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As Imaculadas Escrituras

1- Parte
A Toráh
ÍN D IC E D O S LIV R O S C O N T ID O S NA
TO RÁH

N ° O R D .: N O M ES: Q T. C A P : Q T . V E R S .: P Á G IN A :
01 B E R E 'S H IT (G ê n e sis) 50 1 .5 33 15
02 S H E M Ô T (Ê xod o) 40 1 .2 13 68
03 V A Y IK R Á (L e v ític o ) 27 858 110
04 B E M ID B A R (N ú m e ro s ) 36 1 .2 8 8 138
05 D E V A R IM (D e u te ro n ô m io ) 34 958 179

N o ta : A Toráh é com p osta por c in c o livro s, co n ten d o 1 8 7 cap ítu lo s e 5 .8 5 0 v e rsíc u lo s.


n ^ K - Q "120

O 1" LIV R O D A T O R Á H DE M Ô SH E H ,
CHAM ADO

Bere’shit

Yahúh cria os céus e a Terra e tudo o que n eles há

1 No p rin cíp io o Eterno criou os céus e a Terra. 2 A Terra era sem form a e va z ia ; e havia escuridão
1 sobre a face do abismo, mas o Rúach Eterno pairava sobre a face das águas. 3 E o Eterno disse:
"Q u e haja lu z!". E houve lu z. 4 E o Eterno viu que a lu z era boa, e fez separação entre a lu z e a es­
curidão . 5 E o Eterno deu à lu z o nome de d ia, e à escuridão deu o nome de noite. E foi a tarde e a
m anhã, o prim eiro d ia. 6 E o Eterno disse: "Q u e haja um firm amento no m eio das águas, e haja sepa­
ração entre águas e águas!". 7 E o Eterno fez o firm am ento, e separou as águas que estavam debaixo
do firm amento das que estavam por cim a do firm am ento. E assim aconteceu segundo a Sua palavra.
8 E o Eterno deu ao firm am ento o nome de céus. E fo i a tarde e a m anhã, o segundo dia. 9 E o Eterno
disse: "Q u e as águas que estão debaixo dos céus se reúnam num só lugar e que apareça a terra seca!".
E assim aconteceu segundo a Sua palavra. 10 E o Eterno deu ao elem ento seco o nome de "terra", e
ao ajuntamento das águas Ele deu o nome de "m ares". E o Eterno viu que isso era bom . 11 E o Eterno
disse: "Q u e a terra produza relva, isto é, ervas que deem sem ente, e árvores frutíferas que, segundo as
suas espécies, deem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra!". E assim aconteceu segundo
a Sua palavra. 12 A terra produziu relva, isto é, ervas que davam semente segundo as sua espécie, e
árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente segundo as sua espécie. E o Eterno viu que
isso era bom. 13 E foi a tarde e a m anhã, o terceiro d ia. 14 E o Eterno disse: "Q u e haja lum inares no
firm am ento dos céus, para fazer separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações,
e para dias e anos; 15 e sirvam de luminares no firm amento dos céus para alum iar a Terra!". E assim
aconteceu segundo a Sua palavra. 1 6 E o Eterno fe z os dois grandes lum inares: o lum inar m aior para
governar o dia, que é o Sol, e o lum inar m enor para governar a noite, que é a Lua, e fez também as
estrelas. 17 E o Eterno os pôs no firm amento dos céus para ilum inar a Terra, 18 para governar o dia e
a noite, e para fazer separação entre a lu z e as trevas. E o Eterno viu que isso era bom. 19 E foi a tarde
e a m anhã, o quarto dia. 2 0 E o Eterno disse: "Q u e as águas produzam cardum es de seres viventes, e
aves que voem acim a da terra no firm amento dos c é u s!". 21 E o Eterno criou os monstros marinhos,
e todos os seres viventes que se arrastam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as
suas espécies, e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E o Eterno viu que isso era bom. 22 Então
o Eterno os abençoou, dizendo: "Q u e frutifiquem e se m ultipliquem , e encham as águas dos m ares; e
que se m ultipliquem as aves sobre a terra!". 23 E foi a tarde e a m anhã, o quinto dia.

Yahúh cria os seres viventes

2 4 E o Eterno disse: "Q u e a terra produza seres viventes segundo as suas espécies: anim ais domés­
tico s, répteis e an im ais selvagens segundo as suas e sp écies!". E assim aconteceu segundo a Sua
p alavra. 25 E o Eterno criou os an im a is selvagens segundo as suas esp écies, e os an im ais domésticos
segundo as suas espécies, e todos os répteis da Terra segundo as suas espécies. E o Eterno v iu que
isso era bom.

1:1 - Bere'shit significa "princípio", "in ício " ou "com eço".


Yahúli cria o hom em à sua im agem

2 6 E o Eterno disse: "Faço o homem à M inha imagem, conform e a M inha sem elhança. E que ele dom i­
ne sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os anim ais dom ésticos, e sobre toda a terra, e
sobre lodo réptil que se arrasta sobre a terra!". 27 E o Eterno criou o homem à Sua imagem. O Eterno
criou o homem e a m ulher. 28 E o Eterno os abençoou e lhes disse: "Frutifiquem e se m ultipliquem ;
encham a Terra e sujeitem -na; dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todos
os an im ais que se arrastam sobre a terra!". 29 E o Eterno disse-lhes: "Eu lhes tenho dado todas as ervas
que produzem sem ente, que se encontram sobre a face de toda a Terra, bem com o todas as árvores em
que há fruto que dê semente lhes serão para m antimento. 30 E a todos os anim ais da terra, a todas as
aves dos céus e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes com o
m antim ento!". E assim aconteceu segundo a Sua palavra. 31 E o Eterno viu que tudo o que havia feito
era m uito bom. E foi a tarde e a m anhã, o sexto d ia.

1 E assim terminou a criação dos céus, da Terra, e de tudo o que neles existe. 2 E o Eterno, haven­
2 do com pletado no sétimo dia a obra que tinha feito, descansou nesse dia de todo o trabalho que
havia feito. 3 E o Eterno abençoou o sétimo d ia e o separou com o um dia sagrado, pois nesse dia o
Ele descansou de toda obra que, com o Criador, fizera.

Yahúh form a o ja rd im d o Eden

4 E essas são as origens dos céus e da Terra, quando foram criados. No dia em que o Eterno Yahúh fez
a Terra e os céus 5 não havia ainda nenhuma planta do cam po na terra, pois nenhum a erva do cam po
tinha ainda brotado; porque o Eterno Yahúh não tinha feito chover sobre a terra, nem havia homem
para cu ltivar a terra. 6 Um vapor subia da terra e regava toda a face da terra. 7 E o Eterno Yahúh formou
o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego de vida, e o homem tornou-se um ser vivo. 8
Depois o Eterno Yahúh plantou um jardim , do lado leste, no Éden, e pôs ali o homem que tinha formado.
9 E o Eterno Yahúh fez brotar da terra toda qualidade de árvores agradáveis à vista e boas para com ida,
bem com o a Arvore da V id a no m eio do jardim , e a Árvore do Conhecimento do Bem e do M al. 10 E
saía um rio do Éden para regar o jardim , e dali se dividia e se tornava em quatro braços, formando quatro
rios. 11 O nome do prim eiro é Pishon: esse é o que rodeia toda a terra de C haviláh, onde há ouro; 12 e o
ouro dessa terra é bom: ali se encontra o cristal e a pedra de ônix. 13 0 nome do segundo rio é Guichon:
esse é o que rodeia toda a terra de Kush. 14 0 nome do terceiro rio é C hidêkel: esse é o que corre para o
lado leste de Ashur. E o quarto rio é o Ferat. 15 Então, o Eterno Yahúh pegou o homem e o pôs no jardim
do Éden para cuidar dele e nele fazer plantações. 16 E o Eterno Yahúh deu ao homem a seguinte ordem:
"V ocê pode com er as frutas de qualquer árvore do jardim , 17 menos as da Árvore do Conhecimento
do Bem e do M al; dessa vo cê não pode comer, pois, no dia em que você comer, certamente morrerá!''.

Yahúh cria a m ulher

18 E o Eterno Yahúh disse: "N ão é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer para ele alguém que
o ajude com o se fosse a sua outra m etade!". 19 E da terra o Eterno Yahúh formou todos os anim ais
do cam po e todas as aves dos céus, e os levou a Adam , para ver com o lhes cham aria; e o que Adam

2:4 - O nome Yahúh aparece pela primeira vez nas Escrituras Hebraicas.
2:13 - Kush é o nome bíblico da atual Etiópia.
2:14 - Chidêkel é o nome bíblico do rio Tigre
2:14 - Ashur é o nome bíblico da antiga Assíria.
2:14 - Ferat é o nome bíblico do rio Eufrates.
2:19 - Adam significa "O homem feito de barro" ou " O homem no sentido genérico" ou simplesmente "O
ser humano".
denominou a todo ser vivente, isso foi o seu nome. 20 E assim Adam deu nomes a todos os anim ais
domésticos, às aves dos céus e a todos os anim ais do cam po; mas para Adam não se achava uma
com panheira ao seu lado. 21 Então o Eterno Yahúh fez c a ir um profundo sono sobre Adam , e ele
adorm eceu; a í então o Eterno lhe tirou um a das costelas e fechou a carn e naquele lugar; 22 e a cos­
tela que o Eterno Yahúh lhe havia tirado, transformou-a numa m ulher e a levou a Adam . 23 E Adam
disse: "Agora sim ! Essa é osso dos meus ossos e carne da m inha carne. Ela será cham ada de 'm ulher',
porquanto do homem foi tirad a!". 24 Portanto, o homem deixará o seu pai e a sua mãe e se unirá à
sua m ulher, e os dois se to rnarão com o uma só pessoa. 25 E ambos estavam nus, Adam e sua m ulher,
mas não sentiam vergonha.

Chaváh é tentada p o r ha-Satan. A queda d o hom em

1 E a serpente era o m ais astuto de todos os an im ais do cam po que o Eterno Yahúh havia criado.
3 E a serpente disse à m ulher: "Éverdade que o Eterno m andou que vocês não com essem as frutas
de nenhum a árvore do jard im ?". 2 E a m ulher respondeu à serpente: "Podemos com er as frutas de
qualquer árvore, 3 menos o fruto da árvore que fic a no m eio do jardim , pois o Eterno nos disse: 'Vocês
não devem com er o fruto dessa árvore, nem tocar nela, para que não m orram !'". 4 E a serpente disse
à m ulher: "Vocês não morrerão coisa nenhum a! 5 O Eterno disse isso porque sabe que no dia em
que vo cês com erem desse fruto, seus olhos se abrirão, e vocês serão com o o Eterno, conhecendo o
bem e o m al!". 6 Então, a m ulher viu que aquela árvore era bonita e que o seu fruto era bom para se
com er. Então ela pensou com o seria bom ter entendim ento, a í apanhou um a fruta e com eu; e deu a
seu m arido, e ele também com eu. 7 Então foram abertos os olhos de ambos, e eles reconheceram que
estavam nus; por isso, costuraram um as folhas de figueira e fizeram para si aventais. 8 N aquele dia,
ouvindo a vo z do Eterno Yahúh, que passeava no jard im à tardinha, Adam e sua m ulher esconderam-
-se da presença do Eterno Yahúh entre as árvores do jardim . 9 M as o Eterno Yahúh cham ou Adam e
perguntou-lhe: "O n d e vo cê está?". 1 0 E Adam respondeu-lhe: "Eu o u vi a Sua v o z , quando V o cê
passeava pelo ja rd im , e tive m edo porque estava nu, e esco ndi-m e!". 11 E o Eterno perguntou-lhe:
"Q u em m ostrou que vo cê estava nu? Por acaso vo cê com eu do fruto da árvore que Eu lhe ordenei
que não com esse?". 12 E Adam respondeu-lhe: "A m ulher que V o cê m e deu po r com panheira deu-
-me do fruto da árvore, e eu c o m i!". 13 E o Eterno Yahúh perguntou à m ulh er: "Por que vo cê fez
isso?". E a m ulh er respondeu-lhe: "A serpente m e enganou, e eu c o m i!". 14 Então o Eterno Yahúh
disse à serpente: "P o r cau sa do que vo cê fez vo cê será castigada. Entre todos os an im ais domésticos
e entre todos os an im ais do cam po, só vo cê receberá essa m aldição : de ho je em diante vo cê vai an­
dar se arrastando sobre o seu ventre, e va i com er o pó da terra todos os dias da sua vid a . 15 E porei
in im izad e entre vo cê e a m ulher, e entre a sua descendência e a descendência dela. Ela esmagará
a sua cab eça , e vo cê lhe ferirá o c a lc a n h a r!". 16 E à m ulh er o Eterno disse: "V ou aum entar o seu
sofrim ento n a g ravid ez, e com m uita dor vo cê dará à lu z seus filh os; e o seu desejo será para o seu
m arido, e e le dom inará v o cê ". 17 E o Eterno disse a Adam : "Porquanto vo cê deu atenção à v o z de
sua m ulher, e com eu do fruto da árvore que Eu ordenei a vo cê que não com esse, por isso agora a
terra será m aldita por sua causa! V o cê terá de trabalh ar duram ente a vida inteira a fim que a terra
produza alim en to suficiente para vo cê . 18 Ela p roduzirá espinhos e abrolhos, e vo cê terá de com er
ervas do cam po. 19 D o suor do seu rosto vo cê com erá o seu pão, até que vo cê torne à terra, porque
dela vo cê foi form ado; porquanto vo cê é pó, e ao pó vo cê retornará!". 20 E Adam deu à sua m ulher
o nom e C h aváh . 21 E o Eterno Yahúh fez tú n icas de peles de an im ais para Adam e sua m ulher, e os
vestiu. 22 E o Eterno Yahúh disse: "E agora o homem se tornou com o Eu, p o is con hece o bem e o
m a l!". E para que não aconteça que ele estenda a sua m ão, e pegue tam bém da Á rvo re da V id a , e
com a e viva eternam ente, 23 por isso o Eterno Yahúh o pôs para fora do jard im do Éden e fez com
que e le cultivasse a terra, da qual havia sido form ado. 24 E havendo expulsado o hom em , pôs os
keruvim ao leste do jardim do Éden, e um a espada flam ejante que se vo lvia por todos os lados, para
guardar o cam in h o da Á rvo re da V id a.
O n ascim en to d e Kayin, H e va l e S h ê t

1 E Adam teve relações com Chaváh, a sua m ulher, e ela ficou grávida e deu à luz Kayin, e disse:
4 "A lca ncei de Yahúh um filh o hom em !". 2 E tornou a dar à lu z m ais um filh o, o qual se cham ou
H eval. E H eval era pastor de ovelhas, e Kayin era agricultor. 3 E foi no fim de dias que Kayin trouxe do
fruto da terra uma oferenda a Yahúh. 4 E H eval também trouxe dos prim ogênitos das suas ovelhas, e
da sua gordura. E Yahúh agradou-se de H eval e de sua oferenda, 5 mas de Kayin e de sua oferenda o
Eterno não se agradou. Por isso Kayin fico u furioso, e descaiu-lhe o sem blante. 6 Então Yahúh pergun­
tou a Kayin: "Por que vo cê está irado? E por que está descaído o seu semblante? 7 Por acaso, se você
proceder bem, não se há de levantar o seu sem blante? E se não proceder bem, o pecado está à porta,
à sua espera. Ele quer dom iná-lo, mas vo cê p recisa vencê-lo!".

Kayin mata H eval. O p rim e iro assassinato

8 E Kayin disse a H eval, seu irm ão: "Vam os ao cam p o !". E, estando eles no cam po, Kayin atacou
H eval, seu irm ão, e o m atou. 9 M ais tarde Yahúh perguntou a Kayin: "O nde está H eval, seu irmão?".
Kayin respondeu: "N ão sei! Por acaso eu sou o guarda do meu irmão?''. 10 E o Eterno disse: "Por que você
fez isso? Da terra, a vo z do sangue de seu irmão está clam ando a M im , pedindo vingança! 11 Por isso
você será amaldiçoado e não poderá mais cultivar a terra. Pois quando você matou o seu irmão, a terra
abriu a boca para receber o sangue de seu irmão. 12 Q uando você cultivar a terra, ela não produzirá nada.
Você será fugitivo e andará vagando sobre a terra!". 13 E Kayin disse a Yahúh: "A minha punição é mais
pesada do que aquilo que eu posso suportar. 14 H oje Você está me expulsando dessa terra. Terei de andar
pelo mundo sempre fugindo e me escondendo da Sua presença. E qualquer pessoa que me encontrar vai
querer m e matar!". 15 Porém Yahúh lhe disse: "Portanto, quem matar Kayin, sete vezes sobre ele cairá a
vingança!". E Yahúh pôs um sinal em Kayin para que, se alguém o encontrasse, não o matasse. 16 Então
Kayin saiu da presença de Yahúh e habitou na terra de Nod, que ficava a leste do Éden. 17 E Kayin teve
relação com a sua mulher, e ela ficou grávida e deu à luz Chanoch. Kayin construiu uma cidade e lhe deu
o nome de seu filho, Chanoch. 18 E Chanoch gerou a lyrad, e lyrad gerou a M echuyá'al, e M echuyá'al
gerou a Metusha'al e Metusha'al gerou a Lámech. 19 E Lámech arranjou para si duas mulheres: o nome
de uma delas era Adáh, e o nome da outra era Tziláh . 20 E Adáh deu à lu z Yaval; esse foi o pai dos que
habitam em tendas e que criam gados. 21 O nome de seu irmão era Yuval; esse foi o pai de todos os que
tocam harpa e flauta. 22 Tziláh também deu à luz um filho, cham adoTuval-Kayin, o qual era fabricante de
todo instrumento cortante de bronze e de ferro; e Tuval-Kayin tinha uma irmã que se chamava Na'amáh.
23 Certo dia Lámech disse à suas mulheres: "Adáh e Tziláh , ouçam a minha voz, mulheres de Lámech,
e escutem as m inhas palavras. Matei um homem porque m e feriu e um menino porque me pisou. 24 Se
Kayin há de ser vingado sete vezes, com certeza Lámech o será setenta e sete vezes!".

O nascim ento d e S h ê t

25 E Adam tornou a engravidar sua m ulher e ela deu à lu z a outro filho, a quem pôs o nome de Shêt;
pois disse ela: "O Eterno me deu outro filh o em lugar de H eva l, que foi morto por Kayin !". 2 6 Shêt
também teve um filho, a quem pôs o nome de Enosh. E fo i nesse tempo que os homens com eçaram
a invocar o nome Yahúh.

A d escen d ên cia de Adam p o r m eio d e Shêt

1 Essa é a lista dos descendentes de Adam . N o dia em que o Eterno criou o homem , o Eterno o
5 fez à Sua se m e lh a n ç a . 2 Ele os crio u hom em e m ulh er, e os a b en ço o u , e os ch am o u p elo

4:26 - O nome Yahúh começou a ser invocado nesse tempo. Como o invocariam se ele fosse impronunciável?
n om e de "h o m em " no dia em que foram criados. 3 E Adam tinha cento e trinta anos quando gerou
um filho à sua sem elhança, conform e a sua imagem; e pôs nele o nome de Shêt. 4 E foram os dias
de Adam , depois que gerou a Shêt, oitocentos anos; e gerou filhos e filhas. 5 E todos os dias de vida
de Adam foram novecentos e trinta anos; e m orreu. 6 Shêt tinha cento e c in co anos quando gerou a
Enosh. 7 E Shêt viveu ainda depois que gerou a Enosh oitocentos e sete anos; e gerou filhos e filh as. 8
E todos os dias de vid a de Shêt foram novecentos e doze anos; e m orreu. 9 Enosh tinha noventa anos
quando gerou a Kenan. 10 E Enosh viveu ainda depois que gerou a Kenan oitocentos e quin ze anos;
e gerou filh os e filh as. 11 E todos os dias de vid a de Enosh foram novecentos e c in co anos; e morreu.
12 Kenan tinha setenta anos quando gerou a M a h ala l'a l. 13 E Kenan viveu ainda, depois que gerou
a M ah alal'al, oitocentos e quarenta anos, e gerou filhos e filhas. 14 E todos os dias de vida de Kenan
foram novecentos e d ez anos; e m orreu. 15 M ah alal'al tinha sessenta e cin co anos quando gerou a
Yáred. 16 E M ah alal'al viveu ainda, depois que gerou a Yáred, oitocentos e trinta anos; e gerou filhos
e filhas. 17 E todos os dias de vid a de M ah alal'al foram oitocentos e noventa e c in co anos; e morreu.
18 E Yáred tinha cento e sessenta e dois anos quando gerou a C hanoch. 19 E Yáred viveu ainda depois
que gerou a C hanoch oitocentos anos; e gerou filh os e filhas. 2 0 E todos os dias de vida de Yáred fo­
ram novecentos e sessenta e dois anos; e m orreu. 21 E C hanoch tinha sessenta e c in co anos quando
gerou a M etushálach.

C hanoch é levado p e lo Eterno

22 E C hanoch viveu em plena com unhão com o Eterno, depois que gerou a M etushálach, trezentos
anos; e gerou filhos e filhas. 23 E todos os dias de vid a de C hanoch foram trezentos e sessenta e cin ­
co anos. 24 C hanoch viveu sempre em com unhão com o Eterno em perfeita obediência, e um dia
desapareceu, porquanto o Eterno o levou para Si. 25 E M etushálach tinha cento e oitenta e sete anos
quando gerou a Lám ech. 2 6 E M etushálach viveu ainda depois que gerou a Lám ech setecentos e o i­
tenta e dois anos; e gerou filhos e filhas. 27 E todos os dias de vid a de M etushálach foram novecentos
e sessenta e nove anos; e morreu.

O n ascim en to d e N ôach

28 E Lám ech tinha cento e oitenta e dois anos quando gerou um filho, 29 ao qual ele deu o nome de
N ôach, dizendo: "Esse nos consolará acerca de nossas obras e do trabalho de nossas mãos, os quais
provêm da terra que Yahúh am aldiçoou!''. 30 E Lám ech viveu ainda depois que gerou a Nôach qui­
nhentos e noventa e c in co anos; e gerou filhos e filhas. 31 E todos os dias de vida de Lám ech foram
setecentos e setenta e sete anos; e m orreu. 32 E Nôach já era da idade de quinhentos anos quando
gerou Shem , Cham e Yáfet.

A extrem a corru pção d o g ê n e ro hum ano

1 Q uando os seres hum anos com eçaram a m ultiplicar-se sobre a face da Terra, e lhes nasceram
6 filhas, 2 e os filh os do Eterno (que eram os descendentes se Shêt) viram que as filhas dos ho­
mens (que eram as descendentes de Kayin) eram atraentes; então escolheram as que eles quiseram e
casaram -se com elas. 3 Então Yahúh disse: "O Meu Rúach não perm anecerá para sempre no homem,
pois ele é m ortal; portanto de agora em diante eles não viverão m ais do que cento e vinte anos!". 4
N aqueles dias havia gigantes na terra, e também depois, quando os filhos do Eterno tiveram relações
com as filh as dos homens, as quais lhes deram filhos. Esses gigantes foram os heróis que houve na
antiguidade, homens famosos. 5 E Yahúh viu que era grande a m aldade do homem na Terra, e que toda

5:32 - Shem significa "N om e"


6:4 - Gigantes é a tradução da palavra hebraica nefilim.
a im aginação dos pensamentos de seu coração era má continuam ente. 6 Então Yahúh se entristeceu
por ter feito o homem na Terra, e isso lhe pesou no coração. 7 E Yahúh disse: "D estruirei da face da
Terra o homem que c riei, tanto o homem com o o anim al, os répteis e as aves dos céus, pois estou
aborrecido por os ter criado. 8 E Nôach fa z ia o que era agradável aos olhos de Yahúh. 9 E Nôach era
um homem justo e perfeito entre os homens de seu tempo, e vivia em obediência ao Eterno. E essas
foram as gerações de N ôach: 10 E Nôach gerou três filhos: Shem , Cham eYáfet.

Yahúh anuncia o d ilú vio a N ôach

11 A Terra estava corrom pida diante do Eterno, e cheia de vio lê ncia . 12 E o Eterno viu que a Terra
estava corrom pida, pois todas as pessoas só faziam coisas m ás sobre a Terra. 13 Então o Eterno disse
a N ôach: "O fim de toda a carne é chegado perante M im , pois a Terra está cheia da vio lê n cia dos
homens; e Eu os destruirei juntam ente com a Terra!".

Yahúh manda N ôach fa ze r uma arca

14 "Faça para vo cê uma arca de m adeira de cipreste: vo cê fará a arca dividida em com partim entos, e
a revestirá de betume por dentro e por fora. 15 A s m edidas serão as seguintes: o com prim ento da arca
será de cento e trinta e três metros por vin te e dois metros de largura por treze m elros de altura. 16
Faça uma cobertura para a arca e deixe um espaço de m eio metro entre os lados e a cobertura. Faça
uma porta em um dos lados. Construa-a com andares, sendo: o com partim ento de b aixo , o segundo
e o terceiro andar. 17 Porque Eu trarei o d ilú vio sobre a Terra, para destruir, de debaixo dos céus, toda
a carne em que há fôlego de vid a; tudo o que há na Terra m orrerá. 18 M as com vo cê estabelecerei
um a a lia n ça. Portanto, entre na arca e leve com vo cê a sua m ulher, os seus filh o s e as suas noras. 19
E também leve para dentro da arca um m acho e uma fêm ea de todas as espécies de seres viventes
que existem na Terra, a fim de preservá-los vivo s junto com vo cê. 20 Leve das aves segundo as suas
espécies, do gado segundo as suas espécies, de todo réptil da terra segundo as suas espécies, dois de
cada espécie virão a vo cê, para preservá-los vivo s. 21 Ajunte e leve com vo cê todo tipo de alim ento
para que você e os anim ais tenham o que co m er!". 22 E assim Nôach fez, de acordo com tudo o que
o Eterno lhe m andou fazer.

N ôach e sua fam ília entram na arca

1 E Yahúh disse a N ôach: entre na a rca, vo cê e toda a sua fam ília, porque tenho visto que vo cê é o
7 ú n ico justo diante de M im em m eio a essa geração. 2 Leve com vo cê sete casais de cada espécie
anim al puro e um casal de cada espécie de anim al im puro. 3 Leve também sete casais de cada espé­
c ie de ave para que se conservem as espécies que existem sobre a face da Terra. 4 Pois daqui a sete
d ias farei chover sobre a Terra quarenta dias e quarenta noites, e exterm inarei da face da Terra todas
as criaturas que Eu c riei. 5 E Nôach fez tudo conform e o que Yahúh lhe havia ordenado. 6 E Nôach
tinha seiscentos anos de idade quando o d ilú vio ve io sobre a Terra. 7 E por causa das águas do dilúvio ,
Nôach entrou na arca com seus filh os, sua m ulher e suas noras. 8 E dos an im ais puros e dos que são
impuros, das aves, e de todo réptil sobre a Terra, 9 entraram dois a dois para junto de Nôach na arca,
m acho e fêm ea, conform e o Eterno havia ordenado a Nôach. 10 Passados os sete dias, vieram as águas
do d ilú vio e com eçaram a cob rir a Terra. 11 No ano seiscentos da vida de N ôach, no dia dezessete do
segundo mês, romperam-se todas as fontes do grande mar, e as jan elas dos céus se abriram , 12 e caiu
chuva sobre a Terra durante quarenta dias e quarenta noites. 13 E nesse mesmo dia Nôach entrou na
arca, e juntam ente com ele seus filh os Shem , Cham eYáfet, com o também sua m ulher e as suas três

6:10 - Shem, Cham e Yáfet são os nomes dos três filhos de Nôach.
noras, 14 e com eles todo anim al segundo a sua espécie, todo o gado segundo a sua espécie, todo
réptil que se arrasta sobre a terra segundo a sua espécie e toda ave segundo a sua espécie, pássaros de
toda qualidade. 15 E entraram para junto de Nôach na a rca, dois a dois de todos os anim ais em que
havia fôlego de vid a . 16 E os que entraram eram casais; m acho e fêm ea de toda a espécie, conform e
o Eterno lhe tinha ordenado. Então Yahúh fechou a porta da arca.

In icia -se o d ilú vio

17 E veio o d ilú vio sobre a Terra durante quarenta d ias; e as águas subiram e levantaram a a rca, e
ela se elevou por cim a da Terra. 18 E as águas p revaleceram e cresceram grandem ente sobre a Terra,
e a arca vagava sobre as águas. 19 E as águas subiram tanto que cobriram todas as m ontanhas m ais
altas da Terra. 2 0 A s águas atingiram sete metros acim a delas e as cob riram . 21 E m orreram todos os
viventes que se m oviam sobre a Terra, tanto aves com o gados, anim ais selvagens, todos répteis que
se arrastam sobre a terra, e todos os seres hum anos. 22 E tudo o que tinha fôlego de vid a em suas
narinas, tudo o que havia na terra seca, m orreu. 23 E assim foram exterm inadas todas as criaturas
que havia sobre a face da Terra, tanto os seres hum anos com o os a n im a is dom ésticos, os répteis e
as aves dos céus; todos foram exterm inados da Terra. Somente N ôach e o s que estavam com ele na
arca ficaram vivo s. 24 Só depois de cento e cin quenta dias é que as águas do d ilú vio com eçaram
a b aixar sobre a Terra.

As águas d o d ilú vio dim inuem

1 E o Eterno lembrou-se de Nôach e de todos os an im ais e de todo o gado, que estavam com
8 ele na a rca. Então o Espírito do Eterno fez com que um vento soprasse sobre a Terra, e as águas
com eçaram a baixar. 2 E fecharam-se as fontes do grande m ar e as janelas dos céus, e a chuva dos
céus se deteve; 3 e durante cento e cinquenta dias as águas foram b aixando pouco a pouco. 4 No dia
dezessete do sétimo mês, a arca repousou sobre os montes de Ararat. 5 A água continuou a baixar, até
que no prim eiro dia do décim o m ês apareceram os picos das montanhas.

N ôach solta um co rv o e d e po is uma pom ba

6 E ao térm ino de quarenta dias, Nôach abriu a jan ela que havia feito na arca, 7 e soltou um corvo
que, saindo, ia e voltava, esperando que as águas secassem de sobre a Terra. 8 E depois Nôach soltou
uma pom ba, para ver se as águas já tinham secado de sobre Terra, 9 mas a pomba não achou lugar
para pousar a planta do pé, e voltou a ele para a a rca, porque as águas ainda cobriam a face de toda
a Terra. E N ôach, estendendo a m ão, pegou-a e a recolheu consigo na arca. 10 E Nôach esperou mais
sete dias, e tornou a soltar a pomba fora da a rca. 11 E à tardinha a pomba voltou, trazendo no bico
um a folha verde de o liveira. Assim Nôach soube que as águas tinham baixado de sobre a Terra. 12 E
então esperou ainda m ais sete dias, e soltou novamente a pomba, e dessa ve z ela não voltou m ais. 13
Foi no ano seiscentos e um , no prim eiro dia do prim eiro mês, secaram -se as águas de sobre a Terra.
E Nôach tirou a cobertura da arca e olhou, e a face da Terra estava enxuta. 14 No dia vinte e sete do
segundo mês, a Terra estava seca.

N ôa ch e sua fam ília saem da arca

15 E o Eterno disse a N ôach: 16 "Saia da a rca, juntam ente com sua m ulher, seus filh os e suas noras.
17 Faça sair também todos os an im ais que estão com vo cê, isto é, as aves, os anim ais dom ésticos, os
a n im ais selvagens e todos os répteis que se arrastam sobre a Terra, para que se espalhem por toda parte
e se reproduzam abundantemente para encherem a Terra!". 18 E Nôach saiu, e com ele seus filhos,
sua m ulher e suas noras. 19 Também saíram da arca todos os anim ais, os répteis, as ave e tudo o que
se move sobre a Terra, segundo as suas espécies.
N ôa ch co n stró i um a lta r a Yahúh

2 0 E Nôach construiu um altar para oferecer sacrifício s a Yahúh. Ele pegou aves e anim ais puros, um
de cada espécie, e os ofereceu em holocaustos sobre o altar. 21 E Yahúh sentiu o cheiro suave. Então
Yahúh disse a si m esmo: "N ão tornarei m ais a am ald iço ar a Terra por causa do homem ; porque a
im aginação do coração do homem é má desde a sua m eninice. Também não tornarei m ais a destruir
os seres vivos, com o fiz dessa ve z . 22 Enquanto a Terra existir, sempre haverá sem eadura e colheita,
frio e calor, verão e inverno, dia e noite!".

Yahúh faz uma aliança com N ôach

1 E o Eterno abençoou Nôach e seus filhos, e disse-lhes: "Frutifiquem e m ultipliquem -se, e encham
9 a Terra. 2 Todos os anim ais da Terra, todas as aves dos céus, todos os anim ais que se arrastam sobre
a terra e todos os peixes terão medo e pavor de vocês. Todos eles serão dominados por vocês. 3 E tudo
quanto se move e vive lhes servirá de m antimento, bem com o as verduras; tudo lhes tenho dado com o
alim ento. 4 Vocês não devem com er a carne com a sua vida, isto é, com o seu sangue. 5 E certamente
requererei o seu sangue, o sangue das suas vid as; de todo anim al o requererei; com o também do ho­
m em, sim , da m ão do irm ão de cada um requererei a vida do homem . 6 E quem derram ar sangue de
homem, pelo homem terá o seu sangue derram ado; porque o Eterno criou o homem à Sua imagem. 7
M as que vo cês frutifiquem e se m ultipliquem ; povoem abundantemente aTerra, e espalhem-se n ela!".
8 E o Eterno disse a Nôach e a seus filh os que estavam com ele: 9 "Eu estabeleço a M inha alian ça
com vocês e com seus descendentes que virão depois de vo cês, 1 0 e com todos os seres viventes que
saíram da arca com vo cês, isto é, as aves, os anim ais domésticos e os anim ais selvagens, sim , com
todos os an im ais da Terra. 11 Eu estabeleço a M inha alian ça com vocês: prometo que nunca m ais os
seres vivo s serão destruídos por um d ilú vio . E n unca m ais haverá outro dilú vio para destruir a Terra!".
12 E o Eterno disse: "Com o sinal dessa aliança que firm o para sempre entre Eu, vocês e todos os seres
viventes que estão com vocês, 13 vou colo car o Meu "arco-celeste" nas nuvens, e ele será por sinal da
a liança que estou fazendo entre Eu e a Terra. 14 E acontecerá que, quando Eu trouxer nuvens sobre a
Terra e aparecer o "arco-celeste" nas nuvens, 15 então M e lembrarei da M inha alian ça, que fiz com
vocês e com todos os seres viventes. E assim as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir todos
os seres vivos. 16 Quando o "arco-celeste" aparecer nas nuvens, Eu olharei para ele e M e lembrarei da
a liança que fiz para sempre com todos os seres viventes que estão sobre aTerra!". 1 7 E o Eterno disse a
Nôach: "Esse é o sinal da aliança que tenho estabelecido entre Eu e todos os seres vivos que estão sobre
a Terra!". 18 O s filhos de N ôach, que saíram da arca com ele, foram Shem, Cham e Yáfet, e Cham é o pai
de Kena'an. 19 Esses três foram os filhos de Nôach; e dos descendentes deles foi povoada toda aTerra.

N ôach planta uma vinha

2 0 E Nôach com eçou a cu ltivar a terra e plantou uma vin h a. 21 E bebeu do vin ho e embriagou-se; e
ele deitou descoberto dentro de sua tenda. 22 E C h am , pai de Kena'an, viu seu pai (Nôach) exposto à
vergonha e contou a seus dois irm ãos que estavam lá fora. 23 Então Shem e Yáfet pegaram uma capa
e puseram-na sobre os seus ombros, e foram andando de costas e com a capa cobriram a nudez de
seu pai, tendo os rostos virados para trás, de m aneira que não viram a nudez de seu p ai. 24 E Nôach,
ao se despertar do seu vinho, soube o que seu filho m ais novo lhe havia feito,

N ôach pro n u n cia b ênçã o e m aldição

25 e disse: "M aldito seja Kena'an! Ele será servo dos seus irm ãos!". 26 E Nôach disse m ais: "Bendito
seja Yahúh, o A ltíssim o de Shem , e que Kena'an seja seu servo. 27 E que o Eterno aumente os dias de
Yáfet, e que Yáfet habite nas tendas de Shem ; e que Kena'an seja servo de Yáfet!".
N ôach m o rre aos n ovecen tos e cinquen ta anos d e idade

28 E Nôach viveu ainda, depois do d ilú vio , trezentos e cinquenta anos. 29 E todos os dias de vida de
Nôach foram novecentos e cinquenta anos; e m orreu.

A d escen d ên cia dos filhos de N ôach

1
f k 1 Esses foram os descendentes dos filh os de N ôach: Shem , Cham e Yáfet, aos quais nasceram
v J f i l h o s depois do d ilú vio . 2 O s filh os de Yáfet foram : Côm er, Magog, M aday, Yavan, Tuval, Me-
shech e T irá s. 3 O s filh os de G ôm er foram : A shkenaz, Rifat eTogarm áh. 4 O s filh os de Yavan foram:
A lish á h, Tarshish, Kitim e D o danim . 5 Por esses foram repartidas as ilhas das nações nas suas terras,
cada povo e cada fam ília na sua própria terra, com a sua própria língua. 6 O s filhos de Cham foram:
Kush, M itzrayim , Put e Kena'an. 7 O s filhos de Kush foram: Sevá, C havilá h, Savtáh, Ramáh e Savtechá.
O s filh os de Ramáh foram : Shevá e Dedan. 8 Kush foi o pai de Nim rod, o qual foi o prim eiro grande
conquistador do m undo. 9 Com a ajuda de Yahúh, ele se tornou um caçador famoso, e é por isso que
se d iz: seja com o Nim rod, que com a ajuda de Yahúh fo i um grande caçador. 10 No com eço faziam
parte do seu reino as cidades de B aval, Erech, Acad e Kalnêh, todas na terra de Shin'ar. 11 Daquela
região Nim rod foi para Ashur e ali construiu as cidades de N invêh, Rechovot-lyr, Ká la ch , 12 e Res-
sen, que fica entre Ninvêh e a grande cidade de Kálach. 13 O s descendentes de M itzrayim foram os
Ludim , A nam im , Lehavim , Naftuchim , 14 Patrussim, K a s lu c h im - dos quais descenderam os Pelishtim
e Kaftorim . 15 Kena'an foi o pai d e T zid o n , seu prim ogênito, e de Chêt. 16 D e Kena'an também des­
cenderam os yevussitas, e os em oritas, e os guirgashitas, 17 e os chivitas, e os arkitas, e os sinitas, 18 e
os arvaditas, e os tzem aritas e os cham atitas. E depois as fam ílias dos kena'anitas se espalharam . 19 0
território dos kena'anitas se estendeu para o sul desde Tzid o n , em direção a G uerar até A z á h ; e para
o leste foi até Sedom, Am oráh, Adm áh e T z e v o 'im , perto de Lásha. 2 0 Esses foram os descendentes de
C h am , cada povo e cada fa m ília na sua própria terra, com a sua própria língua.

O s d escen d en tes d e Shem

21 Shem era o irm ão m ais velh o de Yáfet, e ele foi o pai de todos os filhos de Éver, que são os ivritas.
22 O s filhos de Shem foram: Elam , Ashur, A rpachshad, Lud e Aram . 23 O s filhos de Aram foram : Utz,
C h u i, G uéter e M ash. 24 Arpachshad foi o pai de Shálach, e Shálach fo i o pai de Éver. 25 Éver foi o
pai de dois filhos: o nome de um era Peleg, porque nos seus dias foi dividida a terra; e o nome de seu
irm ão era Yoktan. 26 Yoktan foi o pai de A lm odad, Shálef, C hatzarm ávet, Yárach, 27 Hadoram , U zal,
D ikláh, 28 O va l, Avim a'al, Shevá, 29 O fir, C haviláh e Yovav: todos esses foram filhos de Yoktan. 30 Eles
viveram nas terras que vão desde M eshá até Sefaráh, na região montanhosa do leste. 31 Esses foram os
descendentes de Shem , segundo as suas fam ílias, segundo as suas línguas, em suas terras, segundo as
suas nações. 32 Foram essas as fam ílias dos filhos de Nôach, nação por nação, de acordo com as várias
ram ificações de descendentes. Depois do dilúvio todas as nações da terra descenderam de Nôach.

Toda a terra era d e uma m esma língua

1 N aquele tempo todos os povos da Terra falavam uma só língua e um só idiom a. 2 E alguns
I homens em igraram para o O riente, e encontraram um vale na terra de Shin'ar, e ali habitaram.

10:6 - Mitzrayim é o nome bíblico do atual Egito. Mitzrayim era filho de Cham e neto de Nôach.
10:11 - Ninvêh é o nome bíblico da antiga cidade de Nínive.
10:14 - Pelishtim é um título relativo aos habitantes de Peleshet.
10:15 - Tzidon é o nome bíblico da cidade de Sidom.
10:16 - Yevussitas é um título relativo aos habitantes de Yevussi. Yevussi é o antigo nome de Yirushalayim.
3 U m dia disseram uns aos outros: "Venham ! Façam os tijo lo s bem queim ados!". Assim , eles tinham
tijo los para construir, em ve z de pedras, e usavam betum e, em ve z de argamassa. 4 E disseram m ais:
"Venham ! Vamos construir um a cidade que tenha uma torre que seu cum e chegue aos céus. Assim
ficarem os famosos, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a Terra!". 5 Então Yahúh
desceu para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens estavam construindo. 6 E Yahúh disse:
"Essa gente é um só povo, e todos falam uma só língua, e é isso que os fez com eçar a construir; e agora
não haverá impedim ento para tudo quanto eles intentarem fazer?

A d iversifica çã o da linguagem

7 Descerei e confundirei ali a sua linguagem, para que um não entenda a língua do outro!". 8 E assim
Yahúh os espalhou dali sobre a face de toda a Terra, e eles pararam de construir a cidade. 9 Por isso
aquele lugar foi cham ado pelo nome Baval, pois ali Yahúh confundiu a linguagem falada por todos os
moradores da Terra, e dali Yahúh os espalhou sobre a face de toda a Terra.

A d escen d ên cia d e Shem

10 E esses foram os descendentes de Shem : dois anos depois do dilúvio , quando Shem tinha cem
anos, nasceu o seu filh o Arpachshad. 11 E Shem viveu ainda, depois que gerou Arpachshad, quinhen­
tos anos; e gerou filhos e filhas. 12 E A rpachshad tinha trinta e cin co anos quando gerou Shálach.
13 E Arpachshad viveu ainda, depois que gerou a S hálach, quatrocentos e três anos; e gerou filhos e
filhas. 14 E Shálach tinha trinta anos quando gerou Éver. 15 E Shálach viveu ainda, depois que gerou
Éver, quatrocentos e três anos; e gerou filhos e filhas. 16 Éver tinha trinta e quatro anos quando gerou
Peleg. 17 E Éver viveu ainda, depois que gerou a Peleg, quatrocentos e trinta anos; e gerou filh os e
filhas. 18 E Peleg tinha trinta anos quando gerou Re'ú. 19 E Peleg viveu ainda, depois que gerou Re'ú,
duzentos e nove anos; e gerou filh os e filhas. 20 E Re'ú tinha trinta e dois anos quando gerou Serug.
21 E Re'ú viveu ainda, depois que gerou Serug, duzentos e sete anos; e gerou filh os e filhas. 22 E Serug
tinha trinta anos quando gerou Nachor. 23 E Serug viveu ainda, depois que gerou Nachor, duzentos
anos; e gerou filhos e filhas. 24 E Nachor tinha vin te e nove anos quando gerou Terach. 25 E Nachor
viveu ainda, depois que gerou Terach, cento e dezenove anos; e gerou filh os e filhas. 2 6 E Terach tinha
setenta anos quando gerou Avram , N achor e H aran.

Terach gera Avram

2 7 Foram esses os descendentes de Terach, que foi o pai de Avram , de Nachor e de H aran. Haran foi o
pai de Lot. 28 H aran m orreu antes de seu p ai, Terach, na terra do seu nascim ento, em U r dos kasditas.

Avram casa com Saray

29 Avram e Nachor arranjaram m ulheres para si: o nome da m ulher de Avram era Saray, e o nome da
m ulher do Nachor era M ilkáh . M ilkáh e Yiskáh eram filh as de H aran. 30 Saray não tinha filhos, pois
era estéril. 31 E Terach pegou Avram , seu filh o , e Lot, seu neto, que era filho de Haran, e Saray, sua
nora, que era m ulher de Avram , e saiu com eles de U r dos kasditas, a fim de ir para a terra de Kena'an.
Eles chegaram até Charan e habitaram a li. 32 E Terach morreu em Charan, com a idade de duzentos
e c in co anos.

11:9 - Baval é a raiz etimológica da palavra "Babilônia".


11:24 - Terach significa "andarilho" ou "peregrino"
11:27 - Lot significa "escondido".
11:28 - Kasditas é um título relativo aos habitantes da terra de Ur.
11:29 - Yiskáh é um título atribuído a Saray, a qual posteriormente passou a se chamar Sarah.
Yahúh cham a Avram e lhe fa z prom essas

1 E Yahúh disse a Avram : "Saia da sua terra, do m eio dos seus parentes e da casa de seu
^ vá para a terra que Eu lhe m ostrarei. 2 Eu farei de vo cê uma grande n ação. Eu o abençoarei, e
engrandecerei o seu nome, e vo cê será uma bênção para os outros. 3 Abençoarei aos que o abençoa­
rem e am aldiço arei os que o am ald iço arem . E por m eio de vo cê serão abençoadas todas as fam ílias
da te rra !". 4 E Avram partiu d a li, conform e Yahúh lhe havia ordenado, e Lot foi com ele. E Avram tinha
setenta e c in co anos quando saiu de Charan. 5 Avram levou consigo Saray, sua m ulher, e Lot, seu so­
b rinho, filh o de seu irm ão H aran, e todos os seus bens e seus servos que havia adquirido em C h aran; e
saíram a fim de irem à terra de Kena'an. Q uando chegaram a Kena'an, 6 Avram atravessou o país, até
que chegou a Shechem , até A lo n , na p lan ície de M oreh. N aquele tempo os kena'anitas vivia m nessa
região. 7 E Yahúh apareceu a Avram e disse: "A sua descendência darei essa terra!''. E Avram construiu
ali um altar a Yahúh, pois ali o Eterno havia aparecido a ele. 8 Depois disso Avram foi para a região
m ontanhosa que fic a a leste da cidade de Bêt-Al e ali arm ou o seu acam pam ento, ficando a oeste de
Bêt-Al, e a leste da cidade de H a'ay. Também ali Avram construiu um altar a Yahúh, e invocou o nome
Yahúh. 9 E depois Avram continuou o seu cam inho, seguindo em direção ao Neguev.

Avram vai ao M itzrayim

10 N aquele tempo houve um a tão grande falta de alim entos na terra de Kena'an, que Avram foi morar
em M itzrayim por algum tempo. 11 Q uando estava prestes a entrar em M itzrayim , ele disse a Saray,
sua m ulher: "Eu bem sei que vo cê é uma m ulher m uito bonita; 12 e, quando os egípcios virem você,
vão dizer: 'Essa a í é a m ulher d e le !'. Por isso me matarão, mas vo cê eles deixarão com vida. 13 Peço
que fale que vo cê é m inha irm ã. Assim , por sua causa, eles me deixarão vive r e m e tratarão b em l". 14
E aconteceu que, entrando Avram em M itzrayim , os egípcios viram que Saray, sua m ulher, era m uito
bonita. 15 Até os príncipes do Faraó a viram e gabaram-na diante dele. Por isso Saray foi levada para
o palácio do Faraó. 1 6 E e le tratou bem a Avram por causa dela, e com isso Avram foi presenteado
com ovelhas, bois e jum entos, escravos e escravas, jum entas e cam elos. 17 M as, por causa de Saray,
m ulher de Avram , Yahúh castigou o Faraó e a sua fam ília com doenças horríveis. 18 Então o Faraó
m andou cham ar Avram e perguntou: "Por que vo cê m e fez uma coisa dessas? Por que não m e disse
que ela é a sua m ulher? 19 V o cê disse que ela era sua irm ã, e por isso a peguei para ser m inha mulher.
Portanto, aqui está a sua m ulher, saia daqui com e la !". 20 E o Faraó deu ordem, e os seus guardas
levaram Avram , sua m ulher e tudo o que ele tinha para fora de M itzrayim .

A vram volta d e M itzrayim

I
Q 1 E Avram saiu de M itzrayim e foi para o sul de Kena'an, levando sua m ulher e tudo o que
tinha. E Lot, seu sobrinho, foi com ele. 2 Avram era m uito rico. Tinha m uito gado, prata e ouro.
3 Nas suas jornadas, saiu do Neguev até chegar à cidade de Bêt-Al; e dali foi para o lugar que fica
entre Bêt-Al e H a'ay, onde já havia acam pado antes. 4 Avram chegou ao altar, que antes ele havia
construído naquele lugar; e ali ele invocou o Nom e Yahúh. 5 E Lot, que ia com Avram , também tinha
o velhas, cabras, gado, servos e sua fa m ília . 6 Não havia pastagens que dessem para os dois habitarem
juntos, pois eles tinham muitos anim ais.

Avram e Lot separam-se

7 Por isso houve contenda entre os pastores do gado de Avram e os pastores do gado de Lot. E nesse
tempo os kena'anitas e os p 'rizitas ainda habitavam aquela terra. 8 E Avram disse a Lot: "Para que
não haja contenda entre eu e vo cê, e entre os meus pastores e os seus pastores, pois somos irmãos,
9 vamos nos separar. Escolha! A terra está a í, toda ela. Se vo cê esco lher a esquerda, eu irei para a di­
reita, se vo cê escolher a direita, eu irei para a esquerda!". 10 Então Lot levantou os olhos e viu toda a
p lan ície do rio Yarden, que era toda bem regada, até chegar à cidade d e T zo 'a r. Era com o o jardim de
Yahúh ou com o a terra de M itzrayim . A p lan ície era assim antes de Yahúh haver destruído as cidades
de Sedom e Am oráh. 11 E Lot escolheu para si toda a p lan ície do rio Yarden, e foi para o leste. E assim
os dois se separaram . 12 E Avram ficou na terra de Kena'an, e Lot foi m orar nas cidades da p lanície,
e foi acam pando até chegar a Sedom. 13 E os habitantes de Sedom eram maus e com etiam pecados
horríveis contra Yahúh.

Yahúh pro m e te a Avram a terra d e Kena'an

14 Depois que Lot foi embora, Yahúh disse a Avram : "Levante agora os olhos e olhe desde o lugar onde
vo cê está para o norte, para o sul, para o leste e para o oeste; 15 porque toda essa terra que vo cê está
vendo, Eu a darei a você e à sua descendência, para sempre. 16 E farei que os seus descendentes sejam
tantos como os grãozinhos de pó da terra, de m aneira que se puder ser contado o pó da terra, então tam­
bém poderão ser contados os seus descendentes. 17 Agora vá e ande por toda essa terra, de norte a sul
e de leste a oeste, pois Eu a darei a vo cê !". 18 Então Avram desarmou o seu acampamento e foi habitar
perto dos carvalhos de M am rê, na cidade de Chevron. E ali Avram construiu um altar para adorar Yahúh.

G uerra d e qua tro re is contra cin co

y § 1 E foi nos dias de A m rafal, rei de Shin'ar, A ryoch, rei de Alassar, Kedarla'om er, rei de Elam , e
1 T ’ T id 'al, rei de G oyim , 2 que esses quatro reis fizeram guerra contra os seguintes reis: Bera, rei
de Sedom; Birshá, rei de A m oráh; Shin'av, rei de A dm áh; ShenVéver, rei d e T z e v o 'im ; e contra o rei
de B ela, que é a cidade d e T z o 'a r. 3 Esses cin co reis juntaram os seus exércitos no vale de Sedom. 4
O rei Kedarla'om er os havia dominado por doze anos, mas no décim o terceiro ano eles se revoltaram
contra ele. 5 Por isso, no décim o quarto ano veio Kedarla'om er, e os reis que estavam aliados com ele,
e derrotaram os refa'itas em Ashtarot-Karnayim , os zu zitas em H am , os em itas em Shaveh-Kir'yatayim ,
6 e os choritas no seu monte Se'ir, perseguindo-os até às p lan ícies de Pa'ran, onde com eça o deserto.
7 E depois voltaram e vieram até Kadesh, que naquele tempo se cham ava p lan ície de M ishpat, e eles
arrasaram toda a terra dos am alekitas e derrotaram os em oritas que habitavam em Chatzetzon-Tam ar.
8 Então os reis de Sedom, de Am oráh, de Adm áh, d e T z e vo 'im e de B ela saíram com seus exércitos
para o vale de Sedom e ordenaram guerra 9 contra Kedarla'om er, rei de Elam ; Tid 'al, rei de G oyim ;
A m rafal, rei de S hin'ar; e Aryo ch, rei de Alassar. Eram quatro reis contra c in co . 10 E o vale de Sedom
estava ch eio de poços de betume; e, quando tentaram fugir da batalha, os reis de Sedom e de Am oráh
caíram nesses poços; mas os outros reis fugiram para as m ontanhas. 11 O s quatro reis pegaram todos
os bens de Sedom e de Am oráh com todo o seu m antimento e foram embora.

Lo t é levado com o prisio n eiro

12 E Lot, o sobrinho de Avram , que habitava em Sedom, também foi levado com o prisioneiro. E le­
varam também todos os bens dele. 13 E então veio um homem que havia escapado e contou tudo a
Avram , o ivrita. E Avram habitava perto dos carvalho s que pertenciam a M am rê, o em orita, irm ão de
Eshkol e de A ner; esses eram aliados de Avram . 14 Q uando Avram ficou sabendo que Lot, seu sobri­
nho, tinha sido levado com o prisioneiro, reuniu os seus homens treinados para a guerra, todos eles
nascidos em sua casa. Eram trezentos e dezoito ao todo. Avram foi com eles, perseguindo os quatro
reis até D an. 15 A li Avram dividiu os seus homens em dois grupos e atacou os inimigos de noite e os
derrotou, e ele continuou perseguindo-os até C h ováh, que fica ao norte da cidade de D am ássek.

13:10 - Yarden é o nome original do rio Jordão.


14:3 - O "Vale de Sedom" é a região do M ar Morto, conhecido por Mar Salgado.
14:15 - Damássek é o nome hebraico da cidade de Damasco, capital da atual Síria.
16 E assim trouxe de volta todos os bens que os inimigos haviam levado e trouxe também Lot, seu
sobrinho, e todos os bens dele, e também as suas m ulheres e o seu povo. 17 Depo is que Avram der­
rotou Kedarla'om er e aos reis que estavam com ele, e que já estava voltando para sua casa, saiu-lhe
ao encontro o rei de Sedom, no vale de Shaveh, que é o va le do Rei.

M alki-Tzedek abençoa a Avram

18 E M alki-Tzed ek, que era o rei de Shalem e sacerdote do C riador Altíssim o, trouxe pão e vinh o 19 e
abençoou a Avram , dizendo: "Bendito seja Avram do C riador Altíssim o, que possui os céus e a Terra!
2 0 Bendito seja o C riador Altíssim o, que entregou os seus inimigos em suas m ãos!". E Avram deu a
M alki-Tzedek a décim a parte de tudo o que havia trazido de volta. 21 Então o rei de Sedom disse a
Avram : "Fique com os bens para vo cê e m e devolva somente as pessoas!". 22 M as Avram respondeu
ao rei de Sedom: "Levanto a m inha m ão a Yahúh, o C riador Altíssim o, possuidor dos céus e da Terra,
23 e ju ro que não ficarei com coisa alguma do que é seu, nem um fio de linha, nem uma correia de
sandália, para que vo cê não venha a dizer: 'Eu enriqueci a Avram !'. 24 Não quero nada para m im , a
não ser a com ida que os meus servos com eram . M as a parte que toca aos homens que foram com igo
- Aner, Eshkol e M am rê; que eles peguem as suas partes!".

Yahúh anima Avram e lhe p ro m e te um filho

I
r 1 Depois desses acontecimentos, a palavra de Yahúh foi dirigida a Avram num a visão , dizendo:
"N ão tenha m edo, Avram . Eu sou o seu protetor; sua recompensa será grandíssim a!". 2 E Avram
respondeu: "Ó Soberano Criad or Yahúh! O que V o cê dará a m im , visto que não tenho filhos herdeiros,
e o encarregado da m inha casa é A lfe z e r, de Dam ássek?". 3 E Avram disse ainda: "V o cê não m e deu
filhos, e por isso um dos m eus servos, nascido na m inha casa, será o meu herdeiro !". 4 Então Yahúh
d isse a e le: "Esse n ã o será o seu h erd eiro , m as a q u e le que fo r gerado por v o c ê , esse será o seu
h e rd e iro !". 5 Então o Eterno o levou para fora e disse: "O lh e para os céus e conte as estrelas se pu­
d er!". E acrescentou-lhe: "Assim será a sua descend ência!". 6 E Avram acreditou em Yahúh, e isso lhe
foi creditado com o ju stiç a . 7 E o Eterno disse tam bém : "Eu sou Yahúh; Eu o tirei da terra de U r dos
kasditas para lhe dar essa terra por herança!". 8 E Avram perguntou-lhe: "Ó Soberano C riador Yahúh!
Com o posso ter certeza de que irei herdá-la?". 9 E o Eterno disse-lhe: "Traga para M im três novilhas, três
cabras, três carneiros, uma rola e um pom binho!". 10 E ele lhe trouxe todos esses anim ais, partiu-os pelo
m eio e colocou as metades uma em frente à outra, em duas fileiras; porém as aves ele não partiu. 11
Então as aves de rapina com eçaram a descer sobre os anim ais mortos, mas Avram as expulsava.

Yahúh fa z uma aliança co m Avram

12 E ao pôr do sol, caiu um profundo sono sobre Avram . D e repente, lhe sobrevieram densas trevas
e ele ficou com m edo, e o pavor tomou conta dele. 13 Então o Eterno disse a Avram : "Saiba com
certeza que a sua descendência será peregrina em terra alh eia, e será reduzida à escravidão, e será
escravizada por quatrocentos anos. 14 Mas saiba também que Eu castigarei a nação que a escravizar;
e depois a sua descendência será libertada, levando muitos bens. 15 V o cê terá um a boa v elh ice, mor­
rerá em paz, e será sepultado para juntar-se a seus pais no mundo dos mortos. 16 Depois de quatro
gerações os seus descendentes voltarão para cá; pois Eu ainda não expulsarei os em oritas dessa terra
até que eles se tornem tão m aus, que m ereçam ser castigados!". 17 Q uando o sol se pôs, e já estava
escuro, um fogo fumegante e uma tocha de fogo passaram pelo m eio dos an im ais partidos. 18 Na­
quele m esmo dia Yahúh fez um a alian ça com Avram , d izendo: "Prometo dar à sua descendência essa

14:18 - Malki-Tzedek significa "R ei de Justiça".


14:18 - Rei de Shalem significa "R ei de Paz".
terra, que vai desde o rio de M itzrayim até o grande rio Ferat, 19 incluin do a terra dos kenitas, dos
kenizitas, dos kadm onitas, 2 0 dos chititas, dos p'rizitas, dos refa'itas, 21 dos em oritas, dos kena'anitas,
dos guirgashitas e dos yevussitas!".

Saray dá H a ga r p o r esposa a Avram

/~ 1 E Saray, m ulher de Avram , não lhe tinha dado filhos, e ela tinha uma escrava egípcia, que
1 v f se cham ava Hagar. 2 Certo dia, Saray disse a Avram : "Já que Yahúh m e tem impedido de ter
filhos, tenha relações com a m inha escrava; talvez assim, por m eio dela, eu possa ter filh o s!". E Avram
atendeu ao pedido de Saray. 3 E assim Saray, m ulher de Avram , pegou Hagar, a egíp cia, sua escrava, e
a deu por concubina a Avram , seu m arido. Isso aconteceu quando já fa z ia dez anos que Avram estava
m orando na terra de Kena'an. 4 E Avram teve relações com Hagar, e ela ficou grávida. Q uando des­
cobriu que estava grávida, Hagar com eçou a olhar com desprezo para Saray, sua dona. 5 Então Saray
disse a Avram : "Por sua cu lp a Hagar está m e desprezando! Pus a m inha serva em suas mãos; e, agora
que ela sabe que está grávida, fica me tratando com desprezo. Q u e Yahúh julgue quem é culpado, se
é vo cê ou se sou eu !''. 6 E Avram disse a Saray: "Está bem. A sua escrava está em suas mãos. Faça dela
o que vo cê quiser!''. E Saray com eçou m altratá-la tanto, que ela fugiu de sua presença. 7 Então o Anjo
de Yahúh a encontrou no deserto, perto de uma fonte que fica no cam inho de Shur, 8 e perguntou-lhe:
"Hagar, serva de Saray, de onde vo cê está vin d o e para onde vo cê va i?". E ela disse: "Estou fugindo
da presença de Saray, m inha d o n a!". 9 Então o A n jo de Yahúh disse-lhe: "Volte para sua dona e seja
obediente a ela em tudo!". 10 E o A n jo de Yahúh disse também: "M u ltip licarei grandemente a sua
descendência, de modo que ninguém poderá contá-la, de tão numerosa que será!".

O nascim ento d e Yishm a'al

11 E o A n jo de Yahúh disse-lhe: "V o cê está grávida, e terá um filho, e vo cê porá nele o no m eYishm a'al,
pois Yahúh ouviu o seu grito de aflição. 12 Ele será com o um jum ento selvagem entre os homens; a
sua m ão será contra todos, e a m ão de todos será contra ele; e habitará diante da face de todos os seus
irm ãos!". 13 Então H agar disse a Yahúh: "V ocê é o Eterno que tudo vê". E isso porque Ele havia falado
com ela, e ela havia perguntado a si m esma: "Será verdade que eu v i nesse lugar Aquele que m e vê?".
14 É por isso que aquele poço que fica entre Kadesh e Báred, foi cham ado de Be'er-Lachay-Ro'i. 15 E
Hagar deu à lu z um filh o de Avram ; e Avram pôs o nome de Yishm a'al no seu filh o que havia nascido
de Hagar. 16 E Avram era da idade de oitenta e seis anos quando Hagar lhe deu Yishm a'al.

Yahúh muda o nom e d e Avram para Avraham

1 Q uand o Avram tin h a noventa e nove anos, Yahúh apareceu a ele, e disse: "Eu sou o E
J Todo-Poderoso; viva em com unhão Com igo e seja obediente a M im! 2 E firm arei a M inha
alia n ça com você e lhe darei muitos descendentes!". 3 Então Avram se prostrou com o rosto em ter­
ra, e o Eterno lhe disse: 4 "Eu firm o com vo cê essa a lia n ça: prometo que vo cê será o pai de m uitas
nações. 5 Daqui em diante o seu nome não será m ais Avram , mas Avraham será o seu nome, pois Eu
vou fazer com que vo cê seja o pai de m uitas nações. 6 Farei com que a sua descendência seja num e­
rosíssim a, e entre os seus descendentes elegerei reis. 7 Estabelecerei a M inha alia n ça com vo cê e com
a sua descendência em todas as suas gerações com o alian ça eterna. Eu serei para sempre o seu A ltís­
sim o e dos seus descendentes que virão depois de você. 8 E darei a vo cê e à sua descendência a terra
de suas peregrinações, toda a terra de Kena'an, em possessão perpétua, e Eu serei o A ltíssim o deles!".

16:13 - A expressão "Atáh Al R o 'i" significa "Você é o Eterno que tudo vê".
16:14 - Be'er-Lachay-Ro'i quer dizer "Poço onde apareceu a mim Aquele que tudo vê".
17:1 - Eu Sou o Eterno Todo-Poderoso é a tradução da expressão "Aní Al Shaday".
Yahúh in stitu i a circu n cisão

9 E o Eterno disse a Avraham : "Q u an to a vo cê, Avraham , seja fiel à M in ha aliança, vo cê e a sua des­
cendência que virá depois de vo cê, para sem pre. 10 Essa é a M in ha aliança que estou firm ando entre
M im e vo cê, e com a sua descendência que virá depois de você: todos os homens entre vocês deverão
ser circuncidados. 11 E vo cês se circu n cid arão na carn e do prepúcio; e isso será por sinal da aliança
entre M im e vocês. 12 No oitavo dia depois do nascim ento, todos os m eninos entre vo cês deverão ser
c ircuncidado s, por todas as suas gerações. Tanto os nascidos em casa com o os que forem com prados
de estrangeiros, que não sejam de sua linhagem . 13 E assim deverão ser circuncidado s os nascidos
em sua casa, e os que forem com prados por seu dinheiro; assim estará a M inha alian ça na sua carne
com o uma alian ça perpétua. 14 Mas o in circu n ciso , que não se circu n cid a r na carne do prepúcio, não
poderá m orar entre vocês, pois vio lo u a M inha a lia n ç a!".

Yahúh muda o nom e d e Saray para Sarah

15 E o Eterno disse a Avraham : "Q uanto a Saray, sua m ulher, de hoje em diante não a cham e mais
p elo nome Saray, porém o nome dela será Sarah. 16 Eu a abençoarei e darei a vo cê um filho, que
n ascerá dela; sim , Eu a abençoarei, e ela será m ãe de muitas nações; reis e povos sairão d ela!". 17
E Avraham prostrou com o rosto em terra, e riu-se, e disse no seu coração: "Por acaso um homem
de cem anos poderá ainda ser pai? E Sarah poderá dar à luz, sendo já da idade de noventa anos?".
18 Então Avraham disse ao Eterno: "Tom ara que Y ishm a'al seja abençoado por V o cê!". 19 E o Eterno
lhe respondeu: "N a verdade, Sarah, sua m ulher, lhe dará um filho, e vo cê o cham ará de Y itzchak; e
estabelecerei o Meu pacto com o alian ça perpétua com ele e com os seus descendentes. 20 Q uanto a
Yish m a'al, também tenho ouvido o seu pedido a respeito dele; e Eu o abençoarei e lhe darei muitos
filhos e m uitos descendentes. Ele será pai de doze p ríncipes, e dele farei uma grande nação. 21 E
estabelecerei a M inha alia n ça com Y itzch ak, o seu filh o, que Sarah dará à lu z nesse tempo determi­
nado, no ano que vem 1" . 22 E ao acabar de falar com Avraham , o Eterno retirou-se da presença dele.

Avraham pra tica a circu n cisã o

23 E imediatam ente Avraham pegou o seu filh o Y ishm a'al e todos os outros homens da sua casa,
inclu in do os servos nascidos na sua casa e os escravos que tinham sido com prados de estrangeiros.
Avraham reuniu todos os homens que havia na sua casa e os circun cido u a carne do prepúcio, naque­
le m esmo dia, conform e o Eterno lhe havia ordenado.

Avraham é circu n cid a d o aos noventa e n ove anos d e idade

24 Avraham tinha noventa e nove anos de idade quando foi circu ncidada a carne do seu prepúcio,
25 e seu filho Y ishm a'al tinha treze anos de idade quando foi circuncidada a carne do seu prepúcio.
2 6 E nesse mesmo dia foram circuncidad o s Avraham e seu filho Yishm a'al. 2 7 E todos os homens
da sua casa, assim os nascidos em casa com o os que tinham sido com prados de estrangeiros, foram
circuncidado s com ele.

Yahúh e dois anjos aparecem a Avraham

Q 1 E Yahúh apareceu a Avraham junto aos carvalhos de M am rê, estando ele sentado à porta
1 U d a tenda, na hora m ais quente do dia. 2 E Avraham , levantado os olhos, olhou e apareceram
três homens de pé em frente dele. Q u an d o o s v iu , correu da porta da tenda ao encontro deles, e

17:15 - "Sarah" significa "princesa".


prostrou-se em terra, 3 e disse: "M eu Soberano Criador, se agora tenho a lcançad o a sua confiança,
peço que não passe pela m inha h u m ilde casa sem m e fazer uma visita. 4 Venham , trarei um pouco
d'água para lavarem os pés e depois vo cês descansarão aqui debaixo da árvore; 5 e trarei também um
pouco de pão, e assim terão forças para continuar a viagem . V o cês honraram o Seu servo com as Suas
presenças, agora deixem que eu os sirva !". E eles lhe responderam : "Q u e seja feito assim com o você
d isse!". 6 E Avraham foi apressadamente para dentro da sua tenda e disse a Sarah: "Depressa! Am asse
uns dez quilos de farinha e faça pães. 7 E em seguida correu ao gado, pegou um n ovilho mim oso
e bom e o entregou a um dos seus servos, que se apressou em prepará-lo para o com erem . 8 Então
Avraham pegou queijo fresco, leite e a carne do n ovilho que ele havia m andado preparar e pôs tudo
diante dos visitantes, ficando em pé ao lado deles debaixo da árvore, enquanto eles com iam . 9 E eles
lhe perguntaram: "O n de está Sarah, sua m ulher?". Ele respondeu: "Está ali na tenda!".

O E te rn o p re d iz que Sarah terá um filho

10 E um deles lhe disse: "N o ano que vem Eu virei visitá-lo novamente; e nessa época Sarah, sua
m ulher, terá um filh o !". E Sarah estava atrás deles, na entrada da tenda, escutando a conversa. 11
E Avraham e Sarah já eram velhos, e avançados em idade; e Sarah já havia passado da idade de ter
filhos. 12 Sarah então riu consigo m esma e pensou assim : "C o m o poderei ainda ter desejo sexual de­
pois de haver en velhecido, sendo tam bém o meu amo já velho?". 13 E Yahúh perguntou a Avraham :
"Por que Sarah riu, d izendo: 'Será verdade que eu, que sou velha, darei à luz um filho?'. 14 Por acaso
há alguma coisa que seja impossível para Yahúh? Pois, com o Eu disse, no tempo determinado, no
ano que vem , visitarei vo cê novamente, e Sarah terá um filh o !". 15 Então Sarah ficou com medo e
q uis negar, dizendo: "Eu não ri!". Mas o anjo respondeu: "N ão é verdade; eu sei que vo cê riu !". 16 E
aqueles visitantes celestiais levantaram-se dali e foram para um lugar de onde podiam avistar a cidade
de Sedom . E Avraham os acom panhou para lhes mostrar o cam inho.

Yahúh anuncia a d estru içã o de S edom e Am oráli

17 E Yahúh disse a si mesmo: "O cu ltarei a Avraham o que Eu pretendo fazer, 18 visto que Avraham
certam ente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por m eio dele serão abençoadas todas as
nações da terra. 19 Porque Eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua des­
cendência que virá depois dele, para que perm aneçam no cam inho de Yahúh, para praticarem retidão
e ju stiça; a fim de que Yahúh faça v ir sobre Avraham aquilo que a respeito dele tenho falad o !". 20 E
Yahúh disse: "H á terríveis acusações contra Sedom e Am oráh, e os pecados dos seus habitantes se
tem agravado m uito. 21 D escerei agora e verei se as acusações que tenho ouvido são verdadeiras ou
não !". 22 Então dois dos visitantes celestiais saíram dali e foram em direção à cidade de Sedom; mas
Avraham ficou ali em pé perante Yahúh.

Avraham in te rce d e ju n to a Yahúh p o r L o t e sua fam ília

23 E Avraham chegou um pouco m ais perto e perguntou: "V o cê destruirá os justos junto com os
ímpios? 24 Se por acaso houver cinquenta justos na cid ade, V o cê destruirá e não poupará o lugar
por causa dos cinquenta justos que ali estão? 25 Q u e esteja longe de V o cê quem fa ça tal coisa: fazer
morrer o justo com o ím pio, de modo que o justo seja tratado com o o ímpio! Q u e isso esteja longe de
Você! Não fará justiça 'o Ju iz' de toda a terra?". 2 6 Então Yahúh respondeu: "Se Eu achar em Sedom
cinquenta pessoas justas dentro da cid ade, pouparei o lugar todo por am or a ela s!". 2 7 Avraham vol­
tou a dizer: "Perdoe meu atrevimento de continuar falando com V o cê, ó Soberano Criador, pois sou
apenas pó e cin za . 28 Se por acaso de cinquenta pessoas ju stas faltarem cin co , V o cê destruirá toda
a cidade por cau sa das cin co ?". Ele respondeu: "S e Eu achar ali quarenta e c in co , não destruirei a
cid a d e!". 29 E Avraham continuou ainda a falar-lhe, e disse: "E se por acaso houver ali quarenta pes­
soas justas?". M ais um a ve z o Eterno consentiu: "Por am or a esses quarenta, não destruirei a cidade!".
3 0 E Avraham disse: "O ra , não se ire, ó Soberano C riador, por eu continuar ainda a falar: e se por
a caso houver ali trinta?". D e novo o Eterno consentiu, dizendo: "S e Eu achar ali trinta, não destruirei
a cidade!". 31 E Avraham tornou a perguntar: "O utra ve z estou me atrevendo a fa la r com V ocê, ó
Soberano C riador, mas perdoa-me: e se por acaso houver ali vinte?". E o Eterno respondeu-lhe: "Por
am or a esses vinte, não destruirei a cid ade. 3 2 E Avraham ainda disse: "O ra , não se ire, ó Soberano
Criador, pois eu vou perguntar somente m ais essa vez: e se por acaso houver ali dez?". Ainda o Eterno
consentiu, dizendo: "Por am or aos dez, não destruirei a cid ade. 33 Q uando Yahúh acabou de falar
com Avraham , Ele fo i em bora, e Avraham voltou para o seu lugar.

L o t re ce b e em sua casa os d ois anjos

1 Estava anoitecendo quando os dois anjos chegaram à cidade de Sedom. Lot estava sen
Z J perto do portão de entrada de Sedom e, vendo-os, levantou-se para os receber; prostrou-se
com o rosto em terra 2 e disse: "M eus mestres, aqui estou eu para servi-los; peço-lhes que entrem
na casa de seu servo. Vo cês podem lavar os pés e passar a noite aqui. Am anhã vo cês levantarão e
continuarão a sua viag em !". E eles disseram : "N ão se preocupe, passarem os a noite na p raça!''. 3 M as
Lot insistiu tanto, que eles aceitaram e foram com ele para a sua casa. E Lot m andou preparar um
bom jantar e assar m atzot, e eles com eram . 4 M as, antes que eles fossem dormir, todos os homens da
cidade, tanto os jovens com o os velhos, cercaram a casa de todos os lados. 5 Eles cham aram Lot e per­
guntaram: "O n d e estão os homens que vieram para sua casa essa noite? Traga-os aqui fora para nós,
pois queremos ter relações com eles! ". 6 Então Lot saiu-lhes à porta e, fechando-a atrás de si, 7 disse:
"Por favor, meus amigos, peço a vo cês que não procedam tão perversamente! 8 Tenho duas filhas que
ainda são virgens; eu as trarei aqui fora para vocês. Façam com elas o que bem quiserem ; somente
não façam nada a esses homens, pois eles são meus hóspedes, e eu tenho o dever de protegê-los!".
9 E eles disseram : "Saia da nossa frente!". E diziam uns aos outros: "Esse indivíduo, com o estrangeiro
veio habitar aqui, e quer m andar em nós! Pois agora vam os fa zer com vo cê p ior ainda do que íamos
fazer com os seus hóspedes!". E investiram contra Lot, e aproxim avam -se para arrom bar a porta. 10
Aqueles visitantes celestiais que pernoitavam na casa de Lot, estendendo as mãos, puxaram Lot para
dentro da casa e fecharam a porta. 11 E os anjos feriram de cegueira os que estavam do lado de fora,
tanto os jo ven s com o os v elhos, de m aneira que cansaram de procurar a porta. 12 Então aqueles men­
sageiros disseram a Lot: "Tem m ais gente sua aqui? Pegue os seus filhos, as suas filhas, os seus genros
e todos os outros parentes que vo cê tiver na cid ad e e tire todos para fora desse lugar, 13 porque vamos
destruir esse lugar, pois são terríveis as acusações contra essa gente, as quais chegaram ao ouvido
de Yahúh, e Yahúh nos enviou a destruí-lo!". 14 Então Lot saiu e falou com seus futuros genros, que
haviam de se casar com suas filhas, e disse-lhes: "Arrumem -se depressa e saiam desse lugar porque
Yahúh vai destruir a cid a d e !". M as eles pensaram que Lot estivesse brincando. 15 E ao amanhecer,
os anjos apressaram a Lot, dizend o : "Levante-se, pegue sua m ulher e suas duas filhas que aqui estão,
para que vo cês não m orram quando a cidade for destruída!". 16 E, com o ele estava dem orando, os
anjos pegaram-no pela mão, também à sua m ulher, e às suas filhas e os levaram para fora da cidade,
pois Yahúh teve com p aixão de Lot. 17 Q uand o os tinham tirado para fora, um dos anjos disse: "Agora
corram e salvem suas vidas! Não olhem para trás, nem parem nessa planície. Fujam para a montanha,
para que vo cês não m orram . 18 E Lot respondeu-lhe: "O h , não, m eu Soberano C riad or! 19 Agora
o Seu servo tem alca n ça d o um grande favor da Sua parte e ainda V o cê teve co m p aixão de m im ,
salvando a m inha vid a ; m as a m ontanha fic a m uito longe daqui, e a destruição vai m e a lca n ça r e
acab ar com igo antes que eu chegue lá. 20 Está vendo aquela cid a d ezin h a a li? Ela fica perto. Permita
que eu fu ja para lá , a fim de sa lva r a m inha vid a . V eja que é uma cidade bem p equ ena!". 21 Então o
an jo disse: "Está bem; pode ir. Eu não d estruirei aq uela cidade que vo cê está falando . 22 Agora vão
depressa, p o is Eu não poderei fa z e r nada enquanto vo cê não tiver chegado lá !". Lot tinha dito que
a cidade era bem pequena, e por isso ela recebeu o nom e de Tzo 'a r. 23 E tinh a saído o sol sobre a
Terra quando Lot entrou em Tzo 'ar.
A d estru içã o d e S edom e Am oráh

24 E Yahúh fez chover, sobre Sedom e A m oráh, enxofre e fogo vindos dos céus en viado por Yahúh.
25 Ele destruiu aquelas cidades e também toda a p lan ície e os seus m oradores, e acabou com todas
as plantas e árvores daquela região. 26 M as a m ulher de Lot olhou para trás e ficou convertida em
uma estátua de sal. 27 N o dia seguinte, Avraham levantou-se de madrugada e foi ao lugar onde havia
falado com Yahúh; 28 e olhou na direção de Sedom e Am oráh e de toda a terra da p lan ície e viu que
da terra subia fum aça, com o se fosse a fum aça de um a grande fornalha. 29 Foi assim que o Eterno
destruiu as cidades da p lanície, mas o Eterno lembrou-se de Avraham e tirou Lot do m eio da destruição
ao destruir aquelas cidades em que Lot morava.

A origem d os m o'avitas e d os am onitas

3 0 E Lot teve m edo de ficar morando e m T zo 'a r, e por isso foi para as montanhas, junto com suas duas
filhas. A li os três viviam numa caverna. 31 Certo d ia, a primogênita disse à irmã m ais nova: "O nosso
pai já está velho , e não há nenhum outro homem nessa região que possa coabitar conosco. Assim não
podemos casar e ter filhos, com o é costume em toda a Terra. 32 Venha, darem os vinh o ao nosso pai,
e depois nós deitaremos com ele, para que conservem os a descendência de nosso p a il" . 33 Naquela
mesma noite elas deram vin h o a seu p ai; e, entrando a prim ogênita, teve relação com seu pai, e ele
não percebeu quando ela se deitou, nem quando ela se levantou. 34 No dia seguinte a primogênita
disse à sua irm ã m ais nova: "Eu ontem à noite deitei com meu pai. Então darem os vin ho a ele também
essa noite, e então vo cê vá e tenha relação com ele, para que conservem os a descendência de nosso
p a il" . 35 Naquela noite elas tom aram a dar vin h o a seu pai, e, levantando-se a menor, foi e teve re­
lação com ele, e ele não percebeu quando ela se deitou, nem quando ela se levantou. 36 E assim as
duas filhas de Lot tiveram filhos dele. 37 A primogênita deu à lu z um filh o , e ela deu a ele o nome de
M o 'av; esse é o pai dos m o'avitas de hoje. 38 A m ais nova também deu à lu z um filho, e pôs nele o
n om e de Ben-A m í; esse é o pai dos amonitas de hoje.

Avraham p ereg rin a em G uera r e d iz que Sarah é sua irm ã

<■* /"fc1 E Avraham saiu de M am rê e foi para o sul de Kena'an e ficou habitando entre Kadesh e Shur.
V r M a is tarde, quando estava peregrinando em Guerar, 2 Avraham d izia que Sarah, sua mulher,
era sua irm ã. Então Avim elech, rei de G uerar, m andou que trouxessem Sarah para o seu p alácio. 3
M as o Eterno visitou A vim elech em sonhos durante a noite e lhe disse: "V o cê será castigado com a
m orte porque a m ulher que vo cê m andou buscar tem m arido !". 4 E Avim elech ainda não havia tido
relação com Sarah, e por isso ele perguntou ao Eterno: "Ó Soberano Criador! V o cê matará um homem
inocente e destruirá uma n ação justa? 5 Na verdade, o próprio Avraham disse a m im que Sarah é
irmã dele, e ela tam bém disse que Avraham é seu irm ão. E foi na sinceridade do meu coração e na
inocência das m inhas m ãos que fiz isso!". 6 E o Eterno lhe respondeu em sonhos: "Eu bem sei que
na sinceridade do seu coração vo cê fez isso. Portanto, para que você não pecasse contra M im , Eu
não permiti que vo cê tocasse nela. 7 Agora devolva a m ulher ao m arido dela, porque ele é profeta,
e intercederá por vo cê para que vo cê não m orra. M as, se vo cê não a devolver, saiba que certamente
vo cê m orrerá, vo cê e todo o seu p o vo!". 8 No dia seguinte Avim elech levantou-se de m anhã cedo e
cham ou todos os seus servos e lhes contou tudo o que havia acontecido. E eles temeram m uito. 9 E
A vim elech cham ou Avraham e lhe disse: "V eja o que vo cê nos fez! Q u e m al eu lhe causei para que
vo cê fizesse c air sobre m im e sobre o meu reino a cu lp a de um pecado tão grande? Você me fez o que
não se deve fa zer!". 10 E A vim elech perguntou a Avraham : "C o m que intenção vo cê fez isso?". 11 E
Avraham respondeu: "Eu p ensei que nesse lugar ninguém tivesse temor do Eterno e que m e mata­

20:2 - "Avim elech" significa "M eu pai é rei".


riam para fic a r com a m inha m ulher. 12 E, além disso, ela é realmente m inha irm ã, filha de meu pai,
ainda que não de m inha mãe; assim sendo, ela veio ser m inha m ulher. 13 Q uando o Eterno me tirou
da casa de meu pai e me fez peregrinar por terras estrangeiras, eu disse a Sarah: 'Em todo lugar aonde
chegarmos, faça-m e a bondade de d ize r que eu sou seu irm ão !". 14 Então Avim elech devolveu Sarah
a Avraham e, além disso, lhe deu ovelhas, bois, escravos e escravas. 15 E Avim elech disse-lhe: "O lh e ,
Avraham , a í estão as m inhas terras. V o cê pode m orar onde quiser!". 16 E Avim elech disse a Sarah o
seguinte: "Eu dei a seu irm ão m il moedas de prata para que os que estão com vo cê saibam que você
está inocente. Assim , todos saberão que vo cê não fez nada de errado !". 17 E Avraham orou ao Eterno,
e o Eterno curou A vim elech , e a sua m ulher e as suas escravas, e assim puderam ter filhos novamente,
18 porque Yahúh havia feito com que nenhum a das m ulheres do p a lá cio de Avim elech pudesse ter
filhos, por causa do que tinha acontecido com Sarah, m ulher de Avraham .

O n ascim en to d e Y itzchak

- | 1 E Yahúh visitou Sarah, conform e tinha falado, e Yahúh fez com o havia prometido. 2 E Sarah
ᣠI ficou grávida, e na ve lh ice de Avraham , ela deu-lhe um filho. O m enino nasceu no tempo
determinado em que o Eterno lhe havia falado; 3 e Avraham pôs no seu filho, gerado por Sarah, o
n om e de Y itzch ak. 4 E Avraham circu n cid o u o seu filho Y itzch ak quando ele tinha oito dias de idade,
conform e o Eterno lhe havia ordenado. 5 E A vraham tinha cem anos de idade quando lhe nasceu
Y itzch a k , seu filh o . 6 E Sarah disse: "O Eterno preparou alegria para m im ; todo aquele que o ouvir, se
alegrará com ig o!". 7 E acrescentou: "Q u em diria a Avraham que Sarah haveria de am am entar filhos!
N o entanto, apesar de ele estar velho , eu lhe dei um filh o !". 8 E o m enino cresceu e foi desmamado;
e, no dia em que Yitzchak foi desmamado, Avraham fez um grande banquete. 9 E Sarah viu o filho
de Avraham com Hagar, a egípcia, que estava brincando com seu filh o Y itzch ak, 10 então ela disse
a Avraham : "M ande embora essa escrava e o filh o dela, pois o filh o dessa escrava não será herdeiro
junto com Y itzch ak, meu filh o !". 11 E isso pareceu bem duro aos olhos de Avraham , por causa de seu
filho. 12 Porém o Eterno disse a Avraham : "N ão fique contrariado por causa do m enino e por causa
da sua escrava; tudo o que Sarah lhe pedir, atenda-a, pois é por m eio de Y itzch a k que será contada
a sua descen dên cia. 13 0 filho dessa escrava é seu filho tam bém, e por isso farei com que os descen­
dentes dele sejam um a grande n ação!''.

A vraham d e sp ed e H agar e Yishm a'al

14 No dia seguinte Avraham levantou-se de m anhã cedo e, pegando pão e um odre de água, os deu a
Hagar, pondo-os sobre o ombro dela; também lhe deu o m enino e m andou que fossem em bora; e ela
foi em bora, andando sem direção pelo deserto de Be'er-Sheva. 15 Q uando acabou a água do odre,
Hagar deitou o m enino d ebaixo de um dos arbustos 16 e fo i sentar-se a uns cem metros da li. E d izia
consigo m esma: "N ão quero ver meu filh o m orrer!''. E assim , sentada em frente dele, levantou a sua
vo z e chorou. 17 M as o Eterno ouviu o choro do m enino; e, lá dos céus, o A n jo do Eterno cham ou
a Hagar e disse-lhe: "Por que vo cê está preocupada, Hagar? Não tenha m edo, pois o Eterno ouviu o
choro do m enino do lugar onde Ele está. 18 Vam os! Levante o m enino e pegue-o pela m ão, porque
d ele farei uma grande n ação !". 19 Então o Eterno abriu os olhos de Hagar, e ela viu um poço. Ela foi,
encheu de água o odre e deu para o m enino beber. 20 E, protegido pelo Eterno, o m enino cresceu e,
m orando no deserto, ele tornou-se um bom flecheiro. 21 Ele habitou no deserto de Pâ'ran, e sua mãe
arranjou-lhe uma m ulher da terra de M itzrayim .

Avraham fa z uma aliança com A vim elech

22 N aquele mesmo tempo Avim elech, acom panhado de Fichól, o chefe do seu exército, foi fa la r com
Avraham , e disse: "O Eterno está com vo cê em tudo o que vo cê faz. 23 Portanto, aqui nesse lugar,
jure pelo Eterno que não agirá falsamente comigo, nem com meus filhos, nem com os meus descendentes!
Eu tenho sido sincero com você; por isso prometa que será sincero com igo e fiel a essa terra em
que vo cê está m orando!". 24 E Avraham disse-lhe: "Eu ju ro !". 25 E Avraham fez uma reclam ação a
A vim elech por causa de um poço de água, que os servos de A vim elech haviam tomado à força. 2 6 E
A vim elech exp lico u : "N ão sei quem fe z isso. Vo cê n unca me falou nada, e essa é a prim eira vez que
estou ouvindo fa la r desse assunto!". 27 E Avraham pegou algumas ovelhas e alguns bois e os deu a
A vim elech; assim eles fizeram entre si um a a lia n ça. 28 E Avraham pôs à parte sete cordeiras do seu
rebanho. 29 E A vim elech perguntou a Avraham : "Q u e significam essas sete cordeiras que vo cê pôs
à parte?". 30 E Avraham respondeu: "Essas sete cordeiras vo cê receberá da m inha mão para que me
sirvam de testemunho de que eu cavei esse p o ço !". 31 Por isso aquele lugar ficou sendo cham ado
de Be'er-Sheva, porque ali os dois fizeram um juram ento. 32 E assim eles fizeram uma a lia n ça em
Be'er-Sheva. E depois A vim elech e Fichól, o chefe do seu exército, voltaram para a terra dos pelishtim .
33 E Avraham plantou um pom ar de árvores frutíferas em Be'er-Sheva, e invocou ali o nome Yahúh, o
A ltíssim o Eterno. 34 E Avraham peregrinou na terra dos pelishtim por m uitos dias.

Yahúh p õ e Avraham á prova

1 Depois desses acontecim entos, o Eterno pôs Avraham à prova, dizendo-lhe: "A vraham
^ ^ ele respondeu: "Aqui estou!". 2 E o Eterno prosseguiu dizendo: "Pegue agora seu filho; o seu
único filh o, Y itzch ak, a quem vo cê tanto ama, e vá à terra de M oriyah e ofereça-o ali em holocausto
sobre um dos montes que Eu lhe m ostrarei!". 3 No dia seguinte Avraham levantou-se de m anhã bem
cedo, arreou o seu jum ento e levou consigo dois de seus servos e Y itzch ak, seu filh o ; e, tendo corta­
do a lenha para o holocausto, saiu para ir ao lugar que o Eterno lhe havia falado. 4 No terceiro dia
Avraham levantou os olhos e viu o lugar de longe. 5 Então Avraham disse a seus servos: "Fiquem aqui
com o jum ento. Eu e o m enino irem os ali adiante para adorarmos o Eterno. D aqui a pouco voltarem os
a vo cês!". 6 E Avraham pegou a lenha do holocausto e a pôs sobre os ombros de Yitzchak, seu filho;
pegou também um cutelo e o fogo, e os dois foram cam inhando juntos. 7 Então Y itzch ak disse a seu
pai Avraham : "M eu p a i!". Avraham respondeu: "Q u e foi, meu filh o !". E Y itzchak perguntou-lhe: "N ós
temos o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?''. 8 E Avraham respondeu-lhe: "O
Eterno proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filh o !". E os dois continuaram cam inhando
juntos. 9 Q uando eles chegaram ao lugar que o Eterno lhe havia indicado, Avraham construiu ali um
altar e pôs a lenha em ordem em cim a dele. Depois amarrou seu filh o Y itzch ak, e o deitou sobre o
altar em cim a da lenha. 10 E, estendendo a mão, pegou o cutelo para degolar seu filho. 11 Naquele
instante o A n jo de Yahúh bradou lá dos céus, dizend o : "Avraham ! Avraham !". Ele respondeu: "A qui es­
tou!". 12 E o A n jo disse: "N ão estenda a sua m ão contra o m enino e não lhe faça nenhum m al. Agora
sei que vo cê teme o Eterno, pois vo cê não M e negou seu filh o, o seu único filh o !". 13 Nisso Avraham
olhou em volta e viu um carneiro am arrado em um arbusto. Avraham foi, pegou o carneiro e o ofere­
ceu em holocausto em lugar de seu filho. 14 E Avraham pôs naquele lugar o nome de Yahúh-Yir'eh. É
por isso que até hoje o povo d iz: "N esse monte Yahúh proverá!". 15 Então o A n jo de Yahúh bradou a
Avraham pela segunda ve z lá dos céus, 16 e disse: "Porque vo cê fez isso e não M e negou o seu filho, o
seu ún ico filho, por isso Eu juro pelo M eu próprio Nom e - d iz Yahúh - que abençoarei vo cê ricam en­
te. 17 Farei que a sua descendência seja tão numerosa com o as estrelas dos céus ou com o os grãos
de areia da praia do m ar; e a sua descendência conquistará a porta dos seus inim igos. 18 Por m eio
da sua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra, pois vo cê obedeceu à M inha vo z!".
19 E Avraham voltou para o lugar onde estavam os seus servos, e foram todos juntos a Be'er-Sheva; e
Avraham fico u habitando em Be'er-Sheva. 20 Depois dessas coisas, anunciaram a Avraham , dizendo:
"M ilká h também tem dado à lu z filh os de Nachor, seu irm ão: 21 U tz, o seu prim ogênito, e B u z, seu ir­
m ão, e Kem u'al, que foi pai de Aram , 22 e Kessed, C h azo , Pildásh, Y id lá f e B etu 'a l!". 23 E Betu'al foi o

22:14 - Yahúh-Yir'eh significa "Yahúh proverá".


22:19 - Be'er-Sheva significa "Poço do Juramento".
pai de R iV ká h . Esses oito foram filhos de M ilkáh , esposa de Nachor, irm ão de Avraham . 24 Re'um áh,
a concub ina de Nachór, também lhe deu os seguintes filhos: Tevach, G acham , Tachash e M a'acháh.

Sarah m orre aos cen to e vinte e sete anos d e idade

« 3 1 A duração da vida de Sarah foi de cento e vinte e sete anos. 2 Sarah morreu em Kir'yat-Arbá, que
à * J é a cidade de Chevron, na terra de Kena'an; e Avraham veio se lamentar e chorar por ela: 3 e depois
Avraham se levantou da presença da sua falecida e falou aos filhos de Chêt, dizendo: 4 "Sou estrangeiro e
peregrino entre vocês. Portanto, me vendam um pedaço de terra entre vocês, para que eu possa sepultar a
minha falecida mulher, removendo-a da minha presença!". 5 E os filhos de Chêt responderam-lhe: 6 "Ouça-
-nos, Avraham! Você é um príncipe do Etemo que está entre nós. Sepulte a sua falecida na melhor de nossas
sepulturas. Nenhum de nós se negará a dar-lhe a sua sepultura para sepultar a sua falecida!". 7 E então
Avraham se levantou e, inclinando-se diante do povo daquela terra, diante dos filhos de Chêt, 8 falou-lhes, di­
zendo: "Se é da vontade de vocês que eu sepulte a minha falecida aqui, por favor, intercedam por mim junto
a Efron, o filho deTzochar, 9 para que ele me venda a cova de Machpeláh, que fica na divisa de suas terras.
Eu pagarei o devido preço em posse de túmulo entre vocês!". 10 E Efron estava sentado ali entre os filhos de
Chêt, no lugar de reunião, perto do portão da cidade. E Efron, o chitita, falou em alta voz a Avraham, diante
dos filhos de Chêt, dizendo: 11 "N ão, meu amo; ouça-me! Eu dou a você o terreno e também a sepultura
que nele está. Na presença dos filhos do meu povo estou lhe doando o terreno e a sepultura, para que você
possa sepultar a sua falecida mulher!". 12 E Avraham se inclinou novamente diante do povo daquela terra 13
e falou a Efron, de modo que todos pudessem ouvir: "Se você concorda, peço-lhe que me ouça! Pagarei o
preço do terreno; receba-o de mim. E depois sepultarei ali a minha falecida mulher!". 14 E Efron respondeu
a Avraham: 15 "Meu amo, ouça-me! Um terreno do valor de quatrocentos shekalim de prata. O que vale
isso entre nós dois? Vá e sepulte ali a sua falecid a!". 16 Avraham concordou com Efron e pesou-lhe a
quantidade de prata de que ele tinha falado diante dos filhos de Chêt, isto é, quatro quilos e m eio, de
acordo com o peso com um usado entre os com erciantes. 17 E assim o terreno de Efron, que estava em
M achpeláh, em frente de M am rê, o terreno e a sepultura que nele estava, e todo o arvoredo que havia
nele, por todos os seus limites ao redor, se confirmaram 18 a Avraham em possessão na presença dos
filhos de Chêt, isto é, de todos os que estavam naquela reunião perto do portão da cidade. 19 E depois
Avraham sepultou Sarah, sua falecida mulher, na sepultura que está no terreno de M achpeláh, em frente
de M amrê, que é Chevron, na terra de Kena'an. 20 E assim o terreno e a sepultura que nele estava foram
confirm ados a Avraham pelos filhos de Chêt, em possessão de sepultamento.

Avraham manda se u serv o b usca r uma m u lh e r para Yitzchak

/ í 1 E Avraham já estava velho, de idade bem avançada; e em tudo Yahúh o havia abençoado. 2 E
^ “ Avraham chamou o seu servo, o mais antigo da casa, que tomava conta de tudo que Avraham pos­
suía, e disse: "Ponha a sua mão por baixo da minha coxa e faça um juramento. 3 Jure por Yahúh, o Criador
dos céus e Criador da Terra, que você não deixará que meu filho Yitzchak case com nenhuma mulher desse
país de Kena'an, onde estou habitando; 4 mas que você vá à minha terra e escolha no meio dos meus pa­
rentes, e dali trará uma esposa para meu filho Yitzchak!". 5 E o servo perguntou-lhe: "E se por acaso a moça
não quiser v ir comigo? Devo levar o seu filho à terra de onde você saiu?". 6 E Avraham respondeu-lhe:
"N ão! Não faça meu filho voltar para lá, de jeito nenhum! 7 Yahúh, o Criador dos céus e da Terra, que me
tirou da casa de meu pai e da terra dos meus parentes e jurou que daria essa terra aos meus descendentes.
Ele enviará o Seu A njo para guiá-lo, e assim você conseguirá arranjar de lá uma mulher para o meu filho. 8
Se a moça não quiser vir, você ficará livre desse juramento. Porém não leve meu filho de volta para lá, de
jeito nenhum !". 9 Então o servo pôs a sua mão por baixo da coxa de Avraham, seu amo, e jurou que faria
o que ele havia ordenado. 10 E o servo pegou dez dos cam elos do seu amo, porquanto todos os bens de
seu amo estavam em suas mãos; e, partindo, foi a Aram-Naharayim, a cidade onde Nachor havia morado.

24:10 - Aram-Naharayim é o nome bíblico da antiga Mesopotâmia.


11 Q uando o servo chegou, fez os cam elos se ajoelharem perto do poço de água, fora da cidade. Era
tardinha, a hora em que as m ulheres vinham buscar água. 12 E ele disse: "Ó Yahúh, Altíssim o de meu
am o Avraham ! Por favor, me conceda êxito no dia de hoje, e usa de b en evolência para com o meu
am o Avraham . 13 Eu estou em pé ao lado do poço onde as m oças dessa cidade vêm para tirar água;
14 faça com que a m oça a quem eu disser: 'Por favor, ab aixe o seu cântaro para que eu beba um
pouco de ág u a!'; e ela responder: 'Beb a, e também tirarei água e darei aos seus cam elos!'; que seja
essa a m ulher que V o cê escolheu para o Seu servo Y itzch ak. E assim ficarei sabendo que V o cê usou de
benevolência para com o meu am o!".

O s e rv o d e Avraham encontra Riv'káh

15 E antes que e le acabasse de falar, R iv'káh, filha de Betu 'al, filh o de M ilkáh, m ulher de Nachor,
irm ão de Avraham , chegava com o seu cântaro sobre o om bro. 16 R iv'káh era uma linda m oça, ainda
virgem , a quem nenhum homem havia tocado. Ela desceu ao poço, encheu o seu cântaro e subiu.
1 7 Então o servo de Avraham correu-lhe ao encontro, e disse: "Por favor, deixe-m e beber um pouco
de água do seu cântaro !". 18 Ela respondeu-lhe: "Beba, meu am o !". Então ela rapidamente abaixou
o seu cântaro e o segurou enquanto ele bebia. 19 Q uando ela acabou de lhe dar água a beber, disse:
"Vou tirar água tam bém para os seus cam elos, até que saciem de beber!". 2 0 E rapidamente ela des­
pejou a água do seu cântaro no bebedouro e, correndo outras vezes ao poço, tirou água para todos
os cam elos dele. 21 Enquanto isso o homem , sem d ize r nada, a observava atentamente para saber se
Yahúh havia tornado próspera a sua viagem ou não. 22 E depois que os cam elos acabaram de beber,
o servo de Avraham pegou um pendente de ouro, que pesava seis gram as, e duas pulseiras de ouro
para os braços dela, que pesavam cerca de cem gramas. 23 E e le perguntou a ela: "Por favor, diga-me
de quem vo cê é filh a. Será que na casa de seu pai há lugar para os meus homens e eu passarm os a
noite?". 2 4 E ela lhe respondeu: "Eu sou filha de Betu 'al, filh o de M ilk á h , o qual ela deu a N achor!".
25 E disse-lhe m ais: "N a nossa casa temos palha e forragem bastante, e lugar para pernoitar!". 26 En­
tão o servo de Avraham inclinou-se e agradeceu a Yahúh; 27 e disse: "Bendito seja Yahúh, o Altíssim o
de meu amo Avraham , que não retirou do meu amo a Sua benevolência e a Sua verdade; quanto a
m im , ó Eterno Yahúh, Você m e guiou no cam inho diretam ente à casa dos parentes de meu am o!''. 28
E a m oça correu e relatou essas coisas aos da casa de sua m ãe. 2 9 E R iv'káh tinha um irm ão, cujo
nome era Lavan, o qual saiu correndo ao encontro daquele servo que estava em pé, ao lado do poço;
3 0 porque tinha visto o pendente e as pulseiras nos braços de sua irm ã, e ouvido as palavras de sua
irmã R iv'káh , que d izia : "Assim m e falou aquele hom em !". E foi ao encontro do homem, que estava
em pé, ao lado dos cam elos, ali perto do poço. 31 E Lavan disse: "Venha com igo, bendito de Yahúh!
Por que vo cê está aqui fora? Pois eu já preparei a casa, e lugar para os cam elos!". 32 Então o homem
veio à casa, e Lavan desarreou os cam elos e lhes deu palha e forragem. Depois trouxe água para que
o servo de Avraham e os seus com panheiros lavassem os pés. 33 E depois puseram com ida diante
dele. Ele disse: "N ão com erei até que tenha exposto a m inha in cu m b ên cia!". E Lavan respondeu-lhe:
"F a la !". 34 Então ele disse: "Eu sou servo de Avraham . 35 E Yahúh tem abençoado muito ao meu amo,
o qual tem se enriq uecid o . O Eterno deu-lhe rebanhos de ovelhas e cabras, gado, prata, ouro, escravos
e escravas, cam elos e jum entos. 36 E Sarah, a m ulher do meu am o, m esmo depois de velha, deu um
filh o ao meu amo, e o filh o herdará tudo o que o pai tem . 37 E o meu am o m e fez ju ra r que eu faria
o que ele ordenasse e me disse: 'N ão deixe que o meu filh o case com nenhuma m ulher desse país
de Kena'an, onde estou m orando. 38 Mas vá à terra onde mora a fam ília de meu pai e entre os meus
parentes escolha e traga uma m ulher para o meu filh o !'. 39 Então eu perguntei ao meu am o: 'E se
por acaso a m oça não quiser v ir com igo?'. 40 E ele me respondeu: 'Yahúh, a quem tenho obedecido
fielm ente, enviará o Seu A n jo para estar com vo cê, e haverá prosperidade em seu cam inho; e no m eio
dos m eus parentes, na fa m ília de meu p ai, vo cê escolherá uma m ulher para o meu filho.

