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Manual do usuário

ONT 142NG e ONT 1420G


ONT 142NG e ONT 1420G
ONTs GPON Intelbras com 4 portas Gigabit Ethernet, 2 portas FXS e Wi-Fi
(apenas no modelo ONT 142NG).
Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras.
As ONTs (142NG e 1420G) possuem 1 porta de uplink GPON atendendo a velocidade de 2.5 Gbps
de dowstream e 1.25 Gbps de upstream, além de possuir 4 portas Gigabit Ethernet e 2 portas FXS
para serviços de voz. O modelo ONT 142NG ainda possui uma interface wireless no padrão IEEE b/g/n.
As ONTs Intelbras são projetadas para implementações avançadas de serviços triple play e fornecem
uma alternativa de baixo custo e alto desempenho para solução GPON.
Índice
1. Convenções de estilo e notação 4
2. Siglas 4
3. Instruções importantes de segurança 4
4. Visão geral da ONT 142NG e ONT 1420G 5
4.1.  Interface web. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
4.2.  Componentes das ONTs (142NG e 1420G). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6
4.3.  Modelos e interfaces das ONTs GPON Intelbras. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
5. Gerenciamento 7
5.1.  Interfaces de gerenciamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
5.2.  Gerenciamento OMCI vs. RG (Residential Gateway) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
5.3.  Fazendo login nas ONTs (142NG e 1420G) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
5.4.  System. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
5.5.  Status. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
6. Configuração 49
6.1.  Interfaces. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
6.2.  VLANs configuradas de fábrica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
6.3.  Páginas de configuração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52
6.4.  Cenários de implantação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
6.5.  Recursos avançados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114
7. Testes para resolução de problemas 123
7.1.  Diagnósticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123
7.2.  Ping. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123
7.3.  Trace route. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124
7.4.  Voice. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124
7.5.  Restauração para o padrão de fábrica (hardware). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125
Termo de garantia 126
1. Convenções de estilo e notação
Este documento utiliza as seguintes convenções para alertar usuários com informações instrutivas, alertas de possíveis
danos ao equipamento ou a dados do sistema. Leia atentamente e siga as instruções inclusas neste documento.

Cuidado: este alerta informa ao usuário sobre condições ou ações que poderiam danificar o
equipamento ou os dados do sistema
Observação: este alerta fornece informações complementares e/ou adicionais

2. Siglas
As seguintes siglas têm relação com produtos Intelbras e podem aparecer ao longo deste manual:
Sigla Descrição
APC Angled Physical Contact (para conector de fibra)
CPE Consumer Premises Equipment
GigE Gigabit Ethernet
GPON Gigabit Passive Optical Network
IPTV Internet Protocol TV
LED Light Emitting Diode
MIB Management Information Bases
OLT Optical Line Terminator
OMCI ONU Management and Control Interface
ONT Optical Network Terminator
ONU Optical Network Unit
PPPoE Point-to-Point Protocol over Ethernet
QoS Quality of Service
Adaptador SC Subscriber Connector adaptor
SIP Session Initiation Protocol
SNMP Simple Network Management Protocol
UPC Ultra Physical Contact (para conector de fibra)
Wi-Fi Wireless local area network (trademark of Wi-Fi alliance)
VoIP Voice over IP
Siglas e suas descrições

3. Instruções importantes de segurança


Leia e siga todas as observações de alerta marcadas no produto e inclusas no Manual do usuário, disponível em
www.intelbras.com.br.

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4. Visão geral da ONT 142NG e ONT 1420G
As ONTs (142NG e 1420G) são designadas para o uso residencial e possuem uma gama repleta de recursos para instalações
triple play em aplicações FTTH (Fiber-to-the-Home). As ONTs Intelbras possuem uplinks GPON e transmite dados, voz ou vídeo
(IPTV) por meio de fibra ótica, cumprindo as exigências de distribuições de rede multisserviços para o usuário.
As ONTs (142NG e 1420G) compartilham uma arquitetura de software comum, incluindo a mesma interface web.
As ONTs GPON Intelbras suportam serviços tais como o servidor DHCP, limite de velocidade, filtro de pacote e mais, esta
linha de produtos implementam o serviço de QoS de forma muito flexível, permitindo que o provedor de serviço garanta
que os serviços estão sendo priorizados corretamente e que o usuário final receba a Qualidade de Experiência esperada.
As ONTs GPON Intelbras em circunstâncias ideais, podem alcançar de 20 a 30 km. No entanto, o limite prático é 12 km.
O alcance está diretamente associado à configuração da Rede de Distribuição Óptica (ODN).

4.1.  Interface web
A arquitetura do caminho de dados das ONTs GPON Intelbras é centrada em VLAN. Em outras palavras, para que
haja tráfego de dados é necessário que VLANs sejam definidas. A página principal para a configuração de VLANs é a
Configuration | VLAN | Settings. Neste menu é exibido duas tabelas, a tabela inferior é onde são exibidos as VLANs
configuradas e suas respectivas portas, além do tipo de conexão da VLAN. A tabela superior exibe os padrões de porta.
A imagem a seguir exibe a configuração padrão das ONTs GPON Intelbras.

Página de configuração e visualização das VLANs

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4.2.  Componentes das ONTs (142NG e 1420G)
As ONTs (142NG e 1420G) possuem interfaces GPON no lado WAN (provedor de serviço) e portas Gigabit Ethernet e FXS
no lado do assinante. A ONT 142NG possui ainda uma porta USB e interface wireless (com antena interna).
GE1 GE3 CONFIG
Voice GE2 GE4 WAN
USB ALARM
Wi-Fi BATT
WPS STATUS

Tampa de proteção
USB POTS GE RESET UPS PWR ON/OFF
WPS

Vista superior e posterior das ONTs Intelbras

Para reconfigurar as ONTs GPON Intelbras para o padrão de fábrica:

1. Pressione o botão Reset com um objeto pontiagudo e segure até que todos os LEDs se acendam juntos;
2. Solte o botão Reset.

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4.3.  Modelos e interfaces das ONTs GPON Intelbras
Modelos GPON
Os modelos de ONT GPON Intelbras possuem as seguintes interfaces:
Modelo Descrição
ONU 110 G 1 porta uplink GPON e 1 porta Gigabit Ethernet (este manual não contempla este modelo)
ONT 1420G 1 porta uplink GPON, 4 portas Gigabit Ethernet e 2 portas FXS
ONT 142NG 1 porta uplink GPON, 4 portas Gigabit Ethernet, 2 portas FXS, conexão Wi-Fi e 1 porta USB

5. Gerenciamento
5.1.  Interfaces de gerenciamento
As ONTs GPON Intelbras podem ser totalmente gerenciadas através da interface web ou por OMCI.
O produto utiliza a VLAN 7 como VLAN de gerenciamento padrão, com cliente DHCP habilitado, permitindo assim que a
ONT obtenha automaticamente um Endereço IP quando conectado a OLT 8820 G (se disponibilizado endereços IPs através
de um servidor DHCP).
Web
As ONTs Intelbras podem ser gerenciadas por meio da interface web (HTTP). Este documento utilizará a interface web para
exemplificação das configurações.

Observação: as páginas da web podem variar conforme o modelo


OMCI
ONT Management Control Interface (OMCI) oferece capacidades de configuração e gestão baseadas em política GPON.
O gerenciamento OMCI está integrado ao conjunto de comandos da OLT, de forma que a configuração da ONT pode ser
realizada a partir da OLT. Nem todos os módulos de configuração das ONTs, como por exemplo, a interface wireless podem
ser configurados diretamente a partir do OMCI. Entretanto, eles podem ser configurados com OMCI através da Virtual
Ethernet Interface Point (VEIP).

5.2.  Gerenciamento OMCI vs. RG (Residential Gateway)


As ONTs (142NG e 1420G) podem ser configuradas e gerenciadas tanto a partir do gerenciamento OMCI quanto através
da interface web (modo RG - Residential Gateway). Ao utilizar ambos os métodos de gerenciamento, é importante
compreender como cada método configura os fluxos de dados. Os fluxos de dados configurados por OMCI são diferentes
dos fluxos de dados configurados no modo RG (Residential Gateway).

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Os modos OMCI e RG combinam três tipos distintos de gerenciamento:
»» Gerenciamento apenas no modo RG (Residential Gateway)
A arquitetura de gerenciamento no modo RG (Residential Gateway) suporta o aprendizado e encaminhamento
de endereço MAC (camada 2 do modelo de referência OSI), além de roteamento. Esta combinação de bridge e
roteamento suportada pela ONT oferece uma base ampla de opções de roteamento.
A interface RG suporta as opções de configuração Wireless e VOIP (SIP).
O modo de gerenciamento RG (Residential Gateway) também é conhecido como RG ou modo RG.
»» Gerenciamento apenas no modo OMCI
Os fluxos de dados são tratados de forma diferente quando configurados no modo OMCI em comparação ao
modo RG. Para os fluxos de dados OMCI, ocorre um mapeamento de um para um entre a porta GEM do lado
WAN e a porta UNI do lado LAN. O método de encaminhamento de pacotes ocorre da forma cut-through sem
aprendizado ou encaminhamento de endereço MAC.
A configuração da interface wireless não é suportada através do gerenciamento OMCI. Entretanto, para mapear essa
configuração para o OMCI existe um outro tipo de gerenciamento que combina os modos RG e OMCI.
O modo somente OMCI também é chamado de modo ONT.
»» Modo duplo: gerenciamento utilizando os modos OMCI e RG (Residential Gateway).
Com o gerenciamento em modo duplo, as interfaces LAN (downstream) são configuradas através da interface RG e
mapeadas para o Virtual Ethernet Interface Point (VEIP). O VEIP é o ponto de interface comum entre recursos RG e
regras de filtro configuradas por OMCI.
O modo duplo (OMCI e RG juntos) sempre utilizam VEIP.
Comparando serviços e encaminhamento de tráfego nos modos RG, OMCI e Duplo (VEIP)
RG
Com as interfaces RG, você pode configurar todos os módulos de serviço existentes nas ONTs Intelbras. As VLANs RG
passam por um etherswitch integrado e são encaminhadas com base no endereço MAC de destino para qualquer interface.
As VLANs RG utilizam exclusivamente o GEM 5xx (a menos que sejam mapeadas para o VEIP, em modo Gerenciamento
Duplo. Nesse caso, qualquer GEM pode ser utilizada).
OMCI
Fluxos configurados por OMCI exigem um mapeamento 1:1 (UNI:GEM).
Os fluxos de dados configurados por OMCI possuem método de encaminhamento cut-through sem a utilização de bridge,
encaminhamento ou roteamento.
Não é possível configurar o módulo wireless utilizando apenas o modo OMCI.
Os módulos de configuração de voz podem operar tanto no modo de configuração OMCI quanto no modo RG. As duas
formas de configuração podem coexistir, mas lembre-se, a configuração realizada no modo OMCI sempre prevalece sobre
o modo RG.
Gerenciamento Duplo (VEIP)
Conexões de Gerenciamento Duplo são mapeadas para conexões VEIP e podem ser utilizadas por qualquer GEM. Neste
modo, as VLANs RG operam conforme descrito acima, mas em vez de utilizarem a GEM 5xx padrão, é utilizado o OMCI
para configurar a GEM e a regra de filtro de VLAN.

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Fluxo dos dados configurados através do modo RG
O fluxo dos dados configurados através do modo RG é realizado através da interface Web.
Todos os serviços configurados são baseados em VLAN, podendo ser configurado serviços de dados, voz e vídeo. Para todas
RG VLAN, um etherswitch integrado é incluso no caminho de transmissão dos dados. Isso permite que as RG VLANs deem
suporte à bridge local e às conexões ponto a ponto para os dispositivos conectados na LAN, como por exemplo, PCs. Além
disso, uma tabela é mantida para todas as bridges RG VLAN, que é utilizada para exibir todos os endereços MACs de origem
aprendidos por VLAN e por Porta.

Fluxos configurados pelo modo RG (Residential Gateway)

As GEM Ports na faixa 5xx e 6xx estão reservadas para fluxos de tráfego do modo RG.
Por padrão, todas as RG VLANs são mapeadas para o GEM 5xx. Este mapeamento não é configurável e não exige qualquer
ação de provisionamento OMCI para a criação do GEM 5xx na ONT.
A OLT não deve enviar quaisquer comandos de provisionamento OMCI através do GEM 5xx para as ONTs. A razão é que
a configuração OMCI possui prioridade sobre a configuração RG. Quaisquer ações de provisionamento especificadas por
comandos OMCI irão acontecer. Se a configuração OMCI tentar provisionar o GEM 5xx, as ONTs gerarão os fluxos de
tráfego especificados na GEM 5xx podendo desta forma interromper o fluxo do tráfego RG.

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Fluxos dos dados configurados através do modo OMCI
O fluxo dos dados configurados através do modo OMCI possui um mapeamento de um para um entre o GEM Port (GPON
Encryption Method Port) do lado WAN e a interface UNI (User Network Interface) do lado LAN. Para os pacotes que
exigem análise (como por exemplo IGMP Join/Leave, ARP), normalmente o tráfego ocorre diretamente entre o GEM Port
e a interface UNI.
O modo OMCI trata os fluxos pela função de hardware (CFM - Classification, Modification, and Forwarding). Cada porta
LAN e porta GPON das ONTs Intelbras possuem CMFs dedicados. Pacotes de downstream que chegam em cada GEM são
classificados com base nas regras de classificação criadas por ações de provisionamento OMCI. Pacotes que correspondem
com uma Regra de Classificação são Modificados conforme especificado por essa regra e encaminhados para a porta de
saída especificada por essa regra. Pacotes que não são classificados são descartados/bloqueados. Pacotes que exigem
análise de CPU (como por exemplo IGMP Join/Leave, ARP) são classificados na entrada e encaminhados para a CPU para
ação. Esta arquitetura de encaminhamento é ilustrada no diagrama a seguir.

Fluxos configurados por OMCI

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Não é possível mapear dois UNIs para o mesmo GEM ao configurar fluxos ONT. Se três portas Ethernet devem ser
configuradas como membros da mesma VLAN para serviço de acesso à internet, são necessários três GEMs. A mesma
VLAN é configurada em todos os três GEMs. Quando configurado desta forma, um PC conectado na porta LAN 1 NÃO
poderá se comunicar diretamente com um PC conectado na porta LAN 2 ou 3. Todos os pacotes são encaminhados para
o uplink de maneira segura e nenhuma comunicação porta a porta é suportada localmente. Todas as comunicações entre
um PC conectado na porta LAN 1 e um PC na porta LAN 2 utilizará a conexão de uplink para chegar até a OLT e retornará
pela conexão de downlink até o PC de destino.
Recursos exclusivos do modo OMCI
Existem recursos que o modo OMCI oferece que não existem através do modo RG:
»» VLAN Translation (alteração da tag de VLAN).
»» VLAN Promotion (adicionando uma tag externa).
»» VLAN Translation & Promotion (alterando a tag interna e adicionando uma tag externa).
»» Open Trunk (provisionamento de um caminho cut-through de uma porta Ethernet para uma porta GEM por onde passará
todo o tráfego, não modificado, independente da VLAN ID). O recurso Open Trunk é útil para aplicações comerciais onde
um grande número de VLANs deve ser suportado.
Configuração de vídeo através do modo OMCI
A aplicação de IP TV é totalmente suportada no modo OMCI. O GEM 4095 é utilizado para todo o tráfego multicast de
downstream, e o mesmo mapeamento 1:1 de UNIs para GEM é exigida para tratar o tráfego unicast.
VLAN Translation é suportado para a aplicação de IP TV, contanto que todas as portas Ethernet sejam membros da mesma
VLAN original. Não é possível traduzir para a VLAN A um pacote de vídeo multicast de downstream para sair pela porta
eth1 e traduzir simultaneamente o mesmo pacote para a VLAN B para sair pela porta eth2.
Configuração de voz através do modo OMCI
A aplicação SIP para configuração de voz é totalmente suportada no modo OMCI. A configuração SIP realizada através do
modo OMCI deve possuir um mapeamento para um GEM específico.
A configuração de voz é uma aplicação de camada 3 (modelo de referência OSI) que pode ser totalmente provisionada
através do modo OMCI ou através do modo RG (Residential Gateway).
A única diferença entre a configuração da aplicação de voz realizada através do modo OMCI e do modo RG é a atribuição
da Bound Interface (Interface de Vínculo). Quando a aplicação de voz for configurada através do modo OMCI, a Interface
de Vínculo criada é denominada interface brg, quando configurada através do modo RG, a Interface de Vínculo criada é
uma interface IP.
A diferenciação na exibição da Interface de Vínculo é útil para fins de resolução de problemas, pois é possível verificar
facilmente como a aplicação de voz foi configurada.
Estatísticas em modo UNI (User Network Interfaces)
Não existem tantas estatísticas de nível de pacote disponíveis para fluxos configurados através do modo OMCI, já que
estes fluxos são encaminhados de forma direto (camada 2 do modelo de referência OSI). Entretanto, existem várias
ferramentas úteis para debug.
»» Há uma tabela IGMP para fluxos configurados pelo modo OMCI, acessível via Web.
»» Voice Packet Log, Audit Log, e Line Status. Acessível via Web.
»» Estatísticas das Portas Ethernet. Acessível via OMCI e Web.
»» Estatísticas da camada física GPON. Acessível via OMCI e Web.
Não existe uma “Bridge Table” para exibição dos endereços MACs aprendidos por qualquer fluxo configurado através do
modo OMCI.

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Modo de gerenciamento Duplo (VEIP)
Em Modo de Gerenciamento Duplo, uma “UNI virtual” é o elo entre as interfaces RG e OMCI. UNI virtual é uma Virtual
Ethernet Interface Point (VEIP), conforme descrito na norma G.984.4 Emenda 2 e G.Impl.984.4).
O VEIP permite que recursos como Wi-Fi, que não pode ser implementado diretamente por OMCI, seja configurado
via interfaces RG. O uplink é então configurado como O para designar uma interface OMCI. Este mecanismo conecta
o uplink ao UNI virtual.

RG e OMCI no modo de gerenciamento duplo, recursos via VEIP são correspondidos por identificador de VLAN

Quando a interface eth0 de uma RG VLAN for configurada como membro OMCI, ela será automaticamente mapeada para
o VEIP. Por outro lado, quando a interface eth0 é configurado como membro tagged ou untagged de uma VLAN, ela será
automaticamente mapeada para a GEM RG 5xx padrão.
Até 24 RG VLANs são suportadas, e todas essas 24 RG VLANs podem ser mapeadas para o VEIP. Cada RG VLAN deve ter
uma VLAN ID exclusiva. Entretanto, regras de VLAN Translation podem ser configuradas via OMCI para mapear múltiplas
RG VLANs diferentes para a mesma VLAN do lado LAN da rede (configuração realizada somente através da OLT).
Mapeamento VEIP é suportado pelos seguintes tipos de VLAN: Bridged-CPU, BRouted, Routed, PPPoE-Bridged,
PPPoE-Routed.
Todos os atributos IP de uma RG VLAN permanecem sob o controle de configuração RG. O OMCI não é utilizado para o
provisionamento de Endereços IP, Endereços DNS, Máscaras de Sub-rede ou outros atributos IP.

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No modo de gerenciamento duplo, VEIP oferece acesso a outros módulos incluindo a interface wireless

VLAN ID é utilizado para vincular automaticamente o RG VLAN e o Filtro OMCI.

Observação: se não houver Regras de Filtro OMCI provisionadas no VEIP correspondente ao


VLAN ID original, então a RG VLAN não terá uma conexão para dentro na rede
O VEIP fornece mapeamento de RG VLANs a uma ou mais GEMs além da GEM RG 5xx padrão. Este mapeamento permite
priorização de tráfego upstream via GPON Traffic Profile (GTP). Ele também oferece recursos de tradução e promoção de
VLAN (VLAN Translation e VLAN Promotion) que não estão disponíveis para RG VLANs mapeados para a GEM 5xx padrão.

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5.3.  Fazendo login nas ONTs (142NG e 1420G)
É possível logar nas ONTs Intelbras através da interface web.
Fazendo login através da interface web
As ONTs Intelbras podem ser gerenciadas a partir de suas portas Ethernet.
»» As ONTs Intelbras possuem o endereço IP padrão 192.168.1.1 na porta Ethernet.
»» O usuário pode conectar um PC à porta Ethernet (eth1) e configurar a ONT utilizando um navegador de internet. O PC
precisará ter um Endereço IP na mesma sub-rede da ONT. Caso for alterado o Endereço IP da ONT, a conectividade com
o PC se perderá, então, você precisará reconfigurar o endereço IP de seu PC para estar na mesma sub-rede da ONT.
»» O usuário padrão é admin, e a senha padrão é intelbras.

Observação: por motivos de segurança, a senha padrão deve ser alterada

5.4.  System
As páginas de configuração do menu System definem e configuram o acesso as aplicações utilizadas diretamente pela
ONT, tais como DNS e Data/Hora do sistema. Através do menu System também é possível atualizar e restaurar versões de
software, além de reiniciar a ONT.

O menu System

Esta seção possui alguns submenus que serão descritos a seguir:

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Access control
É possível acessar a ONT por meio de três contas de usuário: admin, support e user. O usuário admin possui acesso
irrestrito podendo alterar e visualizar a configuração da ONT além de executar diagnósticos. O usuário support possui
acesso a manutenção e a ferramentas de diagnósticos e não pode alterar as configurações. Já o usuário user pode acessar
a ONT, possui visualização limitada de configurações e estatísticas, além de poder atualizar o software da ONT. A senha
pode ter no máximo 16 caracteres.
Passwords
Utilize os campos do menu Access Control | Password para alterar ou criar senhas com no máximo 16 caracteres para os
usuários existentes.

Observação: as senhas não podem conter espaço

Alteração de senha dos usuários

Observação: por motivos de segurança, a senha padrão deve ser alterada

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Reg ID
O acesso à interface GPON necessita de um ID de Registro. Este valor deve coincidir com o valor programado na OLT.
Ao alterar esse valor, será desabilitado a comunicação com a rede. A ONT será reiniciada uma vez que o ID de Registro
for alterado e o link GPON não se comunicará mais com a OLT até que o mesmo valor de registro seja coincidente
entre OLT e ONT.

