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Movimento Ondulatório

• http://www.colorado.edu/physics/2000/waves_particles/waves
• http://. www.colorado.edu/physics/2000/waves_particles/waves.html
• http://www.glenbrook.k12.il.us/gbssci/phys/mmedia/waves/em.gif
• http://www.physicsclassroom.com/mmedia/waves/h1.gif
• http://id.mind.net/~zona/mstm/physics/waves/wave3d1/wave3d1.htm
p p y

http://www.walter-fendt.de/ph14pt/

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Movimento Ondulatório

Onda é a propagação de energia de um ponto para a outro,


sem que haja transporte de matéria

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A onda pode ser representada por uma


função:
• Sinusoidal,
uma função sen ou cos

• Quadrada,
duas situações possíveis e alternadas

• Triangular,
tem ascendência e descendência
linear até ao valor de amplitude
máxima.
máxima

• Dente de Serra,
quando o tempo de subida ou
descida é nulo.

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As ondas encontram-se presentes na Natureza sob várias formas.


Podendo-se agrupar em dois grupos:

¾ Ondas Electromagnéticas
• Propagam-se através de campos eléctricos e magnéticos (com
direcções perpendiculares) no vácuo e em (alguns) meios
materiais (dependendo da radiação e do meio).
– Ex: ondas rádio, TV, raios X, luz visível, infravermelho...

¾ Ondas
O d M Mecânicas
â i
Propagam-se através de perturbações no meio, devido às suas
propriedades elásticas.
– Ex.: ondas sonoras, ondas em cordas …

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TIPOS DE ONDAS

• Onda transversal
A vibração do meio é perpendicular à direção de
propagação. Exemplo: onda numa corda.

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TIPOS DE ONDAS

• Onda longitudinal
A vibração
ib ã do d meio i ocorre na mesma direção
di ã
que a propagação. Ex: ondas em uma mola,
ondas sonoras no ar.

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Características de uma Onda

• Comprimento de onda
Distância entre duas cristas
(máximos) e pode, de ondas
circulares, ser descrito através da
distância entre os círculos.

• Frequência
O inverso do tempo que uma
partícula (do meio) demora entre
uma crista e a seguinte.
1
f =
T
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Velocidade de Propagação

Também chamada velocidade de onda :


dx
v=
dt
Corresponde ao que a crista do pulso se deslocou em x (ou seja
dx), num intervalo de tempo dt.
Depende das propriedades elásticas do meio e da sua densidade

Não confundir com a velocidade das partículas, que se


movimentam com velocidade variável.

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Contando o número de ondas que


chegam
g a determinado ponto
p e…
quanto tempo demoram e que espaço
percorreram…

dx nλ
v= = = λf
dt nT

Verificamos que a velocidade é


proporcional ao comprimento de
onda e à sua frequência
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Função de Onda
• Se o pulso se propaga para a direita, sem se deformar, com
velocidade constante v, então após um tempo t, a função que
d
descreve o pulso
l seráá dada
d d por:

y=f(x--vt)
y=f(x

Nas ondas periódicas :

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Movimento Ondulatório

Se todas as partículas oscilam com a mesma


frequência e amplitude tem-se uma onda
harmónica progressiva em que a função
obtida é uma função sinusoidal (dada à custa
da função sen ou co-seno):
⎛ 2π ⎞
y = A sen ⎜ x⎟
⎝ λ ⎠

Por outro lado, a função de onda dependeria de:

y = f (x −vt)
Então a equação de onda virá na forma:

⎛ 2π ⎞
y = A sen ⎜ ( x − vt ) ⎟
⎝ λ ⎠

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Introduzindo as grandezas
fí i
físicas: 2π
• Número de onda (k) k=
λ

• Frequência angular (w) w = = 2πf
T

q ç de onda harmónica vem então:


A equação
y = A sen (kx − wt ) ou y = A sen (kx − wt − φ )

sendo φ a fase inicial, que poderá ser ou não nula, representa apenas
o perfil da onda no instante inicial.
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f(x) f’(x)
Ψ(x,t)
x ' = x − vt

f ( x ' ) = f ( x − vt )
x’
v

Vemos então que ∀ Ψ ( x , t ) = f ( x ' ) t = f ( x − vt )

Relação que garante que a equação diferencial de segunda ordem (equação diferencial da onda)

∂ 2Ψ (x,t) 2 ∂ Ψ (x,t)
é satisfeita 2

= v
∂t 2
∂x 2

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As funções f(x’) que vamos utilizar são as funções harmónicas

f ( x ' ) = Asen ( kx ' )

Ψ ( x , t ) = Asen ( k ( x − vt )) = Asen ( kx − kvt )

