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INSTRUMENTAÇÃO

INSTRUMENTAÇÃO
BÁSICA
BÁSICA

CTS – © 1996 – 2005 Smar Instrumentação Básica

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1 - CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE


- MALHA DE CONTROLE FECHADA
- DEFINIÇÕES EM CONTROLE
- PRINCIPAIS SISTEMAS DE MEDIDA

2 - TELEMETRIA
- TRANSMISSORES
- REDES DE COMUNICAÇÃO INDUSTRIAIS

3 - MEDIÇÃO DE PRESSÃO
- CONCEITOS DE PRESSÃO
- DISPOSITIVOS PARA MEDIÇÃO DE PRESSÃO

4 - SELO REMOTO
- TUBULAÇÃO DE IMPULSO
- SISTEMAS DE SELAGEM
- PURGA
- SANGRIA

5 - MEDIÇÃO DE NÍVEL
- MÉTODOS DE MEDIÇÃO DE NÍVEL DE LÍQUIDO
- MEDIÇÃO DIRETA
- MEDIÇÃO INDIRETA
- MEDIDORES DESCONTÍNUOS DE NÍVEL
- MÉTODOS DE MEDIÇÃO DE NÍVEL DE SÓLIDOS

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Continuação…
6 – TRANSMISSOR DE PRESSÃO DIFERENCIAL (LD301)
- INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E CONFIGURAÇÃO, MANUTENÇÃO E ESP.TÉCNICA.

7 - MEDIÇÃO DE VAZÃO
- TIPOS DE MEDIDORES DE VAZÃO
- MEDIDORES DE QUANTIDADE(Pesagem / Volumétrica)
- MEDIDORES VOLUMÉTRICOS
- Medição de vazão por pressão diferencial
- Medidores de Vazão por Pressão Diferencial Constante
- Medidores de Vazão em Canais Abertos
- MEDIDORES ESPECIAIS DE VAZÃO
- Medidor Eletromagnético de Vazão, Turbina, Vortex e medidores Ultra-sônicos

8 - MEDIÇÃO DE TEMPERATURA
- MEDIDORES DE TEMPERATURA POR DILATAÇÃO / EXPANSÃO
- MEDIÇÃO DE TEMPERATURA COM TERMOPAR
- MEDIÇÃO DE TEMPERATURA POR TERMORESISTÊNCIA (RTD)
- MEDIÇÃO DE TEMPERATURA POR RADIAÇÃO

9 - TRANSMISSOR DE TEMPERATURA (TT301)


- INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E CONFIGURAÇÃO, MANUTENÇÃO E ESP.TÉCNICA.

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Continuação…

10 - ELEMENTOS FINAIS DE CONTROLE


- VÁLVULAS DE CONTROLE
- VÁLVULAS DE DESLOCAMENTO LINEAR DA HASTE
- VÁLVULAS DE DESLOCAMENTO ROTATIVO DA HASTE
- INTERNOS DAS VÁLVULAS
- CAIXA DE GAXETAS
- GAXETAS
- CARACTERÍSTICAS DE VAZÃO
- COEFICIENTE DE VAZÃO ( CV )
- POSICIONADORES

11 – POSICIONADOR DE VÁLVULA (FY301)


- INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E CONFIGURAÇÃO, MANUTENÇÃO E ESP.TÉCNICA.

12 - OUTRAS VARIÁVEIS
- MEDIÇÃO DE DENSIDADE
- Medidores de Densidade
- Densímetros
- Medidor de Densidade por Pressão Hidrostática
- Sistema de Purga
- MEDIÇÃO DE PH
- Método de Medição
- Instrumentos de Medição
- Eletrodos de Medição e de Referência

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Continuação…

13 – TRANSMISSOR DE DENSIDADE (DT301)


- INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E CONFIGURAÇÃO, MANUTENÇÃO E ESP.TÉCNICA.

14 - FUNDAMENTOS EM CONTROLE DE PROCESSO


- PROCESSO
- DEFINIÇÕES DO CONTROLE AUTOMÁTICO DE PROCESSO
- TROCADOR DE ENERGIA
- AUTO-REGULAÇÃO
- PROPRIEDADES DO PROCESSO
- TIPOS DE DISTÚRBIOS DE PROCESSO
- CONTROLE MANUAL
- ELEMENTOS DO CONTROLE AUTOMÁTICO
- ATRASOS DE TEMPO NO SISTEMA DE CONTROLE
- CONTROLE AUTOMÁTICO DESCONTÍNUO
- CONTROLE AUTOMÁTICO CONTÍNUO EM MALHA ABERTA
-CONTROLE AUTOMÁTICO CONTINUO EM MALHA FECHADA
- SISTEMAS (MALHAS) DE CONTROLE

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“O Início da Instrumentação e Controle de Processos”


1778 - Watt - Máquina a vapor
1878 - Maxwell - Teoria / Controlador de Watt

1930 - Nyquist - 1º Livro sobre Controle

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INSTRUMENTAÇÃO

Ciência que aplica e desenvolve técnicas de medição, indicação,


registro e controle de processos de fabricação, visando a
otimização na eficiência desses processos.

O uso de intrumentos em processos industriais visa a obtenção de


um produto de melhor qualidade com menor custo, menor tempo
e com quantidade reduzida de mão de obra.

A utilização de instrumentos nos permite:

- Incrementar e controlar a qualidade do produto;


- Aumentar a produção e o rendimento;
- Obter e fornecer dados seguros da matéria prima e quantidade
produzida além de ter em mãos dados relativos à economia dos
processos.

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Controle Manual

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VALOR
DESEJADO VALOR
(SET-POINT) OBTIDO
DESVIO

-
ERRO

TEMPO

• “O controle manual não permite a eliminação do erro,


resultando em uma amplitude de variação excessiva
do valor da variável que se deseja controlar”.

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FLUIDO AQUECIDO

FLUIDO A SER
AQUECIDO
VAPOR

CONDENSADO

PROCESSO INDUSTRIAL TÍPICO

Variável Controlada: Temperatura


Meio Controlado: Fluido
Variável Manipulada: Vazão
Agente de Controle: Vapor

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MALHA DE CONTROLE

LIQUIDO ENTRANDO
LIQUIDO
MISTURADOR SAINDO
SP
CONTROLADOR

VAPOR
SENSOR DE
TEMPERATURA

VALVULA

SINAL DE TEMPERATURA PARA O CONTROLADOR

ABERTA: Sistema sem realimentação (ou Feedback )


FECHADA: Sistema com realimentação "

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ENTRADA DE
ÁGUA FRIA
SAIDA DE
PROCESSO ÁGUA QUENTE

MEDIÇÃO
ENTRADA

DE VAPOR
COMPARAÇÃO

VÁLVULA DE
ONDE ESTÁ A
CONTROLE MEDIÇÃO?

CORREÇÃO
ONDE ESTÁ O
CONTROLE ?
ONDE ESTÁ O
CONTROLE CONTROLADOR?

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A Ação do Controle Automático

VALOR
VALOR DESEJADO
DESVIO OBTIDO (SET-POINT)

- ERRO

TEMPO
• “O controle automático permite através de sua ação a
redução do erro, com um tempo de atuação e precisão
impossíveis de se obter no controle manual”.

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O Controle Automático
ENTRADA DE
ÁGUA FRIA
PROCESSO SAIDA DE
ÁGUA QUENTE

SENSOR
ENTRADA MEDIÇÃO
DE VAPOR

MALHA DE
CONTROLE
CORREÇÃO FECHADA
COMPARAÇÃO
VÁLVULA
DE
CONTROLADOR
CONTROLE
AUTOMÁTICO
SET POINT DE CAMPO

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DEFINIÇÕES EM CONTROLE
1. CLASSES DE INSTRUMENTOS:
a) Indicador

b) Registrador

c) Transmissor

d) Transdutor

e) Controlador

f) Elemento Final de Controle

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2 – Faixa de Medição (RANGE)

3 - Alcance (SPAN)

4 – Erro

5 – Repetitividade

6 – Exatidão

7 – Rangeabilidade (Largura da Faixa)

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8. TERMINOLOGIA (ISA S5)

P RC 001 02 A

Variável Função Área da N0 Seqüencial S


Atividade da Malha U
F

Identificação Funcional Identificação da Malha I


X
O

Identificação do Instrumento

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9. Símbolos utilizados nos Fluxogramas de Processo

SUPRIMENTO SINAL NÃO


OU DEFINIDO
IMPULSO

SINAL SINAL
PNEUMÁTICO ELÉTRICO

SINAL TUBO
HIDRÁULICO CAPILAR

SINAL ELETRO- SINAL ELETROMAG-


MAGNÉTICO OU NÉTICO OU SÔNICO
SÔNICO (TRANS- (TRANSMISSÃO NÃO
MISSÃO GUIADA) GUIADA)

LIGAÇÃO CONFI-
GURADA INTERNA- LIGAÇÃO
MENTE AO SISTE- MECÂNICA
MA (SOFTWARE)

SINAL SINAL
BINÁRIO BINÁRIO
PNEUMÁTICO ELÉTRICO

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10. Simbologia Geral em Instrumentação
LOCALIZAÇÃO Locação Principal Locação Auxiliar Locação Auxiliar
Montado
normalmente normalmente normalmente
no
acessível acessível não acessível
TIPO Campo
ao operador ao operador ao operador