O ID de registro é fornecido por seu provedor de acesso

Default interface
Esta ONT possui várias aplicações internas, tais como SNMP, TRAP, SNTP, DHCP, DNS, PING. Se uma dessas aplicações
enviar um pacote a um endereço IP que não está definido na sua tabela de rotas e a aplicação não foi direcionada para
utilizar uma determinada interface para transmitir o pacote, então o endereço IP da Default Interface (Interface Padrão)
será utilizado como o endereço de origem do pacote e o roteamento será solucionado com base nesse Endereço IP.

Default interface

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DNS
Client
Dependendo da seleção da opção DNS Client Source, você precisará selecionar uma origem para o DNS ou inserir
informações sobre servidor DNS. Ao selecionar Static será necessário inserir o endereço Primary DNS (DNS Primário) e/ou
Secundary DNS (DNS Secundário). Selecionando qualquer outra opção em DNS Client Source será necessário selecionar
uma das interfaces.

DHCP como origem dos endereços DNS

Campos Descrição
Static exige que um endereço DNS Primário e ou Secundário seja inserido.
DHCP exige que uma VLAN existente seja selecionada como origem dos endereços de DNS.
DNS Client Source
PPPoE exige que um túnel PPPoE existente seja selecionado como origem dos endereços de DNS.
OMCI os endereços IP do servidor DNS que são fornecidos via OMCI serão utilizados.
Primary DNS Endereço IP do servidor DNS Primário.
Secundary DNS Endereço IP do servidor DNS Secundário.
Disponível somente quando DHCP for selecionado como origem do cliente DNS. Selecionar a VLAN
DHCP Source
que está recebendo os endereços de DNS.
Disponível somente quando PPPoE for selecionado como origem do cliente DNS. Selecionar o túnel
PPPoE Source
PPPoE que está recebendo os endereços de DNS.

Clientes DNS

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Static como origem dos endereços DNS

PPPoE como origem dos endereços DNS

Proxy server
Quando Proxy DNS é selecionado, todas as requisições DNS enviadas pelos dispositivos clientes conectados no lado LAN,
serão enviadas para o endereço IP da ONT.
A ONT verifica a tabela Local Host para quaisquer pesquisas de nome de domínio pré-configuradas, e se uma entrada
correspondente for encontrada, ele responde com o endereço IP correspondente.

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Quando não há entradas correspondentes na tabela Local Host, a ONT inicia um DNS Proxy Request utilizando a opção
configurada em DNS Client, e então gera uma resposta DNS para o cliente conectado no lado LAN da ONT como endereço
IP aprendido através do Proxy Request.

Exibição do DNS Proxy Server (configuração padrão)

Os Host Names dos dispositivos conectados localmente são aprendidos dinamicamente e automaticamente preenchido
na tabela de Proxy DNS. Os nomes de domínio (Domain Name) devem ser estaticamente configurados. O Domain Name
deve ser configurado por completo, por exemplo, discovery.microsoft.iptv.com juntamente com o Endereço IP, que será
devolvido aos clientes locais para que eles possam enviar solicitações de DNS para aquele Nome de Domínio.

Para adicionar um servidor proxy DNS, adicione o nome de domínio e endereço IP

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Internet time
A página System | Internet Time é utilizada para configurar a data/hora na ONT. Estas informações são coletadas através
de servidores SNTP configurados. O Fuso Horário (Time Zone) é utilizado para configurar a hora no horário local. Observe
que a ONT não compensa automaticamente o Horário de Verão.
A ONT suporta configurações realizadas por DHCP Option 42. Se um servidor DHCP utiliza o campo Option 42 em
suas mensagens DHCP para especificar um servidor SNTP e fuso horário, então estes atributos serão automaticamente
configurados.
A ONT utiliza estas informações da data/hora para aplicações como o Syslog. A data/hora é coletada de um dos cinco
servidores de horário especificados. Se nenhum servidor de horário for encontrado, o sistema irá configurar a data para 01
de janeiro. O sistema permite que até cinco servidores de horário sejam configurados, se o primeiro servidor não responder,
a ONT tentará o próximo servidor, se esse não estiver disponível, ele tentará o próximo, e assim por diante.

Configuração de data/hora

Campos Descrição
Automatically synchronize with Internet time servers Este campo permite a sincronização automática da data/hora obtida através dos servidores NTP
First NTP time server Selecionar o primeiro servidor NTP ou selecionar Other para configurar o servidor NTP desejado
Second NTP time server Selecionar o segundo servidor NTP ou selecionar Other para configurar o servidor NTP desejado
Third NTP time server Selecionar o terceiro servidor NTP ou selecionar Other para configurar o servidor NTP desejado
Fourth NTP time server Selecionar o quarto servidor NTP ou selecionar Other para configurar o servidor NTP desejado
Fifth NTP time server Selecionar o quinto servidor NTP ou selecionar Other para configurar o servidor NTP desejado
Time zone offset Selecionar fuso horário de acordo com sua localização

Configurações de data/hora

Log
As ONTs (142NG e 1420G) suportam o recurso de sistema de log (system log) conforme definido na RFC 5424 com
suporte a todos os 8 níveis de mensagem:
Nível de criticidade Descrição
0 Emergência: sistema inutilizável
1 Alerta: deve-se tomar uma providência imediatamente
2 Crítico: condições críticas
3 Erro: condições de erro
4 Atenção: condições de atenção
5 Aviso: normal, mas condição significativa
6 Informativo: mensagens informativas
7 Debug: mensagens de nível de debug

Níveis de criticidade de mensagens delog

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A opção Log Level determina quais mensagens serão armazenadas no log do sistema. Qualquer mensagem igual
ou superior em prioridade à configuração do Log Level será armazenada no syslog. A opção Display Level determina
quais mensagens são exibidas na interface web. A opção Mode determina onde as mensagens serão armazenadas.
As mensagens locais (Local) podem ser armazenadas na memória RAM, ou podem ser armazenadas em um arquivo para
visualização posterior, ou podem ser enviadas a um servidor syslog remoto. Somente um servidor remoto é permitido.

Configurando o sistema de log (system log)

Amostra de saída do syslog

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Campos Descrição
Enable: habilita a função de log do sistema.
Log
Disable: desabilita a função de log do sistema.
Mensagens de log possuem prioridades diferentes.
Todas as mensagens com a prioridade selecionada e superior serão inseridas no sistema de log.
0 - Emergência
1- Alerta
2- Crítico
Log Level
3- Erro
4- Advertência
5- Aviso
6- Informativo
7- Debug
Determina o nível de prioridade das mensagens de log que serão exibidas por meio da GuI, o que
Display Level
facilita filtrar a prioridade máxima das mensagens que são visualizadas.
Selecionar onde o registro do sistema de log deve ser armazenado.
Local Buffer: armazena eventos de Syslog na memória RAM local.
Remote Syslog: envia eventos de Syslog a um servidor Syslog remoto.
Mode
Local Buffer and Remote Syslog: realiza as duas operações (Local Buffer e Remote Syslog).
Local File: atualmente não suportado.
Local File and Remote Syslog: atualmente não suportado.
Server IP Address Se remoto-Endereço IP do servidor de log remoto (remote syslog).
Server UDP Port Se remoto-Porta UDP do protocolo syslog. O padrão é 514.
Sistema de log (system log)

Power shedding
A fim de prolongar o serviço telefônico durante falta de energia, para que se possa efetuar chamadas de emergência pelo
máximo de tempo possível através do uso de bateria, a função Power Shedding deve ser utilizada para desligar todos os
outros serviços da ONT, enquanto esta função estiver ativa, todos os serviços de dados serão desabilitados e somente os
LEDs do alarme e status do sistema estarão acesos.

Observação: a função Power Shedding somente é ativada quando um UPS estiver conectado
para alimentar a ONT e os sinais do UPS indicarem que a ONT está sendo alimentada por
bateria

Power shedding

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Campos Descrição
O atraso no desligamento define o período de tempo em minutos que a ONT aguarda após
Shutdown Delay a queda de energia AC (que forçará a ONT a ser alimentada por bateria) antes de desligar os
serviços que não são de voz.
O atraso na restauração determina o período de tempo em minutos que a ONT irá aguardar
Restore Delay
após a energia AC retornar antes de reativar os serviços que não são de voz.
Opções da função power shedding

Backup/Restore
O submenu Backup/Restore fornece meios para realização de backup da configuração atual, restaurar configurações
anteriores ou voltar para a configuração de fábrica.
Backup
A página Backup/Restore | Backup permite salvar a configuração.
Clicando em Backup Settings, a configuração atual da ONT será salva em seu computador. A configuração é salva em um
arquivo nomeado backupsettings.conf em uma pasta determinada pelas configurações de download do seu navegador.
Sugerimos que esse nome de arquivo seja alterado para um nome mais significativo contendo a data, ou o Endereço IP ou
o nome do sistema da ONT. A denominação adequada do arquivo é essencial caso você esteja gerenciando mais de uma
ONT, já que todas as ONTs salvarão suas configurações em um arquivo com o mesmo nome.

Backup das configurações atuais

Salvando o arquivo de backup das configurações

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Restore
A página Backup/Restore | Restore permite a restauração das configurações da ONT, conforme as configurações salvas
durante a realização do último backup.
Clique em Pesquisar e depois selecione o arquivo de backup e clique em Abrir.

Restaurando as configurações a partir de um backup salvo

Aguardando a ONT atualizar as configurações

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Default
A página Backup/Restore | Default permite que você retorne a ONT para a configuração de fábrica.
Clique em Restore Default Settings e feche a tela do navegador e aguarde a reinicialização da ONT. Após o procedimento,
a ONT retornará com o endereço IP padrão 192.168.1.1.

Restaurando as configurações de fábrica da ONT

SNMP agent
A página System | SNMP Agent permite configurar o agente SNMP e gerenciar mensagens TRAP. O agente SNMP pode ser
desabilitado para impedir o acesso de usuários desconhecidos.

Configuração SNMP

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Campos Descrição
»» Enable
Habilita a função SNMP.
SNMP Agent
»» Disable
Desabilita a função SNMP. A ONT não enviará traps, e não responderá a mensagens de set e get.
Insira o nome da comunidade com permissão de leitura. Este campo permite o acesso de leitura a clientes SNMP.
Read Community
Este campo comporta 32 caracteres e o padrão é public.
Insira o nome da comunidade com permissão de escrita. Este campo permite acesso de leitura/escrita a clientes SNMP.
Set Community
Este campo comporta 32 caracteres e o padrão é IntelbrasPrivate.
Nome desta ONT. O nome do sistema irá aparecer na barra de títulos do navegador. Este campo é somente para leitura.
System Name
O System Name pode ser configurado em Configuration | System Info.
Identifica a localização da ONT. Pode ser a descrição de uma rua ou local para uma rápida identificação. Este campo é
System Location
somente para leitura. O System Location pode ser configurado em Configuration | System Info.
Identifica a pessoa responsável por esta ONT. Este campo é somente para leitura. O System Contact pode ser
System Contact
configurado em Configuration | System Info.
Insira o endereço IP para onde as mensagens traps serão enviadas. Somente é permitido 1 gerenciador de mensagens
TRAP Manager IP
trap remoto.
Lista das mensagens TRAP SNMP. Ao selecionar Disable a trap snmp desejada não será enviada:
»» Cold Start
A ONT foi desligada ou ligada.
»» Warn Start
O agente SNMP foi reinicializado.
Trap Filters »» Authentication Trap
Foi realizado uma tentativa para acessar a ONT com uma comunidade inválida.
»» Link Up/Down Trap
Uma interface física perdeu conectividade com seu par remoto.
»» Enterprise Trap
A opção Enterprise Traps incluem: alteração na configuração, alarmes da bateria, configuração do CPE Manager.
Atributos configuráveis do agente SNMP

TR-069 client
As ONTs (142NG e 1420G) possuem um cliente TR-069. TR-069 é um protocolo de gerenciamento que permite que
um Servidor de Configuração Automática (ACS) faça automaticamente a configuração, provisionamento e diagnósticos
do produto.

Cliente TR-069

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Campos Descrição
Inform Enable ou Disable: ativa ou desativa a geração de mensagens informativas ao ACS.
Inform Interval Intervalo periódico (em segundos) no qual mensagens informativas serão geradas.
Endereço web do ACS. Se a URL incluir um nome de domínio, um DNS deve estar acessível para descobrir
ACS URL
o nome de domínio.
ACS User Name Nome de usuário exigido para acessar o ACS.
ACS Password Senha de usuário exigida para acessar o ACS.
Bound Interface Name Selecionar a interface que se comunicará com o ACS.
Enable ou Disable: registro de mensagens Simple Object Access Protocol (SOAP) no console serial e no
Display SOAP messages on serial console
sistema de arquivo.
Se ativado, exige que todas as solicitações de conexões de um ACS sejam autenticadas, neste caso,
Connection Request Authentication o cliente TR-069 só aceitará conexões de um ACS que tenha incorporado o Nome de Usuário e Senha
durante a solicitação de conexão.

Connection Request User Name Nome de usuário exigido para autenticar uma mensagem de solicitação de conexão de ACS.

Connection Request Password Senha de usuário exigida para autenticar uma mensagem de solicitação de conexão de ACS.

Endereço de origem para solicitação de conexão utilizado ao responder uma mensagem de solicitação de
Connection Request URL
conexão de ACS. Este campo não é configurável.
GetRPCMethods Envia uma mensagem RPC Method para o ACS configurado.

Atributos configuráveis do cliente TR-069

Certificates
As ONTs (142NG e 1420G) suportam certificados locais e certificados confiáveis.
Campos Descrição
Name Identificação do certificado.
In Use Yes indica que o certificado foi carregado pelo sistema.
Pessoa física ou jurídica identificada no certificado. Esse campo pode incluir:
»» C(Código do país).
»» S(Estado).
»» L(Localidade).
Subject
»» O(Nome da Organização).
»» OU(Nome da Unidade Organizacional).
»» CN(Nome Comum).
»» E-mail.
Os tipos de solicitação de certificado. Assinado ou CA. Uma solicitação de certificado é aquela que não foi assinada por
uma Autoridade Certificatória (CA). Um certificado assinado é aquele que foi assinado e pode ser utilizado para confirmar
Type
a identidade do dispositivo com um par. Um certificado CA é um certificado de uma Autoridade Certificatória utilizado para
verificar a identidade do seu par sem precisar contatar a CA diretamente.
View ou Remove. Visualiza ou remove o certificado.
Action
Observação: remover um certificado que está em uso pode interromper os serviços que estão utilizando o certificado.
Import Certificate Importa um certificado assinado para ser utilizado como Certificado Local/CA Confiável (dependendo do submenu selecionado).

Atributos dos certificados locais e certificados confiáveis CA

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Local
Certificados Locais são utilizados pelos pares para confirmar sua identidade ao estabelecer uma conexão com um servidor
ou cliente através da Secure Socket Layer (SSL).
A página Certificates | Local permite adicionar, visualizar ou remover Certificados Locais do sistema. É permitido armazenar
no máximo quatro certificados locais.

Certificado local

Trusted CA
Certificados Confiáveis (CA) são utilizados para confirmar a identidade do parceiro e utilizado para estabelecer uma
conexão comum, servidor ou cliente, através da Secure Socket Layer (SSL).
A página Certificates | Trusted CA permite adicionar, visualizar ou remover Certificados Confiáveis CA do sistema.
É permitido armazenar no máximo quatro certificados confiáveis CA.

Certificado confiável CA

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Software
No menu Software é possível restaurar o firmware da ONT a partir de uma imagem alternativa salva na própria ONT ou
utilizar uma versão de firmware salva em outro local.
Restore
A ONT pode armazenar até dois firmwares em seu sistema de arquivo. A opção Current Software Version ou firmware ativo,
é o firmware atualmente em execução na ONT e a outra opção é a Alternate Software Version ou firmware alternativo, é
o firmware que está armazenado porém não está em execução na ONT.
Ao clicar em Reload o firmware alternativo entrará em execução na ONT após ser reiniciada, tornando-se assim o firmware
ativo. O firmware anteriormente ativo se tornará o firmware alternativo. Após a reinicialização da ONT, o sistema atualizará
a exibição das versões do firmware ativo e alternativo automaticamente. A configuração permanece inalterada, em outras
palavras, não é preciso reconfigurar a ONT após finalizar o procedimento de restauração. Observe que, ao restaurar
uma versão mais antiga, pode haver problemas com o código mais antigo sendo executado com um banco de dados
de configuração mais novo. O banco de dados de configuração armazena a configuração das interfaces (com todos os
serviços, tais como identificação e limite de velocidade, assim como outras informações de configuração). Em alguns casos,
a ONT terá que se reconfigurar para os padrões de fábrica, e em seguida, precisará ser manualmente reconfigurada.
Imediatamente após pressionar o botão Reload a ONT é reiniciada e o firmware alterado, nenhuma mensagem de
advertência adicional é exibida.

Restaurando a ONT com o firmware alternativo

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Update
A ONT pode utilizar um firmware salvo em seu computador para atualização.
Clique em Pesquisar para procurar o firmware previamente salvo em seu computador, após selecionado clique em
Update Software, isto fará com que o firmware da ONT seja atualizado com o firmware selecionado. Em seguida, a
ONT será reiniciada.
A ONT confirmará que o firmware é apropriado e rejeitará o arquivo se não for compatível.

Atualizando o firmware

Reboot
Ao clicar em Reboot a ONT será reiniciada, isso acontecerá imediatamente após o botão ser pressionado e nenhuma
mensagem de advertência adicional será exibida.
Feche a tela do navegador e aguarde para reconectar na ONT.

Reiniciando a ONT

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Mensagem de reiniciação

5.5.  Status
No menu Status é possível visualizar várias informações e estatísticas da ONT, que podem ser muito úteis na resolução de
problemas de rede.

O menu status

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Device info
Nesta página estão informações sobre a ONT, objetos MIB-2, tempo de atividade do sistema, modelo, número de série,
informações sobre a versão e os endereços MAC das interfaces.

Tabela com informações do dispositivo

Campos Descrição
Nome do Sistema é o nome definido pelo usuário que pode ser utilizado para identificar a ONT. System Name é o
System Name
objeto MIB-2, sysName.
Local do Sistema é uma informação definida pelo usuário para ajudar a identificar a ONT. System Location é o objeto
System Location
MIB-2, sysLocation.
Contato do Sistema é uma informação definida pelo usuário para ajudar a identificar a pessoa a ser contatada em
System Contact
relação a ONT. System Contact é o objeto MIB-2, SysContact.
A Data e a Hora do Sistema são informações obtidas através de servidores SNTP (Simple Network Time Protocol).
System Date and Time
Quando o sistema não consegue coletar informações dos servidores SNTP é inserida uma data e hora padrão do sistema.
O Sistema Ativo exibe o tempo desde que o aparelho foi inicializado pela última vez. Tal informação pode ser útil em
System Uptime
caso de resolução de problemas.
Modelo da ONT. Tal informação é útil ao descrever o dispositivo durante a resolução de problemas.
Model Number
Esta informação é somente para leitura e não pode ser alterada.
Serial Number Número Serial é uma identificação exclusiva do dispositivo dentro do contexto Model Number&Serial Number.
O número de identificação inserido quando a ONT deve ser registrada utilizando o procedimento de programação de
Registration ID
ID de Registro.
FSAN Número exclusivo que identifica a ONT no sistema da OLT.
Versão do boot loader que é utilizado para iniciar o software da ONT. Esta informação pode ser útil em caso de
Bootloader Version
resolução de problemas.
Firmware Version Versão do firmware que está em execução na ONT. Esta informação pode ser útil em caso de resolução de problemas.
Alternate Firmware Version Versão do firmware alternativo que está armazenado na ONT.
Cada interface possui seu próprio endereço MAC. O nome da interface é exibido (Fiber WAN - interface de fibra, GE1,
Interface Names
GE2, etc., são as interfaces que estão do lado do cliente (LAN)).
Alarms Esta informação exibe se quaisquer alarmes estão atualmente ativos no sistema.
Exibição da página de informações da ONT

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Versão do bootloader e firmwares

Endereços MAC de cada interface de conexão

Exibição do status do alarme

Statistics
A ONT possui contadores para exibição do número de bytes e quadros que são transmitidos e recebidos em cada uma de
suas interfaces.