Ψ ( x, t ) = Asen(kx − wt ) Equação unidimensional da onda

Esta equação é periódica no tempo – T (período) w= 2π/ T = 2π f Pulsação ou freq. angular

Ψ ( x, t + T ) = Asen(kx − wt − wT ) = Asen((kx − wt ) − wT )
no espaço - λ (comp. Onda) k= 2π/ λ Número de onda

Ψ ( x + λ , t ) = Asen(kx + kλ − wT ) = Asen((kx − wt ) + kλ )
Daqui tiramos as relações – w=kv λ=vT v=λf

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Exemplo
A luz propaga-se no vazio com uma velocidade de 3x108 m/s.
Qual o comprimento de onda e o número de onda correspondente a uma frequência de 5x1014 Hz?
Escrever as expressões que representam a onda.

υ 3 ×108 ms −1 2π 2π
λ= = = 6 × 10 −7 m k= = = 1,05 × 107 m −1
f 5 ×1014 Hz
e λ 6 × 10 −7

y = Asen1,05 ×10 7 ( x − 3 ×108 t ),


ou
y = Asen(1,05 ×107 x − 3,15 ×1015 t )

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F -F Tensão normal ou axial → T= F / S


S

x
ψ’ – ψ = d ψ
x+ψ x+dx
O
x+dx+ψ′
-F
F F’ A dimensão passa de dx para dx + d ψ

S A deformação “normal” ou de 1a ordem

∂Ψ
∂x
= ε T = εE Módulo de Young

é, dentro dos limites de elasticidade, e de acordo com a Lei de Hooke, proporcional à tensão

Ψ
∂Ψ F = ES
F = TS = ε ES = ES Em equilíbrio
x
∂x
F Ψ
∫ ES dx = ∫ ε dx = ∫ d Ψ
x x

pois 0 0 0

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Movimento Ondulatório

Apliquemos a Lei de Newton a este elemento


∂F ∂ 2Ψ ∂F ∂ 2Ψ
A resultante será F '− F = dF = dx = ma = ρ Sdx donde = ρS
∂x ∂t 2 ∂x ∂t 2

∂Ψ
Derivando a equação
F = TS = ε ES = ES
∂x

donde donde

∂ Ψ2
E ∂ Ψ 2
∂ 2F E ∂ 2F
= =
∂t 2 ρ ∂x 2 ∂t 2 ρ ∂x 2
Campo das tensões
Campo das deformações

E
Velocidade de propagação v2 =
ρ

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Complementar

Verifiquemos que satisfaz a equação de onda P = ESkwψ 02 cos 2 (kx − wt ) = P0 cos 2 ( kx − wt )

dP
dP
== 2 wP0 cos( kx − wt ) sen( kx − wt )
dt
dt

==2wP0 [wsen2 (kx − wt) − wcos2 (kx − wt)] = 2w2 P0 [sen2 (kx − wt) − cos2 (kx − wt)]
dd 2 P
22
dt

dP
dP
== −2kP0 cos( kx − wt ) sen( kx − wt )
dx
dx

==2kP0 [− ksen2 (kx − wt) + k cos2 (kx − wt)] = 2k 2 P0 [sen2 (kx − wt) − cos2 (kx − wt)]
dd 22 P
d 2
ddx
dx
Donde concluímos ∂ 2P w 2 ∂ 2P
=
∂t 2 k 2 ∂x 2
2
E w
Velocidade de propagação v 2
= = (Campo ) onda de energia,
ρ k 2

transferência ou propagação de P

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Movimento Ondulatório

P = ESkwψ 02 cos 2 ( kx − wt ) Calculemos o valor médio da


potência transferida

w
Pméd = P = 1 ESkwψ 02 = 1 v 2 ρS wψ 02 = 1 ρw 2ψ 02 Sv = ηSv
2 2 v 2

η =1/2 ρ w2 ψ02 ⇔ densidade volumétrica de energia ⇔ J m-3

Pméd = η S v ⇔ potência média ⇔ watt (W)

I = P / S = η v ⇔ intensidade média ⇔ W m-2

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Analisemos agora o caso de uma corda (só tracção, sem compressão)

Características da corda
L ΔL
Massa por unidade de comprimento – m= M / L
Módulo de elasticidade – F= K ΔL / L
F F F’ F’ F’
M dx dψ

Nota
Constante elástica – F= k x = k ΔL
Pelo que K=kL

Δ L dψ ΔL dψ
Deformação longitudinal ε = = donde F = K = K
L ∂x L ∂x

∂F ∂ 2Ψ ∂ 2Ψ
F '− F = dF = dx = ma = mdx = K dx
∂x ∂t 2
∂x 2
∂ 2ψ K ∂ 2ψ
=
2
=
K ∂t 2 m ∂x 2
Velocidade de propagação v
m
Campo das deformações

