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DIREITO PENAL – TEORIA DO CRIME: ASPECTOS GERAIS

Prof. Marcus Montez


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TEORIA DO CRIME: ASPECTOS GERAIS

1. (MPE-PR – 2019 – MPE-PR – Promotor de Justiça) Para Welzel, a culpabilidade é a reprovabilidade de


decisão da vontade, sendo uma qualidade valorativa negativa da vontade de ação, e não a vontade em si
mesma. O autor aponta a incorreção de doutrinas segundo as quais a culpabilidade tem caráter subjetivo,
porquanto um estado anímico pode ser portador de uma culpabilidade maior ou menor, mas não pode ser
uma culpabilidade maior ou menor. Essa definição de culpabilidade está relacionada1
a) à teoria psicológica.
b) à teoria normativa pura, ou finalista.
c) à teoria psicológico-normativa, ou normativa complexa.
d) ao conceito material de culpabilidade.

2. (MPE-PR – 2019 – MPE-PR – Promotor de Justiça) A forma pela qual ocorreu a estruturação da teoria
do delito nem sempre foi uniforme, sendo variável segundo um perfil de evolução de conceitos do que é o
direito. Assim, na medida em que ocorreram mudanças nas teorias basilares que influenciaram a
estruturação do Direito Penal, a forma de apresentação e de estudo do delito igualmente foram mudando.
Tendo isto em mente, a afirmação de que “o direito positivo não possui uma valoração intrínseca e
objetiva, sendo que as normas jurídicas aparecem determinadas por valores prévios e que contaminam,
além de sua edição, também os próprios autores de sua elaboração, sendo que uma pretensa ‘verdade
jurídica’ vem influenciada pela cultura”, se mostra ajustada à definição de:2
a) Causalismo.
b) Neokantismo.
c) Finalismo.
d) Pós-finalismo.
e) Funcionalismo.

3. (CONSULPLAN – 2018 – TJ-MG – Titular de Serviços de Notas e de Registros) Leia o texto a seguir para
responder à questão.3
O “sistema clássico” foi responsável pela divisão da ação humana em dois segmentos distintos: de um lado, o querer
interno do agente; de outro, “o processo causal” visível, isto é, a conduta corporal do agente e o seu “efeito” ou
resultado. Situava-se no injusto o encadeamento causal externo e, na culpabilidade, todos os elementos subjetivos,
isto é, os elementos internos (anímicos) do agente.
Considerando a tradição germânica da teoria geral do crime, é correto afirmar, quanto a essa concepção e respectiva
orientação metodológica, que o texto anterior se refere ao modelo
a) socialista e à filosofia neokantiana.
b) funcionalista e à teoria de sistemas.
c) causalista e ao positivismo naturalista.
d) finalista e à filosofia ontofenomenológica.

4. (FUMARC – 2018 – PC-MG – Delegado de Polícia) Com relação à culpabilidade e suas teorias, é
INCORRETO afirmar:4
a) A teoria normativa pura, a fim de tipificar uma conduta, desloca a análise do dolo ou da culpa para o fato típico,
transformando a culpabilidade em um juízo de reprovação social incidente sobre o fato típico e antijurídico e sobre
seu autor.

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b) O Código Penal vigente adota a teoria limitada da culpabilidade, pela qual as descriminantes putativas incidentes
sobre a existência ou os limites de uma causa de justificação sempre são consideradas erro de proibição.
c) São elementos da culpabilidade, tanto para a teoria normativa quanto a limitada, a imputabilidade, a consciência
potencial da ilicitude e a exigibilidade de conduta diversa.
d) Segundo a teoria psicológica idealizada por Von Liszt e Beling, a imputabilidade é pressuposto da culpabilidade,
fazendo o dolo e a culpa parte de sua análise. Por sua vez, as teorias normativas, seja a extremada seja a limitada,
excluem o dolo e a culpa de sua apreciação.

5. (VUNESP – 2017 – DPE-RO – Defensor Público) Doutrinadores nacionais admitem que a reforma de
1984 da Parte Geral do Código Penal, especialmente no que concerne ao “conceito de crime”, aderiu ao
“finalismo”. Quem é considerado o criador de tal sistema jurídico-penal?5
a) Hans Welzel.
b) Claus Roxim.
c) Von Liszt.
d) Günther Jakobs.
e) Cesare Beccaria.