Estatísticas das interfaces

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As interfaces da ONT utilizam estatísticas Ethernet e exibe a quantidade de bytes recebidos e transmitidos, quantidade de
quadros, quadros com erros e descartados.
Ao clicar em Reset Statistic é reiniciado os contadores e iniciado uma nova etapa de coleta de informações. Está é uma boa
forma de determinar se os quadros enviados ou recebidos, estão sendo descartados ou se estão com erros.
Campos Descrição
Número de bytes recebidos na interface, desde que as estatísticas foram reconfiguradas pela
Bytes Received
última vez. Estes são os dados que entram na ONT a partir de uma fonte externa.
Número de quadros recebidos na interface, desde que as estatísticas foram reconfiguradas pela
Frms Received
última vez. Estes são os dados que entram na ONT a partir de uma fonte externa.
Número de quadros com erro que foram recebidos na interface, desde que as estatísticas foram
Errs Received
reconfiguradas pela última vez.
Número de quadros com erro devido a falhas no endereçamento ou insuficiência de memória que
DropsReceived
foram recebidos na interface, desde que as estatísticas foram reconfiguradas pela última vez.
Número de bytes transmitidos na interface, desde que as estatísticas foram reconfiguradas pela
Bytes Transmitted
última vez. Estes são os dados enviados pela ONT para uma fonte externa.
Número de quadros transmitidos na interface, desde que as estatísticas foram reconfiguradas pela
Frms Transmitted
última vez. Estes são os dados enviados pela ONT para uma fonte externa.
Número de quadros que não puderam ser transmitidos a partir da interface devido a erros de
ErrsTransmitted
enquadramento, desde que as estatísticas foram reconfiguradas pela última vez.
Número de quadros que foram descartados (não transmitidos) devido a erros de endereçamento
Drop Transmitted
ou limitações de memória, desde que as estatísticas foram reconfiguradas pela última vez.
Informações das interfaces LAN da ONT

Estatísticas GPON

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GPON Encapsulation Method (GEM) Port é utilizado para transmitir quadros entre a OLT (Optical Line Terminal) e a ONT
(Optical Network Terminal).
Campos Descrição
Rx Bytes Número de bytes recebidos pela GEM Port, não está incluindo cabeçalhos GEM.
Rx Fragments Número de fragmentos GEM recebidos pela GEM Port.
Rx Frames Número de quadros Ethernet recebidos pela GEM Port.
Rx Dropped Frames Número de quadros Ethernet recebidos e descartados devido a congestionamento ou tamanho insuficiente.
Tx Bytes Número de bytes transmitidos pela GEM Port não está incluindo cabeçalhos GEM.
Tx Fragments Número de fragmentos GEM transmitidos pela GEM Port.
Tx Frames Número de quadros Ethernet transmitidos pela GEM Port.
Tx Dropped Frames Número de quadros Ethernet descartados devido a congestionamento.
Accepted Multicast Frames Número de quadros multicast aceitos pela função de Filtro Multicast. IPTV geralmente é multicast.
Dropped Multicast Frames Número de quadros multicast descartados pela função de Filtro Multicast.
GPON: contadores das GEM Ports

A OLT é o ponto de agregação central da rede óptica e as ONTs estão instaladas diretamente no cliente final. Os contadores
GPON GTC exibem as estatísticas de erro na rede óptica até a ONT em questão.
Campos Descrição
BIP Errors Bit Interleaved Parity, usado para estimar a taxa de erro de bit.
FEC Corrected Codewords Forward Error Coding, códigos corrigidos.
FEC UnCorrectable Codewords Forward Error Coding, códigos incorrigíveis.
Total Received DS FEC Codewords Downstream Forward Error Coding, total de códigos recebidos.
FEC Correction Seconds Número de segundos durante os quais houve uma anomalia de correção FEC.
Corrected HEC errors GEM Frames Número de quadros GEM com erros HEC corrigidos.
Uncorrected HEC errors GEM Frames Número de quadros GEM com erros HEC incorrigíveis.
GPON: contadores GTC (GPON Transmission Convergence Statistics)

Campos Descrição
CRC Error Messages Mensagens recebidas com erro e descartadas.
Total Received Messages Número total de mensagens PLOAM de downstream com CRC corretas recebidas.
Unicast Received Messages Número de mensagens PLOAM de downstream com CRC corretas com ONU ID correspondente a este ONU ID.
Broadcast Received Messages Número de mensagens broadcast PLOAM de downstream com CRC corretas.
Número de mensagens PLOAM de downstream descartadas, pois a mensagem é desconhecida e não
Discarded Received Messages
registrada, ou a mensagem não é válida no estado atual.
Non-standard Received Messages Número de mensagens PLOAM de downstream não padronizada recebidas.
Total Transmitted Messages Número total de mensagens PLOAM enviadas.
Non-standard Transmitted Messages Número de mensagens PLOAM de downstream não padronizada enviadas.

Contadores de mensagem
PLOAM (Physical Layer Operations and Maintenance)

35
LAN interface status
A página Status | Interfaces | LAN pode ser utilizada para verificar se a interface está ativa e características da conexão.

Status das interfaces LAN

Campos Descrição
»» UP
Porta está habilitada e com link estabelecido.
»» Down
Admin State
Porta está desabilitada (inativa administrativamente).
»» NoLink
Porta está habilitada, mas sem link estabelecido.
Exibe a taxa de bits da camada física:
»» 10 - 10 Mbps.
Max Bit Rate
»» 100 - 100 Mbps.
»» 1000 - 1 Gbps.
Duplex Mode Exibe o modo duplex: Half ou Full Duplex
»» Enable
A porta transmitirá pause frame (controle de fluxo) para o dispositivo conectado quando houver
Pause congestionamento no recebimento.
»» Disable
A porta não transmitirá pause frame (controle de fluxo) para o dispositivo conectado.
Status dos links LAN

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GPON interface status
A página Status | Interfaces | GPON pode ser utilizada para verificar se a interface está ativa, a ONU ID, alarmes e outras
informações.

Status da interface GPON

Campos Descrição
»» Up - link está ativo.
Current Link State
»» Down - link não está se comunicando.
Link Up Transitions Número de vezes que o link passou de inativo para ativo.
ONU ID Exibe o ONU ID.
ONU State Informa o estado da ONU. OPERATIONAL, indica que a ONT está ativa.
Receive Level Exibe o nível de recebimento do sinal óptico, em dBm.
Transmit Power Exibe o nível de transmissão do sinal óptico, em dBm.
Bias Current Exibe a corrente de transmissão do laser, em mA.
Diplexer Temp Exibe a temperatura do diplexer, em graus (ºC) e fahrenheit (F).
Voltage Exibe a tensão nominal de operação do diplexer.

Status do link GPON

Exemplo de alarme GPON, perda de sinal (Loss Of Signal)

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Campos Descrição
Auto-Power Control (APC) é a capacidade de ajuste durante variações na potência óptica.
Auto-Power Control Failure
APC failure é a incapacidade de se ajustar corretamente.
Loss of Signal Nenhum sinal de entrada detectado. Certifique-se de que o cabo de fibra óptica está conectado.
Loss of Link O link foi perdido.
Loss of Frame O enquadramento foi perdido.
GEM LCD Perda na delimitação do canal GEM.
Failed Signal Taxa de erro de bit superior a 10E-5.
Degraded Signal Taxa de erro de bit superior a 10E-6.
Msg Error Msg Mensagem PLOAM desconhecida recebida.
Deactivated Recebido desativar na ONT.
Disabled Desabilitado pela OLT ou Número de Série da ONT não está configurado na OLT.
Physical Equipment Error Indica possíveis problemas de hardware.

Alarmes GPON

PPPoE interface status


A página Status | Interfaces | PPPoE exibe o status de cada túnel de uplink PPPoE configurado, incluindo informações, como
por exemplo, tempo ativo da conexão, MTU e o último código de erro relatado para este túnel PPPoE.

Status da interface PPPoE

Campos Descrição
Interfaces Nome da Interface de Uplink PPP.
Interface Type Bridged ou Routed.
Status Status atual do protocolo PPP.
Uptime Tempo em que a conexão PPPoE está conectada.
Current MTU O tamanho configurado do MTU (Maximum Transmission Unit).
Last Error Code Último erro encontrado.
Connect Button Conectar ou reconectar.
Disconnect Button Desconectar.
Status do link PPPoE

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Route
A página Status | Route exibe a tabela de roteamento existente na ONT.

Tabela de rotas

Campos Descrição
Destination Endereço IP ou endereço de rede de destino.
Gateway Endereço IP roteador de alcance do endereço de destino.
Subnet Mask Máscara de sub-rede que determina a porção de rede do endereço de destino.
»» U - Rota ativa e disponível para uso.
»» ! - Rejeitando rota - todos os pacotes para esta rede são descartados.
»» G - Deve-se especificar um gateway para esta rota.
Flag »» H - Host.
»» R - Restabelecer.
»» D - Entrada dinâmica na tabela de rotas.
»» M - Entrada modificada na tabela de rotas (geralmente por redirecionamento ICMP).
Define o número de saltos (hops) para chegar ao destino. O valor de métrica é utilizado para
Metric
determinar qual rota utilizar. Rotas com métricas mais baixas são selecionadas primeiro.
Service Nome do serviço da interface de conexão.
Interface Nome da interface utilizada para alcançar o endereço IP ou rede de destino.
A tabela de rotas

39
ARP
A página Status | ARP exibe as associações de endereço da tabela ARP.

Tabela ARP

Campos Descrição
IP Address Endereço IP do dispositivo associado na interface listada na coluna Device.
»» Complete - Endereços IP e MAC que foram associados na tabela ARP.
»» Permanent - Endereços IP e MAC estaticamente associado a tabela ARP.
Flags
»» Publish - Endereço IP e MAC associado a tabela ARP através de Proxy ARP.
»» Incomplete - Associação incompleta.
HW Address Endereço MAC do dispositivo associado na interface listada na coluna Device.
Device Bridge Interface ou Interface VLAN Lógica de camada 2 no qual o dispositivo foi associado.
A tabela ARP

Bridge table
A página Status | Bridge Table exibe o endereço MAC de cada dispositivo em uma VLAN Interface da bridge de 2 camada
interna. Um total de 4.096 entradas são permitidas na bridge table, mas apenas as 2.048 entradas mais recentes são
exibidas. A bridge table pode lhe dar uma ideia do número de dispositivos vistos na rede.

Bridge table

40
Campos Descrição
VLAN ID VLAN ID pertencente a interface que o dispositivo foi descoberto.
MAC Address Endereço MAC do dispositivo descoberto.
Interface Name Nome da Interface na qual o endereço MAC foi descoberto.
Interface Alias Nome criado para a interface, afim de ajudar o usuário a associar a porta ao “Nome de Interface”.
Bridge table

DHCP
A página Status | DHCP exibe a tabela de alocações dos endereços IP distribuídos pelo Servidor DHCP interno da ONT.

Informações e status do servidor DHCP

Esta tabela exibe os computadores, identificados pelo nome de host e endereço de MAC que adquiriram endereços IPs
através do servidor DHCP, além de exibir o tempo restante da alocação do endereço IP.
Se condicionais do servidor DHCP estiver configurado, será exibido a página Status | DHCP | Bindings com o endereço IP
atribuído de forma permanente.
Campos Descrição
Interface Nome da interface que recebeu uma solicitação de endereço IP para o servidor de DHCP interno.
Hostname Nome do dispositivo que solicitou o endereço IP para o servidor DHCP interno.
MAC Address Endereço MAC do dispositivo que solicitou o endereço IP para o servidor DHCP interno.
IP Address Endereço IP atribuído ao dispositivo.
Expires In Tempo restante para que a alocação para este endereço IP expire.
Tabela de alocação dos endereços IPs

41
IGMP
Internet Group Managemen Protocol (IGMP) é utilizado para criar associação a grupos de fluxos multicast. Geralmente,
IGMP é utilizado para streaming de vídeo e outras aplicações, tais como jogos, a fim de oferecer um uso mais eficiente dos
recursos de rede para esses tipos de aplicações.

Tabela de associação a grupos IGMP

Campos Descrição
Group Address Endereço IP do grupo multicast.
ReporterIP Endereço IP do host no grupo multicast.
ReporterMAC Endereço MAC do host no grupo multicast.
Interface Interface que descobriu o grupo multicast.
VLAN VLAN ID utilizado pelo grupo multicast.
Querier Mensagem querier.
Expires Tempo restante de duração do grupo multicast.
Tabela de associação IGMP

OMCI
A página Status | OMCI | Bridge exibe as Bridges GPON que são mapeadas para as GEM Ports com Filtro VLAN e regras
de tradução. Estes são os fluxos de tráfego OMCI puro que foram configurados por meio de comandos OMCI a partir da
OLT. Esta informação é útil para fazer debug de problemas de configuração relacionados a OMCI.

Bridge OMCI
42
Campos Descrição
Bridge ME Número de identificação atribuído pela OLT para esta instância de bridge GPON configurado por OMCI.
UNI Port Porta UNI (Ethernet, VOIP, VEIP) associada a esta Bridge ME.
GEM Port GEM Port do link GPON associado com este Bridge ME.
GEM Video (Opcional) GEM Port Multicast do link GPON associado com este Bridge ME.
Tag de VLAN padrão que será aplicada na entrada para pacotes não identificados (unttaged). Na direção
Untagged VLAN
de saída, esta identificação (tag) será removida.
Video VLAN (Opcional) VLAN ID para tráfego de vídeo multicast enviado/recebido utilizando Bridge ME.
VLAN Translation (Opcional) Ações da VLAN translation (tradução de VLAN) configuradas para este Bridge ME.
VLAN IDs para tráfego downlink permitidos para “passar” desta unidade. Todos os pacotes com VLAN IDs
Filter VLAN que não coincidem serão descartados. Quando configuradas para modo “OPEN”, todos os VLAN IDs têm
permissão de “passar” pela unidade.

Informação de mapeamento OMCI para a bridge interface

A página Status | OMCI | IP exibe os hosts IP que foram configurados pela OLT utilizando comandos OMCI. Esta informação
é útil para fazer o debug de problemas de configuração relacionados a OMCI.

Informações de mapeamento OMCI para a bridge interface

Campos Descrição
Host ME Instância do Host IP configurado por OMCI.
IP Option Modo do endereço IP atribuído ao Host IP. As opções são Estático e DHCP.
IP Address Endereço IP atribuído ao Host IP.
Subnet Mask Máscara de sub-rede utilizado pelo Host IP.
Default Gateway Gateway padrão utilizado pelo Host IP.
Primary DNS DNS Primário utilizado pelo Host IP.
Secundary DNS DNS Secundário utilizado pelo Host IP.
Informação de mapeamento OMCI para interface roteada

A página Status | OMCI | UNI exibe a tabela Path OMCI (caminho OMCI) que informa os IDs das entidades gerenciadas que
foram atribuídas pela OLT a cada uma das interfaces físicas e virtuais (UNI - User Network Interfaces), juntamente com seu
estado administrativo e operacional. Comandos OMCI podem derrubar qualquer dessas interfaces. Quando derrubadas,
elas ficam inúteis para quaisquer serviços. Esta informação é útil para fazer o debug de problemas de configuração
relacionados a OMCI.

43
Informação de mapeamento OMCI para VLANs

Campos Descrição
Port Interfaces (UNI) que são configuráveis via OMCI.
ManagedEntity ID Instancia OMCI da UNI.
Admin State Quando configurado em Down, a porta fica inutilizável. Deve ser configurado em Up para funcionamento normal.
Isto é controlado pela OLT via comandos OMCI.
Operational State Estado de funcionamento da UNI conforme relatado pelo dispositivo a OLT.
Rate (Ethernet Only) A velocidade e modo duplex configurado por OMCI.
Informação de mapeamento OMCI para VLANs

A página Status | OMCI | VEIP exibe a tabela de interfaces VEIP e informa a VLAN configurada que está mapeada para a
GEM Port de uplink. A GEM Port de uplink deve ser configurada via OMCI. Esta tabela exibe o mapeamento final das RG
VLANs definidas pelo usuário e as GEM Ports e VLANs configuradas por OMCI.
O mapeamento OMCI para a RG VLAN ocorre quando o recurso de provisionamento dinâmico de OMCI da OLT é utilizado
para provisionar o lado OMCI do VEIP e ele utiliza SNMP para criar o lado RG do VEIP.

Informação de mapeamento OMCI para mapeamento de VEIP


44
Campos Descrição
VLAN ID VLAN ID para este fluxo.
VLAN Name Nome da VLAN conforme definido pelo usuário para este VLAN ID.
Connection Type Bridged, Routed, PPPoE Bridged, PPPoE Routed e Bridged CPU são os tipos de conexão de VLAN.
Secure Forwarding Quando habilitado, resultará no descarte de quadros broadcast.
OMCI UNI Virtual Ethernet Interface Point.
GEM Port GEM Port (GPON Encapsulation Method Port). Cada GEM Port suporta um tipo de tráfego de serviço.
Outer VLAN Tag Tag de VLAN externa para este fluxo.
Inner VLAN Tag Tag de VLAN interna para este fluxo.

Tabela de membros de grupo IGMP

Wireless (apenas para o modelo ONT 142NG)


A página Status | Wireless exibe os clientes wireless que estão autenticadas no access point da ONT 142NG.

Clientes wireless autenticados

Campos Descrição
MAC Endereço MAC do cliente wireless autenticado.
Associated Cliente wireless associado ou não ao access point da ONT.
Authorized Cliente wireless autorizado para acesso ao access point da ONT.
(o cliente wireless completou o processo de autenticação com sucesso).
SSID SSID da interface wireless da ONT.
Interface Nome da interface wireless da ONT.
Clientes wireless autenticados

45
Voice
Dois tipos de registros de voz são oferecidos pelas ONTs (142NG e 1420G). Registro de Pacote de Voz e Registro de
Auditoria de Chamada. Os registros de pacote de voz exibem pacotes de sinalização enviados e recebidos do servidor
VOIP e podem ser utilizados para fazer o debug de problemas de registro ou conectividade. Os registros de Auditoria
exibem as chamadas recebidas e efetuadas completadas, com data, hora, duração de chamada e número de telefone,
estas informações podem ser úteis para checagem de atividade de chamada além de confirmar a operação normal dos
dispositivos.

Status e estatísticas das linhas VOIP

Campos Descrição
»» Admin State - Estado de configuração: habilitado ou desabilitado.
»» Phone Number - Número do telefone configurado para a linha SIP.
Status »» Registration Status - Estado atual de registro com o servidor VOIP.
»» Call Status - Estado atual de chamada. Idle é sem chamada, InCall é em chamada.
»» Hook State - Exibe se a linha está no gancho ou fora do gancho.
As estatísticas fornecidas se referem à chamada anterior completa.
»» Packets Sent - Quantidade de pacotes de dados enviados na rede.
»» Packets Received - Quantidade de pacotes de dados recebidos da rede.
RTP Statistics
»» Bytes Sent - Quantidade de bytes de dados enviados na rede.
»» Bytes Received - Quantidade de bytes de dados recebidos da rede.
»» Packets Lost - Quantidade de pacotes não recebidos.
As estatísticas fornecidas se referem à chamada anterior completa.
»» Received - Quantidade de chamadas recebidas do servidor VOIP. A chamada está em modo Apenas Receber para que o
telefone possa tocar.
Incoming Calls »» Answered - Quantidade de chamadas respondidas para o servidor VOIP. A chamada está em modo Enviar e Receber.
»» Connected - Quantidade de chamadas recebidas concluída que tiveram um ou mais pacotes recebidos antes de se descontar.
»» Failed - Quantidade de chamadas recebidas concluída que se desconectaram sem receber qualquer pacote.
»» Attempted - Quantidade de chamadas enviadas ao servidor VOIP.
»» Answered - Quantidade de chamada respondida ao servidor VOIP. A chamada está em modo Enviar e Receber.
Outgoing Calls
»» Connected - Quantidade de chamadas respondidas concluída que tiveram um ou mais pacotes recebidos antes de se descontar.
»» Failed - Quantidade de chamadas respondidas concluída que se desconectaram sem receber qualquer pacote.

Tabela de status e estatísticas das linhas VoIP

46
Estatísticas do protocolo de voz RTP

Estatísticas do protocolo RTP podem ser utilizadas para determinar as atividades enviadas ou recebidas da rede nas linhas
VoIP. O protocolo RTP é utilizado com (RTCP - Real-time Control Protocol) que monitora as estatísticas de transmissão por
meio de pacotes de controle enviados ou recebidos da rede.
Campos Descrição
Acumulativo Estatísticas acumulativas são mantidas pelas chamadas.
Packets Sent Quantidade de pacotes de dados enviados na rede.
Bytes Sent Quantidade de bytes de dados enviados na rede.
Bytes Received Quantidade de bytes de dados recebidos da rede.
Packets Lost Quantidade de pacotes não recebidos com base em números sequenciais.
Packets Discarded Quantidade de pacotes não recebidos porém descartados.
RTCP Sent Quantidade de pacotes de controle enviados na rede.
RTCP Received Quantidade de pacotes de controle recebidos da rede.
Quantidade de pacotes de controle estendido enviados na rede (deve ter a mesma
RTCP XR Sent
quantidade que o RTCP Sent).
Quantidade de pacotes de controle estendido recebidos da rede (deve ter a mesma
RTCP XR Received
quantidade que o RTCP Received).
Jitter Estatísticas de jitter são mantidas pelas chamadas realizadas.
Peak Jitter (ms) A variação média de atraso (Jitter) entre pacotes RTP.
Minimum Jitter Buffer (ms) Menor atraso que um pacote RTP teve passando através do buffer de Jitter.
Maximum Jitter Buffer (ms) Maior atraso que um pacote RTP teve passando através do buffer de Jitter.
Average Jitter Buffer (ms) Atraso médio que um pacote RTP teve passando através do buffer de Jitter.
Round Trip Delay (ms) Atraso no percurso da rede (cálculo bilateral).
Peak Round Trip Delay (ms) Pior atraso no percurso da rede (cálculo bilateral).
Número de pacotes recebidos que não puderam ser enviados para o buffer de Jitter,
Overruns
devido ao buffer cheio.
Underruns O número de vezes que o buffer de Jitter foi esvaziado.
Qualidade de Voz Estatísticas de qualidade de voz são mantidas pelas chamadas realizadas.
MOS Listening Quality Qualidade da voz. Escala de 0 (baixa) a 5 (boa).
MOS Conversation Quality Qualidade da voz. Escala de 0 (baixa) a 5 (boa).
Estatísticas RTP

47
Log de voz

Visualizando log de voz

48
Visualizando log de auditoria

6. Configuração
6.1.  Interfaces
Denominações das interfaces
A ONT 142NG suporta os seguintes nomes para as interfaces físicas:
»» eth0: porta WAN fibra (GPON).
»» eth1: porta Gigabit Ethernet (LAN 1).
»» eth2: porta Gigabit Ethernet (LAN 2).
»» eth3: porta Gigabit Ethernet (LAN 3).
»» eth4: porta Gigabit Ethernet (LAN 4).
»» wl0: wireless LAN (SSID 0).
»» wl0_1: wireless LAN (SSID 1).
»» wl0_2: wireless LAN (SSID 2).
»» wl0_3: wireless LAN (SSID 3).
A ONT 1420G suporta os seguintes nomes para as interfaces físicas:
»» eth0: porta WAN fibra (GPON).
»» eth1: porta Gigabit Ethernet (LAN 1).
»» eth2: porta Gigabit Ethernet (LAN 2).
»» eth3: porta Gigabit Ethernet (LAN 3).
»» eth4: porta Gigabit Ethernet (LAN 4).

49
Porta Ethernet
A ONT em sua configuração padrão de fábrica possui o endereço IP 192.168.1.1 e é acessível através de suas 4 portas
LAN. O usuário pode conectar um PC comum às portas LAN (eth1-eth4) e configurar a ONT utilizando um navegador
padrão. O PC precisará ter um endereço IP na mesma sub-rede da ONT. Pode-se utilizar o endereço 192.168.1.100. Uma
vez alterado o endereço IP da ONT, ocasionará na perda da conectividade com a ONT, sendo necessário reconfigurar o
endereço IP de seu PC para estar na mesma sub-rede da ONT.