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Movimento Ondulatório

ΔL dψ ∂F ∂ 2Ψ
Vimos atrás F = K = K dx = mdx
L ∂x ∂x ∂t 2

dF ∂ ⎛ dψ ⎞ ∂ ⎛ dψ ⎞
Se derivarmos esta equação
q ç = K ⎜ ⎟= K ⎜ ⎟
∂t ∂t ⎝ ∂x ⎠ ∂x ⎝ ∂t ⎠

d 2F ∂ ⎛ d 2ψ ⎞ ∂ ⎛ 1 dF ⎞
= K ⎜ ⎟= K ⎜ ⎟
∂t 2
∂x ⎝ ∂t 2 ⎠ ∂x ⎝ m ∂x ⎠

∂ 2F K ∂ 2F
=
∂t 2 m ∂x 2

Campo das forças ou tensões


K
Velocidade de propagação v
2
=
m

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Na energia teremos r
trabalho dW = F / dr ⇒ dW = − Fd ψ
dW d dψ dψ dψ
potência P = = (− Fd ψ )= −F = −k
dt dt dt dx dt

Se supusermos uma onda harmónica


Ψ ( x , t ) = ψ 0 sen ( kx
k − wt )
dψ dψ
Pméd = P = −k = 1 k wk ψ 2

dx dt 2 0

d 2P ∂ ⎛ d 2ψ ⎞ ∂ ⎛ 1 dP ⎞
= K ⎜ ⎟= K ⎜ ⎟ ∂ 2P K ∂ 2P
∂t 2 ∂x ⎝ ∂t 2 ⎠ ∂x ⎝ m ∂x ⎠ =
∂t 2 m ∂x 2

K
Velocidade de propagação v
2
= Campo ou onda de energia
m

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Ondas transversais numa corda

Ty’ T’
y
α’
dx Tx’

Tx
α Ψ(x+dx,t)
Ty
Ψ(x,t)
T

O x x+dx x

Tx’ = T cos α’
Tx’ ≈ -Tx T (cos α’- cos α) ≈ 0 Equilíbrio – não há ondas longitudinais
Tx = -T cos α

Ty’ = T sen α’
dFy = T (sen α’ − sen α) Resultante – para as ondas transversais
Ty = -T sen α

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Ty’ T’
y
α’
dx
Tx’ Ty’ = T sen α’
dFy = T (sen α’ − sen α)
Tx Ty = -T sen α
α Ψ(x+dx,t)
Ty
Ψ(x,t)
T

O x x+dx x
α e α’ pequenos ⇒ sen α = tg α e sen α’ = tg α’

∂ tg α ψ ( x + dx , t ) − ψ ( xx , t ) ∂ψ
dF y = T (tg α '− tg α ) = T (dtg α ) = T dx tg α = =
∂x dx ∂x
⎛ ∂ψ ⎞
∂⎜ ⎟ d 2ψ M d 2ψ
dF = T
∂ tg α
dx = T ⎝ ∂ x ⎠ dx = T ∂ ψ dx
2
dFy = dm 2 = dx 2
y
∂x ∂x ∂x 2 dt L dt

d 2ψ T d 2ψ
Campo das deformações = =
T
dt 2 M dx 2 Velocidade de propagação v
2

m
L

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São também aqui momento linear e energia que se propagam


dW d dψ dψ dψ
potência P = = (− Fd ψ )= −F = −T
dt dt dt dx dt

Se supusermos uma onda harmónica Ψ ( x , t ) = ψ 0 sen ( kx − wt )

dψ dψ
Pméd = P = − T = 1 T wk ψ 02 = 1 v 2 mwk ψ 02 = 1 mw 2ψ 02 v = η v
dx dt 2 2 2

d 2 Pméd T d 2 Pméd
Onda de energia = Velocidade de propagação v
2
=
T
dt 2 m dx 2 m

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Exemplo

Qual a velocidade de propagação de uma onda elástica numa barra de aço?


Sabendo que o aço tem um módulo de Young de 2,0x1011 N/m2,
e uma densidade volúmica de 7,8x103 kg/m3.

E 2,0 × 1011 Nm −2
v= = = 5,06 ×103 m / s
ρ 7,8 × 103 kgm −3

O valor experimental obtido anda por volta de 5,10x103m/s a 0ºC, o que


comparando com a velocidade do som no ar (3x108 m/s) mostra que as ondas
elásticas se propagam muito mais rapidamente nos metais do que no ar.