6. (IBADE – 2017 – PC-AC – Delegado de Polícia) Sobre a doutrina da ação finalista, tal qual formulada por
Hans Welzel, é correto afirmar que: 6
a) o tipo, para Welzel, é objetivo e neutro, ao passo em que o injusto é uma criação normativa, propiciada por juízos
de valor que teriam como norte o objetivo almejado pelo legislador, seja a proteção de bens jurídicos, seja outra
situação estatal de conveniência.
b) para a teoria finalista de Welzel. ação é uma manifestação da personalidade, que abrange todos os
acontecimentos atribuíveis ao centro de ação psíquico-espiritual do homem, não distinguindo a manifestação da
personalidade da realização de um propósito.
c) a direção final de uma ação se dá em duas fases, que nas ações simples se entrecruzam, a saber, uma que ocorre
na esfera do pensamento, com a antecipação do fim a realizar, a seleção dos meios necessários à sua realização e a
consideração dos efeitos simultâneos decorrentes dos fatores causais eleitos; e a concretização da ação no mundo
real, de acordo com a projeção mental.
d) ora a ação é apresentada como comportamento humano socialmente relevante, ora como fenômeno social, em
modelos nos quais a finalidade humana é apresentada como um fator formador de sentido da realidade social.
e) a teoria foi desenvolvida a partir de modelos ditados pelo método científico de Descartes, com as contribuições
positivistas de pensadores como Comte, resultando em uma formulação na qual o conteúdo da vontade é dissociado
do processo causal que desencadeia a vontade no mundo exterior.

7. (MPE-PR – 2016 – MPE-PR – Promotor de Justiça – adaptado) Julgue certo ou errado:7


Pode-se afirmar que para Welzel o tipo penal trata-se de uma mera descrição de uma realidade ontológica da
conduta humana, portanto necessitando incorporar o direcionamento da vontade como um de seus elementos de
constituição.

8. (FCC – 2016 – DPE-BA – Defensor Público) Sobre a evolução das Escolas Penais,8
a) a base ontológica do funcionalismo permitiu a construção da teoria da imputação objetiva.
b) a estrutura do delito no causal-naturalismo tem por característica a presença de elementos subjetivos no tipo.
c) a transformação realizada pelo finalismo na teoria do delito consiste, principalmente, na relevância atribuída à
vontade e aos aspectos subjetivos da culpabilidade.

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d) a necessidade de associação das categorias do delito a um fundamento material de ofensa ao bem jurídico é uma
das bases do funcionalismo de Claus Roxin.
e) o funcionalismo teleológico de Günther Jakobs impossibilitou a construção de mecanismos de imputação
baseados no direito penal do autor.

9. (CESPE – 2015 – TRE-MT – Analista) A respeito das leis penais em branco e da teoria geral do delito,
julgue certo ou errado.9
A concepção welzeliana de ação implicou a inclusão do dolo — sem a consciência de ilicitude — e da culpa nos tipos
de injustos. Além disso, conforme essa concepção, ao desvalor da ação corresponderia um desvalor do resultado,
consistente na lesão ou perigo de lesão ao bem jurídico tutelado.

10. (CESPE – 2014 – Câmara dos Deputados – Analista Legislativo) Julgue os seguintes itens, referentes à
tipicidade, à antijuridicidade e à culpabilidade.10
De acordo com a teoria finalista de Hans Welzel, o dolo, por ser elemento vinculado à conduta, deve ser deslocado
da culpabilidade para a tipicidade do delito.

11. (UFMT – 2014 – MPE-MT – Promotor de Justiça) Em tema de culpabilidade, assinale a assertiva
INCORRETA. 11
a) O sistema clássico conceitua a culpabilidade como o vínculo psicológico que une o autor ao fato.
b) Para o sistema funcionalista, a noção de culpabilidade deve ser expandida para uma ideia de responsabilidade.
c) A controvertida teoria da coculpabilidade é reconhecida no ordenamento posto como atenuante genérica em
favor do réu.
d) São causas de inexigibilidade de conduta diversa: a coação moral irresistível e a obediência hierárquica.
e) Quanto à imputabilidade penal, o Código Penal Brasileiro adotou o sistema do duplo binário para o agente
imputável.

12. (CESPE – 2014 – TJ-DFT – Titular de Serviços de Notas e de Registros) Assinale a opção correta com
base na teoria geral do delito.12
a) A lei penal brasileira não considera a independência relativa do novo curso causal como excludente da imputação
do resultado.
b) O tipo subjetivo da omissão de ação é assimétrico: na omissão de ação imprópria, há somente dolo; na omissão
de ação própria, há dolo e imprudência.
c) Nos tipos dolosos de simples atividade, a tarefa de atribuição causal do tipo objetivo se esgota na subsunção da
ação ao tipo legal respectivo porque não existe um resultado exterior imputável ao autor do fato.
d) O conhecimento atual das circunstâncias de fato do tipo objetivo deve abranger os elementos presentes - a
vítima, a coisa, o documento etc. - e futuros - o curso causal e o resultado - do tipo objetivo, bem como as condições
objetivas de punibilidade.
e) O conceito clássico de delito é falho, na medida em que nele não é estabelecido vínculo entre a conduta e o
resultado por meio do nexo de causalidade.

