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Departamento de Educação

MULTICULTURALISMO (S), INTERCULTURALIDADE E EDUCAÇÃO

Alunas: Renata Domingues Maciel e Roberta Veran Toscano Dantas


Orientadora: Vera Maria Ferrão Candau

Introdução
A participação no Grupo de Estudo Sobre Cotidiano, Educação e Cultura(s)- GECEC
teve início no mês de maio de 2013, incluindo, principalmente, a presença em reuniões
semanais, quando diversos aspectos da pesquisa “Direitos Humanos, Educação,
Interculturalidade: construindo práticas pedagógicas” são ressaltados, analisados e debatidos
pelo grupo como um todo. Inicialmente, foi realizada uma densa carga de leitura no sentido de
possibilitar o acompanhamento de assuntos que já haviam sido estudados em semestres
anteriores pelo grupo. Concomitantemente a tais leituras, foram analisados os trabalhos já
realizados pelos participantes do GECEC, assim como textos de livros e artigos produzidos
por Vera Candau, coordenadora do grupo, os quais possibilitaram melhor entendimento e
reflexões acerca de questões relacionadas ao multiculturalismo e interculturalidade. As
atividades mencionadas foram, frequentemente, seguidas por elaborações de resumos. Foram
assistidas duas palestras, que abordaram os seguintes temas: o curso superior de formação de
professores indígenas; currículo, didática e formação de professores.
A partir dos estudos realizados no Grupo de Estudo GECEC, que tem como finalidade
o desenvolvimento de estudos e pesquisas de caráter interdisciplinar, privilegiando como
temática central as relações entre educação e cultura(s) em diferentes espaços educativos, este
trabalho refere-se a uma pesquisa, de caráter bibliográfico, realizada em revista brasileira de
educação, classifica pelo sistema Qualis 1 A. O tema abordado diz respeito à problemática das
relações entre diversidade cultural e educação, o qual é considerado, por este grupo de
pesquisa, como sendo de especial relevância para a construção de uma sociedade
verdadeiramente democrática. O Grupo de Estudo Sobre Cotidiano, Educação e Cultura(s),
considera o tema do multiculturalismo/interculturalidade como sendo polêmico e influenciado
por questões tanto acadêmicas quanto sociais e, ainda, que admite diferentes perspectivas.

Objetivos
Identificar os artigos publicados nos últimos cinco anos, que trabalham a
interculturalidade/multiculturalismo(s), bem como analisar a produção sobre essa temática,
visando ressaltar as principais discussões e questões presentes, à luz das diferentes abordagens
do multiculturalismo e da interculturalidade.

Metodologia
Tratando-se de uma pesquisa de caráter bibliográfico, tem como ponto de partida o
levantamento de artigos publicados na Revista Brasileira de Educação, editada pela
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), considerada pela
comunidade acadêmica como especialmente significativa em relação à produção científica na
área de Educação. Num segundo momento, foi feita uma análise dos artigos destacando-se os
seguintes aspectos: temas abordados, principais autores que fundamentam os diferentes
trabalhos, metodologias utilizadas e conclusões mais relevantes. O terceiro momento foi
dedicado a um balanço crítico dos textos analisados à luz de suas possíveis contribuições para
o desenvolvimento de uma educação intercultural.
Departamento de Educação

