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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO

FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, CONTABILIDADE E


ATUÁRIAIS
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

GOVERNANÇA CORPORATIVA

Adhemar Henrique Garcia


Ale--- Cardoso
Júlio César Isaguirre
Marcelo de Souza

SÃO PAULO
2019
Adhemar Henrique Garcia
Ale--- Cardoso
JULIO CESAR ISAGUIRRE

Marcelo de Souza

GOVERNANÇA CORPORATIVA

Trabalho de pesquisa sobre Governança


Corporativa, apresentado ao Curso de
Administração da Faculdade de Economia,
Administração, Contabilidade e Atuária da
Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo, como requisito parcial para aprovação
na disciplina Investimento em Mercado de
Capitais, sob orientação do Prof. Dr. André
Accorsi.

SÃO PAULO
2019
Sumário

INTRODUÇÃO
Top Mercado de Capitais – Capítulo 5
Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC)
LISTA DAS EMPRESAS LISTADAS NA B3
CONCLUSÃO
INTRODUÇÃO

A disciplina Investimento em Mercado de Capitais tem como objetivo


propiciar aos futuros administradores uma visão ampla e generalista sobre os
diferentes investimentos disponíveis no mercado financeiro brasileiro, desta forma
capacitando o estudante à entender suas diferenças e qual a melhor opção de
investimento de acordo com o perfil e disponibilidade de cada empresa.

Embora complexa A Governança Corporativa e essencial para o sucesso


das organizações pois é o conjunto de processos, costumes e leis que norteiam a
forma como uma organização e administrada, e cada vez mais profissionais de
administração buscam este conhecimento que agrega valor as empresas que dele
fazem uso, comumente usada para mostra a direção a seguir para alcançar os
resultados esperados.

Através da Governança Corporativa é possível assegurar que os interesses


dos administradores estejam alinhados aos interesses dos acionistas, pois além de
promover uma cultura de prestação de contas na empresa, baseadas em regras e
normas para estruturar a organização e limitar o comportamento indesejável dos
administradores, conduzindo as suas decisões, também são realizadas auditorias
para checar se as regras previamente estabelecidas estão sendo cumpridas ou
não, além de monitorar as ações dos administradores, estas ações garantem que
os processos e as estratégias estão sendo corretamente seguidos.

Uma gestão empresarial eficiente se utiliza dos conceitos e das melhores


práticas da Governança Corporativa pois eles tornaram-se fundamentais para
avaliar os riscos e o retorno de um investimento podem ser bastante uteis para
alavancar os resultados de uma organização que se tornam mais valorizadas e tem
mais facilidades para captação de recursos e ao aplicar bem esses recursos,
constroem boa reputação e se consolidam no mercado.
Top Mercado de Capitais – Capítulo 5

Este capítulo apresenta as características mais importantes do mercado de


capitais, seus objetivos, modalidades operacionais e participantes. Dando
destaque especial aos aspectos vinculados à governança corporativa (pilar do
recente desenvolvimento do mercado) e aos produtos e serviços oferecidos aos
investidores.

O mercado de capitais

É um sistema criado para facilitar a capitalização das empresas,


Investidores de diversos portes e com propósitos diferentes participam desse
mercado, tornando possível o funcionamento de importante e alternativo
mecanismo de financiamento das empresas, contribuindo para a geração de
riqueza à sociedade; A abertura de capital mediante a emissão e venda de ações
ao público, as bolsas de valores criam, organizam e regulam mercados, onde as
ações emitidas podem ser negociadas com confiabilidade e transparência. (veja
Diagrama 1).

Diagrama 1 – Fontes de financiamento


O Sistema Financeiro Nacional é composto de Instituições responsáveis
pela captação de recursos financeiros, pela distribuição e circulação de valores e
pela regulação deste processo, o CMN – Conselho Monetário Nacional, seu órgão
maior, presidido pelo ministro da Fazenda, é quem decide as diretrizes de atuação
do sistema. Diretamente ligados ao Banco Central do Brasil, que atua como seu
órgão executivo e a CVM – Comissão de Valores Mobiliários, que responde pela
regulamentação e fomento do mercado de valores mobiliários de bolsa e de
balcão.

