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SISTEMA CFI.

Agora veremos:Injeção EletrônicaCFI - FICCódigo de Piscadas

A MEMÓRIAA ECU DO SISTEMA CFI, POSSUI UMA MEMÓRIA ONDE SÃO ARMAZENADAS AS
FALHAS IDENTIFICADS DURANTE O FUNCIONAMENTO DO MOTOR.O VEÍCULO NÃO TEM A
LÂMPADA DO SISTEMA NO PAINEL.

É POSSÍVEL VERIFICAR ESTAS FALHAS ARMAZENADAS ATRAVÉS DE SCANNER E


TAMBÉM POR MEIO DO CÓDIGO DE PISCADAS, FAZENDO UM JAMP E INTRODUZINDO
UMA LÂMPADA DE TESTES.SÃO 3 AS MEMÓRIAS DESTE SISTEMA.ANOTE SEMPRE OS
CÓDIGOS OBTIDOS, POIS NO FINAL DO TESTE A MEMÓRIA É AUTOMATICAMENTE
APAGADA.

AS MEMÓRIAS 1. KOEO TESTE ESTÁTICO EXECUTADO COM O MOTOR PARADO


IDENTIFICA FALHAS PRESENTES NO SISTEMA DURANTE O TESTE

AS MEMÓRIAS 2. KAM TESTE ESTÁTICO EXECUTADO COM O MOTOR PARADO


IDENTIFICA FALHAS PASSADAS E ARMAZENADAS NO SISTEMA

AS MEMÓRIAS 3. KOER TESTE DINÂMICO


EXECUTADO COM O MOTOR EM FUNCIONAMENTO E AQUECIDOIDENTIFICA FALHAS
PRESENTESNO SISTEMA DURANTE O TESTE

O JAMP – TESTE ESTÁTICO SEGUIR O PROCEDIMENTO LIGAR A IGNIÇÃO


LIGAR UMA LÂMPADA DE TESTE NO TERMINAL 17 E NO PÓLO POSITIVO DA
BATERIAFAZER A LIGAÇÃO (JAMP) ENTRE TERMINAIS 48 E 46

MEMÓRIA KOEO APÓS O JAMP, OCORRERÁ UMA PISCADA ISOLADA DA LÂMPADA


OS CÓDIGOS DE PISCADAS SERÃO APRESENTADOS EM FORMA DEZENAL NA ORDEM
CRESCENTEOS CÓDIGOS SÃO REPETIDOS UMA VEZ

MEMÓRIA KAM APÓS CERCA DE 9 SEGUNDOS, HAVERÁ OUTRA PISCADA ISOLADA


OS CÓDIGOS DE PISCADAS SERÃO APRESENTADOS EM FORMA DEZENAL NA ORDEM
CRESCENTEOS CÓDIGOS SÃO REPETIDOS UMA VEZO TESTE ESTÁTICO É FINALIZADO

O JAMP – TESTE DINÂMICO SEGUIR O PROCEDIMENTO AQUECER O MOTOR


LIGAR UMA LÂMPADA DE TESTE NO TERMINAL 17 E NO PÓLO POSITIVO DA
BATERIAFAZER A LIGAÇÃO (JAMP) ENTRE TERMINAIS 48 E 46
16 MEMÓRIA KOER APÓS O JAMP, OCORRERÁ UMA PISCADA ISOLADA DA LÂMPADA
A MARCHA LENTA OSCILARÁ ENTRE 30 A 40 SEGUNDOSAPÓS UMA PISCADA ISOLADA,
ACELERE O MOTOR E SOLTE O ACELERADOROS CÓDIGOS DE PISCADAS SERÃO
APRESENTADOS EM FORMA DEZENAL NA ORDEM CRESCENTEOS CÓDIGOS SÃO
REPETIDOS UMA VEZ

PERGUNTAQUAIS SÃOOS CÓDIGOSDO SISTEMA ?

RESPOSTAVERIFIQUE NAS TABELAS.

TESTE ESTÁTICO - KOEO 11 O.K. 15 CFI 19 SEM TENSÃO 21 TEMP ÁGUA 22 MAP
23TPS 24TEMP AR 51 53 54 61TEMP ÁGUA 63TPS64TEMP AR85CANISTER87CIRC
BOMBA95 96

Como saber se meu cabo de ignição está bom ?

Se for um cabo de terminais resistivos, basta olhar nos terminais o valor da resistência (muitas
vezes os terminais apresentam valores diferentes ou mesmo um deles pode não ser resistivo). Se
um terminal tiver 4k ohms e outro 2k ohms, ao medir a resistência ponta-a-ponta do cabo de velas
a resistência deve estar em torno de 6k ohms podendo variar para pouca coisa mais.

Se for um cabo resistivo, as seguintes fórmulas devem ser usadas:

Xa k ohms = (Ycm * 6k ohms) / 100cm


Xb k ohms = (Ycm * 10k ohms) / 100cm

Onde Ycm é a medida, em centímetros, do cabo sendo testado. Meça cabo por cabo e realize as
duas contas, você obterá Xa e Xb, ambos em k ohms, que indica que o cabo sendo testado deve
apresentar resistência com valor entre Xa e Xb. Suponha que o cabo tenha 30cm, então:

Xa k ohms = (30cm * 6k ohms) / 100cm = 1,8k ohms


Xb k ohms = (30cm * 10k ohms) / 100cm = 3,0k ohms

Se o valor medido via ôhmímetro foi de 2,4k ohms, então 1,8k ohms <= 2,4k ohms <= 3,0k ohms,
portanto o cabo está em boas condições.

para o diagnóstico de falha da vela de ignição podemos seguir o seguinte roteiro:

– Verifique em qual cilindro ocorre a falha de ignição;

– Troque a vela de cilindro e verifique se a falha mudou de cilindro, se isto não ocorreu é sinal que
a falha não é da vela de ignição;

– Com a ajuda de megômetro, verifique a isolação da vela. Isolação baixa pode ser decorrentes
de carbonização, encharcamento e trincas no isolador. Neste caso substitua as velas de ignição;

– Para velas convencionais verifique a continuidade da vela, utilizando o megômetro, velas sem
continuidade devem ser substituídas.
– Para as velas do tipo resistivas verifique o valor da resistência interna da vela que pode variar
de 3 a 7,5 kΩ, para alguns modelos de vela a resistência varia de 1 a 2 KΩ. Velas que
apresentarem valor de resistência fora do especificado devem ser substituídas

– Análise visual:

O motor do seu carro não pega

Saiba como diagnosticar a possível causa:

No artigo de hoje vamos abordar um fato inconveniente que acontece com praticamente todos os
proprietários de carro não só do brasil mais também no mundo todo, Então Atenção! Seja o seu
carro novo ou usado se isso ainda não lhe aconteceu, tenha a absoluta certeza de que ainda vai
acontecer contigo também, até porque carros são máquinas né? E toda máquina é sucessível a
falhas.

Convenhamos, essas coisas geralmente acontecem quando agente mais precisa do carro! Isso
me faz me lembrar das vezes em que ouvi pessoas contando que precisaram dar a partida no
carro para levar uma gestante em trabalho de parte para o hospital e o mesmo não funcionou, ou
aquela história do casal que foi para o motel e tiveram uma noite inesquecível lá, mais na hora de
ir embora o carro se recusou a funcionar ainda na garagem do motel, ou até mesmo aquela
história mais comum do trabalhador que foi tentar dar a partida no carro logo pela manhã para ir
trabalhar e o carro acabou deixando-o na mão.

É realmente uma situação complicada, pra não falar que é irritante. E em alguns casos conhecer
um pouquinho sobre o funcionamento do motor um carro pode ajudar bastante, ainda mais se não
houver socorro por perto, ou se o celular não estiver funcionando também.

Então chega de papo. vamos ao que realmente interessa!

Por onde começar:

Vou primeiro tentar mostrar da forma mais clara possível quais as principais falhas mecânicas e
elétricas que podem acontecer, e possíveis soluções para as falhas.

Sistema de Partida, Bateria e Correia Dentada:

Aviso importante: Antes de dar a partida no carro como um louco até descarregar a bateria, dar
um ” tranquinho “, e empurrar ele na ladeira da rua da sua casa… Verifique se a Correia Dentada
não está rompida ! O procedimento em alguns motores pode ser bem simples, bastando apenas
abrir uma tampinha de plastico para verificar. Se notar que existem pedaços de correia dentro da
capa de proteção dela, ou se ela estiver frouxa, PARE! não dê mais partidas e nem pense em dar
tranco, peça ajuda a um mecânico. Pois insistir em dar partida ou dar tranco no carro, pode causar
um prejuízo enorme com direito a explodir o motor por dentro.

Correia dentada estourada.


Quando o motor do veículo não entrar em funcionamento é preciso avaliar alguns fatores básicos
para proceder com o diagnóstico do problema, os dois primeiros pontos a se avaliar é se o veículo
possui combustível suficiente no tanque, e se a bateria consegue “girar” o motor do carro com
facilidade.

Se ao virar o contato as luzes do painel não acenderem ou acenderem fracas, provavelmente a


bateria poderá ter morrido. E só sua substituição poderá permitir que o carro funcione novamente.
Em alguns casos basta fazer uma ” chupeta ” com outra bateria carregada, ou dar um ” empurrão ”
no carro pode fazer o mesmo entrar em funcionamento, permitindo assim você chegar a um
mecânico.
Caso as luzes acendam em uma tonalidade forte, mais ao virar a chave por completo o motor não
fizer som algum, nem mesmo um estalo, ou não girar, então provavelmente você tem apenas um
problema elétrico relacionado ao motor de partida de seu carro. Neste caso talvez um pequeno ”
empurrão ” poderá fazer o carro funcionar até você chegar a uma oficina.