Multiculturalismo (s) e Interculturalidade


A polissemia do termo multiculturalismo gera dificuldades para penetrar na sua
problemática, sendo inúmeras as concepções e vertentes multiculturais. Forquin (2000)
salienta a importância da distinção entre duas abordagens fundamentais: uma descritiva e
outra prescritiva. A abordagem descritiva sustenta o argumento de que o multiculturalismo
seria uma característica das sociedades atuais, considerando estas como multiculturais. São
enfatizadas a descrição e a compreensão da construção da formação multicultural de cada
contexto específico. Por outro lado, a perspectiva prescritiva compreende o multiculturalismo
como sendo não apenas algo dado pela realidade de cada contexto, mas sim como uma
maneira de atuar e de intervir na dinâmica social. A sociedade multicultural constrói-se
tomando alguns parâmetros como base e, sendo assim, há a necessidade de se compreender as
distinções entre as diversas concepções que embasam tal construção.
Segundo Candau (2008), as três perspectivas consideradas como fundamentais,
estando na base de diversas propostas, são o multiculturalismo assimilacionista, o
multiculturalismo diferencialista ou plural, e o multiculturalismo interativo, denominado
interculturalidade. A abordagem assimilacionista entende que atualmente vive-se em
sociedade multicultural, no sentido descritivo, em que as pessoas não dispõem das mesmas
oportunidades, ou seja, em que não existe igualdade de oportunidades. A partir de uma
política assimilacionista, numa perspectiva prescritiva, procura favorecer a integração de
todos na sociedade e que sejam incorporados à cultura hegemônica, não se alterando, porém, a
matriz da sociedade. No que tange à educação, propõe-se uma política de universalização da
escolarização, onde todos são convidados a participar do sistema escolar, porém não há um
questionamento em relação ao caráter de monoculturalidade presente, por exemplo, nos
currículos, nos conteúdos, na dinâmica escolar e nas relações estabelecidas entre os diferentes
sujeitos. De acordo com McLaren (1997), seria necessário que o sujeito se despisse de sua
própria cultura para se juntar à turma. Por outro lado, a partir de uma concepção
diferencialista de multiculturalismo, entende-se que a ênfase sobre a assimilação teria como
consequência a negação da diferença, e, dessa forma, propõe que a ênfase recaia sobre a
diferença e que sejam garantidos espaços para que as identidades culturais possam se
expressar, acreditando que somente dessa forma as matrizes sociais possam ser preservadas.
Privilegia-se a formação de comunidades culturais homogêneas com suas próprias
organizações.
Apesar destas serem as posições mais privilegiadas na sociedade, a perspectiva
adotada por Vera Candau e pelo GECEC constitui-se numa terceira concepção, a qual propõe
um multiculturalismo interativo e aberto, privilegiando a interculturalidade, considerando a
mesma como sendo mais adequada para o desenvolvimento de sociedades que sejam
inclusivas e democráticas e que sejam capazes de promover uma articulação entre políticas de
igualdade com políticas de identidade. A abordagem intercultural assumida pelo GECEC
assemelha-se com o multiculturalismo crítico de McLaren (1997), considerando que o
multiculturalismo deve estar situado de acordo com uma agenda política de transformação. As
representações de raça, gênero e classe são entendidas, sob esta perspectiva, como sendo
produtos de lutas sociais sobre os signos e as significações, privilegiando-se as
transformações das relações sociais, culturais e institucionais nas quais estes significados são
gerados. Acredita, ainda, que a cultura não pode ser vista como espaço sem conflitos, e que a
diferença deve ser afirmada estando inserida no contexto de uma política que assuma uma
postura crítica e que esteja comprometida com a busca pela justiça social. Assim, a
perspectiva intercultural defendida e adotada por Vera Candau (2008) e pelo GECEC
pretende a promoção de uma educação que esteja voltada para o reconhecimento do “outro”.
Autores como Catherine Walsh (2001) e Boaventura Sousa Santos (2003) também são citados
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e estudados, embasando tal perspectiva, a qual foi tomada como referência para a leitura e
análise dos objetos deste trabalho.

Uma Aproximação à Produção da Revista Brasileira de Educação


A análise realizada incluiu aspectos quantitativos e qualitativos. Do ponto de vista
quantitativo, a Tabela I, apresentada a seguir, indica que foram publicados, no período dos
últimos cinco anos (2008-2012), cento e cinquenta e nove artigos, sendo que somente oito
foram identificados como tratando de temáticas multiculturais, isto é, aproximadamente 5%
da produção deste período.

Tabela I:
Distribuição dos artigos selecionados publicados nos últimos 5 anos na Revista Brasileira de Educação.

ANO NÚMERO DA ARTIGOS ARTIGOS


REVISTA PUBLICADOS SELECIONADOS

37 12 1

2008 38 11 -

39 11 -

40 11 1

2009 41 8 -

42 11 -

43 12 -

2010 44 11 -

45 12 -

46 11 1

2011 47 9 -

48 11 1

49 10 1

2012 50 8 2

51 11 1

TOTAL 15 revistas 159 8

Tal realidade permite afirmar que ainda é pouco frequente a abordagem de questões
multiculturais na produção da referida revista. No entanto, foi evidenciada uma maior
concentração dos artigos a partir dos últimos dois anos analisados (2011 e 2012).
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Do ponto de vista qualitativo, procurou-se destacar os principais temas abordados,


