Da bendita cruz.


Dom josé Seb. Netto,
Patriarca de Lisboa .

Vi va Je _ sus!

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Vi - va su. a cruz!

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25

SEMANA SANTA.*>

No. 22. Christus factus est.


(Para 4 vozes desiguais.)

Soprano.
Alto.
bis o _ be di _

Tenor.
Baixo.
===-mf ::::::=- f

Na Sexta- Feira se acrescent;

No Sabado de Alleluia:
Con moto.

Pro _ pter quod et De _ us

mf

de _ d it il - li no _ _ men, quod est su _ per o _ mne no _ men.

:::::=-
•)Aviso aos Córos: Existe a "Semana Santa" toda musicadai_.(em volume de 113 páginas) de autoria do P. Joã-0 B ap;!s-a L:::-
mann S.V. D. -Pedidos à Administração d.o "Lar Católico" - Juiz de Fóra-Minas.
QUINTA FEIRA SANTA.
No. 23 . . Lava-pés.
(Para 4 vozes. )
Moderato.

ut
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Tenor.
Baixo.

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f R epete do princípio até o Fim.

SEXTA FEIRA SANTA. Adoração da Cruz.


O ce lebra11tedescobreoaltodaCruz,e ca 11trtciAntifo11ti : "Ecce l ignu m Crucis, in quo salus mun d i p ependit''. O
côro res po nde :
Andante. No . 24. Venite, adoremus. P.]. B .L.
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Ve_ nL te, ad_ o _ ré_mus,Ve_ nL te, ad _o _ re_mu s,Ve_ ní _te, ad _o_ re_mus,Ve_ n í te .
Tenor.
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Baixo. V
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O mesmo é cantado três vezes, cada vez num tom mais elevado, i. é em mib, emfa e em sol.
No. 25. Popule meus.

Andante'.
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Alto .
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28

No. 26. Crux ave benedicta. ,

1. Crux a ve ne - cta, Per te mors est de - ví


2. Tu ár bo - rum_ re - gi na, Sa lú - tis me - di - cí
3. o sa cro _ sán - e tum li gnum, Tu vi - tre no - strre si
4 . Dum cru eis ni - mí cos Vo - ca - bis et a - mí

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ln te_ pe _ pén dit De - us, Rex et Sal _ va - tor me - - us .
- so - es_ le _
2._ na, Pres rum va - men, Et tri - sti - um so - lá - - men.
3._gnum, Tu . lí - sti fru - ctum Je - sum, De . vo - tae mon - tis e - - sum.
4. _cos, o Je - su Fi - li De - i, Sis, o - ro, me - mor me - - i.

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No. 27. Crux ave benedicta.


<Para 3 vozes iguais.)
Com expressão.
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1. Crux a ve be ne - cta, Per


Sa _
te mors
me_ di - cí
ví -
2. Tu ar bo - rum re - gí - na, Iú tis
3. o sa - cro _ san - ctum li g num, Tu vi - tre no _ strre si -
4. Dum cru - eis ni - mi - cos Vo _ ca - bis et , a - mí -
29

_e ta,ln te_ pe - pen - dit us, R ex et Sal _ va - tor - us.


_ na, Pres _ só rum es_ !e - va men, Et trí - sti um so - _men.
_gnum,Tu - lí
_cos, o Je
s ti fru -
s u , Fi -
etum
11
Je
De
su m, De
i, Sis,
- vo - tcc men - tu;
o ro, me - mor
e _ sum .
me - - !.

No. 28. O crux, ave.


Andante.

Hoc Pas _ !' 1


col la u _ dc t

tem po re: Pi is ad au ge
spí ri tus: Qu i bus cru eis vi

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1. grá - ti - am, Re - ís _ que de - !e cri mi - na.
2 ..ct o - ri - am Lar - gí _ris a.d - de prre mi - um.

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·No. 29. Miserere (Psalmo SO)A.