24:29 - "Lavan" significa "Branco".


41 Q uando vo cê chegar entre os m eus parentes, e, se por acaso eles não quiserem dar a m oça, então
vo cê ficará livre do juram ento que me fe z !'. 42 E hoje cheguei ao poço, e disse: 'Ó Yahúh, Altíssim o de
meu amo Avraham ! Eu peço que haja prosperidade no cam inho, o qual venho seguindo. 43 Eu aqui
estou ao lado do poço. Faça com que a m oça que v ie r para tirar água a quem eu disser: 'Por favor,
ab aixe o seu cântaro para que eu beba um pouco de água!', 44 e ela responder: 'Beb a, e também
tirarei água e darei aos seus cam elos'; que seja essa a m ulher que Yahúh escolheu para o filho de meu
a m o !'. 45 E antes que eu acabasse de falar no meu coração, R iv'káh veio com o seu cântaro sobre o
ombro, e desceu ao poço e tirou água, e eu lhe disse: 'D ê-m e um pouco de água, por favo r!'. 4 6 E ela
rapidamente abaixou o seu cântaro, e disse: 'Pode beber, e também darei água aos seus cam elos!'.
Então eu bebi, e ela deu água também aos m eus cam elos. 4 7 Então lhe perguntei: 'D e quem vo cê é
filh a?'. E ela disse: 'Eu sou filh a de Betu 'al, filh o de M ilkáh e de N ach or!'. Então coloquei um penden­
te no pescoço dela e duas pulseiras nos braços dela; 48 e, inclinando-m e, adorei a Yahúh e louvei a
Yahúh, o A ltíssim o do meu amo Avraham , que me havia conduzido pelo cam in ho da verdade para
buscar para seu filh o a sobrinha do meu am o. 49 Agora, digam se vo cês vão usar de benevolência
e de sinceridade para com o meu am o; se não, digam também, para que eu resolva o que fa zer!".
50 E Lavan e Betu'al responderam -lhe: "Tudo isso vem de Yahúh, e por isso não podemos dizer nada
contra a verdade. 51 Aqui está R iv'káh ; leve-a com vo cê. Q u e ela seja a m ulher do filho de seu amo,
conform e Yahúh tem falad o!". 52 Q uando o servo de Avraham ouviu essas palavras, prostrou-se em
terra perante Yahúh. 53 Em seguida tirou jo ia s de prata, e jo ia s de ouro, e vestidos e os deu a R iv'káh ;
também deu presentes preciosos ao irm ão e à m ãe dela. 54 Então ele e seus com panheiros comeram
e beberam , e passaram a noite a li. No dia seguinte, quando se levantaram de m anhã, o servo disse:
"D eixem -m e voltar para a casa do meu am o !". 55 M as o irm ão e a mãe da m oça disseram : "É m elhor
que ela fique conosco alguns dias, pelo m enos dez dias, e depois ela poderá ir!". 5 6 M as o servo lhes
respondeu: "N ão me detenham , visto que Yahúh tem feito com que a m inha viagem fosse próspera;
portanto, deixem -m e partir, para que eu volte para a casa do m eu am o !". 57 E e les disseram : "Vamos
cham ar a m oça, e perguntaremos a ela m esm a!". 58 Eles cham aram R iv'káh e lhe perguntaram: "V ocê
quer ir com esse hom em ?". Ela respondeu: "Q u e ro !". 59 Então eles deixaram que R iv'káh e sua ama
fossem com o servo de Avraham e seus com panheiros. 60 Eles abençoaram R iv'káh e lhe disseram:
"Q u e você, nossa irm ã, seja mãe de m ilhares de m ilhões! Q u e o s seus descendentes conquistem as
cidades dos seus in im igos!". 61 E assim R iv'káh e as suas servas se prepararam , montaram nos cam e­
los e seguiram o servo de Avraham . E assim o servo pegou R iv'káh e foram em bora. 62 E Y itzch ak tinha
vindo do cam inho do poço de Lachay-R o 'i, pois morava no sul de Kena'an.

O e n co n tro d e R iv'ká h co m Y itzcha k

63 E Yitzchak tinha saído para passear no cam po, ao pôr do sol, e, erguendo os olhos, viu que estavam
vindo alguns cam elos. 64 E R iv'káh também olhou, e quando viu Y itzch ak, desceu do cam elo 65 e
perguntou ao servo: "Q u em é aquele homem que vem andando pelo cam po em nossa direção?". O
servo de Avraham respondeu: "É o meu patrão!".

Riv'ká h cob re-se com uma m antilha para re ce b e r Y itzchak

Então ela pegou a m antilha e se cobriu. 66 E depois o servo contou a Y itzch ak tudo o que havia feito.
67 E Yitzchak levou R iv'káh para a tenda onde Sarah, sua m ãe, havia morado, então ela se tornou sua
m ulher; e ele a am ou. E assim Y itzch a k se consolou da morte de sua m ãe.

Avraham casa com Keturáh e tem filhos com ela

1 E Avraham casou-se com outra m ulher, que se cham ava Keturáh, 2 e ela lhe deu os se
^ J t e s filhos: Zim ran , Yokshan, M edan, M idyan, Yish bak e Shúach. 3 Yokshan foi o pai de Shevá
e Dedan. O s descendentes de Dedan foram os Ashurim , os Letushim e os Le'um im . 4 O s filhos de
M idyan foram: Efáh, Éfer, C h an o c h , A vid á e A ld a 'a h . Todos esses foram descendentes de Keturáh.
5 E A vraham deu tudo quanto p o ssuía a Y itz c h a k ; 6 no entanto, aos filh o s das c o n cu b in a s que
A vrah am tin h a , e le deu presentes a e le s. E, a in d a em v id a , e le os separou de seu filh o Y itz ch a k ,
e m andou que e le s fossem para o leste, p ara a terra de Kedem . 7 A duração da v id a de Avraham
foi de cen to e setenta e c in c o anos.

A vraham m orre aos ce n to e setenta e cin co anos d e idade

8 E Avraham exp iro u, morrendo em boa v elh ice , velho e cheio de dias; e foi sepultado junto ao seu
povo. 9 E Y itzch ak e Yishm a'al, seus filhos, o sepultaram na sepultura de M achpeláh, que fica a leste
de M am rê, no terreno de Efron, que era filh o d eTzo ch ar, o chitita. 10 Esse era o terreno que Avraham
h avia com prado dos filhos de Chêt. A li Avraham e Sarah, sua m ulher, foram sepultados. 11 E depois
da morte de Avraham , o Eterno abençoou a Y itzch ak, seu filho, e Y itzch ak morava perto do poço
Lachay-Ro'i.

O s d escen d en tes d e Yishm a'al

12 Esses foram os descendentes de Yish m a'al, filho de Avraham , que Hagar, a egípcia, serva de Sarah,
lhe deu; 13 e esses são os nomes dos filh os de Yishm a'al por ordem de nascim ento: o primogênito
de Yishm a'al era Nevayot, depois Kedar, A dbe'al, M ivsam , 14 M ishm á, D um áh, M assá, 15 Chadad,
Tem á, Yetur, Nafish e Kedm áh. 16 Esses foram os doze filhos de Yishm a'al; as suas vila s e os seus
acam pam entos receberam os nomes deles: cada um era chefe da sua própria tribo. 17 A duração da
vida de Yishm a'al foi de cento e trinta e sete anos. Depois ele expirou; m orreu e foi sepultado junto
ao seu povo. 18 O s seus descendentes habitaram desde C h avilá h até Shur, a leste de M itzrayim , na
direção de Ashur; assim Yish m a'al se estabeleceu defronte a todos os seus irmãos.

O s descen d en tes de Y itzchak

19 Essa é a histó ria de Y itz c h a k , filh o de A vra h a m : Avraham foi o pai de Y itz ch a k ; 2 0 e Y itz ch a k
tin ha quarenta anos quando casou com R iv 'k á h , filh a de B e tu 'a l, o aram ita, de Padan-Aram , e
irm ã de Lavan, o ara m ita. 21 E Y itz ch a k orou insistentem ente a Yahúh a fa vo r de sua m ulher, pois
ela era e stéril; e Yahúh o u viu as suas o raçõ es, e R iv'k á h , sua m ulher, fico u grávida. 22 N o ventre
d ela h avia gêm eos, e ele s lutavam um contra o outro; então ela disse: "P o r que estou assim ?".
Então ela foi co n su ltar Yahúh. 23 E Yahúh respondeu-lhe: "D u a s naçõ es há no seu ven tre, e dois
p ovos se d ivid irã o das suas entranhas, e um povo será m ais forte do que o outro, e o m ais velh o
servirá ao m ais n o vo !".

O nascim ento d e Essáv e Ya'akov

24 E cum prindo então os dias para ela dar à lu z, havia gêmeos no seu ventre. 25 O que nasceu pri­
m eiro era ruivo e peludo com o um casaco de pele; por isso lhe deram o nome de Essáv. 26 O segundo
nasceu agarrando o calcanh ar de Essáv com uma das m ãos, e por isso lhe deram o nome de Ya'akov.
E Y itzchak tinha sessenta anos de idade quando R iv'káh teve os gêmeos. 27 E os m eninos cresceram .
Essáv gostava de viver no cam po e tornou-se um bom caçador; mas Ya'akov era um homem sossegado,
que gostava de ficar em casa. 28 E Y itzch ak amava m ais Essáv porque gostava de com er da carne dos
a n im ais que ele caçava; m as R iv'kah amava m ais Ya'akov.

25:13 - Kedar é o nome bíblico da atual Arábia Saldita. Kedar era o segundo filho deYishma'al.
25:25 - "Essáv" significa "peludo" ou "cabeludo".
25:26 - "Ya'akóv" significa "suplantador".
Essáv vende o seu d ire ito de prim og en itura a Ya'akóv

29 Certa vez, quando Ya'akóv havia feito um ensopado, Essáv chegou do cam po, m uito cansado; 30 e
Essáv disse a Ya'akóv: "Por favor, me deixe com er desse ensopado verm elho, porque estou com muita
fom e!". Por isso Essáv foi cham ado pelo nome de Edom . 31 E Y a'akóv disse: "Sim , eu deixo; mas só se
p rim eiro você passar para m im o seu direito de prim ogenitura!". 32 E Essáv disse: "Está bem. Eu estou
a ponto de morrer; para que me servirá o direito de prim ogenitura?". 33 E Y a'akóv disse a Essáv: "Então
ju re prim eiro!''. Essáv fez um juram ento, e assim vendeu o seu direito de primogenitura a Ya'akóv. 34
E Ya'akóv deu a Essáv pão, o ensopado e lentilhas. Q uando ele acabou de com er e de beber, levantou-se
e foi embora. E foi assim que Essáv desprezou o seu direito de primogenitura.

Y itzcha k vai à cida d e d e C u e ra r devid o à falta d e alim entos

1 E houve naquela época uma falta de alim entos naquela região, com o havia acontecido a
^ v J n o s dias de Avraham . Por isso Y itzch ak fo i à cidade de G uerar, onde morava A vim elech, o rei
dos pelishtim . 2 A li Yahíih apareceu-lhe e disse: "N ão vá para M itzrayim . H abite na terra que Eu vou
lhe mostrar. 3 Por enquanto peregrine nessa terra, e Eu estarei com vo cê e o abençoarei. Darei aos
seus descendentes todas essas terras e assim cum prirei o juram ento que fiz a Avraham , seu p ai. 4 Farei
com que a sua descendência seja tão numerosa quanto as estrelas dos céus e lhes darei todas essas
terras, e por m eio dela serão abençoadas todas as nações da Terra, 5 pois Avraham obedeceu à M inha
voz e cum priu as M inhas ordens, os M eus preceitos, os M eus estatutos e as M inhas le is!". 6 E assim
Y itzch ak ficou morando em Guerar. 7 Q uando os homens daquele lugar lhe perguntaram a respeito
de sua mulher, e le disse que ela era sua irm ã. R iv'káh era m uito bonita, e por isso Y itzch a k tinha medo
de dizer que ela era a sua m ulher, pois pensava que os homens daquele lugar o m atariam para fica­
rem com ela. 8 E depois que e le já estava ali por algum tempo, Avim elech, rei dos p elishtim , olhou
por um a jan ela e viu Yitzchak a carician d o R iv'káh , sua m ulher. 9 Então A vim elech m andou cham ar
Y itzch ak e perguntou: "Ela é sua m ulher, não é verdade? Por que vo cê disse que ela era sua irm ã?". E
Y itzch ak respondeu-lhe: "E que eu pensei que m e m atariam se eu dissesse que ela era a m inha mu­
lh er!". 10 E A vim elech disse-lhe: "Por que vo cê nos fez isso? Facilm ente alguém desse povo poderia
ter ido para a cam a com sua m ulher, e vo cê teria feito com que a cu lpa caísse sobre nó s!". 11 Então
Avim elech m andou a todo o seu povo o seguinte aviso: "Q u a lq u er um que tratar mal esse homem ou
a sua m ulher, certam ente será m orto. 12 N aquele ano Y itzchak semeou naquela terra e colheu cem
vezes m ais do que semeou, pois Yahúh o abençoou. 13 Ele foi enriquecendo cada ve z m ais, até que
se tornou m uito ric o e poderoso. 14 Ele tinha tantas ovelhas e cabras, tanto gado e muitos servos a
seu serviço, que os pelishtim acabaram ficando com inveja dele. 15 Por isso os pelishtim entulharam
e encheram de terra todos os poços que os servos de Avraham , seu p ai, haviam cavado no tempo em
que Avraham ainda estava vivo . 16 Até que um dia A vim elech disse a Y itzch ak: "V á embora da nossa
terra, pois vo cê se tornou m ais poderoso do que nós! '. 17 E Y itzch ak saiu da li, e acam pou no vale
de G uerar e ficou m orando ali por algum tempo. 18 E Y itzch ak tornou a abrir os poços que haviam
sido cavados no tempo de Avraham , seu pai, pois os pelishtim os haviam entulhado depois da morte
de Avraham . E ele pôs nos poços os mesmos nomes que o seu pai lhes havia posto. 19 Um dia os
servos de Y itzch ak estavam cavando um poço naquele vale e acharam ali um a m ina de água. 20 E os
pastores de G uerar discutiram com os pastores de Y itzch ak, dizendo que aquela água era deles. Por
isso Y itzch ak deu a esse poço o nome de Essek, porque discutiram com ele. 21 Depois os servos de
Y itzch ak cavaram outro poço, e por causa dele também houve discussão; e por isso Y itzchak pôs nele
o nome de Sitnáh. 22 E Y itzch ak saiu dali e cavou outro poço; e com o não houve discussão por causa

25:30 - "Edom " significa "verm elho". Essáv foi chamado de Edom por causa daquele ensopado que ele
comprou deYa'akóv em troca do seu direito de primogenitura.
26:20 - "Essek" significa "discussão".
deste, por isso e le pôs nele o nome de Rechovot, dize ndo : "Agora Yahúh nos deu um lugar espaçoso
para vive r nessa terra e crescerem os n e la !". 23 Depois Y itzch ak saiu dali e foi para Be'er-Sheva. 2 4 Na­
q uela noite Yahúh apareceu a ele e disse: "Eu sou o Altíssim o de A vraham , seu p ai. Não tenha medo,
pois Eu estou com você. Eu abençoarei e m ultiplicarei a sua descendência por am or ao Meu servo
Avrah am !". 25 E Yitzch a k construiu ali um altar e invocou o nome Yahúh; e arm ou ali a sua tenda, e
os seus servos cavaram um poço.

Y itzcha k fa z aliança com A vim elech

2 6 Certo dia, A vim elech saiu de G uerar com A chuzat, seu amigo, e Fichól, o chefe do seu exército, e
foram conversar com Y itzch ak. 27 E Y itzch a k perguntou-lhes: "Por que vo cês vieram falar com igo, se
têm ódio de m im e até me expulsaram de sua terra?". 28 E eles responderam : "Temos visto claram ente
que Yahúh está com você, por isso dissem os que deveríam os fazer uma aliança com você, selada com
juram ento. A alian ça é essa: 29 que vo cê não nos faça nenhum m al, assim com o nós não farem os ne­
nhum m al a você. Pois lhe fizem os somente o bem e deixam os que vo cê fosse em bora em paz. Agora
sabemos que vo cê é abençoado por Yahú h !". 30 Então Yitzchak preparou um banquete para eles, e
todos com eram e beberam. 31 No dia seguinte eles se levantaram bem cedo e confirm aram a alian ça,
onde cada um fez o seu juram ento; depois Y itzch a k se despediu deles, e eles foram embora em paz.
32 E nesse mesmo dia os servos de Y itzch ak vieram dar-lhe a notícias de que haviam encontrado água
no poço que estavam cavando. 33 E ele deu ao poço o nome de S hiv'áh; por isso até hoje o nome
daquela cidade é Be'er-Sheva. 34 Q uando Essáv tinha quarenta anos, ele casou-se com Yahudit, filha
de B e'erí, o chitita, e com Basmat, filha de A lo n , o chitita. 35 Essas duas m ulheres foram para Yitzchak
e R iv'káh uma amargura de espírito.

Y itzcha k manda Essáv fazer-lhe um ensopado

1 Q uand o Y itzch ak já estava bem velh o e com as suas vistas enfraquecidas, de m aneira que
não podia m ais enxergar, ele cham ou Essáv, seu filho m ais velho, e disse-lhe: "M eu filh o !". Ele
lhe respondeu: "Aqui estou eu, p a i!". 2 Então o seu pai lhe disse: "Agora já estou velho e não sei o dia
da m inha morte. 3 Pegue o seu arco e as suas flechas, vá ao cam po e apanhe para m im algum a caça,
4 e prepare um ensopado saboroso, com o eu gosto, e traga-me, para que eu com a. Depois de comer,
eu lhe darei a m inha bênção antes da m inha m orte!". 5 E R iv'káh estava escutando quando Yitzchak
falou a Essáv, seu filho. E Essáv saiu ao cam po para apanhar caça e trazê-la.

Riv'kà h e Ya'akôv enganan Yitzchak

6 E R iv'kàh disse a Ya'akôv, seu filh o: "Eu ouvi seu pai fa la r com Essáv, seu irm ão. O seu pai disse
assim : 7 'Traga-me um a caça, e prepare um ensopado saboroso para m im . Depois de com er, eu lhe
darei a m inha bênção na presença de Yahúh antes da m inha m orte!'. 8 Agora meu filho, ouça a minha
vo z e faça o que eu vou dizer: 9 vá ao nosso rebanho e traga dois cabritos dos m elhores, e eu farei um
ensopado saboroso para seu p ai, com o ele gosta; 10 e vo cê o levará a seu p ai, para que ele o com a.
Depois o seu pai vai abençoar vo cê antes que e le m orra!". 11 E Y a'akôv disse a R iv'kàh , sua m ãe:
"Essáv, meu irm ão, é peludo, e eu sou liso. 12 Se o meu pai m e apalpar e descobrir que sou eu, ele vai
saber que eu estou tentando enganá-lo. Então ele vai me am aldiço ar em ve z de m e ab enço ar!". 13 E
sua mãe respondeu-lhe: "N esse caso, que a m aldição caia sobre m im , meu filho. Tão somente obede­
ça a m inha v o z , e vá , e traga os cabritos para m im !". 14 Então e le foi, pegou os cabritos e os levou à
sua m ãe, e ela preparou um ensopado saboroso com o seu pai gostava. 15 E R iv'kàh pegou a m elhor

26:22 - "Rechovot" significa "lugar espaçoso".


26:34 - "Yahudit" é o verdadeiro nome de Judite.
roupa de Essáv, seu filh o m ais velho , que estava guardada em casa, e com ela vestiu Ya'akôv, seu filho
m ais novo. 16 Com as peles dos cabritos ela cobriu as mãos e o pescoço de Ya'akôv, que não tinha
pelos. 17 Depois ela entregou o ensopado saboroso e o pão que tinha preparado na mão de seu filho
Ya'akôv. 18 E Ya'akôv foi aonde o seu pai estava, e cham ou: "M eu p a il" . E ele respondeu: "A qui estou
eu; quem é vo cê, meu filh o?". 19 E Ya'akôv respondeu a seu p ai: "Eu sou Essáv, o seu prim ogênito; já
fiz o que o vo cê me m andou. Agora se levante, por favor; sente-se e com a da m inha caça, e depois me
a b en ço ei". 20 E Y itzch ak perguntou a seu filho: "M as com o foi que vo cê achou a caça tão depressa,
m eu filho?". Ele respondeu: "É porque Yahúh, o seu Altíssim o, a m andou ao meu encontro!". 21 Então
Y itzch ak disse a Y a'akôv: "Chegue m ais perto para que eu possa apalpar vo cê. Assim vou saber se é
meu filho Essáv mesmo ou n ão!". 22 E Ya'akôv chegou perto de Y itzchak, seu p ai, e ele o apalpou, e
disse: "A vo z é a vo z de Ya'akôv, porém as mãos parecem as mãos de Essáv!". 23 Assim , Y itzchak não
reconheceu que era Ya'akôv, pois as suas m ãos estavam peludas com o as de Essáv, seu irm ão, e por
isso ele o abençoou. 24 M as, antes de abençoá-lo, perguntou m ais uma ve z: "V o cê é mesmo o meu
filho Essáv?". E ele respondeu: "Sim , eu o so u l". 25 Então seu pai disse-lhe: "Traga-me, e com erei da
c aça de meu filh o . Depois eu o ab en ço arei!". E Ya'akôv trouxe o ensopado, e ele com eu; trouxe-lhe
também vin h o , e ele bebeu.

Yitzch a k dá b ênçã o a Ya'akôv

2 6 E Yitzchak disse a Y a'akôv: "Venha cá, meu filh o, e me dê um b eijo !". 27 E ele se aproxim ou e
o beijou. Q uando sentiu o cheiro da roupa que Ya'akôv estava usando, Yitzch a k o abençoou e disse
assim : "Ah! O cheiro do meu filh o é com o o cheiro de um cam po que Yahúh abençoou. 28 Meu filho,
que o Eterno lhe dê do orvalho dos céus, e que dos lugares férteis da terra vo cê tenha abundantes
colheitas de trigo e vin h o . 29 Q u e os povos o sirvam , e nações se encurvem a você! Q u e seja vo cê de
seus irmãos, e os filhos da sua m ãe se encurvem a você! M alditos sejam aqueles que o am aldiçoarem ,
e que sejam abençoados aqueles que o abençoarem !

Essáv traz o ensopado e d e sco b re que Ya'akôv já tom ou a bênção

3 0 E assim que Y itzch a k acabou de dar a bênção a Ya'akôv, e ele estava saindo da presença de seu pai,
chegou Essáv, seu irm ão, vin d o da caçada. 31 Ele tam bém preparou um ensopado saboroso e levou
para seu p ai, e disse-lhe: "Levante-se, m eu p ai, e com a da caça de seu filho , e depois m e ab ençoe!".
32 Então Yitzchak, seu pai, perguntou-lhe: "Q u em é vo cê?". E ele disse: "Eu sou Essáv, seu filho , o
seu prim ogênito!". 33 Então Y itzch ak ficou agitado e com eçou a tremer m uito e disse: "Então quem é
aquele que apanhou caça e m e trouxe? Eu com i antes que vo cê chegasse e dei àquele outro a minha
bênção. E é e le que será ab ençoado!". 34 Q uando Essáv ouviu as palavras de seu pai, deu um grito
cheio de amargura e disse a seu p ai: "D ê a sua bênção a m im tam bém, meu p a i!". 35 Porém Yitzchak
respondeu: "V eio seu irm ão, e com sutileza recebeu a bênção que era su a!'. 3 6 E Essáv disse: "Foi com
razão que puseram nele o nome de Ya'akôv. Essa é a segunda ve z que ele me engana. Prim eiro e le me
tirou o direito de prim ogenitura e agora tirou a bênção que era m in ha !". E perguntou: "Pai, vo cê não
reservou nenhuma bênção para m im ?". 3 7 E Y itzch ak respondeu a Essáv: "Eu já dei a Ya'akôv autori­
dade sobre vo cê, e todos os seus irm ãos lhe tenho dado por servos. Também disse que ele terá muito
trigo e m uito vin h o . O que eu poderei fazer por vo cê, meu filho?". 38 E Essáv disse a seu pai: "Será
que vo cê só tem um a única bênção, meu pai? A bençoe também a m im , meu p a i!". E Essáv levantou a
sua vo z, e chorou. 39 Então Y itzch ak disse-lhe: "Longe dos lugares férteis da terra será a sua habitação,
longe do orvalho que cai dos céus; 40 pela sua espada viverá, e a seu irm ão, servirá; mas quando
vo cê se tornar im paciente, então sacudirá o seu jugo do seu p escoço !". 41 E Essáv ficou com ódio de
Ya'akôv por causa da bênção com que seu pai o tinha abençoado. Então pensou assim : "O meu pai
va i morrer logo. Q uando acabarem os dias de luto; então matarei meu irm ão Y a'akôv!". 42 E Riv'kàh
ficou sabendo do plano de Essáv, seu filh o m ais velho, e por isso ela m andou cham ar Ya'akôv, seu filho
m ais novo, e lhe disse: "Seu irm ão Essáv não se consola a seu respeito e está planejando m atar você.
43 Agora, meu filh o, ouça a m inha vo z: vá agora mesmo para a casa de Lavan, meu irm ão, que mora
em C haram , 4 4 e fique alguns tempos lá com ele, até que passe a fúria de seu irm ão; 45 até que se
d esvie de vo cê a ira de seu irm ão, e ele esqueça aquilo que vo cê lhe fez. Nessa ocasião eu m andarei
alguém para trazer vo cê de volta. Não quero perder meus dois filhos num só d ia l". 46 Depois Riv'káh
disse a Y itzch ak: "Estou aborrecida da vid a por causa das filhas de C hêt com quem Essáv se casou.
Se Ya'akóv também se casar com uma dessas filhas de Chêt, tais com o essas filhas dessa terra, será
m elhor que eu m orra!".

Y itzch a k m anda que Ya'akóv vá para Padan-Aram

O Q 1 Então Y itzch ak cham ou Ya'akóv e o abençoou. E lhe deu a seguinte ordem : "N ão case com
^ O nenhum a m oça daqui de Kena'an. 2 Apronte-se e vá a Padan-Aram, à casa de seu avô Betu'al,
pai de sua m ãe, e case com uma das filhas do seu tio Lavan, irm ão de sua m ãe. 3 Q u e o Eterno Todo-
-Poderoso o abençoe e lhe dê m uitos descendentes para que de vo cê saiam muitas nações. 4 Q u e Ele
abençoe vo cê e seus descendentes, com o abençoou Avraham , para que vo cê herde a terra de suas
peregrinações, que o Eterno deu a A vrah am !". 5 E assim Y itzch ak se despediu de Ya'akóv, o qual foi
a Padan-Aram, para a casa de Lavan, que era filho de Betu'al, o aramita, e irm ão de R iv'káh, mãe de
Ya'akóv e de Essáv. 6 E Essáv ficou sabendo que Y itzch ak havia abençoado Ya'akóv e o havia m andado
para Radan-Aram, para arranjar de lá m ulher para si. Também soube que, quando o pai o havia aben­
çoado, tinha ordenado a ele para que não se casasse com nenhuma m ulher do país de Kena'an, 7 e
que Ya'akóv, obedecendo a seu pai e a sua m ãe, tinha ido para Radan-Aram. 8 Então Essáv com pre­
endeu que Y itzch ak, seu p ai, não via com bons olhos as m ulheres de Kena'an. 9 Por isso, Essáv foi à
casa de Y ishm a'al e, além das m ulheres que já tinha, casou-se com M achalat, filha de Y ish m a 'al, neta
de Avraham e irmã de Nevayot.

Ya'akóv i/ê uma escada numa visão

10 E Y a'akóv saiu de Be'er-Sheva e se foi em direção a Aram . 11 Ao entardecer ele chegou a um lugar
onde passou a noite, porque o sol já se havia posto. Pegou uma pedra daquele lugar para servir com o
travesseiro e deitou-se ali mesmo para dormir. 12 Então ele sonhou. Ele viu uma escada que ia da
Terra até os céus, e os anjos do Eterno subiam e desciam por ela. 13 E por cim a dela estava Yahúh, que
disse: "Eu Sou Yahúh, o A ltíssim o de Avraham , seu avô, e o A ltíssim o de Y itzch ak, seu p ai; e essa terra
em que vo cê está deitado, Eu a darei a vo cê e à sua descendência. 14 O s seus descendentes serão
tantos com o o pó da terra. Eles se espalharão de norte a sul e de leste a oeste, e por m eio de vo cê e da
sua descendência Eu abençoarei todas as fam ílias da Terra. 15 E Eu estou com vo cê e o protegerei em
todos os lugares aonde você for, e farei com que você volte para essa terra, pois não o deixarei até que
Eu cum pra tudo aquilo que lhe prom eti!". 16 Q uand o Y a'akóv acordou, disse: "Realm ente Yahúh está
nesse lugar, e eu não sabia disso !". 17 E temeu, e disse: "Q u ão terrível é esse lugar! Esse não é outro
lugar senão a C asa do Eterno, e essa é a porta dos céus!".

A coluna d e B êt-A l

18 E Y a 'a k ó v se levantou bem ced o , pegou a pedra que h a via usado com o travesseiro e a pôs
com o m onum ento ; e d erram ou a ze ite em c im a d ela para d e d icá -la ao E tern o . 19 E e le cham ou
a q u ele lugar p elo n om e de B ê t-A l; porém o nom e da c id a d e antes era L u z . 2 0 E a li Y a 'a k ó v fez
tam bém um vo to ao Eterno, d ize n d o : "S e o Eterno fo r com igo e m e g u ardar nesse cam in h o que
vou segu in do , e m e d e r p ão para co m e r e ro up as p ara vestir, 21 de m odo q u e eu vo lte em p az
à casa de m eu p a i, e Y ahúh fo r o m eu A ltíss im o , 22 en tã o essa pedra que tenho posto com o
m onum ento será a Sua C a sa , ó E tern o ; e de tudo q uanto V o cê m e der, fielm en te eu d evo lverei
o d íz im o !".
Ya'akóv chega ao p o ç o d e Aram

O o 1 E Y a'akóv continuou a sua viagem e chegou à terra dos filhos do O riente. 2 E olhou e viu
^ - 7 um poço ali no cam po; em volta dele estavam três pastores, cada um com o seu rebanho de
ovelhas e cabras; pois desse poço é que era tirada a água para os rebanhos beberem ; e havia uma
grande pedra sobre a boca do poço. 3 Q uando todos os pastores se ajuntavam ali com os seus reba­
nhos, então eles retiravam a pedra da boca do poço, e davam água às ovelhas e às cabras. Depois
tornavam a pôr a pedra no seu lugar sobre a boca do poço. 4 E Ya'akóv perguntou aos pastores: "M eus
irm ãos, de onde vo cês são?". Eles responderam : "Somos de A ra m !". 5 E ele perguntou-lhes: "Vocês
conhecem Lavan, filh o de Nachor?". E eles disseram: "C o nhecem o s!". 6 Ele perguntou-lhes ainda:
"E le está bem ?". Eles responderam : "Sim , ele está bem. O lh e! Rachai, a filh a dele, vem chegando a í
com as o velh as!". 7 E ele disse: "Ainda está de dia, e é m uito cedo para recolher o rebanho. Por que
vocês não dão água às ovelhas e as levam de volta para pastar?!'' 8 Eles responderam: "N ão podemos.
Tem os de esperar até que todos os rebanhos estejam aqui e a pedra seja retirada da boca do poço; é
assim que damos água às o velhas!".

O e n co n tro d e Ya'akóv com Ra ch ai

9 E Y a 'a k ó v aind a estava fa la n d o com e le s q u ando R achai chegou com as o velh as de seu p a i; pois
era ela quem as ap ascen tava. 10 Q u a n d o Y a 'a k ó v v iu R a ch a i, filh a de Lavan , seu tio, irm ão de
sua m ãe, e as o velh as de Lavan , ele fo i e tirou a pedra da b o ca do poço e deu água às o velh as de
Lavan , irm ão de sua m ãe. 11 E Y a 'a k ó v b eijo u R ach ai e , m uito em ocion ado , com eço u a chorar. 12
E Ya 'a k ó v contou a R a ch a i que e le era so b rin h o de seu pai e que era filh o de R iv 'k á h . R achai foi
correndo para a n u n ciá -lo a seu p a i. 13 E Lavan , ao o u viu as n o vidades a respeito d e Y a 'a k ó v, seu
so b rin ho , filh o de sua irm ã, c orreu -lh e ao en con tro , e ab raço u-o , b eijou -o e o levou para casa.
E Y a 'a k ó v relatou a Lavan tudo o que h avia aco n te cid o . 14 E Lavan disse-lhe: "Verdadeiram en te
v o cê é o sso do meu osso e carn e da m inha c a rn e !" . E Y a 'a k ó v ficou na casa do seu tio um mês
inteiro . 15 E d epois Lavan perguntou a Y a 'a k ó v : "N ã o é correto v o cê tra b a lh a r de graça para m im
só porque é m eu so b rin h o . Q u an to v o cê q uer g anhar?". 16 E Lavan tin ha duas filh as. O nome da
m ais velh a era Le 'a h , e o nom e da m ais nova era R a ch a i. 17 Le'ah tinha o lho s m eigos, enquanto
q ue R a ch a i era bonita de corp o e de rosto. 1 8 C om o Ya 'a k ó v estava ap aixon ad o po r R a ch a i, res­
p ondeu: "Tra b a lh a re i sete anos para vo cê a fim de poder c asar com R a ch a i, sua filh a m ais n o va !".
19 E Lavan respondeu-lhe: "E u p refiro dá-la a vo cê do que a um estranho. Fique aqui com ig o!''.
2 0 E assim , Y a 'a k ó v trabalho u sete anos para p oder ter R a ch a i. M as, porque e le a am ava, esses
a n os pareceram po uco s dias.

Lavan engana Ya'akóv dando-lhe Le'ah em casam ento

21 Q uando passaram os sete anos, Y a'akóv disse a Lavan: "D ê-m e a m inha m ulher. Já cum pri o
tempo com b inad o , agora quero c asar com e la !" . 22 Então Lavan convidou todo povo daquele lugar
e fez uma festa de casam ento. 23 M as n aquela noite Lavan pegou Le 'a h , sua filh a , e a entregou a
Ya'akóv, e ele teve relações com ela. 24 E Lavan deu sua serva Z ilp á h para ser serva de Le 'a h , sua
filh a. 25 Só na m anhã seguinte Ya'akóv descobriu que havia dorm ido com Le'a h. Por isso foi recla­
m ar com Lavan, e disse: "Por que vo cê fe z isso com igo? Por a caso eu não trabalhei sete anos em
troca de Rach ai? Por que, então, vo cê m e enganou?". 2 6 E Lavan respondeu-lhe: "Aqui na nossa
terra não é costum e dar a filh a m ais nova em casam ento antes da prim ogênita. 27 Espere até que
se cum pra a sem ana da festa do casam ento. A í, se vo cê prom eter que vai trabalhar para m im outros
sete anos, eu lhe darei Rachai.

29:35 - Yahudáh é o quarto filho de Ya'akóv, do qual descendeu o Mashiyah.


Ya'akôv casa com Rach ai

28 E Ya'akôv concordou, e quando cum priu a sem ana de festas do casam ento de Le'ah, Lavan Ihe deu
a sua filh a Rachai com o esposa. 29 E Lavan deu sua serva B il'h â h à sua filha Rachal, para ser serva
d elà. 30 E Y a'akôv também teve relações com Rach ai; e ele amava Rachai m uito m ais do que amava
Le'ah. Ele ficou trabalhando para Lavan m ais sete anos. 31 Q uando Yahúh viu que Le'ah estava sendo
desprezada, fez com que ela pudesse ter filhos, mas Rachai era estéril.

O n ascim en to dos d oze filh o s e uma filha d e Ya'akôv

32 E Le'ah ficou grávida e deu à luz um filh o , a quem deu o nom e de R e'uven; pois disse: "Yahúh
viu a m inha aflição , agora o meu m arido vai m e am ar!". 33 Le'ah ficou grávida outra ve z e deu à luz
outro filho, a quem deu o nome de Shim 'on; pois disse: "Yahúh ouviu que eu era desprezada e por isso
me deu m ais esse filh o !". 34 Le'ah engravidou ainda outra ve z e deu à lu z outro filho, a quem deu o
n om e de Levi; pois disse: "Agora o meu m arido ficará m ais unido com igo, pois já lhe dei três filhos!''.
35 Le'ah ficou grávida novamente e deu à lu z outro filho; e disse: "Dessa ve z louvarei a Yahú h!". Por
isso ela deu ao m enino o nome de Yahudáh. Depois disso ela não teve m ais filhos.

R a ch ai era e sté ril

Q / " | 1 Q uando Rachai percebeu que não podia gerar filh os para Ya'akôv, ficou com inveja de sua
v J i r m ã e disse a Ya'akôv: "D ê-m e filhos; senão eu m orro!". 2 Então Ya'akôv ficou irritado com
Rachai e disse: "Por acaso eu estou no lugar do Eterno? É Ele quem impediu o fruto do seu ventre!''.
3 Então ela disse: "Aqui está a m inha serva B il'h âh ; tenha relações com ela. Q uando ela tiver um
filho, será com o se fosse m eu. Desse modo eu serei mãe por m eio d ela!". 4 Assim , ela deu B il'hâh,
sua serva, para ser concub ina de Ya'akôv, e e le teve relações com ela. 5 E B il'h âh ficou grávida e deu
à luz um filh o a Ya'akôv. 6 Então Rachai disse: " Eterno foi justo com igo, e ouviu a m inha oração e
m e deu um filh o !". Por isso ela deu ao m enino o nome de D an. 7 E B il'h â h , serva de Rach ai, ficou
grávida outra ve z e deu à lu z um segundo filh o a Ya'akôv. 8 Então Rachai disse: "Com as grandes lutas
do Eterno tenho lutado conlra a m inha irm ã, e tenho ven cid o !". Por isso ela deu ao m enino o nome
de Naftali. 9 E Le'ah também, quando percebeu que não ia ter m ais filhos, deu a sua serva Zilp áh a
Ya'akôv para ser sua concub ina. 10 E Zilp áh , serva de Le'ah, deu à lu z um filho a Ya'akôv. 11 Então
Le'ah disse: "Q u e sorte!". Por isso ela deu ao m enino o nome de G ad. 12 Depois Zilp áh , serva de
Le'ah, deu à luz um segundo filho a Ya'akôv. 13 E Le'ah disse: "C o m o sou feliz! Agora as mulheres
dirão quão abençoada so u l". Por isso ela deu ao m enino o nome de Asher. 14 E R e'uven foi ao cam po,
no tempo da colheita do trigo e achou ali uns jasm ins e os levou para Le'ah, sua m ãe. Q uando Rachai
viu isso, disse a Le'ah: "Por favor, dê-me dos jasm ins que o seu filh o tro uxe!". 15 E Le'ah respondeu:
"Será que já não é o bastante vo cê ter tirado meu m arido de m im ? Agora vai querer tirar também os
jasm ins que o meu filho m e deu?". E Rachai disse: "Vam os fazer uma troca: vo cê me dá os jasm ins de
seu filh o , e eu d eixo que vo cê durma com Y a'akôv essa noite!". 16 Q uando Ya'akôv veio , à tarde, do
cam po, Le'ah foi encontrar-se com ele e disse: "Essa noite vo cê vai dorm ir com igo, porque eu paguei
para isso com os jasm ins que o meu filh o ach o u !". Naquela noite Y a'akôv teve relações com ela. 17
E o Eterno ouviu a o ração de Le'ah, e ela ficou grávida e deu a Ya'akôv um quinto filho. 18 E Le'ah
disse: "O Eterno me recompensou por eu ter dado a m inha serva ao m eu m arido !". Por isso ela deu
ao m enino o nome de Yissachar. 19 E Le'ah engravidou-se pela sexta vez, e deu a Y a'akôv m ais um
filho; 20 e Le'ah disse: "O Eterno m e deu um belo presente. Agora o meu m arido vai fic ar comigo
porque lhe dei seis filh o s!". Por isso ela deu ao m enino o nome de Z evulu n. 21 E depois disso Le'ah
deu à lu z a uma filh a, e deu-lhe o nome de D in áh . 22 Então o Eterno lembrou também de Rachai, e

30:21 - "D in á h " significa "julgada".


o uviu a o ração dela e o Eterno fez com que ela pudesse ter filhos. 23 D e modo que ela engravidou e
deu à luz um filho. Então ela disse: "O Eterno tirou a m inha hu m ilhação de não poder ter filh o s!". 24
Por isso ela pôs nele o nome de Yosséf, dizendo: "Q u e Yahúh m e dê ainda m ais um filh o !". 25 Depois
que Rachai deu à lu z Yosséf, Ya'akóv disse a Lavan: "D eixe-m e voltar para a m inha terra. 26 Dê-m e as
m inhas m ulheres e os meus filhos, que eu ganhei trabalhando para vo cê, e eu irei em bora, pois você
sabe m uito bem quanto eu o tenho servid o !". 27 E Lavan respondeu-lhe: "Se tenho alcançado a sua
confiança, fique com igo; pois tenho percebido que Yahúh está m e abençoando por amor a vo cê!".

Lavan fa z um n ovo p a cto com Ya'akóv

28 E disse m ais: "D iga-m e quanto você quer ganhar, que eu pagarei!". 29 Então Ya'akóv disse-lhe:
"V o cê sabe com o tenho lhe servido e com o tenho cuidado dos seus anim ais. 30 Porque o pouco
que você tinha antes da m inha vin d a tem se m ultiplicado abundantemente. E Yahúh tem abençoado
você em todos os lugares por onde eu tenho andado. M as agora preciso trabalhar pela m inha própria
c asa!". 31 Porém, Lavan insistiu: "Q uanto vo cê quer que eu lhe pague?". E Ya'akóv disse: "N ão quero
salário. Eu continuarei a apascentar e ze lar do seu rebanho se vo cê concordar com a proposta que eu
vou fazer: 32 Passarei hoje por todo o seu rebanho, a fim de separar para m im todos os escuros entre
as ovelhas, e todos os m alhados e salpicados entre as cabras. É só isso que eu quero com o salário. 33
D e modo que responderá por m im a m inha ju stiça no dia de am anhã, quando vie r inspecionar o meu
salário assim exposto diante de vo cê: tudo o que não for salpicado e m alhado entre as cabras e escuro
entre as ovelhas, esse, se for achado com igo, será tido por furtado!". 34 E Lavan concordou, dizendo:
"Está bem. Aceito a sua proposta!". 35 Naquele m esmo dia Lavan separou para si os bodes listrados e
m alhados e todas as cabras salpicadas e m alhadas ou que tinham algum branco e todos os cordeiros
escuros, e os entregou nas m ãos de seus filhos para cuidarem deles 36 e se afastou de Y a'akóv a uma
d istância de três dias de viagem . E Y a'akóv fico u cuidando do restante do rebanho de Lavan.

Ya'akóv p rosp era e e n riqu ece

3 7 E Ya'akóv pegou varas verdes de estoraque, de amendoeira e de plátano e, descascando-as, fez


aparecer nelas listas brancas. 38 E ele pôs essas varas na frente dos rebanhos, nos cochos, isto é, nos
bebedouros onde os rebanhos iam beber água. Ele fez isso porque eles cruzavam quando vinham
beber. 39 E, com o elas engravidavam diante das varas, as o velhas davam crias listadas, salpicadas e
m alhadas. 40 E Ya'akóv separou os cordeiros, e fez os rebanhos o lha r para os listrados e para todos
os escuros no rebanho de Lavan; e pôs seu rebanho à parte, e não pôs com o rebanho de Lavan. 41 E
todas as vezes que engravidavam as ovelhas fortes, Y a'akóv punha as varas nos bebedouros, diante dos
olhos do rebanho, para que engravidassem diante das varas; 42 mas quando era fraco o rebanho, ele
não as punha. E assim as fracas eram de Lavan, e as fortes, de Ya'akóv. 43 Desse m odo ele enriqueceu
m ais e m ais, e teve grandes rebanhos, servas e servos, cam elos e jumentos.

Yahúh manda Ya'akôv re to rn a r à terra d e seus pais

1 E Ya'akóv ficou sabendo que os filh os de Lavan andavam dizendo o seguinte: "Ya'akó v está
tirando tudo o que é do nosso pai, e às custas do nosso pai ele adquiriu todas essas riquezas!".
2 E Y a'akóv também notou que o sem blante de Lavan já não se mostrava tão am igo com o antes. 3
Então Yahúh disse a Ya'akóv: "Volte para a terra de seus pais, onde estão os seus parentes. Eu estarei
com v o cê !". 4 E Y a'akóv m andou cham ar Rachai e Le'ah para que viessem ao cam po, onde ele estava
com o seu rebanho. 5 Q uando elas chegaram , ele disse: "V ejo que o sem blante do pai de vocês não
se mostra tão meu am igo com o antes; mas o A ltíssim o de meu pai tem estado com igo. 6 E vocês

30:24 - "Yosséf" significa "aum entador".


m esmas sabem que tenho me esforçado m uito, trabalhando para o pai de vocês. 7 Mas o pai de vocês
tem m e enganado e já mudou o m eu salário um as d ez vezes. Porém o Eterno não perm itiu que ele
me prejudicasse. 8 Q uando ele d izia assim : 'O s cabritos salpicados serão o seu salá rio !'; então todo
o rebanho produzia salpicados. Q uand o ele d izia assim : 'O s cabrilos listrados serão o seu salário!';
então todo o rebanho produzia listrados. 9 Foi assim que o Eterno tem tirado o rebanho do pai de
vocês e o deu a m im . 1 0 Certo dia, quando o rebanho estava no cam po do cruzam ento, eu tive um
sonho. Eu v i que os bodes que cobriam o rebanho eram listrados, salpicados e m alhados. 11 E o Anjo
do Eterno disse-me no sonho: 'Ya'akô v!'. Eu respondi: 'Aqui estou e u !'. 12 E o A n jo disse: 'V eja! Todos
os bodes que estão cobrindo o rebanho são listrados, salpicados e m alhados. Eu estou fazendo com
que isso aconteça porque lenho visto tudo o que Lavan eslá fazendo com vo cê. 13 Eu Sou o Eterno
que apareceu a vo cê em Bêt-Al, onde vo cê M e dedicou um m onum ento, onde vo cê m e fez um voto.
Agora prepare-se, saia dessa terra e volte para a terra dos seus parentes!'". 14 Então Rachai e Le'ah
responderam: "Acaso temos nós ainda parte ou herança na casa de nosso pai? 15 Não somos tratadas
por ele com o se fôssemos estrangeiras? Pois ele até nos vendeu e depois gastou todo o dinheiro que
recebeu com o pagamento. 16 Toda a riqueza que o Eterno tirou de nosso pai é nossa e de nossos
filhos. Portanto, faça tudo o que o Eterno m andou!". 17 E Y a'akôv preparou-se e fez com que os seus
filhos e as suas m ulheres montassem sobre os cam elos; 18 e ajuntou todo o seu gado, e tudo o que
possuía, que havia adquirido com o seu trabalho em Pàdan-Aram, e partiu para a terra de Kena'an,
a fim de encontrar-se com Y itzch ak, seu p ai. 19 Enquanto Lavan saiu para tosquiar as suas ovelhas
em outro lugar, Rachai furtou os ídolos que pertenciam a ele. 2 0 E assim Ya'akôv enganou Lavan, o
aram ita, ao sair sem avisar que ia em bora; 21 e fugiu com tudo o que lhe pertencia. Atravessou o rio
Eufrates e foi na direção da região montanhosa de G u il'a d .

Lavan seg ue no en calço d e Ya'akôv

22 Três dias depois, Lavan foi avisado de que Ya'akôv havia fugido. 23 Ele reuniu os seus parentes e
foi atrás de Ya'akôv. Sete dias depois, Lavan alcançou-o na região m ontanhosa de G u il'a d . 24 M as
n aquela noite o Eterno apareceu num sonho a Lavan, o aram ita, e disse: "C uidado! N ão fale nada a
Ya'akôv! Nem de bem, nem de m al!''. 25 E Lavan alcanço u Ya'akôv. E Ya'akôv tinha arm ado o seu
acam pam ento na m ontanha; e Lavan e seus parentes também arm aram as suas tendas na montanha de
G u il'a d . 2 6 Então Lavan disse a Ya'akôv: "O que fiz para que vo cê m e enganasse, levando as m inhas
filhas com o se fossem prisioneiras de guerra? 27 Por que vo cê fez isso ocultam ente, fugindo desse
jeito, sem m e d ize r nada? Se vo cê tivesse falado com igo, eu teria preparado uma festa de despedida
e o en viaria com alegria e com cânticos, ao som de tam bores e de harpas. 28 Por que vo cê não per­
m itiu que eu beijasse os m eus netos e m inhas filhas? E assim vo cê procedeu de forma insensata! 29
Você está no poder da m inha m ão, e eu poderia fazer-lhe o m al, mas na noite passado o Altíssim o
de seu pai me disse assim : 'Cuid ad o ! Não fale nada a Ya'akôv! Nem de bem, nem de m al!'. 3 0 M as
ainda que vo cê quisesse ir em bora, pois sei que você tinha saudades da casa de seu p ai. M as por que
foi que vo cê furtou as imagens dos meus deuses?". 31 E Ya'akôv respondeu-lhe: "Porque tive medo,
pois pensei com igo que vo cê iria m e tirar as suas filhas à força! 32 M as, se vo cê achar as imagens dos
seus deuses com alguém aqui, essa pessoa será morta. O s nossos parentes são testemunhas: se você
encontrar aqui qualquer coisa que seja sua, pode leva r!". Porém Ya'akôv não sabia que Rachai tinha
furtado as imagens dos deuses. 33 E Lavan entrou na tenda de Ya'akôv, na tenda de Le'ah e na tenda
das duas servas, porém não encontrou as suas imagens; e, saindo da tenda de Le'ah, entrou na tenda
de Rachai. 34 E Rachai havia pegado os ídolos e os havia colocado na sela do cam elo e estava sentada
em cim a deles. E Lavan apalpou toda a tenda, mas não achou nada. 35 E ela disse a seu p ai: "N ão
fique zangado com igo por eu não m e poder levantar na sua presença, pois estou m enstruada!". E as­
sim ele procurou, mas não achou os ídolos. 3 6 Então Ya'akôv irou-se e discutiu com Lavan, dizendo:
"Q u a l é a m inha transgressão? Q u al é o meu pecado, que tão furiosamente vo cê me tem perseguido?
3 7 E depois de ter apalpado todas as m inhas coisas, será que encontrou alguns objetos que são seus?
Pois ponha esses objetos aqui diante de m eus parentes e dos seus, para que eles julguem qual de nós
dois está com a razão. 38 Esses vin te anos que eu estive trabalhando para vo cê, as suas o velhas e as
suas cabras nunca abortaram, e eu nunca com i nem um único carneiro do seu rebanho. 39 N unca lhe
trouxe os anim ais que as feras mataram, mas eu m esmo pagava o prejuízo. Você m e cobrava qualquer
anim al que fosse furtado, tanto o que fosse furtado de dia com o o furtado a no ile. 4 0 A m inha vida era
assim : de dia o calo r m e castigava, e de noite eu sofria com a geada. E quantas noites eu passei sem
dormir! 41 Fiquei vinte anos em sua casa. Trabalhei catorze anos para conseguir as suas duas filhas e
seis anos para conseguir os seus anim ais. E, ainda por cim a, vo cê mudou o meu salário um as dez ve­
zes. 42 Se o A ltíssim o de m eu p ai, o A ltíssim o de Avraham e o temor de Y itzch a k não tivessem estado
com igo, certam ente hoje vo cê m e m andaria embora sem nada. Mas o Eterno viu o meu sofrim ento e
o trabalho das m inhas mãos, e ontem à noite Ele repreendeu vo cê!".

Lavan e Ya'akóv fazem uma aliança em G a lê d

43 E Lavan respondeu assim : "Essas m ulheres são m inhas filhas, e esses m eninos são m eus netos, e
esse rebanho é meu rebanho, e tudo o que vo cê vê é meu. Agora, com o não posso fazer nada para
ficar com as m inhas filhas e com os filhos que elas tiveram, 44 estou disposto a fazer um trato com
você. Vam os fazer aqui um montão de pedras que ele sirva de testemunha entre eu e v o cê !". 45 Então
Ya'akóv pegou uma pedra e a erigiu com o m onum ento. 4 6 Depois disse a seus irm ãos que ajuntas­
sem e amontoassem pedras. Então eles pegaram pedras e fizeram um montão, e ali junto ao montão
eles tomaram uma refeição. 4 7 E Lavan pôs naquele lugar o nome de Yegar-Sahadutá, porém Ya'akóv
deu-lhe o nome de G a lêd . 48 E Lavan disse: "Esse montão é hoje testemunha entre m im e vo cê!". Por
isso foi cham ado pelo nome de G a lêd ; 49 e também teve o nome de M itzpáh, pois Lavan disse: "Q u e
Yahúh fique nos vigiando quando estiverm os apartados um do outro! 50 Se vo cê m altratar as m inhas
filhas ou se vo cê casar com outras m ulheres além das m inhas filhas, m esmo que eu não saiba o que
está acontecendo, lembre-se de que o Eterno está nos vigiando!''. 51 E Lavan ainda disse a Ya'akóv:
aqui está esse montão de pedras e o m onum ento que levantei entre m im e vo cê. 52 Q ue esse montão
de pedras e esse m onumento sejam testemunhas de que eu nunca passarei desse montão para atacá-
-lo, nem vo cê passará desse montão e desse m onumento para cá para m e atacar. 53 Q ue o Altíssim o
de Avraham e o A ltíssim o de N achor julgue entre nó s!". E Ya'akóv jurou pelo temor de seu pai Yit­
z ch ak. 54 E Y a'akóv ofereceu um anim al em sacrifício ali na montanha e convidou seus parentes para
um a refeição; e, tendo com ido, passaram a noite ali na m ontanha.

1 Na m anhã seguinte Lavan levantou bem cedo, beijou seus netos e suas filhas e os abençoou;
e depois foi em bora, voltando para o seu lugar. 2 E Y a'akóv também seguiu o seu cam inho; e
quando estava indo, alguns anjos do Eterno foram encontrar-se com ele.

Ya'akóv envia m en sageiros a Essáv

3 Q uando Ya'akóv os v iu , disse: "Esse é o exército do Eterno!". Por isso ele pôs naquele lugar o nome
de M achanayim . 4 Então Ya'akóv enviou m ensageiros para a região de Se'ir, também cham ada de terra
de Edom, a fim de se encontrarem com Essáv, seu irm ão, 5 com a seguinte ordem: "Assim vo cês fala­
rão a Essáv, m eu am o: assim d iz Ya'akóv, seu servo: com o peregrino morei com Lavan, e com ele fiquei
até agora. 6 A d quiri bois e jumentos, rebanhos, servos e servas; e m ando com u n icar isso a meu amo,
esperando ser bem receb id o!". 7 E os m ensageiros voltaram a Ya'akóv, dizendo: "Estivem os com seu
irm ão Essáv; e, em verdade, e le já está vin d o para encontrar-se com vo cê. E vem com quatrocentos
hom ens!". 8 Q uand o Ya'akóv ouviu isso, teve m uito medo e ficou preocupado. Então dividiu em dois

31:47 - "G a lêd " significa "monte do testemunho".


3 1 :49 - "M itzpáh" significa "torre de vigia" ou "posto de observação".
32:3 - "M achanayim " significa "lugar de dois acampamentos".
grupos o povo que estava com ele, bem com o os rebanhos, os bois e os cam elos, 9 pois ele pensou:
"Se Essáv vie r e atacar um grupo, o outro poderá escap ar!". 10 E Ya'akóv disse: "Ó A ltíssim o de meu
avô Avraham , e Altíssim o de meu p ai Yitzchak! O uça-m e, ó Yah úh , que m e disse para que eu voltasse
para m inha terra e para os meus parentes, prometendo que tudo daria certo para m im ! 11 Não sou
digno das bondades e da fidelidad e com que tem usado para com seu servo. Q uando atravessei o rio
Yarden (na ida), eu tinha apenas um cajado, e agora estou voltando com esses dois grupos de pessoas
e anim ais. 12 Eu lhe peço que m e livre da m ão de meu irm ão Essáv. Pois tenho medo que ele venha e
m e mate e tam bém as m inhas m ulheres com os m eus filhos. 13 Pois V o cê m esmo disse: 'Certam ente
Eu lhe abençoarei e farei com que os seus descendentes sejam com o a areia do mar, tantos que nin­
guém poderá contá-los!'". 14 E passou ali aquela noite. Depois ele escolheu alguns de seus anim ais
para dar de presente a seu irm ão Essáv. 15 Escolheu duzentas cabras e vinte bodes, duzentas ovelhas
e vinte carneiros, 16 trinta cam elas com suas crias, que ainda m am avam, quarenta vacas e dez touros,
vinte jum entas e dez jum entos. 17 Ya'akóv divid iu esses anim ais em grupos e os entregou nas mãos
dos seus servos, cada grupo separado. E deu essa ordem a seus servos: "Vocês vão na frente, mantendo
uma certa distância entre os grupos!". 18 E Ya'akóv ordenou ao primeiro servo, dizendo: "Q uando o meu
irmão Essáv se encontrar com você, ele irá perguntar: quem é o seu patrão? Rara onde você está indo? E de
quem são esses anim ais que você está levando?'. 19 Então responda assim: esses animais são de seu servo
Ya'akóv. São um presente que ele está enviando ao meu amo Essáv, e ele também está vindo atrás de nós!".
2 0 E ordenou igualmente ao segundo, e ao terceiro, e a todos os que vinham atrás dos grupos, dizendo:
"Quando vocês se encontrarem com Essáv, digam a mesma coisa. 21 E não se esqueçam de dizer isso: o
seu servo Ya'akóv está vindo atrás de nós!". É que Ya'akóv estava pensando assim: "Apaziguarei a sua ira
com presentes, que irão na minha frente, e depois verei a sua face, talvez ele me perdoe!".

Ya'akóv passa o vau de Yabok e luta com um anjo

22 Assim Ya'akóv m andou os presentes na frente e ele passou aquela noite no acam pam ento. 23
Naquela m esma noite e le se levantou e, pegando suas duas m ulheres, suas duas concubinas e seus
o n ze filhos, cruzou a passagem do rio Yabok. 24 Ele pegou-os e os fez passar o riacho, e fez também
que passassem tudo o que era seu, 25 mas Y a'akóv ficou para trás, sozinho. A í veio um homem (isto é,
um anjo) que lutou com ele até o rom per do dia. 26 Q uando esse anjo viu que não p revalecia contra
ele, deu um golpe na ju n ta da coxa de Ya'akóv, de modo que a deslocou do seu lugar. 27 E o homem
disse: "Solte-m e para que eu vá em bora, pois já está rompendo o dia!" E Ya'akóv respondeu: "N ão lhe
d eixarei ir enquanto não m e ab enço ar!". 28 Então o anjo perguntou-lhe: "Q u a l é o seu nom e?". E ele
disse: "Y a'akó v!", 29 Então o anjo disse: "O seu nome não será m ais Ya'akóv, mas sim Yishra al; pois
vo cê tem lutado com o A n jo do Eterno e com os homens e tem p revalecido !". 30 E Y a'akóv perguntou-
-Ihe: "Por favor, diga-me o Seu no m e!". E ele respondeu: "Por que vo cê pergunta pelo M eu nome?".
E ali Ele abençoou Ya'akóv. 31 Então Ya'akóv disse: "Eu v i o Eterno face a face e a m inha vida foi pre­
servada!". Por isso e le deu àquele lugar o nome de Peni'al. 32 E o sol já estava nascendo quando ele
estava saindo de Peni'al, e ele ia m ancando de um a perna. 33 Por isso, até hoje os filhos de Yishra'al
não com em o m úsculo do quadril, que está sobre a junta da coxa dos anim ais, pois foi nessa parte do
corpo que o anjo ofendeu a junta da coxa deYa'akóv.

O en co n tro d e Essáv e Ya'akóv

« 3 « 3 1 E Ya'akóv, erguendo os olhos, viu que Essáv vin h a chegando com os seus quatrocentos ho-
O J m e n s . Então ele repartiu os filh os entre Le'ah, Rachai e as duas concub inas. 2 Ele pôs as
c oncubinas e seus filhos na frente, depois Le'ah e seus filhos, e por últim o Rachai e Yosséf. 3 M as ele
mesmo passou adiante deles, e inclinou-se em terra sete vezes, até chegar perto de seu irmão. 4 Porém

32:31 - "Pen i'al" significa "A face do Eterno".


Essáv correu-lhe ao encontro e o abraçou; ele pôs os braços em volta do seu pescoço e o beijou. E os
dois choraram . 5 Q uand o ele olhou em volta e viu as m ulheres e as crian ças, perguntou: "Q u em são
esses que estão com vo cê?". E Ya'akóv respondeu: "Eles são os filhos que o Eterno bondosamente tem
dado a seu servo!". 6 E chegaram-se as concub inas e seus filh os e se curvaram na frente dele. 7 E Le'ah
também chegou com seus filh os e se curvaram . Por últim o chegaram Yosséf e Rachai e se curvaram .
8 E Essáv perguntou: "E o que vo cê quer d ize r com todos esses bandos que tenho encontrado pelo
cam inho?". E Y a'akóv respondeu: "É para a lca n ça r por m eio deles a bondade do meu am o. 9 M as
Essáv disse: "Eu já tenho bastante, meu irm ão; fique com o que é seu!''. 10 M as Ya'akóv insistiu: "N ão
recuse. Se é que tenho alcan çad o a sua atenção, aceite o meu presente. Pois para m im , ver o seu
rosto é com o se eu tivesse visto o rosto do Eterno, pois vo cê me recebeu tão bem. 11 Por favor, aceite
esse presente que eu trouxe para vo cê, pois o Eterno tem sido bondoso para com igo e tem m e dado
tudo o que p reciso !". E ele insistiu, até que Essáv aceitou. 12 Então Essáv disse: "Bem , vam os embora;
eu irei na frente!". 13 E Ya'akóv disse: "M eu am o sabe que essas crian ças são pequenas, e que tenho
com igo ovelhas e va ca s com crias; se forem forçadas a andar depressa dem ais, nem que seja por um
só dia, todo o rebanho poderá morrer. 14 É m elhor que o meu amo vá à frente desse seu servo; e eu o
seguirei, conduzindo-os calm am ente, conform e o passo do gado que está diante de m im , e conform e
o passo das crianças, até que eu chegue em Se'ir, onde o meu amo m ora!". 15 E disse Essáv: "Então
perm ita ao m enos que eu deixe com vo cê alguns dos m eus servos para acom panhá-lo!". E Ya'akóv
respondeu-lhe: "N ão é preciso. Basta tão somente que eu a lca n ce o favor de meu am o !". 16 Naquele
d ia Essáv voltou pelo mesmo cam in h o em direção a Se'ir. 17 E Y a'akóvfo i para Sukot. A li e le construiu
para si um a casa, e fez barracas para o seu gado; por isso puseram naquele lugar o nome de Sukot.

Ya'akóv chega a S hechem e co n stró i um altar

18 Assim , Ya'akóv chegou em p az à cidade de Shechem , que está na terra de Kena'an, quando voltou
de Padan-Aram; e armou o seu acam pam ento perto da cidade. 19 E com prou dos filhos de Chamor,
pai de Shechem , por cem moedas de prata, um pedaço de terra e nela arm ou o seu acam pam ento. 2 0
E ali ele construiu um altar, que cham ou de "Eterno", o A ltíssim o d eY ish ra 'al.

D in á h e o s shechem itas

1 C erta v e z D in á h , filh a de Le 'a h e de Y a'akóv, sa iu p ara v is ita r as m oças d a q u ela terra.


2 E Shechem , filho de Chamor, o chivita, príncipe daquela terra, a viu e, pegando-a, forço
ter relações com e le . 3 E ele achou D in áh , filha d eYa'akóv, tão atraente, que se apaixonou por ela e
procurou fazer com que ela o amasse. 4 E Shechem disse a Cham or, seu pai: "Pai, peça essa m oça em
casam ento para m im !". 5 E Ya'akóv ficou sabendo que Shechem havia desonrado a sua filha D ináh.
Porém, estando seus filh os no cam po com o gado, Ya'akóv não disse nada até que eles voltassem . 6
Enquanto isso, Cham or, pai de Shechem , foi falar com Ya'akóv. 7 Q uando os filhos de Ya'akóv che­
garam do cam po e souberam do caso, ficaram indignados e furiosos, pois Shechem havia cometido
uma loucura contra Yish ra'al, desonrando a filha deYa'akóv. Isso era uma coisa que não se devia fazer.
8 Mas C ham o r disse-lhes: "O meu filh o Shechem está apaixonado por sua filh a. Eu peço que vocês
d eixem que ela se case com ele. 9 E também aparentem-se conosco; nós casarem os com as filhas
de vocês, e vo cês casarão com as nossas. 10 E assim vo cês habitarão conosco; a terra estará diante
de vo cês; habitem e negociem nela, e adquiram propriedades onde quiserem !''. 11 E Shechem disse
ao pai e aos irm ãos da m oça: "Façam esse favor para m im , e eu lhes darei o que vo cês quiserem . 12
Exijam de m im o que quiserem em dote e presentes, e darei o que vocês m e pedirem ; somente me
deem a m oça para que seja m inha m ulh er!". 13 E os filhos de Ya'akóv foram falsos na resposta que
deram a Shechem e a Cham or, seu p ai, porque Shechem havia desonrado D in áh , a irmã deles. 14
Eles disseram assim : "N ão podemos fazer isso, dar a nossa irm ã a um homem que não tenha sido
c ircu ncidado , pois isso seria uma vergonha para nós. 15 E sob essa ú nica condição consentirem os;
se lhes tornarem com o nós, quer dizer, que todos os seus homens sejam circun cidado s. 16 A í, sim ,
darem os nossas filhas a vo cês em casam ento, e receberem os suas filh as para nós; assim habitarem os
entre vo cês e nos tornaremos um só povo. 17 M as se vo cês não aceitarem a nossa condição e não
quiserem ser circu n cid ad o s, nós irem os embora e levarem os a nossa irm ã!". 18 E essas condições
foram aceitas por C ham o r e seu filh o Shechem . 19 Não tardou o m oço em fazer isso, porque estava
apaixonado pela filh a de Ya'akóv. E Shechem era a pessoa m ais respeitada de toda a fa m ília de seu
p ai. 2 0 Depois Cham or e Shechem , seu filh o , foram ao portão da sua cidade, onde eram tratados os
negócios, e falaram aos moradores da cid ade, dizendo: 21 "Esses homens são pacíficos para conosco;
portanto, vam os deixar que eles fiquem m orando e negociando aqui, pois aqui há terras que chegam
para eles. Nós poderem os casar com as filhas deles, e eles poderão casar com as nossas. 22 M as eles
concordam em vive r entre nós para tornam os um só povo sob uma única con dição : todos os homens
entre nós precisam ser circuncidados, com o eles são circuncidado s. 23 E será que o gado deles, as
suas aquisições e todos os seus anim ais não serão nossos? É só aceitarmos a condição , e eles ficarão
morando entre nós!''. 24 E todos os homens que passaram p elo portão da cidade ouviram e concorda­
ram com Cham or e com seu filh o Shechem , e todos os m achos foram circuncidados.

A traição d e S him 'on e Levi

25 Três dias depois, quando os homens ainda sentiam fortes dores, dois filhos de Ya'akóv, Shim 'on
e Levi, irm ãos de D ináh, pegaram cada um a sua espada, entraram na cidade sem ninguém notar e
m ataram todos os homens. 26 Mataram também Cham or e seu filho Shechem à espada. Em seguida
tiraram D ináh da casa de Shechem e foram em bora. 27 Depois os filhos de Ya'akóv vieram aos mortos
e saquearam a cidade, para se vingarem da desonra da sua irm ã. 28 Eles levaram os rebanhos, os
bois, o s jumentos e tudo o que havia tanto na cidade com o no cam po. 29 Tiraram das casas todas
as coisas de va lo r e levaram com o prisioneiros as m ulheres e as crianças. 30 Então Ya'akóv disse a
ShinVon e a Levi: "Vocês m e puseram num a situação d ifícil. Agora os kena'anitas, os p'rizitas, e todos
os habitantes dessa terra vão ficar com ódio de m im . E eu tenho poucos homens; se eles se ajuntarem
e me atacarem, a m inha fa m ília inteira será m orta!". 31 M as eles responderam : "Poderíam os deixar
ele tratar a nossa irm ã com o se ela fosse uma prostituta?".

O E te rn o manda Ya'akóv a B êt-A l co n stru ir um altar

1 E o Eterno disse a Ya'akóv: "Apronte-se, vá para Bêt-Al e fique morando lá; construa lá um
altar para o Eterno que lhe apareceu quando vo cê estava fugindo de Essáv, seu irm ão !". 2
Então Y a'akóv disse à sua fa m ília e a todos os que estavam consigo: "Joguem fora todas as imagens
dos deuses das nações que vocês têm. Purifiquem -se e vistam roupas limpas. 3 Aprontem -se que nós
vam os para Bêt-Al; ali farei um altar dedicado ao Eterno, que m e ajudou no dia da m inha angústia e
que tem estado com igo em todos os lugares por onde tenho andado!''. 4 Eles entregaram a Ya'akóv
todas as imagens dos deuses das nações que tinham nas m ãos e os brincos que usavam nas orelhas; e
Ya'akóv os enterrou debaixo do carvalho que fica perto de Shechem . 5 Q uando eles foram em bora, o
Eterno fez com que os moradores das cidades ao redor ficassem com um medo terrível, e por isso eles
não perseguiram os filhos de Ya'akóv. 6 E assim Ya'akóv e todo o povo que estava com ele chegaram
à Lu z, cidade que está na terra de Kena'an, que também é conhecida pelo nome de Bêt-Al. 7 A li ele
construiu um altar e pôs naquele lugar o nome de O Eterno de Bêt-Al, porque ali o Eterno havia apa­
recido a ele quando ele estava fugindo do seu irmão.

A m o rte d e D evorah

8 E Devorah, a m ulher que havia sido babá de R iv'káh , m orreu a li e foi sepultada ao sul de Bêt-Al,
debaixo do carvalh o , e puseram naquele lugar o nome de Alon-Bachut. 9 E o Eterno apareceu outra

35:8 - "Alon-Bachut" significa "planície do pranto".


v e z a Ya'akóv, quando ele voltou de Padan-Aram, e o abençoou. 10 E o Eterno disse-lhe: "O seu nome
é Ya'akóv; porém vo cê não será cham ado m ais de Ya'akóv, mas Y ishra'al será o seu no m e!". Assim , o
Eterno pôs nele o nome de Yish ra'al. 11 E o Eterno disse-lhe: "Eu sou o Eterno Todo-Poderoso. Tenha
muitos filhos e muitos descendentes; uma nação, sim , uma m ultidão de nações sairá de você, e reis
procederão de sua descendência; 12 e a terra que dei a Avraham e a Yitzchak, a vo cê a darei; também
depois a darei à sua descend ência!". 13 Q uando o Eterno acabou de falar com ele, Ele foi embora da­
quele lugar. 14 E Ya'akóv ergueu um m onum ento no lugar onde Ele lhe havia falado, um m onumento
de pedra; e sobre ela derramou vin h o e também azeite; 15 e Y a'akóv pôs naquele lugar onde o Eterno
lhe havia falado o nome de Bêt-Al.

O n ascim en to de B eniyam in e a m o rte d e Rachai

16 E partiram de Bêt-Al; e faltando ainda um trecho pequeno para chegar a Efratáh, Rachai com eçou
a sentir dores de parto, e, com d ificuldade, custou dar à lu z. 17 Q uando ela estava nas dores do
parto, disse-lhe a parteira: "N ão tenha m edo, pois ainda vo cê terá esse filh o !". 18 E Rachai, na ânsia
da morte, cham ou o m enino de Ben-oní; m as seu pai deu-lhe o nom e de B eniyam in. 19 E Rachai
m orreu e foi sepultada na beira do cam inho de Efratáh, que agora se cham a Bêt-Léchem . 20 E Ya'akóv
ergueu um m onum ento sobre a sepultura dela; esse é o m onumento da sepultura de Rachai até o dia
de hoje. 21 E Y ishra'al partiu dali e armou o seu acam pam ento do outro lado de Migdal-Éder. 22 Certo
d ia, quando Yishra'al habitava naquela terra, o seu filh o Re'uven teve relação com a sua concubina
B il'h á h . Q uand o Yishra'al soube disso, ficou furioso. O s filh os de Ya'akóv eram doze.

O s d escen d en tes d e Ya'akóv

23 O s filh os de Le'ah foram : R e'uven, o prim ogênito de Ya'akóv, depois Shim 'on, Levi, Yahudáh,
Yissachar e Zevulu n ; 24 e os filhos de Rachai foram : Yosséf e Ben iyam in ; 25 e os filhos de B il'h áh,
serva de Rachai, foram : D an e Naftali; 26 e os filhos de Zilp áh, serva de Le'ah, foram : Gad e Asher.
Esses foram os filh os de Ya'akóv que nasceram em Padan-Aram. 2 7 E Ya'akóv foi m orar com seu pai,
Y itzch ak, em M am rê, a cidade que também se cham a Kir'yat-Arbá - que é Chevron - , onde Avraham e
Y itzch ak haviam morado. 28 A duração da vid a de Y itzch ak foi de cento e oitenta anos; 29 e, exalando
o fôlego de vid a , m orreu e foi sepultado junto ao seu povo, velh o e saciado de dias; seus filh os Essáv
e Y a'akóv o sepultaram.

O s d escen d en tes d e Essáv

1 Essa é a descendência e a história de Essáv - Essáv é o mesmo Edorn: 2 Essáv arranjou as


suas m ulheres dentre as filhas de Ken a'an : A dáh, filh a de A lo n, o chitita, e A h olivam áh, filha
de An áh , neta d e T z iv 'o n , o ch ivita, 3 e Basmat, filha d eY ish m a 'a l, irmã de Nevayot. 4 E Adáh deu à
lu z A lifa z, filho de Essáv, e Basm at deu à lu z R e'u 'a l; 5 e A holivam áh deu à lu z Ye'ush, Ya'lam e Ko-
rach; esses foram os filhos de Essáv que nasceram quando ele estava morando na terra de Kena'an. 6
E depois Essáv pegou suas m ulheres, seus filhos, suas filh as e todas as pessoas de sua casa, seu gado,
todos os seus an im ais e todos os seus bens, que havia adquirido na terra de Kena'an, e foi-se para
outra terra, separando-se de seu irm ão Ya'akóv. 7 Porque os seus bens eram abundantes dem ais para
habitarem juntos; e a terra de suas peregrinações não os podia sustentar por causa do seu gado. 8 E
Essáv foi m orar na região m ontanhosa de Se'ir. Essáv também era cham ado de Edom. 9 Esses foram os
descendentes de Essáv, pai dos edomitas, na região montanhosa de S e'ir: 10 esses são os nomes dos

35:18 - "Ben-oní" significa "filho da minha dor".


35:18 - "Beniyam in" significa "filh o da minha destra".
35:19 - "Bêt-Léchem " significa "casa do pão".
filhos de Essáv: A lifa z, filh o de A dáh, m ulher de Essáv; R e'u 'a l, filho de Basm at, m ulher de Essáv. 11
E os filh os de A lifa z foram : Tem an, O m ar, Tzefô , G a'tam e Kenaz. 12 Tim na era concub ina de A lifa z,
filh o de Essáv; ela deu à lu z A m alék. Foram esses os filhos de A dáh, m ulher de Essáv. 13 E os filhos
de R e'u'al foram : N achat e Zerach , Shamáh e M izáh . E foram esses os filhos de Basmat, m ulher de
Essáv. 14 E os filhos de A h o liva m á h , filh a de A n á h , filh a d e T z iv 'o n , m ulh er de Essáv, fo ram : Y e'ush,
Y a'lam e Korach. 15 Esses foram os chefes dos filhos de Essáv: dos filhos de A lifa z, o primogênito
de Essáv, os chefes Tem an, O m ar, Tzefô , Kenaz, 16 Korach, G a'tam e A m alék. Esses foram os chefes
que nasceram a A lifa z na terra de Edom; e esses foram os filhos de A dáh. 17 Esses foram o s filh os de
R e'u 'al, filh o de Essáv: os chefes N achat, Zerach , Shamáh e M izáh; esses foram os chefes que nasce­
ram a R e'u'al na terra de Edom; esses foram os filhos de Basmat, m ulher de Essáv. 18 Esses foram os
filhos de A holivam áh, m ulher de Essáv: os chefes Ye'ush, Ya'lam e Korach; esses foram o s chefes que
nasceram a A h olivam áh, filha de Anáh, m ulher de Essáv. 19 Esses foram os filhos de Essáv, e esses
foram seus p ríncipes; Essáv é o m esmo Edom.

O s descen d en tes d e S e 'ir

2 0 Esses foram os filhos de Se'ir, o chorita, moradores daquela terra: Lotan, Shoval, T z iv 'o n , Anáh, 21
D ishon, Étzer e D ish an ; esses foram os chefes dos choritas, filhos de Se'ir, na terra de Edom. 22 O s
filhos de Lotan foram : C horf e H em an. Lotan tinha urna irmã cham ada Tim n a. 2 3 Esses foram os filhos
de Shoval: A lvan , M anachat, Eval, Shefô e O n am . 24 Esses foram os filhos d e T z iv 'o n : Ayah e Anáh;
esse é o Anáh que descobriu as fontes de água quente no deserto, quando apascentava os jumentos
d e T z iv 'o n , seu p ai. 25 Esses foram os filh os de A n áh : D ishon e A h olivam áh, filha de Anáh . 26 Esses
foram os filhos de D ishon: Chem dan, Eshban, Yitran e C heran. 27 Esses foram os filhos de Étzer:
B il'h a n , Za'avan e A kan. 28 Esses foram os filhos de D ish an: U tz e Aram . 29 Esses foram os chefes dos
choritas: Lotan, Shoval, T z iv 'o n , A náh, 30 D isho n, Étzer e D ish an; esses foram os chefes dos choritas
que governaram na terra de Se'ir.

O s re is e p rín cip e s d e Edom

31 E esses foram os reis que reinaram na terra de Edom , antes que houvesse rei sobre os filhos de
Y ish ra'al. 32 E B ela, filh o de Be'or, reinou em Edom; e o nome da sua cidade era D inhaváh. 33 E B ela
m orreu; e Yovav, filh o de Zerach de Botzráh, reinou em seu lugar. 34 E Yovav m orreu; e C husham , da
terra dos temanitas, reinou em seu lugar. 35 E Chusham m orreu; e em seu lugar reinou Hadad, filho
de Bedad, da cidade de A vit. Ele derrotou os m idianitas numa batalha na terra de M o'av. 36 E Hadad
m orreu; e Sam láh, da cidade de M asrekáh, reinou em seu lugar. 37 E Sam láh m orreu; e Sha'ul de
Rechovot, junto ao rio Eufrates, reinou em seu lugar. 38 E Sha'ul m orreu; e Ba'al-Ch an an, filh o de Ach-
bor, reinou em seu lugar. 39 E B a'al-Chanan, filh o de Achbor m orreu; e H adar reinou em seu lugar; e
o nome da sua cidad e era Pa'ú; e o nome de sua m ulher era M ehetav'al, filh a de Matred, neta de Me-
-Zahav. 40 Esses foram os nomes dos chefes dos filhos de Essáv, segundo as suas fam ílias, segundo os
seus lugares, pelos seus nomes: os chefes Tim na, A lváh , Yetet, 41 A ho livam áh, A la h , Pinon, 4 2 Kenaz,
Tem an, M ivtzar, 43 M agdi'al e lyram . Esses foram os chefes de Edom, segundo as suas habitações, na
terra da sua possessão. Esse Edom é Essáv, pai dos edomitas.

Y o ssé f é ven d id o p o r seu s irm ãos

1 E Ya'akóv morava na terra de Kena'an, que era a terra onde seu pai havia morado nas suas
peregrinações. 2 E essa é a história de Ya'akóv: Yosséf, aos dezessete anos de idade, estava com
seus irm ãos apascentando os rebanhos; sendo ainda jovem , andava com os filhos de B il'h á h , e com os
filhos de Z ilp á h , m ulheres de seu p ai; e Yosséf contava a seu pai as coisas erradas que os seus irmãos
faziam . 3 E Yishra'al amava m ais a Yosséf do que a todos os seus outros filhos, porque era filho da sua
ve lh ice . Por isso, m andou fazer para ele uma túnica de várias cores. 4 E seus irm ãos, vendo que seu
pai o amava m ais do que a todos eles, odiavam -no, e eram grosseiros quando falavam com ele. 5 C eita
v e z Yosséf teve um sonho e o contou a seus irm ãos; por isso o odiaram ainda m ais. 6 Pois ele lhes
disse: "Peço-lhes que ouçam esse sonho que tive: 7 sonhei que estávamos no cam po atando feixes de
trigo. D e repente o meu feixe, levantando-se, ficou em pé; e os feixes de vocês ficaram em volta do
meu e se curvaram diante d ele!". 8 E seus irm ãos disseram -lhe: "Por acaso vo cê reinará sobre nós e
terá dom ínio sobre nós?". Por isso eles o odiavam ainda m ais por causa dos seus sonhos e do jeito que
ele os contava. 9 E Yosséf teve outro sonho, e o contou a seus irm ãos, dizendo: "Eu tive outro sonho.
Desta ve z o sol, a lua e o n ze estrelas se curvavam diante de m im !". 10 Q uando ele contou esse sonho
a seu pai e a seus irm ãos, seu pai o repreendeu e disse-lhe: "Q u e sonho é esse que vo cê teve? Por
a caso irem os, eu e sua m ãe, e seus irm ãos, a inclinar-nos com o rosto em terra diante de vo cê?". 11
O s irm ãos de Yosséf tinham inveja dele; mas seu pai guardava o caso no seu coração. 12 U m dia, os
seus irm ãos levaram o rebanho de seu pai para os pastos que ficam perto da cidade de Shechem . 13 E
Y ishra'al disse a Yosséf: "Venha c á. Por certo os seus irm ãos estão apascentando o rebanho próxim o à
cidade de Shechem . Venha, pois, vou enviá-lo a e le s!". E Yosséf disse-lhe: "Estou pronto para ir!". 14
E Y ishra'al disse-lhe: "V á e veja se os seus irm ãos e o rebanho vão bem e traga-me notícias deles!". E
assim o enviou do vale de C hevron, e Yosséf foi a Shechem . 15 E um homem encontrou Yosséf, que
andava errante pelo cam po, e perguntou-lhe: "O que vo cê está procurando?". 16 E ele respondeu:
"Estou procurando m eus irm ãos; por favor, peço-lhe que m e diga onde eles estão apascentando o
rebanho!". 17 E o homem disse: "Eles já foram embora daqui; pois eu o uvi eles dizendo: 'Vam os para
D o tan !"'. E Yosséf seguiu seus irm ãos, e os achou em Dotan. 18 E eles o viram de longe e, antes que
ele chegasse onde eles estavam, conspiraram contra ele, para o m atarem, 19 dizendo uns aos outros:
"L á vem o sonhador! 20 E agora, vamos m atá-lo e jogá-lo num dos poços, e depois direm os que
um anim al selvagem o devorou. Assim , verem os no que vão dar os seus sonhos!". 21 M as Re'uven,
ouvindo isso, livrou-o das m ãos deles, dizend o : "N ão lhe tirem os a vid a !". 22 E R e'uven lhes disse
também: "N ão derramem sangue inocente! Joguem-no nesse poço, que está no deserto, mas não o
m achuquem !". Ele disse isso porque planejava livrá-lo das m ãos dos seus irm ãos, a fim de devolvê-lo
a seu p ai. 23 Q uand o Yosséf chegou ao lugar onde seus irm ãos estavam, eles arrancaram dele a sua
túnica, a tú n ica de várias cores, que ele estava vestindo; 24 e pegando-o, jogaram -no no poço; po­
rém, o poço estava va zio , e sem água. 25 E depois sentaram-se para comer. D e repente, viram que ia
passando uma caravana de yishm a'alitas que vin h a de G u il'a d e ia para M itzrayim . O s seus cam elos
estavam carregados de cera, bálsam o e m irra. 26 E Yahudáh disse a seus irm ãos: "O que nos aproveita
matar nosso irm ão e en cob rir o seu sangue? 27 Vam os vendê-lo a esses yishm a'alitas, e não levante­
mos nossas mãos conta ele, pois, afin al, é nosso irm ão, nossa carn e!". E seus irm ãos concordaram . 28
E ao passarem o s negociantes m idianitas, eles tiraram Yosséf do poço e venderam -no por vinte mo­
edas de prata aos yishm a'alitas, os quais levaram Yosséf para M itzrayim . 29 Q uando Re'uven voltou
ao poço, viu que Yosséf não estava lá dentro; por isso rasgou as suas vestes, em sinal de tristeza 30 e,
voltando para o lugar onde os seus irm ãos estavam, disse: "O m enino não está m ais lá! E agora, o que
é que eu vou fazer?". 31 Então eles pegaram a tú n ica de Yosséf, mataram um cabrito e m olharam a
tún ica no sangue. 32 Depois levaram a túnica de várias cores a seu pai e disseram -lhe: "Acham os essa
túnica. Será que não é a túnica de seu filh o?". 33 Ele a reconheceu e disse: "Sim , é a túnica do meu
filho! Certam ente um anim al selvagem o devorou! Com certeza Yosséf foi estraçalhado!''. 3 4 Então,
em sinal de tristeza, Ya'akóv rasgou as suas vestes e cobriu-se de um saco e lamentou seu filho por
muitos dias. 35 Então todos os seus filh os e todas as suas filhas tentaram consolá-lo, porém ele não
aceitou nenhum a cond o lência, e disse: "N a verdade, enlutado por meu filh o descerei à sepultura!". E
assim seu pai chorou por ele. 36 Enquanto isso, os m idianitas venderam Yosséf em M itzrayim a Potifar,
o ficial da corte do Faraó e capitão da guarda.

Yahudáh e sua nora Tamar

*3 O 1 Naquele tempo, Yahudáh se separou dos seus irm ãos e foi m orar na casa de um homem adu-
<J O lam ita, que se cham ava C h iráh. 2 E ali Yahudáh viu a filh a de um kena'anita, que se chamava
S hú'a, e desposou-a, unindo-se a ela. 3 Ela ficou grávida e teve um filho, e (Yahudáh) deu-lhe o nome
de Er. 4 E ela tornou a engravidar e teve outro filh o, a quem ela deu o nome de O n an. 5 Ela teve ainda
m ais um filho, e deu-lhe o nome de Sheláh. E Yahudáh estava em Keziv quando ela o teve. 6 E Yahudáh
arranjou uma m ulher para Er, o seu prim ogênito, e o nome dela era Tamar. 7 E Er, o prim ogênito de
Yahudáh, era mau aos olhos de Yahúh, por isso Yahúh o matou.

A le i d o levirato

8 Então Yahudáh disse a O n an : "R eceba a m ulher de seu irm ão, em cum prim ento à lei do levirato,
para que seu irm ão tenha descendentes por m eio de vo cê!". 9 O ra , O nan sabia que tal descendência
não seria considerada com o sua; por isso, toda ve z que ele tinha relação com a viú va do seu irmão,
ele deixava que o esperma caísse no chão para que seu irm ão não tivesse descendência por m eio
dele. 10 E o que e le fa zia era m au aos olhos de Yahúh, por isso o matou tam bém. 11 Então Yahudáh
disse a Tamar, a sua nora: "Volte para a casa do seu pai e perm aneça viú va , até que Sheláh, meu
filho, cresça!". Ele disse isso porque tinha medo que (Sheláh) fosse morto, com o havia acontecido
com o os seus irmãos. Assim , Tam ar foi m orar na casa do pai dela. 12 Passado algum tempo, morreu
a filha de Shú'a, m ulher de Yahudáh. E passado o luto, Yahudáh foi a T im n a para encontrar-se com os
tosquiadores das suas ovelhas. E seu amigo C h iráh, o adulam ita, foi com ele. 13 E avisaram a Tamar,
dizendo: "O seu sogro fo i a Tim n a para tosquiar as suas ovelhas. 14 Então ela trocou de roupa, tirando
a roupa de viú va, e cobriu o rosto com um véu, e assim se disfarçou. Em seguida, foi e se sentou perto
da entrada da cidade de Enayim , que fica no cam in h o de Tim na. Ela fez isso porque via que Sheláh
já era homem crescid o , mas (Yahudáh) não havia m andado que ele se casasse com ela. 15 A o vê-la,
Yahudáh julgou que ela fosse uma prostituta, pois ela estava com o rosto coberto. 16 Ele dirigiu-se a
ela na beira do cam inho, sem saber que era a sua nora, e disse: "V ocê quer ir para a cam a com igo?".
E ela perguntou-lhe: "O que vo cê m e dará para ter relação com igo?". 17 E ele disse: "Eu lhe mando
um cabrito do meu rebanho!". Ela perguntou: "M as vo cê m e dará algum a coisa com o garantia até
que m e envie o cabrito?". 18 E ele perguntou: "O que vo cê quer com o garantia?". Ela disse: "O seu
anel-selo, o manto e o cajad o que está em sua m ão !". Ele o s deu a ela, e ele teve relação com ela, e
ela ficou grávida dele. 19 E ela se levantou e foi para casa, tirou o véu e vestiu sua roupa de viúva.
2 0 E depois Yahudáh enviou o cabrito por m ão do seu amigo, o adulam ita, e pediu para ele trazer
de volta os objetos que ele havia deixado com a m ulher com o garantia; porém ele não a encontrou.
21 E ele perguntou aos homens da cidade de Enayim : "O n de está aquela prostituta que costumava
ficar à beira do cam inho?". E eles disseram : "Aqui não esteve nenhum a prostituta!". 22 Ele voltou a
Yahudáh e disse: "N ã o encontrei a m ulher, e os hom ens daquele lugar tam bém disseram que lá não
esteve nenhum a prostituta. 2 3 Então Yahudáh disse: "D eixa-a fic a r com o penhor. Assim ninguém
va i zom b ar de nós; eu en viei o cab rito , m as vo cê não encontrou a m u lh er!". 24 E passados uns três
meses, disseram a Yahudáh: "Tam ar, sua nora, se prostituiu e está grávida da sua p ro stitu ição !". E
Yahudáh disse: "Tirem -na para fo ra, e que e la seja qu eim a d a !". 2 5 Q u an do ela estava sendo tirada
para fora da sua casa, ela m andou d ize r a seu sogro: "D o homem a quem pertencem essas coisas eu
fiquei g rávida!". E d isse m ais: "R eco n h ece de quem são esse anel-selo, o m anto e o caja d o ?". 26 E
Yahudáh reconheceu o s seus objetos e disse: "E la é m ais justa do que eu, pois prometi casá-la com
m eu filh o Sh eláh , m as não cu m p ri a prom essa!". Ele n unca m ais teve relações com ela. 2 7 Q uando
chegou o tempo de ela dar à lu z, descobriram que havia gêm eos em seu ventre; 28 e quando ela
estava no trabalho de parto, um dos gêm eos pôs um a das m ãos para fora, e a parteira pegou uma
fita verm elh a e am arrou na m ão d ele, e disse: "Esse saiu p rim eiro !". 29 M as ele reco lheu a m ão, e
seu irm ão saiu; por isso a parteira disse: "C o m o vo cê abriu cam in h o !". Portanto deram -lhe o nome
de Peretz. 3 0 E depois nasceu o seu irm ão, em c u ja m ão estava amarrada a fita verm elha, e deram -lhe
o nom e de Zerach .

38:6 - "Tam ar" significa "palm eira".


Y o ssé f na casa d e Potifa r

O O ^ ^ Yosséf foi levado para M itzrayim , onde os yishm a'alitas o venderam a um homem egípcio
- 7 cham ado Potifar, oficial da corte do Faraó, capitão da guarda do p alácio. 2 M as Yahíih estava
com Yosséf, e ele tornou-se próspero em tudo e m orava na casa do seu dono, o egípcio. 3 E o seu
dono viu que Yahúh estava com ele, e que Yahúh o abençoava em tudo o que ele fazia. 4 E assim
Yosséf ganhou a sim patia dele, que o pôs com o seu ajudante p articular; de modo que deu a ele a res­
p onsabilidade de cu id ar da sua casa e entregou na sua mão todos os seus bens para que ele tomasse
conta de tudo. 5 E desde que o pôs com o adm inistrador sobre a sua casa e sobre todos os seus bens,
Yahúh abençoou a casa do eg ípcio por am or a Yosséf; e a bênção de Yahúh estava sobre tudo o que
tinha, tanto na casa com o no cam po. 6 E Potifar entregou nas m ãos de Yosséf tudo o que possuía, de
m aneira que e le não se preocupava com nada, a não ser com o pão que co m ia. E Yosséf era belo de
corpo e de boa aparência. 7 E aconteceu depois de algum tempo que a m ulher do seu dono com eçou
a cob içar Yosséf. Certo dia ela disse: "V enha, vam os para a cam a com igo!''. 8 M as e le recusou, e disse
à m ulher do seu dono: "O meu am o não me pede conta alguma do que se fa z na sua casa e entregou
em m inhas mãos tudo o que ele possui. 9 Não há m aior do que eu nessa casa; ele nenhum a coisa me
interditou, exceto vo cê, pois é a m ulher d ele. Sendo assim , com o poderia eu com eter uma im orali­
dade dessa e pecar contra o Eterno?''. 10 Entretanto, ela insistia com Yosséf dia após dia, mas ele não
lhe dava atenção, para se deitar com ela, e também evitava estar perto dela. 11 M as aconteceu certo
d ia que, entrando ele na casa para fazer o seu trabalho rotineiro, nenhum dos servos da casa estava lá
dentro. 12 Então ela, agarrando-o pela cap a, lhe disse: "Venha, vamos para a cam a com igo!". M as ele
escapou e correu para fora, deixando a capa na m ão dela. 13 Q uando ela viu que ele deixara a capa
na m ão dela e fugira para fora, 14 cham ou os servos de sua casa e disse-lhes: "Vejam só! Esse ivrita,
que o meu m arido trouxe para casa, está nos insultando. Ele entrou no meu quarto e quis ter relações
com igo, mas eu gritei o m ais alto que pude. 15 Q uand o com ecei a gritar bem alto, ele fugiu para fora,
d eixando a sua capa no meu quarto!". 16 Ela guardou a capa consigo, até que o dono dele voltou à
casa. 17 E contou a ele conform e as m esmas palavras, dizendo: "Esse escravo ivrita, que vo cê trouxe
para casa, entrou no meu quarto e quis abusar de m im ; 18 mas eu gritei bem alto, e e le fugiu para fora,
d eixando a sua capa no meu quarto!". 19 E o seu dono, ao o u vir isso de sua m ulher, contando-lhe
com o se tinha com portado com ela o seu servo, enfureceu-se. 20 E o dono de Yosséf o agarrou e o
lançou no cárcere, no lugar em que os presos do rei estavam encarcerados. E ele ficou ali no cárcere.
21 E Yahúh estava com Yosséf, estendendo sobre ele a sua benignidade, de m odo que e le conquistou
a sim patia do carcereiro, 22 o qual entregou nas mãos de Yosséf a responsabilidade sobre todos os
presos que estavam no cárcere, e era Yosséf quem m andava em tudo o que se fazia na cadeia. 2 3 E o
carcereiro não tinha preocupação de coisa alguma do que estava sob a responsabilidade de Yosséf,
pois Yahúh estava com ele, e Yahúh fa zia prosperar tudo quanto ele fazia.

Y osséf na p risã o in terp reta d o is sonhos

A /"fc1 Passado algum tempo, o copeiro do rei de M itzrayim e o seu padeiro ofenderam o seu am o, o
T " v f r e i de M itzrayim . 2 Por isso o Faraó ficou furioso contra os seus dois o ficia is, contra o copeiro-
-chefe e contra o padeiro-chefe; 3 e m andou detê-los na casa do capitão da guarda, no cárcere onde
Yosséf estava preso; 4 e o capitão da guarda deu a Yosséf a responsabilidade de cu id ar deles. E assim
eles estiveram por algum tempo em detenção. 5 Certa noite, ali na prisão, o copeiro e o padeiro do rei
de M itzrayim tiveram um sonho. E cada um com o seu sonho, com seu sentido particular. 6 Q uando
Yosséf veio vê-los de m anhã, notou que eles estavam preocupados. 7 E perguntou a esses oficiais
do Faraó, que com ele estavam no cárcere da casa de seu am o, dizendo: "Por que vocês estão com
o sem blante tão triste hoje?". 8 E eles responderam -lhe: "C ada um de nós teve um sonho, e não há
ninguém para interpretá-los para nó s!". E Yosséf disse-lhes: "Por acaso não pertencem ao Eterno as
interpretações? Peço-lhes que me contem o que vocês sonharam !".
O sonho do co p eiro-ch efe

9 Então o copeiro-chefe contou o seu sonho a Yosséf, dizendo-lhe: "Em meu sonho havia uma videira
diante de m im , 1 0 e na vid eira havia três galhos; e, tendo a videira brotado, saíam as suas flores, e
os seus cachos produziam uvas maduras. 11 E o copo do Faraó estava na m inha mão; e, pegando as
uvas, eu as espremia no copo do Faraó e entregava o copo na m ão do Faraó!". 12 E Yosséf disse-lhe:
"A interpretação do seu sonho é essa: os três galhos sim bolizam três dias. 13 Daqui a três dias o Faraó
va i m andar soltá-lo, e vo cê vai voltar ao seu cargo; e dará o copo do Faraó na sua mão, conform e o
costume antigo, quando vo cê ainda era seu copeiro. 14 Mas lembre-se de m im quando vo cê estiver
bem e, por favor, tenha a bondade de falar a meu respeito ao Faraó, ajudando-me, assim , a sair dessa
prisão; 15 porque, na verdade, fui tirado à força da terra dos ivritas; e aqui também nada tenho feito
para que m e pusessem na prisão.

O so n h o d o p a deiro -chefe

16 Q uando o padeiro-chefe viu que a interpretação era boa, disse a Yosséf: "Eu também tive um so­
nho. Sonhei que estava carregando na cabeça três cestos de pão branco. 17 No cesto de cim a havia
todo tipo de com idas assadas que os padeiros fazem para o rei. E as aves vinham e com iam dessas
com idas que estavam no cesto que estava sobre a m inha c ab eça !". 18 E Yosséf disse-lhe: "A interpre­
tação do seu sonho é essa: os três cestos sim bolizam três dias. 19 Daqui a três dias o Faraó vai mandar
decepar a sua cab eça, e o seu corpo será pendurado num poste de m adeira, e as aves com erão a sua
carn e!". 20 E três dias depois, era o dia natalício do Faraó, e ele ofereceu um banquete a todos os
seus servos. Ele m andou soltar o copeiro-chefe e o padeiro-chefe e deu ordem para que viessem ao
banquete; 21 e restabeleceu o copeiro-chefe ao seu cargo de copeiro, e ele deu o copo na mão do
Faraó; 22 m as ao padeiro-chefe, m andou que fosse executado, com o Yosséf lhes havia interpretado.
23 Porém o copeiro-chefe não se lembrou m ais de Yosséf; esqueceu-se dele com pletamente.