assim como os autores com quem os trabalhos mais dialogaram, metodologias mais utilizadas
e, ainda, as conclusões mais relevantes.
Com referência aos principais temas abordados, é possível destacar o da relação entre
sexualidade, gênero e educação. Segue-se a temática das inter-relações entre classe social,
questões de gênero, raça/cor, assim como a que diz respeito às relações étnico-raciais.
Outros temas que também foram objeto de preocupação são: diferentes abordagens do
multiculturalismo, direitos humanos e educação intercultural, identidades juvenis, currículo,
educação em direitos humanos e diferença, e educação escolar quilombola.
Percebe-se um número significativo de textos em que a preocupação fundamental é o
reconhecimento e a valorização das diferenças culturais muitas vezes invisibilizadas nos
processos educacionais, particularmente na escola. A preocupação com o diálogo intercultural
aparece praticamente de forma tímida e pouco significativa.
No que diz respeito aos autores e/ou abordagens mais privilegiadas, é possível
destacar as referências a autores internacionais como McLaren, Boaventura Santos, Foucault e
Judith Butler. Quanto aos autores nacionais, apresentam maior incidência Candau e Moreira.
Em relação às metodologias, a maioria dos trabalhos utilizam diferentes
procedimentos orientados à realização de uma reflexão analítica e crítica de caráter teórico,
tendo como referência: documentos oficiais e livros didáticos, referências curriculares, artigos
publicados e o desenvolvimento de trabalhos na perspectiva de Estado da Arte. Somente três
dos artigos analisados fazem referência a pesquisas de campo com realização de entrevistas,
grupos de discussão, pesquisa ação e histórias de vida.
Quanto às principais conclusões apontadas pelos diferentes autores/as dos artigos
analisados pode-se dizer que a sociedade atual vive uma crise de paradigma, na qual a
problemática dos Direitos Humanos fica em destaque e precisa ser ressignificada, sendo
necessário, para tanto, que haja um processo de reconceitualização. A grande questão
percebida, principalmente em Candau (2008) e Ramos (2011), foi a tensão entre igualdade e
diferença, considerando-se que a articulação entre estes dois conceitos deve superar a
afirmação da igualdade ou da diferença para se pensar em igualdade na diferença.
Em relação às conclusões de artigos que abordaram temas sobre a sexualidade, gênero
e educação, questões de gênero, raça/cor, e relações étnico-raciais, constatou-se que os jovens
apresentam o seu desenvolvimento como atores generificados e sexualizados, sendo a
produção de identidade um processo intra e interpessoal, que ocorre através da combinação de
como o indivíduo percebe a si próprio e suas histórias pessoais e de como acontecem suas
relações com os outros. Desta forma, não é suficiente que os professores tenham apenas
empatia com os jovens, mas que, também, tenham consciência de que suas práticas são
importantes influências na produção de identidades dos jovens. Principalmente em Canen e
Xavier (2011), ao pesquisarem sobre a formação continuada de professores, com foco nos
GTs sobre educação, relações étnico-raciais e gênero, sexualidade e educação, foi visto que a
formação de professores constitui-se como uma excelente oportunidade para o exercício das
discussões e implementações de proposições que tornem possíveis a construção de novos
caminhos no que diz respeito às questões presentes no contexto escolar sobre a diversidade
cultural. Foi percebido, ainda de acordo com estas duas autoras, que o foco de estudos dos
GTs nestas temáticas recai sobre as identidades marginalizadas, que são normalmente
analisadas de forma coletiva. Para tais autoras, são raras as pesquisas realizadas a partir das
realidades de escolas públicas e sobre a elaboração dos currículos, com suas dimensões e
análise de seus impactos nos contextos escolares e na formação multicultural de professores.
Em Miranda (2012), ao analisar a inserção da modalidade de educação quilombola no
âmbito das políticas de educação, foi apontado o fato de a escola ser vista como alternativa de
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sobrevivência e reforço da identidade étnico-cultural e como um território de conhecimentos e


projetos.
Ferrari (2012), aponta para uma articulação entre sexualidade e cultura, onde a
educação foi o campo de análise para esta aproximação. Afirma, ainda, que a formação de
professores e a cultura digital estão diretamente relacionadas à produção de imaginários e de
reconhecimento identitário. Em consonância com este artigo, encontra-se Filha (2012) que,
em suas conclusões, aponta para a percepção de que as crianças demonstraram-se abertas à
construção de novas formas de dar sentindo às questões de gênero e às múltiplas
possibilidades de construção de masculinidade e feminilidade, ressaltando, porém, que os
meninos possuem maior dificuldade para desconstruir o modelo único de masculinidade.
No que tange à temática das inter-relações entre classes sociais, Yannoulas concluiu
que a escola pública precisa ser compreendida e analisada levando-se em consideração as suas
questões econômicas, políticas, culturais e educacionais e, ainda, que as múltiplas funções
exercidas na escola pública devem ser articuladas em um trabalho interdisciplinar.