1. Mi _ se _ ré re me_ i, De_ us, • sécundum magnam mise_ ri_ cór_diam tu _ am .


2. E t se_ cúndum multitudi _
n@m misera_ ti ó_numtu_:i._ rum, fl deleini qui _ tá_tem me_ am.
3. Am_p!L us l ava me ab ini _ qui _ tá_ te me _ a: fl e t a peccá _ to me_ o munda me.
4 . Quo_ ni _ am iniquitátcm me_am e_ goco_gnó_ sco: • et peccátum meum con _ trame est sem_ per .
5. Ti _ bi soli peccávi, et maJum co_ ram te fe _ ci: • ut j ustificéris in sermóni _
b us tu is et vincas cum ju _ di _ cá _ ris.
6. Ec _ ce enim in ini qu i _ táti.bus concéptussum: • et in peccátis concépit me ma _ter me _ a.
7. Ec _cc enim veritá tem di _ le _ xi _ sti: fl incérta ct occúlta sapien _
tiae tuae manL fe _ stá_ sti mi _ hi .
8. A _s pér _ges me hyssó po, et mun _ dá_ bor: fl lavá.bis me, et super ni _ vem de _ ai _ há _ bor.
9. Au _d í _ tui meo dabisgaúdium et lae - ti_ tiam: fl et exsultábunt ossa hu _ mi_ li _ a _ ta.
10. A_ vér _t e fáciem tuam a pec _ cá _ tis me - is: fl et omnes iniqui tá tes me_ as de _ 1e.
11.Cormun _dum cre a i n me De _ us: fl et spíritum rectum ínno _
va in vi_scérLbus me _ is.
12. Ne pro _ jícias me-a . . fá - ci - e tu - a: fl et spíritu m sanctum tu um ne atife_ r as a me.
13. Red_de mihi laõtítiam sa _ lu tá - ris t u - i: fl et s píritu pr in ci _ páJiconfirmame.
14. Do_ cé _ bo ini quos vi - as tu - as: fl et ímpii ad ...... ........................te con _ver_tén _ tur .
15. Li_ be _ ra me de sanguíni _
bus, Deus, Deus sa !ti. _ tis me _ ae: fl et ex sultá.bit lingua mea ju _ stí _t iam tu _ am .
16. Dó _ mi _ ne, lábi a me _ aa. péri _ es: fl et os meum anunciá bit lau_dem tu _ a.m.
17.Quo_ ni _ a m si voluísses sacri.
fí cium de _ dís _ sem úti _ que: fl holocaústis .. ..non de_ le_ctábe_ ris.
18. Sa_cri _ ficium Deo spírituscon _ tr i _ bu _ la _ tus : fl cor contrítum, et hum ilia
19. Be_ ní _ gnc fac ,Dómine, in tum,De . us, non de_spíci_ es.
bona volunta._ te tu _ a Si _ on: fl ut aedificén _ tur mu_ri Je_r úsa_Jem.
20.Tuncac _ ceptábis sacrificium
justitiae, o·b Jatiónes ,et ho _ lo caú _ sta : ... tunc impónent su per altá _ re tu_ um vitu _los .
21.Glo ri a .. ... ... ............. .. ........... ... . Pa tri et Fi lio: fl ct Spí ri tui San cto.
22. Si_ cut erat i n princípio et nunc et sem _per: fl etinsaeculasre cu _ Jó_rum. A_men.

(Alternando com os versos do ,,M iserere" póde ser can tado o seguinte: ,,Parce Dom ine~')

Domine, parce ......... po _ pu _ lo tu _ o: fl quem redemísti pretió so san_gui _ n e tu _ o.


31

No. 30. Stabat ma ter.


Moderato.

Sta _ bat ma _ ter do _ lo _ ro _ sa Jux _ ta c ru _ cem la _ crí _ mó _ sa

Cu _ jus á _ ni _ ma m ge _ mén _ tem

tam et do _ lén _ tem Pe r _ tran _ si _ vit


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g lá - d í us .
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10 estrofes

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32

SABADO DE ALLELUIA.

No. 31. Alleluia.


O Celebra?'! te entôa o A lleluia e o côro r esp ond e: PJ B. L

ia, Al _ le _ lu ia,

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_ lu _ ia,A L!e . !u _ ia, AL!e.

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• O celebrar..!e canta pela segunda vez: ,,Alleluia".


