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UNIVERSIDADE PETROBRAS EDUCAÇÃO CONTINUADA INSTALAÇÃO DE DUTOS FLEXÍVEIS E UMBILICAIS SUBMARINOS Luiz Antonio
UNIVERSIDADE PETROBRAS
EDUCAÇÃO CONTINUADA
INSTALAÇÃO DE DUTOS FLEXÍVEIS E
UMBILICAIS SUBMARINOS
Luiz Antonio SULINO
RH/UP/ECTEP
Chave: B17N
Rota: 822-5200
Macaé-RJ, maio de 2012.
É proibida a reprodução total ou parcial, por quaisquer meios, sem autorização por escrito da Petróleo Brasileiro S/A-Petrobras, Recursos
Humanos, Universidade Petrobras. Este material foi desenvolvido para uso exclusivo em treinamento no sistema Petrobras.
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Este material contém informações classificadas como Corporativas pelo RH/UP/ECTEP.
Sumário C. Instalação de Dutos Flexíveis 1 - Embarcações Tipo PLSV 2 - Características e
Sumário
C. Instalação de Dutos Flexíveis
1 - Embarcações Tipo PLSV
2 - Características e Sistemas dos PLSVs
3 – Instalação de Dutos Flexíveis e Umbilicais Submarinos
4 - Cargas de Lançamento
2
1. Embarcações Tipo PLSV PLSV – Pipe Laying Support Vessel; • Embarcação para Lançamento de
1. Embarcações Tipo PLSV
PLSV – Pipe Laying Support Vessel;
• Embarcação para Lançamento de linhas Flexíveis (Dutos, Umbilicais, Cabos de
Potência, etc);
• Na PETROBRAS, são utilizados para realizar as interligações submarinas,
instalação de equipamentos, operações com ROV e outros.
3
1. Embarcações Tipo PLSV Como realizar a conexão do duto na plataforma? Dutos conectados no
1. Embarcações Tipo PLSV Como realizar a conexão do duto na plataforma? Dutos conectados no
1. Embarcações Tipo PLSV
Como realizar a conexão do duto na plataforma?
Dutos conectados
no conjunto ANM
através do MCV.
Linhas de
Linhas de
produção
produção
DE GÁS
EXPORTAÇÃO
EEXXPPOORRTTAAÇÇÃÃOO DDEE GGÁÁSS
4
1. Embarcações Tipo PLSV Especificação x LDA •Aumento de carga: Elevada tração na linha (duto,
1. Embarcações Tipo PLSV
Especificação x LDA
•Aumento de carga:
Elevada tração na linha
(duto, UEH,etc);
3 MCVs na BAP;
Maior capacidade do
PLSVs.
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1. Embarcações Tipo PLSV Frota para instalação de dutos flexíveis e umbilicais K 3000 Normand
1. Embarcações Tipo PLSV Frota para instalação de dutos flexíveis e umbilicais K 3000 Normand
1. Embarcações Tipo PLSV
Frota para instalação de dutos flexíveis e umbilicais
K 3000
Normand Seven
Sunrise
Normand Progress
Pertinácia
Polar Queen
Lochnagar
Condor
Skandi Vitoria
Previsão:
•12 PLSVs em 2012
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1. Embarcações Tipo PLSV SUNRISE 2000 Dados Técnicos ■ 123 m x 30 m ■
1. Embarcações Tipo PLSV
SUNRISE 2000
Dados Técnicos
■ 123 m x
30 m
■ 10648 ton
■ Lançamento: Bundle – 6” x 4” x UEH a 1500 m
Singelo(VLS) – 8” a 2000 m
■ Armazenamento: 3775 t
■ ROV: 2 x 2000 m
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1. Embarcações Tipo PLSV Dados Técnicos ACERGY CONDOR 139 m x 12034 ton 23 m
1. Embarcações Tipo PLSV Dados Técnicos ACERGY CONDOR 139 m x 12034 ton 23 m
1. Embarcações Tipo PLSV
Dados Técnicos
ACERGY CONDOR
139 m x
12034 ton
23 m
Lançamento:
Bundle – 6” x 4” x UEH a 1500
Singelo – 6” a 2000 m
Armazenamento: 2.760 ton
ROV: 1 x 1500 m
1 x 2000 m
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1. Embarcações Tipo PLSV LOCHNAGARLOCHNAGAR Dados Técnicos 105 m x 23 m 6700 ton Lançamento:
1. Embarcações Tipo PLSV
LOCHNAGARLOCHNAGAR
Dados Técnicos
105 m x
23 m
6700 ton
Lançamento: Singelo – 6” a 2000 m
Armazenamento: 3000 t
ROV: 2 x 2000m
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1. Embarcações Tipo PLSV KOMMANDORKOMMANDOR 30003000 Dados Técnicos 118 m x 21 m 9000 t
1. Embarcações Tipo PLSV KOMMANDORKOMMANDOR 30003000 Dados Técnicos 118 m x 21 m 9000 t
1. Embarcações Tipo PLSV
