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03/09/2019

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO


Centro de Tecnologia e Geociências (CTG)
Curso de Graduação em Engenharia Civil

Generalidades e
propriedades físicas
dos fluidos
Profª Camilla Pires

Tensão superficial
• A força que existe na superfície de líquidos em repouso é
denominada tensão superficial. Esta tensão superficial é
devido às fortes ligações entre as moléculas de água na
superfície.
• Forma-se uma camada na superfície como uma membrana
elástica
• se manifesta apenas em líquidos
– interface: líquido-gás.
– interface: líquidos imiscíveis.
– interface: líquido-sólido.
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Tensão superficial
Infeterface: Líquido-gás
• As moléculas de um líquido são atraídas pelas moléculas vizinhas.

Superfície: as
atrações entre as
Interior: as moléculas moléculas não
são igualmente atraídas são equilibradas,
em todas as direções surgindo uma
superfície que
resiste à
expansão.
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Tensão superficial
É a magnitude da força F exercida paralelamente à superfície de um
líquido, dividida pelo comprimento L da linha ao longo da qual a
força atua.
𝐹 𝑁
𝜎=
𝐿 𝑚

↑ Temperatura  ↑ Ecinética
As moléculas passam menos
tempo próximas umas das outras e
as forças intermoleculares ficam
menos efetivas.

Capilaridade
• Propriedade dos líquidos de subir ou descer em tubos muito finos.
Tensão
superficial
𝜎

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Capilaridade
FORÇAS COESIVAS: forças atrativas entre moléculas do mesmo tipo.
Ex.: moléculas de uma gota de água são mantidas juntas por forças coesivas.
FORÇAS ADESIVAS: forças atrativas entre moléculas diferentes.
Ex.: moléculas de água e as paredes de um tubo de vidro.
Tensão
As forças de adesão são maiores que as de superficial
coesão. Desta forma, as moléculas de água são 𝜎
atraídas mais fortemente pelo vidro do que entre si.
O resultado é que a água vai “molhando” o vidro e a
superfície assume a forma mostrada.

Capilaridade
FORÇAS COESIVAS: forças atrativas entre moléculas do mesmo tipo.
Ex.: moléculas de uma gota de água são mantidas juntas por forças coesivas.
FORÇAS ADESIVAS: forças atrativas entre moléculas diferentes.
Ex.: moléculas de água e as paredes de um tubo de vidro.
Tensão
superficial Ação capilar  tensão superficial & adesão
𝜎

Força lateral na Força para cima nas


superfície laterais do líquido 
menisco

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Capilaridade
Forças adesivas > Forças coesivas Forças adesivas < Forças coesivas
Ex: Água em vidro Ex: Mercúrio em vidro

Maioria dos problemas de Engenharia: despreza-se a tensão superficial

Capilaridade
Quanto sobe (ou desce) a água num tubo circular uniforme?
O valor da ascensão capilar num tubo circular é determinado pelo equilíbrio
de forças na coluna cilíndrica de altura h no tubo.

𝟐𝝈. 𝐜𝐨𝐬 𝜽
𝒉=
𝜸𝑹

𝜃- ângulo de contato com o tubo


ℎ - elevação capilar
𝑅- raio do tubo
𝜎 – tensão superficial

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Tensão superficial

Líquido Tensão Superficial [N/m]


Benzeno (20ºC) 0,029
Sangue (37ºC) 0,058
Glicerina(20ºC) 0,063
Mercúrio (20ºC) 0,47
Água (20ºC) 0,073
Água (100ºC) 0,059

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Capilaridade
𝟐𝝈. 𝐜𝐨𝐬 𝜽 A altura capilar aumenta inversamente com o raio R
𝒉= do tubo, sendo:
𝜸𝑹
positiva se 𝜃 < 90° o liquido molha o tubo
negativa se 𝜃 > 90° depressão capilar

Posição da
leitura Posição da
leitura

𝜃 = angulo de contato com o tubo:


Água → 0°;
Mercúrio → 130°

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Exemplo

Um tubo de vidro de 0,6mm de diâmentro é mergulhado num copo com água a 20°C. Determine a
ascensão capilar da água no tubo. Considere 𝜃 = 0°; g = 9,81 m/s²;
Dados: Altura capilar (h):
𝜎á °C = 0,073𝑁/𝑚
𝜌 = 1000 kg/m³
𝐷 = 0,6𝑚m = 0,6.10-3m
ℎ=?