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2. Quóniam <:onfi rmáta est su_
per nos 1 misericórdia e - j us: •
mi _ se . ri - cor_ di _a e - ius .
3. Glória Patri ...... ......... ... ..... ... et
4 . Sicut erat in princípio, et
FUi _o : •
nunc, et sem _ per: •

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laudáte eum ..... . . o. mnes pó_ pu _ li.


et vér itas Dómini manet in re _ ter num . AL le _ lu • ia, Al . Je_ Ju_ ia, _ AL le lu ia.
et Spi rí _ tui San _ cto.
et i n srecula siecu ló _ rum. A . men.

1. LatLdá - te Dó mi num ...... ....... ... ...... ..... .. o _ mnesgen. tes: -ti laudáte eum ....... .. ....... ... ....... .. o_ mnes pó .pu _li
2. Quóniam conf irmáta est su.
pe r nos 1 misericór. - dia e . jus: • et ve ritas Do mini manet in ~ tér - num .
3. Glória Pa tri et Fi . lio: • et Spirí tu . i San - cto.
4. Sicut erat in princípio, et nunc, et sem.per: • et in s<écula srecu ló_ r um. A - me n.
No. 32. ,,V espere autem"e,,Magnificat."
Allegro. ·
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• ) NOTA : Caso que o Celebrante entóe a Antífona ,;véspere antem" o Córo prossegue ,,qua! lucescit " etc .
35

1. Ma gni fi cat ·-··-· ··:········-··········· ········· ···· ·· ·············· ······· ······ ···················· ···· ··········· -··················· ···· ····· ··· .. .. . fe
2. Et ex sul t ávi t ......... ...... .. .. ..... ...... ..... ... spí ri tus me US: flC
3. Qui - ª-- re spéxit humilitátem .. ............ an cíl Ire su <e: flC
1 . Qui - ª- - fe cit mihi ................. ............. ......ma gna qui po tens est: flC
5. Et mi se ricórdia ejus a progéni - e _ _ in pro - ge ni - es: flC
6. Fe - cit po t éntiam in ...... ......•• ............... brá chi o su O: ...
7. De - pó su it po ten tes de se de, ir
8. E - su ri éntes .. .............. ....... ... .............. im plé vit bo nis: ...
9. Su - sce
cut _ _
pit __ I srael ........... ........... ....... .... ......pu e rum su um , ..
10. Si - lo cútus est .............................. .:. ad __ pa tres no stros, ir
11. G!ó - ri a ...... ..... ............ ... .. ..... ..... ..... ... .... ................ ... .Pa tri et Fí li - o, ir
12.Sic - ut e rat in princípio, ..................... et _ _ nunc, et sem per, fC

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1. ánima ..................... ................... ..... . ........................... ...... .... .... ........... .... me a Dó - mi - num .
2. in Deo ........ ......... .......................................................... ..... sa lu _ tá ri me o.
3. ecce enim ex hoc beátam me dicent 1omnes ........... ge _ ne ra ti o nes.
4. et ............................ ........................ .................. ................... san ctum no men e jus.
5. ti _ mén ti bus e um.
6. dispersit superbos ..... ................. :..... ........................... men te cor dis su i.
7. et exal tá vit hú - mi - Jes.
8. et dívites di mí sit in á nes.
9. r ecordátus miseri cor di re su re.
10. Abraham, et sémini ..... .. .. ... ............. .......................... ... e jus in sre - cu - la.
11. et Spi rí tu San cto.
12 . et in s<:écula ...... .. ............. ........ ..........................................sre _ cu ló rum. A men.
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Repete: ,~espe re autem~'

I te missa est.

al _ le _ lu ia , al _ le lu ía.
V. Paschoa.
No. 33. Dos céus Rainha jubilae ! *)
D. Innocencio Engelke.
O. F.M.

a!
~estrofes.

'*) Do Manual de Cânticos sacros ,,Cecilia" dos R.R. Frei Pedro Sinzig e Basílio Rower. O. F. M.
37

No. 34. Fazei de Hosannas retumbar.

Devocionário Dioces. de T reves.


All eg r etto.
38

No. 35. Ressuscitou o bom J esús.


Cecília de J Mohr.

Res _ sus _ ci _ tou o bom Je _ sús, Ven _ ceu oin _ fer _no mor te: Res _
'--'

_ sus _ ci _ tou! Que be la luz cir _ cun _ dao Rei tão for _ te! Eis con _ su _

_ma_ d~a Re _ den _ ção! Can _ te _ mos seu lou _ vor! Pro _ ela_ meo nos _ so co _ ra _

_ção, Como mais der_ den - t~a - mor, Como mais d~r _ den _ tea _mor. Al _ le lu _ ia, Al _

_le _ lu _ Al _ le _ lu

T exto do Frei Pedro Sin zig, O. F. .II.