As principais fontes de financiamentos das empresas são, as Fontes


Internas através dos Lucros Retidos que podem ser considerados como uma
emissão inteiramente subscrita pelos próprios acionistas que tenham direitos aos
dividendos e, a Rotatividade do Crédito onde a empresa auto financia o seu
crescimento melhorando a relação entre o tempo de uso do capital próprio e o de
terceiros.

Ou mesmo as Fontes Externas, valendo-se dos Recursos de Terceiros, o


capital de terceiros inclui qualquer tipo de fundo obtido via empréstimo, com ou
sem concessão e aumentando os de pagamento. E através de Capital Próprio com
o lançamento de ações, em colocação “primária” que pode ocorrer tanto na fase de
abertura de capital como quando a empresa já possui o registro de companhia
aberta e opta por captar novos recursos via mercado de capitais, através da
distribuição secundária. Cada um desses tipos de financiamento tem custos e
obrigações diferentes e a relação entre eles, em particular entre os recursos de
terceiros e os próprios, determina a estrutura de capital das empresas e condiciona
a rentabilidade do empreendimento.

O mercado de capitais compreende tanto o mercado de bolsa, organizado


por uma ou mais instituições e regulamentado por organismos governamentais
(CVM), quanto o mercado de balcão. Este último é denominado mercado de balcão
organizado, quando existe fiscalização governamental e não organizado nos
demais casos.

No mercado de capitais são negociadas ações e outros títulos de dívida de


emissão das empresas, tais como debêntures (simples e conversíveis em ações),
commercial papers e bônus de subscrição e certificados de depósito de ações,
entre outros. Esses instrumentos são denominados valores mobiliários. Por essa
razão, embora os valores mobiliários compreendam outras categorias além das
mencionados (por exemplo, os derivativos), pode-se considerar a expressão
“mercado de valores mobiliários” como sinônimo de mercado de capitais.

É importante ressaltar que a CVM excluiu expressamente da relação de


“valores mobiliários” os títulos das dívidas públicas federal, estadual ou municipal e
os títulos cambiais de responsabilidade de instituição financeira (exceto as
debêntures). No mercado de capitais brasileiro, as ações de emissão das
sociedades anônimas são os valores mobiliários mais negociados.

Ações:

As ações constituem-se como títulos representativos da menor fração


do capital social de uma empresa, o acionista não é um credor da empresa, mais
um co-proprietário com direito a participação em seus resultados. As ações
emitidas são ofertadas a investidorespodendo este ser instituições financeiras ou
não, ou a pessoas físicas, por meio de ofertas públicas ou privadas.

Na oferta pública, antes é necessário o registro do processo junto à


CV. Desta forma dando garantias aos investidores, através de divulgação pública.
Na oferta privada utiliza-se qualquer meio para divulgação e normalmente atinge
um grupo restrito instituições ou de pessoas.
Quando as ações de uma companhia são negociadas em bolsas de valores
ela é caracterizada como empresa de capital aberto. Nos demais casos, diz-se que
a empresa é uma sociedade anônima de capital fechado. As ações podem ser
escriturais, ações que não são representadas por certificados, não necessitando
da emissão de cautelas para sua transferência ou representadas por certificados.
Além disso, classificam-se em ordinárias, ações que, além de proporcionarem
participação nos resultados da empresa aos seus titulares, conferem o direito a
voto em assembleias gerais, ou preferenciais, ações que garantem ao acionista a
prioridade no recebimento de dividendos e não conferem direito a voto em
assembleia.

Consideradas como títulos de renda variável por terem valorização e


benefícios que não são conhecidos no início do investimento. Parte dessa renda é
composta de dividendos ou participação nos resultados e benefícios concedidos
pela empresa e a outra parte advém do eventual ganho de capital obtido com a
sua venda em bolsas de valores ou no mercado de balcão.

Os proventos podem ser classificados em:

Dividendos: parcela dos lucros paga aos acionistas, de no mínimo


25% dos lucros anuais da empresa.

Juros sobre capital próprio: além da distribuição de dividendos, a


empresa pode remunerar seus acionistas por meio do pagamento de
juros sobre o capital próprio baseado em reservas patrimoniais de
lucros retidos em exercícios anteriores.

Bonificação em ações: distribuição gratuita de ações aos acionistas


de forma proporcional às parcelas que os mesmos possuem. Resulta
do aumento de capital, por incorporação de reservas ou lucros em
suspenso. A bonificação representa a atualização da cota de
participação do acionista no capital da empresa.