13. (CESPE – 2014 – TJ-DFT – Juiz de Direito) Com relação às teorias que versam sobre o delito e a pena,
assinale a opção correta.13
a) Decorre do pós-finalismo, mais propriamente da teoria social da ação desenvolvida por Hans-Heinrich Jescheck, a
afirmação de que a culpabilidade não constitui condição suficiente para a imposição da pena, mas apenas um dos
elementos que, juntamente com a necessidade preventiva, passa a integrar a categoria denominada
responsabilidade.

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b) Entre as teorias contemporâneas do delito, apenas a teoria do defeito da motivação jurídica, ou teoria da
motivação, realiza a crítica ao livre arbítrio como expressão de absoluto indeterminismo e como fundamento
ontológico da culpabilidade. Essa teoria foi desenvolvida a partir da ideia de censura sobre o autor que defrauda as
expectativas da norma penal, porque, apesar de possuir a capacidade de reconhecer e acatar a motivação de
comportamento prescrita normativamente, ele atua com defeito volitivo e se revela infiel ao direito.
c) Claus Roxin, na formulação da sua teoria da imputação objetiva, entende que a finalidade do direito penal é a de
garantir a segurança das expectativas em relação ao cumprimento dos papéis atribuídos a cada um, e não a de
impedir todos os danos possíveis, paralisando a vida social. Por essa razão, não devem ser imputados aos indivíduos
os resultados danosos provenientes de condutas socialmente adequadas.
d) Na dogmática penal brasileira contemporânea, a posição adotada por Juarez Tavares, no tocante ao conceito de
ação como condição para a existência do delito, distancia-se do finalismo, por não admitir um conceito pré-jurídico
de conduta, e aproxima-se do modelo social, pela afirmação de que a conduta humana não é somente um fenômeno
individual, mas deve ser estruturada sob a característica de constituir atividade social. Essa abordagem se identifica
com o funcionalismo, por vincular o conceito de ação, exclusivamente, a um sistema ou processo de imputação.
e) Conforme a teoria pessoal da ação, nem as atividades insuscetíveis de controle pela consciência e pela vontade
nem os simples pensamentos constituem ação como manifestação da personalidade, porque aquelas não são
atribuíveis ao centro de ação psicoespiritual humana e estes, a despeito de sua natureza psicoespiritual, não chegam
a se manifestar no mundo exterior.

14. (MPE-GO – 2014 – MPE-GO – Promotor de Justiça) No estudo da teoria geral do crime, a doutrina
desenvolveu diversas teorias sobre a conduta penalmente relevante. Com foco nesse tema, marque a
alternativa correta:14
a) O modelo da ação significativa define ação como manifestação da personalidade, um conceito capaz de abranger
todo acontecimento atribuível ao centro de ação psíquico-espiritual do homem, permitindo-se a exclusão de todos
os fenômenos somático-corporais insuscetíveis de controle do ego e, portanto, não dominados ou não domináveis
pela vontade humana (força física absoluta, convulsões, movimentos reflexos, etc.). De igual modo, não são
abrangidos pelo conceito de ação nesse sistema os pensamentos e emoções encerrados na esfera psíquico-espiritual
do ser humano, porquanto não representam manifestação significativamente relevante da personalidade.
b) O modelo da conduta biociberneticamente antecipada foi concebido como a última etapa de evolução do
neokantismo. Nesse modelo, o conceito de ação deixa de ser apenas naturalista para ser, também, normativo,
redefinido como comportamento humano voluntário. E, por levar em conta o controle da vontade, presente tanto
nos crimes dolosos como nos crimes culposos, a teoria da ação cibernéticaserviu de inspiração para a elaboração do
sistema finalista.
c) O modelo negativo de ação define o conceito de ação dentro da categoria do tipo de injusto, rejeitando definições
ontológicas ou pré-jurídicas. Para esse modelo, a ação é a evitável não evitação do resultado na posição de
garantidor, compreensível como omissão da contradireção mandada pelo ordenamento jurídico, em que o autor
realiza o que não deve realizar (ação), ou não realiza o deve realizar (omissão de ação). O ponto de partida do
conceito negativo de ação é o exame desta dentro do tipo de injusto, a fim de se concluir se o autor teria a
possibilidade de influenciar o curso causal concreto conducente ao resultado, mediante conduta dirigida pela
vontade.
d) O modelo pessoal de ação repousa nos princípios do liberalismo político e tem como pilares dois conceitos
essenciais: ação e norma, unidos em sua construção pela ideia fundamental de liberdade de ação. De acordo com
estes pressupostos, não existe um conceito universal e ontológico de ação. Não há um modelo matemático ou uma
fórmula lógica apta a oferecer um conceito de ação humana válido para todas as diferentes espécies de ações que o
ser humano pode realizar. Em outras palavras, as ações não existem antes das regras que as definem, havendo, sim,
tantos conceitos de ação quantas forem as espécies de condutas relevantes (típicas) para o Direito Penal, segundo as
diversas características com as que são descritas normativamente.