Fique atento para o som do motor de partida do carro, ao virar a chave no contato. Se o som do
motor de partida soar normalmente, girando o motor com rapidez, e as luzes do painel estiverem
em uma tonalidade forte então seu sistema elétrico responsável pela partida está funcionando
normalmente, e agora você pode partir para o passo seguinte.

Nível do Óleo lubrificante e nível de fluído refrigerante ou água do radiador:

Verifique se o motor possuí óleo lubrificante no cárter através da vareta de nível, e se possuí
também fluído refrigerante ou água no reservatório do radiador (caso a água tenha desparecido
tente completa-la, mais se você perceber que ao dar a partida a água é expelida novamente para
fora antes mesmo do motor pegar ou após completar a água o motor do carro travou e não quer
mais dar partida então PARE!, Seu carro está com problemas na junta do cabeçote, e será
necessário leva-lo ao mecânico para que sejam feitos os devidos reparos).
Retire também a tampa da entrada de óleo do motor e verifique se existem vestígios de alguma
substância pastosa que não seja óleo na cor preta do lado de dentro, se houver algum vestígio de
uma substância marrom claro ou esbranquiçada pode ser que seu carro sofreu um
sobreaquecimento anteriormente e teve a junta do cabeçote queimada o que ocasiona a mistura
de óleo e água e compromete o funcionamento do motor, então pare o diagnóstico por aqui ( é
importante não dar a partida ou tentar fazer o carro funcionar com a junta do cabeçote queimada,
para evitar prejuízos maiores), entre em contato com seu mecânico de confiança pois o motor terá
que ser aberto para reparos internos. Se tudo estiver “okay” siga para o próximo passo.

Sincronismo e Correias:

Abra o capô do carro, e verifique o estado das correias, se estão todas integras, e se não existem
vestígios de restos de pó de borracha ou pedaços delas próximos.

Em boa parte dos casos de quebra do motor de um carro, a correia dentada ou correia de
distribuição é a grande vilã. No caso da correia dentada quando ocorre a quebra da mesma o
prejuízo pode ser grande pois o motor perde o sincronismo entre as partes superior e inferior
(comando de válvulas, e virabrequim), o que causa o atrito interno entre as válvulas e os pistões.
Em alguns casos o choque entre as peças é tão violento que acaba estourando todo o conjunto, e
a brincadeira pode sair bem cara.
No caso da quebra da correia dentada somente, um mecânico com conhecimento básico poderá
efetuar os devidos reparos, pois ele terá que desmontar o motor para avaliar o estrago. Com a
correia dentada quebrada ou fora do sincronismo correto o motor não irá funcionar não importa o
que você faça.

No caso da quebra da correia auxiliar, ou correia externa o prejuízo é menor e você só vai precisar
de arcar com a compra da correia nova, talvez algum rolamento dela, e a mão de obra do
mecânico. Com a correia auxiliar quebrada, o carro até poderá entrar em funcionamento por
alguns minutos, mais logo irá parar novamente por que o alternador não vai estar funcionando e a
bateria não vai carregar, e o sistema de ignição vai consumir toda a carga restante da bateria até
o motor morrer. Além de outros problemas… o motor poderá sobreaquecer pois a bomba d’água
não vai estar funcionando, a direção poderá ficar muito pesada sem a assistência do sistema de
direção hidráulica, e nem o ar condicionado vai funcionar. Alguns malucos até conseguem chegar
em uma oficina com o carro sem a correia auxiliar. Se a distância for curta vale até tentar, mais
for longa desista! Não vai dar certo.

Sistema de ignição, velas, cabos de velas, distribuidor, e bobinas

Se o carro possuir uma bateria boa, o motor estiver girando rápido ao acionar o contato da chave,
estiver com combustível suficiente, e as correias estiverem em bom estado e bem esticadas,
então o próximo passo é verificar se o sistema de ignição está operando normalmente.

ATENÇÃO!
Se você usa marca passo, tem problemas cardíacos ou possui dispositivos sensíveis a descargas
elétricas, e a campos eletromagnéticos consigo; ENTÃO PARE POR AQUI. Jamais coloque suas
mãos em sistemas de ignição automotivos pois eles produzem voltagens altíssimas capazes de
levar um portador de marca passo, a óbito! As descargas elétricas que chegam as velas do carro,
variam de 20.000 volts, até 50.000 volts.
Para fazer um teste básico no sistema de ignição do carro basta desencaixar um cabo de
qualquer uma das velas, e segura-lo com um alicate encapado contra alta voltagem, em direção a
um ponto da lataria do carro ou um ponto qualquer do bloco do motor e pedir que alguém dê a
partida. Bastando observar se ao dar a partida partem do orifício do cabo que você está
segurando pequenas faíscas elétricas, centelhas, ou pequenos arcos voltaicos em direção a
lataria do carro, ou o bloco. Geralmente a centelha é forte o suficiente para que sejam ouvidos
estalos cada vez que elas saem do cabo de velas.

Se você
fizer este teste em todos os cabos de velas e em nenhum deles saírem faíscas elétricas, talvez
esteja ai o problema! Se seu carro possuir distribuidor, retire o cabo do centro dele e faça o
mesmo teste direcionando-o a um ponto da lataria do carro, e peça para alguem dar a partida.
Caso você só veja faíscas saindo deste cabo, é muito provável que o problema esteja na tampa
do distribuidor, ou no rotor interno a ela. Basta a troca dos dois, para que o carro volte a funcionar
normalmente.
Caso seu carro não tenha distribuidor, ou você não tenha visto faíscas no teste de nenhum dos
cabos de velas, então será necessário verificar a bobina e suas conexões. Se a bobina estiver
com rachaduras aparentes, vazando alguma substância oleosa de dentro dela, se estiver com
sinais de corrosão em sua conexão ou se você notar algum fio quebrado ou mal encaixado, pode
ser que o defeito esteja por ali. Em alguns casos somente a troca da bobina por uma nova pode
fazer o motor voltar a funcionar. Em outros casos mais complicados o defeito pode estar nos fios
que saem do contato da chave lá dentro do carro, algum mal contato pode ter desfeito a conexão
de alimentação do sistema.

É importante verificar também a caixa de fusíveis, pois o sistema de ignição geralmente é


protegido por algum fusível, se seu carro possuir manual vale a pena dar uma lida, para que você
encontre o fusível certo a ser verificado. Se não possuir manual, você pode verificar os fusíveis
um a um, mais lembre-se de retirar só um de cada vez e verificar se não está rompido por dentro.
E sempre que retirar um fusível de um lugar, certifique-se de colocar no mesmo lugar onde
estava. Eles são coloridos justo por isso, para não serem conectados em lugares errados. Cada
fusível tem seu lugar correto nunca se esqueça disso, e somente substitua um fusível por um da
mesma cor ou numeração!
Aviso: Substituir um fusível de uma cor ou numero, por um outro que seja diferente – Pode
causar incêndios! Cuidado!

Bomba de combustível, carburador, injeção eletrônica:

Uma dica simples que vale para carros com injeção eletrônica, é ficar atento ao som da bomba
elétrica que fica dentro do tanque, em alguns modelos é possível ouvir um zumbido ao ligar a
chave do carro, antes mesmo de dar a partida, se antes do carro dar o defeito você conseguia
ouvir o zumbido, e agora que ele não pega mais você não consegue ouvi-lo, então verifique os
fusíveis do carro, ou peça seu mecânico para verificar a bomba, provavelmente ela poderá ter
queimado.

Em alguns casos a causa de um motor não entrar em funcionamento pode estar relacionada a
falta de alimentação de combustível por alguma falha no sistema, que bombeia e faz a dosagem
de combustível para o motor. Nos carros mais antigos o sistema é gerenciado mecanicamente
por um dispositivo chamado carburador, que é um sistema muito sensível a combustível ruim, e
sujeira no combustível, e que requer manutenção periódica com grande frequência. Ao retirar a
tampa, ou mangueira do filtro de ar é possível visualizar a entrada do carburador por onde são
misturados o oxigênio e a gasolina, lá existe uma espécie de válvula que limita a passagem do
oxigênio/combustível e assim controla a aceleração do motor. Esta válvula é chamada de
Borboleta.

Em carros com injeção eletrônica a borboleta também existe! a diferença é que a injeção de
combustível é gerenciada por um computador, e dosada através de um ou mais bicos injetores. A
manutenção periódica é feita com intervalos maiores, e este sistema é mais confiável e resistente.
Um teste básico a se fazer para diagnosticar o funcionamento dos dois sistemas, é tentar injetar
pequenas quantidades de spray lubrificante, ou um pouquinho de combustível sobre a borboleta
do acelerador, enquanto alguém da a partida no carro. Se ao injetar o spray ou combustível na
borboleta, o motor do carro ameaçar pegar, ou pegar e morrer logo em seguida pode ter certeza
de que o defeito pode estar por ali.

Aviso: Jogar combustível ou spray na borboleta do motor do carro, pode causar incêndios,
explosões e queimaduras! Se não quiser ficar com uma sequela horrorosa ou ter seu carro
queimado, então pare por aqui!
Em alguns casos, o motor pode estar afogado por excesso de combustível, uma maneira de se
desafogar o motor de um carro, é pisar fundo no acelerador até o limite, e dar a partida por 10
segundos, com pausas de mais 10 segundos cada.

Possíveis problemas no sistema de alimentação:


•Filtro de combustível entupido, ou sujo demais – restrito.
•Bomba de combustível defeituosa ou fraca, ( em carros com injeção eletrônica ela é elétrica e
fica dentro do tanque de combustível ). Em carros com carburadores ela é mecânica e fica
acoplada no bloco do motor.
•Carburador travado, oxidado, corroído, entupido.
•Se o carro possuir alarme ou corta corrente anti furto, é necessário que seja verificado também,
pois pode estar com algum defeito ou mal contato impedindo o motor de funcionar.
•Mais uma vez verifique os fusíveis, e se encontrar algum queimado substitua por um da mesma
cor, ou mesmo numero.
Problemas com reconhecimento de combustível do sistema flex, ou Relação AF errada:

Nos carros flex é o mais comum a se acontecer, é a falha no reconhecimento do combustível após
abastecer um combustível diferente do que tinha no tanque do carro.