6.2.  VLANs configuradas de fábrica


A tabela a seguir exibe as VLANs configuradas de fábrica.
VLAN Tipo Tagged/Untagged Porta Endereço IP
7 Bridged Tagged eth0 (WAN fibra - GPON) Cliente DHCP
100 Bridged Tagged eth0 (WAN Fibra - GPON) n/a
200 Bridged Tagged eth0 (WAN Fibra - GPON) n/a
200 Bridged Untagged GE1 ~ GE4 Estático: 192.168.1.1
300 Bridged Tagged eth0 (WAN Fibra - GPON) n/a
VLANs padrão das ONTs Intelbras

A VLAN7 é a VLAN padrão de gerenciamento. As portas uplink de fibra são membros tagged desta VLAN. A ONT
também é configurada para receber endereço IP através da VLAN 7. Com esta disposição, as ONTs podem ser
conectadas a OLT 8820 G e estão prontas para serem gerenciadas remotamente através da VLAN 7 e transmitir
dados na VLAN 200 sem que seja necessário qualquer outra configuração nas ONTs.
Todas as portas LAN (GE1 ~ GE4) e a interface wireless (wl0, para o modelo ONT 142NG) estão configuradas por padrão
com o PVID 200, sendo a VLAN 200 a VLAN padrão para a transmissão de dados.

VLAN padrão e configuração das portas

50
VLAN padrão e configuração das portas exibidas através da interface web

A configuração de VLAN nas interfaces FXS são configuradas na página Configuration | Voice | SIP. As interfaces FXS não
são exibidas na página Configuration | VLAN | Settings.

51
6.3.  Páginas de configuração
No menu Configuration estão as páginas de configurações das interfaces.

Menu configuration

System Info
A página Configuration | System Info oferece o mecanismo de configuração dos objetos SNMP System Name, System
Location e System Contact da MIB-2. O System Name (Nome do Sistema) também consta no banner da tela. Ao alterar o
System Name é necessário recarregar o navegador para que o banner seja atualizado.

Configurando informações do sistema

Campos Descrição
System Name System Name é um nome definido pelo usuário para a identificação da ONT. System Name é o objeto MIB-2, SysName.
System Location é local definido pelo usuário para identificar a localização da ONT. System Location é o objeto MIB-2,
System Location
sysLocation.
System Contact é o contato definido pelo usuário para a resolução ou ajuda a problemas com a ONT. System Contact é o
System Contact
objeto MIB-2, SysContact.

Exibição da página de informações da ONT

52
Static route
A página Configuration | Static Route é possível configurar rotas estáticas na ONT.

A página Static Route exibe a tabela de rotas estáticas

Para adicionar uma rota estática, clique em Add.

Adicionando uma rota estática

Campos Descrição
Endereço IP de destino da ONT. Este campo aceita a denominação “Endereço IP/n”, onde “/n”
Destination IP address/prefix length representa o número de bits para a criação da máscara de rede. Por exemplo, a máscara de rede
255.255.255.0 é 24 bits e é designada por um “/24”.
Interface Interface LAN para a rota estática.
Gateway IP Address Endereço IP do gateway padrão para a sub-rede na qual a ONT se encontra.
Metric A métrica deve ter uma valor igual a ou maior que 0.

Adicionando uma rota estática

53
Access control
Listas de controle de acesso definem se os pacotes/quadros dos endereços IP de origem ou endereços MAC de origem
são permitidos em uma interface.
Observe que regras de firewall, controle de acesso e port fowrding exigem que o recurso de firewall esteja habilitado.
Lists
Existem três opções para definir se os pacotes/quadros serão permitidos em uma interface - Disabled (desabilitado), Black
List (lista negra) e White List (lista branca). Uma interface pode possuir apenas uma das três opções de listagem:
»» A Black List define um conjunto de endereços IP/endereços MAC de origem que não serão permitidos. Todos os outros
pacotes serão permitidos.
»» A White List define um conjunto de endereços IP/endereços MAC de origem que serão permitidos. Todos os outros
pacotes serão bloqueados.
»» Disabled permite que todos os endereços IP/endereços MAC de origem serão aceitos.
Não é possível configurar regras de filtro na interface de uplink WAN.

Definindo se a interface terá o controle de acesso desabilitado, ou se possui uma lista negra ou uma lista branca

54
Rules
A página Configuration | Access Control | Rules define as regras da lista de controle de acesso.

Definindo as regras para lista de acesso

Campos Descrição
Interface Selecione a interface física para a qual a regra configurada será aplicada.
Nome de identificador da regra definido pelo usuário. Este identificador deve ser exclusivo para
Rule Name
cada regra na interface.
Endereço IP ou sub-rede a ser filtrado. Se o prefixo for 32, então apenas o endereço IP inserido
Source IP Address/ pertencerá ao filtro. Caso contrário, o prefixo indicará a sub-rede a qual o filtro será aplicado.
Prefix Por exemplo, 192.168.1.0/24 a regra seria aplicado para todos os endereços IPs da sub-rede
192.168.1.0/24.
Protocol Selecione o protocolo ( ICMP, IGMP, TCP ou UDP) que pertencerá a regra.
Source MAC Address Endereço MAC a ser filtrado. Endereços MAC possuem o formato AA:BB:CC:DD:EE:FF.
Máscara através da qual se filtrará o endereço MAC. Por exemplo, uma máscara
MAC Mask
ff:ff:ff:00:00:00 apenas filtraria os primeiros seis dígitos do endereço MAC.

Adicionando uma regra de controle de acesso

»» Para definir uma regra de controle de acesso


1. Selecione a interface à qual a regra será aplicada;
2. Insira um nome (identificação) exclusivo para a regra que será criada;
3. Defina o endereço IP de origem, sub-rede, endereço MAC ou máscara MAC para a regra;
4. Clique em Add Rule.
Firewall
O firewall nas ONTs Intelbras oferece proteções contra invasões indesejadas.

55
Global
A página Configuration | Firewall | Global habilita as opções de firewall – Mgmt Access (gerenciamento de acesso) e
Port Forwarding (encaminhamento de porta). A opção Firewall deve estar selecionada em Enable (habilitado) para que o
gerenciamento de acesso e encaminhamento de portas estejam ativos.

Opções globais da função firewall

Icmp Echo Protection: método para evitar ataques DoS (Denial of Service) do tipo Icmp Echo.
Icmp Redirection Protection: método para evitar ataques DoS (Denial of Service) do tipo Icmp Redirection.
LAND Protection: método para evitar ataques DoS (Denial of Service) do tipo LAND.
Ping Sweep Protection: método para evitar ataques DoS (Denial of Service) do tipo Ping Sweep.
Smurf Protection: método para evitar ataques DoS (Denial of Service) do tipo Smurf.
SYN Flood Cookie Protection: método para evitar ataques DoS (Denial of Service) do tipo SYN Flood Cookie.
WinNuke Protection: método para evitar ataques DoS (Denial of Service) do tipo WinNuke.

56
Management access
A tabela de Gerenciamento de Acesso exibe todas as interfaces nas quais o tráfego de gerenciamento pode ser recebido.
Ao selecionar o protocolo na interface desejada indica que este protocolo será permitido na interface.
A opção Firewall na configuração global deve estar habilitada para que as opções desta tabela tenham efeito.

Gerenciamento do Firewall - tabela de gerenciamento de acesso

Campos Descrição
Interface Nome da Interface VLAN.
HTTP Permite o tráfego web.
PING Ping utiliza o protocolo ICMP para diversas tarefas, entre elas, teste de conectividade.
SNMP Permite a conexão remota através do protocolo SNMP (Simple Network Management Protocol).
SNMPTRAP Permite a utilização de TRAPs SNMP.
SSH Permite a conexão remota utilizando o protocolo SSH (Secure Shell).
TELNET Permite a conexão remota utilizando o protocolo TELNET.
Serviços de gerenciamento

57
Port forwarding
A página Configuration | Firewall | Port Forwarding é onde são configurados e exibidos as regras de redirecionamento
de portas.

Exibição e criação das regras de encaminhamento de porta

Campos Descrição
Name Nome definido pelo usuário para identificação da regra.
»» DMZ
Quando o tipo de regra DMZ é selecionado, não é possível inserir nenhuma outra regra naquela interface.
Uma regra DMZ é efetivamente igual ao tipo de regra Range (intervalo de portas) com todas as portas inclusas.
»» Range
Type O tipo de regra Range (intervalo de portas) é mais seguro do que configurar uma regra DMZ, pois ao configurar
um range de portas é possível permitir apenas algumas portas ou grupos específicos de portas para que sejam
abertas. Todo o tráfego que passar pela faixa de portas será enviado ao endereço IP privado.
»» Remap
O tipo de regra Remap faz o remapeamento de qualquer tráfego nas portas configuradas para serem enviadas
ao Endereço IP privado na porta selecionada.
Port Start Porta inicial do intervalo de portas.
Porta final do intervalo de portas. Esta porta pode ser igual ao configurado na porta inicial, para que seja selecionado
Port End
apenas uma porta.
Protocol TCP, UDP ou Both (ambos), indica qual protocolo está sendo monitorado.
NAT Interface Indica qual interface monitorada está sendo monitorada.
Private IP Address Endereço IP privado para onde será enviado o tráfego.
Port Número da porta para onde será enviado o tráfego.
Definindo regras de encaminhamento de porta

O botão Add Rule adicionará a regra configurada, caso esteja corretamente configurada.
A opção Firewall na configuração global deve estar habilitada para que as opções desta tabela tenham efeito.
»» Para definir uma regra de encaminhamento de porta
1. Insira um nome (identificação) exclusivo para a regra que será criada;
2. Selecione o tipo da regra de regra de encaminhamento de porta;
3. Insira as informações apropriadas para a regra (depende do tipo de regra);
4. Clique em Add Rule.

58
Configurando regras de encaminhamento do tipo DMZ

Configurando regras de encaminhamento do tipo range

59
Configurando regras de encaminhamento do tipo remap

Interfaces
Bridged
As bridges são funções de camada 2 (modelo de referência OSI) que conectam segmentos de rede e direcionam o tráfego
baseado no endereço MAC. Esses endereços são endereços exclusivos para cada dispositivo físico. Roteadores são
dispositivos de camada 3 (modelo de referência OSI) que utilizam endereços IP para direcionar os pacotes.
As Bridges direcionam pacotes baseados na informação de endereço dos pacotes e também em informações obtidas do
processamento e direcionamento de outros pacotes.
A página Configuration | Interfaces | Bridged exibe as bridge interfaces que foram definidas e o endereço IP atribuído
àquela interface.

A página bridged exibe bridges por VLAN

60
Para editar uma bridge, clique na bridge interface desejada, e em seguida, clique em Edit Selected Interface.
A tabela exibe todas as bridge interfaces, juntamente com os endereços IPs atribuídos a elas, a fim de possibilitar o acesso
ao gerenciamento ou suporte. A convenção de denominação para Interfaces Bridged é brvlan seguida da VLAN ID. Bridge
interfaces são automaticamente ordenadas e exibidas em ordem crescente das VLANs IDs.
Routed
Internet Protocol (IP) é um protocolo de rede de camada 3 (modelo de referência OSI) que contém informações de
endereçamento e algumas informações de controle, permitindo que os pacotes sejam roteados. O protocolo IP é
documentado na RFC 791.
A página Configuration | Interfaces | Routed exibe as interfaces roteadas que foram definidas e o endereço IP atribuído
àquela interface.

Interfaces roteadas

Para editar uma interface roteada, clique na interface desejada, e em seguida, clique em Edit Selected Interface.

61
Brouted
VLANs Brouted possuem duas interfaces IP - uma para a interface uplink roteada e uma segunda para a interface bridged
do lado LAN. Uma VLAN Brouted pode apresentar várias portas LAN como membros, e todas as portas utilizarão a mesma
sub-rede IP. Então, Brouted significa que o lado LAN é como uma ponte, mas possui uma interface roteada para o lado WAN.

Interfaces brouted

PPPoE
PPPoE (Point-to-Point Protocol over Ethernet) encapsula quadros PPP dentro de quadros Ethernet para criar um
túnel PPPoE entre os hosts conectado na ONT e os outros dispositivos da nuvem. Enquanto Ethernet é baseada em
pacotes (de forma que nenhuma conexão direta seja aberta), o PPP é uma conexão direta na qual um dispositivo se
conecta diretamente a outro utilizando o protocolo. PPPoE é uma conexão virtual (geralmente chamada de túnel)
entre dois dispositivos.
Na página Configuration | Interfaces | PPPoE você pode adicionar um túnel PPPoE em uma porta por VLAN, como PPPoE
Routed ou PPPoE Bridged.

62
Configuração de túnel PPPoE

Para editar uma interface PPPoE, clique na interface desejada, e em seguida, clique em Edit Selected Interface.
Ethernet
Na página Configuration | Interfaces | Ethernet é possível modificar os parâmetros das interfaces Ethernet.

Parâmetros das portas Ethernet

63
Campos Descrição
»» Enable - Porta está habilitada e um link foi estabelecido
Admin State »» Disable - Porta está desabilitada (administrativamente inativa)
»» NoLink - Porta Ethernet está habilitada, mas nenhum dispositivo está conectado
Máxima taxa de transferência da porta na camada física
»» 10 - 10 Mbps
Max Bit Rate »» 100 - 100 Mbps
»» 1000 - 1000 Mbps
»» Auto
Duplex Mode Modo Duplex: Half ou Full Duplex
No fluxo Ethernet, um quadro de pausa (controle de fluxo) solicita a interrupção da transmissão, de forma que o dispositivo
receptor possa acompanhar a transmissão dos dados.
Pause »» Enable - habilita a transmissão de quadros de pausa
»» Disable - desabilita a transmissão de quadros de pausa
»» Auto
Quando habilitada, a porta LAN é obrigado a entrar em estado inativo quando o uplink WAN ficar inativa por 15 segundos.
LAN Follows WAN Este mecanismo é utilizado para sinalizar para os dispositivos conectados que eles precisam iniciar uma conexão de backup.
Quando o uplink WAN voltar a ficar ativo por 30 segundos, a porta LAN é reabilitada para restaurar o serviço.
Configurações das portas Ethernet

Rate limits
Limite de velocidade pode ser configurado nas interfaces LAN e WAN.

Classificação e limitação de velocidade nas portas Ethernet

Campos Descrição
Limiting Habilita ou desabilita o limite de velocidade na porta desejada.
Limite de velocidade de tráfego de entrada. Os valores variam de 0 – 1000 Mbps (0 desabilita o limite de
velocidade, valores acima de 100 Mbps devem apresentar aumentos de 8, começando em 104 Mbps). Se a
Inbound velocidade de entrada permitida for excedida, quadros de pausa são transmitidos ao dispositivo conectado.
Recomenda-se que o aparelho conectado esteja configurado para compreender quadros de pausa, a fim de
reduzir o overhead causado pela retransmissão de pacotes TCP/IP.
Limite de velocidade de tráfego de saída. Os valores variam de 0 – 1000 Mbps (0 desabilita o limite de
velocidade, valores acima de 100 Mbps devem apresentar aumentos de 8, começando em 104 Mbps). Se
Outbound
a velocidade de saída permitida for excedida, quadros de pausa são transmitidos ao dispositivo conectado
(dispositivo que está causando o congestionamento).
Determina quantos pacotes serão autorizados a entrar na porta antes que o controle de fluxo seja iniciado.
Max Burst Size Quando a taxa agregada de todo o tráfego de entrada exceder o limite configurado, todos os pacotes serão
descartados de forma indiscriminada.

Limite de velocidade

64
Wireless (apenas para o modelo ONT 142 NG)
Basic
A página Configuration | Wireless | Basic configura o nome da rede wireless (SSID, Service Set IDentifier) identificando o
ponto de acesso (AP) para os clientes wireless. Você também pode configurar funcionalidades básicas como a configuração
do número máximo de clientes que podem estar conectados ao ponto de acesso.
Outros recursos gerais de segurança, como ocultar SSID e isolar clientes, também são controlados por esta página. Medidas
de segurança mais específicas, como definir a autenticação e os métodos de criptografia são descritos na página Security.

Opções básicas de configuração wireless

Campos Descrição
Enable Wireless Habilita a transmissão wireless. Para que haja tráfego, uma VLAN deve estar associada à interface wireless.
Oculta a transmissão do SSID na interface wireless. Para um cliente se conectar ao ponto de acesso, o SSID deve
Hide Access Point
ser inserido manualmente pelo lado do cliente.
Isolate Clients Esta opção isola os clientes dentro da rede wireless impedindo que se comuniquem diretamente um com o outro.
WMM (Wireless Multi Media) fornece um subconjunto da norma IEEE802.11 e QoS, que adiciona priorização a
rede wireless, aprimorando seu desempenho. Quando múltiplas aplicações concomitantes estão na rede wireless,
Disable WMM Advertise
cada aplicação pode ter latência e necessidades throughput. A função WMM auxilia neste aprimoramento,
entretanto ela pode oferecer um desempenho mais lento para algumas aplicações.
Service Set IDentifier é a identificação da rede wireless para os clientes wireless. O SSID é um nome definido pelo
SSID
usuário para o ponto de acesso, este nome deve ser exclusivo.
Basic Service Set IDentifier é um identificador exclusivo do AP. Essencialmente um endereço MAC para o AP e não
BSSID
é configurável.
Country Selecione o conjunto de canais baseado em requisitos do país onde a ONT está localizada.
Max Clients Configura o número máximo de clientes permitidos na rede wireless. O número máximo de clientes é 16.
Tabela com as configurações wireless básica

65
Security
Os principais itens para segurança wireless são autenticação e criptografia. Métodos de autenticação que são seguros
permitem que os clientes desejados (também chamados de estações ou STA) acessem a rede wireless, enquanto os clientes
indesejados se mantenham fora da rede. Utiliza-se criptografia, tanto em alguns dos métodos de autenticação quanto na
transmissão regular de dados, uma vez que o cliente tenha completado o processo de autenticação com sucesso.

Alguns exemplos de autenticação e criptografia wireless

Página de segurança wireless

Campos Descrição
A função WPS é a capacidade de adicionar clientes por meio de um botão ou por um STA PIN ou PIN da ONT, apenas
Enable WPS
nos seguintes modos de autenticação: WPA-PSK, WPA2-PSK, MixedWPA2/WPA-PSK ou Open Network Authentication.
Select SSID Selecionar o SSID que será associado ao Network Authorization (modo de autenticação).

66
»» Open
Método de autenticação aberto, não é exigido senha de acesso.
»» Shared
Método de autenticação que utiliza chave criptográfica WEP (64 ou 128 bits). Até quatro chaves diferentes
podem ser configuradas, embora apenas uma permaneça ativa.
»» 802.1x
Método de segurança corporativo padronizado pelo IEEE que exige um servidor externo de autenticação.
»» WPA
Método de segurança corporativo que exige um servidor externo de autenticação baseado no padrão IEEE 802.11i
com TKIP.
»» WPA-PSK
Network
Método de segurança para uso doméstico e pequenos escritórios que não necessita de um servidor externo de
Authen-tication
autenticação. Também conhecido como Edição pessoal.
»» WPA2
Método de segurança corporativo com adição de criptografia AES para maior segurança. Requer um servidor de
autenticação externo.
»» WPA2-PSK
Método de segurança pessoal (não corporativo) com adição de criptografia AES. Não requer um servidor de
autenticação externo.
»» Mixed WPA2/WPA
Método de segurança corporativo com auto negociação de WPA e WPA2.
»» Mixed WPA2/WPA-PSK
Método de segurança pessoal (não corporativo) com auto negociação de WPA e WPA2.

Opções básicas de segurança wireless

Open Shared 802.1x WPA WPA-PSK


Criptografia WEP X X X X X
Criptografia de 64 ou 128 bits X X
Método de autenticação corrente X X
Método de autenticação da Rede 1 X X
Método de autenticação da Rede 2 X X
Método de autenticação da Rede 3 X X
Método de autenticação da Rede 4 X X
Endereço IP do Servidor Radius X X
Porta Radius X X
Chave Radius X X
Intervalo de Renovação de Chave de Grupo WPA X X
WPA/WAPI Frase de acesso X X
WPA/WAPI Criptografia X
Parâmetros de autenticação de rede (parte 1)

WPA2 WPA2-PSK WPA2/WPA Misto WPA2/WPA-PSK Misto


Criptografia WEP X X
Criptografia de 64 ou 128 bits
Método de autenticação corrente
Método de autenticação da Rede 1
Método de autenticação da Rede 2
Método de autenticação da Rede 3
Método de autenticação da Rede 4
Endereço IP do Servidor Radius X X
Porta Radius X X
Chave Radius X X
Intervalo de Renovação de Chave de Grupo WPA X X X X
Frase de acesso WPA/WAPI X X
Criptografia WPA/WAPI X X X X
Pré-autenticação WPA2 X X
Intervalo de Nova Autorização de Rede X X
Parâmetros de autenticação de rede (parte 2)

67
»» Open
Com o método de autenticação de rede aberta, qualquer cliente wireless pode acessar a rede. Com a criptografia
WEP desabilitada, a comunicação é enviada em texto limpo, então esta configuração não possui proteção de
segurança. Wi-Fi Protected Setup (WPS) pode ser adicionado como um processo de autenticação fácil, porém seguro.
A criptografia WEP também pode ser adicionada para oferecer comunicação segura entre o ponto de acesso da ONT
e os clientes wireless.

Segurança wireless com autenticação aberta

»» Shared
Método de autenticação de rede compartilhada utiliza criptografia WEP que deve ser compartilhada entre o ponto de
acesso e o cliente wireless. A solicitação inicial do cliente wireless está em texto limpo, assim como o desafio do ponto de
acesso. O cliente wireless responde ao desafio com a chave de rede em uma mensagem criptografada.

Segurança wireless com autenticação compartilhada

68
»» 802.1x
O método de autenticação 802.1X exige uma autenticação mútua entre o cliente wireless e o roteador, que inclui um
servidor de autenticação com base no protocolo Radius. Informações sobre o servidor Radius, como Endereço IP, porta e
chave, devem ser inseridas. A criptografia WEP é habilitada como padrão.