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15. (UEG – 2013 – PC-GO – Delegado de Polícia) Em qual sistema penal a culpabilidade é concebida como
o vínculo psicológico que une o autor ao fato? 15
a) finalista
b) neoclássico
c) clássico
d) funcionalista

16. (CESPE – 2013 – STF – Analista Judiciário) Acerca dos princípios gerais que norteiam o direito penal,
das teorias do crime e dos institutos da Parte Geral do Código Penal brasileiro, julgue os itens a seguir. 16
A teoria finalista adota o conceito clássico de ação, entendida como mero impulso mecânico, dissociado de qualquer
conteúdo da vontade.

17. (CESPE – 2013 – TJ-RR – Titular de Serviços de Notas e de Registros) No que se refere às teorias do
crime, assinale a opção correta.17
a) Com base na teoria constitucionalista do delito, seriam inconstitucionais os dispositivos do Código Penal que
protegem outros bens jurídicos além dos direitos fundamentais constitucionalmente previstos, únicos bens que
merecem proteção na seara criminal, de acordo com essa teoria.
b) Conforme a teoria causal-naturalista, ou concepção clássica positivista naturalista, o delito constitui-se apenas de
elementos objetivos, que são o fato típico e a ilicitude.
c) De acordo com a teoria causal-valorativa ou neokantista, a tipicidade não deve ser concebida apenas como
descrição formal de comportamentos, devendo ser considerada também materialmente, como uma unidade de
sentido socialmente danoso, o que implica, em muitos casos, a análise de elementos subjetivos, como a intenção de
apropriação no tipo de furto.
d) De acordo com a teoria finalista, a ação típica deve ser concebida como ato de vontade com conteúdo, figurando
como elementos da culpabilidade o dolo, a culpa, a potencial consciência da ilicitude, a imputabilidade e a
exigibilidade de conduta.
e) Conforme o funcionalismo moderado de Roxin, sendo o direito um instrumento de estabilização social, o
indivíduo deve ser um centro de imputação e responsabilidade, de modo que a violação da norma é considerada
socialmente disfuncional porque questiona a violação do sistema, e não porque viola bem jurídico.

18. (MPDFT – 2013 – MPDFT – Promotor de Justiça – adaptada) Examine os itens que se seguem e julgue
certo ou errado:18
Para o finalismo, é erro de tipo o que incide sobre a consciência da ilicitude, que pode ser meramente potencial.

19. (VUNESP – 2013 – MPE-ES – Promotor de Justiça) A conduta para a teoria:19


a) social constitui um comportamento humano voluntário no mundo exterior, consistente num fazer ou não fazer,
sendo estranha a qualquer valoração.
b) naturalista constitui um comportamento humano voluntário no mundo exterior, consistente num fazer ou não
fazer, sendo estranha a qualquer valoração.
c) naturalista é o comportamento humano, voluntário e consciente (doloso ou culposo) dirigido a uma finalidade.
d) social é tratada como simples exteriorização de movi mento ou abstenção de comportamento, desprovida de
qualquer finalidade
e) finalista é concebida com um simples comportamento, sem apreciação sobre a sua ilicitude ou reprovabilidade

20. (TJ-PR – 2013 – TJ-PR – Assessor Jurídico) Acerca das teorias da ação, assinale a alternativa correta.20
a) Para a teoria finalista da ação, crime é um fato típico, antijurídico e culpável, consistindo a culpabilidade no elo
subjetivo que liga a ação ao resultado.
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b) Para a teoria finalista da ação, a conduta é um comportamento humano dirigido a um fim predeterminado pelas
causas anteriores.
c) Para a teoria causalista ou naturalista da ação, a conduta é um comportamento humano voluntário no mundo
exterior, consistindo em fazer ou não fazer.
d) Para a teoria finalista da ação, a conduta é um comportamento humano simplesmente causal.