39
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No. 36. Regina creli jubila!
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Cecília de J. Mohr .

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VI. Pentecostes.
No. 37. Veni, Creator Spiritus. (Canto-chão. )

Gregoriano.

Quce tu cre á _ st i pé. cto _ ra.

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7 estrofes .

\t Emitte Spir iturn tuum et crea


~ Et renovábis faciem
41

No. 38. V eni, Creator Spiritus.

Populariza ao.
Ve _ ni,Cre. á _ tor _ ri.tus,

Men . tes tu.Ó.rum vi. si.ta: Im. ple su.per _na gra _ ti_ a , pe _ cto. ra.

Spí _ri. tus, Men _tes tu _ó _ rum vi _ si_ ta: na grá _ ti _ a,

_ sti pé _ cto _ra, Im _ ple su _per_ na , su _ per_ na gra _ ti a, Qme tu cre •

_á _sti, tu cre _ a _ sti pe _ cto _ ra.


N o. 39. Veni, Creator Spiritus. (2. voz ad libitum.)

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i.n tus, Men_tes tu - ó - rum ví - si - ta: Im_ple su _ per na grá - ti -
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ne re, Dígdus pa _ tér _ nre déx _ te - ne, Tu ri _te pro mís - sum Pa _
g.i us, Pa _cémque do - nes· pr.ó _ ti - nus, Du_ctó _re sic te prre - vi _
ri a Et Fí _lio, qui a mor_ tu - is, Sur_ré_xit, ac Pa rá - clL

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1. _a, Qure tu cre - á sti
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pe - cto _ ra . r
3. _trís, Ser _ mó _ ne di - tans g~t - tu -
5 . - o, Vi - té _ mus o mnc no xi -
7. _to, ln Sal - cu ló - rum sre cu - A men.

NOTA· As estrofes 2 ' f e 6 pódem ser cantadas pela melodia de No 37 ou recitadas do modo seguinte ·
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2. Qui díceris Paráclitus,
4. Accénde lumen sénsibus,
6. Per te sciámus da Patrem .
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Altíssimi donum Dei, Fons v iv u s, ignis,cáritas, Et spiritális
Infúnde amórem córdibus, Infírma nostri córporis Virtúte firmans
Noscámus atque Fílium , Tequeutriúsque spiritum, Credámus omni
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pér_pe _t i.
tém_po _re.
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No. 40. Veni, Creator, Spiritus. (3 vozes.)

Melodia de Witt.

NOTA: As estrofes 2. 4 e 6 pódem ser cantadas como no precedente. (No. 39)


44

No. 41. Veni, Creator Spiritus.

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_ta : Im _ pie su per na gra ti a , _ __ __

Qure tu cre _ a sti pé cto ra. A men .

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NOTA: As estrofes 2 ,4 e 6 são r ecitadas em m i b


4:5

No. 42. Veni, Creator Spiritus. *>

Con moto. P. J. B. L.

Men _ tes tu _ o r um

I m_ ple su _per na grá. ti a,

...
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Qure tu cre - a - sti pé - cto - ra. - - - - - men.
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il l i\s estrofes pa res são recitadas em sol.


46

No. 43. Veni, Creator Spiritus.

Ve ni , Cre _ á _ tor Spí _ ri _ tus, Men _ tes tu _ ó _ rum ví _ si _ ta: Im -

_ple su _ per _ na grá _ ti _ a, Qure tu cre _ á . sti pé . cto _ ra

No. 44. Veni, Creator Spiritus.


P.]. B. L.

Ve _ ni, Cre _ á _ tor Spí _ ri _ tus, _ Men.tes tu _ ó _ rum ví _ si _ ta, Im.ple su _ pér.na

grá _ ti _ a,_ cre _ á _ sti pé _ cto _ A men.