𝒉 = 𝟎, 𝟎𝟓𝟎 𝒎 = 5,0cm

A água sobe no tubo 5,0cm acima do nível do líquido no copo

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Exemplo

Calcule a altura capilar (em cm) num tubo de R = 1mm, para as seguintes condições:
a) Interface água-ar-vidro, sendo que a água está a 20oC:
 = 0º;  = 1.000 Kg/m³
b) Interface mercúrio-ar-vidro, sendo que o mercúrio está a 20oC:
 = 130º;  = 13.600 Kg/m³
a) Altura capilar (h):
Dados:
 = 0º;
 = 1.000 Kg/m³
T = 20oC
R = 1mm = 1.10-³m
𝜎á °C = 0,073𝑁/𝑚

𝒉 = 𝟎, 𝟎𝟏𝟓 𝒎 = 1,5cm
A água sobe no tubo 1,5cm acima do nível do líquido no copo
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Exemplo

Calcule a altura capilar (em cm) num tubo de R = 1mm, para as seguintes condições:
a) Interface água-ar-vidro, sendo que a água está a 20oC:
 = 0º;  = 1.000 Kg/m³
b) Interface mercúrio-ar-vidro, sendo que o mercúrio está a 20oC:
 = 130º;  = 13.600 Kg/m³
b) Altura capilar (h):
Dados:
 = 130º;
 = 13.000 Kg/m³
T = 20oC
R = 1mm = 1.10
𝜎 ú °C = 0,47𝑁/𝑚

𝒉 = 𝟎, 𝟎𝟒𝟔 𝒎 = 4,6cm
A água sobe no tubo 4,6cm acima do nível do líquido no copo

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Curso de Graduação em Engenharia Civil

Estática dos Fluidos


Profª Camilla Pires

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Estática dos Fluidos


Estudo dos fluidos em repouso
• A velocidade de todas as partículas é zero
• A tensão e força de cisalhamento são nulas

Barragens
Manômetros
Sistema hidráulico
pneumático
(prensa e elevador)
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Pressão
A pressão é definida como uma força normal exercida por um fluido por
unidade de área. O termo pressão se aplica somente a fluidos. O equivalente
da pressão a sólidos é tensão normal.

A força que age sobre uma área


(pressão uniforme):
F – Força
A - Área

Unidades usuais: Dimensão:


• N/m2 (MKS) • M.L-1.T-2→ MLT
• Pa (SI) • F.L-2.T0 → FLT

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Pressão

A unidade de pressão pascal é muito pequena para quantificar a maioria das


pressões encontradas na prática.
Sendo mais usados os seus múltiplos:
• Quilopascal - 1 kPa
• Megapascal – 1MPa

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Exemplos de Pressão

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Pressão
Analise as duas situações abaixo e responda:
– Considere que a mesma força é aplicada em ambas as situações.
– A pressão é a mesma?

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Teorema de Stevin
Consideram-se dois pontos, M e N, no interior da massa fluida:
Hipótese:
A massa fluida está em equilíbrio estático e sujeita à ação da gravidade

Sendo:
pM e pN - pressões nos pontos M e N
γ - peso especifico do fluido em repouso
h = hN – hM - distancia vertical entre N e M

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Teorema de Stevin

As forças de pressão nas Área da base: dA


paredes laterais do cilindro se
Altura: 𝑙
anulam: mesmo modulo e
sentidos opostos.