21. (TRT22 – 2013 – TRT22 – Juiz do trabalho) Analise os seguintes enunciados:21


I – Para a teoria finalista, formulada por Welzel, o dolo migrou da culpabilidade para a ação, deixando nesta apenas
os elementos normativos, a saber: a imputabilidade, a consciência potencial da ilicitude e o erro de proibição.
II – O erro de tipo, previsto no art. 20, do Código Penal, é uma afirmação de que o dolo está na ação. A
caracterização do erro de tipo afasta o dolo e torna, em consequência, o fato atípico.
III – O erro sobre a pessoa, não isenta o acusado de pena.
IV – O dolo, para a teoria finalista da ação, é natural, e, para a teoria causal, é normativo.
Escolha a opção adequada:
a) apenas I está correta;
b) II e III estão corretas;
c) II, III e IV estão corretas;
d) todas estão corretas;
e) todas estão erradas,

22. (MPE-MS – 2013 – MPE-MS – Promotor de Justiça) Considere as seguintes proposições,22


I – O Direito Penal do Inimigo, idealizado por Günther Jakobs, pode ser entendido como um Direito Penal de quarta
geração. Na sua concepção inimigo é aquele que afasta de modo permanente da norma. Segundo esta teoria, não
deve ser ao criminoso conferido o status de cidadão.
II – Segundo Hans Welzel, o Direito Penal tipifica somente condutas que tenham certa relevância social; caso
contrário não poderiam ser delitos. Welzel desenvolve, a partir dessa ideia, o princípio da adequação social.
III – Com introdução de considerações axiológicas e materiais, o neokantismo substituiu o método puramente
jurídico-formal do positivismo. O modelo neokantista possui o mérito de ter demonstrado que toda realidade traz
em seu bojo um valor preestabelecido, permitindo a constatação de que as normas jurídicas, como um produto
cultural, possuem como pressupostos valores prévios, e o próprio intérprete que, por mais que procure adorar certa
neutralidade, não estará imune a maior ou menor influência desses valores.
IV – Claus Roxin aborda a Teoria da Imputação Objetiva sob a concepção de um funcionalismo radical, entendendo
que o Direito Penal tem como função essencial a reafirmação da norma, visando fortalecer as expectativas de quem
a obedece.
São corretas:
a) Somente as proposições I e II.
b) Somente as proposições III e IV.
c) Somente as proposições I, II e IV.
d) Somente as proposições II e III.
e) Somente as proposições I, II e III.

23. (FGV – 2012 – PC-MA – Delegado de Polícia) Acerca da culpabilidade no estudo da teoria do crime,
assinale a afirmativa incorreta.23
a) Para a teoria normativa que surgiu com o finalismo, houve a migração do dolo e da culpa para a tipicidade,
passando a culpabilidade a ser um juízo de valor que se faz sobre a conduta típica e ilícita.
b) No tocante a imputabilidade, o Código Penal adotou o critério bio-psicológico, sendo indispensável que a causa
geradora da inimputabilidade esteja presente no momento da conduta.

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c) No erro de proibição o erro recai sobre a ilicitude do fato, imaginando o agente ser lícito o que é ilícito, podendo
atenuar a culpabilidade, nunca, porém, a excluindo.
d) Para a teoria limitada da culpabilidade, o erro de tipo permissivo exclui o dolo; se o erro for vencível há crime
culposo se previsto em lei.
e) A coação moral irresistível pode ser exercida diretamente sobre o agente ou sobre um terceiro, somente
respondendo o autor da coação.

24. (MPE-MG – 2012 – MPE-MG – Promotor de Justiça) Sobre a teoria finalista da ação, é INCORRETO
afirmar: 24
a) a partir do conceito ôntico de ação final, trata o injusto de maneira objetiva, quer dizer, o injusto é atribuído a
uma pessoa em virtude do desvalor do resultado final.
b) o tipo constitui um indício de antijuridicidade, característica que remonta à fase anterior ao neokantismo.
c) confere à norma penal a função primária de proteção dos valores ético-sociais.
d) pode ser apontada como precursora da moderna teoria da imputação objetiva, ao evidenciar a ilicitude como
contrariedade a uma “norma de determinação” (perspectiva ex ante).