Considerações Finais
Apesar da pouca frequência de textos sobre a diferença cultural na produção analisada,
emergem questões significativas, que estão desafiando as sociedades e os processos
educacionais, especificamente a escola na atualidade, tais como questões de gênero,
sexualidade, relações étnicos-raciais, tensões entre igualdade e diferenças e Direitos
Humanos.
A grande maioria dos textos se situou no âmbito de uma reflexão teórica e analítica
sobre os temas abordados, estando pouco presentes as pesquisas desenvolvidas no “chão da
escola”. Nesse sentido, torna-se importante estimular trabalhos de investigação sobre esta
temática que tenham como referência as práticas escolares.
Em geral, a principal preocupação nos textos analisados diz respeito à construção das
identidades de sujeitos sócio-culturais invisibilizados ou não valorizados na sociedade atual.
Situam-se, portanto, na perspectiva da afirmação identitária. Neste sentido, tendo presente as
diferentes vertentes do multiculturalismo, perecem situar-se na perspectiva assimilacionista,
orientado a promover a igualdade de oportunidades e a integração dos diferentes sujeitos
sócio-culturais na sociedade vigente. A questão intercultural praticamente não é abordada, a
não ser nos textos que tratam da tensão entre igualdade e diferença. Nestas produções, emerge
a perspectiva crítica do multiculturalismo a partir da discussão sobre as relações entre Direitos
Humanos e diversidade cultural.
A educação intercultural aparece como uma perspectiva alternativa e contra-
hegemônica de construção social, política e educacional, sendo complexa por estar
atravessada por desafios e tensões, tornando necessária a problematização das diferentes
práticas sociais e educativas.

Referências Bibliográficas

CANDAU, Vera Maria. Direitos humanos, educação e interculturalidade: as tensões entre


igualdade e diferença. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 13, nº37,
Janeiro/Abril, 2008. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação –
ANPEd. ISSN: 1413-2478. Editora Autores Associados.

FORQUIN, Jean-Claude. O currículo: entre o relativismo e o universalismo. Revista


Educação e Sociedade, Campinas, v. 21, n. 73, p.47-70, dez. 2000.
Departamento de Educação

MCLAREN, P. Multiculturalismo crítico. São Paulo: Cortez, 1997.

SANTOS, Boaventura de Sousa (Org.). Reconhecer para Libertar: os caminhos do


cosmopolitismo multicultural. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

WALSH, Catherine. La Educación Intercultural en La Educación. Ministério de Educación.


Peru (documento de trabalho, 2001).

Artigos Analisados

1 - CANDAU, Vera Maria. Direitos humanos, educação e interculturalidade: as tensões entre


igualdade e diferença. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 13, nº37,
Janeiro/Abril, 2008. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação –
ANPEd. ISSN: 1413-2478. Editora Autores Associados.

2 - CANEN, Ana; XAVIER, Giseli Pereli de Moura. Formação Continuada de Professores


para a Diversidade Cultural: ênfases, silêncios e perspectivas. Revista Brasileira de
Educação, Rio de Janeiro, v. 16, nº48, Setembro/Dezembro, 2011. Associação Nacional de
Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPEd. ISSN: 1413-2478. Editora Autores
Associados.

3 - EPSTEIN,D.&JOHNSON, R. Jovens produzindo identidades sexuais. Revista Brasileira


de Educação, Rio de Janeiro, v. 14, nº40, Janeiro/Abril, 2009. Associação Nacional de Pós-
Graduação e Pesquisa em Educação – ANPEd. ISSN: 1413-2478. Editora Autores
Associados.