Instrumentos
Discretos

Instrumentos
Compartilhados

Computador
de
Processo

Controlador
Programável

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1A LETRA LETRAS SUCESSIVAS


Variável Letra de Função de Leitura Função de Saída Letra de
Medida Modificação Passiva Modificação

A Analisador Alarme

B Queimador
(Chama)

C Condutibilidade Elétrica Controlador

D Densidade ou Peso Diferencial


Específico

E Tensão (Fem) Elemento Primário

F Vazão Relação

G Medida Dimensional Visor

H Comando Manual Alto

I Corrente Elétrica Indicação ou Indicador

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1A LETRA LETRAS SUCESSIVAS
Variável Letra de Função de Leitura Função de Saída Letra de
Medida Modificação Passiva Modificação

J Potência Varredura

K Tempo ou Programa Estação de


Controle

L Nível Lâmpada Piloto Baixo

M Umidade Médio ou
Intermediário

O Placa de Orifício

P Pressão Tomada de Impulso

Q Quantidade Integração

R Radioatividade Registrador

S Velocidade ou Segurança Chave ou


Freqüência Interruptor

T Temperatura Transmissão
Transmissor

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1A LETRA LETRAS SUCESSIVAS


Variável Letra de Função de Leitura Função de Saída Letra de
Medida Modificação Passiva Modificação

U Multivariáveis Multifunção Multifunção Multifunção

V Viscosidade Válvula

W Peso ou Força Poço

Y Relê ou
Computador

Z Posição Elemento Final de


Controle

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EXERCÍCIOS
20 - Qual a função de cada um dos instrumentos abaixo, de acordo com a sua identificação.
a) WT - Transmissor de Peso ou Força
b) FIC - Controlador Indicador de Vazão
c) TI - Indicador de Temperatura
d) PIT - Transmissor Indicador de Pressão
e) LR - Registrador de Nível
f) TSL - Chave de Temperatura baixa (Termostato)
g) PSLL - Chave de Pressã muito baixo (Pressostato)
h) TIR - Registrador Indicado de Temperatura
i) TT - Transmissor de Temperatura
j) PIC - Controlador Indicador de Pressão
l) FR - Registrador de Vazão
m) LT - Transmissor de Nível
n) FSHH - Chave de Vazão muito alto (Fluxostato)
o) LSH - Chave de Nível de limite alto
p) FY - Relé de Relação (ou Conversão) p/ variável Vazão (Flow)

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21 - Defina a localização dos equipamentos e tipos de sinais de transmissão de cada malha de


controle, além da sua função (equipamento).
a)

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b)

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APÊNDICE “A” - DIAGRAMA DE VAZÃO TÍPICO


MALHA DE CONTROLE CASCATA
TRANSMISSOR DE
NÍVEL MONTADO NO
CAMPO LÓGICA DE
INTERCONEXÃO
COMPLEXA
AVISO DE ALARME
NA VARIÁVEL MEDIDA

I XXXX

LT LAH LIC LINK DOS


INSTRUMENTOS
101 101 DO SISTEMA REFERÊNCIA
DE DETALHE
(VIA SOFTWARE)
LÓGICO

LIC
ALGORÍTMO PID
REALIZADO PELO 101A
SISTEMA DE
CONTROLE
(DCS OU SDCD EM DISPOSITIVO DE
INTERFACE INTER-
CONSOLE) TRAVAMENTO DE
AUXILIAR
ALARME
(VAZÃO) NÍVEL
CONDICIONAMENTO MUITO ALTO
DO SINAL DE
ENTRADA (FUNÇÃO
RAIZ QUADRADA) FAHH
FIO DE LIGAÇÃO
FIC (SINAL ANA-
202 LÓGICO)
REGISTRADOR
MONTADO NO
CAMPO
UR CONVERSOR
104 I/P

I/P
FR
ELEMENTO
DE VAZÃO 202B REGISTRADOR
MONTADO MONTADO NO FY
NO CAMPO CONSOLE 202
(SELEÇÃO DE VARIÁ-
VEIS VIA BASE DE
DADOS)
FV
FE FT 202
TRANSMISSOR
202 202 DE VAZÃO VÁLVULA
DE CONTRO-
MONTADO
NO CAMPO LE MONTADA
NO CAMPO

INSFLO01.WPG

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TELEMETRIA

À medida que os processos controlados se multiplicaram, surgiu a


necessidade da operação se realizar à distância e de forma
centralizada.

Sensor
Válvula
de
Controle

Controlador
Controle Local

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TELEMETRIA

À medida que os processos controlados se multiplicaram, surgiu a


necessidade da operação se realizar à distância e de forma
centralizada.

???

Operação à Distância
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Instrumentação Pneumática

A tecnologia pneumática usa um sinal de pressão de ar ( 3 ~ 15


psi) como elemento de comunicação entre seus elementos.

Sensor

Controlador

Válvula
de
Controle

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A Instrumentação Pneumática
1920 - Controle P
1930 - Controle PID

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Instrumentação Pneumática
O Tempo da Agulha

•Custo elevado
•Operação dedicada
•Pouco flexível
•Manutenção Dispendiosa
•Limitação de distância
•Precisão reduzida

Fole -------------> Capacitor


Mola -------------> Indutor
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A Eletrônica entra em cena

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ENIAC, O Primeiro Computador

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A Eletrônica entra em cena


• 1947: A invenção do transistor revoluciona a
eletrônica.
• 1958: Surge o primeiro circuito integrado,
possibilitando a compactação em escala ampla.
• 1961: O primeiro circuito integrado lógico.
• 1965: PDP-8, o primeiro computador digital
largamente utilizado em controle de processos.

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A Integração dos Circuitos

Os circuitos integrados
propiciam a redução
dos equipamentos e
baixam seu custo.

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Os Circuitos Lógicos

• Os computadores digitais
empregam circuitos lógicos, a
principio com componentes
discretos e a seguir com circuitos
integrados.
• Surgem os CLPs (Controladores
Lógicos Programáveis), que
substituem os relés nos comandos
elétricos.

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A Eletrônica Analógica

+
- • A instrumentação baseada na
eletrônica analógica ganha
força com o advento dos
amplificadores operacionais.

• A Smar lança seus primeiros


produtos na década de 80.

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TRANSMISSOR A 2 FIOS
- Alimentação (24 Vdc) e comunicação (4 a 20 mA) no mesmo par de fios.

TRANSMISSOR A 4 FIOS
- Alimentação e comunicação independentes.

Alimentação (110 vac)


Saída digital
Saída 4 a 20 mA

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REDES DE COMUNICAÇÃO INDUSTRIAIS

Supervisão A outros níveis


Banco de
Dados REDE DE
GERENCIAMENTO

Rede de Planta

Rede de Controle

REDE DE
CONTROLE

REDE DE
Rede de CAMPO
Campo

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Redes de Campo
• Redução do custo da fiação e instalação do projeto,
• Comunicação bidirecional, permitindo configuração e calibração dos dispositivos,
• Distribuição de inteligência,
• Integração com diversos fabricantes,
• Normalmente possível conexão com até 1 centena de dispositivos,
• Velocidade normalmente na faixa de dezenas de Kbps, podendo atingir até 1 Mbps e
• Integração do controlador ao sistema de atuação do equipamento.

Rede de Campo

509 -BOD

T
24vdc

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- Redes podem ser sub-classificadas qto a categoria dos dispositivos conectados

Processo Manufatura Sensores

Tamanho
alguns bytes alguns bytes alguns bits
Mensagem
Tempo de
5 a 50 ms 5 a 50 ms < 5ms
Resposta
Tipo de Cabo Instrumentação Qualquer Baixo custo
Distância Max 2 Km 2 Km 100m
Áreas
Sim Não Não
Classificadas

Exemplo de algumas redes:


• HART
• ASI - ACTUATOR SENSOR INTERFACE
• DEVICENET
• PROFIBUS DP E PA
• FOUNDATION FIELDBUS
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Rede AS-i
•Cabo Paralelo com dois condutores
(Actuador & Sensor Interface)
•Até 31 escravos
•Cada escravo: 4 bits de I/O
•Até 100 m ou 300m com repetidores
•Sistema de comunicação mestre - escravo
•Garantido um máximo de 4,7 ms com
configuração máxima da rede

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Rede DeviceNet

Cabo par - trançado com 4 fios


e uma blindagem; um par da
alimentação e outro do sinal:
• Até 64 dispositivos
• Velocidades ajustáveis em:
125; 250 e 500 Kbits/s,
• Até 500m em 125 Kbits/s e
• Sistema de comunicação
mestre – escravo.

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Rede Profibus - DP (Descentralized Peripheria)

• Cabo Par - trançado com 2 fios e uma blindagem somente para sinal,
• Até 128 dispositivos divididos em 4 segmentos com repetidores,
• Velocidades ajustáveis de 9.600 a 12Mbits/s,
• De 100 a 1.200m conforme a velocidade, e
• Sistema de comunicação mestre – escravo.