Forças atuantes:
Ponto N: fN= pN.dA
Ponto M: fM= pM.dA
Peso: 𝑑𝐺 = volume x peso específico
𝑑𝐺 = 𝑙. 𝑑𝐴. 𝛾 𝛾 = 𝜌g
𝑑𝐺 = 𝑙. 𝑑𝐴. 𝜌g
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Teorema de Stevin

Projetando as forcas sobre o eixo NM


(orientado neste sentido) e fazendo
o equilíbrio entre as forças, tem-se:
𝐹=0

𝑝 . 𝑑𝐴 − 𝑝 . 𝑑𝐴 − 𝑑𝐺. sin 𝛼 = 0
𝑝 . 𝑑𝐴 − 𝑝 . 𝑑𝐴 − 𝑙. 𝑑𝐴. 𝜌g. sin 𝛼 = 0
𝑝 − 𝑝 − 𝑙. 𝜌g. sin 𝛼 = 0 (1)
Do triangulo MNO, obtém-se a distancia vertical h: ℎ = 𝑙. sin 𝛼
ℎ =𝑧 −𝑝
𝑝 − 𝑝 − 𝜌gℎ = 0
𝒑𝑵 − 𝒑𝑴 = 𝜸𝒉

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Teorema de Stevin
Lei de Stevin ou Equação Fundamental da Hidrostática: “A diferença de
pressão entre 2 pontos de um fluido em repouso é igual ao produto do peso
específico do fluido pela diferença de cotas dos dois pontos.”

𝒑𝑵 − 𝒑𝑴 = 𝜸𝒉

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Teorema de Stevin
Considerações:
1. Na diferença de pressão entre dois pontos não interessa a distância entre
eles, mas a diferença de cotas.
2. A pressão dos pontos num mesmo plano ou nível horizontal é a mesma

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Teorema de Stevin
Considerações:
3. O formato do recipiente não e importante para o cálculo da pressão em
algum ponto.

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Teorema de Stevin
Considerações:
4. Se a pressão na superfície livre de um líquido contido num recipiente for
nula, a pressão num ponto à profundidade h dentro do líquido será dada por:

𝒑 = 𝜸. 𝒉

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Teorema de Stevin
Considerações:
5. Nos gases, como o peso específico é pequeno, se a diferença de cota
entre dois pontos não é muito grande, pode-se desprezar a diferença de
pressão entre eles.

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Pressão
A pressão num ponto de um fluido em repouso é a mesma em qualquer
direção. Se o fluido está em repouso, todos os seus pontos também deverão
estar.

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Lei de Pascal
A pressão aplicada num ponto de um fluido em repouso transmite-se
integralmente a todos os pontos do fluido.

𝑝 = 1𝑁/𝑐𝑚²
𝐹 = 100𝑁
𝑝 = 2𝑁/𝑐𝑚²
𝐴 = 5𝑐𝑚²
𝑝 = 3𝑁/𝑐𝑚²
𝑝 = 4𝑁/𝑐𝑚²

𝐹 100𝑁
𝑝= = = 20𝑁/𝑐𝑚²
𝐴 5𝑐𝑚²
𝑝 = 21𝑁/𝑐𝑚² 𝑝 = 22𝑁/𝑐𝑚² 𝑝 = 23𝑁/𝑐𝑚² 𝑝 = 24𝑁/𝑐𝑚²
Essa lei apresenta sua maior importância em problemas de dispositivos que
transmitem e ampliam sua força através da pressão aplicada num fluido.
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Exemplo
A figura mostra, esquematicamente, uma prensa hidráulica. Os êmbolos têm, respectivamente, as
áreas A1= 10cm² e A2=100cm². Se for aplicada uma força de 200N no êmbolo (1), qual será a
força transmitida em (2)?

