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Conteúdo

1.Introdução .......................................................................................................................2

2. CONTEXTUALIZAÇÃO ............................................................................................3

3. CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO INSTITUCIONAL .......................................... 6

4.ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS ......................................................................... 15

4.1. Actividade I .............................................................................................................. 16

4.2 ACTIVIDADE II ....................................................................................................... 17

4.3 ACTIVIDADE III ..................................................................................................... 18

4.3 ACTIVIDADE IV ..................................................................................................... 18

4.5 ACTIVIDADE V ....................................................................................................... 19

4.6.1 ACTIVIDADE VI .................................................................................................. 19

4.7.1 Actividade VII ........................................................................................................ 20

4.8.1 Actividade VIII ...................................................................................................... 20

4.9.1 Actividade VIIII ..................................................................................................... 21

4.10.1 Actividade X ......................................................................................................... 21

4.11.1 Actividade XI ....................................................................................................... 22

5. REFLEXÃO ................................................................................................................ 23

5.1 Aprendizagem e Proposta .......................................................................................... 23

6.Conclusão ..................................................................................................................... 24

7.Referências Bibliográficas ............................................................................................ 25

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1. Introdução
O presente trabalho tem como objectivo fazer um relatório sobre as actividades
realizadas durante o período de estágio na instituição denominada Handicap
International, especificamente no SIOAS (Serviço de informação, orientação e
acompanhamento social) que é o lugar onde o projecto de protecção social está a
decorrer, tendo como áreas de intervenção a orientação e acompanhamento social e
como grupo alvo, pessoas em situação de vulnerabilidade.

O estágio foi realizado no âmbito do curso de Licenciatura em Serviço Social lecionado


na Universidade Eduardo Mondlane pela Faculdade de Letras e Ciências Sociais e teve
duração de 30 dias laborais que foram preenchidos por várias actividades exaustivas,
porém muito relevantes para a nossa actuação como futuros Assistentes Sociais.

Justificativa

A realização do estagio é de extrema pertinência, pois permite ao estudante, articular a


teoria e a prática através da mediação das expressões da questão social apresentadas nos
campos de estágio e o conteúdo das disciplinas do Curso de Serviço Social;

Objectivos do Estagio

Perceber a organização e o funcionamento da instituição onde o estudante está inserido


a partir da observação, estudo e análise de diferentes instrumentos disponíveis no local
de estágio e os fornecidos durante os processos preparactivos do estágio; Assegurar nos
estudantes capacidades para a concepção e realização do diagnóstico genérico e a
definição de prioridades para a solução dos problemas identificados; Analisar, explicar e
por em prática os diferentes métodos e técnicas de Intervenção Social tendo em conta o
suporte teórico adquirido ao longo do processo de Ensino e Aprendizagem; Auto-avaliar
o seu progresso como potencial Técnico superior em Serviço Social; E apoiar os utentes
na tomada de decisões básicas para melhorar o seu bem-estar, firmadas nos princípios
do Serviço Social e deontologia profissional.

Estrutura do Relatório

De forma resumida, o presente relatório obedece a seguinte estrutura: Introdução,


Contextualização, Actividades desenvolvidas, Reflexão, Conclusão e Referencias
Bibliográficas.

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2. CONTEXTUALIZAÇÃO

2.1. Abordagens teóricas da temática que constitui o objecto do estágio

Pessoas com deficiência são, antes de tudo, pessoas como quaisquer outras, com
protagonismos, peculiaridades, contradições e singularidades. Pessoas que lutam por
seus direitos, que valorizam o respeito pela dignidade, pela autonomia individual, pela
plena e efectiva participação e inclusão na sociedade e pela igualdade de oportunidades,
evidenciando, portanto, que a deficiência é apenas mais uma característica da condição
humana. Uma vez que o estágio realizado no SIOAS abrange um grupo alvo muito
vasto o que dificulta a compreensão de diversos grupos numa só teoria, iremos tomar
para o nosso trabalho a teoria histórico-cultural apresentada por Vigotski com as
contribuições de A.R. Luria e A.N Leontiev e outros pesquisadores Russos. E
importante salientar que esta teoria dá mais enfoque ao processo de compensação que
pessoas com deficiência podem realizar. Para o presente trabalho iremos concentrar a
nossa atenção na compensação de crianças com deficiência visual.