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Movimento Ondulatório

Ondas estacionárias
Interferência - Ondas estacionárias

IInterferência
t f ê i de d 2 ondas
d que se propagam em sentido
tid
contrário

y1 = y0 sin (kx − ωt ) y2 = y0 sin (kx + ωt )

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Y = y1 + y2 = y0 sin (kx − ωt ) + y0 sin (kx + ωt )


Y = 2 y0 cos(ωt )sin
i (kx
k )

Amplitude modulada

A expressão
expressão, Y,
Y representa uma onda estacionária

⇒ a onda não se desloca.


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Movimento Ondulatório

Y = 2 y0 cos(ωt )sin (kx )

X=0
Amplitude é nula para (nodos):
λ
sin(kx ) = 0 ⇔ x=n
λ 3λ
x = 0, , λ , ....
2 2 2

Amplitude é máxima para (ventres):


λ λ 3λ 5λ
sin (kx ) = ±1 ⇔ x = (2n + 1) x= , , ......
4 4 4 4

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Reflexão de um impulso que se propaga


numa corda fixa numa extremidade.

A onda reflectida sofre uma


mudança de fase de π, (A01 = - A02)

Propagação de uma onda numa corda


sem extremidades fixas “livres”.

A onda reflectida não sofre uma


mudança de fase.

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Movimento Ondulatório

Exemplo 1: corda presa nas duas extremidades


(interferência entre onda incidente e reflectida)

L: comprimento da corda
Ponto x = L e x = 0 temos um nodo (Y(x=0) = 0 e
(
Y(x=L)) = 0))

A onda reflectida sofre uma mudança de fase


de π, (y01 = - y02)

λ
sin (kL ) = 0 ⇔ kL = nπ L=n
2

2L Só são permitidos certos valores de


λn =
n comprimentos de onda, λn, na corda.

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Exemplo 1: corda presa nas duas extremidades
(interferência entre onda incidente e reflectida)

2L nv
λn = fn =
n 2L

2L
λ1 = 2 L λ2 = L λ3 =
3

v v
f1 = f2 = = 2 f1 f 3 = 3v = 3 f1
2L L 2L

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Movimento Ondulatório

Exemplo 1: corda presa nas duas extremidades


(interferência entre onda incidente e reflectida)

2L nv
λn = fn =
n 2L

v
f1 = Frequência fundamental
2L

nv P
Possíveis
í i oscilações,
il õ h
harmónicas
ó i
fn = = n f1
2L são múltiplos da frequência fundamental

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Exemplo 2: corda com uma extremidade livre


(interferência entre onda incidente e reflectida)

L- comprimento da corda
Ponto x=L é um ventre (amplitude Y(x=L) = 1 e Y(x=0) = 0)

f 2 n +1 = (2n + 1)
4L v
λ2 n +1 =
1st harmonic 2n + 1 4L

λ1 = 4 L v
3rd harmonic
f1 =
4L
4L v
λ3 = f 3 = 3 = 3 f1
5th harmonic
3 4L
v
λ5 =
4L f5 = 5 = 5 f1
5 4L
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Movimento Ondulatório

Exemplo 3: ondas estacionárias

Tubo aberto nas duas extremidades


(Y(x=0) = Ymax e Y(x=L) =Ymax) 2L nv
λn = fn =
n 2L

λ1 = 2 L λ2 = L λ3 =
2L
2L
3
v v 3v
f1 = f2 = = 2 f1 f3 = = 3 f1
2L L 2L
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Exemplo 4: ondas estacionárias

Tubo aberto em uma extremidade


2L v
(Y(x=0) = 0 e Y(x=L) =Ymax) λ2 n +1 = f 2 n +1 = (2n + 1)
2n + 1 4L

v
λ1 = 4 L f1 =
4L

4L λ1 v
λ= λ3 = f =3 f3 = 3 f1
3 3 4L

4L λ1 v
λ= λ5 = f =5 f5 = 5 f1
5 5 4L

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Exemplo:

Uma corda de 5,0m de comprimento está fixa numa extremidade e


vibra no seu quinto harmónico com a frequência de 400Hz. O
deslocamento máximo da corda é de 3cm.

Comprimento de ondas ?
Número de onda ?
Frequência angular ?
Função de onda da onda estacionária ?

L= 5
5,0m,
0m f5= 400Hz,
400Hz 2y0 = 0,03m
0 03m 4L
λ2 n +1 =
Uma extremidade 2n + 1

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4L 4L
a) Comprimento n = 2 ⇒ λ2×2+1 = = = λ5
2× 2 +1 5
4 × 5m
λ5 = = 4m
5


b) Número de onda k= = 1.57 m −1
λ5

c) Velocidade angular ω = 2π f5 = 800π rad / s

d) Função de onda Y ( x, t ) = 2 y0 cos(ωt ) sin( kx)


Y ( x, t ) = 0.03 cos(800πt ) sin(1.57 x)

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