Y o ssé f in terp reta os sonho s do Faraó

/■ 1 D o is anos depois, o Faraó teve um sonho. Ele sonhou que estava em pé na beira do rio Ye'or.
■ I 2 D e repente, saíram do rio sete vacas, belas e gordas, que com eçaram a pastar na beira do
rio . 3 E logo em seguida saíram do rio outras sete vacas, feias e magras, que vieram e ficaram ao lado
das prim eiras vacas, à beira do rio Ye'or. 4 E as vacas feias e magras devoravam as sete vacas belas
e gordas. E então o Faraó acordou. 5 E depois dorm iu de novo e tornou a sonhar. Dessa ve z ele viu
brotar de um mesmo pé sete espigas boas e cheias de grãos. 6 E logo em seguida brotavam sete espigas
m iúdas e queim adas pelo vento quente do deserto; 7 e as espigas m iúdas devoravam as sete espigas
boas e cheias. E o Faraó acordou, e era um sonho. 8 E chegada a m anhã, ele estava m uito preocupado,
e por isso m andou cham ar todos os adivinhadores e todos os sábios de M itzrayim . E o Faraó contou-
-Ihes os seus sonhos, mas nenhum deles foi cap a z de interpretá-los. 9 Então o copeiro-chefe disse ao
Faraó: "Vou confessar a m inha falta: 10 um dia o Faraó estava m uito indignado contra os seus servos, e
entregou-me à prisão na casa do capitão da guarda, a m im e ao padeiro-chefe. 11 C erta noite, tivemos
um sonho, eu e ele, e cada sonho com sua própria interpretação. 12 E estava lá na cadeia conosco um
jovem ivrita, servo do capitão da guarda. Contamos-lhe os sonhos, e ele interpretou os nossos sonhos,
e ele exp lico u o que queriam dizer. 13 E conform e a sua interpretação, assim mesmo aconteceu; eu
fui restituído ao meu cargo, e o padeiro foi executad o !". 14 Então Faraó m andou cham ar a Yosséf, e
foram apressadamente tirá-lo da prisão. Ele barbeou-se, trocou de roupas e apresentou-se ao Faraó.
15 Então o rei disse (a Yosséf): "Eu tive um sonho e não houve quem o interpretasse. M as ouvi dizer
que vo cê é cap az de interpretá-lo!". 16 E Yosséf disse ao Faraó: "Isso não depende de m im ! Mas o
Eterno é quem dará uma exp lica çã o favorável ao Faraó!". 17 Então o Faraó disse a Yosséf: "Em meu
sonho eu estava em pé à beira do rio Ye'or. 18 D e repente, saíram do rio sete va ca s belas e gordas, que
com eçaram a pastar na beira do rio. 19 E logo em seguida saíram outras sete vacas, feias e magras.
Eram tão feias que nunca vi em toda terra de M itzrayim outras com o aquelas! 2 0 E as vacas magras
e feias devoravam as prim eiras sete vacas belas e gordas. 21 Mas depois de as terem consum ido, não
dava para notar que elas as houvessem consum ido, pois a aparência delas continuava tão feia com o
antes. E então acordei. 22 E depois tive outro sonho. Eu v i que brotavam de um mesmo pé sete espigas
boas e cheias de grãos. 23 E logo em seguida brotavam sete espigas m iúdas e queim adas p elo vento
quente do deserto. 24 E as sete espigas m iúdas devoravam as sete espigas boas. Eu contei os sonhos
aos magos, m as nenhum deles foi cap a z de me dar a interpretação!". 25 E Yosséf disse ao Faraó: "O s
dois sonhos do Faraó se resumem num só. Por m eio deles o Eterno anunciou ao Faraó o que Ele vai
fazer. 26 As sete vacas boas sim bolizam sete anos, e as sete espigas boas também sim bolizam sete
anos; os dois sonhos se resumem em um só. 27 As sete vacas magras e feias que saíram do rio depois
das prim eiras va ca s belas e gordas, com o também as sete espigas m iúdas e queimadas p elo vento do
deserto, sim bolizam sete anos em que vai faltar alim entos. 28 É com o eu disse ao Faraó: o que o Eter­
no va i fazer, Ele o revelou a Faraó. 29 V irão sete anos de grande fartura de alim entos em toda terra de
M itzrayim . 30 M as depois deles virão sete anos de uma terrível falta de alim entos, e toda aquela fartu­
ra será esquecida na terra de M itzrayim , e a fom e devastará o país. 31 E a abundância do país não será
m ais lembrada por causa daquela fom e que se seguirá, pois será gravíssim a. 32 E se o sonho se repetiu
duas vezes ao Faraó, é porque essa coisa é determinada pelo Eterno, e o Eterno brevem ente execu­
tará. 3 3 Portanto, agora, ó Faraó, será bom que vo cê escolha um homem sábio e prudente e o ponha
sobre a terra de M itzrayim . 34 N om eie tam bém, ó Faraó, administradores sobre todo o país, para que
recolham a quinta parte das colheitas da terra de M itzrayim durante os sete anos de fartura; 35 e que
eles ajuntem todo o mantimento desses bons anos que virão, e guardarão o trigo em arm azéns nas
cidades, ficando à disposição do Faraó; 36 e assim o mantimento servirá para abastecer o país durante
os sete anos de falta de alim entos que haverá na terra de M itzrayim , e o povo não morrerá de fom e!".

O Faraó p õ e Y o ssé f com o p rim e iro m inistro d o M itzrayim

37 E esse conselho agradou ao Faraó e aos seus servos. 38 E o Faraó perguntou a seus servos: "Podería­
m os achar um outro homem com o esse, em quem habita o Espírito do Eterno?". 39 E o Faraó virou-se
para Yosséf e disse: "O Eterno lhe revelou tudo isso, e assim está c la ro que não há ninguém que tenha
m ais cap acid ad e e sabedoria do que você! 40 Você vai ficar encarregado do meu p alácio, e por sua
v o z se governará todo o meu povo; somente no trono eu serei m aior do que vo cê!". 41 E o Faraó disse
m ais a Yosséf: "N esse momento eu o constituo governador sobre toda a terra de M itzrayim !". 42 E
Faraó tirou do dedo o seu anel-sinete e o colocou no dedo de Yosséf. Em seguida m andou que o vestis­
sem com roupas de linho fino e lhe pôs ao pescoço um c o la r de ouro. 43 E ainda o fez subir no carro
reservado para a m aior autoridade de M itzrayim depois do rei e m andou que seus homens fossem na
frente gritando: "Ajoelhem -se diante do conselheiro do re i!". E assim Faraó o constituiu com o prim eiro
m inistro sobre toda a terra de M itzrayim . 4 4 E o Faraó disse a Yosséf: "Eu sou Faraó; sem sua perm issão
ninguém levantará a m ão ou o pé em toda a terra de M itzrayim !". 45 E o Faraó denominou a Yosséf
d eTzafnat-Pa'neach, e deu-lhe por esposa Asnat, filha de Potí-Fera, que era sacerdote de O n . E Yosséf
viajo u por toda a terra de M itzrayim . 4 6 E Yosséf tinha trinta anos de idade quando se apresentou ao
Faraó, rei de M itz ra yim . E Yosséf saiu da prese nça do Faraó e percorreu toda a terra de M itzrayim .
4 7 E durante os sete anos de fartura a terra produziu cereais com abundância. 4 8 E Yosséf ajuntou
todo o mantimento dos sete anos, que foi colh id o na terra de M itzrayim , e o guardou em arm azéns
nas cidades, ficando em cad a cidade os cereais colhidos nos cam pos ao redor dela. 4 9 E assim Yosséf
ajuntou m uitíssim o trigo, que até desistiu de pesar, pois não dava m ais; parecia a areia da praia do
m ar. 50 E antes que viesse o ano que faltaria alim entos, Yosséf teve dois filhos com a sua mulher, Asnat,
filha de Potí-Fera, sacerdote de O n . 51 E Yosséf deu ao seu primogênito o nome de M enasheh; pois dis­
se: "O Eterno me fez esquecer de todo o meu trabalho e de toda a casa de meu p a i!". 52 E ao segundo

41:45 - "Tzafnat-Pa'neach" significa "Intérprete dos Mistérios". Esse foi um título que o Faraó deu a Yosséf.
filho ele deu o nome de Efrayim ; porque disse: "O Eterno me deu filh os na terra da m inha a fliçã o !".
5 3 Então te rm inaram os sete anos de fartura que houve na terra de M itzrayim ; 54 e com eçaram a v ir
os sete anos de falta de alim entos, com o Yosséf tinha falado. A falta de alim entos assolou todos os países;
m as em toda a terra de M itzrayim havia alim entos. 55 Em seguida, houve (ambém falta de alimentos
em toda a terra de M itzrayim , e o povo clam ou ao Faraó pedindo alim entos. E o Faraó disse a todos os
egípcios: "V ão falar com Yosséf e façam o que ele lhes disser!". 56 Q uando a falta de alim entos atingiu o
país inteiro, Yosséf abriu todos os depósitos e com eçou a vender cereais aos egípcios; porque a falta de
alim entos prevaleceu em toda a terra de M itzrayim . 57 E de todos os países vinham gente a M itzrayim ,
para com prar cereais de Yosséf; pois a falta de alim entos prevaleceu em toda a Terra.

O s irm ã os d e Y o ssé f vão ao M itzrayim

A 1 Q uando Ya'akóv soube que havia mantimentos em M itzrayim , disse a seus filhos: "Por que
T 1 vo cês estão a í de braços cruzados olhando uns para os outros?". 2 E disse: "Eu tenho visto falar
que em M itzrayim há m antimentos à venda; vão até lá e com prem cereais para não m orrermos de
fom e!". 3 E os dez irm ãos de Yosséf foram para com prar trigo de M itzrayim . 4 M as B eniyam in, irm ão
de Yosséf, Y a'akóv não deixou que ele fosse com seus irm ãos, pois tinha medo que lhe acontecesse
algum desastre. 5 E assim , entre os que iam lá, os filhos deY ish ra'al tam bém foram para com prar man­
timentos, pois havia falta de alim entos em toda a terra de Kena'an. 6 E Yosséf era o governador daquela
terra; era ele quem vendia cereais às pessoas que vinham de outras terras; e vindo os irmãos de Yosséf,
prostraram-se diante dele com o rosto em terra. 7 E Yosséf, logo que viu seus irmãos, ele os reconhe­
ceu , m as fez de conta que não os con h ecia, e lhes perguntou asperamente: "Vocês, de onde vêm ?". E
eles responderam: "D a terra de Kena'an, para com prarm os m antim entos!". 8 Yosséf reconheceu seus
irm ãos, mas eles não o reconheceram . 9 E Yosséf lembrou-se dos sonhos que havia tido a respeito
deles, e disse-lhes: "V o cês são espiões que vieram para ver os pontos vulneráveis do nosso p aís!". 1 0 E
eles responderam -lhe: "D e modo nenhum , meu amo! Nós, os seus servos, viem o s para com prar man­
timentos! 11 Nós somos todos filhos de um m esmo homem; somos homens honestos; os seus servos
não são espiões!" 12 Mas ele disse-lhe: "N ão acredito! Certam ente vocês vieram para ver os pontos
vulneráveis do nosso p aís!". 13 M as eles disseram : "N ós, seus servos, somos doze irmãos, filhos de um
mesmo homem da terra de Kena'an, e o c açu la está nesse momento com o nosso p ai, e outro irm ão
nosso desapareceu!". 14 E Yosséf disse-lhes: "É assim com o eu já disse: vo cês são espiões! 15 Vocês
serão postos à prova: pela vid a do Faraó, vo cês não sairão daqui enquanto o irm ão mais novo de vocês
não vie r para cá! 16 Enviem um de vocês para que traga o seu irm ão, m as os outros ficarão presos até
que fique provado se estão ou não d izendo a verdade. D o contrário, pela vida do Faraó, vocês são
espiões!". 17 E colocou-os juntos na prisão por três dias. 18 No terceiro dia Yosséf disse a eles: "Eu sou
uma pessoa que temo o Eterno. Vou d eixar que vocês fiquem vivo s, mas com um a condição . 19 Se, de
fato, são homens honestos, que fique um de vo cês aqui na prisão, e que os outros voltem para casa e
levem o trigo para matar a fome de sua fam ília, 2 0 e depois tragam aqui o seu irm ão m ais novo. Isso
provará se vo cês estão dizendo a verdade; e, se estiverem , não serão m ortos!". E eles assim fizeram .
21 E disseram uns aos outros: "N ós, na verdade, somos culpados pelo crim e cometido contra o nosso
irmão, pois vim os a sua aflição, pedia que tivéssemos pena dele, e não o quisemos atender. Por isso ago­
ra veio sobre nós essa aflição !". 22 E Re'uven respondeu-lhes, dizendo: "Eu bem que falei: não pequem
contra o m enino; mas vocês não quiseram m e ouvir; por isso agora estamos pagando pela morte dele!".
23 E eles não sabiam que Yosséf estava entendendo o que eles diziam , pois ele tinha estado falando com
eles por m eio de um intérprete. 24 E nisso Yosséf saiu de perto deles e chorou. Q uando pôde falar outra
vez, voltou, tirou Shim'on dentre eles, e mandou que fosse amarrado na presença deles.

O s irm ãos d e Y o ssé f regressam d e M itzrayim

25 E Yosséf ordenou aos seus servidores que enchessem de trigo os sacos que seus irm ãos haviam
trazido e que devolvessem o dinheiro de cada um , colocando-o nos sacos de mantimentos. E também
que desse a eles com ida para a viagem . E assim foi feito. 26 Eles carregaram o trigo sobre os seus
jumentos e foram em bora. 27 Q uand o chegaram a uma estalagem onde iam passar a noite, um deles
abriu o saco para dar forragem ao seu jum ento e viu que o seu dinheiro estava ali na boca do saco
de m antimentos. 28 Ele disse a seus irm ãos: "M eu dinheiro foi devolvido e está aqui no sa co !". Todos
ficaram m uito assustados e, tremendo de m edo, viravam -se uns para os outros, dizendo: "O que será
isso que o Eterno nos fez?". 2 9 E chegaram a Ya'akóv, seu pai, na terra de Kena'an, e contaram-lhe
tudo o que havia acontecido com eles. E disseram : 3 0 "O homem , o prim eiro m inistro daquela terra,
nos tratou asperam ente e nos acusou de termos ido ao seu país com o espiões; 31 mas dissemos-lhe:
'Som os homens honestos; não somos espiões; 32 somos doze irm ãos, filhos de m esmo p ai; um dos
nossos irm ãos desapareceu e o m ais novo está nesse momento com nosso pai na terra de Kena'an !'.
33 E o homem , o governador daquela terra, nos disse: 'Eu tenho um jeito de descobrir se vocês são
homens honestos: um de vo cês ficará aqui com igo, e os outros vão e levem trigo para m atar a fome de
suas fam ílias. 34 Depois me tragam o seu irm ão m ais novo; assim , eu ficarei sabendo que vocês não
são espiões, mas homens honestos; então lhes entregarei o irm ão de vo cês, e vo cês poderão fic ar aqui
n ego ciando !"'. 35 E aconteceu que, quando eles despejaram o trigo dos sacos, o pacote de dinheiro
de cada um estava no seu saco; e quando eles e seu pai viram os seus pacotes de dinheiro, ficaram
com m edo. 36 Então Ya'akóv, seu p ai, disse-lhes: "Vocês querem que eu perca todos os meus filhos?
Yosséf desapareceu, Shim 'on ficou preso, e agora vocês querem levar Beniyam in, e quem sofre com to­
das essas coisas sou eu !". 37 Mas Re'uven falou a seu pai, dizendo: "M ate os meus dois filhos, se eu não
o trouxer de volta. D eixe que eu cuido dele e o trarei de volta para vo cê!". 38 Porém ele disse: "O meu
filho não irá com vocês! Porque o irmão dele morreu, e só ele ficou. Alguma coisa poderia acontecer
com ele pelo cam inho em que forem, e assim, de tristeza vocês fariam esse velho descer ao she'ol\".

O s irm ãos de Y osséf voltam outra v ez a M itzrayim

y l Q 1 E a falta de alim entos era gravíssim a na terra de Kena'an. 2 E tendo eles acabado de com er
« J t o d o o mantimento que trouxeram de M itzrayim , seu pai disse-lhes: "Voltem (a M itzrayim ) e
com prem m ais um pouco de alim ento para nó s!". 3 M as Yahudáh disse-lhe: "Aquele homem foi bem
c la ro ao dizer: 'Vocês não verão a m inha face se o seu irm ão m ais novo não estiver com vo cês!'. 4 Se
vo cê deixar o nosso irm ão ir conosco, nós iremos e com prarem os alim ento para vo cê; 5 mas se você
não quiser enviá-lo, não irem os, pois aquele homem nos disse: 'Vocês não verão a m inha face se o
seu irm ão m ais novo não estiver com v o c ê s ! ''. 6 E Y ishra'al disse: "Por que vocês me fizeram esse mal
d izendo ao tal homem que vocês tinham ainda outro irm ão?". 7 E eles responderam: "Aquele homem
perguntou particularm ente por nós e pela nossa fam ília. Ele nos perguntou: 'O pai de vo cês ainda
está vivo? Vocês têm mais um irmão?'. Nós tivemos de responder às perguntas dele. Por acaso podíamos
adivinhar que ele ia pedir que levássemos o nosso irmão?''. 8 E Yahudáh disse aYishra'al, seu pai: "Envia o
m enino comigo, assim nós partiremos agora, para que vivamos e não morramos de fome, nem nós, nem
você, nem nossos filhinhos. 9 Eu fico responsável por ele; da minha mão o requererá. Se eu não o trouxer,
e o não puser diante de você, serei réu de crime para com você para sempre. 10 E se não nos tivéssemos
demorado, agora já estaríamos de volta pela segunda ve z!". 11 E Yishra'al seu pai, disse-lhes: "Já que não
existe outro jeito, façam o seguinte: peguem os melhores produtos da nossa terra nas suas vasilhas e levem
ao homem um presente: um pouco de bálsamo e um pouco de mel, cera e mirra, nozes de fístico e amên­
doas; 12 levem em suas mãos dinheiro em dobro; e o dinheiro que foi devolvido na boca dos seus sacos,
tornem a levá-lo em suas mãos. Deve ter havido algum engano. 13 E levem também o irm ão de vocês
e vão depressa encontrar-se outra ve z com aquele homem; 14 e que o Eterno Todo-Poderoso faça com
que vocês alcancem misericórdia diante do homem, para que ele deixe v ir com vocês seu outro irmão e
Beniyamin. Quanto a mim , se tenho de perder meus filhos, o que é que eu posso fazer?".

O s irm ã os d e Y o ssé f alm oçam com ele

15 E assim eles pegaram aqueles presentes e o dinheiro em dobro nas mãos e foram para M itzrayim
Beniyam in com eles, disse ao servo adm inistrador da sua casa: "Leve esses homens à m inha casa,
mate reses e prepare tudo, pois eles vão alm o çar com igo hoje, ao m eio -dial". 17 E o adm inistrador
fez com o Yosséf havia ordenado e levou os irm ãos à casa de Yosséf. 18 E eles tiveram medo por terem
sido levados à casa de Yosséf, e disseram uns aos outros: "Por causa do dinheiro que da outra ve z foi
d evolvido nos nossos sacos que somos trazidos aqui, para nos in crim inar. Com certeza eles vão nos
atacar, vão tom ar os nossos jum entos e nos obrigar a trabalhar com o escravos!". 19 Por isso eles se
aproxim aram do administrador da casa de Yosséf e falaram com ele à porta da casa, 20 e disseram:
"D esculp e, meu amo! Na verdade, já viem os aqui uma vez para com prar m antimentos; 21 e quando
chegam os à estalagem , onde íamos passar a noite, abrim os os sacos de m antimentos e o dinheiro de
cada um estava na boca do seu saco, nosso dinheiro por seu peso. Trouxem os esse dinheiro de volta
22 e também temos m ais dinheiro em nossas mãos para com prar mantimentos. Não sabemos quem
colo co u o dinheiro em nossos sacos de m antim entos!". 23 E ele respondeu: "A shalom seja com
vocês! Não tenham medo. O Altíssim o de vo cês e Altíssim o de seu pai é quem pôs um tesouro nos
sacos de mantimentos para vocês, pois eu recebi o dinheiro que pagaram !". E o adm inistrador trouxe
Shim 'on ao lugar onde eles estavam. 24 E o homem os levou para a casa de Yosséf, deu água para eles
lavarem os pés e também deu forragem aos seus jumentos. 25 E eles prepararam os presentes para
entregar a Yosséf quando viesse ao m eio-dia, pois já sabiam que iam alm o çar a li. 2 6 Q uando Yosséf
chegou à sua casa, eles entregaram os presentes que haviam trazido, se ajoelharam diante dele e en­
costaram o rosto no chão . 27 E ele lhes perguntou com o estavam; e prosseguiu: "E seu p ai, o ancião de
quem vocês falaram , ele está bem? Ain d a vive?". 28 E e les responderam -lhe: "O seu servo, nosso pai,
está bem; ele ainda está vivo !". E abaixaram a cab eça, e inclinaram -se. 29 E Yosséf olhou em volta, e
quando viu Ben iyam in , o seu irm ão por parte de pai e m ãe, perguntou: "É esse o irm ão m ais novo de
vocês de quem vo cês me falaram ?". E disse: "Q u e o Eterno o abençoe, meu filh o !". 30 E Yosséf retirou-
-se apressadamente, pois ficou tão em ocionado po r causa de seu irm ão, que teve vontade de chorar;
e, entrando no seu aposento, chorou a li. 31 E depois que conseguiu se controlar, lavou o rosto e saiu;
e disse: "Sirvam o a lm o ço !". 32 E serviram para ele num a mesa separada e aos seus irm ãos também
em outra. E havia outra mesa para os egípcios que com iam com ele, pois os egípcios não podiam
com er com os ivritas, porque isso é abom inação aos egípcios. 33 O s irm ãos se sentaram de frente para
Yosséf. Eles se colocaram por ordem de idade, desde o primogênito, segundo a sua prim ogenitura,
até o menor, segundo a sua m enoridade. Q uando os homens viram isso, com eçaram a olhar uns para
os outros, m uito adm irados. 34 E serviram a eles da m esma com ida que foi servida a Yosséf; mas a
porção de com ida que foi servida a B eniyam in era c in co vezes m aior do a dos outros. Eles com eram ,
beberam e se alegraram com ele.

A estratégia d e Y o ssé f para d e ter seus irm ãos

/y / t 1 E depois Yosséf deu ordem ao adm inistrador da sua casa, dizendo: "Encha de mantimento
■ ■ os sacos que esses homens trouxeram , o quanto eles puderem carregar, e ponha na boca dos
sacos o dinheiro de cad a um. 2 E a m inha taça de prata vo cê porá na boca do saco de mantimento
do irm ão m ais novo, junto com o dinheiro que e le pagou p elo seu trigo!". E assim ele fez conforme
a ordem que Yosséf havia m andado. 3 E logo que veio a luz da m anhã, os irm ãos saíram de viagem
com os seus jumentos. 4 Q uand o eles já haviam saído da cidade, mas ainda não estavam longe,
Yosséf disse ao seu administrador: "V á depressa atrás daqueles homens, e quando os alcançar, diga
o seguinte: por que vo cês pagaram o bem com o m al? 5 Não é essa a taça que meu am o usa para
beber e da qual se serve para fazer as suas adivinhações? Vocês praticaram um grande m a l!". 6 Então
ele, tendo-os alcan çad o , lhes falou essas m esmas palavras. 7 E eles responderam -lhe: "Por que meu
am o está falando desse jeito? Nós, seus servos, não seríam os capazes de fazer um a coisa dessas! 8
O dinheiro que encontramos nas bocas dos nossos sacos lhe trouxemos de volta do país de Kena'an;
com o furtaríamos da casa do seu amo prata ou ouro? 9 A quele dos seus servos com quem a taça for
encontrada será m orto; e ainda nós seremos escravos do meu am o !". 10 E o adm inistrador disse: "Q u e
seja conform e as suas palavras; aquele com quem a taça fo r encontrada será m eu escravo ; os outros
poderão ir em bo ra!". 11 Então eles se apressaram cada um a pôr o seu saco de mantimento no chão,
e cada um abriu o seu. 12 E o adm inistrador com eçou procurando no saco de m antimentos do mais
velho até o m ais novo; e a taça foi encontrada na boca do saco de m antimentos de B eniyam in. 13
Então os irm ãos rasgaram as suas roupas em sinal de tristeza, e tendo cada um carregado de novo o
seu jumento, voltaram para a cidade.

Yahudáh sup lica hum ild em ente a Yosséf

14 Q uando Yahudáh com seus irm ãos chegaram à casa de Yosséf, e le ainda estava a li. Então eles
prostraram-se em terra diante dele. 15 E Yosséf perguntou-lhes: "Q u e ação é essa que vocês pratica­
ram? V o cês não sabiam que um homem com o eu pode m uito bem adivinhar as coisas?". 16 E Yahudáh
disse: "Q u e direm os a meu amo? Q u e falaremos? E com o nos justificarem os? O Eterno descobriu o
pecado de Seus servos; agora somos escravos de meu am o, tanto nós com o aquele em cu ja m ão foi
achada a ta ça !". 17 E Yosséf disse: "D e jeito nenhum ! Eu n unca faria um a coisa dessas! Só o homem
em c u ja m ão a taça foi encontrada, aquele será meu servo; porém, quanto aos outros, podem voltar
em paz para a casa do p a i!". 18 Então Yahudáh se aproxim ou dele e disse: "Por favor, meu am o, per­
mita o seu servo dizer uma palavra aos ouvidos de meu am o; e não se acenda a sua ira contra o seu
servo, porque vo cê é com o se fosse o próprio Faraó. 19 Meu amo perguntou a seus servos, dizendo:
vocês têm pai ou outro irmão? 2 0 E respondemos a meu am o: T e m o s p ai, já velho , e um irm ão mais
novo, que nasceu quando o nosso pai já estava velho . O irm ão do m enino morreu. Agora ele é o íin ico
filho da sua m ãe que está vivo , e seu pai o am a m uito!'. 21 E vo cê disse a seus servos: 'Traga-me o
m enino para que eu o veja com os meus próprios o lho s!'. 22 Q uando respondemos a meu amo que o
m enino não podia deixar o seu pai, pois, se ele o deixasse, o seu pai m orreria; 23 porém vo cê disse a
seus servos que, se o nosso irm ão m ais novo não viesse conosco, vo cê não nos receberia. 24 Q uando
chegam os à casa de nosso p ai, seu servo, contamos-lhe tudo o que vo cê tinha dito. 25 E o nosso pai
disse: 'Voltem e com prem m ais um pouco de m antim ento!'; 26 e nós lhe respondemos: 'N ão pode­
mos ir; não seremos recebidos por aquele homem se o nosso irm ão m ais novo não for conosco. Nós
só irem os se nosso irm ão m ais novo for con o sco!'. 27 Então seu servo, nosso pai, nos disse: 'Vocês sa­
bem que m inha m ulher (Rachai) m e deu dois filhos. 28 U m deles saiu de m inha casa e eu nunca mais
o v i!'. Então disse: "Certam ente foi despedaçado por algum anim al selvagem . 29 E, se agora vo cês me
tirarem esse também, e algum desastre acontecer com ele, de tristeza vocês farão esse velh o descer à
sepultura!'. 3 0 Agora, se eu fo r encontrar com o seu servo, meu p ai, e o m enino não estiver conosco,
como a vida dele está ligada com a vid a do m enino, 31 acontecerá que, quando ele perceber que o
m enino não está, ele m orrerá. E nós, seus servos, seríam os culpados de fazer com que o nosso pai,
seu servo, de tristeza descesse à sepultura. 32 Pois seu servo ficou responsável pelo m enino para com
m eu p ai, dizendo: 'Se eu não lhe trouxer o m enino de volta, serei culpado para com meu pai para
todo sem pre!'. 33 Por isso agora eu peço a vo cê que m e deixe fic a r aqui com o seu escravo no lugar
do m enino, e perm ita que o m enino volte com seus irm ãos. 34 Pois com o poderia apresentar-me
diante do meu p ai, se o m enino não for comigo? Eu não quero ver essa dor que sobrevirá a meu p a i!".

Y osséf se dá a co n h e ce r a seu s irm ãos

/ I T l E Yosséf não conseguia m ais controlar a sua em oção diante de todos os servos que estavam
■ de pé perto dele; e gritou: "Saiam todos da m inha presença!". E não ficou nenhum servo com
ele, quando contou aos seus irm ãos quem ele era. 2 Ele com eçou a chorar tão alto, de m aneira que os
egípcios o ouviram , e a notícia chegou até o palácio do Faraó. 3 Então Yosséf disse a seus irm ãos: "Eu
sou Yosséf! M eu pai ainda está vivo ?". E seus irm ãos não lhe puderam responder nada, pois estavam
pasmados diante dele. 4 E Yosséf disse a seus irm ãos: "Cheguem m ais perto de m im agora!''. E eles
se chegaram . Então e le p rosseguiu: "Eu sou o seu irm ão Yosséf, aquele que vo cê s venderam para
M itzrayim . 5 Agora não fiquem tristes nem aborrecidos com vo cês mesmos por terem m e vendido
para ser trazido para cá. Pois foi para preservar as suas vidas que o Eterno me enviou na frente de vocês.
6 Porque já houve dois anos de falta de alim entos na terra, e ainda restam c in co anos em que não
haverá lavoura nem colheita. 7 E o Eterno m e enviou na frente de vocês para conservar a sua des­
cendência na Terra, e para guardar-lhes em vid a por meio de um grande e m aravilhoso livramento. 8
Portanto, não foram vo cês que m e mandaram para c á , mas foi o Eterno. Ele tornou-me com o um pai
para o Faraó, e adm inistrador de todo seu p alácio e prim eiro m inistro sobre toda a terra de M itzrayim .
9 Agora voltem depressa para junto de meu pai e digam lhe: assim d iz seu filho Yosséf: o Eterno me fez
p rim eiro m inistro de toda a terra de M itzrayim . Venha m e ver logo; não se dem ore. 10 V o cê habitará
na terra de G óshen e assim ficará perto de m im - vo cê, os seus filhos, os seus netos, as suas ovelhas,
as suas cabras, o seu gado e tudo quanto possui. 11 A li lhe sustentarei, porque ainda haverá cinco
anos de falta de alim entos; e assim não lhes faltará nada, nem a você, nem à sua fam ília, nem aos seus
a nim ais. 12 O s seus olhos, e os de meu irm ão B eniyam in, podem ver que sou em m esmo quem está
falando. 13 Contem ao meu pai toda a honra que recebo aqui em M itzrayim ; contem tudo o que vocês
têm visto. V ão depressa e tragam meu pai para c á l". 14 Então ele se lançou ao pescoço de B eniyam in,
seu irm ão, e chorou. E B eniyam in, abraçado a ele, também chorou. 15 Então Yosséf, ainda chorando,
abraçou e beijou a cada um dos seus irm ãos; depois seus irm ãos com eçaram a falar com ele.

O Faraó ouve falar a re sp e ito d os irm ãos d e Y osséf

16 A notícia de que os irm ãos de Yosséf tinham vin d o chegou até o palácio do Faraó, e ele e os seus
servidores ficaram contentes com isso. 17 E o Faraó disse a Yosséf: "D ig a a seus irm ãos que carreguem
os seus an im ais e voltem para a terra de Kena'an; 18 peguem o seu p ai e as suas fam ílias e venham
para cá. Eu lhes darei as m elhores terras que há em M itzrayim , e eles com erão o que essa terra produz
de m elhor. 19 Eu lhe encarrego de dizer-lhes isso: que os seus irm ãos levem da terra de M itzrayim
carruagens para trazerem as m ulheres e as crian ças. Pegue seu pai e venham . 20 E não façam caso de
deixarem para trás alguns objetos, nem coisa alguma; porque o m elhor de toda a terra de M itzrayim
será de vo cê s!". 21 E assim fizeram os filh os de Yish ra'al. Yosséf lhes deu carruagens, conform e o
m andado do Faraó, e deu-lhes também alim entos para a viagem . 22 Também ele deu a todos eles
roupas novas, m as a B eniyam in deu trezentas moedas de prata e c in co mudas de roupa. 23 E para seu
pai ele enviou o seguinte: dez jumentos carregados das m elhores coisas de M itzrayim e dez jumentas
carregadas de trigo, pão e outros alim entos para seu pai, e para a viagem de volta. 24 E assim Yosséf
despachou seus irm ãos e , ao partirem , disse-lhes: "N ão discutam pelo cam in h o !". 25 Eles saíram de
M itzrayim e vieram à terra de Kena'an, a Ya'akóv, seu p ai, 26 e lhe anunciaram a boa no tícia, dizendo:
"Yosséf está vivo! Ele é o governador de toda a terra de M itzrayim !". Porém isso não importou a seu
coração, porque não acreditou neles. 27 Porém, quando lhe contaram tudo o que Yosséf lhes tinha
falado, e quando seu pai Ya'akóv viu as carruagens que Yosséf havia m andado para levá-lo para M it­
zrayim , ficou m uito anim ado; 28 e disse Yish ra'al: "Basta! Se meu filh o Yosséf ainda está vivo , eu irei,
pois quero vê-lo antes de eu m orrer!".

Ya'akóv e toda a sua fam ília vão para o M itzrayim

/I E Yishra'al partiu com tudo quanto tinha e veio a Be'er-Sheva, onde ofereceu sacrifício s ao
“ v J Altíssim o de seu pai, Y itzch ak. 2 Naquela noite o Eterno falou a Y ish ra 'a l num a visão, dizendo:
"Ya'akóv! Ya'akóv!'\ E Y a'akóv disse: "Eu aqui estou!". 3 E o Eterno disse: "Eu sou o Eterno, o Altíssim o
de seu p ai. Não tenha m edo de ir para M itzrayim , pois ali Eu farei com que os seus descendentes se
tornem uma grande nação. 4 Eu irei com vo cê para M itzrayim e trarei os seus descendentes de volta
para essa terra. E quando você morrer, Yosséf porá a sua m ão sobre os seus o lho s!". 5 Então Ya'akóv
partiu de Be'er-Sheva. O s filh os de Y ishra'al levaram seu pai Ya'akóv, e suas crianças, e as suas mu­
lheres, nas carruagens que o Faraó tinha en viado para levá-los. 6 Também pegaram o seu gado e os
seus bens que tinham adquirido na terra de Kena'an, e vieram para M itzrayim , Ya’akóv e toda a sua
descendência com ele. 7 Ele levou os seus filhos e os seus netos, as suas filhas e as suas netas, isto
é, toda a sua descendência ele levou consigo para M itzrayim . 8 E são esses os nomes dos filhos de
Y ishra'al que foram para M itzrayim : Y a'akóv e seus descendentes: R e'uven, o prim ogênito deYa'akóv.
9 E os filh os de Re'uven: C hanoch, Palú, Chetzron e C h arm í. 10 E os filhos de Shim 'on foram : Yem u'al,
Yam in, O h ad , Yachin, T zo ch a r e Sha'ul, que era filh o de um a m ulher kena'anita. 11 E os filh os de
Levi foram : C uershon, Kehal e M erarí. 12 E os filhos de Yahudáh foram : Er, O nan, Sheláh, Peretz e
Zára ch . Er e O n an m orreram na terra de Kena'an. E os filhos de Peretz foram: Chetzron e C ham ul. 13
E os filhos de Yissachar foram: Tolá, Puváh, Yashuv e Shim ron. 14 E os filhos de Zevulu n foram: Sered,
A lon e Y a ch le 'a l. 15 Esses foram os filhos de Le'ah, que ela deu a Ya'akóv em Padan-Aram, além da
sua filha D in á h . O s descendentes de (Le'ah) e (Ya'akóv) eram trinta e três pessoas. 16 E os filhos de
G ad, foram : Tzifyo n , C haguí, Sh u n í, Etzbon, Erf, A ro d í e A r'a lí. 17 E os filh os de Asher foram: Yim náh,
Yishváh, Y ish v í e Beriyah e a irm ã deles que se cham ava Sêrach. O s filhos de Beriyah foram : C h ever e
M a lk i'al. 18 Esses foram os filhos de Zilp áh , a serva que Lavan deu à sua filha Le'ah; ela deu a Ya'akóv
d ezesseis descendentes. 19 O s filh os de Rachai, m ulher de Ya'akóv, foram: Yosséf e B eniyam in. 20 E
nasceram a Yosséf na terra de M itzrayim : M enasheh e Efrayim , que lhe deu sua esposa Asnat, filh a de
Potí-Fera, sacerdote da cidade de O n . 21 E os filh os de Beniyam in foram : B ela, Becher, Ash b al, G uerá,
N a'am an, Ech í, Rosh, M upim , C hupim e Árd. 22 Esses foram os catorze descendentes de Rachai e
Ya'akóv. 23 E o filho de D an foi: C h u sh im . 24 E os filhos de N aftaIi foram : Yachtze'al, G u n í, Yetzer e
S hilém . 25 Esses foram os filhos de B iT háh , a serva que Lavan deu à sua filha Rachai; ela deu a Ya'akóv
sete descendentes. 26 Todas as pessoas que foram com Ya'akóv para M itzrayim e que saíram da sua
d escendência, fora as m ulheres dos filhos de Ya'akóv, eram todas setenta e seis pessoas; 27 e os filhos
de Yosséf, que lhe nasceram em M itzrayim , eram duas pessoas. Todas as pessoas da casa de Ya'akóv
que vieram para M itzrayim eram setenta.

O e n co n tro de Y o ssé f com se u p a i Ya'akóv

28 E Ya'akóv mandou que Yahudáh fosse à frente para pedir a Yosséf que viesse encontrá-lo em Góshen.
Q uando eles chegaram à terra de Góshen, 29 Yosséf mandou aprontar o seu carro e foi para Góshem
ao encontro de Yish ra'al, seu pai. Q uando se encontraram , Yosséf o abraçou e chorou abraçado a ele
por um longo tempo. 3 0 Então Yishra'al disse a Yosséf: "Agora eu já posso morrer, pois já vi o seu rosto
e sei que vo cê está viv o !". 31 Depois Yosséf disse a seus irm ãos e à fam ília de seu p ai: "Eu vou falar
com o Faraó e lhe dar a notícia de que m eus irm ãos e a fam ília de meu p ai, que m oravam na terra de
Kena'an, vieram para junto de m im . 32 Vou d ize r ao rei que vocês são criadores de ovelhas e cabras,
que se ocupam em apascentar gado. D irei que trouxeram os seus rebanhos de ovelhas e cabras, o seu
gado e tudo o que lhes pertence. 33 Q uand o o Faraó lhes cham ar e lhes perguntar qual é a profissão
de vocês, 34 vo cês responderão assim : nós, seus servos, temos sido criadores de ovelhas, cabras e
gados desde a nossa m ocidade até o presente, com o sem pre foram nossos pais. Assim vocês poderão
ficar morando na terra de Góshen, pois todo pastor de ovelhas é abom inação para os egípcios!".

Y o ssé f apresenta seu p a i ao Faraó

1 Então Yosséf foi e informou ao Faraó, dizendo: "M eu pai e m eus irm ãos chegaram da terra
de Kena'an, com suas ovelhas, suas cabras e seu gado e tudo o que lhes pertence, e estão
na terra de G ó sh en !". 2 E depois levou cin co dos seus irm ãos e os apresentou ao Faraó. 3 E o Faraó
perguntou aos irm ãos de Yosséf: "Q u a l é a profissão de vocês?". Eles responderam ao Faraó: "N ós,
seus servos, somos criadores de ovelhas, cabras e gado, com o sem pre foram nossos p ais!". 4 E disse­
ram m ais a Faraó: "V iem os para m orar nessa terra porque na terra de Kena'an não há pastos para os
rebanhos de seus servos, pois a falta de alim entos lá está terrível. Agora lhe pedimos que perm ita que
seus servos fiquem morando na terra de G ósh en !". 5 E o Faraó disse a Yosséf: "Agora que seu pai e
seus irm ãos vieram para ficar juntos de vo cê; 6 a terra de M itzrayim está à sua disposição; assente seu

46:17 - "M a lki'a l" significa "o Eterno é o meu Rei".


pai e seus irm ãos na m elhor terra do país. Q u e eles habitem na terra de G óshen. E, se na sua opinião
houver entre eles homens capazes, ponha-os com o chefes dos pastores que cuidam do meu gado!".
7 Depois Yosséf conduziu também aY a'akóv, seu p ai, e o apresentou ao Faraó; eY a 'a k ó v abençoou o
Faraó. 8 E o Faraó perguntou a Y a'akóv: "Q u a l é a sua idade?". 9 E Ya'akóv respondeu: "O s anos das
m inhas peregrinações são cento e trinta anos. A m inha vida tem passado rapidamente, e muitos dos
meus anos foram difíceis. E eu não tenho conseguido viver tanto quanto o s meus antepassados nos
d ias das suas peregrinações!". 10 E Ya'akóv, depois de ter abençoado o Faraó, saiu da presença dele.
11 E Yosséf assentou seu pai e seus irm ãos, dando-lhes possessões nas m elhores terras de M itzrayim ,
perto da cidade de Ra'm sés, com o o Faraó havia ordenado. 12 E Yosséf sustentou de alim entos seu
p ai, seus irm ãos e toda a fam ília de seu p ai, proporcionalm ente ao núm ero de seus filhos. 13 E não
h avia alim entos em lugar nenhum , e a fom e aumentava cada ve z m ais; de m odo que os moradores da
terra de M itzrayim e da terra de Kena'an desfaleciam por causa da fome. 14 0 povo com prava trigo,
e Yosséf ajuntava todo o dinheiro que se encontrava em M itzrayim e em Kena'an. Depois Yosséf levou
o dinheiro e depositou no tesouro do palácio do Faraó.

Y o ssé f com pra toda a terra de M itzrayim para o Faraó

15 Q uando acabou todo o dinheiro na terra de M itzrayim e na terra de Kena'an, os egípcios foram
falar com Yosséf, dizendo: "Por favor, nos dê alim ento! Não nos deixe morrer só porque o nosso di­
nheiro a cab o u !". 16 E Yosséf respondeu: "Se vocês não têm m ais dinheiro, tragam o seu gado, e lhes
darei alim ento em troca de gado!". 17 Então os egípcios levaram a Yosséf cavalos, ovelhas, cabras,
bois, jum entos, e em troca Yosséf lhes deu alim ento durante aquele ano inteiro. 18 E ao findar aquele
ano, eles voltaram a Yosséf no ano seguinte e disseram -lhe: "N ão ocultarem os ao meu amo que já
gastamos todo o nosso dinheiro; as m anadas de gado já pertencem a meu am o; não temos m ais nada
para entregar ao meu am o, senão os nossos corpos e a nossas terras. 19 Por que haveríam os de
morrer diante dos seus o lhos, tanto nós com o a nossa terra? Com pre a nós e as nossas terras em
troca de alim entos. Serem os servos do Faraó e e le será dono de nossas terras. Dê-nos m antim ento
para que possamos v iv e r e tam bém sem entes para plantarm os, e assim a terra não se tornará um
d eserto!". 2 0 E assim Yosséf com prou todas as terras de M itzrayim para o Faraó. Todos os egípcios
tiveram de vend er as suas terras, p o is a falta de alim entos era grave ao extrem o; e assim as terras
do país ficaram sendo do Faraó. 21 Q u an to ao povo, Yosséf o fez m udar de cidades, desde um a até
a outra extrem idade de todo o território de M itzrayim . 22 Yosséf som ente não com prou as terras
dos sacerdotes, porque os sacerdotes recebiam do Faraó um a certa quantia diária de alim entos;
p or isso eles não tiveram que vend er as suas terras. 23 Então Yosséf disse ao povo: "Agora vo cês
e as suas terras são do Faraó, p o is hoje eu os com prei para e le. Peguem aqui sem entes para que
vo cês plantem na terra. 24 No tempo das c olh eitas vo cês darão a quinta parte ao Faraó; as outras
quatro partes serão suas, para sem earem no cam po e para a alim en tação de vo cês, dos seus filhos
e dos que moram com v o cê s!". 25 Eles responderam : "V o cê nos salvou a vid a ! A lca n ça m o s o favor
de meu amo e serem os de bom grado escravos do Faraó !". 26 E Yosséf instituiu assim um a lei que
ainda hoje está em vig o r sobre a terra de M itzrayim , que ao Faraó pertence um a quinta parte da
co lh eita; somente as terras dos sacerdotes não ficaram sendo do Faraó. 2 7 E Yish ra'al se estabeleceu
na terra de M itzrayim , na região de G óshen, onde adquiriu propriedades e teve m uitos filh os. 28
E Ya'akóv viveu dezessete anos na terra de M itzrayim ; de m odo que a duração da vid a de Ya'akóv
foi de cento e quarenta e sete anos. 2 9 Q u an d o se apro xim ava o tempo da m orte de Yish ra 'a l, ele
m andou cham ar seu filh o Yosséf e disse-lhe: "Se lhe posso pedir um favor, ponha a m ão debaixo
da m inha coxa e ju re que será fiel e bondoso com igo nisso que vou lhe pedir: p eço-lhe que não
m e sepulte em M itzrayim . 30 Q uando eu m orrer, leve o meu corpo de M itzrayim e m e colo qu e na
sepultura dos m eus antepassados, a fim de que eu descanse ao lado deles!". E Yosséf respondeu:
"E u farei conform e vo cê está p ed in do!". 31 E Ya'akóv disse: "Então ju re !". E ele ju ro u . E a í Yishra'al
inclin o u-se sobre a cab eceira da cam a.
Ya'akôv ad oece

A Q 1 E depois desses acontecim entos disseram a Yosséf que seu pai estava doente. Então Yosséf foi
■ O visitá-lo, levando consigo os seus dois filhos, M enasheh e Efrayim . 2 E alguém disse a Ya'akôv:
"Seu filh o Yosséf ve io visitá -lo l". E Yish ra'al, esforçando-se, sentou-se na cam a. 3 E Y a'akôv disse a
Yosséf: "O Eterno Todo-Poderoso m e apareceu em Lu z, na terra de Kena'an, e m e abençoou, 4 e me
disse: 'Eu farei com que vo cê tenha muitos filhos, e os seus descendentes formarão muitas nações e
darei essa terra à sua descendência depois de você, em possessão perpétua!'. 5 E agora os seus dois
filhos, que nasceram aqui na terra de M itzrayim , antes que eu viesse a você em M itzrayim , serão meus:
Efrayim e Menasheh serão para m im , com o Re'uven e Shim 'on, 6 mas a descendência que você tiver de­
pois deles será sua; segundo o nome de seus irmãos serão eles cham ados na sua herança. 7 Q uando eu
vin h a de Padan, Rachai morreu no cam inho, na terra de Kena'an, quando ainda faltava alguma distância
para chegar a Efratáh; sepultei-a a li, na beira do cam inho que vai para a cidade de Efratáh, que é a atual
Bêt-Léchem !". 8 Q uando Yishra'al viu os filhos de Yosséf, perguntou: "Q uem são esses?''. 9 E Yosséf disse
a seu pai: "Eles são meus filhos, que o Eterno me tem dado aqu i!". E Yishra'al disse: "Traga-os aqui e eu
os abençoarei!". 10 E os olhos de Yishra'al tinham se enfraquecido por causa da velhice, de modo que
não podia ver. Yosséf fez os seus filhos chegarem a ele, e ele os abraçou e os beijou.

Ya'akôv abençoa Y o ssé f e o s filhos deste

11 E Yish ra'al disse a Yosséf: "Eu não tinha esperança de ver o seu rosto; mas o Eterno me fez ver tam­
bém a sua descend ência!". 12 E Yosséf os tirou dos joelhos de seu p ai; e inclinou-se à terra diante da
sua face. 13 E Yosséf pegou os dois, a Efrayim com a sua m ão direita, à esquerda de Yishra'al, e a Me­
nasheh com a sua m ão esquerda, à direita de Yish ra'al, e assim os fez chegar a ele. 14 M as Yishra'al,
estendendo a m ão direita, colocou-a sobre a cabeça de Efrayim , que era o menor, e a m ão esquerda
sobre a cabeça de M enasheh, dirigindo as m ãos assim propositadamente, apesar de M enasheh ser o
prim ogênito. 15 E abençoou a Yosséf, dizendo: "O Eterno, em c u ja presença andaram os m eus pais,
Avraham e Yitzchak, o Eterno que tem sido o 'M eu Pastor' durante toda a m inha vida até esse dia, 16
o A n jo que m e tem livrado de todo o m al, abençoe esses m eninos, e que o meu nome seja lembrado
por m eio deles, e também o nome de meus pais, Avraham e Yitzch ak! E que eles se m ultipliquem
abundantemente no m eio da Terra!". 17 E Yosséf não gostou quando viu seu pai colocando a mão
direita sobre a cab eça de Efrayim ; então Yosséf levantou a m ão de seu pai, para a transpor da cabeça
de Efrayim para a cabeça de M enasheh. 18 E Yosséf disse a seu pai: "N ão é assim, meu p ai, porque
esse é o prim ogênito! Põe a sua m ão direita sobre a cab eça d ele!". 19 M as seu p ai, recusando, disse:
"Eu sei, meu filh o, eu sei; e le também se tornará um povo, ele também será grande; contudo, o seu
irm ão m enor será m aior do que ele, e a sua descendência se tornará um a m ultidão de n ações!". 20 E
assim os abençoou naquele dia, dizendo: "Por vo cê Y ishra'al abençoará e dirá: que o Eterno faça com
vo cê com o fez com Efrayim e com M enasheh!". E pôs a Efrayim antes de M enasheh. 21 E Yishra'al
disse a Yosséf: "Q u an d o eu morrer, o Eterno continuará com vo cês e os levará de volta para a terra de
seus pais. 22 E dou a vo cê um pedaço de terra a m ais do que a seus irm ãos, o qual tomei da m ão dos
amoreus com a m inha espada e com o meu arco!''.

Ya'akôv abençoa pro fe tica m e n te seu s filh o s e m orre

/I O 1 E Ya'akôv cham ou os seus filhos e disse-lhes: "Fiquem em volta de m im , e eu lhes direi o


■ - 7 que vai acontecer com vocês no futuro. 2 Fiquem reunidos em volta de m im , e ouçam , filhos
de Y a'akôv; ouçam a Yish ra'al, o seu p ai: 3 Re'uven, você é o meu primogênito, m inha força e as
p rim ícias do meu vigor, proem inente em dignidade e proem inente em poder. 4 Inconstante com o a
água, não reterá a p reem inência; porque ele subiu ao leito de seu p ai; então o contam inou. Sim , ele
subiu à m inha cam a. 5 Shim 'on e Levi são irm ãos; as suas espadas são instrumentos de v io lê ncia . 6
Q u e eu não entre em seu conselho! Q u e a m inha honra não esteia ligada à sua assem bleia! Porque na
sua fúria mataram homens, e na sua teim a arrebataram bois. 7 M aldito seja o furor deles, porque era
forte! M aldita a sua ira, porque era cruel! Eu os d ividirei em Ya'akóv, e os espalharei em Yish ra'al. 8 Ó
Yahudáh, seus irm ãos o louvarão; a sua m ão será sobre o pescoço de seus inim igos; diante de vo cê se
prostrarão os filh os de seu pai. 9 Yahudáh é um leãozinho. Subiu da presa, meu filh o . Ele se encurva
e se deita com o um leão, e com o um a leoa; quem o despertará? 10 O poder não se arredará de Yahu­
dáh, nem o bastão de autoridade dentre seus pés, até que venha A quele a quem o poder pertence; e
a Ele obedecerão os povos. 11 Atando Ele o seu jum entinho à vid e, e o filho da sua jumenta à videira
seleta, lava as suas roupas em vin h o e a sua vestidura em sangue de uvas. 12 O s olhos serão escure­
c idos pelo vin h o , e os dentes brancos de leite. 13 Zevulu n habitará no litoral dos m ares; e le será um
porto de navios; e a sua fronteira estenderá atéT zid o n . 14 Yissachar é com o um jum ento de osso forte,
deitado entre as fronteiras. 15 Ele viu que o descanso era bom, e que a terra era agradável. Sujeitou
os seus ombros à carga e entregou-se ao serviço forçado de um escravo. 16 Dan julgará o seu povo,
com o um a das tribos de Yish ra'al. 17 Dan será com o uma serpente junto ao cam in h o, com o um a v í­
bora junto à vereda, que morde os calcanhares do cavalo, de modo que caia o seu cavaleiro para trás.
18 Em sua salvação eu espero, óYah ú h ! 19 Q uanto a G a d , guerrilheiros o atacarão; mas ele, por sua
ve z, os atacará e os fará retroceder. 20 De Asher, o seu pão será gordo; ele produzirá delícias reais.
21 N aftali é com o uma g azela solta; que proferirá belas palavras. 22 Yosséf é com o um ramo frutífero
junto a uma fonte; seus ram inhos se estendem sobre o m uro. 23 O s flecheiros lhe deram amargura, e
o flecharam e perseguiram, 24 mas o seu arco perm aneceu firm e, e os seus braços foram fortalecidos
p elas mãos do Poderoso deYa'akóv, sim , pelo Pastor, o Rochedo de Yish ra'al, 25 pelo Altíssim o de seu
p ai, o qual lhe ajudará, e peloTodo-Poderoso, o qual lhe abençoará, com bênçãos dos céus em cim a,
com bênçãos de águas que ficam d ebaixo da terra, e com bênçãos de pai e de m ãe. 26 As bênçãos de
seu pai excedem as bênçãos dos montes eternos, as coisas desejadas dos eternos outeiros; sejam elas
sobre a cab eça de Yosséf, e sobre o alto da cabeça daquele que foi separado de seus irmãos. 27 Be-
n iyam in é com o um lobo feroz; pela m anhã devorará a presa, e à tarde repartirá o despojo. 28 Todas
essas são as doze tribos de Yish ra'al; e isso é o que lhes falou seu pai quando os abençoou; a cada um
d eles abençoou segundo a sua bênção. 29 E lhes deu ordem , dizendo-lhes: eu estou para ser juntado
ao meu povo; sepultem -me com meus pais, na cova que está no cam po de Efron, o chitita, 30 na cova
q ue está no cam po de M achpeláh, que está em frente de M am rê, na terra de Kena'an, cova essa que
Avraham com prou de Efron, o chitita, juntam ente com o respectivo cam po, com o propriedade de
sepultura. 31 A li sepultaram a Avraham e a Sarah, sua m ulher; ali sepultaram a Y itzchak e a Riv'káh,
sua m ulher; e ali eu sepultei a Le'ah. 32 O cam po e a cova que está nele foram com prados dos filhos
de C h êt!". 33 Q uando Ya'akóv acabou de dar essas instruções a seus filh os, encolheu os seus pés na
cam a, m orreu e foi sepultado junto ao seu povo.

A lam entação p o r Ya'akóv e seu sepultam ento

F™ f V I E Yosséf atirou-se sobre o rosto de seu p ai, chorou sobre ele e o beijou . 2 E Yosséf ordenou
v f aos m édicos que estavam ao seu serviço para em balsam arem o corpo de seu p ai; e os m édicos
em balsam aram a Yishra'al. 3 E gastaram quarenta dias para fa zer isso, pois esse é o tempo normal
para em balsam ar um corpo; e em M itzrayim choraram setenta dias por ele. 4 E passados os dias de
seu choro, Yosséf falou com os altos funcionários do rei Faraó: "Se agora tenho alcan çado graças aos
seus olhos, peço-lhes que falem aos ouvidos do Faraó, dizendo: 5 meu pai m e fez jurar, dizendo:
'Q uando eu m orrer vo cê me sepultará em m eu túm ulo que cavei para m im na terra de Ken a'an !".
Agora lhe peço que m e deixe ir para sepultar meu p ai; e depois vo ltarei!". 6 E o Faraó disse: "V á e
sepulte seu pai, com o ele fez vo cê ju ra r que faria!''. 7 E assim Yosséf foi para sepultar o seu p ai; e com
ele foram todos os servos do Faraó, os anciãos da sua casa, e todos os anciãos da terra de M itzrayim ,
8 com o também toda a família de Yosséf, e seus irmãos, e a fam ília de seu pai; somente deixaram na terra
de Góshen as suas crianças, os seus rebanhos e o seu gado. 9 E também foi com ele muita gente a cavalo
e em carretas; de modo que a caravana era enorme. 10 Quando eles chegaram à Gôren, eira de Atad, que
está além do rioYarden, fizeram ali um grande e forte pranto; e Yosséf fez por seu pai um luto de sete
dias. 11 O s moradores daquela terra, os cananitas, vendo o pranto na eira de Atad, disseram : "G rande
pranto é esse dos eg ípcios!''. Por isso o lugar fo i cham ado H eval-M itzrayim [que significa "Luto de
M itzrayim "], o qual está além do rio Yarden. 12 E assim os filhos de Ya'akóv lhe fizeram com o ele
lhes havia ordenado; 1 3 pois o levaram para a terra de Kena'an e o sepultaram na cova do cam po de
M achpeláh, que Avraham tinha com prado com o cam po, com o propriedade de sepultura, de Efron,
o chitita, em frente de M am rê. 14 E Yosséf, depois de haver sepultado seu pai, voltou para M itzrayim ,
ele, seus irm ãos e todos os que, com ele, tinham ido para sepultar seu pai.

A m agnanim idade de Y o ssé f para co m seu s irm ãos

15 E os irm ãos de Yosséf vendo que seu pai estava morto, disseram : "Por acaso Yosséf nos odiará e nos
retribuirá todo o m al que lhe fizem os?''. 1 6 Então mandaram dizer a Yosséf: "Seu p ai, antes de morrer,
nos ordenou: 17 'Assim dirão a Yosséf: por favor, perdoe a transgressão e o pecado dos seus irmãos,
que o m altrataram !'. Agora pedimos que perdoe a nossa transgressão, pois somos servos do Altíssi­
m o do seu p a i!". E Yosséf chorou quando eles lhe falavam . 18 E depois vieram também seus irmãos,
prostraram-se diante dele e disseram : "N ós somos seus servos!". 19 E Yosséf disse-lhes: "N ão tenham
m edo; por acaso eu estou no lugar do Eterno? 20 Vocês, na verdade, intentaram o m al contra mim ;
m as o Eterno, porém , o intentou para o bem, para fazer o que se vê nesse dia, isto é, conservar muita
gente com vid a . 21 Agora não tenham m edo; eu cuidarei de vocês e de seus filh in h o s!". E assim ele
os consolou com palavras carinhosas, que tocaram o coração deles.

Y o ssé f m o rre aos cen to e d e z anos d e idade

22 E Yosséf ficou morando em M itzrayim , ele e a fam ília de seu p ai; e viveu cento e dez anos, 23 e
Yosséf viu os filh os de Efrayim , da terceira geração. Ele também pegou no colo os filh os do seu neto
M achir, que era filho de M enasheh, os quais nasceram e se criaram junto a Yosséf. 24 Certo dia Yosséf
disse a seus irm ãos: "Eu vou morrer logo, m as o Eterno certam ente virá ajudá-los e lhes fará sa ir dessa
terra para a terra que jurou dar a Avraham , a Y itzch ak e a Ya'akóv!". 25 Então Yosséf pediu aos filhos
de Y ishra'al que fizessem um juram ento, e disse: "C ertam ente o Eterno virá ajudá-los. Q uando isso
acontecer, levem o meu corpo com vo cês!". 26 E Yosséf morreu com a idade de cento e dez anos; e o
em balsam aram e o puseram num c aixã o em M itzrayim .
niotí "ISO
O 2" LIV R O D A T O R Á H DE M Ô SH E H ,
CHAM ADO

Shemôt

O s d e scen d en tes d e Ya'akóv no M itzrayim

1 Estes são os nomes dos filhos d e Y ish ra'al que vieram para M itzrayim com Ya'akóv, cada um com
1 a sua fa m ília : 2 R e'uven, Shim 'on, Levi eY ahudáh; 3 Yissachar, Zevulu n e B eniyam in; 4 Dan e Naf-
tali, G a d e Asher. 5 Todas as pessoas que procederam da descendência de Ya'akóv foram setenta; Yos-
séf, porém, já estava em M itzrayim . 6 E Yosséf morreu, e tam bém todos os seus irm ãos, e toda aquela
geração. 7 E os filhos de Yishra'al frutificaram e aumentaram muito, m ultiplicaram -se e tornaram-se
m uito fortes, de modo que a Terra se encheu deles. 8 E se levantou sobre M itzrayim um novo rei, que
não conhecera a Yosséf. 9 E ele disse a seu povo: "O povo deYishra'al é mais numeroso e m ais forte do
que nós. 10 Precisam os achar um jeito para que ele não se multiplique e aconteça que, havendo guerra,
ele também se ajunte com os nossos inimigos e guerreie contra nós e se retire da terra!''. 11 E por isso
puseram feitores sobre eles, para os afligirem com trabalhos pesados. E assim os yishra'alitas construíram
para o Faraó as cidades arm azéns de Pitom e Ra'm sés. 12 Mas quanto mais os egípcios afligiam o povo
de Y ishra'al, m ais ele se m ultiplicava e se fortalecia; de m aneira que os egípcios estavam aborrecidos
por causa dos filhos de Yishra'al. 13 Por isso os egípcios faziam os filhos de Yishra'al os servirem com
dureza; 14 assim lhes amarguravam a vid a com serviços pesados em barro e em tijolos, e com todo tipo
de trabalho no cam po, e todos os serviços que eles faziam eram feitos com rigor.

A s p a rteiras poupam a vida dos recém -n ascidos ivrim

15 E o rei de M itzrayim falou às parteiras das ivritas, das quais um a se cham ava Shifráh e a outra Pu'áh,
16 dizendo: "Q u an d o vocês ajudarem no parto das ivritas, e as verem sobre os assentos, se for filh o, o
m atarão; mas se for filha, deixe-a viv e r!". 17 M as as parteiras temeram ao Eterno e não fizeram com o
o rei de M itzrayim lhes havia ordenado, e deixaram os m eninos com vida. 18 E o rei de M itzrayim
m andou cham ar as parteiras e as interrogou: "Por que têm vocês feito isso, deixando os m eninos com
vid a ?". 19 E as parteiras disseram ao Faraó: "É que as m ulheres ivritas não são com o as egípcias; pois
são vigorosas, e antes que as parteiras cheguem a elas, já deram à lu z seus filh o s!". 20 E o Eterno
fez bem às parteiras. E o povo aumentou e se fortaleceu muito. 21 E porque as parteiras temeram ao
Eterno, Ele lhes constituiu fam ília. 22 E o Faraó ordenou a todo o seu povo, dizendo: "A todos os filhos
que nascerem jogarão no rio, mas a todas as filhas preservarão com vid a !".

O n ascim en to e a educa çã o d e M ôsheh

1 U m homem e uma m ulher da tribo de Levi se casaram . 2 A m ulher ficou grávida e deu à lu z um
2 filh o ; e vendo que ele era formoso, escondeu-o por três meses. 3 E não podendo escondê-lo por
m ais tempo, arrum ou para e le uma arca de ju n co s, e a revestiu de betume e piche; e, pondo nela o
m enino, colocou-a entre os ju n co s à margem do rio. 4 E sua irm ã posicionou-se de longe, para saber
o que lhe aconteceria. 5 E a filha do Faraó desceu para banhar-se no rio, e as suas criadas passeavam
à beira do rio. E ela viu a arca no m eio dos junco s, e m andou a sua criada buscá-la. 6 E ela a abriu e
viu a crian ça , e o m enino chorava; então ela teve com paixão dele, e disse: "Esse é um dos filh os dos
ivritas!". 7 E a irm ã do m enino perguntou à filha do Faraó: "V o cê quer que eu vá cham ar uma ama
dentre as ivritas para am am entar esse m enino para vo cê?". 8 E a filh a do Faraó disse: "V á !". E a m oça
foi e cham ou a m ãe do m enino. 9 E a filha do Faraó disse a ela: "Leve esse m enino e amam ente-o para
m im , que eu pagarei pelo seu trabalho !". E a m ulher pegou o m enino e o levou e amam entou-o. 10
E o m enino cresceu, e ela o trouxe à filha do Faraó, a qual o adotou com o filho e lhe deu o nome de
M ôsheh, dizendo: "Porque das águas o tirei, ou o sa lve i!".

M ô sh e h mata um eg íp cio e foge para M idyan

11 E aconteceu naqueles dias que, sendo M ôsheh já homem , saiu a encontrar-se com seus irm ãos e
olhou atentamente para as suas cargas; e e le viu um homem egípcio espancando um ivrita, um de
seus irmãos. 12 E M ôsheh olhou para um lado e para outro, e vendo que não havia ninguém por ali,
m atou o egípcio e o escondeu na areia. 13 E no dia seguinte tornou a sair, e dois homens ivritas es­
tavam brigando; e Môsheh perguntou ao que fazia a injustiça: "Por que vo cê está espancando o seu
próxim o?''. 14 E o agressor disse: "Q u em constituiu você com o nosso chefe ou nosso ju iz? Por acaso
você pensa em matar-me, com o matou o eg ípcio?". E Môsheh temeu e disse consigo mesmo: "Certa­
mente já descobriram o que eu fiz !" . 15 Q uando o Faraó soube disso, procurou matar a M ôsheh. M as
Môsheh fugiu da presença do Faraó e foi habitar na terra de M idyan; e sentou-se junto a um poço. 16
E o sacerdote de M idyan tinha sete filhas, as quais vieram tirar água, e encheram os tanques para dar
de beber ao rebanho de seu pai. 17 E vieram os pastores, e as expulsaram dali; Môsheh levantou-se e
as defendeu, e deu água ao rebanho delas. 18 Q uando elas voltaram a R e'u 'a l, seu p ai, ele lhes per­
guntou: "Por que hoje vocês voltaram tão cedo?". 19 E elas disseram: um homem egípcio nos livrou
da m ão dos pastores; e ainda tirou água para nós e deu de beber ao nosso rebanho. 20 E ele perguntou
às suas filhas: "O n d e está ele? Por que vocês deixaram lá o tal homem? Cham em -no para que coma
p ão!". 21 E M ôsheh concordou em m orar na casa daquele homem, e ele deu sua filha Tziporáh a
M ôsheh em casam ento. 22 E ela deu à lu z um filh o , a quem ele pôs o nome de Guershon, porque
disse: "Peregrino sou em terra estrangeira!".

A m orte do r e i de M itzrayim

23 No decorrer de m uitos dias, o rei de M itzrayim m orreu; e os filhos de Yishra'al gem iam debaixo da
servidão; por isso clam aram , e subiu o seu clam or ao Eterno por causa dessa servidão. 24 E o Eterno,
ouvindo os seus gem idos, lembrou-se de Sua alian ça com Avraham , com Y itzch a k e com Ya'akóv. 25
E o Eterno olhou atentamente para os filh os de Y ishra'al e o Eterno levou isso em conta.

Yahúh fala com M ôsh e h d o m e io da sarça a rdente

1 E M ôsheh estava apascentando o rebanho de Yitro, seu sogro, sacerdote de M idyan; e levou o
3 rebanho para o outro lado do deserto, e chegou a Chorêv, o monte do Eterno. 2 E ali o A n jo de
Yahúh apareceu-lhe num a cham a de fogo no m eio de um a sarça. E M ôsheh viu que a sarça estava
em fogo, porém a sarça não se queim ava; 3 e Môsheh disse consigo m esmo: "Vou me aproxim ar para
ver essa grande visão , e ver por que a sarça não se q u eim a!". 4 E Yahúh viu que e le se aproximava
para ver m elhor; então o Eterno o cham ou do m eio da sarça e disse: "M ôsheh! M ôsheh!". E ele disse:
"Aqui estou e u !". 5 E o Eterno prosseguiu, dizendo: "Pare a í e tire as sandálias dos seus pés, porque
o lugar em que vo cê está é terra sagrada!''. 6 E disse: "Eu sou o Altíssim o de seus pais, o A ltíssim o de
Avraham , o A ltíssim o de Y itzch ak, e o A ltíssim o de Ya'akóv!'\ Então M ôsheh escondeu o seu rosto,
porque temeu o lha r para o Eterno. 7 E Yahúh disse: "Eu tenho visto a aflição do Meu povo, que está
em M itzrayim , e ouvi o seu clam or por causa dos seus capatazes. Sei o que eles estão sofrendo, 8 e

2:10 - "M ôsheh" significa "aquele que foi salvo (ou tirado) das águas".
2:18 - "R e'u 'al" é um título atribuído a Yitro, sogro de Môsheh.
por isso desci para libertá-los da m ão dos egípcios, e para levá-los de M itzrayim para uma terra boa e
espaçosa, para uma terra onde sobejam leite e m el, onde moram os kena'anitas, os chititas, os erno-
ritas, os p'rizitas, os chivitas e os yevussitas. 9 E agora, o clam or dos filh os de Y ishra'al veio a M im ; e
também vi a opressão com que os egípcios os oprimem . 10 Agora venha, e Eu o enviarei ao Faraó,
para que vo cê tire de lá o Meu povo, os filhos de Y ish ra 'a ll". 11 E M ôsheh disse ao Eterno: "Q uem
sou eu, para que vá ao Faraó e tire de M itzrayim os filhos de Yishra'al?". 12 E o Eterno disse-lhe: "Eu
estarei com vo cê; e isso será uma prova de que Eu o en viei: quando vo cê tirar de M itzrayim o Meu
povo, vocês m e adorarão nesse m ontei". 13 E M ôsheh disse ao Eterno: "Q u ando eu fo r falar com os
filhos de Yishra'al e lhes disser: o A ltíssim o de seus pais me enviou a vo cês; e eles m e perguntarem:
qual é o nome dEle? E a í, o que d irei?". 14 E o Eterno disse a M ôsheh: "Ehayah a sher eha ya h!". E disse
m ais: "Assim vo cê dirá aos filhos de Yishra'al: "Ehayah shelachani alechem !". 15 E o Eterno disse ainda
m ais a M ôsheh: "Assim você dirá aos filhos de Yish ra'al: Yahúh, o Altíssim o de seus pais, o Altíssim o
de Avraham , o Altíssim o de Y itzch ak, e o A ltíssim o de Ya'akóv, m e enviou a vo cês; esse é o Meu nome
eternamente, e assim serei lembrado de geração a geração. 16 V á, reúna os ancião s de Y ishra'al e diga
que Eu, Yahúh, o A ltíssim o de seus pais, o Altíssim o de Avraham , de Y itzchak e de Ya'akóv, apareci a
vo cê e ordenei que lhes dissesse: Eu lhes tenho visitado e v i o que lhes está sendo feito em M itzrayim ;
17 e tenho falado: Eu lhes tirarei de M itzrayim , onde vocês estão sendo maltratados, e os levarei para
uma terra boa e rica, a terra dos kena'anitas, dos chititas, dos em oritas, dos p'rizitas, dos chivitas e dos
yevussitas, uma terra onde sobejam leite e m el. 18 0 Meu povo ouvirá o que vo cê va i dizer. Depois
vo cê e os ancião s de Y ishra'al irão falar com o rei de M itzrayim , dizendo: Yahúh, o A ltíssim o dos ivri-
tas, apareceu a nós. Agora deixa-nos ir para o deserto a um a distância de três dias de viagem , para que
ofereçamos sacrifício s a Yahúh, o nosso A ltíssim o. 19 Eu sei que o rei de M itzrayim não lhes deixará
ir, a não ser com uma forte dem onstração de poder. 20 Por isso estenderei a M inha mão e castigarei
a M itzrayim com coisas terríveis que farei acontecer no m eio deles, e depois disso o rei deixará que
vo cês saiam de M itzrayim . 21 E Eu concederei graça a esse povo aos olhos dos egípcios; e acontecerá
que, quando vo cês saírem , não sairão de mãos vazias. 22 E cada m ulher yishra'alita deverá pedir à
sua v izin h a e às que estiverem m orando na casa dela que lhe deem jo ias de prata e jo ias de ouro,
bem com o roupas, os quais vocês colo carão sobre os seus filhos e sobre as suas filhas; e assim vocês
despojarão aos egípcios!''.

Yahúh co n ce d e p o d e re s a M ôsheh

1 E M ôsheh disse: "M as eles não vão acreditar em m im , nem vão dar atenção ao que eu falar e
4 vão dizer: Yahúh não apareceu a vo cê !". 2 Então Yahúh perguntou (a M ôsheh): "O que é isso na
sua m ão?". E M ôsheh disse: "U m caja d o !". 3 E o Eterno ordenou-lhe: "Jogue-o no ch ão !". Ele o jogou
ao chão, e o cajado se transformou em uma cobra; e M ôsheh fugiu dela. 4 E Yahúh disse a M ôsheh:
"Estenda a sua mão e pegue-a pela cau d a !". E ele estendeu a m ão e a pegou, e ela se tornou nova­
mente em um cajad o na sua m ão. 5 "E isso é para que eles creiam que Yahúh apareceu a você, o
Altíssim o de seus pais, o A ltíssim o de A vraham , o Altíssim o de Yitzchak e o A ltíssim o deY a'akó v!'' 6 E
Yahúh disse m ais: "C o loq u e agora a sua m ão no seu seio !". E ele pôs a mão no seio. Q uando a tirou,
a sua m ão estava leprosa, branca com o a neve. 7 Disse-lhe ainda: "Torna a co lo ca r a m ão no seio!".
E Môsheh tornou a por a m ão no seio; depois tirou-a do seio, e ela se tornara com o o restante do seu
corpo. 8 "E acontecerá que, se eles não crerem em você, nem darem atenção para o p rim eiro sinal,
crerão ao segundo sinal. 9 E se ainda não crerem nesses dois sinais, nem derem atenção ao que você
disser, então vo cê pegará da água do rio e a derramará sobre a terra seca; e a água que vo cê pegar do

3:14 - A expressão "Ehayah asher ehayah" foi traduzida em muitas bíblias por "Eu sou o que sou". Porém,
alguns estudiosos afirmam que a tradução mais correta é "Eu sou o que serei" ou "Eu serei o que sou".
3:14 - "Ehayah shelachani alechem ." Provavelmente, a tradução mais correta dessa expressão é "O Eu Sou
rio se transformará em sangue sobre a terra seca !" 10 E M ôsheh disse a Yahúh: "Ah! Soberano Criador!
Eu não sou um homem bom em oratória, nem antes nem agora, nem ainda depois que Vo cê falou
ao Seu servo; m inhas palavras saem vagarosamente, pois m inha língua move-se com lentidão!''. 11 E
Yahúh disse a ele: "Q u em faz a boca do homem? O u quem faz o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou
o cego? Por acaso não Sou Eu, Yahúh? 12 E agora vá, pois Eu o ajudarei a fa la r e lhe direi o que você
d eve dize r!''. 13 Ele respondeu: "Ah! Soberano Criador! Peço-lhe que me en vie por m ão daquele que
V o cê há de en viar!". 14 Então a ira de Yahúh se acendeu contra M ôsheh, e disse Ele: "Certo! Aharon,
o levita, seu irm ão, Eu sei que ele falará bem. E ele também virá ao seu encontro, e ao ver vo cê, ele
se alegrará em seu coração. 15 E vo cê falará para ele e lhe dirá o que ele deve dizer; e Eu os ajudarei
a falar, e lhes ensinarei o que vocês deverão fazer. 16 E ele falará por vo cê ao povo; assim ele será o seu
representante e falará ao povo por vo cê. E vo cê lhe será por mestre, exp licando o que ele deve dizer.
17 E vo cê pegará esse cajad o em sua m ão, porque é com ele que vo cê vai fazer os m ilagres!".

M ôsh e h regressa ao M itzrayim

18 E M ôsheh, voltando para Yitro, seu sogro, disse-lhe: "Peço-lhe que me deixe voltar a meus irmãos,
que estão em M itzrayim , para ver se ainda estão vivo s!". E Yitro disse a Môsheh: "Vá em p a z!". 19 E
Yahúh falou a M ôsheh em M idyan, dizendo: "Volte para M itzrayim ; porque morreram todos os ho­
mens que procuravam tirar a sua v id a !". 20 E M ôsheh pegou a sua m ulher e os seus filhos, e os fez
montar num jum ento e voltou à terra de M itzrayim ; e M ôsheh levou o cajado do Eterno na sua mão.
21 E Yahúh disse a M ôsheh: "Q u an d o vo cê voltar a M itzrayim , realize diante do Faraó todos os mi­
lagres que tenho posto na sua m ão; mas Eu endurecerei o coração do Faraó, para que e le não deixe
ir o Meu povo. 22 E dirá ao Faraó: assim d iz Yahúh: Yishra'al é Meu filho, M eu prim ogênito; 23 e Eu
já tenho falado a vo cê que deixe o M eu filho ir embora para que ele M e sirva, mas vo cê se recusa a
d eixá-lo ir, então Eu m atarei o seu filh o, o seu prim ogênito!". 24 E no cam inho, em uma estalagem,
o A njo de Yahúh encontrou (Môsheh) e quis matá-lo. 25 Então Tziporáh pegou uma pedra afiada e
circun cido u o prepúcio de seu filh o e, lançando-o aos pés de M ôsheh, disse: "V o cê é um esposo san­
g uinário!'’. 2 6 Então o A n jo do Eterno o deixou passar. Ela disse: "U m esposo sanguinário, por causa
da circu n cisão !". 27 E Yahúh disse a Aharon: "V á ao deserto, ao encontro de M ôsheh!". E ele foi e,
encontrando-o no m onte do Eterno, o b eijou. 28 E M ôsheh relatou a Aharon todas as palavras com
que Yahúh o enviara e todos os sin ais que lhe m andara fazer. 29 Então M ôsheh e Aharon se foram e
reuniram todos os ancião s dos filhos d eY ish ra’al; 30 e Aharon falou todas as palavras que Yahúh havia
falado a Môsheh e fez os sinais perante os olhos do povo. 31 E o povo acreditou; e quando souberam que
Yahúh havia visitado os filhos deYishra'al e que tinha visto a sua aflição, eles se prostraram e o adoraram.

M ôsh e h e A haron falam ao Faraó

1 E Môsheh e Aharon foram e disseram ao Faraó: "Assim d iz Yahúh, o A ltíssim o d eY ish ra 'al: 'D e ixe
5 ir o Meu povo, para que M e celebre uma festa no deserto!'". 2 E o Faraó disse: "Q u em é Yahúh,
para que eu deva ouvi-lo e d eixar que o povo de Yish ra'al vá ao deserto? Eu não conheço Yahúh, nem
tam pouco deixarei que o povo de Y ishra'al saia d aq u i!". 3 E eles ainda disseram : "O Altíssim o dos
ivritas nos apareceu; portanto, pedimos a vo cê que nos deixe ir a cam inho de três dias ao deserto,
para que ofereçamos sacrifício s a Yahúh, nosso A ltíssim o, para que Ele não venha sobre nós com
pestilência ou com esp ad ai". 4 E o rei de M itzrayim disse: "M ôsheh e Aharon, por que vo cês fazem
o povo parar com seus trabalhos? Voltem para os seus trabalhos!". 5 E o Faraó ainda disse: "O povo
dessa terra já é m uito, e vocês ainda os fazem abandonar os seus trabalhos!".

O Faraó aflige os yishra'alitas

6 N aquele mesmo dia o Faraó deu ordem aos capatazes do povo e aos seus oficia is, dizendo: 7 "Vocês
não tornarão a dar, com o antes, palha ao povo, para fazer tijolos; que vão eles m esmos, e colham
palha para si. 8 Também lhes imporão a conta dos tijo los que anteriorm ente faziam ; nada dim inuirão
d ela; porque eles estão ociosos; por isso clam am , dizendo: 'Vam os e sacrifiquem os ao nosso Altíssi­
m o!'. 9 Aum entem o serviço sobre esses homens, para que eles se ocupem nele e não deem atenção
a palavras m entirosas!". 10 E os capatazes do povo e seus oficiais saíram e disseram ao povo: "Assim
d iz o Faraó: 'Eu não lhes darei p alh a!'. 11 Vão vocês mesmos, e busquem palha de onde puder achá-la;
porque o serviço de vocês não será d im inuído em nad a!". 12 E o povo se espalhou por toda parte de
M itzrayim a colh er restolho em lugar de palha. 13 E os capatazes os apertavam , dizendo: "Acabem
a sua obra, a tarefa de cada dia, com o quando ainda tinham p a lh a !". 14 E os o ficiais dos filhos de
Y ish ra'al, postos sobre eles pelos capatazes do Faraó, foram açoitados pelos capatazes, que diziam :
"Por que vocês não acabaram a sua tarefa de fazer tijolos, com o o fizeram ontem e anteontem, tanto
ontem com o hoje?".

O s yishra'alitas se queixam d e M ôsh e h e Aharon

15 E os o ficiais dos filhos de Yishra'al foram e clam aram ao Faraó, dizendo: "Por que vo cê trata assim a
seus servos? 16 Palha não é dada a seus servos, e nos dizem : 'Façam tijo lo s!'. E seus servos estão sendo
açoitados, e a culpa é do seu p ovo!". 17 Mas e le disse: "Vocês estão ociosos! Tão ociosos, e é por isso
que vo cês dize m : 'Vam os, sacrifiquem os a Y ahúh!'. 18 Portanto, vão trabalhar! E palha não será dada
a vo cês; todavia, vo cês terão que dar conta da mesma quantidade de tijo lo s!". 19 E os o ficiais dos
filhos de Y ishra'al se viram em aperto, porquanto se lhes d izia: "N ada dim inuirão dos seus tijolos, da
tarefa do d ia no seu d ia !". 20 E ao saírem da presença do Faraó, depararam com M ôsheh e Aharon,
que vinham ao encontro deles, 21 e disseram -lhes: "Yahúh está vendo o que vo cês estão fazendo e os
castigará, pois foi por causa de vocês que o Faraó e seus funcionários estão com ódio de nós. Vocês
c olocaram nas m ãos deles uma espada para nos m atar!".

M ô sh e h fala outra v ez com Yahúh

22 E M ôsheh, voltando a Yahúh, disse: "Ó Soberano Criador! Por que V o cê trata m al esse povo? Para
que me enviou? 23 Pois desde que me apresentei ao Faraó para falar em Seu nome, ele tem maltratado
esse povo; e V ocê, de m aneira nenhuma livrou o Seu povo!".

1 E Yahúh disse a M ôsheh: "Agora vo cê verá o que Eu vou fa zer ao Faraó! Porque com mão pode­
6 rosa e le os deixará ir. Sim , por uma poderosa m ão ele expulsará vo cês de sua terra!".

Yahúh pro m e te livra r os yishra'alitas

2 E o Eterno disse a M ô sh e h : "E u Sou Yahú h ! 3 Eu a p a re ci a A vra h a m , a Y itz c h a k e a Y a 'a k ó v


com o o E tern o Todo-Poderoso; m as p e lo M eu n om e Yahúh não lh es fui perfeitam en te c o n h e c i­
do. 4 Tam bém e sta b e le c i a M in h a a lia n ç a com eles para lh es d ar a terra de K e n a 'a n , a terra de
suas p e reg rin a çõ e s, na qu al eles fo ram p ereg rin o s. 5 E Eu tenho o u vid o o gem er dos filh o s de
Y is h ra 'a l, aos q u a is os e g íp cio s vêm e sc ra v iz a n d o ; e lem b rei-M e da M in h a a lia n ç a . 6 Portanto,
d iga aos filh o s de Y is h ra 'a l: Eu Sou Yahú h ! Eu o s tirarei de d e b a ixo das cargas dos e g íp cio s, e
liv ra re i v o c ê s da sua se rvid ã o , e resg atarei v o c ê s com b ra ço estendido e com grandes m an i­
festaçõ es de ju lg am en to . 7 Eu os re c e b e re i p o r M eu po vo e serei o A ltíssim o de vo cê s ; e vo cê s
sab erão que Eu sou Y ahú h , o C ria d o r de vo cê s, que os tirou de d e b a ixo das c arg as dos e g íp cio s.
8 Eu os in tro d u z ire i na terra que ju re i d ar a A vra h a m , a Y itz c h a k e a Y a 'a k ó v ; e a lh es da rei por
h e ra n ç a. Eu sou Y a h ú h !". 9 E assim M ô sheh fa lo u aos filh o s de Y is h ra 'a l, m as eles não lhe deram
a te n ç ã o , por cau sa da an g ú stia de esp írito e p e la dura se rvid ã o . 10 E Y ahúh fa lo u a M ôsheh,
d ize n d o : 11 "V á d ize r ao Faraó, rei de M itz ra yim , que d e ixe os filh o s de Y ish ra 'a l sa ir desta
te rra !". 12 E M ôsheh falou a Y ahú h , d ize n d o : " O s filh o s de Y ish ra 'a l não qu iseram m e o uvir,
e com o m e o u virá o Faraó? Pois te nh o d ificu ld a d e de fa la !" . 13 E Y ahúh fa lo u a M ôsheh e a
A h a ro n , e o rd en o u -lh es so b re os filh o s de Y is h ra 'a l, e so b re o Faraó, rei de M itz ra yim , a fim de
tirarem os filh o s de Y ish ra 'a l da terra de M itz ra yim .

G enealogia de R e'uven , S him 'on e Levi

14 Esses são os líderes das casas de seus pais: os filhos de R e'uven , o prim ogênito de Yish ra'al:
C han o ch , Palú, Chetzron e C harm í; essas são as fam ílias de Re'uven. 15 E os filhos de ShinVon:
Yem u'al, Yamin, O h ad , Yachin, Tzo ch a r e Sh a'u l, filh o de um a kena'anita; essas são as fam ílias de
ShinVon. 16 E esses são os nomes dos filhos de Levi, segundo as suas gerações: G uershon, Kehat e
M erarí; e os anos da vid a de Levi foram cento e trinta e sete anos. 17 O s filhos de G uershon: Liv n í e
ShinVí, segundo as suas fam ílias. 18 O s filh os de Kehat: Am ram , Yitzhar, Chevron e U z i'a l; e os anos
da vida de Kehat foram cento e trinta e três anos. 19 O s filhos de M erarí: M a ch li e M ushí; essas são
as fam ílias de Levi, segundo as suas gerações. 20 E Am ram casou-se com Yocheved, sua tia; e ela lhe
deu Aharon e M ôsheh; e o s anos da vid a de Am ram foram cento e trinta e sete anos. 21 O s filh os de
Y itzhar: Korach, Nefeg e Z ic h rí. 22 O s filhos de U z i'a l: M ish a'al, Altzafan e Sitrí. 23 Aharon se casou
com Alisheva, filha de Am inadav, irm ã de Nachshon; e ela lhe deu Nadav, A viyahu, A l'a z a r e lytamar.
24 O s filhos de Korach: Assir, A lkanáh e A ví'assaf; essas são as fam ílias dos korchitas. 25 A l'aza r, filho
de Aharon, casou-se com uma das filhas de Putí'al; e ela lhe deu Pinchás; esses são os chefes das
casas paternas dos levitas, segundo as suas fam ílias. 26 Esses são Aharon e M ôsheh, aos quais Yahúh
disse: "Tirem os filh os de Y ishra'al da terra de M itzrayim , segundo os seus exércitos!". 27 E foram eles
os que falaram ao Faraó, rei de M itzrayim , a fim de tirarem de M itzrayim os filhos de Yish ra'al; eles
são M ôsheh e Aharon.

M ôsh e h fala n ovam ente ao Faraó

28 E no dia em que Yahúh falou a M ôsheh na terra de M itzrayim , 29 Yahúh falou a M ôsheh, dizendo:
"Eu sou Yahúh! Diga ao Faraó, rei de M itzrayim , tudo quanto Eu tenho falado a vo cê!''. 30 E Môsheh
falou a Yahúh, dizendo: "Eu tenho d ificuldade para falar, e com o o Faraó m e escutará?".

1 E Yahúh disse a M ôsheh: "Eu tenho colo cad o vo cê com o ju sticeiro diante do Faraó, e Aharon,
7 seu irm ão, será o seu m ediador. 2 V o cê falará a Aharon, seu irm ão, tudo o que Eu m andar; e ele
falará ao Faraó que deixe sair os filh os de Y ishra'al da sua terra. 3 Eu endurecerei o coração do Faraó
e m ultiplicarei na terra de M itzrayim os M eus sinais e as M inhas m aravilhas. 4 M as o Faraó não lhes
o uvirá; e Eu porei M inha m ão sobre M itzrayim , e tirarei os M eus exércitos, o M eu povo, os filhos de
Y ish ra'al, da terra de M itzrayim , com grandes m anifestações de julgam ento. 5 E os egípcios saberão
que Eu sou Yahúh quando estender a M inha m ão sobre M itzrayim e tirar os filh os d eY ish ra'al do meio
d eles!". 6 E Môsheh e A haron fizeram conform e Yahúh lhes havia ordenado, e assim o fizeram . 7 E
Môsheh tinha oitenta anos, e Aharon oitenta e três, quando falaram ao Faraó.

A haron e o seu cajado

8 E Yahúh falou a M ôsheh e a A haro n, dizend o : 9 "Q uan d o o Faraó lhes disser: apresentem da sua
parte algum m ilagre; então vo cê dirá a A haro n: pegue o seu cajado e jogue-o diante de Faraó, para
q ue se transform e em serpente!". 10 E M ôsheh e A haron foram encontrar-se com o Faraó, e fizeram
a ssim com o Yahúh havia ordenado. E A haron jogou o seu cajado diante do Faraó e diante dos seus
servos, e ele se transformou em serpente. 11 E o Faraó tam bém m andou v ir os sábios e os m édiuns;
e eles, os m agos de M itzrayim , com suas m agias, tam bém fizeram as m esm as coisas. 12 Pois cada
um deles jogou o seu cajad o , e eles se transformaram em serpentes; m as o cajad o de A haron en­
goliu os cajado s deles. 13 Todavia, o coração do Faraó endureceu-se, e ele não os o uviu, conforme
Yahúh tinha falado.
A p rim eira pra ga : as águas tornam -se sangue

14 E Yahúh disse a M ôsheh: "O coração do Faraó está endurecido; ele recusa deixar ir o Meu povo. 15
Vá encontrar-se com o Faraó pela m anhã; ele sairá às águas e vo cê se porá à beira do rio para o encon­
trar, levando em sua mão o cajad o que se transformou em serpente. 16 E lhe dirá: Yahúh, o Altíssim o
dos ivritas, enviou-m e a vo cê para lhe d izer: deixe ir o Meu povo, para que e le me sirva no deserto;
porém até agora vo cê não o tem atendido. 17 Assim d iz Yahúh: nisto vo cê saberá que Eu sou Yahúh:
e com esse cajado que tenho na m ão, ferirei as águas que estão no rio N ilo , e elas se converterão em
sangue. 18 E os peixes que estão no rio m orrerão, e o rio N ilo cheirará m al; e os egípcios terão nojo
de beber da água do rio !". 19 E Yahúh disse m ais a M ôsheh: "D ig a a Aharon que pegue o seu cajado
e estenda a m ão sobre as águas de M itzrayim , sobre as suas correntes, sobre os seus rios, e sobre as
suas lagoas e sobre todas as suas águas em poçadas, para que se tornem em sangue; e haverá sangue
por toda a terra de M itzrayim , assim nos vasos de m adeira com o nos de p edra!". 20 Então Môsheh
e Aharon fizeram conform e Yahúh lhes havia ordenado; Aharon, levantando o cajado, feriu as águas
que estavam no rio N ilo , diante dos olhos do Faraó e diante dos olhos de seus servos; e todas as águas
do rio N ilo se transformaram em sangue. 21 E os peixes que estavam no rio N ilo morreram, e o rio
N ilo cheirou m al, e os egípcios não podiam beber da água do rio; e houve sangue por toda a terra de
M itzrayim . 22 Porém os magos de M itzrayim fizeram o mesmo com suas m agias, de m aneira que o
coração do Faraó se endureceu, e não os escutou, conform e Yahúh tinha falado. 23 E o Faraó virou-se
e foi para sua casa, e não levou isso a sério. 24 E os egípcios cavaram poços junto ao rio N ilo , para
a char água para beber; porque não podiam beber da água do rio N ilo . 25 E assim passaram sete dias
depois que Yahúh ferira o rio . 2 6 D epois, Yahúh disse a M ôsheh: "V á ao Faraó, e fala-lhe: assim diz
Yahúh: deixe o Meu povo ir, para que ele M e sirva. 27 Mas se vo cê recusar deixá-lo ir ferirei com rãs
todas as suas fronteiras. 28 E o rio N ilo produzirá rãs em abundância, que subirão e virão à sua casa, e ao
seu dormitório, e sobre a sua cam a, e nas casas dos seus servos, e sobre o seu povo, e nos seus fornos, e
nos seus utensílios, 29 E as rãs subirão sobre vo cê, e sobre o seu povo, e sobre todos os seus servos!".

A segunda pra ga : as rãs

1 E Yahúh disse a M ôsheh: "Fale a Aharon, dizend o : estenda a sua m ão com o cajado sobre as
8 correntes das águas, sobre os rios, sobre as lagoas e fa ça v ir rãs sobre a terra de M itzrayim !". 2 E
Aharon estendeu a m ão sobre as águas de M itzrayim , e vieram rãs, que cobriram a terra de M itzrayim .
3 Então os magos, com suas m agias, também fizeram v ir rãs sobre a terra de M itzrayim . 4 Então o
Faraó cham ou a M ôsheh e a A haro n, e disse: "Roguem a Yahúh que tire as rãs de m im e do meu povo;
depois deixarei ir o Seu povo, para que ofereça sacrifício s a Yahú h !". 5 E M ôsheh disse ao Faraó: "Terei
m uito prazer em levar o seu pedido. Diga-m e quando vo cê quer que eu peça ao Eterno em seu favor,
e de seus servos, e de seu povo, a fim de tirar as rãs de vocês, e das suas casas, para que fiquem elas
somente no rio N ilo !". 6 D isse o Faraó: "A m an h ã!". E M ôsheh disse: "Q u e seja feito conform e a sua
palavra, para que vo cê saiba que ninguém há com o Yahúh, nosso Altíssim o. 7 E as rãs serão tiradas de
você, e das suas casas, e dos seus servos, e do seu povo; ficarão somente no rio N ilo !". 8 E M ôsheh e
Aharon saíram da presença do Faraó; e Môsheh clam ou a Yahúh por causa das rãs que tinha trazido
sobre o Faraó. 9 E Yahúh fez conform e o pedido de M ôsheh; e as rãs morreram nas casas, nos pátios,
e nos cam pos. 10 E ajuntaram-nas aos montões, e a terra cheirou m al. 11 E o Faraó, vendo que havia
descanso, endureceu o seu coração, e não os escutou, conform e Yahúh tinha falado. 12 E Yahúh disse
a M ôsheh: "Fale a Aharon para que ele estenda o seu cajado e bata-o no pó da terra, para que se torne
em p iolhos por toda a terra de M itzrayim !". 13 E assim fizeram . Aharon estendeu a sua mão com o
c ajado, e bateu-o no pó da terra, e houve piolhos nos homens e nos anim ais; todo o pó da terra se
transformou em piolhos por toda a terra de M itzrayim . 14 E os magos também quiseram fazer assim
com as suas magias para produzirem piolhos, mas não puderam . E havia p iolhos nos homens e nos
a nim ais. 15 E os magos disseram ao Faraó: "Isso é o dedo do Eterno!". No entanto, o coração do Faraó
se endureceu, e não os escutava, conform e Yahúh tinha falado.
A terceira pra ga : os piolh os

16 E Yahúh disse a M ôsheh: "Levante-se pela manhã bem cedo e apresente-se diante do Faraó; e quando
ele sair às águas, você dirá a ele: assim d iz Yahúh: deixe o Meu povo ir, para que ele M e sirva. 17 Porque
se vo cê não deixar o M eu povo ir, Eu enviarei enxam es de moscas sobre vo cê, e sobre os seus servos,
e sobre o seu povo, e nas suas casas; e as casas dos egípcios se encherão desses enxam es, bem com o
a terra em que eles estiverem . 18 N aquele dia separarei a terra de G óshen, onde o M eu povo habita,
para que nela não haja enxam es de m oscas, para que vo cê saiba que Eu sou Yahúh, no m eio dessa
terra. 19 Assim farei separação entre o M eu povo e o seu povo; am anhã ocorrerá esse m ilagre!".

A quarta pra ga : as m oscas

20 E Yahúh assim o fez. Entraram grandes enxam es de moscas na casa do Faraó e nas casas dos seus
servos; e em toda parte de M itzrayim a terra foi assolada pelos enxam es de m oscas. 21 E o Faraó
cham ou M ôsheh e Aharon, e disse-lhes: "V ão e ofereçam sacrifício s ao seu A ltíssim o nessa terra!".
22 Porém M ôsheh disse: "N ão convém que assim se faça, porque é abom inação aos egípcios o que
havemos de oferecer a Yahúh, nosso Criador. Se nós sacrificarm os aqu ilo que é abom inação aos egíp­
cio s perante os seus olhos, eles nos apedrejarão! 23 Devem os cam in h ar por três dias no deserto, para
que ofereçam os sacrifício s a Yahúh, nosso C riador, com o Ele nos o rdenar!". 24 Então o Faraó disse:
"Eu lhes deixarei ir, para que ofereçam sacrifício s no deserto a Yahúh, o A ltíssim o de vocês; somente
não irão m uito longe; e façam oração por m im !". 25 E M ôsheh disse: "Ao sair da sua presença, orarei
a Yahúh, para que esses enxam es de m oscas amanhã sejam tirados do Faraó, dos seus servos, e do
seu povo; somente não torne m ais o Faraó a proceder enganosam ente, não deixando ir o povo para
oferecer sacrifício s a Yahúh!''. 26 E M ôsheh saiu da presença do Faraó, e orou a Yahúh. 27 E Yahúh
fez conform e as palavras de M ôsheh, e tirou o s enxam es de m oscas do Faraó, dos seus servos, e do
seu povo; não ficou um a sequer. 28 M as Faraó endureceu outra ve z o seu coração, e não deixou ir o
povo de Yishra'al.

A quinta pra ga : a p e ste n o s anim ais

1 E Yahúh disse a M ôsheh: "V á ao Faraó e diga-lhe: assim diz Yahúh, o Altíssim o dos ivritas: deixe o
9 M eu povo ir, para que ele M e sirva. 2 Pois se vo cê recusar deixá-los ir e ainda os retiver, 3 a m ão de
Yahúh será sobre seu gado, que está no cam po, sobre os cavalos, sobre os jumentos, sobre os cam elos,
sobre os bois e sobre as ovelhas; haverá uma pestilência m uito grave. 4 E Yahúh fará separação entre o
gado de Y ishra'al e o gado de M itzrayim ; e não m orrerá nada do que pertence aos filh os de Yishra'al.
5 E Yahúh determinou um prazo, dizendo: e am anhã Yahúh fará essa coisa na Terra!". 6 E Yahúh fez
isso no dia seguinte; e todo o gado dos egípcios m orreu; porém do gado dos filh os de Yishra'al não
m orreu um sequer. 7 E o Faraó m andou ver, e do gado dos yish ra 'a lita s não m orrera um sequer.
M as o c o raçã o do Faraó se obstinou, e não deixou ir o povo.

A sexta p raga: os tum ores

8 E Yahúh disse a Môsheh e a Aharon: "Encham as suas mãos de cin za do forno, e Môsheh a espalhe
para os céus diante dos olhos do Faraó; 9 e ela se tornará em pó fino sobre toda a terra de M itzrayim ,
e haverá tum ores que arrebentarão em úlceras nos homens e no gado, por toda a terra de M itzrayim !".
10 E eles pegaram cin za do forno e apresentaram-se diante do Faraó; e M ôsheh a espalhou para os
céus, e ela se tornou em tumores que arrebentavam em úlceras nos homens e no gado. 11 O s magos
não podiam manter-se na presença de M ôsheh, por causa dos tumores; porque havia tumores nos
magos e em todos os egípcios. 12 M as Yahúh endureceu o coração do Faraó, e ele não os escutou,
conform e Yahúh tinha falado a M ôsheh.
A sétim a pra ga : a chuva d e pedra s

13 E Yahúh disse a M ôsheh: "Levante-se pela m anhã bem cedo e apresente-se diante o Faraó, e diga-
-Ihe: assim d iz Yahúh, o A ltíssim o dos ivritas: deixe o Meu povo ir, para que ele M e sirva; 14 porque
dessa ve z Eu m andarei todas as m inhas pragas sobre o seu coração, e sobre os seus servos, e sobre o
seu povo, para que vo cê saiba que não há outro com o Eu em toda a Terra. 15 Pois Eu poderia esten­
d er M inha m ão e ferir a vo cê e ao seu povo com p estilência, e vo cê seria destruído da Terra; 16 mas,
na verdade, para isso tenho m antido você com vid a, para mostrar a vo cê o M eu poder e para fazer
com que o M eu nome seja conhecido em toda a Terra. 17 E vo cê ainda se exalta contra o Meu povo,
humilhando-o, não o deixando ir? 18 A m anhã, por essas horas, farei c air uma chuva de pedras de
gelo tão grandes qual nunca houve em M itzrayim , desde o dia em que foi fundado até agora. 19 Agora
m ande recolher o seu gado e tudo o que vo cê tem no cam po; porque sobre todo homem e anim al que
se acharem no cam po, e não se recolherem à casa, cairá as pedras de gelo, e m orrerão!". 20 E quem
dos servos do Faraó que temia a palavra de Yahúh, fez v ir os seus servos e o seu gado para as casas;
21 mas aquele que não se importava com a palavra de Yahúh, deixou os seus servos e o seu gado no
cam po. 22 Então Yahúh disse a M ôsheh: "Estenda a sua m ão para os céus, para que caia saraiva em
toda a terra de M itzrayim , sobre os homens e sobre os anim ais, e sobre toda a erva do cam po na terra
de M itzrayim !". 23 E M ôsheh estendeu o seu cajad o para os céus, e Yahúh enviou trovões e saraiva,
e fogo desceu à terra; e Yahúh fez chover pedras de gelo sobre a terra de M itzrayim . 24 H avia saraiva
misturada com fogo, pedras de gelo tão grandes qual nunca houvera em toda a terra de M itzrayim ,
desde que veio a ser uma nação. 25 E as pedras de gelo feriram em toda a terra de M itzrayim , tudo
quanto havia no cam po, tanto homens com o anim ais; feriram tam bém toda a erva do cam po, e
quebrou todas as árvores do cam po. 2 6 E somente na terra de Góshen, onde se achavam os filhos
de Yishra'al, não houve chuva de pedras de gelo. 27 E o Faraó m andou cham ar M ôsheh e Aharon, e
disse-lhes: "Essa ve z pequei; Yahúh é justo, m as eu e o m eu povo somos ímpios! 28 O rem a Yahúh;
pois já bastam esses trovões da parte do Altíssim o e essa chuva de pedras de gelo; eu lhes deixarei ir,
e vocês não perm anecerão m ais a q u i!". 29 E Môsheh disse-lhe: "Logo que eu tiver saído da cidade,
estenderei m inhas mãos a Yahúh; os trovões cessarão, e não haverá m ais chuvas de pedras de gelo,
para que vo cê saiba que a Terra é de Yahúh. 3 0 Todavia, quanto a vo cê e aos seus servos, eu sei que
ainda não temerão diante do Eterno Yahúh. 31 E o linho e a cevada foram danificados, porque a ce­
vada já estava na espiga, e o linho em flo r; 32 mas não foram danificados o trigo e o centeio, porque
não estavam crescidos!''. 33 E M ôsheh saiu da cidade, da presença do Faraó, e estendeu as m ãos a
Yahúh; e cessaram os trovões e a chuva de pedras de gelo, e não choveu m ais saraiva sobre a Terra.
3 4 E o Faraó, vendo que a chuva de pedras de gelo e os trovões tinham cessado, continuou a pecar,
e endureceu o seu coração, ele e os seus servos. 35 E assim , o coração do Faraó se endureceu, e não
d eixou ir os filhos de Yishra'al, conform e Yahúh tinha falado por intermédio de M ôsheh.