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Rede Profibus - PA (Process Automation)

• Cabo Par - trançado com 2 fios e uma blindagem, trafegando sinal e alimentação,
• Até 32 dispositivos sem alimentação e 12 com alimentação,
• Velocidades de 31,25 Kbits /s,
• Máxima distância de 1900 m conforme número de dispositivos, e
• Permite várias topologias.

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Protocolo HART

O protocolo HART (Highway Adress Remote Transducer)‚ um sistema que combina o padrão 4 a
20 mA com a comunicação digital. É um sistema a dois fios com taxa de comunicação de 1.200 bits/s
e modulação FSK ( Frequency Shift Key ). O Hart é baseado no sistema mestre escravo, permitindo a
existência de dois mestres na rede simultaneamente.
As vantagens do protocolo HART são as seguintes:
• Usa o mesmo par de cabos para o 4 a 20 mA e para a comunicação digital.
• Usa o mesmo tipo de cabo usado na instrumentação analógica.
• Disponibilidade de equipamentos de vários fabricantes.

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TECNOLOGIA FOUNDATION FIELDBUS

Fieldbus é um protocolo de comunicação bidirecional, digital multi-drop


entre dispositivos de automação da planta e sistemas de supervisão.
Então, Fieldbus é essencialmente uma rede local (LAN) para
dispositivos de campo.

Fieldbus

Processo
P

L
Automação
e
Sistemas de Supervisão
F

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EVOLUÇÃO DO “CONTROLE” (comparativo das tecnologias)

DDC DCS FCS

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NÍVEL DO USUÁRIO - BLOCOS

Blocos

Resource
Block

Transducer Function
Block Block

Tecnologia “STACK” DE
COMUNICAÇÃO
FOUNDATION
Fieldbus Nível Físico

FIELDBUS

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LIGAÇÕES DE ENTRADAS / SAÍDAS CAMADA


USUÁRIO

TRANSMISSOR
FIELDBUS
COMMUNICATION
“STACK”

CAMADA FÍSICA
AI
OUT
DISPOSITIVO FIELDBUS
P/ VÁLVULA

PID
IN OUT IN AO

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EXERCÍCIOS:
7 - Calcule o valor pedido:
Exemplo: 50% do sinal de 3 a 15 PSI
Valor Pedido = [ ( Final - Início) ou Span] x ( % ) + zero vivo
100%
15 12 x 50 + 3 = 9 psi
-3 100
12 Span
a) 70% de 3 - 15 PSI =
b) 80% de 3 - 15 PSI = (70 / 100) x 12 PSI + 3PSI = 11,4 PSI
c) 10% de 0,2 - 1 kgf/cm2 =
d) 30% de 0,2 - 1 kgf/cm2 = (10 / 100) x 0,8 Kg/cm2 + 0,2 Kg/cm2 = 0,28 Kg/cm2
e) 45% de 20 - 100 kPa =
f) 55% de 20 - 100 kPa =
g) 65% de 4 - 20 mA =
h) 75% de 4 - 20 mA =
i) 37% de 1 - 5 V =
j) 73% de 1 - 5 V =

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8 - Calcule o valor pedido:


Exemplo: 9 psi é quantos % da faixa de 3 a 15 PSI.
Valor Pedido =( Valor de transmissão - zero vivo) x (100% )
( Final - Início ) = Span
( 9 - 3 ) x 100 = 6 x 100 = 50%
( 15 - 3 ) 12
a) 12 PSI é quantos % da faixa de 3 a 15 PSI = [(12 – 3) / 12] x 100% = 75%
b) 6 PSI é quantos % da faixa de 3 a 15 PSI =
c) 0,4 Kgf/cm2 é quantos % da faixa de 0,2 a 1 kgf/cm2 =
d) 0,6 Kgf/ cm2 é quantos % da faixa de 0,2 a 1 kgf/cm2 =
e) 90 kPa é quantos % da faixa de 20 a 100 kPa =
f) 70 kPa é quantos % da faixa de 20 a 100 kPa =
g) 9 mA é quantos % da faixa de 4 a 20 mA = [(9 – 4) / 16] x 100% = 31,25%
h) 13 mA é quantos % da faixa de 4 a 20 mA =
i) 1,5 V é quantos % da faixa de 1 a 5 Vdc =
j) 4,5 V é quantos % da faixa de 1 a 5 Vdc =

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Medição de Pressão
Definições:

F (força) [ kgf/cm²; lbf/pol²; N/m²]


Pressão =
A (área)
massa [ kg/m3; g/cm3]
Massa Específica(ρ)=
volume
peso
Peso Específico( γ)= [kgf/m³; gf/cm³]
volume

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TEOREMA DE STEVIN

∆P = ρ . h

h ρ

∆P

PRINCÍPIO DE
PASCAL

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ESCALAS DE PRESSÃO
Pressão Relativa
ESCALA
(ou P. Efetiva ou Pressão)
h
-

m
Pressão Absoluta
m A
H
g B (ou Zero Absoluto ou Vácuo Perfeito)

Pabs = Prel + Patm

pressão relativa

ZERO RELATIVO
vácuo
pressão absoluta

ZERO ABSOLUTO
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PRESSÃO DIFERENCIAL (∆P)

PRESSÃO ESTÁTICA

PRESSÃO DINÂMICA

PRESSÃO TOTAL

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Tabela de Conversão - Unidades de Pressão

psi kPa Polegadas mmH2O Polegadas mmHg Bar m Bar kgf/cm2 gf/cm2
H2O Hg

psi 1 6,8947 27,7620 705,1500 2,0360 51,7150 0,0689 68,9470 0,0703 70,3070

kPa 0,1450 1 4,0266 102,2742 0,2953 7,5007 0,0100 10,0000 0,0102 10,1972

Polegadas 0,0361 0,2483 1 25,4210 0,0734 1,8650 0,0025 2,4864 0,0025 2,5355
H2O

mmH2O 0,0014 0,0098 0,0394 1 0,0028 0,0734 0,0001 0,0979 0,0001 0,0982

Polegadas 0,4912 3,3867 13,6200 345,9400 1 25,4000 0,0339 33,864 0,0345 34,532
Hg

mmHg 0,0193 0,1331 0,5362 13,6200 0,0394 1 0,0013 1,3332 0,0014 1,3595

Bar 14,5040 100,00 402,1800 10215,0000 29,5300 750,0600 1 1000 1,0197 1019,70
0

m Bar 0,0145 0,1000 0,402 10,2150 0,0295 0,7501 0,001 1 0,0010 1,0197

kgf/cm2 14,2230 97,9047 394,4100 10018,0 28,9590 735,560 0,9800 980,7000 1 1000

gf/cm2 0,0142 0,0970 0,3944 10,0180 0,0290 0,7356 0,0009 0,9807 0,001 1

Exemplo 1 mmHg = 0,5362 pol, H2O = 1,3332 m Bar


97 mmHg = 97(0,5362) = 52,0114 pol, H2O
(97 mmHg = 97(1,3332) =129,3204 m Bar

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DISPOSITIVOS PARA MEDIÇÃO DE PRESSÃO

1. Tubo Bourdon (tipos)

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29
2. Membrana ou Diafragma

3. Fole

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4 - Colunas de Líquido

P1 – P2 = h . dr

Manômetro de tubo em “U”

Manômetro de Coluna
Reta Vertical

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30
Manômetro de Coluna Reta Inclinada

Menisco
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5 - Sensor tipo Piezoelétrico


P DIAFRAGMA
P CRISTAL

+ _
+ _
+ _
+ _ SAIDA

Efeito Piezoelétrico Transdutor CRISTAL

Palheta (piezo)
Bico

Restrição
removível
Pressão piloto
Suprimemento
de ar
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31
6 – Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo

R = (ρ.L) / A

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7 – Sensor tipo Capacitivo

Tubos Capilares

Placas do Capacitor
Diafragma Sensor

Vidro
Fluido
Fluido de
de Enchimento
Enchimento

Diafragma de Processo

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32
8 - Sensor tipo Silício Ressonante

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33
EXERCÍCIOS:
20 - Para a coluna a lado, determine:
a) P1 = 500 mmHg P2 = ? kgf/cm2 dr = 1,0 h = 20 cm (H2O)
∆P = P1 – P2 = h x dr
P2 = P1 - ∆P = (500 x 13,62) – 200 =
= 6610 mmH2O ou 0,661 Kg/cm2
b) P1 = ? psi P2 = 15 “ H2O dr = 13,6 h = 150 mm (Hg)
P2 = 15 x 1,865 = 27,975 mmHg
P1 = ∆P + P2 = (150 + 27,975) mmHg = 177,975 mmHg
ou P1 = 177,975 x 0,0193 = 3,435 PSI
c) P1 = 2,5 psi P2 = atm dr = ? h = 10 “

dr = 6,94

d) P1 = atm P2 = - 460 mmHg dr = 13,6 h = ? cm (Hg)

h = 46 cm

e) P1 = - 300 mmHg P2 = ? psia dr = 1,0 h = 10 “ (H2O)

P2 = 8,52 PSIa

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SELO REMOTO
Aplicação:

a) O fluído do processo for corrosivo ao dispositivo de medição;


b) O fluído for um gás com possibilidade de condensação por di-
minuição de temperatura, quando for aplicado ao dispositivo
de medição, ex: vapor d’água;

c) O fluído for um líquido com sólidos em suspensão;

d) O fluído for um líquido pastoso;

e) O fluído tender a cristalizar-se com variações de temperatu-


ra ao ser aplicado ao dispositivo de medição, ex: óleo APF;

f) O fluído não puder permanecer parado no dispositivo de


medição, ex: medicamentos, leite etc;

g) O fluído for periculoso.