25. (CESPE – 2011 – DPE-MA – Defensor Público – adaptada) Acerca das teorias do crime, julgue certo ou
errado25
I – Com relação à conduta, a teoria neokantista, que surgiu como reação à concepção positivista de tipo penal,
propõe que o tipo penal não contém apenas elementos de ordem objetiva, não sendo, assim, meramente descritivo,
e não podendo o fato típico depender de mera comparação entre o fato objetivo e a descrição legal.
II – De acordo com a teoria geral da imputação objetiva, não se pode imputar ao agente o resultado decorrente da
prática de um risco permitido, ao contrário do que ocorre em face de ação que vise à redução de risco não
permitido.
III – Consoante a concepção funcional defendida por Claus Roxin, a função da norma é a reafirmação da autoridade
do direito, e sua aplicação constante e rotineira determina os padrões sociais de comportamento considerados
normais e os indesejáveis, sendo a finalidade da pena a de exercitar a confiança despertada pela norma

26. (FUNDEP – 2011 – MPE-MG – Promotor de Justiça) Sobre o tratamento jurídico-penal do erro, analise
as seguintes afirmativas e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.26
( ) Nas teorias do dolo normativo, o tratamento do erro varia: se recai sobre fatos, admite-se a escusabilidade total
do erro invencível; se recai sobre o direito, afirma- se a inescusabilidade, ainda que invencível o erro.
( ) Para a teoria da culpabilidade que remete à consequência jurídica, incompatível com nosso direito positivo, o erro
de tipo permissivo, vencível ou invencível, conduz à punição com a pena cominada ao crime culposo ou ao doloso,
neste caso atenuada, de acordo com o grau de censura que a conduta merecer, especialmente por suas
consequências.
( ) De acordo com a teoria psicológica da culpabilidade, adotada pelo sistema causal-naturalista da ação, as duas
modalidades de erro de permissão que acontecem nas descriminantes putativas são inescusáveis.
( ) A teoria limitada do dolo, cunhada por Mezger para se opor ao Direito Penal autoritário preconizado na Alemanha
da época, impunha limitações à teoria extremada, com o objetivo de impedir a punição do autor do fato que atuasse
sem a consciência da ilicitude, em virtude de “cegueira do Direito”.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
a) (V) (V) (F) (V).
b) (F) (V) (F) (F).
c) (V) (F) (V) (V).
d) (F) (F) (V) (F).

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27. (CESPE – 2010 – MPE-RO – Promotor de Justiça) Assinale a opção correta com relação às teorias do
direito penal.27
a) De acordo com a tipicidade conglobante, devem-se analisar outros elementos além daqueles previstos no tipo
penal para que o fato seja considerado típico. Essa abordagem tem por fundamento o modelo clássico do finalismo,
que, se afastando da teoria indiciária, adota o modelo da teoria dos elementos negativos do tipo.
b) De acordo com a teoria constitucionalista do delito, crime é fato típico, antijurídico e punível. A culpabilidade,
fundamento para a aplicação da pena, não é requisito do crime.
c) De acordo com a teoria do funcionalismo moderado, o crime é composto por três requisitos: tipicidade,
antijuridicidade e punibilidade, e este último requisito compreende culpabilidade e necessidade concreta da pena.
d) Segundo a teoria finalista, a culpabilidade é puro juízo de reprovação do crime, ou seja, nem puramente
psicológica, como na teoria neokantista, nem psicológica e normativa, como na teoria causalista.
e) Segundo a teoria do funcionalismo moderado, caso um lutador de boxe mate o adversário no ringue, o fato
deverá ser considerado atípico, uma vez que o agente somente comete fato materialmente típico se criar riscos
proibidos pelo direito; tal posicionamento contraria a doutrina tradicional, que caracteriza o fato como exercício
regular de direito.

28. (PC-SP – 2010 – PC-SP – Escrivão de Polícia Civil) Assinale o conceito de crime lecionado pelos
penalistas que adotam a corrente doutrinária finalística, que tem em Welzel seu maior expoente.28
a) Ação típica, antijurídica e culpável.
b) Ação típica, antijurídica e voluntária.
c) Ação típica e juridicamente relevante.
d) Ação típica, antijurídica e dolosa.
e) Ação típica e culpável.

29. (MPE-MG – 2010 – MPE-MG – Promotor de Justiça) Com lastro na teoria finalista da ação, é CORRETO
afirmar29
a) O dolo é elemento subjetivo e a culpa é elemento normativo do juízo de culpabilidade da conduta que se coloca
em desconformidade com o ordenamento jurídico em vigor. Age dolosamente aquele que podia e devia comportar-
se de maneira diversa.
b) A culpabilidade abarca o dolo ou culpa e a potencial consciência da ilicitude do fato, pressupondo que o agente
seja plenamente imputável no momento da ação ou da omissão.
c) O dolo pertence à conduta, tendo como seus componentes a intencionalidade (elemento volitivo) e a previsão do
resultado (elemento intelectual). A potencial consciência da ilicitude, que é um dos elementos normativos da
culpabilidade, não integra o dolo.
d) A culpabilidade encerra juízo de valor sobre a ação ou omissão relevantes, razão pela qual não se pune a conduta
daquele que mata outrem no estrito cumprimento do dever legal, pois atua sem consciência potencial da ilicitude.
e) O Código Penal acatou tanto a teoria psicológica quanto a teoria normativa pura da culpabilidade. A primeira tem
incidência quando se cuida da análise da ilicitude e esta tem relevância no estudo do conceito normativo da
tipicidade.