Por exemplo: Uma mulher mora ao lado de um posto de combustível (cerca de 1 km), e ela
costumeiramente sempre abastece seu carro flex com 100% de álcool todos os dias, mais um
belo dia ela decide abastecer o carro com 100% de gasolina quando já estava no posto que existe
ao lado de sua casa, então assim ela faz! E logo em seguida foi direto pra casa, descansar e
andou apenas 1km que é a distância de sua casa no posto de gasolina, distância que não foi
suficiente para queimar o restante de combustível antigo (álcool) na tubulação do sistema do
carro. Então a injeção eletrônica interpretou aquela ultima vez que ela abasteceu, como se
tivesse sido com álcool, e travou a estratégia de adaptação.

No dia seguinte quando a mulher tentou dar a partida em seu carro, ele não pegou como pegava
todos os dias quando ela abastecia só com álcool, mais porque?

Simples! Porque o computador do carro não reconheceu o combustível que ela abasteceu na
noite anterior, dai o computador ” acredita ” que todo o combustível ali presente no tanque é
álcool, mais na verdade é gasolina. E como a proporção de injeção dos dois combustíveis é muito
diferente o motor simplesmente não pega por causa de uma mistura errada de ar / combustível.

Em alguns carros, basta fazer o procedimento para desafogar para que ele pegue:

Pressione o pedal de acelerador até o final de seu curso, em seguida dê a partida! E ouça o motor
pegar novamente. Em outros casos, é necessário forçar uma adaptação usando um scanner
automotivo especifico.

Vale lembrar que a perca de dados sobre o combustível contido no tanque também se a bateria
descarregar, ou se ela for removida. Por padrão, sempre que a bateria é removida, o combustível
na memória do computador é redefinido para gasolina. SEMPRE!

Sensores de rotação, Pms, indutivos e de efeito Hall

Todos os carros com ignição eletrônica, e injeção eletrônica possuem um sensor que serve para
calcular o tempo correto em que deve acontecer a ” faísca ” das velas, e a injeção de combustível,
para que o motor possa funcionar. Este sensor pode estar localizado dentro do distribuidor,
próximo a polia do motor, ou em algum lugar do bloco. Isso vai depender da marca e do modelo
de seu carro.

No caso de falha deste sensor o motor não irá entrar em funcionamento, ou irá funcionar de
maneira intermitente, ou seja as vezes vai pegar, outras não vai pegar.
É difícil diagnosticar um defeito em um sensor de rotação em casa, pois para tirar a prova seria
necessário o uso de um osciloscópio, que de maneira geral é caro e precisa de conhecimento
técnico para ser operado. Ou seja talvez este problema só um mecânico poderá diagnosticar com
clareza e resolver de uma vez por todas.

Mais um teste simples a ser feito, é aquele de retirar um cabo de velas e observar se ao dar a
partida saem faíscas pelo cabo. caso as faíscas esteja de fato ausentes no momento da partida,
e você já tenha trocado a bobina, tampa de distribuidor, e rotor, provavelmente o problema possa
ser neste sensor.

É lógico que alguns defeitos podem ser vistos a olho nú, se você observar que existem fios
cortados, arrebentados, ou derretidos pelo calor do motor, provavelmente o problema é este.

Porém lembre-se que para gastar o mínimo de dinheiro possível para resolver este problema, a
melhor alternativa é pedir ajuda a um bom mecânico.

Chave codificada, e imobilizadores

Em carros com injeção eletrônica existe um sistema que protege o veículo contra possíveis furtos,
que é basicamente um chip com um código único gravado no interior da chave, e este código é
transferido e verificado pelo computador do carro toda vez que é dada a partida, se por algum
motivo o código não for recebido ou estiver incorreto ou corrompido, o carro também não irá entrar
em funcionamento!

Chaves codificadas são sensíveis a quedas no chão, campos eletromagnéticos fortes, e


descargas eletro estáticas de energia. Existem até montadoras que não recomendam deixar a
chave sobre eletrodomésticos em casa, como tv, geladeira entre outros.

Panes elétricas, módulos de controle defeituosos, problemas com enchentes…

Por último mais não menos importante temos os módulos de controle, que estão presentes em
carros com carburador e carros com injeção eletrônica, eles servem para gerenciar o sistema de
avanço de ignição, e o funcionamento do motor. Em caso de falha em algum destes componentes
o motor do carro também vai entrar em funcionamento, e talvez estes problemas são os mais
complicados de se resolver pois existe um grande conhecimento técnico do mecânico, e se ele
não for bom, provavelmente não vai conseguir fazer seu carro pegar.

Em casos do carro não pegar após passar por uma grande enchente, talvez seja preciso
desmontar sua parte elétrica e eletrônica para que seja feita a limpeza e reparos em todo o
sistema, caso contrário o veículo não vai mais funcionar.

Imobilizador : como funciona e suas falhas.

No passado roubar um automóvel era apenas uma questão de quebrar uma tranca, descascar e
juntar alguns fios coloridos e como um passe de mágica o motor entrava em funcionamento.

No Brasil por volta do ano 2000 os carros já vinham sendo fabricados com um acessório que
diminuiu drasticamente o numero de roubos de veículos sem o uso da chave: O Imobilizador
Automotivo, conhecido também como immo ou anti-arranque.

O imobilizador atualmente é composto por:

Chave codificada: O chip pode ser visto através do corte feito nela.

1: Chave codificada com segredo mecânico e transponder ( no transponder fica guardado o


código secreto que faz o carro pegar, este é o famoso “Chip” ).
Antena do imobilizador, tem forma de “o” pois fica em volta do cilindro da ignição.

2: Antena do imobilizador, que pode ser ou não acoplada a uma placa com o circuito central de
comando. Em alguns casos a placa fica em uma caixinha escondida embaixo do painel bem longe
da antena.

Central de controle do imobilizador. (conhecida por alguns como caixinha).

3: Central de comando do imobilizador: Controla a recepção do código secreto da chave, e a


gravação de novas chaves, além enviar também um sinal ao computador do carro (ECU – ECM)
para permitir a partida.
Luz indicadora de falhas do imobilizador. ao dar a partida esta deve apagar, se não acontecer
provavelmente você tem uma falha no sistema.

4: Existe também no painel dos automóveis uma luz com formato de uma chave, cadeado ou com
as palavras CODE, ou LOCK que permite diagnósticos rápidos do sistema
de imobilizador. Ela acende ao virar a chave do contato, e após a partida deve apagar. Se o ela
ficar piscando repetidamente, ou de maneira intermitente ao tentar dar a partida, e o motor do
carro não entrar em funcionamento é muito provável que exista uma falha no transponder da
chave, ou em qualquer outra parte do sistema imobilizador.
A sequência de funcionamento é a seguinte:
Ao abrir o carro e inserir a chave no contato de ignição a antena é rapidamente eletrificada por um
pulso enviado pela central de controle do imobilizador, o que faz com que o transponder (chip) da
chave seja alimentado, enviando assim o código secreto para antena do imobilizador, o código é
interpretado, e se estiver correto, então um sinal é enviado a ECU, que por sua vez libera o pulso
dos bicos injetores, e alimentação elétrica do sistema de injeção eletrônica, Permitindo que o
motor entre em funcionamento.

Caso o código que esteja armazenado na chave não seja o código correto esperado pelo sistema,
após três tentativas o sistema fica temporariamente travado e não permite a partida mais.

Mais como nem tudo são flores…

Como todo sistema anti furto, com o passar dos anos vai se tornando defasado, e os larápios e
gatunos de plantão vão aprendendo a dominar e a burlar o sistema para furtar os carros. Então
toda a forma de proteção se torna válida para complementar o imobilizador e evitar que o carro
seja roubado.

Mesmo com sistema imobilizador os carros hoje em dia são furtados com frequência, onde o
bandido simplesmente arranca fora a ecu do carro, e insere uma ecu modificada que não precisa
de chave codificada pra dar a partida e leva o carro embora em poucos minutos.

Você pode complementar a segurança de seu carro com:

*Um bom alarme automotivo que seja bem instalado, Procure adquirir um alarme de uma marca
bem conhecida, e busque um instalador que seja conhecido fazer uma boa instalação, e você com
certeza irá tornar seu carro mais difícil de ser furtado.

*Instale um rastreador veicular. Pois na pior das hipóteses se o carro ainda sim for roubado você
ainda poderá rastrea-lo com o auxilio da polícia e recupera-lo sem maiores dores de cabeça.

*Faça um seguro! Para muitos o seguro pode não ser a opção mais barata ou acessível, mais
depois de estar morando no Brasil, acho que uma das melhores saídas é contratar este serviço.

Além de tudo isso…

Sistemas eletrônicos são sucessíveis a falhas com o passar do tempo, ainda mais quando
falamos de carros, até porque estão expostos diretamente a ação do tempo, calor, radiação solar,
chuvas, infiltrações, enchentes, e o desgaste natural. É ai que mora o problema..

Um sistema imobilizador com defeito, pode causar uma baita dor de cabeça, até porque as peças
são caras, e existem poucos profissionais com conhecimento necessário para desvendar defeitos
nessa tecnologia nova, considerada complicada demais por profissionais mais antigos da área
automotiva.

Principais defeitos:

Falha no transponder: que pode ser intermitente, e algumas vezes causada por quedas bruscas
da chave do carro no chão, ou em outros casos causada por interferência eletromagnética
provocada por exemplo pela mania ou simplesmente falta de conhecimento do usuário do carro,
de colocar a chave sobre a geladeira ou outro eletrodoméstico todos os dias ao chegar em casa.