A Teoria Histórico-Cultural aponta como mediador o profissional, que oferece situações


de análise, orienta na resolução de uma situação problema sem dar respostas prontas e
acabadas, mas que ajuda o aluno a pensar como resolver premissas por meio de
orientações que o levem a concluir hipóteses e a analisar as actividades, objectivando os
processos cognitivos, as relações subjectivas e sociais, (VIGOTSK,1997)

Esta perspectiva teórica compreende que as situações que se estabelecem entre os


alunos e os conteúdos académicos constituem-se pela mediação do professor, que deve
entender que os conhecimentos têm uma história elaborada por gerações. Para dominá-
lo, para entendê-lo, devem-se fazer leituras e releituras com o objectivo de auxiliar o
aluno na compreensão das ideias implícitas, orientando na interpretação, reinterpretação
do conhecimento. Esse processo é necessário para que se possam ler as estrelinhas do
texto e compreender o que está implícito. Essa leitura leva ao novo conhecimento que
toma significado social. Assim, por essa linha de raciocínio, compreende-se como
Compensação um mecanismo de superação dos limites que a deficiência impõe. Mas
isto não acontece automaticamente, ou seja, o cego não passa a ter um aumento na
capacidade auditiva para substituir a perda da visão. Pelo contrário, pode até perdê-la
também, (VIGOTSIK, 1997).

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Ao estudar Vigotski (1997) e Vigotski e Luria (1996), entende-se que a Compensação
refere-se a um processo a ser desenvolvido de modo positivo, por exemplo: a audição, o
tacto, o olfacto podem se desenvolver a tal ponto que passam a compensar a ausência da
visão, passam a actuar para a superação do que falta. Conforme afirmam Vigotski e
Luria (1996), bem como Leontiev (1978), o olho e o ouvido do ser humano não são
somente físicos, mas, antes de tudo, são órgãos sociais. A deficiência não é somente
debilidade, mas também força. Nesta verdade psicológica encontra-se o objectivo maior
da educação social das crianças com necessidades educativas especiais (VIGOTSKI;
LURIA; apud BARROCO, 2007, p 224)..

Conforme a teoria acima apresentada a compensação constitui-se como sendo um


mecanismo a ser desenvolvido que visa auxiliar o utente na superação da sua deficiência
para o caso específico dos Beneficiários do projecto de protecção Social no SIOAS, a
compensação ocorre para superar perdas de alguns membros superiores assim como
inferiores, atribuindo-os determinados auxiliares de mobilidade. É importante salientar
que a teoria acima dá mais ênfase a deficiência visual e auditiva, e trata-se de um
âmbito escolar. Uma vez que o SIOAS tem um grupo alvo bastante extenso, torna-se
difícil falar de uma teoria que abrange cada um dos grupos alvo de forma detalhada,
razão pela qual restringi-me a falar apenas da teoria de Vigotski que aborda sobre as
compensações para pessoas deficientes.

2.2. Problematização da temática como problema social

As sociedades democráticas caracterizam-se por reconhecer direitos e liberdade aos


cidadãos de participarem na política e governação de modo a influenciarem e
determinarem livremente os processos de tomada de decisões que afectam os seus
interesses. Nesse quadro, a par de outros direitos e liberdades como educação,
expressão, associação de reunião; o direito de acesso à informação destaca-se pelo facto
de constituir o pressuposto central para que haja a desejada participação política (activa
e inclusiva), e governação (boa governação). Esta asserção deve-se, em larga medida, à
dependência que os demais direitos têm em relação ao acesso à informação dos diversos
domínios da gestão e administração dos assuntos de interesse público, sendo certo que a
capacidade que se deve ter para influenciar as escolhas políticas e a respectiva monitoria
depende da posse de informação. A relevância do direito de acesso à informação,

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enquanto alicerce do direito da participação política e na governação resulta do seu
reconhecimento e protecção a nível internacional, regional e nacional, o qual deve ser
exercido em condições de igualdade e não discriminação. Porém, vista na perspectiva
dos direitos humanos das pessoas com deficiência física, visual ou auditiva, a questão
de igualdade e não descriminação no acesso à informação é problemática, sobretudo em
países subdesenvolvidos como Moçambique em que na generalidade das situações se
registam dificuldades de os respectivos Estados protegerem e proverem os direitos
humanos.

Como já foi acima dito, a falta de partilha de informação com as pessoas deficientes
constitui um problema social na medida em que este grupo fica excluído de participar
nas decisões que ditam o rumo do nosso país e principalmente na gestão e usufruto dos
seus direitos como pessoas com deficiência. Portanto, o Handicap International tem
exercido um papel preponderante no que diz respeito a divulgação de informação na
camada mais vulnerável da sociedade dando mais ênfase a pessoas com deficiência,
através do projecto de protecção social que está a ser implementado no SIOAS que é o
local onde os estagiários estiveram a efectuar as suas actividades. O SIOAS tem se
preocupado em dar informação a cada um dos indivíduos que reúnem requisitos para se
beneficiar dos Serviços oferecidos pelo actual projecto de protecção Social.

