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Índice

Manual – Parte 1
1 Trigonometria e funções trigonométricas

2 Geometria analítica

Manual – Parte 2
3 Sucessões
4 Funções reais de variável real
5 Estatística

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formato de aplicação interativa, permitindo a sua apresentação passo a passo.

ISBN 978-972-0-84449-1

2
Manual  Parte 1
Unidade
4
1 Trigonometria e funções trigonométricas
Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

3 5

NEMA11PR © Porto Editora


Logo, CE = BC − BE = 4 − = e
Pág. 9 2 2
2 2 2 2 2 5 73 21 + 73
1.1. AC = AB + BC ⇔ 52 = AB + 32 ⇔ AB = 16 . P [ AECD ] = 4 + 4 + + = .
2 2 2
Como AB > 0 , conclui-se que AB = 4 .
Assim sendo, tem-se que Pág. 11
BC 3 AB 4 BC 3 BC BC
α =
sin= α =
, cos= α =
e tan= . 6. tan 60=
° 3
⇔ = = 2 3 m.
⇔ BC
AC 5 AC 5 AB 4 AC 2
AB 4 BC 3 AB 4
1.2. sin=
β = β =
, cos= β =
e tan= . Como o triângulo [BDE] é equilátero, a amplitude de cada um dos
AC 5 AC 5 BC 3
ângulos internos é igual a 60° .
2. D é o ponto médio de [AB], logo AD = DB . BC 2 3
tan 60=
° ⇔ = 3 ⇔ DC= 2m .
AD DB BD DC DC
α
Como cos= = e tan= β , conclui-se que α é a Como o triângulo [BDE] é equilátero, sabe-se que C é o ponto
BC BC CD
médio de [DE]. Então, DE =×2 DC = 4m.
amplitude do ângulo CBD e β é a amplitude do ângulo BCD.
7. Como o quarto de círculo representado na figura está dividido
Pág. 10
2
ˆ = QBR
em três setores circulares iguais, CBQ ˆ = 90°= 30° .
ˆ = RBA
1 15 3
3.1. sin θ + cos θ =
2 2
1 ⇔ sin2 θ =.
1 ⇔ sin θ +   = 2

4 16 Relativamente ao triângulo [BQT], tem-se:


BT
cos 60
= ° = 0,6 .
⇔ BT
15 1,2
Como 0 < sinθ < 1 , conclui-se que sin θ = .
4 Relativamente ao triângulo [BRS], tem-se:
15 BS 3
cos 30° = ⇔ BS = 1,2 × ⇔ BS = 0,6 3 .
sin θ 4 1,2 2
3.2. tan
= θ = = 15 .
cos θ 1 Então, ST = BS − BT = 0,6 3 − 0,6 ≈ 0,44 .
4
2 Tarefa 1
1 4 1 25 1
4.1. 1 + tan=
2
α ⇔1+ =  ⇔= ⇔ 2 2
1.1. AC =AB + BC ⇔ AC =
2 2
a 2 + a 2 ⇔ AC =2a2 . Como
2
cos2 α  3  cos α
2
9 cos2 α
9 AC > 0 , conclui-se que=
AC 2a 2 
= 2a .
⇔ cos2 α = . a>0
25
1.2.
3
Como 0 < cosα < 1 , conclui-se que cos α = . a BC
5 a) tan 45°= = = 1.
AB a
sin α 4 3 BC a 1 2
4.2. tan α = ⇔ sin α =
tan α × cos α ⇔ sin α =× ⇔ b) sin 45=
° = = =
cos α 3 5 AC 2a 2 2
4 AB a 1 2
⇔ sin α = . e cos 45=
° = = = .
5 AC 2a 2 2

1 3 1
2
73 1 2.1. Sendo o triângulo [ABC] equilátero, então D é o ponto médio
5.1. 1 + tan=
2
α ⇔1+  =  ⇔= ⇔
cos2 α 8
  cos 2
α 64 cos 2
α AB a
de [AB]. Logo, AD
= = .
64 2 2
⇔ cos2 α = .
73 2 2 2 a 2 a 2
2 2
AC = AD + DC ⇔ a2 =   + DC ⇔ a2 − = DC ⇔
64 8 8 73 2 4
Como 0 < cosα < 1 , conclui-se que cos
= α = = .
73 73 73 3a2 2 3a2 3a
⇔ DC . Como CD > 0 , conclui-se que
= = CD = .
5.2. Como o perímetro do quadrado [ABCD] é 16, tem-se que 4 4 a >0 2

AB
= BC
= CD
= AD
= 4.
AB 8 4 4 73 73
cos α = ⇔ = ⇔ AE = ⇔ AE = .
AE 73 AE 8 2
BE 3 BE 12 3
tan α = ⇔ = ⇔ BE = ⇔ BE = .
AB 8 4 8 2

4
5 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

2.2. DE 2 2 5 AE 6 − 5 5
β
sin= = = β =
, cos= = e
a AD 5 5 AD 5 5
AD 2= 1 3
a) tan 30=
° = = . DE 2
DC 3a 3 3 tan β= = = 2 .
AE 1
2
3a 10.2. Sabe-se que tan β = 2 . Para determinar a amplitude do
DC 2= ângulo agudo β cuja tangente é 2, recorre-se a uma calculadora
b) tan 60=
° = 3.
AD a científica ou gráfica e conclui-se que β ≈ 63,4° .
2
a
Pág. 13
AD 2 1 AD 1
c) sin 30°= = = e cos 60
=° = sin 30
=° .
AC a 2 AC 2 11. O triângulo [ABC] é retângulo em b porque está inscrito numa
3a semicircunferência de diâmetro [AC].
DC 2= 3 DC 3
d) sin 60=
° = e cos 30=
° = sin 60=
° . AB AB 1
AC a 2 AC 2 α
Então, tan= = = .
BC 2 AB 2
2
Pág. 12 1 1 1 5 1
2
1 + tan= α ⇔ 1+=  ⇔
= ⇔
cos2 α  2  cos α
2
4 cos2 α
8.1. Não se pode concluir que AB = 3 e AC = 5 . Apenas se pode 4
⇔ cos2 α = .
AB 3 5
afirmar que = .
AC 5 4 2 2 5
Como 0 < cosα < 1 , conclui-se que cos=
α = = .
3 16
2
5 5 5
8.2. sin α + cos α =
2
1 ⇔   + cos2 α =
2
1 ⇔ cos2 α = .
 5 25 sin α 1 2 5
tan α = ⇔ sin α =
tan α × cos α ⇔ sin α =× ⇔
4 cos α 2 5
Como 0 < cosα < 1 , conclui-se que cos α = .
5 5
⇔ sin α =.
AB 3 AB 5
8.3. sin α = ⇔ = ⇔ AB= 2,1 e
AC 5 3,5 12.1. Sendo [OA] e [OC] raios da circunferência, então
BC 4 BC OA
= OC
= 3.
cos α = ⇔ = ⇔ BC = 2,8 .
AC 5 3,5 ˆ = 90° − POA
AOB ˆ = 90° − 45°= 45°
.
Então, P [ ABC ] = 3,5 + 2,1 + 2,8 = 8,4 . Seja D a projeção ortogonal de A sobre [OB].

2 1 AD 2 AD 3 2
9.1. Não é possível ter-se cos α = e sin α = porque sin45=
° ⇔ = ⇔ AD
= .
3 3 OA 2 3 2
2 2 OB × AD 3 2 9 2
1 2 2 × A [OAB] =
A [OABC ] = 2× 3×
= = .
  +   ≠ 1 , ou seja, não se verifica a fórmula fundamental 2 2 2
3 3
da trigonometria. 12.2. Como o triângulo [AOD] é isósceles, então
3 2
1 OD
= AD
= .
9.2. É possível ter-se cos α = e tan α = 2 2 porque 2
3
1 3 2 6−3 2
( )
2
1+ 2 2 = , ou seja, verifica-se a igualdade Logo, BD =OB − OD =−
3 = .
2 2 2
1
   3 2   6−3 2 
2 2
3 2 2 2 2
AB = AD + BD ⇔ AB =   +   ⇔
1 + tan2 α =
1
.  2   2 
cos2 α 2 18 36 − 36 2 + 18 2
⇔ AB = + ⇔ AB =18 − 9 2 .
3 2 4 4
9.3. Não é possível ter-se cos α =
e sin α = porque sendo
2 3 Como AB > 0 , conclui-se que
α um ângulo agudo sabe-se que 0 < cosα < 1 .

10.1. Seja E a projeção ortogonal de D sobre [AB].


AB = 18 − 9 2 = (
9 2− 2 = ) 9× 2− 2 = 3 2− 2 .

2 2 2 2 2
AD = 12 + 22 ⇔ AD =
AE + DE ⇔ AD = 5 . Como AD > 0 ,
NEMA11PR © Porto Editora

conclui-se que AD = 5 .

5
6
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

Tarefa 2 13.3. Da aplicação da lei dos senos, resulta:

NEMA11PR © Porto Editora


1. 3

sin 60° sin 45° 4sin 60° 2 ⇔= 4 3
= a
⇔= a
⇔= a ⇔
a 4 sin 45° 2 2
2
4 3× 2 4 6
a
⇔= a
⇔= a 2 6 .
⇔=
2× 2 2

13.4. Da aplicação da lei dos senos, resulta:


sin 75° sin 45° 4 sin 75°
= ⇔
= b .
b 4 sin 45°
Recorrendo a uma calculadora, tem-se b ≈ 5,5 .

Pág. 15

sin 55° sin Bˆ sin Cˆ


14.1. Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
8 AC 7
Da aplicação da lei dos senos, resulta:
sin 55° sin Cˆ 7sin 55°
= ⇔ sin Cˆ = ⇔ sin Cˆ ≈ 0,717 .
8 7 8

14.2. Sabendo que sin Cˆ ≈ 0,717 e recorrendo a uma


Atendendo aos dados da figura anterior, tem-se: calculadora, obtém-se Cˆ ≈ 45,81° .
x
tan 42
= ° ⇔= x 0,8 tan 42° ⇔ x ≈ 0,72 m . 14.3. A soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer
0,8
Altura da viatura, arredondada às centésimas: triângulo é igual a 180° .
(1,2 + 0,72 ) m =1,92 m . Bˆ 180° − 55° − 45,81=
Então, = ° 79,19° .
Largura da viatura, arredondada às centésimas:
14.4. Da aplicação da lei dos senos e atendendo ao valor
( 2,60 − 0,8 ) m =
1,80 m .
encontrado em 14.3., resulta:
2.1. Como na figura estão representados nove losangos sin 55° sin 79,19° 8sin 79,19°
= ⇔
= AC ⇔ AC ≈ 9,6 .
8 AC sin 55°
ˆ = 360°= 40° .
geometricamente iguais, sabe-se que AOC
9
Pág. 16
2.2. Sendo OB um eixo de simetria do losango [OABC], então
ˆ sin Aˆ sin 90° sin Cˆ
ˆ = AOC= 20° .
AOB 15. Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
2 3 7 AB
3 3 Da aplicação da lei dos senos, resulta:
cos 20° = ⇔ OA = ⇔ OA ≈ 3,19 . sin Aˆ sin 90° 3×1 3
OA cos 20° = ⇔ sin Aˆ = ⇔ sin Aˆ = .
3 7 7 7
AC Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Aˆ ≈ 25,4° .
AC
° 2 ⇔ tan 20=
2.3. tan 20= ° ⇔ AC
= 6 tan 20° ⇔ AC ≈ 2,2 . Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer
3 6
Cˆ 180° − 90° − 25,4=
triângulo é igual a 180° , então= ° 64,6° .

Pág. 14 16.1. Sabendo que AB


= AC
= 6 , então

13.1. A soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer ABC ˆ = 180° − 130°= 25° .
ˆ = ACB
2
triângulo é igual a 180° .
Então, Cˆ= 180° − 60° − 75°= 45° . sin 130° sin 25°
16.2. Atendendo à lei dos senos, tem-se: = .
BC 6
13.2. Atendendo à lei dos senos, tem-se: 6sin 130°
sin 60° sin 75° sin 45° BC
Donde resulta que:= ⇔ BC ≈ 10,88 .
= = . sin 25°
a b 4

6
7 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

Pág. 17 Pág. 19

17.1. sin 90°× sin 160° = 1 × sin (180° − 160° ) = sin 20° . 21.1. Os ângulos PBC e ABC são suplementares, logo
ˆ = 180° − 135°= 45° .
PBC
2
17.2. 2sin 45°× sin 135° = 2 × × sin (180° − 135° ) = 2 sin 45° = PB 2 PB 5 2
2 cos 45=
° ⇔ = ⇔ PB
= .
BC 2 5 2
2 PC 2 h 5 2
= 2× =1 . sin 45°= ⇔ = ⇔ h= .
2 BC 2 5 2
18. Como o pentágono [ABCDE] é regular e tem perímetro 25, 5 2 8+5 2
AP =AB + BP =4 + = .
2 2
conclui-se que BAC ˆ = 360° : 5= 36° e AB
ˆ = CBA = BC
25
= = 5. 2 2
2 5 2 2 2 8+5 2   5 2 
AC = AP + PC ⇔ b2 =   +   ⇔
Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer
 2   2 
ˆ= 180° − 36° − 36=
triângulo é igual a 180° , então ABC ° 108° .
64 + 80 2 + 50 50
sin 108° sin 36° ⇔ b2 = + ⇔ b2 = 41 + 20 2 .
Atendendo à lei dos senos, tem-se: = . 4 4
AC 5
Donde resulta que: Como b > 0 , conclui-se que=b 41 + 20 2 .
5sin 108° 5sin ( 180° − 108° ) 5sin 72°
= AC = = . 21.2. Atendendo aos cálculos efetuados em 21.1., sabe-se que
sin 36° sin 36° sin 36° 2
b= 41 + 20 2 .
19.1. Atendendo à lei dos senos, tem-se: 2
Por outro lado, 42 + 52 + 2 × 4 × 5cos 45°= 41 + 40 × =
sin Aˆ sin 112° sin Cˆ 2
= = .
a 5 3 = 41 + 20 2 .
Da aplicação da lei dos senos, resulta: Conclui-se então que b2 = 4 2 + 52 + 2 × 4 × 5cos 45° .
sin 112° sin Cˆ 3sin 112°
= ⇔ sin Cˆ = ⇔ sin Cˆ ≈ 0,556 .
5 3 5 Pág. 20
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Cˆ ≈ 33,801° .
22.1. cos 90°× cos 137° + 2 cos 120° =
19.2. Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de 1
qualquer triângulo é igual a 180° , então  cos (180° − 120° )  = −2cos 60° = −2 × 2 = −1 .
= 0 × cos 137° + 2 −

Aˆ 180° − 112° − 33,801° ≈ 34,20° .


=
2
22.2. cos 45° cos 135=
° × − cos ( 180° − 135°=
) 
19.3. Da aplicação da lei dos senos, resulta: 2 
sin 34,2° sin 112° 5sin 34,2° 2 2 2 1
= =⇔a ⇔ a ≈ 3,0 . =− cos 45° = − × =− .
a 5 sin 112° 2 2 2 2

Pág. 18 22.3. cos 70°× sin 110° + cos 110° sin 70° =
= cos 70°× sin (180° − 110° ) + −
 cos ( 180° − 110° )  sin=
70°
AP 1 AP
20.1. cos 60=
° ⇔= ⇔ AP
= 2. = cos 70°× sin 70° − cos 70° sin=
70° 0 .
AC 2 4
PC 3 h 23.1. Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se:
sin 60°= ⇔ = ⇔ h= 2 3 .
AC 2 4 b2= 32 + 52 − 2 × 3 × 5cos 70° ⇔ b2= 34 − 30 cos 70° .
PB = AB − AP = 7 − 2 = 5 .
Como b > 0 , conclui-se que=
b 34 − 30cos 70° ⇔ b ≈ 4,9 .
( )
2 2 2 2
BC = PB + PC ⇔ a2 = 52 + 2 3 ⇔ a2 = 37 . Como a > 0 ,
sin Aˆ sin 70° sin Cˆ
Atendendo à lei dos senos, tem-se:= = .
conclui-se que a = 37 . 5 b 3
20.2. Atendendo aos cálculos efetuados em 20.1., sabe-se que Sabe-se que b =34 − 30 cos 70° , logo:
2
a = 37 . sin Aˆ sin 70° 5sin 70°
= = ⇔ sin Aˆ ⇔
1 5 34 − 30 cos70° 34 − 30 cos70°
Por outro lado, 4 2 + 72 − 2 × 4 × 7cos 60=
° 65 − 56 × = 37 .
2 ⇔ sin Aˆ ≈ 0,9643 .
Conclui-se então que a2 = 4 2 + 72 − 2 × 4 × 7cos 60° .
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Aˆ ≈ 74,6° .
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Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer


Cˆ 180° − 70° − 74,6=
triângulo é igual a 180° , então= ° 35,4° .

7
8
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

23.2. Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se:

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a2 2,52 + 4 2 − 2 × 2,5 × 4 cos 130° ⇔=
= a2 22,25 − 20 cos 130° . Pág. 22

Como a > 0 , conclui-se que


= a 22,25 − 20 cos 130° ⇔ a ≈ 5,9 . Proposta 1
sin 130° sin Bˆ sin Cˆ 1.1. x 2 = 42 + 22 ⇔ x 2 = 20 . Logo,=x 20 2 5 .
=
Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = . Assim sendo, tem-se que
a 2,5 4
4 2 5 2 5
Sabe-se que a =22,25 − 20 cos 130° , logo: sin
= α = , cos
= α = e
2 5 5 2 5 5
sin 130° sin Bˆ 2,5sin 130° 4
= ⇔ sin Bˆ = ⇔ tanα= = 2 .
22,25 − 20cos130° 2,5 22,25 − 20cos130° 2
⇔ sin Bˆ ≈ 0,3232 .
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Bˆ ≈ 18,9° . 1.2. y 2 = 22 + 32 ⇔ y 2 = 13 . Logo, y = 13 .
Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer 3 3 13 2 2 13
Então, sin
= β = , cos
= β =
Cˆ 180° − 130° − 18,9=
triângulo é igual a 180° , então= ° 31,1° . 13 13 13 13
3
e tan β = .
Pág. 21 2
24.1. Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se: 1.3. a2 = 32 + 32 ⇔ a2 = 18 . Logo,=a =
18 3 2 .
7 b2 = 22 + 22 ⇔ b2 = 8 . Logo,
62 =22 + 52 − 2 × 2 × 5cos Aˆ ⇔ 20cos Aˆ =−7 ⇔ cos Aˆ =− .
20
b
= 8 2 2.
=
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Aˆ ≈ 110,5° .
( ) +( 8)
2 2
2
19 c = 18 ⇔
22 = 52 + 62 − 2 × 5 × 6cos Bˆ ⇔ 60cos Bˆ = 57 ⇔ cos Bˆ = .
20 ⇔ c2 = 26 . Logo, c = 26 .
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Bˆ ≈ 18,2° . Assim sendo, tem-se que
5 2 2 2 52 2 13 3 2 3 52 3 13
52 = 22 + 62 − 2 × 2 × 6cos Cˆ ⇔ 24 cos Cˆ = 15 ⇔ cos Cˆ = . sin
= θ = = , cos
= θ = = e
8 26 26 13 26 26 13
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Cˆ ≈ 51,3° . 2 2 2
tan
= θ = .
24.2. Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se: 3 2 3
17,52= 102 + 22,52 − 2 × 10 × 22,5cos Aˆ ⇔ 450 cos Aˆ= 300 ⇔
Proposta 2
2
⇔ cos Aˆ = . 2
3 2 21
2.1. sin2 α + cos2 α =
1 ⇔   + cos2 α =
1 ⇔ cos2 α =.
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Aˆ ≈ 48,2° . 5   25
10
= 2
17,52 + 22,52 − 2 × 17,5 × 22,5cos Bˆ ⇔ 787,5cos=
Bˆ 712,5 ⇔ 21
Como 0 < cosα < 1 , conclui-se que cos α = .
19 5
⇔ cos Bˆ = .
21 2
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Bˆ ≈ 25,2° . 1 8
2.2. sin2 α + cos2 α =
1 ⇔ sin2 α +   =
1 ⇔ sin2 α =.
3   9
22,52 =10 2 + 17,52 − 2 × 10 × 17,5cos Cˆ ⇔ 350cos Cˆ =−100 ⇔
2 8 2 2
⇔ cos Cˆ =
− . Como 0 < sinα < 1 , conclui-se que sin=
α = .
7 3 3
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Cˆ ≈ 106,6° . 1 1 7
2.3. 1 + tan2=
α α
⇔ 1 + tan2= α
⇔ tan2= .
25. Atendendo aos dados da figura em baixo e aplicando a lei dos cos2 α 3
2
9
 
cossenos, tem-se: 4
72= 122 + 122 − 2 × 12 × 12cos α ⇔ 7
Como tan α > 0 , conclui-se que tan α = .
239 3
⇔ 288cos α = 239 ⇔ cos α = .
288 1 1 1
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se 2.4. 1 + tan=
2
α 22
⇔ 1 += ⇔
= 5 ⇔
cos2 α cos2 α cos2 α
α ≈ 33,92° .
1
⇔ cos2 α = .
5
1 5
Como 0 < cosα < 1 , conclui-se que cos=
α = .
5 5

8
9 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

1 1 1 5.2. Como o triângulo [QRT] é isósceles, conclui-se que


2.5. 1 + tan=
2
α 52
⇔ 1 += 26
⇔= ⇔
cos2 α cos2 α cos2 α TQ
= RT
= 3 2 e PT = PQ − TQ = 8 2 − 3 2 = 5 2 .
1
⇔ cos α =2
. RT 3 2 3
26 α
Assim sendo, tan= = = .
PT 5 2 5
1 26
Como 0 < cosα < 1 , conclui-se que cos
= α = . sin2 α cos2 α 1
26 26 5.3. sin2 α + cos2 α =
1⇔ + = ⇔
sin2 α sin2 α sin2 α
sin α 26
tan α = ⇔ sin α =
tan α × cos α ⇔ sin α =
5× ⇔ 1 1 1 1 34 1
cos α 26 ⇔ 1+ = ⇔ 1+ = 2
⇔= ⇔
tan2 α sin2 α  3 sin2
α 9 sin2
α
5 26  
⇔ sin α = .  5
26
9
⇔ sin α =
2
.
2.6. sin2 α + cos2 α =
1 ⇔ 0,32 + cos2 α =
1 ⇔ cos2 α =
0,91 . 34
91 3 3 34
Como 0 < cosα < 1 , conclui-se que cos
= α 0,91
= . Como 0 < sinα < 1 , conclui-se que sin
= α = .
10 34 34
3
sin α 10 3 3 91 Proposta 6
tan
= α = = = .
cos α 91 91 91
6.1. O octógono regular inscrito na circunferência divide-a em 8
10 arcos geometricamente iguais.
A amplitude de cada um desses arcos é 360° : 8 = 45° .
Proposta 3
45°
Então,=α = 22,5° .
sin2 θ cos2 θ 1 2
3.1. sin2 θ + cos2 θ =
1⇔ + 2 = ⇔
sin θ sin θ sin2 θ
2
6.2. O triângulo [ABF] é retângulo em A porque
1 1 1 1 25 1
⇔ 1+ =
tan2 θ sin2 θ
⇔ 1+ = 2
⇔= ⇔ ˆ = 180°= 90° .
BAF
 3  sin θ 9 sin2 θ
2

  2
4
9 AB 4 4
⇔ sin2 θ = . 6.3. tan 22,5=
° ⇔ tan 22,5=
° ⇔ AT
= .
25 AF AF tan 22,5°
3 4
Como 0 < sinα < 1 , conclui-se que sin θ = . 4×
5 AB × AF tan 22,5° 8
A [ ABF ] =
= = ≈ 19,31 .
3 2 2 tan 22,5°
sin θ sin θ 5 4
3.2. tan θ = ⇔ cos θ = ⇔ cos θ =⇔ cos θ =.
cos θ tan θ 3 5
Proposta 7
4
Seja x a medida do comprimento da rampa.
AC 3 AC 2 2
3.3. tan θ = ⇔ = ⇔ AC = 4,5 cm e cos 30° = ⇔ x = ⇔ x ≈ 2,3 .
BC 4 6 x cos 30°
A rampa tem aproximadamente 2,3 metros de comprimento.
BC 4 6
cos θ = ⇔ = ⇔ AB = 7,5 cm .
AB 5 AB
Proposta 8
Então, P [ ABC ] 18 cm .
6 4,5 + 7,5 =
=+
BF 3 5 15
8.1. tan 30° = ⇔ = ⇔ AB = ⇔ AB = 5 3 .
AB 3 AB 3
Proposta 4
CE 5 5 5 3
CE 2 CE tan 60° = ⇔ 3= ⇔ CD = ⇔ CD = .
sin α = ⇔ = ⇔ CE = 4 cm . CD CD 3 3
BC 3 6
5 3 20 3
NEMA11PR © Porto Editora

2 2 2 2 2
BC = BE + EC ⇔ 6 2 = BE + 4 2 ⇔ BE = 20 . Como BE > 0 , AD = AB + BC + CD = 5 3 + 5 + = 5+ .
3 3
BE
conclui-se que = 20 2 5 .
=
20 3
(
Então, P [ ABCD] = 6 + 3 × 4 + 2 5 = 18 + 2 5 cm .) A=
[ ADEF ]
AD + EF
=× CE
5+
3
+5
= ×5
150 + 100 3
=
2 2 6
Pág. 23 50 3
= 25 + .
Proposta 5 3

RT 2 RT
5.1. sin 45=
° ⇔ = = 3 2.
⇔ RT
RQ 2 6

9
10
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

BF 1 5 Proposta 11

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8.2. sin 30=
° ⇔= ⇔ AF
= 10 .
AF 2 AF Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer
triângulo é igual a 180° , então Aˆ= 180° − 68° − 80°= 32° .
CE 3 5 10 10 3
sin 60=
° ⇔ = ⇔ DE
= ⇔ DE
= . sin 68° sin 80° sin 32°
DE 2 DE 3 3 Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
AB 15 BC
20 3 10 3 Donde resulta que:
P [ ADEF ] =AD + DE + EF + FA =5 + + + 5 + 10 =
3 3 sin 68° sin 80° 15sin 68°
= ⇔= AB ⇔ AB ≈ 14,1 m .
= 20 + 10 3 . AB 15 sin 80°
sin 80° sin 32° 15sin 32°
Pág. 24 = BC
⇔= ⇔ BC ≈ 8,1 m .
15 BC sin 80°
Proposta 9
Pág. 25
9.1. Seja O o ponto de interseção das diagonais do papagaio.
Proposta 12
DO DO
sin 65=
° ⇔ sin 65=
° ⇔ Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer
AD 20
ˆ = 180° − 120° − 37°= 23° .
triângulo é igual a 180° , então ABC
⇔ DO
= 20sin 65° . sin 37° sin 23° sin 120°
Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
AO AO AB 30 BC
cos 65
=° ⇔ cos 65=
° ⇔
AD 20 sin 37° sin 23°
Donde resulta que: = ⇔
AO 20cos 65° .
⇔= AB 30
30sin 37°
CO 20cos 65° =AB ⇔ AB ≈ 46 m .
tan 50=
° ⇔ tan 50=
° ⇔ sin 23°
BO BO
20cos 65°
⇔ BO = .
tan 50° Proposta 13
20cos 65° Seja r o raio do círculo representado na figura.
BD
= BO + OD
= + 20sin 65° ≈ 25,2 .
tan 50° π r 2 ⇔ 25π =
Acírculo = π r 2 ⇔ 25 =r2 .
20cos 65° Logo, r = 5 .
9.2. Sabe-se=
que BD + 20sin 65° ≈ 25,2185 . 180° − 27°
tan 50° α
= = 76,5° .
2
BD × AC 25,2185 × 40cos 65°
A [ ABCD ]
Então, = = ≈ 213,2 . Atendendo à lei dos senos, tem-se:
2 2 sin 27° sin 76,5°
= ⇔
CO 20cos 65° 20cos 65° 5 x
9.3. sin 50=
° ⇔ sin 50=
° ⇔ BC
= . 5sin 76,5°
BC BC sin 50° ⇔x
= ⇔ x ≈ 10,7 .
sin 27°
40cos65°
P [ ABCD ] =2 AD + 2BC =40 + ≈ 62,1 .
sin50°

Proposta 10
Proposta 14
Designemos por α a amplitude do ângulo agudo BAC.
Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer
ˆ = 180° − 120° − 30°= 30° .
triângulo é igual a 180° , então ACB
Como ACB ˆ = CBA
ˆ = 30° , conclui-se que o triângulo [ABC] é
isósceles.
Logo, AC= AB = 40 cm .
sin 120° sin 30°
Atendendo à lei dos senos, tem-se: = ⇔
BC 40
40sin 120°
=BC ⇔ BC ≈ 69,3 cm .
Como AC = BC , a projeção de C sobre [AB] coincide com o seu sin 30°
ponto médio (M).
AM 20 2 Pág. 26
cos α = ⇔ cos α = ⇔ cos α = .
AC 50 5 Proposta 15
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se α ≈ 66,4° . Como o pentágono [ABCDE] é regular divide a circunferência em
que está inscrito em cinco arcos geometricamente iguais, de
amplitude 360° : 5 = 72° .

10
11 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

Por aplicação da lei dos senos ao triângulo [ABC], resulta:


Sabe-se que ADE ˆ = 72°= 36° e
ˆ = DAE
2 sin 16° sin 18° 60sin 18°
= ⇔= BC ⇔ BC ≈ 67,266 .
ˆ = 180° − 36° − 36° = 108° .
AED 60 BC sin 16°
sin 108° sin 30° Por aplicação da lei dos senos ao triângulo [BCD], resulta:
Atendendo à lei dos senos, tem-se: = ⇔
AD 4 sin 90° sin 34° 67,266sin 34°
= = ⇔ CD ⇔ CD ≈ 38 .
4 sin 108° 67,266 CD sin 90°
⇔= AD ⇔ AD ≈ 6,47 .
sin 30° A altura do farol é dada por CD , ou seja, é aproximadamente
igual a 38.
Proposta 16
Como o pentágono [ABCDE] é regular divide a circunferência em Pág. 27
que está inscrito em cinco arcos geometricamente iguais, de
Proposta 19
amplitude 360° : 5 = 72° .

Sabe-se que ABP ˆ = 72°= 36° , BAP


ˆ = 2 × 72°= 72° e 19.1. Sendo [BC] lado de um quadrado inscrito na circunferência,
2 2 então o arco BC tem de amplitude 360° : 4 = 90° .
ˆ = 180° − 36° − 72° = 72° .
APB Sendo [AC] lado de um hexágono regular inscrito na
ˆ = APB
Como BAP ˆ , o triângulo [ABC] é isósceles. Logo, circunferência, então o arco AC tem de amplitude 360° : 6 = 60° .
BP
= AB
= 4.
Donde se conclui que CABˆ = 90°= 45° , ABC
ˆ = 60°= 30° e
sin 36° sin 72° 2 2
Atendendo à lei dos senos, tem-se: = ⇔
AP 4 ˆ= 180° − 45° − 30=
ACB ° 105° .
4 sin 36°
⇔= AP ⇔ AP ≈ 2,5 . 19.2. Sendo [AC] lado de um hexágono regular inscrito na
sin 72°
circunferência de centro O e r raio 3, então AC
= OA
= 3.
Proposta 17 Atendendo à lei dos senos, tem-se:
2
17.1. Como o triângulo [DBC] é equilátero, a amplitude de cada 3×
sin 45° sin 30° 3sin 45° 2 ⇔ BC
= ⇔ BC
= ⇔ BC
= = 3 2
um dos ângulos internos é igual a 60° . BC 3 sin 30° 1
Os ângulos ADC e BDC são suplementares, logo=θ 180° − 60° . 2
1
cos θ = cos ( 180° − 60° ) = − cos 60° = − . 19.3. Atendendo à lei dos senos, tem-se:
2
sin 105° sin 30° 3sin 105°
17.2. Sendo D o ponto médio de [AB] e AD = 10 então tem-se = AB
⇔= ⇔ AB ≈ 5,80 .
AB 3 sin 30°
DB = 10 .
Como o triângulo [DBC] é equilátero, conclui-se que CD = 10 . Proposta 20
θ 120° , então
O triângulo [ACD] é isósceles e =
20.1. Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se:
ˆ = CADˆ= 180 ° − 120 °
ACD = 30° . 2
2 AC= 102 + 152 − 2 × 10 × 15cos 160° ⇔
Por aplicação da lei dos senos ao triângulo [ACD], resulta: 2 2
⇔ AC= 325 − 300cos 160° ⇔ AC ≈ 606,908 .
sin 120° sin 30°
= ⇔
AC 10 Como AC > 0 , conclui-se que AC ≈ 24,64 .
3
10 × 20.2. a) Atendendo à lei dos senos, tem-se:
10sin 60° 2
AC
= AC
⇔= AC 10 3 .
⇔=
sin 30° 1 ˆ
sin BAC ˆ
sin160° sin ACB
2 = = = .
15 AC 10
Proposta 18 Do resultado obtido anteriormente, AC ≈ 24,64 , e da aplicação
da lei dos senos, resulta:
ˆ
sin BAC sin 160°
= ˆ = 15sin 160° ⇔ sin BAC
⇔ sin BAC ˆ ≈ 0,2082 .
15 24,64 24,64
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se BAC ˆ ≈ 12° .

b) Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de


qualquer triângulo é igual a 180° , então
ˆ = 180° − 160° − 12° = 8° .
ACB
Atendendo aos dados apresentados no esquema anterior, tem-
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-se:
ˆ= 180° − 34=
ABC ˆ = 180° − 146° − 18°= 16° .
° 146° e ACB

11
12
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

Proposta 21 2

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25.2. Sendo α um ângulo agudo e sin α = , tem-se:
Como as circunferências têm centros A, B e C, são tangentes duas 3
a duas e raios 2 cm, 4 cm e 1 cm, respetivamente, conclui-se que: 2
 2 1
AC = 2 + 1 = 3 , AB = 2 + 4 = 6 e BC =1 + 4 = 5 . sin2 α + cos2 α =
1 ⇔   + cos α =
2
1 ⇔ cos2 α = .
Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se:  3  3
5 1 3
52 = 32 + 62 − 2 × 3 × 6cos Aˆ ⇔ 36cos Aˆ = 20 ⇔ cos Aˆ =
. Como 0 < cosα < 1 , conclui-se que cos=
α = .
9 3 3
ˆ ≈ 56,25° .
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se BAC
Como AC = BC , a projeção de C sobre [AB] coincide com o seu
ponto médio (M).
Pág. 28 1 1
Ora, AM =AB =× 2 3 =3 .
Proposta 22 2 2
22.1. Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se: AM 3 3
cos α = ⇔ = ⇔ AC = 3 .
2 2 AC 3 AC
AB = 32 + 82 − 2 × 3 × 8cos 78° ⇔ AB = 73 − 48cos 78° ⇔
2
Assim sendo, P [ ABC ] = 2 AC + AB = 2 × 3 + 2 3 = 6 + 2 3 .
⇔ AB ≈ 63,0202 .
Como AB > 0 , conclui-se que AB ≈ 7,94 m .
Proposta 26**
sin Aˆ sin Bˆ sin 78° Como o hexágono [ABCDEF] é regular divide a circunferência em
22.2. Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
que está inscrito em seis arcos geometricamente iguais, de
8 3 AB
amplitude 360° : 6 = 60° .
Do resultado obtido anteriormente, AB ≈ 7,94 m , e da aplicação
Sendo o hexágono regular, a medida do seu lado é igual ao raio
da lei dos senos, resulta: da circunferência em que está inscrito.
sin Aˆ sin 78° 8 sin 78°
= ⇔ sin Aˆ= ⇔ sin Aˆ ≈ 0,9855 . Sabe-se que SCB ˆ = SBC
ˆ = RBSˆ = 60°= 30° e
8 7,94 7,94 2
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Aˆ ≈ 80° . ˆ = 180° − 30° − 30° = 120° .
BSC
Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer Donde se conclui que BSR ˆ = 180° − 120°= 60° e
triângulo é igual a 180° , então Bˆ= 180° − 78° − 80°= 22° . ˆ
BRS = 180° − 60° − 30° = 90° .
Por aplicação da lei dos senos ao triângulo [BCS], resulta:
Proposta 23 1
Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se: 5×
sin 120° sin 30° 5sin 30° 2 5 3
2 2 = ⇔ BS= ⇔ BS= ⇔ BS= .
AE= 402 + 502 − 2 × 40 × 50cos 60° ⇔ AB= 2100 . 5 BS sin 120° 3 3
Como AB > 0 , conclui-se que AB ≈ 45,8 m . 2
A distância entre a árvore e a estatueta é de, aproximadamente, 3
Nota: sin 120
= ° sin ( 180° − 120
= ° ) sin=
60° .
45,8 metros. 2
Por aplicação da lei dos senos ao triângulo [BRS], resulta:
Proposta 24 5 3 1
Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se: ×
sin 90° sin 30° 3 2 ⇔ RS= 5 3 ⇔ RS ≈ 1,4 .
2 2 = ⇔ RS=
AB = 82 + 32 − 2 × 8 × 3cos 70° ⇔ AB = 73 − 48cos 70° ⇔ 5 3 RS 1 6
2
⇔ AB ≈ 56,583 . 3

Como AB > 0 , conclui-se que AB ≈ 7,5 km .


Proposta 27*
A distância entre as localidades A e B é de, aproximadamente,
Como AC = BC , a projeção de C sobre [AB] coincide com o seu
7,5 quilómetros.
ponto médio (M).
1 1 ˆ = 110°= 55° .
Pág. 29 Ora, AM = AB = × 6 = 3 e ACM
2 2 2
Proposta 25* 3 3
tan 55° = ⇔ CM = ⇔ CM ≈ 2,101 .
ˆ
25.1. Como AC = BC , então BAC
= ˆ α.
ABC
= CM tan 55°
Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer Designemos por r o raio do círculo.
ˆ =180° .
triângulo é igual a 180° , então 2α + ACB
ˆ
ACB
ˆ= 180° ⇔ 2α
2α + ACB ˆ ⇔α
= 180° − ACB = 90° − .
2
Assim sendo, α é necessariamente um ângulo agudo.

12
13 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

Relativamente ao triângulo [COT] representado na figura acima, ɺ


27.2. a) OE ɺ
b) OE
tem-se:
OT r ɺ
c) OB ɺ
d) OB
sin 55° = ⇔ sin 55° = ⇔ 2,101sin 55° − r sin 55° = r ⇔
OC 2,101 − r
⇔ 2,101sin 55° = r + r sin 55° ⇔ 2,101sin 55° = r (1 + sin 55° ) ⇔ Pág. 32

2,101sin 55° 28.1. a) A circunferência da escala da temperatura do forno está


=⇔r ⇔ r ≈ 0,95 m .
1 + sin 55° dividida em 18 partes iguais, sendo a amplitude de cada uma
360°
dessas partes = 20° .
Pág. 30 18
Como 100° : 20° =5 , conclui-se que se o manípulo a partir de D
26.1. O esquema abaixo permite concluir que a amplitude do
rodar 100° então a temperatura selecionada é de 140°.
ângulo orientado é − 120° .
b) Como 160° : 20° =8 , conclui-se que se o manípulo a partir de
D rodar −160° então a temperatura selecionada é de 240°.

c) Como 280° : 20° =14 , conclui-se que se o manípulo a partir de


D rodar 280° então a temperatura selecionada é de 320°.

28.2. Como 180° − 260° = −80° , conclui-se que para reduzir a


temperatura de 260° para 180° o manípulo deve rodar −80° ou
360° − 80=
° 280° .
26.2. O esquema abaixo permite concluir que a amplitude do
ângulo orientado é − 240° . Pág. 33

29.1. a) O eneágono representado é regular e está inscrito na


circunferência, então dividia-a em nove arcos de amplitude
360° : 9 = 40° .
Sendo 120° : 40° =3 , conclui-se que R(O ,120°) ( A) = D .

b) R(O , 40° ) (B) = C ou R(O , −320° ) (B) = C .

c) R(O , −80°) (H ) = F
Pág. 31
d) R(O ,200°) (H ) = D
A figura ao lado apoia a resposta às questões colocadas.
ɺ
27.1. a) OD e) R(O , −160° ) ( A) = F

ɺ
b) OA f) R(O , −120°) (G ) = D , conclui-se que R(O , −120°) (G ) = R(O ,120° ) ( A) .
ɺ
c) OC ˆ = 80° porque a amplitude de um ângulo ao centro é
29.2. a) COE
ɺ
d) OE igual à amplitude do arco correspondente.

b) Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se:


2 2
EC = 52 + 52 − 2 × 5 × 5cos 80° ⇔ EC = 50 − 50cos 80° ⇔
2
As figuras em baixo apoiam a resposta às questões colocadas. ⇔ EC ≈ 41,318 .
Como EC > 0 , conclui-se que EC ≈ 6,4 cm .