Bonificação em dinheiro: além de distribuir os dividendos aos seus


acionistas, as empresas poderão, em alguns casos, conceder uma
participação adicional nos lucros, realizando, assim, uma bonificação
em dinheiro.
Direito de preferência na aquisição de ações (subscrição): os acionistas
ainda podem ter o direito de aquisição de novo lote de ações (com preferência na
subscrição) em quantidade proporcional às possuídas.

A ABERTURA DE CAPITAL

Após a decisão em Assembleia Geral pelos acionistas da abertura do capital


a CVM irá definir os procedimentos a serem seguidos para obter a autorização
para a oferta pública de novas ações ou debêntures, as empresas iniciam o
processo de oferta pública mediante o underwriting, processo de colocação de
novas ações no “mercado primário” de capitais, Bancos de investimento e outras
entidades especializadas em lançamentos. Estas adquirem todos ou parte dos
títulos emitidos por uma empresa para revendê-los no mercado secundário. Essa
primeira compra frequentemente é realizada por um pool de instituições. (veja
Diagrama 2).

O processo de abertura do capital requer a ativa participação de instituições


financeiras, em geral bancos de investimento conduzem todo o processo. Garante-
se, assim, que os passos dados pela empresa para realizar a oferta pública
atendam aos requisitos da CVM e cheguem de maneira ordenada ao
conhecimento dos potenciais investidores e se possa definir um preço adequado
para as ações que estão sendo emitidas.

Underwriting firme ou puro:


É a operação na qual a intermediadora (o underwriter) subscreve e
integraliza todo o lote de ações emitidas pela empresa para depois revender
ao público. A instituição financeira intermediadora assume, então, total risco
da colocação das ações no mercado, já que se responsabiliza pelo
pagamento total das ações lançadas à companhia emitente. Representa,
portanto, um compromisso firme dos intermediários financeiros.

Compromisso firme de subscrição ou Stand-by underwriting:


A instituição financeira intermediadora não se compromete pela
integralização total das ações lançadas. As ações não absorvidas pelo
mercado podem ser devolvidas ao emitente ou ter subscrição total por parte
da instituição financeira intermediadora.

Melhor esforço ou Best-efforts underwriting:


A entidade financeira intermediadora se compromete a colocar no
mercado o maior número possível de ações, devolvendo para a empresa, no
final, as que sobraram. Com isso, a companhia emitente assume todo o
risco do lançamento de suas ações.

Oferta em bolsa:
As ações adquiridas no mercado primário podem ser registradas em
bolsa para sua negociação no mercado secundário.

MERCADO SECUNDÁRIO

No mercado secundário, ocorre a negociação dos títulos adquiridos no


mercado primário, proporcionando a liquidez necessária aos investidores, os títulos
podem ser negociados no mercado de balcão ou no mercado de bolsa, também
conhecida como “IPO” abreviatura de Initial Public Offering (oferta pública inicial).

Esta negociação envolve apenas a transferência de propriedade dos


papéis, e não gera novos recursos às empresas emitentes (isso somente ocorre no
mercado primário pela subscrição do capital).

MERCADO DE RENDA VARIÁVEL NA BOLSA


As operações realizadas com ações, nos mercados disponíveis, a termo e
de opções, são efetuadas no ambiente eletrônico da bolsa B3, em sistema
específico. Operadores das corretoras associadas à bolsa acessam o sistema
postando as ofertas de compra e de venda solicitadas pelos seus comitentes
(pessoas físicas e jurídicas), alternativamente, os investidores previamente
cadastrados junto às corretoras, podem utilizar o Home Broker para fazer suas
ofertas diretamente pela Internet. A informação é visualizada imediatamente, em
tempo real, pelos demais participantes do mercado e divulgadas pelos sistemas de
difusão de informações (denominados vendors). As informações de preços, de
ofertas e de negócios também são veiculadas pela Internet, possibilitando seu
acompanhamento pelo público em geral.

MODALIDADES DE NEGOCIAÇÃO E LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA

Existem principalmente quatro formas de negociação no mercado de ações:

Mercado a vista: a negociação a vista é a compra ou venda de uma


determinada quantidade de ações a um preço estabelecido em pregão.

Mercado a termo: a operação a termo é a compra ou a venda de uma


determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em data
determinada ou a qualquer momento, a critério do comprador. Os prazos
permitidos para negociação a termo são de, no mínimo, 16 dias e, no máximo, 999
dias corridos. A realização de um negócio a termo é semelhante à de um negócio a
vista, necessitando a intermediação de um participante.