Falha na Antena do imobilizador do carro: Que pode ser causada pela ação do calor do sol dos
grandes centros da cidades, que com o tempo tendem a tornar as propriedades condutoras da
antena diferentes, alterando a resistência elétrica, e deixando um defeito intermitente cabeludo,
que faz com que o carro hora funcione, hora não funcione.

Falha nos circuitos eletrônicos, fiação do carro, ou interferências causadas por acessórios mal
instalados ou de má qualidade: Alarmes, som, ou kits de xenon mal instalados podem causar
falhas dificeis de serem detectadas no imobilizador, tornando o funcionamento do carro
imprevisível e falho.

Vale lembrar que falhas na bateria, e infiltrações de aguá também danificam o sistema.

Em veículos em que não é mais possível parear novas chaves, ou o sistema imobilizador não
funciona mais como deveria é possível desativar o imobilizador e fazer com que o carro funcione
sem a necessidade de uma chave programada! Este procedimento se chama DECODE.

Reparo de Imobilizador Automotivo, Reset e Decode, como fazer:


No ramo de reparação automotiva, é comum se deparar com problemas relativos a imobilizadores
e chaves codificadas, e muitos até sem solução ou muito caros, pois exigem a troca de kits
inteiros, centrais, unidades de comando, chaves, e até velocímetros e ou painéis. O que muitas
vezes não é uma opção, para muitos veículos mais antigos já, por exemplo, não é mais possível
encontrar tais peças novas, e as vezes, nem mesmo usadas em bom estado.

Para a maioria dos sistemas de injeção eletrônica existem maneiras de se desabilitar a chave
codificada, e a partir dai então é possível dar a partida no motor do veículo sem a necessidade de
uma chave codificada/programada. Em muitos casos a única maneira de “colocar o veículo pra
rodar” novamente, é eliminando o sistema de chaves codificadas.
Para desabilitar o imobilizador, existem as seguintes maneiras:

•Com uso de chip emulador;


•Com a programação da central de injeção eletrônica;
•Com modificação do hardware da central de injeção eletrônica.
Os chips emuladores, nada mais são do que, pequenas placas de circuito impresso que contém
um circuito que ” finge ” ser a chave codificada e permitem assim a partida sem a necessidade de
uma chave codificada. Eles simulam o sistema, a desvantagem é que não são muito comuns no
Brasil, e quando se encontram são caros e muito específicos (só funcionam para determinados
modelos de carro).

A programação da Central de injeção eletrônica é o método mais comum e o mais utilizado, não
só no Brasil mas também no mundo todo, e é a solução mais eficaz para problemas com veículos
que não funcionam mais com chave codificada.
modificação de hardware para desbloquear a central de injeção eletrônica foi muito usada em
automóveis antigos da década de 90 até o ano 2000, depois disso não foi mais possível usar
artifícios de modificação de hardware para desabilitar a chave codificada em carros por aqui. As
coisas mudaram…
Em muitos carros, os dados do imobilizador ficam gravados em um pequeno chip de
encapsulamento soic8, e basta apenas remover cuidadosamente o chip da placa da central,
coloca-lo em um programador de eeprom, e escrever um arquivo de correção por cima do arquivo
original. (Nunca se esqueça de antes de qualquer coisa fazer backup do arquivo original para caso
algo dê errado).
Em outros casos, a programação deve ser feita direto na memória flash ou na memória interna do
processador da central. Para programar o processador existem programadores específicos que
são importados do exterior e vendidos no Brasil.

O que é Reset e Decode?


No ramo automotivo, os termos Reset e Decode tem os seguintes significados:
•Reset: É o ato de preparar uma Central usada para ser adaptada em outro veículo. Por exemplo,
se você precisar comprar uma central para seu carro, pois a sua queimou e você só encontrar
usada em algum ferro velho, você deve reseta-la para que ela funcione em seu carro. Em poucas
palavras a central é “casada” com seu carro de origem. Para que funcione em um carro diferente
ela deve passar por este procedimento de reset.
•Decode: É o ato de desabilitar o imobilizador e/ou chaves codificadas usando programação.
•Para ambos o procedimento é parecido e vou explanar melhor abaixo.
Como fazer reset ou decode de um módulo?
É impossível ensinar aqui como fazer reset ou decode de todos os módulos/centrais que existem,
até porque para cada módulo é um procedimento diferente.
Porém, no artigo de hoje eu vou ensinar como fazer em algumas centenas de modelos de centrais
automotivas!

Nota: Quero lembrar que este artigo é destinado a técnicos ou auto entusiastas. Se você for
apenas um curioso e não tiver noção nenhuma de eletrônica ou de solda de eletrônicos não faça
isso. Você pode inutilizar a central de seu carro.
Para fazer o reset/decode de uma central você vai precisar das seguintes ferramentas:
•Estação de solda a ar;
•Fluxo de Solda / Pasta de solda / Malha dessoldadora;
•Uma pinça;
•Um programador de EEPROM TL-866 socket 40 pinos;
•Em alguns casos é necessário ter um programador de linha K como ST10 ou Ktag;
•Um adaptador para programador de eeprom soic8 para dip8;
•Um computador com Windows Xp ou superior;
•Os softwares e arquivos disponibilizados aqui no artigo.

Vou citar três exemplos práticos de como remover o imobilizador, em três modelos diferentes de
carros, de marcas diferentes!
O Primeiro é Fiat Uno/Palio/Strada com sistema Marelli IAW 4AFB:

O primeiro passo é desmontar o módulo de injeção com cuidado, pois, normalmente ele é colado
com um tipo de “chiclete” industrial, uma cola que serve para não permitir que água ou poeira
penetre no interior da centralina, é preciso puxar a placa com cuidado e com auxilio de uma
espátula de plástico ou algo que não danifique os componentes eletrônicos dentro do módulo.

O pino 1 da soic pode ser identificado pelo pequeno furo em relevo baixo em sua face.
Recomendo que você tire uma foto do componente que vai ser retirado da placa para se lembrar
da posição em que ele estava antes de retira-lo. A soic tem posição para ser soldada, e a
referência é o pino 1 que é marcado por uma bolinha na face do componente.

O segundo passo será preparar o circuito para dessolda do componente soic 8 onde estão
armazenadas as informações sobre o veículo e sobre o imobilizador. é preciso isolar com fita
adesiva as outras partes e componentes da placa para evitar que respingos de solda caiam sobre
componentes que não vão ser manuseados.
Localização da soic do imobilizador nos sistemas fiat 4af.
Após preparar a placa para dessolda da soic, é preciso umedecer um pouco as pernas da soic,
com um pouco de fluxo e pasta para soldagem com o auxilio de um pincel anti – estático, depois
disso, basta aquecer o ferro de solda a uma temperatura de aproximadamente 230 Graus °C em
seguida preencher as pernas do circuito integrado com solda derretida, aquecendo os dois lados
por igual. Depois que a solda estiver brilhando basta retirar a soic 8 com auxilio de uma pinça
comum ou com uma pinça a vácuo.

O terceiro passo é, limpar o excesso de solda que fica nas pernas da soic com a malha
dessoldadora, aquecendo os terminais da soic e colocando a malha de dessolda em contato com
elas para que a malha “puxe” a solda, e assim deixe os terminais limpos para colocar o circuito
integrado no programador de EEPROM , tomando o cuidado de colocar o componente na posição
certa, respeitando o pino número 1, que é identificado por uma pequena “bolinha” na face do
componente.
Se até ai tudo deu certo, agora basta colocar a soic na pinça ou adaptador do programador de
eeprom, conectá-lo ao computador, abrir sua interface e selecionar na lista de componentes a
marca ST, em seguida o modelo SOIC8 modelo/serie 95160, conforme está escrito na face do
componente.
Em seguida, faça a leitura e backup do arquivo original da soic 8, usando as opções “R” Readda
interface do programador, em seguida clique em File e depois em Save e selecione uma pasta
para salvar a cópia de segurança do arquivo original. Renomeie o arquivo de uma forma que
consiga distingui-lo dos outros que você vai gerar, por exemplo: Arquivo original IAW 4AFB.BIN

O botão “R” faz a leitura da soic. E o Botão “P” programa os dados na soic ( Sobreescreve ).
O próximo passo é reparar o arquivo para ser gravado novamente na soic, basta abrir o AETOOL
na opção select Brand escolher “FIAT”, na opção Select ECU Type escolher MAGNET MARELLI
IAW 4AF.XX, clicar no botão Open e selecionar o arquivo que você extraiu da soic, em seguida
clicar em REPAIR, e por último clicar SAVE para salvar o arquivo já reparado/desbloqueado.
Você pode usar o programa comparador de arquivos binarios e Hexadecimais para comprovar que
o arquivo foi reparado com sucesso.

Para facilitar, salve-o como nome de IAW 4AFB REPARADO.BIN. Para inseri-lo na soic abra a
interface do programador e clique em FILE e em seguida OPEN, escolha o arquivo reparado e dê
ok para opção que aparecer na janela. Depois de carregado o arquivo, confira se está selecionado
o componente correto que é ST 95160 SOIC8, se tudo estiver okay então basta clique em “P” para
programar!
Aguarde o término da programação, se tudo correr bem a mensagem sucessful irá aparecer
no log do programador, pode fechar a janela, retirar a soic do programador e preparar para solda-
la na placa novamente.
Para solda-la novamente na placa, você precisa primeiro limpar as trilhas da placa
cuidadosamente com o ferro de solda, um pouco de fluxo e pasta para soldar com auxilio da
malha dessoldadora, basta aquecer a malha e passá-la levemente sob as trilhas para retirar o
excesso de estanho que sobrou. Por fim, passe um pouco de álcool isopropílico para retirar
restos de sujeira, coloque a soic sob a placa alinhada corretamente na mesma posição que estava
anteriormente e dê um pingo de solda no terminal 1 e um pingo de solda no terminal 4 tomando
cuidado de alinhar tudo minuciosamente.