Tarefa 3
1.1. O quadrado [ABCD] divide a circunferência em que está
inscrito em quatro arcos de amplitude 360° : 4 = 90° e o
octógono [EFGHIJLM] divide a circunferência em que está inscrito
em oito arcos de amplitude 360° : 8 = 45° .
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a) Sendo 135° : 45° =3 , conclui-se que o lado extremidade do


ɺ e amplitude −135° é OJ
ângulo orientado de lado origem OA ɺ .

13
14
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

ɺ e
b) O lado extremidade do ângulo orientado de lado origem OA 32.1. Efetuando a divisão de 485 por 360 tem-se:

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ɺ .
amplitude 135° é OH 485= 125 + 1× 360 485 360
125 1
c) Sendo 315° : 45° =7 , conclui-se que o lado extremidade do
O ângulo generalizado 485° é representado por ( 125° , 1 ) .
ɺ e amplitude −315° é OF
ângulo orientado de lado origem OA ɺ .
32.2. Efetuando a divisão de 1470 por 360 tem-se:
1.2.
1470 = 30 + 4 × 360 1470 360
a) R(O , 90° ) (E ) = G
30 4
b) R(O , 90°) ( A) = B
O ângulo generalizado 1470° é representado por ( 30° , 4 ) .
c) R(O , −180° ) (D ) = B
d) R(O , −90°) (H ) = F 32.3. Efetuando a divisão de 650 por 360 tem-se:
650= 290 + 1 × 360 650 360
e) R(O , 45° ) (M ) = E Então,
290 1
f) R(O , −90°) (C ) = B −650 =−290 − 1 × 360 .
O ângulo generalizado −650° é representado por ( −290° , − 1 ) .
g) R( O , −270°) (M ) = F
h) R(O ,270°) ( A) = D 32.4. Efetuando a divisão de 1800 por 360 tem-se:
1800 = 0 + 5 × 360 1800 360
2.1. A amplitude de cada uma das doze partes em que o leme Então, −1800 = 0 − 5 × 360 .
0 5
está dividido é 360° :12 =30° .
O ângulo generalizado −1800° é representado por ( 0° , − 5 ) .
Assim sendo, duas possíveis rotações de centro O em que o
ponto E é imagem do ponto A são R(O ,120°) ou R(O , −240°) .
Pág. 36
2.2. Duas possíveis rotações de centro O em que o ponto H é
imagem do ponto F são R(O , 60° ) ou R(O , −300°) . 33.1. a) Como 1170°= 90° + 3 × 360° , conclui-se que o lado
ɺ e
extremidade do ângulo orientado de lado origem OC
Pág. 34 ɺ .
amplitude 1170° é OD
30.1. Como o movimento é feito no sentido negativo e b) Como −540° =
−180° − 1 × 360° , conclui-se que o lado
extremidade do ângulo orientado de lado origem OC ɺ e
( 360° : 12 ) × 4 = 30°× 4 = 120° , conclui-se que a amplitude do
ɺ
amplitude −540° é OA .
ângulo descrito pelo ponteiro dos minutos após terem decorrido
c) Como 990=° 270° + 2 × 360° , conclui-se que o lado
20 minutos é −120°.
extremidade do ângulo orientado de lado origem OC ɺ e
30.2. Como −390° = −30° − 360° , o ponteiro dos minutos ɺ
amplitude 990° é OB .
descreveu uma volta completa e um ângulo de amplitude 30°, no d) Como −810° = −90° − 2 × 360° , conclui-se que o lado
sentido negativo. Significa que passaram 65 minutos, ou seja, o extremidade do ângulo orientado de lado origem OC ɺ e
relógio marca 1 hora e 5 minutos. ɺ .
amplitude −810° é OB

30.3. 33.2. a) A medida da amplitude do ângulo generalizado 1170° é


representado por ( 90° , 3 ) .
a) Se decorreram 2 h 20 min após o instante inicial (meia-noite),
então o ponteiro dos minutos descreveu 2 voltas completas. b) A medida da amplitude do ângulo generalizado −540° é
b) A amplitude do ângulo generalizado descrito pelo ponteiro dos representado por ( −180° , − 1 ) .
minutos é representada por −4 × 30° − 2 × 360° , ou seja, é igual a c) A medida da amplitude do ângulo generalizado 990° é
−840°. representado por ( 270° , 2 ) .
d) A medida da amplitude do ângulo generalizado −810° é
Pág. 35 representado por ( −90° , − 2 ) .
31.1. Efetuando a divisão de 1155 por 360 tem-se:
1155 = 75 + 3 × 360 1155 360 Pág. 37
Então, −1155 =−75 − 3 × 360 .
75 3 34.1. a) A imagem do ponto A por uma rotação de centro O e
Assim sendo, o lado extremidade de um ângulo generalizado de amplitude 60° + 360° é o ponto B porque R(O , 60°) ( A) = B .
ɺ é a semirreta VE
amplitude −1155° e lado origem VA ɺ .
b) A imagem do ponto A por uma rotação de centro O e
31.2. Como −1155 =−75 − 3× 360 , o ângulo generalizado −1155° amplitude 240° + 2 × 360° é o ponto E porque R(O ,240° ) ( A) = E .
é representado por ( −75° , − 3 ) . c) A imagem do ponto A por uma rotação de centro O e
amplitude −120° − 5 × 360° é o ponto E porque R(O , −120° ) ( A) = E .

14
15 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

d) A imagem do ponto A por uma rotação de centro O e


amplitude −60° + k × 360° , k ∈ Z − é o ponto F porque Pág. 38
R(O , −60° ) ( A) = F . 35.1. a) A imagem do ponto A pela rotação de centro O e ângulo
e) Como 1260=
° 180° + 3 × 360° , conclui-se que a imagem do generalizado ( 2, 3 ) é o ponto C.
ponto A por uma rotação de centro O e amplitude 1260° é o
ponto D porque R(O ,180°) ( A) = D .
b) A imagem do ponto A pela rotação de centro O e ângulo
generalizado ( −3, − 2 ) é o ponto H.
f) Como 1440° = 0° + 4 × 360° , conclui-se que a imagem do ponto
c) A imagem do ponto A pela rotação de centro O e ângulo
A por uma rotação de centro O e amplitude 1440° é o ponto A
generalizado ( 8, 5 ) é o ponto I.
porque R(O , 0° ) ( A) = A .
35.2. a) Como 25 = 5 + 2 ×10 , a imagem do ponto A pela rotação
34.2. a) A rotação de centro O e ângulo generalizado
de centro O e amplitude 25 unidades é o ponto F.
( −145° , − 7 ) aplica o ponto A no ponto P, sendo P = R( O , −145°) ( A) .
b) Como −33 =−3 − 3× 10 , a imagem do ponto A pela rotação de
ɺ interseta o lado [DE]
Assim sendo, conclui-se que a semirreta OP centro O e amplitude −33 unidades é o ponto H.
do hexágono.
b) A rotação de centro O e ângulo generalizado ( 210° , 11 ) aplica Tarefa 5
o ponto A no ponto P, sendo P = R(O ,210°) ( A) . 1.1.
ɺ interseta o lado [DE]
Assim sendo, conclui-se que a semirreta OP a) A amplitude de cada uma das partes em que o manípulo está
do hexágono. dividido é igual a 360° :100 = 3,6° .
34.3. As imagens de A pelas rotações de centro O e ângulos Como 792°= 72° + 2 × 360° e 72° : 3,6° =20 , o número apontado
generalizados ( 158° , 3 ) e ( −202° , − 9 ) são coincidentes porque pela seta se o manípulo descrever um ângulo de amplitude 792°
é o 20.
os ângulos orientados 158° e −202° têm sentidos diferentes e a b) Como −504° = −144° − 1 × 360° e 144° : 3,6° =40 , o número
somas dos valores absolutos das medidas das suas amplitudes é apontado pela seta se o manípulo descrever um ângulo de
igual a 360. amplitude −504° é o 60.
c) Como 2016= ° 216° + 5 × 360° e 216° : 3,6° =60 , o número
Tarefa 4 apontado pela seta se o manípulo descrever um ângulo de
amplitude 2016° é o 60.
1. a) No relógio, a amplitude do arco entre dois números
consecutivos é igual a 360° :12 =30° . 1.2.
Ora, 510=° 150° + 1 × 360° e 150° : 30° =5 . a) Como 90° : 3,6° =25 , o número apontado pela seta se for
Logo, o número do mostrador correspondente ao ponteiro das aplicada ao manípulo uma rotação de centro O e de ângulo
horas passa a ser o 5. generalizado ( −90° , − 7 ) é o 75.
b) Como 1950= ° 150° + 5 × 360° e 150° : 30° =5 , o número do b) Como 180° : 3,6° =50 , o número apontado pela seta se for
mostrador correspondente ao ponteiro das horas passa a ser o 5. aplicada ao manípulo uma rotação de centro O e de ângulo
c) Como 3750= ° 150° + 10 × 360° e 150° : 30° =5 , o número do generalizado ( 180° , 6 ) é o 50.
mostrador correspondente ao ponteiro das horas passa a ser o 5.
d) Como −450° = −90° − 1 × 360° e 90° : 30° =3 , o número do c) Como 288° : 3,6° =80 , o número apontado pela seta se for
mostrador correspondente ao ponteiro das horas passa a ser o 1. aplicada ao manípulo uma rotação de centro O e de ângulo
e) Como −1530° = −90° − 4 × 360° e 90° : 30° =3 , o número do generalizado ( −288° , − 2 ) é o 20.
mostrador correspondente ao ponteiro das horas passa a ser o 1.
f) Como −5490° = −90° − 15 × 360° e 90° : 30° =3 , o número do 2.1.
mostrador correspondente ao ponteiro das horas passa a ser o 1. a) O número apontado pela seta se for aplicada ao manípulo uma
rotação de centro O e de ângulo generalizado ( −40° , − 3 ) é o 60.
1.2. a) O número correspondente ao ponteiro das horas é o
b) O número apontado pela seta se for aplicada ao manípulo
mesmo pelas rotações de centro O e ângulos generalizados
uma rotação de centro O e de ângulo generalizado ( 70° , 5 ) é o
( −30° , − 5 ) e ( 330° , 3 ) porque os ângulos orientados −30° e
70.
330° têm sentidos diferentes e a somas dos valores absolutos das c) O número apontado pela seta se for aplicada ao manípulo uma
medidas das suas amplitudes é igual a 360. rotação de centro O e de ângulo generalizado ( −90° , − 4 ) é o 10.
b) O número correspondente ao ponteiro das horas é o mesmo
pelas rotações de centro O e ângulos generalizados ( 120° , 8 ) e 2.2.
( −240°, − 15 ) porque os ângulos orientados 120° e −240° têm a) Como 360 = 60 + 3 × 100 , o número apontado pela seta se o
manípulo descrever um ângulo em que a medida da amplitude é
sentidos diferentes e a somas dos valores absolutos das medidas
360 é o 60.
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das suas amplitudes é igual a 360.

15
16
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

b) Como −120 =−20 − 1 × 100 , o número apontado pela seta se o

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manípulo descrever um ângulo em que a medida da amplitude é Pág. 42
−120 é o 80.
c) Como 5000 =0 + 50 × 100 , o número apontado pela seta se o 39.1. Sabendo que o ponto A pertence à circunferência
manípulo descrever um ângulo em que a medida da amplitude é 3 3
trigonométrica e que a sua abcissa é , então tem-se cos θ = .
5000 é o 0. 4 4
2
3 7
Pág. 39 sin2 θ + cos2 θ =
1 ⇔ sin2 θ +   =
1 ⇔ sin2 θ =.
4 16
ɺ e
36.1. a) O lado extremidade do ângulo de lado origem OP 7
Como θ ∈ 1.° Q. , sin θ > 0 . Então, conclui-se que sin θ = .
amplitude 190° pertence ao 3.° quadrante. 4
ɺ e amplitude
b) O lado extremidade do ângulo de lado origem OP β 180° − θ . Então, tem-se:
Sabe-se ainda que =
−280° pertence ao 1.° quadrante. 7
ɺ e amplitude sin
= β sin ( 180° −=
θ ) sin
= θ .
c) O lado extremidade do ângulo de lado origem OP 4
−1250° pertence ao 3.° quadrante porque 3
cos β = cos ( 180° − θ ) = − cosθ = − .
−1250° = −170° − 3 × 360° . 4
36.2. 7
sin β 4 7
AA´ 3 AA´ tan β = = =− .
sin 60
=° ⇔ = ⇔ cos β 3 3
2 2 2 −
4
⇔ AA´ =3.
39.2. Atendendo aos cálculos efetuados em 39.1., sabe-se que as
OA´ 1 OA´
cos 60
=° ⇔= ⇔ coordenadas dos vértices do retângulo são:
2 2 2
3 7  3 7  3 7 3 7
⇔ OA´ = 1. A  , .
4 4  ; B  − 4 , 4  ; C  − 4 , − 4  ; D  4 , − 4 
Coordenadas do ponto A:        
( −1, 3 ) .  3 
A[ ABCD ] = AB × AD =  2 ×  ×  2 ×
7 3 7
= ≈ 2,0 .
 4  4  4
Pág. 40 40.1. a) Sabe-se que 1395=° 315° + 3 × 360° .
37.1. Sabe-se que 510=
° 150° + 1 × 360° e 1125°= 45° + 3 × 360° . Como o lado extremidade do ângulo orientado de amplitude
Então, as imagens de P pelas rotações de centro O e amplitudes 315° pertence ao 4.° quadrante, sabe-se que
510°, 1125° e −60° são, respetivamente, R, Q e S. sin 1395
= ° sin 315° < 0 e cos 1395
= ° cos 315° > 0 . Então,
sin 1395°× cos 1395° < 0 .
37.2. a) Atendendo a que 1125°= 45° + 3 × 360° , tem-se:
α 1395° .
A condição dada é satisfeita para=
 2 2
Q ( cos 45° , sin 45° ) , ou seja, Q  ,  . b) Sabe-se que 555=
° 195° + 1 × 360° .
 2 2 
Como o lado extremidade do ângulo orientado de amplitude
b) Sabe-se que S ( cos ( −60° ) , sin ( −60° ) ) . 195° pertence ao 3.° quadrante, sabe-se que
1 3 sin=
555° sin 195° < 0 e cos=555° cos 195° < 0 . Então,
cos ( −60° ) =cos ( 60° ) = e sin ( −60° ) =− sin ( 60° ) =− .
2 2 sin 555°× cos 555° > 0 .
1 3 α 555° .
A condição dada não é satisfeita para =
Então, S  , − .
2 2 
 40.2. O lado extremidade do ângulo generalizado do tipo (α , n )
com 90° < α < 180° pertence ao segundo quadrante. Então a
Pág. 41
condição sinα cos α < 0 é satisfeita porque sinα > 0 e cos α < 0 .
38. cos ( −α ) sin (180° − α ) = cos α sin α .
Sabendo que o ponto A pertence à circunferência trigonométrica Pág. 43
3 3
e que a sua abcissa é − , então tem-se cos α = − . 690° cos ( 330° + 360
41.1. cos= = ° ) cos ( 330
= °)
4 4
 3
2
7 = cos ( 330° − 360°=
) cos ( −30°=) cos ( 30°) > 0 .
sin2 α + cos2 α = 1 ⇔ sin2 α +  −  = 1 ⇔ sin2 α = .
 4 16 sin ( − 620°=
) sin ( −260° − 360°=) sin ( −260°=) − sin ( 260° ) > 0 .
7 Conclusão: cos 690°× sin ( −620° ) > 0 .
Como α ∈2.° Q. , sinα > 0 . Então, conclui-se que sin α = .
4
3 7 3 7
Assim sendo, cos α sin α =− × =− .
4 4 16

16
17 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

41.2. sin ( − 930°=) sin ( −210° − 2 × 360°=) sin ( −210°=) 2


b) cos
= θˆ cos ( 45° + 5 × 360
= ° ) cos (=
45° ) e
1 2
=− sin ( 210° ) =− sin ( 180° + 30° ) =− ( − sin ( 30° ) ) = .
2 2
sin
= θˆ sin ( 45° + 5 × 360
= ° ) sin ( 45
= °) .
1 2
cos ( 300°=
) cos ( −60°=) cos ( 60°=) .
2 Então, conclui-se que cos θˆ = sin θˆ .
Conclusão: sin ( −930
= ° ) cos 300° .
2.1. −2300° = −140° − 6 × 360° e 1640=
° 200° + 4 × 360° .
41.3. cos ( 3400
= ° ) cos ( 160° + 9 × 360
= ° ) cos ( 160° ) . Como os lados extremidades dos ângulos orientados de
sin ( − 540°=
) sin ( −180° − 360°=) sin ( −180°=) − sin (180°=) 0 amplitudes −140° e 200° pertencem ao terceiro quadrante,
conclui-se que os lados extremidades dos ângulos θ e α
Conclusão: cos 3400°× sin ( −540° ) = 0 .
pertencem ambos ao terceiro quadrante.
41.4. sin ( −920
= ° ) sin ( 200° + 2 × 360
= ° ) sin ( 200
= °) 2.2. sin ( −2300°=) sin ( −140° − 6 × 360°=) sin ( −140°=)
= sin ( 180° + 20° ) = − sin ( 20° ) . − sin ( 140° ) =
= − sin ( 180° − 40° ) =
− sin ( 40° ) .
sin ( 620
= ° ) sin ( 260° + 1 × 360
= ° ) sin ( 260
= ° ) sin ( 180° +=
80° ) sin ( 1640
= ° ) sin ( 200° + 4 ×=
360° ) sin (=
200° ) sin ( 180° +=
20° )
− sin ( 80° ) .
= − sin ( 20° ) .
=
Como sin ( 20° ) < sin ( 80° ) , então − sin ( 20° ) > − sin ( 80° ) . Como sin ( 40° ) > sin ( 20° ) , então − sin ( 40° ) < − sin ( 20° ) .
Conclusão: sin 920° > sin 620° . Conclusão: sin ( −2300° ) < sin ( 1640° ) .

42.1. Ora, sin


= α sin ( 90°=
− β ) cos β . 2.3. cos ( −2300=
° ) cos ( −140° − 6 × 360=
° ) cos ( −140=
°)
2

sin2 β + cos2 β =
2
1 ⇔   + cos2 β =
21
1 ⇔ cos2 β =. =cos ( 140° ) =cos ( 180° − 40° ) =− cos ( 40° ) .
5
  25
cos ( 1640
= ° ) cos ( 200° + 4 × 360
= ° ) cos ( 200
= °)
21
Como 0 < cos β < 1 , conclui-se que cos β = . = cos (180° + 20° ) = − cos ( 20° ) .
5
Como cos ( 20° ) > cos ( 40° ) , então − cos ( 20° ) < − cos ( 40° ) .
21
Então, sin α = .
5 Conclusão: cos ( 1640° ) < cos ( −2300° ) .

42.2. Sendo n ∈N , tem-se:  2  2


3.1. Como A  − , y  ; y > 0 , conclui-se que cos α = − e
21  3  3
cos (θ + n × 360° ) = cos θ = cos ( 180° − β ) = − cos β = − .
5 sin α = y .
2
 2 5
Tarefa 6 sin2 α + cos2 α = 1 ⇔ y 2 +  −  = 1 ⇔ y 2 = .
 3  9
1.1.
5
1 Como y > 0 , conclui-se que y = .
a) sin (150
= ° ) sin ( 180° − 30
= ° ) sin ( 30
= °) e 3
2
5
3 Então, sin ( −α ) =
− sin α =
− .
cos ( 150° ) =cos ( 180° − 30° ) =− cos ( 30° ) =− . 3
2
3 2
b) sin ( 120
= ° ) sin ( 180° − 60
= ° ) sin ( 60
= °) e 3.2. cos ( 180° + α ) = − cos α = .
2 3
1
cos ( 120° ) =cos ( 180° − 60° ) =− cos ( 60° ) =− .
2
1.2. Pág. 44
a) Sendo θ = ( x , 5 ) , então θ = x + 5 × 360 .
43.1. Como 1220=
° 140° + 3 × 360° e o lado extremidade do
Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de qualquer
ângulo orientado de amplitude 140° pertence ao segundo
quadrilátero é igual a 360°, tem-se:
quadrante, conclui-se que o lado extremidade do ângulo α de
x + x + 150° + 120°= 360° ⇔ 2 x= 90° ⇔ x= 45° .
amplitude 1220° pertence ao segundo quadrante. A tangente no
Assim sendo, θˆ= 45° + 5 × 360°= 1845° . segundo quadrante é negativa. Assim, tem-se tan ( 1220° ) < 0 .
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NEMA11PR-2 17
18
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

43.2. Como −460° =


−100° − 1 × 360° e o lado extremidade do

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ângulo orientado de amplitude −100° pertence ao terceiro Pág. 46
quadrante, sabe-se que o lado extremidade do ângulo α de 46. Como a interseção do lado extremidade do ângulo α com a
amplitude −460° pertence ao terceiro quadrante. A tangente no
3 4
terceiro quadrante é positiva. Assim, tem-se tan ( −460° ) > 0 . circunferência trigonométrica é o ponto A  ,  , tem-se que
5 5
43.3. Como 1870°= 70° + 5 × 360° e o lado extremidade do 3 4
cos α = e sin α = .
ângulo orientado de amplitude 70° pertence ao primeiro 5 5
quadrante, sabe-se que o lado extremidade do ângulo α de 3
sin
= θ sin ( 90° −=
θ ) cos
= θ cos θ cos ( 90=
,= ° −θ )
amplitude 1870° pertence ao primeiro quadrante. A tangente no 5
3
primeiro quadrante é positiva. Assim, tem-se tan ( 1870° ) > 0 .
4 3 4 sinθ 5 3
= sin
= θ e sinθ= , cosθ= e tanθ= = = .
5 5 5 cos θ 4 4
43.4. Como −745° = −25° − 2 × 360° e o lado extremidade do
5
ângulo orientado de amplitude 140° pertence ao quarto
3
quadrante, conclui-se que o lado extremidade do ângulo α de β sin ( 180° −=
sin= θ ) sin
=θ ,=cos β cos ( 180
=° −θ )
5
amplitude −745° pertence ao quarto quadrante. 3
A tangente no quarto quadrante é negativa. Assim, tem-se 4 sin β 3
= − cos θ = − e tan β = = 5 = − .
tan ( −745° ) < 0 . 5 cos β 4 4

5
44.1. A tangente é positiva no 1.° e no 3.° quadrante e o cosseno
é negativo no 2.° e no 3.° quadrante. Tarefa 7
Se tan θ > 0 e cos θ < 0 , então θ pertence ao 3.° quadrante.
1.1. Como o lado extremidade do ângulo orientado α interseta
44.2. A tangente é negativa no 2.° e no 4.° quadrante e o seno é a circunferência trigonométrica no ponto P ( a , b ) , tem-se que
negativo no 3.° e no 4.° quadrante. cos α = a e sin α = b .
Se tan θ < 0 e sin θ < 0 , então θ pertence ao 4.° quadrante. Sendo P ' o simétrico de P em relação à origem do referencial,
44.3. A tangente é positiva no 1.° e no 3.° quadrante e o cosseno então P ' ( − a , − b ) , ou seja, P ' ( − cos α , − sin α ) .
é positivo no 1.° e no 4.° quadrante.
1.2. Sabe-se que cos α = a , sin α = b e tan α = c .
Se tan θ > 0 e cos θ > 0 , então θ pertence ao 1.° quadrante.
Como os triângulos [OAP’] e [OBC] são semelhantes, tem-se:
44.4. A tangente é positiva no 1.° e no 3.° quadrante e o seno é OA AP ' −a b
= , ou seja,
= .
positivo no 1.° e no 2.° quadrante. OB BC 1 −c
Se tan θ > 0 e sin θ > 0 , então θ pertence ao 1.° quadrante. − cos α sin α sin α
Daqui resulta que = , ou seja, tan α = .
1 − tan α cos α
44.5. A tangente é negativa no 2.° e no 4.° quadrante e o seno é
2. Vamos começar por provar que se o lado extremidade de α
positivo no 1.° e no 2.° quadrante.
sin α
Se tan θ < 0 e sin θ > 0 , então θ pertence ao 2.° quadrante. pertencer ao 3.° quadrante, então tan α = .
cos α

Pág. 45

45. Por observação da figura sabe-se que


A ( 1, tan 60° ) ; B ( 1, − tan 60° ) e C ( cos 120° , sin 120° ) .

Como tan 60° = 3 ,


1
( 120° ) cos ( 180°=
cos = − 60° ) − cos ( 60° ) =−
2
e
3
sin ( 120
= ° ) sin ( 180° − 60
= ° ) sin ( 60
= °) = . O lado extremidade do ângulo orientado α interseta a
2 circunferência trigonométrica no ponto P ( a , b ) . Então, conclui-
 1 3
(
Conclui-se que A 1, 3 ) (
; B 1, − 3 ) e C  − ,  . se que cos α = a e sin α = b .
 2 2  Sabe-se também que tan α = c .
Sendo P ' o simétrico de P em relação à origem do referencial,
então P ' ( − a , − b ) , ou seja, P ' ( − cos α , − sin α ) .

18
19 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

Como os triângulos [OAP’] e [OBC] são semelhantes, tem-se: O ponto B tem a mesma abcissa que o ponto A e a mesma
OA AP ' −a − b ordenada que o ponto C.
= , ou seja, = .
OB BC 1 c  5 2 5
Logo, B  − .
− cos α − sin α  3 , − 5 
Daqui resulta que: = ,  
1 tan α O ponto D tem a mesma abcissa que o ponto C e a mesma
sin α  2
ou seja, tan α = . ordenada que o ponto A. Então, D  1,  .
cos α  3

 5  2 2 5 
47.2. A [ ABCD ] = AD × AB =  1 + × + =
 3   3 5 

2 2 5 2 5 10 4 28 5 60 + 28 5
= + + + = + =
3 5 9 15 3 45 45

Pág. 48
Tarefa 8
1.1. Atendendo aos dados da figura, sabe-se que P ' ( − b , a ) .

b
Em seguida pretende-se mostrar que se o lado extremidade de 1.2. Sabe-se que cos α = a , sin α = b e tan α = .
a
sin α
α pertencer ao 4.° quadrante, então tan α = .
cos α 1.3. Sabe-se que cos (α + 90° ) =− b , sin (α + 90° ) =a e
O lado extremidade do ângulo orientado α interseta a a
tan (α + 90° ) =− .
circunferência trigonométrica no ponto P ( a , b ) . Então, conclui- b
se que cos α = a e sin α = b .
1.4. Comparando as razões trigonométricas de α + 90° com as
Sabe-se também que tan α = c . razões trigonométricas de α , conclui-se que:
Como os triângulos [OAP] e [OBC] são semelhantes, tem-se: cos (α + 90° ) =− sin α , sin ( α + 90° ) =cos α e
OA AP a −b 1
= , ou seja, = . tan (α + 90° ) =− .
OB BC 1 −c tan α
cos α − sin α sin α
Daqui resulta que = , ou seja, tan α = .
1 − tan α cos α 2. Atendendo aos dados da figura, sabe-se que P '' ( b , − a ) .
Anteriormente já foi referido que cos α = a , sin α = b
Pág. 47 b
e tan α = .
47.1. a
Sabe-se que cos (α − 90° ) =b , sin (α − 90° ) =−a
a) Como o ponto A é a interseção do lado extremidade do ângulo
a
θ com a circunferência trigonométrica, então A ( cos θ , sin θ ) . e tan (α − 90° ) =− .
b
5 Comparando as razões trigonométricas de α − 90° com as razões
Sabe-se ainda que cos θ = − .
3 trigonométricas de α , conclui-se que:
2
 5 4 cos (α − 90° ) =sin α , sin (α − 90° ) =− cos α
sin2 θ + cos2 θ = 1 ⇔ sin2 θ +  −  = 1 ⇔ sin θ = .
2

 3  9 1
e tan (α − 90° ) =− .
2 tan α
Como θ ∈ 2.° Q. , sin θ > 0 . Então, conclui-se que sin θ = .
3
2 Pág. 49
sin θ 2 2 5
tan θ = =3 = − = − .
cos θ 5 5 5 48.1. Como 1845°= 45° + 5 × 360° , tem-se:

3 2
sin 1845
= ° sin ( 45° + 5 × 360
= ° ) sin=
45° ,
 5 2 2
b) Atendendo aos cálculos anteriores, tem-se A  − ,  .
 3 3 2
cos 1845
= ° cos ( 45° + 5 × 360
= ° ) cos=
45° e
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 2 5 2
Por outro lado, sabe-se que C ( 1, tan θ ) , ou seja, C  1, −  . tan 1845
= ° tan ( 45° + 5 × 360
= ° ) tan=
45° 1 .
 5 

19
20
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

48.2. Como −750° = −30° − 2 × 360° , tem-se: d) Como −130° = 3 × ( −45° ) , conclui-se que o lado origem do

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1 ɺ e
ângulo orientado cujo lado extremidade e amplitude são OB
sin ( −750° ) =sin ( −30° − 2 × 360° ) =sin ( −30° ) =− sin ( 30° ) =− ,
2 ɺ
−135° é OE .
3
cos ( −750=
° ) cos ( −30° − 2 × 360=
° ) cos ( −30=
° ) cos ( 30=
°)
2
Proposta 29
e tan ( −750=
° ) tan ( −30° − 2 × 360=
° ) tan ( −30=
° ) − tan ( 30=
°)
29.1. No relógio, a amplitude do arco entre dois números
3 consecutivos é igual a 360° :12 =30° .
=− .
3 a) Como −90° =3 × ( −30° ) , no caso de o ponteiro das horas
48.3. Como 1575=
° 135° + 4 × 360° , tem-se: efetuar uma rotação de amplitude −90°, conclui-se que o relógio
marca 8 horas.
1575° sin ( 135° + 4 ×=
sin = 360° ) sin=
135° sin ( 185° =
− 45° ) b) Como 90° = 3 × 30° , no caso de o ponteiro das horas efetuar
2 uma rotação de amplitude 90°, conclui-se que o relógio marca 2
= sin ( 45
= °) , horas.
2
cos1845
= ° cos ( 135° + 4 × 360
= ° ) cos =
135° cos ( 185° −=
45° ) c) Como 60° = 2 × 30° , no caso de o ponteiro das horas efetuar
uma rotação de amplitude 60°, conclui-se que o relógio marca 3
2 horas.
= − cos 45° = − e tan= 1845° tan ( 135° + 4 ×=360° )
2 d) Como 120° = 4 × 30° , no caso de o ponteiro das horas efetuar
= tan 135° = tan (180° − 45° ) = − tan 45° = −1 . uma rotação de amplitude 120°, conclui-se que o relógio marca 1
hora.
48.4. Como −1200° = −120° − 3 × 360° , tem-se: e) Como −150° = 5 × ( −30° ) , no caso de o ponteiro das horas
sin ( −1200° ) =sin ( −120° − 3 × 360° ) =sin ( −120° ) =− sin ( 120° ) = efetuar uma rotação de amplitude −150°, conclui-se que o
relógio marca 10 horas.
3
=− sin ( 180° − 60° ) =− sin ( 60° ) =−, cos ( −1200° ) = f) Como −300°= 10 × ( −30° ) , no caso de o ponteiro das horas
2
efetuar uma rotação de amplitude −300°, conclui-se que o
= cos ( −120° − 3 × 360=
° ) cos ( −120=
° ) cos ( 120=°)
relógio marca 3 horas.
1
, tan ( −1200° ) =
cos ( 180° − 60° ) = − cos ( 60° ) = − 29.2. a) Entre a 1.ª e a 2.ª observação, ou seja, entre as 9 h e as
2
= tan ( −120° − 3 × 360=
° ) tan ( −120=
° ) − tan ( 120=
°) 9 h 35 min, o ponteiro dos minutos descreveu um ângulo
orientado de amplitude 7 × ( −30° ) =−210° .
= − tan ( 180° − 60° ) = − ( − tan ( 60° ) ) = tan ( 60° ) = 3 .
b) Entre a 1.ª e a 3.ª observação, ou seja, entre as 9 h e as 18 h, o
ponteiro das horas descreveu um ângulo orientado de amplitude
Pág. 50
9 × ( −30° ) =−270° .
Proposta 28
28.1. O octógono regular está inscrito na circunferência, logo Pág. 51
divide-a em 8 arcos geometricamente iguais. Proposta 30
A amplitude de cada um desses arcos é 360° : 8 = 45° .
a) Como 135° = 3 × 45° , conclui-se que o lado extremidade do 30.1. As duas circunferências concêntricas, representadas na
ɺ é OFɺ . figura, estão divididas em 6 arcos iguais, de amplitude
ângulo orientado de lado origem OC
b) Como −90° = 2 × ( −45° ) , conclui-se que o lado extremidade 360° : 6 = 60° .

ɺ é OAɺ . Como 120° = 2 × 60° , sabe-se que R(O ,120°) (C ) = E .


do ângulo orientado de lado origem OC
c) Como 270° = 6 × 45° , conclui-se que o lado extremidade do 30.2. Ora, R(O , −60°) (E ) = D .
ângulo orientado de lado origem OC ɺ é OA ɺ .
d) Como −315° = 7 × ( −45° ) , conclui-se que o lado extremidade 30.3. Como −240° = 4 × ( −60° ) , conclui-se que R(O , −240° ) (U ) = Q .
ɺ é OD
do ângulo orientado de lado origem OC ɺ .
30.4. Como 300° = 5 × 60° , conclui-se que R(O , 300° ) (B) = A .
28.2. a) Como 180° = 4 × 45° , conclui-se que o lado origem do
ɺ e
ângulo orientado cujo lado extremidade e amplitude são OA 30.5. Ora, R(O , −60°) (T ) = S .
ɺ .
180° é OE
b) Como −90° = 2 × ( −45° ) , conclui-se que o lado origem do 30.6. Considerando a medida da amplitude com menor valor
absoluto sabe-se que o ponto B descreveu 2 arcos no sentido
ângulo orientado cujo lado extremidade e amplitude são OH ɺ e
negativo até chegar ao ponto F, então a amplitude do ângulo
ɺ
−90° é OB .
descrito é de 2 × ( −60° ) , ou seja, −120°. Assim sendo, tem-se
c) Como 225° = 5 × 45° , conclui-se que o lado origem do ângulo
orientado cujo lado extremidade e amplitude são OC ɺ e 225° é R(O , −120° ) (B) = F .
ɺ
OF .

20
21 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

30.7. A rotação de centro O e amplitude −180° transforma o c) Sabe-se que −480° =


−120° − 1 × 360° e 120° = 2 × 60° , então
ponto P no ponto S. conclui-se que o lado extremidade do ângulo generalizado de
O ponto Q é transformado no ponto S através de uma rotação de ɺ e amplitude −480° é a semirreta OF
lado origem OA ɺ .
centro O e amplitude 120° ou −240°.
33.3. a) Como 1295=
° 215° + 3 × 360° , sabe-se que a medida da
Assim, tem-se R(O ,120°) (Q) = R(O , −180° ) (P ) ou
amplitude do ângulo generalizado 1295° é representada por
R(O , −240° ) (Q) = R(O , −180° ) (P ) .
( 215° , 3 ) .
Proposta 31 b) Como −2016° = −216° − 5 × 360° , sabe-se que a medida da
amplitude do ângulo generalizado −2016° é representada por
31.1. 2,5 minutos =
2,5 × 60 segundos =
150 segundos e
( −216° , − 5 ) .
150 × 4,5
=° 675° . c) Como 1080° = 3 × 360° , sabe-se que a medida da amplitude do
A amplitude do arco descrito pelo ponto A quando a roda gira ângulo generalizado 1080° é representada por ( 0° , 3 ) .
durante 2,5 minutos é 675°.
d) Como −1530° = −90° − 4 × 360° , sabe-se que a medida da
31.2. 6 × 360° + 270
= ° 2430° , 2430° : 4,5° = 540 e amplitude do ângulo generalizado −1530° é representada por
540: 60 = 9 . ( −90° , − 4 ) .
A observação foi feita durante 9 minutos.
Proposta 34
31.3. A amplitude do arco descrito pelo ponto A quando a roda
gira durante 15 segundos é 15 × 4,5
= ° 67,5° . 2 1
34.1. cos θ= = .
4 2
Como Acírculo = π× 152 = 225π cm2 , sabe-se que a área do setor
circular correspondente ao arco descrito pelo ponto A quando a 1
225π
34.2. sin β = .
roda gira durante 15 segundos é igual a × 67,5 cm2 , ou 4
360
seja, aproximadamente 132,5 cm2 . 3
34.3. cos α = .
4
Pág. 52 34.4. Como β ∈ 2.° Q. , tem-se:
Proposta 32
2
32.1. Como Proda = 2π× 35 = 70 π cm , 2,5 km = 250 000 cm e 1 15 15
cos β =
− 1−  =
− ==−
250 000 : ( 70 π ) ≈ 1136,8 , conclui-se que cada roda da bicicleta 4 16 4

deu 1136 voltas completas. 1


sin β 4 = − 15 .
32.2. Como Proda= 70 π cm , 1000 ×=
70π 70 000π ≈ 219 911,5 cm e tan β = =
cos β 15 15
e 219 911,5 cm ≈ 2,2 km , estima-se que a Biblioteca Municipal −
4
se encontra a, aproximadamente, 2,2 quilómetros da casa do Rui.
1 1
34.5. 1 + tan2=
α α
⇔ 1 + tan2= ⇔
Proposta 33 cos2 α 3
2

 
4
33.1. O hexágono regular e o quadrado inscritos na
16 7
circunferência representada na figura dividem-na em 6 e 4 arcos ⇔ 1 + tan2 α = ⇔ tan2 α =
9 9
iguais de amplitude 60° e 90°, respetivamente.
7
a) Sabe-se que 960= ° 240° + 2 × 360° e 240° = 4 × 60° , então Como α ∈ 4.° Q. , conclui-se que tan α = − .
3
conclui-se que o lado extremidade do ângulo generalizado de
lado origem OA ɺ e amplitude 960° é a semirreta OF ɺ .
Pág. 53
b) Como 960= ° 240° + 2 × 360° , sabe-se que a medida da
amplitude do ângulo generalizado 960° é representada por Proposta 35
( 240° , 2 ) . 35.1. Como 840=
° 120° + 2 × 360° , −405° = −45° − 1 × 360° e
1500°= 60° + 4 × 360° , então a correspondência entre as
33.2. a) Sabe-se que 1920=
° 120° + 5 × 360° e 120° = 2 × 60° ,
amplitudes e as respetivas imagens de A é a seguinte:
então conclui-se que o lado extremidade do ângulo generalizado
840° → C ; − 405° → D ; 1500° → B .
ɺ e amplitude 1920° é a semirreta OD
de lado origem OA ɺ .
b) Sabe-se que −1680° = −240° − 4 × 360° e 240° = 4 × 60° , então
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conclui-se que o lado extremidade do ângulo generalizado de


ɺ e amplitude −1960° é a semirreta OD
lado origem OA ɺ .