NOTA: As estrofes pares 2, 4,6 são recitadas em sol maior.

~~~~~~~~~~---------------- ............................................
47

No. 45. V eni, Sancte Spiritus.

Cecília de J. Mohr.

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Ve _ ni, San _ ct e Spi _ ri _ tus, Et e _ mít _ te cre _ li _ t us, Lu _ eis tu _ re

ra _ d.i _ um. Ve _ ni, Pa _ter páu _ pe _ rum , Ve _ ni, da _ tor mu _ ne _ rum,

Ve _ ní , lu _ men cór _ di _ um, Ve _ ni , lu _ men cór _ d.i _ um . A men.


5 estro es.

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48

No. 46. Veni, Sancte Spiritus.

+++ S. V. D.

Ve _ ni, San _ cte Spí _ ri _ tus, Et e . mít . te cre . li - tus,

Lu . eis tu . re ra . di . um. Ve _ ni, Pa ter p á u . pe _ rum ,

Ve _ ni, da . tor rnu _ ne _ rum, Ve _ ni, lu _ men cor _ di _ A _ men.

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49

No. 47. Veni, Sancte Spiritus.


Melodia de P. Piei.
Ve _ ni, Spí _ ri_ tus,

E t e. mít _te cre. li_ tus, Lu. eis tu_ re rá _ di.um. Ve . n1, Pá.ter Ve.ni , da.tor

NOTA : As outras estrofes como no numero precedente .

No. 48. Veni, Sancte Spiritus.


Melodia de P. Piei.

Et e. mít _ te ccé _ li _ tus, páu _ pe . rum,


50

Ve _ ni, <!_a_ tor mú- ne_ rum, Ve _ ni, lu.men cór _ di - um. Ve.ni, ve _ ni, ve_ni, ve _ ni,

Ve _ ni, San .cte Spí - ri_ tus!

NOTA : A letra das outras estrofes é a do número precedente. r


No. 49. Veni, Sancte Spiritus.
Ve_ni,Sancte

ccé _ li_ tus, Lu. eis tu _ re rá _ di _um. Ve _ ni, Pá_ ter páu. pe_rum, Ve _ ni, da • tor

mú.ne_rum, Ve.ni, lu-men cór _ di _um.


61

No. 50. Veni, Sancte Spiritus.

Moderato P. J. B. L.

SOLO.
Ve _ ni, San _ cte Spí ri _ tus Et e _ rrút _ te cw li _ tus,

CÔRO.
Lu eis tu ra _ di _um. Ve . ni, Pá _ ter pau _ pe _rum,

Ve _ ni, da_ tor ~ mu ne_rum, Ve _ ni, lu_men cór _ di _ men.


No. 51. Veni, Sancte Spiritus.

CÓRO. p J. B. L.
Ve _ ni, San_cte Spí _ rLtus,

SOLO.
Et e_ mit _t e cre. li_ t.us. Lu_ cis tu_ re ra d i_um. \'e _ ni , Pá _ ter páu _ pe_rum

Ve _ ni, da _ t or mu ne_rum , Vc _ ni , l u _ mc n co r d i _ um . A _ _ men.


.~ estYof es .

No. 52. Veni, Sancte Spiritus.


Devocionário Oioc. de Muenster.
Ve _ ni , Spí _ r i _ tus ,

Et e _ mit _ te cre _ 1i _ tu s Lu _ eis tu _ re ra _ di um. A men.


53

No. 53. Veni, Sancte Spiritus, repie tuorum corda. (Canto-chão.)

Ve _ ni, San_ cte Spi rLtus, Re - ple tu - ó _ rum cor _ da fi _ dé _ 1i _ um

et Tu _ a _ mó ris in e is gnem ac cén _ de,

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fi _ de _ i con_gre _ gá sti. - Al _ le _ lu ia, al le _ lu _ ia.

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54

No. 54. V em, oh! divino Espírito.

P. J. B.L.

Vem,oh! di .v i _ n~s.pí _ ri.to, Di. funde-orai .o cé . li . co


55

No. 55. Espirita divino.


Çecilia deJ. Mohr.
Es _ pí - ri _ to di _

vi no, A _ cen_deemmim a
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luz, Que fa _ Çt,O meu des _ ti no Ser

al _ can _ çar Je _ sus. Sem ti a. lei ce _ les _ te Não.. pos _ so dis _ cer _

- nir, teu po _ der meem _ pres _ te For _ ças cum _ prir.


2 estrofes.

Texto de "Cecilia"de Frei P. Sinzig .


. 56

No. 56. Vinde, Espirito divino.

, Moderato. Exultemus S . V. D.

Vin_deEs. pí ri to di _ vi _ no, Cre . a _ dor po . te n _ t ee bo m!

Sois o a _ mor do Pai e Fi . lho, Sois do céu pe _ nhor e do m.

Pa . ra vos a pre . ce vai Vos nos _ sa al _ ma vi _ si _ t ai,

Que tem si _ do con . sa _ gra _ da Vos _ sa di _ vi _ na l mo _ ra _ da.


1 estrofes.

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P. L.K. ( 5. V. D.)

No. 57. A nós descei , divina luz.


Cânticos E spirituais C. M.