Solde o restante dos terminais do componente, verifique com o auxilio de uma lupa se não existe
curto circuito entre os terminais do componente, faça uma limpeza final com álcool isopropílico e
em seguida pode fechar a central para testa-la!

Certifique-se de remover a caixinha do imobilizador do carro antes de conectar a central já


desbloqueada no carro novamente, pois, a caixinha do imobilizador pode programar a central
novamente, e seu trabalho será perdido. A caixinha está localizada abaixo da coluna de direção
nos Fiat Uno, Palio, Strada, Brava, Marea, Fiorino e em outros Fiats fabricados até 2014.

O Segundo é VW Gol G4, G5, Cross Fox, Space Fox, Voyage, Saveiro Cross com sistema
Bosch ME 7.5.X X = qualquer coisa.
Para remover o imobilizador dos sistemas VW com Bosch ME 7.5.x o procedimento é o mesmo
para os FIAT com Magnet Marelli, a única diferença é que você precisa selecionar marca modelo
correto do componente soic8 na interface do programador, e em seguida abrir o AETOOL e
selecionar em BRAND a marca VOLKSWAGEN e ECU TYPE selecione o sistema BOSCH ME
7.XX . Em sistemas BOSCH normalmente o componente a ser programado é ST 24040 ou
95040.
Todo o restante do procedimento é igual ao anterior.

Nota: A soic se encontra do lado de trás da placa, bem no meio.


Reset/Decode dos módulos IAW 1G7 antigos do Fiat Palio, DELCO da Chevrolet dos antigos
Corsa, S-10, Omega e alguns CITROEN antigos:
Este procedimento é um pouco diferente, e se aplica a centrais que tem processador motorola
68HC11 ou Texas TMS370 e TMS374, e usavam memoria ROM ST27C512 DIP28.
Chip ST 27C512 usado para gravar o arquivo de reset. também presente na central do carro com
dados da injeção eletrônica.
Para estes sistemas, bastava gravar um arquivo disponível no AETOOL (para encontrar basta
selecionar a montadora e modelo de central corretos na lista). e então gravá-lo em uma memoria
virgem ST27C512, o arquivo força o processador a resetar o imobilizador para o estado
destravado, e permite que o veículo entre em funcionamento sem a necessidade de chave
codificada.
Basicamente você só precisa gravar a memoria virgem com o arquivo e a memoria se tornará uma
ferramenta que poderá ser usada para destravar outras centrais, se tornará um “chip ferramenta”.

•Retire a central do carro


•Marque a posição do chip ou tire uma foto para não conectar errado!
•Retire o chip original do socket
•Coloque o novo chip ferramenta que você gravou
•No veículo retire a caixinha do code, e em seguida coloque a central no lugar novamente
•Ligue somente a ignição por mais ou menos 2 a 3 minutos
•Desligue a ignição e retire a central novamente do veículo
•Coloque novamente o chip original na central
•E pronto a central estará desbloqueada e pronta pra funcionar sem imobilizador.

Este procedimento é reversível, e para codificar chaves no carro novamente basta colocar um kit
caixinha + chave funcionando e ele ira programar e se casar ao sistema automaticamente.
Perdeu o código do radio original de seu carro? A solução está aqui!

Ao contrário do que se pode imaginar, perder o código do rádio ou sistema de som original de
fábrica de um carro pode ser um inconveniente bastante comum e até fácil de acontecer.
Muitas pessoas acabam passando por situação parecida somente depois de precisar de trocar a
bateria do carro, ou simplesmente por precisar retirar a bateria em uma oficina para fazer algum
reparo na carro, e muitas das vezes carros comprados em agências de revenda, não vêem com
manual e nem aquela pequena pasta com as especificações do carro e informações sobre os
equipamentos. Dai está feita a confusão.

Se você não souber o código do rádio do carro provavelmente você terá que recorrer ao serviço
de uma concessionária autorizada, e a brincadeira pode sair bem salgada… “Eu mesmo conheço
uma pessoa que para recuperar um simples código do aparelho de som de um volkswagen
importado gastou o valor nem um pouco abusivo de 500 reais”. Isto é.. Quando conseguem dar
uma solução que não seja trocar o equipamento de som inteiro.
Na maioria dos casos você não pode tentar mais do que três vezes, ou o aparelho é
permanentemente bloqueado.
Mais para a alegria de quem perdeu ou simplesmente não sabe o código do rádio original e quer
desbloquear sem perder nada da originalidade de seu automóvel, eis que vou mostrar algumas
possíveis soluções para o problema!

Estão no pacote as seguintes calculadoras de código (Atualizado em 31/10/2018):


•Calculadora Audi – Volkswagen
•Calculadoras para VW Alfa, Beta, Famar, Gamma, Premium, RCD, Technisat, Delta
•Calculadora para Chrisler
•Calculadora Bosch
•Calculadora BMW
•Calculadora Nissan
•Calculadora Mercedez Benz
•Calculadora Alpine, Kenwood, JVC
•Calculdora Honda
•Calculadora Fiat Visteon
•Calculadora Aparelhos Becker
•Calculadora para Aparelhos Blaupunkt
•Calculadora para aparelhos Visteon Ford
•Calculadora CalcGen ( Atende vários fabricantes )
•Calculadora CRUCC2 ( Também atende a vários fabricantes )
•Calculadora para aparelhos Clarion
•Calculadora Daewoo
•Calculadora para aparelhos FORD serie V
•Calculdora para aparelhos FORD, M, A, C e L series
•Calculadora Grunding
•Calculadora Hyundai
•Calculadora para Mercedez Benz Alpine
•Calculadora para aparelhos Philips
•Calculadora para Volvo
Segunda Solução (Avançada):

Em muitos aparelhos modernos ainda não é possível desbloquear usando as calculadoras de


código com base no numero de serie do aparelho, então se você for um entusiasta ou entender
algo de eletrônica você pode usar os softwares que recuperam o código a partir da memória
eletrônica EEPROM que existe dentro do rádio! Basta apenas você possuir um programador de
eeprom, e conhecimento técnico para remover a memória do rádio e inserir no programador, ler os
dados contidos na memoria e assim inserir no software de recuperação para então obter o código
correto!

Para que você consiga acessar os dados de uma memória eeprom você precisa de um
programador de memorias, existem muitos no mercado. porém o programador upa é o mais
recomendado para tal serviço por sua simplicidade e pelo baixo custo.

Placa do Programador UPA


Com o programador upa em mãos você só precisa dessoldar a memoria eeprom da placa e inseri-
la em seu adaptador para ler memórias, ou fazer a ligação dos fios do programador no circuito
sem precisar remover nenhum chip!

DPF EGR Sonda Lambda Como Desativar

Luz da injeção acesa.


Com a avanço da tecnologia utilizada nos automóveis fabricados atualmente, foi possível otimizar
o consumo de combustível, e também diminuir a emissão de hidrocarbonetos.

Mas com toda essa tecnologia embarcada surgiram também problemas técnicos difíceis de serem
resolvidos, pelo menos de forma barata. Falhas em sistemas de controle de emissões de
veículos diesel, leves, de passeio ou pesados demandam mão de obra especializada, peças
originais e tudo isso pode custar bem caro.

Quando um veículo apresenta falha no sistema de DPF , EGR , SONDA LAMBDA ou ARLA 32 /
ADBLUE , luzes de aviso acendem no painel, informações sobre falhas nos sistemas de emissões
são informadas em computadores de bordo, e com tudo isso o mais inconveniente acontece:

Luz do DPF acesa no painel.


•Luz de Avaria ou anomalia da injeção eletrônica fica acesa constantemente;
•O potência do motor do veículo ou caminhão é reduzida em até 40% ;
•A Rotação do motor pode ficar limitada a 2.000 ou 3.000 RPM.
Luz ARLA 32 acesa.
Em alguns casos a troca de um catalizador de um caminhão ou a troca do filtro DPF / reparo no
sistema de descarga de ARLA 32, pode custar a bagatela de 24.000 reais em uma concessionária
especializada.

E ainda tem aquele velho problema que assombra os veículos com mais de 10 anos de
fabricação:

•Falta de peças de reposição no mercado,


•Falhas múltiplas em sistemas eletrônicos que tornam inviável o reparo do veículo pois
representam 50% do custo do valor total dele.

Contudo, ainda há uma solução barata para problemas relacionados a avarias no Filtro de
Partículas DPF, Válvula de recirculação de Gases de Escapamento EGR, e Sonda Lambda pós
Catalizador, e ADBLUE ou ARLA32:

Reprogramação da unidade de comando do motor de veículos diesel.


A reprogramação do módulo de injeção pode ser uma saída acessível para solucionar problemas
de funcionamento dos sistemas de controle de emissões citados acima.

Em geral a reprogramação pode ser feita com o auxilio de equipamentos programadores


específicos como o K-Tag ou KessV2. Mas só possuir os equipamentos não é suficiente, e
também é necessário ter arquivos previamente reparados para gravar nos módulos de injeção do
veículo / caminhão.
Equipamentos de reprogramação.
Os arquivos reparados podem ser confeccionados por um engenheiro ou você pode utilizar um
software ferramenta de edição e reparos / desativação dos sistemas DPF, LAMBDA, ARLA,
ADBLUE, EGR.

Vou disponibilizar abaixo uma suíte de aplicativos e arquivos para Remover DPF, EGR, Sonda
Lambda 2, Arla32 , Adblue, e EGR.

Reparo de Centrais Automotivas sem segredos!