21
22
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

35.2. a) Como 1500°= 60° + 4 × 360° e a circunferência é

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2
 1 8 2 2
trigonométrica sabe-se que B ( cos 60° , sin 60° ) , ou seja, sin α =− 1 −  −  =− =− e
 3 9 3
1 3  2 2
B  ,  . sin α

2 2  tan
= α = = 3 2 2.
cos α 1
b) Como 840=
° 120° + 2 × 360° e a circunferência é −
3
trigonométrica sabe-se que C ( cos 120° , sin 120° ) .
1 1
Atendendo a que cos 120° = − cos ( 180° − 120° ) = − cos 60° = − 36.4. Como sinα = − e α ∈ 4.° Q. , tem-se:
2 4
2
3  1 15 15
e sin 120
= ° sin ( 180° − 120
= ° ) sin=
60° , tem-se cos α =1− −  = = e
2  4 16 4
 1 3 1
C  − ,  . sin α

1 15
 2 2  tan α = = 4 =
− =− .
cos α 15 15 15
c) Como −405° = −45° − 1 × 360° e a circunferência é
4
trigonométrica sabe-se que C ( cos ( −45° ) , sin ( −45° ) ) .
2 Proposta 37
Atendendo a que cos ( −=
45° ) cos ( =
45° ) e
2
37.1. Como o ponto B pertence à circunferência trigonométrica e
2  2 2
sin ( −45° ) =− sin ( 45° ) =− , tem-se D  ,− . 3
2  2  tem ordenada 0,6 , sabe-se que sin=
α 0,6
= .
 2 5
35.3. Como o ponto E pertence à circunferência trigonométrica e 3 16 4
2

Sendo α ∈ 1.° Q. , tem-se cos α =1 −   = = e


3 3  5 25 5
tem abcissa − , sabe-se que cos α = − .
4 4 3
2 sin α 5 3 4 3  3
 3 7 7 tan α= = = . Então, B  ,  e F  1,  .
Sendo α ∈ 3.° Q. , tem-se sin α =− 1 −  −  =− =− e cos α 4 4  5 5  4
 4  16 4
5
7
− 37.2. Como o ponto C pertence à circunferência trigonométrica e
sin α 4 7
tan
= α = = .
cos α 3 3 3
− tem ordenada 0,6 , sabe-se que sin=
β 0,6
= .
4 5
2
3 16 4
Proposta 36 Sendo β ∈ 2.° Q. , tem-se cos β =
− 1−  =− =
− e
 5 25 5
36.1. Como e α ∈ 2.° Q. , tem-se: 3
sin β 3  4 3  3
1
2
24 2 6 tan β = = 5 = − . Então, C  − ,  e E  1, −  .
cos α =
− 1−  = − = − e cos β 4 4  5 5  4
5
  25 5 −
5
1
sin α 5 = 1 6 Pág. 54
tan α = = − =− .
cos α 2 6 2 6 12 Proposta 38

5
38.1. sin 750° + cos 960° =
1 1 1
36.2. 1 + ( −=
3)
2

= 10 ⇔ cos
= 2
α . = sin( 30° + 2 × 360° ) + cos ( 240° + 2 × 360
=° ) sin( 30° ) + cos ( 240
=°)
cos2 α cos2 α 10
1 1 1 1
= + cos (180° + 60° ) = − cos ( 60° ) = = − = 0 .
10 2 2 2 2
Como α ∈ 4.° Q. , conclui-se que cos α = .
10
38.2. sin ( −420° ) − tan 690° =
10 3 10
Então, tem-se: sinα =tanα × cos α =−3 × =− .
10 10 = sin ( −60° − 360° ) − tan ( 2 × 360° − 30=
°)

1 3 3
36.3. Como cos α = − e α ∈ 3.° Q. , tem-se: =sin ( −60° ) − tan ( −30° ) =− sin ( 60° ) + tan ( 30° ) =− + =
3 2 3
3
=− .
6

22
23 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

38.3. cos ( −675° ) + sin 1395° =  3


2
1 13 1 4
1+ −=  ⇔= ⇔ cos= 2
θ . Como
 2  cos θ 4 cos θ
2 2
= cos ( 45° − 2 × 360° ) + sin ( 4 × 360° − 45=
°) 13
2
2 2 θ ∈ 4.°Q , conclui-se que cosθ = .
= cos ( 45° ) + sin ( −=
45° ) cos ( 45° ) − sin (=
45° ) −= 0 . 13
2 2
3 2 3
Donde se conclui que sin θ =tan θ × cos θ =− × =− .
38.4. sin ( −480° ) + cos ( −930° ) = 2 13 13
= sin ( −120° − 360° ) + cos ( −2 × 360° − 210=
°) 3 2 1 13
Assim, tem-se sin θ + cos θ =
− + =
− =
− .
13 13 13 13
=sin ( −120° ) + cos ( −210° ) =− sin (120° ) + cos ( 210° ) =
Proposta 41
=− sin ( 180° − 120° ) + cos ( 180° + 30° ) =− sin ( 60° ) − cos ( 30° ) =
Atendendo à figura, sabe-se que A ( 1, tan ( −60° ) ) e
3 3
=
− − − 3.
= B ( cos ( −60° ) , sin ( −60° ) ) .
2 2
1
Ora, tan ( −60° ) = − tan60° = − 3 , cos ( −=
60° ) cos=
60°
Proposta 39 2
3
39.1. Sendo a ∈ ] 0 , 1 [ e sabendo que cos θ < 0 ∧ sin θ =
a, e sin ( −60° ) = − sin 60° = − .
2
conclui-se que o lado extremidade do ângulo θ pertence ao 2.°
1 3
quadrante porque nesse quadrante o seno é positivo e o cosseno Então, tem-se A 1, − 3 ( )
e B  , −
2 2 
.
 
é negativo.
O ponto C é simétrico do ponto B em relação à origem do
39.2. Sendo a ∈ ] 0 , 1 [ e sabendo que sin θ =−a ∧ cos θ > 0 ,  1 3
referencial, logo C  − , .
 2 2 
conclui-se que o lado extremidade do ângulo θ pertence ao 4.°  
quadrante porque nesse quadrante o seno é negativo e o
cosseno é positivo. Pág. 55
Proposta 42*
a
39.3. Sendo a ∈ ] 0 , 1 [ e sabendo que tan θ = ∧ sin θ < 0 , 42.1. O triângulo [ABC] é equilátero e está inscrito na
2
conclui-se que o lado extremidade do ângulo θ pertence ao 3.° circunferência. Logo divide-a em três arcos iguais, de amplitude
quadrante porque nesse quadrante o seno é negativo e a 120°.
tangente é positiva. Assim sendo, AOC ˆ= 120° .
Seja P o ponto de interseção da circunferência trigonométrica
39.4. Sendo a ∈ ] 0 , 1 [ e sabendo que com o semieixo positivo das abcissas.
tan θ =
−a ∧ cos θ > 0 , conclui-se que o lado extremidade do Então, sabe-se que AOPˆ = 120° − 90°= 30° .

ângulo θ pertence ao 4.° quadrante porque nesse quadrante a  3 1


Logo A ( cos 30° , sin 30° ) , ou seja, A  .
 2 , 2 
tangente é negativa e o cosseno é positivo.  
O ponto B é simétrico do ponto A em relação ao eixo das
39.5. Sendo a ∈ ] 0 , 1 [ e sabendo que
 3 1
ordenadas, logo B  − .
a  2 , 2 
cos θ =
− ∧ tan θ < 0 , conclui-se que o lado extremidade do  
3
ângulo θ pertence ao 2.° quadrante porque nesse quadrante o 42.2. Atendendo aos dados do enunciado, sabe-se que
cosseno e a tangente são negativos. ˆ = 60° , DOP
DOP ˆ = 60° − 30°= 30° e DOB
ˆ = 120° − 30°= 90° .
Então, [BD] é o lado de um quadrado inscrito na circunferência
39.6. Sendo a ∈ ] 0 , 1 [ e sabendo que sin θ =−a ∧ tan θ > 0 ,
trigonométrica.
conclui-se que o lado extremidade do ângulo θ pertence ao 3.° 2 2 2 2 2
BD = BO + DO ⇔ BD = 12 + 12 ⇔ BD = 2 . Como BD > 0 ,
quadrante porque nesse quadrante o seno é negativo e a
tangente é positiva. conclui-se que BD = 2 .
Pquadrado = 4 2 .
Proposta 40
3 Proposta 43*
Atendendo à figura, sabe-se que θ ∈ 4.°Q e tan θ = − .
2
43.1. Seja x a medida do lado de um quadrado que pode ser
inscrito na circunferência trigonométrica.
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Então, tem-se:

23
24
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

x 2 + x 2 = ( 2r ) ⇔ 2 x 2 = 22 ⇔ x 2 = 2 . Como x > 0 , conclui-se que


2 O comprimento do arco PB é superior ao comprimento da corda

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[PB], ou seja, é superior a 3 (ao raio da circunferência).
x= 2 .
Um radiano é a amplitude de um ângulo ao centro que determina
Assim, AB = 2 . em qualquer circunferência um arco de comprimento igual ao
Como α é a amplitude do ângulo orientado que tem o semieixo seu raio.
ɺ , sabe-se
positivo Ox como lado origem e lado extremidade OB Logo, a amplitude do ângulo ao centro POB é superior a 1 rad.
que tan =α AB = 2.
1 1 1 52.2. Os triângulos [OAP] e [OCQ] são semelhantes porque têm
(=
2)
2
1+ ⇔
= 3 2
⇔ cos= α . Como α ∈1.° Q. ,
cos2 α cos2 α 3  OB OP 
dois lados proporcionais  =  e o ângulo por eles
3  OD OQ 
conclui-se que cos α = .
3 (
ˆ = QOD
formado igual POB ˆ . )
3
Então, tem-se: cos ( 180° − α ) = − cos α = − .
3 52.3. Como os triângulos [OAP] e [OCQ] são semelhantes, então
tem-se:
43.2. Sabe-se θ = (α , 5 ) , então sin θ = sin α .
AP OP 2 3 8
3 6 = ⇔ = ⇔ CQ = .
Ora, sinα =tanα × cos α = 2 × = . CQ OQ CQ 4 3
3 3 Como os triângulos [OBP] e [ODQ] são semelhantes, então tem-
6 -se:
Conclusão: sinθ = .
3 OB PB 3 3
= ⇔ = ⇔ QD = 4 .
OD QD 4 QD
Pág. 56 8 20
Donde se conclui que CQ + QD = +4= .
3 3
49.1. Sabe-se que a amplitude de um arco de circunferência é
igual à amplitude do ângulo ao centro correspondente e que um 52.4. O comprimento da linha poligonal inscrita no arco AB é
radiano é a amplitude de um ângulo ao centro que determina em 2+3= 5 e o comprimento da linha poligonal inscrita no arco CD
qualquer circunferência um arco de comprimento igual ao seu 20
é .
raio. 3
Nesta situação, a pista é uma circunferência tem 150 m de raio. As circunferências a que pertencem os arcos AB e CD têm raios 3
Então, o ciclista ao descrever um arco com 4 radianos de e 4, respetivamente.
amplitude percorre 4 × 150 = 600 m . 20
5 3
49.2. Se o ciclista percorreu 375 m, então descreveu um arco Como = , conclui-se que os comprimentos das linhas
3 4
com 375: 150 = 2,5 radianos de amplitude.
poligonais inscritas nos arcos AB e CD são proporcionais aos raios
das circunferências.
50. Como o perímetro do setor circular AOB, tem-se:
r + r + 2r = 24 ⇔ 4r = 24 ⇔ r = 6 .
Pág. 59

53.1.
O comprimento da circunferência
a) Como o dodecágono é regular divide a circunferência em que
é dado por 2π r .
está inscrito em doze arcos geometricamente iguais, de
Neste caso, comprimento da
circunferência é 12π . amplitude 360° :12 =30° .
Sabe-se que AOC ˆ = 60° .
Seja x a amplitude em radianos do ângulo AOC.
180° π rad 60 × π π
Pág. 57 Daqui resulta que
= x = .
60° x rad 180 3
51.1. Seja x o comprimento do arco AB. ˆ = π rad .
Conclusão: AOC
2 1 rad 3
2 × 1,5
Daqui resulta que
= x = 3. ˆ= 120° .
x 1,5 rad 1 b) Sabe-se que AOE
Seja y a amplitude em radianos do ângulo AOE.
51.2. Seja y a amplitude em radianos do arco BC. 180° π rad
2 1 rad 5,6 × 1 120° y rad
Daqui resulta que
= y = 2,8 .
5,6 y rad 2 120 × π 2 π
Daqui resulta =
que y = .
180 3
52.1. O raio da circunferência a que pertencem os pontos P e B é
ˆ = 2 π rad .
Conclusão: AOE
igual a 3 e PB = 3 . 3

24
25 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

c) Seja α o ângulo côncavo AOI. Sabe-se que =


αˆ 240° . 360°
Sabe-se que x = 8× 240 .

Seja z a amplitude em radianos do ângulo α . 12
180° π rad Seja y a amplitude, em radianos, do ângulo
240° z rad côncavo formado pelos ponteiros do
240 × π 4 π relógio às 04:00.
Daqui resulta =
que z = . 180° π rad
180 3
4π 240° y rad
Conclusão: αˆ = rad .
3 240 × π 4 π
Daqui resulta =
que y = rad .
d) Seja β o ângulo côncavo AOM. Sabe-se que =βˆ 330° . 180 3
Seja b a amplitude em radianos do ângulo β . 55.2. Seja x a amplitude, em graus, do ângulo convexo formado
180° π rad pelos ponteiros do relógio às 01:30.
330° b rad 360°
330 × π 11 π Sabe-se que x = 4,5 × =135° .
Daqui resulta =
que b = . 12
180 6 Seja y a amplitude, em radianos, do ângulo
convexo formado pelos ponteiros do
11 π relógio às 01:30.
Conclusão: βˆ = rad .
6 180° π rad
135° y rad
53.2.
135 × π 3 π
ˆ =
a) Sabe-se que AOM −30° . Daqui resulta =
que y = rad .
180 4
Procedendo de forma análoga às situações resolvidas em 53.1.,
ˆ = − π rad .
conclui-se que AOM Pág. 61
6
ˆ
b) Sabe-se que AOH = −150° . 180° 180°
56.1. Sabe-se que 180° → π rad, 30° = , 45° = e
Procedendo de forma análoga às situações resolvidas em 53.1., 6 4
conclui-se que AOHˆ = − 5 π rad . 180°
6 60° = , então tem-se:
3
c) Seja α o ângulo côncavo AOF. Sabe-se que αˆ = −210° .
Graus 30° 45° 60°
Procedendo de forma análoga às situações resolvidas em 53.1.,
7π π π π
conclui-se que αˆ = − rad . Radianos
6 6 4 3
d) Seja β o ângulo côncavo AOD. Sabe-se que βˆ = −270° . π π π 3 3 2 3 3
Procedendo de forma análoga às situações resolvidas em 53.1., 56.2. 2sin + cos + 2sin = 2 × + + 2× = + 2.
3 6 4 2 2 2 2

conclui-se que βˆ = − rad .
2 7π
57.1. Seja x a amplitude em graus que corresponde a
5
54. Sabe-se que num paralelogramo dois ângulos opostos são
radianos.
iguais e dois ângulos adjacentes ao mesmo lado são
180° π rad
suplementares.
ˆ= 180° − 40= 7π
Assim sendo, em graus, tem-se ABC ° 140° e x rad
5
ˆ = 40° .
BCD

Resta apenas converter as amplitudes de graus para radianos. 180 ×
=
Daqui resulta que x = 5 252 .
180° π rad
π
140° a rad Então, x = 252° 0' 0'' .
140 × π 7 π
Daqui resulta =
que a = rad .
180 9 57.2. Seja y a amplitude em graus que corresponde a 6,2
180° π rad radianos.
40° b rad 180° π rad
40 × π 2 π y 6,2 rad
Daqui resulta que
= b = rad .
180 9
180 × 6,2 1116
Daqui resulta
= que y = .
π π
Pág. 60
Recorrendo a uma calculadora tem-se y ≈ 355,233833° .
55.1. Seja x a amplitude, em graus, do ângulo côncavo formado Sabe-se que 1° corresponde a 60’ e 1’ corresponde a 60’’.
NEMA11PR © Porto Editora

pelos ponteiros do relógio às 04:00. 0,233833 × 60 = 14,02998 ; 0,02998 ×= 60 1,7988 ≈ 2


Então, y = 355° 14' 2'' .

25
26
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

12 π 2.1. O perímetro da circunferência é 2 π× 8 m


= 16 π m .

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57.3. Seja z a amplitude em graus que corresponde a
7 Seja y o comprimento do arco descrito pelo Pedro.
radianos. 16 π m 360° 135 × 16 π
Daqui resulta que y= = 6π .
180° π rad ym 135° 360
12 π O arco descrito pelo Pedro tem 6 π m de comprimento.
z rad
7
12 π 2.2. Seja x a amplitude do arco descrito pelo Pedro em radianos.
180 × 180° π rad 135 × π 3 π
7 2160
=
Daqui resulta que z = . Daqui resulta =
que x = .
π 7 135° x rad 180 4
Recorrendo a uma calculadora tem-se z ≈ 308,5714286° . 3π
O Pedro descreveu um arco de amplitude rad .
Sabe-se que 1° corresponde a 60’ e 1’ corresponde a 60’’. 4
0,5714286 × 60 = 34,285716
3.1. A circunferência está dividida em 16 arcos iguais, sendo a
0,285716= × 60 17,14296 ≈ 17
360°
Então, z = 308° 34' 17'' . amplitude, em graus, de cada um desses arcos = 22,5° .
16
17 π Como a circunferência roda no sentido positivo e 45° : 22,5° =2 ,
57.4. Seja a a amplitude em graus que corresponde a
9 conclui-se que se o Pedro descrever um arco de amplitude 45° irá
radianos. parar no ponto P2 .
180° π rad
3.2. A circunferência está dividida em 16 arcos iguais, sendo a
17 π
a rad 2π π
9 amplitude, em radianos, de cada um desses arcos = .
16 8
17 π
180 × 5π π
=
Daqui resulta que a = 9 340 . Como a circunferência roda no sentido positivo e : =5,
π 8 8
a 340° 0' 0'' .
Então, = 5π
conclui-se que se o Pedro descrever um arco de amplitude
8
irá parar no ponto P5 .
57.5. Seja b a amplitude em graus que corresponde a 0,2
radiano. 3.3. Como a circunferência roda no sentido positivo e
180° π rad 5π π
: = 10 , conclui-se que se o Pedro descrever um arco de
b 0,2 rad 4 8
180 × 0,2 36 5π
Daqui resulta
= que b = . amplitude irá parar no ponto P10 .
π π 4
Recorrendo a uma calculadora tem-se b ≈ 11,4591559° .
3.4. Sabe-se que 1° corresponde a 60’, logo 30’ corresponde a
Sabe-se que 1° corresponde a 60’ e 1’ corresponde a 60’’.
0,4591559 × 60 = 27,549354 0,5°. Portanto 292° 30' = 292,5° .
0,5459354= × 60 32,96124 ≈ 33 Como a circunferência roda no sentido positivo e
Então, b = 11° 27' 33'' . 292,5° : 22,5° =13 , conclui-se que se o Pedro descrever um arco
de amplitude 292,5° irá parar no ponto P13 .
27 π 7 π 20 π 7 π
58. = + = + 2 × 2 π ; Em graus: 252° + 2 × 360° .
5 5 5 5 4.1. Se o Pedro parou no ponto P11 então a amplitude, em
−1500° = −60° − 4 × 360° . π 11 π
radianos, do arco descrito foi 11 × = .
27 π 3 π 24 π 3 π 8 8
= + = + 3 × 2 π ; Em graus: 135° + 3 × 360° .
4 4 4 4
Portanto, a associação entre cada uma das amplitudes e o lado 4.2. Se o Pedro parou no ponto P11 então a amplitude, em graus,
extremidade é a seguinte: do arco descrito foi 11 × 22,5
= ° 247,5° .
27 π ɺ ; − 1500° → OS ɺ ; 27 π → OT ɺ .
→ OR Assim sendo, para que o Pedro complete a volta, falta descrever
5 4
um arco de amplitude 360° − 247,5
= ° 112,5° .

Tarefa 9 7π π
5. Como 200° : 22,5° =8, ( 8 ) e : = 9, ( 3 ) , conclui-se que a
1. A circunferência tem 8 m de raio. 6 8
Seja x a amplitude, em radianos, do arco descrito pelo Pedro. amplitude arco descrito pelo Pedro em graus é
8 m 1 rad 12 π× 1 3 π π 9π
Daqui resulta =
que x = . 9 × 22,5
= ° 202,5° e em radianos é 9 × = .
12 π m x rad 8 2 8 8

26
27 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

imagem do ponto C pela rotação de centro A e ângulo de


Pág. 62 4π
amplitude − é o ponto D.
3
59.1.
17 π 5 π 12 π 5 π 5π
7π π 6π π π b) Como = + = + 4=
π + 2 × 2π , conclui-se que
a) Sabe-se que = + = + 2 π . Então, α = e k =1 . 3 3 3 3 3
3 3 3 3 3
a imagem do ponto C pela rotação de centro A e ângulo de
41 π 5 π 36 π 5π 5π
b) Sabe-se que = + = + 6= π + 3×2 π . 17 π
6 6 6 6 6 amplitude é o ponto B.
3

Então, α =
= e k 3.
6
Tarefa 10

59.2. O lado extremidade do ângulo de amplitude coincide 1.1. A roleta está dividida em oito partes iguais. A amplitude, em
3
2π π
π radianos, de cada uma dessas partes é = .
com o lado extremidade do ângulo de amplitude . 8 4
3
7π π 6π π
 π π  π Como = + = + 2 π , conclui-se que a jogada é nula
Então, A  cos , sin  e B  1, tan  , ou seja, 3 3 3 3
 3 3  3 porque a roleta não dá duas voltas completas.
1 3 
A  , (
 e B 1, 3 . ) 1.2. Como
21 π π 20 π π
= + = + 4π =
π
+ 2 × 2 π , conclui-se
2 2  5 5 5 5 5
41 π que, após a jogada, a roleta para na parte onde está inscrito o
O lado extremidade do ângulo de amplitude coincide com
6 número 8.
5π Assim sendo, a jogada resulta num ganho de 8 €.
o lado extremidade do ângulo de amplitude .
6
13 π π 12 π π π
 5π 5π   5π  1.3. Como = + = + 6 π= + 3 × 2 π , conclui-se
Então, C  cos , sin  e D  1, tan  , ou seja, 2 2 2 2 2
 6 6   6 
que a jogada é nula porque, após a jogada, a seta fica na divisão
 3 1  3
C  − ,  e D  1, − . dos setores com os números 4 e −7.
2 2 3 
   
37 π π 36 π π π
5π π 5π π 5π π 1.4. Como − = − − = − −6π = − − 3×2 π ,
Nota: cos = − cos , sin sin
= e tan − tan .
= 6 6 6 6 6
6 6 6 6 6 6
conclui-se que a roleta para na parte onde está inscrito o número
59.3. −1.
a) Atendendo aos resultados obtidos, tem-se Assim sendo, a jogada resulta numa perda de 1 €.
7π 3 7π 1 7π 29 π 5 π 24 π 5π 5π
sin
= = , cos =e tan 3. 1.5. Como − =− − =− − 4 π =− − 2×2 π ,
3 2 3 2 3 6 6 6 6 6
b) Atendendo aos resultados obtidos, tem-se conclui-se que a roleta para na parte onde está inscrito o número
41 π 1 41 π 3 41 π 3 −3. Assim sendo, a jogada resulta numa perda de 3 €.
sin = , cos =
− e tan =
− .
6 2 6 2 6 3
39 π 7 π 32 π 7 π 7π
1.6. Como = + = + 4 π= + 2 × 2 π , conclui-
8 8 8 8 8
Pág. 63
-se que, após a jogada, a roleta para na parte onde está inscrito o
60.1. número 1.
a) Como o triângulo [ABC] é equilátero e o ponto O é a interseção Assim sendo, a jogada resulta num ganho de 1 €.

ˆ = 2π .
das medianas do triângulo, sabe-se que BOC 5π 37 π 4π 22 π
3 2.1. Por exemplo: − − 2×2 π = − e + 3×2 π = .
8 8 3 3
Então, a imagem do ponto B pela rotação de centro O e ângulo
NEMA11PR © Porto Editora

2π π 25 π 13 π 45 π
de amplitude é o ponto C. 2.2. Por exemplo: − − 4 ×2π = − e + 2×2π = .
3 3 3 8 8
b) A imagem do ponto B pela rotação de centro O e ângulo de
2π 6π 56 π 7π 103 π
amplitude − é o ponto A. 2.3. Por exemplo: − − 5×2 π = − e + 6×2π = .
3 5 5 8 8

4π 16 π 7 π 87 π
ˆ =π e
60.2. a) Como o triângulo [ABC] é equilátero, tem-se BAC 2.4. Por exemplo: − − 2×2π = − e + 4 ×2π = .
3 3 3 10 10

ˆ = π − π = 2 π . Como − 4 π = 2 ×  − 2 π  , conclui-se que a


DAC
3 3 3  3 

27
28
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

64.2. O ponto A pertence ao eixo das ordenadas e ao gráfico de

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2π 2π
3.1. Como < e a rotação é efetuada no sentido positivo, f, então A ( 0, f ( 0 ) ) .
9 8
conclui-se que nessa jogada há um ganho de 8 €. Como f ( 0 ) = 3 − sin ( 0 ) = 3 − 0 = 3 , tem-se A ( 0,3 ) .
3π π π
3.2. Como = 3 × e a rotação é efetuada no sentido O ponto B tem abcissa e pertence ao gráfico de f, então
4 4 6
negativo, conclui-se que a jogada é nula porque a seta fica na  π  π 
B , f   .
divisão dos setores com os números 2 e −3.  6  6 
 π  π π 3
Pág. 64 Como f   =−
3 sin  2 ×  =−
3 sin   =−
3 , tem-se
6
   6  3
  2
61.1. Sendo 3 o período positivo mínimo da função f, então sabe- π 3
B  ,3 −  .
-se que f ( x +=
3) f ( x ) , ∀ x ∈R .  6 2 
Logo, f ( 2 ) = f ( −1 + 3 ) = f ( −1 ) = 2.
Pág. 67
61.2. f ( 12)= f ( 9 + 3)= f ( 9 )= f ( 6 + 3)= f ( 6 )= 7 . 65.1. O contradomínio da função seno é [ −1, 1] .

61.3. f ( 3)= f ( 6 − 3)= f ( 6 )= 7 . Como o gráfico da função f se obtém a partir do gráfico da função
seno por uma dilatação vertical de coeficiente 5, então conclui-se
que D′f = [ −5,5] .
Pág. 66
65.2. f ( x ) = 0 ⇔ 5sin x = 0 ⇔ sin x = 0 ⇔ x = k π , k ∈Z .
62.1. O contradomínio da função seno é [ −1, 1] .
Como o gráfico da função f se obtém a partir do gráfico da função 65.3. D′f = [ −5, 5] . O valor mínimo de f é −5 .
seno por uma dilatação vertical de coeficiente 4, então conclui-se

que D′f = [ −4 , 4 ] . f ( x ) =−5 ⇔ 5sin x =−5 ⇔ sin x =−1 ⇔ x = + 2kπ , k ∈ Z .
2
62.2. f ( x ) = 0 ⇔ 4sin x = 0 ⇔ sin x = 0 ⇔ x = kπ , k ∈Z . De seguida vamos determinar os valores inteiros de k para os

Os zeros de f que pertencem ao intervalo ] − 2π , 2π [ são quais −π < + 2kπ< 2π .
2
−π , 0 e π . 3π 5π π
−π < + 2kπ< 2π ∧ k ∈ Z ⇔ − < 2kπ< ∧ k ∈ Z ⇔
2 2 2
63.1. O gráfico da função g obtém-se a partir do gráfico da 5 1
1 ⇔ − < k < ∧ k ∈ Z ⇔ k ∈{ − 1, 0 } .
função seno por uma contração horizontal de coeficiente . 4 4
2 π
Assim sendo, o contradomínio da função g é igual ao Se k = −1 , então x = − .
2
contradomínio da função seno, ou seja, Dg′ = [ −1, 1] . 3π
Se k = 0 , então x = .
2
63.2. ∀x ∈ R , x + π∈ R .
 π 3π 
Conclusão: x ∈  − , .
+ π ) sin ( 2 ( x +
g ( x= = π ) ) sin ( 2 x +=
2π ) sin=
(2x ) g ( x ) .  2 2 

63.3. ∀x ∈ R , − x ∈ R . 66.1. Sendo A o ponto de interseção do gráfico de g com o eixo


sin ( 2 ( − x ) ) =
g ( −x ) = sin ( −2 x ) =− sin ( 2 x ) =−g ( x ) . das ordenadas, então A ( 0, g ( 0 ) ) .

Como g ( 0 ) = 2 − sin( 0 ) = 2 − 0 = 2 , tem-se A ( 0,2 ) .



63.4. g ( x ) = 0 ⇔ sin ( 2 x ) = 0 ⇔ 2 x = k π , k ∈Z ⇔ x = , k ∈Z .
O contradomínio da função seno é [ −1, 1] .
2
O gráfico da função g obtém-se a partir do gráfico da função seno
64.1. O contradomínio da função seno é [ −1, 1] . através de uma reflexão de eixo Ox seguida de uma translação

O gráfico da função f obtém-se a partir do gráfico da função seno vertical de vetor v = ( 0, 2) .
através da seguinte sequência de transformações: uma contração Então, conclui-se que Dg′ =[2 − 1, 2 + 1] , ou seja, Dg′ = [1, 3] .
1
horizontal de coeficiente , uma reflexão de eixo Ox e A função g admite um mínimo no ponto B, logo B ( x , 1) e
2

translação vertical de vetor v = ( 0,3 ) . g( x) = 1 .
Então, conclui-se que D ′f =[ 3 − 1,3 + 1] , ou seja, D ′f = [2,4 ] . π
g ( x ) = 1 ⇔ 2 − sin x = 1 ⇔ sin x = 1 ⇔ x = + 2k π , k ∈ Z .
2

28
29 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

π 68.2. Os pontos A e C têm abcissas π e 5π , respetivamente, e


Se k = 0 , então x = .
2 pertencem ao gráfico de h, logo A ( π , h ( π ) ) e C ( 5π , h ( 5π ) ) .
π 
Donde se conclui que B  ,1  . π
2  Como = h ( π ) sin=   1 e
O gráfico da função h obtém-se a partir do gráfico da função seno 2
por uma dilatação vertical de coeficiente 3, então conclui-se que  5π  π  π
h ( 5=
π ) sin  =  sin  + 2=
π  sin = 1 , tem-se A ( π, 1 ) e
Dh′ = [ −3, 3] .  2  2  2
A função h admite um máximo no ponto C, logo C ( x ,3) e C ( 5π , 1 ) .
A função h admite um mínimo no ponto B.
g( x) = 3 .
Como Dh′ = [ −1, 1] , o mínimo da função h é −1 .
π
g ( x ) = 3 ⇔ 3sin x = 3 ⇔ sin x = 1 ⇔ x = + 2kπ , k ∈ Z . x x 3π
2 h ( x ) =−1 ⇔ sin   =−1 ⇔ = + 2kπ , k ∈ Z ⇔
π 2 2 2
Se k = 0 , então x = . ⇔ x = 3π + 4 k π , k ∈ Z .
2
Se k = 0 , então x = 3π .
π 
Portanto, C  ,3  .
2  Então, tem-se B ( 3π, − 1) .

π x x
BC × yB ( 3 − 1) ×
2 π.
68.3. h ( x ) =0 ⇔ sin   =0 ⇔ =kπ , k ∈ Z ⇔ x =2kπ , k ∈ Z .
66.2.=
A [ ABC ] = = 2 2
2 2 2
Como x ∈[ π , 5π] , de seguida vamos determinar os valores
Pág. 68 inteiros de k para os quais π < 2kπ< 5π .
1 5
67.1. No intervalo [ −π , π] , o contradomínio da função seno é π < 2k π< 5π ∧ k ∈ Z ⇔ < k < ∧ k ∈ Z ⇔ k ∈{ 1, 2 } .
2 2
[ −1, 1] . Se k = 1 , então x = 2π .
O gráfico da função g obtém-se a partir do gráfico da função seno Se k = 2 , então x= 4 π .
através de uma dilatação vertical de coeficiente 2 seguida de uma
 Os zeros da função h são 2π e 4 π .
translação vertical de vetor v = ( 0, 1) .
Então, conclui-se que D ´g = 1 + 2 × ( −1 ) , 1 + 2 × 1 , ou seja, Pág. 69
D ´g = [ −1, 3] . 2π
69. Como é o período positivo mínimo da função f, sabe-se
67.2. A função g admite um mínimo no ponto A e um máximo no 3
ponto B.  2π 
que f  x +=  f ( x ) , ∀x ∈ D f .
Como Dg′ = [ −1, 3] , o mínimo da função g é −1 e o máximo é 3.  3 
3π Sabe-se que os pontos A, B e C pertencem ao gráfico de f e têm a
g ( x ) =−1 ⇔ 1 + 2sin x =−1 ⇔ sin x =−1 ⇔ x = + 2kπ , k ∈ Z . mesma ordenada.
2
Atendendo à representação gráfica de f e à periodicidade da
π função, conclui-se que:
Se k = 0 , então x = − .
2 7π 2 π π 7π 2π 15π 5π
a=− = − e c= + = = .
 π  12 3 12 12 3 12 4
Então, tem-se A  − , − 1  .
 2 
π
70.1. ∀x ∈ D f , x + 40 ∈ D f .
g ( x ) = 3 ⇔ 1 + 2sin x = 3 ⇔ sin x = 1 ⇔ x = + 2kπ , k ∈ Z .
2  π ( x + 40 )   πx 
π f ( x + 40 ) = 2 − sin   = 2 − sin  + 8π  =
Se k = −1 , então x = .  5   5 
2
 π x 
π  = 2 − sin  = f (x) .
Então, tem-se B  ,3  .  5 
2 
Donde se conclui que 40 é período da função f.
x  π 5π  70.2. Seja P o período positivo mínimo da função f.
68.1. Como x ∈[ π , 5π] , ∈ , .
2  2 2 
Por definição, f ( x +=
P ) f ( x ) , ∀ x ∈ Df .
 π 5π 
No intervalo  ,  , o seno toma valores entre −1 e 1.  π( x + P )   πx 
2 2  f ( x + P ) = f ( x ) ⇔ 2 − sin   = 2 − sin  ⇔
5  5 
Logo, Dh′ = [ −1, 1] .  
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 π x πP   πx 
⇔ sin  + =sin  .
 5 5   5 

29
30
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

Como 2π é o período positivo mínimo da função seno, conclui- 72.2. No intervalo [ −π , 2π[ , o cosseno toma valores entre −1 e

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πP
-se que = 2 π ⇔ P = 10 . 1.
5 Como o gráfico da função f se obtém por uma dilatação vertical
Então, o período positivo mínimo da função f é 10.
de coeficiente 3 do gráfico da função definida por y = cos ( x ) no
 5 intervalo [ −π , 2π[ , então conclui-se que D′f = [ −3, 3] .
5  π× 6  π 1 3
70.3. f   =2 − sin   =2 − sin   =2 − = . π
6
   5  6
  2 2 f ( x ) = 0 ⇔ 3cos x = 0 ⇔ cos x = 0 ⇔ x = + kπ , k ∈ Z .
  2
Como x ∈[ −π , 2π[ , conclui-se que os zeros da função f são
 65   5 60  5  5 3
f   = f  +  = f  + 10  = f   = .
 6  6 6  6 * 6 2 π π 3π
− , e .
* porque 10 é o período positivo mínimo da função f. 2 2 2

π π
Tarefa 11* 72.3. No intervalo  − ,  , o cosseno toma valores entre 0 e 1.
 2 2
1.1. Seja P o período positivo mínimo da função g. Como o gráfico da função f se obtém por uma dilatação vertical
Por definição, g ( x +=
P ) g ( x ) , ∀ x ∈ Dg . de coeficiente 3 do gráfico da função definida por y = cos ( x ) no
g ( x + P )= g ( x ) ⇔ sin ( 4 ( x + P ) )= sin ( 4 x )  π π
intervalo  − ,  , então conclui-se que D′f = [ 0, 3] .
⇔ sin ( 4 x + 4P ) =
sin( 4 x ) .  2 2
π
Como 2π é o período positivo mínimo da função seno, conclui- f ( x ) = 0 ⇔ 3cos x = 0 ⇔ cos x = 0 ⇔ x = + kπ , k ∈ Z .
2
π
-se que 4 P = 2 π ⇔ P = .  π π
2 Como x ∈  − ,  , conclui-se que os zeros da função f são
π  2 2
Então, o período positivo mínimo da função g é . π π
2 − e .
2 2
π
1.2. Como é o período positivo mínimo da função g, sabe-se 73.1. O gráfico da função f obtém-se a partir do gráfico da
2
função cosseno através de uma contração horizontal de
 π
+  g ( x ) , ∀ x ∈ Dg .
que g  x = 1
 2 coeficiente seguida de uma translação vertical de vetor
2
Sabe-se que os pontos A, B e C pertencem ao gráfico de g e têm a 
mesma ordenada. v
= ( 0, − 2) . Então, conclui-se que D′f =[ −1 − 2, 1 − 2] , ou seja,
Atendendo à representação gráfica de g e à periodicidade da
Df′ =[ −3, − 1] .
função, conclui-se que:
π π 3π π π 7π
a=− = − e b= + = . π
5 2 10 5 2 10 73.2. O ponto P tem abcissa e pertence ao gráfico de f, então
8

Pág. 70  π  π 
P , f   .
 8  8 
71.1. O contradomínio da função cosseno é [ −1, 1] .
 π  π π 2
Como o gráfico da função f se obtém a partir do gráfico da função Como f   =−2 + cos  2 ×  =−2 + cos   =−2 + , tem-se
8
   8  4
  2
cosseno por uma dilatação vertical de coeficiente 2, então
π 2
conclui-se que D′f = [ −2, 2] . P  , − 2 +  .
 8 2 
71.2. ∀x ∈ R , x + 2π∈ R . Sendo Q o ponto de interseção do gráfico de f com o eixo das
f ( x +=
2π) 2cos ( x +=
2π ) 2cos=
( x) f ( x) . ordenadas, então Q ( 0, f ( 0 ) ) .
Donde se conclui que 2π é período da função f. Como f ( 0 ) =−2 + cos ( 0 ) =−2 + 1 =−1 , tem-se Q ( 0, − 1) .