KOMMANDORKOMMANDOR 30003000
Dados Técnicos
118 m x
21 m
9000 t
Lançamento:
Bundle – 6” x 4” x UEH a 1000 m
Singelo – 6” a 1000 m
Armazenamento: 2420 t
ROV: 2 x 1000 m
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1. Embarcações Tipo PLSV PERTINACIAPERTINACIA Dados Técnicos Maior capacidade da frota: 340 t 130 m
1. Embarcações Tipo PLSV
PERTINACIAPERTINACIA
Dados Técnicos
Maior capacidade da frota: 340 t
130 m x
22 m
12034 ton
Lançamento:
Singelo – 8” a 2000 m
Armazenamento: 3.000 ton
ROV: 2 x 2000 m
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1. Embarcações Tipo PLSV Exemplo: Lay Out Deck de Lançamento do Acergy Condor 12
1. Embarcações Tipo PLSV Exemplo: Lay Out Deck de Lançamento do Acergy Condor 12
1. Embarcações Tipo PLSV
Exemplo: Lay Out Deck de Lançamento do Acergy Condor
12
1. Embarcações Tipo PLSV 13
1. Embarcações Tipo PLSV
13
1. Embarcações Tipo PLSV Interligações Típicas Atividades dos PLSVs relacionadas com Dutos Flexíveis e
1. Embarcações Tipo PLSV Interligações Típicas Atividades dos PLSVs relacionadas com Dutos Flexíveis e
1. Embarcações Tipo PLSV
Interligações Típicas
Atividades dos PLSVs relacionadas
com Dutos Flexíveis e Umbilicais:
• Interligar poços à UEPs e
Manifolds;
• Interligar UEPs;
• Interligar Manifolds à UEPs;
• Conectar dutos Flexíveis à Dutos
Rígidos;
• Recolher / Substituir dutos
flexíveis e umbilicais;
• Realizar reterminação em DFs;
Árvores
de Natal
Manifold
Equipamento
de ligação
Vídeo ISBM
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1. Embarcações Tipo PLSV Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis Cestas (Baskets) Bobinas + cesta
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis
Cestas (Baskets)
Bobinas + cesta
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1. Embarcações Tipo PLSV Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis BAVIT BAVIT – Base de
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistemas
de
Armazenamento
de
Dutos Flexíveis
BAVIT
BAVIT – Base de Vitória
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1. Embarcações Tipo PLSV Sistemas de Posicionamento Dinâmico • DP – O sistema de Posicionamento
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistemas de Posicionamento Dinâmico
• DP – O sistema de Posicionamento Dinâmico mantém a embarcação
numa posição definida ou em movimento controlado numa velocidade e
direção definida pelo operador de DP (piloto).
• Integração:
• Sinais de satélite - GPS, DGNSS;
• Sinais das estações retransmissoras do sinal corrigido –
GPS/DGNSS;
• Sistema de controle dos propulsores e thrusters dos PLSV’s;
• Sinais dos sistemas hidroacústicos – ROV e Beacons
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1. Embarcações Tipo PLSV Sistema Integrado de Posicionamento => SIP Posicionamento Diferencial Aproamento
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistema Integrado de Posicionamento => SIP
Posicionamento Diferencial
Aproamento
Correção – Acelerômetros
(movimento angulares – ex:
Pich
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1. Embarcações Tipo PLSV Sistemas de Posicionamento Dinâmico 19
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistemas de Posicionamento Dinâmico
19
1. Embarcações Tipo PLSV Sistemas de Posicionamento Dinâmico Condições meteoceanograficas • A potência
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistemas de Posicionamento Dinâmico
Condições meteoceanograficas
• A potência disponível para manter a posição é limitada, portanto deve-se
observar as condições reinantes para cada operação. (Perda de DP)
• As operações de CVD (Conexão Vertical Direta) e pull-in requerem
aproamentos específicos que geralmente não estão alinhados com a
resultante da correnteza e vento.