4 - FERRARI, Anderson. Cultura visual e homossexualidades na constituição de “novas”


infâncias e “novos” docentes. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 17, nº49,
Janeiro/Abril, 2012. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação –
ANPEd. ISSN: 1413-2478. Editora Autores Associados.

5 - FILHA, Constantina Xavier. A menina e o menino que brincavam de ser: representações


de gênero e sexualidade em pesquisa com crianças. Revista Brasileira de Educação, Rio de
Janeiro, v. 17, nº51, Setembro/Dezembro, 2012. Associação Nacional de Pós-Graduação e
Pesquisa em Educação – ANPEd. ISSN: 1413-2478. Editora Autores Associados.

6 - MIRANDA, S. A. Educação escolar quilombola em Minas Gerais: entre ausências e


emergências. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 17, nº50, Maio/Agosto,
2012. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPEd. ISSN:
1413-2478. Editora Autores Associados.

7 - RAMOS, Aura Helena. Educação em Direitos Humanos: local da diferença. Revista


Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 16, nº46, Janeiro/Abril, 2011. Associação
Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPEd. ISSN: 1413-2478. Editora
Autores Associados.

8 - YANNOULAS, S.C., ASSIS, S.G, FERREIRA, K.M. Educação e Pobreza: Limiares de


um campo em (re) definição. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 17, nº50,
Departamento de Educação

Maio/Agosto, 2012. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação –


ANPEd. ISSN: 1413-2478. Editora Autores Associados.

Pesquisa Realizada na Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, Associação


Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPEd. ISSN: 1413-2478.
Editora Autores Associados, incluindo as publicações dos últimos 5 anos ( 2008 a 2012), do
nº37 ao nº51.
Departamento de Educação

ANEXOS
Departamento de Educação

Quadro I :
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPEd
Período: Janeiro a Abril de 2008

NÚMERO Nº TOTAL
ANO DA DE ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO
REVISTA ARTIGOS
2008 Nº 37, 12 1- CANDAU, Vera São apresentadas questões
Maria. Direitos relativas à importância
humanos, educação da(s) cultura(s) no
e interculturalidade: momento em que o artigo
as tensões entre foi escrito, discutindo a
igualdade e relevância do discurso dos
diferença. Direitos Humanos nesse
contexto. São analisadas
diferentes abordagens do
multiculturalismo,
assinalando, ainda, quais os
desafios são importantes
para se trabalhar as
relações entre educação
intercultural e direitos
humanos.

Quadro II:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPEd
Período: Maio a Agosto de 2008
NÚMERO Nº TOTAL ARTIGOS
ANO DA DE SELECIONADOS OBSERVAÇÃO
REVISTA ARTIGOS
2008 Nº 38 11 Não foi selecionado Não há artigo que se relacione
artigo com a pesquisa apresentada
neste relatório.

Quadro III:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação- ANPEd
Período: Setembro – Dezembro 2008
ANO NÚMERO DA Nº TOTAL ARTIGOS
REVISTA DE ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO
2008 Nº39 11 Não foi selecionado Não há artigo que se
artigo relacione com a pesquisa
apresentada neste
relatório.
Departamento de Educação

Quadro IV:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação em Pesquisa em Educação- ANPEd.
Período: Janeiro – Abril de 2009
NÚMERO Nº TOTAL ARTIGOS SELECIONADOS
ANO DA DE OBSERVAÇÃO
REVISTA ARTIGOS
2009 Nº 40 11 1- EPSTEIN,D.&JOHNSON, R. O artigo busca
Jovens produzindo identidades entender o modo
sexuais. como os jovens
formam suas
identidades,
particularmente
em relação à
sexualidade e ao
gênero.

Quadro V:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação-ANPEd
Período: Maio - Agosto 2009
NÚMERO DA Nº TOTAL ARTIGOS
ANO REVISTA DE ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO

2009 Nº41 8 Não foi selecionado Não há artigo que se


artigo relacione com a pesquisa
apresentada neste
relatório.

Quadro VI:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós- Graduação e Pesquisa em Educação -ANPEd
Período: Setembro – Dezembro 2009
NÚMERO DA Nº TORAL ARTIGOS
ANO REVISTA DE ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO
2009 Nº42 11 Não foi selecionado Não há artigo que se
artigo relacione com a pesquisa
apresentada neste
relatório.