No artigo de hoje vou falar um pouco sobre reparo de módulos eletrônicos que equipam os carros,
caminhões, motocicletas e outros veículos existentes desde 1994. Portanto, sente-se em um lugar
confortável pegue o cafezinho ou um suco e prepare-se, pois a leitura será interessante e extensa
As montadoras tem investido fortemente na implantação de tecnologia de primeiro mundo em
seus veículos, e isso sempre será uma forte tendência, pois, quem é que não gosta do conforto e
das facilidades que a eletrônica embarcada proporciona, não é verdade?
Com a chegada de tanta tecnologia problemas foram solucionados, e os carros se tornaram muito
mais confiáveis e recheados de recursos, antes inexistentes. Um grande exemplo de vantagem, é
a injeção eletrônica e os sistemas de gerenciamento eletrônico de motores ciclo otto e diesel, que
proporcionam grande economia de combustível aliada a um excelente aproveitamento de força do
motor.
Porém, com tanta coisa boa também surgiram alguns detalhes…

Que fizeram com que o mercado de reparação automotiva tivesse que se atualizar e aprender a
lidar com os novos equipamentos dos automóveis atuais. Reparar carros deixou de ser
simplesmente só torcer parafusos e fazer ajustes mecânico. Para se ter ideia ainda existem no
Brasil, muitos reparadores autônomos que ainda tem dificuldade para solucionar problemas nos
veículos modernos, e acabam passando por grande frustração, além de deixar frustrado o cliente.
Infelizmente no Brasil, conhecimento, ferramentas e peças de qualidade, ainda não estão 100%
ao alcance de quem quer trabalhar. Realidade muito diferente de outros países onde é mais
acessível e barato aprender a trabalhar com tecnologia automotiva.
Chega de enrolação, vamos direto ao assunto!

Módulos de controle e equipamentos eletrônicos que equipam veículos, normalmente apresentam


problemas, e alguns além de caros, não são encontrados no mercado de reposição, o que torna
viável o reparo de tais módulos. Um veículo moderno fabricado atualmente pode ter vários
módulos de controle em sua carroceria, são eles:

•Módulo de Injeção Eletrônica UCE ou conhecido simplesmente como ” Central “;


•Módulo de Controle de Transmissão TCM ou a Central do Câmbio Automático;
•Módulo de Controle de Carroceria BCM Bsi BC ou Central de Múltiplas Funções que comanda:
faróis, luzes de cortesia, setas, limpador de para brisas, alarme, chave anti furto codificada, vidros
elétricos com anti esmagamento, travas elétricas, lanternas, desembaçadores e climatização;
•Módulo de Controle de Arrefecimento: como próprio nome diz, controla o funcionamento das
ventoinhas do radiador para arrefecer o motor;
•Módulo de Controle do Climatizador: controla o ar condicionado, tanto quente como frio;
•Módulo de Conforto: controla alarme, trancas, travas elétricas, vidros elétricos, teto solar,
regulagens de bancos elétricos, retrovisores elétricos, funções de aquecimento de acentos, entre
outras funções, dependendo do modelo do veículo e seus opcionais;
•Módulo de Controle dos Freios ABS: este controla o funcionamento dos freios abs, além de
também controlar funções de controle de tração e estabilidade, quando disponíveis;
•Módulo de Controle de Airbag’s: este tem função de controlar o acionamento das bolsas dos
Airbag’s, no momento certo para diminuir danos aos tripulantes em caso de acidentes. Este
módulo também efetua diagnóstico constante de seus sensores e atuadores, e alerta o motorista
através de luz de aviso no painel para possível mal funcionamento do sistema Airbag;
•Os velocímetros dos carros atuais também são considerados módulos.

Estes são só alguns dos módulos que são encontrados nos veículos modernos, existem
montadoras que costumam fabricar um módulo separado para cada função do carro, tornando os
sistemas mais confiáveis, porém, mais complexos.

Todos estes módulos, possuem unidade lógica de processamento de dados (processador),


Memória RAM e ROM, e estão todos interligados através da rede CAN . Assim, todos são
gerenciados pela unidade de comando principal do carro e ela pode tomar decisões para melhorar
o funcionamento do veículo, ou efetuar diagnósticos em tempo real, usando a estratégia de
cruzamento de dados.
Os principais defeitos frequentes em centrais e módulos:

São relacionados a mau funcionamento do motor e transmissão, em alguns casos podem fazer
com que o veículo não entre mais em funcionamento ou tenha seu rendimento comprometido. Na
grande maioria dos casos, problemas em centrais são causados por agentes externos como, por
exemplo, água de enchentes, água do mar, ou até mesmo ao descuido na instalação de uma
bateria nova (inversão de polaridade da bateria, curto circuito, ou mau funcionamento do
alternador). Em outros casos, os problemas em módulos são causados por desgaste da fiação do
carro, o que provoca curto circuito, ou por desgaste natural de atuadores, que trabalham em um
regime não especificado e acabam danificando os módulos também.
Por exemplo: Uma bobina de ignição com fuga de corrente de alta tensão para o chicote do
módulo ou em curto circuito, pode ocasionar a queima do módulo de injeção eletrônica, e com
isso, o veículo poderá deixar de funcionar. Outro exemplo, é o mau funcionamento do atuador de
marcha lenta, se este estiver travado ou em curto também pode provocar danos ao sistema.

Falhas causadas por infiltrações de água na carroceria e imersão do veículo em enchentes


também são uma causa muito comum de falha dos sistemas eletrônicos automotivos, e este por
sua vez, é um dos mais catastróficos, pois, em alguns casos pode significar perca total do veículo
(até mesmo veículos de luxo importados, podem ter perca total dependendo da quantidade de
módulos danificados). Em termos de facilidade de reparo, um módulo oxidado por completo,
também algo muito difícil de ser reparado com sucesso, pois com a quantidade de componentes e
micro trilhas sensíveis, a corrosão é muito grande e em grande parte dos casos, o módulo não
volta a funcionar normalmente.

Falhas causadas por… água?!

•Lavagem de partes sensíveis do veículo ou do habitáculo podem causar prejuízos;


•Infiltrações de água em borrachas de vidros, calhas, aquela borrachinha do para brisas;
•Enchentes, infelizmente os nossos amados automóveis não são a prova d’água, e podem sofrer
falhas ao cair em rios, lagos e enchentes;

Falhas causadas por raios e descargas elétricas naturais, são menos comuns mas não deixam de
ser uma causa conhecida para falha em sistemas de eletrônica embarcada em automóveis,
especialmente, quando o veículo é atingido por um raio, seja em funcionamento ou parado,
estacionado.

•Se seu carro ficou próximo a área da queda de um raio, e após isso não funcionou mais, então
você pode ter sido premiado… Não que o prêmio seja bom, mas é isso, talvez os módulos
queimaram.
•Ao fazer uma solda na lataria do carro retire os módulos eletrônicos fora pra evitar a queima.

Falha causada por desgaste prematuro dos componentes internos do módulo, tem sua fatia de
causa de falhas que deixam o reparador confuso, sem saber ao certo como proceder para efetuar
o reparo de veículo. Uma montadora no Brasil a alguns anos (por volta de 2008, 2010) enfrentou
problemas recorrentes em vários modelos que compartilhavam sistemas eletrônicos parecidos, as
falhas foram catalogadas e os veículos afetados sofreram recall silencioso. Mesmo assim, ainda
existem unidades rodando que ainda não apresentaram problemas, e um hora ou outra vão falhar
e deixar seus donos na mão sem aviso.

•Não vou falar em nome de montadora para não arrumar confusão com ninguém, mas essa é uma
realidade, é preciso admitir! No meu dia a dia vejo muito isso em veículos que são recém
lançados e estreiam alguma tecnologia. As primeiras unidades sempre vem com alguma
“bicheirinha” oculta.

Falhas causadas por desgaste natural das instalações elétricas do carro e componentes externos
aos módulos eletrônicos, também são bastante comuns e basicamente as falhas mais frequentes
são relacionadas a fios descascados, mau aterramento, defeito do alternador, sistema regulador
de carga da bateria.

•Este sem dúvida é um vilão que causa medo, pois, se não for diagnosticado com sucesso pode
voltar a queimar módulos ou danifica-los com o tempo.
•Normalmente, veículos com instalação elétrica muito deteriorada necessitam atenção especial
para solucionar o problema, e, o mais indicado é a confecção de um chicote novo.
Falhas no sistema imobilizador (Chave Codificada) :

Em geral, falhas nos sistemas imobilizadores acontecem com veículos mais antigos e
podem também deixar o motor inoperante. Em muitos casos é possível gerar uma nova chave ou
trocar algum componente do sistema e o sistema volta a funcionar normalmente.

Mas, existem casos em que nada parece resolver o problema, então uma solução que funciona
para muitos veículos (novos e antigos), consiste basicamente em desabilitar a chave codificada, e
o veículo pode funcionar sem necessidade de chip na chave. Este método é conhecido fora do
brasil como ” immo off”, ou basicamente desabilitar imobilizador.

Componentes do módulo de injeção eletrônica – e controle do motor


Em geral, as centrais dos carros modernos possuem a seguinte configuração interna:

1.Multi-Drivers: (Transistores multi funções, que controlam diversos atuadores). Este da imagem
controla Bicos injetores, válvula de purga de canister, solenoide de partida a frio, relês da injeção,
e atuador de marcha lenta;
2.Processador Principal: (Do tipo MCU com ROM e RAM integrados) programável via K line;
3. Ci Regulador de voltagem 5 volts: alimenta todos os circuitos do módulo e os sensores externos
que usam 5 volts;
4. Transistores Mosfet;
5. Drivers para Controle de Bobinas de ignição: controlam a centelha das bobinas;
6. Capacitor Eletrolítico: Filtra a voltagem de alimentação para o regulador de 5 volts;
7. Cristal Oscilador;
8. Diodos Retificadores;
9. Memória EEPROM: que contém dados do imobilizador e número do chassis, configuração
acessórios;
10. ” * ” Circuito de comunicação com a Rede Can;
Defeitos:

Os módulos de injeção eletrônica podem sofrer falhas causadas por diversos motivos;

•Intervenção por pessoas ou técnicos não capacitados;


•Falha de programação lógica ou memória corrompida;
•Falhas causadas por infiltrações de água na carroceria ou por enchentes;
•Falhas causadas por raios (são raros os casos);
•Falha causada por desgaste prematuro de componentes (defeito de fabricação);
•Falhas causadas por desgaste natural das instalações elétricas do carro, componentes externos
ao módulo;

Intervenção por pessoa ou técnico/mecânico reparador não capacitado, é a causa mais comum
para falhas em sistemas de eletrônica embarcada. Infelizmente no país onde vivemos ainda é
difícil adquirir conhecimento técnico sobre as novas tecnologias embarcadas nos automóveis, e
muitos reparadores acabam aprendendo a trabalhar na marra, e falhas por falta de conhecimento
se tornam comuns, porém, não intencionais. A simples instalação de um acessório no veículo
como um alarme ou anti furto, corta corrente ou aparelho de som, se não feito de maneira correta
pode afetar os sistemas eletrônicos do carro, causando efeitos adversos e falhas indesejadas.
Muitas vezes os próprios proprietários querem se aventurar a mexer no próprio carro e acabam
por acidente causando falhas do tipo.