20
20
1. Embarcações Tipo PLSV Sistema Hidroacústico FANBEAM 21
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistema Hidroacústico
FANBEAM
21
Características e Sistemas dos PLSV 22
Características e Sistemas dos PLSV
22
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis Jumbo – 200
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis
Jumbo – 200 t (carga bruta)
Bobina 8,6 m
Bobinas no Navio de lançamento
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis •Carregamento via Cábrea
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis
•Carregamento via Cábrea
•Troca de Bobinas
•Carregamento via Transferência
Acergy Condor e Normand7
Sunrise 2000; Kommandor 3000;
Lochnagar e Pertinacia
Duto sendo transferido
para o PLSV
Para o
PLSV
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis • Possuem limitação
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis
• Possuem limitação de peso para cada tramo
• Carregamento/descarregamento mais rápido na base
• Extremidades ficam mais acessíveis
Bobina Padrão PETROBRAS
Operação de carregamento
via Cábrea - BAVIT
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis Bobina 8,6 Jumbo
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis Bobina 8,6 Jumbo
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis Bobina 8,6 Jumbo
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis
Bobina 8,6
Jumbo – 200 t (carga bruta)
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2. Características e Sistemas dos PLSVs 27
2. Características e Sistemas dos PLSVs
27
2. Características e Sistemas dos PLSVs Armazenamento em Cestas •Equipamento em forma de cesta, onde
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Armazenamento em Cestas
•Equipamento em forma de cesta, onde são armazenadas as linhas flexíveis;
•A cesta é rotativa e sincronizada com o pagamento da linha flexível feita pelo
tensionador;
•Um dispositivo de enrolamento e desenrolamento (“spooling system”) permite um
carregamento e descarregamento tangencial diretamente para as calhas de
passagem para os tensionadores.
• Acomodam acessórios de grandes dimensões mais facilmente
•Necessidade
dos
colaboradores
entrarem
na
cesta
para
movimentar
as
extremidades
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento (HLS) •O duto passar pelo tensionador
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de lançamento
(HLS)
•O duto passar pelo tensionador
na horizontal;
• O duto é verticalizado após a
passagem pela roda de
lançamento situada na popa do
PLSV;
• O duto ou UEH sofre esforço
adicional de flexão e
compressão no contato com a
roda do PLSV durante o
lançamento, o que pode limitar a
carga máxima de lançamento.
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento •O duto é verticalizado antes de
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento •O duto é verticalizado antes de
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento •O duto é verticalizado antes de
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de lançamento
•O duto é verticalizado antes de passar
pelo tensionador;
•Não há passagem por roda de
lançamento (limita a carga);
(VLS)
Layout – Sistema de Lançamento
do Sunrise 2000
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de Lançamento • Tensionadores Horizontais: •Acergy Condor;
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de Lançamento
• Tensionadores Horizontais:
•Acergy Condor;
•Kommandor 3000;
•Lochnagar e
•Sunrise 2000
•Tensionadores Verticais:
•Sunrise 2000.
•Tensionadores Inclinados
•Pertinacia (Inclinado para lançamento de linhas – horizontal para inboarding e
overboarding)
Nota: patente do VLS pertence a Technip até 2011.
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento - Tensionadores Tensionadores podem ter de
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento - Tensionadores Tensionadores podem ter de
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento - Tensionadores Tensionadores podem ter de
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de lançamento - Tensionadores
Tensionadores podem ter de 2 a 4 tracks – conforme o projeto.
O acionamento pode
ser hidráulico ou
elétrico.
2 tracks
4 tracks
3 tracks
32
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de Lançamento Tensionador horizontal Tensionador Horizontal 33
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de Lançamento
Tensionador horizontal
Tensionador Horizontal
33
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento Tensionador Vertical 34
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento Tensionador Vertical 34
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento Tensionador Vertical 34
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de lançamento
Tensionador Vertical
34
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de lançamento

Tensionadores

2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento Tensionadores Verticais 35
Verticais 35
Verticais
35
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento Tensionadores Verticais 36
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento Tensionadores Verticais 36
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento Tensionadores Verticais 36
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de lançamento
Tensionadores
Verticais
36
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistema de lançamento inclinado CVD de 1ª extremidade PLSV
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de lançamento inclinado
CVD de 1ª extremidade
PLSV - Pertinácia
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Roda de lançamento Tensionador Tensionadores Vertical Horizontais Cesta de
2. Características e Sistemas dos PLSVs Roda de lançamento Tensionador Tensionadores Vertical Horizontais Cesta de
2. Características e Sistemas dos PLSVs Roda de lançamento Tensionador Tensionadores Vertical Horizontais Cesta de
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Roda de lançamento
Tensionador
Tensionadores
Vertical
Horizontais
Cesta de
Armazenamento
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas Auxiliares – Guinchos A/R • Guinchos de Abandono/Recolhimento
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas Auxiliares – Guinchos A/R
• Guinchos de Abandono/Recolhimento - A/R,
• Devem ter comprimento do cabo igual ou maior que a LDA de operação;
• Tração direta;
• Tração indireta –> tracionadores + tambores de armazenamento.
