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E-commerce de A a Z: como ter uma loja online de

sucesso
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Nos últimos anos, ter uma loja online se tornou o desejo de uma boa parte dos brasileiros. O e-commerce tem ganhado
cada vez mais espaço no Brasil e isso se confirma com os dados apresentados por Roberto Calderón, diretor da Associação
Brasileira dos Agentes Digitais de São Paulo (Abradi-SP) e presidente do comitê de e-commerce: a quantidade de lojas
virtuais cresce mais de 20% ao ano e representa de 5% a 7% do varejo nacional.

E o futuro é ainda mais promissor. De acordo com a eShopWorld, a previsão é de que haja 57% de crescimento no número
de pessoas que consomem digitalmente. A receita atual de US$ 18,7 bilhões saltará para US$ 29 bilhões em 2021.

Mas o que explica esse crescimento?


Podemos dizer, basicamente, que o maior acesso à internet e a disseminação dos smartphones possam ser os grandes
facilitadores, tanto para quem empreende, quanto para quem consome.

Mas vai além. Listamos alguns outros fatores que, através de suas inúmeras vantagens, explicam o crescimento no número
de e-commerce no Brasil para você que planeja começar a sua loja virtual.

Custo operacional
Montar um e-commerce exige custos operacionais mais baixos comparados aos de uma loja física, por exemplo. Esse fato
já é um facilitador e faz com que empreendedores possam optar pelas lojas online.

Se você pensa em abrir um negócio físico, logo vai começar a quebrar a cabeça com toda aquela burocracia de alugar ou
comprar um espaço, fazer reformas, mobiliar o local, contratar uma equipe e por aí vai.

Para atuar no setor de e-commerce, mesmo que você ainda precise de um espaço físico para estoque e uma equipe, não se
compara a ter de pagar comissão para vendedores, gerentes, ter de se preocupar com um espaço, digamos, bonito para
quem visita, entre outros fatores.

Acesso fácil
Quando você pensa que seu cliente tem a possibilidade de acessar sua loja de qualquer lugar, a qualquer momento, tudo fica
mais fácil. Ao ser impactado por um anúncio, ele consegue efetuar a compra em poucos minutos.

Isso é impensável no mundo físico, que conta com os limitadores de distância e horário, suficientes para fazer o cliente
adiar ou desistir da compra.
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Quando se coloca isso na balança, optar por uma loja online passar a ser a melhor opção para quem deseja começar um
negócio.

Controle de métricas
Pense como você vai medir o impacto de um outdoor em seu público-alvo. Até existem formas, como a pesquisa, por
exemplo, mas há grandes chances de resultados imprecisos.

Escolher o setor de e-commerce é escolher trabalhar com campanhas digitais, na grande maioria das vezes. Usando
plataformas como o Google Ads ou o próprio Facebook Ads, você consegue saber exatamente quais anúncios estão
gerando mais visitas para a sua loja online, quais convertem mais, quantas pessoas estão chegando organicamente no e-
commerce e todas as informações necessárias para saber como andam as suas estratégias.

Com uma boa análise de métricas, você consegue otimizar seus resultados e economizar dinheiro. E quem não quer ter
menos gastos possíveis em um negócio?

Facilidades para o consumidor


Como falamos anteriormente, o e-commerce possui um custo operacional menor comparado às lojas físicas. Com isso, o
comércio eletrônico consegue chegar em um preço final mais baixo para o consumidor, fato que pode ser decisor para
quem ainda está em dúvida entre abrir uma loja online ou uma física.

Sem falar que a maioria das lojas virtuais usam sistemas que conseguem oferecer condições e formas de pagamento
bastante atrativas para o mercado.

Facilidade de analisar concorrentes e consumidores


Outro fator que impulsiona o crescimento das lojas online no Brasil é a facilidade que os donos de e-commerce encontram
na hora de analisar concorrentes e consumidores.

Uma vez que seu negócio está na internet, se é através dela que seu negócio sobrevive, é muito mais fácil analisar seus
concorrentes e consumidores.