30. (FCC – 2009 – MPE-SE – Analista do Ministério Público) Adotada a teoria finalista da ação,30
a) o dolo e a culpa integram a culpabilidade.
b) a culpa integra a tipicidade e o dolo a culpabilidade.
c) o dolo integra a punibilidade e a culpa a culpabilidade.
d) a culpa e o dolo integram a tipicidade.
e) o dolo integra a tipicidade e a culpa a culpabilidade.

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31. (FUNIVERSA – 2009 – PC-DF – Delegado de Polícia) Segundo a concepção material, crime é tudo aquilo
que a sociedade entende que pode e deve ser proibido, mediante aplicação de sanção penal. Para a
concepção formal, crime é a conduta proibida por lei, sob ameaça de aplicação de pena, ou seja, o
fenômeno é tratado por uma visão legislativa. No seu conceito analítico, prevalece o entendimento de que
crime é uma conduta típica, antijurídica e culpável. Acerca dos desdobramentos desta última teoria,
assinale a alternativa correta.31
a) Pela teoria bipartida, o autor de um fato típico e antijurídico que tenha sido levado à sua prática por erro
escusável de proibição, sem ter a menor ideia de que o que pratica é ilícito, não é considerado um criminoso.
b) O finalismo, de Hans Welzel, nem sempre considerou o crime como fato típico, antijurídico e culpável.
c) Para a teoria causalista, o dolo e a culpa estão situados na culpabilidade. Então, logicamente, para quem adota
essa teoria, impossível se torna acolher o conceito bipartido de crime.
d) Da concepção analítica de crime, é possível inferir que o Direito Penal não estabeleceu distinção entre crime e
contravenção penal. Tanto no crime quanto na contravenção não é cabível a fixação da multa de maneira isolada.
e) É correto afirmar que a estrutura analítica do crime se liga, necessariamente, à adoção da concepção finalista,
causalista ou social da ação delituosa.

32. (CESPE – 2009 – MPE-RN – Promotor de Justiça) Acerca das teorias que regem o direito penal e os seus
institutos, assinale a opção correta.32
a) A teoria final da ação foi elaborada por Von Liszt no final do século XIX, tendo sido desenvolvida também por
Beling e Radbruch, resultando na estrutura mundialmente conhecida como sistema Liszt-Beling-Radbruch.
b) A teoria causal da ação teve por mérito superar a taxativa separação dos aspectos objetivos e subjetivos da ação e
do próprio injusto, transformando, assim, o injusto naturalístico em injusto pessoal.
c) Para a teoria constitucional do direito penal, a verificação da ocorrência do fato típico doloso não se resume ao
aspecto formal-objetivo, dependendo, ainda, da ocorrência de outros elementos de índole material-normativa e
subjetiva.
d) Para a teoria social da ação, um fato considerado normal, correto, justo e adequado pela coletividade, ainda que
formalmente enquadrável em um tipo incriminador, pode ser considerado típico pelo ordenamento jurídico,
devendo, no entanto, ser excluída a culpabilidade do agente.
e) A teoria funcional da conduta está estruturada em duas vertentes: para a primeira, que tem Claus Roxin como
principal defensor, a função da norma é a reafirmação da autoridade do direito; a segunda, cujo principal
representante é Günther Jakobs, sustenta que um moderno direito penal deve estar estruturado teleologicamente,
isto é, atendendo a finalidades valorativas.

33. (FAE – 2008 – TJ-PR – Juiz de Direito) A respeito do conceito de ação em Direito penal, assinale a
alternativa INCORRETA:33
a) A teoria personalista da ação é um modelo apresentado pelo funcionalismo teleológico.
b) Dentro de uma perspectiva da teoria significativa da ação, esta se converte em substrato de um sentido,
organizando-se a teoria do delito não mais a partir da ação típica, mas do tipo de ação.
c) Para o modelo de ação finalista, que inspirou a alteração da parte geral do Código Penal brasileiro, em 1984, ação
e omissão são acontecimentos no mundo do dever ser, condicionadas pelas valorações jurídicas.
d) Para o funcionalismo sistêmico de Jakobs ação, a efeito penal, é somente o fato inteiramente imputável.

34. (FCC – 2007 – Prefeitura de São Paulo-SP – Auditor Fiscal) Adotada a teoria finalista da ação, o dolo e a
culpa integram a34
a) punibilidade.
b) tipicidade.
c) culpabilidade.
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d) imputabilidade.
e) antijuridicidade.

