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“Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que

praticamente 90% dos acidentes são causados por fator humano. Se


você analisar, 100% deles são. Mesmo naqueles em que a rodovia
tem falhas de sinalização ou de pavimentação, que correspondem a
5%, cada motorista, vendo essa situação, tem de reduzir a velocidade
e se adequar às condições que a via oferece a fim de preservar sua
integridade.

Os outros 5%, relacionados ao carro, são responsabilidade do


motorista. Cabe a ele manter o veículo em ordem. No recall, é o
motorista que deve buscar a montadora – e sabemos que a busca por
esses reparos no Brasil é baixa. Tudo remete ao fator humano.”

DPVAT é o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias


Terrestres
Números apontados pelo Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT)
mostram que são 150 mortes por dia em todo o país.

90% dos acidentes são ocasionados por imprudência dos motoristas ou pedestres. Isso implica dizer que
as cenas chocantes que são mostradas todos os dias poderiam ser evitadas

400 mil por ano. Esse é o número de pessoas que são afetadas por
acidentes de trânsito no Brasil, segundo levantamento do Observatório
Nacional de Segurança Viária. O estudo revela que, no País, 47 mil
pessoas morrem em decorrência desses acidentes. Nessa toada, a
campanha Maio Amarelo 2018 chega para conscientizar e alertar os
condutor
Foram registradas no estado de São Paulo 1.205 mortes no trânsito nos primeiros três meses do ano. O
balanço foi divulgado hoje (22) pelo Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado
de São Paulo (Infosiga). O número representa uma ligeira queda (-0,6%) em relação as 1.212 mortes
ocorridas entre janeiro e março do ano passado.
A maior redução foi do atropelamento de pedestres. No primeiro trimestre deste ano foram registrados
289 mortes,

As mortes de motociclistas também cresceram, de janeiro a março deste SIM


ano com 439 ocorrências

a maior parte das vítimas


fatais é do sexo masculino e jovens em idade produtiva, entre 20 a 39 anos (36,75%). São milhares de mortes
prematuras, ocorridas todos os anos, com forte impacto social, econômico, no setor saúde e para as famílias.

Segunda maior causa de mortes externas no país, os acidentes de trânsito geram uma grande sobrecarga nos
serviços de urgência e emergência do Sistema Único de Saúde (SUS) com números crescentes de internações.
Em 2017, foram 182.838, gerando gastos de aproximadamente R$ 260,7 milhões. Deste total de internação,
78,2% ocorreram no sexo masculino.
As principais vítimas fatais foram: os motociclistas (12.199), seguidos de ocupantes de
automóveis e caminhonetes (8.511); pedestres (6.469); e ciclistas (1.306).
Em mulheres, os óbitos por acidente de trânsito foram de 6.336, correspondendo a 18% dos casos em 2017. A
maior parte delas também eram jovens, em idade entre 20 e 39 anos (35,7%).
A gravidade do impacto dos Acidentes de Tânsito Terrestes (ATTs) na saúde pública inclui também o tratamento
das sequelas emocionais e físicas. Segundo estudo baseado em 1,7 milhões de internações por ATT entre 2000 a
2013, foi evidenciado que 23,5% dos pacientes apresentaram diagnóstico sugestivo de sequela física, sendo que amputação e
traumatismo crânio encefálico são
as principais causas, sobretudo entre homens de 20 a 29 anos, pedestres e motociclistas (Araújo & Mello, 2016).

axas elevadas de mortalidade estão associadas à maior prevalência de fatores de


risco específicos para cada tipo de causa externa. Os acidentes de trânsito, os
homicídios e os suicídios respondem, em conjunto, por cerca de dois terços dos óbitos
por causas externas no Brasil.

Entre janeiro e março de 2019, 16 ciclistas


morreram; no mesmo período de 2018, houve 5
mortes. Para especialista, números revelam
'abandono do investimento'; CET promete
ampliar malha até 2020. g1
Fator humano:

 Excesso de velocidade.
 Beber e dirigir.
 Combinação celular/direção.
 Não usar setas que indicam as intenções de manobras.
 Não guardar distância do veículo que vai à frente.