Mercado futuro: ao negociar um contrato futuro de ação, as partes


acordam sua compra e venda a um determinado preço para liquidação em certa
data futura. Neste mercado, verifica-se a existência do mecanismo de ajuste diário,
sendo esta uma importante diferença em relação às operações a termo.

Mercado de opções: ao comprar uma opção, o agente adquire o direito de


comprar (nas calls) ou de vender (nas puts) um determinado lote de ações com
preços de exercício e prazos preestabelecidos em um contrato. A Bolsa lança
séries de opções com preços de exercícios e prazos diferentes. Vale observar que
para obter o direito, o comprador da opção (chamado titular) deve pagar ao
vendedor (denominado lançador) um prêmio, o qual é influenciado por diversas
variáveis, como preço corrente do ativo-objeto, preço de exercício, tempo para o
vencimento, volatilidade do preço do ativo objeto e taxa de juros livre de risco.

No mercado de ações, independente da modalidade (à vista, a termo, futuro


e de opções), a negociação é complementada pelos serviços de liquidação e
custódia. Isto é, após os operadores terem fechado um negócio, é necessário
completá-lo identificando as partes, promovendo a efetiva liquidação financeira
(pagamento) dos valores envolvidos e a transferência das ações para o novo
titular.

As câmaras de compensação, muitas vezes constituídas como entidades


junto à Bolsa (ou outra entidade que organiza o mercado de negociações),
estabelecem prazos e procedimentos para execução de cada uma das etapas do
negócio.

Corretoras
As corretoras são as instituições que realizam a intermediação dos negócios nos vários
segmentos da Bolsa. A aproximação entre as partes das operações de vários mercados (doadores e
tomadores, no caso do empréstimo) proporciona credibilidade, segurança e liquidez ao mercado
como um todo.

Agentes de custódia

São instituições que se utilizam do serviço da Central Depositária de Ativos da Bolsa B3 na


guarda dos ativos mobiliários. São as corretoras, distribuidoras de valores e os bancos comerciais,
múltiplos e de investimento. Assim, tornam-se responsáveis pela administração de sua conta
própria e de seus clientes perante a Bolsa B3.

Agentes de compensação

São instituições habilitadas a liquidar operações na Bolsa B3, responsáveis, perante seus
clientes e a Bolsa B3, pela liquidação e prestação de garantias referentes às operações dos clientes.
Para o exercício dessa atividade, as instituições devem atender a critérios específicos de admissão e
requisitos de capital, técnicos e operacionais dispostos no regulamento da Bolsa B3.

Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC)

De acordo com o IBCG o principio da governança corporativa tem de manter 4 pilares


fundamentais: Transparência; Equidade; Prestação de Contas; Responsabilidade Corporativa.

Transparência: Consiste no desejo de disponibilizar para as partes interessadas as


informações que sejam de seu interesse e não apenas aquelas impostas por disposições de leis ou
regulamentos. Não deve restringir-se ao desempenho econômico-financeiro, contemplando
também os demais fatores (inclusive intangíveis) que norteiam a ação gerencial e que conduzem à
preservação e à otimização do valor da organização.

Equidade: Caracteriza-se pelo tratamento justo e isonômico de todos os sócios e demais


partes interessadas (stakeholders), levando em consideração seus direitos, deveres, necessidades,
interesses e expectativas.
Prestação de Contas: Os agentes de governança devem prestar contas de sua atuação
de modo claro, conciso, compreensível e tempestivo, assumindo integralmente as consequências
de seus atos e omissões e atuando com diligência e responsabilidade no âmbito dos seus papéis.

Responsabilidade Corporativa: Os agentes de governança devem zelar pela


viabilidade econômico-financeira das organizações, reduzir as externalidades8 negativas de seus
negócios e suas operações e aumentar as positivas, levando em consideração, no seu modelo de
negócios, os diversos capitais (financeiro, manufaturado, intelectual, humano, social, ambiental,
reputacional etc.) no curto, médio e longo prazos.