Tracionador
Tambores de armazenamento
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Roda de popa Conexão entre tramos realizada no convés
2. Características e Sistemas dos PLSVs Roda de popa Conexão entre tramos realizada no convés
2. Características e Sistemas dos PLSVs Roda de popa Conexão entre tramos realizada no convés
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Roda de popa
Conexão entre tramos
realizada no convés do
PLSV.
Carga sustentada pelas eslingas.
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas Auxiliares – A-Frame • A –Frame – operações
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas Auxiliares – A-Frame
• A –Frame – operações de inboarding e overboarding
Lançamento Vertical
A-Frame
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas Auxiliares – A-Frame • A –Frame – operações
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas Auxiliares – A-Frame • A –Frame – operações
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas Auxiliares – A-Frame • A –Frame – operações
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas Auxiliares – A-Frame
• A –Frame – operações de inboarding e overboarding
Vista frontal
Vista lateral
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas Auxiliares – A-Frame • A –Frame – operações
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas Auxiliares – A-Frame
• A –Frame – operações de inboarding e overboarding
Ex: Passagem de MCV pela roda para conexão com duto na mesa do PLSV.
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas Auxiliares - Guindastes Guindastes – principais operações: •
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas Auxiliares - Guindastes Guindastes – principais operações: •
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas Auxiliares - Guindastes Guindastes – principais operações: •
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas Auxiliares - Guindastes
Guindastes – principais operações:
• movimentação de carga no convés;
• movimentação de carga ship-to-ship;
• overboarding/inboarding;
• operações de CVD;
• capacidade – 30 a 60 t
• sem heave compensator
(exceto K3000)
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas Auxiliares – Guindaste • Guindaste – operações de
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas Auxiliares – Guindaste
• Guindaste – operações de inboarding e overboarding
Ex: Passagem de MCV já conectado no duto.
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Os PLSV’s também são equipados com guindastes auxiliares, que
2. Características e Sistemas dos PLSVs Os PLSV’s também são equipados com guindastes auxiliares, que
2. Características e Sistemas dos PLSVs Os PLSV’s também são equipados com guindastes auxiliares, que
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Os PLSV’s também são equipados com guindastes auxiliares, que visam facilitar as
movimentações de cargas nas proximidades do spread de lançamento.
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas de ROV A-Frame específico do ROV 47
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas de ROV
A-Frame específico do ROV
47
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas de ROV Acompanhamento de TDP Principais operações com
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas de ROV Acompanhamento de TDP Principais operações com
2. Características e Sistemas dos PLSVs Sistemas de ROV Acompanhamento de TDP Principais operações com
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas de ROV
Acompanhamento de TDP
Principais operações com a utilização do ROV:
• Acompanhamento do TDP da linha durante o
lançamento, para controle da catenária
• CVD – conexão vertical direta nas BAP’s das
ANM’s, manifolds e PLET’s;
• Conexão/desconexão de sistemas de ancoragem
de linhas;
• Operações de corte, limpeza, hot stab e outras.
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2. Características e Sistemas dos PLSVs Equipamentos e Acessórios - outros • Unidade de Teste
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Equipamentos e Acessórios - outros
• Unidade de Teste Hidrostático => TH dos dutos
• Unidade de Flushing => limpeza das mangueiras dos umbilicais de controle.
• Manilha Hidroacústica => ferramenta para desconexão remota de um cabo ou lingada
utilizada durante o lançamento.
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Lançamento de Dutos Flexíveis 50
Lançamento de Dutos Flexíveis
50
3. Instalação de Dutos Flexíveis Conexão do duto flexível na plataforma FPSO no estaleiro: lado
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Conexão do duto flexível na plataforma
FPSO no estaleiro: lado das conexões de DFs
(Parte Submersa)
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3. Instalação de Dutos Flexíveis Conexão do duto flexível na plataforma Bellmounth (Boca de Sino)
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Conexão do duto flexível na plataforma
Bellmounth (Boca de Sino)
- Sistema de conexão, composto de aço, em forma de tronco de cone, colocado
na parte inferior de tubos I ( ou I tube), para guiar a entrada da linha flexível e
servir de apoio ao bend stiffener.
FPSO no estaleiro: lado das conexões de DFs
52
3. Instalação de Dutos Flexíveis 53
3. Instalação de Dutos Flexíveis
53
3. Instalação de Dutos Flexíveis A carga do duto flexível é transmitida ao suporte através
3. Instalação de Dutos Flexíveis A carga do duto flexível é transmitida ao suporte através
3. Instalação de Dutos Flexíveis A carga do duto flexível é transmitida ao suporte através
3.