Yahúh am eaça o Faraó com a praga d os gafanhotos

/"fc1 E Yahúh disse a M ôsheh: "V á encontrar-se com o Faraó, porque tenho endurecido o coração
1 V r dele, e o coração de seus servos, para m anifestar esses M eus sinais no m eio deles, 2 e para que
conte aos seus filh os, e aos seus netos, as coisas que fiz em M itzrayim , e os M eus sinais que operei
entre eles; para que vocês saibam que Eu sou Yahúh!''. 3 E Môsheh e Aharon foram ao Faraó, e disse-
ram -lhe: "Assim d iz Yahúh, o A ltíssim o dos ivritas: 'Até quando vo cê recusará a humilhar-se diante de
M im ? D eixe o Meu povo ir, para que ele M e sirva! 4 M as se vo cê recusar deixar o Meu povo ir, ama­
nhã trarei gafanhotos em suas fronteiras; 5 e eles cobrirão a face da Terra, de sorte que não se poderá
ver a terra, e com erão o resto do que sobrou, o que lhes escapou da saraiva; também com erão toda
árvore que lhes cresce no cam po; 6 e encherão as suas casas, as casas de todos os seus servos e as ca­
sas de todos os egípcios, com o nunca viram seus pais nem seus avós, desde o dia em que apareceram
na Terra até o dia de h o je !"'. E viraram -se, e sairam da presença do Faraó. 7 E os servos do Faraó lhe
disseram : "Até quando esse homem nos atormentará? D eixe ir os homens, para que sirvam a Yahúh,
o Altíssim o deles. Por acaso vo cê não sabe ainda que M itzrayim está sendo destruído?". 8 E Môsheh
e Aharon foram conduzidos outra ve z à presença do Faraó, e ele lhes disse: "V ã o e sirvam a Yahúh, o
A ltíssim o de vocês. M as quais são os que irão?". 9 E Môsheh disse-lhe: "Irem os com os nossos jovens
e com os nossos velhos; com os nossos filhos e com as nossas filhas, com os nossos rebanhos e com o
nosso gado havemos de ir; porque temos de celebrar uma festa a Y ahúhl". 10 Porém o Faraó disse-lhes:
"Q u e Yahíih seja com vocês, se eu d eixar vocês irem e as suas crianças! O lh em ! Porque certamente
há má intenção da parte de vo cês. 11 Não há de ser assim! Agora vão somente os hom ens, e sirvam a
Yahúh, pois isso é o que vo cês pediram -m e!". E foram expulsos da presença do Faraó.

A oitava p raga: os gafanhotos

12 Então Yahúh disse a M ôsheh: "Q uanto aos gafanhotos, estenda a sua mão sobre a terra de M it­
zrayim , para que eles venham sobre a terra de M itzrayim e com am toda erva da terra, tudo o que
sobrou da chuva de pedras de gelo !". 13 E Môsheh estendeu o seu cajado sobre a terra de M itzrayim ,
e Yahúh tro uxe sobre a terra um vento o riental todo aquele d ia e toda a qu ela no ite; e quando
a m an h eceu, o vento o rien tal tro uxe os gafanhotos. 14 E os gafanhotos subiram sobre toda a terra
d e M itzrayim e pousaram sobre todas as fronteiras de M itzrayim ; eram tão numerosos, que antes deles
n unca houve tantos, nem depois deles haverá. 15 Pois cobriram a face de toda a Terra, de modo que
a Terra se escureceu; e com eram toda a erva da terra e todo o fruto das árvores que a saraiva havia
deixado; nada verde ficou, nem de árvore nem de erva do cam po, por toda a terra de M itzrayim . 16
E o Faraó m andou cham ar apressadam ente M ôsheh e Aharon, e disse a eles: "Pequei contra Yahúh,
seu Altíssim o, e contra vocês! 17 Agora peço-lhes que me perdoem somente essa ve z o meu pecado,
e orem a Yahúh, seu A ltíssim o, para que tire de m im m ais essa praga!". 18 E M ôsheh, tendo saído da
presença do Faraó, orou a Yahúh. 19 Então, Yahúh trouxe um vento ocidental fortíssimo, o qual levantou
os gafanhotos e os lançou no M ar Suf; e não ficou um só gafanhoto em todas as fronteiras de Mitzrayim .
2 0 E Yahúh endureceu novamente o coração do Faraó, e ele não deixou ir os filhos de Yishra'al.

A nona pra ga : as densas trevas

21 E Yahúh disse a M ôsheh: "Estenda a m ão para o s céus, para que haja trevas sobre a terra de M it­
zrayim , trevas que não se possam enxergar n ad a!". 22 E M ôsheh estendeu a m ão para o s céus, e
houve trevas espessas em toda a terra de M itzrayim por três dias. 23 Não se viam uns aos outros, e
ninguém se levantou do seu lugar por três dias; mas para todos os filh os de Yishra'al havia luz nas suas
h abitações. 2 4 E o Faraó m andou cham ar a M ôsheh, e disse: "V ã o e sirvam a Yahúh! Somente fiquem
os seus rebanhos e o seu gado; mas que as suas crian ças vão juntamente com vo cês!''. 25 E Môsheh
disse: "Você também deve dar em nossas mãos os sacrifícios e holocaustos, para que possamos oferecer
a Yahúh, nosso Criador. 26 E o nosso gado também irá conosco; nem uma unha ficará, porque dele ha­
vem os de pegar para servir a Yahúh, nosso Criador; porque não sabemos com o serviremos a Yahúh até
que cheguemos lá !". 27 E Yahúh endureceu o coração do Faraó, e ele não quis deixá-los ir. 28 E o Faraó
disse a Môsheh: "Saia da minha presença! Evite me ver, pois no dia em que vo cê tornar a ver o meu
rosto, certamente você m orrerá!''. 29 E Môsheh disse: "Você disse bem! Nunca mais verei o seu rosto!".

Yahúh anuncia a d écim a pra ga : a m o rte d os prim og ên itos

1 E Yahúh disse a M ôsheh: "Ainda trarei m ais uma praga sobre o Faraó, e sobre M itzrayim ;
I depois ele lhes deixará ir daqui; e deixando-lhes ir a todos, com certeza lhes expulsará daqui.
2 Fale agora aos ouvidos do povo, que cada homem peça ao seu vizin h o , e cada m ulher à sua vizin h a ,
jo ias de prata e jo ias de o uro!". 3 E Yahúh concedeu ao povo o favor por parte dos egípcios. Além
disso, a pessoa de M ôsheh era m uito im portante na terra de M itzrayim , aos olhos dos servos do Faraó e
aos olhos do povo. 4 E M ôsheh disse ao Faraó: "Assim diz Yahúh: 'À m eia-noite Eu sairei pelo m eio de
M itzrayim ; 5 e todos os primogênitos na terra de M itzrayim m orrerão, desde o prim ogênito do Faraó,
que se assenta sobre o seu trono, até o prim ogênito da serva que está detrás da pedra do m oinho, e
todos os primogênitos dos anim ais. 6 E haverá grande clam or em toda a terra de M itzrayim , com o
nunca houve nem haverá jam ais. 7 Mas contra os filh os de Y ishra'al nem mesmo um cão moverá a sua
língua, nem contra homem nem contra anim al, para que vo cê saiba que Yahúh fa z separação entre os
egípcios e os filh os de Yish ra'al. 8 E todos esses seus servos descerão a m im , e se inclin arão diante de
m im , dizendo: saia vo cê com todo esse povo que segue as suas pisadas! Depois disso eu sa ire i!'". E
Môsheh saiu da presença do Faraó ardendo em ira. 9 Pois Yahúh havia falado a M ôsheh: "O Faraó não
lhes escutará, para que as M in has m aravilhas se m ultipliquem na terra de M itzrayim !". 10 E Môsheh
e Aharon fizeram todas essas m aravilhas diante do Faraó; mas Yahúh endureceu o coração do Faraó,
que não deixou os filh os de Y ishra'al sairem da sua terra.

A in stituição d e Pêssach

1 E Yahúh falou a M ôsheh e a Aharon na terra de M itzrayim , dizendo : 2 "Esse mês será para
vo cês o p rin cíp io dos meses; esse lhes será o prim eiro mês do ano. 3 Falem a toda a com uni­
dade de Yishra'al, dizendo: ao décim o dia desse mês, cada pai de fa m ília escolherá um cordeiro para
sua fam ília, isto é, um cordeiro para cada casa. 4 Mas se a fam ília for pequena dem ais para com er
o cordeiro inteiro, então reunirá com o viz in h o m ais próxim o de sua casa para que com am juntos,
repartindo-o conforme o número de pessoas e a quantidade que cada um puder comer. 5 O cordeiro
deverá ser sem defeito, m acho de um ano, o qual vocês pegarão entre as ovelhas, 6 e o guardarão até o
décim o quarto dia desse mês, e na tarde desse dia toda a com unidade de Yishra'al matará os anim ais: 7
e pegarão do sangue (do cordeiro), e passarão em ambos os umbrais e na verga da porta, nas casas em
que o comerem. 8 Naquela noite com erão a carne assada ao fogo, com "m a tzo t"; com ervas amargas a
com erão. 9 Não comerão dele nada cru, nem cozido em água, mas sim assado ao fogo; com o também
a sua cabeça com as suas pernas e com a sua fressura. 10 E nada dele deixarão até pela m anhã; mas o
que dele sobrar até pela m anhã, queimarão no fogo. 11 E assim vocês deverão com ê-lo: com os seus
cintos apertados na cintura, os seus calçados nos pés, e os seus cajados em suas mãos; e o comerão
apressadamente; pois esse é o Pêssach de Yahúh. 12 E Eu passarei pela terra de M itzrayim nessa noite,
e matarei todos os primogênitos na terra de M itzrayim , tanto dos homens com o dos anim ais; e sobre
todos os deuses de M itzrayim executarei ju ízo s; Eu sou Yahúh! 13 M as o sangue lhes será por sinal nas
casas em que vocês estiverem; e Eu, vendo o sangue, passarei por cim a de vocês, e não haverá entre
vocês a praga do destruidor, quando Eu ferir a terra de M itzrayim . 14 E esse dia lhes será por memorial,
e o celebrarão com uma festa a Yahúh; através das suas gerações o celebrarão por estatuto perpétuo.

A chag ha-m atzot, ou seja , a Festa d os Pães sem Ferm ento

15 Por sete dias vocês comerão "m atzot"; logo ao primeiro dia tirarão o fermento das suas casas, porque
qualquer um que com er pão fermentado entre o primeiro e o sétimo dia, essa pessoa será eliminada de
Yishra'al. 16 E ao primeiro dia haverá uma convocação sagrada; também ao sétimo dia terão outra con­
vocação sagrada; neles não se fará trabalho algum, senão o que diz respeito ao que cada um houver de
comer; somente isso poderá ser feito por vocês. 17 Comemorem a chag ha-matzot, porque nesse mesmo
dia tirei seus exércitos da terra de M itzrayim ; por isso comemorem esse dia através das suas gerações por
estatuto perpétuo. 18 No primeiro mês, aos catorze dias do mês, à tarde, comerão "m atzot" até o dia vinte
e um do mês à tarde. 19 Por sete dias não se ache fermento algum nas suas casas; porque qualquer um que
com er pão fermentado, essa pessoa será cortada da com unidade de Yishra'al, tanto o peregrino como o
natural da terra. 20 Nenhuma coisa fermentada comerão; em todas as suas habitações comerão "m atzot".

A ce leb ra çã o d o P rim e iro Pêssach

21 E M ôsheh cham ou todos os anciãos d eY ish ra 'al, e disse-lhes: "V ão e peguem o cordeiro segundo
as suas fam ílias, e o sacrifiquem para a celebração de Pêssach. 22 E pegarão um m olho de hissopo,
e o m olharão no sangue que estiver na b acia e m arcarão com e le a verga da porta e os dois umbrais;
mas nenhum de vo cês sairá da porta da sua casa até a m anhã. 2 3 Porque Yahúh passará para ferir aos
egípcios; e, ao ver o sangue na verga da porta e em ambos os umbrais, Yahúh passará aquela porta, e
não deixará o destruidor entrar em suas casas para lhes ferir. 24 Portanto, cum pram isso por estatuto
para vo cês e para seus filhos, para sem pre. 25 Q uand o vocês tiverem entrado na terra que Yahúh lhes
dará, com o tem prometido, cumpram esse culto cerim o nial. 2 6 Q uando seus filhos lhes perguntarem:
o que vocês querem dizer com esse cerim onial? 2 7 Então vocês responderão: esse é o sacrifício de
Pêssach a Yahúh, que passou as casas dos filh os de Y ishra'al em M itzrayim , quando feriu os egípcios, e
livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se e adorou!". 28 E os filh os de Y ishra'al foram e fizeram
isso; conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh e a Aharon, assim fizeram .

A décim a p ra ga : a m orte d os p rim og ên itos egípcios

29 E à meia-noite Yahúh feriu todos os primogênitos na terra de M itzrayim , desde o primogênito do


Faraó, que se assentava em seu trono, até o primogênito do prisioneiro que estava no cárcere, e todos os
primogênitos dos animais. 30 E o Faraó levantou-se de noite, ele e todos os seus servos, e todos os egípcios;
e fez-se grande clam or em M itzrayim, porque não havia casa em que não houvesse um morto. 31 Então
o Faraó cham ou Môsheh e Aharon de noite, e disse: "Levantem-se, saiam do m eio do meu povo, tanto
você quanto os filhos d eYishra'al; e vão servir a Yahúh, com o falaram! 32 Levem também com vocês os
seus rebanhos e o seu gado, com o falaram ; e vão, e abençoem-me tam bém !". 33 E os egípcios pressio­
navam o povo, e apressando-se para tirá-los para fora da sua terra; porque diziam : "Todos nós seremos
mortos!". 34 E o povo pegou a massa, antes que ela fermentasse, e as amassadeiras atadas em trouxas
com suas roupas sobre os ombros. 35 E os filhos de Yishra'al fizeram conforme a palavra de M ôsheh, e
pediram aos egípcios jo ias de prata, e jo ias de ouro e roupas. 36 E Yahúh concedeu ao povo o favor por
parte dos egípcios, de modo que eles lhe davam o que pediam; e despojaram os egípcios.

O s yishra'alitas saem d o M itzrayim

3 7 E os filhos de Yishra'al viajaram de Ra'm sés a Sukot, cerca de seiscentos m il homens de pé, sem
contar as crian ças. 38 Também saiu com eles uma grande mistura de gente; e, em rebanhos e m ana­
das, um a grande quantidade de gado. 39 E os yishra'alitas fizeram "m a tzo t" da massa que eles leva­
ram de M itzrayim , porque ela não se tinha fermentado, porquanto foram expulsos de M itzrayim ; e não
puderam deter-se, nem haviam preparado com ida. 4 0 E o tempo que os filhos de Y ishra'al moraram
em M itzrayim foi de quatrocentos e trinta anos. 41 E ao fim de quatrocentos e trinta anos, naquele
mesmo dia, todos os exércitos de Yahúh saíram da terra de M itzrayim . 4 2 Essa é uma noite que se
deve guardar a Yahúh, porque os tirou da terra de M itzrayim ; e essa é a noite de Yahúh, que deve ser
com emorada por todos os filhos de Y ishra'al através das suas gerações.

A s le is a re sp e ito d e P êssach

43 E Yahúh disse a M ôsheh e a Aharon: "Essa é a ordenança de Pêssach: nenhum estrangeiro poderá
com er dela; 4 4 mas todo escravo com prado por dinheiro, depois que o tiverem circu n cidado , poderá
com er dela. 45 O forasteiro e o assalariado não poderão com er dela (nem mesmos os circuncidados).
4 6 Num a só casa se com erá o cordeiro; não levarão daquela carne fora da casa nem lhe quebrarão
osso algum. 47 Toda a com unidade de Yish ra'al fará isso. 48 Q uando algum estrangeiro peregrinar en­
tre vo cês e quiser cele brar o Pêssach a Yahúh, circuncidem -se todos os seus homens; então se chegará
e a celebrará, e será com o o natural da terra; mas nenhum incircunciso poderá com er dela. 49 Esse
ensinamento daToráh será o m esmo para o natural e para o estrangeiro que peregrinar entre vo cês!".
5 0 E assim fizeram todos os filh os de Yish ra'al; conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh e a Aharon,
assim eles fizeram . 51 N aquele m esmo d ia, Yahúh tirou os filhos d eY ish ra 'al da terra de M itzrayim ,
segundo os seus exércitos.
O s p rim og ê n itos são consagrados a Yahúh

1
Q 1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Separe para M im todo prim ogênito: todo prim eiro filho
homem entre os filhos de Yish ra'al, e todo prim eiro filhote m acho dos anim ais domésticos são
M eus!". 3 E M ôsheh disse ao povo: "Lembrem-se desse dia em que vo cês saíram de M itzrayim , da
casa da servidão; pois com m ão forte Yahúh lhes tirou daqui; portanto, não se com erá pão fermenta­
do. 4 H o je, no m ês de aviv, vo cês sairão. 5 Q uando Yahúh os levar para a terra dos kena'anitas, dos
chititas, dos em oritas, dos chivitas e dos yevussitas, que Ele jurou dar a seus pais, terra onde sobejam
leite e m el, vo cês deverão celebrar esse culto cerim onial no prim eiro mês de cada ano. 6 Durante
sete dias vo cês com erão " m a tz o t", e no sétim o dia haverá um a festa em honra a Y ahúh. 7 Sete
d ias se co m erá " m a tz o t", e o fermentado não se verá com vocês, nem ainda fermento será visto
em todo o seu território. 8 N aquele dia vocês contarão aos seus filhos que estão fazendo isso é por
causa da libertação que Yahúh fez por vocês quando saíram de M itzrayim ; 9 e essa festa será com o
um sinal sobre sua m ão e por m em orial entre seus olhos, para que a Toráh de Yahúh esteja sempre em
sua boca; porquanto com m ão forte Yahúh tirou vocês de M itzrayim . 10 Portanto, celebrem essa festa
religiosa no tempo determinado, de ano em ano. 11 Q uando Yahúh tiver levado vo cês para a terra
dos kena'anitas, com o jurou a vocês e a seus pais, quando lhes houver dado, 1 2 vo cês separarão para
Yahúh todo prim eiro filho homem, até mesmo todo primeiro filhote macho dos animais domésticos serão
de Yahúh. 13 Mas todo primogênito de jumenta você resgatará com um cordeiro; e, se você não o quiser res­
gatar, então que quebrem o pescoço do jumentinho; e todo primogênito do homem entre seus filhos você
remirá. 14 E no futuro, quando seus filhos perguntarem o que isso significa, vocês responderão: Yahúh, com
m ão forte, nos tirou de Mitzrayim, onde éramos escravos. 15 Q uando o Faraó endureceu o seu coração,
para não nos deixar sair, Yahúh matou todos os primogênitos na terra de Mitzrayim, tanto os primogênitos
dos homens com o os primogênitos dos animais; por isso eu sacrifico a Yahúh todos os primogênitos, sendo
machos; mas a todo primogênito de meus filhos eu resgato. 16 E isso será por sinal sobre sua mão, e por
frontais entre os seus olhos, porque Yahúh, com mão forte, nos tirou de Mitzrayim!".

A coluna de nuvem e a coluna de fogo

17 Q uando o Faraó deixou sair o povo, o Eterno não o conduziu pelo cam inho da terra dos pelishtim ,
se bem que era m ais perto; porque o Eterno disse: "Pàra que o povo não se arrependa, vendo a guerra,
e volte para M itzrayim !". 18 mas o Eterno fez o povo rodear p elo cam inho do deserto perto do M ar
Suf; e os filhos de Y ishra'al saíram arm ados da terra de M itzrayim . 19 E Môsheh levou consigo os ossos
de Yosséf, porquanto ele havia solenemente ajuram entado aos filhos de Yish ra'al, dizendo: "Certam en­
te o Eterno lhes visitará; e vo cês hão de levar com vocês os meus ossos!". 20 E assim eles partiram
de Sukot, e acam param -se em Etam, à entrada do deserto. 21 E Yahúh ia adiante deles, de dia numa
c oluna de nuvem para guiá-los pelo cam inho, e de noite num a coluna de fogo para os alum iar, a fim
de que cam inhassem de dia e de noite. 22 Não desaparecia da presença do povo a coluna de nuvem
durante o dia, nem a coluna de fogo durante a noite.

O s e g íp cios perseg uem o s yishra'alitas

I A 1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Fale aos filhos de Y ishra'al que voltem e acam pem
■" diante de Pi-H achirot, entre M igdol e o mar, diante de Ba'al-Tzefon; em frente dele assentarão
o acam pam ento junto ao mar. 3 E o Faraó dirá dos filhos de Y ish ra 'a l: eles estão em baraçados na terra,
o deserto os encurralou! 4 Eu endurecerei o coração do Faraó, e ele os perseguirá; e serei exaltado
por interm édio do Faraó, e por todo o seu exército ; e os egíp cio s saberão que Eu sou Y a hú h !". E eles
assim fizera m . 5 Quando foi anunciado ao rei de Mitzrayim que o povo havia fugido, o coração do Faraó,
e dos seus servos, contra o povo mudou, e disseram: "O que é isso que fizemos, permitindo que Yishra'al
saísse e deixasse de nos servir?". 6 E o Faraó aprontou o seu carro, e levou consigo o seu povo; 7 pegou tam­
bém seiscentos carros escolhidos e todos os carros de M itzrayim , e capitães sobre todos eles. 8 Porque
Yahúh endureceu o coração do Faraó, rei de M itzrayim , e ele perseguiu os filhos d eY ish ra 'al; pois os
filhos de Yishra'al saíram destemidamente. 9 E os egípcios, com todos os cavalos e carros do Faraó, e
os seus cava leiro s e o seu exército, os perseguiram e os a lcan çaram acam pados ju n to ao mar, per­
to de Pi-H ach iro t, diante de B a'al-Tzefon. 10 Q uando o Faraó se aproxim ava, os filhos de Yishra'al
levantaram os olhos, e os egípcios m archavam atrás deles; e os filhos de Yishra'al temeram m uito e
clam aram a Yahúh: 11 e disseram a M ôsheh: "Foi porque não havia túm ulos em M itzrayim que de lá
vo cê nos tirou para m orrerm os nesse deserto? Por que vo cê nos fez isso, tirando-nos de M itzrayim ?
12 N ão foi isso que dissem os a vo cê quando ainda estávamos em M itzrayim ? Pedimos que nos dei­
xasse em paz, trabalhando com o escravos para os egípcios! Pois é m elhor servir aos egípcios do que
m orrermos no deserto!". 13 Porém Môsheh disse ao povo: "N ão tenham medo! Fiquem firm es e vocês
verão o livramento de Yahúh, que Ele hoje lhes fará; porque aos egípcios que hoje vo cês viram , nunca
m ais tornarão a vê-los! 14 E Yahúh lutará por vocês; e vo cês fiquem calado s!".

O s yishra'alitas atravessam o M a r S u f

15 E Yahúh disse a M ôsheh: "Por que vo cê clam a a Mim? M ande aos filhos d eY ish ra'al que marchem !
16 E vo cê levante o seu cajad o , e estenda a m ão sobre o m ar e divida-o, para que os filhos de Yishra'al
passem pelo m eio do m ar em seco. 17 E Eu endurecerei o coração dos egípcios, e eles entrarão atrás
deles; e M e exaltarei no Faraó e em todo o seu exército, nos seus carros e nos seus cavaleiros. 18 E
os egípcios saberão que Eu sou Yahúh, quando M e tiver exaltado no Faraó, nos seus carros e nos seus
cavaleiro s!". 19 E o A n jo do Eterno, que ia adiante do exército de Yishra'al, se retirou e se pôs atrás
deles; tam bém a coluna de nuvem se retirou da presença deles e se pôs atrás, 20 e colocando-se entre
o cam po dos egípcios e o cam po dos yishra'alitas; assim havia nuvem e trevas; contudo aquela nuvem
clareava a noite para Yish ra'al; de m aneira que em toda a noite não se aproxim ou um do outro. 21 E
Môsheh estendeu a m ão sobre o m ar; e Yahúh fez retirar o m ar por um forte vento oriental toda aquela
noite, e fez do m ar terra seca, e as águas foram d ivididas. 22 E os filhos de Yish ra'al entraram pelo
m eio do m ar em seco; e as águas foram para eles com o um a m uralha à sua direita e à sua esquerda.
23 E os egípcios os perseguiram, e entraram atrás deles até o meio do mar, com todos os cavalos do Faraó,
os seus carros e os seus cavaleiros. 24 Na vigília da manhã, Yahúh, na coluna do fogo e da nuvem, olhou
para o campo dos egípcios, e fez um alvoroço no acampamento dos egípcios; 25 emperrou-lhes as rodas
dos carros, e os fez andar com dificuldade; de modo que os egípcios disseram: "Fujamos da presença de
Yishra'al, porque Yahúh luta por eles contra os egípcios!". 2 6 E Yahúh disse a Môsheh: "Estenda a mão
sobre o mar, para que as águas voltem sobre os egípcios, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros!".

O s eg íp cio s p e rec em n o m ar

2 7 E M ôsheh estendeu a m ão sobre o mar, e o m ar retomou a sua força ao amanhecer, e os egípcios


fugiram de encontro a ele; assim Yahúh derribou os egípcios no m eio do mar. 28 E as águas, tornando,
cobriram os carros e o s cavaleiros, todo o exército do Faraó, que atrás deles havia entrado no mar; não
ficou nem um deles sequer. 29 M as os filhos de Yishra'al cam inharam em seco p elo m eio do m ar; e
as águas foram para eles com o um a m uralha à sua direita e à sua esquerda. 30 E assim , naquele dia,
Yahúh livrou Yishra'al das mãos dos egípcios; e Y ishra'al viu os egípcios mortos na praia do mar. 31 E
Y ishra'al viu a grande obra que Yahúh exercitara contra os egípcios; e o povo temeu a Yahúh, e creu
em Yahúh e em M ôsheh, Seu servo.

O câ n tico d e M ôsheh

I
P“ 1 Então M ôsheh e os filh os de Yishra'al cantaram esse cântico a Yahúh, dizendo: "Cantarei a
3 Yahúh, porque m ajestosamente triunfou; lançou no m ar o cavalo e o seu cavaleiro . 2 Yah é a

15:02 - A forma "Y ah " aparece pela primeira vez nas Escrituras Hebraicas.
m inha fortaleza, e o meu cântico ; e Ele se tornou a m inha salvação ; Ele é o meu C riador; poitanto, eu
O louvarei; Ele é o A ltíssim o de meu p a i, po r isso O exaltarei! 3 Yahúh é Soberano na guerra; Yahúh
é o Seu nom e (eternamente)! 4 Lançou no m ar os carros do Faraó e o seu exército; os seus capitães es­
colhidos foram submersos no mar Suf. 5 O s abismos os cobriram ; desceram às profundezas com o pedra.
6 A Sua destra, ó Yahúh, é grandiosa em poder; a Sua destra, ó Potentíssimo Yahúh, destroça o inimigo.
7 Na grandeza da Sua e xce lên cia derruba os que se levantam contra Você; envia a Sua fúria, que os
devora com o restolho. 8 A o sopro dos Seus narizes amontoaram-se as águas, as correntes pararam
com o montão; os abism os coalharam -se no coração do mar. 9 O inimigo d izia: perseguirei, a lcan ça­
rei, repartirei os despojos; deles se satisfará o meu desejo; arrancarei a m inha espada, a m inha mão
os destruirá. 10 Soprou com o Seu vento, e o m ar os cobriu; afundaram-se com o chum bo em grandes
águas. 11 Q uem entre os deuses é com o Você, ó Eterno Yahúh? Q uem é com o V ocê, Im aculado e
Poderoso, adm irável em louvores, que realiza m aravilhas? 12 Bastou estender a Sua m ão direita, e a
terra os tragou. 13 Na Sua beneficência, guiou o povo que rem iu; na Sua força Você o conduziu à Sua
Im aculada habitação. 14 O s povos ouviram e estrem eceram ; dores apoderaram-se dos habitantes de
Peleshet. 15 E os p ríncipes de Edom se pasm aram ; dos poderosos de M o 'av apoderou-se um tremor;
derreteram-se todos os habitantes de Kena'an. 16 Sobre eles caiu medo, e pavor; pela grandeza do
Seu braço em udeceram com o uma pedra, até que o Seu povo passasse, ó Yahúh, até que passasse esse
povo que V o cê adquiriu. 17 V o cê o introduzirá, e o plantará no monte da Sua herança, no lugar que
Você, ó Yahúh, aparelhou para a Sua habitação, no m ikdo sh, ó Soberano C riador, que as Suas mãos
estabeleceram ! 18 Yahúh reinará para todo o sempre! 19 Q uando os cavalos do Faraó, com os seus
carros e com os seus cavaleiros, entraram no mar, e Yahúh fez tornar as águas do m ar sobre eles, mas
os filh os de Y ishra'al passaram em seco pelo m eio do m ar!".

A ntífo na de M irya m e das m ulheres

2 0 E M iryam , a profetisa, irm ã de Aharon, pegou na m ão um tam boril, e todas as m ulheres saíram
atrás dela com adufes, e com danças. 21 E M iryam lhes d izia : "Cantem a Yahúh, porque Ele m ajesto­
samente triunfou; lançou no m ar o cavalo com o seu cavaleiro !".

As águas am argas tornan-se doces

22 E M ôsheh fez a Y ishra'al partir do m ar Suf, e saíram para o deserto de Shur; cam inharam três dias
no deserto, e não acharam água. 23 E chegaram a M aráh, mas não podiam beber das suas águas,
porque eram amargas; por isso deram àquele lugar o nome M aráh. 24 E o povo murmurou contra
M ôsheh, dizendo: " O que iremos beber?". 25 E M ôsheh clam ou a Yahúh, e Yahúh mostrou-lhe uma
árvore, e M ôsheh lançou-a nas águas, e as águas se tornaram doces. Foi nesse lugar que o Eterno lhes
deu um estatuto e uma ordenança, e ali Ele os provou, 2 6 dizendo: "Se vocês ouvirem atentamente
a vo z de Yahúh, seu C riador, e fizer o que é correto diante de Seus olhos, e in clin a r os ouvidos aos
Seus m andamentos, e cum prir todos os Seus estatutos, sobre vocês não enviarei nenhuma das enfer­
m idades que enviei sobre os egípcios; p o is Eu sou Yahúh, que cura vo cês. 2 7 D ep o is eles chegaram
a Elirn, onde havia doze fontes de água e setenta palm eiras; então acam param a li, próxim o às águas.

Yahúh manda o maná

1
/~ 1 Saíram de E lim , e toda a co m u n id a d e dos filh o s de Y ish ra 'a l chegou ao deserto de
U s i n , que está entre E lim e o m onte Sin ay, aos q u in ze dias do segundo m ês, depois que
h a viam saído da terra de M itz ra yim . 2 E toda a c o m u n id a d e dos filh o s de Y ish ra 'a l m urm urou

15:14 - Peleshet é o nome bíblico da antiga Filistéia, atual Palestina.


15:23 - "M aráh" significa "amarga".
contra M ôsheh e contra A h a ro n no deserto. 3 E os filh o s de Y ish ra 'a l lhes disseram : "Q u e m nos
d era tivéssem o s m orrid o p ela m ão de Yahúh na te rra de M itzra yim , qu an do estávam os sentados
ju n to às p a n e la s de c a rn e , q uando co m íam o s pão até fartar! Por que nos têm tirado para esse
deserto, para nos m atarem de fo m e a toda essa m u ltid ão ?". 4 Então Yahúh disse a M ô sh eh: "Eu
farei ch o ver pão dos céu s para vo cê s, e o po vo sairá e c o lh e rá dia riam en te a p orção para cada
d ia , para que Eu o pro ve se andam em M in h a le i ou n ã o . 5 M as no sexto dia prep ararão o que
co lh e re m ; e será o dobro do que co lh em cad a d ia! '. 6 E M ôsheh e A h aro n disseram a todos os
filh o s de Y ish ra 'a l: "À tarde vo cê s saberão que Y ahúh é quem lhes tirou da terra de M itzra yim ,
7 e a m anh ã verã o o resplen d o r de Y ahú h , porquanto Yahúh o u viu as suas m urm u raçõ es contra
E le ; e quem som os nós, para que vo cê s m urm urem contra n ó s?". 8 C M ôsheh disse: "Isso será
q uando Yahúh à tarde lh es der c a rn e p ara com er, e p ela m anh ã pão a fartar, po rquanto Yahúh
o u viu as su as m urm u raçõ es, com que vo cê s se q u eixa ra m contra E le ; e quem som os nós? As suas
m urm u raçõ es não são contra nós, m as sim contra Y a hú h !". 9 E M ôsheh disse a A h a ro n : "F a la a
toda a c o m u n id a d e dos filh o s de Y ish ra 'a l: cheguem -se à p rese nça de Y ahúh , po rqu e Ele o u viu
as su as m u rm u ra ç õ e s!". 10 Q u a n d o A h aro n fa lo u a toda a c o m u n id a d e dos filh o s de Y ish ra 'a l,
eles o lharam p ara o d eserto, e o resp le n d o r de Yahúh a p areceu na nuvem .

Yahúh manda co d o rn ize s

11 E Yahúh fa lo u a M ô sh e h , d ize n d o : 12 "Tenho o u vid o as m urm u ra çõ es dos filh o s de Y ish ra 'a l;


d iga-lh es a ssim : à tard in h a vo cê s com erão c a rn e , e p ela m anh ã se farta rã o de p ão; e assim
sab erão que Eu sou Y ahú h , o C ria d o r de v o c ê s !" . 13 E à tarde su b ira m c o d o rn iz e s, e cob riram
o aca m p am e n to ; e p ela m an h ã h a via um a cam a d a de o rva lh o ao red o r do acam p am en to . 14
Q u a n d o d esap areceu a cam ad a de o rv a lh o , so b re a su p e rfíc ie do deserto estava um a coisa
m iú d a , sem elh an te a esca m a s; u m a cam a d a fin a c o m o a geada so b re a te rra. 15 E os filh o s de
Y is h ra 'a l, ven d o a q u ilo , d isseram uns aos o u tro s: " O que é isso ?". Porque e le s ain d a n ã o sabiam
o que e ra . E M ôsheh lh e s d isse: "E sse é o p ão que Yahúh lh es deu para com er. 16 Isso é o que
Y ahúh o rden o u : cad a um de vo cê s deverá c o lh e r o que for n e c e ssá rio para co m er num d ia , de
a co rd o com o n ú m ero de pessoas que ho u ve r na fa m ília , d o is litro s por p e sso a !". 17 E assim os
filh o s de Y ish ra 'a l fiz e ra m ; e c o lh era m u ns m ais e o utro s m enos. 18 Q u a n d o o m ediam com o
litro , n ada so b rava ao que c o lh e ra m u ito , nem fa lta va ao que c o lh e ra p o u co ; c o lh ia cad a um
tanto quanto p o d ia co m er num d ia . 19 E M ôsheh d isse-lh es: "N in g u ém deverá g u ardar nada
d ele p ara a m a n h ã !". 2 0 E le s n ã o deram aten çã o a M ô sh eh , antes alg u ns dentre eles deixaram
d ele para o dia seg u in te; e c rio u b ich o s, e c h e ira v a m a l; por isso M ôsheh in digno u -se contra
e le s. 21 Todas a s m an h ãs, cad a um pegava o n ecessá rio para co m er n a q u ele d ia , p o is vin d o o
c a lo r do so l, d erretia o que fic a v a no ch ão .

O p ovo d e Y ishra 'a l re co lh e o maná

22 M as no sexto dia colheram o alim ento em dobro, isto é, quatro litros para cada pessoa; por isso
todos os líderes da com unidade vieram , e contaram-no a M ôsheh. 23 E ele lhes disse: "Isso é o que
Yahúh tem dito: amanhã é dia de repouso, é o shab a t separado a Yahúh; os que quiserem assar ao
forno, que assem; e os que quiserem cozinhar em água, que cozinhem ; e tudo o que sobrar, ponha-o de
lado para vocês, guardando-o para am an h ã!". 24 E todos guardaram para o dia seguinte o que havia
sobrado, conform e M ôsheh tinha ordenado; e não cheirou m al, nem houve nele bicho algum . 25 E
Môsheh disse: "Com am -no hoje, porquanto hoje é o shabat de Yahúh. Nesse dia vo cês não encontra­
rão no cam po nada de comer. 26 Seis dias o colherão, mas o sétimo dia é o shabat; nele não haverá
alim ento no ch ão !". 27 E ao sétimo dia saíram alguns do povo para o colher, e não o acharam . 28
Então Yahúh disse a M ôsheh: "Até quando esse povo recusará obedecer os M eus mandam entos e as
M inhas leis? 29 Lem brem que Eu, Yahúh lhes dei o shab a t para descanso e foi por isso que no sexto
dia Eu lhes dei alim ento para dois d ias. No sétimo dia, que cada um fique no seu lugar; ninguém
deverá sair de c a s a !". 30 E assim o povo repousou no sétimo dia. 31 A Casa de Yish ra'al deu (àquele
alim ento que caía dos céus) o nome de M an , p o is era com o semente de coentro; era branco e tinha o
sabor de bolos de m el. 32 E M ôsheh disse: "Yahúh ordenou que fossem guardados dois litros de maná
para que, no futuro, os nossos descendentes possam ver o alim ento que Ele nos deu para com erm os
no deserto, quando Ele nos tirou da terra de M itzrayim !". 33 E M ôsheh disse a Aharon: "Pegue uma
vasilh a, ponha nela dois litros cheio s de m aná e coloque-a perante Yahúh, a fim de que seja guardado
para as suas futuras gerações!". 34 E assim, conform e Yahúh tinha ordenado a M ôsheh, assim Aharon
o pôs diante da Arca do Testemunho, para ser guardado. 35 E os filhos de Y ishra'al com eram o maná
por quarenta anos, até chegarem à terra que iriam habitar; com eram o m aná até que chegaram às
fronteiras da terra de Kena'an. 36 A porção diária de m aná para cada pessoa era a décim a parte da
m edida-padrão daquela época, que tinha vin te litros.

A falta d e água no d e se rto d e Sin

1
^ 1 E toda a com unidade dos filhos de Yishra'al saiu do deserto de Sin, para suas jornadas, se-
/ gundo o m andam ento de Yahúh, e acam param em Refidim , e não havia ali água para o povo
beber. 2 E o povo contendeu com M ôsheh, dize nd o : "D á-no s água para b eber!". E M ôsheh disse-lhes:
"Por que vo cês contendem com igo? Por que vocês põem Yahúh à prova?". 3 M as o povo, tendo sede
a li, m urmurou contra M ôsheh, dizendo: "Por que vo cê nos fez sa ir de M itzrayim , para nos matar de
sede, a nós e aos nossos filhos e aos nossos rebanhos?". 4 Então M ôsheh, clam ando a Yahúh, disse:
"O que farei a esse povo? Daqui a pouco eles me apedrejarão!". 5 E Y ahúh disse a M ôsheh: "Passe
adiante do povo, e leve com vo cê alguns dos ancião s de Yishra'al; pegue o seu cajado, com o qual
vo cê feriu o rio N ilo , e vá !".

A água vertida da rocha em Refidim

6 "E Eu estarei ali diante de vo cê sobre a rocha, em C horêv; e vo cê to cará na rocha, e dela sairá água
para que o povo possa beber!" E assim M ôsheh fez isso à vista dos ancião s de Y ishra'al. 7 E ele deu
àquele lugar o nome de Massáh e M eriváh, por causa da contenda dos filhos de Yishra'al, e porque
puseram Yahúh à prova, dizendo: "Está Yahúh no m eio de nós ou não?".

O s am alekitas g u erreia m con tra o p ovo d e Yishra'al

8 E A m alék veio e guerreou contra Yish ra'al em Refidim . 9 E M ôsheh disse aYahúshua [filho de Nun]:
"Escolha entre nós homens capacitados, e vá à guerra contra A m alék! E amanhã eu estarei sobre o
cum e do monte, com o cajado do Eterno em m inha m ão!". 10 E Yahúshua [filho de Nun] fez com o
M ôsheh lhe havia falado, e batalhou contra A m alék; e M ôsheh, Aharon e C h u r subiram ao cum e do
m onte. 11 Q uand o M ôsheh levantava a mão, Y ishra'al dominava; mas quando ele ab aixava a mão,
A m alék dom inava. 12 E as mãos de M ôsheh ficaram cansadas; por isso pegaram uma pedra, e a pu­
seram debaixo dele, e e le sentou-se sobre ela; Aharon e C hur sustentavam-lhe as mãos, um de um
lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firm es até o pôr do sol. 13 E assim Yahúshua [filho
de Nun[ venceu a Am alék e a seu povo, ao fio da espada. 14 Então Yahúh disse a M ôsheh: "Escreva
isso num livro, para m em orial, e relata-o aos ouvidos de Yahúshua [filho de N u n]; que Eu riscarei
totalm ente a m em ória de Am alék de debaixo dos céu s!". 15 E M ôsheh construiu ali um altar, ao qual
deu o nome deYahúh-N issí. 16 E disse: "Porquanto Yah levantou a m ão e jurou sobre o Seu trono, que
haverá guerra de Yahúh contra A m alék de geração em geração.

16:31 - "M an ", cuja tradução é "m aná" significa "comida ou alimento vindo dos céus".
17:15 -"Y ah ú h -N issí" significa "Yahúh fez-me aqui um grande livramento".
17:16 - A forma "Y ah " aparece pela segunda vez nas Escrituras Hebraicas.
O so g ro d e M ôsh e h traz-lhe sua m u lh e r e seus filhos

Q 1 E Yitro, sacerdote de M idyan e sogro de M ôsheh, soube de todas as coisas que o Eterno tinha
1 O feito a favor de Môsheh e de Yishra’a l, Seu povo, e conform e Yahúh tinha tirado a Yishra'al
de M itzrayim . 2 E Yitro, sogro de M ôsheh, pegou a T z ip o rá h , a m ulher de M ôsheh, depois que ele a
enviara, 3 e aos seus dois filhos, dos quais um se cham ava Guershon; porque disse M ôsheh: "Fu i pe­
regrino em terra estrangeira!"; 4 e o outro se cham ava A lfe z e r; porque disse: "O Altíssim o de meu pai
foi m inha ajuda, e m e livrou da espada do Faraó". 5 E Yitro, o sogro de M ôsheh, veio com os filh os e
a m ulher dele, a M ôsheh, no deserto onde se tinha acam pado, junto ao monte do Eterno; 6 e mandou
d ize r a M ôsheh: "Eu, seu sogro Yitro, juntam ente com a sua m ulher e seus dois filh os, estamos indo
nos encontrar com vo cê !". 7 E M ôsheh saiu ao encontro de seu sogro, inclinou-se diante dele e o
b eijou; perguntaram um ao outro com o estavam, e entraram na tenda. 8 E M ôsheh contou a seu sogro
tudo o que Yahúh tinha feito ao Faraó e aos egípcios por amor de Yish ra'al, e todo o trabalho que lhes
sobreviera no cam inho, e com o Yahúh os tinha livrado. 9 E Yitro alegrou-se por todo o bem que Yahúh
tinha feito a Yish ra'al, livrando-o da m ão dos egípcios, 10 e disse: "Bendito seja Yahúh, que lhes livrou
da m ão dos egípcios e da m ão do Faraó. 11 Agora sei que Yahúh é m aior que todos os deuses, porque
livrou esse povo de d ebaixo da m ão dos egípcios; porque até naquilo em que se procederam arro­
gantemente contra o Seu povo, foram destruídos!". 12 E Yitro, o sogro de M ôsheh, pegou holocausto
e sacrifício s para o Eterno, e ve io Aharon, e todos os anciãos de Yish ra'al, para com erem pão com o
sogro de M ôsheh diante do Eterno.

M ôsh e h escolh e auxiliares

13 E no dia seguinte M ôsheh assentou-se para ju lg ar o povo; e o povo estava em pé diante de Môsheh
desde a m anhã até a tarde. 14 E o sogro de M ôsheh, vendo tudo o que ele fa zia ao povo, perguntou:
" O que é isso que vo cê está fazendo ao povo? Por que somente vo cê assenta, perm anecendo de pé
todo o povo diante de você desde a m anhã até a tarde?". 15 E M ôsheh disse a seu sogro: "É porque
o povo vem a m im para consultar ao Eterno. 1 6 Q uando eles têm alguma questão, vêm a m im ; e eu
julgo entre um e outro e lhes declaro os estatutos do Eterno e as Suas leis!". 17 Porém o sogro de Môsheh
lhe disse: "N ão é bom o que está fazend o. 18 Certam ente vo cê desfalecerá, assim também com o
esse povo que está com vo cê; porque isso é pesado dem ais para vo cê; vo cê não o pode fazer sozinho.
19 O u ça agora o meu conselho, e o Eterno ajudará vo cê. E que vo cê seja intercessor do povo diante
do Eterno, e vo cê levará as causas ao Eterno; 20 e vo cê ensinará os estatutos e as leis, e lhes mostrará
o cam inho em que eles devem andar, e a obra que eles devem fazer. 21 A lém disso, vo cê procurará
dentre todo o povo homens de capacidade, tementes ao Eterno, homens de con fian ça, que aborreçam
a avareza, e vo cê os porá sobre eles por chefes de m il, chefes de cem , chefes de cinquenta e chefes de
d ez; 22 e que eles julguem o povo em todo o tempo. E que tragam a vo cê somente as causas graves,
m as toda causa pequena eles mesmos a julguem ; e assim aliviarão a carga que está sobre vo cê, e eles
levarão a carga com vo cê. 23 Se vo cê fizer isso, e se for essa a ordem do Eterno, vo cê poderá então
suportar; assim também todo esse povo irá em paz para o seu lugar!". 24 E M ôsheh atendeu à vo z de
seu sogro, e fez tudo quanto ele lhe havia falado; 25 e M ôsheh escolheu homens capacitados dentre
todo o povo de Yish ra'al, e os pôs com o líderes sobre o povo: chefes de m il, chefes de cem , chefes
de cinquenta e chefes de dez. 2 6 E eles julgaram o povo em todo o tempo; as causas graves eles as
traziam a M ôsheh; mas toda causa pequena, julgavam -na eles m esmos. 2 7 E M ôsheh despediu-se de
seu sogro, e Yitro voltou à sua terra.

Yahúh fala com M ôsh e h no m on te Sinay

1 No terceiro mês depois que os filhos de Y ishra'al haviam saído da terra de M itzrayim , no
37 mesmo dia eles chegaram ao deserto de Sinay. 2 E partindo de Refidim , entraram no deserto d
Sinay, onde se acam param ; Y ishra'al acam pou-se a li, em frente do monte. 3 E M ôsheh subiu ao monte
para falar com o Eterno. E do monte Yahúh o cham ou, dizendo: "Assim vo cê falará à casa de Ya'akóv,
e anunciará aos filhos de Y ish ra'al: 4 vocês viram o que fiz aos egípcios, com o lhes levei sobre asas
de águias, e lhes trouxe a M im . 5 Agora se vocês atentamente ouvirem a M inha vo z e cum prirem a
M in ha a lia n ça, então vocês serão a M inha possessão p eculiar dentre todos os povos, porque toda a
terra é M inha! 6 E vocês serão para M im reino sacerdotal e nação separada! São essas as palavras que
você falará aos filhos de Y ish ra 'a l!". 7 E M ôsheh veio e convocou os anciãos do povo, e expôs diante
deles todas essas palavras que Yahúh lhe tinha ordenado. 8 E todo o povo respondeu em uma só voz:
"Tudo o que Yahúh tem falado, farem os!". E M ôsheh relatou a Yahúh as palavras do povo. 9 E Yahúh
disse a M ôsheh: "Eu virei a vo cê em um a nuvem espessa, para que o povo o uça, quando Eu fa la r com
você, e também para que sem pre creiam naq uilo que vo cê disser!". Porque M ôsheh tinha anunciado
as palavras do seu povo a Yahúh. 10 E Yahúh disse ainda a M ôsheh: "V á ao povo, e mande que eles
passem o dia de hoje e amanhã se purificando; e que eles lavem as suas vestes, 1 1 e estejam prontos
para o terceiro d ia; porque no terceiro dia Yahúh descerá diante dos olhos de todo o povo sobre o
monte Sinay. 12 E também vo cê m arcará limites ao povo em redor do monte, dizendo: cuidado! Não
subam o monte, nem toquem o seu limite; todo aquele que tocar o monte certamente será morto. 13
M ão alguma tocará n ele, mas aquele que o tocar será apedrejado ou atirado; quer seja an im al, quer
seja homem , não viverá. Q uando soar o shofa r longamente, eles subirão até o pé do m onte!". 14 E
M ôsheh desceu do monte para estar com o povo e o purifico u; e eles lavaram as suas vestes. 15 E ele
disse ao povo: "Estejam prontos para o terceiro d ia; e lhes abstenham de m ulheres!". 16 E ao terceiro
dia, ao amanhecer, houve trovões, relâmpagos e um a nuvem espessa sobre o monte; e ouviu-se um
sonido de shofa r m uito forte, de m aneira que todo o povo que estava no acam pam ento estremeceu.
1 7 E Môsheh levou o povo para fora do acam pam ento ao encontro do Eterno; e puseram-se ao pé do
monte. 18 Nisso todo o monte Sinay fumegava, porque Yahúh descera sobre ele em fogo; e a fum aça
subiu com o a fum aça de uma fornalha, e todo o monte trem ia fortemente. 19 E o sonido do shofar ia
aumentando cada v e z m ais; M ôsheh falava, e o Eterno lhe respondia através do som. 20 E Yahúh, ten­
do descido sobre o monte Sinay, sobre o cum e do monte, Yahúh cham ou Môsheh para o cum e do mon­
te; e Môsheh subiu. 21 E Yahúh disse a M ôsheh: "D esça e avise o povo que não traspasse os limites até
a M im , a fim de ver Yahúh, para que muitos deles não morram. 22 Avise também os sacerdotes que eles
devem se purificar a fim de poderem chegar perto de Yahúh, para que Yahúh não os m ate!". 23 E M ô­
sheh disse a Yahúh: "O povo não poderá subir ao monte Sinay, porque Você nos tem advertido, dizendo:
marque limites ao redor do monte, e purifique-o!". 24 E Yahúh lhe disse: "D esça e depois você subirá,
e traga Aharon com você; porém os sacerdotes e o povo não traspassem os limites para subir a Yahúh,
para que Eu não os m ate!". 25 E Môsheh desceu até o lugar onde o povo estava, e disse-lhes tudo isso.

O s d e z m andam entos

A 1 E ° Eterno falou todas essas palavras, dizendo: 2 "M eu povo, Eu sou Yahúh, seu C riador, que
^ v F o tirou da terra de M itzrayim , da casa da servidão! 3 N ão tenha ídolos diante de M im . 4 Não
faça imagens, nem esculturas alguma do que há em cim a nos céus, nem em baixo na terra, nem nas
águas debaixo da terra. 5 Não se ajoelh e diante de ídolos, nem os adore; porque Eu, Yahúh, seu C ria­
dor, Sou o Altíssim o zeloso , que castigo os filhos pelos pecados dos p ais até a terceira e quarta geração
daqueles que M e aborrecem . 6 e uso de m isericórdia para com aqueles que M e amam e obedecem
os M eus m andam entos e abençoo os seus descendentes por m ilhares de gerações. 7 Não faça uso
do nome de Yahúh, seu Criador, em vão; porque Yahúh não terá por inocente aquele que fizer uso do
Seu nome em vão. 8 Lem bre-se do dia do shabat, para guardá-lo. 9 Seis dias vo cê trabalhará, e fará
todo o seu trabalho; 10 mas o sétimo dia é o shabat dedicado a Yahúh, seu Criador. Nesse dia não
fará trabalho algum, nem vo cê, nem seu filh o, nem sua filh a, nem o seu servo, nem a sua serva, nem
o seu anim al, nem o estrangeiro que está das suas portas para dentro. 11 Porque em seis dias Yahúh
fez os céus e a terra, o m ar e tudo o que neles existe, e ao sétim o dia Ele descansou; por isso Yahúh
abençoou o dia do shabat, e o separou. 12 H onre seu pai e sua m ãe, para que se prolonguem os seus
dias de vida na terra, que Yahúh, seu Criador, está lhe dando. 13 Não assassine. 14 Não adultere. 15
Não roube (nem furte). 16 Não dê falso testemunho contra o seu próxim o. 17 Não cob ice a casa do
seu p róxim o, nem a m ulher do seu próxim o, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o
seu jum ento, nem coisa alguma do seu p ró xim o!". 18 E todo o povo presenciava os trovões, e os re­
lâmpagos, e o sonido do shofar, e o monte fum egava; e o povo, vendo isso, estrem eceu e ficou longe.
19 E disseram a M ôsheh: "Fale-nos vo cê m esmo, e ouvirem os; mas que o Eterno não fale conosco,
para que não m orram os!". 20 E M ôsheh disse ao povo: "N ão tenham m edo, porque o Eterno veio
para lhes provar, e para que o Seu tem or esteja diante de vocês, a fim de que vocês não pequem !". 21
E o povo estava em pé de longe; porém M ôsheh se chegou às trevas espessas onde o Eterno estava.

Lei a re sp e ito d os altares

22 Então Yahúh disse a M ôsheh: "Assim vo cê dirá aos filhos de Yish ra'al: vo cês viram que dos céus
Eu lhes fa lei. 23 N ão façam deuses de prata ou de ouro para adorá-los ao mesmo tempo que vocês
adoram a M im . 24 U m altar de terra farão para M im , e sobre ele sacrificarão os seus holocaustos, e as
suas oferendas de p az, as suas ovelhas e os seus bois. Em todo lugar em que Eu fizer recordar o Meu
nome, virei a vo cês e os abençoarei. 25 Q uando M e fizerem um altar de pedras, não o construam de
pedras lavradas; porque a sua espada levantaria sobre ele e assim o profanaria. 26 Também vocês não
subirão ao Meu altar por degraus, para que não seja ali exposta a sua n udez!".

Leis a re sp e ito d os servos

1 "E estas são as leis que vo cê lhes deve apresentar: 2 quando vocês com prarem um servo
ivrita, ele lhes servirá por seis anos; mas ao sétimo ele será libertado sem ter de pagar nada.
3 Se ele entrar sozinho, sozinho sairá; se ele tiver m ulher, então com ele sairá a sua m ulher. 4 Se seu
amo lhe der uma m ulher (kena'anita) e ela lhe der filh os ou filhas, a m ulher e os filhos dela serão de
seu amo e ele sairá so zin h o . 5 M as se esse servo expressamente disser: eu amo o m eu am o, a m inha
m ulher (kena'anita) e m eus filhos, não quero ficar livre; 6 então seu amo o levará perante os ju izes, e
o fará chegar à porta, ou ao umbral da porta, e o seu am o lhe furará a orelha com uma sovela; e ele o
servirá para sem pre. 7 Q uando um homem vender sua filh a para ser serva, ela não sairá com o saem
os servos. 8 Se ela não agradar ao seu amo para p u rificá-la para si, ou rem i-la, não poderá vendê-la a
outro homem após tê-lo servido e não havê-la desposado. 9 M as se a desposar com seu filho, fará com
ela conform e o direito de filh as. 10 Se ele arrum ar outra além dela, ele não dim inuirá o mantimento
d ela, nem as suas vestes, nem o seu direito conjugal. 11 E se ele não lhe cum prir essas três obrigações,
ela poderá sa ir livre, sem ter de pagar nada!"

Leis a re sp e ito da violência

12 "E quem ferir a um homem e o matar, certam ente tam bém será morto. 13 Porém, se foi apenas um
acidente, no qual o Eterno lhe destinou que um homem fosse morto por suas mãos, então designarei
um lugar, para onde ele refugiará. 14 Se alguém se levantar propositalmente contra seu próxim o para
m atá-lo à traição, deverá ser morto, ainda que e le tenha fugido para o M eu altar a fim de se salvar!"

Leis a re sp e ito daqueles que batem n os pais

15 "E aquele que bater no seu próprio p ai, ou na sua m ãe, certamente será morto. 16 E quem furtar
algum homem , e o vender, ou mesmo se ele for achado na sua m ão, certam ente será morto. 17 E
quem m aldisser a seu pai ou a sua m ãe, certamente deverá ser morto. 18 Se dois homens brigarem e
um ferir ao outro com pedra ou com o punho, e ele não morrer, m as c air na cam a, 19 se ele tornar a
levantar-se e andar pela rua por sua própria força, então aquele que o feriu será absolvido; somente
lhe pagará o tempo perdido e fará que ele seja com pletamente curado. 20 Se alguém ferir a seu servo
ou a sua serva com p au, e e le m orrer d eb a ixo da sua m ão, certam ente será castigado; 2 1 mas
se sobreviver um ou dois dias, não será castigado; porque a perda do escravo já é um castigo para o
dono. 22 Se alguns homens brigarem, e um ferir uma m ulher grávida, e forem causa de que ela aborte,
não resultando outro dano, ele certam ente será m ultado, conform e o que lhe im puser o m arido da
m ulher, e pagará segundo o arbítrio dos ju ize s; 23 m as se resultar dano, então dará vida por vida, 24
olho por olho , dente por dente, mão por mão, pé por pé, 25 queim adura por queim adura, ferida por
ferida, golpe por golpe. 26 Se alguém ferir o o lho do seu servo ou o o lh o da sua serva e o cegar, então
lhe dará a liberdade por causa do olho. 27 D a mesma form a, se tirar o dente do seu servo ou o dente
da sua serva, lhe dará a liberdade por causa do dente!"

Leis a re sp e ito d e casos acidentais

28 "Se um boi (ou outro anim al qualquer) ch ifrar um homem ou uma m ulher e ele vier a morrer,
certam ente será apedrejado o boi e a sua carne não se com erá; m as o dono do boi será absolvido. 29
M as se o boi já era acostumado a chifrar, e o seu dono, tendo sido alertado e não tomou providência,
e o boi, matando um homem ou um a mulher, o boi será apedrejado, e também o seu dono será morto.
3 0 Se lhe fo r imposto resgate, então dará com o redenção da sua vida tudo quanto lhe fo r imposto;
31 quer tenha o boi chifrado a um filho, quer a uma filha, segundo esse julgamento lhe será feito. 32 Se
um boi chifrar um escravo, ou uma escrava, o dono receberá com o pagamento trinta shekalim de prata,
e o boi será apedrejado. 33 Se alguém tirar a tampa de um poço, ou se alguém cavar um poço e não o
cobrir, e nele cair um boi ou um jumento, 34 o dono do poço dará indenização; e pagará em dinheiro
ao dono do anim al morto, mas ele será seu. 35 Se o boi de alguém ferir de morte o boi do seu próxim o,
então eles venderão o boi vivo e repartirão entre si o dinheiro da venda, e o morto também dividirão
entre si. 36 O u se for notório que aquele boi dantes já era acostumado a chifrar, e seu dono não tomou
as devidas providências, então se pagará boi por boi, porém o morto será seu. 37 Se alguém furtar boi ou
ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cin co bois; e por uma ovelha pagará quatro ovelhas!"

Leis a re sp e ito d e ro u b o s e p re ju ízo s

<3 1 "Se um ladrão fo r pego em fragrante, arrom bando uma casa, e ele for ferido e morrer, quem
^ o feriu não será culpado do seu sangue; 2 mas se o sol houver saído sobre o ladrão, o que o
feriu será réu de sangue. E se o ladrão for pego; e ele nada possuir, será então vendido com o escravo
para restituir o seu furto. 3 Se o furto fo r achado vivo na sua mão, seja boi, ou jumento, ou ovelha, ele
pagará o dobro. 4 Se alguém fizer pastar o seu anim al num cam po ou numa vin ha, e se soltar o seu
anim al e e le pastar no cam po de outrem, do m elhor do seu próprio cam po e do m elhor da sua própria
vin h a ele fará restituição. 5 Se alastrar um fogo e pegar nos espinhos, de modo que sejam destruídas
as medas de trigo, ou a seara, ou o cam po, aquele que acendeu o fogo pagará os p rejuízos alheio . 6
Se alguém entregar o seu próxim o dinheiro, ou objetos para guardar, e isso fo r furtado da casa desse
homem, o ladrão, se fo r achado, pagará o dobro. 7 Se o ladrão não for achado, então o dono da casa
deverá ir à presença dos ju izes para se verificar se não apropriou indevidam ente dos bens do seu
próxim o. 8 Em todo caso de transgressão, seja a respeito de boi, ou de jum ento, ou de ovelhas, ou
de vestes, ou de qualquer coisa perdida de que alguém disser que é sua, a causa de am bas as partes
será levada perante os ju ize s; aquele a quem os ju ize s condenarem pagará o dobro ao seu próxim o.
9 Se alguém entregar a seu próxim o para guardar um jum ento, ou boi, ou ovelha, ou qualquer outro
anim al, e e le morrer, ou ficar aleijad o , ou arrebatado, sem que ninguém o veja, 10 então se fará o
juram ento a Yahúh entre ambos, para ver se o guardador não apropriou indevidam ente dos bens do
seu próxim o; e o dono deverá aceitar o juram ento, e o outro não pagará nada. 11 Porém, se o anim al
lhe tiver sido furtado, deverá fazer restituição ao seu dono. 12 Se tiver sido dilacerado, o outro terá de
trazer com o prova o que sobrou; não dará in denização pelo anim al que foi dilacerado. 13 Se alguém
p edir em prestado a seu próxim o algum an im al, e ele fic ar aleijado ou morrer, não estando presente o
seu dono, esse alguém deverá indenizá-lo; 14 se o dono estiver presente, o outro não dará indeniza-
Leis a re sp e ito da im oralidade e da idolatria

15 "Se alguém sed u zir uma virgem que não for desposada, e se deitar com ela, certam ente deverá pa­
gar por ela o dote e terá que casar com ela. 16 Se o pai dela inteiram ente recusar dá-la em casam ento,
então ele pagará ao pai em dinheiro o que for o dote das virgens. 17 M ate toda m ulher (ou homem)
que pratica a feitiçaria. 18 Todo aquele que manter relação sexual com anim al deverá ser morto. 19 E
quem oferecer sacrifícios aos deuses deverá ser morto; somente ao Eterno poderá oferecê-lo, tão somen­
te a Yahúhl 20 Não m altratem , nem oprim am um peregrino; pois vocês foram peregrinos na terra de
M itzrayim . 21 Não maltratem as viú vas, nem os órfãos. 22 Se de algum modo vocês os afligirem , e
eles clam arem a M im , Eu certam ente ouvirei o seu clam or; 23 e a M inha ira se acenderá, e Eu lhes
m atarei à espada; suas m ulheres ficarão viú vas, e seus filhos ficarão órfãos. 24 Se vo cê emprestar
dinheiro ao M eu povo, ao pobre que está com você, não será duro com ele com o credor; não lhe
imporá juro s. 25 A in d a que vo cê chegue a pegar em penhor as vestes do seu próxim o, vo cê deverá
devolvê-las antes do pôr do sol; 26 porque é a única cobertura que ele tem; é as vestes do seu corpo;
em que se deitaria ele? Q uand o ele clam ar a M im , Eu o ouvirei, porque Sou m isericordioso! 27 Não
blasfem e contra o Eterno, nem am aldiçoe o governador do seu povo. 28 Não tarde em trazer as ofertas
da sua ceifa e dos seus lagares. E o prim ogênito de seus filhos vo cê o dará a M im . 29 Assim fará com
os seus bois e com as suas ovelhas; sete dias o filhote deverá ficar com a m ãe; porém , no oitavo dia,
ofereça-o a M im . 30 Vocês são para M im um povo separado; portanto, não com am carne de anim ais
que tenham sido mortos por feras selvagens; deem essa carne aos cães!"

A re sp e ito d o falso testem unho e da injúria

< 3 O ^ ’ Não espalhem no tícias falsas e não façam a lia n ç a com o ím p io para serem testem unhas
^ falsas. 2 Não sigam a m aioria quando ela faz o que é errado e não deem testemunho falso
para ajudar a m aioria a perverter a ju stiça. 3 N ão façam injustiça nem mesmo para favorecer o pobre
na sua dem anda. 4 Se vocês encontrarem perdido o boi do seu inim igo, ou o seu jumento, sem falta
vo cês o reconduzirão ao seu dono. 5 Se vird es prostrado debaixo da sua carga o jum ento do seu ini­
migo, não o deixe a li, mas ajudem o dono a levantá-lo!"

O s deveres d os ju iz e s

6 "N ã o pervertam o direito do seu pobre na sua dem anda. 7 Não façam acusações falsas, e nem con­
denem à morte o inocente e justo; pois Eu condenarei aquele que fizer essas coisas m ás. 8 Também
vo cês não devem aceitar suborno, porque o suborno cega os que têm vista, e perverte as palavras dos
justos. 9 E não oprim am o peregrino; pois vocês conhecem o coração do peregrino, porque vocês
foram peregrinos na terra de M itzrayim !"

O ano d e d esca n so: o ano sabático

10 "Durante seis anos vo cês sem earão as suas terras, e recolherão os seus frutos; 11 m as no sétimo
ano vo cês a deixarão descansar e fic ar em repouso, para que os pobres do seu povo possam comer,
e do que eles deixarem , com am os an im ais do cam po. E assim vo cês farão também com a sua vinha
e com o seu o liva l!"

O shabat

12 Seis dias vo cês farão os seus trabalhos, mas ao sétimo dia vo cês descansarão; para que descanse
o seu boi e o seu jum ento, e para que repouse o filh o da sua escrava e o estrangeiro. 13 Em tudo o
que lhes tenho falado, vo cês andem apercebidos. D o nome dos deuses vo cês nem farão m enção; que
nunca se ouça das suas bocas o nome deles!"
A s três grandes festas em honra ao Eterno

14 "Três vezes no ano vo cês deverão celebrar um a festa em M inha honra: 15 a chag ha-m atzot vocês
deverão com em orar: por sete dias vocês com erão "m a tzo t" com o ordenei a vocês, no tempo deter­
m inado no mês de "a v iv ", porque nele vo cês saíram de M itzrayim ; e que ninguém apareça perante
M im de mãos va zia s; 16 também vocês deverão com em orar a festa da ceifa, a das p rim ícias do seu
trabalho, que houverem sem eado no cam po; igualm ente vocês deverão com em orar a festa da colheita
à saída do ano, quando vo cês tiverem colh id o do cam po os frutos do seu trabalho. 17 Três vezes no
ano todos os homens devem v ir adorar o Eterno Yahúh. 18 Não ofereçam o sangue do meu sacrifício
com pão fermentado, nem fique da noite para a m anhã a gordura da M inha festa. 19 As prim ícias
dos prim eiros frutos da sua terra trará à C asa de Yahúh, seu Criador. N ão cozinh e um cabrito ou um
cordeirinho no leite da sua própria m ãe!"

Yahúh p ro m e te um anjo para g u ia r o povo

2 0 "E Eu envio um anjo adiante de vocês, para protegê-los pelo cam inho e para conduzi-los ao lugar
que lhes tenho preparado. 21 Andem apercebidos diante dele, e obedeçam a sua vo z; não sejam re­
b eld es c o n tra e le , p o rq u e e le não p erd o a rá a re b e ld ia de v o c ê s ; p o is n e le está o M eu no m e.
2 2 M as se, na verdade, vocês ouvirem a sua vo z, e obedecerem a tudo quanto Eu lhes disser, então
serei inim igo dos seus inimigos, e adversário dos seus adversários!"

Yahúh pro m e te ao po v o de Y ishra'al a p o sse da terra

23 Porque o Meu anjo irá adiante de vocês e os introduzirá na terra dos em oritas, dos chititas, dos
p 'rizitas, dos kena'anitas, dos chivitas e dos yevussitas; e Eu os destruirei. 24 Não se curvem diante
dos deuses deles, nem os adorem, nem sigam os seus costumes religiosos. Destruam os deuses deles
e quebrem todos os seus m onum entos de idolatria. 25 Se vo cês adorarem somente a m im , Yahúh, o
C riador de vocês, Eu os abençoarei dando-lhes pão e água; e Eu tirarei de vocês todas as enfermida­
des. 26 E na terra de vo cês não haverá m ulher que aborte, nem estéril. E darei a vocês uma vida longa.
27 Enviarei o Meu terror adiante de vocês, pondo em confusão todos os povos em cujas terras vocês vão
entrar, e farei que todos os seus inimigos fujam de vocês. 28 Também enviarei na sua frente vespas, que
expulsarão da presença de vocês os chivitas, os kena'anitas e os chititas. 29 Não os expulsarei num só
ano, para que a terra não se torne em deserto, e as feras do cam po não se m ultipliquem contra vocês.
3 0 Pelo contrário, Eu expulsarei esses povos pouco a pouco, até que vocês se tornem mais numerosos e
tomem posse da terra por herança. 31 E fixarei os seus limites desde o M ar Suf até o m ar dos pelishtim ,
e desde o deserto até o rio (Eufrates); porque entregarei em suas mãos os moradores da terra, e vocês os
expulsarão da presença de vocês. 32 Não façam nenhuma aliança com eles, nem com os deuses deles.
33 Não deixem que esses povos vivam na terra de vocês, para que não os façam pecar contra M im ; pois
se vocês adorarem os deuses deles, isso será uma arm adilha mortal para vocês!"

A aliança d e Yahúh com Y ishra'al

< 3 / í 1 E Yahúh disse a M ôsheh: "Subam o monte e venham à M inha presença, vo cê e Aharon,
r Nadav e A viyahu, e setenta dos ancião s de Yish ra'al, e vo cês se prostrarão de longe. 2 Só
você, M ôsheh, chegará perto de Yahúh; os outros não se aproxim arão; nem o povo subirá com ele!".
3 E Môsheh veio e contou ao povo todas as palavras de Yahúh e todas as leis; então todo o povo
respondeu num a só vo z: "Tudo o que Yahúh tem falado, assim o farem os!". 4 E M ôsheh escreveu
todas as palavras de Yahúh e levantado-se de m anhã bem cedo, construiu um altar ao pé do monte,
e doze colunas, sim bolizando as doze tribos d e Y ish ra 'al, 5 e enviou os primogênitos dos filhos de
Yish ra'al, os quais ofereceram holocaustos, e sacrificaram n ovilhos a Yahúh com o ofertas de elevação,
e sacrifício s de p az. 6 E M ôsheh pegou a metade do sangue e a pôs em b acias; e a outra metade do
sangue espargiu sobre o altar. 7 E pegou o Livro da A lian ç a e o leu perante o povo; e o povo disse:
"Tudo o que Yahúh tem falado, assim o faremos e obedecerem os!" 8 E M ôsheh pegou aquele sangue,
e espargiu-o sobre o povo e disse: "Este é o sangue que sela a a lia n ça que Yahúh tem feito com vocês
a respeito de todas essas p alavras!". 9 E Môsheh e Aharon, Nadav e A viyahu, e setenta dos anciãos
de Yishra'al 10 subiram e viram o A ltíssim o d e Y ish ra 'al, e debaixo de Seus pés havia com o que uma
calçada de pedra de safira, tão límpida que parecia com o próprios céus na sua pureza. 11 Porém Ele
não estendeu a Sua m ão contra os nobres dos filhos de Y ish ra'al; eles viram o resplendor do Eterno e
depois com eram e beberam juntos.

M ôsh e h e os anciãos sobem novam ente no m on te Sinay

12 E Yahúh disse a M ôsheh: "Suba o monte onde estou, e espere aqui, pois lhe darei as tábuas de
pedra, e a lei, e os m andamentos que Eu escrevi, para lhes en sin ar!". 13 E levantaram -se Môsheh com
Yahúshua [filho de N u n ), seu ajudante, e subiram o monte do Eterno, 14 e tendo falado aos anciãos,
disse: "Esperem -nos aqui até que voltem os a vocês; e Aharon e C h u r ficarão com vo cês; quem tiver
alguma questão para resolver deverá falar com eles!". 15 E Môsheh subiu ao monte, e a nuvem co ­
briu o m onte. 16 E o resplendor de Yahúh repousou sobre o m onte Sinay, e a nuvem o cobriu por seis
d ias; e ao sétimo dia, do m eio da nuvem , o Eterno cham ou M ôsheh. 17 E a aparência do resplendor
de Yahúh era com o um fogo consum idor no cum e do monte aos olhos dos filhos d e Y ish ra 'al. 18 E
Môsheh entrou no m eio da nuvem , depois que subiu ao monte; e M ôsheh esteve no monte quarenta
d ias e quarenta noites.

Yahúh manda o p ovo tra zer ofertas para o tabernáculo

f™ 1 E Yahúh disse a M ôsheh: 2 "Fale aos filhos de Yish ra'al que tragam a M im uma oferta alçada;
^ de todo homem cujo coração se mover voluntariamente, dele receberão a M inha oferta alçada.
3 E essa é a oferta alçada que receberão deles: ouro, prata, cobre, 4 tecido de lã azul-celeste, púrpura,
carm esim , linho fino, peles de cabra, 5 lãs de carneiro tingidas de verm elho, peles de golfinho, ma­
deira de a cá c ia, 6 azeite para a lu z, especiarias para o azeite da unção e para o incenso aromático,
7 pedras de ô n ix, e pedras de engaste para o éfod e para o peitoral. 8 E com isso farão para M im um
m ikdosh, para que Eu habite no m eio deles. 9 E conform e tudo o que Eu lhes mostrar para m odelo do
tabernáculo, e para m odelo de todos os seus m óveis, façam exatam ente assim !".

A A rca da Aliança

10 "Tam bém façam um a arca de m adeira de acá cia; o seu com prim ento será de um metro e dez cen­
tímetros, e a sua largura de sessenta e seis centímetros, e a sua altura também será de sessenta e seis
centímetros. 11 Revistam de ouro puro essa c aixa , por dentro e por fora; e fa ça sobre ela um a moldura
de ouro ao redor; 1 2 e façam para ela quatro argolas de ouro, e ponham nos quatro cantos dela; duas
argolas de um lado e duas do outro. 13 Façam também varas de m adeira de acá cia, e as revistam de
ouro. 14 C olo q u em as varas nas arg o las, aos lados da a rca, para que a arca possa ser carregada.
15 A s varas perm anecerão nas argolas da arca; não serão tiradas dela. 16 Eu lhes darei as duas tábuas
de pedra, onde estão escritos os m andam entos; e vo cê porá essas tábuas na arca!"

O p ro p icia tó rio de ouro puro

17 "Faça também um propiciatório, de ouro puro, de um metro e dez de com prim ento por sessenta e
seis centímetros de largura. 18 Faça também dois keruvim de ouro; de ouro batido, e os coloque nas
duas extrem idades do propiciatório. 19 Coloque um K'ruv num a extrem idade e o outro K 'ruv na outra
extrem idade. Isso deve ser feito de modo que os keruvim formem uma só peça com o propiciatório.
2 0 E os keruvim estenderão as suas asas por cim a do propiciatório, cobrindo-o com as asas, tendo as
faces voltadas um para o outro; as faces dos keruvim estarão voltadas para o propiciatório. 21 C olo ­
que dentro da arca as duas tábuas de pedra que Eu vou lhe dar e ponha o propiciatório em cim a da
arca. 2 2 E ali Eu virei a vo cê, e de cim a do propiciatório, do m eio dos dois keruvim que estão sobre
a A rca do Testemunho, falarei com vo cê a respeito de tudo o que Eu lhe ordenar a respeito dos filhos
de Yishra'al!"

A m esa d os p ã es da p resença d o Eterno

23 "V o cê deve fazer também um a mesa de m adeira de acá cia com as seguintes m edidas: oitenta e
oito centímetros de com prim ento, a sua largura de quarenta e quatro centímetros e a sua altura de
sessenta e seis centímetros. 24 Revista de ouro puro a mesa e fa ça um a moldura de ouro ao redor dela.
25 Faça também ao redor da mesa uma guarnição de quatro dedos de largura, e ao redor na guarnição
faça uma m oldura de ouro. 26 Faça também quatro argolas de ouro e coloque as argolas nos quatro
cantos, que estarão sobre os quatro pés. 27 E junto da guarnição estarão as argolas, com os lugares
para co lo ca r as varas, para carregar a m esa. 2 8 Essas varas deverão ser feitas de m adeira de acá cia
e revestidas de ouro. Por essas varas se carregará a m esa. 29 Faça também os pratos, as colheres, os
cântaros e as tigelas com que serão oferecidas as libações; de ouro puro. 3 0 E sobre a mesa vo cê porá
os pães da proposição perante M im , continuam ente!"

A m enoráh d e ouro p u ro

31 "Faça também um a m enoráh de ouro puro; faça de ouro batido a m enoráh, tanto o seu pedestal
com o a sua haste; os seus copos, os seus cálices e as suas corolas formarão com ele uma só peça. 32
E de seus lados sairão seis braços: três de um lado, e três do outro. 33 Em cada um dos seis braços
deverá ter três copos na form a de flores de am êndoa, com c á lic e e corola; assim se farão os seis bra­
ços que saem da m enoráh. 34 M as na haste central deverá haver quatro copos na forma de flores de
amêndoa, com os seus cálic e s e as suas corolas, 35 e um c á lic e debaixo de dois braços, formando
com a haste uma só p eça; outro c á lice debaixo de dois outros braços, de uma só peça com a haste;
e ainda outro c á lic e debaixo de dois outros braços, de uma só peça com a haste; assim será para os
seis braços que saem da m enoráh. 36 E os seus cálic e s e os seus braços deverão form ar uma só peça
com a haste; e tudo deverá ser de ouro puro batido. 3 7 Faça também sete candeias para a m enoráh,
as quais deverão ser acesas para alum iar defronte dele. 38 As tesouras de cortar os pavios das can­
d eias e os cin zeiro s deverão ser de ouro puro. 39 U se trinta e quatro quilos de ouro puro para fazer a
m enoráh, com todos esses utensílios. 40 E que atentamente vo cê os faça conform e o seu m odelo que
Eu lhe mostrei no m onte!"

A s cortina s do tabernáculo

< 3 £ L 1 Faça o tabernáculo de dez cortinas de linho fino torcido, e tecido de lã azul-celeste, púrpura
^ v J e verm elha; e borde nelas figuras de keruvim . 2 Cada cortina deverá ter doze metros e m eio
de com prim ento por um metro e oitenta de largura; todas as cortinas deverão ser da m esma medida.
3 C in c o cortinas deverão ser en laçadas, cada uma à outra; e as outras cin co deverão ser enlaçadas da
mesma m aneira. 4 Ponha laçadas de tecido de lã azul-celeste na orla da últim a cortina do prim eiro
grupo; faça assim tam bém na orla da prim eira cortina do segundo grupo; 5 isto é, cinquenta laçadas
na orla de uma cortina, e cinquenta laçadas na orla da outra; as laçadas deverão ser contrapostas uma
à outra. 6 Faça também cinquenta colchetes de ouro, e prenda com eles as cortinas, uma à outra;
assim o tabernáculo formará um a só peça. 7 Faça também cortinas de peles de cabra para servirem
de tenda sobre o tabernáculo; fa ça onze cortinas dessas. 8 O com primento de cada cortina deverá
ser de treze metros e trinta centímetros, e a largura de cada cortina de um metro e oitenta centím e­
tros; as o nze cortinas deverão ser de uma mesma m edida. 9 Costure c in c o cortinas em um grupo, e
as outras seis cortinas em outro grupo; e dobre a sexta cortina na frente da tenda. 10 Faça cinquenta
laçadas na orla da últim a cortina do prim eiro grupo, e outras cinquenta laçadas na orla da prim eira
cortina do segundo grupo. 11 Faça tam bém cinquenta colchetes de bronze, e coloque os colchetes
nas laçadas, juntando assim as duas peças da tenda, para que venha form ar uma cobertura só. 12 E
o resto que sobrar das cortinas da tenda, isto é, a m eia cortina que sobrar, deverá ser estendida sobre
as costas do tabernáculo. 13 E os quarenta e quatro centímetros que sobrarem de um lado e de outro
no com prim ento das cortinas da tenda deverão ser estendidos de um e de outro lado do tabernáculo,
para cobri-lo. 14 Faça também para a tenda uma coberta de lã de carneiro tingida de verm elho, e por
c im a dessa, uma coberta de peles de golfinho!"

A s tábuas d o tabernáculo

15 "Faça também as tábuas para o tabernáculo de m adeira de acá cia, as quais serão colocadas verti­
calm ente. 16 0 com primento de cada tábua deverá ser de quatro metros e quarenta centímetros, e a
sua largura, de sessenta e oito centímetros. 17 D o is en caixes terá cada tábua, unidas uma à outra por
travessas; assim vo cê deverá fa zer com todas as tábuas do tabernáculo. 18 E ao fazer as tábuas para
o tabernáculo, faça vinte delas para o lado su l. 19 Faça também quarenta bases de prata debaixo das
vinte tábuas; duas bases debaixo de uma tábua, para os seus dois en caixes, e duas bases debaixo de
outra, para os dois en caixes dela. 20 E também para o outro lado do tabernáculo, o que dá para o
norte, faça vin te tábuas, 2 1 com as suas quarenta bases de prata; duas bases debaixo de uma tábua
e duas debaixo de outra. 22 E para o lado posterior do tabernáculo, o que dá para o oeste, faça seis
tábuas. 23 Faça também duas tábuas para os cantos do tabernáculo no lado posterior. 24 E por baixo
serão duplas, do mesmo modo se estendendo inteiras até a prim eira argola em cim a; faça assim com
as duas tábuas; elas serão para os dois cantos. 25 E haverá oito tábuas com as suas dezesseis bases
de prata: duas bases debaixo de uma tábua e duas debaixo da outra. 2 6 Faça tam bém travessões de
m adeira de a cá c ia; c in co para as tábuas de um lado do tabernáculo, 2 7 e c in co travessões para as
tábuas do outro lado do tabernáculo, com o também c in c o travessões para as tábuas do outro lado do
tabernáculo, de am bas as bandas, para o oeste. 28 O travessão central passará ao m eio das tábuas, de
uma extrem idade à outra. 29 Revista de ouro as tábuas, e de ouro faça as suas argolas, com o lugares
para os travessões; também revista de ouro os travessões. 30 A rm e o tabernáculo conform e o m odelo
que Eu lhe mostrei no m onte!"

O véu, o re p o ste iro e as colunas

31 "Faça também um véu de tecido de lã azul-celeste, púrpura, verm elha, e linho fino torcido (que
servirá com o divisória); com K'ruv, obra de artista; 32 e pendure esse véu sobre quatro colunas de
m adeira de a cá c ia, revestidas de ouro; seus colchetes serão de ouro e serão fixados em quatro bases
de prata. 33 Pendure o véu d ebaixo dos colchetes e leve para dentro do véu a A rca do Testemunho;
esse véu fará a separação entre o lugar sagrado e o lugar especialm ente sagrado. 34 Ponha o propicia­
tório sobre a Arca do Testemunho no lugar especialm ente sagrado; 35 e ponha a mesa fora do véu, e a
m enoráb em frente à mesa, para o lado sul do tabernáculo; e ponha mesa para o lado norte. 36 Faça
tam bém para a porta da tenda um véu de tecido feito de linho fino e fio s de lã azul-celeste, púrpura e
verm elha; obra de bordador. 37 E faça para o véu c in c o colunas de m adeira de acá cia, revestindo-as
de ouro; seus colchetes também serão de ouro, e para elas faça cin co bases de bronze!"

O altar d os holocaustos

1 "Faça o altar de m adeira de a cá c ia; de dois metros e vinte centímetros de com prim ent
^ / dois metros e vinte de largura e um metro e trinta de altura; o altar será quadrado. 2 Nos quatro
cantos faça quatro pontas, as quais formarão uma só peça com o altar, que deverá ser revestido de
bronze. 3 Faça também os cin zeiro s, para recolher a sua c in z a , e as pás, e as b acias, e os garfos e os
braseiros; todos os seus utensílios deverão ser feitos de bronze. 4 faça também uma grade de bronze
em forma de rede, e faça para essa rede quatro argolas de bronze nos seus quatro cantos, 5 e ponha-a
em baixo da borda em volta do altar, de m aneira que a rede chegue até o m eio do altar. 6 Faça também
varas para o altar, varas de m adeira de acá c ia, e revista-as de bronze. 7 As varas serão en caixadas nas
argolas, e estarão de um e de outro lado do altar quando for carregado. 8 Esse altar, feito de m adeira,
deverá ser oco, de acordo com o m odelo que Eu lhe mostrei no m onte!"

O p á tio d o tabernáculo

9 "Faça também o pátio do tabernáculo. No lado que dá para o su l, o pátio terá cortinas de linho fino
torcido, de quarenta e quatro metros de com prim ento. 1 0 Elas serão sustentadas por vinte colunas e
vin te bases, todas de bronze; os colchetes das colunas e as suas faixas serão de prata. 11 E assim tam­
bém ao longo do lado do norte haverá cortinas de quarenta e quatro metros de com prim ento, e serão
vinte as suas colunas e vinte as bases destas, todas de bronze; os colchetes das colunas e as suas faixas
serão de prata. 12 E na largura do pátio do lado oeste haverá cortinas de vin te e dois metros; serão dez
as suas colunas, e d ez as bases destas. 13 Semelhantem ente, a largura do pátio do lado que dá para
o nascente será de vin te e dois metros. 14 A s cortinas para um lado da porta serão de seis metros e
sessenta centímetros; três serão as suas colunas, e três as bases destas. 15 E de seis metros e sessenta
serão as cortinas para o outro lado; as suas colunas serão três, e três as bases destas. 16 E também à
porta do pátio haverá um véu de oito metros e oitenta centímetros, de tecido de lã azul-celeste, púr­
pura, verm elha, e linho fino torcido, obra de bordador; as suas colunas serão quatro, e quatro as bases
destas. 17 E todas as colunas do pátio ao redor serão cingidas de faixas de prata; os seus colchetes
serão de prata, porém as suas bases de bronze. 18 0 com prim ento do pátio será de quarenta e quatro
metros por vin te e dois metros de largura, e a altura de dois metros e vinte centímetros; as cortinas
serão de linho fino torcido; e as bases das colunas, de bronze. 19 E todos os utensílios do tabernáculo
em todo o seu serviço, e todas as suas estacas, e todas as estacas do pátio serão de bro nze!"

O azeite para a m enoráh

2 0 "E m ande que os filhos d eY ish ra'al, que lhe tragam azeite puro de olive ira, batido, para a m enoráh,
para m anter uma candeia acesa continuam ente. 21 E na Tenda da R evelação, fora do véu que está
diante do testemunho, Aharon e seus filh os a conservarão em ordem, desde à tarde até pela m anhã,
perante Yahúh; esse será um estatuto perpétuo para os filhos de Yishra'al por todas as suas gerações!"

Yahúh e sc o lh e A ha ron e seu s filhos para sacerd otes

<1 Q 1 "M ande cham ar o seu irm ão Aharon e os filhos dele, dentre os filhos d eY ish ra 'al, para m inis-
^ O t r a r e m o o fício sacerdotal diante de M im ; isto é: A haro n, Nadav e A viyahu, A l'a z a r e lytamar,
os filhos de Aharon. 2 Faça roupas de sacerdote para Aharon, seu irm ão, para honra e ornamento!"

A s vestes sacerdotais

3 "C ham e a todos os homens hábeis, a quem Eu tenha enchido do espírito de sabedoria, para que
façam as vestes de A haron para separá-lo, a fim de que ele m inistre diante de M im o o fício sacerdotal.
4 E essas são as vestes que deverão ser feitas: um peitoral, um éfod, um manto, uma túnica bordada,
uma testeira e um cinto; farão as vestes sagradas para Aharon, seu irm ão, e para seus filhos, a fim de
m inistrarem diante de M im o ofício sacerdotal. 5 E receberão o ouro, o tecido de lã azul-celeste, a
púrpura, o carm esim e o linho fino, 6 e façam o éfod de ouro, tecido de lã azul-celeste, púrpura, car­
m esim e linho fino torcido, obra de artista. 7 E terá duas ombreiras, que se unam às suas duas pontas,
para que seja unido. 8 E o cinto de obra sem elhante do éfod, que estará sobre ele, form ando com ele
um a só p eça, será de obra sem elhante de ouro, tecido de lã azul-celeste, púrpura, carmesim e linho
fino torcido. 9 Pegue duas pedras de ô n ix, e grave nelas os nomes dos filhos de Yish ra'al. 10 Seis dos
seus nomes numa pedra, e os outros seis nomes restantes na outra pedra, segundo a ordem dos seus
nascim entos. 11 E conform e a obra de lapidário, com o a gravura de um selo, grave nas duas pedras
os nomes dos filh os de Yishra'al e para montar as pedras em de engastes de ouro. 12 Ponha as duas
pedras nas ombreiras do éfod, para servirem de pedras de m emorial para os filhos de Y ishra'al; assim
sobre um e outro ombro Aharon levará perante Yahúh os seus nomes com o m em orial. 13 Faça tam­
bém engastes de ouro, 14 e duas correntinhas de ouro puro; com o cordas as fará, de obra trançada; e
aos engastes fixará as correntinhas de obra trançada!"

O p e ito ra l

15 "Faça também o peitoral do ju ízo , obra de artista; conform e o feitio do éfod o fará; de ouro, de
tecido de lã azul-celeste, de púrpura, de carm esim , e de linho fino torcido o fará. 16 Q uadrado e
duplo, e será de um palm o o seu com prim ento, e de um palm o a sua largura. 17 Encha-o de pedras
de engaste, em quatro fileiras: a prim eira será de um rubi, um topázio e uma esm eralda; 18 a segun­
da fileira será de um carb ún cu lo, uma safira e um diam ante; 19 a terceira fileira será de um jacinto ,
uma ágata e um a ametista; 2 0 e a quarta fileira será de uma crisólita, um ô n ix e um jaspe; elas serão
guarnecidas de ouro nos seus engastes. 21 E as pedras serão segundo os nomes dos filhos de Yishra'al,
doze segundo os seus nomes; serão com o a gravura de um selo, cada um a com o seu nome, para
as doze tribos. 22 Faça também sobre o peitoral correntinhas com o cordas, obra de trança, de ouro
puro. 23 E igualm ente sobre o peitoral faça duas argolas de ouro, e ponha as duas argolas nas duas
extrem idades do peitoral. 24 Coloque as duas correntinhas de ouro, de obra trançada, nas duas argo­
las nas extrem idades do peitoral; 25 e as outras duas pontas das duas correntinhas de obra trançada
coloque nos dois engastes, e as ponha nas ombreiras do éfod, na parte dianteira dele. 26 Faça outras
duas argolas de ouro, e as ponha nas duas extrem idades do peitoral, na sua borda que estiver junto ao
lado interior do éfod. 2 7 Faça m ais duas argolas de ouro, e as ponha nas duas om breiras do éfod, para
b aixo , na parte dianteira, junto à costura, e acim a do cinto de adorno do éfod. 28 E ligarão o peitoral,
pelas suas argolas, às argolas do éfod por m eio de um cordão de tecido de lã azul-celeste, de modo
que fique sobre o cinto de adorno do éfod e não se separe o peitoral do éfod. 29 E assim Aharon levará
os nomes dos filhos de Yishra'al no peitoral do ju ízo sobre o seu coração, quando entrar no m ikdosh,
para m em orial perante Yahúh continuam ente!"

O s U rim e os Tumim

3 0 "C o loque no peitoral do ju ízo os U rim e os Tum im , para que estejam sobre o coração de Aharon
quando entrar perante Yahúh; e assim Aharon levará o ju ízo dos filhos de Yishra'al sobre o seu coração
perante Yahúh continuam ente. 31 Faça também o manto do éfod lodo de tecido de lã azul-celeste. 32
E no m eio dele faça um a abertura para a cabeça; essa abertura terá um a orla de obra tecida ao redor,
com o a abertura de cota de m alha, para que não se rasgue. 33 E nas suas orlas, em todo o seu redor,
faça romãs de tecido de lã azul-celeste, púrpura e carm esim , e cam painhas de ouro, entremeadas
com elas ao redor. 34 U m a cam painha de ouro, e uma romã, outra cam painha de ouro, e outra romã,
haverá nas orlas do manto ao redor. 35 Aharon deverá usá-lo quando ministrar, para que se ouça o
sonido ao entrar ele no m ikdosh perante Yahúh e ao sair, para que ele não m orra!"

A p laca d e ouro p u ro

3 6 "Faça também uma p laca de ouro puro, e grave nela com o a gravura de um selo: 'Kodesh la Yahúh"
[que significa "Im acu lad o é Y ahúh"]. 37 E ponha-a em um cordão de tecido de lã azul-celeste, de
m aneira que esteja na testeira; bem na frente da testeira deverá estar. 38 Aharon deverá usá-la na
testa continuam ente, e assim Aharon levará a culpa concernente às coisas sagradas, que os filhos de
Y ishra'al separarem em todas as suas ofertas consagradas, para que eles sejam aceitos perante Yahúh.
39 E vo cê também tecerá a túnica enxadrezada de linho fino; bem com o de linho fino fará a testeira;
e fará o cinto, obra de bordador. 40 Também faça túnicas para os filhos de Aharon; cintos, também
tiaras, para honra e ornamento. 41 Com essa roupa vista o seu irm ão Aharon, e também seus filhos, e
depois vo cê os ungirá e os consagrará, e os separará, para que m inistrem o sacerdócio diante de M im .
42 E faça também calções de linho para cobrir a nudez deles, calções que vão da cintura até as coxas.
43 E Aharon e os seus filhos deverão usá-los sempre que entrarem na Tenda da Revelação, ou quando
chegarem ao altar para m inistrar no m ikdo sh, para que não incorram em cu lp a e m orram ; isso será
estatuto perpétuo para ele e para a sua descendência depois dele!"

O s a c rifício e as cerim ônias da consagração

O O 1 ’sso ® ° °lue vo cê deve fa ze r para consagrá-los, para que m e m inistrem o sacerdócio:


^ Z / pegue um n ovilho e dois carneiros sem defeito, 2 e pão sem fermento e bolos sem fermento,
am assados com azeite, e bolachas sem fermento, untadas com azeite; de flor de farinha de trigo deve­
rão ser feitos; 3 e ponha-os num cesto, e os traga no cesto, com o novilho e os dois carneiros. 4 Faça
com que Aharon e seus filh os cheguem à porta da Tenda da R evelação e os lave com água. 5 E depois
pegue as vestes e vista a tú n ica em Aharon e o manto do éfod, o éfod e o peitoral, e ponha o éfod
com o seu cinto de adorno; 6 e lhe coloque a testeira na cab eça; e sobre a testeira ponha a coroa de
pureza; 7 então pegue o óleo da unção e derram e sobre a cabeça de A haro n, e vo cê o ungirá. 8 Traga
seus filh os e vista-lhes as túnicas, 9 e vo cê os cingirá com cintos, a Aharon e a seus filhos, e lhes atará
as tiaras. Por estatuto perpétuo eles terão o sacerdócio; você consagrará Aharon e seus filhos. 1 0 Faça
chegar o n ovilho diante da Tenda da R evelação, e Aharon e seus filh os porão as m ãos sobre a cabeça
do no vilho ; 11 e vo cê degolará o n ovilho perante Yahúh, à poita da Tenda da R evelação. 12 E você
pegará do sangue do novilho, e com o dedo o porá sobre as pontas do altar, e todo o sangue restante
derram ará à base do altar. 13 E pegará toda a gordura que cobre as entranhas, o redenho do fígado, os
dois rins e a gordura que houver neles, e as queim ará sobre o altar; 14 mas a carne do no vilho , o seu
couro e o seu excrem ento queim ará fora do acam pam ento; isso é sacrifício pelo pecado. 15 E você
pegará um carneiro, e Aharon e seus filh os porão as mãos sobre a cab eça dele, 16 e você degolará o
carneiro e, pegando o seu sangue, o aspergirá sobre o altar ao redor; 17 e partirá o carneiro em suas
partes, e lavará as suas entranhas e as suas pernas, e as porá sobre as suas partes e sobre a sua cabeça.
18 E assim queim ará todo o carneiro sobre o altar; isso é um holocausto para Yahúh; é cheiro suave,
oferta queimada para Yahúh. 19 E vo cê pegará o outro carneiro, e Aharon e seus filhos porão as mãos
sobre a cabeça dele; 20 e você degolará o carneiro, e pegará do sangue do carneiro, e o porá sobre a
ponta da orelha direita de Aharon e sobre a ponta da orelha direita de seus filhos, com o também sobre
o dedo polegar da sua m ão direita e sobre o dedo polegar do seu pé direito; e aspergirá o sangue sobre
o altar ao redor. 21 E vo cê pegará do sangue que estará sobre o altar, e do óleo da u nção, e os asper­
girá sobre Aharon e sobre as suas vestes, e sobre seus filhos, e sobre as vestes de seus filhos com ele;
assim ele será consagrado e as suas vestes, também seus filhos e as vestes de seus filhos com ele. 22 E
vo cê pegará do carneiro a gordura e a cauda gorda, a gordura que cobre as entranhas e o redenho do
fígado, os dois rins com a gordura que houver neles e a coxa direita, porque é carneiro da pu rificação
e p az, 23 e um pedaço de pão, um bolo de pão azeitado e uma bolacha do cesto de "m a tzo t" que
estará perante Yahúh, 24 e tudo porá nas m ãos de Aharon, e nas mãos de seus filh os; e por oferta de
m ovim ento o m overá perante Yahúh. 25 E o pegará das suas m ãos e o queim ará no altar sobre o ho­
locausto, por cheiro suave perante Yahúh; é oferta queim ada a Yahúh. 26 E também pegará o peito do
carneiro da p u rificação, que é de Aharon, e por oferta de m ovim ento o moverá perante Yahúh; e isso
será a sua porção. 27 E consagrará o peito da oferta de movim ento e a coxa da oferta alçada, depois de
m ovida e alçad a, isto é, aq u ilo do carneiro da p u rificação que for de Aharon e de seus filhos; 28 e isso
será para Aharon e para seus filhos a porção de direito, para sem pre, da parte dos filhos de Yishra'al
porque é oferta alçada; e oferta alçada será dos filh os de Yishra'al, dos sacrifício s das suas ofertas de
paz, oferta alçad a a Yahúh. 29 As vestes sagradas de Aharon ficarão para seus filhos depois dele, para
nelas serem ungidos e consagrados. 30 Sete dias os vestirá aquele que de seus filhos for sacerdote
em seu lugar, quando entrar na Tenda da R evelação para m inistrar no m ikdosh. 31 E vo cê também
pegará o carneiro da p u rificação e cozinhará a sua carne no lugar sagrado. 32 E A haron e seus filhos
com erão a carne do carneiro, e o pão que está no cesto, à porta da Tenda da R evelação; 33 e com erão
as coisas com que fo r feita exp iação , para purificá-los e para consagrá-los; mas delas o estranho não
com erá, porque são sagradas. 34 E se sobrar alguma coisa da carne da p u rificação, ou do pão, até
pela m anhã, o que sobrar queim ará no fogo; não se com erá, porque é sagrado. 35 Conform e tudo o
que lhe tenho ordenado, faça durante sete dias as cerim ônias para ordenar Aharon e os seus filhos. 36
E também cada d ia oferecerá para exp iação o n ovilho de sa crifício pelo pecado; e purificará o altar,
fazendo exp iação por ele; e o ungirá para consagrá-lo. 37 Faça exp iação pelo altar durante sete dias, e
o consagrará; e o altar se tornará especialm ente sagrado; tudo o que tocar no altar se tornará sagrado!"

As ofertas con tín ua s, ou seja, d e todos os dias

38 "Isso é o que deverá ser oferecido sobre o altar: dois cordeiros de um ano a cada dia, continua­
mente. 39 U m cordeiro oferecerá pela m anhã, e o outro cordeiro oferecerá à tardinha. 40Junto com o
p rim eiro cordeiro ofereça a décim a parte de farinha de trigo misturada com a quarta parte de um hin
de azeite batido, e para libação, a quarta parte de um hin de vinh o . 41 E o outro cordeiro oferecerá
à tardinha, e com e le fará oferenda de cereais com o a oferta da m anhã, e conform e a sua oferta de
libação, por cheiro suave; oferta queimada é a Yahúh. 42 E esse será o holocausto contínuo por suas
gerações, à porta da Tenda da Revelação, perante Yahúh, onde lhes encontrarei, para fa la r com você
a li. 43 E ali virei aos filh os de Yishra'al; e a tenda será consagrada pelo Meu resplendor; 44 consagra­
rei a Tenda da R evelação e o altar; também consagrarei Aharon e seus filhos, para que m inistrem o
sacerd ó cio d iante de M im . 4 5 E hab itarei no m eio dos filh o s d e Y is h ra 'a l, Serei o A ltíssim o deles;
4 6 e eles saberão que Eu Sou Yahúh, seu C riador, que os tirou da terra de M itzrayim , para habitar entre
eles; Eu Sou Yahúh, seu C riador!"

O a lta r de queim ar in cen so

*3 "Faça um altar para queim ar o incenso; de m adeira de a cá cia ele deverá ser feito. 2 O seu
v f com prim ento será de quarenta e quatro centímetros, e a sua largura, de quarenta e quatro cen­
tímetros; será quadrado; e de oitenta e oito centímetros será a sua altura; as suas pontas form arão uma
só peça com ele. 3 E revista-o de ouro puro, tanto a face superior com o as suas paredes ao redor, e as
suas pontas; e lhe faça uma m oldura de ouro ao redor. 4 Faça também duas argolas de ouro debaixo
da sua m oldura; nos dois cantos de ambos os lados as fará; e elas servirão de lugares para as varas
com que o altar será carregado. 5 Faça também as varas de m adeira de a cá c ia e as revista de ouro. 6
E ponha o altar diante do véu que está junto à A rca do Testemunho, diante do propiciatório, que se
acha sobre o testemunho, onde Eu virei a vo cê. 7 E Aharon queim ará sobre ele o incenso das especia­
rias; cada m anhã, quando puser em ordem as candeias, o queim ará. 8 E também quando acender as
c andeias à tardinha, o queim ará; esse será incenso perpétuo perante Yahúh, pelas suas gerações. 9 E
não oferecerão sobre ele incenso estranho, nem holocausto, nem oferenda de cereais; nem tam pouco
derram arão sobre ele ofertas de libação. 10 E uma vez no ano Aharon fará exp iação sobre as pontas
do altar; com o sangue do sacrifício de exp iação de pecado, fará exp iação sobre ele uma ve z no ano
p elas suas gerações; esse altar será especialm ente sagrado para Yahúh!"

O pagam en to d o resgate d e s i p ró p rio

11 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 12 "Q u an d o vo cê fizer o recenseamento dos filhos de Yishra'al
para sua enum eração, cada um deles dará a Yahúh o resgate de si próprio, quando os forem contados;
para que não haja entre eles praga alguma por ocasião do recenseamento. 13 E cada um deve pagar
com o oferta a Yahúh, ao ser recenseado, m eio shekel, de acordo com o padrão de sh e kel do m ikdosh,
que é de vinte g uerot. 14 E todo aquele que for recenseado, de vin te anos para cim a, dará a oferta
de Yahúh. 15 0 rico não dará m ais, nem o pobre dará menos do que o m eio shekel, quando derem a
oferta de Yahúh, para fazerem exp iação por suas alm as. 16 E vo cê pegará o dinheiro da exp iação dos
filhos de Y ishra'al e o designará para o serviço da Tenda da R evelação, para que sirva de m em orial a
favor dos filhos d eY ish ra'al perante Yahúh, para fazerem exp iação por suas alm as!".