Moderato.

A nos di _vi _ na

luz, A nos des _ cei, d1 _ vi _ na luz, Em nos sa aL ma a _ cen _

_dei o a _mor, o a_mor de Je _ sús, o a_ mor, o a_mor de Je _ s ús Anósdes _


58

VII. SS. Sacramento.


No. 58. O salutaris.
Moderato. Melodia inglêsa.

o sa ]u -

_tá ris hÓ sti _ a, Qure cre li pan dis

o sti _ um; Bel _ la _ _ pre _ munt ho _ stí li -

- a, :Da ro bur, fer__ au . xí _ li _ um. A men .


59

No. 59. O salutaris.

Melodia inglêsa

Moderato.

o sa lu _

_tá ris hó sti - a, Qure coo li pan dis

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No. 60. O salutaris~

Maestoso MelÔdia inglêsa

hó _ sti _ a, Qure coo li pan_dis o _ sti.um,

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No. 61. O salutaris.


Melodia inglêsa.
Cantabi le.
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sti _ a, Qui.e cre li pan _ dis o _ sti _ um, Bel _
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No. 62. O salutaris.


Exultemus S. V. D.

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o sa. . lu . tá . ris hó . sti . a, Qwe cre . li pan . dis ó _ st i _ um ; Be l . la pre •

_ munt ho _ stí _ li _ a, Da ro . bur, fer au _ xí _ li . um. A men.

No. 63. O salutaris. Frei Pedro S inzig O. F. M .


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um ; Bel . la pre _ munt ho •


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No. 64. O salutaris.


Moderato. Melodia de Piel.
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64

No. 65. O salutaris.

Melodia de PieL
65

No. 66. Sacris Solemniis.

Melodia de Piel.

Re _cé_dant ve _ te_ ra, no_ va s int ó _ mnLa, Cor _ da, vo_ces et

men. _
66

No. 67. O · esca viatorum~

Cecilia de]. Mohr.


67

No. 68. O esca viatorum.


Ig. Mitterer.

vi _ a _ tó _ rum, O

u m.
3 est ro es
68

No. 69. O esca via torum.


Mo der ato. Haller.

pa _ nis an _ ge _

ci _ ba., Dul _

um. A men .
1":"13 estrofes.
69

No .. 70. Adoro te, panis crelice.

Cecília de J. Moh r.
Andante

o ro te, o pa _ n is cce _ li _

o Dó _ mi ~· ne, o De_ u~ má _ xi _ .me. San _ ctus, San_ ctus, ·san

_ctus, Si _ ne fi _ ne San ctus. Semper ti_ bi gló _ ri_ a Sa_ era sit sub hó _ sti _ a .
70

No. 71. Adoro te.

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71

No. 72. Adoro te.


Cecília de J. Mohr.

- tas, Qum sub fi -

lá - ti - tas. ':'~ - bi se cor me - um to - tum

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72

No. 73. Adoro te devote. <Ca nto-chão.)

Ad- ó- ro te de- vó - te la -tens De - i - tás,

Qure sub his fi - gú - ris ve - re lá - ti - tas, Ti - bi se cor me - um to - tum súb -ji - cit,

Qu1-a te con-tém-plans to -tum dé - fi -cit.


2 estrofes.
73
No. 74. Ecce panis.

No. 75. Ecce panis angelorum.


74

non _ mit - tén- dm; cá - m - bus,_ non mit - tén - dus

No. 76. Ecce panis angelorum.


Champs.
75

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76

No. 77. lauda Sio.n S alvatorem.

Exul temus S.V D.


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No. 78. Ave verum.
Gregoriano.
A ve ve - rum cor-pus, na - tum
Ve - re pas-sum, im-mo- lá -turn

ex Ma - ri - a Vír g1. - ne. Cu - jus la - tus per - fo - rá tum


in cru - ce pro hó m1 - ne. E - sto no - bis prre - gu - sl<í - tum

flu - xit un - da sán - gui - ne.


in e - xá - mi-ne .
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- mens.
e, o Je - su Fi - li De -

No. 79. Ave verum .

A - ve ve - rum, cor-pus, na tum ex Ma-


Ve - re pas-sum, im - mo - lá - tum 1n cru -
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No. 80. O sacrum conv1v1um.
L. Perosi.
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No. 82. Pie Pelicane..