2.3. Intervenção social na temática em causa

Vários são os actores que têm trabalhado para dar vazão a questão da problemática em
causa. O SIOAS no âmbito da sua colaboração para a para responder aos problemas
identificados na comunidade em particular aos seus utentes, tem os encaminhado a
entidades como o INAS para atribuição de subsídios, cesta básica, e para que tenham
acesso a outros serviços. Também tem encaminhado os beneficiários ao conselho
municipal para que sejam atribuídos materiais de compensação, assim como de
mobilidade. O MGCAS também é uma entidade responsável por intervir na temática em
causa. Como se pode notar são vários actores sociais que estão envolvidos neste
processo, embora o processo de atribuição de tais serviços haja muita morosidade
devido a burocracia que existe para poder ter determinados serviços.

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3. CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO INSTITUCIONAL

3.1. Historial da Instituição

Handicap Internacional (HI) é uma organização não-governamental de carácter


humanitário independente e imparcial que opera em situações de pobreza e de exclusão,
conflitos armados e desastres. A instituição surgiu em 1986 inicialmente com o
propósito de atender situações de emergência durante a guerra civil no mesmo ano,
desde então com o passar do tempo, teve-se várias áreas de intervenção como no sector
de reabilitação no tempo de guerra até por ai 1992, desenvolvimento rural com o
programa de ANS, apoio a advocacia à campanha internacional contra as minas
interpessoais em 1996, implementação de projecto de acções contra as minas em 1998,
prevenção e mitigação do HIV/SIDA em 2003, estratégias inclusivas de
desenvolvimento na garantia do acesso aos serviços em 2009. Todas estas acções
contribuíram para que em parceria com a sociedade civil houvesse a promoção dos
direitos dos grupos mais carenciados, priorizando as pessoas com deficiência, o que
contribuiu para o reconhecimento da deficiência como prioridade na política nacional e
local e a abertura dos serviços básicos e sistemas de mitigação de riscos para as pessoas
em situação de vulnerabilidade, risco e pobreza extrema. Desde então, a instituição foi
acrescentando e modificando as suas árease formas de intervenção.

A Handicap Internacional tem como missão:

 Trabalhar em prol das pessoas com deficiência e das populações em situação de


pobreza e vulnerabilidade, realizando acções concretas para responder as
necessidades básicas, melhorar as condições de vida e promover o respeito pela
sua dignidade e direitos fundamentais.

A instituição começou a operar em Moçambique no ano de 1986 tendo em vista a


intervenção nas seguintes áreas:

1986-1995: Reabilitação

Onde se pretendia o desenvolvimento de centros ortopédicos e do sistema nacional de


reabilitação física com transparência dos centros ortopédicos para as autoridades
nacionais;

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1993 – 2015: Luta contra a mina anti-pessoal

 Operação de desminagem e prevenção de acidentes com minas e explosivos


remanescentes de guerra (Moçambique foi declarado livre de minas em 2015);
 Assistência as vítimas de minas;

2016 – 2026: Fortalecimento da Resiliência e do acesso aos serviços

 Saúde;
 Inserção socioeconómica;
 Redução dos riscos.

Actualmente a instituição tem desenvolvido os seguintes projectos através do SIOAS:

i. Protecção Social

A intervenção tem como objectivo:

 Melhorar o acesso dos grupos vulneráveis à protecção social básica e


acompanhamento social personalizado;
 Melhorar os sistemas de protecção social;
 Apoiar os actores municipais e provinciais na avaliação da situação dos grupos
vulneráveis e assegurar a sua inclusão em programas e serviços.

ii. Educação Inclusiva

Este tem como objectivo:

 A melhoria do acesso e de qualidade de educação inclusiva e dos programas de


alfabetização;
 O envolvimento das famílias e das comunidades em acções inclusivas;
 A colaboração efectiva entre as instituições e a sociedade civil para criar escolas
inclusivas.

iii. Reabilitação Física

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Com o projecto de reabilitação física ira se contribuir para a reactivação de serviços de
reabilitação adequados, melhorando o atendimento e o fortalecimento de aparelhos
ortopédicos, e fortalecendo a capacidade dos profissionais.

Este projecto visa:

 Providenciar auxiliares de mobilidade à crianças com deficiência;


 Fortalecer os mecanismos de coordenação entre os serviços de saúde e acção
social;

iv. Saúde

As intervenções na saúde serão focalizadas nas seguintes áreas:

 Saúde materna, neonatal e infantil;


 Saúde sexual e reprodutiva/ prevenção de HIV e cuidados para os grupos que se
encontram em situação de muito risco.

v. Acesso ao Trabalho e Meios de Vida

Atendo em vista:

 Fortalecer os provedores de serviços e as comunidades para melhorar o acesso


aos serviços socioeconómicos;
 Promover o acesso dos indivíduos em situação de vulnerabilidade (com
deficiência ou não) ao trabalho e iniciativas de geração de rendimento;
 Documentar e disseminar as lições aprendidas e boas práticas.

vi. Redução dos riscos e preparações das acções de emergência

Tendo como objectivo:

 A redução dos riscos ligados á desastres naturais e mudanças climáticas, assim


como preparação das respostas á estas emergências;
 A segurança rodoviária.