O la vatório d e b ronze

17 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 18 "Faça um lavatório de bronze com a sua base de bronze;
e o ponha entre a Tenda da R evelação e o altar, e coloque água nele, 19 e nele Aharon e seus filhos
lavarão as mãos e os pés; 2 0 quando entrarem na Tenda da R evelação se lavarão com água, para que
não m orram , ou quando se chegarem ao a ltar para m inistrar, para fa zer oferta queim ada a Yahúh.
21 E lavarão as m ãos e o s pés, para que não m orram; e isso lhes será por estatuto perpétuo a ele e à
sua descendência pelas suas gerações!".

O a zeite para unção

22 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 23 "Pegue das m elhores especiarias, da m ais pura m irra qui­
nhentos shekalim , de canela arom ática a metade, isto é, duzentos e cinquenta shekalim , de cálam o
arom ático duzentos e cinquenta shekalim , 24 de cássia quinhentos shekalim , de acordo com o padrão
de sh e k el do m ikdosh, e de azeite de O liv a um hin . 25 E disso faça um óleo sagrado para as unções,
um perfume composto segundo a arte do perfum ista; esse será o óleo sagrado para as unções. 2 6 Com
ele vo cê ungirá a Tenda da R evelação, a A rca do Testemunho, 27 a mesa com todos os seus utensílios,
a m enoráh com os seus utensílios, o altar de incenso, 28 a altar do holocausto com todos os seus
utensílios, o altar de incenso, 29 E assim se consagrará essas coisas, para que sejam especialm ente
sagradas; tudo o que as to car se tornará sagrado. 3 0 E também vo cê ungirá a Aharon e seus filhos, e
os consagrará para m e ministrarem o sacerdócio. 31 E fale aos filh os de Yishra'al, dizendo : esse me
será o ó leo sagrado para as unções por todas as suas gerações. 32 E não se ungirá com ele o corpo
do homem que não seja sacerdote; nem farão outro de sem elhante com posição; sagrado é, e para
vo cês será sagrado. 33 O homem que com puser um perfum e com o esse, ou que com ele ungir a algo
estranho, será exterm inado do seu p ovo!".

O in ce n so sagrado

34 E Yahúh disse a M ôsheh: "Pegue especiarias arom áticas: resina de bálsam o, cravo de odor e gálba-
no, especiarias arom áticas com incenso puro; de cada uma delas pegará peso igual; 35 e disso faça
incenso, um perfum e segundo a arte do perfum ista, temperado com sal, puro e separado; 36 e você
m oerá uma parte dele e reduzirá a pó e o porá diante do testemunho, na Tenda da R evelação onde
Eu virei a vo cê; e le deve ser considerado especialm ente sagrado para vocês. 37 E o incenso que farão
conform e essa com posição, não o faça para o uso próprio de vocês mesmos, pois ele será consagrado
a Yahúh. 38 O homem que fizer algo sem elhante a ele e usá-lo com o perfume, esse tal deverá ser
exterm inado do seu povo!".

Yahúh esco lh e artesãos esp ecia lizad os para a obra d o tabernáculo

O H 1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Eu escolhi BetzaTal, filho de U ri, neto de Chur, da
I tribo de Yahudáh, 3 e o enchi do Meu Espírito, no tocante à sabedoria, ao entendim ento
ciê n c ia e a todo ofício , 4 para inventar obras artísticas, e trabalhar em ouro, em prata e em cobre, 5 e
em lavramento de pedras para engastar, e em entalhadura de m adeira, enfim , para trabalhar em todo
ofício . 6 E Eu tenho designado com ele a A h o li'av, filho de A chissam ach, da tribo de D an , e tenho
dado sabedoria ao coração de todos os homens hábeis, para fazerem tudo o que lhe tenho ordenado,
7 isto é: a Tenda da R evelação, a Arca do Testemunho, o propiciatório que estará sobre ela, e todos
os m óveis da Tenda; 8 a m esa com os seus u ten sílio s, a m en oráh de ouro p uro com todos os seus
utensílios, o altar do incenso, 9 o altar do Holocausto com todos os seus utensílios, e o lavatório com a
sua base; 10 as vestes finam ente tecidas, as vestes sagradas de A haro n, o sacerdote, e as de seus filhos,
para ministrarem o sacerdócio; 1 1 o ó leo da unção, e o incenso arom ático para o m ikdo sh; eles farão
conform e tudo o que lhe tenho m andado!".

O shabat sagrado e as duas Tábuas d o Testemunho

12 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 13 "E vo cê falará aos filhos de Yishra'al, dizendo: guardem os
M eus shabatot; porquanto isso é um sinal de união entre M im e vocês pelas suas gerações; para que
vocês saibam que Eu sou Yahúh, que os separei para serem o M eu próprio povo. 14 Portanto, guardem
o shabat, porque ele é separado para vocês; aquele que o profanar certam ente será morto; porque
qualquer que nele fize r algum trabalho, aquela pessoa será elim inada do m eio do seu povo. 15 Seis
dias se trabalhará, mas o sétimo dia será o shabat de descanso solene, dedicado a Yahúh; qualquer
pessoa que no dia de shabat fizer algum trabalho, certam ente será morto. 16 O s filhos de Yishra'al
deverão guardar o shabat, celebrando-o nas suas gerações com o A lian ç a Perpétua, 17 entre M im e os
filhos de Yish ra'al será ele um sinal para sem pre; porque em seis dias Yahúh fez os céus e a Terra, e ao
sétimo dia descansou, e achou refrigério! ’. 18 Q uando Ele terminou de falar com Môsheh entregou-lhe
as duas Tábuas do Testamento, tábuas de pedra escritas pelo próprio dedo do Eterno.

O b e ze rro d e ouro

O < 3 1 E o povo, vendo que M ôsheh demorava em descer do m onte, reuniu-se diante de Aharon, e
< J Ám disse-lhe: "Levante-se, faça para nós deuses que vão à nossa frente; porque, quanto a esse M ô­
sheh, o homem que nos tirou da terra de M itzrayim , não sabemos o que lhe aconteceu!". 2 E Aharon
disse-lhes: "Tirem os pendentes de ouro que estão nas orelhas de suas m ulheres, de seus filhos e de
suas filhas, e traga-os a m im !". 3 E todo o povo, tirando os pendentes de ouro que estavam nas suas
orelhas, os trouxeram a Aharon; 4 ele os recebeu de suas mãos, e com um buril deu forma ao ouro, e
dele fez um bezerro de fundição. E e les exclam aram : "Aqui está, ó povo de Yish ra'al, o seu deus, que o
tirou da terra de M itzrayim !". 5 E Aharon, vendo isso, construiu um altar diante do bezerro e, fazendo
uma proclam ação, disse: "Am anhã haverá festa em honra a Yahúh!". 6 No dia seguinte levantaram-se
cedo, ofereceram holocaustos e trouxeram oferendas de paz; e o povo sentou-se a com er e a beber;
depois se levantou para festejar. 7 Então Yahúh disse a M ôsheh: "D e sça e vá depressa, porque o seu
povo, o povo que vo cê tirou da terra de M itzrayim , já se corrompeu; 8 eles se desviaram rapidamen­
te do cam inho que Eu lhe ordenei; eles fizeram para si um bezerro de ouro fundido, o adoraram e
ofereceram -lhe sacrifício s, e disseram : 'Aqui está, ó povo de Yish ra'al, o seu deus, que o tirou da terra
de M itzrayim !'". 9 E Yahúh disse a M ôsheh: "Tenho observado esse povo, e é um povo insubordinável!
10 Agora não tente M e impedir, pois vou descarregar a M inha ira sobre esse povo, e Eu os consum irei.
Depois Eu farei de vo cê e de seus descendentes uma grande n ação !".

M ôsh e h in te rce d e p e lo povo

11 Porém, M ôsheh disse a Yahúh, seu A ltíssim o: "Ó Yahúh, por que se acende a Sua ira contra o Seu
povo que V o cê tirou da terra de M itzrayim com grande força e com m ão forte? 12 Porque hão de falar
os egípcios, dizend o : para m al os tirou, para m atá-los nos m ontes, e para destruí-los da face da
terra? A b ra n d a a Sua a rd en te ira e re n u n c ia o c astig o qu e V o cê p reten d ia im po r ao Seu povo.
13 Lem bre-se de Avraham , de Y itzch ak, e de Yishra'al, Seus servos, aos quais por V o cê mesmo jurou,
e lhes disse: 'M ultiplicarei os seus descendentes com o as estrelas dos céus, e lhes darei toda essa terra
de que tenho falado, e eles a possuirão por herança para sem p re!"'. 14 E Yahúh não deu o castigo
que havia falado que havia de fazer ao Seu povo. 15 E M ôsheh desceu do monte com as duas Tábuas
do Testemunho nas mãos, tábuas escritas de ambos os lados; de um e de outro lado estavam escritas.
16 E aquelas tábuas eram obras do Eterno; também a escritura fo i escrita pelo Eterno, esculpida nas
tábuas. 17 E YahúsHua [filho de N u n ], ouvindo a vo z do povo que jub ilava, disse a M ôsheh: "Alarido
de guerra há no acam pam ento!". 18 E M ôsheh disse-lhe: "N ão é alarido da valentia de vitoriosos, nem
a larido de fraqueza de vencidos, mas ouço a vo z de impropérios que angustia o meu ser!". 19 E che­
gando ele ao acam pam ento e vendo o bezerro e as danças, Môsheh encheu-se de ira, e arremessou
de suas mãos as tábuas, e as despedaçou ao pé do monte. 20 E pegou o bezerro que eles tinham feito
e queimou-o no fogo; e, moendo-o até que se tornou em pó, o misturou na água, e deu-o a beber aos
filhos d eY ish ra 'al.21 E M ôsheh perguntou a Aharon: "O que esse povo fez contra vo cê para que você
o levasse a com eter esse pecado tão terrível?''. 22 E Aharon disse: "N ão se acenda a ira do meu am o;
vo cê conhece o povo, com o ele é inclin ad o ao m al. 23 Pois eles me disseram : 'Faça-nos um deus que
vá adiante de nós; porque, quanto a esse M ôsheh, o homem que nos tirou da terra de M itzrayim , não
sabemos o que lhe aco nteceu!'. 24 E eu disse-lhes: 'Q uem tem ouro, arranque-o!'. E assim me deram;
e eu o derreti no fogo, e fizem os esse bezerro!".

M ô sh e h manda m atar os idólatras

25 Q uando Môsheh viu que o povo estava despido, porque Aharon o havia despido, para escárnio
entre os seus inim igos, 26 pôs-se em pé à entrada do acam pam ento, e disse: "Q uem teme a Yahúh
venha a m im !". E se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi. 27 E ele disse-lhes: "Assim d iz Yahúh, o
Altíssim o de Yish ra'al: cada um ponha a sua espada sobre a co xa; e passem e tornem pelo acam pa­
mento de porta em porta, e mate cad a um a seu irm ão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu
v iz in h o !". 28 E os filh os de Levi fizeram conform e a palavra de M ôsheh; e m orreram do povo naquele
dia cerca de três m il hom ens. 29 Porquanto M ôsheh tinha dito: "Purifiquem -se hoje a Yahúh; porque
cada um será contra o seu filho, e contra o seu irm ão; para que Ele lhes conceda hoje uma bênção!".

M ôsh e h in te rce d e n ovam ente p e lo p ovo

3 0 No dia seguinte M ôsheh disse ao povo: "Vocês cometeram um grande pecado; agora, porém, irei
à presença de Yahúh; e ta lvez farei exp iação por seu p ecado !". 31 E M ôsheh voltou a Yahúh, e disse:
"Esse povo cometeu um grande pecado fazendo para si um ídolo de ouro. 32 Agora, por favor, per­
doe o pecado deles! O u senão, risca-m e do Seu Livro que tem escrito !". 33 E Yahúh disse a Môsheh:
"Aquele que tiver pecado contra M im , a esse Eu riscarei do Meu Livro. 34 Agora vá e leve esse povo
para o lugar que Eu lhe fa lei, e o M eu A n jo irá d iante de vo cê; porém no dia da M inha visitação
castigarei um a parte desse p ovo!". 35 E por isso Yahúh castigou o povo, porque adoraram o bezerro
de ouro que eles haviam obrigado Aharon a fazer.

O A n jo d e Yahúh irá adiante d o povo

1 E Yahúh disse a M ôsheh: "Saia desse lugar juntam ente com o povo que vo cê tirou da terra de
M itzrayim e vá para a terra a a qual jurei dar a Avraham , a Y itzch ak, e a Ya'akóv, dizendo: à sua
descendência a darei. 2 E enviarei um A n jo diante de vo cê e lançarei fora os kena'anitas, os em oritas,
os chititas, os p'rizitas, os chivitas e os yevussitas, 3 para uma terra onde sobejam leite e m el; porque
Eu não irei entre vocês, porque vocês são um povo insubordinado; para que Eu não lhes consum a no
c am inh o!". 4 Q uando o povo ouviu essa má no tícia, pôs-se a prantear, e nenhum deles vestiu os seus
ornamentos, 5 pois Yahúh tinha falado a M ôsheh, dizendo: "Fala aos filhos de Yish ra'al: vocês são um
povo insubordinável! Se Eu fosse junto com vo cês, m esmo que fosse por apenas um m omento, Eu
os destruiria com pletam ente; portanto, agora tirem os seus ornamentos, para que Eu resolva o que
fazer com vo cês!". 6 E os filhos de Yishra'al se despojaram dos seus ornamentos, que (inham desde o
monte Chorêv. 7 E M ôsheh costumava pegar a tenda e arm á-la fora do acam pam ento, bem longe do
acam pam ento; e cham ou-a de Tenda da R evelação. E todo aquele que buscava a Yahúh saía à Tenda
da Revelação, que estava fora do acam pam ento. 8 Sempre que Môsheh ia à tenda, todo o povo se
levantava e ficava em pé, cada um à porta da sua tenda, e olhavam M ôsheh pelas costas, até ele entrar
na tenda. 9 Q uando Môsheh entrava na tenda, a coluna de nuvem descia e ficava à porta da tenda; e o
Eterno falava com M ôsheh. 1 0 E assim todo o povo via a coluna de nuvem que estava à porta da tenda,
e todo o povo, levantando-se, adorava, cad a um à porta da sua tenda. 11 E Yahúh falava com Môsheh
face a face, com o qualquer homem fala com o seu amigo. E depois Môsheh voltava ao acam pam ento;
m as o seu ajudante, o jovem Yahúshua [filho de N um ], não se retirava de dentro da tenda.

M ôsh e h roga a Yahúh a sua presença

12 E M ôsheh disse a Yahúh: "V o cê m e disse: 'Co nd uza esse po vo!'. Porém não m e fez saber ainda a
quem há de e n v ia r co m ig o . D isse tam bém q u e m e c o n h e c e bem e qu e está co ntente com igo.
13 Se eu te nh o alcançado a Sua con fian ça, peço-Lhe que agora m e mostre o Seu plano, para que eu
o conheça, a fim de que eu possa continuar a agradá-Lo; e lembre-se que essa nação é o Seu povo!".
14 E o Eterno disse-lhe: "Eu mesmo irei com vo cê, e Eu lhe darei descanso!'. 15 Então M ôsheh lhe
disse: "Se V o cê m esmo não for conosco, não nos faça sair daqui. 16 Com o é que os outros povos
poderão saber que V o cê está contente com o Seu povo e com igo, se V o cê não estiver conosco? A Sua
presença é que mostrará que somos um povo separado dos dem ais povos da Terra!". 17 E Yahúh disse
a M ôsheh: "Farei também isso que vo cê tem falado; porquanto vo cê alcanço u favor diante dos M eus
o lhos, e o conheço pelo seu nom e!".

M ôsh e h roga a Yahúh que lhe m ostre o seu re sp le n d o r

18 M ôsheh disse ainda: "Peço-Lhe que m e mostre o Seu resplendor!". 19 E Ele disse: "Eu farei passar
toda a M inha bondade diante de vo cê, e proclam arei o Meu nome Yahúh; e terei m isericórdia de
quem Eu quiser ter m isericórdia e terei com paixão de quem Eu quiser ter com paixão!". 20 E disse mais:
"V ocê não poderá ver o Meu rosto, pois nenhum homem pode ver o Meu rosto e viver!". 21 E Yahúh
disse: "M as aqui há um lugar perto de M im ; aqui, sobre o penhasco, vo cê poderá ficar. 22 Q uando o
M eu resplendor passar, Eu porei você numa fenda do penhasco e o cobrirei com a M inha mão até que
Eu passe. 23 Depois tirarei a mão, e você m e verá pelas costas; porém o Meu rosto você não verá!".

As novas tábuas d o s d e z m andam entos

1 E Yahúh disse a M ôsheh: "Lavra duas tábuas de pedra, com o as prim eiras; e Eu escreverei
nelas as palavras que estavam escritas nas prim eiras tábuas, que vo cê quebrou. 2 Am anhã bem
cedo esteja pronto para subir ao monte Sinay, e apresente-se a M im ali no cum e do monte. 3 Mas
ninguém suba com vo cê, nem apareça homem algum em todo o monte; nem m esmo se apascentem
defronte dele ovelhas ou b o is!". 4 E M ôsheh lavrou duas tábuas de pedra, com o as prim eiras; e,
levantando-se de m adrugada, subiu ao m onte Sinay, conform e Yahúh lhe tinha ordenado, levando
na m ão as duas tábuas de pedra. 5 E Yahúh desceu numa nuvem e, pondo-se ali junto a ele, pro­
c lam ou o nome Yahúh. 6 E tendo Yahúh passado perante ele, ele assim proclam ou: "Yahúh, Yahúh!
Ó A ltíssim o m isericordioso e com passivo, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade; 7
que usa de b en eficência com m ilhares; que perdoa as ofensas, as transgressões e os pecados; que de
m aneira algum a terá por inocente o culpado; que visita a transgressão dos pais sobre os filh os e sobre
os filhos dos filhos até a terceira e quarta g eração!". 8 E M ôsheh se apressou em inclinar-se à terra,
e o adorou, 9 d izend o : "Ó Soberano Criador, se agora tenho alcan çado graça diante dos Seus olhos,
vá , ó Soberano Criador, no m eio de nós; porque esse é um povo insubordinado; e perdoa a nossa
transgressão e o nosso pecado, e receba-nos por Sua herança!".

Yahúh renova a aliança e adm oesta contra a in fidelid ad e

10 Então Ele disse: "Eu vou fazer uma alian ça com vo cê. Farei diante de todo o seu povo m aravilhas
com o nunca foram feitas em toda a Terra, nem dentro de nação algum a; e todo esse povo, no meio do
qual está, verá a obra de Yahúh; porque coisa temível é o que Eu vou fazer com vo cê. 11 O bedeçam
às leis que estou dando a vocês hoje: Eu expulsarei da presença de vo cês os em oritas, os kena'anitas,
os chititas, os p'rizitas, os chivitas e os yevussitas. 12 Não façam alian ça com os habitantes da terra
em que vocês entrarão, para que isso não seja por laço entre vo cês. 13 Pelo contrário, vocês deverão
d errubar os altares deles, e os seus m onumentos idolátricos vocês quebrarão, e os postes-ídolos vocês
cortarão, 14 porque vocês não deverão adorar nenhum deus; pois sou Yahúh, e zelo pelo Meu nome!
15 N ão façam a lia n ça com os habitantes da terra, a fim de que quando eles se prostituírem após os
seus deuses, e sacrificarem aos seus deuses, vo cês não sejam convidados por eles, e não com am do
seu sacrifício ; 16 e não arranjem m ulheres das suas filh as para os seus filh os, para que quando suas
filhas se prostituírem seguindo seus deuses, não façam que também seus filh os se prostituam seguindo
seus deuses. 17 Não façam para vocês deuses de fu n d ição !".

A s três festas

18 "Com em orem a chag ha-matzot; por sete dias com erão 'm atzot', com o lhes ordenei, ao tempo
determinado no mês de 'aviv'; porque foi no mês de 'a v iv ' que vo cês saíram de M itzrayim . 19 Todos os
prim ogênitos entre os homens são M eus e também os primogênitos entre os anim ais domésticos; 20
o primogênito da jumenta vo cê poderá resgatar com um cordeiro; mas se vo cê não quiser resgatá-lo,
deverá quebrar-lhe a cab eça . Vo cê deverá resgatar todos os prim ogênitos de seus filh o s. E ninguém
deverá aparecer diante de M im com as mãos vazias. 21 Seis dias trabalhará, m as ao sétimo dia des­
cansará; mesmo estando no tempo de arar ou de ceifar. 22 E também com emorem a chag ha-shavu'ot,
que é a festa das p rim ícias da colheita do trigo, e a festa da colheita no fim do ano. 23 Três vezes
no ano todos os homens do seu povo deverão com parecer perante o Eterno Yahúh, o Altíssim o de
Y ish ra'al, 2 4 porque Eu vou expulsar as nações que estão diante de vocês, e alargarei as suas frontei­
ras; e ninguém cobiçará a sua terra quando vo cês com parecerem três vezes no ano perante Yahúh, seu
C riador. 25 Q uand o M e oferecerem um anim al em sacrifício , não tragam pão fermentado, nem guar­
dem para o dia seguinte o que sobrar do anim al sacrificado na celebração de Pêssach. 26 As prim ícias
dos prim eiros frutos da sua terra vo cês deverão trazer à Casa de Yahúh, seu C riador. Não cozin he um
cordeirinho no leite de sua própria m ãe!" 2 7 E Yahúh disse a M ôsheh: "Escreva essas palavras; porque
conform e o teor dessas palavras tenho feito uma alian ça com vo cê e com o povo de Y ish ra 'a l!". 28 E
M ôsheh esteve ali com Yahúh quarenta dias e quarenta noites; não com eu nenhum tipo de alim ento,
nem bebeu nada, e o Eterno escreveu nas tábuas as palavras da a lia n ça, os "d ez m andam entos".

O ro sto d e M ôsh e h resp la n d ece

29 Q uando M ôsheh desceu do monte Sinay, trazendo nas mãos as duas tábuas do testemunho, sim ,
quando desceu do m onte, Môsheh não sabia que a pele do seu rosto resplandecia por ele haver falado
face a face com o Eterno. 30 Q uand o Aharon e todos os filhos de Yishra'al olharam para M ôsheh, a
pele do rosto dele resplandecia, por isso tiveram temor em aproximar-se dele. 31 Então M ôsheh os
cham ou, e Aharon e todos os líderes da com unidade se aproxim aram dele; e M ôsheh lhes falou. 32 E
chegaram também todos os filh os de Yishra'al, e ele lhes ordenou tudo o que Yahúh lhe havia falado
no monte Sinay. 3 3 E assim que M ôsheh acabou de falar com eles, tirou o véu que tinha posto sobre
o rosto. 34 M as, entrando M ôsheh perante Yahúh, para fa la r com Ele, tirava o véu até sair; e saindo,
d izia aos filh os de Y ishra'al o que lhes era ordenado. 35 E assim os filhos de Y ishra'al viam o rosto de
M ôsheh, e que a pele do seu rosto resplandecia; e tornava M ôsheh a pôr o véu sobre o seu rosto, até
entrar novamente para falar com Ele.

34:17 - Os deuses de fundição são os chamados "ídolos mudos", tão abomináveis quanto as "imagens"
esculpidas em madeiras e pedras.
34:18 - Chag Ha-Matzot é a festa dos pães ázimos, ou seja, dos pães sem fermento.
34:22 - Chag Ha-Shavu'ot é a festa da colheita, realizada no quinquagésimo dia após o Pêssach.
A re sp e ito d o shabat

< 1 r 1 E M ôsheh reuniu toda a com unidade dos filh os de Y ishra'al e disse-lhes: "Essas são as pala-
kJ vras que Y ahíih ordenou que vo cês cum prissem . 2 Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia lhes
será separado, shabat de descanso solene a Yahúh; todo aquele que nele fizer qualquer trabalho será
morto. 3 N ão acendam fogo em nenhuma casa de vocês no dia do sh ab a tl".

Yahúh manda tra zer o fe rtas para o tabernáculo

4 E Môsheh disse a toda a com unidade dos filhos de Yishra'al: "Essa é a palavra que Yahúh ordenou
d izendo: 5 'Ajunte entre vo cês uma oferta para Yahúh; cada um voluntariam ente trará a sua oferta
a lçada a Yahúh: ouro, prata e bronze, 6 e também tecido de lã azul-celeste, púrpura, carm esim , linho
fino, peles de cabra, 7 lãs de carneiro tingidas de verm elho, peles de golfinho, m adeira de a cá c ia, 8
a zeite para a luz, especiarias para o óleo da unção e para o incenso arom ático, 9 pedras de ô n ix e
pedras de engaste para o éfod e para o p eitoral!'.

O s uten sílios para o Tabernáculo

10 E venham todos os homens hábeis entre vocês, e façam tudo o que Yahúh tem ordenado: 1 1 o
tabernáculo, a sua tenda e a sua coberta, os seus colchetes e as suas tábuas, os seus travessões, as suas
c olunas e as suas bases; 1 2 a arca e as suas varas, o propiciatório, e a divisória do véu; 1 3 a mesa e as
suas varas, todos os seus utensílios, e os pães da proposição; 14 a m enoráh para a lu z, os seus uten­
sílios, as suas candeias, e o azeite para a lu z; 1 5 o altar do incenso e as suas varas, o óleo da unção e
o incenso arom ático, e o véu da porta para a entrada do tabernáculo; 1 6 o altar do holocausto com o
seu crivo de bronze, as suas varas, e todos os seus utensílios; o lavatório e a sua base; 17 as cortinas do
pátio, as suas colunas e as suas bases, o véu para a porta do pátio; 18 as estacas do tabernáculo, as es­
tacas do pátio, e as suas cordas; 19 as vestes finam ente tecidas, para o uso no m inistério no m ikdosh,
as vestes sagradas de A haro n, o sacerdote, e as vestes de seus filh os, para m inistrarem o sacerdó cio !".

A p ron tid ão d o p ovo em tra zer ofertas

2 0 E depois toda a com unidade dos filhos de Yishra'al saiu da presença de Môsheh. 21 E veio todo
homem cu jo coração o moveu, e todo aquele cu jo espírito o estimulava, e trouxeram a oferta alçada a
Yahúh para a obra da Tenda da Revelação, e para todo o serviço dela, e para as vestes sagradas. 22 E
vieram , tanto homens com o m ulheres, todos quantos eram bem dispostos de coração, trazendo broches,
pendentes, anéis e braceletes, sendo todos esses joias de ouro; assim veio todo aquele que queria fazer
oferta de ouro a Yahúh. 2 3 E todo homem que possuía tecido de lã azul-celeste, púrpura, carmesim,
linho fino, peles de cabra, lãs de carneiro tingidas de verm elho ou peles de golfinho os trazia. 24 E todo
aquele que tinha prata ou metal para oferecer o trazia por oferta alçada a Yahúh; e todo aquele que
possuía madeira de acácia a trazia para qualquer obra do serviço. 25 E todas as m ulheres hábeis fiavam
com as mãos, e traziam o que tinham fiado, o tecido de lã azul-celeste e a púrpura, o carmesim e o linho
fino. 26 E todas as m ulheres hábeis que quisessem fiavam as lãs de carneiro. 27 O s príncipes traziam
pedras de ô n ix e pedras de engaste para o éfod e para o peitoral, 28 e as especiarias e o azeite para a
luz, para o óleo da unção e para o incenso aromático. 29 E todo homem e toda m ulher cu jo coração
voluntariamente se moveu a trazer alguma coisa para toda a obra que Yahúh havia ordenado que se
fizesse por intermédio de Môsheh; assim trouxeram os filhos deYishra'al uma oferta voluntária a Yahúh.

Yahúh escolh e B e tz a l'a l e A h oli'a v

3 0 E M ôsheh disse aos filhos de Yishra'al: "Yahúh escolheu B etza l'a l, filho de U ri, neto de Chur, da
tribo de Yahudáh, 31 e o encheu do Espírito do Eterno, e lhe deu sabedoria, com petência e habilidade
para fazer todo tipo de ofício , 32 para inventar obras artísticas, para trabalhar em ouro, em prata, em
bronze, 33 e em lavramento de pedras para engastar, em entalhadura de m adeira, enfim, para trabalhar
em toda obra fina. 34 E também lhe dispôs o coração para ensinar a outros; a ele e a A ho li'av, filho
de A chissam ach, da tribo de D an , 35 a eles encheu de sabedoria do coração para exercerem todo
o fício , seja de gravador, de desenhista, de bordador em tecido de lã azul-celeste, púrpura, carm esim e
linho fino, de te celão, enfim , dos que exercem qualquer o fício e dos que inventam obras artísticas!".

Q / T 1 "E Betzal'al e Aholi'av, e todo homem hábil a quem Yahúh deu sabedoria e entendimento para
O v J s a b e r exercer todo ofício para o serviço do mikdosh, conforme tudo o que Yahúh tem ordenado!''.

M ôsh e h entrega aos o b re iro s as ofertas d o povo

2 E Môsheh chamou a Betzal'al e a A holi'av, e a todo homem hábil, em cujo coração Yahúh tinha posto
sabedoria, isto é, a todo aquele c u jo coração o moveu a se chegar à obra para fazê-la; 3 e receberam
de M ôsheh toda a oferta alçad a, que os filh os de Yishra'al tinham doado para a obra do serviço do
m ikdosh, para fazê-la; e ainda eles lhe traziam cada m anhã ofertas voluntárias. 4 E todos os sábios que
faziam toda a obra do m ikdosh vieram , cada um da obra que fazia antes, 5 e eles disseram a Môsheh:
" O povo traz m uito m ais do que é necessário para o serviço da obra que Yahúh ordenou que fizesse!''.
6 Então Môsheh deu ordem, a qual fizeram p ro clam ar por todo o acam pam ento, dizendo: "N enhum
homem, nem m ulher, faça m ais obra alguma para a oferta alçada do m ikd o sh V . E assim o povo parou
de trazer m ais, 7 porque o material que tinham já era suficiente para toda a obra, e ainda sobrava.

A s cortina s d o tabernáculo

8 E assim todos os homens hábeis, dentre os que trabalhavam na obra, fizeram o tabernáculo de dez
cortinas de linho fino torcido, de tecido de lã azul-celeste, de púrpura e de carm esim , com keruvim ,
obra de artífice. 9 O com prim ento de cad a cortina era de doze metros e m eio por um metro e oitenta
de largura; todas as cortinas eram da mesma m edida. 10 E ligaram cin co cortinas uma com outra; e as
outras c in co da mesma m aneira. 11 E fizeram laçadas de tecido de lã azul-celeste na orla da última
cortina do prim eiro grupo; assim também fizeram na orla da prim eira cortina do segundo grupo. 12 E
fizeram cinquenta laçadas na orla de uma cortina, e cinquenta laçadas na orla da outra, do segundo
grupo; as laçadas eram contrapostas uma à outra. 13 E fizeram cinquenta colchetes de ouro, e com es­
ses colchetes eles uniram as cortinas, uma com outra, de modo que o tabernáculo veio a form ar uma
só peça. 14 E eles fizeram cortinas de peles de cabra para servirem de cobertura sobre o tabernáculo;
o nze cortinas fizeram . 15 E o com prim ento de cada cortina era de treze metros e trinta centímetros
por um metro e oitenta de largura; as o n ze cortinas eram da m esma m edida. 16 E uniram cin co dessas
cortinas à parte, e as outras seis à parte. 17 E fizeram cin quenta laçadas na o rla da últim a cortina do
p rim eiro grupo, e cinquenta laçad as na o rla da prim eira cortina do segundo grupo. 18 E fizeram
c inquenta colchetes de bronze, para ajuntar a tenda, para que viesse a formar um a só cobertura.

A co b e rta d e p e le s e as tábuas

19 E fizeram para a tenda um a cobertura de lã de carneiros tingidas de verm elho, e por cim a dela
uma cobertura de peles de golfinho. 2 0 E fizeram de m adeira de acá cia, as tábuas para o tabernáculo,
as quais foram colocadas verticalm ente. 21 E o com prim ento de cada tábua era de quatro metros e
quarenta centímetros, e a largura de sessenta e seis centímetros. 22 E cada tábua tinha dois encaixes,
unidas umas às outras; assim eles fizeram com todas as tábuas do tabernáculo. 2 3 E assim eles fizeram
as tábuas para o tabernáculo; vinte tábuas para o lado que dá para o sul; 24 e fizeram quarenta bases
de prata para se pôr debaixo das vin te tábuas: duas bases debaixo de um a tábua para os seus dois en­
caixe s, e duas debaixo de outra, para os dois en caixes dela. 25 E para o segundo lado do tabernáculo,
o que dá para o norte, eles fizeram vinte tábuas, 2 6 com as suas quarenta bases de prata, duas bases
d ebaixo de uma tábua, e duas bases debaixo de outra. 27 E para o lado posterior do tabernáculo, o
que está de frente para o lado oeste, eles fizeram seis tábuas. 28 E para os dois cantos do tabernáculo
no lado posterior, eles fizeram mais duas tábuas. 29 E por baixo eram duplas, do mesmo modo se es­
tendendo até a prim eira argola, em cim a; assim eles fizeram com as duas tábuas nos dois cantos. 30 E
assim havia oito tábuas com as suas bases de prata, isto é; dezesseis bases, duas debaixo de cada tábua.
31 E fizeram também travessões de m adeira de acácia: cin co travessões para as tábuas de um lado do
tabernáculo, 32 e c in co para as tábuas do outro lado do tabernáculo, e outros cinco para as tábuas do ta­
bernáculo no lado posterior, o que está de frente para o lado oeste. 33 E fizeram que o travessão do meio
passasse ao meio das tábuas duma extremidade até a outra. 34 E revestiram as tábuas de ouro, e de ouro
eles fizeram as suas argolas com o lugares para os travessões; e eles revestiram os travessões de ouro.

O véu, o re p o ste iro e as colunas

35 E fizeram o véu de tecido de lã azul-celeste, púrpura, carm esim e linho fino torcido; com keruvim ,
obra de artífice, o fizeram . 36 E eles fizeram -lhe quatro colunas de m adeira de acá cia e as revestiram
de ouro; e fizeram os seus colchetes de ouro; e fundiram -lhes quatro bases de prata. 37 E fizeram para
a poita da tenda um véu de tecido de lã azul-celeste, púrpura, carm esim e lin ho fino torcido, obra de
bordador, 38 com as suas c in co colunas e os seus colchetes; e de ouro cobriu os seus capitéis e as
suas faixas; e as suas cin co bases eram de bronze.

A A rca da Aliança

O E Betzal'al fez a arca de madeira de acácia; o seu comprimento era de um metro e dez centíme-
J tros, a sua largura de sessenta e seis centímetros, e a sua altura de sessenta e seis centímetros. 2 Ele
revestiu-a de ouro puro por dentro e por fora, e fez-lhe uma moldura de ouro ao redor, 3 e fundiu-lhe quatro
argolas de ouro nos seus quatro cantos, duas argolas num lado e duas no outro. 4 Ele fez varas de madeira
de acácia, e as revestiu de ouro; 5 e colocou as varas pelas argolas aos lados da arca, para se carregar a arca.

O p ro p icia tó rio

6 Ele fez um propiciatório de ouro puro; o seu com prim ento era de um metro e dez centímetros, e a
sua largura, de sessenta e seis centímetros. 7 Ele fez dois keruvim de ouro; de ouro batido os fez nas
duas extrem idades do propiciatório, 8 um K 'ruv num a extrem idade, e o outro K 'ruv na outra; de uma
só peça com o propiciatório ele fez os keruvim nas duas extrem idades dele. 9 E os keruvim estendiam
as suas asas por cim a do propiciatório, cobrindo-o com as asas, tendo as faces voltadas um para o
outro; para o propiciatório estavam voltadas as faces dos keruvim .

A m esa dos p ã es da p rop osiçã o

10 Ele fez a mesa de madeira de acácia; o seu comprimento era de oitenta e oito centímetros, a sua
largura era de quarenta e quatro centímetros, e a sua altura era de sessenta e seis centímetros. 11 Ele re­
vestiu-a de ouro puro, e fez-lhe uma moldura de ouro ao redor. 12 Ele fez-lhe ao redor uma guarnição de
quatro dedos de largura, e ao redor na guarnição fe z uma moldura de ouro. 13 E fundiu-lhe nos quatro
cantos que estavam sobre os seus quatro pés. 14 Junto da guarnição estavam as argolas para os lugares
das varas, para se carregar a mesa. 15 Ele fez essas varas de madeira de acá cia, e as revestiu de ouro,
para se carregar a mesa. 16 E de ouro puro fez os utensílios que haviam de estar sobre a mesa, os seus
pratos e as suas colheres, as suas tigelas e os seus cântaros, com que se haviam de oferecer as libações.

A m enoráh

17 Ele fez a m enoráh de ouro puro; de ouro batido fez a m enoráh, tanto o seu pedestal com o a sua
lados saíam seis braços: três de um lado da m enoráh e três do outro lado. 19 Em um braço havia três
copos na forma de flores de am êndoa, com c á lic e e corola; igualm ente no outro braço, três copos
na forma de flores de amêndoa, com c á lice e corola; assim se fez com os seis braços que saíam da
menoráh. 2 0 M as na haste central havia quatro copos na form a de flores de amêndoa, com os seus
cálic e s e as suas corolas; 21 E havia um c á lice debaixo de dois braços, form ando com a haste uma só
peça, e outro c á lic e debaixo de dois outros braços, de uma só peça com a haste, e ainda havia outro
c á lic e debaixo de dois outros braços, de uma só peça com a haste; e assim se fez para os seis braços
que saíam da haste. 22 O s seus cálices e os seus braços form avam uma só peça com a haste; o todo
era um a obra batida de ouro puro. 23 Ele fez as candeias de ouro puro, em número de sete, com as
suas tesouras para cortar os pavios e os seus cin zeiro s. 24 Ele usou cerca de trinta e quatro quilos de
ouro puro para fazer a m enoráh e todos os seus utensílios.

O a lta r de queim ar in cen so

25 E de m adeira de acá cia fez o altar do incenso; de quarenta e quatro centímetros era o seu com pri­
mento, e de quarenta e quatro centímetros, a sua largura, era quadrado, e de oitenta e oito centímetros
a sua altura; as suas pontas formavam uma só peça com ele. 26 E revestiu-o de ouro puro, tanto a face
superior com o as suas paredes ao redor, e as suas pontas, e fez-lhe uma m oldura de ouro ao redor.
2 7 Ele fez-lhe duas argolas de ouro d ebaixo da sua m oldura, nos dois cantos de ambos os lados,
com o lugares das varas, para com elas carregarem o altar. 28 Ele fez as varas de m adeira de acá cia,
e as revestiu de ouro.

O a zeite da un ção e o in cen so sagrado

29 Ele fez o azeite sagrado para a unção, e o incenso arom ático, puro, obra de perfumista.

O a lta r do holocausto

O 0 1 Ele fe z o altar do holocausto de m adeira de a cá c ia; de dois metros e vin te centímetros era
O o seu com prim ento e de dois metros e vin te centímetros a sua largura, era quadrado, e de um
m etro e trinta centímetros a sua altura. 2 Ele fez-lhe pontas nos seus quatro cantos; as suas pontas
form avam uma só peça com ele; e revestiu-o de bronze. 3 Ele fez todos os utensílios do altar: os cin ­
zeiros, as pás, as bacias, os garfos e os braseiros; e todos os utensílios foram feitos de bronze. 4 Ele fez
para o altar um c rivo de b ro n ze em form a de rede, e m b a ixo da borda ao redor, chegando ele até
o m eio do altar. 5 Ele fundiu quatro argolas para as quatro extrem idades do crivo de bronze, com os
lugares das varas. 6 Ele fez as varas de m adeira de acá cia, e as revestiu de bronze. 7 E colocou as varas
p elas argolas aos lados do altar, para com elas se carregar o altar; e o fez oco, de tábuas.

O la vatório d e b ronze

8 Ele fez o lavatório de bronze com a sua base de bronze, dos espelhos das m ulheres que se reuniam
e m inistravam à porta da Tenda da Revelação.

O p á tio da Tenda da Revelação

9 Ele fez o pátio. E para o lado sul as cortinas eram de linho fino torcido, de quarenta e quatro metros
de com primento. 10 E as suas colunas eram vinte, e as suas bases também eram vinte, todas de bronze;
os colchetes das colunas e as suas faixas eram de prata. 11 E para o lado norte, as cortinas eram de
quarenta e quatro metros; as suas colunas eram vinte, e as suas bases também eram vinte, todas de
bronze; os colchetes das colunas e as suas faixas eram de prata. 12 E para o lado oeste as cortinas
eram de vinte e dois metros; as suas colunas eram dez, e as suas bases eram dez; os colchetes das
c olunas e as suas faixas eram de prata. 13 E para o lado leste eram as cortinas de vinte e dois metros.
14 E as cortinas para um lado da porta eram de seis metros e sessenta centímetros; as suas colunas
eram três e as suas bases também três. 15 E da m esma forma para o outro lado; de um e de outro lado
da porta do pátio havia cortinas de seis metros e sessenta centímetros; as suas colunas eram três, e as
suas bases, também três. 16 E todas as cortinas do pátio ao redor eram de linho fino torcido. 17 E as
bases das colunas eram de bronze; os colchetes das colunas e as suas faixas eram de prata; o revesti­
mento dos seus capitéis era de prata; e todas as colunas do pátio eram cingidas de faixas de prata. 18 E
o véu da porta do pátio era de tecido de lã azul-celeste, púrpura, carmesim e linho fino torcido, obra de
bordador; e o seu com primento era de oito metros e oitenta centímetros, e a altura e largura era de dois
metros e vinte centímetros, conforme a altura das cortinas do pátio. 19 E as suas colunas eram quatro, e
quatro as suas bases, todas de bronze; e os seus colchetes eram de prata, com o também o revestimento
dos capitéis, e as suas faixas. 20 E todas as estacas do tabernáculo e do pátio ao redor eram de bronze.

A enum eração das coisas d o tabernáculo

21 Essa é a enum eração das coisas para o tabernáculo, isto é; o tabernáculo do testemunho, que por
ordem de M ôsheh foram contadas para o m inistério dos levitas, por intermédio de lytamar, filho de
Aharon, o sacerdote. 2 2 E B etzal'al, filho de U ri, neto de Chur, da tribo de Yahudáh, fez tudo quanto
Yahúh tinha ordenado a M ôsheh; 23 e com ele A ho li'av, filh o de A chissam ach, da tribo de D an , gra­
vador, desenhista, e bordador em tecido de lã azul-celeste, púrpura, carm esim e linho fino . 2 4 E todo
o ouro gasto na obra, em toda a obra do m ikdo sh, pesava cerca de uma tonelada, de acordo com a
tabela oficial do m ikdo sh. 25 A prata dos arrolados da com unidade totalizou três m il quatrocentos e
trinta quilos, conform e a tabela do m ikdo sh; 26 uma beka por pessoa, isto é, m eio shekel, de acordo
com o padrão de sh e kel do m ikdo sh, de todo aquele que passava para os arrolados, da idade de vinte
anos e acim a, que foram seiscentos e três m il quinhentos e cinquenta. 27 Foram usados três m il e
quatrocentos quilos de prata para fundir as cem bases da Tenda da Revelação e as bases do véu ; isto
é, trinta e quatro quilos para cada base. 28 Com os trinta quilos de prata que sobraram, fez colchetes
para as colunas, e revestiu os seus capitéis e fez-lhes as faixas. 29 E o bronze que foi oferecido ao
Eterno dava um total de dois m il quatrocentos e vin te e c in co quilos. 30 E dele fez as bases da porta
da Tenda da R evelação, o altar de bronze e o crivo de bronze para ele, todos os utensílios do altar,
31 as bases do pátio ao redor e as bases da porta do pátio, todas as estacas do tabernáculo e todas as
estacas do pátio ao redor.

As vestes d os sacerd otes

*3 Q 1 Eles fizeram as vestes de tecido de lã azul-celeste, púrpura e carm esim , finam ente tecidas,
*3 _7para m inistrar no m ikdo sh , e fizeram as vestes sagradas para A haro n, conform e Yahúh havia
ordenado a M ôsheh.

O é fo d de ou ro

2 Ele fez o éfod de ouro, de tecido de lã azul-celeste, púrpura, carm esim e lin ho fino torcido; 3 e eles
bateram o ouro em lâm inas delgadas, as q uais cortaram em fios, para en trelaçar no tecido de lã
a zu l-celeste, na púrpura, no carmesim e no linho fino, em obra de desenhista; 4 e fizeram -lhe om­
breiras que se uniam ; assim, pelos seus dois cantos superiores foi ele unido. 5 E o cinto de adorno do
éfod, que estava sobre ele, fo rm ava com ele um a só peça e era de obra sem elhante, de ouro, de tecido
de lã azul-celeste, púrpura, carm esim e linho fino torcido, conform e Yahúh havia ordenado a Môsheh.
6 E prepararam as pedras de ô n ix, engastadas em ouro, lavradas com o a gravura de um selo, com os
nomes dos filhos de Yish ra'al; 7 as quais puseram sobre as ombreiras do éfod para servirem de pedras
de m emorial para os filhos d e Y ish ra 'al, conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh.
O p e ito ra l

8 Ele fez o peitoral de obra de desenhista, sem elhante à obra do éfod, de ouro, de tecido de lã azul-
-celeste, púrpura, carm esim e linho fino torcido. 9 E fizeram o peitoral quadrado e duplo; o seu com ­
prim ento era de um palm o, e a sua largura de um palm o, sendo ele dobrado. 10 E engastaram nele
quatro fileiras de pedras: a prim eira delas era de um rubi, um topázio e uma esm eralda; 1 1 a segunda
fileira era de um carbúnculo, uma safira e um diam ante; 12 a terceira fileira era de uma op ala, uma
ágata e uma ametista; 13 e a quarta fileira era de uma crisó lita, um ô n ix e um jaspe; eram elas engasta­
das nos seus engastes de ouro. 14 E eram doze pedras, segundo os nomes dos filhos de Yish ra'al, eram
sem elhantes a gravuras de selo, cada um a com o nome de uma das doze tribos. 15 E fizeram sobre o
peitoral correntinhas, sem elhantes a cordas, obra de trança, de ouro puro. 16 E fizeram dois engastes
de ouro e duas argolas de ouro, e fixaram as duas argolas nas duas extrem idades do peitoral. 17 E
c olocaram as duas correntinhas de trança de ouro nas duas argolas, nas extrem idades do peitoral. 18
E as outras duas pontas das duas correntinhas de trança colocaram nos dois engastes, e as puseram so­
b re as ombreiras do éfod, na parte dianteira dele. 19 E fizeram outras duas argolas de ouro, que puse­
ram nas duas extrem idades do peitoral, na sua borda que estava junto ao éfod po r dentro. 20 E fizeram
m ais duas argolas de ouro, que puseram nas duas ombreiras do éfod, debaixo, na parte dianteira dele,
junto à sua costura, acim a do cin to de adorno do éfod. 21 E ligaram o peitoral, pelas suas argolas, às
argolas do éfod por m eio de um cordão de tecido de lã azul-celeste, para que estivesse sobre o cinto
de adorno do éfod e o peitoral não se separasse do éfod, conform e Yahúh havia ordenado a Môsheh.

O m anto d o é fo d

22 Ele fez o manto do éfod de obra tecid a, todo de tecido de lã azul-celeste, 2 3 e a abertura do manto
no m eio dele, com o a abertura de cota de m alha; essa abertura tinha um a orla em volta, para que não
se rom pesse. 24 E nas abas do manto fizeram rom ãs de tecido de lã azul-celeste, púrpura e carm esim ,
de fio torcido. 25 E fizeram cam painhas de ouro puro, pondo as cam painhas nas abas do manto ao
redor, entremeadas com as romãs; 2 6 uma cam painha e um a rom ã, outra cam painha e outra romã,
nas abas do manto ao redor, para uso no m inistério, conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh. 27
E fizeram as túnicas de linho fino, de obra tecida, para Aharon e para seus filhos, 28 e o turbante de
linho fino, e o adorno das testeiras de lin ho fino, e os calções de linho fino torcido, 29 e o cinto de
linho fino torcido, e de tecido de lã azul-celeste, púrpura e carm esim , obra de bordador, conform e
Yahúh havia ordenado a M ôsheh. 3 0 E fizeram de ouro puro uma p laca para a coroa sagrada, e nela
gravaram uma inscrição com o a gravura de um selo: "Kod esh la Yahúh" [que significa "Im aculado é
Yahú h"|. 31 E a ela ataram um cordão de tecido de lã azul-celeste, para prendê-la à parte superior do
turbante, conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh.

O s u ten sílios d o Tabernáculo com pletados

32 E assim se acabou toda a obra do tabernáculo da Tenda da R evelação; e os filhos de Y ishra'al fize­
ram conform e tudo o que Yahúh havia ordenado a M ôsheh; assim o fizeram . 33 E trouxeram a Môsheh
o tabernáculo, a tenda e todos os seus utensílios, os seus colchetes, as suas tábuas, os seus travessões,
as suas colunas e as suas bases; 34 e a cobertura de lãs de carneiro tingidas de verm elho, e a cobertura
de peles de golfinho, e a cortina do véu; 35 a A rca do Testemunho com as suas varas, e o propiciatório;
3 6 a mesa com todos os seus utensílios, e os pães da proposição; 37 a m enoráh separada, com suas
candeias todas em ordem , com todos os seus utensílios, e o azeite para a lu z; 38 e o altar de ouro,
o óleo da unção e o incenso arom ático, e o véu para a porta da tenda; 39 o altar de bronze e o seu
crivo de bronze, as suas varas, e todos os seus utensílios; o lavatório e a sua base; 40 as cortinas do
pátio, as suas colunas e as suas bases, e o véu para a porta do pátio, as suas cordas e as suas estacas,
e todos os utensílios do serviço do tabernáculo, para a Tenda da Revelação; 41 as vestes finamente
tecidas para uso no m inistério no m ikdosh, e as vestes sagradas para Aharon, o sacerdote, e as vestes
para seus filhos, para ministrarem o sacerdócio. 42 E tudo conform e Yahúh havia ordenado a Môsheh,
assim fizeram os filhos de Y ishra'al toda a obra. 43 E M ôsheh exam inou todas as coisas e viu que eles
tinham feito tudo conform e Yahúh havia ordenado. Então Môsheh os abençoou.

Yahúh m anda M ôsh e h levan tar o tabernáculo

y | /"V1 E Yahúh disse a Môsheh: 2 "N o prim eiro dia do prim eiro mês, vo cê deverá arm ar o taberná-
■ v J c u l o da Tenda da Revelação, 3 e porá nele a A rca do Testemunho, e resguardará a Arca com o
véu. 4 E colocará nele a mesa, e porá em ordem o que se deve pôr em ordem nela; também colocará
n ele a m enoráh, e acenderá as suas candeias. 5 E porá o altar de ouro para o incenso diante da Arca
do Testemunho; e pendurará o véu da porta do tabernáculo. 6 E porá o altar do holocausto diante da
porta do tabernáculo da Tenda da Revelação. 7 E porá o lavatório entre a Tenda da Revelação e o altar, e
nele colocará água. 8 E levantará as cortinas do pátio ao redor, e pendurará o véu da porta do pátio. 9 E
pegará o óleo da unção e ungirá o tabernáculo, e tudo o que há nele; e o consagrará, a ele e a todos os
seus móveis; e será sagrado. 10 Ungirá também o altar do holocausto, e todos os seus utensílios, e con­
sagrará o altar; e o altar será especialm ente sagrado. 11 E ungirá o lavatório e a sua base, e a consagrará.
12 E fará chegar Aharon e seus filhos à porta da Tenda da Revelação, e os lavará com água. 13 E vestirá
Aharon com as vestes sagradas, e vo cê o ungirá, e o consagrará, para que ministre o sacerdócio diante
de M ini. 14 E fará chegar seus filhos, e os vestirá de túnicas, 15 e os ungirá com o você ungiu seu pai,
para que ministrem o sacerdócio, e a sua unção lhes será por sacerdócio perpétuo pelas suas gerações!".

O tabern áculo é levantado

16 E Môsheh fez conforme tudo o que Yahúh lhe ordenou; assim o fez. 17 No primeiro mês do segundo
ano, no primeiro dia do mês, o tabernáculo foi armado. 18 E Môsheh armou o tabernáculo; lançou as suas
bases; armou as suas tábuas e nelas colocou os seus travessões; levantou as suas colunas; 19 estendeu a
tenda por cim a do tabernáculo, e pôs a cobertura da tenda sobre ela, em cim a, conforme Yahúh lhe havia
ordenado. 20 E pegou o testemunho e pôs o na arca, ajustou à arca as varas, e pôs-lhe o propiciatório em
cim a. 21 E introduziu a arca no tabernáculo, e pendurou a cortina do véu, e assim resguardou a Arca do
Testemunho, conforme Yahúh lhe havia ordenado. 22 E pôs a mesa na Tenda da Revelação, ao lado do
tabernáculo para o norte, fora do véu, 23 e sobre ela pôs em ordem o pão perante Yahúh, conforme Yahúh
lhe havia ordenado. 24 E pôs na Tenda da Revelação a menoráh defronte da mesa, ao lado do tabernáculo
para o sul, 25 e acendeu as candeias perante Yahúh, conforme Yahúh lhe havia ordenado. 26 E pôs o altar
de ouro na Tenda da Revelação diante do véu, 27 e sobre ele queimou o incenso de especiarias aromáti­
cas, conforme Yahúh lhe havia ordenado. 28 E pendurou o véu à porta do tabernáculo, 29 e pôs o altar do
holocausto à porta do tabernáculo da Tenda da Revelação, e sobre ele ofereceu o holocausto e a oferenda
de cereais, conforme Yahúh lhe havia ordenado. 30 E colocou o lavatório entre a Tenda da Revelação e
o altar, e nele colocou água para lavar. 31 E junto dele Môsheh e Aharon e seus filhos lavaram as mãos e
os pés. 32 Q uando entravam na Tenda da Revelação, e quando chegavam ao altar, lavavam-se, conforme
Yahúh havia ordenado a Môsheh. 33 E levantou as cortinas do pátio ao redor do tabernáculo e do altar e
pendurou o véu da porta do pátio. E assim Môsheh acabou a obra.

A nuvem co b re o tabernáculo

34 E a nuvem cobriu a Tenda da R evelação, e o resplendor de Yahúh encheu o tabernáculo; 35 de


m aneira que M ôsheh não podia entrar na Tenda da Revelação, porquanto a nuvem repousava sobre
ela, e o resplendor de Yahúh enchia o tabernáculo. 36 Q uando a nuvem se levantava de sobre o ta­
b ernáculo, o s filhos de Yishra'al prosseguiam em todas as suas jornadas; 3 7 porém , se a nuvem não
se levantava, eles não cam inhavam até o dia em que ela se levantasse. 38 Porque a nuvem de Yahúh
estava durante o dia sobre o ta bernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda
a C asa d e Y ish ra 'al, em todas as suas jornadas.
* q p vl n a o

O 3" LIV R O D A T O R Á H DE M Ô SH E H ,
CHAM ADO

Vayikrá

O s holocaustos

1 E Yahúh cham ou M ôsheh e, da Tenda da R evelação, lhe disse: 2 "C h am e os filh os de Yishra'al
1 e diga-lhes: quando algum de vocês trouxer uma oferta a Yahúh, oferecerão os seus sacrifício s
do rebanho, isto é, do gado bovino e das ovelhas. 3 Se a sua oferta for holocausto de gado bovino,
oferecerá um m acho sem defeito; à porta da Tenda da R evelação o oferecerá, para que seja aceito
perante Yahúh. 4 E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, e esse será aceito a favor dele, para
a exp iação dos seus pecados. 5 E depois degolará o n ovilho perante Yahúh; e os filhos de Aharon, os
sacerdotes, apresentarão o sangue, e espargirão o sangue em redor sobre o altar que está à porta da
Tenda da Revelação. 6 Em seguida o homem tirará o couro do anim al que será oferecido em holo­
causto, e depois cortará o corpo em pedaços. 7 E os filhos de Aharon, o sacerdote, porão fogo sobre o
altar, pondo em ordem a lenha sobre o fogo; 8 E os filhos de Aharon, os sacerdotes, porão em ordem
os pedaços, a cabeça e a gordura, sobre a lenha que está no fogo em cim a do altar; 9 a fressura e as
pernas, ele as lavará com água; e o sacerdote queim ará tudo isso sobre o altar com o holocausto, oferta
queim ada, de ch eiro suave a Yahúh. 10 Se a sua oferta for holocausto de gado m iúdo, seja das ovelhas
seja das cabras, oferecerá a ele um m acho sem defeito, 11 e o degolará ao lado do altar que dá para
o norte, perante Yahúh; e os filhos de Aharon, os sacerdotes, espargirão o sangue em redor sobre o
altar. 12 E o cortará em seus pedaços, juntam ente com a cabeça e a gordura; e o sacerdote os porá
em ordem sobre a lenha que está no fogo sobre o altar; 13 a fressura e as pernas, ele as lavará com
água; e o sacerdote oferecerá tudo isso, e o queim ará sobre o altar; holocausto é oferta queimada,
de cheiro suave, a Yahúh. 14 Se a sua oferta a Yahúh for holocausto de aves, seja de rolinhas ou de
pom binhos, oferecerá a sua oferta. 15 E o sacerdote a trará ao altar, e lhe tirará a cab eça e a queimará
sobre o altar; e o seu sangue será derram ado na parede do altar; 16 e o seu papo e intestinos tirará e
os lançará junto ao altar, para o lado do leste, no lugar da cin z a ; 17 e a fenderá junto às suas asas, mas
não a dividirá; e o sacerdote a queim ará em cim a do altar sobre a lenha que está no fogo; holocausto
é oferta queim ada, de cheiro suave, a Yahúh!".

A s oferen d as de cereais

1 "Q u and o alguém oferecer a Yahúh uma oferenda de cereais, a sua oferta será de flor de farinha;
2 colocará n ela azeite, e sobre ela porá incenso; 2 e a trará aos filhos de Aharon, os sacerdotes, e
um deles pegará um punhado da flo r de farinha e do a zeite com todo o incenso, e o queimará sobre
o altar por oferta m em orial, oferta queimada, de ch eiro suave, a Yahúh. 3 O que restar da oferenda de
cereais pertencerá a Aharon e a seus filhos; é uma parte especialm ente sagrada entre as ofertas queima­
das a Yahúh. 4 Quando fizerem oferenda de cereais assada ao forno, será de bolos sem fermento, de flor
de farinha, amassados com azeite, e biscoitos sem fermento, untados com azeite. 5 E se a sua oferta for
oferenda de cereais assada na assadeira, será de flo r de farinha sem fermento, amassada com azeite. 6 E
em pedaços a partirá, e sobre ela colocará azeite; é oferenda de cereais. 7 E se a sua oferta for oferenda
de cereais cozid a na frigideira, a fará de flor de farinha com azeite. 8 E trará a Yahúh a oferenda de ce­
reais que for feita dessas coisas; e será apresentada ao sacerdote, e ele a levará ao altar. 9 E o sacerdote
pegará da oferenda de cereais o m emorial dela, e o queimará sobre o altar; é oferta queim ada, de chei­
ro suave, a Yahúh. 10 E o que restar da oferenda de cereais pertencerá a Aharon e a seus filhos; é uma
parte especialm ente sagrada entre as ofertas queim adas a Yahúh. 11 Nenhum a oferenda de cereais
que fizerem a Yahúh será preparada com fermento; porque não queim arão fermento algum nem mel
algum com o oferta queim ada a Yahúh, 12 porém com o oferta de p rim ícias a oferecerão a Yahúh; mas
sobre o altar não subirão por cheiro suave. 13 E todas as suas oferendas de cereais temperará com
sal; não deixará faltar a elas o sal da alian ça do nosso C riador; em todas as suas ofertas oferecerá sal.
14 Se fizer a Yahúh oferenda de cereais de p rim ícias, oferecerá, com o oferenda de cereais das suas
p rim ícias, espigas tostadas ao fogo, isto é, o grão trilhado de espigas verdes. 15 Sobre ela colocará
a zeite, e lhe porá por cim a do incenso; é oferenda de cereais. 1 6 0 sacerdote queimará o m emorial
d ela, isto é, parte do grão trilhado e parte do azeite com todo o incenso; é oferta queim ada a Yahúh!"

O s sa c rifício s p a cífico s

1 "Se a oferta de alguém for sa crifício p acífico, se a fizer de gado bovino, seja m acho ou fêm ea, a
3 oferecerá sem defeito perante Yahúh; 2 e porá a m ão sobre a cabeça da sua oferta e a degolará à
porta da Tenda da R evelação; e os filhos de A haro n, os sacerdotes, espargirão o sangue sobre o altar
em redor. 3 E do sacrifício da oferenda de paz fará um a oferta queimada a Yahúh; a gordura que cobre
a fressura, sim , toda a gordura que está sobre ela, 4 os dois rins e a gordura que está sobre eles, e a
que está junto aos lombos, e o redenho que está sobre o fígado, juntamente com os rins, ele os tirará. 5
E os filh os de Aharon queim arão isso sobre o altar, em cim a do holocausto que está sobre a lenha no
fogo; é oferta queim ada, de cheiro suave, a Yahúh. 6 E se a sua oferta por sacrifício p acífico a Yahúh
for de gado m iúdo, seja m acho ou fêm ea, sem defeito o oferecerá. 7 Se oferecer um cordeiro por sua
oferta, o oferecerá perante Yahúh; 8 e porá a m ão sobre a cabeça da sua oferta, e a degolará diante da
Tenda da Revelação; e os filhos de Aharon espargirão o sangue sobre o altar em redor. 9 E do sacrifí­
c io de oferenda de p az fará uma oferta queim ada a Yahúh; a gordura da oferta, a cauda gorda inteira,
a tirará junto ao espinhaço; e a gordura que cobre a fressura, sim, toda a gordura que está sobre ela, 10 os
dois rins e a gordura que está sobre eles, e a que está junto aos lombos, e o redenho que está sobre o
fígado, juntamente com os rins, os tirará. 11 E o sacerdote queim ará isso sobre o altar; é o alim ento
do fogo, oferecido ao nome de Yahúh. 12 E se a sua oferta for uma cabra, perante Yahúh a oferecerá;
13 e lhe porá a m ão sobre a cabeça, e a degolará diante da Tenda da R evelação; e os filhos de Aha­
ron espargirão o sangue da cabra sobre o altar em redor. 14 E oferecerá dela a sua oferta, isto é, uma
oferta queimada a Yahúh; a gordura que cobre a fressura, sim , toda a gordura que está sobre ela, 15
os dois rins e a gordura que está sobre eles, e a que está junto aos lombos, e o redenho que está sobre
o fígado, juntam ente com os rins, os tirará. 16 E o sacerdote queimará isso sobre o altar; é o alim ento
do fogo, oferecido a Yahúh com o cheiro suave. 17 E isso lhes será por estatuto perpétuo, pelas suas
gerações, em todas as suas habitações: nenhum gordura nem sangue algum com erão e nem beberão!"

O s a c rifício p e lo s p e ca do s p o r ig norância dos sacerd otes

1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Fale aos filhos de Yishra'al, dizendo: se alguém pecar
4 por ignorância a respeito de qualquer uma das coisas que Yahúh ordenou que não se fizessem ,
fazendo qualquer um a delas; 3 se fo r o sacerdote ungido que pecar, assim tornando o povo culpado,
oferecerá a Yahúh, pelo pecado que com eteu, um n ovilho sem defeito com o oferenda pelo pecado.
4 E trará o n ovilho à porta da Tenda da R evelação, perante Yahúh; e porá a m ão sobre a cabeça do
n o vilh o e o degolará perante Yahúh. 5 E o sacerdote ungido pegará do sangue do no vilho , e o trará à
Tenda da R evelação; 6 e, m olhando o dedo no sangue, aspergirá do sangue sete vezes perante Yahúh,
diante do véu do m ikdosh. 7 E o sacerdote porá daquele sangue perante Yahúh, sobre as pontas do
altar do incenso arom ático, que está na Tenda da R evelação; e todo o resto do sangue do n ovilho der­
ram ará sobre a base do altar do holocausto, que está à porta da Tenda da R evelação. 8 E tirará toda a
gordura do n ovilho da oferenda pelo pecado; a gordura que cobre a fressura e toda a gordura que está
sobre ela, 9 os dois rins e a gordura que está sobre eles, e o que está junto aos lombos, e o redenho
que está sobre o fígado, juntamente com os rins, os tirará, 10 e assim com o se tira do boi do sacrifício
p acífico; e o sacerdote os queim ará sobre o altar do holocausto. 11 M as o couro do no vilho , e toda
a sua carne, com a cabeça, as pernas, a fressura e o excrem ento, 12 enfim , o n ovilho todo, o levará
para fora do acam pam ento a um lugar lim po, em que se lança a cin za , e o queim ará sobre a lenha;
onde se lança a c in z a , a í se queim ará!".

O s sa c rifício s p e lo s p e ca do s p o r ignorância d o po v o

13 "Se toda a com unidade de Yishra'al errar, sendo isso oculto aos olhos da coletividade, e eles tiverem
feito qualquer uma das coisas que Yahúh ordenou que não se fizessem , assim tornando-se culpados;
14 quando o pecado que com eteram for con h ecid o, a coletividade oferecerá um novilho com o ofe­
renda pelo pecado, e o trará diante da Tenda da Revelação. 15 O s líderes da com unidade porão as
m ãos sobre a cabeça do novilho perante Yahúh; e degolará o novilho perante Yahúh. 16 E o sacerdote
ungido trará do sangue do novilho à Tenda da Revelação; 17 e o sacerdote molhará o dedo no sangue,
e o aspergirá sete vezes perante Yahúh, diante do véu. 18 E do sangue porá sobre as pontas do altar, que
está perante Yahúh, na Tenda da Revelação; e todo o resto do sangue derramará sobre a base do altar do
holocausto, que está diante da Tenda da Revelação. 19 E tirará dele toda a sua gordura, e o queimará sobre
o altar. 20 E assim fará com o novilho, com o fez ao novilho da oferenda pelo pecado, assim fará a esse; e o
sacerdote fará expiação por eles, e eles serão perdoados. 21 E levará o novilho para fora do acampamento,
e o queimará com o queimou o primeiro novilho; é oferenda pelo pecado da coletividade!"

O s sa c rifício s p e lo s peca do s p o r ignorância d e um líd e r

22 "Q uan do um líder pecar, fazendo por ignorância qualquer uma das coisas que Yahúh, nosso C ria­
dor, ordenou que não fizéssem os, e assim se tornar culp ado ; 23 se o pecado que cometeu lhe for
notificado, então trará um bode sem defeito para sacrifício ; 24 e porá a m ão sobre a cab eça do bode
e o degolará no lugar em que se degola o holocausto perante Yahúh; é oferenda pelo pecado. 25 E o
sacerdote, com o dedo, pegará do sangue da oferenda pelo pecado e o porá sobre as pontas do altar
do holocausto; e o resto do sangue derram ará sobre a base do altar do holocausto. 26 E queimará
sobre o altar toda a sua gordura com o as partes do sacrifício da oferenda de p az; assim o sacerdote
fará por ele exp iação do seu pecado, e ele será perdoado!"

O s sa c rifício s p e lo s p e ca d o s p o r ig norância d e q u a lq u e r pessoa

2 7 "E se alguém dentre o povo da terra pecar por ignorância, fazendo qualquer uma das coisas que
Yahúh ordenou que não fizéssem os, e assim se tornar culpado; 28 se o pecado que cometeu lhe for
notificado, então trará por sua oferta uma cabra, sem defeito, pelo pecado com etido; 29 e porá a
m ão sobre a cabeça da oferenda pelo pecado, e a degolará no lugar do holocausto. 30 E o sacerdote,
com o dedo, pegará do sangue da oferta, e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; e todo o
resto do sangue se derram ará sobre a base do altar. 31 E tirará toda a gordura, com o se tira a gordura
do sacrifício p acífico, e a queimará sobre o altar, por cheiro suave a Yahúh; e o sacerdote fará expia­
ção por ele, e ele será perdoado. 32 E se pela sua oferta trouxer uma cordeira com o oferenda pelo
pecado, sem defeito a trará; 33 e porá a mão sobre a cabeça da oferenda pelo pecado, e a degolará
por oferenda pelo pecado, no lugar em que se degola o holocausto. 34 E o sacerdote, com o dedo,
pegará do sangue da oferenda p elo pecado, e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; e todo o
resto do sangue da oferta se derram ará sobre a base do altar. 35 E tirará toda a gordura, com o se tira a
gordura do cordeiro do sacrifício p a cífico , e a queim ará sobre o altar, em cim a das ofertas queimadas
de Yahúh; e assim o sacerdote fará por ele exp iação do pecado que com eteu, e ele será perdoado!"

O sa c rifício p e lo s peca do s ocu ltos

1 "Se alguém, tendo-se ajuramentado com o testemunha, pecar por não denunciar o que viu , ou
5 o que soube, pagará pela sua culpa. 2 Se alguém pegar em alguma coisa impura, seja cadáver de
besta-fera impura, seja cadáver de gado impuro, seja cadáver de réptil im puro, embora faça sem
perceber, contudo será ele impuro e culpado. 3 Se alguém , sem perceber, pegar na im pureza de um
homem, seja qual for a im pureza com que esse se tornar impuro, quando o souber será culpado. 4
Se alguém , sem perceber, ju ra r ousadam ente com os seus lábios fa zer mal ou fa zer bem, em tudo o
que o homem p ro nunciar ousadamente com juram ento, quando o souber, cu lpado será numa dessas
coisas. 5 Q uando for c u lpado numa dessas coisas, deverá confessar aqu ilo em que houver pecado. 6 E
com o sua oferta pela culpa ele trará a Yahúh, pelo pecado que cometeu, uma fêmea de gado miúdo; uma
cordeira, ou uma cabrinha, trará com o oferenda pelo pecado; e o sacerdote fará por ele expiação do seu
pecado. 7 Mas, se as suas posses não lhe permitirem trazer uma oferta de gado miúdo, então trará a Yahúh,
como sua oferta pela culpa por aquilo em que houver pecado, duas rolinhas, ou dois pombinhos; um como
oferenda pelo pecado, e o outro como holocausto; 8 e os trará ao sacerdote, ele o oferecerá primeiro aquele
que é para a oferenda pelo pecado, e com a unha lhe fenderá a cabeça junto ao pescoço, mas não o repar­
tirá; 9 e do sangue da oferenda pelo pecado aspergirá sobre a parede do altar, porém o que restar, daquele
sangue se espremerá à base do altar; é oferenda pelo pecado. 10 E do outro fará holocausto conforme a
ordenança; assim o sacerdote fará expiação por ele do pecado que cometeu, e ele será perdoado. 11
Porém, se alguém não tiver recursos para comprar duas rolinhas ou dois pombinhos, então, com o oferta
por aquilo em que houver pecado, trará a décim a parte de um efáh de flor de farinha como oferenda pelo
pecado; não colocará azeite nem lhe porá em cim a incenso, porque é oferenda pelo pecado; 12 e o trará
ao sacerdote, ele pegará um punhado com o o memorial da oferta, e a queimará sobre o altar em cim a das
ofertas queimadas a Yahúh; e é oferenda pelo pecado. 13 E assim o sacerdote fará por ele expiação do seu
pecado, que houver cometido em alguma dessas coisas, e ele será perdoado; e o restante pertencerá ao
sacerdote, como a oferenda de cereais!"

O s a c rifício p e lo sacrilég io

14 E Yahúh falou a M ôsheh, dizend o : 15 "Se alguém com eter uma transgressão, e pecar por ignorân­
c ia em relação aos utensílios sagrados de Yahúh, então trará a Yahúh, com o a sua oferta pela culpa, um
c arneiro do rebanho sem defeito, conform e a sua avaliação em shekalim de prata, de acordo com o
padrão de shekel do m ikdosh, para oferta pela culpa. 16 E assim fará restituição pelo pecado que houver
com etido contra os utensílios sagrados, e ainda lhe acrescentará a quinta parte, e a dará ao sacerdote;
e com o carneiro da oferta pela cu lp a, o sacerdote fará exp iação por ele, e ele será perdoado!".

O sa c rifício p e lo s p e ca d o s d e ignorância

17 "Se alguém pecar, fazendo qualquer de todas as coisas que Yahúh ordenou que não se fizessem ,
ainda que não o soubesse, contudo essa pessoa será cu lp ada, e pagará pela sua cu lp a; 18 e com o
oferta pela cu lp a trará ao sacerdote um carneiro do rebanho sem defeito, conform e a sua avaliação ; e
o sacerdote fará por ele exp iação do erro que involuntariam ente houver com etido sem o saber; e ele
será perdoado. 19 É oferta pela cu lp a; certam ente ele se tornou culpado diante de Yahúh!"

O s a c rifício p e lo s p e ca do s volun tários

2 0 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 21 "S e alguém pecar e com eter um a transgressão contra Yahúh,
e negar ao seu próxim o a coisa que lhe foi entregue sob custódia, ou um empréstim o em dinheiro,
ou roubou ou extorquiu o seu próxim o; 22 se achar o perdido, e nisso se houver dolosamente e jurar
falso; ou se fizer qualquer de todas as coisas em que o homem costuma pecar; 23 se houver peca­
do e for culpado, restituirá o que roubou, ou o que obteve pela opressão, ou o depósito que lhe foi
dado em guarda, ou o perdido que achou, 24 ou qualquer coisa sobre que jurou falso; por inteiro o
restituirá, e ainda a isso acrescentará a quinta parte; a quem pertence, e o dará no dia em que trouxer
a sua oferta pela cu lp a. 25 E com o oferta pela sua culpa trará a Yahúh um carneiro do rebanho sem
defeito; conform e a sua avaliação para oferta pela cu lp a o trará ao sacerdote; 26 e o sacerdote fará
exp iação por ele perante Yahíih, e ele será perdoado de todas as coisas que tiver feito, nas quais se
tenha tornado cu lp ad o !".

A le i do holocausto

1 E Yahúh falou a Môsheh, dizendo: 2 "O rdene a Aharon e a seus filhos, dizendo: essa é a lei do holo­
6 causto: o holocausto ficará a noite toda, até pela manhã, sobre a lareira do altar, e nela se conservará
aceso o fogo do altar. 3 E o sacerdote vestirá a sua túnica de linho, e vestirá as calças de linho sobre a pele
nua; e levantará a cinza, quando o fogo houver consumido o holocausto sobre o altar, e a porá junto ao
altar. 4 E depois despirá as suas vestes, e vestirá outras vestes; e levará a cinza para fora do acampamento a
um lugar limpo. 5 E o fogo sobre o altar se conservará aceso; não se apagará. O sacerdote acenderá lenha
nele todos os dias pela manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto, e queimará a gordura das oferen­
das de paz. 6 O fogo se conservará continuamente aceso sobre o altar; não se apagará!".

A le i das oferen d as de cereais

7 "Essa é a lei da oferenda de cereais: os filhos de A haron a oferecerão perante Yahúh diante do altar. 8
O sacerdote pegará um punhado de flor de farinha da oferenda de cereais e do azeite desta, e todo o
incenso que estiver sobre a oferenda de cereais, e os queimará sobre o altar por cheiro suave a Yahúh,
com o o m em orial da oferta. 9 E Aharon e seus filh os com erão o restante dela; o com erão sem fer­
mento em um lugar sagrado; no pátio da Tenda da R evelação o com erão. 10 Ela não deve ser assada
com fermento. Com o a sua porção das m inhas ofertas queim adas o tenho dado; oferta especialm ente
sagrada é, com o a oferenda pelo pecado, e com o a oferta pela cu lp a. 11 E todo homem entre os filhos
de Aharon com erá dela, com o a sua porção das ofertas queim adas de Yahúh; estatuto perpétuo será
para as suas gerações; tudo o que tocar nessas ofertas se tornará sagrado!"

A oferta na ord ena çã o dos sacerd otes

12 E Yahúh falou a Môsheh, dizendo: 13 "Essa é a oferta de Aharon e de seus filhos, a qual oferecerão a
Yahúh no dia em que ele for ungido: um décim o de flor de farinha, como oferenda de cereais, perpetua­
mente, a metade dela pela amanhã, e a outra metade à tarde. 14 Num a assadeira se fará com azeite; bem
embebida a trará; em pedaços cozidos oferecerá a oferenda de cereais por cheiro suave a Yahúh. 15 E o
sacerdote que, dentre seus filhos, for ungido em seu lugar, a oferecerá; por estatuto perpétuo será ela toda
queimada a Yahúh. 16 E toda oferenda de cereais do sacerdote será totalmente queimada; não se comerá!".

A le i da oferta p e lo peca do

17 E Yahúh falou a M ôsheh, dizend o : 18 "Fale a Aharon e a seus filhos, dizendo: essa é a lei da
oferenda pelo pecado: no lugar em que se degola o holocausto se degolará a oferenda pelo pecado
perante Yahúh; oferta especialm ente sagrada é. 19 O sacerdote que a oferecer pelo pecado a com erá;
no lugar sagrado a com erá, no pátio da Tenda da R evelação. 20 Tudo o que tocar a carne da oferta
será sagrado, e quando o sangue dela for espargido sobre qualquer roupa, lavará no lu gar sagrado a
roupa sobre a qual e le tiver sido espargido. 21 Mas o vaso de barro em que for cozida será quebrado;
e se for co zid a num vaso de bronze, esse será esfregado, e lavado na água. 22 E todo homem entre
os sacerdotes com erá dela; oferta especialm ente sagrada é. 23 E não se com erá nenhum a oferenda
pelo pecado, da qual uma parte do sangue é trazida para dentro da Tenda da R evelação, para fazer
exp iação no m ikdosh; mas no fogo será q ueim ada!".

A le i da oferta pe la culpa

1 "Essa é a lei da oferta pela culpa: oferta especialm ente sagrada é. 2 No lugar em que sacrificam
7 o holocausto desolarão a oferta pela culpa, e o sangue dela se aspergirá sobre o altar em redor. 3
E dela se oferecerá toda a gordura: a cauda gorda, e a gordura que cobre a fressura, 4 os dois rins e
a gordura que está sobre eles, e o que está junto aos lombos, e o redenho sobre o fígado, juntamente
com os rins, os tirará; 5 e o sacerdote os queim ará sobre o altar em oferta queim ada a Yahúh; é uma
oferta pela cu lp a. 6 E todo homem entre os sacerdotes com erá dela; no lugar sagrado se com erá, pois
oferta especialm ente sagrada é. 7 E com o é a oferenda p elo pecado, assim será a oferta pela culpa;
há uma só lei para elas, isto é, pertencerá ao sacerdote que com ela houver feito exp iação . 8 E o
sacerdote que oferecer o holocausto de alguém terá para si o couro do anim al que tiver oferecido. 9
Igualm ente toda oferenda de cereais que se assar ao forno, com o tudo o que se preparar na frigideira e
na assadeira, pertencerá ao sacerdote que a oferecer. 10 E toda oferenda de cereais, seja ela amassada
com azeite, ou seja seca, pertencerá a todos os filh os de Aharon, tanto a um com o a outro!"

A le i das o fe rta s pa cífica s

11 "Essa é a lei do sacrifício das oferendas de paz que se oferecerá a Yahúh. 12 Se alguém o oferecer
por oferta de ação de graças, com o sacrifício de ação de graças oferecerá bolos sem fermento amas­
sados com azeite, e biscoitos sem fermento untados com azeite, e bolos am assados com azeite, de
flor de farinha, bem em bebidos. 13 E com os bolos oferecerá pão fermentado com o sua oferta, com o
sacrifício de oferendas de paz por ação de graças. 14 E dele oferecerá um de cada oferta por oferta al­
çada a Yahúh, o qual pertencerá ao sacerdote que aspergir o sangue da oferenda de paz. 15 E a carne
do sacrifício de oferendas de paz por ação de graças se com erá no dia do seu oferecim ento; nada se
d eixará dela até pela m anhã. 16 Porém se o sa crifício da sua oferta for voto, ou oferta voluntária, no
dia em que for oferecido se com erá, e no dia seguinte se com erá o que dele ficar; 17 mas o que ainda
ficar da carne do sacrifício até o terceiro dia será queim ado no fogo. 18 Se alguma parte da carne do
sacrifício da sua oferenda de paz se com er ao terceiro dia, aquele sacrifício não será aceito, nem será
imputado àq uele que o tiver oferecido; coisa abom inável será, e quem dela com er pagará pela sua
culp a. 19 A carne purificada que tocar alguma coisa impura não se com erá; será queim ada no fogo;
m as da outra carne, qualquer que estiver limpo com erá dela; 20 E se alguma pessoa, estando impura,
com er a carne do sa crifício da oferenda de paz, que pertence a Yahúh, essa pessoa será elim inada do
seu povo. 21 E se alguma pessoa, tendo pegado em algum a coisa impura, com o im pureza de homem,
ou gado im puro, ou qualquer abom inação impura, com er da carne do sacrifício da oferenda de paz,
que pertence a Yahúh, essa pessoa será elim inada do seu povo!"

Yahúh p ro íb e co m er g ordura e sangue

22 E Yahúh falou a M ôsheh, d izendo: 23 "Fale aos filh os de Yishra'al, dizendo: nenhuma gordura de
boi, nem de carn eiro, nem de cabra com erão. 24 M as pode-se usar a gordura do anim al que morre
por si mesmo, e a gordura do que é dilacerado por feras, para qualquer outro fim ; mas de m aneira
alguma com erão dela. 2 5 E todo aquele que com er gordura de anim al, do qual se oferecer oferta
queim ada a Yahúh, sim , a pessoa que dela com er será elim inada do seu povo. 2 6 E não com erão e
nem beberão sangue, quer de aves, quer de gado, em qualquer das suas habitações. 27 E toda pessoa
que com er ou beber sangue será elim in ad a do seu p ovo!".

A p a rte das oferen d as que toca aos sacerdotes

28 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 29 "Fale aos filhos de Yish ra'al, dizendo : quem oferecer sacri­
fício de oferenda de p az a Yahúh trará a respectiva o b lação da sua oferenda de paz a Yahúh. 30 E
com as próprias m ãos trará as ofertas queim adas a Yahúh; o peito com a gordura trará, para m ovê-lo
por oferta de m ovim ento perante Yahúh. 31 E o sacerdote queim ará a gordura sobre o altar, mas o
peito pertencerá a A haron e a seus filh os. 32 E dos sacrifício s das suas oferendas de p az, darão a coxa
direita ao sacerdote por oferta alçada. 33 A quele dentre os filhos de Aharon que oferecer o sangue
da oferenda de paz, e a gordura, esse terá a coxa direita por sua porção; 3 4 porque o peito m ovido
e a coxa alçada tenho pegado dos filhos de Yish ra'al, dos sacrifício s das suas oferendas de p az, e os
tenho dado a A haro n, o sacerdote, e a seus filhos, com o sua porção, para sempre, da parte dos filhos
de Yish ra'al. 35 Essa é a porção de Aharon e a porção de seus filhos, das ofertas queim adas a Yahúh,
desde o dia em que ele os apresentou para m inistrar o sacerdócio a Yahúh; 36 a qual Yahúh, no dia em
que os ungiu, ordenou que se lhes desse da parte dos filhos d e Y ish ra 'al; é a sua porção para sempre,
p elas suas gerações!". 37 Essa é a lei do holocausto, da oferenda de cereais, da oferenda pelo pecado,
da oferta pela culpa, da oferta das p u rificações, e do sacrifício das oferendas de p az; 38 a qual Yahúh
entregou a M ôsheh no monte Sinay, no dia em que ele estava ordenando aos filhos de Yishra'al que
oferecessem as suas ofertas a Yahúh, no deserto de Sinay.

A ord ena çã o sa cerd o ta l de A ha ron e seu s filhos

1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Pegue Aharon, os filh os dele, as vestes, o azeite da unção,
8 o novilho da oferenda pelo pecado, os dois carneiros, a cesta de " m a tzo t" 3 e reúna a com unidad
toda à porta da Tenda da R evelação !". 4 E M ôsheh fe z conform e Yahúh lhe havia ordenado; e a com u­
nidade se reuniu à porta da Tenda da R evelação. 5 E M ôsheh disse à com unidade: "Isso é o que Yahúh
ordenou que se fizesse. 6 E M ôsheh fez chegar Aharon e seus filhos, e os lavou com água, 7 e vestiu
Aharon com a tú n ica, cingiu-o com o cinto, e vestiu-lhe o manto, e pôs sobre ele o éfod, e cingiu-o
com o cinto de obra esm erada, e com ele lhe apertou o éfod. 8 E colocou-lhe o peitoral, no qual pôs o
U rim e oTum im ; 9 e pôs sobre a sua cabeça o turbante, e sobre esse, na parte dianteira, pôs a p laca de
ouro, a coroa sagrada; conform e Yahúh lhe havia ordenado. 1 0 E M ôsheh pegou o óleo da unção, un­
giu o tabernáculo e tudo o que nele havia, e os consagrou; 11 e dele espargiu sete vezes sobre o altar,
e ungiu o altar e todos os seus utensílios, com o também o lavatório e a sua base, para consagrá-los. 12
Em seguida ele derramou do óleo da unção sobre a cabeça de A haro n, e ungiu-o, para consagrá-lo. 13
E M ôsheh fez chegar aos filh os de A haro n, e os vestiu de túnicas, e os cingiu com cintos, e lhes atou
tiaras; conform e Yahúh lhe havia ordenado. 14 Então e le fez chegar o n ovilho da oferenda pelo peca­
do; e Aharon e seus filhos puseram as mãos sobre a cab eça do novilho da oferenda pelo pecado; 15 e
depois de degolar o novilho, Môsheh pegou o sangue, e pôs dele com o dedo sobre as pontas do altar
em redor, e p urificou o altar; depois derramou o resto do sangue na base do altar, e o consagrou, para
fazer exp iação por ele. 16 Ele pegou toda a gordura que estava na fressura, e o redenho do fígado, e
os dois rins com a sua gordura, e os queim ou sobre o altar. 17 Mas o no vilho , com o seu couro, com a
sua carne e com o seu excrem ento, queimou-o com fogo fora do acam pam ento; conform e Yahúh lhe
havia ordenado. 18 Ele fe z chegar o carneiro do holocausto; e Aharon e seus filh os puseram as mãos
sobre a cab eça do carneiro. 19 E degolando o carneiro, M ôsheh espargiu o sangue sobre o altar em
redor. 20 E repartiu o carneiro nos seus pedaços, e queim ou dele a cabeça, os pedaços e a gordura.
21 Mas a fressura e as pernas, lavou com água; e Môsheh queimou o carneiro todo sobre o altar; era
h olocausto de cheiro suave, uma oferta queim ada a Yahúh; conform e Yahúh lhe havia ordenado. 22
Ele fez chegar o outro carneiro, o carneiro da p urificação; e Aharon e seus filh os puseram as mãos
sobre a cabeça do carn eiro; 2 3 e M ôsheh, degolando o carneiro, pegou do sangue e pôs sobre a ponta
da orelha direita de Aharon, sobre o polegar da sua m ão direita, e sobre o polegar do seu pé direito.
24 E M ôsheh fez chegar também os filh os de A haro n, e pôs daquele sangue sobre a ponta da orelha
direita deles, e sobre o polegar da sua mão direita, e sobre o polegar do seu pé direito; e espargiu o
sangue sobre o altar em redor. 25 E pegou a gordura, e a cauda gorda, e toda a gordura que estava na
fressura, e o redenho do fígado, e os dois rins com o seu gordura, e a coxa direita; 26 também da cesta
dos "m a tzo t", que estava perante Yahúh, pegou um bolo sem fermento, e um bolo de pão azeitado,
e um biscoito, e os pôs sobre a gordura e sobre a coxa direita; 27 e pôs tudo nas mãos de Aharon e
de seus filhos, e o ofereceu por oferta m ovida perante Yahúh. 28 E M ôsheh os pegou das mãos deles,
e os queim ou sobre o altar em cim a do holocausto; os quais eram uma oferta de p urificação, por
cheiro suave, oferta queim ada a Yahúh. 29 Em seguida Môsheh pegou o peito e o ofereceu por ofeita
m ovida perante Yahúh; e era a parte do carneiro da p u rificação que tocava a M ôsheh, conform e Yahúh
lhe havia ordenado. 3 0 E Môsheh pegou do óleo da unção, e do sangue que estava sobre o altar, e
o espargiu sobre Aharon e suas vestes, e sobre seus filhos e as vestes de seus filhos com ele; e assim
ele consagrou tanto a A haron e suas vestes, com o a seus filh os e as vestes de seus filh o s com ele.
31 E M ôsheh disse a Aharon e a seus filhos: "C o zin h em a carne à porta da Tenda da R evelação; e ali
a com erão com o pão que está no cesto da p u rificação, com o ordenei, dizendo: Aharon e seus filhos
a com erão. 32 M as o que restar da carne e do pão, o queim arão ao fogo. 33 E durante sete dias não
sairão da porta da Tenda da R evelação, até que se cumpram os dias da sua p urificação; porque por
sete dias ele os consagrará. 34 Com o se fez nesse dia, assim Yahúh ordenou que se proceda, para fazer
exp iação por vo cês. 35 E perm aneçam , pois, à porta da Tenda da R evelação, dia e noite, por sete dias,
e cum pram as ordenanças de Yahúh, para que vo cês não morram; porque assim m e foi ordenado!". 36
E Aharon e seus filh os fizeram todas as coisas que Yahúh havia ordenado por intermédio de M ôsheh.

A haron o fe re c e sa c rifício s p o r s i e p e lo po v o

1 No oitavo d ia, M ôsheh cham ou a Aharon e seus filh os, e os anciãos de Yishra'al, 2 e disse a
9 Aharon: "Pegue um bezerro m im oso para oferenda pelo pecado, e um carneiro para holocausto,
ambos sem defeito, e ofereça-os perante Yahúh. 3 E fale aos filh os de Yish ra'al, dizendo: peguem um
bode para oferenda p elo pecado; e um bezerro e um cordeiro, ambos de um ano, e sem defeito para
o holocausto; 4 também um boi e um carneiro para oferendas de p az, para sacrificar perante Yahúh,
e oferenda de cereais, amassada com azeite; porque hoje Yahúh lhes aparecerá!". 5 E trouxeram até
a entrada da Tenda da R evelação o que M ôsheh havia ordenado, e chegou-se toda a com unidade, e
ficou de pé perante Yahúh. 6 E M ôsheh disse: "Essa é a coisa que Yahúh ordenou que fizésseis; e o
resplendor de Yahúh lhes ap arecerá!". 7 E M ôsheh disse a Aharon: "Aproxim e-se do altar e apresente
a sua oferenda pelo pecado e o seu holocausto, e faça exp iação por vo cê e pelo povo; também apre­
sente a oferta do povo, e faça exp iação por ele, conform e Yahúh ordenou!". 8 E Aharon chegou-se
ao altar, e degolou o bezerro que era a sua própria oferenda pelo pecado. 9 E os filhos de Aharon
trouxeram-lhe o sangue; e e le m olhou o dedo no sangue, e o pôs sobre as pontas do altar, e derramou
o sangue sobre a base do altar; 10 mas a gordura, e os rins, e o redenho do fígado, tirados da oferenda
pelo pecado, queimou-os sobre o altar, conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh. 11 E queimou
ao fogo fora do acam pam ento a carne e o couro. 12 E degolou o holocausto, e os filh os de Aharon
lhe entregaram o sangue, e ele o espargiu sobre o altar em redor. 13 E lhe entregaram o holocausto,
pedaço por pedaço, e a cabeça; e ele os queim ou sobre o altar. 14 E lavou a fressura e as pernas, e as
queim ou sobre o holocausto no altar. 15 E apresentou a oferta do povo e, pegando o bode que era a
oferenda pelo pecado do povo, degolou-o e o ofereceu p elo pecado, com o havia feito com o prim ei­
ro. 16 E apresentou o holocausto, e o ofereceu segundo a ordenança. 17 E apresentou a oferenda de
cereais e, pegando dela um punhado, queimou-o sobre o altar, além do holocausto da m anhã. 18 E
degolou também o boi e o carneiro em sacrifício de oferenda de paz pelo povo; e os filhos de Aharon
entregaram-lhe o sangue, que ele espargiu sobre o altar em redor, 19 e também a gordura do boi e
do carneiro, a cauda gorda, e o que cobre a fressura, e os rins, e o redenho do fígado; 20 e puseram
a gordura sobre os peitos, e ele queim ou a gordura sobre o altar; 21 m as os peitos e a coxa direita,
ofereceu-os Aharon por oferta m ovida perante Yahúh, conform e Môsheh tinha ordenado. 22 E Aharon,
levantando as mãos para o povo, o abençoou e desceu, tendo acabado de oferecer a oferenda pelo
pecado, o holocausto e as oferendas de paz. 23 E Môsheh e Aharon entraram na Tenda da Revelação;
e depois saíram , e abençoaram o povo; e o resplendor de Yahúh apareceu a todo o povo, 24 e saiu
fogo do poder de Yahúh, e consum iu o holocausto e a gordura sobre o altar; e o povo, vendo todas
aquelas m aravihas, ju b ilo u e prostrou-se sobre os seus rostos.

N adav e Aviyahu m orrem pe ran te Yahúh

f \ 1 E Nadav e Aviyahu, filhos de Aharon, pegaram cada um o seu incensário e, pondo neles fogo e
I v f sobre ele colo cand o incenso, ofereceram fogo não autorizado perante Yahúh, algo que Ele não
lhes havia ordenado. 2 E saiu fogo do poder de Yahúh, e os devorou; e m orreram perante Yahúh. 3 E
Môsheh disse a A haro n: "Isso é o que Yahúh falou, dizendo: 'Serei engrandecido naqueles que se che­
garem a M im , e Serei exaltado diante de todo o povo!'''. M as Aharon ficou em silên cio . 4 E Môsheh
cham ou M isha'al e Altzafan , filh os de U z i'a l, tio de Aharon, e disse-lhes: "Tirem os corpos dos seus
irm ãos da frente da Tenda da Revelação e os levem para fora do acam pam ento!". 5 E chegaram-se e
levaram-nos com o estavam, nas próprias túnicas, para fora do acam pam ento, conform e M ôsheh lhes
havia falado. 6 E M ôsheh disse a Aharon, e a seus filhos A l'a z a r e lytam ar: "N ão descubram as suas
cabeças, nem rasguem as suas vestes, para que não morram, nem venha a ira sobre toda a com unida­
de; m as seus irm ãos, e toda a Casa d e Y ish ra 'al, lamentem esse incêndio que Yahúh acendeu. 7 E não
se afastem da porta da Tenda da R evelação, para que não m orram; porque está sobre vo cês o óleo da
unção de Yahú h !". E eles fizeram conform e a palavra de Môsheh.

Leis para o s sacerd otes

8 E Yahúh falou a Aharon, dizendo: 9 "N ão bebam vin h o nem bebida forte, nem vo cê nem seus filhos
que estão com você, quando vocês entrarem na Tenda da R evelação, para que não m orram; estatuto
perpétuo será isso pelas suas gerações, 10 não somente para fazer separação entre o puro e o profano,
e entre o impuro e o lim po, 11 m as também para ensinar aos filhos de Yishra'al todos os estatutos que
Yahúh lhes tem dado por intermédio de M ôsheh!". 12 E M ôsheh disse a A haro n, e a A l'a z a r e lytamar,
seus filhos que lhe ficaram : "Peguem a oferenda de cereais que resta das ofertas queim adas a Yahúh
e com am-na sem fermento junto do altar, porque ela é especialm ente sagrada. 13 A com erão no
lugar sagrado, porque isso é a sua porção, e a porção de seus filhos, das ofertas queim adas a Yahúh;
porque assim m e foi ordenado. 14 E o peito da oferta m ovida e a co xa da oferta alçada, os com erão
em lugar lim po, vo cê, e seus filhos e suas filhas com vo cê; porque eles são dados com o sua porção,
e com o porção de seus filhos, dos sacrifício s das oferendas de paz dos filhos de Yishra'al. 15 E trarão
a co xa da oferta alçada e o peito da oferta m ovida juntam ente com as ofertas queim adas da gordura,
para movê-los com o oferta m ovida perante Yahúh; isso lhe pertencerá com o porção, a vo cê e a seus
filhos com você, para sempre, conform e Yahúh tem ordenado!". 16 E M ôsheh buscou diligentemente
o bode da oferenda pelo pecado, e ficou sabendo que e le já tinha sido queim ado; por isso se indignou
grandemente contra A l'a z a r e contra lytam ar, os filhos de A haron que haviam ficado , e lhes disse:
17 "Por que vo cês não com eram a oferenda p elo pecado no lugar sagrado, visto que é uma oferta
especialm ente sagrada, e Ele a deu a vo cês para retirar a culpa da com unidade, para fazerem exp iação
por eles perante Yahúh? 18 Já que o sangue não foi trazido para dentro do m ikdo sh; certam ente vocês
a deveriam ter com ido no m ikdosh, conform e eu havia ordenado!". 19 E Aharon disse a M ôsheh: "Eles
ofereceram hoje a sua oferenda pelo pecado e o seu holocausto perante Yahúh, e tais coisas com o
essas me têm acontecido. Se eu tivesse com ido hoje a oferenda pelo pecado, por acaso teria sido isso
coisa agradável aos olhos de Yahúh?". 20 E M ôsheh, ao ouvir isso, ficou satisfeito.

O s anim ais p u ro s e os im pu ros

1 H 1 E Yahúh falou a M ôsheh e a A haro n, dizendo: 2 "Falem aos filh os de Yishra'al: esses são os
I an im ais que vo cês poderão com er dentre todos os an im ais que há sobre a Terra: 3 dentre
anim ais, todos os que têm o casco fendido, que se divide em duas unhas, e que rum inam , esse vocês
poderão comer. 4 M as esses vo cês não com erão, dentre os que rum inam e dentre os que têm a unha
fendida: o cam elo, porque rum ina, mas não tem a unha fendida, esse lhes será impuro; 5 o coelho,
porque rum ina, mas não tem a unha fendida, esse lhes será im puro; 6 a lebre, porque rum ina, mas
não tem a unha fendida, essa lhes será impura; 7 e o porco, porque tem a unha fendida, de sorte que
se divide em duas, mas não rum ina, esse lhes será im puro. 8 D a sua carne vocês não com erão, nem
pegarão nos seus cadáveres; esses lhes serão impuros. 9 E esses são os que vocês poderão com er de
todos os que há nas águas: todo o que tem barbatanas e escam as, nas águas, nos mares e nos rios, esse
vo cês poderão comer. 10 M as todo o que não tem barbatanas, nem escam as, nos mares e nos rios,
todo réptil das águas, e todos os anim ais que vivem nas águas, esses lhes serão abom ináveis, 11 e os
terão em abom inação; da sua carne vo cês não com erão, e abom inarão os seus cadáveres. 12 Tudo o
que não tem barbatanas nem escam as, nas águas, será para vo cês abom inável. 13 D entre as aves, a
essas vocês abom inarão; não se com erão, serão abom ináveis: a águia, o quebrantosso, o xofrango, 14
o m ilhano, o falcão segundo a sua espécie, 15 todo corvo segundo a sua espécie, 1 6 o avestruz, o mo­
cho, a gaivota, o gavião segundo a sua espécie, 17 o bufo, o corvo-m arinho, a coruja, 1 8 o porfirão, o
p elicano , o abutre, 1 9 a cegonha, a garça segundo a sua, espécie, a poupa e o morcego. 2 0 Todos os
insetos alados que andam sobre quatro pés serão para vo cês uma abom inação. 21 M as vocês poderão
com er de todos os insetos alados que andam sobre quatro pés: os que têm pernas sobre os seus pés,
para saltar com elas sobre a terra; 22 isto é, deles vocês poderão com er os seguintes: o gafanhoto
segundo a sua espécie, o solham segundo a sua espécie, o hargol segundo a sua espécie e o hegabe
segundo a sua espécie. 23 M as todos os dem ais insetos de quatro pés serão para vo cês uma abom ina­
ção . 24 Também por eles lhes tornarão impuros; qualquer que pegar nos seus cadáveres será impuro
até a tarde, 25 e quem levar qualquer parte dos seus cadáveres lavará as suas vestes, e será impuro até
a tarde. 26 Todo anim al que tem unhas fendidas, m as c u ja fenda não as divide em duas, e que não
rum ina, será para vo cês im puro; qualquer que pegar neles será im puro. 27 Todos os plantígrados den­
tre os quadrúpedes, esses lhes serão impuros; qualquer que pegar nos seus cadáveres será impuro até
a tarde, 28 e o que levar os seus cadáveres lavará as suas vestes, e será impuro até a tarde; eles serão
para vocês impuros. 29 Esses também lhes serão por impuros entre os anim ais que se arrastam sobre a
terra: a doninha, o rato, o sapo, o cro co d ilo da terra segundo a sua espécie, 30 o porco-espinho, o cro­
cod ilo da água, a lagartixa, o lagarto, a lesma e a toupeira. 31 Esses lhes serão impuros dentre todos os
an im ais rasteiros; qualquer que os pegar, depois de mortos, será impuro até a tarde; 32 e tudo aquilo
sobre o que c air o cadáver de qualquer deles será im puro; seja vaso de m adeira, ou vestidura, ou pele,
ou saco, seja qualquer instrumento com que se faz alguma obra, será lavado na água, e será impuro
até a tarde; então será lim po. 33 Q uanto a todo vaso de barro dentro do qual c a ir algum deles, tudo o
que houver nele será im puro, e o vaso vo cês o quebrarão. 34 Todo alim ento depositado nele, que se
pode com er, sobre o qual vie r água, será im puro; e toda bebida que se pode beber, sendo depositada
em qualquer desses vasos, será impura. 35 E tudo aquilo sobre o que c a ir alguma parte dos cadáveres
deles será im puro; seja forno, seja fogão, será quebrado; impuros são; portanto, para vo cês serão im­
puros. 36 Entretanto, uma fonte ou cisterna, em que há depósito de água, será limpa; mas quem pegar
no cadáver será im puro. 37 E, se dos seus cadáveres c air alguma coisa sobre alguma sem ente que se
houver de semear, essa será lim pa; 38 mas se fo r colocada água sobre a semente, e se dos cadáveres
c a ir algum a coisa sobre ela, então ela será para vo cês im pura. 39 E se morrer algum dos anim ais de
que lhes é lícito com er, quem pegar no seu cadáver será impuro até a tarde; 40 e quem com er do
cadáver dele lavará as suas vestes, e será impuro até a tarde; e igualm ente quem levar o cadáver dele
lavará as suas vestes, e será impuro até a tarde. 41 E todo anim al rasteiro que se m ove sobre a terra
será abom inável; não se com erá. 42 Tudo o que anda sobre o ventre, tudo o que anda sobre quatro
pés, e tudo o que tem m uitos pés, enfim todos os an im ais rasteiros que se movem sobre a terra, desses
vo cês não com erão, porquanto são abom ináveis. 4 3 N ão se tornem abom ináveis por nenhum anim al
rasteiro, nem neles se contaminem para não se tornarem impuros por eles. 44 Porque Eu sou Yahuh, o
C riador de vocês; portanto, purifiquem-se, e sejam puros, porque Eu sou puro; e não se contaminem
com nenhum anim al rasteiro que se m ove sobre a terra; 45 porque Eu sou Yahúh, que os tirou da terra
de M itzrayim para ser o Altíssim o de vocês. Portanto, sejam puros, pois Eu sou puro !" 4 6 Essa é a lei
sobre os anim ais e as aves, e sobre toda criatura vivente que se m ove nas águas e toda criatura que
se arrasta sobre a terra; 47 para fazer separação entre o impuro e o lim po, e entre os anim ais que se
podem com er e os an im ais que não se podem comer.