Exemplos de falhas causadas por seres humanos, (risos) :

•Instalação errada de: acessório, luzes de xênon, som, vidros elétricos, e DVD amplificadores;
•Instalação de: velas, bobinas, cabos de ignição de má qualidade ou não especificados;
•Inversão de polaridade da bateria ou inversão de polaridade na hora de dar um ‘pulo’ na bateria;
•Inversão de fios de sensores ou atuadores da injeção eletrônica;
•Instalação de peças adaptadas não especificadas ao veículo;
•Gambiarras elétricas de modo geral: desconfie de tudo ou fique com o prejuízo posterior;
Falhas de programação e memória corrompida, são muito comuns em módulos que trabalham
com MCU (um tipo de processador, que possui memória ROM, RAM, e EEPROM, tudo integrado
em um único chip). E podem ser facilmente corrigidas, com auxilio de uma cópia dos arquivos de
um módulo em bom estado e um programador compatível para a reescrita dos dados no chip.

A Bateria de seu carro descarrega com frequência? Descubra o motivo:


Se a bateria de seu carro vive lhe deixando na mão e você está afim de resolver o problema de
uma vez por todas, você veio ao lugar certo! Hoje vou deixar algumas dicas simples de como
diagnosticar possíveis fugas de corrente em sistemas elétricos automotivos de maneira simples e
objetiva.
Fique Ligado!

Algo roubando carga da bateria do carro. Bateria descarregando.


Se seu carro começou a ter problemas de descarregar a bateria rapidamente após um reparo ou
instalação de algum acessório como alarme, rastreador, central multimidia, DVD, Cd player, ou
qualquer outra coisa então provavelmente o problema está por ai…

Más se isso começou do nada, e você não sabe por onde começar os testes não se apavore! siga
as dicas com atenção que não vai ter erro.

Stand By – o vilão

Nos carros existem centenas de acessórios elétricos que mesmo quando a chave está desligada e
o carro não está em uso, ficam por ali consumindo energia de forma discreta. O grande problema
é quando algum desses dispositivos sofre danos em seus circuitos elétricos com o tempo, seja por
desgaste natural de seus componentes internos, má instalação, ou infiltrações de água e afins.

Quando um acessório tem seu circuito regulador de standby danificado ele pode consumir uma
voltagem bem mais do que a normal e de repente a bateria do carro começa a descarregar em
questão de minutos parado.
Os acessórios automotivos que mais enfrentam este tipo de problema são:
•Primeiro lugar: Módulos amplificadores de som / Capacitores de Graves
•Segundo lugar: Alarmes, e sistemas de bloqueio a distância / Rastreadores GPS
•Terceiro lugar: Tocadores de audio – Mp3 players – DVD / CD player – Centrais multimídia
•Quarto lugar: Acessórios originais do próprio carro, como luzes de cortesia, relês que
comandam luzes das portas, luzes de porta – malas entre outros.
Chega de papo – Vamos aos testes práticos

Para chegar a uma conclusão concreta de onde é a raiz do problema você vai precisar de
algumas ferramentas:

1: Você vai precisar de um multímetro digital ou analógico com amperímetro de pelo menos 1
ampere.

Multimetro digital com amperimetro de 10 amperes.


2: Você vai precisar também de algumas chaves para afrouxar os terminais da bateria de seu
carro, será preciso verificar qual a medida dos parafusos dos terminais da bateria de seu carro,
podem ser 10, 13, 11 ou 12 mm.

O Teste:
Medir consumo de energia em aper ou amperes / miliamperes na bateria do carro.
Antes de realizar qualquer teste de descarga de bateria de seu carro, certifique-se de desligar
todos os consumidores elétricos do veículo, como lanternas, luzes de cortesia, relógio do som,
tudo o que encontrar pela frente, e se for possível deixe também o alarme no modo LIGADO isso
mesmo, você não entendeu errado você vai tentar fazer o teste de consumo com o alarme em
modo ligado só pra ter uma ideia de como está o consumo do alarme em espera.

Primeiro passo: Desligue o terminal positivo da bateria do carro, e no polo da bateria coloque a
ponteira vermelha do multímetro que em sua extremidade deve estar conectada a porta V / ma do
multímetro.

Segundo passo: Conecte o cabo preto do multímetro, na porta COM do aparelho, e a ponteira
dele você deverá ligar no terminal que você desconectou da bateria.
Terceiro passo: Coloque o multímetro na escala 200ma, que significa duzentos miliamperes, e
observe sua variação de consumo de carga com tudo desligado. O consumo de energia
normalmente não deve passar de 150 miliamperes! Se você encontrar um consumo mais do que
150, ou se o visor do multímetro mostrar somente o algarismo 1, você tem um consumo maior do
que 200 miliamperes e deverá trocar a escala do multímetro para 10A ou dez amperes, e em
seguida trocar o cabo vermelho da porta V do multímetro para a porta 10A / DC também.

Pronto! se o consumo de energia for superior a 200 miliamperes a bateria, você já pode
considerar que existe uma fulga de corrente, e agora você deverá retirar fusível por fusível e
observar os resultados na tela do multímetro, se após retirar um fusível qualquer o consumo de
energia baixar basta então verificar qual componente o fusível protege, e você provavelmente vai
encontrar o acessório que está ” roubando a carga da bateria de seu carro “.
Certifique-se de sempre colocar o fusível que você retirou, no lugar de onde ele estava. Por isso
verifique sempre um por um, e de preferência peça a ajuda de alguém para que possa observar a
tela do multímetro pra você!

Exemplo prático de fuga de corrente em carros: Luz do porta luvas ligada direto por defeito no
interruptor.
Outro detalhe: Se mesmo após retirar todos os fusíveis possíveis o consumo de energia não
baixar, então você vai precisar tomar atitudes mais drásticas e vai ter que desligar o conector do
alarme, depois do som, do módulo amplicador se existir, e assim por diante. Verifique com
cuidado também se todas as portas estão fechadas, e porta malas também, para evitar que
alguma luz de cortesia esteja acesa!

Motor do carro aquecendo? Não sabe mais o que fazer?


Se seu carro está com o motor aquecendo e você não sabe mais o que fazer não se apavore!
No artigo de hoje vou deixar algumas dicas a respeito de como se diagnosticar falhas e defeitos
no sistema de arrefecimento automotivo da maioria dos veículos nacionais e importados!

Veja dicas para solucionar super aquecimento do motor de seu carro!


Como muitos já sabem, os carros modernos atualmente são equipados com sistema de
arrefecimento que usa uma mistura de aditivos e água desmineralizada para refrigerar o motor, e
todas as suas partes auxiliares.

De maneira geral a composição deste sistema é a seguinte:

Como mostrado na ilustração acima os principais componentes do sistema de arrefecimento são


os seguintes:

•Radiador – Sua função é basicamente efetuar a troca de calor com o ar que vem da frente do
carro através da grade que existe abaixo do capô, e fica localizado atrás para choques dianteiro.
•Eletro-ventilador: ou também conhecido como ventoinha, é responsável por forçar a circulação
do ar que vem da frente do veículo quando o mesmo se encontra parado ou em baixa velocidade
e o fluxo de ar frio não é suficiente para uma troca perfeita de calor. Em veículos com ar
condicionado podem haver mais de um eletro-ventilador, ou simplesmente um só grande com
duas velocidades de operação, uma baixa e uma alta.
•Tampa do Reservatório de expansão: Sua função é manter o sistema de arrefecimento
pressurizado dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante para um bom funcionamento. Em
caso de sobrecarga do sistema de arrefecimento, uma válvula de segurança se abre dentro da
tampa e o sistema é despressurizado de forma automática para evitar uma possível explosão de
uma mangueira ou da própria carcaça do radiador que é feita de plastico.
•Bomba D’água: Como o próprio nome diz, tem o papel de bombear o liquido de arrefecimento
pelo cabeço e bloco do motor, resfriar os componentes internos do motor e por fim leva-lo até o
radiador para que seja resfriado em um ciclo constante enquanto o motor estiver em
funcionamento.
•Válvula Termostática: Sua função é fechar a passagem do liquido de arrefecimento enquanto o
motor estiver frio, para que aconteça um aquecimento rápido e uniforme de todas as partes do
motor. Evitando assim, desgaste prematuro das camisas de pistões do motor e exesso de
emissões de gases de escapamento ( o motor consome mais combustível quando está frio, e em
consequência disso polui mais também ).
•Reservatório de expansão: Permite acomodar o liquido de arrefecimento, tanto em fase fria do
motor quanto em fase quente. ( O liquido de arrefecimento tem suas características alteradas
<expande> conforme a temperatura se altera ).
Mais o que causa o aquecimento excessivo do motor do carro, afinal ?

Existem muitas causas para que o motor do carro deixe de ser refrigerado com eficiência, mais as
mais comuns são causadas por:

Válvula termostatica travada, com sinais claros de oxidação.