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3.2. Princípios que norteiam as acções da Handicap Internacional

Ao desenvolver as suas actividades a Handicap internacional tem se baseado nos


seguintes princípios:

 Abordagem dupla;

Onde se têm em vista capacitar os grupos mais vulneráveis e as comunidades para o


acesso aos serviços sociais básicos e desenvolver as capacidades dos provedores de
serviços para a Mainstreming da deficiência.

 Abordagens baseadas na comunidade;


 Desenvolvimento local inclusivo;
 Estabelecimento de parcerias estratégicas com a sociedade civil Moçambicana,
organizações internacionais e agências das Nações unidas.
 Apropriação local;
 Acessibilidade;
 Protecção da criança;
 Abordagem Baseada no Género.

3.3. Marcos importantes ou históricos da Handicap Internacional (HI) enquanto


instituição em Moçambique.

 1986 – Surgimento da HI em Moçambique;


Abertura do programa da HI na província de Inhambane;
Centros Ortopédicos e Centros de reabilitação em Vilankulos e Inhambane;
 1988 – Centro Ortopédico em Nampula e Tete;
 1992 – Centro Ortopédico em Lichinga, Centros de trânsito em Inhambane e
Vilanculos;
Apoio à criação da ADEMO e ADEMIMO, primeiras APCDs no país;
 1993 – Centro Ortopédico em Pemba;
MRE nas províncias de Inhambane, Tete e Zambézia;
 1995 – Entrega dos Centros Ortopédicos em Inhambane, Tete e Vilanculos ao
MISAU;
 1996 – Fusão dos programas da HI e ANS em Moçambique;
Educação inclusiva na Província de Inhambane;

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 1997 – Apoio Institucional ao MMAS para melhor incluir as pessoas com
deficiência nos seus programas;
Reabilitação de infra-estruturas sociais na província de Niassa;
Entrega dos Centros ortopédicos de Lichinga, Pemba e Nampula ao MISAU;
 1998 – Lançamento de programa de desminagem na província de Inhambane;
Apoio institucional à ADEMO;
 1999 - Formação de actores sociais na Cidade de Maputo, em parceria com
ESSOR;
 2000 – Quadro do Programa I (2000-2005);
 2001 – Resposta de emergência às cheias no Rio Save (Norte da província de
Inhambane);
 2003 – Primeiro projecto de COV em Manica;
 2006 - Quadro de programa II (2006-2010);
 2007 – Resposta de emergência às explosões do paiol em parceria com a
RAVIM;
Projecto Desporto e Deficiência;
 2008 – Projecto HIV e Deficiência;
 2009 – Projecto Cidade e Deficiência em Maputo e Matola;
 2011 – Quadro do Programa III (2011-2015).

3.4. Actividades desenvolvidas pela instituição

 Intervenção Social;
 Informação, orientação ou encaminhamento e acompanhamento social;
 Trabalho de campo (visitas domiciliares, facilitação de consultas médicas,
atribuição de auxiliares de mobilidade);
 Supervisão do trabalho de campo;
 Planificação das actividades a serem desenvolvidas semanalmente e suas
respectivas datas;
 Workshops;
 Capacitação de líderes comunitários;
 Capacitação de activistas e permanentes dos bairros;
 Cadastro na base de dados;

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 Estabelecimento de parcerias com instituições que prestam serviços sociais.

3.5. Actores do Espaço Institucional

De acordo com a Handicap Internacional, a instituição actualmente conta com


aproximadamente 34 funcionários, dentre os quais:

 1 Director do programa;
 1 Coordenador Operacional;
 1 Coordenadora Serviços Internos;
 1 Equipe Operacional;
 1 Equipe Serviços Internos;
 1 Assessor de Mainstreming da Deficiência;
 1 Chefe de Protecção Social;
 1 Chefe de Projecto Educação Inclusiva;
 1 Equipe do Projecto;
 1 Chefe de Projecto;
 1 Oficial de Capacitação Institucional;
 1 Oficial de Capacitação Comunitária;
 1 Oficial Técnico Apoio Social
 1 Oficial de SIOAS Maputo;
 1 Oficial de SIOAS Matola;
 1 Oficial de SIOAS Beira;
 1 Servente do SIOAS;
 2 Motoristas do Projecto;
 1 Gestor de Logística;
 1 Assistente de Compras;
 1 Assistente Logístico Maputo;
 1 Assistente Logístico Inhambane;
 1 Motorista;
 3 Serventes;
 1 Guarda;
 1 Administradora Nacional;
 1 Contabilista Sénior;

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 1 Contabilista Júnior / Tesoureira;
 1 Responsável Recursos Humanos;
 1 Secretaria;
 1 Administrador Beira;
 1 Motorista /logístico Beira;
 1 Tesoureira Beira;
 1 Servente Beira.