A p u rifica çã o da m u lh e r de po is d o pa rto

1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Fale aos filhos de Yish ra'al, dizendo: se uma m
^ e n g r a v id a r e d ar à lu z um m e n in o , será im p ura p o r sete d ia s; assim com o nos dias da im ­
p u reza da sua m enstruação, será impura. 3 No oitavo dia se circun cidará ao m enino a carne do seu
p repúcio. 4 E ela esperará m ais trinta e três dias para ser purificada do sangue; e em nenhum objeto
sagrado poderá pegar, nem entrará no m ikdosh até que se cum pram os dias da sua p urificação. 5 M as,
se tiver uma m enina, então será impura por duas sem anas, com o na sua im pureza; e perm anecerá ses­
senta e seis dias no sangue da sua p urificação. 6 Q uando forem cum pridos os dias da sua p urificação,
seja por filh o ou por filh a, trará um cordeiro de um ano para holocausto, e um pom binho ou um a rola
para oferenda pelo pecado, à porta da Tenda da R evelação, ao sacerdote, 7 e ele o oferecerá perante
Yahúh, e fará exp iação por ela; e ela será lim pa do fluxo do seu sangue. Essa é a lei sobre aquela que
d er à lu z um m enino ou um a m enina. 8 M as, se as suas posses não lhe perm itirem que com pre um
cordeiro, então pegará duas rolinhas, ou dois pom binhos: um para o holocausto e outro para a ofe­
renda pelo pecado; e assim o sacerdote fará exp iação por ela, e ela ficará lim pa!".

As le is a re sp e ito da lepra

1
* 3 1 E Yahúh falou a Môsheh e a Aharon, dizendo: 2 "Q uando um homem tiver na sua pele incha-
♦ J ç ã o , ou pústula, ou m ancha lustrosa, e essa se tornar na sua pele com o praga de lepra, então
será levado a Aharon, o sacerdote, ou a um de seus filhos, os sacerdotes, 3 e o sacerdote exam inará a
praga na pele da carne. Se o pelo na praga se tiver tornado branco, e a praga parecer mais profunda que
a pele, é praga de lepra; o sacerdote, verificando isso, o declarará impuro. 4 M as, se a m ancha lustrosa
na sua pele for branca, e não parecer m ais profunda que a pele, e o pelo não se tiver tornado branco, o
sacerdote encerrará por sete dias aquele que tem a praga. 5 E ao sétimo dia o sacerdote o exam inará; se
a praga, na sua opinião, tiver parado e não se tiver estendido na pele, o sacerdote o encerrará por mais
outros sete dias. 6 E ao sétimo dia o sacerdote o exam inará outra ve z ; se a praga tiver escurecido, não se
tendo estendido na pele, o sacerdote o declarará limpo; é uma pústula. O homem lavará as suas vestes,
e será limpo. 7 M as se a pústula se estender muito na pele, depois de se ter mostrado ao sacerdote para
a sua purificação, a mostrará de novo ao sacerdote, 8 o qual o exam inará; se a pústula se tiver estendido
na pele, o sacerdote o declarará impuro; é lepra. 9 Q uando num homem houver praga de lepra, será
ele levado ao sacerdote, 1 0 o qual o exam inará; se houver na pele inchação branca que tenha tornado
branco o pelo, e houver carne viva na inchação, 11 lepra inveterada é na sua pele. Portanto, o sacerdote
o declarará impuro; não o encerrará, porque im puro é. 12 E se a lepra se espalhar muito na pele, e cobrir
toda a pele do que tem a praga, desde a cabeça até os pés, quanto podem ver os olhos do sacerdote,
13 ele o exam inará; e, se a lepra tiver coberto a carne toda, declarará limpo o que tem a praga; ela toda
se tornou branca; o homem é lim po. 14 M as no dia em que nele aparecer carne viva , será impuro.
15 E o sacerdote exam inará a carne viva, e declarará o homem impuro; a carne viva é impura; é lepra.
16 O u , se a carne viva mudar, e ficar de novo branca, ele virá ao sacerdote, 17 e ele o exam inará; se a
praga se tiver tornado branca, o sacerdote declarará limpo o que tem a praga; limpo está. 18 Q uando a
carne tiver na sua pele alguma úlcera, se essa sarar, 19 e em seu lugar vier inchação branca ou m ancha
lustrosa, averm elhada, se mostrará ao sacerdote, 20 e ele a exam inará; se ela parecer m ais profunda
que a pele, e o pelo se tiver tornado branco, o sacerdote declarará impuro o homem; é praga de lepra,
que brotou na úlcera. 21 Porém se o sacerdote a exam inar, e nela não houver pelo branco e não estiver
m ais profunda que a pele, mas tiver escurecido, o sacerdote encerrará por sete dias o homem. 22 E se
ela se estender na pele, o sacerdote o declarará impuro; é praga. 23 Mas se a m ancha lustrosa parar no
seu lugar, não se estendendo, é a cica triz da úlcera; o sacerdote o declarará lim po. 24 O u quando na
p ele da carne houver queimadura de fogo, e a carne viva da queimadura se tornar em m ancha lustrosa,
averm elhada ou branca, 25 o sacerdote a exam inará, e se o pelo na m ancha lustrosa se tiver tornado
branco, e ela parecer mais profunda que a pele, é lepra; brotou na queimadura; portanto o sacerdote o
declarará impuro; é praga de lepra. 26 Mas se o sacerdote a exam inar, e na m ancha lustrosa não houver
pelo branco, nem estiver m ais profunda que a pele, mas tiver escurecido, o sacerdote o encerrará por
sete dias. 27 E ao sétimo dia o sacerdote o exam inará. Se ela se houver estendido na pele, o sacerdote
o declarará impuro; é praga de lepra. 28 Mas se a m ancha lustrosa tiver parado no seu lugar, não se
estendendo na pele, e tiver escurecido, é a inchação da queimadura; portanto o sacerdote o declarará
lim po; porque é a c ic a triz da queim adura. 29 Q uand o um homem (ou uma m ulher) tiver praga na
cabeça ou na barba, 30 o sacerdote exam inará a praga, e se ela parecer mais profunda que a pele, e nela
houver pelo fin o am arelo, o sacerdote o declarará im puro; é tin h a , é lepra da cab eça ou da barba.
31 Mas se o sacerdote exam inar a praga da tinha, e ela não parecer mais profunda que a pele, e nela não
houver pelo preto, o sacerdote encerrará por sete dias o que tem a praga da tinha. 32 E ao sétimo dia o
sacerdote exam inará a praga; se a tinha não se tiver estendido, e nela não houver pelo amarelo, nem a
tinha parecer mais profunda que a pele, 33 o homem se rapará, mas não rapará a tinha; e o sacerdote
encerrará por m ais sete dias o que tem a tinha. 34 E ao sétimo dia o sacerdote exam inará a tinha; se ela
não se houver estendido na pele, e não parecer mais profunda que a pele, o sacerdote declarará limpo o
homem; o qual lavará as suas vestes, e será limpo. 35 Mas se, depois da sua purificação, a tinha se esten­
d er na pele, 36 o sacerdote o exam inará; se a tinha se tiver estendido na pele, o sacerdote não buscará
pelo amarelo; o homem está impuro. 37 M as se a tinha, a seu ver, tiver parado, e nela tiver crescido pelo
preto, a tinha terá sarado; limpo está o homem; portanto o sacerdote o declarará limpo. 38 Q uando um
homem (ou uma mulher) tiver na pele da sua carne manchas lustrosas, isto é, m anchas lustrosas brancas,
39 o sacerdote as exam inará; se essas manchas lustrosas forem brancas tirando a escuro, é impigem que
brotou na pele; o homem está limpo. 40 Quando a cabeça do homem se pelar, ele é calvo; contudo é
limpo. 41 E, se a frente da sua cabeça se pelar, ele é m eio calvo; contudo é lim po. 42 Mas se na calva,
ou na m eia calva , houver praga branca tirando o verm elho, é lepra que lhe está brotando na calva ou
na m eia calva. 43 Então o sacerdote o exam inará, e se a inchação da praga na calva ou na m eia calva
for branca tirando o verm elho, com o parece a lepra na pele da carne, 44 leproso é aquele homem,
é impuro; o sacerdote certam ente o declarará impuro; na sua cabeça está a praga. 45 E as vestes do
leproso, em quem está a praga, serão rasgadas; e le ficará com a cabeça descoberta e de cabelo solto,
m as cobrirá o bigode, e clam ará: impuro! Impuro! 4 6 Por todos os dias em que a praga estiver nele,
será impuro; impuro é; habitará só; a sua habitação será fora do acam pam ento!".

A s le is a re sp e ito d o m o fo

4 7 "Q u and o houver praga de lepra em alguma vestidura, seja em vestidura de lã ou em vestidura de
linho, 4 8 quer na urdidura, quer na trama, seja de linho ou seja de lã; ou em couro, ou em qualquer obra
de couro; 49 se a praga na vestidura, quer na urdidura, quer na trama, ou em couro, ou em qualquer coisa
de couro, for esverdinhada ou avermelhada, é praga de lepra, por isso se mostrará ao sacerdote; 50 o sacer­
dote examinará a praga, e encerrará por sete dias aquilo que tem a praga. 51 E ao sétimo dia examinará a
praga; se ela se houver estendido na vestidura, quer na urdidura, quer na trama, ou no couro, seja qual for a
obra em que se empregue, a praga é lepra roedora; é impura. 52 Por isso se queimará aquela vestidura, seja
a urdidura ou a trama, seja de lã ou de linho, ou qualquer obra de couro, em que houver a praga, porque é
lepra roedora; a queimará ao fogo. 53 M as se o sacerdote a examinar, e ela não se tiver estendido na vesti­
dura, seja na urdidura, seja na trama, ou em qualquer obra de couro, 54 o sacerdote ordenará que se lave
aquilo, em que está a praga, e o encerrará por mais sete dias. 55 O sacerdote exam inará a praga, depois
de lavada, e se ela não tiver mudado de cor, nem se tiver estendido, é impura; no fogo a queimará; é praga
penetrante, seja por dentro, seja por fora. 56 M as se o sacerdote a examinar, e a praga tiver escurecido,
depois de lavada, então a rasgará da vestidura, ou de couro, ou da urdidura, ou da trama; 57 se ela ainda
aparecer na vestidura, seja na urdidura, seja na trama, ou em qualquer coisa de couro, é lepra brotante; no
fogo queimará aquilo em que há a praga. 58 Mas a vestidura, quer a urdidura, quer a trama, ou qualquer
coisa de couro, que lavar, da qual a praga se retirar, se lavará segunda vez, e será limpa. 59 Essa é a lei da
praga da lepra na vestidura de lã, ou de linho, quer na urdidura, quer na trama, ou em qualquer coisa de
couro, para declará-la limpa ou para declará-la impura!"

A s le is a re sp e ito do le p ro so d epois d e sarado

1 / t 1 E Yahíih falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Essa será a lei do leproso no dia da sua p urificação: ele
T 1será levado ao sacerdote, 3 e ele sairá para fora do acam pam ento, e o exam inará; se a praga do
leproso tiver sarado, 4 o sacerdote ordenará que, para aquele que se há de purificar, se peguem duas
aves vivas e limpas, pau de cedro, carm esim e hissopo. 5 E o sacerdote ordenará que se degole uma
das aves num vaso de barro sobre águas viva . 6 E pegará a ave viva , e com ela o pau de cedro, o car­
mesim e o hissopo, os quais m olhará, juntam ente com a ave viva , no sangue da ave que foi degolada
sobre as águas viva; 7 e o aspergirá sete vezes sobre aquele que se há de purificar da lepra; então o
declarará lim po, e soltará a ave viva sobre o cam po aberto. 8 E aquele que se há de pu rificar lavará as
suas vestes, rapará todo o seu pelo e se lavará em água; assim será lim po. E entrará no acam pam ento,
m as ficará fora da sua tenda por sete dias. 9 E ao sétimo dia rapará todo o seu pelo, tanto a cabeça
com o a barba e as sobrancelhas, sim , rapará todo o pelo; também lavará as suas vestes, e banhará o
seu corpo em água; e assim será lim po. 10 E ao oitavo dia pegará dois cordeiros sem defeito, e uma
cordeira sem defeito, de um ano, e três décim os de efáh de flor de farinha para oferenda de cereais,
amassada com azeite, e m ais um quarto de litro de azeite; 11 e o sacerdote que fa z a p u rificação apre­
sentará o homem que se há de purificar, bem com o aquelas coisas, perante Yahíih, à porta da Tenda da
R evelação. 12 E o sacerdote pegará um dos cordeiros e o oferecerá com o oferta pela cu lpa; e pegando
também o logue de azeite, os moverá por oferta de m ovim ento perante Yahúh. 13 E degolará o cordei­
ro no lugar em que se degola a oferenda pelo pecado e o holocausto, no lugar sagrado; porque, com o
a oferenda pelo pecado pertence ao sacerdote, assim também a oferta pela culp a; ela é especialm ente
sagrada. 14 E o sacerdote pegará do sangue da oferta pela culpa e o porá sobre a ponta da orelha direita
daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do
seu pé direito. 15 E pegará do logue de azeite, e o derram ará na palm a da sua própria m ão esquerda;
16 e molhará o dedo direito no azeite que está na m ão esquerda, e daquele azeite aspergirá com o
dedo sete vezes perante Yahúh. 17 E do restante do azeite que está na sua mão, o sacerdote porá so­
bre a ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita,
e sobre o dedo polegar do seu pé direito, por cim a do sangue da oferta pela culpa; 18 e o restante do
azeite que está na sua mão, o porá sobre a cabeça daquele que se há de p urificar; assim o sacerdote fará
expiação por ele perante Yahúh. 19 E o sacerdote oferecerá a oferenda pelo pecado, e fará expiação por
aquele que se há de purificar por causa da sua im undícia; e depois degolará o holocausto, 20 e oferecerá
o holocausto e a oferenda de cereais sobre o altar; assim o sacerdote fará expiação por ele, e ele será
limpo. 21 M as se for pobre, e as suas posses não lhe permitirem trazer tanto, pegará um cordeiro para
oferta pela culpa como oferta de m ovimento, para fazer expiação por ele, um décim o de flor de farinha
amassada com azeite, para oferenda de cereais, e mais um quarto de litro de azeite, 22 e duas rolinhas
ou dois pombinhos, conforme suas posses permitirem; dos quais um será oferenda pelo pecado, e o
outro, holocausto. 23 E ao oitavo dia os trará, para a sua purificação, ao sacerdote, à porta da Tenda da
Revelação, perante Yahúh; 2 4 e o sacerdote pegará o cordeiro da oferta pela culpa, e o logue de azeite,
e os moverá por oferta de movimento perante Yahúh. 25 E degolará o cordeiro da oferta pela culpa e,
pegando do sangue da oferta pela culpa, o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que se há de
purificar, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito. 26 E
o sacerdote derramará do azeite na palm a da sua própria m ão esquerda; 2 7 e com o dedo direito as­
pergirá do azeite que está na m ão esquerda, sete vezes perante Yahúh; 28 e igualm ente, do azeite que
está na m ão, porá na ponta da orelha direita daquele que se há de purificar, e no dedo polegar da sua
mão direita, e no dedo polegar do seu pé direito, em cim a do lugar do sangue da oferta pela culpa; 29
e o restante do azeite que está na m ão porá sobre a cabeça daquele que se há de purificar, para fazer
exp iação por ele perante Yahúh. 30 E oferecerá um a das rolinhas ou um dos pombinhos, conform e as
suas posses lhe perm itirem , 31 sim , conform e as suas posses, um para oferenda pelo pecado, e o outro
com o holocausto, juntamente com a oferenda de cereais; e assim fará o sacerdote, perante Yahúh,
exp iação por aquele que se há de purificar. 32 Essa é a lei daquele em quem estiver a praga da lepra
e cu jas posses não lhe perm itirem apresentar a oferta estipulada para a sua p urificação!".

A le i a re sp e ito da lepra num a casa

33 E Yahúh falou a M ôsheh e a A haro n, dizendo: 34 "Q u an do vo cês tiverem entrado na terra de
Kena'an, que lhes dou em possessão, e Eu puser a praga da lepra em alguma casa da terra da sua
possessão, 35 aquele a quem pertencer a casa virá e informará ao sacerdote, dizendo: apareceu em
m inha casa algo com o que uma praga. 36 E o sacerdote ordenará que despejem a casa, antes que en­
tre para exam in ar a praga, para que não se torne impuro tudo o que está na casa; e depois o sacerdote
entrará para exa m in a r a casa; 37 exam inará a praga, e se ela estiver nas paredes da casa em covinhas
verdes ou verm elhas, e essas parecerem m ais profundas que a superfície, 38 o sacerdote, saindo da­
quela casa, a deixará fechada por sete dias. 39 E ao sétimo dia o sacerdote voltará a exam inará; se a
praga se tiver estendido nas paredes da casa, 40 o sacerdote ordenará que arranquem as pedras em
que estiver a praga, e que as lancem fora da cid ade, num lugar impuro; 41 e fará raspar a casa por
dentro ao redor, e o pó que houverem raspado jogarão fora da cidade, num lugar impuro; 42 E pegarão
outras pedras, e as porão no lugar das prim eiras; e outra argamassa se pegará, e se rebocará a casa.
43 Porém, se a praga tornar a brotar na casa depois de arrancadas as pedras, raspada a casa e de novo
rebocada, 44 o sacerdote entrará e a exam inará; se a praga se tiver estendido na casa, lepra roedora
há na casa; é im pura. 45 Portanto, se derrubará a casa, as suas pedras, a sua m adeira e também toda
a argamassa da casa, e se levará tudo para fora da cid ade, a um lugar im puro. 46 E aquele que entrar
na casa enquanto estiver fechada será impuro até a tarde. 47 E aquele que se deitar na casa lavará as
suas vestes; e quem com er na casa lavará as suas vestes. 48 M as, tornando o sacerdote a entrar, e exa­
m inando a casa, e se a praga não se tiver se estendido nela depois de ter sido rebocada, o sacerdote
d eclarará limpa a casa, porque a praga está curada. 49 E, para pu rificar a casa, pegará duas aves, pau
de cedro, carm esim e hissopo; 50 e degolará um a das aves num vaso de barro sobre águas vivas; 51 e
pegará o pau de cedro, o hissopo, o carm esim e a ave viva, e os m olhará no sangue da ave degolada e
nas águas vivas, e aspergirá na casa sete vezes; 52 e assim purificará a casa com o sangue da ave, com
as águas vivas, com a ave viva, com o pau de cedro, com o hissopo e com o carm esim ; 53 mas soltará
a ave viva para fora da cidade para o cam po aberto; e assim fará exp iação pela casa, e ela será limpa.
54 Essa é a lei para toda espécie de praga de lepra e de tinha; 55 da lepra das vestes e das casas; da
inchação , das pústulas e das m anchas lustrosas; 56 para ensinar quando alguma coisa será impura, e
quando será lim pa. Essa é a lei da lepra!".

A s /e/s a re sp e ito d e im pu reza s n o hom em

I
P " 1 E Yahúh falou a M ôsheh e a Aharon, dizendo: 2 "Falem aos filhos de Yishra'al, dizendo:
qualquer homem que tiver flu xo do seu corpo, por cau sa do seu fluxo será im puro. 3 Essa
será a sua im undícia por causa do seu flu xo : se o seu corpo v a za o flu xo , ou se o seu corpo estanca
o fluxo, essa é a sua im und ícia. 4 E toda cam a em que se deitar aquele que tiver fluxo será impura;
e toda coisa sobre o que se sentar será impura. 5 E qualquer que to car na cam a dele lavará as suas
vestes, e se banhará em água, e será impuro até a tarde. 6 E aquele que se sentar sobre aqu ilo em que
se sentou o que tem o flu xo lavará as suas vestes, e se banhará em água; e será impuro até a tarde, 7
E aquele que tocar no corpo daquele que tem o flu xo lavará as suas vestes, e se banhará em água, e
será impuro até a tarde. 8 Q uando o que tem o flu xo cusp ir sobre um lim po, então lavará esse as suas
vestes, e se banhará em água, e será im p u ro até a tard e. 9 E toda sela em que ca va lg a r o q u e tem
o flu xo será im p u ra . 10 E qualquer um que pegar em alguma coisa que tiver estado debaixo dele
será impuro até a tarde; e aquele que levar alguma dessas coisas lavará as suas vestes, e se banhará em
água, e será impuro até a tarde. 11 E todo aquele em quem pegar o que tiver o flu xo sem haver antes
lavado as mãos em água lavará as suas vestes, e se banhará em água, e será impuro até a tarde. 12 E
todo vaso de barro em que tocar o que tiver o fluxo será quebrado; porém todo vaso de madeira será
lavado em água. 13 Q uando o que tiver o fluxo fic ar lim po do seu fluxo, contará para si sete dias para
a sua p u rificação, e lavará as suas vestes, banhará o seu corpo em águas vivas, e será lim po. 14 E ao
oitavo dia pegará para si duas rolinhas, ou dois pom binhos, e virá perante Yahúh, à porta da Tenda da
R evelação, e os dará ao sacerdote, 15 o qual os oferecerá, um para oferenda pelo pecado, e o outro
para holocausto; e assim o sacerdote fará por ele exp iação perante Yahúh, por causa do seu fluxo . 16
E se sa ir de um homem o seu sêm en, banhará o seu corpo todo em água, e será impuro até a tarde. 17
E toda vestidura e toda pele sobre a qual houver sêmen serão lavadas em água, e serão impuras até a
tarde. 18 E igualm ente quanto à m ulher com quem o homem se deitar, e dele sair o sêm en, ambos se
banharão em água, e serão impuros até a tard ei".

A s le is a re sp e ito d e im pu rezas na m ulher

19 "M as a m ulher, quando tiver fluxo, e o fluxo do seu corpo for sangue, ficará na sua im pureza por
sete dias, e qualquer um que pegar nela será impuro até a tarde. 20 E tudo aquilo sobre o que ela se
deitar durante a sua im pureza será im puro; e tudo sobre o que se sentar será impuro. 21 E qualquer
um que pegar na sua cam a lavará as suas vestes, e se banhará em água, e será im puro até a tarde.
22 E quem pegar em alguma coisa sobre o que ela se tiver sentado lavará as suas vestes, e se banhará
em água, e será impuro até a tarde. 23 E se o sangue estiver sobre a cam a, ou sobre alguma coisa em
que ela se sentar, quando alguém pegar nele, será impuro até a tarde. 24 E se por acaso um homem se
deitar com ela, e a sua im undícia fic ar sobre ele, impuro será por sete dias; também toda cam a sobre
a qual ele se deitar será impura. 25 E se uma m ulher tiver um flu xo de sangue por muitos dias fora do
tempo da sua im pureza, por todos os dias do flu xo da sua im undícia será com o nos dias da sua impu­
reza; impura será. 2 6 E toda cam a sobre a qual ela se deitar durante todos o s dias do seu flu xo lhe será
com o a cam a da sua im pureza; e toda coisa sobre a qual se sentar será impura, conform e a im undícia
da sua im pureza. 27 E qualquer que pegar nessas coisas será im puro; portanto lavará as suas vestes, e
se banhará em água, e será impuro até a tarde. 28 Q uando ela fic ar lim pa do seu fluxo , contará para
si sete dias, e depois será lim pa. 29 E ao oitavo dia pegará para si duas rolinhas, ou dois pombinhos,
e os trará ao sacerdote, à porta da Tenda da R evelação. 30 E o sacerdote oferecerá um deles para
oferenda pelo pecado, e o outro para holocausto; e o sacerdote fará por ela exp iação perante Yahúh,
por causa do fluxo da sua im und ícia. 31 E assim separarão os filhos de Yish ra’al da sua im undícia,
para que não morram na sua im und ícia, contam inando o M eu tabernáculo, que está no m eio deles.
32 Essa é a lei d aqu ele que tem o flu xo e d aq u ele de quem sai o sêm en de m odo que por eles se
torne im p u ro ; 33 com o também da m ulher enferm a com a sua im pureza e daquele que tem o fluxo ,
tanto do homem com o da m ulher, e do homem que se deita com m ulher im pura!"

O Yom -Kipur, o u seja, o dia da expiação

/ ~ 1 E Yahúh falou a M ôsheh depois da morte dos dois filh os de Aharon, que m orreram quando se
1 v Jc h e g a ra m perante Yahúh. 2 Então Yahúh disse a M ôsheh: "Fale a Aharon, seu irm ão, que não
entre a qualquer hora no m ikdosh, para dentro do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca,
para que não morra; porque Eu aparecerei na nuvem sobre o propiciatório. 3 M as com isso entrará
Aharon no m ikdo sh: com um novilho, para oferenda pelo pecado, e um carneiro para holocausto.
4 E ele vestirá a túnica de linho, sagrada, e terá as calça s de linho sobre a sua pele, e cingirá com o
cinto de linho, e porá na cabeça o turbante de lin ho ; essas são as vestes sagradas; por isso banhará
o seu corpo em água, e as vestirá. 5 E da com unidade dos filhos de Yishra'al pegará dois bodes para
oferenda pelo pecado e um carneiro para holocausto. 6 E Aharon oferecerá o novilho da oferenda
pelo pecado, o qual será para ele, e fará exp iação por si e pela sua casa. 7 E pegará os dois bodes, e
os porá perante Yahúh, à porta da Tenda da Revelação. 8 E Aharon fará um sorteio entre os dois bodes,
usando duas pedras: uma com o nome de Yahúh, e a outra com o nome de A z a ze l. 9 E apresentará o
bode sobre o qual c air a sorte por Yahúh, e o oferecerá com o oferenda pelo pecado; 10 mas o bode
sobre que c a ir a sorte para A z a ze l será posto vivo perante Yahúh, para fazer expiação com ele a fim
de enviá-lo ao deserto para A za zel!''.

O s a c rifício p e lo p ró p rio sum o sacerd ote

11 "E Aharon apresentará o n ovilho da oferenda pelo pecado, que é por ele, e fará expiação por si
e pela sua casa; e degolará o n ovilho que é a sua oferenda p elo pecado. 12 E pegará um incensário
cheio de brasas de fogo de sobre o altar, perante Yahúh, e dois punhados de incenso arom ático bem
m oído, e os trará para dentro do véu; 13 e porá o incenso sobre o fogo perante Yahúh, a fim de que
a nuvem do incenso cubra o propiciatório, que está sobre o testem unho, para que não m orra. 14 E
pegará um pouco do sangue do novilho, e o aspergirá com o dedo sobre o propiciatório ao lado leste;
e perante o propiciatório aspergirá do sangue sete vezes com o dedo!"

O s a c rifício p e lo p ovo

15 "E degolará o bode da oferenda pelo pecado, que é p elo povo, e trará o sangue do bode para
dentro do véu; e fará com ele com o fez com o sangue do no vilho , espargindo-o sobre o propiciatório,
e perante o propiciatório; 16 e fará exp iação pelo m ikdo sh por causa das im undícias dos filh os de
Yishra'al e das suas transgressões, sim , de todos os seus pecados. E assim também fará pela Tenda da
R evelação, que perm anece com eles no m eio das suas im undícias. 17 E nenhum homem poderá estar
na Tenda da R evelação quando Aharon entrar para fazer exp iação no m ikdosh, até que ele saia, de­
p o is de ter feito e x p ia ç ã o por si m esm o, e p ela su a c a s a , e po r toda a c o m u n id a d e de Y ish ra 'a l.
18 E e le sairá ao altar, que está perante Yahúh, e fará exp iação pelo altar; pegará do sangue do no vi­
lho, e do sangue do bode, e os porá sobre as pontas do altar ao redor. 19 E do sangue aspergirá com
o dedo sete vezes sobre o altar, purificando e separando-o das im undícias dos filhos de Yish ra'al. 20
Q uando Aharon houver acabado de fazer exp iação pelo m ikdosh, pela Tenda da R evelação, e pelo
altar, apresentará o bode vivo ; 21 e, pondo as m ãos sobre a cabeça do bode vivo , confessará sobre
ele todas as culpas dos filh os de Yish ra'al, e todas as suas transgressões, sim , todos os seus pecados;
e os porá sobre a cab eça do bode, e o enviará ao deserto, pela m ão de um homem designado para
isso. 22 E assim aquele bode levará sobre si todas as transgressões deles para uma região solitária; e
esse homem soltará o bode no deserto. 23 E depois Aharon entrará na Tenda da Revelação, e despirá
as vestes de linho, que havia vestido quando entrara no m ikdosh, e ali as deixará. 2 4 E banhará o seu
corpo em água no lugar sagrado, e vestirá as suas próprias vestes; e sairá e oferecerá o seu holocausto,
e o holocausto do povo, e fará expiação por si e pelo povo. 25 E queimará sobre o altar o gordura da
oferenda pelo pecado. 26 E aquele que tiver soltado o bode para A zazel lavará as suas vestes, e banhará
o seu corpo em água, e depois entrará no acam pam ento. 27 M as o novilho da oferenda pelo pecado e
o bode da oferenda pelo pecado, cujo sangue foi trazido para fazer expiação no m ikdosh, serão levados
para fora do acampamento, e lhes queimarão no fogo as peles, a carne e o excrem ento. 28 E aquele
que os queim ar lavará as suas vestes, banhará o seu corpo em água, e depois entrará no acam pam ento!"

A festa anu al das expiações

29 *E isso lhes será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligirão as suas almas,
e não farão trabalho algum, nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vocês; 30 porque
nesse dia se fará exp iação por vocês, para purificar-lhes de todos os seus pecados; todos serão purifi­
cados perante Yahúh. 31 Esse será o shab a t de descanso solene para vocês, e afligirão as suas almas;
é estatuto perpétuo. 32 E o sacerdote que for ungido e que for consagrado para m inistrar o sacerdócio
no lugar de seu pai fará a exp iação, havendo vestido as vestes de linho, isto é, as vestes sagradas;
33 e assim fará exp iação p elo m ikdosh; também fará exp iação pela Tenda da R evelação e pelo altar;
igualm ente fará exp iação pelos sacerdotes e por todo o povo da com unidade. 34 E isso lhes será por
estatuto perpétuo, para fazer exp iação uma ve z no ano pelos filhos de Y ishra'al por causa de todos os
seus p ecado s"!. E Aharon fez conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh.

As le is re fe re n tes aos sa c rifício s d e animais

1
^ 1 E Yahúh falou a M ôsheh, d izendo: 2 "Fale a Aharon e aos filh os dele, e a todos os filhos de
/ Yishra'al, dizendo: isso é o que Yahúh tem ordenado, dizendo: 3 qualquer homem da Casa de
Y ishra'al que degolar boi, ou cordeiro, ou cabra, no acam pam ento, ou fora do acam pam ento, 4 e não
o trouxer à porta da Tenda da R evelação para o oferecer com o oferta a Yahúh diante do tabernáculo de
Yahúh, a esse Homem será imputado o sangue; derramou sangue, por isso será elim inado do seu povo;
5 a fim de que os filhos de Y ishra'al tragam os seus sacrifício s, que oferecem no cam po, isto é, a fim de
que os tragam a Yahúh, à porta da Tenda da R evelação, ao sacerdote, e os ofereçam por sacrifício s de
oferendas de paz a Yahúh. 6 E o sacerdote aspergirá o sangue sobre o altar de Yahúh, à porta da Tenda
da R evelação, e queim ará a gordura por cheiro suave a Yahúh. 7 E n unca m ais oferecerão os seus
sacrifício s aos sátiros, após os quais eles se prostituem; isso lhes será por estatuto perpétuo pelas suas
gerações. 8 E lhes dirá: qualquer homem da C asa de Yish ra'al, ou dos estrangeiros que entre vocês
peregrinam , que oferecer holocausto ou sacrifício , 9 e não o trouxer à porta da Tenda da Revelação,
para oferecê-lo a Yahúh, esse homem será elim inado do seu povo!''.

-4 p ro ib içã o d e co m er o u b e b e r sangue

10 "E qualquer homem da Casa de Yishra'al, ou dos estrangeiros que peregrinam entre eles, que
com er ou beber algum sangue, contra aquela pessoa porei o Meu rosto, e a elim inarei do seu povo.
11 Porque a vida da carne está no sangue; por isso lhes tenho dado sobre o altar, para fazer exp iação
p elas suas alm as; porquanto é o sangue que faz exp iação em virtude da vida. 12 Portanto, tenho
dito aos filhos de Yish ra'al: nenhum de vocês com erá e nem beberá sangue; nem o estrangeiro que
peregrina entre vocês com erá ou beberá sangue. 13 E qualquer homem dos filhos de Yishra'al, ou dos
estrangeiros que peregrinam entre eles, que apanhar caça de fera ou de ave que se pode com er, de­
verá derram ar o sangue dela e o cob rir com terra. 14 Porque a vid a de toda criatura está ligada a seu
sangue; e Eu disse aos filhos de Yish ra'al: não com am (e nem bebam) o sangue de nenhum a criatura,
porque a vid a de toda a criatura é o seu sangue; qualquer que o com er ou beber será elim inado da
com unidade. 15 E todo homem, seja natural ou estrangeiro, que com er do que morre por si ou do que
é dilacerado por feras lavará as suas vestes, e se banhará em água, e será impuro até a tarde; depois
será lim po. 16 No entanto, se ele não as lavar, nem b anhar o seu corpo, levará sobre si a sua culpa!"

O s casam entos ilícito s

I
O 1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Fale aos filhos de Yish ra'al, dizendo: Eu sou Yahúh, o
O C riador de vocês! 3 Não andem segundo os costumes da terra de M itzrayim , na qual vocês ha
bitaram ; nem sigam os costumes da terra de Kena'an, para a qual estou levando vocês; nem andem se­
gundo os seus estatutos. 4 O bedeçam os M eus preceitos, e guardem os M eus estatutos, para andarem
neles. Eu sou Yahúh, o C riad or de vocês! 5 G uardem o s M eus estatutos e as M inhas ordenanças, pelas
quais o homem , obedecendo-as, viverá. Eu sou Yahúh! 6 Nenhum de vocês deverá chegar-se àquela
que lhe é próxim a por sangue, para descobrir a sua nudez. Eu sou Yahúh! 7 N ão descubra a nudez de
seu p ai, nem tam pouco a de sua m ãe; ela é sua m ãe, não descubra a sua nudez. 8 N ão descubra a
nudez da m ulher de seu p ai; é nudez de seu pai. 9 A nudez de sua irm ã por parte de p ai ou por parte
de m ãe, quer nascida em casa ou fora de casa, não a descubra. 10 Nem tam pouco descubra a nudez
da filh a de seu filh o, ou da filha de sua filh a; porque é sua nudez. 11 A nudez da filh a da m ulher de
seu pai, gerada de seu p ai, a qual é sua irm ã, não a descubra. 12 Não descubra a nudez da irmã de seu
pai; ela é parente próxim o de seu p ai. 13 Não descubra a nudez da irm ã de sua m ãe, pois ela é paren­
te próxim o de sua m ãe. 14 N ão descubra a nudez do irm ão de seu p ai; não se chegará à m ulher dele,
pois ela é sua tia. 15 Não descubra a nudez de sua nora; ela é m ulher de seu filho; não descubra a sua
nudez. 16 Não descubra a nudez da m ulher de seu irm ão; é a nudez de seu irm ão. 17 Não descubra
a nudez duma m ulher e de sua filh a. Não pegará a filha de seu filho, nem a filha de sua filha, para
descobrir a sua nudez; são parentes próxim os; é m aldade. 18 E não pegará uma m ulher juntamente
com sua irm ã, durante a vid a dela, para torná-la rival, descobrindo a sua nudez ao lado da outra!".

U n iões abom ináveis

19 "Tam bém não tenha relações com a m ulher enquanto ela estiver impura em virtude da sua mens­
truação, para lhe descobrir a nudez. 20 Não se relacio ne sexualm ente com a m ulher de seu próxim o,
tornado-se, assim , impuro com ela. 21 Não ofereçam a M olech nenhum de seus filhos, fazendo-o
passar pelo fogo; nem profanem o nome de seu Criador. Eu sou Yahúh. 2 2 Não se deve relacionar
homem com homem , com o se fosse m ulher; pois isso é um a abom inação. 23 Nem se deve relacionar
sexualm ente com anim al algum, contaminando-se com ele; nem a m ulher se deve expor perante um
animal, para se relacionar com ele; pois isso é uma perversão. 2 4 Não se contaminem com nenhuma
dessas coisas, porque com todas essas coisas se contaminaram as nações que Eu expulso da presença de
vocês; 25 e, porquanto a terra está contaminada, Eu visito sobre ela a sua transgressão, e a própria terra vo­
mitará seus habitantes. 26 Porém obedeçam os M eus estatutos e os M eus preceitos, e não façam nenhuma
dessas abominações, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vocês, 27 porque todas essas
abominações cometeram os homens da terra, que nela estavam antes de vocês, e a terra ficou contamina­
da; 28 para que a terra não seja contaminada por vocês, e não os vomite também, como vomitou a nação
que nela estava antes de vocês, 29 pois qualquer que cometer alguma dessas abominações, sim, aqueles
que as cometerem serão eliminados do seu povo. 30 Portanto, obedeçam os M eus mandamentos, de
forma que vocês não venham a c air em nenhum desses abomináveis costumes que antes de vocês foram
seguidos, e para que não se contaminem com eles. Eu sou Yahúh, o Criador de vocês!"

A re p etiçã o d e d iversa s leis

1
f \ 1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Fale a toda a com unidade dos filhos d eY ish ra 'al, dizen-
Z J do: sejam puros, porque Eu, Yahúh, o C riad or de vocês, sou puro! 3 Cada um deverá obedecer
à sua mãe e ao seu p ai; e guardar os M eus shabatot. Eu sou Yahúh, o C riador de vocês! 4 Não se
inclinem para os ídolos, nem façam para vocês deuses de fundição. Eu sou Yahúh, o Criador de vocês!
5 Q uando vocês oferecerem a Yahúh sacrifício de oferenda de p az, o oferecerão de modo a serem
aceitos. 6 No mesmo dia em que o oferecerem , e no dia seguinte, se com erá; mas o que sobrar até
o terceiro dia deverá ser queim ado no fogo. 7 E se alguma coisa dele fo r com ida ao terceiro dia, é
coisa abom inável; não será aceito. 8 E qualquer que o com er pagará pela sua cu lp a, porquanto pro­
fanou algo sagrado para Yahúh; por isso tal pessoa será elim inada do seu povo. 9 Q uando vo cê fizer
a colheita da sua terra, não colha totalmente os cantos do seu cam po, nem colha as espigas caídas da
sua colheita. 10 E não rebusque a sua vin h a , nem colha os bagos caídos da sua vin h a; deixe-os para
o pobre e para o estrangeiro. Eu sou Yahúh, o C riad or de vocês! 11 Não furtem, nem enganem, nem
m intam uns aos outros; 12 não façam falsos juram entos em M eu nome, assim profanando o nome
do seu Criador. Eu sou Yahúh! 13 N ão trapaceiem o seu próxim o, nem o explore; não retenham o
pagamento do diarista com vo cês até a m anhã (do dia) seguinte. 14 Não am aldiçoem o surdo, nem
ponham tropeço diante de um cego; m as tenham tem or do seu C riador. Eu sou Yahúh! 15 Não façam
injustiça no ju ízo ; não façam acepção da pessoa do pobre, nem procurem agradar os poderosos; mas
julguem com ju stiça o seu próxim o. 16 Não andem com o m exeriqueiros entre o seu povo; nem cons­
pirem contra o sangue do seu próxim o. Eu sou Yahúh! 17 Não guardem ódio no coração contra seu
irm ão; não deixem de repreender o seu próxim o com franqueza para que vo cê não acabe cometendo
um pecado por causa dele. 18 Não se vinguem nem guardem ódio contra os filh os do seu povo; mas
amem o seu próxim o com o vocês am am a si mesmos. Eu sou Yahúh! 19 O bedeçam os M eus estatutos.
Não perm itam que o seu gado se cru ze com o de espécie diversa; não sem eiem o seu cam po com
sem entes diversificadas; nem vistam roupas te cida de m ateriais diversos. 20 E, quando um homem se
deitar com uma m ulher que for escrava, desposada com um homem , e que não fo r resgatada, nem se
lhe houver dado liberdade, então ambos serão açoitados; não m orrerão, p o is ela não era livre. 21 E
em oferta pela sua culpa, o homem deverá trazer a Yahúh, à porta da Tenda da Revelação, um carneiro
para exp iação de cu lp a; 22 e com o carneiro da oferta pela culpa o sacerdote fará exp iação por ele
perante Yahúh, p elo pecado que com eteu; e ele será perdoado. 23 Q uando vo cês tiverem entrado na
terra e tiverem plantado toda qualidade de árvores para delas com erem , terão o seu fruto com o incir-
cunciso ; por três anos ele lhes será com o in circu n ciso ; dele não se com erá. 24 No quarto ano, todo o
seu o fruto será consagrado para oferta de louvor a Yahúh. 25 E partindo do quinto ano com erão o seu
fruto; para que elas lhes aumentem a sua produção. Eu sou Yahúh, o C riador de vo cês!".
A le i contra o co m er sangue e o ocu ltism o

2 6 "N ão com am carne alguma com o sangue; não usem de encantamentos, nem de agouros. 2 7 Não
cortem o cabelo, arredondando os cantos da sua cabeça, nem desfigurem os cantos da sua barba!"

A le i contra la cerações, m arcas e tatuagens no co rp o

28 "N ão façam lacerações na sua carne pelos mortos; nem no seu corpo imprim a qualquer m arca ou
tatuagem. Eu sou Yahúh! 29 Não contam inem a sua filh a fazendo-a prostituir-se; para que a terra não
se prostitua e não se encha de m aldade. 30 G uardem os M eus shabatot, e reverencie o Meu m ikdosh.
Eu aou Yahúh! 31 N ão procurem ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos, nem dos mágicos,
nem dos feiticeiros; não os busquem para vocês não ficarem contam inados por eles. Eu sou Yahúh, o
C riador de vocês! 32 Levantem diante das pessoas idosas, e honrem a presença dos sábios, e temam
ao seu C riador. Eu sou Yahúh! 33 Q uando um estrangeiro peregrinar com vo cês na sua terra, não o
m altratem . 3 4 Com o um natural entre vocês será o estrangeiro que peregrinar com vocês; amem-no
com o vocês am am a si m esmos; pois vocês foram estrangeiros na terra de M itzrayim . Eu sou Yahúh,
o C riador de vo cês!"

Pesos e m ed id a s ju sto s

35 "N ão pervertam a ju stiça, nem a m edida de com primento, nem de peso, e nem de m edida alguma.
3 6 U sem balanças justas, pesos certos e m edidas certas. Eu sou Yahúh, o C riador de vocês, que os
tirou da terra de M itzrayim ! 37 Por isso obedeçam todos os M eus estatutos e todos os M eus preceitos,
e os cum pram . Eu sou Yahúh!"

A s pena s d e d iversos crim es

EYahúh falou a M ôsheh, d izendo: 2 "V ocê dirá também aos filhos d eY ish ra 'al: qualquer um
^ v J d o s filhos de Y ish ra 'a l, ou dos estrangeiros peregrinos em Yishra'al, que der seus filhos a Mo-
lech, certam ente será morto; o povo de Y ishra'al o apedrejará. 3 Eu porei o M eu rosto contra esse ho­
m em, e o elim inarei do m eio do seu povo; porquanto deu seus filhos a M olech, assim contam inando
o M eu m ikdosh e profanando o M eu im aculado nome. 4 E, se o povo de Y ishra'al de alguma m aneira
esconder os olhos para não ver esse homem , quando der de seus filhos a M olech, e não o matar, 5
Eu porei o Meu rosto contra esse homem , e contra a sua fam ília, e o elim in arei do m eio do seu povo,
bem com o a todos os que forem após ele, prostituindo-se com M olech. 6 Q uanto àquele que se voltar
para os que consultam os mortos, os m ágicos e os feiticeiros, prostituindo-se após eles, porei o Meu
rosto contra aquele homem, e o elim inarei do m eio do seu povo. 7 Portanto, purifiquem-se, e sejam
puros, pois Eu sou Yahúh, o C riador de vocês! 8 G uardem os M eus estatutos, e cum pram -nos. Eu sou
Yahúh, que os separa para serem puros! 9 Q u alq u er pessoa que m aldisser seu pai ou sua m ãe, certa­
mente será morto; am aldiçoou seu pai ou sua m ãe; o seu sangue cairá sobre ele. 10 O homem que
adulterar com a m ulher de outro, sim , aquele que adulterar com a m ulher do seu próxim o, certamente
será morto, tanto o adúltero com o a adúltera. 11 O homem que se deitar com a m ulher de seu pai
terá descoberto a nudez de seu p ai; ambos os adúlteros certam ente serão mortos; o seu sangue cairá
sobre eles! 12 Se um homem se deitar com a sua nora, ambos certam ente serão mortos; cometeram
uma perversão; o seu sangue cairá sobre eles! 13 Se um homem se deitar com outro homem , com o se
fosse com m ulher, ambos terão praticado abom inação; certam ente serão mortos; o seu sangue cairá
sobre eles! 14 Se um homem se relacionar com uma m ulher e com a m ãe dela, é perversão; serão
queimados no fogo, tanto ele quanto elas, para que não haja pensamento perverso entre vocês. 15
Se um homem se relacionar sexualm ente com um anim al, certam ente será m orto; também matarão o
anim al. 1 6 Se uma m ulher se chegar a algum an im al, para se relacionar sexualm ente com e le, mata­
rão a m ulher e o a n im al; certam ente serão mortos; o seu sangue recairá sobre eles! 17 Se um homem
chegar à sua irm ã, por parte de pai ou por parte de m ãe, para ver a nudez dela, e ela a dele, é torpeza;
portanto serão elim inados aos olhos dos filh os do seu povo; terá descoberto a nudez de sua irmã;
pagará pela sua cu lp a. 18 Se um homem se deitar com uma m ulher m enstruada, e descobrir a nudez
d ela, descobrindo-lhe também a sua im pureza, e ela descobrir a fonte do seu sangue, ambos serão
elim inados do m eio do seu povo. 19 Não descubra a nudez da irm ã de sua m ãe, ou da irm ã de seu
p ai, porquanto isso será descobrir a sua parente chegada; pagarão pela sua cu lp a. 20 Se um homem
se deitar com a sua tia, terá descoberto a nudez de seu tio; levarão sobre si o seu pecado; e sem filhos
m orrerão. 21 Se um homem chegar-se à m ulher de seu irm ão, é im pureza; terá descoberto a nudez de
seu irm ão; e sem filh os ficarão . 22 G uardem todos os M eus estatutos e todos os M eus preceitos, e os
cum pram ; a fim de que a terra para a qual estou levando vocês, para nela m orarem, não lhes vomite.
23 E não andem nos costumes dos povos que Eu expulsarei da presença de vo cês; porque eles fizeram
todas essas coisas, e Eu os abom inei. 24 Mas a vo cês tenho falado: herdarão a sua terra, e Eu a darei
para vocês a possuírem , terra onde sobejam leite e m el. Eu sou Yahuh, o C riador de vocês, que lhes
separei dos povos! 25 E que vo cês façam separação entre os an im ais lim pos e os impuros, e entre
as aves impuras e as lim pas; e não se tornem abom ináveis por causa de anim ais, ou de aves, ou de
qualquer coisa de tudo de que está cheia a terra, as quais coisas apartei de vocês com o impuras. 26
E vo cês serão purificados para M im ; porque Eu, Yahúh, sou puro, e os separei dos povos para serem
M eus. 27 O homem ou m ulher que consultar os mortos, os m ágicos, os m édiuns ou os feiticeiros,
certam ente será m orto. Será apedrejado, e o seu sangue cairá sobre ele!".

A s leis con ce rn en te s aos sacerd otes

1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: "Fa le aos sacerdotes, filhos de Aharon, dizendo: o sacer-
I dote não se contam inará por causa dum morto entre o seu povo, 2 a não ser por um paren
seu m ais chegado: por sua m ãe ou por seu p ai, por seu filh o ou por sua filh a, por seu irm ão, 3 ou
por sua irm ã virg e m , q u e lhe é c h e g ad a , q u e a in d a n ã o tem m arid o ; p o r e la tam bém pode
c o n ta m in a r-se . 4 O sacerdote, sendo homem prin cip al entre o seu povo, não se profanará, assim
contam inando-se. 5 O s sacerdotes não devem fazer calva na cabeça (pelo morto), e nem rapar os
cantos da barba, nem fazer lacerações na sua carne, 6 puros serão para o seu Altíssim o, e não deverão
profanar o nome do seu Criador; porque oferecem as ofertas queimadas a Yahúh, que são os sacrifícios
ao seu C riador; portanto, sejam fiéis. 7 Não casem com mulher prostituta ou desonrada, e nem com
mulher divorciada de seu m arido; pois o sacerdote deve-se manter puro para seu o Criador. 8 Portanto,
o sacerdote oferece o sacrifício ao nosso Criador, por isso o povo deve considerá-lo purificado; pois Eu,
Yahúh, que os purifico, sou puro! 9 E se a filha dum sacerdote se profanar, tornando-se prostituta, pro­
fana a seu pai; no fogo será queimada. 10 A quele que é sumo sacerdote entre seus irmãos, sobre cuja
cabeça foi derramado o óleo da unção, e que for consagrado para vestir as vestes sagradas, não desco­
brirá a cabeça, nem rasgará a sua vestidura; 11 e não se chegará a cadáver algum; nem sequer por causa
de seu pai ou de sua m ãe deverá contaminar-se; 12 não sairá do m ikdosh (para acom panhar o morto),
nem profanará o m ikdosh do seu Criador; pois a coroa do óleo da unção do seu C riador está sobre ele.
Eu sou Yahúh! 13 0 sacerdote só poderá casar com uma m ulher virgem. 14 Com m ulher viúva, divor­
c iada, desonrada ou prostituta ele não poderá casar; mas somente com uma virgem do seu povo poderá
casar-se, 15 a fim de não profanar a sua descendência entre o seu povo; porque Eu sou Yahúh, que o
p u rifico !". 16 E Yahúh falou a Môsheh, dizendo: 17 "Fale a Aharon dizendo: ninguém dentre os seus
descendentes, por todas as suas gerações, que tiver defeito físico poderá apresentar-se para oferecer o
sacrifício ao seu Criador. 18 Pois nenhum homem que tiver algum defeito se aproximará para ministrar:
seja cego, ou m anco, ou de n ariz chato, ou de m embros dem asiadamente com pridos, 19 ou homem
que tiver o pé quebrado, ou a m ão quebrada, 2 0 ou que for corcunda, ou anão, ou que tiver catarata
nos olhos, ou sarna, ou impigens, ou que tiver testículo lesado; 21 nenhum homem dentre os descen­
dentes de Aharon, o sacerdote, que tiver algum defeito físico poderá chegar para oferecer as ofertas
queim adas a Yahúh; ele tem defeito físico; portanto, estará proibido de se apresentar para oferecer o
sacrifício ao seu Criador. 22 No entanto, poderá com er do sacrifício oferecido ao seu Criador, tanto do
especialm ente sagrado com o do sagrado; 2 3 contudo, não entrará até o véu, nem se chegará ao altar,
porquanto tem defeito; para que não profane os M eus lugares sagrados; porque Eu sou Yahúh, que os
p u rifico !". 2 4 E M ôsheh falou isso a Aharon e a seus filhos, e a todos os filh os de Yishra'al.

A le i a re sp e ito d e co m er coisa s sagradas

E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Fale a Aharon e aos filhos dele que se abstenham das
^ ofertas sagradas dos filh os de Y ish ra 'a l, as quais eles as purificam a M im , para que não profa­
nem o M eu im aculado nome; Eu sou Yahúh! 3 E diga-lhes: todo homem dentre os seus descendentes
p elas suas gerações que, tendo sobre si a sua im pureza, se chegar às ofertas sagradas que os filhos de
Y ishra'al dedicam a Yahúh, aquela pessoa será elim in ada da M inha presença; Eu sou Yahúh! 4 Nin­
guém dentre os descendentes de Aharon que for leproso ou tiver fluxo com erá das ofertas sagradas
até que seja lim po. Também o que pegar em alguma coisa tornada impura por causa de um morto,
ou aquele de quem sair o sêmen 5 ou qualquer que pegar em algum anim al que se arrasta, pelo qual
se torne im puro, ou em algum homem, pelo qual se torne impuro, seja qual for a sua im pureza, 6
o homem que pegar em tais coisas será impuro até a tarde, e não com erá das ofertas sagradas, mas
banhará o seu corpo em água 7 e, posto o sol, então será lim po; depois com erá das ofertas sagradas,
porque isso é o seu alim ento. 8 D o anim al que morrer por si, ou do que for dilacerado por feras, o
homem não poderá com er, para que não se contam ine com e le; Eu sou Yahúh! 9 G uardem esse Meu
m andam ento, para que, havendo-o profanado, não levem pecado sobre si e morram nele; Eu sou
Yahúh que os purifico! 10 E nenhum estranho com erá das ofertas sagradas; nem o hóspede do sacer­
dote, nem o diarista com erá delas. 11 M as aquele que o sacerdote tiver com prado com o seu dinheiro,
e o nascido na sua casa, esses com erão das ofertas sagradas. 12 Se a filha de um sacerdote se casar
com um estranho, ela não com erá do alim ento separado das ofertas sagradas. 13 M as quando a filha
do sacerdote fo r viú va ou divorciada, e não tiver filhos, e houver tornado para a casa de seu p ai, com o
na sua m ocidade, do pão de seu pai com erá; mas nenhum estranho com erá dele. 14 Se alguém , por
engano comer, do alim ento consagrado, o reporá, acrescido da quinta parte, e o dará ao sacerdote
com o alim ento consagrado. 15 E não profanem as ofertas sagradas dos filhos de Yishra'al que eles
oferecem a Yahúh, 16 nem os façam levar sobre si a transgressão que envolve culp a, com endo as suas
ofertas sagradas; pois Eu sou Yahúh, que as purifico!

O s anim ais sacrifica do s devem s e r sem d efeito

17 E Yahúh falou a M ôsheh, d izendo: 18 "Fa le a A haro n, e a seus filhos, e a todos os filhos d eY ish ra'al,
o seguinte: todo homem da Casa de Yish ra'al, ou dos estrangeiros em Yish ra'al, que oferecer a sua
oferta, seja dos seus votos, seja das suas ofertas voluntárias que oferecerem a Yahúh em holocausto,
19 para que sejam aceitos, deverão oferecer m acho sem defeito, ou dos novilhos, ou dos cordeiros,
ou das cabras. 2 0 Não deverão oferecer nenhum a coisa que tiver defeito, porque não será aceita a
seu favor. 21 Q uando alguém oferecer sacrifício de oferenda de paz a Yahúh para cum prir um voto,
ou para oferta voluntária, seja do gado bovino, seja do gado m iúdo, o anim al deverá ser perfeito, para
que seja aceito; nenhum defeito poderá haver nele. 22 O cego, ou quebrado, ou aleijado , ou que tiver
úlceras, ou sarna, ou impigens, esses não poderão oferecer a Yahúh, nem deles porão oferta queimada
a Yahúh sobre o altar. 23 Porém o novilho, ou o cordeiro, que tenha algum m embro com prido ou curto
dem ais, poderá oferecer por oferta voluntária, mas para cum prir voto não será aceito. 24 Não poderão
oferecer a Yahúh um anim al que tiver testículo m achucado, ou m oído, ou arrancado, ou despedaça­
do; não façam isso na sua terra. 25 Nem da m ão do estrangeiro oferecerão de alguma dessas coisas
com o sacrifício ao seu C riador; porque a sua corrupção nelas está; há defeito nelas; não serão aceitas
a seu favor!". 26 E Yahúh falou a M ôsheh, dizend o : 27 "Q u an do nascer um bezerro, ou um a ovelha,
ou uma cabra, por sete dias ficará junto de sua m ãe; e desde o oitavo dia em diante, será aceito por
oferta queim ada a Yahúh. 28 Seja vaca ou seja ovelha, não a degolarão junto à sua c ria, ambas no
mesmo dia. 29 Q uand o oferecerem a Yahúh sa crifício de ação de graças, o deverão oferecer de modo
a serem aceitos. 30 N o mesmo dia se com erá; nada deixarão ficar dele até pela m anhã. Eu sou Yahúh!
31 G uardem os M eus m andamentos e os cum pram . Eu sou Yahúh! 32 Não profanem o M eu im acu­
lado nome, e Serei exaltado no m eio dos filhos de Yish ra'al. Eu sou Yahúh, que os purifico , 3 3 que os
tirou da terra de M itzrayim para ser o A ltíssim o de vo cês. Eu sou Yahúh!".

As festa s sole n e s em honra a Yahúh

< 3 * 3 1 "E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Fale aos filh os de Y ish ra 'a l, dizendo: as festas fixas de
^ « 3 Yahúh, que proclam arão com o convocações sagradas, são essas:"

O Shabat

3 "Seis dias se fará trabalho, mas o sétimo dia é o shabat do descanso solene, uma convocação sagrada;
nenhum trabalho farão; é shabat de Yahúh em todas as suas habitações. 4 São essas as festas fixas de
Yahúh, as convocações sagradas, que proclam arão no seu tempo determ inado:"

A ce leb ra çã o d e Pêssach

5 "N o prim eiro mês, aos catorze dias do m ês, à tardinha, é a celebração de Pêssach de Yahúh!"

A cha g ha-m atzot, ou seja , a festa dos p ã es sem ferm en to

6 "E aos quinze dias desse mês é a cha g ha-matzot de Yahúh; por sete dias vo cês com erão "m a tzo t".
7 No prim eiro dia vocês terão uma convocação sagrada; nenhum tipo de trabalho com um poderão
fazer. 8 M as por sete dias vo cês o ferecerão oferta queim ada a Yahúh; ao sétim o dia haverá uma
co n vo caçã o sagrada; nenhum tipo de trabalho com um poderão fazer!"

A festa da prim eira colheita

9 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 10 "Fale aos filhos d e Y ish ra 'al, dizendo: quando vo cês entrarem
na terra que Eu lhes darei, e ceifarem a sua ceifa, então deverão trazer ao sacerdote um feixe das
p rim ícias da sua ceifa; 11 e ele m ovim entará o feixe perante Yahúh, para que sejam aceitos. E no dia
seguinte ao shabat o sacerdote o m ovim entará. 12 E no dia em que m ovim entarem o feixe, oferecerão
um cordeiro sem defeito, de um ano, em holocausto a Yahúh. 13 Sua oferenda de cereais será dois
décim os de flo r de farinha, amassada com azeite, para oferta queim ada em cheiro suave a Yahúh; e
a sua oferta de libação será de um quarto de hin de vinho. 14 E não com am pão, nem trigo torrado,
nem espigas verdes, até aquele mesmo dia, em que trouxerem a oferta para seu C riador; é estatuto
perpétuo pelas suas gerações, em todas as suas habitações!".

A chag ha-shavu'ot, ou seja , a festa anu al da colheita

15 "D everão contar desde o dia depois do shabat, isto é, desde o dia em que houverem trazido o
feixe da oferta de m ovim ento, sete sem anas inteiras; 16 até o dia seguinte ao sétimo shabat, contarão
cinquenta dias; então oferecerão nova oferenda de cereais a Yahúh. 17 Das suas habitações trarão,
para oferta de m ovim ento, dois pães feitos com a m elhor farinha. Cada pão deverá pesar dois quilos.
Esses pães são uma oferta das p rim ícias a Yahúh. 18 Com os pães oferecerão sete cordeiros sem defei­
to, de um ano, um n ovilho e dois carneiros; serão holocausto a Yahúh, com as respectivas oferendas
de cereais e de lib ação, por oferta queim ada de cheiro suave a Yahúh. 19 E oferecerão um bode para
oferenda pelo pecado, e dois cordeiros de um ano para sacrifício de oferendas de paz. 20 E o sacer­
dote os m ovim entará, juntam ente com os pães das prim ícias, por oferta de m ovim ento perante Yahúh,
com os dois cordeiros; dedicados serão a Yahúh para uso do sacerdote. 21 Nesse mesmo dia vocês
terão uma convocação sagrada; nenhum tipo de trabalho com um poderão fazer; é estatuto perpétuo
em todas as suas habitações pelas suas gerações. 22 Q uando fizerem a ceifa da sua terra, não ceifarão
totalm ente os cantos do seu cam po, nem colherão as espigas caídas da sua ceifa; para o pobre e para
o estrangeiro as deixarão . Eu sou Yahúh, o C ria d o r de v o cê s!". 23 E Yahíih falou a M ôsheh, dizendo:
2 4 "Fale aos filhos d e Y ish ra'al: no sétim o mês, no prim eiro dia do mês, haverá para vocês um descan­
so solene, em m em orial, com toque de shofar, um a convocação sagrada. 25 Nenhum tipo de trabalho
com um poderão fazer, e oferecerão oferta queim ada a Yahúh!".

O yom ha-kipurim , isto é, o dia da expiação p e lo s peca do s

2 6 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 27 "E o décim o dia desse sétimo m ês será o "yom -kip ur"; terão
uma convocação sagrada, e afligirão as suas alm as; e oferecerão oferta queim ada a Yahúh. 28 Nesse
dia vocês não farão trabalho algum ; porque é o "yom -kip u r", para nele fazer-se exp iação por vocês
perante Yahúh, seu Criador. 29 Pois toda a pessoa que não se afligir nesse dia será elim inada do seu
povo. 30 E toda pessoa que nesse dia fiz e r algum trabalho, Eu a destruirei do m eio do seu povo.
31 N ão farão nele trabalho algum; isso será estatuto perpétuo pelas suas gerações em todas as suas
habitações. 32 Shabat de descanso lhes será, e afligirão as suas alm as; desde a tardinha do nono dia
do mês até a outra tarde, guardarão o seu shab a tí".

A chag ha-sukot, o u seja, a festa das cabanas

33 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 34 "Fale aos filh os de Yish ra'al, dizendo: desde o dia quinze
desse sétimo mês haverá a chag ha-sukot a Yahúh por sete dias. 35 No prim eiro dia haverá uma con­
vo ca çã o sagrada; nenhum tipo de trabalho com um poderão fazer. 36 Por sete dias oferecerão ofertas
queim adas a Yahúh; ao oitavo dia terão uma convocação sagrada, e oferecerão oferta queim ada a
Yahúh; será um a assem bleia solene; nenhum tipo de trabalho com um poderão fazer. 37 Essas são as
festas fixas de Yahúh, que proclam arão com o convocações sagradas, para oferecer-se a Yahúh oferta
queim ada, holocausto e oferenda de cereais, sacrifício s e ofertas de libação, cada qual em seu dia
próprio; 38 além dos shabatot de Yahúh, e além de suas dádivas, e além de todos os seus votos, e
além de todas as suas ofertas voluntárias que vocês derem a Yahúh. 39 Desde o dia quinze do sétimo
mês, quando tiverem colhido os frutos da terra, celebrarão a festa de Yahúh por sete dias; no prim eiro
dia haverá descanso solene, e no oitavo dia haverá descanso solene. 4 0 No prim eiro dia pegarão para
vocês o fruto de árvores form osas, folhas de palm eiras, ramos de árvores frondosas e salgueiros de
ribeiras; e durante sete dias todos farão uma festa em honra a Yahúh, seu C riador. 41 E a celebrarão
com o festa a Yahúh por sete dias cada ano; estatuto perpétuo será pelas suas gerações; no mês sétimo
a celebrarão. 42 Por sete dias habitarão em cabanas feitas de ram os; todos os naturais em Yishra'al
habitarão em cabanas feitas de ramos, 43 para que as suas gerações saibam que Eu fiz habitar em
cabanas feitas de ramos os filh o s de Yishra'al quando os tirei da terra de M itzrayim . Eu sou Yahúh, o
C riador de vo cês!". 44 E assim M ôsheh declarou as festas fixas de Yahúh aos filhos de Yish ra'al.

O a zeite para a m enoráh

A 1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "O rd en e aos filhos d eY ish ra ’al que lhe tragam azeite de
^ r o liveira, puro, batido, a fim de m anter a menoráh acesa continuam ente. 3 E Aharon a conser­
vará em ordem perante Yahúh, continuam ente, desde a tarde até a m anhã, fora do véu do testemunho,
na Tenda da R evelação; será estatuto perpétuo pelas suas gerações. 4 E sobre a m enoráh de ouro puro
conservará as candeias acesas perante Yahúh continuam ente!".

23:27 - Yom-kipur é o dia da expiação. Yom ha-kipurim é o plural de yom-kipur e quer dizer "o dia da
expiação pelos pecados".
23:34 - Chag ha-sukot é a festa das cabanas, também conhecida como festa dos tabernáculos ou das barracas.
O pã o sagrado

5 "Pegue flor de farinha e use-a para assar doze pães; cada pão será de dois quilos. 6 E os porá em
duas fileiras, seis em cad a fileira , sobre a mesa de ouro puro, perante Yahúh. 7 E sobre cada fileira porá
incenso puro, para que seja sobre os pães com o m em orial, isto é, com o oferta queim ada a Yahúh; 8
em cada dia de shabat, isso se porá em ordem perante Yahúh continuam ente; e, a favor dos filhos de
Yish ra'al, uma alian ça perpétua. 9 E pertencerão os pães a Aharon e a seus filhos, que os com erão
em um lugar sagrado, por ser um alim ento especialm ente sagrado para eles, das ofertas queim adas a
Yahúh, por estatuto perpétuo!"

A pena d o peca d o d e blasfêm ia

10 Naquele tempo apareceu no meio dos filhos de Yishra'al o filho de uma mulher yishra'alita, o qual era
filho de um egípcio; e o filho da yishra'alita e um homem yishra'alita brigaram no acampamento; 11 e o
filho da mulher yishra'alita blasfemou contra o Nome (Yahúh), e praguejou; e o trouxeram à presença de
Môsheh. E o nome de sua mãe era Shelomit, filha de D ivrí, da tribo de Dan. 12 E puseram-no em deten­
ção, até que viesse a declaração da sentença pela boca de Yahúh. 13 E Yahúh falou a Môsheh, dizendo:
14 "Tire para fora do acampamento aquele que tem blasfemado; todos os que o ouviram porão as mãos
sobre a cabeça dele, e toda a comunidade o apedrejará. 15 E dirá aos filhos de Yishra'al: todo homem que
amaldiçoar o Criador levará sobre si o seu pecado. 16 E aquele que blasfemar contra o nome de Yahúh cer­
tamente será morto; toda a comunidade certamente o apedrejará. Tanto o estrangeiro como o natural que
blasfemar contra o Nome (Yahúh) deverá ser morto. 17 Quem matar alguém certamente deverá ser morto;
18 e quem matar um animal deverá restituí-lo, vida por vida. 19 Se alguém desfigurar o seu próximo, como
ele fez, assim lhe será feito: 20 quebradura por quebradura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver
desfigurado algum homem, assim lhe será feito. 21 Quem matar um animal fará restituição por ele; mas
quem matar um homem deverá ser morto. 22 U m a mesma lei terão, tanto para o estrangeiro com o para o
natural; pois Eu sou Yahúh, o Criador de vocês!". 23 Depois disso, Môsheh falou aos filhos deYishra'al, e
eles levaram para fora do acampamento aquele que tinha blasfemado e o apedrejaram até a morte. E assim
os filhos deYishra'al fizeram conforme Yahúh havia ordenado a Môsheh.

Shem itáh, o ano sabático

1 E Yahúh falou a Môsheh no monte Sinay, dizendo: 2 "Fale aos filhos de Yishra'al, dizendo:
quando vocês tiverem entrado na terra que Eu lhes darei, a terra descansará um shabat a Yahúh.
3 Seis anos semeará a sua terra, e seis anos podará a sua vinha, e colherá os seus frutos; 4 mas no sétimo
ano haverá shabat de descanso solene para a terra, um shabat dedicado a Yahúh; não semeará o seu
cam po, nem podará a sua vinha. 5 O que nascer de si mesmo da sua ceifa não ceifará, e as uvas da sua
vide não tratada não vindim ará; ano de descanso solene será para a terra. 6 Mas os frutos do shabat da
terra lhes serão por alim ento, a vocês, e ao seu servo, e à sua serva, e ao seu diarista, e ao estrangeiro
que peregrina com vocês, 7 e ao seu gado, e aos anim ais que estão na sua terra; todo o seu produto será
por mantimento!".

O ano da libertação

8 "E contará sete shabatot de anos, sete vezes sete anos; de m aneira que os dias dos sete shabatot de
anos serão quarenta e nove anos. 9 No décim o dia do sétimo mês, fará soar fortemente o shofar, no
"yom -kipur" farão soar o shofar por toda a sua terra. 10 E separarão o ano quinquagésim o, e apregoarão
liberdade na terra a todos os seus habitantes (isto é, aos escravos); ano de y ovê l será para vo cês; pois

25:10 - Yovêl é o ano sabático, comemorado a cada 49 anos, ou seja, no quinquagésimo ano.
tornarão, cada um à sua possessão, e cada um à sua fam ília. 11 Esse ano quinquagésim o será para
vo cês y ovêl; não sem earão, nem ceifarão o que nele nascer de si mesmo, nem nele vindim arão as uvas
das vides não tratadas. 12 Porque é yovêl; separado será para vocês; diretamente do cam po com erão o
seu produto. 13 Nesse ano do y ovê l tornarão cada um à sua possessão. 14 Se vocês venderem alguma
c o isa ao seu p ró xim o ou a co m p rarem da m ão do seu p ró xim o , não defraudem uns aos outros.
15 C on form e o núm ero de anos desde o y ovê l é que com prará ao seu próxim o, e conform e o número
de anos das colheitas é que ele venderá a vo cê. 16 Q uanto m ais forem os anos, tanto m ais aumentará
o preço, e quanto menos forem os anos, tanto m ais abaixará o preço; porque é o número das colheitas
que ele vende a vo cê. 17 Q u e nenhum de vocês oprim a o seu próxim o; mas que tenham temor do
seu Altíssim o; porque Eu sou Yahúh, o C riad or de vocês! 18 O bedeçam os M eus estatutos, e guardem
os M eus preceitos e os cum pram ; assim vo cês habitarão seguros na terra. 19 Ela dará o seu fruto, e
com erão a fartar; e nela habitarão seguros. 20 Se disserem: o que com erem os no sétimo ano, visto que
não haverem os de semear, nem fazer a nossa colheita? 21 Então Eu m andarei a M inha bênção sobre
vocês no sexto ano, e a terra produzirá fruto bastante para os três anos. 22 N o oitavo ano sem earão,
e com erão da colheita velh a; até o nono ano, até que venha a colheita nova, com erão da velha!"

A s /eis a re sp e ito d e p ro p rie d a d e s

23 "E não se venderá a terra em perpetuidade, porque a terra é M inha; pois vocês estão Com igo com o
estrangeiros e peregrinos. 24 E em toda a terra da sua possessão concederão que seja rem ida a terra.
25 Se seu irm ão em pobrecer e vender uma parte da sua possessão, virá o seu parente m ais próxim o
e resgatará o que seu irm ão vendeu. 26 E se alguém não tiver resgatador, mas ele m esmo tiver enri­
q uecido e ganhado o bastante para o seu resgate, 27 contará os anos desde a sua venda, e o que ficar
do preço da venda restituirá ao homem a quem a vendeu, e tornará à sua possessão. 2 8 M as, se as
suas posses não forem suficiente para reavê-la, aq u ilo que tiver vendido ficará na m ão do com prador
até o ano do yovêl; porém no ano do y ovê l sairá da posse desse, e aquele que vendeu tornará à sua
possessão. 29 Se alguém vender um a casa de moradia em cidade murada poderá rem i-la dentro de
um ano inteiro depois da sua venda; durante um ano inteiro terá o direito de a resgatar. 30 M as, se,
passado um ano inteiro, não tiver sido resgatada, essa casa que está na cidade m urada ficará, em per­
petuidade, pertencendo ao que a com prou, e à sua descendência; não sairá o seu poder no yovêl. 31 E
as casas dos povoados que não têm muro ao redor serão consideradas como o cam po da terra; poderão ser
remidas, e sairão do poder do comprador no yovêl. 32 Quanto às cidades dos levitas, às casas das cidades
da sua possessão, terão eles direito perpétuo de resgatá-las. 33 E se alguém comprar dos levitas uma casa,
a casa comprada e a cidade da sua possessão sairão do poder do comprador no yovêl; porque as casas das
cidades dos levitas são a sua possessão no meio dos filhos deYishra'al. 34 Mas o cam po do arrabalde das
suas cidades não se poderá vender, porque lhes é possessão perpétua!"

As le is a re sp e ito d os p ob res

35 "E se seu irm ão em pobrecer ao seu lado, e lhe enfraquecerem as mãos, o sustentará; com o estran­
geiro e peregrino viverá com você. 36 Não pegará dele juros nem ganho, mas temerá ao seu Criador,
para que seu irm ão viva com vo cê. 37 Não lhe dará seu dinheiro a juro s, nem os seus mantimentos
por lucro. 38 Eu sou Yahúh, o C riad or de vocês, que os tirou da terra de M itzrayim para lhes dar a terra
de Kena'an, para ser o A ltíssim o de vo cês!"

As leis a re sp e ito dos escravos

3 9 "E se seu irm ão em po b recer ao seu lado e vender-se a vo cê, não o fa ça se rv ir com o escravo.
4 0 Com o diarista, com o peregrino estará ele com vo cê; até o ano do yovêl servirá vo cê; 41 e sairá
do seu serviço , e com ele seus filhos, e tornará à sua fam ília, à possessão de seus pais. 42 Porque são
M eus servos, que tirei da terra de M itzrayim ; não serão vendidos com o escravos. 43 Não dominará
sobre ele com rigor, m as temerá o seu Criador. 44 Q uanto aos escravos ou às escravas que chegar
a possuir, das nações que estiverem ao redor de vo cês, delas é que os com prará. 45 E os comprará
dentre os filhos dos estrangeiros que peregrinarem entre você, tanto dentre esses com o dentre as suas
fam ílias que estiverem com vo cê, que tiverem eles gerado na sua terra; e lhe serão por possessão.
4 6 E os deixará por herança aos seus filhos depois de vo cê, para os herdarem com o possessão; desses
pegará os seus escravos para sem pre; mas sobre seus irm ãos, os filhos de Yishra'al, não dominará com
rigor, uns sobre os outros. 4 7 Se um estrangeiro ou peregrino que estiver com vo cê se tornar rico, e
seu irm ão, que está com ele, em pobrecer e vender-se ao estrangeiro ou peregrino que está com você,
ou à linhagem da fa m ília do estrangeiro, 48 depois que se houver vendido, poderá ser rem ido; um de
seus irm ãos o poderá rem ir; 49 ou seu tio, ou o filh o de seu tio, ou qualquer parente chegado da sua
fam ília poderá resgatá-lo; ou se ele se tiver tornado rico, poderá remir-se a si mesmo. 50 E com aquele
que o com prou fará a conta desde o ano em que se vendeu a ele até o ano do yovêl; e o preço da sua
venda será conform e o núm ero dos anos; conform e os dias de um diarista estará com ele. 51 Se ainda
faltarem muitos anos, conform e estes restituirá, do dinheiro pelo qual foi com prado, o preço da sua
redenção; 52 e se faltarem poucos anos até o ano do yovêl, fará a conta com ele; segundo o número
dos anos restituirá o preço da sua redenção. 53 Com o servo contratado de ano em ano, estará com o
com prador; o qual não dom inará sobre ele com rigor diante dos seus olhos. 54 E se não for resgatado
por nenhum desses m eios, sairá livre no ano do yovêl, e com ele seus filhos. 55 Porque os filhos de
Yishra'al são M eus servos; eles são os M eus servos que tirei da terra de M itzrayim . Eu sou Yahúh, o
C riador de vo cês!"

A dm oestação contra a idolatria

O "N ão façam nenhum ídolo, nem imagens esculpidas, nem estátuas, nem ponham na sua
^ v J t e r r a figuras feitas de pedras, para vo cês se in clinarem a elas; porque Eu sou Yahúh, o Cria d o r
de vocês! 2 Guardem os M eus shabatot, e reverenciem o Meu m ikdo sh. Eu sou Yahúh!"

B ên çã os d e co rre n te s da ob ediência

3 "Se vo cês andarem nos M eus estatutos, e guardarem os M eus mandam entos e os cum prirem , 4 Eu
lhes darei as suas chuvas a seu tempo, e a terra dará o seu produto, e as árvores do cam po darão os
seus frutos; 5 a debulha lhes continuará até a vind im a, e a vin dim a até a sem eadura; com erão o seu
pão a fartar, e habitarão seguros na sua terra. 6 E darei paz na Terra, e vocês se deitarão, e ninguém
lhes amedrontará. Farei desaparecer da Terra os an im ais nocivos, e pela sua terra não passará espada.
7 Perseguirão os seus inim igos, e eles cairão à espada diante de vocês. 8 C inco de vo cês perseguirão
a um cento deles, e cem de vocês perseguirão a dez m il; e os seus inim igos cairão à espada diante de
vo cês. 9 E olharei para vocês, e lhes farei frutificar, e lhes m ultiplicarei, e confirm arei a M inha aliança
com vocês. 1 0 E vo cês com erão da colheita velha por longo tempo guardada, até afinal a removerem
para dar lugar à nova. 11 E porei o Meu tabernáculo entre vocês, e o Meu ser não lhes abom inará.
12 E andarei entre vocês, e serei o Altíssim o de vocês, e vo cês serão o Meu povo. 13 Eu sou Yahúh,
o C riador de vocês, que os tirou da terra dos egípcios para que vocês não fossem seus escravos; e
quebrei os can zis do seu jugo, para que andem de cabeça erguida!"

C astigos d e co rre n te s da desob ed iência

14 "M as, se não M e ouvirem , e não cum prirem todos esses m andam entos, 15 e se vocês rejeitarem os
M eus estatutos, e o seu ser desprezar os M eus preceitos, de modo que não cum pram todos os M eus
mandamentos, m as violem a M inha a lia n ça, 16 então Eu lhes farei isso: porei sobre vo cês o terror, a
tuberculose pulm onar e a febre ardente, que consum irão os olhos e farão desesperar e atorm entar a
vid a ; em vão sem earão a sua semente, pois os seus inim igos a com erão. 17 Porei o Meu rosto contra
vo cês, e serão feridos diante de seus inimigos; os que lhes odiarem dominarão sobre vocês, e fugirão
sem que ninguém lhes persiga. 18 Se nem ainda com isso M e ouvirem , prosseguirei em castigar-lhes
sete vezes m ais, por causa dos seus pecados. 19 E quebrarei a soberba do seu poder, e lhes farei os
céus com o ferro e a terra com o bronze. 2 0 Em vão se gastará a sua força, porquanto a sua terra não
dará o seu produto, nem as árvores da terra darão os seus frutos. 21 E se andarem contrariamente
para Com igo, e não M e quiserem ouvir, trarei sobre vo cês pragas sete vezes m ais, conform e os seus
pecados. 22 E enviarei as feras do cam po, as quais matarão os seus filhos, e destruirão o seu gado,
e lhes reduzirão a pequeno numero; e os seus cam inhos se tornarão desertos. 23 Se nem ainda com
isso quiserem voltar a M im , mas continuarem a andar contrariam ente para Com igo, 24 Eu também
andarei contrariamente para com vo cês; e Eu, Eu m esmo lhes ferirei sete vezes m ais, por causa dos
seus pecados. 25 E trarei sobre vocês a espada, que executará a vin gança da M inha aliança, e lhes
aglom erarão nas suas cidades; e enviarei a peste entre vocês, e serão entregues na m ão do inimigo.
2 6 Q uando Eu lhes quebrar o sustento do pão, d ez mulheres cozerão o seu pão num só forno, e de
novo lhes entregarão o seu pão por peso; e com erão, m as não lhes fartarão. 27 E se nem ainda com
isso M e ouvirem , m as continuarem a andar contrariamente para Com igo, 28 Eu também andarei con­
trariam ente para com vocês com fú ria; e lhes castigarei sete vezes m ais, por causa dos seus pecados.
29 E com erão a carne de seus próprios filh os e a carne de suas filhas. 30 E destruirei os seus altares
de adoração pagã, derrubarei as suas imagens do sol, e lançarei os seus cadáveres sobre os destroços
dos seus ídolos; e o M eu ser os abom inará. 31 E reduzirei as suas cidades a deserto, e assolarei os
seus lugares sagrados, e não aspirarei o seu ch eiro suave. 32 E assolarei a Terra, e sobre ela pasmarão
os seus inimigos que nela habitam . 33 E lhes espalharei por entre as nações e, desem bainhando a
espada, lhes perseguirei; a sua terra será assolada, e as suas cidades se tornarão deserto. 34 E a terra
folgará nos seus shabatot, todos os dias da sua assolação, e vocês estarão na terra dos seus inimigos;
nesse tempo a terra descansará, e folgará nos seus shabatot. 35 Por todos os dias da assolação des­
cansará, pelos dias que não descansou nos seus shabatot, quando nela habitavam. 36 Q uanto aos
que de vocês ficarem , Eu lhes colo care i pavor no coração nas terras dos seus inim igos; e o ruído de
uma folha agitada os porá em fuga; fugirão com o quem foge da espada, e cairão sem que ninguém
os persiga; 37 sim , embora não haja quem os persiga, tropeçarão uns sobre os outros com o diante da
espada; e não poderão resistir aos seus inimigos. 38 E assim perecerão entre as nações, e a terra dos
seus inim igos lhes devorará; 39 e os que de vo cês ficarem definharão pela sua transgressão nas terras
dos seus inim igos, com o também pela transgressão de seus pais. 4 0 E confessarão a sua culpa, e a
cu lp a de seus pais, com as suas transgressões, com que transgrediram contra M im ; igualm ente confes­
sarão que, por terem andado contrariam ente para Com igo, 41 Eu também andei contrariam ente para
com eles, e os trouxe para a terra dos seus inim igos. M as se o seu coração incircu nciso se hum ilhar, e
tom arem por bem o castigo da sua transgressão, 42 Eu m e lembrarei da M inha aliança com Ya akóv,
da M in ha alia n ça com Y itzch a k , e da M in ha a lia n ç a com A vraham ; e assim da terra M e lem brarei.
4 3 A terra também será d eixada por eles e folgará nos seus shabatot, sendo assolada por causa deles;
e eles receberão por bem o castigo da sua transgressão, em razão m esmo de que rejeitaram os M eus
preceitos e o seu ser desprezou os M eus estatutos. 44 E ainda assim , quando eles estiverem na terra
dos seus inim igos, não os rejeitarei nem os abom inarei a ponto de consum i-los totalm ente e quebrar a
M inha alia n ça com eles; porque Eu sou Yahúh, seu Criador! 45 Antes por am or deles Me lembrarei da
M inha alia n ça com os seus antepassados, que tirei da terra de M itzrayim perante os olhos das nações,
para ser o A ltíssim o deles. Eu sou Yahúh!" 4 6 São estes os estatutos, os preceitos e as leis que Yahúh
firm ou entre si e os filh os de Yish ra'al, no monte Sinay, por intermédio de M ôsheh.

V otos p a rticu lares e a avaliação d eles

*3 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "F a le aos filhos de Yish ra'al, dizendo: quando alguém
^ / fizer a Yahúh um voto especial que envolve pessoas, o voto será cum prido segundo a avaliação
das pessoas. 3 E se for de um homem , desde a idade de vinte até sessenta anos, a sua avaliação será
de cinquenta shekalim de prata, de acordo com o padrão de sh e k el do m ikdo sh. 4 E se for m ulher, a
sua avaliação será de trinta shekalim . 5 E se fo r de c in co anos até vinte, a sua avaliação do homem
será de vinte shekalim , e da m ulher dez shekalim . 6 E se fo r de um mês até cin co anos, a sua avaliação
do homem será de cin co shekalim de prata, e da m ulher três shekalim de prata. 7 E se fo r de sessenta
anos para cim a, a sua avaliação do homem será de quinze shekalim , e da m ulher dez shekalim . 8
M as, se fo r m ais pobre do que a sua avaliação , será apresentado perante o sacerdote, que o avaliará
conform e os bens daquele que tiver feito o voto. 9 E se fo r anim al dos que se oferecem em oferta a
Yahúh, tudo quanto der dele a Yahúh será sagrado. 10 E não o mudará, nem o trocará, bom por m au,
ou mau por bom; mas se de qualquer m aneira trocar anim al por anim al, tanto um com o o outro serão
sagrados. 11 E se for algum anim al im puro, dos que não se oferecem em oferta a Yahúh, apresentará
o anim al diante do sacerdote; 12 e o sacerdote o avaliará, seja bom ou seja m au; segundo o que o
sacerdote o avaliar, assim será. 13 Mas se por acaso o homem quiser rem i-lo, acrescentará a quinta
parte sobre a sua avaliação . 1 4 Q uand o alguém consagrar a sua casa para ser sagrada a Yahúh, o
sacerdote a avaliará, seja boa ou seja m á; com o o sacerdote a avaliar, assim será. 15 M as se aquele
que a tiver dedicado quiser rem ir a sua casa, então acrescentará a quinta parte do dinheiro sobre a
sua avaliação , e terá a c asal".

Voto de um ca m p o e o resg a te dele

16 "E se alguém dedicar a Yahúh uma parte do cam po da sua possessão, então a sua avaliação será
segundo a sua sem enteira: um terreno em que sejam necessários cem quilos de sementes de cevada
para sem eá-lo será avaliado em cinquenta shekalim de prata. 17 E se ele dedicar o seu cam po a partir
do ano do yovêl, conform e a sua avaliação ficará. 18 M as se dedicar o seu cam po depois do ano do
y ovêl, o sacerdote lh e calcu lará o dinheiro conform e os anos que restam até o ano do yovêl, e assim
será feita a sua avaliação . 19 E se aq uele que tiver dedicado o cam po, e por acaso quiser rem i-lo,
acrescentará a quinta parte do dinheiro da sua avaliação , e lhe ficará assegurado o cam po. 2 0 E se
não o quiser remir, ou se houver vendido o cam po a outrem, nunca m ais poderá ser rem ido. 21 M as
o cam po, quando sair livre no ano do yovêl, será sagrado a Yahúh, com o cam po consagrado; a pos­
sessão dele será do sacerdote. 22 E se alguém consagrar a Yahúh um cam po que tiver com prado, o
qual não for parte do cam po da sua possessão, 23 o sacerdote lhe contará o va lo r da sua avaliação
até o ano do yovêl; e no mesmo dia dará a sua avaliação , com o coisa sagrada a Yahúh. 2 4 E no ano
do y o vê l o cam po tornará àquele de quem tiver sido com prado, isto é, àquele a quem pertencer a
possessão do cam po. 2 5 E toda sua avaliação se fará de acordo com o padrão do sh e kel do m ikdo sh; o
sh e k el será de vinte g uerot. 26 M as o prim ogênito de um anim al, que por ser prim ogênito já pertence
a Yahúh, ninguém o poderá dedicá-lo; seja boi ou gado m iúdo, pois já pertence a Yahúh. 27 M as se
o prim ogênito for de um anim al im puro, o rem irá segundo a sua avaliação , e a essa se acrescentará a
quinta parte; e se não fo r rem ido, será vendido segundo a sua avaliação !"

N ão há resg a te para certa s coisa s consagradas

28 "N o entanto, nenhum a coisa consagrada a Yahúh por alguém , daquilo que possui, seja homem,
ou an im al, ou cam po da sua possessão, não será vendida nem será rem ida; toda coisa consagrada
será e specialm ente sagrada a Yahúh. 29 Nenhum a pessoa que dentre os homens for devotada será
resgatada; certam ente será morta!"

A re sp e ito dos d ízim os

3 0 "E todos os dízim o s da terra, quer dos cereais, quer do fruto das árvores, pertencem a Yahúh;
consagrados são a Yahúh. 31 E se alguém quiser rem ir um a parte dos seus dízim o s, lhe acrescentará a
quinta parte. 32 Q uanto a todo dízim o do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo da vara,
esse dízim o será consagrado a Yahúh. 33 E não se exam inará se é bom ou m au, nem se trocará; mas
se por acaso se trocar, tanto um com o o outro serão consagrados; não serão rem idos!" 34 E esses são
os m andam entos que Yahúh ordenou a M ôsheh, para os filhos de Yish ra'al, no monte Sinay.
nrrm "ião
O 4" LIV R O D A T O R Á H DE M Ô SH E H ,
CHAM ADO

Bemidbar

Yahúh ordena que M ôsh e h faça um ce n so d e Yishra'al

1
1 E Yahúh falou a M ôsheh no deserto do Sinay, na Tenda da R evelação, no p rim eiro dia do segun­
do mês, no segundo ano depois da saída dos filhos de Yishra'al da terra de M itzrayim , dizendo:
2 "Faça um recenseamento de toda a com unidade dos filh os de Yishra'al, segundo as suas fam ílias,
segundo as casas de seus pais, conform e o número dos nomes de todo homem , cabeça por cabeça; 3
os da idade de vin te anos para cim a, isto é, todos os que em Yishra’al são capazes para sa ir à guerra,
a esses contarão segundo os seus exércitos, vo cê e Aharon. 4 E estará com vo cês de cada tribo um
homem que seja o cabeça da casa de seus pais. 5 Esses são os nomes dos homens que lhes ajudarão:
d e Re'uven, A litzur, filh o de Shede'ur; 6 de Shim 'on, S h e lu m fa l, filh o deTzu rish a d a y; 7 deYahudáh,
Nachshon, filh o de A m inadav; 8 de Yissachar, N etan'al, filh o d e T z u 'a r; 9 de Zevulu n , A li'av, filh o de
C h elon; 10 dos filhos deYosséf: de Efrayim , A lish am á, filho de Arnihud; de M enasheh, G a m lTa l, filho
de Padahtzur; 11 de B eniyam in, Avidan, filh o de G u id 'o n í; 12 de D an, A chi'ezer, filh o de Am ishaday;
13 de Asher, Pag'i'al, filh o de O ch ran ; 14 de G ad , A lyassaf, filho de D e u 'a l; 15 de Naftali, A chira, filho
de Enan!". 16 São esses os que foram cham ados da com unidade, os líderes das tribos de seus pais, os
cab eças dos m ilhares d eY ish ra'al. 17 E M ôsheh e Aharon pegaram a esses homens que foram designa­
dos por nom e; 18 e tendo ajuntado toda a com unidade no prim eiro dia do segundo mês, declararam
a linhagem deles segundo as suas fam ílias, segundo as casas de seus pais, conform e o número dos no­
m es dos de vinte anos para cim a, cabeça por cabeça; 19 conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh,
assim e le os contou no deserto do Sinay. 20 O s filhos de Re'uven, o prim ogênito de Yish ra'al, as suas
gerações, pelas suas fam ílias, segundo as casas de seus pais, conform e o número dos nomes, cabeça
por cabeça, todo homem de vinte anos para cim a, todos os que podiam sair à guerra, 21 os que foram
contados deles, da tribo de Re'uven eram quarenta e seis m il e quinhentos. 22 D o s filhos de Shim 'on,
as suas gerações, pelas suas fam ílias, segundo as casas de seus pais, conform e o núm ero dos nomes,
cabeça por cab eça, todo homem de vin te anos para cim a, todos os que podiam sair à guerra, 23 os
que foram contados deles, da tribo de Shim 'on, eram cinquenta e nove m il e trezentos. 2 4 D os filhos
de G ad, as suas gerações, pelas suas fam ílias, segundo as casas de seus pais, conform e o número dos
nomes dos de vinte anos para cim a, todos os que podiam sair à guerra, 25 os que foram contados de­
les, da tribo de G ad , eram quarenta e c in co m il seiscentos e cinquenta. 26 D os filhos d eYahudáh, as
suas gerações, pelas suas fam ílias, segundo as casas de seus pais, conform e o número dos nomes dos
de vinte anos para cim a, todos os que podiam sair à guerra, 27 os que foram contados deles, da tribo
d eYahudáh, eram setenta e quatro m il e seiscentos. 2 8 D os filhos de Yissachar, as suas gerações, pelas
suas fam ílias, segundo as casas de seus p ais, conform e o núm ero dos nomes dos de vin te anos para
c im a, todos os que podiam sair à guerra, 29 os que foram contados deles, da tribo de Yissachar, eram
cinquenta e quatro m il e quatrocentos. 30 D os filh os de Zevulun , as suas gerações, pelas suas fam ílias,
segundo as casas de seus pais, conform e o núm ero dos nomes dos de vinte anos para cim a, todos os
que podiam sair à guerra, 31 os que foram contados deles, da tribo de Z evulu n, eram cin quenta e sete
m il e quatrocentos. 32 Dos filhos deYosséf; dos filh os de Efrayim , as suas gerações, pelas suas fam ílias,
segundo as casas de seus pais, conform e o núm ero dos nomes dos de vinte anos para cim a, todos os
que podiam sair à guerra, 33 os que foram contados deles, da tribo de Efrayim , eram quarenta m il e
quinhentos; 34 e dos filhos de M enasheh, as suas gerações, pelas suas fam ílias, segundo as casas de
seus pais, conform e o número dos nomes dos de vinte anos para cim a, todos os que podiam sair à
guerra, 35 os que foram contados deles, da tribo de Menasheh, eram trinta e dois m il e duzentos. 36 Dos
filhos de B eniyam in, as suas gerações, pelas suas fam ílias, segundo as casas de seus pais, conform e o
número dos nomes dos de vin te anos para cim a, todos os que podiam sair à guerra, 37 os que foram
contados deles, da tribo de B eniyam in, eram trinta e cin co m il e quatrocentos. 38 D os filhos de Dan,
as suas gerações, pelas suas fam ílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes
dos de vinte anos para cim a, todos os que podiam sair à guerra, 39 os que foram contados deles, da
tribo de D an , eram sessenta e dois m il e setecentos. 4 0 Dos filhos de Asher, as suas gerações, pelas suas
fam ílias, segundo as casas de seus pais, conform e o numero dos nomes dos de vinte anos para cim a,
todos os que podiam sair à guerra, 41 os que foram contados deles, da tribo de Asher, eram quarenta e
um m il e quinhentos. 42 Dos filh os de Naftali, as suas gerações, pelas suas fam ílias, segundo as casas
de seus pais, conform e o núm ero dos nomes dos de vin te anos para cim a, todos os que podiam sa ir à
guerra, 4 3 os que foram contados deles, da tribo de Naftali, eram cinquenta e três m il e quatrocentos.
44 São esses os que foram contados por M ôsheh e Aharon, e pelos líderes de Yish ra'al, sendo eles
doze homens e representando cad a um a casa de seus pais. 45 E assim todos os que foram contados
dos filh os de Yish ra'al, segundo as casas de seus p ais, de vin te anos para cim a, todos os de Yishra'al
que podiam sair à guerra, 4 6 sim , todos os que foram contados eram seiscentos e três m il quinhentos
e cinquenta. 4 7 M as os levitas, segundo a tribo de seus pais, não foram contados entre eles.

O s levitas n ão são contados

48 porquanto Yahúh havia falado a M ôsheh: 49 "Somente não contará a tribo de Levi, nem incluirá a
soma deles entre os filh os de Yishra'al; 50 mas vo cê põe os levitas sobre o tabernáculo do testemunho,
sobre todos os seus m óveis, e sobre tudo o que lhe pertence. Eles levarão o tabernáculo e todos os
seus m óveis, e o m inistrarão; e acam parão ao redor do tabernáculo. 51 Q uando o tabernáculo tiver
que partir, os levitas o desarm arão; e quando o tabernáculo tiver que ser m ontado, os levitas o arm a­
rão; e o estranho que se chegar a ele será morto. 52 O s filhos d e Y ish ra 'al acam parão, cada um no
seu acam pam ento, e cada um junto ao seu estandarte, segundo os seus exércitos. 53 M as os levitas
acam parão ao redor do tabernáculo do testem unho, para que não haja ira contra a com unidade dos
filhos de Yishra'al; por isso os levitas terão o cuidado da guarda do tabernáculo do testemunho!". 54 E os
filhos de Y ishra'al fizeram conform e tudo o que Yahúh havia ordenado a M ôsheh, assim o fizeram .

A o rd em das trib os n o acam pam ento

1 E Yahúh falou a M ôsheh e a Aharon, dizendo: 2 "O s filhos deY ish ra'al acam parão, cada um junto
2 ao seu estandarte, com as insígnias das casas de seus pais; ao redor, de frente para a Tenda da Re­
velação , se acam parão. 3 E ao lado leste se acam parão os do estandarte do acam pam ento de Yahudáh,
segundo os seus exércitos; e Nachshon, filh o de Am inadav, será o líder dos filhos de Yahudáh!". 4 E o
seu exército, os que foram contados deles, era de setenta e quatro m il e seiscentos. 5 "Junto a eles se
acam parão os da tribo de Yissachar; e N etan'al, filh o de Tzu 'ar, será o líder dos filhos de Y issachar!"
6 E o seu exército, os que foram contados deles, era de cinquenta e quatro m il e quatrocentos. 7 "E a
tribo de Z evulu n ; e A li'av, filh o de C helon, será o líder dos filhos de Z ev u lu n !" 8 E o seu exército, os
que foram contados deles, era de cinquenta e sete m il e quatrocentos. 9 E todos os que foram con­
tados do acam pam ento de Yahudáh eram cento e oitenta e seis m il e quatrocentos, segundo os seus
exércitos. "Esses m archarão prim eiro. 10 O estandarte do acam pam ento de Re'uven, segundo os seus
exércitos, estará para a banda do su l; e Alitzu r, filho de Shede'ur, será o líder dos filhos de R e'uven!"
11 E o seu exército, os que foram contados deles, era de quarenta e seis m il e quinhentos. 12 "Junto a
ele se acam parão os da tribo de Shim 'on; e Sh elu m í'al, filho deTzurishaday, será o líder dos filhos de
ShinVon!" 13 E o seu exército, os que foram contados deles, era de cinquenta e nove m il e trezentos.
14 "E a tribo de G ad ; e Alyassaf, filho de R e'u 'a l, será o líder dos filhos de G a d !" 15 E o seu exército, os
que foram contados deles, era de quarenta e cin co m il seiscentos e cinquenta. 16 E todos os que foram
contados do acam pam ento de Re'uven eram cento e cinquenta e um m il quatrocentos e cinquenta,
segundo os seus exércitos. "Esses m archarão em segundo lugar. 17 E a Tenda da Revelação partirá com
o acam pam ento dos levitas no m eio dos arraiais; com o se acam parem , assim m archarão, cada um no
seu lugar, segundo os seus estandartes. 18 Para o lado oeste estará o estandarte do acam pam ento de
Efrayim , segundo os seus exércitos; e A lisham á, filh o de A m ihud, será o líder dos filh os de Efrayim !"
19 E o seu e xército , os que foram contados deles, era de quarenta m il e quinhento s. 2 0 "Junto a
eles estará a tribo de M enasheh; e G a m lí'a l, filho de Pâdahtzur, será o líder dos filhos de M enasheh!"
21 E o seu exército, os que foram contados deles, era de trinta e dois m il e duzentos. 22 "E a tribo de
B en iyam in ; e A vid an, filho de G u id 'o n í, será o líder dos filhos de Ben iyam in !" 23 E o seu exército, os
que foram contados deles, era de trinta e c in co m il e quatrocentos. 24 E todos os que foram contados
do acam pam ento de Efrayim eram cento e oito m il e cem , segundo os seus exércitos. "Esses marcha­
rão em terceiro lugar. 25 Para a banda do norte estará o estandarte do acam pam ento de D a n , segundo
os seus exércitos; e A ch i'ezer, filho de Am ishaday, será o líder dos filhos de D a n !" 26 E o seu exército,
os que foram contados deles, era de sessenta e dois m il e setecentos. 27 "Junto a eles se acam parão os
da tribo de Asher; e Pag'i'al, filh o de O ch ran , será o líder dos filhos de A sh er!" 28 E o seu exército, os
que foram contados deles, era de quarenta e um m il e quinhentos. 29 "E a tribo de Naftali; e A ch ira,
filho de Enan, será o líder dos filhos de N aftali!" 30 E o seu exército, os que foram contados deles,
era de cinquenta e três m il e quatrocentos. 31 E todos os que foram contados do acam pam ento de
Dan eram cento e cinquenta e sete m il e seiscentos. Esses m archarão em últim o lugar, segundo os
seus estandartes. 32 São esses os que foram contados dos filhos de Yish ra'al, segundo as casas de seus
p ais; todos os que foram contados dos arraiais segundo os seus exércitos, eram seiscentos e três mil
quinhentos e cinquenta. 33 Porém os levitas não foram contados entre os filhos de Yishra'al, conforme
Yahúh havia ordenado a M ôsheh. 34 E os filh os deY ish ra'al fizeram conform e tudo o queYahúh havia
ordenado a M ôsheh; e acam param -se segundo os seus estandartes, e m archaram , cada qual segundo
as suas fam ílias, segundo as casas de seus pais.

O s filhos d e Aharon

1 Essas foram as gerações de Aharon e de M ôsheh, no dia em que Yahúh falou com M ôsheh no
3 monte Sinay. 2 O s nomes dos filhos de Aharon são esses: o prim ogênito, Nadav; depois Aviyahu,
A l'a z a r e lytamar. 3 São esses os nomes dos filhos de Aharon, dos sacerdotes que foram ungidos, a
quem ele separou para ministrarem o sacerdócio. 4 M as Nadav e Aviyahu m orreram diante de Yahúh,
quando ofereceram fogo não autorizado perante Yahúh no deserto do Sinay, e não tiveram filhos; po­
rém A l'a z a r e lytam ar m inistraram o sacerdócio diante de Aharon, seu pai.