Na internet, você pode analisar o tráfego dos sites de seus concorrentes, por exemplo. Detectar quais fontes atraem mais
tráfego para sua concorrência vai ajudá-lo a decidir onde centrar seus esforços de marketing. Algumas ferramentas que
você pode usar nesse processo: SimilarWeb; Mondovo; SemRush.

Você também pode monitorar as palavras-chave orgânicas e pagas do concorrente. Pesquisar as palavras-chave de seus
concorrentes e sua classificação na página de resultados do motor de busca vai ajudá-lo a gerar palavras mais eficazes,
entender quão maduras são suas estratégias e analisar seu posicionamento competitivo entre a concorrência. Algumas
ferramentas que podem te ajudar a fazer um bom monitoramento e análise: SemRush; SpyFu; Pro Rank Tracker.

E você ainda pode fazer uma análise de concorrência nas mídias sociais. Trata-se de monitorar as contas sociais e a
atividade de seus concorrentes, acompanhar o que eles têm produzido de conteúdo e comparar como anda o seu
desempenho. Você pode usar o Mention e o Quintly como ferramentas para otimizar o processo.

Tenha sempre as seguintes perguntas em mente:

Que plataformas sociais sua concorrência está usando?


Qual o número de seus seguidores? Como se altera ao longo do tempo?
Com que frequência fazem publicações nas mídias sociais?
Quais os seus valores de engajamento?
Que tipo de publicações tem um maior engajamento?
O que estão fazendo bem nas mídias sociais? Procure também o que estão fazendo de pior.

Tudo isso vai ajudá-lo a decidir onde centrar seus esforços de marketing.

Falando sobre consumidor, você consegue analisar todos seus hábitos de consumo. Isso é fundamental para melhorar a
experiência do cliente em sua loja online.

Disponibilidade
Já introduzimos sobre como a ampla disponibilidade é uma das vantagens que mais chamam a atenção. Ao contrário da
loja física que possui hora e dia para abrir e fechar, um e-commerce está disponível 24 horas por dia e 7 dias por semana.
Esse é um dos fatores que mais levam empreendedores a optarem por abrir um negócio online
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É muito bom saber que você está vendendo até quando dorme, diferentemente de uma loja física.

Montar uma loja online não é tão simples


Falamos sobre as vantagens de se ter um e-commerce nos dias de hoje. Mas, montar uma loja virtual não é nada simples.
Existem muitas tarefas complexas envolvidas.

Criar e manter uma operação consistente de e-commerce exige muito conhecimento específico em mercado digital, afinal,
ninguém quer entrar no mercado para perder dinheiro. A internet é um meio em altíssima expansão e com infinitas
possibilidades surgindo a cada minuto, porém pede um bom conhecimento do negócio.

O comércio eletrônico se sustenta em três grandes bases: tecnologia, marketing e operações. Se uma delas é menos
resistente que a outra, o negócio acaba desmoronando. E para que sua loja online se sustente, é preciso percorrer um longo
caminho.

LEIA TAMBÉM: O que não pode faltar na sua loja online

Escolhendo a plataforma ideal


Uma das tarefas complexas que falamos anteriormente é escolher a plataforma de e-commerce ideal. Talvez seja a mais
desafiadora das etapas de todo o processo de criação de uma loja online.

A diversidade de opções de plataformas de e-commerce existentes no mercado e as dúvidas sobre questões técnicas ainda
deixam muitas pessoas confusas e igualmente preocupadas. E essa preocupação é pertinente, já que a plataforma é o
coração da loja virtual e essencial para o sucesso do negócio.

Portanto, todo cuidado na hora da escolha é pouco.

Os tipos de plataformas
Agora que você já sabe a importância das plataformas de e-commerce, listamos as principais existentes no mercado e
explicamos sobre cada uma:

Plataforma open source


Esse tipo de plataforma é indicada para lojas online em fase inicial de operação, mas que já tenham uma certa maturidade
digital.