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34
SELO REMOTO

Instalação: Tomadas de Impulso

GÁS LÍQUIDO VAPOR

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Exemplos de Tomadas de Impulso

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35
• Componentes da Tubulação (Tomadas) de Impulso
Manifolds

DP

5 VIAS DP
3 VIAS

2 VIAS
GP GP

2 VIAS
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• SISTEMAS DE SELAGEM

SELO DE LÍQUIDO

SELO DE AR

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36
Diafragma Isolador

Corpo

Tubo Capilar
SELO VOLUMÉTRICO

Corpo

Diafragma
Isolador

Fluído de
Enchimento

Armadura
do tubo Capilar

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MANÔMETRO PETROQUÍMICO

Flange do Tanque

SELO SANITÁRIO

Braçadeira TRI-CLAMP

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37
PURGA

PURGA COM GÁS PURGA COM LÍQUIDO

SANGRIA

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DRENO/PURGA (SANGRIA)
LD301

Posição Superior
(Aplicações em Líquido / Multifase)

Posição Inferior
(Aplicações em Gás )

A POSIÇÃO DO DRENO
PODE SER MUDADA,
GIRANDO O FLANGE 180O

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38
MEDIÇÃO DE NÍVEL
- PRINCIPAIS MÉTODOS DE MEDIÇÃO:

• RÉGUA OU GABARITO
• VISORES DE NÍVEL
• BÓIA OU FLUTUADOR
• POR PRESSÃO HIDROSTÁTICA (∆P)
• COM BORBULHADOR
• POR EMPUXO
• COM RAIOS GAMA
• CAPACITIVO
• POR ULTRASOM
• POR RADAR
• MEDIDORES DESCONTÍNUOS
• MEDIÇÃO DE SÓLIDOS

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TIPO MEDIÇÃO CONTÍNUA


CHAVE DE
DE
NÍVEL TRANSMISSÃO/
INSTRUMENTO INDICAÇÃO
CONTROLE
1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 1 - Líquidos limpos
Visor de Nível R E R B R
Bóia/Flutuador E R R B R R B R R 2 - Líquidos com
Empuxo E B E B espuma
Pressão Hidros. B R R R B R R B R R
Borbulhador R R B R B R B R B R 3 - Interface
Cél. Carga R B R B B B R B
Ultrasom B R B B B R R E 4 - Polpas
Radiação B B E R E E R B E B R B R
Capacitivo B B R B R R R R B B R B 5 - Sólidos
Condutividade R R R
Pás Rotativas B
Lâminas Vibrat. B B E B
Detecção Térm. B R R R B R R R

E - Excelente (sem restrições de uso)


B - Bom (com restrições de uso)
R - Regular (poucas aplicações)

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39
MEDIÇÃO DE NÍVEL DIRETA

500

499

498 Régua ou Gabarito


497

496

Visores de Nível
(vidro)

Tipo Tubular

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Plano (Reflex ou Transparente)

LIQUIDO
GAS

VIDRO
VIDRO

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40
Válvula de bloqueio (manutenção e segurança)

INDICADOR

BOIA IMA

Blindado PALHETA MAGNÉTICA

(Magnético) DO INDICADOR DE
NÍVEL

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Bóia ou Flutuador

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41
2.2 - MEDIÇÃO DE NÍVEL, INDIRETA
POR PRESSÃO (HIDROSTÁTICA OU ∆P)

dr
LÍQUIDO
h
HI LO

Cálculo do Range:
∆P = h. dr ∆P = Ph – Pl
Pl = 0 (Patm)
Nível (0%): ∆P = 0 (4 mA)
Nível (100%): ∆P = h . d (20 mA)

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Supressão de Zero (Tanque aberto)

h
LÍQUIDO
dr

y
Cálculo do Range: HI LO
∆P = Ph - Pl
Pl = 0 (Patm)
Nível (0%): ∆P = y . dr (4 mA)
Nível (100%): ∆P = (h + y) . dr (20 mA)

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42
Elevação de Zero
(Tanques fechados e pressurizados)

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Exemplo 1:

Cálculo do Range:
GÁS
Nível (0%):
∆P = Ph - Pl
y ∆P = 0 - (h . dselo)
h ∆P = - (y . dselo) (4 mA)
LÍQUIDO
HI LO
Nível (100%):
∆P = Ph - Pl
Pl = y . dselo
Ph = h . dlíquido
∆P = h . dlíquido - y . dselo (20 mA)

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43
Exemplo 2:

∆P0% = - 2000 mmH2O


∆P100% = 2000 mmH2O

Portanto, o Range do TRM é de – 2000 a 2000 mmH2O

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Com Borbulhador

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44
Por Empuxo E = V. δ

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Variação do Pap. no Medidor Contínuo

P ap.
P ap. == W
W -- E
E

0 0 0
3 LB 2 LB 1 LB
3 1 3 1 3 1
2 2 2

2,25 M

14" NIVEL
D`AGUA
14" 7" NIVEL
COMP D`AGUA

A B C
Nível de Água - 0 Água Deslocada Água Deslocada
Peso = 1LB Peso = 2LB

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45
Medição de Nível de Inferface

ÓLEO Et = E1 + E2

ÁGUA

DT301

Óleo 100 %

ÓLEO Águar 0%

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Medição de Nível com Raios - Gama

FONTE DE
RADIAÇÃO INDICADOR
AMPLIFICADOR

SENSOR
GEIGER

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46
Medição de Nível Capacitivo

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Medição de Nível por Ultra-som

h = H - (v.t)
2
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47
Medição de Nível por Radar

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MEDIDORES
DESCONTÍNUOS
DE NÍVEL

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48
Medição de Nível de Sólidos (Pesagem)

Transdutor
eletromecânico

Novas Células de
Carga (Strain Gauge)

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EXERCÍCIOS:
12 - Determinar:
a) Range do instrumento: _________________mmH2O
b) Saída do instrumento quando o nível for 78%: ______________ PSI

a) ∆P = PH – PL
- Nível (0%) » ∆P = PH – PL = 0 – 0 = 0 mmH2O

- Nível (100%) » ∆P = PH – PL =
∆P = (5000 x 2,5) = 12500 mmH2O
Range: 0 ~ 12500 mmH2O

b) 78% do sinal de 3 a 15 PSI é:


Sinal de saída = (0,78 x 12) + 3 = 12,36 PSI

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49
16 - Determinar:
a) Range do instrumento: _________________” H2O
b) Saída do instrumento quando o nível for 37%: _________________ PSI
c) Nível quando a saída for 13,6 PSI: __________________________%

a) ∆P = PH – PL
- Nível (0%) » ∆P = PH – PL =
∆P = [(500 x 1,8) / 25,4] – 0 = 35,433 “H2O
» VI (3 PSI) = 35,433 “H2O
- Nível (100%) » ∆P = PH – PL =
∆P = [(5500 x 1,8) / 25,4] – 0 = 389,76 “H2O
» VS (15 PSI)= 389,76 “H2O

b) 37% do sinal de 3 a 15 PSI é:


Sinal de saída = (0,37 x 12) + 3 = 7,44 PSI

c) H (nível) = [(13,6 – 3) / 12] x 100% = 88,33%

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22 - Determinar:
a) Range do instrumento: _____________________mmH2O
b) Saída do instrumento quando o ∆P = 0 mmH2O : ___________ PSI

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50
MEDIÇÃO DE VAZÃO

Vazão Volumétrica: Qv = v / t

Vazão Mássica: Qm = m / t

TIPOS DE MEDIDORES:

1. Medidores de Quantidade por “Pesagem / Volumétrica”

Disco mutante, Pistão rotativo-oscilante, Pás, Engrenagens ovais, etc.