Instalação de Dutos Flexíveis
A carga do duto flexível é
transmitida ao suporte através
do conector de extremidade.
•Elementos do sistema
de
fixação
do
Bend
Stiffener
na
boca
de
sino;
54
3. Instalação de Dutos Flexíveis Sem prolongador Com prolongador Bend Stiffener com diâmetro igual ou
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Sem prolongador
Com prolongador
Bend Stiffener com diâmetro igual ou
maior que a Boca de Sino.
55
3. Instalação de Dutos Flexíveis E Conexão no TURRET Conector e sistema de suspensão ficam
3. Instalação de Dutos Flexíveis
E
Conexão no TURRET
Conector e sistema de
suspensão ficam emersos.
A
FPSO – Ancoragem ponto único
I -
Tube
B
Boca de Sino e Bend
Stiffener ficam submersos
TERMINAÇÃO DE TOPO
I-TUBE
A
= Sistema de Suspensão
B
= Enrijecedor deslizante
E
= Conector
56
3. Instalação de Dutos Flexíveis 57
3. Instalação de Dutos Flexíveis
57
3. Instalação de Dutos Flexíveis E FPSO – Ancoragem Distribuída (Spread Mooring) Conector e sistema
3. Instalação de Dutos Flexíveis
E
FPSO – Ancoragem Distribuída
(Spread Mooring)
Conector e sistema de
suspensão ficam emersos.
A
I -
Tube
B
Boca de Sino e Bend
Stiffener ficam submersos
TERMINAÇÃO DE TOPO
I-TUBE
A
= Sistema de Suspensão
B
= Enrijecedor deslizante
E
= Conector
58
SS – Chegada do duto pelo lado interno da UEP 3. Instalação de Dutos Flexíveis
SS – Chegada do duto pelo lado interno da UEP
3.
Instalação de Dutos Flexíveis
E
Conector e sistema de
suspensão ficam emersos.
A
SS com I-Tube
I -
Tube
B
Boca de Sino e Bend
Stiffener ficam submersos
Pontoon da SS
TERMINAÇÃO DE TOPO
I-TUBE
A
= Sistema de Suspensão
B
= Enrijecedor deslizante
E
= Conector
59
3. Instalação de Dutos Flexíveis Conexão dos Risers em UEP tipo SS “Cônico” Bend Stiffener
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Conexão dos Risers em UEP tipo SS
“Cônico”
Bend Stiffener não deslizante
Boca de sino
60
3. Instalação de Dutos Flexíveis Bipartido 61
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Bipartido
61
3. Instalação de Dutos Flexíveis SS – Chegada do duto pelo lado EXTERNO da UEP
3. Instalação de Dutos Flexíveis SS – Chegada do duto pelo lado EXTERNO da UEP
3. Instalação de Dutos Flexíveis SS – Chegada do duto pelo lado EXTERNO da UEP
3. Instalação de Dutos Flexíveis
SS – Chegada do duto pelo lado EXTERNO da UEP
Sistema de Suspensão na UEP – Sistema tipo “Queixo-duro”
“Queixo-duro”
Quando a conexão é do lado externo da UEP tipo SS, o Bend Stiffener fica junto ao
conector, seja dentro ou fora d’água.
Este tipo de conexão não é muito utilizado em novos projetos.
62
3. Instalação de Dutos Flexíveis E SS – Chegada do duto na UEP E A
3. Instalação de Dutos Flexíveis
E SS – Chegada do duto na UEP
E
A
A
B
B
TERMINAÇÃO DE TOPO
SUPORTE TIPO CÔNICO
TERMINAÇÃO DE TOPO
SUPORTE TIPO CASTELO
A
= Sistema de Suspensão
B
= Enrijecedor Standard
A
= Sistema de Suspensão
Obs: Bend Stiffener não deslizante.
E
= Conector
B
= Enrijecedor Standard
63
E
= Conector
3. Instalação de Dutos Flexíveis 64
3. Instalação de Dutos Flexíveis
64
3. Instalação de Dutos Flexíveis Colar Batente: Obs: Utilizado somente quando o BS é do
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Colar Batente:
Obs: Utilizado somente quando
o BS é do tipo deslizante.
Tem a função de suportar o Bend Stiffener em caso
de necessidade de sua retirada ou falha em seu
travamento. => Quando o Bend Stiffener preso à
Boca de Sino.
Boca de sino
Vídeo – Duto sem colar batente
65
3. Instalação de Dutos Flexíveis PULLPULLPULLPULL ---- ININININ Conector do DF Cabo do ROV Duto
3. Instalação de Dutos Flexíveis PULLPULLPULLPULL ---- ININININ Conector do DF Cabo do ROV Duto
3. Instalação de Dutos Flexíveis PULLPULLPULLPULL ---- ININININ Conector do DF Cabo do ROV Duto
3.