A maior razão da popularidade das plataformas open source é o fato de serem baseadas em códigos abertos e gratuitos. Isso
significa que você não terá custos de aquisição, mas não é sinônimo de gasto zero durante a implantação, já que é
necessário contar com a ajuda de uma equipe de desenvolvimento que vai customizar a plataforma com base nas
necessidades da sua loja online. É bom lembrar que você arca com a hospedagem do sistema.

Plataforma licenciada
A plataforma licenciada diz respeito à aquisição de uma licença para que se possa utilizar o código fonte que é
desenvolvido por terceiros. Nesse caso, é preciso contar com uma equipe própria de TI, especializada na criação e
manutenção do e-commerce.

Em outras palavras, adquire-se o direito de usar uma licença da plataforma pronta para poder ter sua loja virtual. É um
modelo muito utilizado por grandes empresas que, com esse tipo de plataforma, tem mais flexibilidade e conseguem
desenvolver seu site do zero.

Plataforma fechada ou proprietária


O modelo fechado ou proprietário é um pouco diferente dos demais. O código é desenvolvido por uma empresa
especializada ou por um desenvolvedor. É fácil para começar a usar, já que você recebe tudo pronto, do começo ao fim.
Além disso, o atendimento e o suporte são mais acessíveis.

Por conta de toda a facilidade e diversidade de recursos prontos para uso, não é a opção mais barata, mas não deixa de ser
uma boa escolha.

A dica é: antes e contratar, é muito importante ver todas as opções que a plataforma disponibiliza. Isso pode impactar em
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decisões que você pode tomar para o seu e-commerce no futuro.

Destacamos, também, o quanto é importante ter uma empresa especializada em e-commerce cuidando da sua loja
online.

Plataforma SaaS
Ela utiliza cloud para a infraestrutura da sua loja online. Gigantes como Netflix e Spotify são nomes que vendem seus
serviços por meio dessa estratégia. Já falando de lojas virtuais, temos a Editora Manole, o Rei do Tebor e O Boticário como
exemplos.

O SaaS tem uma demanda bem específica, sendo a preferida por muitas empresas que precisam distribuir seus produtos na
internet de forma rápida e com custo reduzido.

Podemos considerar a plataforma SaaS uma loja virtual alugada? Muitos consideram. Isso ocorre porque muitas delas são
baseadas em softwares proprietários. Dessa forma, o e-commerce não é seu, sendo apenas um aluguel da tecnologia e da
infraestrutura. Se você precisar trocar de plataforma em algum momento, acaba perdendo todos os dados.

Lembrando que todas as opções de plataformas são boas, o que muda é seu estilo de negócio e o momento da sua
empresa.

Como estruturar sua escolha


Mas e aí, como escolher a plataforma ideal? É uma questão difícil, já que temos inúmeras opções no mercado, que vão
desde open source, alugadas, até chegar nas que você consegue customizar totalmente.

Neste link, disponibilizamos uma lista com as plataformas integradas ao Pagar.me, com propostas bem diferentes umas das
outras .

Além das questões técnicas, que mais vão fazer você coçar a cabeça, temos também algumas questões que envolvem
contratos para o uso dessas plataformas, dependendo da solução que será usada no projeto. Por isso, a dica é: saiba,
realmente, qual plataforma você está contratando, afinal, ninguém quer cair em armadilhas, não é mesmo?

Abaixo, listamos alguns pontos serem analisados na hora de contratar uma plataforma de e-commerce:

Dê preferência pela tradição. Escolha desenvolvedores que já tenham um histórico positivo no mercado. A chance de
dar algum problema é sempre menor;
Faça uma pesquisa para encontrar as avaliações de clientes que usam a plataforma que você pretende adotar para o
seu e-commerce. Converse com eles e procure saber sobre o desempenho, atendimento, suporte e outros pontos que
podem ser importantes durante o período de parceria;
Conheça o provedor de hospedagem da plataforma e seu desempenho;
Não deixe de saber sobre as possibilidades de expansão da plataforma;
Veja se ela possui limitações que entrem em conflito com o que você vai precisar na sua loja online. Saber se ela
possui restrições quanto ao números de produtos que podem ser cadastrados, customizações, instalações de modos,
etc, antes da contratação, é de grande importância para evitar problemas futuros;
Veja como funciona a política de atualização do sistema da plataforma.