Neste sentido também existem meios de controle das acoes para que haja total transparência e
fiscalização do processo, assim existindo certas praticas que devem ser seguidas:

a) Deve, preferivelmente, ser formado apenas (ou ao menos em sua maioria) por conselheiros
independentes e coordenado por um conselheiro independente. Dada a grande possibilidade de
conflitos de interesses, não convém possuir conselheiros internos ou executivos em sua
composição, devendo estes últimos serem convidados para as reuniões quando necessário.

b) Ao menos um de seus membros deve ter experiência comprovada na área contábil, financeira
ou de auditoria.

c) O comitê de auditoria deve dar suporte ao conselho de administração nas seguintes atividades:

i. monitoramento da efetividade e da qualidade dos controles internos da organização;

ii. monitoramento do cumprimento das leis, regulamentos e sistemas de conformidade


(compliance) pela organização;

iii. supervisão da estrutura e das atividades de gerenciamento de riscos pela gestão da organização,
incluindo os riscos operacionais, financeiros, estratégicos e de imagem, em linha com as
diretrizes e políticas estabelecidas pelo conselho de administração;

iv. monitoramento dos aspectos de ética e conduta, incluindo a efetividade do código de conduta e
do canal de denúncias e eventual existência de fraude;

v. monitoramento da qualidade do processo contábil e respectivas práticas contábeis


selecionadas, da preparação das demonstrações financeiras e outras informações divulgadas a
terceiros;
vi. supervisão das atividades da auditoria interna, incluindo a qualidade dos seus trabalhos,
estrutura existente, plano de trabalho e resultados dos trabalhos realizados;

vii. suporte ao conselho na contratação ou substituição do auditor independente e supervisão da


sua atuação, estrutura, independência perante a organização, qualidade e resultados dos seus
trabalhos;

viii. avaliação e monitoramento dos controles existentes para as transações da organização


com partes relacionadas, bem como para a sua divulgação.

Bolsa de Valores – B3

Como vimos anteriormente a governança coorporativa está alinhado aos interesses dos
administradores que estejam alinhados aos interesses dos donos de negócios. Assim gerando uma
cultura de prestação de contas nas empresas.

Para isso existe uma regulação feita de três maneiras, regras, auditoria e Restrições de autonomia.

As Regras vão estipular normas que estruturam a organização e limita o comportamento


indesejável dos administradores.

As Auditorias são fundamentais para conferir se as regras estabelecidas previamente estão sendo
compridas ou não e monitorar as ações de outros administradores

As restrições de autonomia se trata de limitar a atuação dos administradores e determinar ações


que eles estão autorizados a fazer.

Quando falamos da B3, temos regras muito claras de Governança corporativa, e modelos diferentes
para segmentos diferentes.

Na visão geral da B3 as regras de governança corporativa, preza por transparência, equidade,


prestação de contas e responsabilidade corporativa. A B3 acredita que com uma boa gestão
corporativa, resulta em mais transparência atendendo o propósito de nivelar o conhecimento e
mais proteção aos investidores para isso a B3 utiliza de 8 pilares:

Informações retiradas do site da B3

ASSEMBLEIAS GERAL E EXTRAORDINÁRIA:

Os objetivos dessas Assembleia é deliberar sobre a destinação do lucro do exercício e sua


distribuição aos acionistas.
Aprovar planos de outros momentos de opção de compra ou subscrição de ações tanto aos seus
administradores e empregados como aos de suas empresas controladas.

Aprovar questões estratégicas

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO:

Os membros do Conselho são eleitos a cada dois anos em Assembleia Geral Ordinária, os quais, em
reunião interna, elegem o diretor presidente, assegurando o alinhamento da gestão aos objetivos
estratégicos e à valorização da companhia para seus acionistas

COMITÊS DE ASSESSORAMENTO AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO:

Os comitês de Acompanhamento da Integração, de Auditoria, de Governança e Indicação, de


Produtos e de Precificação, de Remuneração, de Riscos e Financeiro, de Assessoramento para o
Setor da Intermediação, de Regulação de Emissores, de TI e de Gestão de Serviços para as Câmaras
estão subordinados ao Conselho de Administração e têm a função de assessorá-lo. Os mandatos de
seus membros são de dois anos.

DIRETORIA EXECUTIVA:

Eleita pelo Conselho de Administração, a Diretoria Executiva da B3 é constituída pelo presidente e


por cinco diretores executivos

RESPONSABILIDADE CORPORATIVA

A B3 atua com foco na valorização de seus funcionários e das boas práticas corporativas. Suas
atividades visam promover a cidadania e a democracia, além de incentivar a inclusão social e
econômica, principalmente dos setores mais vulneráveis da população.