35. (NCE-UFRJ – 2007 – MPE-RJ – Analista) “(...). Uma ordem normativa, na qual uma norma possa
ordenar o que a outra pode proibir, deixa de ser ordem e de ser normativa e torna-se uma ‘desordem’
arbitrária. As normas jurídicas não ‘vivem’ isoladas, mas num entrelaçamento em que umas limitam as
outras, e não podem ignorar-se mutuamente. Uma ordem normativa não é um caos de normas proibitivas
amontoadas em grandes quantidades, não é um depósito de proibições arbitrárias, mas uma ordem de
proibições, uma ordem de normas, um conjunto de normas que guardam entre si uma certa ordem, que
lhes vem dada por seu sentido geral: seu objetivo final, que é evitar a guerra civil (a guerra de todos contra
todos, bellum omnium contra omnes) (Welzel). Esta ordem mínima, que as normas devem guardar entre si,
impede que uma norma proíba o que a outra ordena, como também impede que uma norma proíba o que
a outra fomenta. A lógica mais elementar nos diz que o tipo não pode proibir o que o direito ordena e nem
o que ele fomenta”35
(Zaffaroni, Eugenio Raul, e Pierangeli, José Henrique. Manual de Direito Penal Brasileiro – Parte Geral, 4ª edição. São
Paulo, Ed. Revista dos Tribunais, 2002, p. 458).
À luz da posição doutrinária expressa no excerto acima, a ferramenta apta a viabilizar a formação de correto juízo de
valor acerca de eventual tipicidade penal de determinada conduta é:
a) finalismo;
b) tipicidade formal;
c) teoria dos elementos negativos do tipo;
d) tipicidade legal;
e) tipicidade conglobante.

36. (NCE-UFRJ – 2007 – MPE-RJ – Analista) Acerca das teorias da culpabilidade, é INCORRETO afirmar
que:36
a) para a teoria finalista da ação, dolo e culpa migram da culpabilidade para o fato típico;
b) para os defensores do conceito complexo da culpabilidade, conquanto integrem o fato típico, dolo e culpa devem
também operar como fator de reprovação no âmbito da culpabilidade;
c) segundo a teoria normativa pura da culpabilidade, o dolo não é natural, vale dizer, compreende a consciência da
ilicitude;
d) para a teoria psicológica, dolo e culpa são espécies de culpabilidade, esgotando, em si, seu conteúdo;
e) para a teoria psicológico-normativa, dolo e culpa, conquanto mantidos na culpabilidade, consubstanciam, desta
última, formas, graus, requisitos ou elementos, não suas espécies.

37. (CESPE – 2005 – TRT16 – Analista Judiciário) Julgue os itens a seguir, relativos aos crimes contra a
administração pública.37
Para o sistema causal-naturalista de Liszt-Beling, a parte externa do delito, ou seja, o injusto penal, era objetivo,
sendo que na sua parte interna — a culpabilidade — é que deviam ser aferidos os elementos subjetivos do agente,
ou seja, dolo e culpa.

38. (MPDFT – 2004 – MPDFT – Promotor de Justiça) Destaque, à luz do entendimento doutrinário
preponderante acerca das seguintes questões atinentes à teoria do delito, a alternativa correta:38
a) A conduta típica, segundo a teoria finalista da ação, é integrada por ação ou omissão, dolo normativo ou culpa,
resultado e relação de causalidade.

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b) O conceito de reprovabilidade, como elemento normativo da culpabilidade, surge após o desenvolvimento da


teoria finalista do delito.
c) Para a teoria finalista extremada da culpabilidade, o erro sobre os pressupostos objetivos de uma causa de
justificação é sempre erro de proibição.
d) A não aceitação do conceito valorativo de ação pelos modelos causais de fato punível levou a que fossem
superados pelo finalismo.
e) São elementos necessários e comuns ao tipo penal objetivo da omissão própria e da omissão imprópria: situação
de perigo para o bem jurídico; possibilidade real de ação; omissão da ação cumpridora do mandato; resultado típico.

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1
-B
2
-B
3
-C
4
-B
5
-A
6
-C
7
-C
8
-D
9
-C
10
-C
11
-E
12
-C
13
-E
14
-C
15
-C
16
-E
17
-C
18
- Errado
19
-B
20
-C
21
-C
22
-E
23
-C
24
-A
25
- Certo / Errado / Errado
26
-D
27
-E
28
-A
29
-C
30
-D
31
-C
32
-C
33
-C
34
-B
35
-E
36
-C
37
-C
38
-C

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