Além desses pontos, deixamos algumas perguntas que você sempre precisa fazer sobre os recursos disponíveis da
plataforma antes de contratá-la:

Ela oferece recursos para a implementação do trabalho de SEO?


A plataforma é totalmente integrada ao Google Analytics e suas funções para e-commerce?
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A plataforma oferece diversidade de formas de pagamento?
Quais os recursos relacionados a segurança das transações disponíveis?
Existe integração com mídias sociais? Qual nível?
E sobre relatórios, qual plataforma oferece e seu grau de customização?
A plataforma é responsiva? Se adapta aos diversos tipos de exibição de dispositivos móveis?

Pontuamos aqui algumas observações que precisam ser levadas em consideração na hora de contratar uma plataforma para
a sua loja online. É muito importante saber o que o seu parceiro pode te oferecer no presente e como ele irá atender as
demandas do seu e-commerce no futuro.

Valide antes de investir


Antes de começar a investir muito dinheiro, recomendamos que você valide seu negócio para entender a aderência dele no
mercado. Um exemplo de como fazer essa validação é a venda através de um marketplace.

Quando se abre um site próprio, além do investimento em tráfego, também é preciso fazer com que seu negócio ganhe
credibilidade. Esta é uma tarefa que pode levar algum tempo, que poderia ser menor o negócio tivesse sido validado
anteriormente.

É bom lembrar que, se você quiser começar com um site próprio, também é possível fazer essa validação criando uma loja
virtual dentro de uma plataforma que já ofereça ferramentas para te ajudar com o marketing.

Mas quando saber se já está validado?


As vendas já estão acontecendo com recorrência? Se a resposta for "sim", seu modelo de negócio está validado e pronto
para começar a decolar. Chegou a hora de começar a reinvestir os lucros e fazer a loja online engrenar.

Atenção para as formas de pagamento


Quando nós compramos algo pela internet, seja qual for o item, existe um meio de pagamento online funcionando por trás
desta compra. Lojas online usam meios de pagamento online para vender seus produtos e serviços, como cartão de crédito,
cartão de débito, boletos e débito em conta.

Mas para que você entenda ainda mais, vamos detalhar melhor a seguir.

Cartão de crédito
Este é o meio de pagamento preferido pelo varejo eletrônico, sobretudo nas grandes lojas. O cartão de crédito tem
operacionalidade bastante prática, além de permitir que o consumidor parcele sua compra, na maioria das vezes, em até
12x.

Oferecer a possibilidade de pagamentos por cartão de crédito na sua loja é uma questão estratégica, já que isso permite
alcançar a maior parte dos compradores online. No entanto, apenas o cartão de crédito pode não ser suficiente, confira a
seguir outras modalidades de pagamento online.

Boleto bancário
Uma grande vantagem desse modelo de recebimento é que qualquer pessoa pode ter acesso, independentemente de possuir
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cartão de crédito, débito ou até mesmo uma conta bancária. A desvantagem é que o processo entre o cliente realizar o
pagamento e o lojista ser avisado pode demorar alguns dias.

Mesmo assim, receber pagamentos por boleto bancário é praticamente obrigatório no Brasil, levando em conta que muitas
pessoas ainda não se sentem seguras em colocar seus dados de cartão em lojas online. Para conseguir os melhores
resultados com esse meio, aposte em ações ativas para incentivar o pagamento, como e-mails lembrando o comprador
sobre a data de vencimento.

LEIA TAMBÉM: Saiba como o recebimento de pagamento online influencia suas vendas

Transferência online
Quer possibilitar que seu cliente pague de forma praticamente imediata? Dê a opção de transferência online. Com esse
método, você tem a confirmação direta com a conta bancária do comprador.