Segurança wireless com autenticação 802.1X

»» WPA
WPA (Wi-Fi Protected Access) é geralmente utilizado em ambiente corporativo. Ele utiliza um servidor Radius e criptografia
TKIP (Temporal Key Integrity Protocol), em vez da criptografia WEP, que está desabilitada. TKIP+AES utiliza chaves de
sessões dinâmicas de 128 bits (por usuário, por sessão e por chaves de pacote). É criado dinamicamente uma nova chave
para cada pacote evitando colisões.
AES (Advanced Encryption Standard) é mais forte do que TKIP. Entretanto, as opções oferecidas pela ONT 142NG são
TKIP+AES e AES. AES é uma edição mais recente para WPA.
O intervalo de nova autorização de rede é o tempo no qual outra chave precisa ser dinamicamente emitida.

Segurança wireless com autenticação WPA


69
»» WPA-PSK
WPA-PSK (Wi-Fi Protected Access - Pre-Shared Key) é basicamente WPA para ambientes residenciais e SOHO (Small Office/
Home Office). WPA-PSK utiliza a mesma criptografia TKIP+AES que é utilizada para WPA, construção de chaves por pacote
e gerenciamento de chave que o WPA oferece no ambiente corporativo. No entanto, ao contrário do WPA, que utiliza um
servidor Radius, WPA-PSK utiliza uma senha (frase de acesso WPA/WAPI) que é inserida manualmente. Um tempo de
intervalo de renovação de chave de grupo também é necessário.

Segurança wireless com autenticação WPA-PSK

»» WPA2
WPA2 (Wi-Fi Protected Access 2) – É a segunda geração WPA que utiliza a criptografia AES (Advanced Encryption
Standard) em vez de TKIP como seu método de criptografia.
O intervalo de nova autorização de rede é o tempo no qual a outra chave precisa ser dinamicamente emitida.

Segurança wireless com autenticação WPA2

70
»» WPA2-PSK
WPA2-PSK (Wi-Fi Protected Access 2 - Pre-Shared Key) – É adequado para o ambientes residenciais e SOHO (Small Office/
Home Office), também utiliza criptografia AES e exige uma senha e um tempo de intervalo de renovação de chave.

Segurança wireless com autenticação WPA2-PSK

»» Mixed WPA2/WPA
Mixed WPA2/WPA – É útil durante momentos de transição no ambiente empresarial, este método misto de autenticação
permite que usuários “atualizados” e ainda não “atualizados” acessem a rede pelo roteador. Informações do servidor
Radius devem ser inseridas para WPA, além de um tempo de intervalo de renovação de chave de grupo. Tanto TKIP e AES
são utilizados.

Segurança wireless com autenticação Mixed WPA2/WPA

71
»» Mixed WPA2/WPA-PSK
Mixed WPA2/WPA-PSK – É útil durante momentos de transição no ambiente residencial ou SOHO (Small Office/Home
Office), uma chave pré-compartilhada deve ser inserida, junto com o tempo de intervalo de renovação da chave de
grupo. TKIP e AES também são utilizados.

Segurança wireless com autenticação Mixed WPA2/WPA-PSK

»» WPS
Com Wi-Fi Protected Setup (WPS) disponível para os métodos de autenticação WPA-PSK, WPA2-PSK, Mixed WPA2/
WPA-PSK e Open - A ONT 142NG pode adicionar clientes através de três métodos diferentes:
»» Certificação por acionamento do botão
Com a certificação por botão você deve pressionar simultaneamente o botão WPS no painel posterior da ONT Intelbras
e no botão WPS (físico ou virtual) correspondente do cliente wireless.
»» Inserindo PIN STA (código PIN do cliente wireless)
Para PIN STA, o código PIN (Personal Identification Number) gerado pelo cliente wireless é inserido na ONT no campo
correspondente. Ao contrário da maioria das situações onde o roteador fornece a senha, neste caso o cliente fornece
a senha e faz o reconhecimento do AP.
»» Inserindo PIN AP (código PIN da ONT)
Para PIN AP, o código PIN (Personal Identification Number) da ONT deve ser inserido no dispositivo do cliente
wireless. Os clientes wireless devem ter o código PIN fornecidos pela ONT para conseguir acesso a rede.

72
Configuração WPS

»» WEP
A criptografia WEP (Wire Equivalent Privacy) é baseada em uma chave criptografia de 64 ou 128 bits. Até 4 chaves
diferentes podem ser configuradas e você pode selecionar qual delas utilizar a qualquer momento.

Configurando chaves criptográficas WEP

Campos Descrição
Habilitado ativa a criptografia WEP, desabilitado é texto limpo.
Observação: alguns métodos de autenticação utilizam por padrão a criptografia WEP, de forma que esta opção
WEP Encryption
somente permitirá Enabled (habilitado). Outros métodos de autenticação que não utilizam a criptografia WEP
somente permitirão Disabled (desabilitado) e estarão em cinza.
64 ou 128 bits. Para criptografia 64 bits, 10 dígitos hexadecimais ou 5 caracteres ASCII são necessários.
Encryption Strength Para criptografia 128 bits, 26 dígitos hexadecimais ou 13 caracteres ASCII são necessários. A chave de rede é
concatenada com um vetor de inicialização para formar uma chave RC4.
Current Network Key Permite selecionar uma das quatro chaves de rede possíveis.
Network Key 1, 2, 3, 4 Insira a chave de rede para a chave RC4.

Parâmetros de configuração de chave WEP

73
»» Autenticação Radius
Remote Access Dial-Up Service (Radius) não serve somente para aplicações wireless. O servidor Radius exige identificação
e credenciais (nome de usuário e senha) por parte do usuário e é utilizado para segurança empresarial.

A autenticação Radius utiliza um servidor de autenticação

Campos Descrição
Radius Server IP Address Endereço IP do servidor Radius.
Radius Port Porta que a aplicação de autenticação está utilizando no servidor Radius.
Radius Key Chave que está sendo utilizada para autenticar a ONT com o servidor Radius.

Parâmetros de autenticação Radius

MAC filter
Para restringir o acesso a rede wireless da ONT através do SSID, você pode adicionar um Filtro de endereços MAC. O filtro
define se um cliente pode se conectar a rede wireless da ONT baseado nos endereços MAC dos clientes.
A lista de endereços MAC pode permitir ou negar o acesso a rede wireless da ONT.

Página de filtro MAC sem endereços MAC inseridos

Adicionando um endereço MAC para um cliente wireless

74
Permitir ou negar um grupo de clientes wireless através do MAC filter

Bridge wireless (WDS)


A página Configuration | Wireless | Bridge permite configurar a bridge wireless (também conhecida como Wireless
Distribution System (WDS)). A função WDS permite a expansão da rede wireless ao longo de múltiplos pontos de acesso
sem a utilização de conexões com fio. Bridge wireless se refere a conexão entre a ONT e um repetidor wireless prolongando
o alcance da rede wireless da ONT.

Exemplo de uma bridge wireless

75
Um dos requisitos para configurar o repetidor wireless é utilizar o mesmo SSID e as mesmas credenciais de login da ONT
Intelbras.
Campos Descrição
»» Access Point
Tanto AP (ponto de acesso) quanto WDS (wireless bridge) estão habilitados.
AP Mode
»» Wireless Bridge
Apenas a função WDS está habilitada. A função AP permanecerá desabilitada.
Aplica-se à wireless bridge (WDS):
»» Enabled
Acesso restrito a aparelhos cujos endereços MAC são inseridos nas caixas de texto em
Remote Bridge MAC Address.
»» Enabled (Scan)
Bridge Restrict Faz a varredura de qualquer dispositivo wireless bridge (WDS) ao alcance e os exibe na
tabela Remote Bridge MAC Address. Selecione o dispositivo WDS através da caixa de
seleção. Clique em Refresh para atualizar os dispositivos WDS ao alcance. Espere alguns
segundos para a atualização.
»» Disabled
Qualquer dispositivo WDS terá acesso concedido.

Parâmetros WDS

Página wireless bridge com bridge restrict habilitada

Campos Descrição
Define os modos WDS
»» Access Point
AP Mode Configura a rede wireless para as funcionalidades AP e WDS.
»» Wireless Bridge
Configura a rede wireless somente para a funcionalidade WDS.
Define métodos de restrição de bridge wireless (WDS).
»» Enabled
Permite o acesso de até quatro dispositivos com endereços
MAC inseridos na opção Remote Bridge MAC Address.
»» Enabled (Scan)
Bridge Restrict
Faz a varredura de dispositivos WDS ao alcance e os insere em
uma lista. Geralmente, entradas sem uma SSID são clientes
wireless, já as entradas com uma SSID são dispositivos WDSAP
e podem ser um extensor de rede WDS.
»» Disabled
Permite o acesso de qualquer dispositivo WDS.
Opções WDS

76
Advanced
A página Configuration | Wireless | Advanced determina configurações de sinal wireless.

Observação: apenas modifique os parâmetros avançados wireless caso necessário.


A configuração padrão é recomendada na maioria das situações

Parâmetros avançados das configurações de sinais wireless

Campos Descrição
Band 2.4 GHz – A ONT opera apenas na faixa de 2.4 GHz
Define qual canal utilizar. 802.11b e 802.11g utilizam canais para limitar a interferência de outros aparelhos.
Se você estiver recebendo interferência de outro aparelho através da frequência 2,4 Ghz, como por exemplo,
Channel
uma babá eletrônica, alarme de segurança ou telefone sem-fio, altere o canal da ONT.
A opção Auto seleciona automaticamente um canal com baixa interferência.
Define o tempo de atualização em minutos para novas varreduras para encontrar o melhor canal disponível
para utilização da rede wireless. Quando configurado no modo AUTO o valor do temporizador especifica a
Auto Channel Timer(min)
frequência de nova análise do espectro para selecionar um canal com baixa interferência.
Observação: uma nova varredura automática de canal só ocorrerá quando não houver cliente wireless
conectados.
Atualmente não utilizado.
»» Auto
802.11n/EWC Habilita largura de banda 802.11n/EWC.
»» Disable
Desabilita largura de banda 802.11n/EWC.
Bandwidth Largura de banda do canal: 20 MHz ou 40 MHz.
Esta configuração define a banda lateral, que é utilizado para o canal secundário ou de extensão quando o
Control Sideband
AP está operando no canal de 40 MHz.
Taxa de transferência da ONT com o cliente wireless. Quando Auto for selecionado a ONT utiliza as taxas
802.11n Rate mais rápidas que possa ser utilizado com o atual nível de sinal ruído. Quando Fixed for selecionado a taxa de
transmissão será fixa de acordo com o valor selecionado. Auto é a configuração recomendada.
Proteção 802.11n é uma proteção de nível físico que permite que dispositivos 802.11n transmitam quadros
802.11n Protection CTS ( Clear-to-send) a si mesmo, a fim de garantir que os dispositivos vizinhos utilizem a informação de
sincronia para proteger os quadros 802.11n. Auto é a configuração recomendada.
O modo somente 802.11n está habilitado para impedir que clientes com baixa velocidade (como 802.11b)
desperdicem tempo com transmissões mais lentas. A transmissão wireless é uma tecnologia half duplex
com divisão de tempo. A capacidade do sistema diminui muito quando um cliente de baixa velocidade está
Support 802.11n Client Only conectado.
»» On - Impede que clientes 802.11b/g se conectem
»» Off - Permite clientes 802.11b/g e clientes 802.11n

77
54g™ Rate Taxa na qual a informação será transmitida e recebida na rede wireless.
Conjunto de taxas de transferência de dados que todas as estações serão capazes de utilizar para receber
Basic Rate
quadros de uma rede wireless. A configuração padrão (default) transmite em todas as velocidades wireless.
Em ambientes com elevado ruído pode ser necessário baixar o limiar de fragmentação afim de melhorar o
Fragmentation Threshold rendimento da rede wireless. Em ambientes com baixo ruído pode-se aumentar o limiar, para melhorar o
rendimento.
Determina o tamanho do pacote de uma transmissão por meio do uso do roteador para ajudar a controlar o
RTS Threshold
fluxo do tráfego.
DTIM Interval Intervalo Wake-up, utilizado por clientes wireless em modo de economia de energia.
Beacon é um pacote de informações enviado a partir de um dispositivo conectado a todos os outros
dispositivos nos quais ele anuncia sua disponibilidade e estado. Um Beacon Interval é um período de tempo
Beacon Interval
(enviado com o beacon) antes de enviar outro beacon novamente. O intervalo de beacon pode ser ajustado
em milissegundos (ms).
Configura o limite máximo de clientes que podem se conectar ao ponto de acesso. Global Max Clients é a
soma de todos os clientes conectados a todas as SSIDs. O parâmetro Max Clients na página Wireless | Basic
Global Max Clients
configura o número máximo de clientes por SSID selecionado. A soma de todos os Max Clients por SSID deve
ser inferior ou igual ao valor de Global Max Clients.
Tecnologia que utiliza padrões baseados em bursting de quadros para obter um maior rendimento. Com
a Tecnologia Xpress habilitada, o aumento do rendimento (a soma de velocidades de rendimento de cada
XPress™ Technology
cliente na rede) pode melhorar até 25% somente em redes 802.11g e até 75% em redes mistas compostas
de equipamento 802.11g e 802.11b.
Transmit Power Seleciona a potência de transmissão wireless: 20%, 40%, 60%, 80% e 100%. O valor padrão é 100%.

Configurações avançadas wireless

Voice
As ONTs 142NG e 1420G suportam o protocolo SIP.
SIP
A página Configuration | Voice | SIP determina as configurações do serviço SIP.

Cenário SIP

Configuração SIP

78
Defina as alterações na configuração e clique em Apply/Restart SIP client. O cliente SIP será reiniciado. As chamadas
telefônicas existentes serão encerradas.
Campos Descrição
Exibe uma lista com todas as interfaces IP. Selecione a interface utilizada para a configuração dos
Bound Interface Name
serviços SIP.
Locale Selection Este campo configura o telefone para responder como se espera no país selecionado.
Somente modo SIP: define se um endereço IP ou um nome de domínio será utilizado para identificar o
Domain Name Mode
domínio SIP.
SIP domain name Informação do nome de domínio ou endereço IP do cliente VoIP.
Selecionar SIP ou SIP PLAR. Observe que a seleção ajusta a tela aos itens necessários de acordo com o
SIP ou SIP-PLAR
protocolo.
SIP Proxy Modo SIP: endereço IP do servidor Proxy SIP.
SIP Proxy port Modo SIP: número da porta do servidor Proxy SIP.
SIP Outbound Proxy Modo SIP: endereço IP do servidor Proxy SIP de Saída.
SIP Outbound Proxy port Modo SIP: número da porta do servidor Proxy SIP de saída.
SIP Registar Modo SIP: endereço IP do servidor SIP Registrar.
SIP Registar port Modo SIP: número da porta do servidor SIP Registrar.
SIP PLAR Gateway Modo SIP PLAR: endereço IP do servidor SIP PLAR.
SIP PLAR Port Modo SIP PLAR: número da porta do servidor SIP PLAR.
Enable T38 support Habilita o suporte a T38 FAX.
Registration Expire Timeout Prazo de vencimento para processo de registro.
Segundos antes do prazo de vencimento do registro para iniciar um novo registro. Se o prazo
Head Start Value devencimento do registro é 3600 e o valor de início antecipado é 3540, então o roteador fará um
re-registro a cada minuto (3600- 3540).
Registration Expire Interval Período de espera antes da nova emissão de um Registro que não foi respondido.
Voip Dial Plan Setting Modo SIP: plano de discagem descrevendo um número de telefone válido.
DSCP for SIP Valor de Prioridade DSCP para o protocolo SIP.
DSCP for RTP Valor de Prioridade DSCP para o protocolo RTP.
Dtmf Relay setting Método de envio de tons.
Hook Flash Relay setting Método de envio de transição de gancho.
SIP Transport protocol Protocolo utilizado para o transporte SIP: UDP ou TCP.
Switch Model Modo SIP: modelo do softswitch utilizado.
InterDigit Timeout Modo SIP: no plano de Discagem, o valor T é um valor de tempo esgotado. Essa é a duração do valor T.
Configuração SIP e SIP-PLAR

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Lines
A página Configuration | Voice | Lines determina as configurações de cada linha SIP.

Configuração de linha SIP

Campos Descrição
Line Indica o número da porta física FXS da ONT.
Admin State Quando marcado, a porta FXS está habilitada.
User ID Campo que permite o usuário identificar a porta. A ID recomendada é o número de telefone.
Nome da linha que identifica a porta para o servidor SIP. Deve coincidir com o que foi
Display Name
configurado pelo Provedor de Serviço.
Authentication Name Opcional, Nome da autenticação exigido apenas por alguns servidores SIP.
Password (SIP only) Senha de segurança para conectar ao servidor SIP, atribuída pelo provedor de serviço de voz.
Tempo que o DSP irá codificar a voz antes de enviar. Quanto maior o tempo de atraso de
Voice Sample Size (ms)
propagação no fluxo de dados, mais eficiente é o empacotamento.
Silence Suppression Ao marcar, habilita a supressão de silêncio.
Echo Cancellation Ao marcar, habilita o cancelamento de eco.
Call Waiting Ao marcar, habilita a chamada em espera.
Three-way Calling Ao marcar, habilita a conferência de chamadas.
Message Waiting Quando habilitado, a mensagem SUBSCRIBE será enviada para solicitar mensagem em espera.
Quando habilitado, o telefone discará imediatamente o número da Linha configurada no
Hot/Warm Line
campo Hot/Warm.
80
Hot/Warm Line Number Único número que este telefone irá discar, se a opção Hot/Warm Line for habilitada.
Quando habilitado, o telefone ficará sem energia sempre que o status de funcionamento da
Phone Follows WAN WAN ficar inativo. Isto permite que o equipamento de monitoramento da linha detecte a perda
de serviço.
Tx Path Gain (dB) Valor de ganho de transmissão Tx durante as chamadas.
Rx Path Gain (dB) Valor de ganho de recepção Rx durante as chamadas.
Selecione a prioridade de utilização do codec (Preferred 1 tem maior prioridade e Preferred 4
G.729A(ACELP) a menor) quando disponibilizado pelo servidor SIP. Ao selecionar DO NOT USE o codec não
será utilizado.
Selecione a prioridade de utilização do codec (Preferred 1 tem maior prioridade e Preferred 4
G.726(ADPCM) a menor) quando disponibilizado pelo servidor SIP. Ao selecionar DO NOT USE o codec não
será utilizado.
Selecione a prioridade de utilização do codec (Preferred 1 tem maior prioridade e Preferred 4
G.711MuLaw(PCM) a menor) quando disponibilizado pelo servidor SIP. Ao selecionar DO NOT USE o codec não
será utilizado.
Selecione a prioridade de utilização do codec (Preferred 1 tem maior prioridade e Preferred 4
G.711ALaw(PCM) a menor) quando disponibilizado pelo servidor SIP. Ao selecionar DO NOT USE o codec não
será utilizado.

Configuração de linha de voz

VLAN
O menu de configuração VLAN é onde são criadas e definidas as VLANs além de atribui-las às portas disponíveis.
Settings
A página Configuration | VLAN | Settings é onde são criadas e visualizadas as VLANs
A primeira tabela (Port Defaults) exibe as configurações nas portas da ONT, incluindo qual interface foi configurada para
ser uplink, a VLAN ID padrão, a prioridade 802.1p que será aplicada ao tráfego untagged na entrada de cada porta.

Configuração e visualização das VLANs

81
Campos Descrição
Uplink Exibe qual a porta está configurada como porta uplink (WAN) da ONT.
Default PVID Exibe o VLAN ID atribuído a porta da ONT.
Exibe o valor padrão de prioridade 802.1p (valor de 0 a 7) inserido no quadro Ethernet
Default 802.1p
untagged recebido nesta porta.
IGMP PVID Exibe o VLAN ID que será inserido para todos pacotes IGMP untagged recebidos nesta porta.
Exibe o valor padrão de prioridade 802.1p (valor de 0 a 7) inserido no pacote IGMP untagged
IGMP 802.1.p
recebidos nesta porta.
Configuração das portas

A segunda tabela exibe todas as VLANs configuradas em ordem crescente. Para cada VLAN é exibida a porta associada e
o nome configurado para a VLAN, além do tipo da conexão da ONT.
Campos Descrição
VLAN ID Exibe a VLAN ID configurada.
VLAN Name Exibe o nome da VLAN conforme configurado durante a criação da VLAN.
Exibe o tipo de conexão da ONT configurado durante a criação da VLAN.
Connection Type Uma vez criado, este valor NÃO PODE ser alterado. A única opção é remover
e criar novamente.
Secure Forwarding Exibe se o Secure Forwarding está habilitado ou desabilitado.
Exibe o tipo de configuração da porta (tagged/untagged) configurado
Port Membership
durante a criação da VLAN.
VLAN e associação das portas

»» Edit port defaults


Ao clicar no botão Edit Port Defaults é possível modificar as opções de VLAN IDs e prioridades 802.1p das portas da ONT.
Esta opção também configura a porta utilizada como uplink.
O caso mais comum é quando a porta (LAN) recebe quadros untagged e insere a tag de VLAN no quadro conforme valor
especificado em Default PVID da porta.
O pacote ao entrar na porta LAN da ONT (sentido LAN -> WAN) é inserido a tag de VLAN, ao deixar a porta (sentido WAN
-> LAN) a tag de VLAN do pacote é removida.

Exemplos de VLANs e tipos de conexão

82
Exemplos de configuração de VLAN

Configurando VLAN e prioridade das portas

Campos Descrição
VLAN ID que será inserida para quaisquer quadros untagged recebido por esta porta. Para remover a tag de VLAN no
PVID
sentido de transmissão (saída), a porta deve ser membro untagged da mesma VLAN.
Default 802.1p Valor padrão de prioridade 802.1p (valor de 0 a 7) inserido no quadro Ethernet untagged recebido nesta porta.
IGMP PVID VLAN ID que será inserido para todos pacotes IGMP untagged recebidos nesta porta.
IGMP 802.1.p Valor padão de prioridade 802.1p (valor de 0 a 7) inserido no pacote IGMP untagged recebidos nesta porta.
Uplink Seleciona qual porta é definida como uplink na ONT. Normalmente é utilizada a porta eth0 (WAN de Fibra).
Criando ou alterando as configurações das portas
83
»» Add new VLAN
Ao clicar no botão Add new VLAN é possível configurar uma nova VLAN, além de configurar o modo de encaminhamento
e o tipo de conexão.