O s levitas são esco lh id o s para o s e rv iço d o tabernáculo

5 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 6 "Faça chegar a tribo de Levi, e põe-na diante de A haro n, o
sacerdote, para que o sirvam ; 7 eles cum prirão o que é devido a ele e a toda a com unidade, diante
da Tenda da R evelação, fazendo o serviço do tabernáculo; 8 cuidarão de todos os m óveis da Tenda
da R evelação, e zelarão pelo cum prim ento dos deveres dos filhos de Yishra'al, fazendo o serviço do
tabernáculo. 9 E dará os levitas a Aharon e a seus filhos; de todo lhes são dados da parte dos filhos de
Yishra'al. 10 Mas a Aharon e a seus filhos você ordenará que desempenhem o seu sacerdócio; e o estranho
que se aproximar será morto!". 11 E Yahúh falou a Môsheh, dizendo: 12 "Eu, Eu mesmo tenho separado os
levitas do meio dos filhos de Yishra'al, em lugar de todo primogênito, que abre a madre, entre os filhos de
Yishra'al; e os levitas serão Meus, 13 porque todos os primogênitos são M eus. No dia em que feri a todos
os primogênitos na terra de M itzrayim , separei para Mim todos os primogênitos em Yishra'al, tanto dos
homens como dos animais; Meus serão. Eu sou Yahúh!". 14 E Yahúh falou a Môsheh no deserto do Sinay,
dizendo: 15 "Conte os filhos de Levi, segundo as casas de seus pais, pelas suas famílias; você contará todo
homem da idade de um mês para cim a!". 16 E Môsheh os contou conforme o mandado de Yahúh, como
lhe fora ordenado. 17 Esses foram os filhos de Levi, pelos seus nomes: Guershon, Kehat e M erarí. 18 E esses
são os nomes dos filhos de Guershon pelas suas famílias: Livn í e Shim'í. 19 E os filhos de Kehat, pelas suas
famílias: Am ram, Yitzhar, Chevron e U zi'a l. 20 E os filhos de Merarí, pelas suas famílias: M achli e Mushí.
São essas as famílias dos levitas, segundo as casas de seus pais. 21 De Guershon era a fam ília dos Livnitas
e a fam ília de Shimiítas. São essas as famílias dos guershonitas. 22 "O s que deles foram contados, segundo
o número de todos os homens da idade de um mês para cim a, sim, os que deles foram contados eram sete
m il e quinhentos. 23 As famílias dos guershonitas acamparão atrás do tabernáculo, ao oeste. 24 E o líder da
casa paterna dos guershonitas será Alyassaf, filho de La'al. 25 E os filhos de Guershon terão a seu cargo na
Tenda da R evelação o tabernáculo e a tenda, a sua coberta e o véu da porta da Tenda da Revelação,
2 6 e as cortinas do pátio, e o véu da porta do pátio, que está junto ao tabernáculo e junto ao altar, em
redor, com o também as suas cordas para todo o seu serviço!" 27 E de Kehal era a fam ília dos Amramitas, e
a fam ília dos ytz'haritas, e a família dos chevronitas, e a família dos uzyítas; são essas as famílias dos keha-
titas. 28 Segundo o número de todos os homens da idade de um mês para cim a, eram oito mil e seiscentos
os que tinham a seu cargo cuidar do mikdosh. 29 "As famílias dos filhos de Kehat acamparão ao lado do
tabernáculo para a banda do sul. 30 E o líder da casa paterna das famílias dos kehatitas será Alitzafan, filho
de U zi'a l. 31 Eles terão a seu cargo a arca e a mesa, a menoráh, os altares e os utensílios do m ikdosh com
que ministram, e o véu com todo o seu serviço. 32 E o líder dos chefes da tribo de Levi será Al'azar, filho
de Aharon, o sacerdote; ele terá a superintendência dos que têm a seu cargo o mikdosh'." 33 E de Merarí
era a família dos machlitas e a família dos Mushítas; são essas as famílias de Merarí. 34 O s que deles foram
contados, segundo o número de todos os homens de um mês para cim a, eram seis mil e duzentos. 35 "E o
líder da casa paterna das famílias de M erarí seráTzu ri'al, filho de Avichayil; eles se acamparão ao lado do
tabernáculo, para a banda do norte. 36 Por designação os filhos de M erarí terão a seu cargo as armações
do tabernáculo e os seus travessões, as suas colunas e as suas bases, e todos os seus pertences, com todo
o seu serviço, 3 7 e as colunas do pátio em redor e as suas bases, as suas estacas e as suas cordas. 38 E
diante do tabernáculo, para o lado leste, diante da Tenda da Revelação, acamparão Môsheh, e Aharon
com seus filhos, que terão a seu cargo o mikdosh, para zelarem pelo cumprimento dos deveres dos filhos
de Yishra'al; e o estranho que se aproximar será morto!" 39 E todos os que foram contados dos levitas, que
Môsheh e Aharon contaram por mandado deYahúh, segundo as suas famílias, todos os homens de um mês
para cim a, eram vinte e dois mil.

O resgate d os p rim og ên itos

4 0 E Yahúh disse a M ôsheh: "Conte todos os prim ogênitos dos filhos de Yish ra'al, da idade de um mês
para cim a e pegue o núm ero dos seus nom es. 41 E vo cê separará os levitas para M im , em lugar de to­
dos os prim ogênitos dos filhos d eY ish ra'al. Eu sou Yahúh! Ponha também o gado dos levitas em lugar
de todos os primogênitos entre os an im ais dos filhos de Yish ra 'a l!". 42 E M ôsheh contou, conform e
Yahúh lhe havia ordenado, todos os primogênitos entre os filhos de Yishra'al. 43 E todos os primogênitos,
pelo número dos nomes, da idade de um mês para cim a, segundo os que foram contados deles, eram
vinte e dois m il duzentos e setenta e três. 44 E Yahúh falou a Môsheh, dizendo: 45 "Separe os levitas
em lugar de todos os primogênitos entre os filhos de Yishra'al, e o gado dos levitas em lugar do gado
deles; porquanto os levitas serão Meus. Eu sou Yahúh! 46 Pela redenção dos duzentos e setenta e três
primogênitos dos filhos de Yishra'al, que excedem o número dos levitas, 47 receberá por cabeça cinco
shekalim ; de acordo com o padrão de shekel do m ikdosh os receberá, a vinte guerot o shekei, 48 e dará
a Aharon e a seus filhos o dinheiro da redenção dos que excedem o número entre eles!". 49 E Môsheh
recebeu o dinheiro da redenção dos que excederam o número dos que foram remidos pelos levitas; 50
dos primogênitos dos filhos de Yishra'al recebeu o dinheiro, m il trezentos e sessenta e cinco shekalim,
de acordo com o padrão de sh e kel do m ikdosh. 51 E Môsheh deu o dinheiro da redenção a Aharon e
a seus filhos, de acordo com o que Yahúh dissera, conform e também Yahúh havia ordenado a Môsheh.

O s d everes dos kehatitas

1 E Yahúh falou a M ôsheh e a Aharon, dizendo: 2 "Façam um recenseamento dos filhos de Kehat,
4 dentre os filh os de Levi, pelas suas fam ílias, segundo as casas de seus p ais, 3 da idade de trinta
anos para cim a até aos cinquenta anos, de todos os que entrarem no serviço para fazerem o trabalho
na Tenda da R evelação. 4 Esse será o serviço dos filhos de Kehat, na Tenda da Revelação, no tocante
aos utensílios esp ecia lm ente sagrados: 5 quando o acam pam ento partir, Aharon e seus filhos entrarão
e, abaixando a cortina do véu , com ela cobrirão a A rca do Testemunho; 6 e porão por cim a uma coberta
de pele de golfinhos, e sobre ela estenderão um pano todo de tecido de lã azul-celeste, e lhe colocarão
as varas. 7 E sobre a mesa dos pães da proposição estenderão um pano de tecido de lã azul-celeste, e
sobre ela colocarão os pratos, as colheres, as tigelas e os cântaros para as ofertas de libação; também
o pão contínuo estará sobre ela. 8 E lhe estenderão por cim a um pano de carm esim , o qual cobrirão
com um a coberta de pele de golfinhos, e colocarão as varas à m esa. 9 E pegarão um pano de tecido
de lã azul-celeste, e cobrirão a m enoráh da ilum inação, as suas candeias, as suas tesouras, os seus
cin zeiro s, e todos os seus vasos do azeite, com que o preparam ; 10 e o envolverão, juntam ente com
todos os seus utensílios, em uma coberta de pele de golfinhos, e o colocarão sobre as varas. 11 E sobre o
altar de ouro estenderão um pano de tecido de lã azul-celeste, e com uma coberta de pele de golfinhos
o cobrirão, e lhe colocarão as varas. 12 E pegarão todos os utensílios do m inistério, com que servem no
m ikdosh, e os envolverão num pano de tecido de lã azul-celeste e, cobrindo-os com uma coberta de
p ele de golfinhos, os colocarão sobre as varas. 13 E tirando as cin zas do altar, estenderão sobre ele um
pano de púrpura; 14 e colocarão nele todos os utensílios com que o servem: os seus braseiros, garfos, as
pás e as bacias, todos os utensílios do altar; e sobre ele estenderão uma coberta de pele de golfinhos, e
lhe colocarão as varas. 15 Quando Aharon e seus filhos acabarem de cobrir o m ikdosh e todos os seus
móveis sagrados, e o acam pam ento estiver para seguir adiante, os filhos de Kehat virão para transportá-
-los; mas nos objetos sagrados não pegarão, para que não morram; esse é o cargo dos filhos de Kehat na
Tenda da Revelação. 16 E A l'azar, filho de Aharon, o sacerdote, terá a seu cargo o azeite da lum inária,
o incenso aromático, a oferta contínua de cereais e o óleo da unção; isto é, terá a seu cargo todo o ta­
bernáculo, e tudo o que nele há, o m ikdosh e os seus m óveis!''. 17 E Yahúh falou a Môsheh e a Aharon,
d izendo: 18 "N ão deixem que a tribo das fa m ília s dos kehatitas seja elim in ad a do m eio dos levitas;
19 mas isso lhes farão, para que vivam e não morram, quando se aproximarem dos utensílios especial­
mente sagrados: Aharon e seus filhos entrarão e lhes designarão a cada um o seu serviço e o seu cargo;
2 0 mas eles não entrarão a ver, nem por um momento, os utensílios sagrados, para que não morram!".

O s deveres d os guershonitas

21 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 22 "Faça também um recenseamento dos filhos de Guershon
segundo as casas de seus pais, segundo as suas fam ílias; 23 da idade de trinta anos para cim a até aos
cinquenta os contará, a todos os que entrarem no serviço para fazerem o trabalho na Tenda da Revelação.
24 Esse será o serviço das fam ílias dos guershonitas, ao servirem e ao levarem as cargas: 2 5 levarão
as cortinas do tabernáculo, a Tenda da R evelação, a sua coberta, a coberta de pele de golfinhos, que
está por cim a, o véu da porta da Tenda da R evelação, 26 as cortinas do pátio, o véu da porta do pátio,
q ue está junto ao tabernáculo e junto ao altar em redor, as suas cordas, e todos os instrumentos do seu
serviço ; enfim tudo quanto se houver de fazer a respeito dessas coisas, nisso hão de servir. 2 7 E todo
o trabalho dos filhos dos guershonitas, em todo o seu cargo, e em todo o seu serviço, será segundo o
m andado de A haron e de seus filh os; e lhes designarão os cargos em que deverão servir. 28 E esse é o
serviço das fam ílias dos filh os dos guershonitas na Tenda da R evelação, e o seu trabalho estará sob a
d ireção de lytamar, filh o de A haron, o sacerdote.

O s d everes d os m eraritas

29 Q uanto aos filh os de M erarí, os contará segundo as suas fa m ília s, segundo as casas e seus pais;
3 0 da idade de trinta anos para cim a até aos cinquenta os contará, a todos os que entrarem no serviço
para fazerem o trabalho da Tenda da R evelação. 31 E esse será o seu encargo, segundo todo o seu
serviço na Tenda da R evelação: as arm ações do tabernáculo e as suas varas, as suas colunas e as suas
bases, 32 com o tam bém as colunas do pátio em redor e as suas bases, as suas estacas e as suas cordas,
com todos os seus objetos, e com todo o seu serviço; e por nome lhes designarão os objetos que fica­
rão a seu cargo. 33 E esse é o serviço das fam ílias dos filhos de M erarí, segundo todo o seu trabalho
na Tenda da R evelação, sob a direção de lytamar, filh o de Aharon, o sacerdote!".

A contagem d o kehatitas

34 E M ôsheh e Aharon e os líderes da com unidade contaram os filhos dos kehatitas, segundo as suas
fam ílias, segundo as casas e seus pais, 35 da idade de trinta anos para cim a até os cinquenta, todos
os que entraram no serviço para o trabalho na Tenda da Revelação; 36 os que deles foram contados
segundo as suas fam ílias eram dois m il setecentos e cinquenta. 37 E esses são os que foram contados
das fam ílias dos kehatitas, isto é, todos os que haviam de servir na Tenda da R evelação, aos quais
Môsheh e Aharon contaram , conform e o m andado de Yahúh por intermédio de M ôsheh.

A contagem d os g uershonitas

38 E os que foram contados dos filh os de G uershon segundo as suas fam ílias, segundo as casas de
seus pais, 39 da idade de trinta anos para cim a até os cinquenta, todos os que entraram no serviço,
para o trabalho na Tenda da Revelação, 4 0 os que deles foram contados, segundo as suas fam ílias,
segundo as casas de seus pais, eram dois m il seiscentos e trinta. 41 E esses são os que foram contados
das fam ílias dos filhos de G uershon todos os que haviam de servir na Tenda da Revelação, aos quais
M ôsheh e Aharon contaram , conform e o m andado de Yahúh.

A contagem d os m eraritas

42 E os que foram contados das fam ílias dos filhos de M erarí, segundo as suas fam ílias, segundo as
casas de seus pais, 43 da idade de trinta anos para cim a até os cinquenta, todos os que entraram no
serviço, para o trabalho na Tenda da Revelação, 44 os que deles foram contados, segundo as suas famí­
lias, eram três m il e duzentos. 45 E esses são os que foram contados das fam ílias dos filhos de M erarí,
aos quais M ôsheh e Aharon contaram, conform e o m andado de Yahúh por interm édio de Môsheh.

O núm ero da contagem de todos os levitas

4 6 E todos os que foram contados dos levitas, aos quais M ôsheh e Aharon e os líderes de Yishra'al
contaram , segundo as suas fam ílias, segundo as casas de seus pais, 4 7 da idade de trinta anos para
c im a até aos cinquenta, todos os que entraram no serviço para trabalharem e para levarem cargas na
Tenda da R evelação, 48 os que deles foram contados eram oito m il quinhentos e oitenta. 49 Conforme
o m andado de Yahúh, foram contados por M ôsheh, cada qual segundo o seu serviço, e segundo o seu
cargo; assim foram contados por ele, conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh.

O le p ro so e o im pu ro são tirados para fora d o arraial

1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizend o : 2 "O rd en e aos filhos deY ish ra'al que tirem para fora do acam ­
5 pamento todos os leprosos, e todos os que sofrem de fluxos, e a todo o que está impuro por ter
pegado num morto; 3 tanto homem com o m ulher, vocês os tirarão para fora, sim , para fora do acam ­
pamento os tirarão; para que não contam inem o seu acam pam ento, no m eio do qual Eu habito!''. 4
E os filhos d e Y ish ra 'al fizeram assim , tirando-os para fora do acam pam ento; conform e Yahúh havia
ordenado a M ôsheh, assim fizeram os filhos d eY ish ra'al.

A le i da restituição

5 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 6 "Fa le aos filh os de Yishra'al dizendo: quando um homem ou
um a m ulher p ecar contra o seu próxim o, transgredindo os m andam entos de Yahúh, e tornando-se
assim culpado, 7 confessará o pecado que tiver com etido, e pela sua culpa fará plena restituição, e
ainda lhe acrescentará a sua quinta parte; e a dará àquele contra quem se fez culpado. 8 M as se esse
homem não tiver parente chegado, a quem se possa fazer a restituição pela culpa, essa será feita a
Yahúh, e será do sacerdote, além do carneiro da exp iação com que se fizer exp iação por ele. 9 E toda
oferta alçada de todas as coisas sagradas dos filhos de Yishra'al que eles trouxerem ao sacerdote será dele.
10 E as ofertas consagradas de cada um serão do sacerdote; tudo o que alguém lhe der será dele!".

A prova usada contra a m u lh e r susp eita de ad ultério

11 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 12 "Fale aos filh os d eY ish ra'al dizendo: se a m ulher de alguém
se desviar pecando contra ele, 13 e algum homem se deitar com ela, sendo isso oculto aos olhos de
seu m arido e conservado encoberto, se ela se tiver contam inado, e contra ela não houver testemunha,
por não ter sido apanhada em flagrante; 14 e se o espírito de ciúm es vie r sobre ele, e de sua mulher
tiver ciúm es, por ela se haver contam inado, ou se sobre ele vie r o espírito de ciúm es, e de sua m ulher
tiver ciúm es, m esmo que ela não se tenha contam inado; 15 o homem trará sua m ulher perante o
sacerdote, e juntam ente trará a sua oferta por ela, um décim o de efáh de farinha de cevada, sobre a
qual não colocará azeite nem porá incenso; porquanto é oferenda de cereais por ciúm es, oferta me-
m orativa, que traz a culpa à m em ória. 16 E o sacerdote fará a m ulher chegar-se a ele, e a porá perante
Yahúh. 17 E o sacerdote pegará num vaso de barro água sagrada; também pegará do pó que houver
no chão do ta bernáculo, e o colo cará na água. 18 E apresentará a m ulher perante Yahúh, e descobrirá
a cabeça da m ulher, e lhe porá na m ão a oferenda de cereais memorativa, que é a oferenda de cereais
por ciúm es; e o sacerdote terá na m ão a água de amargura, que traz consigo a m aldição ; 19 e a fará
jurar, e lhe dirá: se nenhum homem se deitou com vo cê, e se vo cê não se desviou para a im pureza,
vio lan do o voto conjugal, seja vo cê livre dessa água de amargura, que traz consigo a m aldição ; 20
m as se vo cê se desviou, vio lan d o o voto conjugal, e se contam inou, e algum homem que não é seu
m arido se deitou com vo cê; 21 então o sacerdote, fazendo que a m ulher receba o juram ento de m al­
d ição , lhe dirá: que Yahúh te ponha por m ald ição e praga no m eio do seu povo, e que Yahúh faça com
que suas partes íntim as se atrofiem e que inche o seu abdom e; 22 e que essa água que traz consigo
a m aldição entre em suas partes internas e faça seu abdome inchar e suas partes íntim as atrofiarem!
E a m ulher responderá: am na'o, amna'o\ 23 E o sacerdote escreverá essas m aldições num livro, e na
água de amargura as apagará; 24 e fará que a m ulher beba a água de amargura, que traz consigo a
m aldição; e a água que traz consigo a m ald ição entrará nela para se tornar amarga. 25 E o sacerdote
receberá da mão da m ulher a oferenda de cereais por ciúm es, e m ovim entará a oferenda de cereais
perante Yahúh, e a trará ao altar; 2 6 e pegará um punhado da oferenda de cereais com o m emorial da
oferta, e o queim ará sobre o altar, e depois fará que a m ulher beba a água. 27 Q uando e le a tiver feito
beber a água, acontecerá que, se ela se tiver contam inado, e tiver pecado contra seu m arido, a água,
que traz consigo a m ald ição , entrará nela, tornando-se am arga, para que seu abdom e inche e suas
partes íntim as atrofiem; e a m ulher se tornará um objeto de m aldição no m eio do seu povo. 28 E se a
m ulher não se tiver contam inado, mas for inocente, então será livre, e conceberá filhos. 29 Essa é a
lei dos ciúm es, com respeito à m ulher que, vio lan d o o voto conjugal, se desviar e for contam inada;
3 0 ou a respeito do homem sobre quem vie r o espírito de ciúm es, e se encium ar de sua m ulher; ele
apresentará a mulher perante Yahúh, e o sacerdote cum prirá para com ela toda essa lei. 31 Esse homem
será livre da cu lp a; porém a m ulher pagará pela sua cu lp a!".

A le i a re sp e ito d o n azir

1 E Yahúh falou a M ôsheh, dize nd o : 2 "Fale aos filhos de Yishra'al dizendo: quando alguém , seja
6 homem , ou seja m ulher, fizer voto especial de um nazir, a fim de se dedicar a Yahúh, 3 deverá se
abster de vinho e de bebida forte; não poderá beber vinagre de vinho, nem vinagre de bebida forte, nem
bebida alguma feita de uvas, nem poderá com er uvas frescas nem secas. 4 E em todos os dias do seu
nazireado não poderá com er de coisa algum a que se fa z da u va, desde o s caro ço s até as casca s.
5 E em todos os dias do seu voto de nazir, Nabalha não passará sobre a sua cab eça; até que se cum ­
pram os dias pelos quais ele se tenha dedicado a Yahúh, separado será, deixando crescer livrem ente
o cabelo da sua cabeça. 6 E em todos os dias da sua d edicação a Yahúh, não poderá se aproxim ar de
cadáver algum . 7 N ão se contam inará nem por seu p ai, nem por sua m ãe, nem por seu irm ão, nem por
sua irm ã, quando eles morrerem ; porquanto a consagração ao Criador, está sobre a sua cabeça: 8 e
em todos os dias do seu n azireado será dedicado a Yahúh. 9 Se alguém morrer subitam ente junto dele,
contam inando-se assim a cabeça do seu nazireado, rapará a sua cab eça no dia da sua p urificação,
ao sétimo dia a rapará. 10 E ao oitavo dia trará duas rolinhas ou dois pom binhos ao sacerdote à porta
da Tenda da R evelação; 11 e o sacerdote oferecerá um com o oferenda pelo pecado, e o outro com o
holocausto, e fará exp iação por esse que pecou a respeito do morto; assim naquele mesmo dia ele
reconsagrará a sua cabeça. 12 E consagrará a Yahúh os dias do seu nazireado, e para oferta pela culpa
trará um cordeiro de um ano; mas os dias antecedentes serão perdidos, porquanto o seu nazireado
foi contam inado. 13 E essa é a lei do nazir. no dia em que se cum prirem os dias do seu nazireado
ele será trazido à porta da Tenda da R evelação, 14 e oferecerá a sua oferta a Yahúh: um cordeiro de
um ano, sem defeito, com o holocausto, e uma cordeira de um ano, sem defeito, com o oferenda pelo
pecado, e um carneiro sem defeito com o oferenda de p az; 15 e uma cesta de "m a lz o t", bolos de flor
de farinha amassados com azeite e as respectivas oferendas de cereais e de lib ação. 16 E o sacerdote
os apresentará perante Yahúh, e oferecerá a oferenda pelo pecado, e o holocausto; 17 e oferecerá o
c arneiro em sacrifício de oferenda de paz a Yahúh, com a cesta de m atzot e as respectivas oferendas
de cereais e de libação. 18 E o nazir, à porta da Tenda da R evelação, rapará o cabelo do seu n azi­
reado, e o pegará e o porá sobre o fogo que está debaixo do sa crifício das oferendas de p az. 19 E o
sacerdote pegará a espádua cozid a do carneiro, e um pão sem fermento da cesta, e um biscoito sem
fermento, e os porá nas mãos do nazir, depois de haver ele rapado o cabelo do seu nazireado; 20 e o
sacerdote os m ovim entará com o oferta de m ovim ento perante Yahúh; isso é sagrado para o sacerdote,
juntam ente com o peito da oferta de m ovim ento, e com a espádua da oferta alçada; e depois o nazir
poderá beber vin h o . 21 E essa é a lei do que fiz e r voto de um nazir, e da sua oferta a Yahúh pelo seu
nazireado, afora qualquer outra coisa que os seus bens lhe perm itirem oferecer; segundo o seu voto,
que fizer, assim fará conform e a lei o seu n azireado!".

A bênção sacerd o ta l

22 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 23 "Fale a Aharon, e a seus filhos dizendo: assim abençoarão os
filhos de Yish ra'al, e lhes dirão: 2 4 que Yahúh os abençoe e os guarde; 25 que Yahúh faça resplandecer
o Seu rosto sobre vocês, e tenha m isericórdia de vo cês; 26 e que Yahúh levante o seu rosto, e lhes dê
a p az. 27 Assim porão o Meu nome sobre os filhos de Yish ra'al, e Eu os abençoarei!".

A s ofertas dos líd e re s tribais na d edica çã o do altar

1 No dia em que Môsheh acabou de levantar o tabernáculo, tendo-o ungido e consagrado juntamen­
7 te com todos os seus móveis, bem como o altar e todos os seus utensílios, depois de ungi-los e consa­
grá-los, 2 os líderes de Yishra'al, cabeças das casas de seus pais, fizeram as suas ofertas. E eles eram os
líderes das tribos, os que estavam sobre os que foram contados. 3 E eles trouxeram a sua oferta peran­
te Yahúh: seis carros cobertos e doze bois; por dois chefes um carro, e por cada um um b o i; e os
apresentaram diante do tabernáculo. 4 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 5 "Receba-os deles, para
serem utilizados no serviço da Tenda da R evelação; e os dará aos levitas, a cada qual segundo o seu
serviço !". 6 E assim Môsheh recebeu os carros e os bois, e os deu aos levitas. 7 Dois carros e quatro
bois deu aos filh os de G uershon, segundo o seu serviço ; 8 e quatro carros e oito bois deu aos filhos
de M erarí, segundo o seu serviço , sob as ordens de lytamar, filho de Aharon, o sacerdote. 9 M as aos

6:5 - A expressão "N avalha não passará sobre a sua cabeça" literalmente significa "N ão cortar o cabelo".
filhos de Kehat não deu nenhum , porquanto lhes pertencia o serviço de levar o m ikclosh, e o levavam
aos ombros. 10 E os líderes fizeram oferta para a d edicação do altar, no dia em que foi ungido; e os
líderes apresentaram as suas ofertas perante o altar. 11 E Yahúh disse a M ôsheh: "C ad a líder oferecerá
a sua oferta, cad a qual no seu d ia, para a d edicação do a lta r!". 12 E quem ofereceu a sua oferta no
prim eiro dia foi Nachshon, filh o de Am inadav, da tribo de Yahudáh. 13 A sua oferta foi uma salva de
prata do peso de cento e trinta shekalim , uma b acia de prata de setenta shekalim , de acordo com o
padrão de sh e kel do m ikdosh; am bas cheias de flor de farinha amassada com azeite, para oferenda de
cereais; 14 uma colh er de ouro de d ez shekalim , cheia de incenso; 15 um novilho, um carneiro, um
cordeiro de um ano, para holocausto; 16 um bode para oferenda p elo pecado; 17 e para sacrifício de
oferendas de paz dois bois, cin co carneiros, cin co bodes, cin co cordeiros de um ano; essa foi a oferta
de Nachshon, filh o de Am inadav. 18 No segundo dia quem fe z a sua oferta foi N etan'al, filh o de
Tzu 'ar, líder da tribo de Yissachar. 19 E com o sua oferta ofereceu um a salva de prata do peso de cento
e trinta shekalim , uma b acia de prata de setenta shekalim , de acordo com o padrão de sh e kel do mi­
kd osh; ambos cheios de flo r de farinha amassada com azeite, para oferenda de cereais; 2 0 uma colher
de ouro de dez shekalim , cheia de incenso; 21 um no vilho , um carneiro, um cordeiro de um ano, para
holocausto; 22 um bode para oferenda pelo pecado; 23 e para sacrifício de oferendas de paz dois
bois, c in co carneiros, c in co bodes, c in c o cordeiros de um ano; essa foi a oferta de N etan'al, filho de
Tzu 'ar. 24 No terceiro dia quem fez a sua oferta foi A li'av, filh o de Chelon , líder dos filhos de Zevulun.
25 E a sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta shekalim , uma b acia de prata de
setenta shekalim , de acordo com o padrão de sh e kel do m ikdo sh; ambos cheios de flo r de farinha
amassada com azeite, para oferenda de cereais; 2 6 um a colher de ouro de dez shekalim , cheia de
incenso; 27 um no vilho , um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 28 um bode para
oferenda pelo pecado; 29 e para sacrifício de oferendas de paz dois bois, c in c o carneiros, c in co bo­
des, cin co cordeiros de um ano; essa foi a oferta de A li'a v, filho de C helon . 30 No quarto dia quem
fez a sua oferta foi Alitzur, filh o de Shede'ur, líder dos filh os de Re'uven. 31 E a sua oferta foi uma
salva de prata do peso de cento e trinta sh e ka lim , um a b a cia de prata de setenta sh e kalim , de acor­
do com o padrão de s h e k e I do m ik d o sh ; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para
oferenda de cereais; 32 uma colher de ouro de d ez shekalim , cheio de incenso; 33 um no vilho , um
carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 34 um bode para oferenda pelo pecado; 35 e para
sacrifício de oferendas de paz dois bois, c in co carneiros, c in co bodes, c in co cordeiros de um ano;
essa foi a oferta de A litzur, filh o de Shede'ur. 36 No quinto dia quem fez a sua oferta foi Shelum í'al,
filh o d eTzurish ad ay, líder dos filh os de ShinVon. 37 E a sua oferta foi uma salva de prata do peso de
cento e trinta shekalim , uma b acia de prata de setenta shekalim , de acordo com o padrão de sh e kel do
m ikdo sh; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferenda de cereais; 38 uma co­
lher de ouro de d ez shekalim , cheia de incenso; 39 um no vilho , um carneiro, um cordeiro de um ano,
para holocausto; 40 um bode para oferenda pelo pecado; 41 e para sa crifício de oferendas de paz dois
bois, c in co carneiros, cin co bodes, c in co cordeiros de um ano; essa foi a oferta de Sh elu m í'al, filho
deTzurishaday. 42 No sexto dia quem fez a sua oferta foi Alyassaf, filh o de D eu 'a l, líder dos filhos de
G ad. 4 3 E a sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta shekalim , uma b acia de prata
de setenta shekalim , de acordo com o padrão de sh e kel do m ikdo sh; ambos cheios de flor de farinha
amassada com azeite, para oferenda de cereais; 44 uma colh er de ouro dez shekalim , cheia de incen­
so; 45 um no vilho , um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 46 um bode para oferenda
pelo pecado; 47 e para sacrifício de oferendas de paz dois bois, c in c o carneiros, c in co bodes, cin co
cordeiros de um ano; essa foi a oferta de Alyassaf, filh o de D eu 'al, 48 No sétimo dia quem fez a sua
oferta foi Alisham á, filh o de A m ihud, líder dos filhos de Efrayim . 49 E a sua oferta foi uma salva de
prata do peso de cento e trinta sh e kalim , um a b a cia de prata de setenta sh e kalim , de a co rdo com
o padrão de s h e k e l do m ikd o sh ; ambos cheios de flor de farinha amassado com azeite, para oferenda
de cereais; 50 uma colh er de ouro de dez shekalim , cheia de incenso; 51 um novilho, um carneiro,
um cordeiro de um ano, para holocausto; 52 um bode para oferenda pelo pecado; 53 e para sacrifício
de oferendas de paz dois bois, cin co carneiros, c in co bodes, c in co cordeiros de um ano; essa foi a
oferta de A lisham á, filho de A m ihud. 54 No oitavo dia quem fez a sua oferta foi G a m lfa l, filho de
Padahtzur, líder dos filhos de M enasheh. 55 E a sua oferta foi um a salva de prata do peso de cento e
trinta shekalim , uma b acia de prata de setenta shekalim , de acordo com o padrão de s h e k el do mi­
kd osh; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferenda de cereais; 56 uma colher
de ouro de dez shekalim , cheia de incenso; 57 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para
holocausto; 58 um bode para oferenda pelo pecado; 59 e para sacrifício de oferendas de paz dois
bois, c in co carneiros, c in co bodes, cin co cordeiros de um ano; essa foi a oferta de G a m lfa l, filho de
Padahtzur. 60 No nono dia quem fez a sua oferta foi Avidan, filho de G u id 'o n í, líder dos filhos de
B eniyam in. 61 E a sua oferta foi um a salva de prata do peso de cento e trinta shekalim , uma b acia de
prata de setenta shekalim , de acordo com o padrão de sh e kel do m ikdosh; ambos cheios de flor de
farinha amassada com azeite, para oferenda de cereais; 62 uma colher de ouro de dez shekalim , cheia
de incenso; 63 um n ovilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 64 um bode para
oferenda pelo pecado; 65 e para sacrifício de oferendas de p az dois bois, c in c o carneiros, c in co bo­
des, cin co cordeiros de um ano; essa foi a oferta de Avidan, filho de G u id 'o n í. 66 No décim o dia
quem fez a sua oferta foi A ch i'ezer, filh o de Am ishaday, líder dos filhos de D an . 67 E a sua oferta foi
uma salva de prata do peso de cento e trinta shekalim , uma b acia de prata de setenta shekalim , de
acordo com o padrão de sh e k el do m ikdosh; ambos cheios de flo r de farinha amassada com azeite,
para oferenda de cereais; 68 uma colher de ouro de d ez shekalim , cheia de incenso; 69 um novilho,
um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; 7 0 um bode para oferenda p elo pecado; 71 e
para sacrifício de oferendas de paz dois bois, c in c o carneiros, c in co bodes, cin co cordeiros de um
ano; essa foi a oferta de A ch i'ezer, filh o de Am ishaday. 72 No décim o prim eiro dia quem fez a sua
oferta fo i Pag'i'al, filh o de O ch ran , líder dos filh os de Asher. 73 E a sua oferta foi um a salva de prata
do peso de cento e trinta shekalim , uma b acia de prata de setenta shekalim , de acordo com o padrão
de sh e kel do m ikdosh; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferenda de cere­
ais; 74 uma colh er de ouro de d ez shekalim , cheia d e incenso; 75 um no vilho , um carneiro, um cor­
d eiro de um ano, para holocausto; 7 6 um bode para oferenda pelo pecado; 77 e para sacrifício de
oferendas de paz dois bois, c in c o c arn eiro s, c in c o bodes, c in c o cord eiro s de um ano; essa fo i a
oferta do P a g 'i'a l, filh o do O ch ra n . 78 N o d écim o segundo dia quem fez a sua oferta foi A chira, filho
de Enan, líder dos filhos de Naftali. 79 E a sua oferta foi uma salva de prata do peso de cento e trinta
shekalim , uma b acia de prata de setenta shekalim , de acordo com o padrão de sh e kel do m ikdo sh;
ambos cheios de flor de farinha amassada com aze ite, para oferenda de cereais; 80 uma colher de
ouro de dez shekalim , cheia de incenso; 81 um no vilho , um carneiro, um cordeiro de um ano, para
holocausto; 82 um bode para oferenda pelo pecado; 83 e para sacrifício de oferendas de paz dois
bois, c in co carneiros, c in co bodes, cin co cordeiros de um ano; essa foi a oferta de A ch ira, filho de
Enan. 84 E essa foi a oferta dedicatória do altar, feita pelos líderes de Yish ra'al, no dia em que foi un­
gido: doze salvas de prata, doze b acias de prata, doze colheres de ouro, 85 pesando cada salva de
prata cento e trinta shekalim , e cada b acia setenta; toda a prata dos vasos foi dois m il e quatrocentos
shekalim , de acordo com o padrão de s h e k el do m ikdo sh; 86 doze colheres de ouro cheias de incen­
so, pesando cada colh er d ez shekalim , de acordo com o padrão de sh e kel do m ikdo sh; todo o ouro
das colheres foi cento e vinte shekalim . 87 E todos os an im ais para holocausto foram doze novilhos,
doze carneiros e doze cordeiros de um ano, com as respectivas oferendas de cereais; e para oferenda
pelo pecado, doze cabritos; 88 e todos os an im ais para sacrifício das oferendas de paz foram vin te e
quatro novilhos, sessenta carneiros, sessenta cabritos, e sessenta cordeiros de um ano. E essa foi a
oferta dedicatória do altar depois que foi ungido. 89 Q uando M ôsheh entrava na Tenda da Revelação
para falar com Yahúh, o uvia a vo z que lhe falava de cim a do propiciatório, que está sobre a A rca do
Testemunho entre os dois keruvim ; assim Ele lhe falava.

A s sete candeias da m enoráh

1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Fale a Aharon dizendo: quando vo cê acender as candeias,
8 as sete candeias alum iarão o espaço em frente da m en oráh V . 3 Aharon assim fez; ele acendeu as
candeias da m enoráh de m odo que alum iassem o espaço em frente do mesmo, conform e Yahúh havia
ordenado a M ôsheh. 4 E essa era a obra da m enoráh, obra de ouro batido; desde o seu pedestal até as
suas corolas, era ele de ouro batido; conform e o m odelo que Yahúh havia mostrado a M ôsheh, assim
ele tinha feito a m enoráh.

A consagração dos levitas

5 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 6 "Separe os levitas do m eio dos filhos d e Y ish ra 'al, e purifica-os;
7 e assim lhes fará, para os purificar: asperge sobre eles a água da purificação; e eles deverão rapar todo
o corpo, e lavar as suas vestes e se purificarão. 8 E pegarão um novilho, com a sua oferenda de cereais
de flor de farinha amassada com azeite; e você pegará outro novilho para oferenda pelo pecado. 9 E fará
chegar os levitas perante a Tenda da Revelação, e ajuntará toda a com unidade dos filhos d eY ish ra 'al.
10 E vo cê apresentará os levitas perante Yahúh, e os filhos do Yishra'al porão as suas mãos sobre os
levitas. 11 E Aharon apresentará os levitas perante Yahúh como oferta de movimento, da parte dos filhos
d eY ish ra'al, para que sirvam no m inistério de Yahúh. 12 E os levitas porão as suas mãos sobre a cabeça
dos novilhos; e vo cê sacrificará um novilho com o oferenda pelo pecado, e o outro com o holocausto a
Yahúh, para fazer expiação pelos levitas. 13 E porá os levitas perante Aharon, e perante os seus filhos, e
os apresentará com o oferta de movim ento a Yahúh. 14 E assim separará os levitas do m eio dos filhos de
Yishra'al; e os levitas serão Meus. 15 E os levitas entrarão para fazer o serviço da Tenda da Revelação,
depois de você os ter purificado e apresentado com o oferta de movimento. 16 Porquanto eles Me são
dados inteiramente dentre os filhos d eY ish ra'al; em lugar de todo aquele que abre a madre, isto é, do
primogênito de todos os filhos de Yishra'al, para M im os tenho separado. 17 Porque Meu é todo pri­
mogênito entre os filhos deY ish ra'al, tanto entre os homens com o entre os anim ais; no dia em que, na
terra de M itzrayim , feri a todo primogênito, os separei para M im . 18 M as separei os levitas em lugar de
todos os primogênitos entre os filhos deYishra'al. 19 E dentre os filhos deYishra'al tenho dado os levitas
a Aharon e a seus filhos, para fazerem o serviço dos filhos de Yishra'al na Tenda da Revelação, e para
fazerem expiação por eles, a fim de que não haja praga entre eles quando se aproximarem do mikdosh!".
2 0 E assim Môsheh e Aharon e toda a com unidade dos filhos deYishra'al fizeram aos levitas; conforme
tudo o que Yahúh havia ordenado a M ôsheh a respeito dos levitas, assim os filh os d e Y ish ra 'al lhes
fizeram . 21 E os levitas purificaram-se, e lavaram as suas vestes; e Aharon os apresentou com o oferta de
movimento perante Yahúh, e fez expiação por eles, para purificá-los. 22 E depois os levitas entraram para
fazer o seu serviço na Tenda da Revelação perante Aharon e seus filhos; conforme Yahúh havia ordenado
a Môsheh a respeito dos levitas, assim lhes fizeram . 23 E Yahúh falou a Môsheh, dizendo: 24 "Esse será
o encargo dos levitas: da idade de vinte e cin co anos para cim a entrarão para se ocuparem no serviço
a Tenda da Revelação; 25 e aos cinquenta anos de idade sairão desse serviço e não servirão m ais. 26
Porém continuarão a servir com seus irmãos na Tenda da Revelação, orientando-os no cumprimento
dos seus encargos; mas não farão trabalho. E assim fará para com os levitas a respeito dos seus cargos!".

A ce leb ra çã o d e P êssach n o d e se rto d o Sinay

1 E Yahúh falou a M ôsheh no deserto do Sinay, no prim eiro mês do segundo ano depois que saíram
9 da terra de M itzrayim , dizendo: 2 "Q u e os filhos de Yishra'al celebrem o Pêssach no seu tempo
determinado. 3 No dia catorze desse mês, à tardinha, a seu tempo determinado, o celebrarão; segun­
do todos os seus estatutos, e segundo todas as suas ordenanças o celebrarão!''. 4 E Môsheh disse aos
filhos d e Y ish ra 'al que celebrassem o Pêssach. 5 E celebraram o Pêssach no dia catorze do prim eiro
mês, à tardinha, no deserto do Sinay; conform e tudo o que Yahúh havia ordenado a M ôsheh, assim
fizeram os filhos d eY ish ra'al.

A ce leb ra çã o n o segundo m ês para o s ausentes e o s im pu ros

6 E havia alguns que estavam impuros por terem pegado no cadáver de um homem , de m odo que não
podiam celebrar o Pêssach naquele dia; mas no mesmo dia se chegaram perante M ôsheh e Aharon;
7 e aqueles homens disseram -lhes: "N ós estamos impuros por haverm os pegado no cadáver de um
homem; por que seríam os privados de apresentar a oferta de Yahúh, a seu tempo determinado no meio
dos filhos de Y ishra'al?". 8 E M ôsheh disse-lhes: "Esperem , que eu vou consultar Yahúh, e Ele falará
o que vo cês deverão fazer!''. 9 Então Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 10 "Fale aos filh os de Yishra'al
d izendo: se alguém dentre vo cês ou dentre os seus descendentes estiver impuro por ter pegado num
cadáver, ou se estiver longe, viajando , mesmo assim poderá com em orar o Pêssach em honra a Yahúh.
11 No segundo mês, no dia catorze, à tardinha, o celebrarão; e o com erão com m atzot e ervas amargas.
12 E dele não deixarão nada até pela m anhã, nem quebrarão dele osso algum; segundo todo o estatuto
de Pêssach o celebrarão. 13 Mas se alguém que, estando limpo e não se estiver em viagem, deixar de c e­
lebrar o Pêssach, essa pessoa será elim inada do seu povo; porquanto não apresentou a oferta de Yahúh a
seu tempo determinado, tal pessoa levará sobre si o seu pecado. 14 E se um estrangeiro peregrinar entre
vocês e celebrar o Pêssach em honra a Yahúh, segundo o estatuto de Pêssach e segundo a sua ordenança
o celebrará; haverá um só estatuto, tanto para o estrangeiro, com o para o natural da terra!".

A nuvem so b re o tabernáculo

15 E no dia em que foi levantado o ta bernáculo, a nuvem cobriu o ta bernáculo, isto é, a própria tenda
do testemunho; e desde a tarde até pela m anhã havia sobre o tabernáculo algo com uma aparência
de fogo. 16 E assim aco n tecia de contínuo : a nuvem o cobria, e de noite havia aparên cia de fogo.
17 M as sempre que a nuvem se retirava de sobre a tenda, o s filh os de Yishra'al partiam ; e no lugar
em que a nuvem parava, ali os filhos d e Y ish ra 'al se acam pavam . 18 À ordem de Yahúh os filhos de
Yishra’al partiam , e à ordem de Yahúh se acam pavam ; por todos os dias em que a nuvem parava sobre
o tabernáculo eles ficavam acam pados. 19 Q uando a nuvem se detinha sobre o tabernáculo muitos
dias, os filhos de Y ishra'al cum priam o m andado de Yahúh, e não partiam . 2 0 Às vezes a nuvem ficava
poucos dias sobre o tabernáculo; então à ordem de Yahúh perm aneciam acam pados, e à ordem de
Yahúh partiam . 21 Outras vezes ficava a nuvem desde a tarde até pela m anhã; e quando pela manhã
a nuvem se retirava, eles partiam ; ou de dia ou de noite, retirando-se a nuvem , partiam . 22 Q u er fosse
por dois dias, quer por um mês, quer por m ais tempo, que a nuvem se detinha sobre o tabernáculo,
enquanto ficava sobre ele os filh os d eY ish ra'al perm aneciam acam pados, e não partiam ; m as, retiran­
do-se ela, eles partiam . 23 À ordem de Yahúh se acam pavam , e à ordem de Yahúh partiam ; cum priam
o m andado de Yahúh, que Yahúh lhes havia dado por intermédio de Môsheh.

A duas trom betas de prata

1
f \ 1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Faça para você duas trombetas de prata; de obra batida
U a s fará, e elas servirão para vo cê convo car a com unidade, e para ordenar a partida dos arraiais.
3 Q uando se tocarem as trombetas, toda a com unidade se ajuntará a vo cê à porta da Tenda da Revela­
ção . 4 Mas quando se tocar uma só trombeta, a vo cê se ajuntarão os líderes, os cabeças dos m ilhares
de Yish ra'al. 5 Q uando se tocar retinindo, partirão os arraiais que estão acam pados do lado leste. 6
M as quando se tocar retinindo, pela segunda vez, partirão os arraiais que estão acam pados do lado
su l; para as partidas dos arraiais se tocará retinindo. 7 M as quando se houver de reunir a com unidade,
se tocará sem retinir: 8 os filhos de Aharon, sacerdotes, tocarão as trombetas; e isso lhes será por estatu­
to perpétuo nas suas gerações. 9 Q uando na sua terra vocês saírem à guerra contra o inimigo que lhes
estiver oprim indo, farão retinir as trombetas; e perante Yahúh, seu Criador, serão tidos em m emória, e
serão salvos dos seus inimigos. 10 E no dia da sua alegria, nas suas festas fixas, e nos princípios dos seus
meses, tocarão as trombetas sobre os seus holocaustos, e sobre os sacrifícios de suas oferendas de paz;
e eles lhes serão por m em orial perante o Eterno. Eu Sou Yahúh, o C riador de vo cês!".

O s yishra'alitas p a rtem d o Sinay

11 E aconteceu, no segundo ano, no segundo mês, aos vinte do mês, que a nuvem se retirou de sobre
o tabernáculo da com unidade. 12 E os filhos de Yishra'al partiram do deserto do Sinav para as suas
jornadas; e a nuvem parou no deserto de Pa'ran. 13 E assim iniciaram a prim eira cam inhada, à ordem
de Yahúh por intermédio de M ôsheh. 14 Prim eiram ente partiu o estandarte do acam pam ento dos fi­
lhos de Yahudáh segundo os seus exércitos; sobre o seu exército estava Nachshon, filh o de Am inadav;
15 sobre o exército da tribo dos filh os de Yissachar, N etan'al, filh o d e T z u 'a r; 16 e sobre o exércilo
da tribo dos filhos de Z e v u lu n , A li'av, filh o de C h elon . 17 E o tabernáculo foi desarmado, e o s filhos
de G uershon e os filh os de M erarí partiram , levando o tabernáculo. 18 E depois partiu o estandarte
do acam pam ento de Re'uven, segundo os seus exércitos; sobre o seu exército estava Alitzu r, filho de
S h e d e 'u r; 1 9 so b re o e xé rcito da trib o dos filh o s de Sh in V o n , S h e lu m í'a l, filh o de T z u rish a d a y ;
2 0 e so b re o e xé rcito da tribo dos filh o s de G a d , A ly a ss a f, filh o de D e u 'a l. 21 E p artiram os
keh atitas, leva n d o o m ikdo sh; e os outros erigiam o tabernáculo, enquanto eles vinham . 22 E depois
partiu o estandarte do acam pam ento dos filhos de Efrayim segundo os seus exércitos; sobre o seu exér­
cito estava Alisham á, filh o de A m ih u d; 23 sobre o exército da tribo dos filh os de M enasheh, G am IPal,
filho de Radahtzur; 2 4 e sobre o exército da tribo dos filhos de B eniyam in, Avidan, filh o de G uid'o n í.
25 E partiu o estandarte do acam pam ento dos filh os de D an , que era a retaguarda de todos os arraiais,
segundo os seus exércitos; sobre o seu exército estava A chi'ezer, filh o de Am ishaday; 2 6 sobre o exér­
cito da tribo dos filh os de Asher, Pàg'i'al, filh o de O ch ran; 27 e sobre o exército da tribo dos filhos de
Naftali, A ch ira, filho de Enan. 28 Tal era a ordem de partida dos filhos de Yishra'al segundo os seus
exércitos, quando partiam .

M ôsheh convida Chováh a acom panhá-los

29 E M ôsheh disse a C hováh, filho de R e'u 'al, o m idianita, sogro de M ôsheh: "N ós estamos cam inhan­
do para aquele lugar de que Yahúh disse: 'Eu o darei a vo cês!'. Portanto, venha conosco e repartiremos
com vo cê as boas coisas que conseguirmos, porque Yahúh falou bem a respeito de Yish ra'al!". 30 E ele
disse: "N ão ire i; eu vou voltar para a m inha terra e para os m eus parentes!". 31 E M ôsheh tornou a
dizer-lhe: "Peço-lhe que não nos deixe, porquanto vo cê sabe onde devam os acam par no deserto;
de olhos nos servirá. 32 Se vie r conosco, o bem que Yahúh nos fizer, também nós faremos a vo cê!".

Yahúh d irig e o povo

33 Assim eles partiram do monte de Yahúh a cam in h o de três dias; e a A rca da A lian ç a de Yahúh ia
adiante deles, para lhes buscar lugar de descanso. 34 E a nuvem de Yahúh ia sobre eles de dia, quando
partiam do acam pam ento. 35 Q uand o a arca partia, M ôsheh d izia : "Levante-se, ó Eterno Yahúh! Q ue
dissipados sejam os Seus inimigos! Q u e fujam da Sua presença os que O o d eiam !". 36 Q uando ela
pousava, ele d izia : "Repouse, ó Yahúh, no m eio dos m uitos m ilhares de Y ish ra 'a l!".

A s m urm urações d os yishra'alitas em Tav'ráh

1
4 1 E o povo se qu eixava, falando o que era m al aos ouvidos de Yahúh; e quando Yahúh o uviu,
I acendeu-se a Sua ira; e o fogo de Yahúh ardeu entre eles, e devorou as extrem idades
acam pam ento. 2 E o povo clam ou a M ôsheh, e M ôsheh orou a Yahúh, e o fogo se apagou. 3 E deram
àquele lugar o nome de Tav'ráh, porquanto o fogo de Yahúh se acendera entre eles. 4 E a mistura de
gente que estava no m eio deles veio a ter grande desejo; por isso os filhos de Yishra'al também tor­
naram a chorar, e disseram : "Q u em nos dará carne para com erm os? 5 Lem bramo-nos dos peixes que
em M itzrayim com íam os de graça, e dos pepinos, dos m elões, das verduras, das cebolas e dos alhos.
6 Mas agora o nosso ser se seca; coisa nenhum a há senão esse m aná diante dos nossos o lh o s!". 7 O
m aná era semelhante a semente de coentro, e a sua aparência com o a aparência do cristal. 8 O povo
espalhava-se e o colhia, e, triturando-o em moinhos ou pisando-o num alm ofariz, em panelas o coziam ,

1 0:29 - R e'u'ai é um título atribuído à Yitro , sogro de M ôsheh.


e dele faziam bolos; e o seu sabor era com o o sabor de azeite fresco. 9 Q uando o orvalho descia de
noite sobre o acam pam ento, sobre e le descia tam bém o m aná. 10 E M ôsheh ouviu o povo chorar, e
todas as suas fam ílias, cada qual à porta da sua tenda; e a ira de Yahúh grandemente se acendeu; e
aqu ilo pareceu mal aos olhos de Môsheh.

M ôsheh acha p e sa d o o seu cargo

11 E M ôsheh disse a Yahúh: "Por que fez mal a Seu servo, e por que não alcance i favor aos Seus olhos,
pois que pôs sobre m im o peso de todo esse povo. 12 Por acaso foi eu que concebi todo esse povo?
Fui eu quem o deu à luz, para que Você m e dissesse: leve-o ao seu colo , com o a am a leva a crian ça
de peito, para a terra que com juram ento V o cê prometeu a seus pais? 13 O nde eu poderia conseguir
carne para dar a todo esse povo? Porquanto choram diante de m im , dizendo: dê-nos carne para co ­
mer. 14 Eu só não posso levar a todo esse povo, porque é pesado dem ais para m im ! 15 Se V o cê, ó
Eterno Yahúh, m e há de tratar assim , peço-lhe que m e mate, se tenho alcan çado graça aos seus olhos;
e não me deixe ver a m inha m iséria!".

Yahúh designa setenta a nciãos para ajudarem M ôsheh

16 E Yahúh disse a M ôsheh: "Reúna para M im setenta homens dos anciãos de Yishra'al, que vo cê sabe
que são os ancião s do povo e seus oficia is; e os trará perante a Tenda da R evelação, para que estejam
ali com vo cê. 17 E Eu descerei e a li falarei com vo cê, e tirarei uma porção do Espírito que está sobre
vo cê, e a porei sobre eles; e com vo cê eles levarão o peso do povo para que vo cê não o leve só. 18 E
dirá ao povo: purifiquem-se para am anhã, e com erão carne; porquanto vocês choraram aos ouvidos
de Yahúh, dizendo: quem nos dará carne para comermos? Era bem m elho rem M itzrayim ! E Yahúh lhes
dará carne, e vocês a com erão. 19 Não com erão um dia, nem dois dias, nem c in co dias, nem dez dias,
nem vinte dias; 2 0 mas um mês inteiro, até lhes sa ir pelas narinas, até que se lhes torne coisa nojenta;
porquanto vocês rejeitaram a Yahúh, que está entre vocês, e choraram diante D ele, dizendo: por que
saím os de M itzrayim ?". 21 E M ôsheh disse: "Seiscentos m il homens de pé é esse povo no m eio do
qual estou; todavia V o cê disse: 'Eu lhes darei carne, e com erão um m ês inteiro !'. 22 E matará para eles
rebanhos e gados, que lhes bastem? O u ajuntarão para eles todos os p eixes do mar, que lhes bastem?".
23 Então Yahúh disse a M ôsheh: "Por acaso o poder de Yahúh é limitado? Agora m esmo vo cê verá se
a M inha palavra se cum prirá ou n ã o !". 24 E M ôsheh saiu, e relatou ao povo as palavras de Yahúh; e
reuniu setenta homens dentre os anciãos do povo e os colo co u ao redor da tenda. 25 E Yahúh desceu
na nuvem e lhe falou; e tirando do Espírito que estava sobre ele, o pôs sobre aqueles setenta anciãos;
e aconteceu que, quando o Espírito repousou sobre eles, profetizaram , mas depois nunca m ais o
fizeram . 2 6 Mas no acam pam ento ficaram dois homens; cham ava-se um Aldád, e o outro M edad; e
repousou sobre eles o Espírito, porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram para irem à
tenda; e profetizavam no acam pam ento. 27 E um jovem correu e anunciou a M ôsheh, dizendo: Aldád
e Medad profetizaram no acam pam ento! 28 E Yahúshua [Filho de N un], ajudante de M ôsheh, um dos
seus jovens escolhidos, disse: "M eu am o M ôsheh, proíba-os!". 29 Porém M ôsheh lhe disse: "V o cê tem
c iúm es por m im ? Q uem dera se o povo de Yahúh fossem todos profetas, e que Yahúh pusesse o Seu
Espírito sobre todos e le s!". 30 E M ôsheh se recolheu ao acam pam ento, ele e os ancião s de Yishra'al.

Yahúh manda bando d e codorn as

31 E um vento da parte de Yahúh soprou do lado do mar, e trouxe bandos de codornas, que deixou
c a ir junto ao acam pam ento, e em volta, em todas as direções, a uma distância de uns trinta quilôm e­
tros, e cobriram o chão em montes de quase um metro de altura. 32 E o povo, levantando-se, colheu
as codornas por todo aquele dia e toda aquela noite, e por todo o dia seguinte; o que colheu menos,
c olheu dez ôm eres. E as estenderam para si ao redor do acam pam ento. 33 Q uando a carne ainda
estava entre o s seus dentes, antes que fosse mastigada, acendeu-se a ira de Yahúh contra o povo, e
Y ahúh feriu ao povo com um a praga m ui grande. 34 Por isso deram àqu ele lugar o nom e de
Kivro t-H ata'aváh , p o is a li enterraram as pessoas que estavam lo uca s de vo ntade de co m er carne.
35 D e Kivrot-H ata'aváh o povo partiu para C hatzerot; e demorou-se em Chatzerot.

A sed ição de M irya m e Aharon

I
O 1 E M iryam e A haron falaram contra M ôsheh, porque ele havia casado com um a m ulh er
k ushita. 2 E disseram : "Por acaso Yahúh tem falado somente por m eio de M ôsheh? Não falou
também por nós?". E Yahúh os o uviu. 3 E M ôsheh era um homem m uito hum ilde, m ais do que qual­
quer outro homem que havia sobre a face da Terra. 4 E Yahúh subitam ente disse a M ôsheh, a Aharon
e a M iryam : "Vocês três, vão à Tenda da R evelação !". E eles três foram . 5 E Yahúh desceu em uma
c oluna de nuvem , e se pôs à porta da tenda, e cham ou a Aharon e a M iryam , e o s dois foram. 6 E
disse: "O u çam agora as M inhas palavras: se entre vocês houver profeta, Eu, Yahúh, a ele M e farei co ­
nhecer em visão , em sonhos falarei com ele. 7 M as não é assim com o Meu servo M ôsheh, que é fiel
em toda a M inha C asa! 8 Face a face falo com ele, claram ente e não em enigm as; pois ele contempla
o resplendor de Yahúh. Por que vo cês não temeram falar contra o M eu servo M ôsheh?". 9 E a ira de
Yahúh se acendeu contra eles, e Ele se retirou, 10 e a nuvem tam bém se retirou de sobre a tenda;
e no m esm o instante M iryam tornou-se leprosa, branca com o a neve; e Aharon olhou para M iryam
e ela estava leprosa. 11 Então Aharon disse a M ôsheh: "Ah! M eu amo! Peço-lhe que não ponha sobre
nós esse pecado, porque procedemos loucamente e pecam os. 12 Não seja ela com o um morto que,
ao sair do ventre de nossa m ãe, isso seria com o se fosse consum ida uma parte de nossa carn e!". 13
E M ôsheh clam ou a Yahúh, dizendo: " Ó Eterno, peço-lhe que a cure!". 14 E Yahúh disse a Môsheh:
"Se seu pai estivesse zangado com ela, não deveria ela ficar envergonhada por sete dias? Q ue ele seja
detida por sete dias fora do acam pam ento, e depois ela será trazida de vo lta !". 15 E M iryam esteve
detida fora do acam pam ento por sete dias; e o povo não partiu enquanto M iryam não se recolheu de
novo. 16 Mas depois o povo partiu de C hatzerot, e acam pou-se no deserto de Ra'ran.

D o ze hom ens são enviados para e sp io n a r a terra d e Kena'an

I
O 1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "En vie homens para espionar a terra de Kena'an, que Eu
hei de dar aos filhos de Yish ra'al. D e cada tribo de seus pais vo cê enviará um homem , sendo
cada qual líder entre eles!". 3 E M ôsheh enviou-os do deserto de Pá'ran, segundo a ordem de Yahúh;
eram todos eles homens p rincip ais dentre os filhos de Yish ra'al. 4 E esses são os seus nomes: da tribo
de Re'uven - S h a m ú 'a , filh o de Z a k u r; 5 da tribo de ShirrTon - Shafat, filh o de C h o rí; 6 da tribo
de Yahudáh - Kalév, filh o d eYefunéh; 7 da tribo de Yissachar - Y ig'al, filh o deYosséf; 8 da tribo de
Efrayim - H o sh ê 'a, filh o de N um ; 9 da tribo de B en iya m in - Paltí, filh o de R afú; 10 da tribo de
Z ev u lu n - G a d í'a l, filh o de Sodí; 11 da tribo deYosséf: pela tribo de M enasheh - G a d í, filh o de Sussí;
12 da tribo de Dan - A m i'a l, filh o de G u em a lí; 13 da tribo de Asher - Setur, filh o de M ich a 'al; 14 da
tribo de Naftali - N achbí, filho d eV o fsí; 15 da tribo de G a d - G u e 'u 'a l, filho de M ach í. 16 Esses são
os nomes dos homens que M ôsheh enviou para espionar a terra. E a H oshê'a [Filho de N un ], Môsheh
deu o nome de Yahúshua. 17 E M ôsheh enviou-os a espionar a terra de Kena'an, e disse-lhes: "Vão
para o sul, e vo cês subirão à região m ontanhosa; 18 e verão a terra, qual tal é ela; e o povo que nela
habita, se é forte ou fraco, se são poucos ou m uitos; 19 qual tal é a terra em que habita, se é boa ou
ruim ; quais tais são as cidades em que habitam, se são arraiais ou fortalezas; 20 e qual tal é a terra,
se ela é rica ou se é pobre; se nela há árvores, ou não; e esforcem e tragam do fruto da terral". E a
estação era a das uvas temporãs. 21 E assim foram , e espionaram a terra desde o deserto d e T z in , até

11:34 - "Kivrot-Hata'aváh" significa "Túmulo dos Desejosos".


13:16 - Hoshê'a "Ben Nun",recebeu o nome de "Yahúshua", pois como condutor do povo de Yishra'al à
terra prometida ele prefigurava "o M ashiyah".
Rechov, à entrada de Cham at. 22 E indo para o sul, eles chegaram a C hevron, onde estavam Achim an,
Sheshay e Ta lm a y , filh o s de A n a k . E C hevron fo i ed ificada sete anos antes d e T z o 'a n de M itzrayim .
2 3 E depois eles vieram até o vale de Eshkol, e dali cortaram um ram o de vide com um só cacho, o
qual dois homens trouxeram sobre uma vara; trouxeram também rom ãs e figos. 2 4 E deram àquele
lugar o nome de vale de Eshkol, por causa do cach o que os filhos de Y ishra'al cortaram dali.

O re la tó rio d os esp iõ es é re ce b id o com in cred ulid a d e

25 E ao fim de quarenta dias voltaram de espionar a terra. 26 E chegando, apresentaram-se a Môsheh


e a Aharon, e a toda a com unidade dos filhos de Yish ra'al, no deserto de Pa'ran, a Kadesh-Barne'a; e
deram -lhes notícias, a eles e a toda a com unidade, e mostraram-lhes o fruto da terra. 27 E prestando
conta a M ôsheh, disseram : "Fomos à terra a que você nos enviou. Ela, em verdade, sobeja leite e m el;
e esse é o seu fruto. 2 8 M as o povo que habita naquela terra é poderoso, e as cidades são fortifica­
das e m ui grandes. V im o s também a li os filh os de A n ak, que são homens gigantes. 29 O s am alekitas
habitam na terra do su l; os chititas, os yevussitas e os em oritas habitam na região m ontanhosa; e os
kena'anitas habitam junto do m ar e ao longo do rio Yarden!". 30 E Kalév, fazendo cala r o povo perante
M ôsheh, disse: "Subam os animosamente e apoderemo-nos dela; porque bem poderemos prevalecer
contra e la !". 31 Porém os homens que tinham ido com ele disseram: "N ão poderemos lutar contra
aquele povo, porque é m ais forte do que nós!''. 32 E assim difam aram a terra que haviam espionado,
perante os filh os de Yish ra'al, dizend o : "A terra, pela qual passamos para espioná-la, é terra que de­
vo ra os seus habitantes; e todo o povo que vim os n ela são homens de grande estatura. 3 3 E também
vim o s ali os gigantes, isto é, os filh os de A n ak, que são descendentes dos nefilim ; de m odo que, perto
d eles sentíamos tão pequenos com o gafanhotos; e, para eles, também parecíam os gafanhotos!".

A revolta d o povo

A 1 E toda a com unidade levantou a voz e gritou; e o povo chorou naquela noite. 2 E todos os
I r filhos de Yish ra'al murmuraram contra M ôsheh e A haro n; e toda a com unidade lhes disse:
"Antes tivéssemos m orrido na terra de M itzrayim , ou tivéssemos m orrido nesse deserto! 3 Por que
Yahúh nos traz a essa terra para cairm os à espada? Nossas mulheres e nossas crian ças serão por presa,
e não nos seria m elhor voltarm os para M itzrayim ?". 4 E diziam uns aos outros: "Constituam os um
líder e voltem os para M itzrayim !". 5 E M ôsheh e Aharon prostraram com os rostos em terra perante
toda a assem bleia da com unidade dos filhos de Y ish ra 'a l. 6 E Yahúshua [Filho de N un], e Kalév, filho
de Yefunéh, que eram dos que haviam espionado a terra, rasgaram as suas vestes; 7 e falaram a toda
a com unidade dos filh os de Yish ra'al, dizendo: "A terra, pela qual passamos para a espionar, é terra
m uitíssim a boa! 8 Se Yahúh se agradar de nós, então nos introduzirá nessa terra e nos dará essa terra
em que sobejam leite e m el. 9 Tão somente não sejam rebeldes contra Yahúh, e não tenham medo do
povo dessa terra, porquanto eles são com o o nosso pão: retirou-se deles o seu am paro, e Yahúh está
con o sco; não os tem am !". 10 M as toda a com unid ad e pensou em apedrejá-los, porém o resplendor
de Yahúh apareceu na Tenda da R evelação a todos os filhos de Yishra'al. 11 E Yahúh disse a Môsheh:
"Até quando esse povo M e provocará e até quando não crerá em M im , apesar de todos os sinais que
tenho feito no m eio dele? 12 Com pestilência o ferirei, e o exterm inarei; e farei de vo cê uma nação
m aior e m ais forte do que esse povo!".

M ôsh e h in te rce d e p e lo povo

13 E Môsheh disse a Yahúh: "Q u an d o os egípcios tomarem conhecim ento de que irá matar esse povo
ao qual V o cê fez sa ir do m eio deles com a Sua força, 14 e eles então souberem que V o cê, ó Yahúh,
está no m eio desse povo, e que V o cê, Yahúh, lhes ap arece face a face, e a Sua nuvem perm anece sobre
eles, e V o cê vai adiante deles numa coluna de nuvem de dia, e numa coluna de fogo de noite. 15 E se
Você matar esse povo com o a um só homem, então as nações que têm ouvido fa la r da Sua fama dirão:
16 porquanto Yahúh não podia introduzir esse povo na terra que com juram ento lhe prometera, por
isso os matou no deserto. 17 Agora Lhe peço que o poder do meu Soberano C riador se engrandeça,
segundo o que tem falado, dizendo: 18 Yahúh é tardio em irar-Se, e grande em m isericórdia; perdoa
a ofensa e a transgressão; ao culpado não tem por inocente, m as visita a transgressão dos pais nos
filhos até a terceira e a quarta geração. 19 Peço-lhe que perdoa a ofensa desse povo, segundo a Sua
grande m isericórdia, com o o tem perdoado desde M itzrayim até a q u i!". 20 E Yahúh disse: "Conform e
a sua palavra, lhe perdoei; 21 porém, tão certo com o Eu vivo , e com o o resplendor de Yahúh encherá
toda a Terra, 22 nenhum de todos os homens que viram o resplendor do M eu poder e os sin ais que fiz
em M itzrayim e no deserto, e ainda M e puseram à prova essas dez vezes, não obedecendo à M inha
vo z, 23 nenhum deles verá a terra que com juram ento prometi aos seus pais; nenhum daqueles que
M e irritaram a verá. 24 M as o M eu servo Kalév, porque nele houve outro com portam ento, e porque
perseverou em seguir-Me, Eu o introduzirei na terra em que espionou, e a sua posteridade a possuirá.
25 E os am alekitas e os kena'anitas que habitam no vale; mudem de rumo am anhã e cam inhem para
o deserto em direção ao M ar Suf!".

O s m urm ura do res não entrarão na terra d e Kena'an

2 6 E Yahúh falou a M ôsheh e Aharon, dizendo: 27 "A té quando essa com unidade m á fará com que
Y ishra'al murmure contra M im ?Tenho ouvido as m urm urações dos filhos d eY ish ra 'al, que essa com u­
nidade faz m urm urar contra M im . 28 Diga-lhes: assim com o Eu vivo , d iz Yahúh, certam ente conform e
o que lhes o uvi falar, assim lhes hei de fazer: 29 Nesse deserto cairão os seus cadáveres; nenhum
de vo cês que foram contados, segundo toda a sua conta, de vinte anos para cim a, que contra M im
m urmuraram , 30 certam ente nenhum de vo cês entrará na terra a respeito da qual jurei que lhes faria
habitar nela, exceto Kalév, filh o d eYefunéh, e Yahúshua [Filho de N un], 31 M as às suas crianças, dos
q uais disse que seriam por presa, a elas introduzirei na terra, e elas conhecerão a terra que vocês
rejeitaram . 32 Q uanto a vocês, os seus cadáveres cairão nesse deserto; 33 e seus filhos serão pastores
no deserto quarenta anos, e levarão sobre si as suas infidelidades, até que os seus cadáveres se con­
sumam nesse deserto. 34 E segundo o núm ero dos dias em que vocês espionaram a terra, isto é, qua­
renta dias, vocês pagarão por suas ofensas por quarenta anos, na proporção de um ano por um dia, e
conhecerão a consequência de seu afastamento de M im . 35 Eu, Yahúh tenho falado; certam ente assim
o farei a toda essa com unidade má, aos que se rebelaram contra M im , nesse deserto se consum irão, e
aqui m orrerão!". 36 Q uanto aos homens que Môsheh havia m andado espionar a terra e que, voltando,
fizeram m urm urar toda a com unidade contra ele, infam ando a terra, 37 aqueles mesmos homens que
infamaram a terra m orreram de praga perante Yahúh. 38 Mas Yahúshua [Filho de N un ], e Kalév, filho
de Yefunéh, que eram dos homens que foram espionar a terra, ficaram com vida.

O s yish ra'alitas são derro ta dos em Chorm áh

39 E M ôsheh falou essas palavras a todos os filhos d eY ish ra 'al, por isso o povo se entristeceu m uito.
4 0 E eles, levantando-se de m anhã cedo, subiram ao cum e do monte, e disseram : "Aqui estamos e
subirem os ao lugar que Yahúh tem dito; porquanto havem os p ecado !". 41 E M ôsheh disse: "E por que
vocês transgridem o m andado de Yahúh? Por isso vocês não prosperarão. 42 Não entrem na região
m ontanhosa, pois Yahúh não estará entre vocês; para que não sejam feridos diante dos seus inimigos.
43 Porque os am alekitas e os kena'anitas estão ali para enfrentá-los, e vocês cairão à espada; porquan­
to vo cês se desviaram de Yahúh, Yahúh não estará com vo cês!". 44 N o entanto, eles desobedeceram e
subiram ao cum e do monte; mas a Arca da A lian ça de Yahúh e M ôsheh não saíram do acam pam ento.
45 E então os am alekitas e os kena'anitas que habitavam naquela região m ontanhosa atacaram , e
derrotaram os yishra'alitas, e os perseguiram até Chorm áh.
Leis a re sp e ito d e o fe rta s e d e sa crifício s

I
P " 1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "Fale aos filhos de Y ishra'al dizendo: quando vocês
entrarem na terra da sua habitação, que Eu lhes darei, 3 e a Yahúh fizerem , do seu gado ou
do rebanho m iúdo, oferta queim ada, holocausto ou sacrifício , para cum prir um voto, ou com o oferta
voluntária, para fazer nas suas festas fixas um cheiro suave a Yahúh, 4 então aquele que fizer a sua
oferta fará a Yahúh uma oferenda de cereais de um décim o de flor de farinha fina misturada com
um quarto de hin de azeite; 5 e de vinho para a oferta de libação preparará um quarto de hin para o
holocausto, ou para o sacrifício , para cada cordeiro; 6 e para cada carneiro preparará com o oferenda
de cereais, dois décim os de farinha fina, misturada com um terço de hin de azeite; 7 e de vin h o para
a oferta de libação oferecerá um terço de hin em cheiro suave a Yahúh. 8 Q uando preparar novilho
para holocausto ou sacrifício , para cum prir um voto, ou um sacrifício de oferendas de paz a Yahúh, 9
com o novilho oferecerá uma oferenda de cereais de três décim os de flor de farinha, m isturada com
a metade de um hin de azeite; 10 e de vin h o para a oferta de libação oferecerá a metade de um hin
com o oferta queimada em cheiro suave a Yahúh. 11 E assim se fará com cada novilho, ou carneiro, ou
com cada um dos cordeiros ou dos cabritos. 12 E segundo o número que oferecerem , assim farão com
cada um deles. 13 E todo natural assim fará essas coisas, ao oferecer oferta queim ada em ch eiro suave
a Yahúh. 14 E se peregrinar com vocês algum estrangeiro, ou quem quer que esteja entre vocês nas suas
gerações, e ele oferecer uma oferta queimada de cheiro suave a Yahúh, com o vocês fizerem , assim fará ele.
15 Quanto à assembleia, haverá um mesmo estatuto para vocês e para o estrangeiro que peregrinar com
vocês, estatuto perpétuo nas suas gerações; como vocês, assim será o peregrino perante Yahúh. 16 Uma
mesma lei e uma mesma ordenança haverá para vocês e para o estrangeiro que peregrinar entre vocês!".
17 E Yahúh falou a Môsheh, dizendo: 18 "Fale aos filhos deYishra'al: depois deterem entrado na terra em
que lhes hei de introduzir, 19 será que, ao comerem do pão da terra, oferecerão uma oferta alçada a Yahúh.
2 0 E das prim ícias da sua massa oferecerão um bolo em oferta alçada; com o a oferta alçada da eira, assim
o oferecerão. 21 E das prim ícias das suas massas darão a Yahúh oferta alçada durante as suas gerações!".

O s sa c rifício s p e lo s p e ca do s p o r ig norância

22 "Q ua n d o vierem a errar, e não obedecerem todos esses m andam entos, que Yahúh tem falado a
M ôsheh, 23 sim , tudo quanto Yahúh lhes tem ordenado por intermédio de M ôsheh, desde o dia em
que Yahúh com eçou a dar os Seus m andamentos, e d a í em diante pelas suas gerações, 24 será que,
quando se fiz e r algum a coisa sem querer, e isso for encoberto aos olhos da com unidade, toda a com u­
nidade oferecerá um n ovilho para holocausto em cheiro suave a Yahúh, juntamente com a oferenda
de cereais e a sua oferta de lib ação, segundo a ordenança, e um bode com o sacrifício pelo pecado.
25 E o sacerdote fará exp iação por toda a com unidade dos filh os de Yish ra'al, e eles serão perdoados;
porquanto foi erro, e trouxeram a sua oferta, oferta queim ada a Yahúh, e o seu sa crifício pelo pecado
perante Yahúh, por causa do seu erro. 2 6 E será perdoada toda a com unidade dos filhos de Yishra'al,
bem com o o estrangeiro que peregrinar entre eles; porquanto sem querer errou o povo todo. 27 E se
uma só pessoa p ecar sem querer, oferecerá uma cabra de um ano com o sacrifício pelo pecado. 28 E
o sacerdote fará perante Yahúh exp iação pela pessoa que pecar, quando pecar sem querer; e, feita a
exp iação por ela, será perdoada. 29 E haverá uma mesma lei para aquele que p ecar sem querer, tanto
para o natural entre os filhos de Yishra'al com o para o estrangeiro que peregrinar entre eles. 3 0 M as
a pessoa que fizer alguma coisa propositalmente, quer seja natural, quer estrangeira, blasfemando de
Yahúh; tal pessoa será elim inada do m eio do seu povo, 31 por haver desprezado a palavra de Yahúh, e
vio lado o Seu m andam ento; essa pessoa certam ente será elim inada, e sobre ela recairá a sua cu lp a!"

O ca stig o pe la violação do shabat

32 E estando os filhos de Yishra'al no deserto, flagraram um homem apanhando lenha no dia de shabat.
33 E os que o flagraram apanhando lenha trouxeram-no a Môsheh e a Aharon, perante toda a comunidade.
34 E o colocaram em prisão, porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer. 35 Então
Yahúh disse a M ôsheh: "Tal homem deverá m orrer; toda a com unidade o apedrejará fora do acam pa­
m ento!". 36 E eles o levaram para fora do acam pam ento, e o apedrejaram , de m odo que ele morreu;
conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh.

A le i a re sp e ito das b ordas das vestes. O tzitzit

3 7 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 3 8 "Fale aos filhos de Y ishra'al que façam para si tzitzit (franja)
nas bordas de suas vestes, pelas suas gerações; e que ponham no tzitzit das bordas um cordão azu l ce­
leste. 39 Eles os terão no tzitzit para que, vendo-os, se lembrem de todos os m andamentos de Yahúh,
e o s cum pram ; e para que não os deixem arrastar à infidelidade p elo seu coração ou pela sua vista,
com o antes o faziam ; 40 para que vo cês se lembrem de todos os M eus m andam entos, e os cum pram ,
e sejam puros para com o seu C riador. 41 Eu Sou Yahúh, o Eterno que os tirou da terra de M itzrayim
para ser o Altíssim o de vocês! Eu Sou Yahúh, o C riad or de vo cês!".

A reb eliã o d e Korach, D atan e Aviram

/~ 1 E Korach, filh o de Y itzh ar, neto de Kehat, bisneto de L e v i, ju n tam ente com D atan e
1 V J A vira m , filh o s de A li'a v , e O n , filh o de Pelet, filh o s de R e'u ven , pegando certos hom ens,
2 levantaram -se perante M ôsheh, juntam ente com duzentos e cinqu en ta hom ens dos filh o s de
Y ish ra 'a l, líd eres da com unidade, eleito s por ela, hom ens de renom e; 3 e ajuntando-se contra M ô­
sheh e contra A h aro n , d isseram -lhes: "Agora chega! Pois toda a com u nidade é p ura, todos eles
são puros, e Yahúh está no m eio d eles; por que vo cês se exaltam sobre a com un idade de Yahú h ?".
4 Q u an do M ôsheh o u viu isso, prostrou com o rosto em terra; 5 e falou a Korach e a toda a sua
co m p a nh ia , d ize n d o : "A m an h ã p ela m anhã Yahúh fará sab er quem é dEle, e quem é puro, ao qual
Ele fará chegar a S i; e aq u ele a quem esco lh er fará chegar a S i. 6 E façam assim : Ko rach e toda a
sua co m p a nh ia , pegarão os in cen sá rio s; 7 e am an h ã, pondo fogo n eles, sobre eles colo qu em o
in cen so perante Y ahúh; e será que o hom em a quem Yahúh esco lher, esse será o puro; e isso basta,
filh os de L e v i!" . 8 E M ôsheh d isse a Ko rach : "O u ç a m agora, filhos de Lev i! 9 Por a ca so é pouco
para vo cês que o A ltíssim o de Y ish ra 'a l os tenha separado da co m u nid a d e de Y ish ra 'a l, para lhes
fa zer chegar a Si, a fim de fa z e r o se rviç o do tab ernácu lo de Yahúh e estarem perante a com u­
nidade para m inistrar-lhe, 1 0 e fe z com que vo cê chegasse, junto com todos os seus irm ãos, os
filh os de Levi? E agora vo cê s querem tam bém o sacerd ó cio ? 11 Para isso é que vo cê e toda a sua
co m p a nh ia foram ch am ad os perante Yahúh! E A h a ro n , quem é e le, para que m urm urem contra
e le?". 12 E M ôsheh m andou ch am ar a D atan e a A vira m , filh o s de A li'a v ; eles porém responde­
ram : "N ã o irem os! 1 3 Será que não basta v o cê ter nos tirado de um a terra em que so bejam leite e
m el para nos m atar no deserto? E, além d isso , ain d a quer m andar em nós? 14 Nem tam p ouco nos
introdu ziu em um a terra em que sobejam leite e m el, nem nos deu cam p o s e v in h a em herança;
p or a caso v o cê cegará os o lho s a esses hom ens? E por isso não irem o s!". 15 E M ôsheh irou-se
grandem ente, e disse a Yahúh: "N ã o dê a ten ção à oferta deles; nem um só jum ento tenho pegado
d eles, nem a nenhum d eles tenho feito m a l!". 16 E M ôsheh disse a Ko rach : "C o m p areçam am anhã
v o cê e toda a sua co m p a n h ia perante Yahúh; vo cê e eles, e A h a ro n . 17 E que cad a um pegue o
seu in cen sá rio , e ponha n ele in cen so ; cad a um traga perante Yahúh o seu in cen sá rio , duzentos
e cin q u en ta in cen sá rio s; tam bém v o cê e A h aro n , cad a qual o seu in ce n sá rio !". 18 E cada qual
pegou o seu in cen sá rio , e n ele pôs fogo, e n ele c o lo co u in cen so ; e se puseram à porta da Tenda da
R evela çã o com M ôsheh e A h a ro n . 19 E Korach fe z a ju nta r contra eles toda a com u nidade à porta
da Tenda da R e ve la çã o ; e o resplen d o r de Y ahúh a p areceu a toda a com un idade.
O s re b eld e s são castigados

2 0 E Yahúh falou a M ôsheh e a A haro n, dizendo: 21 "Apartem-se do m eio desse povo, e Eu os consu­
m irei num instante!". 22 M as eles prostraram com os rostos em terra, e disseram : "Ó Eterno, C riador
dos espíritos e de toda as criaturas! Pecará um só homem e V o cê indignará, ó Eterno, contra toda essa
com unidade?". 23 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 24 "Fale a toda essa com unidade: retirem-se
dos arredores da habitação de Korach, D atan e A vira m !". 25 E M ôsheh levantou-se e foi encontrar-
-se com Datan e A viram ; e seguiram-nos os ancião s de Yishra'al. 26 E falou à com unidade, dizendo:
"Peço que retirem-se das tendas desses homens ímpios, e não peguem nada do que é deles, para
que não pereçam em todos os seus p ecados!". 27 E eles saíram de derredor da habitação de Korach,
Datan e Aviram . E Datan e Aviram saíram , e se puseram à porta das suas tendas, juntam ente com suas
m ulheres, e seus filhos e suas crian ças. 28 E M ôsheh disse: "N isso vocês conhecerão que Yahúh me
enviou a fazer todas essas obras; pois não as tenho feito de m im mesmo. 29 Se esses morrerem com o
morrem todos os homens, e se forem visitados com o são visitados todos os homens, então Yahúh não
m e enviou. 30 M as, se Yahúh c riar algum a coisa nova, e a terra ab rir a boca e os tragar com tudo
o que é deles, e vivo s descerem ao abismo, então vocês com preenderão que esses homens fizeram
Yahúh irar-se!". 31 Q uando M ôsheh acabou de falar todas essas palavras, a terra que estava debaixo
d eles se fendeu; 32 e a terra abriu a boca e os tragou com as suas fam ílias, com o também a todos os
homens que estavam aliados com Korach, e todos os seus bens. 33 E assim eles e tudo o que era deles
d esceram vivo s ao ab ism o ; e a terra fechou sobre eles, e desapareceram do m eio da com unidade.
3 4 E todo o Yish ra'al, que estava ao redor deles, fugiu ao clam or deles, dizendo: "Pode ser que a terra
tam bém nos en g u la!". 35 E saiu fogo do poder de Yahúh, e consum iu os duzentos e cinquenta homens
que ofereciam o incenso.

O s queim adores d e in cen so

1
^ 1 E Yahúh falou a Môsheh, dizendo: 2 "Fale a A l'azar, filho de Aharon, o sacerdote, que tire os
/ incensários do m eio do incêndio e espalhe o fogo para longe, pois os incensários são sagrados.
3 Q uanto aos incensários daqueles que pecaram contra si m esmos; deles se façam chapas, de obra
batida, para cobertura do altar; porquanto os trouxeram perante Yahúh, por isso se tornaram sagrados;
e serão por sinal aos filhos de Yish ra'al!". 4 E Al'azar, o sacerdote, pegou os incensários de bronze, os
quais aqueles que foram queimados tinham oferecido; e os converteram em chapas para cobertura do
altar, 5 para servir de memória aos filhos de Yishra'al, a fim de que nenhum estranho, ninguém que não
seja da descendência de Aharon, se chegue para queimar incenso perante Yahúh, para que não seja
com o Korach e a sua com panhia; conforme Yahúh havia falado a A l'a z a r por intermédio de M ôsheh.

N ovo tum ulto e se u castigo. A haron livra o povo

6 M as, no dia seguinte, toda a com unidade dos filhos d eY ishra'al m urmurou contra Môsheh e Aharon,
d izendo: "Vocês mataram o povo de Yahú h !". 7 E tendo ajuntado toda a com unidade contra Môsheh
e Aharon, dirigiram-se para a Tenda da Revelação e viram que a nuvem a cobriu, e o resplendor de
Yahúh apareceu. 8 E M ôsheh e Aharon vieram à frente da Tenda da R evelação. 9 Então Yahúh falou a
M ôsheh, dize nd o : 10 "Saiam do m eio desse povo, para que Eu, num m om ento, o possa consu m ir!".
E prostraram com o rosto em terra. 11 E M ôsheh disse a Aharon: "Pegue o seu incensário, põe nele
fogo do altar, ponha incenso sobre ele e leve-o depressa à com unidade, e faça exp iação por eles; por­
que grande indignação saiu de Yahúh; e já com eçou a praga!". 12 E Aharon pegou-o, com o Môsheh
tinha falado, e correu ao m eio da com unidade; e naquele momento a praga havia com eçado entre o
povo; e colocando o incenso no incensário, fez exp iação pelo povo. 13 E pôs-se em pé entre os mor­
tos e os vivos, e a praga cessou. 14 E os que morreram da praga foram catorze m il e setecentos, além
dos que morreram no caso de Korach. 15 E A haron e Môsheh voltaram à porta da Tenda da Revelação,
pois já havia cessado a praga.
O cajado d e A haron floresce

16 E Yahúh falou a M ôsheh, d izendo: 17 "Fale aos filhos de Yishra'al, e pegue deles um cajado para
cada casa paterna de todos os seus líderes, segundo as casas de seus pais, doze cajados; e escreva o
nome de cada um sobre o seu cajado. 18 0 nome de Aharon escreverá sobre o cajado de Levi; porque
cada cabeça das casas de seus pais terá um cajad o . 19 E o s porá na Tenda da R evelação, perante o
testemunho, onde virei a vo cês. 20 E o cajado do homem que Eu escolher brotará; e assim farei cessar
as m urm urações dos filhos de Y ishra'al contra M im , com que murmuram contra vo cês!". 21 E Môsheh
falou aos filhos de Yish ra'al, e todos os seus líderes lhe deram cajados, cada líder um, segundo as
casas de seus pais, doze cajados; e entre elas estava o cajado de Aharon. 22 E Môsheh depositou as
varas perante Yahúh na tenda do testem unho. 23 E no dia seguinte, quando Môsheh entrou na tenda
do testem unho, viu que o cajado de Aharon, que representava a tribo de Levi, havia brotado. E tinha
brotos, flores e havia dado amêndoas m aduras. 24 E M ôsheh trouxe todos os cajados da presença de
Yahúh a todos os filh os de Y ish ra 'a l; e eles olharam , e pegaram cada um o seu cajado. 25 E Yahúh
disse a M ôsheh: "Torna a pôr o cajado de Aharon perante o testemunho, para se guardar por sinal
contra os filh os rebeldes; para que possa fazer cessar as suas m urm urações contra M im , a fim de que
não morram. 26 E assim Môsheh fez; conforme Yahúh lhe havia ordenado, assim ele o fez. 27 E os filhos
d eYishra'al disseram a M ôsheh: "Estamos perdidos! Vamos morrer! Sim, todos nós vamos morrer. 28 Todo
aquele que se aproxim ar do Tabernáculo de Yahúh m orrerá! Por a caso todos nós morrerem os?".

D ire ito s e deveres dos sacerd ote s e dos levitas

1 Q
U
1 E Yahúh disse a A haro n: "V ocê , seus filhos e a linhagem fa m ilia r de seu pai serão responsáveis
pelos erros com etidos no serviço do m ikdo sh. Porém só vo cê e seus filh os sofrerão por causa
dos erros com etidos no seu sacerdócio. 2 Faça chegar com vo cê também seus irm ãos, a tribo de Levi,
a tribo de seu pai, para que se ajuntem a vo cê para ajudá-lo; mas vo cê e seus filhos estarão perante
a Tenda do Testemunho. 3 Eles cumprirão as suas ordens, e assumirão o encargo de toda a tenda; mas
não se chegarão aos utensílios do m ikdosh, nem ao altar, para que não morram, nem eles, nem vocês. 4
M as se ajuntarão a vo cê e assum irão o encargo da Tenda da Revelação, para todo o serviço da tenda; e
o estranho não se chegará a vocês. 5 Vocês assumirão o encargo do m ikdosh e o encargo do altar, para
que não haja outra vez fúria sobre os filhos de Yishra'al. 6 Eu tenho escolhido seus irmãos, os levitas, do
meio dos filhos deY ish ra'al; eles lhes são uma dádiva, feita a Yahúh, para fazerem o serviço da Tenda da
Revelação. 7 M as você e seus filhos cumprirão o seu sacerdócio concernente a tudo o que é do altar, e a
tudo o que está dentro do véu; esse é o serviço de vocês. Eu lhes dou o sacerdócio como dádiva minis­
terial, e o estranho que se aproxim ar será morto!". 8 E Yahúh disse a Aharon: "Agora Eu estou lhe dando
as m inhas ofertas alçadas, com todas as coisas consagradas dos filhos de Yishra'al; a você as tenho dado
com o porção, e a seus filhos com o direito perpétuo. 9 E das coisas especialm ente sagradas reservadas
do fogo serão suas; todas as suas ofertas, isto é, todas as oferendas de cereais, todas as oferendas pelo
pecado e todas as ofertas pela culpa, que me entregarem; essas coisas serão especialm ente sagradas para
você e para seus filhos. 10 Você comerá essas coisas no lugar especialm ente sagrado; delas todos do
sexo m asculino poderão com er; elas serão separadas para você. 11 Também isso será seu: a oferta alça­
da das suas dádivas, com todas as ofertas de movimento dos filhos de Yishra'al; a você, a seus filhos e às
suas filhas as tenho dado com o porção, para sempre. Todo aquele que na sua casa estiver puro poderá
com er delas. 12 E tudo o que do azeite há de melhor, e tudo o que do mosto e do grão há de melhor, as
p rim ícias desses que eles derem a Yahúh, a você as tenho dado. 13 E os primeiros frutos de tudo o que
houver na sua terra, que trouxerem a Yahúh, serão seus. E todo aquele que na sua casa estiver limpo co­
m erá deles. 14 Em Yishra'al, toda coisa que for consagrada, irremissivelmente, será sua. 15 E todo prim o­
gênito de todo ser vivente, que oferecerem a Yahúh, tanto de homens com o de anim ais, será seu; porém
os primogênitos dos homens certamente resgatará; também os primogênitos dos anim ais impuros você
os resgatará. 16 O s que deles se houverem de resgatar, desde a idade de um m ês os resgatará, segundo
a sua avaliação , por c in co shekalim de dinheiro, de acordo com o padrão de sh e kel do m ikdosh, que
é de vinte g uerot. 17 M as o prim ogênito da vaca, o prim ogênito da ovelha, e o prim ogênito da cabra
não resgatará, porque eles são sagrados. Aspergirá o seu sangue sobre o altar, e queim ará a sua gordu­
ra em oferta queim ada, de cheiro suave a Yahúh. 18 E a carne deles será sua, bem com o serão seus o
peito da oferta de m ovim ento e a coxa direita. 19 E todas as ofertas alçadas das coisas sagradas, que
os filh os de Y ishra'al oferecerem a Yahúh, Eu as tenho dado a você, a seus filhos e a suas filhas, com o
porção, para sempre; é uma A lian ça Perpétua de sal perante Yahúh, para vo cê e para a sua descendên­
c ia !". 20 E Yahúh disse a Aharon: "N a sua terra nenhum a herança vo cê terá, e no m eio deles nenhuma
porção terá; Eu Sou a sua porção e a Sua herança entre os filh os de Y ish ra 'a l!".

O s d ízim os e os levitas

21 "Eu dou aos filhos de Levi todos os d ízim os em Yishra'al por herança, pelo serviço que prestam, o
serviço da Tenda da R evelação. 22 E nunca m ais os filh os de Y ishra'al se chegarão à Tenda da Revela­
ção , para que não levem sobre si o pecado e m orram. 23 M as os levitas farão o serviço da Tenda da
R evelação, e eles responderão por seus erros; pelas suas gerações estatuto perpétuo será; e no m eio
dos filhos de Yishra'al nenhuma herança terão. 24 Porque os dízim os que os filhos de Yishra'al oferece­
rem a Yahúh em oferta alçada, Eu os tenho dado por herança aos levitas; porquanto Eu lhes disse que
nenhuma herança teriam entre os filhos de Yishra'al!" 25 E Yahúh falou a Môsheh, dizendo: 26 "Também
você falará aos levitas: quando vocês receberem os dízim os da parte dos filhos de Y ishra'al, que deles
lhes tenho dado por herança, então desses dízim os farão a Yahúh uma oferta alçada, o dízim o dos dízimos.
27 E será considerada a sua oferta alçada, com o o grão da eira, e com o a plenitude do lagar. 28 E assim
também vocês farão a Yahúh uma oferta alçada de todos os seus dízim os, que receberem dos filhos de
Yishra'al; e desses dízim os darão a oferta alçada de Yahúh a Aharon, o sacerdote. 29 E de todas as dá­
divas que lhes forem feitas, oferecerão, do m elhor delas, toda a oferta alçada de Yahúh, terá a sua parte
separada. 30 Portanto, dirá a eles: quando fizerem oferta alçada do m elhor dos dízim os, será ela com ­
putada aos levitas, como a novidade da eira e com o a novidade do lagar. 31 E o com erão em qualquer
lugar, vocês e as suas famílias; porque é a sua recompensa pelo seu serviço na Tenda da Revelação. 32
Por isso não levarão sobre vocês o pecado, pelo fato de terem posto de lado o que há de m elhor delas;
pois não devem profanar as coisas especialm ente puras dos filhos de Yishra'al, para que não morram!".

A água da p u rifica çã o

1 E Yahúh falou a M ôsheh e a A haro n, dizendo: 2 "Esse é o estatuto da Toráh que Yahúh
Z J nou: fale aos filhos d e Y ish ra 'al que tragam a vo cês uma novilha verm elha sem defeito, que
não tenha m ancha, e sobre a qual não se tenha posto jugo: 3 e a entregarão a A l'azar, o sacerdote;
ele a tirará para fora do acam pam ento, e a degolarão diante dele. 4 E A l'azar, o sacerdote, pegará
do sangue com o dedo, e dele aspergirá para a frente da Tenda da R evelação sete vezes. 5 E à vista
d ele se queim ará a n ovilha, tanto o couro e a carne, com o o sangue e o excrem ento; 6 e o sacerdote,
pegando um pau de cedro, hissopo e carm esim , os jogará no m eio do fogo que queim a a n o vilh a. 7 E
o sacerdote lavará as suas vestes e banhará o seu corpo em água; e depois entrará no acam pam ento;
e o sacerdote será impuro até a tarde. 8 E o que a tiver queimado lavará as suas vestes e banhará o
seu corpo em água, e será im puro até a tarde. 9 E um homem limpo recolherá a cin za da n o vilha, e
a depositará fora do acam pam ento, num lugar lim po, e ela ficará guardada para a com unidade dos
filhos de Yish ra'al, para a água purificadora; é oferenda pelo pecado. 10 E o que recolher a cin za da
novilha lavará as suas vestes e será im puro até a tarde; isso será por estatuto perpétuo aos filhos de
Y ishra'al e ao estrangeiro que peregrina entre eles!''.

A re sp e ito d e toca r em um cadáver

11 "E aquele que pegar no cadáver de alguma pessoa será impuro por sete dias. 12 E ao terceiro dia
o mesmo se purificará com aquela água, e ao sétimo dia se tornará lim po; m as, se ao terceiro dia não
se purificar, não se tornará lim po ao sétimo dia. 13 E todo aquele que pegar no cadáver de alguma
pessoa que tenha m orrido, e não se purificar, contam ina o tabernáculo de Yahúh; e essa pessoa será
elim inada de Yish ra'al; porque a água da p u rificação não foi aspergida sobre ela, continua impuro; a
sua im pureza está ainda sobre ele. 14 Essa é a lei, quando alguém morrer num a tenda, todo aquele
que entrar na tenda, e todo aquele que nela estiver, se tornará impuro por sete dias. 15 E todo vaso
aberto, sobre o qual não houver pano atado, se tornará im puro. 16 E todo aquele que no cam po pegar
alguém que tenha sido morto pela espada, ou outro cadáver, ou um osso de alguma pessoa, ou uma
sepultura, se tornará impuro por sete dias. 17 E para o impuro pegarão da c in z a da queima da oferen­
da pelo pecado, e sobre ela colo carão água viva num vaso; 18 e um homem lim po pegará hissopo,
e o m olhará na água, e a aspergirá sobre a tenda, sobre todos os objetos e sobre as pessoas que ali
estiverem , com o tam bém sobre aquele que tiver pegado no osso, ou em alguém que foi morto, ou que
faleceu, ou num a sepultura. 19 E ao terceiro dia e ao sétimo dia o lim po aspergirá sobre o im puro, e
ao sétimo dia o pu rificará; e o que estava impuro lavará as suas vestes, e se banhará em água, e à tarde
será lim po. 20 M as o que estiver impuro e não se purificar, esse será elim inado do m eio da com unida­
de, porquanto contam inou o m ikdo sh de Yahúh; a água de p u rificação não foi aspergida sobre ele; é
im puro. 21 E isso lhes será por estatuto perpétuo: o que aspergir a água da purificação lavará as suas
vestes; e o que pegar na água da pu rificação será impuro até a tarde. 22 E tudo quanto o impuro pegar
também será im puro; e a pessoa que pegar naq uilo que o impuro pegou será impura até a tarde!"

A m o rte d e M iryam

O Toda a com unidade dos filhos d eY ish ra'al chegaram ao deserto d e T z in , no prim eiro mês, e
^ l / o povo ficou em Kadesh-Barnê'a. A li morreu M iryam , e ali ela foi sepultada. 2 E ali não havia
água para a com unidade; por isso eles se ajuntaram contra M ôsheh e A haro n. 3 E o povo contendeu
com M ôsheh, dizendo: "Antes tivéssemos perecido quando pereceram nossos irm ãos perante Yahúh!
4 Por que vo cês trouxeram a com unidade de Yahúh a esse deserto, para que morramos aqui, nós e os
nossos anim ais? 5 E por que vocês nos fizeram sair de M itzrayim para nos trazer a esse lugar terrível?
Nesse lugar não há semente, nem figos, nem vid es, nem rom ãs, nem m esmo água para b eber!". 6 E
Môsheh e Aharon saíram da presença do povo até a porta da Tenda da R evelação, e se prostraram com
o rosto em terra; e o resplendor de Yahúh lhes apareceu.

M ôsheh fere a Rocha em M erivá h , e as águas saem

7 E Yahúh falou a M ôsheh, d izendo: 8 "Pegue o cajad o e ajunte a com unidade, vo cê e Aharon, seu
irm ão, e falem à Rocha perante os seus olhos, que ela dê as suas águas, e assim lhes tirará água da
Rocha, e dará a beber à com unidade e aos seus anim ais!". 9 E M ôsheh pegou o cajado na presença
de Yahúh, com o Ele lhe ordenou. 10 E M ôsheh e Aharon reuniram o povo diante da Rocha, e Môsheh
disse-lhes: "O u çam agora, rebeldes! Por acaso tiraremos água dessa Rocha para vocês?". 11 E Môsheh
levantou a mão, e bateu na Rocha duas vezes com o seu cajado, e saiu muita água, e a com unidade
e os seus anim ais beberam . 12 E Yahúh disse a M ôsheh e a Aharon: "Porquanto vo cês não creram em
M im , para M e exaltarem diante dos filh os de Yish ra'al, por isso vo cês não introduzirão esse povo na
terra que lhes darei. 13 Essas são as águas de M eriváh, porque ali os filhos de Yishra'al contenderam
contra Yahúh, e Ele lhes deu um a prova do Seu poder!".

M ô sh e h so licita a passagem p o r Edom

14 E de Kadesh-Barnê'a, M ôsheh enviou m ensageiros ao rei de Edom, dizendo: "Assim d iz seu irm ão
Y ish ra'al: vo cê sabe todo o trabalho que nos tem sobrevindo; 15 com o nossos pais foram a M itzrayim ,
e nós habitamos m uito tempo em M itzrayim ; e com o os egípcios nos m altrataram , a nós e a nossos
p ais; 16 e quando clam am os a Yahúh, Ele ouviu a nossa vo z, e m andou um anjo, e nos tirou de M it­
zrayim ; agora estamos em Kadesh-Barnê'a, cidade na extrem idade das suas fronteiras. 17 Deixe-nos
passar pela sua terra; não passarem os pelos cam pos, nem pelas vinhas, nem beberemos a água dos
seus poços; iremos pela estrada real, não nos desviando para a direita nem para a esquerda, até que
tenham os passado as suas fronteiras!".

O re i d e Edom não p e rm ite que o s yish ra'alitas passem

18 Porém o rei de Edom lhes disse: "N ós não deixarem os que passem pelo nosso país. Se tentarem fa­
z e r isso, m archarem os ao encontro de vocês e atacarem os!". 19 E os filhos de Y ishra'al lhe replicaram :
"Irem os pela estrada real; e se bebermos das suas águas, eu e o meu gado, pagarei o preço delas; sob
c ondição de eu nada m ais fazer, deixa-m e somente passar a p é!". 20 Porém o rei de Edom respondeu:
"N ão . Vocês não passarão!". E os edomitas vieram com um exército poderoso para atacar o povo de
Y ish ra'al. 21 E assim o rei de Edom recusou d eixar o povo de Y ishra'al passar pelo seu país; por isso
Y ishra'al se desviou dele.

A m o rte d e A haron

22 E partiram de Kadesh-Barnê'a; e os filhos de Yish ra'al, a com unidade toda, chegaram ao monte
Hor-Hahar. 23 EYahúh falou a Môsheh e a Aharon no monte Hor-Hahar, na fronteira da terra de Edom,
d izendo: 24 "Aharon será recolhido a seu povo, porque não entrará na terra que Eu prometi dar aos
filhos de Yish ra'al, porquanto vocês foram rebeldes contra a M inha palavra no tocante às águas de Me-
riváh. 25 Traga Aharon e A l'azar, o filh o dele, e m ande que subam ao monte H or-H ahar; 2 6 e depois
tire as vestes de Aharon e as vista em A l'aza r, seu filh o , porque Aharon m orrerá ali e será recolhido
para junto de seu p ovo!". 27 E M ôsheh fez conform e Yahúh lhe havia ordenado; e subiram ao monte
H or-H ahar perante os olhos de toda a com unidade. 28 E M ôsheh tirou as vestes de Aharon as vestes,
e as vestiu em APazar, seu filh o ; e Aharon m orreu ali sobre o cum e do monte; e M ôsheh e A Pazar
desceram do monte. 29 E toda a com unidade, vendo que Aharon tinha m orrido, assim toda a C asa de
Y ishra'al chorou por ele trinta dias.