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2. Medidores Volumétricos

Por Elementos Deprimogênios (∆P)

250
PSI

249

248

VAZÃO

MERCÚRIO

DIFERENCIAL
DE PRESSÃO

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51
Equação básica p/ Elementos Deprimogênios

Q = K. ∆P
∆P (%)

100

75
FE

50

FT FI
25

0 Q (%)
0 50 70,7 86,6 100

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PLACA DE ORIFÍCIO
Tipos de orifícios:

(a) (b) (c)

a. Orifício concêntrico.
b. Orifício excêntrico.
c. Orifício segmental.
VANTAGENS: DESVANTAGENS:
Instalação fácil Alta perda de carga
Econômica Baixa Rangeabilidade
Construção simples
Manutenção e troca simples

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52
Tipos de Bordo:

Bordo Quadrado (Aresta viva):

Bordo Arredondado (Quadrante edge ou quarto de círculo):

Bordo com entrada cônica:

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Tipos de Tomada de Impulso:


DISTÂNCIA DISTÂNCIA
DENOMINAÇÃO DENOMINAÇÃO DA TOMADA DA TOMADA
NA LITERA- SUGERIDA EM À FACE À FACE
TURA INGLESA PORTUGUÊS MONTANTE JUSTANTE
K1 K2

FLANGE TOMADA 1" 1" (J) 1" 1"

TAPS EM FLANGES

TOMADAS
RADIUS 1/2 D
ÀDE 1D K1 K2

TAPS (M)
1/2 D

VENA TOMADAS 1/2 D A DEPENDE


CONTRACTA DE VENA 2D
K1 M

CONTRACTA DO β
TAPS

TOMADAS
CORNER DE JUNTO JUNTO
TAPS CANTO

TOMADAS
PIPE À 2½ D 2½D 8D K1 K2

TAPS E8D (M)

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53
Orifício Integral

Tubo Venturi

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Bocal de vazão (Flow nozzle)

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54
Tubo Pitot

v2 2g
Pd = γ . v = Pd
2g γ


1
v v 10
K = medio = 10

v max v max

2g
v médio = K . Pd
γ

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Medidor Tipo Sonda Múltipla (Annubar)

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55
Malha para Medição de Vazão

Compensação de Pressão e Temperatura

PA ⋅ ∆P
Q=K . Q [Nm3/h]
TA

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Exemplos de Instalação

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56
MEDIDOR DE VAZÃO POR ∆P CONSTANTE
(ÁREA VARIÁVEL)
ROTÂMETRO

Tipos de Flutuadores

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MEDIDORES DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS

VERTEDOR

Q = 3,33.(L – 0,2H) . H3/2

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57
CALHA PARSHALL

D W C
A R

Q = K . Hn

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MEDIDORES ESPECIAIS DE VAZÃO

MEDIDOR MAGNÉTICO DE VAZÃO

Lei de Faraday

E = B.d.V

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58
Estrutura do Detector:
• Revestimento,
• Eletrodo,
• Tubo Detector,
• Influência da Condutividade,
• Instalação Elétrica e
• Escolha do diâmetro.

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MEDIDOR TIPO TURBINA

1-Corpo do Medidor
2- Suporte Traseiro
3- Anel de Retenção do Manual
4- Mancal
5- Espaçador central
6- Espaçador externo
7- Rotor
8- Suporte Frontal
9- Anel de Retenção
10 Porca de Travamento do sensor
11- Sensor Eletrônico de proximidade

• Influência da Viscosidade
• Performance

K = (60.f) / Q

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59
MEDIDOR TIPO VÓRTEX
• Funcionamento
• Método de detecção dos vórtices

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MEDIDORES ULTRA-SÔNICOS

• Medidores de Efeito Doppler


• Medidores de Tempo de Trânsito

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60
MEDIDOR POR EFEITO CORIOLIS

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APOSTILA - PAG. 7-32

EXERCÍCIOS:
20 - Calcular o ∆P no instante em que a vazão é igual a 120 m3/h.
Dados: Qmáx.=150 m3/h e ∆Pmáx.= 2.000 mmHg
Q = K x √ ∆P » K = Q / √ ∆P = 150 / √ 2.000 = 3,354
(Q)2 = (K x √ ∆P)2 » ∆P = (Q / K)2 = (120 / 3,354)2 = 1.280 mmHg
21 - Calcular a vazão em m3/h, quando o ∆P é igual a 36%.
Dados: Qmáx.= 500 l/h e ∆Pmáx.= 2.360 mmCA
Qdo o ∆P é máx. » a Q será máx., então K = Q / √ ∆P = 100% / √ 100% = 100% / 10% = 10
Q = K x √ ∆P » Q = 10 x √ 36 = 60% e Q = 0,6 x 500 = 300 l/h = 0,3 m3/h
22 - Calcular o ∆P, quando a vazão for 2,5 l/s.
Dados: Qmáx.= 300 l/min e ∆Pmáx.= 30 mmHg
300 l/min = 5 l/s » p/ Q = 2,5 l/s = 50% ∆P = (Q / K)2 = (50 / 10)2 = 25%
∆P = 0,25 x 30 = 7,5 mmHg
23 - Calcular a vazão em l/h e GPM, quando o ∆P for igual a 81%.
Dados: Qmáx.= 600 l/h e ∆Pmáx.=1.000 mmH2O

Q = K x √ ∆P = 10 x √ 81 = 90%
Q = 0,9 x 600 = 540 l/h ou 0,54 m3/h Q = 0,54 x 4,402 = 2,37 GPM

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61
APOSTILA - PAG. 7-32

EXERCÍCIOS:
20 - Calcular o ∆P no instante em que a vazão é igual a 120 m3/h.
Dados: Qmáx.=150 m3/h e ∆Pmáx.= 2.000 mmHg

∆P = 1.280 mmHg
21 - Calcular a vazão em m3/h, quando o ∆P é igual a 36%.
Dados: Qmáx.= 500 l/h e ∆Pmáx.= 2.360 mmCA

Q = K x √ ∆P » Q = 10 x √ 36 = 60% e Q = 0,6 x 500 = 300 l/h = 0,3 m3/h


22 - Calcular o ∆P, quando a vazão for 2,5 l/s.
Dados: Qmáx.= 300 l/min e ∆Pmáx.= 30 mmHg
300 l/min = 5 l/s » p/ Q = 2,5 l/s = 50% ∆P = (Q / K)2 = (50 / 10)2 = 25%
∆P = 0,25 x 30 = 7,5 mmHg
23 - Calcular a vazão em l/h e GPM, quando o ∆P for igual a 81%.
Dados: Qmáx.= 600 l/h e ∆Pmáx.=1.000 mmH2O

Q = K x √ ∆P = 10 x √ 81 = 90%
Q = 0,9 x 600 = 540 l/h ou 0,54 m3/h Q = 0,54 x 4,402 = 2,37 GPM

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24 - Um FT indica 36% no seu indicador local. Qual é o diferencial de pressão aplicado em suas
câmaras neste instante? Qual é a vazão, sabendo-se que a vazão máxima de linha é de 5.000 m3/h,
com um diferencial máximo de pressão igual a 81 mmH2O?
∆P = (Q / K)2 = (36 / 10)2 = 12,96%
∆P = 0,1296 x 81 = 10,49 mmH2O e Q = 0,36 x 5.000 = 1.800 m3/h
25 - Um FT indica 49% no seu indicador local. Qual é o diferencial de pressão aplicado em suas
câmaras neste instante? Qual é a vazão, sabendo-se que a vazão máxima da linha é de 6.000 m3/h,
com um diferencial máximo de pressão igual a 100 mmH2O?

∆P = (Q / K)2 = (49 / 10)2 = 24,01%


∆P = 0,24 x 100 = 24 mmH2O e Q = 0,49 x 6.000 = 2.940 m3/h
26 - Um FT é instalado em uma linha de processo para medir vazão, o ∆P máximo é de 50” H2O. Qual
é a vazão quando o ∆P for de 20” H2O e qual será a indicação na escala do FI em %. Dado: Qmáx. =
460 m3/h.
∆P(%) = (20/50) x 100% = 40%
Q = K x √ ∆P = 10 / √ 40 = 63,24% (FI) e Q = 0,6324 x 460 = 290,9 m3/h
27 - Um FT é instalado em uma linha de processo para medir vazão, o ∆P máximo é de 80” H2O. Qual
é a vazão quando o ∆P for de 30” H2O e qual será a indicação na escala do FR em %. Dado: Qmáx. =
500 m3/h.
∆P(%) = (30/80) x 100% = 37,50%
Q = K x √ ∆P = 10 / √ 37,50 = 61,24% (FR) e Q = 0,6124 x 500 = 306,2 m3/h
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62
Conceitos Básicos
TEMPERATURA: grau de agitação térmica das moléculas.

ENERGIA TÉRMICA: é a somatória das energias cinéticas dos


seus átomos.

CALOR: é a energia em trânsito.

Definições
PIROMETRIA: medição de altas temperaturas, na faixa onde os
efeitos de radiação térmica passam a se manifestar.

CRIOMETRIA: medição de baixas temperaturas, ou seja, aquelas


próximas do zero absoluto.

TERMOMETRIA: termo mais abrangente que incluiria tanto a


Pirometria como a Criometria.