72.1. No intervalo [ 0, π] , o cosseno toma valores entre −1 e 1. Pág. 71


Como o gráfico da função f se obtém por uma dilatação vertical
de coeficiente 3 do gráfico da função definida por y = cos ( x ) no 74.1. f ( π ) =cos ( π ) =−1 , g (=
π ) cos ( 2=
π) 1 e

intervalo [ 0, π] , então conclui-se que D′f = [ −3, 3] . h ( π ) cos=


 π
=   0.
 2
π
f ( x ) = 0 ⇔ 3cos x = 0 ⇔ cos x = 0 ⇔ x = + kπ , k ∈ Z . Então, a correspondência entre as funções e as representações
2
gráficas é a seguinte: f → II; g → III; h → I.
π
Como x∈[ 0, π] , conclui-se que o zero da função f é .
2

30
31 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

74.2. f ( x ) = 0 ⇔ cos x = 0 ∧ x ∈[ 0, π] ⇔ b) Como



é o período positivo mínimo da função f, tem-se
3
π π
⇔x= + k π , k ∈ Z ∧ x ∈ [ 0 , π] ⇔ x = .  2π  13
2 2 f  a +  = f (a) = .
 3  5
g ( x ) = 0 ⇔ cos ( 2 x ) = 0 ∧ x ∈[ 0, π] ⇔
π
⇔ 2x = + k π , k ∈ Z ∧ x ∈ [ 0 , π] ⇔
2
π kπ π 3π Pág. 72
⇔ x = + , k ∈ Z ∧ x ∈ [0 , π] ⇔ x = ∨ x = .
4 2 4 4 1
77.1. A função f admite um mínimo no ponto A, logo A  x , − 
x  2
h ( x ) = 0 ⇔ cos   = 0 ∧ x ∈ [ 0 , π ] ⇔
2 1
e f (x) = − .
x π 2
⇔ = + kπ , k ∈ Z ∧ x ∈ [0 , π] ⇔
2 2 1 1 1
f (x) =− ⇔ − cos x = − ⇔ cos x =⇔
1 x=2k π , k ∈ Z .
⇔x= π + 2kπ , k ∈ Z ∧ x ∈ [ 0 , π] ⇔ x =π. 2 2 2
Se k = 1 , então x = 2π .
75.1. O gráfico da função g obtém-se a partir do gráfico da
 1
1 Donde se conclui que A  2 π, −  .
função cosseno por uma contração horizontal de coeficiente .  2
4
 3
Assim sendo, o contradomínio da função g é igual ao A função f admite um máximo no ponto B, logo B  x ,  e
 2
contradomínio da função cosseno, ou seja, Dg′ = [ −1, 1] .
3
f (x) = .
π 2
75.2. ∀ x ∈ Dg , x + ∈ Dg . 3 1 3
2 f ( x ) = ⇔ − cos x = ⇔ cos x = −1 ⇔ x = π + 2kπ , k ∈ Z .
2 2 2
 π   π 
g x +
=  cos  4  x +=   cos ( 4 x +=
2π ) cos =
(4x ) g ( x ) . Se k = 0 , então x = π .
 2    2 
 3
π Donde se conclui que B  π,  .
Donde se conclui que é período da função g.  2
2
O ponto C pertence ao gráfico de f e ao eixo das abcissas, logo
75.3. ∀ x ∈ Dg , − x ∈ Dg . C ( x ,0 ) e f ( x ) = 0 .

g ( − x )= cos ( 4 ( − x ) )= cos ( −4 x )= cos ( 4 x )= g ( x ) . 1 1


f ( x ) = 0 ⇔ − cos x = 0 ⇔ cos x = .
2 2
Donde se conclui que g é uma função par.
π 
π Então, C  ,0  .
75.4. g ( x ) = 0 ⇔ cos ( 4 x ) = 0 ⇔ 4 x = + kπ , k ∈ Z ⇔ 3 
2
π kπ 77.2. O contradomínio da função cosseno é [ −1, 1] .
⇔x= + , k ∈Z .
8 4 O gráfico da função f obtém-se a partir do gráfico da função
cosseno através de uma reflexão de eixo Ox seguida de uma
76.1. a) ∀ x ∈ D f , − x ∈ D f .   1
translação vertical de vetor v =  0,  .
f ( − x ) =2 + cos ( 3 ( − x ) ) =2 + cos ( −3 x ) =2 + cos ( 3 x ) =f ( x ) .  2
Donde se conclui que a função f é par. 1 1   1 3
Então, conclui-se que D f′ = − 1, + 1  , ou seja, D f′ =  − ,  .
b) Seja P o período positivo mínimo da função f. 2 2   2 2
Por definição, f ( x +=
P ) f ( x ) , ∀ x ∈ Df . 1 1 1
77.3. f ( −a ) = − cos ( −a ) =− cos ( a ) =f ( a ) =− .
f ( x + P ) = f ( x ) ⇔ 2 + cos ( 3 ( x + P ) ) = 2 + cos ( 3 x ) ⇔ 2 2 * 6
⇔ cos ( 3x + 3P ) =
cos ( 3x ) . * porque a função cosseno é par.

Como 2π é o período positivo mínimo da função cosseno, π 5π


78.1. Sabe-se que D g =  − ,  e g ( x ) = cos x .
2π  3 6 
conclui-se que 3P = 2 π ⇔ P = .
3  π π 1 π
Como, cos  −=  cos =  , cos ( 0 ) = 1 , cos   = 0 e
2π  3  3
  2 2
Então, o período positivo mínimo da função f é .
3
 5π   π π   π 3
cos   = cos  π −  = cos  − π  = − cos   = − ,
13  6   6 6  6 2
76.2. a) Como f é uma função par, tem-se f ( −a =) f ( a=) .
5
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 3 
conclui-se que Dg′ =  − , 1 .
 2 

31
32
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

78.2. A função g tem máximo igual a 1

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g ( x ) =1 ⇔ cos x =1 ⇔ x = 2k π , k ∈Z . Pág. 74

 π 5π  π
Como Dg =  − ,  , conclui-se que x = 0 . 81.1. D f = R \  x : 2 x = 
+ kπ , k ∈ Z =
 3 6   2 
Então, P ( 0, 1) .  π kπ 
R \  x : x =+ , k ∈ Z  .
=
 4 2 
Pág. 73
π

81.2. Dg = R \  x : 3 x = 
+ kπ , k ∈ Z =
79. Os pontos A e C têm abcissas 3π e , respetivamente, e  2 
2
 π kπ 
R \  x : x =+ , k ∈ Z  .
=
pertencem ao gráfico de h, logo A ( 3π, h ( 3π ) ) e  6 3 
 9π  9π  
C  , h   . π π
 2  2  81.3. Dh = R \  x : x + = 
+ kπ , k ∈ Z =
 4 2 
Como h ( 3π) =−1 + cos ( 3π ) =−1 + cos ( π ) =−1 + ( −1) =−2 e π
 
= R \  x : x = + kπ , k ∈ Z .
 9π   9π  π  π  4 
h   =−1 + cos   =−1 + cos  + 4 π  =−1 + cos   =
 2   2  2  2
82.1. Designemos por O o ponto de interseção das diagonais do
 9π 
=−1 + 0 =−1 , tem-se A ( 3π, − 2 ) e C  , − 1  . losango [ABCD].
 2 
A função h admite um máximo no ponto B. 2π ˆ =π.
Sendo α = , então BAO
Como Dh′ = [ −2,0 ] , o máximo da função h é 0. 3 3
π BO BO
h ( x ) = 0 ⇔ −1 + cos x = 0 ⇔ cos x = 1 ⇔ x = 2kπ , k ∈Z . tan = ⇔ 3= ⇔ BO = 4 3 .
3 4 4
 9π  BD 2=
Logo, = BO 8 3 .
Como x ∈  3π , , então x= 4 π .
 2 
BD × AC 8 3 × 8
Então, tem-se B ( 4 π, 0 ) . A [ ABCD ]
= = = 32 3 .
2 2
π
80.1. a) f (1 ) = 1 − 2cos   = 1 − 2 × 0 = 1 . ˆ =
ˆ = α , então BAO
82.2. Sendo BAD
α
.
2 2
6π 
b) f ( 6 ) = 1 − 2cos   = 1 − 2cos ( 3π ) = 1 − 2cos ( π ) =
 α  BO
tan   =
α 
⇔ BO = 4 tan   .
 2  2
  4 2
= 1 − 2 × ( −1 ) = 3 . α 
Logo, = BO 8 tan   .
BD 2=
2
80.2. ∀x ∈ D f , x + 4 ∈ D f .
α 
8 tan   × 8
 π( x + 4)   πx  BD × AC =2 α 
f ( x + 4 ) = 1 − 2cos   = 1 − 2cos  2 + 2π  =
A [ ABCD ]
= = 32tan   .
 2  2 2 2
 πx 
= 1 − 2cos  = f (x) .
 2 
Donde se conclui que 4 é período da função f. Pág. 75

80.3. O contradomínio da função cosseno é [ −1, 1] . 83.1. D f = R \  x : 2 x =


π 
+ kπ , k ∈Z =
 2 
O gráfico da função f obtém-se a partir do gráfico da função
cosseno através da seguinte sequência de transformações: uma  π kπ 
R \  x : x =+ , k ∈ Z  .
=
2  4 2 
contração horizontal de coeficiente , uma dilatação vertical de
π
coeficiente 2, uma reflexão de eixo Ox e translação vertical de π
83.2. ∀ x ∈ D f , x + ∈ D f .
 2
vetor v = ( 0,1) .
 π   π 
Então, conclui-se que D ′f =1 − 2 × 1,1 − 2 × ( −1 )  , ou seja, +  tan  2  x +=
f  x=   tan ( 2 x=
+ π ) tan=
(2x ) f ( x ) .
 2   2 
D′f = [ −1, 3] .
π
Donde se conclui que é período da função f.
2

32
33 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

kπ π π π π π π π
83.3. f ( x ) = 0 ⇔ tan ( 2 x ) = 0 ⇔ 2 x = kπ , k ∈ Z ⇔ x = , k ∈Z . 85.3. f   + f   + f  −  = f   + f   − f   = f   =
2 6
  2
  6 *  6
  2
   6  2
Como x ∈ ]−π , π[ , de seguida vamos determinar os valores  π 
 2  π 3
kπ = tan=   tan =   .
inteiros de k para os quais −π < < π . 3  6  3
2  
 

−π < < π ∧ k ∈Z ⇔ −2 < k < 2 ∧ k ∈Z ⇔ k ∈{ − 1, 0, 1 } . * porque f é uma função ímpar.
2
π kπ
Se k = −1 , então x = − . 86.1. g ( x ) = 0 ⇔ tan ( 4 x ) = 0 ⇔ 4 x = kπ , k ∈Z ⇔ x = , k ∈Z .
2 4
Se k = 0 , então x = 0 .
π
π 86.2. Dg = R \  x : 4 x = 
+ kπ , k ∈ Z =
Se k = 1 , então x = .  2 
2
O gráfico da restrição da função f ao intervalo interseta o eixo das  π kπ 
R \  x : x =+ , k ∈ Z  .
=
π π  8 4 
abcissas nos pontos de abcissas − , 0 e .
2 2 Os números reais que não pertencem ao domínio da função f são
π kπ
1 sin x 1 da forma x =+ , k ∈ Z .
84.1. g ( x ) = e tan x = , logo g ( x ) = . 8 4
tan x cos x sin x
π
cos x Se k = −1 , então x = − .
8
 π  π
Assim sendo, Dg = R \  x : x = + k π ∨ x = k π , k ∈ Z  = Se k = 0 , então x = .
 2  8
 kπ  3π
= R \ =x:x , k ∈ Z . Se k = 1 , então x = .
 2  8
Atendendo à representação gráfica da função g, conclui-se que
π 4π 1 1
84.2. g   + g   = + = π π 3π
3
  3  π π  a= − , b= e c =.
tan   tan  + π  8 8 8
3 3 
87.1. ∀x ∈ D f , tem-se:
1 1 2 2 2 3
= + = == .
π π π 3 3  π   π 
tan   tan   tan   fx+= a  tan ( 3 x + π +=
 tan  3  x +  += a ) tan ( 3 x +=
a)
3 3 3  3   3 
= f (x) .
Pág. 76 π
Donde se conclui que é período da função f.
x π 3
85.1. D f = R \  x : = 
+ kπ , k ∈ Z =
 3 2  π  π
87.2. No caso de a = f ( x ) tan  3 x +  .
, tem-se=
 3π  2  2
= R \ x : x = + 3kπ , k ∈ Z  .
 2   π π 
D f =R \  x : 3 x + = + kπ , k ∈ Z  =R \ { x : 3 x =π
k , k ∈ Z} =
 2 2 
85.2. a) ∀x ∈ D f , x + 3π∈ D f .
 kπ 
 x + 3π  x  x = R \ = x:x , k ∈Z .
f ( x +=
3π ) tan  =  tan  =   f (x) .
+ π  tan=  3 
 3  3  3
Donde se conclui que 3π é período da função f. π
87.3. Sabe-se que − é um dos zeros da função f se
b) Sendo k ∈ Z , tem-se: 12
 3k π   π
f ( 3k=
π ) tan  =  tan ( k=
π) 0 f − = 0.
 3   12 
Portanto, x =3kπ , k ∈ Z são zeros da função f.  π   π   π 
f  −  =0 ⇔ tan  3  −  + a  =0 ⇔ tan  − + a  =0 ⇔
c) ∀x ∈ D f , − x ∈ D f .  12    12    4 
 −x   x x π π
f (−x ) =tan  =tan  −  =− tan   =−f (x) . ⇔ − + a =kπ , k ∈⇔ a = + kπ , k ∈ Z .
 3   3  3 4 4
Donde se conclui que f é uma função ímpar. π
Para obter um valor de a para o qual − é um dos zeros da
12
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função f basta atribuir um valor inteiro a k.


π
Por exemplo, se k = 0 tem-se a = .
4

NEMA11PR-3 33
34
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

NEMA11PR © Porto Editora


Significa que quando x = , a distância do ponto P à reta r é
Pág. 77 2
igual a 2,4.
88.1. Seja P o período positivo mínimo da função f.
 3π   3π 
Por definição, f ( x +=
P ) f ( x ) , ∀x ∈Df . d = 1,4 + sin  = 1,4 + ( −1=
) 0,4 .
 2   2 
 π( x + P)   πx  3π
f ( x + P )= f ( x ) ⇔ tan  = tan  3  ⇔
Significa que quando x = , a distância do ponto P à reta r é
 3  2
igual a 0,4.
 π x + πP   πx   π x πP   πx 
⇔ tan  =  tan   ⇔ tan  + =  tan  .
 3   3   3 3   3  1.2. O contradomínio da função seno é [ −1, 1] .
Como π é o período positivo mínimo da função tangente,
O gráfico da função d obtém-se a partir da restrição do gráfico da
πP
conclui-se que =π⇔P=3. função seno ao intervalo [ 0,4 π] através de uma translação
3 
2π vertical de vetor v = ( 0; 1,4 ) .
Então, o período positivo mínimo da função f é .
3 Então, conclui-se que Dd′ =[1,4 − 1; 1,4 + 1] , ou seja,
 πx π  Dd′ = [ 0,4; 2,4 ] .
88.2. D f = R \  x : = + k π , k ∈ Z =
 3 2 
1.3.
 3  a) Os registos foram 4 (dois em cada uma das voltas da roleta).
R \  x : x =+ 3k , k ∈ Z .
=
 2  b) d ( x ) = 1,9 ⇔ 1,4 + sin x = 1,9 ⇔ sin x = 0,5 .
88.3. O ponto A tem abcissa 1 e pertence ao gráfico de f, então  π 5π 13π 17π 
Como x ∈[ 0,4 π] , conclui-se que x ∈  , , , .
A (1, f (1 ) ) . 6 6 6 6 

Como a é a ordenada do ponto A, tem-se: π  13π  3  5π   17 π  3


Ora,=cos   cos=   e cos   = cos  = − .
π 6  6  2  6   6  2
=a f=(1 ) tan = = 3 . Assim sendo, as coordenadas dos pontos correspondentes às
3
posições do ponto P nesses instantes são:
O ponto B pertence ao gráfico de f e tem a mesma ordenada que
 3 1  3 1
( )
o ponto A, então B b , 3 e f ( b ) = 3 .  ,  e  − ,  .
 2 2  2 2
Atendendo à representação gráfica de f e à periodicidade da
função, conclui-se que b = 1 + 3 = 4 . 11 π
1.4. a) O ponto A pertence ao gráfico de d e tem abcissa ,
88.4. Recorrendo à calculadora gráfica, conclui-se que a abcissa 3
do ponto C do gráfico de f que tem ordenada 4 é,  11 π  11 π  
então A  , d  .
aproximadamente, 4,27 .  3  3 
 11 π   11 π   π  π
d = 1,4 + sin  = 1,4 + sin  4 π − =
 1,4 + sin  − =

 3   3   3  3
π 3
1,4 sin   =−
=− 1,4 .
3
  2
3
A ordenada do ponto A é 1,4 − .
2

b) O ponto B pertence ao gráfico de d e tem ordenada 0,9, então


B ( x ; 0,9 ) e d ( x ) = 0,9 .
d(x) =
0,9 ⇔ 1,4 + sin x = −0,5 .
0,9 ⇔ sin x =
 7 π 11π 19 π 23π 
Como x ∈[ 0,4 π] , conclui-se que x ∈  , , , .
 6 6 6 6 
Atendendo à representação gráfica, conclui-se que a abcissa de B
11π
é .
6
Tarefa 12
π π Pág. 78
1.1. d  = 1,4 + sin  = 1,4 + 1= 2,4 .
2  2   89.1. Como o ponto P pertence à circunferência trigonométrica,
então P ( cos α , sinα ) .

34
35 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

89.2. O triângulo [AP´P] é retângulo em P´. Aplicando o Teorema 3


2
7
sin2 a + cos2 a =
1 ⇔   + cos2 a =
1 ⇔ cos2 a =.
de Pitágoras, tem-se: 4 16
2
2 2 2 1  π
PA = PP ' + AP ' ⇔ d 2 = sin2 α +  + cos α  ⇔ Como < a < π e no 2.° Q. o cosseno é negativo, conclui-se que
2  2
1 7
⇔ d=2
sin2 α + + cosα + cos2 α ⇔ cos a = − .
4 4
1 5 3
⇔ d =1 + + cosα ⇔ d 2 = + cos α
2

4 4 sin a 4 3 3 7
b) tan a = = = − =
− .
cos a 7 7 7

4

91.2. Sabe-se que g ( b ) = 2sin b .


1 1 1
⇔ 1 + ( −=
2)
2 2
1 + tan
= b ⇔
= 5 ⇔
cos2 b cos2 b cos2 b
1
⇔ cos2 b = .
5
1 1 5
Como b∈ 4.° Q. , conclui-se que cos=
b = = pois o
5 5 5
5π 5  5π 
89.3. Se α = , então tem-se: d 2 = + cos   ⇔ cosseno é positivo.
3 4  3  sin b 5
tan b = ⇔ sin b =tan b × cos b ⇔ sin b =−2 × ⇔
5 π 5 1 7 7 cos b 5
⇔ d 2 = + cos   ⇔ d 2 = + ⇔ d 2 = ⇔ d = .
4 3 4 2 4 2
2 5
⇔ sin b =
− .
1 ⇔ ( −0,6 ) + cos α =
89.4. sin α + cos α =
2 2
1⇔
2 2 5
4 5
⇔ cos2 α =⇔
0,64 cos α =
0,8 ∨ cos α =
−0,8 ( b ) 2sin
Então, g= = b − .
5
 π 3π 
Como α ∈  ,  , conclui-se que cos α = −0,8 .
2 2  Pág. 80
5 5 4 9 3
Logo, d 2 = − 0,8 ⇔ d 2 = − ⇔ d 2 = ⇔d= ⇔ 92.1. cos (α − π ) = −0,2 ⇔ − cosα = −0,2 ⇔ cosα = 0,2 ⇔
4 4 5 20 20
3 3 5 1
⇔ d= ⇔ d= . ⇔ cos α = .
2 5 10 5
2
1 24
sin2 α + cos2 α =
1 ⇔ sin2 α +   = 1 ⇔ sin2 α =.
Pág. 79 5 25
Como o seno é positivo no 1.° Q., conclui-se que
1 1
90.1. No respetivo domínio, tem-se: = +1 =+1 24 2 6
tan2 α sin2 α sin
= α = .
cos2 α 25 5

cos2 α cos2 α sin2 α cos2 α + sin2 α 1 2 6


= =+1 + = = .
sin α
2
sin2 α sin2 α sin2 α sin2 α sin α
92.2. tan ( −α ) =
− tan α =
− − 5 =
= −2 6 .
cos α 1
90.2. No respetivo domínio, tem-se: 5

(1 − sin α ) (1 − tan α ) = 2 2
1 − tan α − sin α + sin α × tan α = 2 2 2 2
5 5
93. sin (α + π ) = − ⇔ − sinα = − ⇔ sinα = .
5
6 6 6
= 1 − sin α − tan α + sin α × tan α =
2
cos α − tan α (1 − sin α ) =
2 2 2 2 2 2

 π 3π 
= cos α − tan α × cos = 2
α cos α − sin = 2
α cos α − ( 1 − cos α=)
2 2 2 2 2 Como α ∈  ,  e sinα > 0 , conclui-se que α ∈ 2.ºQ .
2 2 
= 2cos2 α − 1 .  5
2
11
sin2 α + cos2 α =
1 ⇔   + cos2 α = 1 ⇔ cos2 α =.
3 6
  36

91.1. a) Como A  a ,  pertence ao gráfico de f, então sabe-se Como o cosseno é negativo no 2.° Q., conclui-se que
2  
11 11
3 cos α =
− =
− .
que f ( a ) = . 36 6
2
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 11  11
3 3 3
f ( a ) =⇔ 2sin a =⇔ sin a =. Assim sendo, tem-se cos (α − π ) = − cos α = −  −  = .
2 2 4  6  6

35
36
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

94.1. a) Sendo α e β ângulos agudos de um triângulo 9  π 9 1

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97.1. g ( a ) = ⇔ 2 + sin  a +  = ⇔ cos a = .
π 4  2 4 4
retângulo, então são complementares, isto é, α + β =.
2 1
2
15
sin2 a + cos2 a =
1 ⇔ sin2 a +   =1 ⇔ sin2 a =.
3 4 16
Assim sendo, sin
= β cos
= α .
4  π
Como a ∈  0 ,  e o seno é positivo no 1.° Q., conclui-se que
b) θ e β são ângulos suplementares, isto é, θ + β =π.  2
Assim sendo, cosθ = cos ( π − β ) = cos ( β − π ) = − cos β . 15
sin a = .
 3
2
7 4
sin2 β + cos2 β =1 ⇔   + cos2 β = 1 ⇔ cos2 β = .
4 16 15
( a ) sin
Portanto, f = = a .
Como o cosseno é negativo no 1.° Q., conclui-se que 4
7 7 3 3
cos
= β = . 97.2. f ( b ) =− ⇔ sin b =− .
16 4 8 8
7 2
Então, cos θ =
− cos β =
− .  3 55
4 sin2 b + cos2 b =1 ⇔  −  + cos2 b = 1 ⇔ cos2 b =.
 8 64
2 2  3π
94.2. a) cos β = cos ( π − θ ) = cos (θ − π ) = − cosθ = −  −  = . Como a ∈ 

, 2 π  e o cosseno é positivo no 4.° Q., conclui-se
 3 3  2 
b) cosα = sin β = sin( π − θ ) = − sin(θ − π ) = − ( − sinθ ) = sinθ . que cos b =
55
.
2 8
 2 5
sin2 θ + cos2 θ = 1 ⇔ sin2 θ +  −  = 1 ⇔ sin2 θ = .  π 55
 3 9 Então, g ( b ) =+
2 sin  b +  =+
2 cos b =+
2 .
 2 8
Como o seno é positivo no 2.° Q., conclui-se que
5 5
θ =
sin= . Pág. 82
9 3
π 2 2 2
Pág. 81 98. cos  α +  =− ⇔ − sinα =− ⇔ sinα = .
 2 3  3 3

 π 7 7  π
95. cos  α −  =
− ⇔ sinα =
− . Como α ∈  − π ,  e sin α > 0 , conclui-se que α ∈ 1.°Q .
 2 4 4  2

 π 3π  cos (α − π ) + tan ( π − α ) = − cos α − tan (α − π ) =


Como α ∈  ,  e sin α < 0 , conclui-se que α ∈ 3.°Q .
2 2  sin(α − π ) − sin(α ) sin(α )
− cosα −
= − cosα −
= − cosα −
= .

2 cos (α − π ) − cos (α ) cos (α )
7 9
sin2 α + cos2 α = 1 ⇔  −  + cos α = 1 ⇔ cos α =
2 2
. 2
 4  16 2 5
sin2 α + cos2 α = 1 ⇔   + cos2 α = 1 ⇔ cos2 α = .
Como o cosseno é negativo no 3.° Q., conclui-se que 3 9
9 3 Como o cosseno é positivo no 1.° Q., conclui-se que
cos α =
− − .
=
16 4 5 5
cos= α = .
3 9 3
Assim sendo, tem-se cos ( −α ) =
cos α =
− . Assim sendo, tem-se:
4
2
 π 3 3 3 sin (α ) 5
96. cos  α +  = − ⇔ − sinα = − ⇔ sinα = . cos (α − π ) + tan ( π − α ) = − cos α − =− − 3 =
 2 5 5 5 cos (α ) 3 5
 π π 3
Como α ∈  − ,  e sin α > 0 , conclui-se que α ∈ 1.°Q .
 2 2 5 2 5 2 5 11 5
= − − = − − = − .
3 5 3 5 15
π   π
sin  − α  =− sin  α −  =− ( − cos α ) =cos α .
2   2 9π π
2 99. sin  + α  = −0,4 ⇔ sin  + 2 × 2π + α  = −0,4 ⇔
 3 22  2  2 
sin2 α + cos2 α =
1 ⇔   + cos α =
2
1 ⇔ cos2 α = .
 5  25 π  2
⇔ sin  + α  = −0,4 ⇔ cos α = − .
Como o cosseno é positivo no 1.° Q., conclui-se que 2  5

cos
= α
22
=
22
. Como α ∈ ] 2π , 3π [ e cos α < 0 , conclui-se que α ∈ 2.°Q .
25 5
π  22
Assim sendo, tem-se sin  − α  = .
2  5

36
37 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

sin ( α − π ) 2 5
sin (α + 5π ) − tan (α −=
π ) sin (α + π + 4 π ) − = sin (α )
cos (α − π ) (α )
tan= = =5 2.
cos (α ) 5
− sin (α )
= sin(α + π ) − = − sinα − tan(α ) . 5
− cos (α )
5 − 5 − 10
 2
2
21 Assim sendo, − cos α − tanα =− −2 = .
sin α + cos α = 1 ⇔ sin α +  −  = 1 ⇔ sin2 α =
2 2 2
. 5 5
 5  25
Como o seno é positivo no 2.° Q., conclui-se que 102. sin(α + π ) + tan(α − 3π ) = − sinα + tanα .
21 21  π 3
sin
= α = . sin  α +  =−0,3 ⇔ cos α = −0,3 ⇔ cos α = − .
25 5  2 10
21  5π 
sin (α ) 21 Como α ∈  π , e cos α < 0 , conclui-se que α ∈ 3.° Q .
tan (α ) = = 5 = − .  2 
cos (α ) − 2 2 2
5  3  91
sin2 α + cos2 α = 1 ⇔ sin2 α +  −  = 1 ⇔ sin2 α = .
Então, sin(α + 5π ) − tan(α − π ) = − sinα − tan(α ) =  10  100
Como o seno é negativo no 3.° Q., conclui-se que
21  21  21 21 3 21 91 91
=
− −− =− + = . sin α = − = − .
5  2  5 2 10 100 10

π 91
sin −
α sin Bˆ sinα 10 91
100.1. Atendendo à lei dos senos, tem-se: = 6 sin
= . tan
= α = = .
cos α 3 3
3 4 AC −
10
Da aplicação da lei dos senos, resulta:
π 1 91 91 13 91
sin Assim sendo, − sinα + tanα = + = .
6= sin α ⇔ 2= sin α ⇔ sin α= 2 . 10 3 30
3 4 3 4 3 a a
103. g   =3 − tan2  2 ×  =3 − tan2 a .
π 2
   2 
100.2. sin  α −  =
− cos α .
 2  π 4 π π 4  π 2
f  a +  = ⇔ 2sin  + a +  = ⇔ sin  a +  = ⇔
2  4  5  4 4  5  2  5
2 5
sin2 α + cos2 α = 1 ⇔   + cos2 α =
1 ⇔ cos2 α = . 2
3 9 ⇔ cos a = .
Como o cosseno de um ângulo agudo é positivo, conclui-se que 5
5 5 Como a∈ ] π , 2π [ e cos a > 0 , conclui-se que a∈ 4.° Q.
cos= α = .
9 3 1 1 25
1 + tan2 a = 2 ⇔ 1 + tan2 a = 2 ⇔ 1 + tan2 a = ⇔
5 cos a 2
  4
Então, tem-se − cos α =
− .  
3 5
 
2 21
π ⇔ tan a = .
100.3. cos  α +  + sin (α + π ) = − sinα − sinα = −2sinα = 4
 2
a 21 9
2 4 Então, g   =3 − tan2 a =3 − =− .
=−2 × =− . 2
  4 4
3 3
Tarefa 13
Pág. 83
3π π π
101. cos (α + π ) + tan( −α ) = − cosα − tanα . 1.1. sin  + x  =  
sin  π + + x  =
 
− cos x .
− sin  + x  =
 2   2  2 
2 + 5 sin (α − π )= 0 ⇔ 2 + 5 ( − sinα )= 0 ⇔ − 5 sinα = −2 ⇔
3π  π
1.2. sin  x − 
 = sin  x − π −  = − cos ( x − π ) = − ( − cos x ) =
2 2 5  2   2
⇔ sin α = ⇔ sin α = .
5 5 = cos x .
 π π
Como α ∈  − ,  e sin α > 0 , conclui-se que α ∈ 1.° Q .
3π π π
 2 2 1.3. cos  
+x=
 
cos  π + + x  =

− ( − sin x ) =
− cos  + x  =
 2 
2
 2   2  2 
1
sin2 α + cos2 α = 1⇔  + cos α =
2
1 ⇔ cos2 α = . = sin x .
 5 5
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Como o cosseno é positivo no 1.° Q., conclui-se que


3π  π
1 1 5 1.4. cos  x − 
 = cos  x − π −  = sin ( x − π ) = − sin x .
cos= α = = .  2   2
5 5 5

37
38
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

π 1 1 49
2.1. cos  x +  − sin ( 3π + x ) = − sin x − sin ( π + x ) =

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1 + tan2 β = 2 ⇔ 1 + tan2 β = 2 ⇔ 1 + tan2 β = ⇔
 2  cos β  6 36
− 
− sin x − ( − sin x ) =
= − sin x + sin x =
0.  7
13
⇔ tan β =
2
.
7π  3π 36
2.2. tan ( 5π − x ) + sin   
− x  = tan ( − x ) + sin  − x  =
 2   2  13
Como cos β < 0 , conclui-se que β ∈ 2.° Q . Logo, tan β = − .
 π  π  6
− tan x + sin  π + − x  =
= − tan x − cos x .
− tan x − sin  − x  =
 2  2  13
Então, tan α =
− tan β = .
π 1 6

sin  x +  =
−0,2 ⇔ cos x = − .
 2 5 π
4.2. cos  + α  = − sin α = − sin ( π − β ) = sin ( β − π ) = − sin β =
 π  2 
Como x ∈  − , π  e cos x < 0 , conclui-se que x ∈ 2.° Q .
 2  13
2 =− .
 1 24 7
sin x + cos x = 1 ⇔ sin x +  −  = 1 ⇔ sin2 x =
2 2 2
.
 5 25
Como o seno é positivo no 2.° Q., conclui-se que 13
4.3. sin ( π + α ) = − sin α = − .
24 2 6 7
sin
= x = .
25 5
Pág. 85
2 6
sin x
tan x = = 5 = −2 6 .  3 π
cos x − 1 104.1. arcsin   =
5  2  3
1
Assim sendo, − tan x − cos x= 2 6 + = 2 6 + 0,2 . 1 π
5 104.2. arcsin  −  =

 2 6
2 5
3.1. PC = 2
2 +4 = 2
20 = 2 5 , logo cos
= θ = . π
2 5 5 104.3. arcsin ( −1 ) =−
2
4 2 5
α sin ( π −=
3.2. sin= θ ) sin
= θ = . 104.4. arcsin ( 0 ) = 0
2 5 5

3.3. cos ( 3π + α ) = cos ( π + α ) = − cos α = − cos ( π − θ ) = cos θ =  2 π


104.5. arcsin   =
5  2  4
= .
5
  5π   1 π
104.6. arcsin  sin
=    arcsin
=  
3π π π   6  2 6
3.4. cos  + θ = cos  π + + θ = − cos  + θ = sin θ =
 2   2  2 
105.1. Df = [ −1, 1]
2 5
= .
5 105.2. Os pontos A, B, C e D pertencem ao gráfico da função f e
tem-se:
2 5
sin α  π  2  2   1  1   π
3.5. tan ( −α ) =
− tan α =
− − 5 =
= 2. A  a, −  , B  −

,f −
   , C  , f    e D  d ,  .
cos α 5  2   2  2   2 2
   3

5 π π  π
f (a) = − ⇔ arcsin ( a ) = − ⇔a= sin  −  ⇔ a = −1 .
2 2  2
3π   3π π
3.6. sin  α − =− sin 

−α  =
 
− sin  π + − α  =  2  2
 2   2   2  π
f  − arcsin  −
 =  =
− .
 2   2  4
π   π 5
sin  − α  =
= − sin  α −  =
− cos α =
− .
2   2 5 1 1 π
f   arcsin
= =   .
2 2 6
4.1. Sabe-se que ângulos consecutivos de um paralelogramo são π π 3
π
suplementares, então tem-se α + β =π , ou seja, α = π − β . f (d ) = ⇔ arcsin ( d ) = ⇔ d = sin   ⇔ d = .
3 3 3 2
α tan ( π −=
tan= β ) tan ( −=
β ) − tan β .  2 π  3 π
 π 1 π
Então, A  −1, −  , B  − , −  , C  ,  e D  ,  .
 2  2 4 2 6  2 3

38
39 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

  1   π 3π  109.3. Recorrendo à calculadora, tem-se:


106.=
sin α sin  arcsin  −   ∧ α ∈  ,  ⇔
  2  2 2  =yB arccos ( 0,3) ≈ 1,27 .
1  π 3π  π 7π
⇔ sin α = − ∧ α ∈ ,  ⇔α = + π ⇔α = .
2 2 2  6 6
Pág. 87
Pág. 86 π
110.1. arctan ( −1 ) =−
4
 3 π
107.1. arccos   =
 2  6  3 π
110.2. arctan   =
 3  6
 3  5π
107.2. arccos  −  =
 2  6  3 π
110.3. arctan  −  =

 3  6
  π  1 π
107.3. arccos  cos  −=  arccos=
 
  3  2 3 110.4. tan ( arctan ( 5 ) ) = 5
  π    π 
107.4. arccos  cos=
 3π +   arccos  cos
=  π +    3π   π
  4    4  110.5. arctan  tan    =arctan ( −1 ) =−
  4  4
  π   2  3π
= arccos  − cos  =  arccos  − =

4   5π     5π 
     2  4 110.6. arctan  tan
=  −   arctan  tan =
− + π
  6    6 
1 1 π π π
108.1. arcsin   + arccos   = + = = arctan
  π  π
2 2 6 3 2 =  tan   
  6  6
  π    5π   π 5π 23π 111.1. Recorrendo à calculadora, tem-se:
108.2. arcsin  sin    + arccos  cos    = + =
  8    6  8 6 24
f ( 2 ) arctan ( 2) ≈ 1,11
=
  13π     π 
108.3. arcsin  sin    − arccos  cos  −   =
  12     2  π π  π
111.2. f ( x ) =− ⇔ arctan x =− ⇔ x=tan  −  ⇔
8 8  8
  π   π  π
= arcsin  sin  π +   − arccos
= ( 0 ) arcsin  − sin  = − ⇔ x ≈ −0,41
  12     12   2
  π  π π π 7π π π π π π π π
=arcsin  sin  −   − = − − = − 112.1. − < arctan x < ⇔ − < + arctan x < + ⇔
  12   2 12 2 12 2 2 6 2 6 6 2
π 2π
⇔− < g (x) <
  3  3 3
108.4.* cos  arcsin   
  4   π 2π 
Então, Dg′=  − , .
3 3  3 3 
Seja arcsin   = α , então tem-se: sin α = .
4 4
 3 π  3 π π
 3
2
7 112.2. g  −  =+ arctan  −  =− =
0
sin α + cos α =
1 ⇔   + cos2 α = 1 ⇔ cos2 α =.  3  6  3  6 6
2 2

4 16
 π π
Como α ∈  − ,  , o cos α > 0 . Donde se conclui que Pág. 88
 2 2

cos α =
7   3 
. Logo, cos  arcsin  =   cos
= α
7 113.1. tan α tan arctan
= ( ( 3 )) ∧ α ∈ [ π , 2 π] ⇔
4   4  4
π 4π
⇔ tan α = 3 ∧ α ∈ [ π , 2π] ⇔ α = +π⇔α = .
109.1. D=
′f [ 0, π] . 3 3

2π 2π  1   2 
 113.2. tan α tan  arccos    ∧ α ∈ [ π , 2 π] ⇔
109.2. f ( x ) =g ( x ) ⇔ arccos x = ⇔ x =cos  ⇔x=− . =
 
3  3  2   2 
 1 2π 
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π π 5π
Então, C  − ,  . ⇔ tan α= tan   ∧ α ∈ [ π , 2π] ⇔ α= + π ⇔ α= .
 2 3  4
  4 4

39
40
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

 π 3π  1  3π 

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tan α tan ( arctan ( −5 ) ) ∧ α ∈  ,
114.= ⇔ 1.2. cos α =− ∧ α ∈ π , ⇔
2 2  2  2 
 π 3π  π  3π 
⇔ tan α =
−5 ∧ α ∈  ,  . ⇔ cos α =− cos   ∧ α ∈  π ,  ⇔
2 2  3  2 
 π 3π  π   3π 
Como α ∈  ,  e tan α < 0 , conclui-se que α ∈ 2.°Q . ⇔ cos
= α cos  − π  ∧ α ∈  π,  ⇔
2 2  3   2
1 1 1 2π 4π
⇔ 1 + ( −=
5)
2
1 + tan
=2
α ⇔
= 26 ⇔ ⇔ α = − + 2π ⇔ α = .
cos2 α cos2 α cos2 α 3 3
1
⇔ cos2 α = . π
26 1.3. tan α =−1 ∧ α ∈  , π  ⇔
2 
1 1 26
Como α ∈ 2.° Q. , conclui-se que cos α =
− =
− =
− . 3π
26 26 26  π π  π
⇔ sin α =tan  −  ∧ α ∈  , π  ⇔ α =− +π⇔α = .
 4 2  4 4
sinα  26  5 26
tanα = ⇔ sinα =−5 ×  −  = .
cos α  26  26 2  3π 
1.4. sin α =− ∧ α ∈ π , ⇔
26 5 26 4 26 2 26 2  2 
Assim sendo, cos α + sinα =
− + = = .
26 26 26 13 π  3π 
⇔ sin α =− sin   ∧ α ∈  π ,  ⇔
π 3π  4  2 
115.1. tan x = −3,2 ∧ x ∈  , ⇔ x ≈ −1,2679 + π ⇔
2 2  π 
⇔ sin α= sin  + π 
 3π 
∧ α ∈ π , ⇔ α=
π
+ π ⇔ α=

.
⇔ x ≈ 1,87 . 4   2  4 4

π 2  3π 
115.2. 2tan x +=  2.1. cos α =− ∧ α ∈ π , .
8 0 ∧ x ∈  −π ,  ⇔
2 3  2 

 π 2 π 
⇔ tan x = −4 ∧ x ∈  −π ,  ⇔ x ≈ −1,33 . Ora, cos β =− ∧ β ∈  , π  ⇔ β ≈ 2,3005 .
2 3 2 

 3π 
Como α ∈  π ,  , então conclui-se que α = 2 π − β ⇔ α ≈ 4,0 .
 7π   2 
115.3.* 5sin ( 3 x ) − 2= 0 ∧ x ∈ π , ⇔
 6 
4 π 
2  7π  2.2. sin α = ∧ α ∈  , π .
⇔ sin ( 3 x =
) ∧ x ∈ π ,  . 5 2 
5  6 
4  π
 7π   7π  Ora, sin β = ∧ β ∈ 0 , ⇔ β ≈ 0,9273 .
Como x ∈  π , , então 3 x ∈  3π , . 5  2 
 6   2 
π 
Então, −1 ≤ sin ( 3x ) ≤ 0 . Como α ∈  , π  , então conclui-se que α = π − β ⇔ α ≈ 2,2 .
2 
Donde se conclui que não existe nenhum valor de x que verifique
 7π  Pág. 89
a condição 5sin ( 3 x ) − 2= 0 ∧ x ∈  π , .
 6 
116.1. sin x + 0,2 = −0,2 .
0 ⇔ sin x =
 3π 5π 
115.4. tan ( 2 x ) = 10 ∧ x ∈ , . No intervalo ] − 2π , π [ , a equação sin x + 0,2 =
0 tem 2
 4 4 
soluções.
π π
) 10 ∧ 2α ∈  − ,  ⇔ 2α ≈ 1,4711 ⇔
Ora, tan ( 2α=
 2 2
⇔ α ≈ 0,7356 .
 3 π 5π 
Como x ∈  ,  , então conclui-se que x ≈ 0,7356 + π ⇔
 4 4 
⇔ x ≈ 3,88 .