A rapidez é a grande vantagem da transferência online. No entanto, habilitar essa modalidade de pagamento pode não ser
tão simples e muitos compradores não se sentem seguros em realizar essa operação em um site desconhecido.

Voucher
O voucher permite que os compradores paguem no seu site utilizando cartões de benefício, como vale alimentação, vale
combustível etc, e amplia as possibilidades de recebimento da sua loja.

Por exemplo: pense em uma pessoa que quer pedir um jantar, mas só pode pagar com o vale alimentação. Se você oferece
essa modalidade de pagamento isso pode ser um diferencial para que o comprador se decida pelo seu site ou app.

Débito direto
A maioria dos bancos brasileiros oferece essa modalidade para seus respectivos clientes. Para que isso aconteça o cliente
sai da sua loja e é levado ao ambiente do banco para completar o pagamento. Nessa forma de pagamento, o cliente é
debitado em conta corrente no ato da compra e o lojista recebe em um dia útil na conta da empresa. No entanto, a
experiência do processo não é das melhores, o que pode diminuir a conversão total de pagamentos do site.

As plataformas de pagamento
Adquirente
Talvez você conheça as adquirentes como "maquininhas de cartão". São a mesma coisa, mas em compras online elas atuam
por trás do site. Elas são responsáveis por fazer todo o processo das transações por cartões, já descontando o MDR
(Merchant Discount Rate, a “taxa do cartão”). e também fazem a comunicação com os sistemas da bandeira e do banco
para autorizar a transação.

O ciclo da transação
O checkout da loja virtual é como se fosse a mensagem de transação aprovada na maquininha de cartão, quando o
pagamento é realizado. O pedido vai então para a adquirente.

A adquirente recebe a informação e manda para a bandeira (Visa, Mastercard e American Express, por exemplo). O
trabalho da bandeira é saber a qual banco seu cartão pertence, e encaminhar para ele a transação.

O banco recebe a transação da bandeira, verifica se aquele cartão é válido e se tem limite de crédito suficiente para aquela
compra, sendo o responsável em grande parte pelas aprovações ou negativas de pagamento.

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Gateway de pagamento
Os gateways de pagamento são sistemas que integram e fazem a transmissão de informações a respeito dos pagamentos
eletrônicos junto a bancos ou operadoras de cartão de crédito.

Esse modelo de recebimento possibilita ter maior controle das operações dentro do seu e-commerce, assim como o contato
direto com os bancos e operadoras de cartões. Um exemplo de gateway de pagamento é a Mundipagg, empresa que também
faz parte do grupo Stone Co.

Muitas vezes, os gateways são confundidos com os intermediadores de pagamentos, as subadquirentes (que explicaremos a
seguir), mas são sistemas diferentes. Nele, o lojista pode plugar várias adquirentes e serviços. Isso pode ser trabalhoso, já
que é preciso fazer vários contratos, mas assim o empreendedor pode conseguir negociações melhores, dependendo do
tamanho do seu negócio.

Outra diferença do gateway é que ele não transaciona dinheiro, apenas informações. Nesse caso, normalmente, é preciso
fazer a conciliação financeira de forma externa, nos painéis das diferentes adquirentes ou usando um serviço por fora da
plataforma. Uma vantagem é que normalmente gateways oferecem uma gama maior de meios de pagamento. Em
compensação, existe a desvantagem de, na maior parte dos casos, ser preciso ter um time de desenvolvimento para poder
integrar esses diferentes meios no seu site.

LEIA TAMBÉM: Como aumentar as vendas da sua loja virtual: confira 5 maneiras

Subadquirente
As subadquirentes, também conhecidas como intermediadoras de pagamento, são responsáveis por fazer o meio de campo
entre cliente, lojista e adquirente. Elas são facilitadoras. E o que isso quer dizer nesse caso? Que, para receber os
pagamentos, não será necessário fazer vários contratos com bancos, adquirentes e bandeiras individualmente — ou seja,
não há grandes burocracias. É nessa categoria que o Pagar.me se encontra.