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MEIOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR


• CONDUÇÃO
• RADIAÇÃO
• CONVECÇÃO
Escalas de Temperatura

°C = °F – 32 = K – 273 = R - 491
Conversão de Escalas
5 9 5 9

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63
Pontos Fixos de Temperatura
(Escala Prática Internacional de Temperatura)

PONTO
ão CRÍTICO

Lin
FASE aç
iz
ha
LÍQUIDO r
po
de
Va
PRESSÃO

Fus de
a
nh
ão
Li
FASE
FASE VAPOR
SÓLIDO
PONTO
TRIPLO
a de ão
h aç
Lin lim
b
Su
TEMPERATURA

* IPTS-68 / ITS - 90
* Normas e Padronização (ANSI, DIN, JIS, BS, UNI...)
* IEC, ABNT.
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MEDIDORES DE TEMPERATURA POR DILATAÇÃO / EXPANSÃO

1 - TERMÔMETRO A DILATAÇÃO DE LÍQUIDO

Vt = Vo.( 1 + β.∆t)

Recipiente de Vidro

LÍQUIDO PONTO DE PONTO DE FAIXA DE USO(oC)


SOLIDIFICAÇÃO(oC) EBULIÇÃO(oC)

Mercúrio -39 +357 -38 a 550

Álcool Etílico -115 +78 -100 a 70

Tolueno -92 +110 -80 a 100

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64
Recipiente Metálico
LÍQUIDO FAIXA DE UTILIZAÇÃO (oC)

Mercúrio -35 à +550

Xileno -40 à +400

Tolueno -80 à +100

Álcool 50 à +150

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2 - TERMÔMETRO À PRESSÃO DE GÁS

Gás Temperatura Crítica

Hélio ( He ) - 267,8 oC

Hidrogênio ( H2 ) - 239,9 oC

Nitrogênio ( N2 ) - 147,1 oC

Dióxido de Carbono ( CO2 ) - 31,1 oC

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65
3 - TERMÔMETRO À PRESSÃO DE VAPOR

Líquido Ponto de Fusão ( oC ) Ponto de ebulição ( oC )

Cloreto de Metila - 139 - 24

Butano - 135 - 0,5

Éter Etílico - 119 34

Tolueno - 95 110

Dióxido de enxofre - 73 - 10

Propano - 190 - 42

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TERMÔMETROS À DILATAÇÃO DE SÓLIDOS


(TERMÔMETROS BIMETÁLICOS)

Lt = Lo. ( 1 + α.∆t)

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66
MEDIÇÃO DE TEMPERATURA COM TERMOPAR

BLOCO DE JUNTA DE
LIGAÇÃO REFERÊNCIA

JUNTA DE TERMOPAR CABO DE


MEDIÇÃO EXTENSÃO

TRM DE TEMP.,
GRADIENTE DE TEMPERATURA ( ∆T) INDICADOR OU
CARTÃO INPUT(CLP)

Efeitos Termoelétricos:
Seebeck, Peltier, Thomson e Volta.

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A (+)
I

T Tr "Efeito Seebeck"

B (-)
E A (+)

T+ T T- T " Efeito Peltier "

B (-)

" Efeitos Thomson e Volta "

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67
Correlação da F.E.M. x Temperatura
mV
80
E

70

60

K
50
J
NICROSIL-NISIL

40

30

20 R
T S

B
10

T
0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800

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CARACTERÍSTICAS/TIPOS DOS TERMOPARES

" Existem várias combinações de 2 metais condutores:

- devem possuir relação razoável/ linear entre Temp.

* fem e também desenvolver uma fem por grau de


mudança de Temperatura, que seja detectável pelos

equipamentos normais."

Grupos : * Termopares Básicos.


* Termopares Nobres.
* Termopares Especiais.

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68
1. - TERMOPARES BÁSICOS
(>uso industrial, custo baixo, limite de erro >)
1.1 - Tipo " T " : Cu-Co(Cobre-Constantan)
Liga: (+) Cu(99,9%)
( - ) Co(Cu-58%;Ni-42%)
Faixa: - 184 a 370°C=(- 5,38 à 19,03 mv) e
5,14 mv / 100°C (T+)
Identif. de polari// : o pos.(Cu) é avermelhado.

1.2 - Tipo " J " : Fe-Co


Liga: (+) Fe(99,5%)
( - ) Co
Faixa: 0 a 760°C=(0 à 49,92 mv) e 5,65 mv / 100°C
Identif. de polari// : o pos.(Fe) é magnético e o neg.
não é.
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Correção da Junta de Referência

Cr Cr

T2 E1 = 19,68 24 ºC E2 = 0,96 0 ºC

A A

FORNO
TERMÔMETRO
TIPO "X" DIGITAL
50 ºC
2,25 mV

JR = 1,22 mV 25 ºC

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69
ERROS DE LIGAÇÃO
CABEÇOTE

CABO DE COBRE
38 °C
1,529 mV
0,00 mV
REGISTRADOR
24 °C
0,960 mV

TC TIPO K
20,371 mV + 20,731 mV
+ 0,000 mV
+ 0,960 mV
+21,691 mV 525 °C ERRO = - 13 °C

538 °C

22,260 mV
* Usando fios de cobre.

FORNO
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ERROS DE LIGAÇÃO
CABEÇOTE

CABO TIPO KX

38 °C
1,529 mV
0,569 mV
REGISTRADOR
24 °C
0,960 mV

TC TIPO K
20,371 mV + 20,731 mV
+ 0,569 mV
+ 0,960 mV
+ 22,260 mV 538 °C ERRO =' 0

538 °C
* Usando fios de compensação.
22,260 mV

FORNO

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70
ERROS DE LIGAÇÃO
CABEÇOTE

CABO TIPO KX

38 °C
1,529 mV
0,569 mV
REGISTRADOR
24 °C
0,960 mV

TC TIPO K
20,731 mV - 20,731 mV
+ 0,569 mV
+ 0,960 mV
- 19,202 mV

538 °C
* Inversão simples.
22,260 mV

FORNO

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ERROS DE LIGAÇÃO

CABEÇOTE

CABO TIPO KX
38 °C
1,529 mV
0,569 mV
REGISTRADOR
24 °C
0,960 mV

TC TIPO K
20,731 mV + 20,731 mV
- 0,569 mV
+ 0,960 mV
+ 21,102 mV 511 °C ERRO = - 27 °C

538 °C
22,260 mV
* Inversão Dupla.
FORNO

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71
Termopar de Isolação Mineral

RABICHO POTE

PÓ ÓXIDO DE
MAGNÉSIO
JUNTA DE
MEDIDA

PLUG

BAINHA

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ASSOCIAÇÃO DE TERMOPARES
1. - Associação Série 2. - Associação Série-oposta

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72
ASSOCIAÇÃO DE TERMOPARES

3. - Em Paralelo

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TERMORESISTÊNCIAS
CILINDRO DE VIDRO ESPIRAL DE PLATINA
CONDUTORES

MEDIDOR TOTALMENTE APOIADO

Materiais + utilizados: Pt, Cu ou Ni


* Alta resistividade, melhor sensibilidade,
* Alto coeficiente de variação (R*T),
* Ter rigidez e dutibilidade: fios finos.
Ni/Cu : isolação: esmalte, seda, algodão ou fibra de
vidro. ( T < 300°C )
MATRIZ DE CERÂMICA ESPIRAL DE PLATINA
CONDUTORES

MEDIDOR PARCIALMENTE APOIADO

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73
Características da Pt100( à 0°C )

* Padrão de Temperatura: (- 270 a 850°C),


* Alta estabilidade e repetibilidade,
* Tempo de resposta.

RABICHO ISOLADOR CONDUTORES ISOLAÇÃO MINERAL

SELO BAINHA BULBO DE RESISTÊNCIA

Vantagens / Desvantagens

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PRINCÍPIO DE MEDIÇÃO

1. Ligação à 2 fios: ( utilização: dist. < 3m )

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74
2. Ligação à 3 fios:

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MEDIÇÃO DE TEMPERATURA POR RADIAÇÃO

RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA:
• Hipóteses de Maxwell
• Ondas Eletromagnétivas
• Espetro Eletromagnético

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75
TEORIA DA MEDIÇÃO DE RADIAÇÃO

W= ε . δ .T4

W = energia radiante ( Watts/m2)


δ = Constante de Stefan-Boltzmann [5,7 x 10-8 x (W x K4)/m2]
T = Temperatura absoluta
ε = Emissividade (corpo negro, ε = 1)

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W = WA + WR + WT

W = energia Incidente
WA = energia absorvida
WR = energia refletida

WT = energia transmitida

- Absorvidade : α = WA
W
- Refletividade : δ = WR
W
ε = W (corpo qualquer)
- Transmissividade : τ = WT
W W ( corpo negro )

α+δ+τ=1

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76
PIRÔMETROS ÓPTICOS

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RADIÔMETRO OU PIRÔMETROS DE RADIAÇÃO

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77
EXERCÍCIOS:
75 - Determine os valores pedidos dos esquemas abaixo :
a) Tabela(TC J): FEM 400 ºC = 21,848 mv
FEM 25ºC = 1,277 mv
21,484 mv
400 ºC 0 ºC
X 1,277 mv
25 ºC
X = 21,848 – 1,277 = 20,571 mv
Tabela(TC T): FEM -128 ºC = - 4,127 mv
b) FEM 15ºC = 0,589 mv
X
- 128 ºC
- 4,127 - 0,589 0,589 0 ºC
0 ºC 15 ºC
X = - 4,127 + (- 0,589) = - 4,716 mv

Tabela(TC T): FEM 20 ºC = 0,789 mv


c) X
? ºC 0 ºC
2,342 mv 0,789 mv
20 ºC
X = 2,342 + 0,789 = 3,131 mv » Tabela: ~ 75 ºC

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d)
Tabela(TC K): FEM 24 ºC = 0,960 mv
- 1,835 mv
? ºC
X - 0,960 0,960 0 ºC
0 ºC 24 ºC
X = - (1,835 - 0,960) = - 0,875 mv » Tabela: ~ - 23 ºC

e) Tabela(TC S): FEM 30 ºC = 0,173 mv

X
? ºC 0 ºC
1,835 mv 0,173 mv
30 ºC

X = 1,835 + 0,173 = 2,008 mv » Tabela: ~ 265 ºC

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78
MEDIÇÃO DE DENSIDADE

ESCALA

LASTRO

Densímetro
Densímetro Autocompensado

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MEDIÇÃO DE DENSIDADE

TRANSBORDAMENTO

H = cte
DI
DT

Pressão Hidrostática (∆P = h . δ)