CÓDIGO DE CONDUTA:

O Código de Conduta B3, aplicado à B3 e às suas controladas, estabelece regras para evitar conflitos
de interesses, abrangendo relacionamento com os públicos externo e interno, tratamento de
informações privilegiadas e negociação de valores mobiliários. A adesão ao Código de Conduta é
assinada por todos os funcionários.

RELACIONAMENTO COM STAKEHOLDERS

Em relação aos seus demais stakeholders — acionistas, corretoras, empresas listadas, órgãos do
governo, investidores, analistas e fornecedores —, a B3 mantém mecanismos que visam assegurar
não apenas o bom andamento de seus negócios como também incentivar os participantes de seus
mercados a práticas de boa governança corporativa.

PRÁTICAS RESPONSÁVEIS:
A B3 procura incentivar as boas práticas de transparência e gestão por meio de diversas estratégias.
Exemplo nesse sentido é a criação dos segmentos de listagem com níveis diferenciados de
governança corporativa — Novo Mercado, N2, N1 e Bovespa Mais— e dos índices de
sustentabilidade — Índice de Governança Corporativa (IGC), Índice de Sustentabilidade Empresarial
(ISE) e Índice Carbono Eficiente (ICO2).

No site da B3 é apresentado os índices de (IGC) , (ITAG) e (IGCT) .

O índice IGC é o resultado de uma carteira teórica de ativos, elaborada de acordo com os critérios
estabelecidos nessa metodologia, o objetivo desse do ICG é ser o indicador do desempenho médio
das cotações dos ativos de empresas listadas no novo mercado ou nos níveis 1 ou 2 da B3.

O índice ITAG da mesma forma que o índice IGC é o resultado de uma carteira teórica de ativos.
Mas o objetivo é diferente, ele é para ser os indicadores do desempenho médio das cotações dos
ativos de emissão de empresas que oferçam melhores condições aos acionistas minoritários, no
caso de alienação do controle. O ITAG é um índice de retorno total (ver Manual de Definições e
Procedimentos dos Índices da B3).

Já o índice IGTC é os os índices da B3 utilizam procedimentos e regras constantes do Manual de


Definições e Procedimentos dos Índices da B3.

LISTA DAS EMPRESAS LISTADAS NA B3


NM

ALIANSCE SONAE SHOPPING CENTERS S.A.

ALPER CONSULTORIA E CORRETORA DE SEGUROS S.A.

ANIMA HOLDING S.A.

AREZZO INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.

ATACADÃO S.A.

B2W - COMPANHIA DIGITAL

B3 S.A. - BRASIL. BOLSA. BALCÃO

BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

BCO BRASIL S.A.


BIOSEV S.A.

BK BRASIL OPERAÇÃO E ASSESSORIA A RESTAURANTES SA

BR MALLS PARTICIPACOES S.A.

BR PROPERTIES S.A.

BRASIL BROKERS PARTICIPACOES S.A.

BRASILAGRO - CIA BRAS DE PROP AGRICOLAS

BRF S.A.

CAMIL ALIMENTOS S.A.

CCR S.A.

CCX CARVÃO DA COLÔMBIA S.A.

CENTRO DE IMAGEM DIAGNOSTICOS S.A.

CIA HERING

CIA LOCAÇÃO DAS AMÉRICAS

CIA SANEAMENTO BASICO EST SAO PAULO

CIA SANEAMENTO DE MINAS GERAIS-COPASA MG

CIELO S.A.

CONSTRUTORA TENDA S.A.

COSAN LOGISTICA S.A.

COSAN S.A.

CPFL ENERGIA S.A.

CPFL ENERGIAS RENOVÁVEIS S.A.

CR2 EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS S.A.


CSU CARDSYSTEM S.A.

CVC BRASIL OPERADORA E AGÊNCIA DE VIAGENS S.A.

CYRELA BRAZIL REALTY S.A.EMPREEND E PART

CYRELA COMMERCIAL PROPERT S.A. EMPR PART

DIRECIONAL ENGENHARIA S.A.

DURATEX S.A.

ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA S.A.

EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.

ELETROPAULO METROP. ELET. SAO PAULO S.A.

EMBRAER S.A.

ENAUTA PARTICIPAÇÕES S.A.

ENEVA S.A

ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.