Adicionando uma nova VLAN

Campos Descrição
VLAN Name Nome definido para a VLAN.
VLAN Tag ID VLAN ID da VLAN configurada.
Ao habilitar a opção Secure Forwarding não haverá comunicação entre as portas LAN da ONT que estão em
Secure Forwarding uma mesma bridge, elas se comunicarão apenas com a porta de uplink. Ao desabilitar, a comunicação entre
as portas LAN da ONT que estão em uma mesma bridge se comunicarão normalmente.
O tipo de VLAN que a ONU foi instruída a criar durante a operação de adição de VLAN para esta ID.
Uma vez criado, este valor NÃO PODE ser alterado. A única opção é deletar e criar novamente.
Tipos de VLAN:
»» Bridged.
»» Bridged via CPU (opção de bridge para o modo de gerenciamento duplo com VEIP).
Connection Type »» Routed.
»» Brouted.
»» PPPoE–Bridged.
»» PPPoE–Routed.
Cada um desses tipos de conexão será abordado no capítulo Cenários de implantação.
Configurando a VLAN

»» Edit selected VLAN


Uma vez que a VLAN é criada, não é possível alterar o nome, VLAN ID, tipo de conexão e se o encaminhamento seguro é
aplicado ou não à VLAN. Só é possível definir as associações das portas na VLAN configurada.

84
Selecionando uma VLAN para editar

Configurando as associações de porta na VLAN selecionada

Campos Descrição
Exibe o nome definido para a VLAN. Uma vez que a VLAN é criada, o nome não pode ser alterado. Deve-se excluir a
VLAN Name
VLAN e recriá-la com um nome diferente.
Exibe o ID da VLAN. Uma vez que a VLAN é criada, o ID da VLAN não pode ser alterado. Deve-se excluir a VLAN e
VLAN ID
recriá-la com um ID diferente.

Exibe se o encaminhamento seguro está habilitado ou não. Uma vez que a VLAN é criada, o encaminhamento seguro
Secure Forwarding
não pode ser alterado. Deve-se excluir a VLAN e recriá-la com o modo de encaminhamento seguro desejado.

Exibe o tipo de conexão configurado para a ONT. Uma vez que a VLAN é criada, o tipo de conexão não pode ser
Connection Type
alterado. Deve-se excluir a VLAN e recriá-la com o tipo de conexão desejado.

85
Permite selecionar a porta associada a VLAN e o tipo de operação tag da porta.
»» U => Untagged - A porta com esta opção será associada a VLAN selecionada e não adicionará tag de VLAN para
os pacotes transmitidos (sentido ONT > dispositivo da LAN), descartando qualquer pacote com tag recebido
na porta.
»» T => Tagged - A porta com esta opção será associada a VLAN selecionada e adicionará tag de VLAN para os
pacotes transmitidos (sentido ONT>dispositivo da LAN), e só receberá pacotes com tag desde que estejam com
Port Membership o mesmo ID da VLAN selecionada.
»» O => OMCI - A porta com esta opção será associada a VLAN selecionada e será controlada pela configuração
OMCI. Esta opção fará o mapeamento do ID da VLAN selecionada para a GEM Port da porta GPON da ONT
(porta uplink).
»» - => Não associada - A porta com esta opção não será associada a VLAN, descartando qualquer pacote que
passe porta esta porta.
Na tela de edição de VLAN, somente a associação de portas pode ser configurada

Modes
A página Configuration | VLAN | Modes é onde são definidos os modos de funcionamento das VLANs.

Configuração do modo de funcionamento das VLANs

Campos Descrição
»» Normal - Todo tráfego deve ser encapsulado dentro da tag de VLAN configurada.
O pacote untagged recebido na porta LAN será marcado (tagged) com a
informação da VLAN configurado para a respectiva porta.
VLAN Service Mode
»» S-Tag - Todo tráfego deve ser encapsulado dentro da s-tag de VLAN configurada.
O pacote untagged ou tagged recebido na porta LAN será marcado (s-tagged)
com a informação da VLAN configurada para a respectiva porta.
Quando S-TAG é selecionado o tipo de serviço S-Tag pode ser selecioanado. A outer
S-Tag (stag exterior) é identificada por um único TPID (Tag Protocol IDentifier). O valor
IEEE padrão para o TPID é 88A8(hex). No entanto, produtos mais antigos podem
utilizar os valores de TPID 8100, 9100, 9200 ou 9300.
S-Tag Ethernet Type »» 8100.
»» 88A8.
»» 9100.
»» 9200.
»» 9300.
»» Enable: verifica a ocorrência de loop na bridge, caso detectado desabilita a bridge.
Bridge Loop Detect
»» Disable: não faz verificação de loop na bridge.
»» Enable: modo padrão. Filtra todas mensagens DHCP offers na direção upstream.
Block Upstream DHCP Offer
»» Disable: permite o encaminhamento das mensagens DHCP offers.
»» Enable: modo padrão. Ignora mensagens DNS queries (consulta DNS).
Block Downstream DNS Query
»» Disable: responde a qualquer mensagem DNS queries (consulta DNS).
86
»» Enable - As pesquisas na tabela de rota ignoram a VLAN ID das portas de entrada
e saída. Se houver correspondência, o pacote é roteado para fora da interface
especificada na tabela de rotas, independente de qual VLAN ele é membro
(Roteamento Cruzado de VLAN desabilitado é o padrão de comportamento).
Cross VLAN Routing
»» Disable - Pacotes serão encaminhados para a rota padrão configurada para a
VLAN às quais chegaram, a menos que haja correspondência na tabela de rotas
dentro da mesma VLAN. O roteamento de pacotes através de VLANs é evitada,
proporcionando isolamento de tráfego.
»» Enable - Permite que um pacote multicast recebido em uma VLAN seja
encaminhado para outra VLAN.
Cross VLAN Multicast
»» Disable - Não permite que um pacote multicast recebido em uma VLAN seja
encaminhado para outra VLAN.
»» Layer 2 VLAN COS - verifica o campo Priority da tag de VLAN do pacote Ethernet
para determinar a prioridade.
Prioritization Method
»» Layer 3 IP Precedence - verifica o campo DSCP no cabeçalho IP do pacote Ethernet
para determinar a prioridade do pacote.
»» Strict - todos os pacotes na fila de maior prioridade (critical) são enviados em
primeiro lugar, ao terminar o envio, todos os pacotes da segunda fila de maior
prioridade (high) são enviados, ao terminar o envio, todos os pacotes da terceira
fila de maior prioridade (medium) são enviados, ao terminar o envio, todos os
pacotes da quarta fila de prioridade (low) são enviados.
»» Strict with Weighted Round Robin - todos os pacotes na fila de maior prioridade
Scheduling Method (critical) são enviados em primeiro lugar, os pacotes nas filas de prioridade (high/
medium/low) são enviados conforme o peso (16/8/4) determinado no algoritmo
WRR. Isto significa que enquanto a fila de maior prioridade (critical) esteja vazia,
16 pacotes da segunda fila de maior prioridade (high) são enviados, em seguida, 8
pacotes da terceira fila de maior prioridade (medium) são enviados e em seguida,
4 pacotes da quarta fila de maior prioridade (low) são enviados. Após o término,
este ciclo é repetido.
Opções de configuração do modo de funcionamento da VLAN

WAN backup
Na página Configuration | WAN Backup é configurado um backup para porta uplink no caso de eventuais falhas no link.
Como recurso de backup da WAN configurada, se a WAN (uplink) tiver falhas, os dados de uma VLAN podem ser redirecionados
para o modem wireless USB. O backup da WAN exige que pelo menos uma VLAN no uplink tenha NAT habilitado.

Configuração de backup da WAN

87
Campos Descrição
O modem USB celular envia/recebe pacotes untagged de forma que possam ser mapeados em uma única VLAN.
Backup VLAN ID Esta deve ser uma VLAN Routed, Brouted, PPPoE-Bridged, ou PPPoE-Routed com NAT Habilitado. Quando o
uplink WAN falhar, o tráfego nesta VLAN será encaminhado para link de backup USB celular.
O temporizador de falha da WAN é utilizado para determinar quanto tempo (em segundos) a interface de
uplink de fibra deve ficar operacionalmente INATIVA antes que a conexão de Backup da WAN USB Celular seja
WAN Failover Timer
iniciada. O valor padrão é 0 segundos que DESABILITA este recurso. O valor recomendado para habilitar este
recurso é 60 segundos.
O temporizador de restauração da WAN é utilizado para determinar quanto tempo (em segundos) a interface
de uplink de fibra deve permanecer em condição operacional ATIVA antes que a conexão de Backup da WAN
WAN Restoral Timer
seja finalizada e o tráfego que estava sendo encaminhado para fora da interface USB seja encaminhado para a
respectiva GEM Port. O valor padrão é 60 segundos.
Especifica a duração de inatividade em segundos antes que a chamada de dados do celular seja encerrada
automaticamente. Uma nova chamada será iniciada automaticamente quando um pacote for enviado para
Connection Timeout
o upstream na VLAN designada, se o uplink WAN ainda estiver operacionalmente INATIVO. O valor 0 irá
DESABILITAR o recurso tempo limite de conexão. O valor padrão é 360 segundos.
Selecione o modo de obtenção dos endereços IP da WAN, gateway padrão, máscarade de sub-rede e dos
servidores DNS atribuídos para a conexão de Backup USB celular. Quando o modo é configurado para DHCP, uma
WAN Backup IP Address Mode solicitação DHCP será enviada a upstream depois que a Conexão Celular de Dados foi estabelecida para obter esta
informação dinamicamente. Quando o modo está configurado para Estático, esta informação deve ser configurada
manualmente.
Quando o modo DHCP estiver selecionado, é exibido o endereço IP da WAN obtido automaticamente. Quando Static
WAN Backup IP Address
estiver selecionado, deve-se inserir o endereço IP da WAN de forma manual.
Quando o modo DHCP estiver selecionado, é exibido o endereço IP do gateway padrão da WAN obtido
WAN Backup Default Gateway automaticamente. Quando Static estiver selecionado, deve-se inserir o endereço IP do gateway padrão da WAN de
forma manual.
Quando o modo DHCP estiver selecionado, é exibido o endereço da sub-rede da WAN obtido automaticamente.
WAN Backup Subnet Mask
Quando Static estiver selecionado, deve-se inserir o endereço da sub-rede da WAN de forma manual.
Quando o modo DHCP estiver selecionado, é exibido o endereço IP do servidor DNS primário obtido
WAN Backup Primary DNS automaticamente. Quando Static estiver selecionado, deve-se inserir o endereço IP do servidor primário de
forma manual.
Quando o modo DHCP estiver selecionado, é exibido o endereço IP do servidor DNS secundário obtido automaticamente.
WAN Backup Secondary DNS
Quando Static estiver selecionado, deve-se inserir o endereço IP do servidor secundário de forma manual.
Código PIN de 4 dígitos utilizado para desbloquear o cartão SIM. Para redes GPRS/UMTS, normalmente é utilizado
PIN CODE (to unlock SIM) o código *99#. Para redes CDMA/EVDO, normalmente é utilizado o código #777. Esta informação é fornecida pela
sua operadora.
Texto de até 31 caracteres de comprimento definindo o APN da rede GPRS/UMTS. Esta informação é fornecida
Access Point Name (APN)
pela sua operadora.
Exigido para autenticação CHAP ou PAP. Deixe em branco se CHAP ou PAP não for utilizado. Esta informação é
PAP/CHAP User Name
fornecida pela sua operadora.
Exigido para autenticação CHAP ou PAP. Deixe em branco se CHAP ou PAP não for utilizado. Esta informação é
PAP/CHAP Password
fornecida pela sua operadora.
Quaisquer comandos AT adicionais que devem ser enviados ao Modem USB Celular antes de iniciar a chamada
AT Initialization Commands
podem ser inseridos aqui. Esta informação é fornecida pela sua operadora.
Parâmetros de configuração de backup da WAN

88
6.4.  Cenários de implantação
O tipo de conexão da ONT que pode ser configurado em cada VLAN são os seguintes: Bridged, Routed, Brouted, PPPoE
Bridged ou PPPoE Routed.
Opções de configuração IP
Os diferentes tipos de bridge que as ONTs Intelbras suportam oferecem diferentes formas para a atribuição de endereços IP.
»» Bridged
No tipo de configuração Bridged VLANs, um endereço IP pode ser atribuído se a ONT for um host em uma determinada
sub-rede de IP.
»» Endereços IP para dispositivos localizados na LAN da ONT podem ser estaticamente atribuídos ou atribuídos por um
servidor DHCP no upstream.
»» Qualquer porta Ethernet ou SSIDs da ONT pode ser membro da Bridged VLAN.
»» Todos os clientes em uma Bridged VLAN estarão na mesma sub-rede IP e a ONT Intelbras habilitará a comunicação
local entre os clientes, a menos que a opção Secure Forwarding (encaminhamento Seguro) tenha sido habilitada.
Se o encaminhamento seguro for habilitado, toda a transmissão do tráfego é encaminhada para o upstream e não
encaminhado para as outras portas locais da VLAN.
»» CPU-Bridged deve ser selecionado quando a Bridge VLAN for configurada no modo de gerenciamento duplo.

Para conexões do tipo bridged, todas as interfaces estão na mesma sub-rede

»» Routed
No tipo de configuração Routed VLAN, um endereço IP será atribuído por porta física que está atribuído a uma
VLAN. A configuração mínima terá uma interface de uplink e pelo menos uma interface no lado LAN. Quando existir
múltiplas portas LAN na mesma Routed VLAN, cada uma deve estar atribuída em sua própria sub-rede IP.
»» Na ilustração a seguir, um NAT foi configurado contendo quatro portas LAN e um SSID. Um total de seis Endereços
IP serão atribuídos a ONT 142NG para esta configuração. Um endereço IP é atribuído ao uplink, e quatro endereços
IP no lado LAN devem ser atribuídos, cada um em uma sub-rede separada e mais um endereço IP para a interface
wireless, também em sua própria sub-rede.
»» Todos os clientes Wi-Fi conectados estarão na mesma sub-rede. Um item da configuração RG chamado Isolate Clients
determina se os clientes wireless serão capazes de se comunicar localmente uns com os outros, ou se todo o tráfego
será encaminhado para upstream. Quando a opção Isolte Clients for ativado, todo o tráfego é encaminhado para o
upstream, bloqueando a comunicação local entre os clientes wireless.

89
»» O exemplo a seguir exibe uma Routed VLAN com NAT habilitado. Quando o NAT está habilitado, a ONT mapeia cada
endereço IP da LAN e a porta de origem do protocolo de transporte utilizado com o endereço IP da WAN para realizar
a transmissão através da rede.

Para conexões do tipo routed, cada interface está em sua própria sub-rede

»» Brouted
No tipo de configuração Brouted VLAN, existem apenas duas interfaces IP na ONT - uma para a interface uplink
(roteada) e uma segunda interface no lado LAN. Uma Brouted VLAN pode conter múltiplas portas como membros, e
todas as portas utilizarão a mesma sub-rede IP. Desta forma, podemos dizer a interface do LAN estará configurada
como uma bridge porém existe uma interface roteada para o lado WAN.
»» Brouted VLAN permite a comunicação local entre os dispositivos do lado LAN e todos os clientes estarão na mesma
sub-rede IP.
»» Um servidor DHCP pode ser configurado na ONT, afim de atribuir automaticamente um endereço IP local para os
dispositivos da LAN.
»» O NAT geralmente é habilitado na configuração Brouted VLAN, utilizando endereços IP privados localmente e um
único endereço IP público na interface uplink (WAN).

90
Para o tipo de configuração brouted, todas as interfaces do lado LAN estão em uma mesma sub-rede e o uplink estará em outra sub-rede

»» PPPoE Bridged ou PPPoE Routed


O tipo de conexão PPPoE Bridged e PPPoE Routed são muito semelhantes aos tipos de conexão Brouted e Routed.
No tipo de configuração PPPoE Bridged/Routed a interface uplink é um cliente PPPoE que estabelece um tunel PPPoE
em um BRAS localizado no upstream da rede.
»» PPPoE Bridged VLAN é semelhante a Brouted VLAN, porém sua interface uplink é um cliente PPPoE que estabelece um
túnel PPPoE em um BRAS no upstream. No lado LAN de um PPPoE Bridged VLAN, todas as portas LAN são membros
da mesma sub-rede IP.
»» PPPoE Routed VLAN é semelhante a Routed VLAN, porém sua interface uplink é um cliente PPPoE que estabelece
um túnel PPPoE em um BRAS no upstream. No lado LAN de um PPPoE Routed cada porta LAN exigirá sua própria
sub-rede IP.

Para o tipo de configuração PPPoE bridged, todas as interfaces do lado LAN estão na mesma sub-rede. O lado WAN está em sua própria sub-rede
e um túnel PPPoE é criado até um BRAS no upstream

Para o tipo de configuração PPPoE routed, todas as interfaces do lado LAN estão em suas próprias sub-rede. O lado WAN está em sua própria
sub-rede e um túnel PPPoE é criado até um BRAS no upstream

91
Criando conexões de dados
Todas as conexões, incluindo voz e vídeo, são baseadas na VLAN e obedecem a um procedimento geral:
1. Crie a VLAN;
Este primeiro passo é o mesmo para todas as conexões de dados, execeto na seleção do tipo de conexão, onde são
atribuídos um nome e um ID de VLAN para a conexão, além de definir o tipo de conexão.
Para configurações de voz, é selecionado o tipo de conexão Bridged e vincula a porta FXS à VLAN posteriormente.
2. Selecione as portas e defina as configurações padrão;
Este passo também é o mesmo para todos os tipos de conexão.
Para wireless, deverá ser selecionada a interface wireless como uma das portas e posteriormente realizar as devidas
configurações wireless.
Para conexões VEIP (gerenciamento duplo, OMCI e RG), selecione O para a porta uplink.
3. Ajuste as configurações WAN (Routed, Brouted e conexões PPPoE);
Este passo configura a interface upstream.
Para conexões Routed, defina o endereçamento das ONTs e se o NAT (Network Address Translation) é utilizado para
os dispositivos do lado LAN do túnel PPPoE.
Para conexões de vídeo, deve ser habilitado nesta etapa a função IGMP Snopping.
Para conexões PPPoE, este passo é utilizado para definir o modo que a ONT receberá o endereço IP através do túnel
PPPoE em sua interface WAN.
4. Ajuste as configurações LAN (Routed, Brouted e conexões PPPoE);
Este passo configura a interface downstream.
Para conexões Routed, defina se a ONT estará com o servidor DHCP habilitado para atribuir os endereços IP para os
clientes da LAN bem como as sub-redes necessárias.
Para conexões PPPoE, exige-se a configuração de NAT (Network Address Translation).
5. Configuração Wireless (somente para modelos com suporte a conexão wireless);
Define a porta associada, funções de autenticação e criptografia, bem como outras opções wireless desejada.
6. Configuração de voz (somente para modelos com suporte a conexão de voz);
Para conexões de voz, selecione a quais VLANs configuradas deve-se associar as portas FXS.
Criando conexões bridged
No modo Bridged, a ONT opera como uma bridge e possui o método de aprendizagem padrão. Os endereços dos pacotes
recebidos são analisados afim de determinar a localização de um dispositivo desconhecidos. Até que a localização
deste dispositivo de destino seja conhecida, os pacotes recebidos pela bridge são inundados para todas as portas que
são membros da VLAN. Uma vez que o destino do pacote seja conhecido, sua localização é registrada na tabela de
encaminhamento, onde o endereço MAC de origem foi armazenado, evitando assim futuras inundações de pacotes caso
o dispositivo de destino já tenha sido aprendido.
Além disso, há a função Secure Forwarding (encaminhamento seguro) que quando habilitada, faz com que os pacotes não
sejam inundados para todas as portas. Em vez disso, todos os pacotes são encaminhados à porta designada como porta
uplink. Neste modo, os dispositivos são impedidos de se comunicar diretamente uns com os outros.

Observação: as conexões Bridged utilizando VEIP (gerenciamento duplo) devem ser


configuradas como CPU-Bridged

92
Para criar uma conexão bridged
1. Crie a VLAN;

Criando uma bridge VLAN

aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Add New VLAN.


b. Na caixa de texto VLAN Name, insira um nome para a VLAN.
c. Na caixa de texto VLAN Tag ID, insira um ID para a VLAN.
d. Em Secure Forwarding, selecione Enable ou Disable. Opcional.
e. Em Connection Type, selecione Bridged e clique em Apply/Save.
2. Selecione as portas e faça sua configuração.
aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Selected VLAN (que surgirá automaticamente após
completar o passo anterior) e faça as devidas associações de portas.

Selecionando as portas membros da VLAN e seu tipo operação tagging

93
Geralmente, o uplink Fiber WAN (eth0) será tagged como neste exemplo. Selecione T na caixa de seleção.
Neste exemplo, foi selecionado somente a porta eth1 e foi configurada como untagged. Selecione U na caixa de seleção.
b. Clique em Save/Apply.
c. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Port Defaults.
d. Na caixa de texto Default PVID para GE1-GigEeth1, insira 401 (o mesmo ID da VLAN criada).

Configurando o PVID para porta associada

Observação: certifique-se de que uma VLAN é criada com um ID de VLAN compatível, e que
as portas LAN estão configuradas como membros untagged daquela VLAN.
O PVID padrão é utilizado somente para determinar como o tráfego de entrada untagged será
marcado (tagged). A tabela de VLAN define a ação de saída.

e. Em VLAN Defaults Setup, selecione a porta eth0 como interface de uplink.


f. Clique em Save/Apply.
Criando conexões routed
No modo Routed, as VLANs podem ser configuradas de forma roteada. Com este tipo de conexão, os pacotes são
encaminhados com base no endereço IP de destino. Rotas explicitas podem ser configuradas ou o sistema pode utilizar
a rota padrão. Pode ser definido um total de 32 rotas. No modo Routed, recursos adicionais são habilitados, tais como
filtros e servidor DHCP.

94
Para criar uma conexão routed
1. Crie a VLAN;
Este primeiro passo é o mesmo para todas as conexões de dados, exceto a seleção do tipo de conexão.