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79
Transmissor de Densidade/Concentração

h2
h1
2
h

P1 = ρ . g . h1
P2 = ρ . g . h2
P1 - P2 = ρ . g . (h1 - h2)
∆P = ρ . g . h
ρ = ∆P / g . h

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MEDIÇÃO DE pH

ƒ dissociação eletrolítica 2 H2O = H3O+ + OH-


exp. da água:

ƒ solução neutra= não ácida e não alcalina


[H3O+] = [OH-] e [H3O+].[OH-] = 10-14

[H3O+] = 10-7 pH = log (1 / [H3O+])

pH 12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 13 14

ÁCIDO ALCALINO

NEUTRO

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80
Elementos de Medição

SOLUÇÃO TAMPÃO TUBO HERMETICAMENTE


FECHADO

ELETRODO DE LIGAÇÃO TUBO DE VIDRO


PRATA KCl

CLORETO
FIO DE PRATA
DE PRATA

MEMBRANA DE VIDRO CLORETO SUBSTÂNCIA


DE PRATA
SENSÍVEL A H3O POROSA

Eletrodo de medição Eletrodo de referência

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SISTEMA DE MEDIÇÃO
Eletrodo
E
Combinado

KCl
pH 7

ELETRODOS
DE LIGAÇÃO

pH MEDIÇÃO

SUBSTÂNCIA
MEMBRANA POROSA

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81
ELEMENTOS
FINAIS DE
CONTROLE

A válvula de controle é o elemento final mais usado nos sistemas de controle industrial. Em sistemas
de controle para gases e ar é também usado o “damper”, porém poderemos citar outros elementos,

tais como: bombas, resistências elétricas, motores, inversores, etc.

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Componentes da Válvula de Controle

Corpo e Atuador

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82
ATUADOR

¾ Pneumático à mola e diafragma;


¾ Pneumático a pistão;
¾ Elétrico;
¾ Elétrico - hidráulico e
¾ Hidráulico.

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“CORPO” DA VÁLVULA

É a parte da válvula que executa a ação de controle permitindo maior


ou menor passagem do fluído no seu interior, conforme a necessidade
do processo.

COMPONENTES DO CORPO:
‰ Internos
‰ Castelo
‰ Flange inferior

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83
Internos balanceados

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Tipos de castelo

Indicado para altas temperaturas


Aplicações criogênicas
Faixa de operação:
Gaxeta de PTFE: -101 a 427 ºC
Temperatura de operação: Gaxeta grafite: -70 a 1093 ºC
Gaxeta de PTFE: -30 a 232 ºC
Gaxeta grafite: -30 a 371 ºC

Para garantir vedação absoluta


Exige maior força de atuação

• Fluidos corrosivos
• Fluidos tóxicos
• Fluidos radioativos
• Fluidos caros

Normal Longo Fole de selagem


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84
Tipos de castelo

Aletado

Indicado para altas temperaturas


Aplicações criogênicas
Faixa de operação:
Gaxeta de PTFE: -101 a 427 ºC
Gaxeta grafite: -70 a 1093 ºC

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Tipos de Válvula de Controle

Deslocamento linear Deslocamento rotativo

• Globo • Borboleta
• Globo angular • Esfera
• Globo três vias • Segmento esférico
• Diafragma • Obturador excêntrico
• Bipartida
• Guilhotina

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85
Válvulas Globo Sedes Simples e Dupla

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VÁLVULA GLOBO - TRES VIAS

Divergente Convergente

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86
VÁLVULA GLOBO TIPO GAIOLA

TIPOS:
ƒ Sede Simples, Balanceada, Micro Fluxo,
ƒ Angular Sede Simples e Balanceada,
ƒ Duplo Estágio e Baixo Ruído.

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Globo angular
Obturador balanceado
Globo obturador micro-
micro-fluxo
Tamanho :1/2” a 2” - Cvs : 0,25 a 13

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87
VÁLVULA TIPO DIAFRAGMA OU SAUNDERS

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VÁLVULA TIPO GUILHOTINA

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88
VÁLVULA TIPO BORBOLETA

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Gráfico de Torque x Abertura da Válvula Borboleta

Tipos de Assentamento das Válvulas Borboletas


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89
VÁLVULA ESFERA

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Válvula de segmento esférico

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90
Válvula de obturador excêntrico rotativo

• Boa característica de controle e


alcance de faixa
• Leve, compacta e econômica
• Corpo e castelo em única peça
• Sede metálica ou resiliente
• Menor torque de acionamento
• Baixa histerese / controle preciso
• Construção robusta
• Fácil montagem e manutenção
• Auto-alinhamento sede/obturador

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CARACTERÍSTICAS DE VAZÃO INERENTES


a) Linear;
b) Igual porcentagem ( 50:1 );
c) Parabólica modificada e
d) Abertura rápida.

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91
CARACTERÍSTICA DE VAZÃO INSTALADA

COEFICIENTE DE VAZÃO ( CV )
“É a quantidade de água a 60 ºF medida em galões , que passa por uma
determinada restrição em 1 minuto , com uma perda de carga de 1 psi” .

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POSICIONADORES

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92
Posicionador Pneumático

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Posicionador Eletropneumático

POSICIONADOR INTELIGENTE

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93
O que é um Posicionador
Inteligente ?
Família FY Posicionadores Digitais
São instrumentos microprocessados que
convertem Sinais de Corrente, Fieldbus ou
Profibus para posição.
Somada a essa função de converter um sinal
de entrada para uma posição de saída, o
posicionador FY, usando o protocolo de
comunicação Hart ou Fieldbus, fornece fácil
acesso a informações críticas da operação do
processo.

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O velho modo de
feedback de posição
Eixo da Válvula Potenciômetro (dentro do
posicionador)
Yoke
Pino
O O

C Através do C
eixo e selo

Feedback
Braço (fora do posicionador)
• O movimento do eixo da válvula era mecanicamente transmitido
para o potenciômetro usando um braço deslizando sobre o pino.
• Vibrações são transmitidas causando falha do potenciômetro.
• Folgas e imprecisões causam erros na posição.
• Furos na carcaça estão sujeitos a entrada de umidade.
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94
Recursos Inovadores

Processamento Digital
Permite auto setup e fácil ajuste de
parâmetros de calibração.Facilidade de
configuração e uso dos ajustes.

Display
Facilita a visualização da posição da válvula,
permitindo a simplificação do ajuste do
instrumento.

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Recursos Inovadores
Realimentação Sem Contato Físico
O sensor efeito hall elimina as
complicações e as dificuldades criadas
pelo tradicional sistema de realimentação
com braço mecânico.

Design Revolucionário
- Universal (atuador linear ou rotativo,
simples ou dupla ação).
- Compacto (também para pequenos
atuadores)
- Parâmetros configuráveis.
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95
Recursos Inovadores
Certificação
À prova de explosão e intrinsecamente
seguro. (inclusive para aplicações com
gás natural)

Acordo com fabricantes de válvulas


- Pode ser montado em qualquer atuador
de válvula do mercado.
- Smar é um fabricante independente de
posicionador, não é um competidor dos
fabricantes de válvula.

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Características Gerais

Curso
Movimento Linear: 10 a 100mm;
Movimento Rotativo: ângulo de 30o a 120o
Pressão de Alimentação
Mínima : 1,4 Kgf/cm2 ( 20 PSI );
Máxima : 7 Kgf/cm2 ( 100 PSI ).
Montagem
Diretamente à válvula;
Com o uso do suporte universal a montagem;
pode ser feita em diversas posições.
Compensação de Temperatura
Circuito eletrônico incorporado.

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96
Características Gerais

Suporte
Atende as Normas internacionais
Rotativo - VDI/VDE 3845.
Linear - IEC534-6 (NAMUR).
Vibração
De acordo com SAMA PMC 31.1 - 1980, Sec. 5.3,
Condition 3, Steady State.
Interferência Eletromagnética (RFI)
De acordo com IEC 801, EN 50081 e EN 50082.
Temperatura (Operação e Armazenagem)
-40oC até 85oC.

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Módulo do Transdutor do FY

ESTÁGIO CARCAÇA PRINCIPAL


- Placa Principal
- Borneira
- Display
ESTÁGIO PILOTO + SERVO
- Bico Palheta
- Diafragma
ESTÁGIO VÁLVULA CARRETEL

ESTÁGIO SENSOR
EFEITO HALL
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97
Sensor HALL

Determina a posição atual do atuador e


faz a realimentação para o controle, sem
contato mecânico.
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Sensor Efeito Hall


Imãs
Eixo da Válvula
(Barras)
Yoke da Válvula

O O
N

S
C C

Sensor de
posição

• Posição relativa do imã em relação ao sensor


efeito hall quando a válvula está nas posições
fechada (esquerda) e aberta (direita).

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98
Princípio Sensor Efeito Hall
• Nãoexiste contato entre a válvula e o sensor
de posição.