O s yish ra'alitas d errotam o re i de A ra d

< 3 " f 1 E o kena'anita rei de Arad, que habitava na região sul (de Kena'an), ouviu falar que Yishra'al
I vin h a pelo cam in h o de Atarim , e atacou o povo de Yishra'al e levou alguns deles com o pris
neiros. 2 Então Yishra'al fez um voto a Yahúh, dizendo: "Se na verdade entregar esse povo nas m inhas
mãos, destruirei com pletamente a suas cid ad es!". 3 EYahúh ouviu a vo z de Yish ra'al, e entregou-lhe
os kena'anitas; e os yishra'alitas os destruíram totalm ente, e destruíram também as suas cidades e
deram àquele lugar o nome de Chorm áh.

A serp e n te d e b ronze

4 E partiram do monte Hor-Hahar, pelo cam inho que vai ao M ar Suf, para rodearem a terra de Edom;
e o povo estava im paciente por causa do cam in h o. 5 E o povo falou contra o Eterno e contra M ôsheh,
d izendo: "Por que nos fizeram sair de M itzrayim para morrerm os no deserto? Pois aqui não há pão
e não há água; já estamos enfastiados desse m iserável alim ento !". 6 Então Yahúh m andou serpentes
venenosas, que se espalharam entre o povo e os m ordiam ; e m orreu muita gente em Yishra'al. 7 E o
povo veio a M ôsheh, e disse: "Pecam os, porquanto temos falado contra Yahúh e contra você. O re a
Yahúh para que Ele tire de m eio de nós essas serpentes!". E M ôsheh orou pelo povo. 8 E Yahúh disse
a M ôsheh: "Faça um a serpente de bronze e põe-na sobre uma haste; e todo aquele que foi m ordido e
que olhar para ela ficará cu rad o!". 9 E M ôsheh fez um a serpente de bronze, e a pôs sobre uma haste;

2 1 :3 -C h o rm á h significa: "Dedicação".
e sucedia que, tendo uma serpente m ordido a alguém, quando e le olhava para a serpente de bronze,
era curado e vivia .

A s jorn a d a s d os yishra'alitas

10 E os filhos de Y ishra'al partiram e acam param -se em O vo t. 11 E partindo de O vot, acam param -se
em Avarim , no deserto que está defronte de Mo'av, para o nascente. 12 E dali partiram e acamparam-se
no va le de Záred. 13 E, partindo d a li, acam param -se além do Arnon, que está no deserto e sai do
território dos em oritas; porque o Arnon é o lim ite do território de M o'av, entre os m o'avitas e os
em oritas. 14 Por isso se d iz no livro das batalhas d eYahúh: os m ilagres que o Eterno realizou no M ar
Suf, e aqueles no rio A rno n, 15 e na corrente dos rios que se estendiam no m eio do território de Ar, na
direção da fronteira com Mo'av. 16 E dali vieram a Be'er; esse é o poço do qual Yahúh disse a Môsheh:
"Reúna o povo e darei água a eles!". 17 E Yishra'al cantou esse cântico: "Ó poço, faça brotar a sua
água e nós a saudaremos com um cântico!". 18 Esse foi o poço que os Ifderes cavaram , que os chefes
do povo (Môsheh e Aharon) escavaram com os seus bastões de com ando e com os seus bordões. E do
deserto foram para M atanáh; 19 e, de Matanáh para N achali'al e, de N achali'al para Bamot; 20 e, de
Bamot foram para o vale que está no território de Mo'av, ao cum e de Pisgáh, de onde se avista o deserto.

O s yishra'alitas derro ta m Sich o n , re i de C heshbon

21 Então Yishra'al m andou m ensageiros a S ichon, rei dos em oritas, a dizer-lhe: 22 "Deixe-m e passar
pela sua terra; não nos desviarem os para os cam pos nem para as vinh as; as águas dos poços não be­
berem os; irem os pela estrada real até que tenham os passado a sua fronteira!". 23 Porém Sichon não
d eixou Yishra'al passar pelo seu território; pelo contrário, ajuntou todo o seu povo, saiu ao encontro
de Y ishra'al no deserto e, vin d o a Yah'tzáh, guerreou contra Yishra'al. 24 M as Y ishra'al o feriu ao fio da
espada, e apoderou-se da sua terra, desde o Arnon até o Yabok, até os amonitas; porquanto a fronteira
dos amonitas era fortificada. 25 E assim Y ishra'al tomou todas as cidades dos em oritas e habitou nelas,
em Cheshbon e em todos os seus povoados. 26 Porque Cheshbon era a cidade de Sichon, rei dos em o­
ritas, que tinha lutado contra o rei de M o'av, e tomara da m ão dele toda a sua terra até o rio Arnon.
2 7 Por isso dizem os que falam por provérbios: "Venham a Cheshbon, a cidade do rei Sichon! Ela será
reconstruída e reedificada! 28 Porque fogo saiu de Cheshbon, e uma cham a da cidade de S ichon; e
devorou a cidade de A r de M o'av, e aos donos dos altares de adoração pagã do Arnon. 29 Ai de vocês,
moradores de M o'av! Perdidos estão! Ó povo que adora o deus Kemosh! Entregou seus filh os com o
fugitivos, e suas filhas com o cativas, a Sichon, rei dos em oritas. 30 Nós os sitiam os; Cheshbon está
destruída até D ivo n , e os assolam os até Nôfach, e o fogo chegou até M edevá!".

O s yishra'alitas derro ta m O g, r e i de Bashan

31 E assim Yishra'al habitou na terra dos em oritas. 32 Depois M ôsheh m andou espionar a cidade de
Ya'zêr, e tomaram os seus povoados e expulsaram os em oritas que estavam a li. 33 E voltaram-se, e
foram pelo cam in h o de Bashan. E O g, o rei de Bashan, saiu-lhes ao encontro, ele e todo o seu povo,
para batalhar contra Yishra'al em Edre'i. 34 E Yahúh disse a M ôsheh: "N ão tenha medo dele, porque
Eu o entreguei na sua m ão, juntam ente com todo o seu povo e sua terra. E vo cê deverá fazer com
ele o m esmo que fe z com S ichon, rei dos em oritas, que habitava em C hesh b on!". 35 E assim, os
y ishra'alitas mataram O g , os seus filhos e todo o seu povo, até que nenhum deles ficou restando; e
tam bém se apoderaram da terra dele.

Balak envia m en sageiros a Bil'am , o profeta

1 E os filhos de Y ishra'al partiram , e acam param -se nas plan ícies de M o'av, do outro lado do rio
Yarden, na altura da cidade de Yerechó. 2 E B ala k, filh o d eTzip or, soube de tudo quanto o povo
de Y ishra'al havia feito com os em oritas. 3 E M o 'av ficou com bastante medo do povo, porque era m ui­
to; e M o 'av andava angustiado por causa dos filh os de Yishra'al. 4 Por isso os m o'avitas disseram aos
líderes dos m idianitas: "Agora essa m ultidão vai devorar tudo quanto houver ao redor de nós, com o
um boi com e o capim do pasto!". Nesse tempo Balak, filho d eTzip o r, era rei de M o'av. 5 Ele enviou
m ensageiros a B il'a m , filh o de Be'or, que estava em Petor, perto do rio Eufrates, à terra dos filhos do
seu povo, a fim de cham á-lo, dizendo: "Saiu um povo de M itzrayim , que cobre a face da Terra e agora
veio m orar perto de m im . 6 Peço-lhe que venha logo para a m aldiço ar esse povo para m im , pois eles
são m ais poderosos do que eu. Talvez assim eu possa derrotá-los e expulsá-los da terra; porque eu sei
que será abençoado aquele a quem vo cê abençoar, e será am aldiçoado aquele a quem vo cê am aldi­
ço a r!". 7 Então os líderes de M o 'av e o s líderes de M idyan foram, levando consigo dinheiro para pagar
as m aldições e, chegando a B il'a m , transmitiram -lhe a mensagem de Balak. 8 Ele lhes disse: "Fiquem
aqui essa noite, e am anhã lhes trarei a resposta, conform e Yahúh me fa la r!". E os líderes de M o'av fi­
caram com B il'a m . 9 Então o Eterno ve io fa la r com B il'am e perguntou: "Q uem são esses homens que
estão com vo cê?". 10 E B il'am disse ao Eterno: "B a la k , filh o deTzip o r, rei de M o'av, os enviou a m im ,
dizendo: 11 'O povo que saiu de M itzrayim cobre a face da Terra; venha agora o am aldiçoar para
m im , para ve r se assim poderei combatê-lo e exp u lsá-lo '!". 12 E o Eterno disse a B il'a m : "N ão vá com
eles, nem am aldiçoe esse povo, pois esse é um povo ab ençoado!". 13 E B iTam , levantando-se pela
m anhã, disse aos líderes que B ala k havia enviado: "Voltem para a sua terra, pois Yahúh recusa deixar-
-me ir com vo cês!". 14 E os líderes de M o'av levantaram-se, e vieram a B ala k e disseram : "B il'a m não
q uis v ir con o sco!". 15 Porém B ala k tornou a en viar outros líderes, em m aior número e m ais honrados
do que aqueles prim eiros. 16 E eles foram falar com B il'am e lhe disseram : "Assim d iz Balak, filh o de
Tzip or: peço-lhe que venha logo até aq u i, 17 porque grandemente o honrarei, e farei tudo o que você
me disser; por isso peço-lhe que venha logo e am aldiçoe esse povo para m im !". 18 E BiPam disse aos
servos de B ala k : "Ainda que B ala k me desse todo o ouro e toda a prata do seu p alácio, eu não poderia
ir além da ordem de Yahúh, m eu A ltíssim o , para fa z e r c o isa algum a, nem pequena nem grande.
19 Agora peço-lhes que fiquem aqui ainda essa noite, para que eu saiba o que m ais Yahúh m e d irá!".
2 0 E o Eterno veio a B il'am , de noite, e disse-lhe: "Já que esses homens vieram cham ar você, apronte-se
e vá com eles; no entanto, faça somente aquilo que Eu disser!".

O A n jo d e Yahúh e a jum enta d e Bil'am

21 E no dia seguinte B il'am levantou-se pela m anhã, pôs o arreio na sua jum enta e partiu com os
líderes de M o'av. 22 E a ira do Eterno se acendeu porque ele foi, e o A n jo de Yahúh pôs-se no cam inho
para impedi-lo de passar. E e le ia montado na sua jum enta, tendo consigo os seus dois servos. 23 A
jumenta viu o A n jo de Yahúh parado no cam inho, com a sua espada desem bainhada na m ão, e ela
desviou-se do cam inho, entrou-se p elo cam po; por isso B il'am bateu na jum enta para fazê-la voltar
para o cam inho. 24 M as o A n jo de Yahúh pôs-se num a vereda entre as vin h a, onde havia um m uro
de pedra de um e de outro lado. 25 E a jum enta, vendo o A n jo de Yahúh, apertou-se contra o muro,
apertando o pé de B il'a m ; e por causa disso ele bateu nela de novo. 26 E o A n jo de Yahúh passou
m ais adiante, e posicionou-se num lugar estreito, onde não havia com o se desviar nem para a direita
nem para a esquerda. 27 E a jumenta viu o A n jo de Yahúh e deitou-se debaixo de B il'a m ; e a ira de
B il'am se acendeu, e ele espancou a jum enta com o bordão. 28 Nisso Yahúh fez a jum enta falar, e ela
perguntou a B il'a m : "O que eu fiz contra vo cê para que me espancasse essas três vezes?". 29 E B il'am
disse à jum enta: "Porque vo cê zom bou de m im ! Se eu tivesse uma espada na mão, m ataria vo cê agora
m esm o!". 30 E a jum enta disse a B il'a m : "Por acaso não sou a sua jum enta, em que vo cê cavalgou
toda a sua vid a até hoje? Por acaso tem sido o meu costum e fazer assim para com vo cê?". E ele disse:
"N ã o !". 31 Então Yahúh abriu os olhos a B iTam , e ele viu o A n jo de Yahúh parado no cam inho, e a sua
espada desem bainhada na m ão; por isso inclino u a cabeça, e prostrou-se com o rosto em terra. 32 E o
A njo de Yahúh disse-lhe: "Por que vo cê bateu três vezes na sua jumenta? Eu é que vim com o se fosse
seu adversário, para fazer vo cê voltar, pois o seu cam in ho é perverso diante de M im ; 33 m as a sua
jumenta M e viu e já três vezes se desviou de M im . Se ela não tivesse desviado de M im , na verdade,
Eu teria matado vo cê, e ela teria ficado viv a !". 34 E B il'am disse ao A njo de Yahúh: "Pequei, porque eu
não sabia que estava Vo cê parado no cam in h o para m e fazer parar. Porém, agora, se parece m al aos
Seus olhos, voltarei para casa!". 35 E o A n jo de Yahúh disse a B il'a m : "V á com esses homens, mas você
falará somente aquilo que Eu lhe disser!". E assim B il'am seguiu com os líderes de Balak:

Balak vai a o e n co n tro d e Bil'am

3 6 Q uando Balak soube que B il'am estava chegando, foi encontrar-se com ele em lr-Mo'av, cidade
fronteira que está à margem do rio A rnon. 37 E Balak disse a B il'a m : "Por acaso não enviei diligen­
temente m ensageiros a cham á-lo? Por que vo cê não veio quando eu o cham ei da prim eira vez? Não
posso eu, na verdade, honrá-lo?". 38 E B iTam disse a Balak: "M as agora aqui estou eu com vo cê, não
é? Por acaso poderia eu de m im mesmo falar alguma coisa? A palavra que o Eterno puser na minha
b oca, essa fa la rei!". 39 E B il'am foi com Balak para a cidade de Kir'yat-Chutzot. 40 E Balak ofereceu
em sacrifício bois e ovelhas, e deles deu uma parte da carne a B iTam e aos líderes que estavam com
ele. 41 E na m anhã seguinte, B ala k levou B iTam aos altares de adoração a B a'al, e dali ele viu uma
parte do povo d eY ish ra'al.

Balak edifica sete altares

E B il'am disse a B ala k : "Construa aqui sete altares e prepare para m im sete n ovilhos e sete
£ <3 carneiros!". 2 E Balak fez conform e B iTam lhe havia falado; e Balak e B il'am ofereceram um
n ovilho e um carneiro sobre cada altar. 3 E B iTam disse a Balak: "Fique aqui em pé junto ao seu
holocausto, e eu irei; talvez Yahúh m e sairá ao encontro, e o que Ele m e mostrar, eu direi a vo cê!". E
ele foi a um lugar alto. 4 E a li o Eterno encontrou com B il'a m , ele lhe disse: "Preparei os sete altares,
e ofereci um n ovilho e um carneiro sobre cad a altar!". 5 Então Yahúh pôs um a palavra na boca de
B il'a m , e disse: "Volte para Balak, e assim falará a ele !".

B il'am abençoa a Y ishra 'a l p e la prim e ira vez

6 E B il'am voltou para Balak, e o encontrou em pé junto ao seu holocausto, com todos os líderes de
Mo'av. 7 E BiTam proferiu a sua parábola, dizendo: "D e Aram Balak, o rei de Mo'av, mandou chamar-me,
desde as m ontanhas do O riente, dizendo: venha e am aldiçoe Ya'akóv para m im ! Venha e condene
o povo d e Y ish ra 'al! 8 Com o am aldiçoarei a quem o Eterno não am aldiçoou? E com o condenarei a
quem Yahúh não condenou? 9 Pois do cu m e das penhas o vejo , e dos outeiros o contem plo; sei que
é um povo que habita só, e entre as nações não será considerado. 1 0 Q uem poderá contar o pó de
Ya'akóv e o núm ero da quarta parte d e Y ish ra'al? Q u e eu morra a morte dos justos! E seja o meu fim
com o o deles!". 11 E B ala k disse a B il'a m : "O que vo cê me fez? Cham ei-lhe para am aldiço ar os meus
inim igos, mas vo cê somente os abençoou!". 12 E ele disse: "Por acaso não terei cuidado de falar o
que Yahúh me puser na boca?".

B il'am a ben çoa a Y ishra'al p e la segunda vez

13 E B alak lhe disse: "Peço-lhe que venha com igo para outro lugar, de onde o poderá ver; verá so­
mente a últim a parte dele, m as a todo ele vo cê não verá; e am aldiçoa-o d a li!". 14 E assim o levou ao
cam po d e T z o fim , ao cum e do monte de Pisgáh; e ali construiu sete altares, e ofereceu um n ovilho e
um carneiro sobre cada altar. 15 E B iTam disse a B ala k : "Fique aqui em pé junto ao seu holocausto,
enquanto eu vou ali ao encontro do Eterno!". 16 E Yahúh encontrou-se com B iT am , pôs-lhe na boca
um a palavra, e disse: "Volte para B ala k e assim fala rá !". 17 E B il'am voltou para ele, e ele ainda es­
tava em pé junto ao seu holocausto, e com ele os líderes de M o'av. E B ala k perguntou-lhe: "O que
foi que Yahúh falou?". 18 E B il'a m proferiu a sua parábola, dizendo: "V enha, B ala k, filho d eTzip o r, e
ouça o que vou dizer! 19 0 Eterno não é com o os hom ens, que m entem; nem é um ser hum ano para
que se arrependa. Por acaso, tendo ele prometido, não o fará? O u , havendo falado, não o cum prirá?
20 Eu recebi ordem para abençoar; pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar. 21 N ão viu
cu lp a em Ya'akóv, nem contemplou desventura em Yish ra'al; Yahúh, o Altíssim o deles, está com eles,
e no m eio deles se ouvem a aclam ação ao seu Rei; 22 é o Altíssim o que os tirou de M itzrayim com
Sua incom parável força. 23 Contra Ya'akóv o encantam ento não vale nada, nem adivinhação contra
o povo de Yishra'al. Agora ou em outro tempo muitos dirão a respeito de Ya'akóv e de Yishra'al as
coisas que o Eterno lhes tem feito! 24 Este povo se levanta com o uma leoa, e se firm a com o um leão.
Ele não se deitará até que devore a presa, e beba o sangue dos que foram m ortos!". 25 Então Balak
disse a BiP am : "Se você não pode am ald iço ar esse povo, p elo menos não o ab enço e!". 2 6 E BiPam
disse a Balak: "Eu já não disse a vo cê que só posso fazer o que Yahúh m e ordenar?". 27 E B ala k disse
a B il'a m : "Agora venha com igo e eu o levarei a outro lugar; talvez parecerá bem aos olhos do Eterno
que dali os am aldiço e para m im !". 2 8 E Balak levou B il'am ao cum e do monte Pe'or, no lado que
dá para ver o deserto. 29 E B iTam disse a B ala k : "Construa para m im aqui sete altares e prepare sete
novilhos e sete carneiros!". 30 Balak fe z conform e B il'am havia falado; e ofereceu um novilho e um
c arneiro sobre cada altar.

B il'am abençoa a Y ishra 'a l p e la terceira vez

< 3 /■ 1 E B il'a m viu que parecia bem aos olhos de Yahúh que abençoasse a Yishra'al; por isso não foi,
^ r com o antes, procurar sin ais para saber qual era a vontade do Eterno. Ao contrário, e le se virou
para o deserto. 2 E B il'am ergueu os olhos e viu o povo de Yishra'al, que estava acam pado segundo
as suas tribos; e ve io sobre ele o Espírito do Eterno. 3 E B il'am proferiu a sua parábola, dizendo: "Essa
é a mensagem de B il'a m , filho de Be'o r; são essas as palavras do homem que pode ver claram ente 4
e que pode o u vir o que o Eterno está dizendo. Eu caio, os meus olhos abrem , eu tenho um a visã o do
Todo-Poderoso: 5 quão formosas são as suas tendas, ó Ya'akóv! As suas moradas, ó Yish ra'al! 6 Com o
vales, elas se estendem; são com o jard in s à beira dos rios, com o plantas de aloés que Yahúh plantou,
ou com o cedros perto das águas. 7 D e seus baldes m anarão águas, e a sua semente estará em muitas
águas; o seu rei se exalçará m ais do que Agag, e o seu reino será exaltado. 8 É o Altíssim o que os tirou
de M itzrayim , com a Sua incom parável força; Ele consum irá as nações, seus adversários, e quebrará
seus ossos, e, com as suas flechas os atravessará. 9 Agachou-se, deitou-se com o um leão, e com o uma
le o a; quem o despertará? B en d ito s os que o a b e n ço a rem , e m ald ito s o s que o a m a ld iç o a re m !".
10 Por isso Balak ficou tão irado contra B il'a m , que com uma das mãos deu um soco na outra em
sinal de ódio e disse a B il'a m : "Eu o cham ei para a m aldiço ar os meus inimigos, mas nessas três vezes
vo cê só os abençoou. 11 Agora vá embora para a sua casa; eu tinha dito que certam ente o honraria,
mas Yahúh o privou dessa h o nra!". 12 E BiPam disse a Balak: "N ão falei eu também aos seus m ensa­
geiros, que você me enviou, dizendo: 13 ainda que Balak m e desse toda a prata e todo o ouro do seu
p alácio, eu não poderia ir além da ordem de Yahúh, para fazer, de m im m esmo, o bem ou o m al; o
que Yahúh falar, isso eu falarei?".

A s últim as p ro fe cia s d e Bil'am

14 "Agora eu vou voltar para o meu próprio povo, mas antes de ir, quero avisá-lo do que esse povo fará
ao seu povo nos últim os dias!" 15 E BiPam proferiu a sua parábola, dizendo: "Essa é a mensagem de
BiP am , filho de Be'o r; são essas as palavras do homem que pode ver claram ente, 16 que pode o u vir
as palavras que o Eterno está dizendo e receber o conhecim ento que vem do Altíssim o. Eu caio , os
m eus olhos se abrem , e eu tenho uma visão do Todo-Poderoso: 17 eu o vejo , mas não no presente; eu
o contem plo, mas não de perto; de Ya'akóv procederá uma estrela, de Y ishra'al se levantará um cetro
que ferirá os lim ites de M o'av, e destruirá todos os filh os de Shêt. 18 E Edom lhe será uma possessão,
e assim também Se'ir, os quais eram os seus inim igos; pois Yishra'al fará proezas. 19 De Y a'akóv sairá
o dom inador e destruirá os sobreviventes da cid a d e!". 2 0 E BiPam viu a A m alék e proferiu a sua pa­
rábola, dizendo: "A m alé k era a prim eira das nações, m as o seu fim será a destruição!". 21 E, vendo
os kenitas, proferiu a sua parábola, dizendo: "Firm e está a sua habitação; e posto na penha está o seu
ninho; 22 todavia, será o kenita assolado, até que Ashur o leve por p risioneiro!''. 23 Proferiu ainda
a sua parábola, dizendo: "A i! Q uem poderá vive r quando o Eterno fizer essas coisas? 24 U m a frota
de navios virá de Kitim , e afligirão a Ashur; igualm ente afligirão a Éver, mas, no fim , eles também
p erecerão!". 25 E B il'am tendo-se aprontado, partiu e voltou para o seu lugar; e B ala k também se foi
p elo seu cam inho.

O s yish ra'alitas se pro stitu e m com as filhas dos m o'avitas

1 Q uand o Y ishra'al estava acam pado no vale de Shitim , o povo com eçou a prostituir-se com
as filh as dos m o'avitas, 2 pois elas convidaram o povo para as festas em que eram feitos sacri­
fício s aos seus deuses; e o povo com eu e adorou os deuses delas. 3 Porquanto Yishra'al se juntou a
Ba'al-Pe'or, e a ira d eYahúh acendeu-se contra Yish ra'al. 4 E Yahúh disse a M ôsheh: "R eúna todos os
líderes do povo e enforque-os perante Yahúh em plena luz do dia, para que a grande ira deYahúh se
retire de Y ish ra 'a l!".

A a doração a B a'al-P e'or e a devida pun içã o

5 E Môsheh disse aos ju ize s de Yishra'al: "Q u e cada um de vo cês mate os homens da sua tribo que
foram adorar o deus Ba'al-Pe'o r!". 6 E veio um homem dos filhos de Y ishra'al e trouxe a seus irmãos
uma m idianita à vista de M ôsheh e à vista de toda a com unidade dos filhos de Yishra'al, enquanto
estavam chorando à porta da Tenda da Revelação.

O z e lo d e Pinchás

7 E Pinchás, filh o de A l'azar, e neto do sacerdote Aharon, vendo isso, levantou-se e saiu da reunião, e
pegou na m ão uma lan ça; 8 e seguiu o yishra'alita, e entrando na sua tenda, enfiou a lança na barriga
dele e da m ulher. Então cessou a praga que estava sobre os filhos de Yish ra'al. 9 E os que morreram
daquela praga foram vinte e quatro m il pessoas. 10 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 11 "Pinchás,
filho de A l'a z a r e neto do sacerdote Aharon, desviou a M inha ira de sobre os filhos de Yishra'al,
pois foi zeloso com o M eu zelo no m eio deles, de m odo que na M in ha ira não consum i os filhos
d e Y ish ra 'al. 12 Portanto, diga-lhe que faço com ele uma alian ça de p az, 13 e será para ele e para a
sua descendência depois dele, a alia n ça de um sacerdócio perpétuo; porquanto foi zeloso pelo seu
Criador, e fez exp iação pelos filhos de Y ish ra 'a l!". 14 E o nome do yishra'alita que foi morto com a
m idianita era Z im rí, filh o de Salú, cabeça de uma casa paterna entre os shim 'onitas. 15 E o nome da
m ulher m idianita morta era Ko zbí, filh a d e T z u r; o qual era cabeça do povo de uma casa paterna em
M idyan. 16 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 17 "Ataquem e matem os m idianitas; 18 porque eles
prejudicaram vo cês com as suas cilad as com que lhes enganaram no caso do ídolo de Pe'or, e no caso
de Ko zbí, sua irm ã, filha do prín cip e de M idyan, a qual foi morta no dia da praga no caso de Pe'or!''.

O segundo recensea m ento d e tod o o p o v o d e Y ishra'al

O / ” 1 E depois daquela mortandade, Yahúh falou a M ôsheh e a A l'azar, filho do sacerdote Aha-
^ U r o n , dizendo: 2 "Façam um recenseamento de toda a com unidade dos filhos de Yishra'al, da
idade de vinte anos para cim a, segundo as casas de seus pais, todos os que em Yishra'al podem sair
à guerra!". 3 E M ôsheh e A l'a z a r o sacerdote, falaram com eles nas p lanícies de M o'av, às margens
do rio Yarden, na altura de Yerechó, dizendo: 4 "Contem todos os homens da idade de vin te anos para
cim a !''; conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh e aos filh os de Yishra'al que saíram da terra de

24:24 - Nesse versículo, o nome "É ve r" está se referindo a Yishra'al.


M itzrayim . 5 Re'uven, o prim ogênito de Yishra al; os filhos de Re'uven: de C hanoch, a fam ília dos
chanochitas; de Palú, a fa m ília dos p alu itas; 6 de C h etzro n, a fa m ília dos C hetsronitas; de C h arm í,
a fa m ília dos charm itas. 7 Essas são as fam ílias dos re'uvenitas; os que foram deles contados eram
quarenta e três m il setecentos e trinta. 8 E o filh o de Palú: A li'av. 9 O s filh os de A lPa v: N em u'al, Datan
e A viram . Esses, Datan e Aviram , são os que foram cham ados da com unidade, os quais contenderam
contra M ôsheh e contra Aharon na com panhia de Korach, quando contenderam contra Yahúh, 10 e a
terra abriu a boca, e os tragou juntam ente com Korach, quando pereceu aquela com panhia; quando
o fogo devorou duzentos e cinquenta hom ens, os quais serviram de advertência. 11 M as os filhos de
Korach não morreram. 12 O s filhos de ShinVon, segundo as suas fam ílias: de N em u'al, a fam ília dos
nem u'alitas; de Yamin, a fa m ília dos yam initas; de Yachin, a fa m ília dos yachinitas; 13 de Zerach, a
fam ília dos zarchitas; de Sh a 'u l, a fa m ília dos sh aulitas. 14 Essas são as fa m ília s dos shim 'onitas,
vinte e dois m il e duzentos. 15 O s filhos de C a d , segundo as suas fam ílias: d eTzefo n , a fam ília dos
tzefonitas; de C haguí, a fam ília dos chaguitas; de Shuní, a fam ília dos shunitas; 16 de O z n í, a fam ília
dos oznitas; de Erí, a fam ília dos eritas; 17 de Arod, a fam ília dos aroditas; de A r'a lí, a fam ília dos
a r'alitas. 18 Essas são as fam ílias dos filh os de G ad , segundo os que foram deles contados, quarenta
m il e quinhentos. 19 O s filhos deYahudáh: Er e Onam ; mas Er e Onam morreram na terra de Kena'an. 20
E os filhos deYahudáh, segundo as suas famílias, eram: de Shálach, a família dos shalachitas; de Peretz, a
família dos partzitas; de Zerach, a família dos zarchitas. 21 E os filhos de Peretz eram: de Chetzron, a família
dos chetzronitas; de Cham ul, a família dos chamulitas. 22 Essas são as famílias de Yahudáh, segundo os
que foram deles contados, setenta e seis mil e quinhentos. 23 O s filhos de Yissachar, segundo as suas famí­
lias: de Tolá, a família dos tolaitas; de Puváh, a fam ília dos punitas; 24 de Yashuv, a família dos yashuvitas;
de Shimron, a família dos shimronitas. 25 Essas são as famílias de Yissachar, segundo os que foram deles
contados, sessenta e quatro m il e trezentos: 26 os filhos de Zevulun, segundo as suas famílias: de Sered, a
família dos sarditas; de Alon, a família dos alonitas; de Yachle'al, a família dos yachle'alitas. 27 Essas são as
famílias dos zevulunitas, segundo os que foram deles contados, sessenta m il e quinhentos. 28 O s filhos de
Yosséf, segundo as suas famílias: Menasheh e Efrayim. 29 O s filhos de Menasheh: de Machir, a fam ília dos
machiritas; e M achir gerou a G uil'ad; de Guil'ad, a família dos guil'aditas. 30 Esses são os filhos de Guil'ad:
de Yézer, a família dos yezeritas; de Chélek, a família dos chelekitas; 31 de A sri'al, a família dos asri'alitas;
de Shechem, a família dos shichemitas; 32 e de Shemidá, a família dos shemidaitas; e de Chéfer, a família
dos cheferitas. 33 ETzelofchad, filho de Chéfer, não tinha filhos, senão filhas; e as filhas deTzelo fchad
chamavam-se M achláh, No'áh, Chogláh, M ilkáh eTirtzáh. 34 Essas são as famílias de Menasheh; os que
foram deles contados, eram cinquenta e dois m il e setecentos. 35 Esses são os filhos de Efrayim, segundo
as suas famílias: de Shutelach, a fam ília dos shutalchitas; de Becher, a família dos bachritas; deTachan, a
família dos tachanitas. 36 E esses são os filhos de Shutelach: de Eran a família dos eranitas. 37 Essas são as
famílias dos filhos de Efrayim, segundo os que foram deles contados, trinta e dois mil e quinhentos. Esses
são os filhos de Yosséf, segundo as suas famílias. 38 O s filhos de Beniyamin, segundo as suas famílias: de
Bela, a família dos baleitas; de Ashbal, a família dos ashbulitas; de Achiram, a família dos achiramitas; 39
de Shefufam, a família dos shufamitas; de Chufam, a família dos chufamitas. 4 0 E os filhos de Bela eram
Árd e Na'aman: de Árd a família dos arditas; de Na'aman, a família dos naamitas. 41 Esses são os filhos de
Beniyamin, segundo as suas famílias; os que foram deles contados eram quarenta e cinco mil e seiscentos.
42 Esses são os filhos de Dan, segundo as suas famílias: de Shucham, a família dos shuchamitas. Essas são
as famílias de Dan, segundo as suas famílias. 43 Todas as famílias dos shuchamitas, segundo os que foram
deles contados, eram sessenta e quatro mil e quatrocentos. 44 O s filhos de Asher, segundo as suas famílias:
de Yimnáh, a fam ília dos yimnahitas; de Yishví, a família dos yshvitas; de Beriyah, a família dos beriyitas. 45
Dos filhos de Beriyah: de Chever, a família dos cheveritas; de M alki'al, a família dos malki'alitas. 46 E a filha
de Asher chamava-se Serach. 47 Essas são as famílias dos filhos de Asher, segundo os que foram deles con­
tados, cinquenta e três mil e quatrocentos. 48 O s filhos de Naftali, segundo as suas famílias: de Yachtze'al,
a família dos yachtzeyitas; de G u n í, a fam ília dos gunitas; 49 de Yetzer, a família dos ytzritas; de Shilém, a
família dos shilemitas. 50 Essas são as fam ílias de Naftali, segundo as suas fam ílias; os que foram deles
contados eram quarenta e c in c o m il e quatrocentos. 51 Esses são os que foram contados dos filhos de
Y ish ra'al, seiscentos e um m il setecentos e trinta.
A le i a re sp e ito da divisão da terra

52 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 53 "A eles se repartirá a terra em herança segundo o número
dos nom es. 54 À tribo m ais numerosa dará herança maior, e à menos numerosa dará herança menor;
a cada qual se dará a sua herança segundo os que foram deles contados. 55 E a terra será repartida
por sorteio; segundo os nomes das tribos de seus pais a herdarão. 56 Segundo o que sa ir no sorteio,
se repartirá a herança deles entre as tribos de muitos e as de p oucos!".

O ce n so dos levitas

5 7 E esses são os que foram contados dos levitas, segundo as suas fam ílias: de G uershon, a fam ília
dos guershonitas; de Kehat, a fam ília dos kehatitas; de M erarí, a fam ília dos m eraritas. 58 Essas são
as fam ílias de Levi: a fam ília dos livnitas, a fa m ília dos chevronitas, a fam ília dos m achlitas, a fam ília
dos m ushitas, a fa m ília dos korachitas. E Kehat gerou a A m ram . 59 E a m ulher de Am ram cham ava-se
Yocheved, filh a de Levi, a qual nasceu a Levi em M itzrayim ; e de Am ram ela teve Aharon e M ôsheh,
e M iryam , irm ã deles. 60 E a Aharon nasceram Nadav e Aviyahu, A l'a z a r e lytamar. 61 M as Nadav e
A viyahu morreram quando ofereceram fogo estranho perante Yahúh. 62 E os que foram deles contados
eram vinte e três m il, todos os homens da idade de um mês para cim a; porque eles não foram contados
entre os filh os de Yish ra'al, porquanto não lhes foi dada herança entre os filhos d eY ish ra 'al. 63 Esses
são os que foram contados por Môsheh e A l'aza r, o sacerdote, que contaram os filhos de Yishra'al
nas p lan ícies de M o'av, às margens do rio Y ard en , na altura de Yerechó. 64 Porém entre esses não se
achava nenhum daqueles que tinham sido contados por M ôsheh e Aharon, o sacerdote, quando con­
taram os filhos de Y ishra'al no deserto do Sinay. 65 Porque Yahúh tinha falado a eles que m orreriam
no deserto; por isso nenhum deles ficou, senão Kalév, filho de Yefunéh, e Yahúshua, filho de Nun.

A le i a re sp e ito das heranças. A s filha s d e Tzelofchad

O ^ as Tzelofch ad , filho de Chéfer, filh o de G u il'a d , neto de Machir, bisneto de Me-


Ám 1 nasheh, das fam ílias de Menasheh, filh o de Yosséf; cujos nomes delas eram : M achláh, No'áh,
Chogláh, M ilkáh eTirtzá h ; 2 vieram e apresentaram-se diante de Môsheh, e de A l'azar, o sacerdote, e
diante dos líderes e de toda a com unidade à porta daTenda da Revelação, dizendo: 3 "Nosso pai morreu
no deserto, e não estava na com panhia daqueles que se ajuntaram contra Yahúh, isto é, na com panhia
de Korach; porém morreu no seu próprio pecado, e não teve filhos. 4 Por que se tiraria o nome de nosso
pai dentre a sua fam ília, por não ter tido um filho? Deem-nos possessão entre os irmãos de nosso pai!".
5 Môsheh levou a causa delas perante Yahúh. 6 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 7 "O que as filhas
de Tzelofchad falam é justo; certamente lhes dará possessão de herança entre os irmãos de seu pai; a
herança de seu pai fará passar a elas. 8 E dirá aos filhos de Yishra'al: se morrer um homem, e não tiver
filho, farão passar a sua herança à sua filha. 9 E, se não tiver filha, darão a sua herança a seus irmãos.
10 Mas, se não tiver irmãos, darão a sua herança aos irmãos de seu pai. 11 Se tam bém seu pai não
tiver irmãos, então darão a sua herança a seu parente m ais próxim o dentre a sua fa m ília , para que a
possua; isso será para os filh os de Y ishra'al estatuto de direito, conform e Yahúh ordenou a M ôsheh!".

Yahúh p re d iz a m o rte d e M ôsheh

12 E Yahúh disse a M ôsheh: "Suba a esse monte de Avarim , e veja a terra que estou dando aos filhos
de Yishra'al. 13 E, tendo-a visto, você também será recolhido ao seu povo, assim com o o foi seu irm ão
Aharon; 14 porquanto no deserto d e T z in , na contenda da com unidade, vocês foram rebeldes à M inha
palavra, não M e exaltando diante dos seus olhos, no tocante às águas de M eriváh de Kadesh-Barnê'a,
no deserto d e T z in !" . 15 E M ôsheh falou a Yahúh, dizendo : 16 "Q u e V o cê, ó Eterno Yahúh, autor e
conservador da vid a de todos, nom eie um homem que possa liderar o Seu povo, 17 e com andá-lo na
batalha, para que a com unidade de Yahúh não seja com o ovelhas que não têm pastor!".
Yahúshua, filh o d e N un, é designado su ce sso r d e M ôsheh

18 E Yahúh disse a M ôsheh: "C h am e Yahúshua, filh o de N un, homem em quem há o Espírito do
Eterno, e ponha as mãos sobre ele; 19 e apresente-o perante A l'azar, o sacerdote, e perante toda a
com unidade, e dê a ele as suas ordens diante deles; 20 e ponha sobre ele da sua autoridade, para que
toda a com unidade dos filh os de Y ishra'al lhe obedeça. 21 Ele se apresentará perante A l'aza r, o sacer­
dote, o qual por ele consultará segundo o ju ízo do U rim , perante Yahúh; segundo a ordem de A l'a z a r
sairão, e segundo a ordem de A l'a z a r entrarão, ele e todos os filh o s de Y ish ra 'a l, isto é, toda a com u­
n id ad e!". 22 E M ôsheh fez conform e Yahúh lhe havia ordenado: e cham ou Yahúshua [Filho de N un],
apresentou-o perante APazar, o sacerdote, e perante toda a com unidade, 23 e pôs as mãos sobre ele,
e lhe deu a responsabilidade de sucedê-lo; conform e Yahúh havia falado por intermédio de M ôsheh.

As o fe rtas contínuas

r i Q l E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "O rd en e aos filhos d e Y ish ra 'al, dizendo-lhes: a M inha
^ O oferta, o alim ento para as M inhas ofertas queim adas, de cheiro suave para M im , terão cuidado
para M e oferecer aos seus tempos determinados. 3 E lhes dirá: essa é a oferta queim ada que vocês
deverão oferecer a Yahúh: dois cordeiros de um ano, sem defeito, cada dia, em contínuo holocausto. 4
Um cordeiro oferecerá pela m anhã, e o outro à tardinha, 5 juntam ente com a décim a parte de um efáh
de flor de farinha em oferenda de cereais, m isturada com a quarta parte de um hin de azeite batido. 6
Esse é o holocausto contínuo, instituído no monte Sinay, em cheiro suave, oferta queimada a Yahúh. 7
A oferta de lib ação do m esmo será a quarta parte de um hin para um cordeiro; no m ikdosh oferecerá
a libação de bebida forte a Yahúh. 8 E o outro cordeiro, o oferecerá à tardinha; com as oferendas de
cereais e de libação, com o o da m anhã, o oferecerá, oferta queim ada de cheiro suave a Yahúh!".

A s ofertas d os shabatot

9 "N o dia de shabat oferecerá dois cordeiros de um ano, sem defeito, e dois décim os de efáh de flor
de farinha, m isturada com aze ite, em oferenda de cereais, com a sua oferta de libação; 10 é o holo­
causto de todos os shabatot, além do holocausto contínuo e a sua oferta de libação!"

As ofertas d o rosh-hodesh, o u seja , da festa da lua nova

11 "N o prin cíp io dos seus meses oferecerão em holocausto a Yahúh: dois novilhos, um carneiro e sete
cordeiros de um ano, sem defeito; 1 2 e três décim os de efáh de flor de farinha, misturada com azeite,
em oferenda de cereais, para cada no vilho ; e dois décim os de efáh de flor de farinha, m isturada com
a zeite, em oferenda de cereais, para o carneiro; 13 e um décim o de efáh de flo r de farinha, misturada
com azeite, em oferenda de cereais, para cad a cordeiro; é holocausto de cheiro suave, oferta queima­
da a Yahúh. 14 As ofertas de libação do mesmo serão a metade de um hin de vinho para um novilho, e
a terça parte de um hin para um carneiro, e a quarta parte de um hin para um cordeiro; esse é o holo­
causto de cada chag rosh-hodesh, por todos os meses do ano. 15 E oferecerá a Yahúh um bode com o
oferenda pelo pecado; e oferecerá esse além do holocausto contínuo, com a sua oferta de lib ação!"

As ofertas para a celeb ra çã o d e P êssach e da chag ha-m atzot

16 "N o prim eiro mês, aos catorze dias do mês, é o Pêssach em honra a Yahúh. 17 E aos quinze dias do
mesmo mês haverá festa; por sete dias se com erão m atzot. 18 No prim eiro dia haverá um a convoca­
ção sagrada; nenhum tipo de trabalho com um poderão fazer; 19 mas oferecerão oferta queimada em

28:14 - Chag rosh-hodesh é a festa da lua nova, a qual marcava o início de cada mês hebraico.
28:17 - Matzot são os pães ázimos, ou seja, os pães sem fermento.
holocausto a Yahúh: d ois n o vilh o s, um carn eiro e sete cordeiros de um ano, todos eles sem defeito;
20 e a sua oferenda de cereais, de flo r de farinha misturada com azeite; oferecerão três décim os de efáh
para cada novilho, dois décim os para o carneiro, 21 e um décim o para cada um dos sete cordeiros;
22 e em oferenda pelo pecado oferecerão um bode, para fazer exp iação por vocês. 23 Essas coisas
oferecerão, além do holocausto da m anhã, o qual é o holocausto contínuo. 24 Assim , cada dia ofere­
cerão, por sete dias, o alim ento da oferta queimada em ch eiro suave a Yahúh; e o oferecerá além do
holocausto contínuo com a sua oferta de libação; 25 e no sétimo dia terão um a convocação sagrada;
nenhum tipo de trabalho com um poderão fa zer!"

As ofertas para a cha g ha-shavu'ot, o u seja, para a festa da colheita

2 6 "Sem elhantem ente terão uma convocação sagrada no dia das p rim ícias, quando fizerem a Yahúh
oferta nova de cereais na sua cha g ha-shavu'ot, nenhum tipo de trabalho com um poderão fazer. 27
E oferecerão um holocausto em cheiro suave a Yahúh: dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de
um ano; 28 e a sua oferenda de cereais, de flo r de farinha m isturada com azeite, três décim os de efáh
para cada novilho, dois décim os para o carneiro, 29 e um décim o para cada um dos sete cordeiros;
3 0 e um bode para fazer exp iação por vocês. 31 Além do holocausto contínuo e a sua oferenda de
cereais, os oferecerão, com as suas ofertas de lib ação; eles serão sem defeito!"

A s ofertas nas festas das trom betas

O 1 "N o prim eiro dia do sétimo mês, vo cês terão uma convocação sagrada; nenhum tipo de
^ Z J trabalho com um poderão fazer; será para vo cês dia de toque de shofar. 2 O ferecerão um ho­
locausto em cheiro suave a Yahúh: um no vilho , um carneiro e sete cordeiros de um ano, todos sem
defeito; 3 e a sua oferenda de cereais, de flo r de farinha misturada com azeite, três décim os de efáh
para o no vilho , dois décim os para o carneiro, 4 e um décim o para cada um dos sete cordeiros; 5 e um
bode para oferenda pelo pecado, para fazer exp iação por vocês; 6 além do holocausto para a chag
rosh-hodesh e a sua oferenda de cereais, e do holocausto contínuo e a sua oferenda de cereais, com
as suas ofertas de libação, segundo a ordenança, em cheiro suave, oferta queim ada a Yahúh!"

A s ofertas do dia d o perdã o

7 "Tam bém no dia d ez do sétimo mês vo cês terão uma convocação sagrada, e afligirão as suas alm as;
nenhum trabalho farão; 8 mas oferecerão um holocausto, em cheiro suave a Yahúh: um no vilho , um
c arneiro e sete cordeiros de um ano, todos eles sem defeito; 9 e a sua oferenda de cereais, de flo r de
farinha m isturada com azeite, três décim os de efáh para o novilho, dois décim os para o carneiro, 10
e um décim o para cad a um dos sete cordeiros; 1 1 e um bode para oferenda pelo pecado, além da
oferenda pelo pecado, com a qual se faz exp iação , e do holocausto contínuo com a sua oferenda de
cereais e as suas ofertas de lib ação.

A s o fe rta s para chag ha-sukot, ou seja, para a festa das cabanas

12 "E aos quinze dias do sétimo mês vocês terão uma convo cação sagrada; nenhum tipo de trabalho
com um poderão fazer; mas por sete dias celebrarão festa a Yahúh. 13 O ferecerão um holocausto em
oferta queim ada, de cheiro suave a Yahúh: treze novilhos, dois carneiros e catorze cordeiros de um
ano, todos eles sem defeito; 14 e a sua oferenda de cereais, de flor de farinha m isturada com azeite,
três décim os de efáh para cada um dos treze novilhos, dois décim os para cada um dos dois carneiros,
15 e um décim o para cad a um dos catorze cordeiros; 16 e um bode para oferenda p elo pecado, além

28:26 - Chag ha-shavu'ot é a festa da colheita, realizada no quinquagésimo dia após o Pêssach.
do holocausto contínuo com a sua oferenda de cereais e a sua oferta de libação. 17 No segundo dia,
doze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito; 18 e a sua oferenda de cere­
a is, e as suas ofertas de lib ação para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conform e o seu
núm ero, segundo a ordenança; 19 e um bode para oferenda pelo pecado, além do holocausto contí­
nuo com a sua oferenda de cereais e as suas ofertas de lib ação: 20 e no terceiro dia, o nze novilhos,
dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito; 2 1 e a sua oferenda de cereais, e as suas
ofertas de libação para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conform e o seu número,
segundo a ordenança; 22 e um bode para oferenda pelo pecado, além do holocausto contínuo com
a sua oferenda de cereais e a sua oferta de libação. 23 N o quarto dia, dez novilhos, dois carneiros,
catorze cordeiros de um ano, sem defeito; 24 e a sua oferenda de cereais, e as suas ofertas de libação
para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conform e o seu número, segundo a ordenan­
ç a; 25 e um bode para oferenda p elo pecado, além do holocausto contínuo com a sua oferenda de
cereais e a sua oferta de libação. 26 No quinto dia, nove novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de
um ano, sem defeito; 27 e a sua oferenda de cereais, e as suas ofertas de lib ação para os novilhos, para
os carneiros e para os cordeiros, conform e o seu núm ero, segundo a ordenança; 28 e um bode para
oferenda pelo pecado, além do holocausto contínuo com a sua oferenda de cereais e a sua oferta de
libação. 29 No sexto dia, oito novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito; 30
e a sua oferenda de cereais, e as suas ofertas de libação para os novilhos, para os carneiros e para os
cordeiros, conform e o seu número, segundo a ordenança; 31 e um bode para oferenda pelo pecado,
além do holocausto contínuo com a sua oferenda de cereais e a sua oferta de lib ação. 32 No sétimo
d ia, sete novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito; 33 e a sua oferenda de
cereais, e as suas ofertas de libação para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conform e
o seu número, segundo a ordenança; 34 e um bode para oferenda pelo pecado, além do holocausto
contínuo com a sua oferenda de cereais e a sua oferta de libação. 35 N o oitavo dia terão assem bleia
solene; nenhum tipo de trabalho com um poderão fazer; 36 m as oferecerão um holocausto em oferta
queim ada de cheiro suave a Yahúh: um novilho, um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito;
3 7 e a sua oferenda de cereais, e as suas ofertas de libação para o no vilho , para o carneiro e para os
cordeiros, conform e o seu número, segundo a ordenança; 38 e um bode para oferenda pelo pecado,
além do holocausto contínuo com a sua oferenda de cereais e a sua oferta de libação. 39 O ferecerão
essas coisas a Yahúh nas suas festas fixas, além dos seus votos, e das suas ofertas voluntárias, tanto
para os seus holocaustos com o para as suas oferendas de cereais, as suas ofertas de libações e os seus
sacrifício s de oferendas de p az!"

A le i a re sp e ito d os votos e jura m entos

*3 E M ôsheh falou aos filh o s de Yish ra 'a l, conform e tudo o que Yahúh lhe havia ordenado.
V J 2 E M ôsheh disse aos líderes das tribos dos filhos de Yishra'al: "Isso é o que Yahúh ordenou:
3 quando um homem fizer um voto a Yahúh, ou fizer um juram ento para se com prometer a alguma
abstinência, não poderá vio lar a sua palavra; segundo tudo o que sair da sua boca ele deverá cumprir.
4 Q uando uma m ulher, na sua m ocidade, estando ainda na casa de seu p ai, fizer voto a Yahúh, se
com prometendo a alguma abstinência, 5 e seu pai souber do seu voto e do com prom isso com que se
com prometeu, e se cala r para com ela, então todos os seus votos serão válidos, e todo o com promisso
com que se com prometeu será válid o . 6 M as se seu pai lhe im pedir no dia em que o souber, todos os
seus votos e os seus com promissos, com que se tiver com prom etido, deixarão de ser válidos; e Yahúh
lhe perdoará, porquanto seu pai lhe impediu. 7 Se ela se casar enquanto ainda estiverem sobre ela os
seus votos ou a declaração dos seus lábios, com que se tiver com prom issada, 8 e seu m arido o souber
e se cala r para com ela no dia em que o souber, os votos dela serão válidos; e os com promissos com
que se com prometeu serão válidos. 9 M as se seu m arido lhe im pedir no dia em que o souber, anu­
lará o voto que estiver sobre ela, com o também a d eclaração irrefletida dos seus lábios com que se
tiver com prom etido; e Yahúh lhe perdoará. 10 Q uanto ao voto de uma viúva ou de uma divorciada,
tudo com que se com prometer lhe será válid o . 11 Se acaso ela fez voto na casa de seu m arido, ou se
com prometeu com juramento, 12 e seu m arido o soube e se calo u para com ela , não lhe im pedindo,
todos os seus votos serão vá lid o s; e todo o com prom isso com que se com prom eteu será vá lid o . 13
Se o seu m arido de todo os anulou no dia em que os soube, d eixará de ser vá lid o tudo quanto saiu
dos lábios dela, quer no tocante aos seus votos, quer no tocante àqu ilo a que se com prom eteu; seu
m arido os an u lo u ; e Yahúh a perdoará. 14 E todo voto, e todo juram ento de com prom issos que ela
tiver feito para aflig ir o seu ser, seu m arido pode confirm á-lo, ou pode anulá-lo . 15 Se o seu m arido,
de dia em d ia , se cala r inteiram ente para com ela, confirm a todos os votos e todos os com prom issos
que estiverem sobre ela; ele os confirm o u, porquanto se calo u para com ela no dia em que os sou­
be. 16 M as se an u la r depois de ter sabido, e le pagará pela c u lp a decorrente d isso !". 17 Esses são os
estatutos que Yahúh ordenou a M ôsheh, entre o m arido e sua m ulher, entre o pai e sua filh a, na sua
m ocidade, em casa de seu p ai.

O s yishra'alitas d erro ta m o s m idianitas

1 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 2 "M ande que os filhos d eY ish ra'al se vinguem dos m idia-
nitas pelo m al que lhes fizeram ; depois disso vo cê será recolhido ao seu p ovo!". 3 E Môsheh
falou ao povo, dizendo: "Preparem alguns homens para a batalha, e ataquem os m idianitas, para exe­
cutarem a vingança de Yahúh sobre M idyan. 4 C ad a tribo de Y ish ra 'a l deverá m andar m il soldados
para essa g u e rra!". 5 E assim foram entregues dos m ilhares d e Y ish ra 'al, m il de cada tribo, doze m il
arm ados para a batalha. 6 E M ôsheh m andou à guerra esses m il de cada tribo, e com eles Pinchás,
filho de A l'azar, o sacerdote, o qual levava na m ão o s vasos do m ikdosh e as trombetas para tocarem o
alarm e. 7 E guerrearam contra M idyan, conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh; e mataram todos
os homens. 8 E mataram também os reis de M idyan, isto é, Eví, Rekem , Tzur, C h u r e Reva, cin co reis
de M idyan; também mataram à espada B il'a m , filh o de Be'or. 9 E os filhos de Y ishra'al levaram presas
as m ulheres dos m idianitas e as suas crian ças; e despojaram-nos de todo o seu gado, e de todos os
seus rebanhos, enfim , de todos os seus bens; 10 e queimaram a fogo todas as cidades em que eles
habitavam e todos o s seus acam pam entos; 1 1 e pegaram todo o despojo e toda a presa, tanto de
homens com o de anim ais; 12 e trouxeram os prisioneiros e a presa e o despojo a M ôsheh, a A l'azar,
o sacerdote, e à com unidade dos filhos de Y ish ra 'a l, ao acam pam ento, nas p lanícies de M o'av, que
estão junto do rio Yarden, na altura de Yerechó. 13 E M ôsheh e A l'azar, o sacerdote, saíram , e todos os
líderes da com unidade, ao encontro deles fora do acam pam ento.

M ôsh e h re p reen de os oficiais do e x é rcito p o r causa d os prisio n eiro s

14 E Môsheh indignou-se contra os o ficiais do exército, com andantes dos m ilhares e com andantes das
centenas, que vinham do serviço da guerra, 15 e lhes disse: "Vocês deixaram viva todas as m ulheres?
16 Lem brem que foram elas que, seguindo os conselhos de B il'a m , fizeram que os filhos de Yishra'al
pecassem contra Yahúh, adorando o deus de Pe'or, foi por isso que houve a praga entre a com unidade
de Yahúh! 17 Agora matem todos os m eninos entre as c rian ça s, e tam bém todas as m ulheres que
já se relacionaram sexualm ente com hom ens. 18 M as todas as m eninas, que não coabitaram com
hom em , deitando-se com ele, deixem -nas com vid a para vo cês. 19 Acam pem -se por sete dias fora
do acam pam ento; todos vo cês, tanto o que tiver m atado alguma pessoa com o o que tiver pegado
em algum m orto, ao terceiro dia e ao sétim o dia purifiquen>se; vo cês e as prisio neiras devem se pu­
rificar. 20 E purificarão toda a sua roupa, e todo o objeto de couro, e toda obra de peles de cabras, e
todo uten sílio de m ad eira!". 21 E A l'a z a r, o sacerdote, disse aos hom ens de guerra que tinham saído
à b atalha: "Esse é o estatuto d aTo ráh que Yahúh ordenou a M ôsheh: 22 o ouro, a prata, o b ro nze, o
ferro, o estanho, o chum bo, 23 tudo o que pode resistir ao fogo, os farão passar p elo fogo, e ficará
lim po; todavia será p u rificad o com a água de p u rifica çã o ; e tudo o que não pode resistir ao fogo, os
farão passar pela água. 24 E lavarão as suas vestes ao sétim o d ia , e ficarão lim pos, e depois entrarão
no acam pam ento!".
A d ivisã o das coisa s que foram tom adas dos m idianitas

25 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 26 "Fa ça a soma da presa que fo i capturada, tanto de pessoas
com o de anim ais, vo cê e A l'azar, o sacerdote, e os líderes das casas paternas da com unidade; 27 e
d ivida em duas partes iguais o que foi tomado: um a parte para os soldados que foram à guerra e a
outra parte para o resto da com unidade. 28 E pegará para Yahúh um tributo da parte que toca para
os homens de guerra, que saíram à batalha; um em quinhentos, assim dos homens, com o dos bois,
dos jum entos e dos rebanhos. 29 Pegue esse imposto e entregue a A l'azar, o sacerdote, para a oferta
alçada de Yahúh. 3 0 M as da metade que pertence aos filhos de Yishra'al pegará um de cada cinquenta,
tanto das pessoas com o dos bois, dos jumentos, dos rebanhos, enfim , de todos os anim ais, e os dará
aos levitas, que estão encarregados do serviço do tabernáculo de Yahúh!''. 31 E M ôsheh e A l'aza r, o
sacerdote, fizeram conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh. 32 E a presa, o restante do despojo que
os homens de guerra pegaram, foi de seiscentas e setenta e c in co m il ovelhas, 33 setenta e dois m il
bois, 34 e sessenta e um m il jum entos; 35 e trinta e duas m il pessoas, ao todo, do sexo fem inino, que
ainda se conservavam virgens. 3 6 Assim a m etade, que era a porção dos que saíram à guerra, foi em
número de trezentas e trinta e sete m il e quinhentas ovelhas; 37 e das ovelhas foi o tributo para Yahúh
seiscentas e setenta e cin co . 38 E os bois foram trinta e seis m il, dos quais foram o tributo para Yahúh
setenta e dois. 39 E os jum entos foram trinta m il e quinhentos, dos quais foram o tributo para Yahúh
sessenta e um . 40 E as pessoas foram dezesseis m il, das quais foram o tributo para Yahúh trinta e duas
pessoas. 41 E M ôsheh deu a A l'azar, o sacerdote, o tributo, que era a oferta alçada de Yahúh, conform e
Yahúh havia ordenado a M ôsheh. 42 E da metade que era dos filhos de Yishra'al, que Môsheh separara
da que era dos homens que batalharam , 43 e a metade que coube à com unidade fo i, das ovelhas,
trezentas e trinta e sete m il e quinhentas; 44 dos bois, trinta e seis m il; 45 dos jum entos, trinta m il e
quinhentos; 46 e das pessoas, dezesseis m il, 47 isto é, da metade que era dos filhos deYishra'al, Môsheh
pegou um de cada cinquenta, tanto das pessoas com o dos anim ais, e os deu aos levitas, que estavam
encarregados do serviço do tabernáculo de Yahúh; conform e Yahúh havia ordenado a M ôsheh.

A oferta voluntária dos oficiais d o exé rcito

48 E os o ficia is que estavam sobre os m ilhares do exército, os com andantes de m il e os com andantes
de cem , 49 chegaram-se a Môsheh e disseram -lhe: "Seus servos fizeram a soma dos homens de guerra
que estiveram sob o nosso com ando; e não falta nenhum de nós. 50 Por isso trouxemos a oferta de
Yahúh, daquilo que cada um achou: artigos de ouro, cintos de castidade de ouro, braceletes, anéis,
brincos e colares, para fazer exp iação pelas nossas alm as perante Yahúh!". 51 E M ôsheh e A l'azar, o
sacerdote, receberam deles o ouro, todo feito em jo ias. 52 E todo o ouro da oferta alçada que os co­
m andantes de m il e os com andantes de cem fizeram a Yahúh foi dezesseis m il setecentos e cinquenta
shekalim , 53 pois os homens de guerra haviam pegado o despojo, cada um para si. 54 E M ôsheh e
A l'azar, o sacerdote, receberam o ouro dos com andantes de m il e dos com andantes de cem , e o pu­
seram na Tenda da Revelação por m em orial para os filhos de Y ishra'al diante Yahúh.

A s trib os de R e'uven e G a d p edem a terra d e C u il'a d

1 E os filhos de R e'uven e os filhos de Gad tinham gado em grande quantidade; e quando


viram a terra de Ya'zêr, e a terra de G u iT ad , e que a região era própria para a criação de gado,
2 vieram os filh os de G ad e os filh os de R e'uven a Môsheh e a A l'azar, o sacerdote, e aos líderes da
com unidade e disseram-lhes: 3 "Atarot, D ivo n , Ya'zêr, N im ráh, Cheshbon, A l'alê h , Sevam , N evo e
Be'on, 4 a terra que Yahúh feriu diante da com unidade de Y ishra'al é terra boa para c riaçã o de gado, e
os seus servos têm m uito gado!". 5 E disseram m ais: "S e temos alcan çado graça aos seus olhos, dê-nos
essa terra em possessão aos seus servos, e não nos faça ir para o outro lado do rio Yarden!". 6 E Môsheh
disse aos filhos de Gad e aos filhos de Re'uven: "Seus irmãos irão à batalha, e vocês ficarão sentados aqui?
7 Por que vo cês desanim am o co raçã o dos filh os de Y ish ra 'a l para eles não passarem à terra que
Yahúh lhes deu? 8 Assim fizeram seus pais, quando os m andei de Kadesh-Barnê'a para ver a terra. 9
E tendo eles ido até o vale de Eshkol, e visto a terra, desanimaram o coração dos filhos de Yishra'al,
para que não entrassem na terra que Yahúh lhes estava dando. 10 E a ira de Yahúh se acendeu naquele
m esmo dia, e ele jurou, dizendo: 11 'Certam ente os homens que saíram de M itzrayim , de vinte anos
para cim a, não verão a terra que prometi com juramento dar a Avraham , a Y itzch ak, e a Ya'akóv! Por­
quanto não perseveraram em seguir-Me; 12 exceto Kalév, 'filh o de Yefunéh', o ken izita, eYahúshua
[Filho de N u n ], porquanto perseveraram em seguir a Yahú h !1. 13 E assim a ira de Yahúh se acendeu
contra Yish ra'al, e Ele os fe z andar errantes no deserto quarenta anos, até que se consum iu toda aquela
geração que procedera mal aos olhos de Yahúh. 14 E agora vocês, um a geração de homens pecadores,
vocês se levantaram em lugar de seus pais, para ainda m ais aumentarem a fú ria da ira de Yahúh con­
tra Yish ra'al! 15 E se vocês deixarem de segui-lo, também Ele tornará a deixá-los no deserto; e assim
destruirão a todo esse p ovo!". 16 E chegaram-se a ele, e disseram : "Construirem os aqui currais para
o nosso gado, e cidades para as nossas crian ças; 17 nós nos arm aremos, apressando-nos adiante dos
filhos de Yishra'al, até os levarmos ao seu lugar; e ficarão as nossas crianças nas cidades fortificadas,
por causa dos moradores da terra. 18 Não voltaremos para nossas casas até que os filhos de Yishra'al
estejam de posse, cada um, da sua herança. 19 Porque não herdaremos com eles além do rio Yarden,
nem m ais adiante; visto que já possuímos a nossa herança além do rio Yarden, ao leste!". 20 E Môsheh
disse-lhes: "Se fizerem isso, se vocês se armarem para a guerra perante Yahúh, 21 e cada um de vocês,
armado, passar o rio Yarden perante Yahúh, até que ele tenha expulsado os seus inimigos da presença
dele, 22 e a terra esteja subjugada perante Yahúh, então, sim, voltarão e serão inculpáveis perante Yahúh
e perante Yishra'al; e essa terra lhes será por possessão perante Yahúh. 23 M as se vocês não fizerem as­
sim , estarão pecando contra Yahúh; e estejam certos de que o seu pecado lhes há de atingir. 24 Portanto,
construam cidades para as suas crianças, e currais para as suas ovelhas; e cumpram o que saiu da boca
de vocês!". 25 E os filhos de G ad e os filhos de Re'uven disseram a Môsheh: "Com o ordena meu amo,
assim farão seus servos. 26 As nossas crianças, as nossas m ulheres, os nossos rebanhos e todo o nosso
gado ficarão nas cidades de G u il'ad ; 27 mas os seus servos passarão, cada um que está armado para a
guerra, a batalhar perante Yahúh, com o disse o meu am o!". 28 E Môsheh deu ordem a respeito deles a
Al'azar, o sacerdote, e a Yahúshua [Filho de Nun], e aos líderes das casas paternas nas tribos dos filhos de
Yishra'al; 29 e Môsheh disse-lhes: "Se os filhos de Gad e os filhos de Re'uven passarem com vocês o rio
Yarden, armado cada um para a guerra perante Yahúh, e a terra for subjugada diante de vocês, então lhes
darão a terra de G u il'a d por possessão; 30 mas se não passarem armados com vocês, terão possessões
entre vocês na terra de Kena'an!. 31 E os filhos de G ad e os filhos de Re'uven, disseram: "Com o Yahúh
disse a seus servos, assim faremos. 32 Nós passaremos armados perante Yahúh para a terra de Kena'an,
e teremos a possessão de nossa herança além do rio Yarden!". 33 E assim Môsheh deu aos filhos de Gad
e aos filhos de Re'uven, e a meia tribo de Menasheh, filho deYosséf, o reino de Sichon, rei dos emoritas,
e o reino de O g, rei de Bashan, a terra com as suas cidades e os respectivos territórios ao redor. 34 O s
filhos de G ad reconstruíram as cidades de Divon, Atarot, Aro'er, 35 Atrot-Shofan, Ya'zêr, Yogbeháh, 36
Bêt-Nimráh e Bêt-Haran, cidades fortificadas; e construíram currais de ovelhas. 37 E os filhos de Re'uven
reconstruíram as cidades de Cheshbon, Al'alêh e Kir'yatayim ; 38 e Nevo e Ba'al-M e'on, mudando-lhes
os nomes, e Sivm áh; e deram outros nomes às cidades que reconstruíram. 39 E os filhos de Machir, filho
de Menasheh, foram a GuiPad e a tomaram e expulsaram os emoritas que ali estavam. 40 E Môsheh deu
a terra de G u il'a d a M achir, filh o de Menasheh, o qual habitou nela. 41 E Ya'ir, filho de M enasheh, foi e
tomou os povoados dela, e chamou-os de Chavot-Ya'ir. 42 E Novach foi e tomou a cidade de Kenat com
os seus povoados; e pôs nela o nome de Novach, que era o próprio nome dele.

A s jo rn a d a s desde M itzrayim a té M o'a v

Q Q 1 Essas são as jornadas dos filh os de Yish ra'al, pelas quais saíram da terra de M itzrayim , se-
* 3 < 3g u n d o os seus exércitos, sob o com ando de M ôsheh e Aharon. 2 E M ôsheh registrou os pontos
de partida, segundo as suas jornadas, conform e o m andado de Yahúh; e essas são as suas jornadas
segundo os pontos de partida: 3 partiram de Ra'm sés no prim eiro mês, no dia quin ze do mês; no dia
seguinte ao dia de Pêssach, os filhos de Yishra'al saíram destemidamente à vista de todos os egípcios,
4 enquanto eles sepultavam a todos os seus primogênitos, a quem Yahúh havia matado entre eles,
havendo Yahúh executado ju ízo s também contra os seus deuses. 5 E os filh os de Y ishra'al partiram de
Ra'm sés, e acam param -se em Sukot. 6 Eles partiram de Sukot e acam param -se em Etam, à beira do
deserto. 7 Eles partiram de Etam e voltaram para Pi-H achirot, que está defronte de B a'al-Tzifyo n , e
acam param -se diante de M igdol. 8 E partiram de Pi-H achirot, e atravessaram o m ar em direção ao de­
serto; e andaram cam inho de três dias no deserto de Etam, e acam param -se em M aráh. 9 E partiram de
M aráh, e vieram a Elim , onde havia doze fontes de água e setenta palm eiras, e acam param -se a li. 10
E partiram de Elim , e acam param -se junto ao M ar Suf. 11 E partiram do m ar Suf, e se acam param no
deserto de Sin. 12 E partiram do deserto de Sin, e acam param -se em Dofkáh. 13 E partiram de Dofkáh,
e acam param -se em A lush. 14 E partiram de A lush, e acam param -se em Refidim ; porém não havia ali
água para o povo beber. 15 E partiram de Refidim , e se acam param no deserto do Sinay. 16 E parti­
ram do deserto do Sinay, e acam param -se em Kivrot-H ata'aváh. 17 E partiram de Kivrot-H ata'aváh, e
acam param -se em Chatzerot. 18 E partiram de C hatzerot, e acam param -se em Ritm áh. 19 E partiram
de Ritm áh, e acam param -se em Rimon-Peretz. 20 E partiram de Rimon-Peretz, e acam param -se em
Livnáh . 21 E partiram de Livn áh , e acam param -se em R issá h .2 2 E partiram de R issáh, e acam param -se
em Kehelatáh. 23 E partiram de Kehelatáh, e acam param -se no monte Shêfer. 24 E partiram do monte
Shêfer, e acam param -se em Charadáh. 25 E partiram de Charadáh, e acam param -se em M akehelot.
2 6 E partiram de M akehelot, e acam param -se em Tachat. 27 E partiram deTachat, e acam param -se em
Terach. 28 E partiram d eTerach , e acam param -se em M itkáh. 29 E partiram de M itkáh, e acam param -
-se em Chashm onáh. 30 E partiram de Chashm onáh, e acam param -se em M osserot, 31 E partiram
de M osserot, e acam param -se em Benê-Ya'akan. 32 E partiram de Benê-Ya'akan, e acam param -se em
C hor-Haguidgad. 33 E partiram de Chor-Haguidgad, e acam param -se em Yotvatáh. 34 E partiram de
Yotvatáh, e acam param -se em Avronáh. 35 Partiram de Avronáh, e acam param -se em Etzyon-Guéver.
3 6 E partiram de Etzyon-Guéver, e acam param -se no deserto de T z in , que é Kadesh-Barnê'a. 37 E
partiram de Kadesh-Barnê'a, e acam param -se no monte Hor-Hahar, na fronteira da terra de Edom.

A haron m o rre aos cen to e vinte e três anos d e idade

38 E A haro n, o sacerdote, subiu ao monte Hor-Hahar, conform e o m andado de Yahúh, e morreu a li,
no quadragésimo ano depois da saída dos filhos de Y ishra'al da terra de M itzrayim , no quinto mês, no
p rim eiro dia do mês. 39 E Aharon tinha cento e vinte e três anos de idade quando morreu no monte
Hor-Hahar. 40 E o kena'anita, rei de Arad, que habitava o sul da terra de Kena'an, ouviu que os filhos
d eY ish ra 'al chegavam . 41 E partiram do monte Hor-Hahar, e acam param -se e m Tza lm o n á h . 42 E par­
tiram d e Tza lm o n áh , e acam param -se em Punon. 43 E partiram de Punon, e acam param -se em O vot.
44 E partiram de O vot, e acam param -se em Avarim , na fronteira de M o'av. 45 E partiram de Avarim , e
acam param -se em D ivo n -G ad . 4 6 E partiram de D ivon-G ad, e acam param -se em Alm o n-D ivlatayim .
4 7 E partiram de A lm o n -D ivlatayim , e acam param -se nos montes de Avarim , defronte do monte Nevo.
48 E partiram dos montes de Avarim e acam param nas p lanícies de M o'av, junto ao rio Yarden, na
altura da cidade de Yerechó; 49 isto é, acam param -se junto ao rio Yarden, desde Bêt-Yeshimot até
H eval-Shitim , nas p lan ícies de M o'av.

Yahúh manda exp ulsar o s kena'anitas

5 0 E Yahúh disse a M ôsheh, nas planícies de M o'av, junto ao rio Yarden, na altura da cidade de Yere­
chó: 51 "Fale aos filhos de Y ish ra 'a l, dizendo: quando vo cês houverem passado o rio Yarden para a
terra de Kena'an, 52 expulsem todos os moradores daquela terra, e destruam todas as suas pedras em
que há figuras idolátricas; tam bém destruam todas as suas imagens de fundição, e desfaçam de todos
os seus altares pagãos; 53 e tomem posse da terra e habitem nela, porquanto a vocês tenho dado essa
terra para a possuírem . 54 Repartam a terra por m eio de sorteio, segundo as suas fam ílias: à fam ília
que for grande, deem uma herança m aior, e à fa m ília que fo r pequena, deem uma herança m enor; o
lugar que por sorteio sa ir para alguém , a esse pertencerá; segundo as tribos de seus pais receberão as
heranças. 55 M as se vocês não expulsarem os moradores daquela terra, os que ficarem serão para vo ­
cês com o espinhos nos olhos, e com o cercas espinhosas à sua volta, e angustiarão e perturbarão vocês
na terra em que m orarem; 56 e farei com vo cês tudo o que eu havia pensado em fazer com eles!".

A s fro n te ira s da "Terra P ro m e tid a "

« 3 A 1 E Yahuh falou a M ôsheh, dizendo: 2 “D ê aos filhos de Yishra'al a seguinte ordem : quando
< 3 r vo cês entrarem na terra de Ken a'an , terra essa que lhes caberá por herança, por toda a sua
extensão, 3 a banda do sul será desde o deserto de T z in , ao longo de Edom; e o lim ite do sul se es­
tenderá da extrem idade do M ar Morto para o leste; 4 e esse lim ite irá rodeando para o sul da subida
de A krabim , e continuará até T z in ; e, saindo ao sul de Kadesh-Barnê'a, seguirá para Chatzar-Adar, e
continuará até Atzm onáh; 5 e d a í irá rodeando até o riacho de M itzrayim , e term inará na praia do
mar. 6 E para o lado o oeste, o grande M ar M editerrâneo lhes será por limite; o próprio m ar será o seu
lim ite ao oeste. 7 Esse será o seu lim ite ao norte: desde o grande M ar M editerrâneo m arcarão para
vo cês até o monte H or-H ahar; 8 e desde o m onte H or-H ahar m arcarão até a entrada de Cham at; daí
ele se estenderá atéT zed ád ; 9 dali continuará até Zifron, e irá term inar em Chatzar-Enan. Esse será o
seu lim ite ao norte. 10 E m arcarão o seu lim ite leste desde Chatzar-Enan até Shefam; 11 esse limite
descerá de Shefam até RivM áh, ao leste de A y in ; d ep o is irá d escen d o ao lo ngo da b o rd a do lago
de K in e re t ao leste; 12 descerá ainda para o rio Yarden, e irá term inar no M ar M orto. Essa será a sua
terra, segundo os seus lim ites em redor!". 13 E M ôsheh deu ordem aos filhos de Yish ra'al, dizendo:
"Essa é a terra que vo cês herdarão por sorteio, a qual Yahúh m andou que se desse às nove tribos e à
m eia tribo; 14 porque a tribo dos filh os de R e'uven, segundo as casas de seus pais, e a tribo dos filhos
de C a d , segundo as casas de seus pais, com o também a m eia tribo de M enasheh, já receberam a sua
herança; 15 isto é, duas tribos e m eia já receberam a sua herança aquém do rio Yarden, na altura da
cidade deYerechó, do lado leste!".

O s líd e re s respon sáveis pe la d ivisã o da terra

16 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 17 "Esses são os nomes dos homens que lhes repartirão a terra
por herança: APazar, o sacerdote, e Yahúshua [Filho de N un]; 18 Escolham de cada tribo um líder,
para repartir a terra em h eran ça!". 19 E esses são os nomes dos homens que foram escolhidos: da
tribo de Yahudáh, Kalév, "filh o de Yefunéh"; 20 da tribo dos filhos de ShinVon, Shem u'al, filho de
Am ihud;21 da tribo de B eniyam in, Alid ád , filh o de Kislon; 22 da tribo dos filhos de D an , o líder Bukí,
filho de Yoglí; 23 dos filh os de Yosséf: da tribo dos filhos de M enasheh, o líder C han P al, filh o de Éfod;
24 da tribo dos filhos de Efrayim , o líder Kem u'al, filh o de Shiftan; 25 da tribo dos filhos de Z evulu n, o
líd e r A litz a fa n , filh o de Parnach; 26 da tribo dos filh o s d e Y issa ch a r, o líd er P a ltfa l, filh o de A z a n ;
2 7 da tribo dos filhos de Asher, o líder A ch ih u d , filho de S helom í; 28 da tribo dos filhos de Naftali,
o líder Pedah'al, filh o de A m ihud. 29 Esses são aqueles a quem Yahúh ordenou que repartissem a
herança pelos filh os de Y ishra'al na terra de Kena'an.

As cida d es dos levitas

35 1 E Yahúh disse a M ôsheh nas p lan ícies de M o'av, junto ao rio Yarden, na altura da cidade de
Yerechó, dizendo: 2 "D ê ordem aos filhos de Yishra'al para que da herança da sua possessão

34:3 - Yam Hamelach é o nome bíblico do "M ar Morto", conhecido também pelo nome de "M ar Salgado".
34:6 - Yam Haeadol é o nome bíblico do "Grande Mar Mediterrâneo".
deem aos levitas algumas cidades onde eles possam m orar e tam bém deem aos levitas pastagens
ao redor delas. 3 E eles terão essas cidades para habitarem ; e os arrabaldes delas serão para os seus
gados, e para a sua fazenda, e para todos os seus anim ais. 4 O s arrabaldes que darão aos levitas se
estenderão, do m uro da cidade para fora, quatrocentos e quarenta m elros em redor. 5 E fora da cidade
m edirão para o lado leste oitocentos e oitenta metros, para o lado sul oitocentos e oitenta metros, para
o lado oeste oitocentos e oitenta metros, e para o lado norte oitocentos e oitenta metros; e a cidade
estará no m eio. Isso terão por arrabaldes das cidades. 6 E entre as cidades que vo cês darão aos levitas
haverá seis cidades de refúgio, as quais darão para que nelas se acolha o ho m icida; e além dessas
cidades, vo cês darão quarenta e duas cidades. 7 E todas as cidades que vo cê darão aos levitas serão
quarenta e oito, juntamente com os seus arrabaldes. 8 E no tocante às cidades que darão da possessão
dos filhos de Yish ra'al, da tribo que for m ais numerosa receberão m ais, e da que for m enos numerosa
receberão menos; cada uma segundo a herança que receber dará as suas cidades aos levitas!".

S e is cida d es d e refú gio

9 E Yahúh falou a M ôsheh, dizendo: 10 "Fale aos filh os d eY ish ra 'al: quando vocês atravessarem o rio
Yarden para entrar na terra de Kena'an, 11 deverão esco lher para vocês cidades que lhes sirvam de c i­
dades de refúgio, para que se refugie ali o hom icida que tiver matado alguém involuntariam ente. 12 E
essas cidades lhes serão por refúgio contra o vingador do morto, para que não m orra o hom icida antes
de ser apresentado perante a com unidade para julgam ento. 13 Escolham seis cidades para refúgio dos
fugitivos. 14 Três cidades aquém do rio Yarden, e três na terra de Kena'an; cidades de refúgio serão.
15 Essas seis cidades serão por refúgio aos filhos de Yishra'al, ao estrangeiro, e ao peregrino no m eio
deles, para que se refugie ali todo aquele que tiver matado alguém involuntariam ente''!.

A execuçã o d o assassino

1 6 'M as se alguém voluntariam ente ferir a outrem com instrumento de ferro, de modo que venha a
morrer, hom icida é; e o hom icida será condenado à morte. 17 O u se o ferir com uma pedra, que
possa causar a morte, e ele morrer, hom icida é; e o hom icida será condenado à morte. 18 O u se
alguém voluntariam ente ferir com instrumento de m adeira, que possa causar a morte, e ele morrer,
hom icida é; o h o m icida será condenado à morte. 19 0 vingador do sangue m atará ao ho m icida; ao
encontrá-lo, o m atará. 2 0 O u se alguém em purrar a outrem por ódio ou de em boscada lan çar contra
ele alguma coisa de modo que venha a morrer, 21 ou por inim izade o ferir com a mão, de m odo que
venha a morrer, será condenado à morte aquele que o feriu; h om icida é. O vingador do sangue, ao
encontrá-lo, o m atará!"

P rivilég ios o fe re cid o s pe la s cida d es de refú gio

22 "M as se o em purrar acidentalm ente, sem inim izad e, ou contra ele lançar algum instrumento, sem
ser por meio de em boscada, 23 ou sobre ele atirar alguma pedra, não o vendo, e o ferir de m odo que
venha a morrer, sem que fosse seu inim igo nem procurasse o seu m al, 24 então a com unidade julgará
entre aquele que feriu e o vingador do sangue, segundo essas leis, 25 e a com unidade livrará o homi­
cid a da m ão do vingador do sangue, fazendo-o voltar à sua cidade de refúgio a que se acolhera; ali
ele ficará morando até a m orte do sum o sacerdote, que foi ungido com o óleo sagrado. 26 M as, se de
algum modo o hom icida sair dos lim ites da sua cidade de refúgio, onde se acolhera, 27 e o vingador
do sangue o achar fora dos lim ites da sua cidade de refúgio e o matar, não será culpado de sangue; 28
pois o h om icida deverá fic a r na sua cidade de refúgio até a m orte do sum o sacerdote; mas depois da
morte do sum o sacerdote o hom icida voltará para a terra da sua possessão. 2 9 Essas coisas lhes serão
por estatuto de direito pelas suas gerações, em todos os lugares da sua habitação. 30 E todo aquele
que matar alguém será condenado à morte conforme o depoimento de testemunhas; mas o testemunho
de uma só pessoa não terá va lo r contra alguém para condená-lo à morte. 31 Não aceitarão resgate
pela vida de um hom icida que é réu de morte; porém ele certam ente será m orto. 32 E não aceitarão
resgate por aquele que se tiver acolhido à sua cidade de refúgio, a fim de que ele possa tornar a morar
na terra antes da morte do sum o sacerdote. 33 Portanto, não profanem com crim es de sangue a terra
onde vo cês viverão, pois os assassinatos profanam a terra; e nenhum a exp iação se poderá fazer pela
terra por causa do sangue que n ela fo r derram ado, senão com o sangue daquele que o derram ou.
3 4 E não contam inem a terra em que vocês vão morar, no m eio da qual Eu também habitarei; pois Eu,
Yahúh, habito no m eio dos filhos de Y ish ra 'a l!"

A herança das m ulheres casadas

O / 1 1 E aproxim aram -se os líd eres das casas paternas da fa m ília dos filh o s de G u il'a d , filh o de
v f M a c h ir , filh o de M enasheh, das fam ílias dos filhos de Yosséf, e falaram diante de M ôsheh, e
diante dos líderes, cabeças das casas paternas dos filh os de Yish ra'al, 2 e disseram : "Yahúh ordenou a
meu amo que através de sorteio repartisse a terra em herança aos filhos de Yish ra'al; e meu amo rece­
beu ordem de Yahúh de dar a herança do nosso irm ão Tzelofchad às filh as dele. 3 E, se elas se casarem
com os filh os das outras tribos de Yish ra'al, então a sua herança será dim inuída da herança de nossos
pais, e acrescentada à herança da tribo a que elas vierem a pertencer; assim será tirada do sorteio da
nossa herança. 4 Q uand o for o ano do y ovê l dos filhos de Yish ra'al, a herança delas será acrescentada
à herança da tribo a que pertencerem; assim a sua herança será tirada da herança da tribo de nossos
p a is!". 5 E Môsheh falou aos filh os de Yish ra'al, segundo a palavra de Yahúh, dizendo: "A tribo dos
filhos de Yosséf tem razão. 6 Isso é o que Yahúh ordenou a respeito das filhas de Tzelofchad, dizendo:
'Casem -se com quem bem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na fam ília da tribo de seu
p ai. 7 E assim a herança dos filhos de Y ishra'al não passará de tribo em tribo, pois os filhos de Yishra'al
se apegarão cada um a herança da tribo de seus pais. 8 E toda filha que possuir herança em qualquer
tribo dos filhos de Y ishra'al se casará com alguém da fa m ília da tribo de seu p ai, para que os filhos de
Y ishra'al possuam cad a um a herança de seus pais. 9 E assim nenhum a herança passará de um a tribo
a outra, pois as tribos dos filhos de Yishra'al se apegarão cada uma à sua hera n ça'"!. 10 Conforme
Yahúh havia ordenado a M ôsheh, assim fizeram as filhas de Tzelofchad; 11 pois M achláh, Tirtzáh,
C h o g lá h , M ilk á h e N o 'á h , filh as de Tze lo fch a d , se casaram com os filh o s de seus tios paternos.
12 Casaram -se nas fam ílias dos filhos de M enasheh, filh o de Yosséf; assim a sua herança perm aneceu
na tribo da fa m ília de seu p ai. 13 E esses são os m andam entos e os preceitos que Yahúh ordenou aos
filhos de Yishra'al por intermédio de M ôsheh nas p lan ícies de M o'av, junto ao rio Yarden, na altura da
cidade de Yerechó.
O 5° LIV R O D A T O R Á H DE M Ô SH E H ,
CHAM ADO

Devarim

O p rim e iro discurso d e M ôsh e h na p la n ície do rio Yarden

1
1 Essas foram as palavras que M ôsheh falou a todo o Yishra'al, a leste do rio Yarden, no deserto, na
p lanície defronte do M ar Suf, entre Ra'ran, Tofal, Lavan, Chatzerot e Di-Zahav. 2 São o n ze dias de
viagem desde Chorêv, pelo cam inho da montanha de Se'ir, até Kadesh-Barnê'a. 3 No ano quadragés
mo, no prim eiro dia do d écim o prim eiro mês, M ôsheh falou aos filhos de Yish ra'al, conform e tudo o
q ueYahúh lhes havia m andado por seu intermédio, 4 depois que derrotou a S ichon, rei dos emoritas,
que habitava em Cheshbon, e a Og, rei de Bashan, que habitava em Ashtarot, em Edre'i. 5 Além do
rio Yarden, na terra de M o'av, M ôsheh se pôs a exp lica r a Toráh, e disse: 6 "Yahúh, nosso Criador, nos
falou no monte Chorêv, dizendo: 'V ocês já ficaram bastante tempo nesse lugar. 7 Agora saiam daqui e
vão cam inhando na direção da região montanhosa dos em oritas, e a todos os lugares vizin h o s, na pla­
n ície , na região m ontanhosa, no vale e no sul; à beira do mar, à terra dos kena'anitas, e ao Levanon,
até o grande rio, o rio Eufrates. 8 A í está a terra que Eu estou dando a vocês; entrem e tomem posse
da terra queYahúh prometeu com juram ento dar a seus pais, Avraham , Y itzch ak e Ya'akov, a eles e à
sua descendência depois d eles!'".

M ôsh e h esco lh e ajudantes

9 N aquele tempo eu lhes disse: "Eu sozinho não posso levar vocês, 10 e Yahúh, nosso Criador, fez
com que vo cês aumentassem, e hoje vocês são tão numerosos com o as estrelas dos céus. 11 E que
Yahúh, o Altíssim o de seus pais, lhes faça m il vezes m ais numerosos do que são; e lhes abençoe, com o
lhes prometeu. 12 Com o posso eu sozinho suportar o seu peso, as suas cargas e as suas contendas?
13 Portanto, escolham entre vocês, homens sábios, entendidos e experim entados, segundo as suas
tribos, e eu os porei com o líderes sobre vocês. 14 E vocês m e responderam: 'É boa a coisa que você
falou para fazerm os!'. 15 E assim separei os líderes de suas tribos, homens sábios e experim entados,
e os constituí por chefes sobre vocês, chefes de m il, chefes de cem , chefes de cinquenta e chefes de
d ez, por o ficia is, segundo as suas tribos. 16 E no mesmo tempo ordenei a seus juizes, dizendo: ouçam
as causas entre seus irm ãos, e julguem com justiça entre o homem e seu irm ão, ou o estrangeiro que
está com ele. 17 E não façam acepção de pessoas em ju ízo ; de um m esmo modo ouvirão o pequeno
e o grande; não temem a face de ninguém , porque o ju ízo é do Eterno; e a causa que lhes for difícil
dem ais, vocês a trarão a m im , e eu a o u virei. 18 E assim naquele tempo lhes ordenei todas as coisas
que vo cês deviam fa zer!".

D o ze hom ens foram enviados para esp io na r a terra d e Kena'an

19 "E partimos do monte Chorêv, e cam inham os por todo aquele grande e terrível deserto que viram ,
p elo cam inho das m ontanhas dos em oritas, conform e Yahúh, nosso Criador, nos havia ordenado; e
chegam os a Kadesh-Barnê'a. 20 Então eu lhes disse: vocês chegaram às m ontanhas dos em oritas, a
terra que Yahúh, nosso C riador, está nos dando. 21 Portanto, Yahúh, seu Criador, tem posto essa terra
diante de vocês. Agora vão e tomem posse dela, com o lhes m andou Yahúh, o Altíssim o de seus pais.
Não tenham medo, nem se assustem. 22 A í todos vocês chegaram perto de m im e disseram: "Seria
bom que mandássemos em nossa frente alguns homens para espionarem a terra e trazerem informações
a respeito do cam in h o pelo qual devem os seguir, e das cidades que vam os encontrar lá!'. 23 Isso me
p areceu bem; de modo que dentre vo cês escolhi doze homens, de cada tribo um homem . 24 Eles
foram e, subindo as montanhas, chegaram até o vale de Eshkol e espionaram a terra, e 2 5 depois
voltaram , trazendo algumas frutas que encontraram lá, e nos informaram que a terra que Yahúh, nosso
Criador, estava nos dando é boa!"

O rela tó rio dos esp iõ es re ce b id o com in cred ulid a d e

26 "N o entanto, vocês não quiseram tom ar posse dela, mas foram rebeldes ao m andado de Yahúh,
nosso Criador. 27 Em ve z disso, vo cês ficaram m urmurando nas suas tendas, dizendo: 'Yahúh nos
o deia, tirou-nos da terra de M itzrayim para nos entregar nas m ãos dos em oritas, a fim de nos destruir!
28 Para onde nós estamos indo?'. Nossos irm ãos fizeram com que se derretesse o nosso coração,
d izendo: 'M aio r e m ais alto é o povo do que nós; as cidades são grandes e fortificadas até os céus; e
também vim os ali os filhos dos gigantes!'. 29 E eu lhes disse: não se atem orizem , e não tenham medo
deles. 3 0 Pois Yahúh, nosso Criador, que vai adiante de nós, e le com baterá po r nós, conform e tudo
o que tem feito por vocês diante dos seus olhos, em M itzrayim , 31 com o também no deserto, onde
viram com o Yahúh, nosso C riador, nos levou, com o um homem leva seu filho, por todo o cam inho
que vo cês andaram , até chegarem a esse lugar. 32 M as nem ainda assim vocês confiaram em Yahúh,
o C riador de vocês, 33 que sem pre ia adiante de vo cês no cam inho, de noite com o fogo e de dia na
nuvem , para vocês procurarem o lugar onde deviam acam par, e para lhes mostrar o cam inho por onde
haviam de andar!"

Yahúh d iz que o s m urm uradores não entrarão na Terra Prom etida

34 "Q u ando Yahúh ouviu as m urm urações de vocês, Ele indignou-se e ju ro u, dizendo: 35 'Nenhum
dos homens dessa geração perversa verá a boa terra que prometi com juramento dar a seus pais, 36 exceto
Kalév, filh o de Yefunéh; ele a verá, e a terra que pisou darei a ele e a seus filhos, porquanto ele perse­
verou em seguir a Yahú h !'. 37 E contra m im também Yahúh se indignou por causa de vocês, dizendo:
'E vo cê também não entrará lá. 38 O seu ajudante, Yahúshua [Filho de N un], é que vai entrar lá;
anim e-o, porque ele vai com andar o povo de Y ishra'al na conquista da terra. 39 E suas crianças, dos
q uais disse que seriam por presa, e seus filhos que hoje não conhecem nem o bem nem o m al, esses
lá entrarão, a eles a darei e eles a possuirão. 40 Q uanto a vocês, continuem cam inhando pelo deserto,
na direção do M ar Suf!"'

O s yish ra'alitas são derro ta dos em Chorm áh

41 "Então vo cês responderam : 'Pecam os contra Yahúh! Nós irem os e batalharemos, conform e tudo
o que nos ordenou Yahúh, nosso C ria d o r!'. E vocês se arm aram , cada um dos seus instrumentos de
guerra, e corajosam ente propuseram subir a m ontanha. 42 M as Yahúh m andou que eu dissesse a vo ­
cês: 'N ão vão lá, nem entrem em nenhum com bate, pois Eu não irei com vocês; para que não sejam
feridos diante de seus inim igos!'. 43 E assim lhes falei, m as vocês não m e deram atenção; antes foram
rebeldes à ordem de Yahúh e, agindo presunçosamente, vocês invadiram a região m ontanhosa. 44 A í
os em oritas que habitavam naquela região saíram contra vocês, com o um enxam e de abelhas bravas.
V o cês fugiram, e os em oritas os perseguiram até S e 'ir e os derrotaram na cidade de Chorm áh. 45 Então
vo cês voltaram e choraram perante Yahúh; m as Yahúh não lhes deu atenção, nem inclino u os ouvidos
para vocês. 4 6 E assim perm anecem os por muitos dias em Kadesh-Barnê'a!"

A jo rn a d a d e Kadesh-Barnê'a até Zá re d

1 "E depois cam inham os a viagem pelo deserto, em direção ao M ar Suf, conform e Yahúh m e havia
2 fa la d o , e p o r m u ito s d ia s n ó s ro d eam o s a reg ião m on tan ho sa de S e 'ir. 2 Entã o Y ahú h me
disse: 3 'Chega de vocês rodearem essa m ontanha; virem -se para o norte. 4 O rdene ao povo, dizen­
do: vocês vão passar pelo território de seus parentes, os filhos de Essáv, que habitam em S e'ir; e eles
ficarão com medo de vo cês. Portanto, tomem cu idado; 5 não contendam com eles, porque não lhes
darei da sua terra nem sequer o que pisar a planta de um pé; porquanto a Essáv dei a região monta­
nhosa de Se'ir por herança. 6 Vocês poderão com prar deles por dinheiro mantimento para com erem ,
com o também água para beberem . 7 Porque Yahúh, seu Criador, os tem abençoado em toda obra das
suas mãos; ele tem conhecido o seu cam inho por esse grande deserto; esses quarenta anos Yahúh, seu
C riador, tem estado com vo cês; e nada tem lhes faltado!'. 8 E assim passamos por nossos parentes,
os filh os de Essáv, que habitam na região montanhosa de Se'ir, desde o cam inho da p lan ície de Elat e
de Etzyon-Guéver. Depois nos viram os e passamos pelo cam in h o do deserto de M o'av. 9 Então Yahúh
m e disse: 'N ão maltratem os habitantes de M o'av, e não façam guerra contra eles, porque nada lhes
darei da sua terra por herança; porquanto dei a cidade de A r por herança aos filhos de Lot. 10 Antes
h aviam habitado nela os em itas, povo grande e numeroso, e alto com o os gigantes; 11 eles também
são considerados gigantes com o os refa'itas; m as os m o'avitas lhes cham am em itas. 12 E antes os
choritas também habitaram na região m ontanhosa de Se'ir; porém os filhos de Essáv os desapossaram,
e os destruíram da sua presença, e habitaram no lugar deles, assim com o Yishra'al fez à terra da sua
h erança, qu eYahú h lhe deu. 13 Levantem-se agora, e passem o riacho de Záred !'. Passamos o riacho
de Záred. 14 E os dias que cam inham os, desde Kadesh-Barnê'a até passarmos o riacho de Záred,
foram trinta e oito anos, até que toda aquela geração dos homens de guerra se consum iu do m eio do
acam pam ento, conforme Yahúh lhes havia jurado. 15 E a mão de Yahúh foi contra eles, para destruí-los
do m eio do acam pam ento, até os haver consum ido!"

A travessia d e A r e A rno n

16 "Q u an do todos os homens de guerra dentre o povo foram consum idos pela morte, 17 Yahúh me
disse: 18 'Passem hoje pela cidade de Ar, o lim ite de M o 'av; 19 e quando chegar defronte dos amo-
nitas, não o s maltratem, nem façam guerra conta eles, porque nada lhes darei da terra dos amonitas
por herança; porquanto aos filhos de Lot a dei por h erança!'. 20 Essa tam bém é considerada terra dos
refa'itas; outrora os refa'itas habitavam nela, mas os amonitas lhes cham am de Zam zum im , 21 povo
grande e numeroso, e alto com o os gigantes; mas Yahúh os destruiu da presença dos amonitas; e
eles, tendo-os desapossado, habitaram no lugar deles; 22 e assim com o fez pelos filhos de Essáv, que
habitam na região m ontanhosa de Se'ir, quando da presença deles destruiu os choritas; e os filhos
de Essáv, havendo-os desapossado, habitaram no lugar deles até hoje. 23 Também os caftorim , que
saíram de Kaftor, d estruíram os a vita s, que hab itavam em povoados até A z á h , e hab itaram no
lugar deles. 24 D ep o is que atravessamos o país de M o'av, o Eterno nos disse: 'Continuem avançando
e atravessem o rio Arnon, pois Eu entreguei em suas m ãos a Sichon, o em orita, rei de Cheshbon, e à
sua terra. Lutem contra Sichon e tomem posse da terra dele. 25 D e hoje em diante Eu vou fazer com
que todos os povos que estão d ebaixo de todos os céus tenham m edo de vocês; os quais, ao ouvirem
a sua fama, todos ficarão tão assustados, que tremerão de m edo!"'

O s yishra'alitas derrotam Sich o n , r e i de C heshbon

2 6 "E do deserto de Kedemot, m andei m ensageiros a Sichon, rei de Cheshbon, com palavras de paz,
d izendo: 27 deixe-m e passar pela sua terra; somente pela estrada irei, não m e desviando nem para
a direita nem para a esquerda. 2 8 Por dinheiro me venderá m antimento, para que eu com a; e por
dinheiro me dará a água, para que eu beba. Tã o somente deixe-m e passar a pé, 29 assim com o me
fizeram os filh os de Essáv, que habitam na região m ontanhosa de Se'ir, e os m o'avitas que habitam
na cidade de A r; até que eu passe o rio Yarden para a terra queYahú h , nosso Criador, nos está dando.
3 0 M as S ichon, rei de Cheshbon, não quis nos d eixar passar por sua terra, porquanto Yahúh, nosso
C riador, fez com que Sichon ficasse teim oso e rebelde, para que pudéssemos derrotá-lo e conquistar
a terra dele, que é nossa até hoje. 31 E Yahúh disse: 'O lh a , com ecei a entregar-lhe Sichon e a sua
terra; ataque-o imediatam ente e tom e posse da terra d ele!'. 32 Sichon saiu com seu exército para lutar
contra na cidade de Yah'tzáh; 33 e Yahúh, nosso Criador, nos entregou-o, e nós derrotamos ele, os
seus filh os e todo o seu exército. 34 N aquele tempo lhe tomamos todas as cidades, e m atamos todos
os homens, m ulheres e crianças, não deixam os sobrevivente algum ; 35 somente tomamos por presa o
gado para nós, juntamente com o despojo das cidades que havíam os tomado. 36 E desde Aro'er, que
está à borda do va le do A rno n, e desde a cidade que está no vale, até G u il'a d , nenhuma cidade houve
tão alta que de nós escapasse; tudo Yahúh, nosso C riador, nos entregou todas elas. 37 Somente à terra
dos amonitas não invadim os, nem parte alguma da borda do riacho de Yabok, nem a cidade alguma
da região m ontanhosa, nem lugar algum que Yahúh, nosso Criador, nos havia proibido!"

O s yishra'alitas derro ta m O g, r e i de Bashan

1 "D ep o is fomos na direção norte até a região de Bashan; e O g, rei de Bashan, saiu com seu exér­
3 cito para lutar contra nós na cidade de Edre'i. 2 E Yahúh me disse: 'N ão tenha m edo, porque Eu o
entreguei nas suas mãos, e le com todo o seu exército, e vo cê vai tom ar posse da terra dele; e vo cê fará
a ele com o vo cê fez a Sicho n, rei dos emoritas, que habitava em C heshbon!'. 3 E assim Yahúh, nosso
Criador, nos entregou nas mãos também a O g, rei de Bashan, e todo o seu exército; de m aneira que o
ferim os, até que não lhe ficou sobrevivente algum. 4 N aquele tempo tomamos todas as suas cidades;
nenhuma cidade houve que não lhes tomássemos: sessenta cidades, toda a região de Argov, o reino de
O g em Bashan, 5 cidades essas todas fortificadas com m uralhas, portões e ferrolhos, além de muitas
cidades sem m uros. 6 E as destruímos totalm ente, com o fizéram os a Sichon, rei de Cheshbon, matan­
do todos os hom ens, mulheres e crianças. 7 M as todo o gado e o despojo das cidades os tomamos por
presa para nós. 8 E assim, naquele tempo, tomamos a terra da m ão daqueles dois reis dos emoritas,
que estavam além do rio Yarden, desde o rio Arnon até o monte C herm on. 9 O s tzidonitas cham am o
m onte Cherm on pelo nome de Siryon, e os em oritas o cham am de Senir. 10 Conquistam os todas as
cidades do planalto, e toda a região de G u il'a d , e de Bashan, até Salcháh e Edre'i, cidades do reino
de O g em Bashan. 11 Porque só Og, rei de Bashan, ficou de resto da raça dos cham ados "refa'itas";
a sua cam a, feita de ferro, m edia quatro metros por um metro e oitenta de largura, de acordo com a
m edida usada naquele tempo. Por acaso a cam a não está ainda na cidade de Rabáh dos amonitas?"

A terra d e G u il'a d é dada às trib os d e R e'uven e G ad

12 "N aquele tempo tom amos essa terra por possessão. Desde Aro'er, que está junto do vale do Arnon,
e a metade da região m ontanhosa de G u il'a d , com as suas cidades, dei aos re'uvenitas e gaditas; 13 e
dei à m eia tribo de M enasheh o resto de G u il'a d , com o também toda a região de Bashan, o reino de
O g, isto é, toda a região de Argov com toda a região de Bashan, que se cham ava a terra dos refa'itas.
14 E Ya'ir, filh o de M enasheh, conquistou toda a região de Argov, até a fronteira dos guershuritas e
dos m a'achatitas, e in clu sive Ya'ir denominou Bashan p elo seu próprio nom e, isto é, Chavot-Ya'ir, até
o dia de hoje. 15 E ao grupo de fam ílias de M ach ir dei a região de G u il'a d . 16 Mas aos re'uvenitas
e gaditas dei desde G u il'a d até o va le do rio Arnon, tanto o m eio do vale com o a