O SIOAS que é uma parte da Handicap localizado em Matendene que é considerado


como um departamento da área social, conta com 6 funcionários, dentre os quais:

 1 Oficial representante de Maputo e Matola e 2 Assistentes Sociais que


trabalham na área de Maputo e área da Matola.
 1 Servente;
 2 Guardas.

3.6. Gestão do Espaço Institucional

A Handicap funciona de segunda a sexta-feira das 8 as 16 horas com excepção de certos


dias que se excede o tempo limite devido a determinados trabalhos.

A instituição tem a seguinte divisão interna:

1 Sala do Director do Programa, 1 sala da recepção, 1 sala de Administração composta


por Recursos Humanos, Finanças e Tesouraria, 1 sala de Coordenação Operacional, 1
sala de Gestão de Conhecimento composta por monitoria e avaliação, 1 sala de
Equipamento de Educação Inclusiva, 1 sala de Projecto de Protecção Social,1 sala de
Gestão do Sector da Logística, 1 Sala de Reuniões, 1 Copa e 1 casa de banho.

O SIOAS funciona de segunda a sexta das 7.30 as 15.30, assim como também se tem
excedido por vezes dependendo do trabalho.

A instituição está dividida da seguinte forma:

1 Sala dos Oficias, 1 sala dos Assistentes Sociais, 1 sala de estar, 1 sala de Reuniões, 1
casa de banho, e 1 copa.

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3.7. Parceiros da Instituição

A instituição trabalha em colaboração com Ministério de Género Criança e Acção


Social (MGCAS), FAMOD, Rede para Assistência à Vítima de Minas – RAVIM,
Município de Maputo e Município de Matola. As instituições acima supracitadas são
parceiras da Handicap por facilitarem a existência e execução de certos projectos. A
união Europeia e a Unicef são os financiadores dos projectos.

3.8. SERVIÇO SOCIAL NA INSTITUIÇÃO

Conforme foi dito no historial da instituição, o Handicap International começou a actuar


em Moçambique em 1986, dando mais atenção as vítimas de minas que tenham
contraído deficiências. Com o projecto actual, que esta a ser implementado através do
SIOAS o principal objectivo é dar assistência ás famílias vulneráveis dando informação
sobre os seus direitos e encaminhando-os aos provedores dos serviços sociais básicos,
no caso especifico o INAS. Portanto neste processo o papel do Assistente Social tem
sido o de identificar pessoas em situação de vulnerabilidade extrema e com deficiência
com o auxílio dos activistas que operam em cada bairro onde o Handicap International
faz a sua intervenção.

3.9. Enquadramento jurídico e programático da área de intervenção da instituição

Uma vez que o SIOAS é uma instituição que lida coma s diversas camadas em situacao
de vulnerabilidade a instituição atrela-se no decreto da Lei 4/2007 de Fevereiro, que é a
Lei de Protecção Social. A constituição da República de Moçambique sendo
instrumentos que subsidiam o quadro legal da instituição.

O Plano de Acção para as COV que se apresenta, resultou da implementação do


Processo de Avaliação Rápida, Análise e Processo de Plano de Acção para os Órfãos e
Outras Crianças Vulneráveis (RAAAP) iniciado em Moçambique em 2003. O processo
liderado pelo MMAS teve a participação e apoio de parceiros chave entre os quais o
Ministério da Saúde (MISAU), Ministério da Educação e Cultura (MEC), e o Instituto
Nacional de Estatística (INE), agências das Nações Unidas como UNICEF, PMA e
UNDP, agências bilaterais como a USAID, ONGs locais e internacionais entre as quais
a FDC, Organizações Baseadas na Comunidade (OBCs), Organizações Baseadas na Fé
(OFBs), líderes comunitários, líderes tradicionais, RENSIDA (Associação de Pessoas
Vivendo com o HIV/SIDA), bem como crianças órfãs e vulneráveis. Sob a liderança do

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Governo de Moçambique, foram recolhidos dados sobre a situação das COVs, validados
através de workshops consultivos e reuniões individuais com os relevantes
departamentos governamentais. Em resposta à situação identificada, foi proposto um
conjunto de acções urgentes para acelerar a resposta às COVs tanto ao nível nacional
como comunitário.

Devido ao papel fundamental desempenhado pelo RAAAP na definição das acções


prioritárias constantes do presente plano apresenta-se de seguida um breve sumário do
processo. No Fórum Global de Parceiros de COV (Genebra, Outubro de 2003), os
participantes discutiram o reforço da colaboração para acelerar a resposta às COV nos
países da África Subsaariana mais afectados pelo HIV/SIDA. Decidiu-se que, durante o
ano de 2004, haveria um enfoque especial sobre a aceleração da resposta nos países
mais severamente afectados através de uma Avaliação Rápida, Análise e Plano de
Acção (RAAAP) nestes 17 países.