Tarefa 14
3 π 
1.1. sin=
α ∧ α ∈  , π ⇔
2 2 
π π  π  2π
⇔ sin α =sin   ∧ α ∈  , π  ⇔ α =− − π  ⇔ α = .
3 2  3  3

40
41 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

116.2. No intervalo ] − π , 0 ] , a equação sin x + 0,2 =


0 tem 2 π 7π
c) No intervalo  ,  , a equação sin x = 0,35 tem apenas 1
soluções. 4 6 
solução.
π π
119.1. sin x − sin =
0 ⇔ sin x =
sin ⇔
7 7
π π
⇔ x = + 2k π ∨ x=π− + 2k π , k ∈ Z
7 7
π 6π
⇔ x = + 2k π ∨ x= + 2k π , k ∈ Z
7 7

π
119.2. 3 + 2cos  − x  =0 ⇔ 3 + 2sin x =0 ⇔
2 
3  π
⇔ sin x =
− ⇔ sin x =−
sin  ⇔
2  3
5π  π  π
116.3. No intervalo  π ,  , a equação sin x + 0,2 =
0 tem 2 ⇔ x = − + 2k π ∨ x = π −  −  + 2kπ , k ∈ Z
 2  3  3
soluções. π 4π
⇔x= − + 2k π ∨ x = + 2k π , k ∈ Z
3 3
π π
119.3. sin x + sin 0 ⇔ sin x =
= − sin ⇔
12 12
 π
⇔ sin x = sin  −  ⇔
 12 
π  π
⇔x= − + 2k π ∨ x = π −  −  + 2k π , k ∈ Z
12  12 
π 13π
⇔x= − + 2k π ∨ x = + 2k π , k ∈ Z
12 12
π
120.1. sin
= x sin ⇔
8
π π
⇔ x = + 2k π ∨ x= π − + 2k π , k ∈ Z
8 8
1 π 7π
117.1. f ( x ) = 0 ⇔ 1 + 3sin x = 0 ⇔ sin x = − ⇔ x = + 2k π ∨ x= + 2kπ , k ∈ Z
3 8 8
No intervalo [ 0, 2π [ , a função f tem 2 zeros. π
Atribuindo valores a k conclui-se a equação sin x = sin só tem
8
117.2. No intervalo [ − π , 3π [ , a função f tem 4 zeros.  π 3π  7π
uma solução no intervalo  ,  , a saber, 8 .
 2 2 
Pág. 90 π 7π
120.2. Se k = 0 , tem-se x = ∨ x= .
1 π 8 8
118.1. sin x =⇔ sin x =
sin ⇔
2 6 Atribuindo outros valores a k obtêm-se soluções que não
π π pertencem ao intervalo [ −π , π] .
⇔ x = + 2kπ ∨ x = π − + 2k π , k ∈ Z
6 6 π
Assim sendo, a equação sin x = sin tem duas soluções no
π 5π 8
⇔ x = + 2k π ∨ x = + 2 k π , k ∈ Z
6 6 π 7π
intervalo [ −π , π] , a saber, e .
Atribuindo valores a k conclui-se que as abcissas dos pontos A, B 8 8
π 5π 13π
e C são, respetivamente, , e . 15π 9π
6 6 6 120.3. Se k = −1 , tem-se x =
− ∨ x=
− .
8 8
π
118.2. a) No intervalo  , 2π  , a equação sin x = 0,35 tem Se k = 0 , tem-se
2  π 7π
x= ∨ x= (não pertence ao intervalo) .
apenas 1 solução. 8 8
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b) No intervalo ] − π , 2π ] , a equação sin x = 0,35 tem 2


soluções.

41
42
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

Atribuindo outros valores a k obtêm-se soluções que não Os zeros da função que pertencem ao intervalo [ 0, 2π ] são:

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 π
pertencem ao intervalo  − 2π ,  .  3π 
 2 0 , π , , 2π  .
 2 
π
Assim sendo, a equação sin x = sin tem três soluções no
8 123.1. 2 − 4sin ( 3x ) =
0⇔
 π 15π 9 π π
intervalo  − 2π ,  , a saber, − ,− e . 1  π
 2 8 8 8 ⇔ sin ( 3 x ) = ⇔ sin ( 3 x ) = sin  
2 6
π π
Pág. 91 ⇔ 3 x = + 2kπ ∨ 3 x = π − + 2kπ , k ∈ Z
6 6
 4π   4π   π π 2k π 5 π 2k π
121.1. g  = ⇔x= + ∨ x= + , k ∈Z
 4sin  + 2=3 4sin π +  + 2=3
18 3 18 3
 3   3   3
 3 x x
  π 
= 4  − sin    + 2 3 = 4 ×  −  + 2 3 = 0 . 123.2. 1 + sin   =0 ⇔ sin   =−1 ⇔
  3   2  2 2
4π x 3π
Logo, é um zero da função g. ⇔ = + 2k π , k ∈ Z
3 2 2
⇔ x = 3π + 4 kπ , k ∈Z
4π  π π  π
121.2. Como sin  
 = sin  π +  = − sin   = sin  −  , −2
 3   3  3
   3 123.3. 2 2 sin ( 2 x ) + 2 = 0 ⇔ sin ( 2 x ) = ⇔
2 2
π
conclui-se que − é zero da função g e pertence ao intervalo
3 2  π
⇔ sin ( 2 x ) =
− ⇔ sin ( 2 x ) =
sin  −  ⇔
 π π 2  4
−2, 2 . π  π
  ⇔ 2x =− + 2k π ∨ 2 x =π −  −  + 2k π , k ∈ Z
4  4
121.3. g ( x ) =
0 ⇔ 4sin x + 2 3 =
0⇔ π 5π
⇔ x =− + kπ ∨ x = + kπ , k ∈ Z .
8 8
3  π
⇔ sin x =
− ⇔ sin x =−
sin  ⇔
2  3
Pág. 92
π  π
⇔ x = − + 2k π ∨ x = π −  −  + 2kπ , k ∈ Z
π
3  3 124.1. Se x ∈  0 , , então 2 x ∈ ] 0, π [ .
π 4π  2 
⇔x= − + 2k π ∨ x = + 2k π , k ∈ Z
3 3 Assim sendo, 0 < sin ( 2 x ) ≤ 1 .
2 Donde se conclui que 0 < 2sin ( 2 x ) ≤ 2 , ou seja, 0 < A ( x ) ≤ 2 .
5π 5π 5π  2  2
122.1. f   = sin2   + sin   =  −  +  −  = O valor máximo da área é 2.
 4   4   4   2   2 

1− 2 124.2. A ( x ) =
2 ⇔ 2sin ( 2x ) =
2 ⇔ sin ( 2 x ) =
1⇔
= .
2 π π
⇔ 2x = + 2k π , k ∈ Z ⇔ x = + k π , k ∈ Z .
 5π   π π 2 2 4
Cálculo auxiliar: sin   = sin  π +  = − sin   = − .
 4  4  4
  2  π π
Como x ∈  0 ,  , conclui-se que x = .
 2 4
122.2. sin2 x + sin x =0 ⇔ sin x ( sin x + 1) =0 ⇔
 π π  2 2
⇔ sin x= 0 ∨ sin x + 1= 0 P =  2sin + 2cos  × 2 =  2 × + 2×  × 2 = 2 2 × 2 = 4 2 .
 4 4  2 2 
⇔ sin x =0 ∨ sin x = −1
O perímetro do retângulo que tem área máxima é 4 2 .

⇔ x =kπ ∨ x = + 2kπ , k ∈Z
2 124.3. Pretende-se resolver graficamente a equação
122.3. f ( x )= 0 ∧ x ∈ [ 0 , 2π ] ⇔ A ( x ) = 1,5 .

 3π 
⇔  x =k π ∨ x = + 2k π , k ∈ Z  ∧ x ∈ [ 0 , 2 π ]
 2 
• x =kπ , k ∈Z ∧ x ∈[ 0, 2π ] ⇔ x =0 ∨ x =π ∨
∨ x=

3π 3π
• x= + 2k π , k ∈ Z ∧ x ∈ [ 0 , 2π ] ⇔ x=
2 2

42
43 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

As soluções da equação são x ≈ 0,4 ∨ x ≈ 1,1 . Desde o instante em que a temperatura da substância atingiu
4 °C até ao final da experiência decorreram, aproximadamente,
Tarefa 15 2,7 minutos ( 15 − 12,3 = 2,7 ) .

1.1. yA = T ( 0 ) = 2 − 3sin( 0 ) = 2 − 3 × 0 = 2 .
Pág. 93
A ordenada do ponto A é 2. Significa que no início da experiência
a temperatura da substância era de 2 graus Celsius. 125.1. cos x + 0,4 = −0,4 .
0 ⇔ cos x =
0 tem 2 soluções pertencentes ao
A equação cos x + 0,4 =
 πt   πt 
1.2. T ( t ) =5 ⇔ 2 − 3sin   =5 ⇔ sin   =−1 ⇔
 10   10  intervalo ] − π , π [ .
π t 3π 125.2. A equação cos x + 0,4 =
0 tem apenas 1 solução
⇔ = + 2kπ , k ∈ Z
10 2
⇔ t = 15 + 20 k , k ∈Z . pertencente ao intervalo ] − π , 0 ] .
A primeira solução positiva da equação é 15.
125.3. A equação cos x + 0,4 =
0 tem 4 soluções pertencentes
A abcissa do ponto C é 15. Significa que a experiência teve a
duração de 15 minutos. ao intervalo [ 0, 4π [ .
 πt   πt 
1.3. T ( t ) = 2 ⇔ 2 − 3sin   = 2 ⇔ sin   = 0 ⇔ 126.1. f ( x ) = 0 ⇔ 1 + 4cos x = 0 ⇔ cos x = −0,25 .
 10   10 
πt A função f tem 2 zeros pertencentes ao intervalo [ 0, 2π [ .
⇔ k , k ∈Z =
=π ⇔ t 10 k , k ∈Z .
10
126.2. A função f tem 3 zeros pertencentes ao intervalo
A primeira solução positiva da equação é 10.
Então, decorreram 10 minutos desde o início da experiência até a  3π 
 − π, 2  .
temperatura da substância igualar a temperatura inicial.  
1.4. Para saber o mínimo absoluto da função vamos começar por π
127.1. cos
= x cos ⇔
determinar o contradomínio. 5
π π
 πt   πt   πt  ⇔ x = + 2kπ ∨ x = − + 2kπ , k ∈ Z .
−1 ≤ sin   ≤ 1 ⇔ −3 ≤ 3sin   ≤ 3 ⇔ 3 ≥ −3sin   ≥ −3 ⇔ 5 5
10
  10
   10 
π π
 πt  x= + 2kπ , k ∈ Z ∧ x ∈ ] − π , π [ ⇔ x=
⇔ 2 + 3 ≥ 2 − 3sin   ≥ 2 − 3 ⇔ 5 ≥ T ( t ) ≥ −1 . 5 5
 10  π π
x = − + 2kπ , k ∈ Z ∧ x ∈ ] − π , π [ ⇔ x = −
O mínimo absoluto da função é −1 porque DT′ = [ −1, 5] . 5 5
 πt   πt  As soluções da equação que pertencem ao intervalo ] − π , π [
T ( t ) =−1 ⇔ 2 − 3sin   =−1 ⇔ sin   =1 ⇔
 10   10   π π
são:  − ,  .
πt π  5 5
⇔ = + 2k π , k ∈ Z
10 2
⇔ t = 5 + 20 k , k ∈ Z . 127.2. x ∈[ 5π , 8π ]
A primeira solução positiva da equação é 5. π 1 24 39
5π ≤ + 2k π ≤ 8 π ⇔ 5 ≤ + 2k ≤ 8 ⇔ ≤ 2k ≤ ⇔
Então, B ( 5, − 1) .

5 5 5 5
12 39
⇔ ≤k≤ .
2. Pretende-se resolver graficamente a equação T ( t ) = 4 . 5 10
Como k ∈ Z , conclui-se que k = 3 .
π 31π
k= 3⇒ x= + 6π = .
5 5
π 1 26 41
• 5π ≤ − + 2k π ≤ 8 π ⇔ 5 ≤ − + 2k ≤ 8 ⇔ ≤ 2k ≤ ⇔
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5 5 5 5
13 41
⇔ ≤k≤ .
5 10

43
44
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

Como k ∈ Z , conclui-se que k ∈{ 3,4} . Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da

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π 29 π  π   π 41π 
equação no intervalo  − , 2 π  é  , .
k = 3 ⇒ x = − + 6π = .  2   28 28 
5 5
π 39 π π
k = 4 ⇒ x = − + 8π =
5 5
. 129.4. 6 sin  x −  + 3 2 = 0 ⇔ −6 cos x = −3 2 ⇔
 2
As soluções da equação que pertencem ao intervalo [ 5π , 8π ]
2 π
⇔ cos x = ⇔ cos x = cos   ⇔
 29 π 31π 39 π  2 4
são:  , , .
 5 5 5  π π
⇔ x = + 2kπ ∨ x = − + 2kπ , k ∈ Z
4 4
Pág. 94 Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da
128.1. A equação cos x = 0,32 tem apenas 1 solução  π   π π 7π 
equação no intervalo  − , 2 π  é  − , , .
 2   4 4 4 
 3π 
pertencente ao intervalo  0 , . 3π
 2  129.5. cos ( 3 x ) + sin  
− x  =0 ⇔ cos ( 3 x ) − cos x =0 ⇔
2  2 
128.2. 3cos x + 2 =0 ⇔ cos x =− .
3 ⇔ cos ( 3x ) =
cos x
A equação 3cos x + 2 =0 tem 2 soluções pertencentes ao ⇔ 3 x =+
x 2k π ∨ 3x =− x + 2k π , k ∈ Z
intervalo [ 0, 2π ] . ⇔ 2 x = 2k π ∨ 4 x = 2k π , k ∈ Z

128.3. cos ( π + x ) + 0,2= 0 ⇔ − cos x + 0,2= 0 ⇔ cos x = 0,2 . ⇔ x =kπ ∨ x=, k ∈Z
2
A equação cos ( π + x ) + 0,2 = 0 tem 3 soluções pertencentes ao Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da
 π   π   π π 3π 
intervalo  − , 2 π  . equação no intervalo  − , 2 π  é  − , 0 , , π , , 2π  .
 2   2   2 2 2 

129.1. 2cos ( − x ) − 1 = 0 ⇔ 2cos x − 1 = 0 ⇔ 129.6. cos2 x =


1 ⇔ cos x =
1 ∨ cos x =
−1
⇔ x = 2k π ∨ x = π + 2k π , k ∈ Z
1 π
⇔ cos x =⇔ cos x = cos   Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da
2 3
 π 
π π equação no intervalo  − , 2 π  é {0, π , 2π} .
⇔ x = + 2kπ ∨ x = − + 2kπ , k ∈ Z  2 
3 3
Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da x x π
129.7. sin  = cos x ⇔ cos  − = cos x ⇔
 π   π π 5π  2 2 2
equação no intervalo  − , 2 π  é  − , , .
 2   3 3 3  x π x π
⇔ − =+ x 2k π ∨ − = − x + 2kπ , k ∈ Z
− 15 2 2 2 2
129.2. 2 5 cos ( 3 x ) + 15 =
0 ⇔ cos ( 3 x ) = ⇔ ⇔ x − π = 2 x + 4 kπ ∨ x − π = −2 x + 4 k π , k ∈ Z
2 5
⇔ − x = π + 4 kπ ∨ 3 x = π + 4 kπ , k ∈ Z
3  5π 
⇔ cos ( 3 x ) =− ⇔ cos ( 3 x ) = cos   π 4 kπ
2  6  ⇔ x = −π − 4 kπ ∨ + x= , k ∈Z
3 3
5π 5π
⇔ 3 x = + 2k π ∨ 3 x = − + 2k π , k ∈ Z Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da
6 6
 π   π 5π 
5π 2kπ 5π 2k π equação no intervalo  − , 2 π  é  ,  .
⇔x= + ∨ x= − + , k ∈Z  2  3 3 
18 3 18 3
Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da 7π  7π   7π   7π   7π 
130.1. g   =
cos  2 ×  + sin   = cos   + sin   =
 π   6   6   6   3   6 
equação no intervalo  − , 2 π  é
 2   π  π π π 1 1
= cos  2π +  + sin  π + = cos   − sin  = − = 0.
 7 π 5π 5π 7 π 17 π 19 π 29 π 31π   3  6 3 6 2 2
− , − , , , , , , .
 18 18 18 18 18 18 18 18  7π
Logo, é zero da função g.
π 2π  6
129.3. cos  x += 
 cos  ⇔
 4  7  130.2. g ( x ) =
0 ⇔ cos ( 2 x ) + sin x =
0 ⇔ cos ( 2 x ) =
− sin x ⇔
π 2π π 2π
⇔ x + = + 2kπ ∨ x + =− + 2kπ , k ∈Z  π
4 7 4 7 ⇔ cos ( 2 x ) =
sin ( − x ) ⇔ cos ( 2 x ) =
cos  − x −  ⇔
 2
π 15π
⇔ x = + 2k π ∨ x=− + 2k π , k ∈ Z
28 28

44
45 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

π π  3π   π π  π 2
⇔ 2x =−x − + 2k π ∨ 2 x =+
x + 2kπ , k ∈Z Ora, cos   = cos  π −  = cos  − π  = − cos   = − e
2 2  4   4 4  4 2
π π
⇔ 3x =− + 2kπ ∨ x = + 2k π , k ∈Z  3π   π π  π 2
2 2 sin   = sin  π −  = − sin  − π  = sin   = .
 4   4 4  4 2
π 2k π π
⇔x= − +
6 3
∨ x = + 2kπ , k ∈Z
2 (
Então, P −12 2 , 12 2 . )
π 2k π Distância do ponto P a r: 36 − 12 2 .
⇔x= − + , k ∈Z
6 3 Distância do ponto P a s: 42 + 12 2 .

2. f ( x ) = 30 ⇔ 42 + 24sin x = 30
Pág. 95
 π
⇔ sin x = −0,5 ⇔ sin x =−sin  
π   π  π   6
131.1. Sendo α = − , então A  cos  −  , sin  −   , ou seja, π π
3   3  3  ⇔ x = − + 2kπ ∨ x = π + + 2kπ , k ∈ Z
6 6
1 3 π 7π
A  , −  . ⇔x= − + 2k π ∨ x = + 2k π , k ∈ Z
 2 2  6 6
Como C é simétrico de A em relação ao eixo das ordenadas, Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da
 5π π 7π 11π 
 1 3 equação no intervalo [ −2π ,2π] é  − , − , , .
então C  − , − .  6 6 6 6 
 2 2 
1 1 3. A medida da distância do ponto P à reta r é dada pela função
AC = + = 1 .
2 2 g, então g ( x=
) 36 + 24cos x .
 3
Seja M o ponto médio de [AC], então M  0, −  e g ( x ) = 48 ⇔ 42 + 24cos x = 48
 2 
π
3 ⇔ cos x = 0,5 ⇔ cos x = cos  
MB= 2 + . 3
2 π π
 ⇔ x = + 2kπ ∨ x = − + 2kπ , k ∈ Z
3 3 3
1 ×  2 + 
 2  3 Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da
A[ ABC ] = = 1+ .
2 4  5π π π 5 π 
equação no intervalo [ −2π ,2π] é  − , − , ,  .
 3 3 3 3 
131.2. As coordenadas do ponto A em função de α são
5π π π 5π
A ( cosα , sinα ) . Logo, AC = cosα + cosα = 2cosα . Donde se conclui que x A = − , xB = − , xC = e xD = .
3 3 3 3
3 π
AC =3 ⇔ 2cos α =3 ⇔ cos α = ⇔ cos α = cos   ⇔ Pág. 96
2 6
π π π
⇔ x = + 2kπ ∨ x = − + 2kπ , k ∈ Z 132.1. D f = R \  x : x = 
+ kπ , k ∈ Z .
6 6  2 
Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da
 π π   π π 3
equação no intervalo  − ,  é  − ,  . 132.2. f ( x ) =0 ⇔ 3tan x − 3 =0 ⇔ tan x = ⇔
 2 2   6 6 3

131.3. A altura do triângulo relativa ao lado [AC] é 2 − sinα .  π π


⇔ tan x = tan   ⇔ x = + kπ , k ∈Z .
6
  6
2 − sinα =
2,6 ⇔ sinα =
−0,6
 π π 133.1. Como PR = QR , sabe-se que S é o ponto médio de [PQ].
Como α ∈  − ,  , recorrendo à calculadora gráfica tem-se
 2 2 Logo, PS = 6 .
α ≈ −0,64 .
RS
tan θ = ⇔ RS = 6 tan θ .
2cos α × ( 2 − sinα ) 6
131.4. A[ ABC=] = cos α × ( 2 − sinα ) .
2 12 × 6 tan θ
=
Então, A (θ ) = 36 tan θ .
2
Tarefa 16 2
4 9
1. A circunferência está centrada em O e tem raio 24. 133.2. sin2 θ + cos2 θ =
1 ⇔   + cos2 θ =
1 ⇔ cos2 θ =.
5   25
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3π   3π   3π   3
Como x = , então P  24cos   , 24sin    . Como θ é um ângulo agudo, conclui-se que cosθ = .
4   4   4  5

45
46
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

4  π π

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sin θ 5 4 ⇔ tan ( 2 x ) =tan  −  ⇔ 2 x =− + kπ , k ∈ Z ⇔
tan θ= = = .  4 4
cos θ 3 3
π kπ
5 ⇔ x =− + , k ∈ Z .
8 2
4
Logo, A (θ ) = 36 × = 48 .
3 x x
135.3. tan (=
π − x ) tan   ⇔ tan
= ( − x ) tan   ⇔
3 2 2
133.3. A (θ ) = 12 3 ⇔ 36 tan θ = 12 3 ⇔ tan θ = ⇔ x 3
3 ⇔ − x = + kπ, k ∈ Z ⇔ − x =kπ, k ∈ Z ⇔
2 2
π π
⇔ tan θ = tan  ⇔ θ = + kπ, k ∈ Z . 2
6 6 ⇔x=− kπ , k ∈ Z .
3
π
Como θ é um ângulo agudo, conclui-se que θ = .
6
Pág. 98

Pág. 97 π
136.1. f ( x ) = g ( x ) ⇔ sin x = cos x ⇔ sin x = sin  x +  ⇔
 2
π
134.1. D f = R \  x : x = 
+ kπ , k ∈ Z .
π π
 2  
⇔ x =+x + 2k π ∨ x =π −  x +  + 2k π , k ∈ Z
Atendendo à representação gráfica dada, sabe-se que a equação 2  2
π π π
da reta vertical que contém o ponto A é x= + π , ou seja, ⇔ 0 x = + 2kπ ∨ 2 x = + 2kπ , k ∈Z
2  2 
 2
equação impossível

x= . π
2 ⇔x= + kπ , k ∈Z .
4
 3π 
Então, A  ,3  . π
 2  k =0⇒ x = .
4
π π π 5π
134.2. tan x =−1 ⇔ tan x =tan  −  ⇔ x =− + kπ, k ∈ Z . k= 0⇒ x= + π= .
 4 4 4 4
π 7π  π π 2
Para k = 2 , tem-se x = − + 2π = . f   sin
Como= =   e
4 4 4 4 2
7π  5π   5π   π π 2
A abcissa do ponto D é . f   = sin   = sin  π +  = − sin   = − , conclui-se
4  4   4   4 4 2

π π π 2  5π 2
134.3. tan x = 3 ⇔ tan x = tan   ⇔ x = + kπ, k ∈ Z . que A  ,  e B  , −  .
3 3 4 2   4 2 
π 2π
Para k = −1 , tem-se x = −π= − . 1
3 3 136.2. a) − ≤ f ( x ) < 0 ∧ x ∈[ 0, 2π] ⇔
2
π 4π
Para k = 1 , tem-se x= + π= . 1
3 3 ⇔ − ≤ sin x < 0 ∧ x ∈ [ 0, 2π] .
2
4π 2π
Assim sendo, xB = e xC = − .
3 3

134.4. a) A equação tan x = π tem 3 soluções pertencentes ao


intervalo ] − 2π , π ] .
b) Sendo α uma das soluções da equação tan x = π e como o
período positivo mínimo da função tangente é π , sabe-se que,
por exemplo, α + π e α − π também são soluções da equação.

3π 3π
135.1. tan x + tan 0 ⇔ tan x =
= − tan ⇔ Por observação do círculo trigonométrico, conclui-se que
7 7
1  7π   11π 
 3π  3π − ≤ sin x < 0 ∧ x ∈ [ 0, 2π] ⇔ x ∈  π ,  ∪  ,2π  .
⇔ tan x =tan  −  ⇔ x =− + kπ, k ∈ Z . 2  6   6 
 7  7

135.2. tan ( 2 x ) + 1 =0 ⇔ tan ( 2 x ) =−1 ⇔

46
47 Unidade 1 –e funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

b) 0 ≤ g ( x ) < 1 ∧ x ∈[ 0, 2π] ⇔ 0 ≤ cos x < 1 ∧ x ∈[ 0, 2π] .


Pág. 99
Por observação do círculo trigonométrico, conclui-se que
 π   3π
0 ≤ cos x < 1 ∧ x ∈[ 0, 2π] ⇔ x ∈  0 ,  ∪  ,2π  .
 137.1. a) f ( x ) + g ( x ) = 1 ⇔ sin2 x + 1 + sin x = 1 ⇔
 2  2  ⇔ sin2 x + sin x =0 ⇔ sin x ( sin x + 1 ) =0
⇔ sin x =0 ∨ sin x + 1 =0 ⇔ sin x =0 ∨ sin x =−1

⇔ x =kπ ∨ x = + 2kπ , k ∈Z
2
b) f ( x ) − g ( x ) = 1 ⇔ sin2 x − 1 − sin x = 1 ⇔ sin2 x − sin x − 2 = 0
Fazendo sin x = y , tem-se y 2 − y − 2 =0.
1± 1+8
y 2 − y − 2 =0 ⇔ y = ⇔ y =2 ∨ y =−1
2
c) f ( x ) < g ( x ) ∧ x ∈[ 0,2π] ⇔ sin x < cos x ∧ x ∈[ 0,2π] . Como y = sin x , tem-se sin x =2 ∨ sin x =
−1 .
  
π 5π
Sabe-se que sin =
x cos x ∧ x ∈ [ 0, 2π] ⇔ =
x x
∨ = .
impossível

4 4 3π
sin x = −1 ⇔ x = + 2k π , k ∈ Z .
2

137.2. 2 ( f ( x ) − 1) = 3 g ( x ) ⇔ 2sin2 x − 2 = 3 + 3sin x ⇔


⇔ 2sin2 x − 3sin x − 5 =0
Fazendo sin x = y , tem-se 2y 2 − 3y − 5 =0.
3 ± 9 + 40 5
2y 2 − 3y − 5 =0 ⇔ y = ⇔ y = ∨ y =−1
4 2
5
Como y = sin x , tem-se sin x = ∨ sin x =
−1 .
 2
impossível


Por observação do círculo trigonométrico, conclui-se que sin x = −1 ⇔ x = + 2k π , k ∈ Z .
2
 π   5π 
sin x < cos x ∧ x ∈[ 0,2π] ⇔ x ∈  0 ,  ∪  ,2π  . π  3π
 4  4  Como x ∈  , 3π  , conclui-se que x = .
2  2
d) g ( x ) ≤ f ( x ) ∧ x ∈[ 0,2π] ⇔ cos x ≤ sin x ∧ x ∈[ 0,2π] .
138.1. A área colorida é a soma das áreas do trapézio e do
triângulo. Seja D' a projeção ortogonal de D sobre o eixo Oy.

OC + AB OE × DD '
AOABC  + AODE
= × BC + =
    2 2
1 + 1 − sinα cos α ( 2 − sinα ) cosα + cosα
= × cos α + = =
2 2 2
cos α ( 2 − sinα + 1 ) cos α ( 3 − sinα )
= = , c. q. d.
2 2
1
138.2. Sabe-se que tanα = .
2
Por observação do gráfico, conclui-se que 1 1 1 4
Como 1 + tan2 α = tem-se: 1 + = 2 ⇔ cos2 α =
 π 5π  cos2 α 4 cos α 5
cos x ≤ sin x ∧ x ∈[ 0,2π] ⇔ x ∈  ,  .
4 4   π 2 5
Como α ∈  0,  , cos α = .
e) f ( x ) × g ( x ) < 0 ∧ x ∈[ 0,2π] ⇔ sin x × cos x < 0 ∧ x ∈ [ 0,2π ] ⇔  2 5
⇔ ( sin x < 0 ∧ cos x > 0 ) ∨ ( sin x > 0 ∧ cos x < 0 )  ∧ x ∈[ 0, 2π] sinα 1 1 2 5 5
= ⇔ sinα= × ⇔ sinα =
cos α 2 2 5 5
 π   3π 
Então, sin x × cos x < 0 ∧ x ∈[ 0, 2π] ⇔ x ∈  , π  ∪  , 2π  . Seja S a área da região colorida.
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2   2 
2 5 5 6 5 2
f (x) sin x 3−  −
f) > 0 ∧ x ∈ [ 0,2π ] ⇔ > 0 ∧ x ∈ [ 0,2π ] ⇔ 5  5  5 = 6 5 − 2 = 3 5 − 1 , como
g(x) cos x S= = 5
2 2 10 5
 π   3π  queríamos demonstrar.
⇔ tan x > 0 ∧ x ∈ [ 0,2π ] ⇔ x ∈  0 ,  ∪  π ,  .
 2  2 

47

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Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

Tarefa 17 π π

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⇔ 3x =− + 2k π ∨ 2 x =π + x + + 2k π , k ∈ Z
4 4
1.1. 2cos2 x − cos x − 1 =0
π 2kπ 5π
Fazendo cos x = y , tem-se 2y 2 − y − 1 =0. ⇔ x =− + ∨ x = + 2kπ , k ∈Z .
12 3 4
1± 1+8 1
2y 2 − y − 1 =0⇔y= ⇔y=1 ∨ y =− x
4 2 sin  
x x  2  − 2sin  x  =
Como y = cos x , tem-se: 2.4. tan   =
2sin   ⇔   0⇔
2  2  cos  x  2
1  2π   
cos x =1 ∨ cos x =
− ⇔ cos x =
1 ∨ cos x =
cos   2
2  3 
x x x x
2π 2π ⇔ sin   − 2sin   cos   =
0 ∧ cos   ≠ 0
⇔x= 2kπ ∨ x =+ 2kπ ∨ x = − + 2k π , k ∈ Z . 2 2 2 2
3 3
x  x  x
⇔ sin   1 − 2cos    =0 ∧ cos   ≠ 0
1.2. ( 1 − sin x ) + sin2 x =
2
3 + sin x ⇔ 2  2  2
⇔ 1 − 2sin x + sin2 x + sin2 x = 3 + sin x ⇔  x x  x
⇔  sin   = 0 ∨ 1 − 2cos   = 0  ∧ cos   ≠ 0
2
⇔ 2sin x − 3sin x − 2 =0  2 2  2

Fazendo sin x = y , tem-se 2y 2 − 3y − 2 =0.  x  x  1 x


⇔  sin   =
0 ∨ cos   =∧  cos   ≠ 0
 2 2 2 2
3 ± 9 + 16 1
2 y 2 − 3y − 2 =0⇔y= ⇔y=2 ∨ y=− x x π x π  x π
4 2 ⇔  = kπ ∨ = + 2k π ∨ = + 2kπ , k ∈ Z  ∧ ≠ + k π , k ∈ Z
1 2 2 3 2 3  2 2
Como y = sin x , tem-se sin x =2 ∨ sin x =
− .
  2  2 π 2 π 
impossível ⇔x = 2k π ∨ x = + 4 k π ∨ x =− + 4 k π , k ∈ Z  ∧
 3 3 
1  π
sin x =− ⇔ sin x =sin  −  ∧ x ≠ π + 2kπ , k ∈Z
2  6
2π 2π
π 7π ⇔x=
2k π ∨ x = + 4 kπ ∨ x=
− + 4 kπ , k ∈Z .
⇔x= − + 2kπ ∨ x = + 2kπ , k ∈Z . 3 3
6 6
3 3
2.1. sin2 ( 2 x ) − 2sin ( 2 x ) =0 ⇔ sin ( 2 x ) ( sin ( 2 x ) − 2 ) =0 3.1. g ( x ) > ∧ x ∈[ π, 2π] ⇔ 1 − sin x > ∧ x ∈ [ π, 2π] ⇔
2 2
⇔ sin ( 2 x ) = 0 ∨ sin ( 2 x ) − 2 = 0 ⇔ 1
⇔ sin x < − ∧ x ∈ [ π,2π] .
⇔ sin ( 2 x ) =
0 ∨ sin ( 2 x ) =
2 2
 Por observação do círculo trigonométrico,
impossível
conclui-se que

sin ( 2 x ) =0 ⇔ 2 x =kπ, k ∈Z ⇔ x = , k ∈Z . 1  7π 11π 
2 sin x < − ∧ x ∈[ π, 2π] ⇔ x ∈  , .
2  6 6 
 π
2.2. 1 − 4cos ( 3 x ) sin  3 x +  = 0 ⇔ 1 − 4 cos ( 3 x ) cos ( 3 x ) = 0 ⇔ 3.2.
 2 
f ( x ) =1 ⇔ f ( x ) =1 ∨ f ( x ) =−1 ⇔
1 1 1
⇔ cos ( 3x ) = ⇔ cos ( 3x ) = ∨ cos ( 3x ) =
2
− ⇔ 1
4 2 2 ⇔ 2cos2 x =1 ∨ 2cos2
 x =−1 ⇔ cos2 x =
2
π  2π  equação impossível
⇔ cos ( 3 x ) = cos   ∨ cos ( 3 x ) = cos   ⇔
3  3  2 2 π  3π 
⇔ cos x =∨ cos x = − ⇔ cos x = cos   ∨ cos x = cos  
π π 2π 2 2 4
   4 
⇔ 3 x = + 2k π ∨ 3 x = − + 2k π ∨ 3 x = + 2k π ∨
3 3 3 π π 3π
⇔ x = + 2kπ ∨ x = − + 2kπ ∨ x = + 2kπ ∨
2π 4 4 4
∨ 3x = − + 2k π , k ∈ Z ⇔
3 3π
∨ x= − + 2kπ, k ∈ Z
π 2k π π 2k π 2 π 2k π 4
⇔x= + ∨ x= − + ∨ x= + ∨
9 3 9 3 9 3 Como x ∈[ π, 2π] , atribuindo valores a k, conclui-se que
2 π 2k π
∨ x= − + , k ∈Z .  5π 7 π 
9 3 x∈ ,  .
4 4 
 π  π Assim sendo, as coordenadas dos pontos do gráfico de f que
2.3. sin  x +  + sin ( 2 x ) =
0 ⇔ sin ( 2 x ) =
− sin  x +  ⇔
4   4    5π 
distam uma unidade da reta de equação y = 0 são  ,1  e
π  4 
) sin  − x − 
⇔ sin ( 2 x=  7π 
 4
 ,1  .
 4 
π  π
⇔ 2 x =− x − + 2k π ∨ 2 x =π −  − x −  + 2k π , k ∈ Z
4  4

48

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49 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

3.3. f ( x ) = 1 − sin x ⇔ 2 ( 1 − sin2 x ) =


g ( x ) ⇔ 2cos2 x = 1 − sin x 45.2. Aˆ=
5 × 180°
= 75° e Cˆ=
180°
= 60° .
12 3
⇔ 2 − 2sin2 x − 1 + sin x = 0 ⇔ −2sin2 x + sin x + 1 = 0
Fazendo sin x = y , tem-se −2y 2 + y + 1 =0.
Proposta 46
−1 ± 1 + 8 1
2
−2y + y + 1 =0⇔y= ⇔y= − ∨ y= 1 46.1. O triângulo [RST] é equilátero e está inscrito na
−4 2
circunferência, então divide-a em três arcos de igual amplitude.
1
Como y = sin x , tem-se sin x =− ∨ sin x =1. 2π
2 A amplitude, em radianos, do arco ST é .
3
1  π
sin x =
− ∨ sin x = 1 ⇔ sin x = sin  −  ∨ sin x = 1 2π
2  6
ˆ
Então, SRT
= = 3 π rad .
π 7π π
⇔x= − + 2kπ ∨ x = + 2kπ ∨ x = + kπ , k ∈Z . 2 3
6 6 2
Como x ∈[ π,2π] , atribuindo valores a k, conclui-se que 46.2. Sendo [US] lado de um quadrado inscrito na circunferência,
2π π
 7π 11π  então a amplitude, em radianos, do arco US é = ea
x∈ , . 4 2
6 6 
2π π π
 7π   7π   π   π  amplitude do arco UT é − =.
g   = 1 − sin   = 1 − sin  π +  = 1 −  − sin    = 3 2 6
 6   6   6   6 
π
 π 1 3 π
=1 + sin   =1 + = . Donde se conclui que UST= 6=
ˆ rad .
6 2 2 2 12
 11π   11π   π   π 
g  = 1 − sin   = 1 − sin  2π −  = 1 −  − sin    = Proposta 47
 6   6   6    6 
47.1.
 π 1 3 Amplitude Comprimento do arco
=1 + sin   =1 + = .
6 2 2 do ângulo de circunferência
 7π 3   11π 3  1 rad ------------ 4 cm
Então, A  ,  e B  , .
 6 2  6 2 x rad ------------ 8 cm
1× 8
Pág. 100 =x = 2.
4
Proposta 44 O setor circular ACB tem 2 rad de amplitude.

44.1. Pcircunferência = 2π× 80 = 160 π m . 47.2.


Amplitude Perímetro do arco Amplitude Comprimento do arco
do ângulo de circunferência do ângulo de circunferência
120 × 360
=x ≈ 86 1 rad ------------ 4 cm
360° ------------ 160 π m 160 π
x ° ------------ 120 m y rad ------------ 12 cm
A amplitude do ângulo ao centro é, aproximadamente, 86°. 1 × 12
=x = 3.
4
44.2. 360° ------------ 2π rad
Amplitude Perímetro do arco z ° ------------ 3 rad
do ângulo de circunferência
360 × 3
360° ------------ 160 π m =z ≈ 172 .

200° ------------ ym O ponto P descreve um arco de, aproximadamente, 172° de
200 × 160π amplitude.
=y ≈ 279,3 .
360
O arco de circunferência descrito pelo atleta tem, Pág. 101
aproximadamente, 279,3 m.
Proposta 48
Proposta 45 π   3π 
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Se θ ∈  , π  e ϕ ∈  π , , então cos θ < 0 e sin ϕ < 0 .


 2   2 
5 π π 3π π
45.1. Em radianos, tem-se Bˆ = π − − = = . Logo, cos θ sin ϕ > 0 .
12 3 12 4
A opção correta é a (B).
ˆ 180°= 45° .
Como π rad corresponde a 180°, conclui-se que B=
4

NEMA11PR-4 49

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50
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

Proposta 49  π

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Se α , β ∈  0 ,  e α < β , então sin α < sin β . Como
 2
49.1. sin ( BAD
ˆ =) sin  α + 2π = cos (α ) e sin ( π − α ) = − sin (α − π) = − ( − sin α ) = sin α e
 
 π sin ( π − β ) = − sin ( β − π ) = − ( − sin β ) = sin β , conclui-se que
cos ( BAD
ˆ )= cos  α +  = − sin (α ) .
 2
sin ( π − α ) < sin ( π − β ) . Então, a afirmação (F) é verdadeira.
A opção correta é a (D).
2
4 33 Conclusão: as afirmações verdadeiras são a (D) e a (F).
49.2. sin2 α + cos2 α =
1 ⇔ sin2 α +   =
1 ⇔ sin2 α =⇔
7   49
Pág. 102
33 33
⇔ sinα = ∨ sinα =
− Proposta 52
49 49
 π  33 CD  π  CD 3
52.1. a) tan β = ⇔ tan   = ⇔ CD =×
6 ⇔
Como α ∈  0,  , conclui-se que sinα = 7 . AD 6 6 3
 2 
Sabe-se que sin ( BAD
ˆ ) = cos (α ) e cos ( BAD
ˆ ) = − sin (α ) , então ⇔ CD =
2 3 cm .