Jung. S.J.

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No. 83. Panis angelicus.
Haller.

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Pa - nis an - gé - li-cus fi l pa-n 1s ho -m' i -
No. 84. Jesús no Sacramento.
Melodia de Richardson.
85

No. 85. Serafins, Querubins


Moderato P.J. B. L.
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No.. 86. Jesús é minha vida.


P.J. B. L.
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No. 87. Sejais louvado.


Canticos espirituaes C. M.

~11 ~~ ~ 1~ 1 , 1 1~ , q~ 100~ 1 1 1~-• o~


Sem-pre bem - d~ to, o· Je - sús Cri - sto, o· Je - sús Cri - sto
, ,
Sa-cra-men -

No. 88. Eu vos adoro.


Eu_ vos a - do - ro A
88

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Deus en - cer - ra - do.


5 estrofgs.

No. 89. B emdito louvado seja.

Bem - di - to, lou va-do se - ja, Bem - di - to , lou -va- do se - ja

o_ San - tis - si-mo Sa - era - men - to!


7 estrofes.
89

No. 90. Tantum ergo.


Canto gregoriano.

Tan-tum er- go Sa - era - mén - tum

ve - ne-ré-mur cér-nu-i, _ _ Et an-tí-quum do-cu-mén - tum no-vo ce -dat rí - tu -1. _ _ __

Prre- stet fi - des sup-ple - mén - tum sén - su.- um de - fé - ctu - i. A men. _
2 estr ot"es .

No. 91. Tantum ergo.


Moderato.
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Prre - stet fi - des sup - ple - men - tum

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No. 92. Tantum ergo .

Con moto.

Tan - tum er - go Sa - era - mén - tum ve - ne - re - mur cer - nu -

Et do - cu- mén- tum no - vo ce - dat r1 - tu - i. Prre- stet fi - des

No. 93. Tantum ergo.


Ett.
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Ta n-tum e_r - go Sa - cra-mén-tum


{ Et an - t1 -quum do- cu-mén- tum
A men.

No. 94. Tantum ergo.


Ceei lia de J. Mohr.

Tan - tum er - go

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cer - nu - 1, cu - mén - tum i.

Prre-stet fi - des sup-ple-mén-tum sen-su-um de - fé - ctu- i. A - - men.


2 estrofes .
No. 95. Tantum ergo.
P. S. Lichius S.V. D.

Tan - tum er - bo-o Sa - era - mén - tum ve - ne - ré - mur cer - nu - i,


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No. 96. Tantum ergo.

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112.

fe - ctu - i. A - men,
2 estrofes.

No. 97. Tantum ergo.


Consolini.

Tan - tum er - go Sa - era - mén - tum ve - ne - ré - mur cér - nu i,


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No. 98. Tantum ergo.


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Tan-tum er- go Sa - cra-ll'lén-tum

No. 99. Tantum ergo.


Haller.
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No.100. Tantum ergo.


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No.101. Tantum ergo.


Devocionario Dioces.de Treves.
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No.102. Tantum ergo.


Devocionario Dioces.de Treves.

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rí - tu - 1.

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No. 103. Tantum ergo.


e. Jaspers.
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No. 104. Tantum ergo.


P. Pi el.

Tan-tum er - go Sa - cra-mén-tum
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No.105. Tantum ergo.


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No.106. Tantum ergo.

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no - vo _ ce - dat rí - tu - Prre - stet

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No.107. Tantum ergo.

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No.108. Tantum ergo.


Andante -. A. Wi ltberger.
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