Instalação de Dutos Flexíveis
PULLPULLPULLPULL ---- ININININ
Conector do DF
Cabo do ROV
Duto Flexível
Cabo de Pull in
TDP
2
1
Cabo do PLSV
Conector do DF
3
4
66
3. Instalação de Dutos Flexíveis Manilha Hidroacústica Local onde será preso o cabo de Pull
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Manilha Hidroacústica
Local onde será preso o
cabo de Pull in da UEP
Bend Stiffener
A manilha hidroacustica é somente utilizada para pull-in de 2. Atualmente somente a technip usa
hidroacustica, a SubSea-7 e a Acergy usam manilha hidráulica.
Obs: Possibilita a retirada (de forma automática) do cabo do PLSV.
67
3. Instalação de Dutos Flexíveis Pull in em Turret de FPSO Cabo do PLSV Conector
3. Instalação de Dutos Flexíveis Pull in em Turret de FPSO Cabo do PLSV Conector
3. Instalação de Dutos Flexíveis Pull in em Turret de FPSO Cabo do PLSV Conector
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Pull in em Turret de FPSO
Cabo do PLSV
Conector do
Duto Flexível
68
3. Instalação de Dutos Flexíveis PULL IN PULL IN DE 2a EXTREMIDADE • sentido de
3. Instalação de Dutos Flexíveis
PULL IN
PULL IN DE 2a EXTREMIDADE
• sentido de lançamento:
Poço/MSP/PLET=> UEP
• Maiores cargas – catenária completa;
•Guincho de pull
capacidade de carga;
in
com
maior
• Necessidade de transferência de
carga entre PLSV e UEP
=> Utilização de manilha hidro
acústica ou hidráulica.
69
3. Instalação de Dutos Flexíveis PULL IN DE 1a EXTREMIDADE – sentido de lançamento UEP
3. Instalação de Dutos Flexíveis PULL IN DE 1a EXTREMIDADE – sentido de lançamento UEP
3. Instalação de Dutos Flexíveis PULL IN DE 1a EXTREMIDADE – sentido de lançamento UEP
3. Instalação de Dutos Flexíveis
PULL IN DE 1a EXTREMIDADE – sentido de lançamento UEP => Poço/MSP/PLET
• Menores cargas no guincho de Pull in – catenária dupla.
• Necessidade de RSV durante o pull in – monitorar TDP para garantir acerto do ângulo final
da catenária; (obs: Há sempre o ROV durante o lançamento)
Duto Flexível
Cabo de Pull in
Conector do DF
Neste caso, há transferência de carga entre dois cabos?
70
3. Instalação de Dutos Flexíveis Sistema de Pull-in – Exemplo em UEP do tipo SS
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Sistema de Pull-in – Exemplo em UEP do tipo SS
71
3. Instalação de Dutos Flexíveis Posicionamento do TDP PLSV UEP Posição 6 Posicionamento do TDP
3. Instalação de Dutos Flexíveis Posicionamento do TDP PLSV UEP Posição 6 Posicionamento do TDP
3. Instalação de Dutos Flexíveis Posicionamento do TDP PLSV UEP Posição 6 Posicionamento do TDP
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Posicionamento do TDP
PLSV
UEP
Posição 6
Posicionamento do TDP é realizado com o
auxílio de um RSV ou iterativamente para
garantir o ângulo final da catenária.
72
3. Instalação de Dutos Flexíveis 73
3. Instalação de Dutos Flexíveis
73
3. Instalação de Dutos Flexíveis Cabo mensageiro PLSV próxima à SS 74
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Cabo mensageiro
PLSV próxima à SS
74
3. Instalação de Dutos Flexíveis Conexão em equipamento submarino sem auxílio de mergulho 75
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Conexão em equipamento submarino
sem auxílio de mergulho
75
3. Instalação de Dutos Flexíveis CVD – CONEXÃO VERTICAL DIRETA • INTRODUZIDA EM 1999 •
3. Instalação de Dutos Flexíveis
CVD – CONEXÃO VERTICAL DIRETA
• INTRODUZIDA EM 1999
• PODE-SE LANÇAR AS LINHAS APÓS DESCIDA DE ANM - OTIMIZAÇÃO NA
COMPLETAÇÃO DE POÇOS
• BAP COM 1 MCV => existe, mas não se utiliza em novos projetos;
• BAP COM 3 MCV’S => todos os novos projetos.