4 33 12 × 2 3
tem-se sin ( BAD
ˆ )= e cos ( BAD
ˆ )= − . Então,
= A[ ABC ] = 12 3 cm2 .
7 7 2
sin ( BAD
ˆ )
ˆ ) = 4 , cos ( BAD
sin ( BAD ˆ ) = − 33 e tan
= ( ˆ ) =
BAD
7 7 cos ( BAD
ˆ )

4
= 7 = − 4 33 .
33 33

7 AD π 6 3 6 12
b) cos β = ⇔ cos   = ⇔ = ⇔ AC = ⇔
AC  6  AC 2 AC 3
Proposta 50
⇔ AC =
4 3 cm .
BC= 102 − 62 = 64 = 8 .
Como α e β são ângulos complementares, sabe-se que
Então, P [ ABC ] = 12 + 2 × 4 3 = (12 + 8 3 ) cm .
sin β = cos α e cos β = sinα .
52.2. Sabe-se que α + β + β =π , ou seja, α = π − 2 β .
DE 8 DE 8 × 4,5
sin β = ⇔ = ⇔ DE = ⇔ DE = 3,6 cm . Então, cos (α ) = cos ( π − 2β ) = cos ( 2β − π ) = − cos ( 2β ) .
CE 10 4,5 10
CD 6 CD 6 × 4,5 π  3 3
cos β = ⇔ = ⇔ CD = ⇔ CD = 2,7 cm . 52.3. a) sin  + α  =
− ⇔ cos α =
− .
CE 10 4,5 10 2  2 2
AB + DE 6 + 3,6 π 5π
Então, A[ ABDE
=] BD
×= × ( 8 + 2,7
= ) 51,36 cm2 . Como α ∈ ] 0, π [ , conclui-se que α = π − = rad .
2 2 6 6
Proposta 51 5π
π−
6 π
A afirmação (A) é falsa pois se cos x < 0 , tem-se Então,
= β = rad .
2 12
π 3π 
x ∈  + kπ , + kπ  , k ∈Z . CD  π  CD  π
2 2  b) tan β = ⇔ tan   = ⇔ CD = 6 tan   .
AD  12  6  12 
1
A afirmação (B) é falsa pois se tan x = , apenas se pode concluir  π
2 12 × 6 tan  
Então,
= A[ ABC ] =  12  36 tan  π  ≈ 9,6 cm2 .
sin x 1  
que = . 2  12 
cos x 2
2 Proposta 53
A equação 3 sin x = 2 é impossível porque
> 1 e o seno de
3
9π π π
um ângulo é um número compreendido entre −1 e 1. Assim 53.1. tan  = 
 tan  2π +=
  
  1.
 tan =
sendo, a afirmação (C) é falsa.  4   4 4

A afirmação (D) é verdadeira pois 1 − sin x ≥ 0 ⇔ sin x ≤ 1 .  23π   π  π π 3


53.2. cos  =  cos  4 π −= cos  −= cos = .
 π  6   6  6 6 2
Se α , β ∈  0 ,  e α < β , então cos α > cos β . Como
 2
22π  4π   4π 
cos ( −α ) = cos α e cos ( − β ) =
cos β , conclui-se que 53.3. sin  = 
 sin  2π + =  sin  .
 9   9   9 
cos ( −α ) > cos ( −β ) . Então, a afirmação (E) é falsa.

50
51 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

7π 7π π π π π π π
53.4. cos  − =  
 cos  =

 cos  2 π −=
 
 cos  −=


 
sin  π −  sin  π +  sin   − sin  
 4   4   4  4  4  4  4 4 =
= + = +
 π  π  π π
π 2 cos  π −  cos  π +  − cos   − cos  
= cos
=   .  4  4 4 4
4 2
 π  π
− tan   + tan   =
= 0 .
6π  π π
53.5. tan  = 
 tan  π += tan   .
4
  4
 5   5 5
5π   7π  π  7π 
54.8. tan   − sin  −=

 tan  2 π −  + sin = 
13π   13π  π π  3   6   3  6 
53.6. tan  −  = − tan 

 = − tan  2 π +  = − tan   =
 6   6   6 6  π  π π π 1
= tan  −  + sin  π +  = − tan   − sin   = − 3 − =
3  3  6 3 6 2
= − .
3 2 3 +1
= − .
2
Proposta 54
7π  3π  Pág. 103
54.1. sin   + cos (=

7 π ) sin  2 π +  + cos ( 6 π +
= π) Proposta 55
 2   2 
 3π  AF AF
=sin   + cos ( π ) =−1 + ( −1 ) =−2 . 55.1. cos α = ⇔ cos α = ⇔ AF = 5cos α .
 2  EF 5
AE AE
3π sinα = ⇔ sinα = ⇔ AE = 5sinα .
54.2. tan ( 3π ) − sin  =

 tan ( 2 π + π ) − ( −1=) tan ( π ) +=
1 EF 5
 2 
AB = AF + FB = AF + AE = 5cosα + 5sinα .
= 0 +1 = 1 .
Logo, A (α ) =( 5cos α + 5sinα ) =
2

π
54.3. sin   − cos ( 3π ) = 1 − cos ( 2π + π ) = 1 − cos ( π ) = = 25cos2 α + 2 × 5cosα × 5sinα + 25sin
= 2
α
2
= 25cos2 α + 25sin2 α + 50cosα sinα =
= 1 − ( −1) = 2 .
= 25 ( cos2 α + sin2 α ) + 50 cos α sinα = 25 × 1 + 50 cos α sinα =
5π 
54.4. cos ( −4 π ) + tan ( −5π ) − sin  =
= 25 + 50cosα sinα .
 2 
π
55.2. A ( 0 ) = 25 + 50 cos0 sin0 = 25 + 50 × 1 × 0 = 25 .

= cos ( 0 ) + tan ( −4 π − π ) − sin  2π + 
 2 Interpretação geométrica: quando α = 0 , o quadrado [EFGH]
π coincide com o quadrado [ABCD] e a sua área é igual a 25 cm2.
= 1 + tan ( −π ) − sin  = 1 + 0 − 1= 0 .
2 π π π 2 2
55.3. A   = 25 + 50 cos   sin   = 25 + 50 × × =
11 π  4 4 4 2 2
 7π  3π   7π 
54.5. cos  
 + sin  − = cos  4 π +  − sin  = 1
 2   2   2   2  = 25 + 50 × = 50 .
2
 3π   3π   3π   3π 
= cos   − sin  2=
π +  cos   − sin
=   = 0 − ( −1 ) 1 . 2
A [ EFGH=] 5= 25 .
 2   2   2   2 
A área do quadrado [ABCD] é o dobro da área do quadrado
π   4π  π  π [EFGH].
54.6. cos  − = sin   cos   sin  π + 
 6   3  6
   3
Proposta 56
π   π  3  3 3
=cos   ×  − sin    = ×  −  =− .
6   3   2  2  4 56.1. Sabe-se que R ( 1,tan α ) e como o arco RS está centrado
em P, então PS = tan α .
= PR
3π   13π   3π  5π 
54.7. tan   + tan=


 tan   + tan  2=
π+  Assim sendo, x S = 1 − tanα .
 4   4   4   4 
 3π   5π   π  π
5
2
11
= tan   + tan  =  tan  π −  + tan  π + = 56.2. sin2 α + cos2 α =
1 ⇔   + cos2 α =
1 ⇔ cos2 α =⇔
 4   4   4  4
6 36
 
11 11
⇔ cosα =∨ cosα =

36 36
NEMA11PR © Porto Editora

 π  11
Como α ∈  0,  , conclui-se que cos α = 6 .
 2 

51
52
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

5  3 

NEMA11PR © Porto Editora


sinα 5 5 11 Então, P  , 3 .
tan
= α = 6
= = . tan α
 
cos α 11 11 11
6 3 3cos α
× sin α × sin α
 11 5   5 11   5 11  tan α sin α 3cos α
,  , R  1, f (α )
58.2. a)= = = =
Então, Q 
6 6 11  e S  1 − 11 ,0  . 2 2 2
     
3
= cos α .
Proposta 57 2
3
OA × y 1 × sin θ sin θ ×3
57.1. a)=
A[ OPA ] =P
= . tan α 3 9 3 9cos α 3
2 2 2 g (α ) = − cos α = − cos α = − cos α =
2 2 2tan α 2 2sin α 2
1 sin θ 1 1
A[ OPA ] =⇔ =⇔ sin θ =. 9cos α − 3sin α cos α 3cos α ( 3 − sin α )
4 2 4 2 = = .
2sin α 2sin α
2
1 3 3 3 3 2
sin2 θ + cos2 θ =
1 ⇔   + cos2 θ =
1 ⇔ cos2 θ = ⇔ b) f ( a ) =⇔ cos a =⇔ cos a =.
2 4 7 2 7 7
3 3 2
2
45
⇔ cos θ = ∨ cos θ = − . sin2 a + cos2 a =
1 ⇔ sin2 a +   =
1 ⇔ sin2 a =⇔
2 2
7 49
 3 1  3 1 45 45
Donde se conclui que P  ,  ou P  − ,  . ⇔ sin a = ∨ sin a =

 2 2   2 2 49 49
3 sin θ 3 3  π 3 5
b) A[ OPA ] = ⇔ = ⇔ sin θ = . Como a ∈  0,  , conclui-se que sin a = .
4 2 4 2  2  7
 3
2 Então, tem-se:
1
sin2 θ + cos2 θ =
1 ⇔   + cos θ =
2
1 ⇔ cos2 θ = ⇔ 2 3 5
 2  4 3 ×  3 −  3 5
3cos a ( 3 − sin a ) 7 7  3 − 7
1
⇔ cos θ = ∨ cos θ = − .
1 g (a )
= = = =
2 2 2sin a 3 5 5

7
1 3  1 3
Donde se conclui que P  ,  ou P  − ,  .  21 − 3 5 
2 2   2 2    × 5
7 21 5 − 15
= =  .
57.2. a) Seja Q a projeção ortogonal de P sobre o eixo Ox. 5 35
Como triângulo [APQ] é retângulo em Q, tem-se:
2 2 2
AP =AQ + PQ ⇔ d 2 =( 1 + cos θ ) + ( sin θ ) ⇔
2 2 Proposta 59

⇔ d 2 =1 + 2cos θ + cos2 θ + sin2 θ 59.1. cos 4 x − sin4 x= (cos2 x )2 − (sin2 x )2=


⇔ d 2 = 1 + 2cos θ + 1 ⇔ d 2 = 2 + 2cos θ . (cos2 x + sin2 x )(cos2 x − sin2 x ) =
= 1 × (1 − sin2 x − sin2 x ) =
b) Se d = 1,2 , então tem-se: = 1 − 2sin2 x .
7
1,22 = 2 + 2cos θ ⇔ cos θ = −0,28 ⇔ cos θ = − . 59.2. Sendo cos x ≠ 0 e sin x ≠ 0 , tem-se:
25
1 1 625 cos2 x
1 + tan2 θ= ⇔ 1 + tan2 θ= ⇔ 1 + tan2 θ= ⇔ 1 1 − sin2 x cos2 x 2 1
cos2 θ  7 
2
49 =−1 = = cos= x .
−  2
sin x sin2 x sin2 x sin2 x tan2 x
 25  2
cos x
576
⇔ tan2 θ = .
49 59.3. Sendo cos x ≠ 0 e sin x ≠ −1 , tem-se:
Como cos θ < 0 e θ ∈ ] 0, π [ , conclui-se que θ ∈ 2.°Q . 1 − sin x cos x (1 − sin x ) × (1 + sin x ) + cos x × cos x
= + =
Logo, tan θ = −
24
. cos x 1 + sin x cos x × ( 1 + sin x )
7
1 − sin2 x + cos2 x cos2 x + cos2 x 2cos2 x
= = = =
cos x × ( 1 + sin x ) cos x × (1 + sin x ) cos x × (1 + sin x )
Pág. 104
Proposta 58 2cos x
= .
1 + sin x
58.1. O ponto P tem ordenada 3 porque pertence à reta de
equação y = 3 . 59.4. Sendo cos x ≠ 0 , tem-se:
PB 3 3
tan α = ⇔ tan α = ⇔ OB = .
OB OB tan α

52
53 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

sin x tan x + cos x =sin x ×


sin x
+ cos x =
sin2 x
+ cos x =
c) Pretende-se resolver graficamente a equação f (α ) = 1,2 .
cos x cos x
Sabe-se que α ∈ ] 0, π [ .
sin2 x + cos2 x 1
= = .
cos x cos x

59.5. Sendo cos x ≠ 0 , tem-se:


( sin x + tan x ) + (1 − cos x )= sin x − sin x cos x + tan x − tan x cos x=
sin x sin x
−=sin x − sin x cos x +
× cos x =
cos x cos x
sin x − sin x cos2 x + sin x
= sin x − sin x cos x + − sin x = =
cos x cos x
sin x(− cos2 x + 1) sin x sin2 x sin3 x
= = = .
cos x cos x cos x

Proposta 60
60.1. sin α cos α < 0 ∧ sin ( π + α ) > 0 ⇔
Conclui-se que α ≈ 0,4 rad ou α ≈ 1,8 rad .
⇔ sin α cos α < 0 ∧ − sin α > 0 ⇔
⇔ sin α cos α < 0 ∧ sin α < 0 ⇔ cos α > 0 ∧ sin α < 0 . Proposta 62
Conclui-se que o ângulo α pertence ao 4.° Q. porque é nesse π π
62.1. sin  + α  − 2cos  − α = cos α − 2sinα .
quadrante que o cosseno é positivo e o seno é negativo. 2  2 
π
60.2. cos ( π − α ) tan α < 0 ∧ sin  + α  < 0 ⇔ π π
2  62.2. sin ( π − α ) − 2cos  − + α  = − sin (α − π ) − 2cos  α −  =
 2   2
⇔ − cos α tan α < 0 ∧ cos α < 0 ⇔ − sin α < 0 ∧ cos α < 0 ⇔
=− ( − sinα ) − 2sinα =− sinα .
⇔ sin α > 0 ∧ cos α < 0 . Conclui-se que o ângulo α pertence
ao 2.° Q porque é nesse quadrante que o seno é positivo e o 62.3. cos ( −α + 4 π ) − cos ( π + α
=) cos ( −α ) − ( − cosα
=)
cosseno é negativo.
= cos α + cos α = 2cos α .

Pág. 105 3π π
62.4. tan (α − 3π ) sin =  
+ α  tanα sin  π +=

+α 
Proposta 61  2  2
 
π  π   sinα
61.1. Sendo α = , tem-se: tanα  − sin  + α   = ( − cos α ) =
= − sinα .
6  2   cos α
 π π  3 1
1 + 2+ 3
2
π× 1  1 + cos  × sin  2  × 2 π
6 6 π  
Acolorida = − = − = − 4 = Proposta 63
2 2 2 2 2 2
tan( − x ) = 2 ⇔ − tan x = 2 ⇔ tan x = −2 .
4π − 2 − 3
= . Como −π < x < 0 e tan x < 0 , conclui-se que x ∈ 4.° Q .
8
π 
cos ( 3π + x ) − 2sin  + x  = cos ( π + x ) − 2cos x = − cos x − 2cos x =
π× 12 ( 1 + cos α ) × sinα  2 
61.2. a) f (α ) = − =
2 2 = −3cos x .
π sinα + sinα cos α π − sinα − sinα cos α 1 1 1
= − = . 1 + tan
= 2
x ⇔ 1 + ( −=
2)
2
⇔= 5 ⇔
2 2 2 cos2 x cos2 x cos2 x
b) A ordenada do ponto correspondente ao mínimo da função é 1 1 1
⇔ cos2 x = ⇔ cos x = ∨ cos x = − .
π π π 3 3 1 2 3 3 5 5 5
π − sin − sin cos π− − × π− −
π 3 3 3 2 2 2 4 4 Como x ∈ 4.° Q. , então cos x > 0 .
=f  = = =
 3 2 2 2 1 5
x
Logo, cos= = .
π 3 3 5 5
= − .
2 8 3 5
π Assim sendo, −3cos x =
− .
No contexto apresentado, significa que quando α = , a área da 5
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3
π 3 3
zona colorida da figura é mínima e é igual a − .
2 8

53
54
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da

NEMA11PR © Porto Editora


Pág. 106  4 π 5π 
equação dada no intervalo [ π , 3π] é  ,  .
 3 3 
Proposta 64
π π π
b) A ( x ) = 2sin   ⇔ −2sin x = 2sin   ⇔ sin x = − sin   ⇔
64.1. O triângulo [ABC] é retângulo em C porque está inscrito 5 5 5
numa semicircunferência de diâmetro [AB].  π π π
⇔ sin x = sin  −  ⇔ x = − + 2kπ ∨ x = π + + 2kπ , k ∈Z
AC AC  5 5 5
sinα = ⇔ sinα = ⇔ AC = 2r sinα .
AB 2r π 6π
⇔x= − + 2k π ∨ x = + 2k π , k ∈ Z .
BC BC 5 5
cos α = ⇔ cos α = ⇔ BC = 2r cos α . Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da
AB 2r
Sabe-se que Asombreada
= Acírculo − A[ABC ] , então tem-se:  6π 9π 
equação dada no intervalo [ π ,3π] é  ,  .
2r sinα × 2r cos α  5 5 
A (α ) = π× r 2 − = π r 2 − 2r 2 sinα cos α = c) A ( x ) =−0,5 ⇔ −2sin x =−0,5 ⇔ sin x = 0,25 ⇔
2
= r 2 ( π − 2sinα cos α ) . ⇔ sin x ≈ sin ( 0,2527) ⇔
(1)

64.2. Sendo r =1 , então A (α ) = π− 2sinα cosα . ⇔ x ≈ 0,2527 + 2kπ ∨ x ≈ π − 0,2527 + 2kπ , k ∈ Z


(1) Utilizando a calculadora tem-se sin−1 ( 0,25) ≈ 0.2526802551 .
Fazendo uma representação gráfico da área, numa janela
adequada, e recorrendo às capacidades gráficas da calculadora Atribuindo valores a k, conclui-se que o conjunto-solução da
determina-se o valor de α para o qual a área sombreada é equação dada no intervalo [ π , 3π] é { 6,54; 9,17 } .
mínima.
Proposta 66
π  π   π
66.1. Sendo α = , tem-se B  cos , 0  e C  1, tan  , ou seja,
3  3   3
1 
B  , 0  e C 1, 3 .
2 
( )
CD + AB 2+1 3 3
A[ABCD]= × CE= × 3= .
2 2 2

66.2. As coordenadas dos pontos B e C, em função de α , são,


respetivamente, ( cosα , 0 ) e ( 1, tanα ) .
2 + 2cos α
Então, A (α ) = × tanα =+(1 cos α ) × tanα =
2
sinα
= tanα + cos α tanα = tanα + cos α × = tanα + sinα .
cos α
A área sombreada é mínima quando α ≈ 0,79 rad .

Proposta 65 Pág. 107

π Proposta 67
65.1. A ( x )= 3sin ( π + x ) − cos  x + = 3 ( − sin x ) − ( − sin x )=
 2 67.1. Designemos por M o ponto médio do segmento de reta
−2sin x .
−3sin x + sin x =
= AB × MP
[AB]. Então, A[ABP ] = .
2
3π   3π  π π As coordenadas do ponto A, em função de α , são
65.2. A   
 = −2sin   = −2sin  π −  = 2sin  − π  =
 4   4   4 4  ( cos α , sin α ) .
 2 Assim sendo, tem-se:
  π 
=2  − sin    =2 ×  −  =− 2 . 2sin α × ( 2 − cos α )
  4   2  A (α =
) = sin α × ( 2 − cos α =
)
2
3 = 2sin α − sin α cos α .
65.3. a) A ( x=) x
3 ⇔ −2sin= x −
3 ⇔ sin= ⇔
2 67.2. a) O triângulo [AMP] é retângulo em M. Aplicando o
 π π π Teorema de Pitágoras, tem-se:
⇔ sin x =sin  −  ⇔ x = − + 2kπ ∨ x = π + + 2kπ , k ∈ Z
 3 3 3 2 2 2
AP = AM + MP ⇔ d 2= sin2 α + ( 2 − cos α ) ⇔
2

π 4π
⇔x= − + 2k π ∨ x = + 2k π , k ∈ Z . d 2 sin2 α + 4 − 4 cos α + cos2 α ⇔
⇔=
3 3
⇔ d 2 =1 + 4 − 4cos α ⇔ d 2 =5 − 4cos α .

54
55 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

b) Se d = 7 , então tem-se:  2 2   1 2 2 1
Assim sendo, − cos α + sin α =−  −  +  −  = − =
1
( )  3   3 3 3
2
7 = 5 − 4cos α ⇔ 7 = 5 − 4 cos α ⇔ cos α =
− .
2
2 2 −1
π 2π = .
Como α ∈ ] 0, π [ , conclui-se que π − , ou seja, α = . 3
3 3
π π
69.2. sin  − − α  + tan (α + 4 π ) =− sin  + α  + tan α =
Proposta 68  2  2 

−1 ± 1 + 24 −1 ± 5  2 2 2 2 2 2 11 2
68.1. 6 x 2 + x − 1 = 0 ⇔ x = ⇔x= ⇔ − ( − cos α ) + tan α =
= −  −  + = + = .
12 12  3  4 3 4 12
1 1
⇔x= ∨ x=− .
3 2 Proposta 70
3π  π
 3π
Como α e β pertencem ao intervalo  π ,

 , sabe-se que
70.1. cos  β −  + cos ( −π=

− β ) cos  β +  + cos ( β=
+ π)
 2   2  2
tan α > 0 e sin β < 0 . − sin β − cos β .
=
1 1 Como β ∈ ] π ,2π [ e cos β < 0 , conclui-se que β ∈ 3.° Q .
Então, conclui-se que tan α = e sin β = − .
3 2 2
 1 8
1  π sin2 β + cos2 β = 1 ⇔ sin2 β +  −  = 1 ⇔ sin2 β = ⇔
sin β =− ⇔ sin β = sin  −  ⇔  3 9
2  6
8 8
π π ⇔ sin β =∨ sin β =
− .
⇔ β = − + 2kπ ∨ β = π + + 2kπ , k ∈ Z 9 9
6 6
π 7π 8 2 2
⇔β = − + 2kπ ∨ β = + 2kπ , k ∈ Z . Como β ∈ 3.° Q. , conclui-se que sin β =
− =
− .
3 3
6 6
 3π  7π  1  2 2 
Como β ∈  π , , conclui-se que β = . Assim sendo, − sin β − cos β =−  −  −  − =
 2  6  3   3 
1 2 2 1+2 2
68.2. cos (α −=
5π ) cos (α − π −=
4 π ) cos (α=
− π ) − cos α . =+ = .
3 3 3
2
1 1 1 10 1
1 + tan=
2
α ⇔1+=  ⇔= ⇔ 70.2. tan ( 7 π − β ) − sin ( − β − π=) tan ( − β ) + sin ( β + π=)
cos2 α 3
  cos 2
α 9 cos 2
α
9 9 9 2 2
⇔ cos2 α = ⇔ cos α = ∨ cos α =
− . −
10 10 10 =− tan β − sin β =− 3 −  − 2 2  =−2 2 + 2 2 =− 4 2 .
1  3  3 3
−  
3
 3π 
Como α ∈  π ,  , então cos α < 0 .
 2 
Proposta 71
3 3 10
Logo, cos α =
− =
− .
10 10 71.1. Recorrendo à calculadora, obtém-se arcsin ( 0,25) ≈ 0,25 .
 3 10  3 10
Assim sendo, − cosα =−  −  = 10 . 71.2. Recorrendo à calculadora, obtém-se arctan ( −3,5) ≈ −1,29 .
 10 
71.3. Recorrendo à calculadora, obtém-se arccos ( −0,65) ≈ 2,28 .
Proposta 69
69.1. cos ( −π − α ) + sin( −α + 3=
π ) cos ( π + α ) + sin( −α +=
π) 71.4. Recorrendo à calculadora, obtém-se arcsin ( −0,8 ) ≈ −0,93 .

− cos α − sin (α − π ) =
= − cos α − ( − sin α ) =
− cos α + sin α .
Pág. 108
 π 3π 
Como α ∈  ,  e sin α < 0 , conclui-se que α ∈ 3.° Q . Proposta 72
2 2 
π
72.1. sin  α −  =
2
 1 8 − cos α .
sin2 α + cos2 α = 1 ⇔  −  + cos2 α = 1 ⇔ cos2 α = ⇔  2

 3 9
Como o ponto A pertence ao gráfico de f, tem abcissa 0,6 e
8 8
⇔ cos α =∨ cos α =
− . ordenada α , então sabe-se que f ( 0,6 ) = α .
9 9
3
8 2 2 f ( 0,6 ) =
α ⇔ arcsin 0,6 =
α ⇔ sin α =
0,6 ⇔ sin α =.
Como α ∈ 3.° Q. , conclui-se que cos α =
− =
− . 5
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3 3

55
56
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

2
 5π  π   π

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3 16 tan = + π  tan   e
sin2 α + cos2 α =
1 ⇔   + cos2 α =
1 ⇔ cos2 α = ⇔  tan  =
5
  25  4  4  4
16 16  5π   π   π π
⇔ cos α = ∨ cos α = − . cos  =  cos  − + 2π=  cos   .
 cos  − =
25 25  3   3   3 3
 π π 4
Como α ∈  − ,  , conclui-se que cos α = .   2π  
 2 2 5 73.7. arccos  sin    − sin ( arccos ( 0,5 ) ) =
  3 
 π 4
Então, sin  α −  =− cos α =
− .   π  π π 3 π−3 3
 2  5 =arccos  cos    − sin   = − = .
 6
  3
  6 2 6
72.2. sin (α + π ) − tan ( −α ) =− sin α − ( − tan α ) =
 2π   2π π  π
Cálculo auxiliar: sin  =  cos  −=  cos   .
3  3  3 2  6
3 5 3 3 3
=− sin α + tan α =− + =− + = .
5 4 5 4 20   1 
73.8.* tan  arcsin    = ?
5  3  
1 1
Proposta 73 Seja arcsin   = α , então tem-se: sin α = .
3
  3
 2  1
73.1. arcsin  −  − 3arccos  −  + arctan (1) = 1
2
8
 2   2 sin2 α + cos2 α = 1 ⇔   + cos2 α = 1 ⇔ cos2 α = .
3 9
π 2π π
=− − 3 × + =−2π .  π π
4 3 4 Como α ∈  − ,  , cos α > 0 . Donde se conclui que
 2 2
π 1
73.2. sin ( arccos ( −1 ) ) + cos ( arcsin (1 )=) sin ( π ) + cos  =
 2 2 sin α 1 2
2 cos α = e tan
= α = = 3 = .
=0+0 =0 . 3 cos α 2 2 2 2 4
3
  1   π π  1
   2
73.3. tan  arcsin    − arccos  tan  =tan   − arccos ( 1 ) = Logo, tan  arcsin =   tan
= α .
 2   4 6     3
  4
3 3
= − 0= . Proposta 74
3 3
5π π π
74.1. cos  α + = 
 cos  α + +=
 
2π  cos  α +=

 − sin α .
  π   2π   4π   2   2   2
73.4. arcsin  sin  −   + arctan  tan  − arccos  cos  =
  5   7   5 
Como o ponto B pertence ao gráfico de g, tem abcissa −
4
e
π 2π 4 π 5π 5
=− + − =− .
5 7 5 7  4
ordenada α , então sabe-se que g  −  =
α.
 5
  π    3π    4  4 4
73.5. arcsin  sin  −   + arcsin  sin    = g  −  =α ⇔ arccos  −  =α ⇔ cos α =− .
  4    4   5  5 5
2
π   π  π π  4 9
=− + arcsin  sin    =− + =0. sin2 α + cos2 α = 1 ⇔ sin2 α +  −  = 1 ⇔ sin2 α = ⇔
4    4 4 4  5 25
 3π   π π  9 9
Cálculo auxiliar: sin   = sin  π −  = − sin  − π  = ⇔ sinα = ∨ sinα =
− .
 4  4  4  25 25
  π  π 3
=−  − sin    =sin   . Como α ∈[ 0, π] , conclui-se que sinα = .
  4  4 5
3
Então, − sin α =
− .
  4π    5π   5π  5
73.6. arcsin  sin    + arctan  tan  − arccos  cos  =
  3    4   3 
 π 4
sin  α − 
  π   π  π  π  2  − cos α 5 4
= arcsin  sin  −   + arctan  tan  − arccos  cos
=  74.2. tan  α −  = = = = .
  3   4   3  2  π sin α 3 3
cos  α − 
π π π 5π  2 5
= − + − = − .
3 4 3 12
Cálculos auxiliares:
 4π  π  π  π
sin   = sin  + π  = − sin   = sin  −  ,
 3  3  3  3

56
57 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

π π π
76.4. tan  x −  =  
− 3 ⇔ tan  x −  =
 
tan  −  ⇔
Pág. 109  6  6  3   
Proposta 75 π π π
⇔ x − =− + kπ, k ∈ Z ⇔ x =− + kπ, k ∈ Z
6 3 6
π
75.1. cos  x + = 
 0,15 ⇔ − sin=x 0,15 ⇔ sin=x −0,15 .
  2 x x 2
76.5. 6 tan   + 2 =
0 ⇔ tan   =
− ⇔
A equação tem apenas uma solução pertencente ao intervalo 3 3 6
 π  x 3 x  π
− 2 , π  . ⇔ tan   =− ⇔ tan   =tan  −  ⇔
  3 3 3  6
x π π
75.2. tan ( − x ) = 5 ⇔ − tan x = 5 ⇔ tan x = − 5 . ⇔ = − + k π, k ∈ Z ⇔ x =− + 3kπ, k ∈ Z
3 6 2
A equação tem duas soluções pertencentes ao intervalo [ −π , π [ .
π π π
76.6. cos  + x  − sin   = 0 ⇔ − sin x = sin   ⇔
75.3. sin ( − x + π=) 0,7 ⇔ − sin ( x − π=) 0,7 ⇔ 2  8 8

⇔ − ( − sin x=
) 0,7 ⇔ sin=
x 0,7 . π  π
⇔ sin x =
− sin   ⇔ sin x =−
sin  ⇔
8  8
A equação tem duas soluções pertencentes ao intervalo
π  π
[ −π , 2π [ . ⇔ x = − + 2k π ∨ x = π −  −  + 2k π , k ∈ Z
8  8
3π  π π 9π
75.4. sin  x + =
 
−0,37 ⇔ sin  x + + π  =
−0,37 ⇔ ⇔x= − + 2k π ∨ x = + 2k π , k ∈ Z
 2   2  8 8
 π 76.7. tan x =1 ⇔ tan x =1 ∨ tan x =−1 ⇔
⇔ − sin  x +  = −0,37 ⇔ − cos x = −0,37 ⇔ cos x = 0,37 .
 2
π  π
A equação tem duas soluções pertencentes ao intervalo ⇔ tan x = tan   ∨ tan x = tan −  ⇔
4  4
π 
 2 , 3π  . π π π kπ
  ⇔x= + kπ ∨ x = − + kπ , k ∈ Z ⇔ x = + , k ∈ Z
4 4 4 2
5
75.5. 2 tan x =−5 ⇔ tan x =− . 76.8. sin2 ( 2π − x ) − 1 = 0 ⇔ sin2 ( 2π − x ) = 1 ⇔
2
A equação tem apenas uma solução pertencente ao intervalo ⇔ sin( 2π − x ) = 1 ∨ sin ( 2π − x ) = −1
 π
 −2π , − 2  . ⇔ sin( − x ) =
1 ∨ sin( − x ) =
−1
 
⇔ − sin x =
1 ∨ − sin x =
−1 ⇔ sin x =
−1 ∨ sin x =
1
75.6. A equação sin x cos x = 0 tem três soluções pertencentes 3π π
⇔x= + 2kπ ∨ x = + 2k π , k ∈ Z
ao intervalo [ −π , 0 ] . 2 2
π
⇔ x = + kπ , k ∈ Z
Proposta 76 2

3 76.9. cos ( 2 x ) + cos x =


0 ⇔ cos ( 2 x ) =
− cos x ⇔
76.1. 3 tan x + 3 =
0 ⇔ tan x =
− ⇔ tan x =
− 3⇔
3 (2x ) cos ( x − π )
⇔ cos=
 π π ⇔ 2 x = x − π + 2 k π ∨ 2 x = − x + π + 2k π , k ∈ Z
⇔ tan x =tan  −  ⇔ x =− + kπ , k ∈ Z
 3 3 ⇔ x = −π + 2kπ ∨ 3 x = π + 2kπ , k ∈ Z
π 2k π
π  π  ⇔ x = −π + 2kπ ∨ x= + , k ∈Z
76.2. cos x = − cos ⇔ cos x = cos  − + π  ⇔ 3 3
5  5 
π 2k π
 4π  ⇔x= + , k ∈Z
⇔ cos x =
cos   3 3
 5 
4π 4π 76.10. sin x cos x =
0 ⇔ sin x =
0 ∨ cos x =
0
⇔ x = + 2k π ∨ x=− + 2k π , k ∈ Z
5 5 π
⇔ x = kπ ∨ x= + kπ , k ∈ Z
2
76.3. sin( 2x ) − sin x =
0 ⇔ sin( 2 x ) =
sin x ⇔ kπ
x
⇔= , k ∈Z
⇔ 2 x =+
x 2k π ∨ 2 x =π − x + 2k π , k ∈ Z 2
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π 2kπ
⇔ x = 2kπ ∨ x= + , k ∈Z
3 3

57
58
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

π π 1
76.11. 2tan2  x +  =6 ⇔ tan2  x +  =3 ⇔

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78.2. 2sin x ≤ 1 ∧ x ∈[ 0, π] ⇔ sin x ≤ ∧ x ∈ [ 0, π ] .
 3  3 2

 π  π
⇔ tan  x +  =3 ∨ tan  x +  =
− 3
 3  3
 π π  π  π
⇔ tan  x +  = tan   ∨ tan  x +  = tan  − 
 3 3  3  3
π π π π
⇔ x + = + kπ ∨ x + =− + kπ , k ∈ Z
3 3 3 3

⇔ x =kπ ∨ x =− + kπ , k ∈ Z
3
Por observação do círculo trigonométrico, conclui-se que
x x 1 x 2π
76.12. 2cos   + 1 =0 ⇔ cos   =− ⇔ cos   =cos    π   5π 
2 2 2 2  3  x ∈ 0 ,  ∪  , π .
 6  6 
x 2π x 2π
⇔ = + 2k π ∨ =− + 2k π , k ∈ Z
2 3 2 3 3
78.3. 2sin x + 3 > 0 ∧ x ∈ [ 0,2π[ ⇔ sin x > − ∧ x ∈ [ 0,2π[ .
4π 4π 2
⇔ x = + 4 kπ ∨ x =− + 4 kπ , k ∈ Z
3 3

Como x ∈[ −π , 2π] , atribuindo valores a k conclui-se que x = .
3

Proposta 77
  1  1
cos α =cos  arccos  −   ⇔ cos α =− ⇔
  2  2
π  π 
⇔ cos α =− cos   ⇔ cos α = cos  + π  ⇔
3 3 
4π 4π Por observação do círculo trigonométrico, conclui-se que
⇔ α = + 2kπ ∨ α = − + 2k π , k ∈ Z  4 π   5π 
3 3 x∈ 0, ∪ , 2π  .
4π  3   3 
Como α ∈[ π , 2π] ,conclui-se que α = .
3
Pág. 110
Proposta 78 Proposta 79
 π 
78.1. 2 sin x ≥ −1 ∧ x ∈  − , π  ⇔ π  π π
 2  79.1. Sendo θ = , tem-se P  cos , sin  , ou seja,
6  6 6
−1  π  2  π 
⇔ sin x ≥ ∧ x ∈  − , π  ⇔ sin x ≥ − ∧ x ∈  − , π .  3 1
2  2  2  2  P  ,  .
 2 2
2
 π  π× 1 3 1 π− 3
Então, f  =  − ×= .
6 4 2 2 4

79.2. As coordenadas do ponto P, em função de θ , são


( cos θ , sin θ ) .
π× 12 π
Então, f (θ ) = − cos θ × sin θ =− sin θ cos θ .
4 4

π 1 π 1 1
Por observação do círculo trigonométrico, conclui-se que 79.3. sin  − a = 
⇔ − sin  a − = ⇔ − ( − cos a )= ⇔
 2  4  2  4 4
 π 
x ∈ − , π . 1
 4  ⇔ cos a = .
4
2
1 15
sin2 a + cos2 a =
1 ⇔ sin2 a +   =
1 ⇔ sin2 a =⇔
4 16
15 15
⇔ sin a = ∨ sin a =
− .
16 16

58
59 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

 π 15 Proposta 82
Como a ∈  0 ,  , conclui-se que sin a = .
 2 4
82.1. ( f × g )( x ) =
0 ⇔ f ( x)×g( x) =
0⇔
π π 15 1 π 15
Então, f ( a ) = − sin a × cos a = − × = − = ⇔ f ( x ) = 0 ∨ g ( x ) = 0 ⇔ 1 − 2cos x = 0 ∨ sin2 x − cos2 x = 0
4 4 4 4 4 16
4 π − 15 ⇔ −2cos x = −1 ∨ sin2 x = cos2 x
= .
16 1
⇔ cos x = ∨ sin x = cos x ∨ sin x =− cos x
2
Proposta 80 π
⇔ cos x =cos ∨ sin x = cos x ∨ sin x =− cos x
80.1. As coordenadas do ponto P, em função de θ , são 3
π π π
( cos θ , sin θ ) . ⇔ x = + 2k π ∨ x = − + 2k π ∨ x = + k π ∨
3 3 4
Como os pontos P1 e P2 são as projeções ortogonais de P sobre 3π
∨ x= + kπ , k ∈Z .
Ox e Oy, respetivamente, então sabe-se que P1 ( cos θ , 0 ) e 4
P2 ( 0, sin θ ) . Como x ∈[ −π , 2π] , atribuindo valores a k conclui-se que

Sabe-se, ainda, que P1= P sin θ e P2=


A P1= P cos θ .
B P2=  3π π π π π 3π 5π 7 π 5π 
x ∈ − , − , − , , , , , , .
 4 3 4 4 3 4 4 4 3 
Assim sendo, A ( cosθ + sinθ , 0 ) e B ( 0, sinθ + cosθ ) .
82.2. f ( x ) ≥ 2 ∧ x ∈[ −π,2π] ⇔ 1 − 2cos x ≥ 2 ∧ x ∈[ −π,2π]
( cos θ + sin θ − 0 ) + ( 0 − ( sin θ + cos θ ) )
2 2
80.2.a) d = AB = =
1
⇔ cos x ≤ − ∧ x ∈ [ −π, 2π] .
= cos θ + 2cos θ sin θ + sin θ + sin θ + 2sin θ cos θ + cos θ=
2 2 2 2 2

= 1 + 2cos θ sin θ + 1 + 2sin θ cos θ = 2 + 4sin θ cos θ .