Fator veicular:
Deixar de fazer a manutenção regular no veículo (com atenção especial aos pneus, freios,
faróis, lâmpadas, luzes, limpadores de para-brisa, vela, filtros, correia dentada, radiador,
sistema elétrico e combustível).
Vias:

 O estado de conservação.
 As condições da sinalização.
 A falta de acostamento.
 A falta de passarelas.
 A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o
período de 2011 a 2020 como a “Década de ações para a segurança no trânsito". O documento
foi elaborado com base em estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) que contabilizou,
em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países.
Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.
 São 3 mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no
mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos
de idade, o segundo na faixa de 5 a 14 anos e o terceiro na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente,
esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano, ou um percentual entre
1% e 3% do produto interno bruto de cada país.

De janeiro a junho de 2019, 138 pessoas


morreram na região vítimas de acidentes de
trânsito. São Vicente lidera o ranking com 30
mortes.
MAIO AMARELO
É um movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito.
O trânsito deve ser seguro para todos em qualquer situação.

Colocar em pauta, para a sociedade, o tema trânsito. Estimular a participação da


população, empresas, governos e entidades
Em 11 de maio de 2011, a ONU decretou a Década de Ação para Segurança no Trânsito.
Com isso, o mês de maio se tornou referência mundial para balanço das ações que o
mundo inteiro realiza.
O amarelo simboliza atenção e também a sinalização e advertência no trânsito.
acidente
evento culposo de trânsito

imperícia imprudência negligência


culposo doloso elementos do tipo

“Acidente de trânsito, embora não haja definição no Código, é “todo evento não
premeditado de que resulte dano em veículo ou na sua carga e/ou lesões em
pessoas e/ou animais, em que pelo menos uma das partes esteja em movimento
nas vias terrestres ou áreas abertas ao público. Pode originar-se, terminar ou
envolver veículo parcialmente na via pública.” (NBR n. 10697/89, da
ABNT) (g.n.).

contingência
possibilidade de que alguma coisa aconteça ou não

culpa exclusiva
atitude preditiva
O FATO É QUE Cidadania e trânsito devem compactuar efetivamente para que não
estejam dispersas uma da outra. Ser cidadão é respeitar as normas, direitos, deveres
e não cometer infrações que possam prejudicar a vida de todos os envolvidos neste
ambiente. É imprescindível exercer a cidadania e pensar sempre no outro,
principalmente quando se está dirigindo. A segurança faz parte da cidadania, assim
como o trânsito precisa ser um ambiente seguro para ser frequentado sem problemas!
definições

Ao sair na rua, e, como tal, precisa considerar a existência de normas que organizam
o fluxo de pessoas e veículos pelas vias públicas. e, tomadas as medidas de
segurança cabíveis a cada um, certamente teremos cidadãos mais conscientes e um
trânsito mais seguro.
Cidadania é a prática dos direitos e deveres de um(a) indivíduo (pessoa) em
um Estado.[1] Os direitos e deveres de um cidadão devem andar sempre juntos, uma vez
que o direito de um cidadão implica necessariamente numa obrigação de outro cidadão.
Conjunto de direitos, meios, recursos e práticas que dá à pessoa a possibilidade de
participar ativamente da vida e do governo de seu povo.

Um dos quais menos lembramos ao nos referimos a esses espaços é o trânsito,


apesar de fazermos parte dele constantemente, seja como condutores ou como
pedestres.
, e no trânsito isso pode ser visto de forma nítida. A questão, então, é: como traçar
um paralelo entre a cidadania e o trânsito?

Todos os espaços nos quais circulamos e


interagimos no nosso dia a dia exigem o
desenvolvimento da nossa postura como
cidadãos.
Cada indivíduo representa uma parte do
trânsito e a responsabilidade de fazer uma
circulação segura é de todos.
Entretanto, somos incoerentes com a
postura de cidadão que exigimos do outro,
pois não a exercemos da mesma forma que
a cobramos.
O EM QUE VIVEMOS É RESULTADO DAS
NOSSAS ESCOLHAS –AGREGAMOS OU
SEPARAMOS, SOMAMOS OU
DIMINUIMOS, MULTIPLICAMOS OU
DIVIDIMOS O ESTADO HARMONIOSO DO
TRÂNSITO
FAÇA A ESCOLHA CERTA
“NO TRÂNSITO DÊ SENTIDO À VIDA”.
O mundo em que vivemos é resultado das
nossas escolhas – agregamos ou
separamos, somamos ou diminuímos,
multiplicamos ou dividimos o estado
harmonioso do trânsito