Válvula termostática engripada, enferrujada, e consequentemente travada na posição
fechada. Depois que o motor aquece, ela não abre ou abre pouco e o liquido de arrefecimento não
circula causando o super-aquecimento e o resultado não precisa nem contar né? Junta do
cabeçote queimada, Pistões derretidos e talvez até motor fundido pois quando a temperatura sobe
além do normal, o filme de óleo que protege as peças internas do motor é quebrado e começa um
atrito infeliz que destrói tudo lá dentro.
Diagnóstico rápido: Com o motor já quente, ( cuidado para não se queimar ein ) apalpe as
mangueiras que entram e que saem do radiador, por obrigação todas elas devem estar na
mesma temperatura se houver um das mangueiras em uma temperatura mais baixa, pode ter
certeza que a água não está circulando lá dentro. e os possíveis culpados são a bomba dágua, ou
a valvula termostática está travada ou entupida… e será necessário a troca de peças, prepare o
bolso!
Bomba d’água com rotor trincado, quebrando ou gasto.
Bomba d’água com seu rotor travado, ou com as pás gastas quebradas, Novamente quando
a bomba de água não está legal, o liquido de arrefecimento não circula e motor aquece muito! Os
resultados são infelizes para o bolso do proprietário do carro.
Diagnóstico rápido: É o mesmo diagnóstico que ensinei para verificar o mal funcionamento da
valvula termostática. Atenção! A bomba d’água pode apresentar vazamentos, e isso é um sinal de
que ela não está mais legal. Se você se deparar com vazamentos no motor próximos ali das
correias e acessórios frontais pode ter certeza de que a bomba dágua de seu carro foi pro saco!

Eletro-ventilador em curto, queimado, com pás quebradas ou simplesmente


travando, observe o funcionamento do eletro-ventilador ou ventoinha quando o motor estiver
quente, o mesmo deve ligar quando a temperatura chegar a aproximadamente 90 Graus, ou (se
seu carro tiver) o indicador / marcador de temperatura do painel chegar mais ou menos ao meio…
e ele deve desligar depois de no máximo 120 segundos com o carro parado e em regime de
marcha lenta. Um sinal de que o sistema de arrefecimento não vai bem, é o fato de a ventoinha
ligar e não desligar em momento algum. Observe também possíveis ruídos vindos do
eletroventilador, se você perceber barulhos estranhos enquanto ele está funcionando leve seu
carro ao mecânico pois ele pode parar a qualquer momento!
Diagnóstico rápido: Antes de que qualquer atitude a primeira coisa a se verificar quando a
ventoinha não está funcionando com o motor do carro em regime quente, é preciso se verificar os
fusíveis do carro, e se houver algum queimado troque-o por um fusível da mesma capacidade ou
cor. Alguns veículos mais antigos são equipados com interruptor termo-sensível ( o conhecido
“cebolão” ) e em muitos casos quando a ventoinha não funciona a culpa é do “cebolão” que não
não está funcionando mais. Bastando troca-lo por um novo interruptor que funcione na mesma
faixa de temperatura do original do carro. Para saber se o cebolão está queimado basta fazer uma
ligação com um fio fino, ou um clique de papel / arame em seus terminais elétricos para constatar
se ligando direto o eletro-ventilador funciona. Feito isso a ventoinha ligar, então basta trocar o
cebolão que o problema está resolvido. Com o motor frio você pode tentar girar as pás do eletro-
ventilador com a ponta de uma chave de fendas, e comprovar também se a ventoinha não está
travada, ela deve girar com facilidade e sem fazer ruídos. Em caso de travamentos ou se o
mesmo estiver muito pesado, será necessário troca-lo.

Radiador entupido por ferrugem.


Radiador entupido, ou muito sujo: Se o radiador estiver com suas canaletas entupidas ou
muito sujas, ou amassadas ele também não vai fazer seu trabalho direito e no fim das contas o
motor do carro também não vai esfriar de jeito nenhum. É dificil saber se um radiador está bom
ou não, basicamente um dos sintomas de que o radiador não está legal é o fato de o motor do
carro esquentar além do normal quando se está circulando dentro de centros urbanos e cidades,
ou ao subir grandes subidas ou morros. outro detalhe: geralmente quando o radiador não vai
bem, a ventoinha não desliga em momento nenhum, ou demora muito tempo para desligar.
Diagnóstico rápido: Um teste a ser feito que geralmente entrega o vilão, é olhar diretamente
para o radiador através das frestas e furos que existem no para-choques, se perceber que
existem ali, sujeiras, folhas secas, barro ou outras coisas que tapem os “furinhos” do radiador
então você provavelmente encontrou o motivo porque seu carro está aquecendo. Será necessário
desmontar o radiador e efetuar uma boa limpeza para restaurar sua funcionalidade normal.
Tampa do reservatório de expansão.
Tampa do reservatório de expansão com válvula de segurança danificada, travada, relaxada
ou com guarnição de vedação corroída / rompida, Este é sem dúvida nenhuma um dos defeitos
mais recorrentes e mais fáceis e baratos de se resolver, porém difíceis de se diagnosticar sem
ferramentas adequadas. Quando essa danadinha, está com problemas ela simplesmente deixa o
sistema de arrefecimento com um comportamento maluco, hora funciona bem, hora ferve… Pode
até confundir um diagnóstico da ventoinha do radiador, porque quando a tampa está com
problemas ela deixa a água expandir, e a condução de calor se torna difícil e por fim a ventoinha
não liga de jeito nenhum mesmo com o motor bem quente.
Diagnóstico rápido: Verifique possíveis vazamentos na própria tampa, qualquer gotinha de água
que escorrer pela tampa quando estiver apertada, e com o motor quente pode indicar que a tampa
já não está mais em bom estado e precisa ser trocada! Em geral a tampa também pode ser
danificada se o carro já teve um histórico de super aquecimento por outros motivos anteriores.

Mangueiras e dutos.
Vazamentos em mangueiras, guarnições, abraçadeiras, vedações ou em qualquer parte do
motor, e selos: São também a causa de qualquer problema com aquecimento! , em sistemas de
arrefecimento é válido lembrar que não devem existir vazamentos em lugar nenhum, pois se
houver qualquer vazamento o liquido de arrefecimento vai falhar em conduzir o calor e o motor vai
aquecer além do normal! Então fique ligado! Água do radiador não se completa todos os dias
não viu? O normal é a cada 30 dias, ou mais. Se você tem notado que a água de seu carro anda
sumindo então leve-o ao mecânico para uma avaliação. O sistema de ar quente do carro também
pode falhar causando vazamento de água para o interior do veículo, portanto se perceber
qualquer infiltração de água para dentro do carro vale revisar o sistema, para prevenir uma
possível falha.

Cabeçote do motor trincado devido a aquecimento excessivo.


Cabeçote do motor trincado, empenado, e com a junta queimada….
Por fim chegamos na parte mais medonha da história, quando o cabeçote do motor já foi afetado
por outro problema posterior, o motor nunca mais vai parar de aquecer mesmo que você troque
todo o sistema de arrefecimento! Cabeçote de motor danificado é resultado de insistir em andar
com o carro com problemas de aquecimento extremo, e o valor do reparo pode deixar qualquer
motorista assustado…

Diagnóstico rápido:
Geralmente quando existem problemas no cabeçote o motor pode ou não, perder sua força e
rendimento, pode falhar, trepidar, tremer, e fazer barulhos estranhos, pode também começar a
soltar uma fumaça branca pelo escapamento, a água do reservatório some com frequência, e
motor fica sempre aquecendo além do normal.
Sinais claros de que a junta do cabeçote está queimada: Borra cor de café com leite na tampa do
óleo do motor.
Retire a vareta de óleo do carro, e verifique se existem sinais de uma substância espessa que
lembra uma pasta, cor de café com leite que pode ser ou não acompanhada de gotículas de água.
Retire também a tampa por onde se coloca óleo no motor, e qualquer sinal dessa substância
estranha ao invés de óleo pare imediatamente seu carro e leve-o para o mecânico pois o estrago
já está feito e insistir em andar assim poderá acarretar em perca total do motor de seu carro.

Mais qual o resultado de andar com o carro com motor aquecendo?

Ah você ainda não sabe? Caso você tente, ou simplesmente precise fazer isso para chegar a um
lugar onde exista assistência de um mecânico para consertar seu carro, saiba que os prejuízos
vão ser altos porque o motor de seu carro vai FUNDIR! Então sempre que for possível, pare e
chame um guincho que a brincadeira vai sair mais barata.

Tabela de AUTONOMIA GNV

Tabela de AUTONOMIA GNV


Gasolina 5 7 10 12 15 18 km/litro
etanol 3,5 4,5 7 8,5 10,5 12,5
50 65 100 120 140 170 7,5
65 90 130 150 190 230 10
100 130 195 234 290 340 15 Tamanho do
Autonomia média 110 150 220 260 330 390 17 cilindro em
em quilômetros 130 190 270 320 410 480 21 m³
160 220 320 390 480 570 25
195 270 390 465 585 690 30
260 360 520 620 780 920 40
Equivale à
GNV 6,5 9 13 15,5 19,5 23,5 km/m³

Como usar a tabela:

1. Veja na linha superior (verde) o quanto seu carro faz em quilômetros por litro de gasolina
ou etanol; exemplo: 10km/l de gasolina.
Na coluna amarela, estão os tamanhos dos cilindros, por exemplo: 15m³.
2. Cruze a linha correspondente com a coluna dos 10km/l (ciano). O resultado é 195
quilômetros.
Conclusão: um carro que faz 10km/l de gasolina, irá rodar cerca de 195km com um
cilindro de 15m³ de gás.
3. Compare na mesma coluna, porém na linha inferior (azul), o quanto isto representa em
quilômetros por metro cúbico; no exemplo 10km/l de gasolina equivalem a 13km/m³ (e
7km/l de etanol).