• O sensor efeito hall detecta mudanças no fluxo


magnético através da movimentação dos imãs que
estão montados no eixo da válvula e assim fornece
um sinal proporcional da posição real.
• Como não existe nenhum contato entre o imã e o
sensor de posição, o posicionador não é afetado pela
vibração.
• O mesmo posicionador pode ser utilizado tanto para
atuadores lineares quanto para rotativos.

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Posicionador FY
O sensor efeito hall elimina as complicações e as
dificuldades criadas pelo tradicional sistema de
realimentação com braço mecânico.

Saída
Tensão
N S

N
Curso
S N S

Imãs
Vista de
cima
2 a 4 mm

Hall
Hall

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99
Princípio Sensor Efeito
Hall - Rotativo
Eixo da Válvula

I Aberto
Atuador
Imã
Imãs
Sensor Hall
Válvula
I Fechado

Saída
Um imã pode ser
usado para qualquer
Ângulo
atuador rotativo de
1/4 de volta.

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Princípio Sensor Efeito


Hall - Linear Eixo da
Válvula Imãs Yoke
Vista de cima Eixo da
Válvula
O
O
Imã N C
S C
Sensor Hall
(no posicionador)
Para atuadores lineares existem
três tamanhos disponíveis
dependendo do tamanho do
curso:
•curso até 15 mm - imã menor;
•curso até 50 mm - imã médio;
•curso até 100 mm - imã maior.

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100
Bico Palheta com Piezo

PIEZO

RESTRIÇÃO

ESCAPE PARA
A ATMOSFERA

PRESSÃO PILOTO ALIMENTAÇÃO


20 A 100 PSI

Converte o movimento do piezoelétrico num


sinal pneumático para pressão de controle na
câmara piloto.
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Bico Palheta com Piezo


Palheta (piezo)
Bico

Restrição
removível
Pressão piloto

Suprimemento de ar
• A criação do sinal pneumático é feita usando o estágio piloto
baseado no princípio bico palheta.
• Quando a palheta (piezo) se movimenta é gerada uma pressão
piloto. Essa pressão é proporcional a folga entre o piezo e o
bico:
– piezo próximo do bico alta pressão;
– piezo afastado do bico baixa pressão .
• A restrição é muito fina e precisa ser mantida limpa, portanto
ela é facilmente removida.
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101
Posicionador FY
Funcionamento da Base do Piezo

Piezo
100 V
Restrição
removível 75

50

25

Gerador
Tensão

Suprimento Pressão piloto


de ar Bico
Palheta

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Diafragma
Pressão pilot (p)

Área do diafragma piloto (A)


Pressão
do ar de
suprimento (P)
Área do diafragma do carretel (a)

Princípio do balanço de força


Força da mola (Fm) p . A = P . ( A - a ) + Fm

• Utiliza o princípio do balanço de força.


• A menor pressão piloto (p) controla a posição da válvula
carretel que controla a alta pressão de saída (P) a qual
também possue uma grande capacidade de vazão.
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102
Posicionador FY
Bloco Pneumático

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Posicionador FY
Bloco Pneumático

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103
Posicionador FY
Tampa de Ligação
Composto por
• Flat cable e Tampa resinada;
• Placa Analógica
9 Converte o sinal digital equivalente
a 4 a 20 mA em sinal de 0 a 100 V

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Posicionador FY
Bloco Pneumático

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104
Válvula Carretel

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Válvula Carretel

• Válvula Carretel
em repouso.

Vent 2
Saída 2 (Fechada)

Saida 1 (Fechada)
Vent 1

Caminho do ar de suprimento
Caminho do Vent
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105
Válvula Carretel
• Quando a pressão piloto
aumenta, o diafragma
empurra o carretel contra a
mola.
• Posição de segurança (sem
energia).
Vent 2
Saída 2 (Aberto)

Saída 1 (Fechado)
Vent 1

Caminho do suprimento de ar
Caminho do vent
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Válvula Carretel

• Quando a pressão piloto diminui,


a mola empurra o carretel contra o
diafragma.

Vent 2
Saída 2 (Fechada)

Saída 1 (Aberta)
Vent 1

Caminho do suprimento de ar
Caminho do vent
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106
100 V

75

50

25

Gerador
Tensão

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Posição de Segurança

• O posicionador FY 301 sem energia elétrica


precisa ter:
– Saída 1 = 0 psi;
– Saída 2 = pressão de alimentação.

• Para atuadores simples ação:


– Saída 1 deve ser conectada ao atuador;
– Saída 2 deve estar plugada.

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107
Posição de Segurança

• Dupla Ação, Ar para Abrir


SAÍDA2
SAÍDA1 ENTRADA

SAÍDA1 SAÍDA2

ABRE FECHA
• Falha - Fecha Atuador

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Posição de Segurança

• Dupla Ação, Ar para Fechar


SAÍDA2
SAÍDA1 ENTRADA

SAÍDA1 SAÍDA2

• Falha - Abre ABRE FECHA

Atuador

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108
Posição de Segurança

• Simples Ação, Ar para Abrir

SAÍDA1 ENTRADA

SAÍDA1

ABRE
• Falha - Fecha
• SAÍDA 2 deve estar
plugada Atuador

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Posição de Segurança

• Simples Ação, Ar para Fechar


SAÍDA1 ENTRADA

SAÍDA1

• Falha - Abre FECHA

• SAÍDA 2 deve estar


plugada Atuador

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109
FUNDAMENTOS EM CONTROLE DE PROCESSO

• PROCESSO
• DEFINIÇÕES DO CONTROLE AUTOMÁTICO
• VARIÁVEIS DO PROCESSO
• TROCADOR DE ENERGIA

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AUTO-REGULAÇÃO

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110
PROPRIEDADES DO PROCESSO (Atrasos de Tempo)
- Resistência 100 %
50 %
0%

ENTRADA

100 %

100 % 50 % SAÍDA
50 % 0%
0%

(s/ interação)
ENTRADA
100 %
50 %
0%
SAÍDA

(c/ interação)

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Capacitância / Capacidade (volume)


TANQUE A

TANQUE B
8m

4m

tanque A: tanque B:

vol.= 100 m³ vol.=100 m³

capac.=100/8=12,5 m³ capac.=100/4=25 m³

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111
Tempo de Transporte (Tempo Morto)

ENTRADA

VELOCIDADE
0% 100 %

d
WT

100 %

SAÍDA
0%

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Tempo de Transporte (Tempo Morto)

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112
CONTROLE MANUAL

ENTRADA DE
ÁGUA FRIA
SAIDA DE
ÁGUA QUENTE

MEDIÇÃO
ENTRADA

DE VAPOR
COMPUTAÇÃO
E
COMPARAÇÃO
VÁLVULA DE
CONTROLE

CORREÇÃO

CONTROLE EM MALHA FECHADA!!


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FUNÇÕES BÁSICAS DO CONTROLE

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113
C.A. Descontínuo (Malha Aberta)
(2 posições - Tudo ou Nada)
ÁGUA FRIA

ÁGUA 100
QUENTE

VÁLVULA
0 FECHADA

TEMPERATURA
120 V
PARAFUSO DE 50 Hz
REAJUSTE DO VALOR DESEJADO
VALOR DESEJADO
TEMPO

Controle liga - desliga (sem histerese)

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C.A. Descontínuo de Duas Posições c/ Histerese

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114
CONTROLE AUTOMÁTICO CONTÍNUO

Diagrama em blocos do Controlador

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CONTROLE PROPORCIONAL

Banda Proporcional

BP = 100 / Kp

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115
CONTROLE PROPORCIONAL

Controlador com estrutura


proporcional (P)
S

E SP
60
%
50 t
E % Ganho =
+
40 -
P 1
%
30 t S
%
VP 70%

t
50%

Ganho =
2

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CONTROLE PROPORCIONAL + INTEGRAL

S(P + I) = Po ± (Kp.E). [1 + (Reset . ∆T)]

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116
CONTROLE PROPORCIONAL + INTEGRAL

S
Controlador PI paralelo
30%

20%
t
10%
E SP Ganho = 1
Ti = 60 Seg.
P
+ E +
- - S
40%
t
30%
VP I
t
10%
Ganho = 2
Ti = 60 Seg

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CONTROLE PROPORCIONAL + DERIVATIVO

55% S
Controlador PD Ganho = 1
paralelo Td = 60 Seg
30%
G * E = 5%
t
10%
E SP
P 100% Saturação

+ E + Ganho = 2
Td = 60 Seg.
55 %
- - 60% S
50 % t
VP D
30%
G * E = 10%

10% t

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117
CONTROLE PROPORCIONAL + INTEGRAL + DERIVATIVO
60% S
Controlador com estrutura 50%

PID paralelo 40%

30%
E
Ganho = 1 15% t
10%
t Ti = 60 Seg
5% Td=60 Seg S
SP
I
50%

+ +
P +
- +
Ganho = 1
VP E Ti = 60 Seg
D Td=30 Seg 15% X t
10%

Derivada no erro X depende de Ti

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FIM
FIM
Eng. Mauro César Fonseca Cardoso
CTS – Centro de Treinamento Smar
www. smar.com.
smar.com.br
br

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