Ao receber uma solicitação de pagamento com cartão, as intermediadoras enviam os dados do cartão de forma
criptografada para uma adquirente, que então processa a transação junto à bandeira e o banco. Os valores são liquidados
para a subadquirente que, por sua vez, repassa aos lojistas.

Subadquirentes são muito utilizadas pela facilidade na integração e contratação, e por já oferecerem todos os serviços
essenciais, como antifraude e carteira de boletos, tudo em um único contrato.

O modelo de cobrança das subadquirentes pode variar, mas geralmente é cobrada uma taxa percentual e um valor fixo por
transação. As subadquirentes são um meio para facilitar a sua vida descomplicando os processos de pagamento.

Resumindo: se a adquirente é a maquininha de cartão, o gateway seria um balcão com várias maquininhas e a
subadquirente seria a junção de todas as máquinas em uma só.

Sobre o que analisar para escolher a plataforma de pagamento online ideal, temos um conteúdo muito rico que já
publicamos aqui no blog, no qual mostramos toda a importância da plataforma para a sua loja online e todos os pontos a se
considerar na hora de escolher.

Dicas gerais
Depois de falarmos sobre plataformas de e-commerce, meios e plataformas de pagamento, pontos bem complexos para
quem pretende começar um negócio online, vamos deixar mais algumas dicas para que você consiga ter uma loja virtual de
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sucesso.

Invista em capacitação de pessoal


O meio online, por estar em constante mudança, exige capacitações o tempo todo. Isso fica ainda mais sério quando
falamos de vendas.

Invista em capacitação de gestão, marketing digital e transações online, por exemplo. O comércio eletrônico está cada vez
mais técnico e por isso exige profissionais que tenham um amplo conhecimento nas mais diversas áreas envolvidas.

Abaixo, temos uma lista de cursos que você pode fazer e se preparar ainda mais para entrar no mundo das lojas online:

Curso online de e-commerce. Saiba mais.


Curso gratuito de meios de pagamento online. Saiba mais.
Curso de plataformas de e-commerce. Saiba mais.
Curso de logística para lojas online. Saiba mais.
Estratégia de conteúdo para e-commerce. Saiba mais.

LEIA TAMBÉM: 3 passos para diminuir o abandono de carrinho em seu e-commerce

Entenda o poder dos anúncios


O sonho de todo dono de loja virtual é ter seu negócio sendo divulgado de forma orgânica. Não gastar dinheiro com
promoção parece o mundo perfeito, mas será realmente que é o caminho mais inteligente?

Estruture campanhas em plataformas como Google AdWords e Facebook Ads, por exemplo, e esteja em constante medição
de resultados. A lógica é simples: faturar mais do que está sendo investido. Se isso não estiver acontecendo, algo está
errado. Encontre o erro, mude as estratégias e busque outro caminho

Dê valor aos conteúdos


Muitas pessoas torcem o nariz quando o assunto é "marketing de conteúdo". Mas sabemos da importância de construir e
focar na audiência. E isso passa muito pela produção de conteúdos relevantes para o seu público.

Seja através de social media, posts em blog, vídeos para o YouTube, o importante é criar uma autoridade com a sua marca.

É muito mais fácil as pessoas comprarem de empresas que passam confiança e são referências em determinados mercados.

Seja impecável nos serviços


O sucesso de uma loja online passa muito pela sua capacidade de gerenciar estoque e os contratos com fornecedores para
garantir que os produtos oferecidos em seu e-commerce estejam sempre disponíveis.

Outra peça fundamental nesse processo é a logística de entrega. É preciso criar canais que funcionem de forma eficaz,
garantindo que o produto chegue ao comprador no prazo, sem atrasos e dentro dos custos previstos.

Pronto para fazer sucesso?


Ufa, quanta dica, hein? Mapeamos os pontos mais importantes para que você possa começar sua loja virtual de uma forma
saudável e demos o caminho das pedras para percorrer essa estrada rumo ao sucesso.

Fique sempre de olho aqui em nosso blog, temos conteúdos que podem ajudar no dia a dia na do seu e-commerce.

Boa sorte com a sua loja online!

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