Pela lei de Pascal, a


𝐹
𝑝 = pressão p1 será
𝐴 transmitida integralmente
ao êmbolo (2).
𝑝 =𝑝
𝑝 𝐴 =𝐹
Dados: 𝐹 200𝑁
A1 = 10cm² 𝑝 = = = 𝟐𝟎𝑵/𝒄𝒎² 20𝑁
A2 = 100cm² 𝐴 10𝑐𝑚² 𝐹 = . 100𝑐𝑚²
𝑐𝑚
F1=200N
F2 = ? 𝑭𝟐 = 𝟐. 𝟎𝟎𝟎𝑵/𝒄𝒎²

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Aplicações da Lei de Pascal

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Aplicações da Lei de Pascal

Como funciona o
sistema de freios do
automóvel?

Quando o motorista pisa no pedal do freio, provoca uma


pressão que atua sobre um compartimento com óleo.

A pressão se transmite por todo o óleo, inclusive dentro de


um sistema de tubos que vai agir sobre as rodas do carro,
travando-as.

Faltando óleo no sistema de freios, o carro não pára, por


isso, é importante a verificação do nível de óleo dos
automóveis.

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Aplicações da Lei de Pascal


Como funciona o macaco
hidráulico?

A força aplicada em A1 é transmitida ao longo do fluido até atingir A2. Mas,


como A2 é muito maior do que A1, para que a pressão se mantenha
constante na mesma horizontal, é aplicada uma força em A2 muito maior do
que a força aplicada em A1, capaz de elevar o automóvel

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Pressão atmosférica
Pressão exercida pelo ar contra uma superfície → peso da coluna de ar em
1 m² de superfície

Altitude (m) Pressão atmosférica Altitude (m) Pressão


(mmHg) (mmHg)
0 760 1200 658
200 742 1400 642
400 724 1600 627
600 707 1800 612
800 690 2000 598
1000 674 3000 527

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Carga de pressão
Pela lei de Stevin, tem-se: 𝒑𝑩 − 𝒑𝑨 = 𝜸𝒉

hA Pressão em A: 𝒑𝑨 = 𝜸. 𝒉𝑨
Cargas de
hB A pressão
Pressão em B: 𝒑𝑩 = 𝜸. 𝒉𝑩
B

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Carga de pressão
Numa situação de confinamento, pinterna > pexterna.
O líquido sobe até uma altura 𝒉 que deverá, para ficar em repouso,
equilibrar exatamente a pressão 𝒑 do conduto.

𝒑𝒄𝒐𝒏𝒅𝒖𝒕𝒐 = 𝜸𝒇𝒍𝒖𝒊𝒅𝒐 . 𝒉𝒄𝒐𝒍𝒖𝒏𝒂

𝒉 é a carga de pressão de 𝒑.
Carga de pressão é a altura à qual pode
ser elevada uma coluna de fluido por uma
pressão 𝒑.

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Carga de pressão
Pela lei de Stevin, tem-se: 𝒑𝑩 − 𝒑𝑨 = 𝜸𝒉

Pressão em B: 𝒑𝑩 = 𝒑𝑨 + 𝜸. 𝒉
A
h

po
A
h Pressão em B: 𝒑𝑩 = 𝒑𝒐 + 𝜸. 𝒉
B

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Carga de pressão
A pressão aumenta linearmente com a profundidade – implicações práticas:

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Carga de pressão
A pressão aumenta linearmente com a profundidade – implicações práticas:

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Lei de Pascal e Lei de Stevin

Princípio de Pascal  A pressão


é sempre a mesma em qualquer
ponto de um mesmo líquido na
direção x

Lei de Stevin  A
pressão em um
líquido aumenta
proporcionalmente
com a
profundidade na
direção y

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Pressão absoluta e pressão relativa


• A pressão é uma grandeza escalar que pode ser medida
em relação a qualquer referência arbitrária
• Duas referências são adotadas na medida de pressões:
\
\
O vácuo absoluto A pressão
\
(zero) atmosférica local
\
\
\ \
\
\
\
Pressão absoluta Pressão\relativa
(efetiva)
\
\

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Pressão absoluta e pressão relativa


• Pressão manométrica ou efetiva (pef): pressão medida em relação a pressão
atmosférica.
• Pressão absoluta (pabs): pressão medida em relação ao vácuo ou zero absoluto.
• Vácuo: quando não resta mais nenhuma molécula em determinado espaço.