π π π 1 3
b) Se θ = , tem-se d = 2 + 4 sin × cos = 2+ 4× × =
6 6 6 2 2
= 2+ 3 .
3 3
c) tan (θ + 3π ) = ⇔ tan θ = .
4 4
2
1 3 1 25 1
1 + tan=
2
θ ⇔ 1+ =  ⇔= ⇔
cos2 θ 4
  cos 2
θ 16 cos 2
θ
16 16 16 Por observação do gráfico anterior, conclui-se que
⇔ cos2 θ = ⇔ cos θ = ∨ cos θ =
− .
25 25 25  2 π   2π 4 π 
x ∈  −π , −  ∪  , .
 3   3 3 
 π
Como θ ∈  0 ,  , então cos θ > 0 . 82.3. f ( x=) g ( x ) ⇔ 1 − 2cos=
x sin2 x − cos2 x ⇔
 2
4 ⇔ 1 − 2cos x = 1 − cos2 x − cos2 x
Logo, cosθ = .
5
⇔ 2cos2 x − 2cos x =⇔
0 cos2 x − cos x =
0
3 4 3
Donde se conclui que sinθ = tanθ × cos θ = × = . ⇔ cos x ( cos x − 1 ) = 0 ⇔ cos x = 0 ∨ cos x − 1 = 0
4 5 5
3 4 48 98 7 2 ⇔ cos x =∨
0 cos x =
1
Então, d = 2 + 4× × = 2+ = = . π
5 5 25 25 5 ⇔x= + k π ∨ x = 2kπ , k ∈ Z .
2
Pág. 111 Como x ∈[ −π , 2π] , atribuindo valores a k conclui-se que

Proposta 81  π π 3π 
x ∈ − , 0 , , , 2π .
 2 2 2 
Sabe-se que AC = BC e que α é a amplitude do ângulo BAC,
ˆ = α porque num triângulo a lados iguais opõem-se
logo ABC  π  π
f  −  = 1 − 2cos  −  = 1 − 2 × 0 = 1 ;
ângulos iguais.  2  2
Os ângulos ABC e DBE são verticalmente opostos, logo f ( 0 ) =1 − 2cos ( 0 ) =1 − 2 × 1 =−1 ;

DBE ˆ α.
ABC
= π π
π π f   = 1 − 2cos   = 1 − 2 × 0 = 1 ;
Sabe-se também que α + β = , ou seja, α= −β . 2 2
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2 2
 3π   3π 
π  f   = 1 − 2cos   = 1 − 2 × 0 = 1 e
Então, tem-se: sin (α + π ) = − sin α = − sin  − β  = − cos β .  2   2 
2 

59
60
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

f ( 2π ) =1 − 2cos ( 2π ) =1 − 2 ×1 =−1 . Proposta 83

NEMA11PR © Porto Editora


Então, conclui-se que os gráficos das funções f e g se intersetam
π
nos pontos de coordenadas 83.1.* 3 cos  − x +  + 2sin2 x = 0 ⇔
 2
 π   π   3π 
 − , 1  , ( 0, − 1 ) ,  , 1  ,  , 1  e ( 2π, − 1 ) .  π
 2  2   2  ⇔ 3 cos  x −  + 2sin2 x =
0
 2
3 3
82.4.* f ( x ) − g ( x ) = ⇔ 1 − 2cos x − sin2 x + cos2 x = ⇔
2 2
⇔ 3 sin x + 2sin2 x =
0 ⇔ sin x ( 3 + 2sin x =
0 )
3 3
⇔ 2cos2 x − 2cos x = ⇔ sin x =
0 ∨ 3 + 2sin x =⇔
0 sin x =
0 ∨ sin x =

2 2
3 3  π
⇔ 2cos2 x − 2cos x = ∨ 2cos2 x − 2cos x =
− ⇔ sin x =
0 ∨ sin x =sin  − 
2 2  3
⇔ 4cos2 x − 4cos x − 3 =
0 ∨ 4cos2 x − 4 cos x + 3 =
0 π  π
⇔ x =πk ∨ x= − + 2k π ∨ x= π −  −  + 2k π , k ∈ Z
3  3
4 ± 16 + 48 4 ± 16 − 48
cos x
⇔= cos x
∨= π 4π
8  8  ⇔ x =πk ∨ x= − + 2k π ∨ x = + 2kπ , k ∈ Z
impossível 3 3
4+8 4−8
⇔ cos x = ∨ cos x = 83.2.* cos2 x − cos x =
2 + sin2 x ⇔ cos2 x − cos x =
2 + 1 − cos2 x
8 8
3 1 ⇔ 2cos2 x − cos x − 3 =0
⇔ cos x = ∨ cos x =−
 2
 2 1 ± 1 + 24
⇔ cos x =
impossível
4
 2π  3
⇔ cos x =cos   ⇔ cos x = ∨ cos x =
−1
 3   2

2π 2π impossível
⇔ x = + 2k π ∨ x = − + 2kπ , k ∈ Z .
3 3 ⇔ x = π + 2k π , k ∈ Z
Como x ∈[ −π , 2π] , atribuindo valores a k conclui-se que sin x
83.3.* tan x + 2sin x =
0⇔ + 2sin x =
0⇔
 2π 2π 4 π  cos x
x ∈ − , , .
 3 3 3  ⇔ sin x + 2sin x cos x =
0 ∧ cos x ≠ 0
 2π   2π   1
f − = 1 − 2cos  −  = 2 e
1 − 2× −  = ⇔ sin x ( 1 + 2cos x ) =
0 ∧ cos x ≠ 0
 3   3   2
2 2
⇔ ( sin x = 0 ∨ 1 + 2cos x = 0 ) ∧ cos x ≠ 0
 2π   2π   2π   3   1
g  −  = sin2  −  − cos
2
 −  =  −  −  −  =  1
 3   3   3   2   2 ⇔  sin x =0 ∨ cos x =−  ∧ cos x ≠ 0
 2
3 1 1
= − = .  2π 
4 4 2 ⇔ sin x = 0 ∨ cos x =cos  
 3 
 2π   2π   1
f   = 1 − 2cos   = 1 − 2 ×  −  = 2 e 2π 2π
 3   3   2 ⇔x= kπ ∨ x = + 2kπ ∨ x = − + 2k π , k ∈ Z
2
3 3
 2π   2π   2π   3   1 2 3 1 1
g   = sin2   − cos2   =   −  −  = − = . 1
 3   3   3   2   2 4 4 2 83.4.* 3tan2 ( π x ) − 1 = 0 ⇔ tan2 ( π x ) =
3
 4π   4π   1
f  = 1 − 2cos   = 1 − 2×  −  = 2 e 1 1
 3   3   2 ⇔ tan ( π x ) = ∨ tan ( π x ) =

2
3 3
2
 4π  2  4π  2  4π 
 3   1 3 1 1 3 3
g  = sin   − cos  =−  −−  = − = . ⇔ tan ( π x ) = ∨ tan ( π x ) =

 3   3   3   2   2  4 4 2 3 3
Conclusão: há três pares de pontos que satisfazem as condições π  π
do enunciado, a saber: ⇔ tan ( π x )= tan   ∨ tan ( π x )= tan  − 
6  6
 2π   2π 1   2π   2π 1  π π
P− , 2  e Q − ,  ; P , 2 e Q , ; ⇔ π x = + kπ ∨ π x =− + kπ , k ∈ Z
 3   3 2  3   3 2 6 6
 4π   4π 1  1 1
P , 2 e Q , . ⇔ x = +k ∨ x = − + k , k ∈Z
 3   3 2 6 6

60
61 Unidade 1 e– funções
Trigonometria NEMA11PR (20152608)
trigonométricas

83.5.* 2sin2 x − 7sin x + 3 = 0 ⇔ 5. Sabe-se que f ( a ) = k . Logo, tem-se cos a = k .


7 ± 49 − 24 Como o ponto A tem abcissa a e pertence ao gráfico de g, então
⇔ sin x =
4 tem-se A ( a , g ( a ) ) .
7+5 7−5
⇔ sin x = ∨ sin x =  π
4 4 Ora, g ( a ) =−
1 2sin  a +  =− 1 2k .
1 2cos a =−
 2
1
⇔ sin x =∨ 3 sin x =
  2 Donde se conclui que A ( a , 1 − 2k ) .
impossível
A opção correta é a (B).
π
⇔ sin x =sin  
6
Pág. 115
π π
⇔ x = + 2k π ∨ x = π − + 2k π , k ∈ Z
6 6 1.1. a) ∀x ∈ R , x + 2π∈ R e f ( x + 2π ) =
π 5π
⇔ x = + 2k π ∨ x = + 2k π , k ∈ Z = sin ( x + 2π) cos ( x + 2=
π) sin x cos=x f ( x ) . Logo, f é uma
6 6
 π  5π função periódica de período 2π .
Como x ∈  , 2π  , atribuindo valores a k conclui-se que x = .
 2  6 b) ∀x ∈ R , − x ∈ R .
f ( −x ) =
sin( − x ) cos ( − x ) = − f ( x) .
− sin x cos x =
Pág. 114
Logo, f é uma função ímpar.
1. Por aplicação da lei dos senos, tem-se:
sin 70° sin 30° 4 sin 70° 4 × 0,9397 kπ
= ⇔ BC
= ⇔ BC
= ⇔ 1.2. Sendo x ≠ , k ∈ Z , tem-se:
BC 4 sin 30° 0,5 2
⇔ BC ≈ 7,52 . 1 sin x 1
tan x + = + =
A opção correta é a (D). tan x cos x sin x
cos x
2. Como o pentágono é regular e está inscrito na circunferência
sin x cos x sin2 x + cos2 x
de centro O, divide-a em cinco arcos geometricamente iguais de = + = =
cos x sin x sin x cos x
amplitude 360° : 5 = 72° .
1 1
−1224° = 3 × ( −360° ) − 144° e −144° = 2 × ( −72° ) . = =
sin x cos x f ( x )
Então, a imagem do ponto A pela rotação de centro O e
amplitude −1224° é o ponto D.  π
 π −   π
A opção correta é a (C). 1 2sin  2  =−
2.1. a) y A =f  −  =− 1 2sin  −  =
 2  3   6

3. Sabe-se que α ∈  − , − π  , ou seja, α ∈ 2.° Q. .  
 2 
 1
Logo, sin α > 0 , cos α < 0 e tan α < 0 . = 1 − 2×  −  = 2
 2
A expressão que representa um número real negativo é
x x 1
 π  π b) f ( x ) = 0 ⇔ 1 − 2sin   = 0 ⇔ sin   = ⇔
cos  α +  porque cos  α +  = − sin α e sin α > 0 . 3 3 2
 2  2
A opção correta é a (B). x π
⇔ sin   =
sin  
3 6
4. tan x = π ⇔ tan x ≈ tan(1,2626 ) ⇔ x ≈ 1,2626 + kπ , k ∈Z .
x π x π
⇔ = + 2k π ∨ =π − + 2k π , k ∈ Z
No intervalo [ 0, 2π[ , a equação tan x = π tem duas soluções, 3 6 3 6
3π π 5π
uma entre 0 e π , e a outra entre π e . ⇔x= + 6kπ ∨ x= + 6 kπ , k ∈ Z
2 2 2
Atendendo a que π é o período positivo mínimo da função  7 π 9π 
tangente, conclui-se que a equação tan x = π também tem duas Como x ∈  − ,  , atribuindo valores a k conclui-se que
 2 2 
soluções nos seguintes intervalos: [ − 2π , 0[ , [ 2π , 4 π[ ,  7 π π 5π 
x ∈ − , ,  .
[ 4π , 6π[ e  6 π , 15π  .  2 2 2 
 2  5π
Assim sendo, a equação tan x = π tem 10 soluções pertencentes O maior dos zeros da função f é .
2
 15π  5π
ao intervalo  − 2 π , . A opção correta é a (A).
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Então, xB = .
 2  2

61
62
Unidade 1 Unidade 1 – NEMA11PR (20152608)

x x x π π
c) f ( x ) = 1 ⇔ 1 − 2sin   = 1 ⇔ −2sin   = 0 ⇔ sin   = 0 4. sin  −α −  = −0,2 ⇔ − sin  α +  = −0,2

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3 3 3  2  2  
x
⇔ =kπ , k ∈ Z  π 1
3 ⇔ sin  α +  = 0,2 ⇔ cos (α ) = 0,2 ⇔ cos α =
 2 5
⇔ x = 3k π , k ∈ Z
Como α ∈ ] − π , 0 [ e cos α > 0 , conclui-se que α ∈ 4.° Q .
 7 π 9π 
Como xC ∈  − ,  e xC > 0 , conclui-se que xC = 3π . 1 1
 2 2  1 + tan2 α = ⇔ 1 + tan2 α =
cos2 α 1
2

 
2.2. Pretende-se resolver graficamente a condição  5
f ( x )= 7 ∧ x>0 . ⇔ 1 + tan2 α = 25 ⇔ tan2 α = 24

Como α ∈ 4.° Q , conclui-se que tanα = −2 6 .


− 24 =
sin ( π − α ) − sin (α − π )
tan
= (π −α ) =
cos ( π − α ) cos (α − π )
sin α
=
− cos α
=− tanα =− −2 6 =2 6 ( )

5. O triângulo [ABC] é retângulo em C porque está inscrito numa


semicircunferência.
Aplicando o Teorema de Pitágoras, tem-se:
( AB ) =( AC ) + ( BC ) ( ) ( )
2 2 2 2 2
⇔ AB =2,42 + 4,52 ⇔ AB =26,01 .

Como AB > 0 , conclui-se que AB = 5,1 .


ɺ é a bissetriz do ângulo BAC, sabe-se que
Como a semirreta AD
Conclui-se que x ≈ 12,32 rad . ˆ
ˆ BAC α
DAO
= = .
2 2
  1    1   π 3
3.1. tan  =
f    tan  arcsin
=    tan
=   . Como o triângulo [AOD] é isósceles (porque OA = OD ), sabe-se
  2    2  6 3
ˆ ˆ α
que ADO
= DAO
= .
3.2. Como α é a ordenada do ponto A que pertence ao gráfico 2
1 α α
 1 Então, β = π − − = π −α .
de f e tem abcissa − α.
, então tem-se f  −  = 2 2
4  4
ˆ
cos DOA
= β cos ( π − α
cos= = ) cos (α − π )
 1  1 1
f  −  =α ⇔ arcsin  −  =α ⇔ sin α =− . AC 2,4 24 8
 4  4 4 − cos α =
= − =
− =
− = −
2
AB 5,1 51 17
 1 15
sin2 α + cos2 α =
1 ⇔  −  + cos2 α =
1 ⇔ cos2 α = ⇔
 4 16
15 15
⇔ cos α = ∨ cos α =
− .
16 16

 π π 15
Como α ∈  − ,  , conclui-se que cos α = .
 2 2 4

62
Unidade
63
2 Geometria analítica Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)

Como o ponto de coordenadas ( 2, 0 ) pertence à reta, tem-se:


Pág. 119
0 =− 3 × 2 + b ⇔ b =2 3 .
ˆ = 50° porque ângulos opostos de um paralelogramo
1.1. AOC Então, uma equação reduzida da reta representada é
são geometricamente iguais. y=
− 3x + 2 3 .
Então, a reta OC tem de inclinação 50°.
4.2. Uma equação reduzida da reta representada é do tipo:
1.2. A reta AB é paralela à reta OC, logo têm a mesma inclinação. y mx +b .
=
Portanto, a reta AB tem de inclinação 50°.
3
=m tan (=
30° )
1.3. A reta BC é paralela à reta OA, logo têm a mesma inclinação. 3
Como a reta AO coincide com o eixo Ox, tem de inclinação 0°. Como o ponto de coordenadas ( −3, 0 ) pertence à reta, tem-se:
Então, a reta BC tem de inclinação 0°.
3
ˆ = 60° . 0 = × ( −3 ) + b ⇔ 0 =− 3 + b ⇔ 3 =b .
2.1. Sendo o triângulo [ABC] equilátero, sabe-se que BAC 3
A reta AC tem de inclinação 110°, então conclui-se que a reta AB Então, uma equação reduzida da reta representada é
tem de inclinação 110° − 60°= 50° , ou seja, 50°. 3
=y x+ 3 .
3
2.2. Seja D o ponto de interseção da reta BC com o eixo Ox.
Então, tem-se ABD ˆ= 180° − 60=° 120° e BAD ˆ = 50° . 3
5.1. Seja α a inclinação da reta. Então, tem-se tan α = .
Atendendo a que a amplitude de um ângulo externo de um 2
triângulo é igual à soma das amplitudes dos ângulos internos não Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que
adjacentes, conclui-se que a inclinação da reta BC é 120° + 50° , α ≈ 56,3° .
ou seja, 170°.
5.2. Seja α a inclinação da reta. Então, tem-se tan α = −2 .
Pág. 120 Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que
α ≈ −63,4° + 180° , ou seja, α ≈ 116,6° .
3.1. Uma equação reduzida da reta AB é do tipo:=
y mx +b .
 x 3
(
Um vetor diretor da reta AB é AB =B − A = − 3, 3 . ) 5.3. 2y − x + 3 = 0 ⇔ 2y = x − 3 ⇔ y = − .
2 2
3 1
Então, m = = −1 e y =− x + b . Seja α a inclinação da reta. Então, tem-se tan α = .
− 3 2
( )
Como o ponto B 3, 3 pertence à reta AB, tem-se: Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que
α ≈ 26,6° .
3 =−3 + b ⇔ b =3 + 3 .
π
Assim sendo, uma equação reduzida da reta AB é y =− x + 3 + 3 . 5.4. Seja α a inclinação da reta. Então, tem-se tan α = − .
2
3.2. Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que

( )
a) Sendo OB = B − O = 3, 3 um vetor diretor da reta OB, então α ≈ −57,5° + 180° , ou seja, α ≈ 122,5° .

3 5.5. Seja α a inclinação da reta. Então, tem-se tan α = π .


mOB = .
3 Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que
3 α ≈ 72,3° .
Seja α a inclinação da reta OB. Então, tem-se tan α = .
3
Como 0° ≤ α < 180° , conclui-se que α= 30° . Tarefa 1
1.1.
b) Como a reta AB tem declive −1 sabe-se que tan α = −1 , 
a) Sendo BC = C − B = ( 1, 4 ) − ( −3, 1 ) = ( 4, 3 ) um vetor diretor da
sendo α a sua inclinação.
Como 0° ≤ α < 180° , conclui-se que =
α 180° − 45=
° 135° . 3
reta BC, então m BC = .
4
ˆ = 30° , OAB
3.3. AOB ˆ = 180° − 135°= 45° e
3
Seja α a inclinação da reta BC. Então, tem-se tan α = .
ˆ= 180° − 30° − 45=
ABO ° 105° . 4
Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que
Pág. 121 α ≈ 36,9° .

b) Sendo AB =B − A =( −3, 1 ) − ( 2, − 1 ) =( −5, 2 ) um vetor diretor
4.1. Uma equação reduzida da reta representada é do tipo: 2 2
y mx +b .
= da reta AB, então m AB = = − .
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−5 5
m =tan ( 120° ) =tan ( −60° ) =− tan ( 60° ) =− 3 .

63
64
Unidade 2 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)

2 Então, uma equação reduzida da reta CD =


éy 3x − 2 3 .

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Seja α a inclinação da reta AB. Então, tem-se tan α = − .
5 b) A inclinação da reta DE é 120°.
Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que y mx +b .
Uma equação reduzida da reta DE é do tipo:=
α ≈ 158,2° .
m =tan ( 120° ) =tan ( −60° ) =− tan ( 60° ) =− 3 .

c) Sendo AC =C − A =(1, 4 ) − ( 2, − 1 ) =( −1, 5 ) um vetor diretor Como o ponto E ( 6, 0 ) pertence à reta DE, tem-se:

5 0 =− 3 × 6 + b ⇔ b =6 3 .
da reta AC, então mAC = = −5 .
−1 Então, uma equação reduzida da reta DE é y =
− 3x + 6 3 .
Seja α a inclinação da reta AC. Então, tem-se tan α = −5 . c) A inclinação da reta BC é 150° ( 60° + 90° ) .
Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que y mx +b .
Uma equação reduzida da reta BC é do tipo:=
α ≈ 101,3° .
3
m =tan ( 150° ) =tan ( −30° ) =− tan ( 30° ) =− .
2 1 3
1.2. 2 x + 3y − 1 =0 ⇔ 3y =−2 x + 1 ⇔ y =− x + .
3 3 Como o ponto C ( 2, 0 ) pertence à reta BC, tem-se:

2 3 2 3
1.3. O declive da reta r é − . 0 =− ×2 + b ⇔ b = .
3 3 3

v
Um vetor que tem a direção da reta r é, por exemplo, = ( 3, − 2 ) Então, uma equação reduzida da reta BC é y =

3
x+
2 3
.
. 3 3

2 3.2. D é o ponto de interseção das retas CD e DE.


1.4. Sendo θ a inclinação da reta r, sabe-se que tan θ = − .
3  y = 3x − 2 3  y = 3x − 2 3
2  ⇔ ⇔
1  2 1 13 1  y =
− 3x + 6 3  3x − 2 3 = − 3x + 6 3
2
1 + tan= θ ⇔ 1+−=  ⇔= ⇔
cos2 θ  3  cos θ
2
9 cos2 θ
 y
= 3x − 2 3  y = 3 × 4 − 2 3  y = 2 3
9 ⇔ ⇔ ⇔
⇔ cos2 θ = . =
2 3x =8 3  x 4=  x 4
13

Como tan θ < 0 , conclui-se que cos θ =−


9
=−
3
.
(
Então, D 4 , 2 3 .)
13 13
3.3. A reta AD é paralela à reta BC, então sabe-se que
sin θ 2  3 
tan θ = ⇔ sin θ =tan θ × cos θ ⇔ sin θ =− ×  − ⇔
cos θ 3  13  3
mAD = mBC = − .
2 3
⇔ sin θ =.
13 3
Uma equação reduzida da reta AD é do tipo: y =
− x+b .
2  3  6 3
Então, sin θ × cos θ = × −  =− .
13  13  13 ( )
Como o ponto D 4 , 2 3 pertence à reta AD, tem-se:

2.1. A inclinação da reta s é =


α 180° − 45=
° 135° .
2 3 =−
3
× 4 + b ⇔ b =2 3 +
4 3
⇔b=
10 3
.
y mx +b .
Uma equação reduzida da reta s é do tipo:= 3 3 3
m =tan ( 135° ) =tan ( −45° ) =− tan ( 45° ) =−1 . 3 10 3
Então, uma equação reduzida da reta AD é y =
− x+ .
3 3
Como o ponto A ( 1, 0 ) pertence à reta s, tem-se:
Pág. 122
0 =−1 × 1 + b ⇔ b =1 .
Então, uma equação reduzida da reta s é y =− x + 1 . 6.1. A amplitude de cada um dos ângulos internos de um
2.2. Seja β a inclinação da reta r. Então, tem-se tan β = 3 . triângulo equilátero é igual a 60°, então tem-se:
 
Como 0° ≤ β < 180° , conclui-se que β= 60° . ( )
AB ɵ, AC= 60° .
Então, α = 180° − 45° − 60° = 75° .

3.1.
ˆ = 60° .
a) Como o triângulo [CDE] é equilátero, sabe-se que DCE
Assim sendo, a inclinação da reta CD é 60°.
Uma equação reduzida da reta CD é do tipo:= y mx +b .
=m tan (=
60° ) 3
Como o ponto C ( 2, 0 ) pertence à reta CD, tem-se:
0 = 3 × 2 + b ⇔ b =−2 3 .

64
65 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)
Geometria analítica

 
( )
6.2. AB ɵ, AD = 2 × 60° = 120° .
Pág. 123
 
8. AB . AC = AC × AD = 3 × 4 = 12 .

( )
2
Cálculos auxiliares: CD = 10 − 32 = 1= 1,

AD = 52 − 32 = 16 = 4 e AC = AD − CD = 4 − 1 = 3 .
     
( )
6.3. AB ,ɵ BC= 180° − 60=
° 120° . 9. AB . BC = AB . AD = AB × AM = 6 × 3 = 18 .

    1
10. u .v = u × v cos α ⇔ 6 = 4 × 3cos α ⇔ cos α = .
2

π
Então, α = .
3

  Pág. 124


( )
7.1. AF ɵ, BE = 0° porque os vetores são colineares e têm o

mesmo sentido. 11.1. w = 32 + 22 = 13 .
   
( )
7.2. BC ɵ, DE= 120° porque a amplitude de cada um dos Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores v e w .

ângulos internos de um hexágono regular é igual a 120°.     3


v .w =v × w cos α =
2 × 13 × 6.
=
13

11.2. Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores u e

v.
     2 
u .v = u × v cos α = 20 × 2 ×  −  =−4 .
 20 
 
12.1. MD . MN = MD × MD = 3 × 3 = 9 .
 
(
7.3. BA ɵ, CD= 60° .)  
12.2. NB . BC = 45 × 6 ×  −
 3 
 =−18 .
 45 
 
12.3. NA . MC = 3 × 3 × cos ( 90° ) = 0 .
 
12.4. NA . BC =3 × 6 × cos ( 180° ) =−18 .

Pág. 125
 
( )
7.4. AF ɵ, CB= 120° . 13.1. O octógono [ABCDEFGH], sendo regular, divide a
circunferência em 8 arcos geometricamente iguais, cada um
deles com 45° ( 360° : 8 ) de amplitude.
  2
OC . OD = 6 × 6 × cos ( 45° ) = 36 × = 18 2 .
2

   2
13.2. OE .OH =6 × 6 × cos (135° ) =36 ×  −  =−18 2 .
 2 
 
  13.3. OA . GO = 6 × 6 × cos ( 90° ) = 0 .
( )
7.5. BC ɵ, DA= 180° porque os vetores são colineares e têm
 
sentidos opostos. 13.4. OB . BF =6 × 12 × cos (180° ) =−72 .
   2
13.5. OE . DO =6 × 6 × cos ( 135° ) =36 ×  −  =−18 2 .
 2 
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 
13.6. OD . HD = 6 × 12 × cos ( 0° ) = 72 .

NEMA11PR-5 65
66
Unidade 2 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)

     


14. A: Os vetores BA e BC formam um ângulo obtuso, então Se HG. HI < 0 então os vetores HG e HI formam um ângulo

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 
BA . BC < 0 . obtuso.
    Portanto, o triângulo [GHI] é obtusângulo em H.
B: Os vetores CD e AD são perpendiculares, então CD . AD = 0 .    
  19.1. PR .QR = 0 porque os vetores PR e QR são
C: Os vetores AB e ED são colineares e têm sentidos contrários,
 
então AB . ED =− AB × ED =−k × k =−k 2 . perpendiculares.
  
D: Os vetores AB e DE são colineares e têm o mesmo sentido, 19.2. PQ = 102 + 7,52 = 156,25 = 12,5 .
 
então AB . DE = AB × DE = k × k = k 2 > 0 .
   2
Conclui-se, então, que só as afirmações A e C são verdadeiras. PQ=. PQ = 12,5
PQ =2
156,25 .

Pág. 126 
20.1. Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores u e

    v.
BD
( )
2
15. BD. BH = BD × BH × cos α = BD × BH × = BD =     3
BH u . v = u × v × cos α ⇔ 30 = 5 × 4 × cos α ⇔ cos α =
2
( ) ( )
2 2
= AB + AD = 42 + 42 = 32 . 3
A condição cos α = é impossível porque −1 ≤ cos α ≤ 1 .
 2
 
16.1. DB = 42 + 4 2 = 32 = 4 2 . Conclui-se, então que não é possível ter-se u = 5 , v = 4 e
 
    u . v = 30 .
4 × 4 2 × cos ABɵ, DB =
AB . DB = 16 2 × (
4
4 2
16 .
= ) 
20.2. Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores u e

 v.
(2 2 )
2
16.2. AV = + 62 = 44= 2 11 .
    6
u .v = u × v × cos α ⇔ 12 = 2 × 7 × cos α ⇔ cos α =
Designemos por O o centro da base da pirâmide. Então, 7
  AO 2 2
(
cos AV ɵ, AC= = )
AV 2 11
=
2
11
. A condição cos α =
6 6
é possível porque −1 ≤ ≤ 1 .
7 7
     
(
AV . AC = 2 11 × 4 2 × cos AV ɵ, AC = 2 11 × 4 2 ×
2
11
)
= 16 . Conclui-se, então que é possível ter-se u = 2 , v = 7 e
 
u . v = 12 .
16.3. Designemos por N o ponto médio da aresta [AD]. Então, 
20.3. Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores u e
  AN 
(
cos AV ɵ, AC= = )
AV 2 11
2
=
1
11
. v.
   
u . v = u × v × cos α ⇔ −10 = 5 × 2 × cos α ⇔ cos α = −1
    1
11
(
AM. BC= 11 × 4 × cos AM ɵ, BC= 4 11 × = 4 . )  
Se α é a amplitude do ângulo formado pelos vetores u e v e
  cos α = −1 então= α 180° .
16.4. AB. CD =4 × 4 × cos (180° ) =−16  
Conclui-se, então que é possível ter-se u = 5 , v = 2 e
 
u .v = −10 .
Pág. 127
    
  .v ( 3u=
21.1. w= ) .v 3 ( u=
.v ) 3=
× 6 18 .
17.1. AB . AC = AB × AD = 5 × 3 = 15
     
21.2. w . w =( 3u ). ( 3u ) =9 ( u.u ) =9 × u
2
  =9 × 22 =36 .
17.2. AB . AC =− AB × AD =−3 × 2 =−6
 
17.3. AB . AC = AB × AA = 3 × 0 = 0 Pág. 129
    
22.1. AD . AK = ( 3u ) . ( 2v ) = 6 ( u.v ) = 6 × 5 = 30 .
Pág. 128
    
    22.2. JF . CR = ( 4u ) . ( 3v ) = 12 ( u.v ) = 12 × 5 = 60 .
18. Se BA . AC = 0 então os vetores BA e AC são
    
perpendiculares. ( −u ) . ( v ) =
22.3. FG . GN = − ( u.v ) =
−5 .
Logo, conclui-se que o triângulo [ABC] é retângulo em A.
        
Se DE . DF < 0 então os vetores DE e DF formam um ângulo 22.4. DB . CR =( −2u ) . ( 3v ) =−6 ( u.v ) =−6 × 5 =−30 .
obtuso.     
Assim sendo, o triângulo [DEF] é obtusângulo em D.
       
22.5. ON . SB =( −u ) . ( −3v ) =3 ( u .v ) =3 × 5 =15 .
( ) (
GH . HI > 0 ⇔ −HG . HI > 0 ⇔ − HG. HI > 0 ⇔ HG. HI < 0 . )      
( −v ) . ( 2u ) =
22.6. FE . MO = −2 ( v .u ) =
−2 ( u .v ) = −10 .
−2 × 5 =

66
67 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)
Geometria analítica

     


23. VS .VT =4VP . 2VR = ( )( ) (8 (VP × VP ) =
8 VP.VR =× ) 1.2.

3 3
=8 ×  ×  =18
2 2

Pág. 130
       
24. AC= AB + AD e BD = BA + BC =− AB + AD .
     
(
AC .BD = AB + AD . − AB + AD = )( ) 1.3.
       
( )
= AB. − AB + AB. AD + AD. − AB + AD. AD ( )
 2      2
− AB + AB. AD − AD. AB + AD
=
 2      2
= − AB + AB. AD − AB. AD + AB = 0.
   
Como AC . BD = 0 , os vetores AC e BD são perpendiculares.
Logo, as diagonais do losango são perpendiculares.
  
  1.4. Constata-se que OD= u + v .
  
25.1. DA . HR =( −3u ) . ( v ) =−3 ( u .v ) =−3 × − 3 =3 3 . ( )
1.5.
   1    3   3  
25.2. DG
= . SP  v = . ( 3u ) = ( v .u ) = ( u.v )
2  2 2
3 3 3
(
= × − 3 =−
2 2
)
        
. AN ( 3u ) . ( 3u=
25.3. AD= + v ) ( 3u ) . ( 3u ) + ( 3u )=
.(v )
  
= 9 ( u .u ) + 3 ( u.v ) = 9 u
2 
(
+ 3 ( u .v ) = 9 × 12 + 3 × − 3 = 9 − 3 3 )
1.6.
       
(
25.4. AC . IH + GQ
= )   
( 2u ). ( u +=
v)
   
( 2u ) . ( u ) + ( 2u ) .=
(v ) a) w . ( u + v ) =w . OD =−OC × OD ' =−3 × 6 =−18 .
 
b) w .u =−OC × OA ' =−3 × 4 =−12 .
 
2 ( u.u ) + 2 ( u .v ) =
=
 2 
2 u + 2 ( u .v ) =
2 × 12 + 2 × − 3 =
2 −2 3 ( )  
c) w . v =−OC × OB' =−3 × 2 =−6 .
      
(
EO ( 3u ) . ( 2u=
25.5. AD . LN += )   
+ v ) ( 3u ) . ( 2u ) + ( 3u )=
.(v )
    ( )
d) w .u + w . v =−OC × OA ' + −OC × OB ' =−3 × 4 + ( −3 × 2 ) =
=−12 − 6 =−18 .
  
= 6 ( u .u ) + 3 ( u.v ) = 6 u
2 
(
+ 3 ( u .v ) = 6 × 12 + 3 × − 3 = 6 − 3 3 )
1.7. Comparando os resultados das alíneas a) e d) do ponto
      
   1  1 anterior, conclui-se que w . ( u + v ) = w . u + w . v .
25.6. AH . KQ = 2u + v  .  3u + v  =
 2  2 
   1  1   1  1  Pág. 131
=( 2u ) . ( 3u ) + ( 2u ) .  v  +  v  . ( 3u ) +  v  .  v  =
2  2  2  2           
( )
2 2
 2  3  1   2 5  1  26.1. DC .DB =
DC . DA + DC =
DC .DA + DC .DC =
0 + DC DC .
=
=6 ( u .u ) + ( u.v ) + ( v .u ) + ( v .v ) =6 u + ( v .u ) + v
2
=
2 2 4 2 4
26.2.
5 1 5 3 1 25 5 3
2 4
(
= 6 × 12 + × − 3 + × 12 = 6 −
2
)
+ =
4 4

2
 

a) AO . DC =
1  
   1  1  
 AC  . DC =
 AD + AB  . DC =
2
  2 2 
1   1   1 1   1  2
Tarefa 2 ( ) ( )
= AD. DC + AB. DC = × 0 + AB. AB =
2 2 2 2 2
(
AB = )
1.1. 1
= × 22 =2 .
2
      
( ) ( ) (
b) BD . 2 AB = 2 BD. AB = 2  − AB + AD . AB  =
  )
( )
     2
( )
= 2 − AB. AB + AD. AB = 2 − AB + 0 = 2 ( −22 ) = −8 .
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Unidade 2 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)

 
26.3. Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores AO 
( )
b) −u . 2 AB =( −2,1 ) . ( −6, − 10 ) =−2 × ( −6 ) + 1 × ( −10 ) =

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
e DO . = 12 − 10 = 2 .
 
    3 5 5 c) AB + 2e1 =( −3, − 5 ) + 2 ( 1,0 ) =( −3, − 5 ) + ( 2,0 ) =( −1, − 5 ) .
AO . DO =AO × DO × cos α ⇔ = × × cos α ⇔
  
3 5 3
4 2 2
( )
u . AB + 2e1 = ( 2, − 1 ) . ( −1, − 5 ) = 2 × ( −1 ) + ( −1 ) × ( −5 ) =
⇔= cos α ⇔ cos
= α . =−2 + 5 =3 .
4 4 5  
Recorrendo à calculadora, conclui-se que α = 53,13°. d) −e1 + 3e2 =− ( 1,0 ) + 3 ( 0,1 ) =( −1,0 ) + ( 0,3 ) =( −1,3 ) .
 
Tarefa 3
( −e + 3e ). ( 3u ) = ( −1,3). ( 6, − 3) = ( −1) × 6 + 3 × ( −3 ) = −6 − 9 =
1 2

= −15 .
         
= ( u + v ) . ( u + v ) = u .u + u .v + v .u + v .v =
2
1.1. u + v
27.2. Sendo P um ponto pertencente à bissetriz dos quadrantes
      
+ 2 ( u.v ) .
2 2 2 2
= u + u .v + u.v + v = u + v ímpares, então tem coordenadas iguais, ou seja, P ( x , x ) , x ∈ R .

          OP = P − O =( x , x ) − ( 0 , 0 ) = ( x , x ) .
= ( u − v ) . ( u − v ) = u .u − u.v − v .u + v .v =
2
1.2. u − v  
       OP . AB = 1 ⇔ ( x , x ) . ( −3, − 5 ) = 1 ⇔ −3 x − 5 x = 1 ⇔ −8 x = 1 ⇔
− 2 ( u.v ) .
2 2 2 2
= u − u.v − u .v + v = u + v
1
⇔x=− .
        8
1.3. ( u + v ) . ( u − v ) = u .u − u.v + v .u − v .v =
 1 1
 2    2  2  2 Então, P  − , −  .
= u − u .v + u .v − v = u − v .  8 8
  
2. Sendo t e w vetores, não nulos, perpendiculares, sabe-se 28.1. AB = B − A = ( 5, − 1 ) − ( −2,1 ) = ( 7, − 2 ) e
  
que t .w = 0 . AC = C − A = ( 1,4 ) − ( −2,1 ) = ( 3,3 ) .
       
s ⊥ u ⇔ s . u = 0 ⇔ ( t + w ). ( t − w ) = 0 ⇔  
AB . AC = ( 7, − 2 ) . ( 3,3 ) = 7 × 3 + ( −2 ) × 3 = 21 − 6 = 15 .
         2  2
⇔ t . t − t . w + w. t − w . w = 0 ⇔ t − 0 + 0 − w = 0⇔ 
 2  2 28.2. BC =C − B =( 1,4 ) − ( 5, − 1 ) =( −4,5 ) e
⇔ t = w .  

Conclui-se, então, que t = w .
 CA =− AC =− ( 3, − 3 ) .
 
BC . CA =( −4,5 ) . ( −3, − 3 ) =−4 × ( −3 ) + 5 × ( −3 ) =12 − 15 =−3 .
3.1. B é a projeção ortogonal de C sobre a reta AB.
 
  2  2 28.3. BA = ( −7,2 )
− AB =
AB . AC = AB × AB = AB = AB .
 
BC . BA =( −4,5 ) . ( −7, − 2 ) =−4 × ( −7 ) + 5 × 2 =28 + 10 =38 .

        CB  2
ɵ
(
3.2. CA .CB = CA × CB × cos CA , CB = CA × CB ×  = CB .
CA
) Pág. 133

      29.1. AB = B − A = ( 1, − 4,2 ) − ( 1,0,2 ) = ( 0, − 4,0 ) .
(
4. SC . DR = SD + DC . DA + AR = )( )  
AB . u =( 0, − 4,0 ) . ( −1,3,1 ) =0 × ( −1 ) + ( −4 ) × 3 + 0 × 1 =−12 .
       
= SD . DA + SD . AR + DC . DA + DC . AR =  
29.2. e1 − 2e3 = ( 1,0,0 ) − 2 ( 0,0,1 ) = ( 1,0,0 ) − ( 0,0,2 ) = ( 1,0, − 2 )
 2      2   
=  − DA  .DA + 0 + 0 + DC .  DC  = e −2 AB = −2 ( 0, − 4,0 ) =
( 0,8,0 ) .
 3  3 
  
=
2 
(

 2 
− DA . DA + DC . DC =
 
) (
 2  2 2  2
− DA + DC =) ( )( )
e1 − 2e3 . −2 AB = ( 1,0, − 2 ) . ( 0,8,0 ) = 1 × 0 + 0 × 8 + ( −2 ) × 0 = 0 .
3 3 3 3

2  2 2  2 29.3. 3 u = 3 ( −1,3,1 ) =( −3,9,3 ) e
= − DA + DA = 0.
3 3  
    e2 +=e3 ( 0,1,0 ) + ( 0,0,1
= ) ( 0,1,1 ) .
Como SC . DR = 0 e os vetores SC e DR são não nulos, conclui-
  
 
-se que os vetores SC e DR são perpendiculares. ( )
3u . e2 + e3 =( −3,9,3 ) . ( 0,1,1 ) =−3 × 0 + 9 × 1 + 3 × 1 =12 .

30.1. CF = F − C = ( 4 , 4 ,4 ) − ( 0 , 4 ,0 ) = ( 4 , 0 ,4 ) e
Pág. 132

CE = E − C = ( 4 , 0 ,4 ) − ( 0 , 4 ,0 ) = ( 4 , − 4 ,4 ) .
27.1.
  
a) AB = B − A = ( −4, − 2 ) − ( −1,3 ) = ( −3, − 5 ) . 30.2. CF . CE = ( 4,0,4 ) . ( 4, − 4,4 ) = 4 × 4 + 0 × ( −4 ) + 4 × 4 = 32 .
 
AB . u =( −3, − 5 ) . ( 2, − 1 ) =−3 × 2 + ( −5 ) × ( −1 ) =−6 + 5 =−1 .

68
69 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)
Geometria analítica

Considerando que OE = b e OA = c , tem-se


Pág. 134 F ( a , b ,0 ) , E ( 0 , b ,0 ) e C ( a , b , c ) .
  
Então, OF = F − O = ( a , b ,0 ) − ( 0,0,0 ) = ( a , b ,0 ) e
u ɵ, w
31.1. cos= ( )
=
 
u .w
u ×w 
EC = C − E = ( a , b , c ) − ( 0, b ,0 ) = ( a ,0, c ) .
−1 × 3 + 2 × 0 + ( −3 ) × 1 −6 −6 Assim sendo, tem-se:
= = = =  
( ) + 22 + ( −3 ) × 32 + 02 + 12
−1
2 2
14 × 10 2 35 OF . EC = ( a , b ,0 ) . ( a ,0, c ) = a × a + b × 0 + 0 × c = a2 .

3 35 34.2.
=− .
35 a) Sendo C ( 4 , 6 ,3 ) , então E ( 0 , 6 ,0 ) e G ( 4 , 0 ,0 ) .
  
EC = C − E = ( 4,6,3 ) − ( 0,6,0 ) = ( 4,0,3 ) e
31.2. cos
=
 
( )
u ɵ, v =

u .v
u × v
 
EG = G − E = ( 4,0,0 ) − ( 0,6,0 ) = ( 4, − 6,0 ) .
 