Os estudos RAAAP deveriam prestar atenção particular à adequação da resposta de


COV em cada país e recomendar acções visando a mobilização de recursos e o reforço
da colaboração entre os parceiros chave. O processo teve também como objectivo,
validar os dados disponíveis através de seminários de consulta e encontros com os
relevantes departamentos governamentais, agências das Nações Unidas, doadores
bilaterais, ONGs locais e internacionais, OBCs e OBFs, bem como os líderes
comunitários, líderes tradicionais, e crianças órfãs e outras crianças vulneráveis.

3.10. População usuária da instituição, seu perfil e suas necessidades

No que se refere ao SIOAS (Serviço de Informação, Orientação e Acompanhamento


Social) é um serviço implementado pela Handicap Internacional e a Rede para a
Assistência às Vitimas de Minas (RAVIM), com vista ao desenvolvimento das
actividades do projecto CIDADE e DEFICIENCIA, visando a promoção da inclusão
das pessoas com deficiência nos Municípios de Maputo e Matola.

O SIOAS é tido como o elo de ligação entre as pessoas com deficiência e os provedores
de serviços sanitários e sócios de modo a assegurar que este grupo tenha acesso à
dispositivos, programas e serviços que possam responder as suas necessidades.

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O SIOAS lida coma as pessoas com deficiência assim como com as suas famílias, que
precisam ser aconselhadas sobre como lidar com as pessoas com deficiência, conhecer
as leis que protegem os seus direitos, resolver problemas de saúde relacionados a
deficiência, conhecer os serviços que atendem as suas necessidades a nível local,
informar sobre formação técnico profissional e emprego, obter isenção de pagamentos
nas instituições sociais, entre outros. Também fazem parte dos usuários dos serviços
prestados pelo SIOAS, mulheres grávidas, doentes crónicos, crianças órfãs, pessoas em
situação de abandono, jovens drogados e ou delinquentes. De um modo geral o SIOAS
atende pessoas em situação de vulnerabilidade extrema dando especial atenção a
pessoas com deficiência, tanto que, vários dos activistas que colaboram com a
instituição, são pessoas com deficiência.

4. ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS

O SIOAS presta serviços como:

a) Sensibilização da comunidade e das famílias sobre os direitos das Pessoas


com deficiência:
 Elevando a auto estima das pessoas com deficiência;
 Reduzindo a situação de discriminação;
 Incentivando a sua inclusão na comunidade.

b) Avaliação das necessidades das pessoas com deficiência e das suas famílias:
 Necessidades ao nível individual;
 Dificuldades de integração a nível familiar;
 Dificuldades de integração social na comunidade;

c) Informação e Orientação dos serviços existentes nas áreas de intervenção


do SIOAS, nomeadamente:
 Educação – Ensino primário e secundário inclusivo e especial, alfabetização,
língua de sinais.

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 Saúde – Saúde primaria, farmácia, medicina, reabilitação física, saúde mental
entre outros;
 Emprego – Formação profissional, capacitação vocacional, estágios;
 Desporto e Cultura – Atletismo, dança, teatro entre outros.

Actualmente o SIOAS desempenha as suas actividades nos seguintes bairros:

 Maputo – Hulene A, Hulene B, Ferroviário, Laulane, Albazine, Mahotas, 3 de


Fevereiro, Magoanine A, Magoanine B, Magoanine C, Zimpeto, Jardim,
Malhazine, George Dimitrov, Luís Cabral.
 Matola – Vale do Infulene A, Machava Sede, Tsalala, Zona Verde, T-3,
Bunhiça, Khongolote, Infulene D, Singhatela, 1 ˚ de Maio, Infulene, São
Damanso, Ndlavela, Patrice Lumumba; Km 15.

4.1. Actividade I
Apresentação dos estagiários no local de estágio (SIOAS), reunião com alguns
colaboradores da instituição.

4.1.1 Descrição

A primeira actividade realizada foi a apresentação dos estagiários, do supervisor de


campo bem como da própria instituição, onde realizou-se uma mesa redonda em que
cada um dos estagiários fazia uma breve apresentação de si mesmo e em seguida o
supervisor apresentou-se. Nesta reunião alguns colaboradores da instituição também se
apresentaram aos estagiários, e fizeram um breve sumário sobre o que é o Handicap
International, como actua, desde quando faz a sua intervenção em Moçambique assim
como qual é o seu grupo alvo.

4.1.2 Objectivo

Com a realização desta actividade tínhamos como objectivo conhecer a instituição bem
como os funcionários que colaboram para o alcance das metas previamente
estabelecidas pela SOS.

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4.1.3 Metodologia

Para a realização desta actividade recorremos a reunião onde estivemos reunidos com o
supervisor de campo e alguns colaboradores da instituição para fazer uma breve
apresentação de cada estudante, também optamos pela observação participante para
conhecer cada sector da instituição.