Quadro VII:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação- ANPEd
Período: Janeiro a Abril de 2010
NÚMERO DA Nº TOTAL ARTIGOS
ANO REVISTA DE ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO
Nº 43 12 Não foi selecionado Não há artigo que se relacione
2010 artigo com a pesquisa apresentada
neste relatório.
Departamento de Educação

Quadro VIII:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPEd
Período: Maio a Agosto de 2010
NÚMERO DA Nº TOTAL DE ARTIGOS
ANO REVISTA ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO
2010 Nº 44 11 Não foi selecionado Não há artigo que se relacione
artigo com a pesquisa apresentada
neste relatório.

Quadro IX:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação
Período: Setembro- Dezembro 2010
NÚMERO DA Nº TOTAL ARTIGOS
ANO REVISTA DE ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO

2010 Nº45 12 Não foi selecionado Não há artigo que se


artigo relacione com a pesquisa
apresentada neste
relatório.

Quadro X:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação- ANPEd
Período: Janeiro a Abril de 2011
NÚMERO DA Nº TOTAL ARTIGOS
ANO REVISTA DE ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO
1- RAMOS, Aura Investigação da constituição
2011 Nº 46 11 Helena. do currículo de Educação em
Educação em Direitos Humanos no Brasil
Direitos no sentido de identificar o
Humanos: local modo como a diferença se
da diferença. articula e promove
consensos nesses espaços
curriculares.

Quadro XI:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPEd
Período: Maio a Agosto de 2011

NÚMERO DA Nº TOTAL DE ARTIGOS


ANO REVISTA ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO
2011 Nº 47 09 Não foi selecionado Não há artigo que se
artigo relacione com a pesquisa
apresentada neste relatório.
Departamento de Educação

Quadro XII:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPEd
Período: Setembro a Dezembro de 2011

NÚMERO DA Nº TOTAL ARTIGOS SELECIONADOS


ANO REVISTA DE ARTIGOS OBSERVAÇÃO

2011 Nº 48 11 1- CANEN & XAVIER. Formação Continuada


Formação Continuada de professores como
de Professores para a objeto de debates em
contextos acadêmicos
Diversidade Cultural:
e políticos, com foco
ênfases, silêncios e nos GTs de Formação
perspectivas. de Professores,
Didática, Educação e
Relações Étnico-
Raciais e Gênero,
Sexualidade e
Educação.

Quadro XIII:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação- ANPEd
Período: Janeiro – Abril de 2012
NÚMERO Nº TOTAL ARTIGOS
ANO DA REVISTA DE ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO

2012 Nº49 10 1- FERRARI, As articulações entre a


Anderson. Cultura sexualidade e a cultura,
visual e tomando a educação
homossexualidades como campo de análise
na constituição de desse encontro.
“novas” infâncias e
“novos” docentes.
Departamento de Educação

Quadro XIV:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPEd
Período: Maio a Agosto de 2012
NÚMERO Nº TOTAL
ANO DA REVISTA DE ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO
ARTIGOS
2012 Nº50 8 1- YANNOULAS, S.C., O artigo tem como foco
ASSIS, S.G, principal a relação entre
FERREIRA, K.M. situação de pobreza e
Educação e Pobreza: educação formal,
Limiares de um campo considerando as
em (re) definição. produções publicadas
on-line, buscando
estabelecer uma
tipologia entre as
interpretações dos
pesquisadores e
analisando as questões
de gênero, raça/cor e
classe social envolvidas
com o tema.
2- MIRANDA, S. A. O texto busca
Educação escolar problematizar a inserção
quilombola em Minas da modalidade de
Gerais: entre educação quilombola no
ausências e âmbito das políticas de
emergências. educação, abrangendo o
debate sobre o
reconhecimento de
diretos destas mesmas
comunidades.

Quadro XV:
Revista: Revista Brasileira de Educação
Instituição: Associação Nacional de Pós- Graduação e Pesquisa em Educação
Período: setembro – dezembro de 2012

NÚMERO Nº TOTAL
ANO DA DE ARTIGOS SELECIONADOS OBSERVAÇÃO
REVISTA ARTIGOS
2012 Nº51 11 1- FILHA, Constantina O artigo tem como
Xavier. A menina e o objetivo apresentar e
menino que brincavam analisar alguns dados
de ser: representações de uma pesquisa-ação
de gênero e sexualidade realizada com crianças
em pesquisa com em uma escola pública
crianças. municipal na cidade
de Campo Grande.