Criando uma routed VLAN

aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Add New VLAN.


b. Na caixa de texto VLAN Name, insira um nome para a VLAN.
c. Na caixa de texto VLAN Tag ID, insira um ID para a VLAN.
d. Em Secure Forwarding, selecione Enable ou Disable. Opcional.
e. Em Connection Type, selecione Routed e clique em Apply/Save.
2. Selecione as portas e faça sua configuração;
aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Selected VLAN (que surgirá automaticamente após
completar o passo anterior) e faça as devidas associações de portas.

Selecionando as portas membros da VLAN e seu tipo operação tagging

95
Geralmente, o uplink Fiber WAN (eth0) será tagged como neste exemplo. Selecione T na caixa de seleção.
Neste exemplo, foi selecionado somente a porta eth2 e foi configurada como untagged. Selecione U na caixa de seleção.
Para conexões de Duplo Gerenciamento que mapeiam para o VEIP, selecione O como o tipo de marcação para a porta
uplink.
b. Clique em Save/Apply.
c. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Port Defaults.
d. Na caixa de texto Default PVID para GE2-GigE eth2, insira 402 (o mesmo ID da VLAN criada).

Configurando o PVID para porta associada

Observação: certifique-se de que uma VLAN é criada com um ID de VLAN compatível, e que
as portas LAN estão configuradas como membros untagged daquela VLAN.
O PVID padrão é utilizado somente para determinar como o tráfego de entrada untagged será
marcado (tagged). A tabela de VLAN define a ação de saída.

e. Em VLAN Defaults Setup, selecione a porta eth0 como interface de uplink.


f. Clique em Save/Apply.
3. Ajuste as configurações WAN;
Primeiro, configura-se o endereçamento para a interface de upstream da ONT. Em seguida, configura-se as opções NAT e
DNS para os dispositivos de downstream.
aa. Na página Configuration | Interfaces | Routed, selecione a interface eth0.v402 e em seguida, clique em Edit Selected
Interface.

96
Selecionando a interface WAN para configuração

b. Na página Configuration - Routed Interface => Edit Selected Interface, selecione a opção DHCP em Address Mode.

Ajustando as configurações da WAN: endereçamento IP da interface e NAT para os clientes

Para este exemplo, a ONT obterá seu endereço IP através de um servidor DHCP localizado em sua interface upstream.
Outras opções para endereçamento da ONT:
»» Para atribuir um IP fixo para a ONT, selecione a opção Static no campo Address Mode.
»» Desta forma, será necessário obter endereço IP, gateway e máscara de sub-rede junto ao seu provedor de acesso, para
o correto preenchimento dos campos.
c. Em Client Addressing, selecione NAPT.
Para este exemplo, serão necessários endereços privados para os dispositivos de downstream (LAN da ONT) e estarão
utilizando NAT para a tradução dos endereços.

97
4. Ajuste as configurações LAN;
aa. Na página Configuration | Interfaces | Routed, selecione a interface eth2.v402 e em seguida, clique em Edit Selected
Interface.

Selecionando a interface LAN para a configuração

b. Na página Configuration - Routed Interface => Edit Selected Interface selecione Static em Address Mode.
Para este exemplo, a ONT estará com endereço IP estático configurado em sua interface de downstream.

Ajustando as configurações da LAN: endereçamento IP da interface e endereçamento IP dos clientes

Outras opções para o endereçamento dos clientes da ONT:


»» DHCP habilitado e configurando sua range de operação.
Criando conexões brouted
Brouted VLAN habilita a comunicação entre os dispositivos da LAN que estão em uma mesma VLAN e que possui um
roteamento para a interface uplink.
A função de NAT (Network Address Translation) normalmente é habilitada para a Brouted VLAN.
No modo Brouted, um servidor DHCP pode ser configurado para atribuir automaticamente Endereços IP locais.

98
Para criar uma conexão brouted
1. Crie a VLAN;
Este primeiro passo é o mesmo para todas as conexões de dados, exceto a seleção do tipo de conexão.

Criando uma brouted VLAN

aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Add New VLAN.


b. Na caixa de texto VLAN Name, insira um nome para a VLAN.
c. Na caixa de texto VLAN Tag ID, insira um ID para a VLAN.
d. Em Secure Forwarding, selecione Enable ou Disable. Opcional.
e. Em Connection Type, selecione Brouted e clique em Apply/Save.
2. Selecione Portas e faça sua configuração;
Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Selected VLAN (que surgirá automaticamente após completar o
passo anterior) e faça as devidas associações de portas.

Selecionando as portas membros da VLAN e seu tipo operação tagging

Geralmente, o uplink Fiber WAN (eth0) será tagged como neste exemplo. Selecione T na caixa de seleção.
Neste exemplo, foi selecionado somente a porta eth2 e foi configurada como untagged. Selecione U na caixa de seleção.
Para conexões de Duplo Gerenciamento que mapeiam para o VEIP, selecione O como o tipo de marcação para a porta uplink.
a. Clique em Save/Apply.
b. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Port Defaults.

99
c. Na caixa de texto Default PVID para GE2-GigE eth2, insira 205 (o mesmo ID da VLAN criada).

Configurando o PVID para a porta associada

Observação: certifique-se de que uma VLAN é criada com um ID de VLAN compatível, e que
as portas LAN estão configuradas como membros untagged daquela VLAN.
O PVID padrão é utilizado somente para determinar como o tráfego de entrada untagged será
marcado (tagged). A tabela de VLAN define a ação de saída.
d. Em VLAN Default Setup, selecione a porta eth0 como interface de uplink.
e. Clique em Save/Apply.
3. Ajuste as configurações WAN;
Primeiro, configura-se o endereçamento para a interface de upstream da ONT. Em seguida, configura-se a opção de NAT
para os dispositos de downstream.
aa. Na página Configuration | Interfaces | Brouted, selecione a interface eth0.v205 e em seguida, clique em Edit Selected Interface.

Selecionando a interface WAN para configuração

100
b. Na página Configuration - BRouted Interface => Edit Selected Interface, selecione a opção DHCP em Address Mode.

Ajustando as configurações da WAN: endereçamento IP da interface e NAT para os clientes

Para este exemplo, a ONT obterá seu endereço IP através de um servidor DHCP localizado em sua interface upstream.
Outras opções para endereçamento da ONT:
»» Para atribuir um IP fixo para a ONT, selecione a opção Static no campo Address Mode.
»» Desta forma, será necessário obter endereço IP, gateway e máscara de sub-rede junto ao seu provedor de acesso, para
o correto preenchimento dos campos.
c. Em Client Addressing, selecione NAT.
Para este exemplo, serão necessários endereços privados para os dispositivos de downstream (LAN da ONT) e estarão
utilizando NAT para a tradução dos endereços.

101
4. Ajuste nas configurações LAN.
aa. Na página Configuration | Interfaces | BRouted, selecione a interface brVLAN205 e em seguida, clique em Edit
Selected Interface.

Selecionando a interface LAN para configuração

b. Na página Configuration - Interfaces BRouted => Edit Selected Interface, selecione Static em Address Mode.
Para este exemplo, a ONT estará com endereço IP estático configurado em sua interface de downstream.

Ajustando as configurações da LAN: endereçamento IP da interface e endereçamento IP dos clientes

102
Outras opções para o endereçamento dos clientes da ONT
c. DHCP habilitado e configurado sua range de operação.
d. No campo DNS Relay Source, deixe em Default.
Um servidor DNS (Dynamic Name System) oferece a tradução do endereço IP público da interface upstream da
ONT para o endereço IP privado da interface de dowstream da ONT.
»» Default
Quando configurado em Default, os endereços IP DNS obtidos pela interface de uplink da WAN (via cliente
DHCP ou cliente PPPoE) serão transferidos para os clientes do lado LAN da ONT. Esta opção não é válida se
o IP de uplink da WAN for estaticamente configurado, pois nesse caso, não há endereço IP de DNS adquirido.
»» Static
Quando configurado para Static, os endereços IP DNS configurados estaticamente serão repassados para os
clientes do lado LAN como parte da oferta DHCP.
»» Proxy
Quando configurado em Proxy, todas as solicitações de DNS são enviadas ao endereço IP da interface LAN da
ONT e a ONT utiliza sua tabela e seu cliente DNS para solucionar todas as solicitações DNS. O endereço IP da
interface LAN da ONT será fornecido como o endereço IP DNS para os clientes do lado LAN da ONT, durante a
oferta de DHCP. Neste caso, o endereço IP de gateway e de servidor DNS serão os mesmos para os dispositivos
da LAN da ONT.
Criando túneis PPPoE
Um túnel PPPoE é configurado na porta uplink para uma VLAN. Neste modo, as ONTs Intelbras estabelecerão uma sessão
PPPoE com um servidor PPPoE conectado à porta configurada. Cada VLAN pode ter uma sessão PPPoE.
A configuração da sessão PPPoE exige apenas alguns parâmetros:
»» Nome de usuário
»» Senha
»» Método de autenticação
Quando configurado o modo PPPoE, a porta de uplink sempre executará a função de NAT. Isso significa que a parte LAN
também terá um servidor DHCP habilitado. Dependendo de como as portas LAN precisam ser configuradas, a conexão
PPPoE será definida como Bridged ou Routed.
As ONTs Intelbras suportam PAP, CHAP ou MSCHAP. As ONTs podem ser configuradas como auto, para especificar
qualquer método de autenticação que o servidor utilize.
»» Modo Bridged PPPoE
No modo Bridged PPPoE, um único servidor DHCP fornecerá os endereços para os dispositivos conectados a qualquer
uma das portas LAN (desde que pertençam a mesma VLAN).
»» Modo Routed PPPoE
No modo Routed PPPoE, há um servidor DHCP para cada porta LAN. Cada porta está em uma sub-rede IP diferente.
Este método deve ser utilizado quando as portas estão conectadas a diferentes clientes.

103
PPPoE bridged
1. Crie a VLAN;

Criando uma bridged PPPoE VLAN

aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Add New VLAN.


b. Na caixa de texto VLAN Name, insira um nome para a VLAN.
c. Na caixa de texto VLAN Tag ID, insira um ID de VLAN para a VLAN.
d. Em Secure Forwarding, selecione Enable ou Disable. Opcional.
e. Em Conection Type, selecione PPPoE Bridged e clique em Apply/Save.
2. Selecione as portas e faça sua configuração;
aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Selected VLAN (que surgirá automaticamente após
completar o passo anterior) e faça as devidas associações de portas.

Selecionando as portas membros da VLAN e seu tipo operação tagging

104
Geralmente, o uplink Fiber WAN (eth0) será tagged como neste exemplo. Selecione T na caixa de seleção.
Neste exemplo, foi selecionado somente a porta eth3 e foi configurada como untagged. Selecione U na caixa de seleção.
Para conexões de Duplo Gerenciamento que mapeiam para o VEIP, selecione O como o tipo de marcação para a porta uplink.
b. Clique em Save/Apply.
c. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Port Defaults.
d. Na caixa de texto Default PVID para GE3-GigE eth3, insira 403 (o mesmo ID da VLAN criada).

Configurando o PVID para a porta associada

Observação: certifique-se de que uma VLAN é criada com um ID de VLAN compatível, e que
as portas LAN estão configuradas como membros untagged daquela VLAN.
O PVID padrão é utilizado somente para determinar como o tráfego de entrada untagged será
marcado (tagged). A tabela de VLAN define a ação de saída.
e. Em VLAN Default Setup, selecione a porta eth0 como interface de uplink.
f. Clique em Save/Apply.
3. Ajuste as configurações WAN;
Para conexões PPPoE, a configuração padrão é automaticamente configurada para a interface WAN.
a. Na página Configuration | Interfaces | PPPoE, selecione a interface eth0.v403.ppp e em seguida clique em Edit
Selected Interface.

105
b. Na página Configuration - PPPoE Interface => Edit Selected Interface, selecione a opção PPPoE em Address Mode.

Para conexão PPPoE, insira o nome de usuário, senha e o tipo de autenticação

O tipo de conexão PPPoE Bridged, possui por padrão o campo Address Mode como PPPoE.
c. Em Client Addressing na opção NAT/NAPT, selecione Enable. Por padrão, está opção já está selecionada.
d. Configure o nome de usuário e senha da conexão PPPoE bem como o método de autenticação.
Estas informações são fornecidas pelo seu provedor de acesso.
Por padrão, o método de autenticação é Auto, altere caso necessário.
4. Ajuste as configurações LAN.
Para conexões PPPoE é definido o endereço IP da interface do lado LAN e habilitado por padrão o servidor DHCP
para a entrega dos endereços IPs para os dispositivos conectados na LAN da ONT.
aa. Na página Configuration | Interfaces | PPPoE, selecione a interface brVLAN403 e em seguida, clique em Edit Selected
Interface.
b. Na página Configuration - PPPoE Interface => Edit Selected Interface, selecione Static em Address Mode e defina o
endereço IP 192.168.100.1 e a máscara de sub-rede 255.255.255.0.
c. Defina a range de operação do servidor DHCP. Estes endereços IPs serão entregues aos clientes conectados na LAN
da ONT.

106
Selecionando a interface LAN para configuração

d. Na caixa de texto Unconditional DHCP Start Address, insira o endereço inicial do range do servidor DHCP para a sub-
rede configurada (192.168.100.10).
e. Na caixa de texto Stop Address, insira o endereço final do range do servidor DHCP para a sub-rede configurada
(192.168.100.100).
f. Na caixa de texto Lease Duration (sec), insira 1200.
PPPoE routed
1. Crie a VLAN;

Criando uma routed PPPoE VLAN

aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Add New VLAN.


b. Na caixa de texto VLAN Name, insira um nome para a VLAN.
c. Na caixa de texto VLAN Tag ID, insira um ID para a VLAN.
107
d. Em Secure Forwarding, selecione Enable ou Disable. Opcional.
e. Em Conection Type, selecione PPPoE Routed e clique em Apply/Save.
2. Selecione as portas e faça sua configuração;
Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Selected VLAN (que surgirá automaticamente após completar o
passo anterior) e faça as devidas associações de portas.

Selecionando as portas membros da VLAN e seu tipo operação tagging

Geralmente, o uplink Fiber WAN (eth0) será tagged como neste exemplo. Selecione T na caixa de seleção.
Neste exemplo, foi selecionado somente a porta eth3 e foi configurada como untagged. Selecione U na caixa de seleção.
Para conexões de Duplo Gerenciamento que mapeiam para o VEIP, selecione O como o tipo de marcação para a porta
uplink.
a. Clique em Apply/Save.
b. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Port Defaults.
c. Na caixa de texto Default PVID para GE4-GigE eth4, insira 404 (o mesmo ID da VLAN criada).

Configurando o PVID para a porta associada

108
Observação: certifique-se de que uma VLAN é criada com um ID de VLAN compatível, e que
as portas LAN estão configuradas como membros untagged daquela VLAN.
O PVID padrão é utilizado somente para determinar como o tráfego de entrada untagged será
marcado (tagged). A tabela de VLAN define a ação de saída.
d. Em VLAN Default Setup, selecione a porta eth0 como interface de uplink.
e. Clique em Save/Apply.
3. Ajuste as configurações WAN;
Para conexões PPPoE, a configuração padrão é automaticamente configurada para a interface WAN.
aa. Na página Configuration | Interfaces | PPPoE, selecione a interface eth0.v404.ppp e em seguida clique em Edit
Selected Interface.
b. Na página Configuration - PPPoE Interface => Edit Selected Interface, selecione a opção PPPoE em Address Mode.

Para conexão PPPoE, insira o nome de usuário, senha e o tipo de autenticação

O tipo de conexão PPPoE Routed, possui por padrão o campo Address Mode como PPPoE.
c. Em Client Addressing na opção NAT/NAPT, selecione Enable. Por padrão, está opção já está selecionada.
d. Configure o nome de usuário e senha da conexão PPPoE bem como o método de autenticação. Estas informações são
fornecidas pelo seu provedor de acesso. Por padrão, o método de autenticação é Auto, altere caso necessário.
4. Ajuste as configurações LAN;
Para conexões PPPoE é definido o endereço IP da interface do lado LAN e habilitado por padrão o servidor DHCP
para a entrega dos endereços IPs para os dispositivos conectados na LAN da ONT.
aa. Na página Configuration | Interfaces | PPPoE, selecione a interface brVLAN404 e em seguida, clique em Edit Selected
Interface.
b. Na página Configuration - PPPoE Interface => Edit Selected Interface, selecione Static em Address Mode e defina o
endereço IP 192.168.102.1 e a máscara de sub-rede 255.255.255.0.

109
c. Defina a range de operação do servidor DHCP. Estes endereços IPs serão entregues aos clientes conectados na LAN
da ONT.

Selecionando a interface LAN para configuração

d. Na caixa de texto Unconditional DHCP Start Address, insira o endereço inicial do range do servidor DHCP para a sub-
rede configurada (192.168.102.10).
e. Na caixa de texto Stop Address, insira o endereço final do range do servidor DHCP para a sub-rede configurada
(192.168.102.100).
f. Na caixa de texto Lease Duration (sec), insira 1200.
Criando conexões wireless
A conexão wireless é criada como qualquer outra conexão, já que a interface wireless é selecionada para a associação
de porta.
Criando uma nova VLAN com conexão wireless
1. Crie a VLAN;
Siga as etapas de configuração dos tipos de conexão Bridged, Routed, Brouted, PPPoE Bridged/Routed.
2. Selecione as portas e faça sua configuração;
Siga as etapas de configuração dos tipos de conexão Bridged, Routed, Brouted, PPPoE Bridged/Routed a interface
wireless desejada.

110
Selecionando a interface wireless membro da VLAN e seu tipo de operação tagging

3. Ajuste as configurações da WAN;


Siga as etapas de configuração dos tipos de conexão Bridged, Routed, Brouted, PPPoE Bridged/Routed.
4. Ajuste as configurações da LAN;
Siga as etapas de configuração dos tipos de conexão Bridged, Routed, Brouted, PPPoE Bridged/Routed.
5. Configuração avançadas e de segurança da interface wireless, consulte o capítulo Wireless.
Adicionando uma interface wireless a uma VLAN existente
1. Selecione a página Configuration | VLAN | Settings;
2. Selecione a VLAN a qual será adicionada a interface wireless e em seguida, clique em Edit Selected VLAN;
3. Em Configuration - VLAN Settings=> Edit Selected VLAN, selecione U ou T para a interface wireless que será associada a
VLAN. Esta opção é utilizada para definir o tipo de tagging utilizado pela interface (U é untagged e T é tagged).
Criando conexões de vídeo
IGMP snooping pode ser configurado em Bridged VLANs ou Brouted VLANs.
Para adicionar IGMP snooping a uma Bridged VLAN:
1. Crie a VLAN;
aa. Na caixa de texto VLAN Name, insira um nome para a VLAN.
b. Na caixa de texto VLAN Tag ID, insira um ID para a VLAN.
c. Em Secure Forwarding, selecione Enable ou Disable. Opcional.
d. Em Conection Type, selecione Bridged.
e. Clique em Apply/Save.
2. Selecione as portas e faça sua configuração;
aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Selected VLAN (que surgirá automaticamente após
completar o passo anterior) e faça as devidas associações de portas.
Geralmente, o uplink Fiber WAN (eth0) será tagged como neste exemplo. Selecione T na caixa de seleção.
Neste exemplo, foi selecionado somente a porta eth1 (LAN 1) e foi configurada como untagged. Selecione U na
caixa de seleção;
b. Clique em Apply/Save.
c. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Port Defaults.
d. Na caixa de texto Default PVID para GE1-GigE eth1, insira o mesmo ID de VLAN configurado na etapa 1.
e. Em VLAN Default Setup, selecione a porta eth0 como interface de uplink.
f. Clique em Save/Apply.
111
3. Configure a Bridged VLAN com suporte a IGMP;
aa. Na página Configuration | Interfaces | Bridged, selecione a interface configurada na etapa 1 e em seguida, clique em
Edit Selected Interface.
b. No campo IGMP Snooping, selecione Enabled para habilitar a função.
c. Clique em Save/Apply.
Criando conexões de voz
SIP
Para a criação de conexões de voz, deve-se configurar a bridge VLAN de dados normalmente e depois associá-la nas
configurações SIP.
»» Para adicionar os parâmetros SIP em uma Bridged VLAN
1. Crie a VLAN;
aa. Na caixa de texto VLAN Name, insira um nome para a VLAN.
b. Na caixa de texto VLAN Tag ID, insira um ID para a VLAN de voz.
c. Em Secure Forwarding, selecione Enable ou Disable. Opcional.
d. Em Conection Type, selecione Bridged.
e. Clicar Apply/Save.
2. Associando a Bridged VLAN na configuração SIP;
aa. Na página Configuration | Voice | SIP, selecione a Bridged VLAN configurada na etapa 1.
b. Preencha o restante dos campos conforme exigido pelo servidor SIP.
c. Clique em Apply/Restart SIP Client.
d. Na página Configuration | Voice | Lines, habilite a porta FXS desejada marcando a caixa de seleção Admin State.
Line 1 = Porta FXS 1 e Line 2 = Porta FXS 2.
e. Preencha o restante dos campos conforme exigido pelo servidor SIP.
f. Clique em Apply/Restart SIP Client.
g. Para detalhes da configuração SIP, consulte o capítulo Voz.
Criando conexões de gerenciamento duplo
Conexões de Gerenciamento Duplo utilizam UNI virtual (VEIP) entre os modos RG e OMCI e são criados da mesma forma
que as outras conexões. A única diferença é que, no processo de seleção da porta uplink, em vez de selecionar T (para
tagged), seleciona-se O (para OMCI).

Selecionando a porta uplink como membro da VLAN e seu tipo operação O (OMCI)

112
CPU-bridged para VEIP
1. Crie a VLAN;

Criando uma CPU-bridged VLAN

aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Add New VLAN.


b. Na caixa de texto VLAN Name, insira um nome para a VLAN.
c. Na caixa de texto VLAN Tag ID, insira um ID para a VLAN.
d. Em Secure Forwarding, selecione Enable ou Disable. Opcional.
e. Em Connection Type, selecione CPU-Bridged e clique em Apply/Save.
2. Selecione as portas e faça sua configuração;
aa. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Selected VLAN (que surgirá automaticamente após
completar o passo anterior) e faça as devidas associações de portas.