4.1.4 Aprendizagem

Com a realização dessas actividades foi possível conhecer a instituição e o seu


respectivo funcionamento também foi possível ter o primeiro contacto com os
colaboradores.

4.2 Actividade II

Preenchimento e cadastro das fichas de identificação na base de dados.

4.2.1 Descrição

Para a realização desta actividade tivemos algumas instruções da Assistente social que
opera na área de Maputo, que ensinou-nos de forma minuciosa a preencher de forma
correcta cada barra presente na base de dados.

4.2.2 Objectivo
O objectivo desta actividade era fazer o registo em formato digital para que se possa
apurar qual e o numero real dos beneficiários e os respectivos serviços dos quais se
beneficiam.

4.2.3 Metodologia
A metodologia utilizada para a realização desta actividade primeiramente foi a reunião
que consistia em receber instruções de como a actividade deveria decorrer.

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4.2.4 Aprendizagem
Com esta actividade aprendemos a fazer o cadastro das fichas na base de dados de
forma correcta.

4.3 ACTIVIDADE III


Continuação do preenchimento e do cadastro das fichas na base de dados.

4.3.1 Descrição

Para realizar esta actividade digitamos a informação que estava nas fichas de
identificação.

4.3.2. Objectivo
Esta actividade tinha como objectivo identificar quais os serviços que cada um dos
utentes se beneficia.

4.3.3 Metodologia

Para realizar estas actividades optou-se pela reunião seguida da realização da respectiva
actividade.

4.3.4 Aprendizagem

Com estas actividades deu para aprender a fazer o cadastro das fichas de identificação
na base de dados e foi possível perceber quais são os problemas com maior incidência.

4.4.1 ACTIVIDADE IV
Efectivação de visita domiciliar nos bairros de Albazine e Chiango.

4.4.2 Descrição
Ao realizar esta actividade escalamos algumas residências em cada um dos bairros
acima referidos e fomos bem recebidos.

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4.4.3 Objectivo
O objectivo desta actividade foi dar seguimento á alguns casos previamente
identificadas pelos activistas e reconhecidas pelos assistentes sociais locais e avaliar o
impacto do financiamento das pequenas iniciativas para geraçao de renda levado a cabo
pela Handicap

4.4.4 Aprendizagem

Ao realizar esta actividade foi possível entender a importância de dar seguimento á


casos sociais identificados, para garantir que a assistência chegue aos utentes.

4.5.1 Actividade V

Cadastro de fichas de identificação na base de dados.

4.5.2 Descrição

Para preencher a base de dados simplesmente usamos as fichas de identificação e


seguíamos a sequência que nos era apresentada.

4.5.3 Objectivo

Ao realizar esta actividade tínhamos como objectivo aferir as necessidades de casa


utente e os respectivos serviços dos quais se beneficia

4.6.1 Actividade VI
Digitacao das actas das reunioes dos meses anteriores

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4.6.2 Descrição
Esta actividade consistiu em transcrever os testos manuscritos para o computador. E
esta actividade foi feita durante muitos dias

4.7.1 Actividade VII


Organização das fichas de identificação e de acompanhamento nas pastas dos
respectivos bairros.

4.7.2 Descrição
Nesta actividade houve a necessidade de arrumar as fichas de identificação e de
acompanhamento de cada um dos bairros.

4.7.3 Objectivo
Ao realizar esta actividade tinha-se como objectivo deixar muito bem organizado as
fichas de identificação em cada uma das pastas de cada bairro.

4.7.4 Aprendizado
Nesta actividade foi possível aprender a importância de organizar as fichas de modo que
o trabalho possa avançar conforme o desejado.

4.8.1 Actividade VIII


Recolha das fichas de segmento de cada bairro

4.8.2 Descrição
Para realizar esta actividade recebemos activistas de cada um dos 15 bairros para
recolher as fichas de segmento.

4.8.3 Objectivo
Ao realizar esta actividade tínhamos como objectivo final avaliar o trabalho feito pelos
activistas durante o mês, para finalmente fazer o cadastro das respectivas fichas na base
de dados.

4.8.4 Aprendizado
Nesta actividade deu para aprender a importância de fazer a supervisão do trabalho feito
pelos activistas nos bairros.

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4.9.1 Actividade VIIII
Rectificação das fichas de identificação e de segmento.

4.9.2 Descrição

Esta actividade consistia em rectificar as fichas de identificação no que concerne a


classificação do grupo alvo assim como aos respectivos serviços.

Exemplo: uma vez que os activistas escreviam que os utentes necessitam de cadeira de
cadeira de roda, foi preciso rectificar as fichas e passar a escrever que os utentes têm
dificuldades na locomoção. Um outro item que precisava ser rectificado foi a questão
ligada a alimentação, os activistas escreviam nas fichas que os beneficiários precisavam
de cesta básica, mas o correcto seria escrever que necessitavam de alimentação ou que
têm falta de alimentação.