76
3. Instalação de Dutos Flexíveis CVD de 1ª ou de 2ª extremidade Cabo de Lançamento
3. Instalação de Dutos Flexíveis
CVD de 1ª ou de 2ª extremidade
Cabo de Lançamento
Cabo de Lançamento
Cabo p/ formar
corcova
p/ Barco de
lançamento
p/ Barco de
lançamento
MCV
MCV
Mandril
Duto Flexível ou
Umbilical de
Controle
Mandril
Equipamento
Equipamento
Duto Flexível ou
Umbilical de
Controle
p/ primeira
extremidade
Submarino
Submarino
Conexão de Primeira
Extremidade
Conexão de Segunda
Extremidade
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3. Instalação de Dutos Flexíveis CVD de 1a Extremidade 1 2 78
3. Instalação de Dutos Flexíveis CVD de 1a Extremidade 1 2 78
3. Instalação de Dutos Flexíveis CVD de 1a Extremidade 1 2 78
3.
Instalação de Dutos Flexíveis
CVD de 1a Extremidade
1
2
78
3. Instalação de Dutos Flexíveis Conexão Vertical Direta de 2ª extremidade Corcova O duto ou
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Conexão Vertical Direta de 2ª extremidade
Corcova
O duto ou umbilical já está instalado.
79
3. Instalação de Dutos Flexíveis CVD de 1a e 2a Extremidades CVD com comprimento de
3. Instalação de Dutos Flexíveis CVD de 1a e 2a Extremidades CVD com comprimento de
3. Instalação de Dutos Flexíveis CVD de 1a e 2a Extremidades CVD com comprimento de
3. Instalação de Dutos Flexíveis
CVD de 1a e 2a Extremidades
CVD com comprimento de linha
menor que a LDA:
• 2 CVD’s: 1ª e 2ª extremidades.
Interligação entre equipamentos
de fundo. Ex: Manifold e ANM.
80
3. Instalação de Dutos Flexíveis CVD de 1ª Extremidade CVD de 2ª Extremidade 81
3. Instalação de Dutos Flexíveis
CVD de 1ª Extremidade
CVD de 2ª Extremidade
81
3. Instalação de Dutos Flexíveis Movimento - PLSV Heave – compensador desligado Heave – compensador
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Movimento - PLSV
Heave – compensador desligado
Heave – compensador ligado
Teste de MCV – Convés do PLSV
Conexão demorada - CVD
82
Cargas de Lançamento 83
Cargas de Lançamento
83
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento • Os ângulos de Catenária comumente utilizados na
4. Cargas de Lançamento
Cargas de Lançamento
• Os ângulos de Catenária comumente utilizados na operação de lançamento são:
Na UEP durante o pull in => 7º
No PLSV durante o Lançamento => 1 a 3º
• Tensões de topo => definição de qual embarcação poderá realizar a operação. Para
esta definição é usada a Especificação Técnica de Laying Spread, onde estão
indicadas a capacidade e características dos sistemas de lançamento das
embarcações.
84
4. Cargas de Lançamento CURVA DE APERTO • Curva de Aperto da estrutura da linha
4. Cargas de Lançamento
CURVA DE APERTO
• Curva de Aperto da estrutura da linha => definida pelo fabricante e indica:
A
Os apertos máximo e mínimo (squeeze em t/m/tensionador) para cada
tensionador dos PLSV
O limite de carga nas rodas de popa de cada PLSV.
• Aperto ou squeeze => força aplicada contra a linha e tem como objetivo sustentar
a carga de lançamento.
• Aperto excessivo => pode provocar o crushing – esmagamento da linha,
• Pouco aperto =>que pode permitir o escorregamento da linha pelos tensionadores
devido ao pouco atrito entre as sapatas e a capa da linha.
85
4. Cargas de Lançamento Cargas de tração no topo - instalação ELT – Tensão no
4. Cargas de Lançamento
Cargas de tração no topo - instalação
ELT – Tensão no topo (Tensão na Catenária)
ELT=(Peso da linha/m)x(LDA +10m)x FC x FAD x FAR
• FC = Fator da Catenária = 1,10
• FAD = Fator de amplificação dinâmica 1,3 (dado de uma ET)
• FAR=Fator de Atrito na roda
• Fator de catenária: Razão entre o comprimento suspenso da catenária geométrica e
sua projeção vertical;
• Fator de amplificação dinâmica: Razão entre a maior tração no topo e o peso da
catenária estática; Para PLSVs, dentro das condições operacionais de mar, situa-se
entre 1,2 e 1,3.
• Fator de atrito na roda: Diferente de 1,0 somente no caso de calha.
86
4. Cargas de Lançamento Fator de catenária Linha 1 2 3 Projeção Vertical 1500.0 m
4. Cargas de Lançamento
Fator de catenária
Linha
1
2 3
Projeção Vertical
1500.0
m
1500.0
m
1500.0
m
ângulo de topo
5.45°
1.00°
3.00°
L_Susp.