Selecionando as portas membros da VLAN e seu tipo operação tagging

Neste caso, o uplink Fiber WAN (eth0) será OMCI como neste exemplo. Selecione O na caixa de seleção.
Neste exemplo, foi selecionado somente a porta eth3 e foi configurada como untagged. Selecione U na caixa de seleção.

113
b. Clique em Save/Apply.
c. Na página Configuration | VLAN | Settings, clique em Edit Port Defauts.
d. Na caixa de texto Default PVID para GE3-GigE eth3, insira 410 (o mesmo ID da VLAN criada).

Configurando o PVID para porta associada

Observação: certifique-se de que uma VLAN é criada com um ID de VLAN compatível, e que
as portas LAN estão configuradas como membros untagged daquela VLAN.
O PVID padrão é utilizado somente para determinar como o tráfego de entrada untagged será
marcado (tagged). A tabela de VLAN define a ação de saída.
e. Em VLAN Defaults Setup, selecione a porta eth0 como interface de uplink.
f. Clique em Save/Apply.

6.5.  Recursos avançados
VLANS
As ONTs Intelbras suportam serviços baseados em VLAN. Esta seção descreve os tipos de VLANs suportadas neste
aparelho. Quando configuradas no modo single-tagged ou única marcação, todas as portas são membros de uma VLAN.
As portas podem ser membros untagged ou tagged. Alternativamente, as portas podem ser membros double-tagged ou
dupla marcação sendo membros de uma S-VLAN.
Quadros Ethernet que são marcados (tagged), possuem um ID de VLAN e prioridade como parte do quadro Ethernet.
Neste produto, esta marcação é chamada de Custumer tag C ou marcação do cliente. A ONT também suporta o recurso
de dupla marcação, esta marcação externa (outer tag) é chamada de S-TAG ou marcação do Provedor de Serviço. Esta
capacidade de dupla marcação é um recurso avançado que permite que o tráfego de múltiplos clientes seja enviado
através da rede em uma VLAN comum.
Uma vez que o modo S-Tag foi selecionado na página Configuration | VLAN | Modes, o tráfego de saída da porta designada
como S-Tag, terá a marcação externa (outer tag) adicionada ao quadro.
O modo S-Tag funciona apenas com portas que foram definidas como membros TLS de uma S-LAN, onde todo o tráfego
na porta é aceito sem precisar configurar cada VLAN individualmente. Quando este tráfego deixa o sistema, a marcação
externa (outer tag) é aplicada aos pacotes.

114
Porta uplink (WAN) e downlink (LAN) untagged
Em algumas configurações, as portas Ethernet aparecem como portas untagged. O tráfego para dentro e para fora da
ONU será composto por quadros padrão Ethernet. Entretanto, internamente, os quadros Ethernet são tagged VLAN (C-1).
Isso permite a ONU priorizar e encaminhar o tráfego de forma adequada. A imagem a seguir exibe o fluxo de tráfego para
as portas untagged.

As portas de downlink (LAN) e uplink (WAN) são untagged

Esta configuração é válida somente quando todas as portas são membros da mesma VLAN. Do contrário, não há como
separar o tráfego. Esta configuração não é utilizada quando as ONTs estão conectadas na OLT. A OLT espera que o tráfego
oriundo da OLT seja marcado (tagged), conforme descrito na próxima seção.
Porta uplink (WAN) tagged e portas downlink (LAN) untagged
O diagrama a seguir exibe um exemplo de uma tag de VLAN (C-2) sendo adicionada ao quadro Ethernet recebido na porta
LAN. Neste caso, a tag de VLAN permanece no quadro enquanto ele é enviado à rede, através da porta que foi designada
como a porta de uplink. Geralmente, a porta de uplink é a porta de fibra. O tráfego recebido da rede deve ser tagged (C-2).
Esta tag será removida antes que o quadro Ethernet seja enviado da porta LAN.

Porta uplink (WAN) tagged e porta downlink (LAN) untagged

Esta é a configuração mais comum de ONT. A OLT espera que o tráfego seja marcado (tagged) no uplink da ONT, enquanto
a maioria dos PCs e Set Top Boxes esperam que o tráfego recebido da porta de downlink (LAN) da ONT não seja marcado
(untagged).
Se um quadro marcado (tagged) é recebido na porta LAN da ONT, ele será encaminhado para o upstram sem modificação.
Entretanto, no sentido downstream a tag de VLAN será removida do quadro Ethernet quando sair da porta LAN. Isso pode
causar resultados indesejados, uma vez que o dispositivo que envia quadros marcados (tagged) provavelmente espera
receber quadros marcados (tagged).

115
Porta uplink (WAN) tagged e portas downlink (LAN) tagged
O diagrama a seguir, exibe um exemplo no qual o tráfego é recebido na porta LAN com uma tag de VLAN (C-3) já inclusa.
Neste caso, a tag de VLAN permanece no quadro Ethernet enquanto ele é enviado à rede através da porta designada como
uplink. Espera-se que o tráfego recebido da rede tenha a tag de VLAN (C-3). Esse tráfego é priorizado e encaminhado com
base nessa tag de VLAN. Como neste caso, a porta LAN da ONT é tagged, a tag de VLAN (C-3) não é retirada do quadro
Ethernet antes de ser enviada pela porta LAN da ONT conforme descrito no exemplo anterior. Neste caso, a tag de VLAN
é preservada.

Porta uplink (WAN) tagged e porta downlink (LAN) tagged

Neste modo, se um quadro untagged é recebido na porta LAN da ONT, uma tag de VLAN será adicionada no quadro
conforme PVID definido para a porta e o quadro será encaminhado para o upstream. No sentido downstream, o quadro
marcado (tagged) será enviado pela porta LAN sem quaisquer modificações. Isso pode causar resultados indesejáveis, uma
vez que o dispositivo que envia quadros não marcados (untagged) provavelmente espera receber quadros não marcados
(untagged).
S-Tagged
A dupla marcação (s-tag) ou QinQ é um método para adicionar uma segunda tag de VLAN a um quadro Ethernet.
Isso pode ser útil para provedores de serviço que possuem múltiplos clientes na mesma ONU ou em aplicações
empresariais nas quais o cliente possui uma rede segmentada com múltiplas VLANS privadas que podem entrar em
conflito com as VLANs em uso por outros clientes do mesmo provedor de serviços. O conceito de dupla marcação (s-tag)
permite que o provedor de serviços pegue o tráfego marcado (tagged) a partir de uma rede de clientes e transportar esse
tráfego através da rede em uma única VLAN, sem que o tráfego de um cliente interfira no tráfego de outro cliente. As
portas onde estão os clientes desconhecem a dupla marcação (s-tag), uma vez que a s-tag é removida do quadro Ethernet
antes de ser enviado pela porta LAN da ONT.
A s-tag é identificada através de um identificador exclusivo, o TPID (Tag Protocol IDentifier). Os valores típicos do TPID são
88A8, 8100, 9100, 9200 ou 9300. O valor padrão é 8100.

Porta uplink (WAN) s-tagged e portas downlink (LAN) tagged

116
Na interface web, o recurso S-tag é definido na página Configuration | VLAN | Modes, conforme exibido na imagem a
seguir. Uma vez que S-tag estiver habilitado, todo o tráfego de VLAN enviado ao upstream terá a outer tag (s-tag) aplicada
ao pacote.

Selecionando a opção S-Tag

NAT e DHCP
Neste exemplo, a ONU terá todas as portas untagged. A ONU fornecerá os endereços IP aos dispositivos conectados na
LAN através de DHCP. Observe que cada porta possui seu próprio servidor DHCP. Os endereços distribuídos a cada porta
devem estar em sub-redes diferente. Neste exemplo, cada porta é configurada para fornecer 10 endereços IP. A ONU
efetuará NAT na interface uplink para traduzir o Endereço IP público para um dos endereços privados.
Com esta configuração, o assinante deve conseguir conectar um PC à porta LAN e obter um endereço e estar pronto para
navegar na internet.
Para configurar NAT e DHCP
1. Definir uma Routed VLAN;

Criando a routed VLAN

117
2. Definir quais portas são membros da VLAN;

Definindo a associação de portas

3. Configurar o PVID das portas;


Já que este exemplo está utilizando portas untagged, é fundamental configurar o PVID para a VLAN de dados. Do contrário,
todos os pacotes que chegam serão descartados.

Definindo o PVID das portas

118
4. Habilitar a função NAT na porta uplink;
Habilita a função NAT e configura o endereço IP da porta uplink. Neste caso, estamos utilizando endereço estático.

Definindo o endereço IP e habilitando o NAT

5. Habilitar a função de DHCP Server e especificar a faixa de endereços;


Observe que cada porta possui seu próprio servidor DHCP. Cada porta deve ser configurada e deve estar em uma
sub-rede separada.

Definindo endereço IP da porta eth1 e configurando o servidor DHCP

119
6. Confirme a configuração.

Todas as portas configuradas em sub-redes diferentes

Servidor DHCP
DHCP (Dynamic Host Control Protocol) é o meio para atribuir endereços IP dinamicamente. Basicamente, um servidor
DHCP possui um pool de endereços IP que podem ser atribuídos a clientes DHCP. Um cliente DHCP mantém seu endereço
MAC, mas pode possuir um endereço IP diferente toda vez que se conectar a rede. O DHCP simplifica a administração de
rede, já que o servidor DHCP rastreia os endereços IP utilizados e não utilizados.
As ONTs podem agir como servidor DHCP local para os dispositivos conectados às portas LAN. Neste modo, as ONTs
podem atribuir (alocar) endereços IP temporários aos clientes. Cada cliente DHCP envia uma solicitação de alocação de
endereço IP para a ONT. Em seguida, a ONT atribui um endereço IP e um tempo de alocação desse endereço IP ao cliente.
A ONT mantém um controle dos endereços IP atribuídos para a sub-rede.
Alguns clientes optam por possuir o mesmo endereço IP sempre que sua alocação é renovada. Isso é conhecido como
endereços IP fixos. Por padrão, a ONT tenta atribuir o mesmo endereço IP ao mesmo cliente durante a renovação da
alocação do endereço IP.
Serviços de dados
Limite de velocidade
O limite de velocidade é realizado baseado em cada porta física, e não por VLAN.
O limite de velocidade é um mecanismo para controlar o tráfego e pode incluir policiamento (descarte de pacotes). Utilize
a função de limite de velocidade para controlar a velocidade de tráfego enviado ou recebido em uma porta física. O tráfego
recebido inferior ou igual à taxa especificada é encaminhado, e o tráfego recebido que excede a taxa é descartado.
Após configurar uma porta com o limite de velocidade, a taxa de tráfego de entrada é monitorada e, se a velocidade
exceder a velocidade especificada, um quadro de pausa será enviado ao dispositivo conectado à porta como tentativa de
que seja enviado um menor tráfego. Se o dispositivo conectado à porta não suportar quadros de pausa, então os dados
em excesso serão descartados.
As taxas de entrada e saída são independentes. Isso permite velocidades simétricas e assimétricas (para emular ADSL,
por exemplo). O limite de velocidade em qualquer sentido pode ser desabilitado inserindo 0 (zero) na taxa de dados.
Para limites de velocidade inferiores a 100 Mbps, a velocidade pode ser definida em incrementos de 1 Mbps. Para limites
de velocidades superiores a 100 Mbps, a velocidade deve ser definida com incrementos de 8 Mbps. O sistema ajustará
automaticamente o valor inserido para uma velocidade apropriada, se necessário.
Para o sentido de saída, os dados serão enviados na velocidade especificada. Dados de saída são mapeados para diferentes
filas com base na prioridade. O algoritmo SP (Strict Priority) é utilizado para a fila de prioridade Crítica, e o algoritmo WRR
é utilizada para as filas de prioridade Alta, Média e Baixa. A proporção é 16 pacotes da fila de alta prioridade, 8 da fila de
média prioridade e 4 da fila de baixa prioridade.
120
O parâmetro Max Burst Size especifica quanto um único burst de dados pode exceder a taxa de entrada antes que os
pacotes sejam descartados. A configuração padrão é de 500 kbytes.

Limites de velocidade por porta

Prioridade
A ONT pode ser configurada para priorizar o tráfego baseado em camada 2 (CoS VLAN) ou camada em camada 3 (ToS).
O método de priorização é selecionado no campo Prioritization Method conforme imagem a seguir.

Configuração global de QoS

As ONTs suportam a priorização de tráfego baseado nos valores de ToS (Type of Service) contido no pacote IP ou em
valores de CoS (Class of Service) contido no cabeçalho de VLAN inserido no quadro Ethernet, conforme definido na
RFC1349 e IEEE 802.1p respectivamente. Os níveis configurados de ToS ou CoS especificam a prioridade do pacote e a fila
utilizada para transportar o pacote através da rede Ethernet.

121
»» CoS
O cabeçalho VLAN nos pacotes Ethernet contém um campo CoS para prioridade de enfileiramento ou valores Class of
Service (CoS) que é baseado em oito níveis (0-7) de serviço, com a prioridade mais baixa sendo 0, e a prioridade mais
alta sendo 7.
Os oito valores de prioridade são mapeados para 4 filas. A fila de maior prioridade (Critical) utiliza o algoritmo
SP (Strict Priority). Todos os pacotes nessa fila serão enviados antes de quaisquer pacotes em outras filas. Se houver
uma grande quantidade de dados na fila de maior prioridade, é possível que as filas de prioridade mais baixa não sejam
atendidas. O restante das filas utiliza o algoritmo WRR (Weighted Round Robin) que utiliza uma abordagem de peso de
fila. Os pacotes são enviados em na proporção: 16 pacotes da fila de alta prioridade, 8 pacotes da fila de média prioridade
e 4 pacotes da fila de baixa prioridade.
Valor CoS Fila de prioridade Algoritmo de prioridade
0 Baixa WRR 16/8/4 (peso=4)
1 Baixa WRR 16/8/4 (peso=4)
2 Média WRR 16/8/4 (peso=8)
3 Média WRR 16/8/4 (peso=8)
4 Alta WRR 16/8/4 (peso=16)
5 Alta WRR 16/8/4 (peso=16)
6 Crítica SP
7 Crítica SP
Valor de CoS para mapeamento de prioridade

Pacotes que exigem maior vazão ou são sensíveis à latência (período de tempo entre os pacotes recebidos) devem estar
nas filas de prioridade mais alta. Geralmente, vídeo e voz são mais sensíveis a questões de vazão e latência.
»» Precedência IP
Pacotes IP possuem em seu cabeçalho um campo de um byte chamado ToS. Este campo contém informações sobre
prioridade disposto em 3 bits. Normalmente o tráfego possui no campo de Precedência IP o valor 0. Valores mais altos
neste campo indicam que o tráfego é mais importante e exige tratamento especial. Valores de Precedência IP superiores
a 5 são reservados para funções de rede.
O formato do campo ToS:
0 1 2 3 4 5 6 7
Precedence D T R Unused

Valores de precedência Fila de prioridade Algoritmo de prioridade


0 (Routine) Baixa WRR16/8/4(peso=4)
32 (Priority) Baixa WRR16/8/4(peso=4)
64 (Immediate) Média WRR16/8/4(peso=8)
96 (Flash) Média WRR16/8/4(peso=8)
128 (Flash Override) Média WRR16/8/4(peso=16)
160 (Critical) Alta WRR16/8/4(peso=16)
192 (Internetwork Control) Crítica Prioridade rigorosa
224 (Network Control) Crítica Prioridade rigorosa
Valores de precedência IP

Observação: os dados são priorizados utilizando apenas os bits de precedência, não todo
o campo Diffserv

122
7. Testes para resolução de problemas
Este capítulo descreve os testes para auxiliar na resolução de possível problemas na ONT.

7.1.  Diagnósticos
Na página Tests | Diagnostics são executados testes em cada uma das interfaces da ONT. Se um teste exibir FAIL, clique
o link Hints para o diagnóstico do possível problema.

Realizando teste de diagnóstico

O teste de conexão Ethernet verifica se a ONT detecta um dispositivo conectado, então as sugestões de diagnóstico se
limitam ao cabeamento e se o dispositivo conectado na ONT está em perfeito estado de funcionamento.

7.2.  Ping
O teste de Ping envia um pacote ICMP Request a um endereço IP. Este teste pode ser utilizado para determinar se outro
dispositivo conectado está acessível a partir da ONT.

Realizando teste de ping

Parâmetro Descrição
Endereço IP de destino (por exemplo, 135.20.3.40) ou nome do dispositivo desde que o servidor
IP Address or Domain Name
de domínio esteja corretamente configurado.
Tamanho, em bytes, na porção de Payload (carga útil) do pacote IP. Bytes adicionais para o
Length of packet cabeçalho do pacote normalmente são adicionados. Configurar valor acima de 64 bytes pode
causar erros em redes que restrinjam o tamanho de pacotes. O padrão é 64 bytes.
Count Número de pings a serem enviados antes que o teste seja finalizado. O padrão é 4.
Parâmetros do teste de ping

123
7.3.  Trace route
O teste Trace Route envia o comando ICMP Echo ao endereço de destino, como resultado, é exibido o caminho (saltos)
até o endereço de destino.

Realizando teste de trace route

Parêmetros Descrição
Endereço IP de destino (por exemplo, 135.20.3.40) ou nome do dispositivo desde
IP Address or Domain Name
que o servidor de domínio esteja corretamente configurado.
Número máximo de “saltos” permitido ao pacote antes da finalização do teste.
Max Time to Live
O padrão é 30.
Número de tentativas que o teste fará para alcançar cada salto. O número de
Queries Per Hop
tentativa deve ser supeiror a 1. O padrão é 3.
Wait Per Response Tempo de espera, em segundos, da resposta ICMP Echo. O padrão é 3.
Parâmetros do teste de trace route

7.4.  Voice
O teste de chamada “Voice” permite verificar a funcionalidade de uma linha de telefone sem possuir um telefone
conectado a porta FXS. Deve-se pressionar o botão Take Phone OffHook e em seguida utilizar os botões do teclado de
discagem. Ao clicar no botão # no final do número desejado, a chamada será executada imediatamete. Este teste possui
um temporizador de 3 minutos, de tal modo que se um novo dígito não for inserido, a linha será colocada no gancho
“OnHook”, finalizando o teste.

Realizando o teste de chamada

124
Parêmetros Descrição
Line to Test Identifica a linha telefônica.
Indica o estado, no momento em que a página web foi carregada. A página será recarregada
Call State se o campo Line to Test for alterado ou se o botão Take Phone for pressionado. Atualizar a
página pode alterar o valor do estado da chamada.
Take Phone OffHook Ao pressionar este botão, emula a retirada do telefone do gancho.
Put Phone OnHook Ao pressionar este botão, emula a colocação do telefone no gancho.
O teclado de discagem permite ao usuário fazer chamadas ou enviar ruído à chamada de
Dial Pad telefone. Estes botões ficarão ativos somente se o telefone estiver OffHook (fora do gancho).
Este campo permite no máximo 40 dígitos e será apagada quando estiver cheia.
Parâmetros do teste de voz

7.5.  Restauração para o padrão de fábrica (hardware)


Para restaurar a ONT para o padrão de fábrica
1. Pressione o botão Reset com um objeto pontudo e segure até que todos os LEDs se acendam juntos;
2. Solte o botão Reset;
3. A ONT será restaurada e reiniciada automaticamente.

125
Termo de garantia
Fica expresso que esta garantia contratual é conferida mediante as seguintes condições:

Nome do cliente:
Assinatura do cliente:
Nº da nota fiscal:
Data da compra:
Modelo: Nº de série:
Revendedor:

1. Todas as partes, peças e componentes do produto são garantidos contra eventuais defeitos de fabricação que porventura
venham a apresentar, pelo prazo de 1 (um) ano, sendo este prazo de 3 (três) meses de garantia legal mais 9 (nove)
meses de garantia contratual, contado a partir da data de entrega do produto ao Senhor Consumidor, conforme consta
na nota fiscal de compra do produto, que é parte integrante deste Termo em todo território nacional. Esta garantia
contratual implica na troca gratuita das partes, peças e componentes que apresentarem defeito de fabricação, além da
mão-de-obra utilizada nesse reparo. Caso não seja constatado defeito de fabricação, e sim defeito(s) proveniente(s) de
uso inadequado, o Senhor Consumidor arcará com estas despesas.
2. Constatado o defeito, o Senhor Consumidor deverá imediatamente comunicar-se com o Serviço Autorizado mais próximo
que consta na relação oferecida pelo fabricante - somente estes estão autorizados a examinar e sanar o defeito durante
o prazo de garantia aqui previsto. Se isto não for respeitado esta garantia perderá sua validade, pois o produto terá sido
violado.
3. Na eventualidade do Senhor Consumidor solicitar o atendimento domiciliar, deverá encaminhar-se ao Serviço Autorizado
mais próximo para consulta da taxa de visita técnica. Caso seja constatada a necessidade da retirada do produto, as des-
pesas decorrentes, transporte, segurança de ida e volta do produto, ficam sob a responsabilidade do Senhor Consumidor.
4. A garantia perderá totalmente sua validade se ocorrer qualquer das hipóteses a seguir: a) se o defeito não for de fabrica-
ção, mas sim, ter sido causado pelo Senhor Consumidor ou terceiros estranhos ao fabricante; b) se os danos ao produto
forem oriundos de acidentes, sinistros, agentes da natureza (raios, inundações, desabamentos, etc.), umidade, tensão na
rede elétrica (sobretensão provocada por acidentes ou flutuações excessivas na rede), instalação/uso em desacordo com
o Manual do Usuário ou decorrente do desgaste natural das partes, peças e componentes; c) se o produto tiver sofrido
influência de natureza química, eletromagnética, elétrica ou animal (insetos, etc.); d) se o número de série do produto
houver sido adulterado ou rasurado; e) se o aparelho houver sido violado.
Sendo estas condições deste Termo de Garantia complementar, a Intelbras S/A reserva-se o direito de alterar as caracterís-
ticas gerais, técnicas e estéticas de seus produtos sem aviso prévio.
O processo de fabricação deste produto não está coberto pelo sistema de gestão ambiental da Intelbras.
Todas as imagens deste manual são ilustrativas.

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Suporte a clientes: (48) 2106 0006


Contato e chat: www.intelbras.com.br/suporte
Sugestões, reclamações e rede autorizada: 0800 7042767
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