4.9.3 Objectivo
Ao realizar esta actividade tínhamos como objectivo rectificar as fichas de identificar de
modo a rectificar o que foi escrito na base de dados.

4.10.1 Actividade X
Cadastro das fichas rectificadas

4.10.2 Descrição
Ao realizar esta actividade foi necessário voltar a fazer o cadastro das fichas de todos os
bairros uma vez que tudo quanto tinha sido feito estava errado.

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4.10.3 Objectivo
O objectivo desta actividade era de fazer o cadastro das fichas de identificação tendo em
conta as novas fichas rectificadas de modo que haja uma convergência entre a
informação que consta na ficha e na base de dados.

E importante deixar claro que esta actividade constituiu o marco de todas as outras
realizadas visto que ficamos cercas de dois meses trabalhando somente com as fichas e
com a base de dados. Deste modo não considero ser necessário escrever repetidas vezes
esta actividade pois o objectivo assim como o aprendizado foca-se em corrigir o que
havia de errado nas fichas e voltar a fazer o cadastro.

4.11.1 Actividade XI
Participar no workshop sobre analise da vulnerabilidade no municipio da Matola.

4.11.2 Descrição
O workshop foi caracterizado por varias intervencoes feitas pelos representantes das
diferentes instituiçoes representadas e varias actividades orientadas pela representante
da Handicap.

4.11.3 Objectivo

Debater sobre a situaçao actual das pessoas em situaçao de vulnerabilidade na Matola.

4.11.4 Aprendizagem

Aprendi sobre o papel e responsabilidades dos diferentes sectores na implementaçao da


Estrategia Nacional de Segurança Social Basica

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5. REFLEXÃO

5.1 Aprendizagem e Proposta


Durante o estágio deu para aprender muita coisa dentre elas e talvez a principal é que
todo o ser humano é um sujeito de deveres e direitos e cada um dos seus direitos deve
ser respeitado independentemente da sua condição física, raça, cor, cultura e ou
condição socioeconómica.

Dando mais enfoque as actividades desenvolvidas foi possível aprender a trabalhar com
as diversas camadas em situação de vulnerabilidade. Uma vez que o projecto de
protecção Social que está em curso no SIOAS não tem um grupo alvo específico mas
atende a todos os indivíduos em situação de vulnerabilidade, tais como crianças com e
sem deficiência, adultos com e sem deficiência e idosos com e sem deficiência, crianças
órfãs, foi possível explorar as diferentes formas de intervenção a cada um dos grupos,
facto que constituiu algo novo em relação aos estágios que eu vinha realizando nos anos
anteriores.

No que diz respeito a proposta que dou a Instituição, esta tem que ver com facto da
mesma ter poucos colaboradores, porém o trabalho é bastante exaustivo. Assim sendo
sugiro que a instituição:

 Aumente o número de colaboradores de modo a não criar sobrecarga aos


trabalhadores;

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6. Conclusão
Com a realização do estágio foi possível lidar com diversas camadas em situação de
vulnerabilidade tais como, mulheres grávidas, crianças órfãs, crianças chefes de família,
doentes crónicos, pessoas abandonadas, isoladas e principalmente pessoas com
deficiencia. Portanto com a intervenção feita nestes grupos deu para aprender um leque
de formas de intervenção, para resolver ou até mesmo empoderar os beneficiários do
projecto de protecção social. E importante salientar que das actividades realizadas o
marco incidiu sobre o cadastro na base de dados uma vez que a instituição conta com
poucos colaboradores, os estagiários tiveram de tomar as régias e assumir a
responsabilidade dos colaboradores, trabalhando na organização das fichas de
identificação assim como de segmento e por fim fazer o cadastro das respectivas fichas
dos quinze (15) bairros de Maputo onde o SIOAS faz a sua intervenção, é importante
fazer menção que dos 15 bairros o número total de colaboradores corresponde a
aproximadamente 3000 beneficiários dai que o trabalho feito foi bastante exaustivo e
desgastante.

De um modo geral o estágio foi positivo e de muita valia, no entanto um dos pontos
negativos foi o facto de ter muita sobrecarga uma vez que os colaboradores são poucos
mas o trabalho é muito e exaustivo.

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7.Referências Bibliográficas
BARROCO, S. M. S. A educação especial do novo homem soviético e a psicologia de
L. S. Vigotski: Implicações e contribuições para a psicologia e a educação actual.
Tese (Doutorado em Educação), Unesp, Araraquara. SP, 2007. LEONTIEV, A. N, O
desenvolvimento do psiquismo, Lisboa: Livros Horizonte, 1978

Carta Africana dos direitos da pessoa com deficiência.

Convenção internacional dos direitos da pessoa com deficiência

QUIVE, Samuel António. Protecção Social em Moçambique: Uma rede furada de


protecção social. Maputo, 2007.

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