−1 × 1 + 2 × 0 + ( −3 ) × ( −2 ) 5 5 EC . EG 4 × 4 + 0 × ( −6 ) + 3 × 0
= = = . cos θ =
=   =
( −1 ) + 22 + ( −3 ) × 12 + 02 + ( −2 )
2 2 2
14 × 5 70 EC × EG 4 + 02 + 32 × 42 + ( −6 ) + 02
2 2

 
Recorrendo à calculadora, conclui-se que u ɵ, v ≈ 53,3° .( ) =
16
=
16
= =
8 8 13
.
 5 × 52 5 × 2 13 5 13 65
32. A =− ( 2,5 ) − ( 3,4 ) =
B AB = ( −1,1 ) e b) Recorrendo à calculadora, tem-se θ ≈ 63,7° .

AD = D − A = ( −4,5 ) − ( −1,1 ) = ( −3,4 ) .
 Tarefa 4
Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores AB e
 1. Os vértices da pirâmide são os pontos A, B, C, D e V.
AD .
  a a  a a   a a   a a 
AB . AD 3 × ( −3 ) + 4 × 4 A  , − ,0  , B  , ,0  , C  − , ,0  , D  − , − ,0  e
7 2 2  2 2   2 2   2 2 
cos (α ) =
=   =
AB × AD 3 + 4 × ( −3 ) + 4
2 2 2 2 25 V ( 0 , 0 ,a ) .
Recorrendo à calculadora, conclui-se que α ≈ 73,7° .
2.1.
Como ângulos consecutivos de um losango são suplementares,
 a a a a
conclui-se que as amplitudes dos ângulos internos do losango são a) AC =C − A = − , ,0  −  , − ,0  =( −a , a ,0 ) e
73,7° e 106,3°.  2 2  2 2 
  a a  a a 
 
33.1. u= v ⇔ ( 3 + k ) + 22=
2
22 + ( −7 ) ⇔
2 CV = V − C = ( 0,0, a ) −  − , ,0  =  , − , a  .
 2 2  2 2 
  a a
⇔ ( 3 + k ) + 4 =4 + 49 ⇔ ( 3 + k ) =49 ⇔ 3 + k =7 ∨ 3 + k =−7 ⇔
2 2
Então, AC . CV = ( −a , a ,0 ).  , − , a  =
⇔k=4 ∨ k =−10 . 2 2 
a  a a2 a 2
    =−a × + a ×  −  + 0 × a =− − + 0 =−a2 .
33.2. Se ( u + v ) e ( u − v ) formam um ângulo agudo então tem- 2  2  2 2
 
     
-se ( u + v ) . ( u − v ) > 0 .
   
b) cos
= (
AC ɵ, CV )
=
AC . CV

AC × CV

( u + v ) . ( u − v ) > 0 ⇔ ( 5 + k , − 5 ) . ( 1 + k ,9 ) > 0 ⇔
⇔ ( 5 + k ) × ( 1 + k ) + ( −5 ) × 9 > 0 ⇔ − a2 −a 2
= = =
2 2
⇔ 5 + 5k + k + k 2 − 45 > 0 ⇔ k 2 + 6 k − 40 > 0 ⇔ a  a 3a2
( −a ) + a + 0 ×   +  −  + a2
2 2 2
2a2 ×
⇔ k ∈ ]−∞ , −10 [ ∪ ] 4 , + ∞ [ 2  2 2

−6 ± 36 + 160 −a 2 −1 3
Cálculo auxiliar: k 2 + 6k − 40 = 0 ⇔ k = ⇔ = = =− .
2 3 3 3
2a × a
⇔k=4 ∨ k =−10 2
 
(
2.2. Como cos AC ɵ, CV = − ) 3
3
, recorrendo à calculadora, tem-

  ^  
-se  AC , CV  ≈ 125° .
Pág. 135  

34.1. Sabe-se que [ABCDEFGO] é um paralelepípedo e que 3. AC = ( −a , a ,0 ) e
NEMA11PR © Porto Editora

OG = a .  a a   a a 
BV =V − B =( 0,0, a ) −  , ,0  = − , − , a  .
2 2   2 2 

69
70
Unidade 2 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)

 
   a a   a  a (
35.7. OC ɵ, OF = COF )
ˆ = 3 × 45° = 135° .

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AC . BV =( −a , a ,0 ) .  − , − , a  =−a ×  −  + a ×  −  + 0 × a =
 2 2   2  2
 
=
a2 a 2
2 2
− +0= 0 . ( ) (
35.8. OC ɵ, OF= 180° − OC ɵ, OF= 180° − 135= )
° 45° .
   
Como os vetores AC e BV são não nulos e AC . BV = 0 , conclui-
  ( )
36.1. FH ɵ, BG= 90° porque a reta HC é paralela à reta BG e as
se que os vetores AC e BV são perpendiculares.
retas FH e HC são perpendiculares.
4.1. Sendo B ( 4 , 4 ,0 ) , então A ( 4 , − 4 ,0 ) .
 ( )
36.2. BH ɵ, CE = 60° porque a reta BF é paralela à reta CE e o
AB = B − A = ( 4,4,0 ) − ( 4, − 4,0 ) = ( 0,8,0 ) e
 triângulo [BFH] é equilátero.
BV =V − B =( 0,0, k ) − ( 4,4,0 ) =( −4, − 4, k ) .
 
AB . BV =( 0,8,0 ) . ( −4, − 4, k ) =0 × ( −4 ) + 8 × ( −4 ) + 0 × k =0 − 32 + 0 = Pág. 137
= −32 . 
37. AB = B − A = (1,1 ) − ( −1,2 ) = ( 2, − 1 ) é um vetor diretor da
4.2. reta AB.
a) Sendo k = 2 , então tem-se: A reta r é definida pela equação 4 x − y + 2 =0.
 
 
cos= (
AB ɵ, BV ) =
AB . BV
 
−32
=
4x − y + 2 = 0 ⇔ y = 4x + 2 .

O declive da reta r é 4, então, por exemplo, r = ( 1,4 ) é um vetor
AB × BV ( −4 ) + ( −4 )
2 2 2 2 2
0 +8 +0 × + 22
−32 −32 2 diretor da reta r.
= = = − .  
8 × 6 48 3 r . AB 2 × 1 + ( −1 ) × 4
  ^  
Recorrendo à calculadora, tem-se  AB , BV  ≈ 131,8° .
cos= (
r ɵ, AB ) =

r × AB
 =
22 + ( −1 ) × 12 + 42
2
=
2
5 × 17
 
b) Sendo k = 7 , então tem-se: 2
  = .
  85
cos= (
AB ɵ, BV = )
AB . BV
 
AB × BV
−32
=
02 + 82 + 02 × ( −4 ) + ( −4 ) + 72
2 2 Recorrendo à calculadora, tem-se r ɵ, AB ≈ 77,47° . ( )

−32 −32 4 38. AB =B − A =( −2,1,2 ) − (1,0, − 1 ) =( −3,1,3 ) é um vetor
= = =− .
8 × 9 72 9
  diretor da reta AB.
Recorrendo à calculadora, tem-se AB ɵ, BV ≈ 116,4° . ( ) A reta r é definida pela equação vetorial
( x , y , z=) ( 0,0,3 ) + k ( 0, − 2,1 ) , k ∈ R .
Pág. 136 
Um vetor diretor da reta r é, por exemplo,= r ( 0, − 2,1 ) .
   
35.1. Os vetores FE e BA são colineares e têm sentidos r . AB 0 × ( −3 ) + ( −2 ) × 1 + 1 × 3
 
contrários. Então, FE ɵ, BA (
= 180° . )
cos= (ɵ
r , AB =)
r × AB
 =
0 + ( −2 ) + 12 × ( −3 ) + 12 + 32
2 2 2

1 1
35.2. As retas FE e BA são estritamente paralelas. Então, = = .
5 × 19 95
( FE ɵ, BA )= 0° .
Recorrendo à calculadora, tem-se r ɵ, AB ≈ 1,5 rad .( )
35.3. Como o octógono é regular e está inscrito na 39.1. A reta r é definida pela equação y =
−3 x + 1 .
circunferência, divide-a em oito arcos de amplitude 
r
O declive da reta r é −3, então, por exemplo, = (1, − 3 ) é um
360° : 8 = 45° cada.
vetor diretor da reta r.
ˆ = 2 × 45°= 45° .
O ângulo GHE é inscrito, logo GHE A reta s é definida pela equação y = 3 .
2 
  O declive da reta s é 0, então, por exemplo, s = ( 1,0 ) é um vetor
(HG ɵ, HE= GHE)
ˆ = 45° .
diretor da reta s.
 
  r .s 1 × 1 + ( −3 ) × 0
(
35.4. HGɵ, HE= ) ( )
HG ɵ, HE= 45° . cos= ( )
r ɵ, s  =
r × s
 =
1 + ( −3 ) × 12 + 02
2 2
=
1
10 × 1
1
10
.

(
 
35.5. BC ɵ, BA= ABC
ˆ= ) 6 × 45°
2
= 135° . Recorrendo à calculadora, tem-se r ɵ, s ≈ 71,6° . ( )
  39.2. Qualquer ponto da reta s tem ordenada 3.
( ) (
35.6. BC ɵ, BA= 180° − BC ɵ, BA= 180° − 135=
° 45° .) Sendo B um ponto da reta s, tem-se B ( x , 3 ) , x ∈ R .

70
71 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)
Geometria analítica

A amplitude do ângulo formado pelas retas AB e r é 0° se as retas 42.2. Seja t a reta que passa em A e é perpendicular à reta r.
AB e r forem paralelas. 1 1 2
 t ⊥ r ⇔ mt =
− ⇔ mt =
− ⇔ mt =

AB = B − A = ( x ,3 ) − ( −2,1 ) = ( x + 2,2 ) é um vetor diretor da reta mr 3 3

AB e=r ( 1, − 3 ) é um vetor diretor da reta r. 2
  2
Se as retas AB e r forem paralelas então os vetores AB e r são Uma equação, na forma reduzida, da reta t é y = − x +b.
3
colineares.
  Como o ponto A ( 1, 0 ) pertence à reta t, tem-se:
x +2 2 8
AB e r são colineares se: = ⇔ −3 x − 6 = 2 ⇔ x = − 2 2
1 −3 3 0 =− × 1 + b ⇔ b =
3 3
 8 
Então, B  − , 3  . 2 2
 3  Equação da reta t: y =
− x+
3 3

Pág. 138 43.1. O raio da circunferência de centro A e que passa em B é


40. As retas AB e DE são horizontais, logo m= m= 0. dado por AB .
AB ED

( −2 − 1 ) + ( 4 − 2 )
2 2
As retas BC e EF são paralelas, logo têm o mesmo declive. r = AB = = 9+4 = 13
mBC= mEF= tan ( 60°= ) 3. Uma equação, na forma reduzida, da circunferência de centro
A ( −2, 4 ) e raio 13 é ( x + 2 ) + ( y − 4 ) =
2 2
As retas AF e CD são paralelas, logo têm o mesmo declive. 13
mAF =mCD =tan ( 120° ) =− tan ( 60° ) =− 3 .
43.2. A reta r, sendo tangente à circunferência de centro A no
   7 ponto B, é perpendicular à reta AB.
41.1. Por exemplo, os=
vetores a ( 2,
= 7 ) e b  1,  são 
 2 AB = B − A = ( 1,2 ) − ( −2,4 ) = ( 3, − 2 ) é um vetor diretor da reta

perpendiculares ao vetor = u ( 7, − 2 ) . AB.
  2
De facto, a .u = ( 2 , 7 ) . ( 7, − 2 ) = 14 − 14 = 0 e O declive da reta AB é − .
3
   7 1 1 3
b . u =  1,  . ( 7 , − 2 ) = 7 − 7 = 0 . r ⊥ AB ⇔ mr = − ⇔ mr =
− ⇔ mr =
 2 mAB 2 2

    3
41.2. w ⊥ v ⇔ w . v = 0 ⇔ ( a , b ) . ( −2 , 8 ) = 0 ⇔ −2a + 8b = 0 ⇔
3
Uma equação, na forma reduzida, da reta r é =
y x +b .
⇔a=4b 2
    Como o ponto B ( 1, 2 ) pertence à reta r, tem-se:
41.3. s ⊥ u ⇔ s . u = 0 ⇔ (1, − 3k ) . ( 7, − 2 ) = 0 ⇔ 7 + 6 k = 0 ⇔
3 1
7 2= ×1 + b ⇔ b =
⇔k=− 2 2
6
3 1
Equação da reta r: =
y x+
2 2
Pág. 139
1
3
44.1. Equação reduzida da reta AC: =
y x +1
42.1. 2y − 3 x = 8 ⇔ 2y = 3 x + 8 ⇔ y = x + 4 2
2 C é o ponto de interseção da reta AC com o eixo das ordenadas,
O declive da reta r é
3
. então C ( 0 , 1 ) .
2
O ponto A pertence ao eixo das abcissas, então A ( x , 0 ) , x ∈ R .
Seja s a reta que passa em A e é paralela à reta r.
3 Como A pertence à reta AC, tem-se:
Então, o declive da reta s é porque retas paralelas têm o 1
2 0 = x + 1 ⇔ x =−2
mesmo declive. 2
3 Então, A ( −2, 0 ) .
Uma equação, na forma reduzida, da reta s é = y x +b .
2
44.2. A reta r tem de inclinação 135°.
Como o ponto A ( 1, 0 ) pertence à reta s, tem-se:
Então, mr =tan ( 135° ) =− tan ( 45° ) =−1 .
3 3
0 = × 1 + b ⇔ b =− Uma equação, na forma reduzida, da reta r é y =− x + b .
2 2
3 3 Como o ponto A ( −2, 0 ) pertence à reta r, tem-se:
Equação da reta s: =
y x−
2 2 0 =− ( −2 ) + b ⇔ b =−2
Equação reduzida da reta r: y =− x − 2 .
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71
72
Unidade 2 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)

44.3. Como o triângulo [ABC] é retângulo em C, sabe-se que a Então, s: y = −2 x + 5 .

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reta BC é perpendicular à reta AC. Seguidamente determinam-se as coordenadas do ponto P.
1 1  1
BC ⊥ AC ⇔ mBC = − ⇔ mBC = − ⇔ mBC = −2  1 = y x +1  1
mAC 1 y = x +1 2 y = x +1
 2 ⇔ ⇔ 2 ⇔
2 1
 y =−2 x + 5  x + 1 =−2 x + 5  x + 2 =−4 x + 10
Sabe-se que o ponto C ( 0 , 1 ) pertence à reta BC.  2

Então, uma equação, na forma reduzida, da reta BC é  1 8  9


 y = 2 × 5 + 1  y = 5
y= −2 x + 1 . ⇔ ⇔
B é o ponto de interseção das retas AC e BC. Então, tem-se: =  x 8= x 8
 5  5
 y =− x − 2  y =− x − 2  y =− x − 2  y =−5
 ⇔ ⇔ ⇔ 8 9
y = −2 x + 1  − x − 2 = −2 x + 1  x =3 x = 3 O ponto P tem coordenadas  ,  .
 5 5
Então, B ( 3, − 5 ) .
46.2. A distância do ponto A à reta r é igual a
Pág. 140  8 
2
9
2
49 196 245 7 5
AP
=  3 −  +  −1 − = + = = .
45. Começa-se por determinar as coordenadas do ponto Q,  5  5 25 25 5 5
projeção ortogonal de P sobre a reta t.
46.3. Seja A’ o ponto simétrico de A em relação à reta r.
O ponto Q é a interseção da reta t com a reta s que é
Então,
perpendicular a t e passa em P.
  8 9    8 9    8 9   7 14 
A reta t é definida por 3 x − y + 1 =0 , ou seja, =
y 3x + 1 . AP  ,  +   ,  − ( 3, −=
1)   ,  +  − ,=
=A´ P +=  Q
1 1  5 5   5 5    5 5  5 5 
s ⊥ t ⇔ ms = − ⇔ ms = −
mt 3  1 23 
= , 
1 5 5 
Uma equação, na forma reduzida, da reta s é y = − x +b.
3 47.1. A reta r, sendo tangente à circunferência de centro A no
Como o ponto P ( 1, − 1 ) pertence à reta s, tem-se: ponto B, é perpendicular à reta AB.
1 2 
−1 =− × 1 + b ⇔ b =− AB = B − A = ( 3, − 1 ) − ( 0,3 ) = ( 3, − 4 ) é um vetor diretor da reta
3 3
AB.
1 2
Então, s: y = − x− . 4
3 3 O declive da reta AB é − .
3
Seguidamente determinam-se as coordenadas do ponto Q.
1 1 3
y = 3x + 1 y = 3x + 1 r ⊥ AB ⇔ mr =
− ⇔ mr =
− ⇔ mr =
  =y 3x + 1 mAB 4 4
 1 2⇔ 1 2⇔ ⇔ −
 y =− 3 x − 3 3 x + 1 =− 3 x − 3 9 x + 3 =− x − 2 3
3
Uma equação, na forma reduzida, da reta r é=
y x +b .
 1 4
y= −
=y 3 x + 1  2
⇔ ⇔ Como o ponto B ( 3, − 1 ) pertence à reta r, tem-se:
10 x = −5 x = − 1 3 13
 2 −1 = × 3 + b ⇔ b =−
4 4
 1 1 3 13
O ponto Q tem coordenadas  − , −  .
 2 2 Equação da reta r:= y x− .
4 4
A distância do ponto P à reta t é igual a  
 1 
2
1
2
9 1 10 47.2. AB= ( 3, − 4 ) e BP = P − B = ( x , y ) − ( 3, − 1 ) = ( x − 3, y + 1 ) .
PQ=  1 +  +  −1 +  = + = .  
 2  2 4 4 2 AB . BP =0 ⇔ ( 3, − 4 ) . ( x − 3, y + 1 ) =0 ⇔ 3 ( x − 3 ) − 4 ( y + 1 ) =0 ⇔

46.1. Seja P a projeção ortogonal de A sobre a reta r. 3 13


⇔ 3x − 9 − 4 y − 4 = 0 ⇔ y = x−
O ponto P é a interseção da reta r com a reta s que é 4 4
perpendicular a r e passa em A.
1 Pág. 141
A reta r é definida por =
y x +1 .
2
48.1. O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano tais que
1 1  
s ⊥ r ⇔ ms = − ⇔ ms = − ⇔ ms = −2
mr 1 AB . AP = 0 é a reta perpendicular a AB e que passa em A.
2
Uma equação, na forma reduzida, da reta s é y = −2 x + b . 48.2. O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano tais que
Como o ponto A ( 3, − 1 ) pertence à reta s, tem-se:  
AB . BP = 0 é a reta perpendicular a AB e que passa em B.
−1 =−2 × 3 + b ⇔ b =5

72
73 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)
Geometria analítica

48.3. O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano tais que ˆ= 108° .


1.3. O triângulo [CDE] é isósceles pois CD = DE e CDE
 
AB . MP = 0 é a mediatriz de [AB]. ˆ = 180° − 108°= 36° .
Então, CED
2
48.4. O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano tais que Assim sendo, a inclinação da reta ED é 36°.
 
AP . BP = 0 é a circunferência de diâmetro [AB]. 1.4. A inclinação da reta CD é 180° − 36° , ou seja, 144°.

49.1. O ponto A (1, 2 ) pertence à circunferência definida pela Proposta 2



equação x 2 + ( y + 1 ) =
10 porque 12 + ( 2 + 1 ) =
2 2
10 . 2.1. AB = B − A = ( 3, − 2 ) − ( −2,2 ) = ( 5, − 4 ) é um vetor diretor da
reta AB.
49.2. O centro da circunferência definida pela equação
4
x2 + ( y + 1) =
10 é o ponto C ( 0 , − 1 ) .
2 O declive da reta AB é − .
5
Seja t a reta tangente à circunferência no ponto A. 4
Uma equação, na forma reduzida, da reta AB é y = − x+b .
A reta t, sendo tangente à circunferência de centro C no ponto A, 5
é perpendicular à reta CA. Como o ponto B ( 3, − 2 ) pertence à reta AB, tem-se:

CA = A − C = ( 1,2 ) − ( 0, − 1 ) = ( 1,3 ) é um vetor diretor da reta CA. 4 2
−2 =− × 3 + b ⇔ b =
O declive da reta CA é 3 . 5 5
1 1 4 2
t ⊥ CA ⇔ mt = − ⇔ mt =
− Equação reduzida da reta AB: y =
− x+ .
mCA 3 5 5
1 2.2.
Uma equação, na forma reduzida, da reta t é y = − x +b.
3 a) α é a inclinação da reta AB.
Como o ponto A ( 1, 2 ) pertence à reta t, tem-se: 4
Então, tem-se: tan α = − .
1 7 5
2 =− × 1 + b ⇔ b = Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora conclui-se que
3 3
Equação da reta tangente à circunferência no ponto A: α ≈ 180° − 38,7
= ° 141,3° .
1 7 b) θ é a inclinação da reta r de equação y =−3 x − 8 .
y= − x+
3 3 Então, tem-se: tan θ = −3 .
Como 0° ≤ θ < 180° , recorrendo à calculadora conclui-se que
50.1. O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano tais que
θ ≈ 180° − 71,6
= ° 108,4° .
 
BC . CP = 0 é a reta perpendicular a BC e que passa em C.
 Proposta 3
BC = C − B = ( 3,4 ) − ( 3,0 ) = ( 0,4 ) e
 Seja α a inclinação da reta definida pela equação y + 4 x − 1 =0.
CP = P − C = ( x , y ) − ( 3,4 ) = ( x − 3, y − 4 ) . y + 4 x − 1 =0 ⇔ y =−4 x + 1
  Então, tem-se: tan α = −4 .
BC . CP =0 ⇔ ( 0,4 ) . ( x − 3, y − 4 ) =0 ⇔ 0 ( x − 3 ) + 4 ( y − 4 ) =0 ⇔
Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora conclui-se que
⇔ 4 y − 16 = 0 ⇔ y = 4
α ≈ 180° − 76=
° 104° .
50.2. O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano tais que A opção correta é a (A).
 
AP . BP = 0 é a circunferência de diâmetro [AB]. Proposta 4

AP = P − A = ( x , y ) − ( −1,2 ) = ( x + 1, y − 2 ) e Como θ é a inclinação da reta AB, sabe-se que tan θ = mAB .

BP = P − B = ( x , y ) − ( 3,0 ) = ( x − 3, y ) . 2 − ( −1 )
3
mAB = = = −0,6
  −1 − 4 −5
AP . BP =0 ⇔ ( x + 1, y − 2 ) . ( x − 3, y ) =0 ⇔
Então, tem-se: tan θ = −0,6 .
⇔ ( x + 1 )( x − 3 ) + ( y − 2 ) y = 0 ⇔ x 2 − 3 x + x − 3 + y 2 − 2 y = 0 A opção correta é a (C).
⇔ x 2 − 2 x + y 2 − 2y =3 ⇔ x 2 − 2 x + 1 + y 2 − 2y + 1 =3 + 1 + 1
Pág. 143
⇔ ( x − 1) + ( y − 1) =
2 2
5
Proposta 5

Pág. 142 5.1. Inclinação da reta r: 180° − 45=


° 135° .

Proposta 1 5.2.=
ms tan=
60° 3.
1.1. A amplitude de cada um dos ângulos internos de um
5.3. mr = tan 135° = tan 45° = −1 .
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pentágono regular é igual a 108°.


Então, a inclinação da reta BC é 180° − 108° , ou seja, 72°. A reta r é definida por:
y − 0 =− ( x + 1 ) ⇔ y =− x − 1 .
1.2. A inclinação da reta AE é 108°.

73
74
Unidade 2 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)

5.4. A reta s é definida por: Proposta 9

NEMA11PR © Porto Editora


y − 0= 3 ( x + 1 ) ⇔ y= 3x + 3 . Seja Q´ a projeção ortogonal de Q sobre RS.
 
RS . RQ = −RS × RQ´ =−RS × TQ =−15 × ( 20 − 15 ) =
−75
5.5. B é o ponto de interseção da reta s com o eixo das
(
ordenadas, então B 0 , 3 . ) Proposta 10
A afirmação I é verdadeira porque o ângulo formado pelos
 
vetores GH e GF é obtuso.
Proposta 6 
A afirmação II é falsa porque o ângulo formado pelos vetores OC
6.1. 
a) Sabe-se que α é a inclinação da reta r e que a reta é paralela e OE é agudo.
3 A afirmação III é verdadeira porque o ângulo formado pelos
 
à reta definida pela equação y = − x . vetores GH e GF é raso.
2
3 Donde se conclui que as afirmações I e III são verdadeiras.
Então, tem-se: tan α = − .
2
Proposta 11
1 9 1 4
2
1 + tan= α ⇔ 1=+ 2
⇔ cos= α
cos2 α 4 cos2 α 13     2
11.1. u . v =u × v cos α ⇔ 10 =5 × 3cos α ⇔ cos α = .
4 9 3
sin α + cos α =1 ⇔ sin α + =
2 2
1 ⇔ sin2 α =
2

13 13 4 5
sin2 α + cos2 α =1 ⇔ sin2 α + =1 ⇔ sin2 α =
3 13 9 9
Como 0° ≤ α < 180° , conclui-se que sin α = .
13 5
Como 0° ≤ α ≤ 180° , conclui-se que sin α = .
π 3
b) Por observação da figura, sabe-se que α= + β , ou seja,
2
5
π
α− = β. sin α 3 5
2 11.2. tan=
α = =
cos α 2 2
 π 3 13 3
Então, tem-se cos β = cos  α − = sin α = .
 2 13

6.2. A reta r é definida por: Pág. 145


3 3 Proposta 12
y − 0 =− ( x + 2 ) ⇔ y =− x − 3
2 2 12.1. As faces de um tetraedro regular são triângulos
Então, B ( 0 , − 3 ) . equiláteros.
Então, tem-se:
Proposta 7     1 a2
AB . AC = AB × AC × cos 60° = a × a × = .
2 2
7.1. Seja α a inclinação da reta s.
Sabe-se que α + θ = 90° , ou seja, α= 90° − θ .     1 a2
12.2. AB . BD = AB × BD × cos 120° = a × a ×  −  = −
 2 2
7.2. Como α é a inclinação da reta s definida pela equação
4
=y 0,8 x + 4 , sabe-se que tan α = 0,8 , ou seja, tan α = . Proposta 13
5  
13.1. NF . NY = NY × NP = 3 × 1 = 3
sin θ sin ( 90° − α ) − sin (α − 90° ) cos α 1  
tan
= θ = = = = = 13.2. OX . RB =−OX × RB =−2 × 4 =−8
cos θ cos ( 90° − α ) cos (α − 90° ) sin α tan α  
5 13.3. AD . AZ = AD × AD = 27 × 27 = 27
=
( ) ( ) = ( DV ) ( )
2 2 2 2
4 Cálculo auxiliar: AD + AV ⇔ AD + 32 = 62 ⇔
A reta s é definida por:
( )
2
5 5 9 ⇔ AD =27 ⇔ AD = 27
y + 1= ( x − 1 ) ⇔ y= x − . AD >0
4 4 4
Proposta 14
14.1.
Pág. 144  
a) OB . OA =−OB × OA =− r × r =− r 2
Proposta 8   r
b) OD . AB =OD × AB = × 2r =r 2
Como E é a projeção ortogonal de D sobre AB, sabe-se que 2
   
AB . AD =AE × AD =9 × 28 =252 . r
c) OC . AB =OD × AB = × 2r =r 2
2

74
75 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)
Geometria analítica

    r r r2 Então, tem-se:


d) BC . DB =−BC . BD =−BD × BD =− × =−
2 2 4 BQ 1 BQ x
cos 60= ° ⇔= ⇔ BQ =
x 2 x 2
2
r Seja B´ a projeção ortogonal de B sobre AF.
14.2. ( CD ) + ( OD ) =
(OC ) ⇔ (CD ) +  2  =⇔
2 2 2 2
r2
  x x2
AB . AF =− AF × AB´ =− AF × BQ =− x × =−
3r 2 3r 2 2
( )
2
⇔ CD = ⇔ CD =
4 CD >0 2   x
16.2. BC . BE = 20 ⇔ BQ × BE = 20 ⇔ × 2 x = 20 ⇔
3r  3r  2 2
2
(CD ) + ( AD ) = ( AC ) ( AC )
2 2 2 2
⇔ + = ⇔
4  2  ⇔ x 2 = 20 ⇔ x = 2 5
x >0
2
12r
( )
2
⇔ AC = ⇔ AC = 3r P[ ABCDEF ] =
6×2 5 =
12 5
4 AC >0
16.3. Seja F´ a projeção ortogonal de F sobre AE.
Pág. 146
AF ´ 3 AF ´
cos 30
= ° ⇔ = =´ 3 3
⇔ AF
Proposta 15 6 2 6
F´ é o ponto médio de [AE], então AE = 6 3 .
15.1.  
AE . AF = AF ´ × AE = 3 3 × 6 3 = 54
AB 1 2
a) sin 30=
° ⇔= ⇔ OA= 4.
OA 2 OA
Proposta 17
Como A pertence ao eixo Ox, então A ( 4 , 0 ) .
17.1. Se o pentágono regular tem 20 unidades de perímetro
3
b) =
mOB tan=
30° e a reta OB passa na origem do então tem 4 unidades de lado.
3
Sabe-se que a amplitude de cada um dos ângulos internos de um
referencial.
pentágono regular é igual a 108°.
3 Então, tem-se:
Então, a reta OB é definida pela equação y = x.  
3 QR . QP = 4 × 4 × cos 108° = 16 × cos 108° ≈ −4,94 .
mAB = tan ( 180° − 60° ) = − tan 60° = − 3 .
17.2.
AB : y =
− 3x + b .
a) Seja M o ponto médio de [PQ].
Como a reta AB passa no ponto A ( 4 , 0 ) , tem-se:
PM 2 2
cos 54=
° ⇔ cos 54=
° ⇔ OP
= ⇔ OP ≈ 3,4
0 =− 3 × 4 + b ⇔ b =4 3 OP OP cos 54°
Então, AB : y =
− 3x + 4 3 . b) M é a projeção ortogonal de O sobre PQ.
 
c) B é o ponto de interseção das retas OB e AB. Então, PQ . PO = PO × PQ = 2 × 4 = 8 .
 3  3
= 3 y = x y x
y = x  3  3 Proposta 18
 3 ⇔ ⇔ ⇔
y =  3x= 4 3 x = 
 − 3 x + 4 3 − 3 x + 4 3 4 3 18.1. Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores u e
 3  3 
v.
 y = 3        
⇔ u × v cos α ⇔ u × v =
u .v = u × v cos α ⇔ 1 =
cos α
 x = 3 Como 0° ≤ α ≤ 180° , conclui-se que α = 0° .
Assim sendo, B 3, 3 . ( )      
18.2. u . v= u × v cos α ⇔ 0= u × v cos α ⇔ 0= cos α
  Como 0° ≤ α ≤ 180° , conclui-se que α= 90° .
( 3)
2
15.2. OB . AO
= 32 + × 4 × cos 150

       
18.3. u . v =
u × v cos α ⇔ − u × v = u × v cos α ⇔
 3
= 2 3 × 4 × ( − cos 30°=
) 2 3 × 4 ×  − = −12 ⇔ −1 =cos α
 2  Como 0° ≤ α ≤ 180° , conclui-se que =
α 180° .

Proposta 16     3    
18.4. u . v =
u × v cos α ⇔ − u × v cos α ⇔
u × v =
2
16.1. Sendo [ABCDEF] um hexágono regular, sabe-se que a
3
amplitude de cada um dos ângulos internos é igual a 120°. ⇔− =cos α
ˆ = 60° . 2
Logo, CBE
Como 0° ≤ α ≤ 180° , conclui-se que =
α 180° − 30=
° 150° .
Seja Q a projeção ortogonal de C sobre BE.
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75
76
Unidade 2 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)

Proposta 24

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Pág. 147
24.1. O lugar geométrico dos pontos P do plano que satisfazem a
 
Proposta 19 condição AB . BP = 0 é a reta perpendicular a AB e que passa em
B.
 
AB = B − A = ( 2,1 ) e BP = P − B = ( x , y ) − ( 4,0 ) = ( x − 4, y ) .
 
AB . BP = 0 ⇔ ( 2,1 ) . ( x − 4, y ) = 0 ⇔ 2 x − 8 + y = 0 ⇔ y = −2 x + 8 .
A reta perpendicular a AB e que passa em B é definida pela
equação y = −2 x + 8 .

A opção correta é a (B). 24.2. O lugar geométrico dos pontos P do plano que satisfazem a
 
condição AP . BP = 0 é a circunferência de diâmetro [AB].
Proposta 20 
AP = P − A = ( x , y ) − ( 2, − 1 ) = ( x − 2, y + 1 ) e

BP = P − B = ( x , y ) − ( 4,0 ) = ( x − 4, y ) .
 
AP . BP =0 ⇔ ( x − 2, y + 1 ) . ( x − 4, y ) =0 ⇔
⇔ ( x − 2 )( x − 4 ) + ( y + 1 ) y = 0 ⇔ x 2 − 4 x − 2 x + 8 + y 2 + y = 0
1 1
A opção correta é a (C). ⇔ x 2 − 6 x + y 2 + y =−8 ⇔ x 2 − 6 x + 9 + y 2 + y + =−8 + 9 + ⇔
4 4
2
Proposta 21  1 5
⇔ ( x − 3) +  y +  =
2

 2 4
21.1. As bases do prisma são triângulos retângulos e isósceles. A circunferência de diâmetro [AB] é definida pela condição
Então, tem-se: 2
 1 5
( x − 3)
2
CD 2 3 6 +  y +  =.
sin 45° = ⇔ = ⇔ CE = ⇔ CE = 3 2 .  2 4
CE 2 CE 2
Logo, P[ CDE ] =2CD + CE =6 + 3 2 ≈ 10,2 . 24.3. O lugar geométrico dos pontos P do plano que satisfazem a
 
condição MP . AB = 0 , sendo M o ponto médio de [AB], é a
21.2.
  mediatriz de [AB].
a) CD . DE = 3 × 3 × cos 90° = 9 × 0 = 0
   2 + 4 −1 + 0   1
b) CB . CE = 3 × 3 2 × cos 180° = 9 2 × ( −1 ) = −9 2 M ,  , ou seja, M  3, −  .
 2 2   2
   2   1  1  
c) BA . ED = 8 × 3 × cos 135° = 24 ×  −  = −12 2 MP =P − M =( x , y ) −  3, −  = x − 3, y +  e AB = B − A = ( 2,1 )
 2   2  2
   1 1
MP . AB = 0 ⇔  x − 3, y +  . ( 2,1 ) = 0 ⇔ 2 x − 6 + y + = 0 ⇔
Proposta 22  2 2
             
( )( )
u . v = EA + AB . ED + DC =EA . ED + EA . DC + AB . ED + AB . DC = ⇔y= −2 x +
11
2
1 2 7
=− a × a + 0 + 0 + a × a = a2 11
3 3 9 Uma equação da mediatriz de [AB] é y = −2 x + .
2

Pág. 148 Proposta 25


Proposta 23 x 1
x + 3y − 1 =0 ⇔ y =− + .
 3 3
  
23.1. BA . CA = 0 porque os vetores BA e CA são 1
Logo, mr = − .
perpendiculares. 3

Um vetor diretor da reta s é v ( 2,6 ) .
      
( )
23.2. CA − AB . AB = 0 22 =
CA . AB − AB . AB =− −4
Então, ms=
6
= 3.
  2
23.3. BA . BC = BA × BA = 2 × 2 = 4 Assim sendo, as retas r e s são perpendiculares porque
1
mr = − .
ms
A opção correta é a (A).

76
77 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)
Geometria analítica

Proposta 26 1
Uma equação, na forma reduzida, da reta s é y = − x+b.
 2
26.1. AB = B − A = ( 2k − 7,3 ) .
Como o ponto A ( 0 , 4 ) pertence à reta s, uma equação da reta s
   
AB ⊥ u ⇔ AB . u = 0 ⇔ ( 2k − 7,3 ) . ( 3k , k + 4 ) = 0 ⇔ 1
éy= − x+4 .
2 2
⇔ 6 k − 21k + 3k + 12 =0 ⇔ 6k − 18 k + 12 =0 ⇔ k =1 ∨ k =2 2
  Seguidamente determinam-se as coordenadas do ponto B.
26.2. AB . u < 0 ⇔ ( 2k − 7,3 ) . ( 3k , k + 4 ) < 0 ⇔  1
 1 y= − x+4  1
y = − x + 4  2 y = − x+4
⇔ 6k 2 − 21k + 3k + 12 < 0 ⇔ 6k 2 − 18k + 12 < 0 ⇔ k ∈ ] 1, 2 [  2 ⇔ ⇔ 2 ⇔
Cálculos auxiliares:  y = 2 x − 3  − 1 x + 4 = 2 x − 3  − x + 8 = 4 x − 6
 2
6 k 2 − 18k + 12 =0 ⇔
 1 14  13
3± 9−8 y =− × + 4  y =
⇔ k 2 − 3k + 2 = 0 ⇔ k =  2 5  5
2 ⇔ ⇔
x = 14  x 14
⇔ k =2 ∨ k =1 =
 5  5
 14 13 
Pág. 149 O ponto B tem coordenadas  ,  .
 5 5 
Proposta 27 A distância do ponto A à reta r é igual a:
2 2
 14   13  196 49 245 7 5
OB OB AB =  0 −  +  4 − = + = = .
27.1. tan 60=
° 3
⇔ = ⇔ OB
= 4 3.  5   5  25 25 5 5
OC 4
Então, AC =
2× 4 3 =
8 3. Proposta 29
(
Donde se conclui que A 4 , 8 3 . ) 
29.1. AC = C − A = ( 3, − 2 )
   
27.2. BC . CD = −CB . CD = −8 × 8 × cos 60° = −32 . 2
Logo, mAC = − .
3
27.3. Se P pertence ao eixo das ordenadas, então 1 3
t ⊥ AC ⇔ mt =
− ⇔ mt =
P ( 0 , y ) , y ∈R . mAC 2
  3
CD . OP = ( )
−24 ⇔ 4,4 3 . ( 0, y ) =
−24 ⇔ 4 3y =
−24 ⇔ Então, t : =
y
2
x+b .

6 Como o ponto A ( 2, 5 ) pertence à reta t tem-se:


⇔y=−
3
⇔y= (
−2 3 . Então, P 0 , − 2 3 . )
3
5= ×2 + b ⇔ 2 = b
2
Proposta 28 3
Equação reduzida da reta t: =
y x +2 .
28.1. r : =
y 2x − 3 . 2

Logo, mr = 2 . 29.2. Sendo α a inclinação da reta t, sabe-se que tan α = mt .


Qualquer vetor com a direção da reta r é da forma 3
 Então, tem-se tan α = .
=v k ( 1,2 ) , k ∈ R . 2
 
Se k = 1 tem-se = v ( 1,2
= ) u. Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que
α ≈ 56,3° .
28.2.

32 + ( −2 )=
2
a) O conjunto dos pontos P do plano que satisfazem a condição 29.3. =
r AC= 13
  
u . AP = 0 é a reta perpendicular a u e que passa em A. Uma equação da circunferência representada é
  x
( x − 5) + ( y − 3)
2 2
u . AP = 0 ⇔ ( 1,2 ) . ( x , y − 4 ) = 0 ⇔ x + 2y − 8 = 0 ⇔ y = − + 4 13 .
=
2

A reta perpendicular a u e que passa em A é definida pela
x Pág. 150
equação y = − +4 .
2 Proposta 30
b) Seja B a projeção ortogonal de A sobre a reta r.
O ponto B é a interseção da reta r com a reta s que é 30.1. P ( 3, y ) , y < 0 .
perpendicular a r e passa em A.
Como P pertence à circunferência, tem-se:
A reta r é definida por = y 2x − 3 .
32 + ( y − 2 ) =⇔
25 ( y − 2 ) =⇔
2 2
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16 y − 2 =
4 ∨ y −2 =
−4 ⇔
1 1
s ⊥ r ⇔ ms = − ⇔ ms = − ⇔y=6∨y=−2
mr 2
Donde se conclui que P ( 3, − 2 ) .

77
78
Unidade 2 Unidade 2 – NEMA11PR (20152608)


CP = P − C = ( 3, − 4 ) 31.3. Um vetor com a direção da reta r é, por exemplo,

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4 u
= ( 5, − 2 ) .
Logo, mCP = − .
3  
r .s 5 × ( −3 ) + ( −2 ) × 6
r ⊥ CP ⇔ mr =