𝒑𝒂𝒃𝒔 = 𝒑𝒂𝒕𝒎 + 𝒑𝒆𝒇

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Pressão absoluta e pressão relativa


Atmosfera Pascal Bária Bar Milibar ou Mm Hg mca Kgf/cm²
hPa
Atmosfera 1 1,01325×105 1,01325×106 1,01325 1013,25 760,0 10,33
Pascal 9,869×10-6 1 10 10-5 0,01 7,501×10-3 1,020×10-4 1,019×10-5
Bária 9,869×10-7 0,1 1 10-6 0,001 7,501×10-4 1,020×10-5 1,020×10-2
Bar 0,9869 100000 1000000 1 1000 750,1 10,20 1,020
Milibar ou 9,869×10-4 100 1000 0,001 1 0,7501 1,020×10-2 10,20
hPa
Mm Hg 1,316×10-3 133,3 1333 1,333×10-3 1,333 1 1,360×10-2 13,60
mca 9,678×10-2 9807 9,807×104 9,807×10-2 98,06 73,56 1 0,100
Kgf/cm² 0,968 9,810×104 9,810×105 0,9810 981,0 735,8 10,00 1

Unidades baseadas na definição de F/A: kgf/cm²; N/m²; Pa; bar; lb/pol²; psi

Unidades baseadas na carga de pressão: mmHg; mca; cmca

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Exemplo
Um recipiente em forma de paralelepípedo com as arestas de base medindo 80cm e 50cm, e com altura de
60cm, está cheio de óleo (com densidade relativa de 0,90). Calcule a pressão unitária exercida pelo óleo (em
N/m², kgf/m² e dina/cm²) sobre a base do paralelepípedo. Considere g=9,81m/s².

Dados:
A = 80 cm = 0,80m 𝑵 𝒌𝒈𝒇
𝒑 =𝟓𝟐𝟗𝟕, 𝟒 𝑺𝑰 𝒑 =𝟓𝟒𝟎
B = 50 cm = 0,50m 𝒎𝟐 𝒎𝟐
h= 60 cm = 0,60m
𝛿 = 0,90 𝒅𝒊𝒏𝒂
g =9,81 m/s² 𝒑 =𝟓𝟐𝟗𝟕𝟒
p = ? (N/m², kgf/m² e dina/cm²) 𝒄𝒎𝟐
𝜌 = 1000𝑘𝑔/𝑚 (á𝑔𝑢𝑎 𝑎 4℃)

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Exemplo
Sabendo que, na superfície livre, a pressão efetiva e nula, obter a pressão (em kgf/m2) no ponto B, a 11m de
profundidade, em um óleo com densidade relativa de 0,85.

po
A
h

Dados:
h= 11 m
𝛿 = 0,85
g =9,81 m/s²
p = ? (kgf/m²) 𝒌𝒈𝒇
𝜌 = 1000𝑘𝑔/𝑚 (á𝑔𝑢𝑎 𝑎 4℃) 𝒑 =𝟗𝟑𝟓𝟎
𝒎𝟐

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Referência Bibliográfica
• BRUNETTI, F. (2008). Mecânica dos Fluidos. Editora Pearson. 2a
Edição.

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Profa. Camilla Pires


Área de Recursos Hídricos – Engenharia Civil
Centro de Tecnologia e Geociências
Universidade Federal de Pernambuco.
Contato: camillapires.ufpe@gmail.com

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