1650.0
m
1526.4
m
1580.7
m
Fator de catenária
1.100
1.018
1.054
87
4. Cargas de Lançamento Fator de amplificação dinâmica 88
4. Cargas de Lançamento Fator de amplificação dinâmica 88
4. Cargas de Lançamento Fator de amplificação dinâmica 88
4. Cargas de Lançamento
Fator de amplificação dinâmica
88
4. Cargas de Lançamento Curvas de Aperto das Estruturas x ET de Laying Spread As
4. Cargas de Lançamento
Curvas de Aperto das Estruturas x ET de Laying Spread
As curvas de aperto são elaboradas pelo fabricante das linhas flexíveis e umbilicais,
baseados nas informações da Especificação Técnica da Petrobras PLSV Laying
Spread, número I-ET-3000.00-6600-941-PMU-001.
Estas curvas determinam os limites máximos e mínimos de aperto que a linha flexível
ou o umbilical podem sofrer:
1 - Limite Mínimo de Aperto => para garantir o atrito mínimo da linha com os
tensionadores, evitando o escorregamento da linha (movimento relativo entre a
linha e as sapatas dos tensionadores);
2 - Limite Máximo de Aperto => limite máximo da compressão da linha flexível ou
umbilical para que não haja o danos ao flexível;
89
4. Cargas de Lançamento 3 - Carga na Polia (roda de lançamento) => Carga axial
4. Cargas de Lançamento
3 - Carga na Polia (roda de lançamento) => Carga axial máxima em função do
diâmetro da polia (roda de lançamento) para evitar o esmagamento da linha
ou umbilical no “V” da polia;
4 - Limite máximo de tração da estrutura => Carga axial máxima a ser aplicada na
estrutura para não haver violação dos fatores de utilização das camadas do
flexível;
5 – Raio da Roda x MBR de estocagem
90
4. Cargas de Lançamento Característica ELT limite – tração na estrutura ELT limite – passagem
4. Cargas de Lançamento
Característica
ELT limite – tração
na estrutura
ELT limite – passagem
na roda (HLS)
do tensionador
ELT
tf
Depende da
estrutura e
tensionador.
W
tf / lagarta / m
91
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load Nível de Variação: Perguntar o
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load Nível de Variação: Perguntar o
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load Nível de Variação: Perguntar o
4.
Cargas de Lançamento
Cargas de Lançamento / Crushing Load
Nível de Variação:
Perguntar o Tavares
Procurar na Apostila do
Abreu
• Sempre ocorrem “flutuações” de pressão nos sistemas que empurram os tracks contra as linhas, as quais
fazem com que também haja uma flutuação da força de aperto, podendo assim ultrapassar os limites
mínimos e máximos durante o lançamento.
Logo:
A) não é aconselhável selecionar um PLSV se a ELT ficar muito próximo aos limites máximos e
mínimos (limites do tensionador) e
B) não é aconselhável selecionar um valor de aperto próximo dos limites do tensionador ou da
linha para uma dada ELT.
92
4. Cargas de Lançamento Exemplo: Cargas de Lançamento / Crushing Load 93
4. Cargas de Lançamento
Exemplo: Cargas de Lançamento / Crushing Load
93
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load 94
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load 94
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load 94
4. Cargas de Lançamento
Cargas de Lançamento /
Crushing Load
94
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load 95
4. Cargas de Lançamento
Cargas de Lançamento / Crushing Load
95
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load 96
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load 96
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load 96
4. Cargas de Lançamento
Cargas de Lançamento / Crushing Load
96
4. Cargas de Lançamento Cargas de Lançamento / Crushing Load 97
4. Cargas de Lançamento
Cargas de Lançamento / Crushing Load
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Referências • Curso de Instalação de Dutos Flexíveis e Umbilicais – CENSUB 2009 – Apresentação
Referências
• Curso de Instalação de Dutos Flexíveis e Umbilicais – CENSUB 2009 – Apresentação de aula -
Instrutor: José ABREU (US-SUB);
• Curso de Dutos Flexíveis e Umbilicais Submarinos - Avançado – 2010 – Apresentação de aula –
Instrutor: Paulo Tavares (US-SUB/ISBM);
• Curso “Dutos Flexíveis e Umbilicais- Básico” – Apresentação de aula - Instrutor: Thierry
Hernalsteens (US-SUB);
Este material foi montado a partir de diversas apostilas de cursos de educação
continuada da Universidade Petrobras e do CENSUB – Curso de Formação de
Engenheiro de Equipamentos – Especialização em Engenharia Submarina, as
quais foram desenvolvidas por profissionais da Petrobras que atuam nesta área.
98