EQUATORIAL ENERGIA S.A.

ESTACIO PARTICIPACOES S.A.

ETERNIT S.A.

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A.

EZ TEC EMPREEND. E PARTICIPACOES S.A.

FERTILIZANTES HERINGER S.A.

FLEURY S.A.

GAFISA S.A.

GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A.


GRENDENE S.A.

GRUPO SBF SA

HAPVIDA PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS SA

HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A.

HYPERA S.A.

IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A

INDUSTRIAS ROMI S.A.

INSTITUTO HERMES PARDINI S.A.

INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTACAO S.A.

IOCHPE MAXION S.A.

IRB - BRASIL RESSEGUROS S.A.

JBS S.A.

JHSF PARTICIPACOES S.A.

JSL S.A.

KROTON EDUCACIONAL S.A.

LIGHT S.A.

LINX S.A.

LIQ PARTICIPAÇÕES S.A.

LOCALIZA RENT A CAR S.A.

LOG COMMERCIAL PROPERTIES

LOG-IN LOGISTICA INTERMODAL S.A.

LOJAS RENNER S.A.


LPS BRASIL - CONSULTORIA DE IMOVEIS S.A.

LUPATECH S.A.

M.DIAS BRANCO S.A. IND COM DE ALIMENTOS

MAGAZINE LUIZA S.A.

MAHLE-METAL LEVE S.A.

MARFRIG GLOBAL FOODS S.A.

MARISA LOJAS S.A.

METALFRIO SOLUTIONS S.A.

MILLS ESTRUTURAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA S.A.

MINERVA S.A.

MMX MINERACAO E METALICOS S.A.

MOVIDA PARTICIPACOES SA

MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A.

NATURA COSMETICOS S.A.

NEOENERGIA S.A.

NOTRE DAME INTERMEDICA PARTICIPACOES SA

ODONTOPREV S.A.

OMEGA GERAÇÃO S.A.

OSX BRASIL S.A.

OURO FINO SAUDE ANIMAL PARTICIPACOES S.A.

PARANAPANEMA S.A.

PBG S/A
PDG REALTY S.A. EMPREEND E PARTICIPACOES

PETRO RIO S.A.

PETROBRAS DISTRIBUIDORA S/A

POMIFRUTAS S/A

PORTO SEGURO S.A.

POSITIVO TECNOLOGIA S.A.

PROFARMA DISTRIB PROD FARMACEUTICOS S.A.

QUALICORP CONSULTORIA E CORRETORA DE SEGUROS S.A.

RAIA DROGASIL S.A.

RESTOQUE COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A.

RNI NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS S.A.

ROSSI RESIDENCIAL S.A.

RUMO S.A.

SANTOS BRASIL PARTICIPACOES S.A.

SAO CARLOS EMPREEND E PARTICIPACOES S.A.

SAO MARTINHO S.A.

SER EDUCACIONAL S.A.

SINQIA S.A.

SLC AGRICOLA S.A.

SMILES FIDELIDADE S.A.

SPRINGS GLOBAL PARTICIPACOES S.A.

SUZANO S.A.
T4F ENTRETENIMENTO S.A.

TECHNOS S.A.

TECNISA S.A.

TEGMA GESTAO LOGISTICA S.A.

TERRA SANTA AGRO S.A.

TIM PARTICIPACOES S.A.

TOTVS S.A.

TPI - TRIUNFO PARTICIP. E INVEST. S.A.

TRISUL S.A.

TUPY S.A.

ULTRAPAR PARTICIPACOES S.A.

UNICASA INDÚSTRIA DE MÓVEIS S.A.

VALE S.A.

VALID SOLUÇÕES S.A.

VIA VAREJO S.A.

VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.

VULCABRAS/AZALEIA S.A.

WEG S.A.

WIZ SOLUÇÕES E CORRETAGEM DE SEGUROS S.A.

N1

ALPARGATAS S.A.

BCO BRADESCO S.A.


BCO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S.A.

BCO PAN S.A.

BRADESPAR S.A.

BRASKEM S.A.

CENTRAIS ELET BRAS S.A. - ELETROBRAS

CESP - CIA ENERGETICA DE SAO PAULO

CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO

CIA ENERGETICA DE MINAS GERAIS - CEMIG

CIA ESTADUAL DE DISTRIB ENER ELET-CEEE-D

CIA ESTADUAL GER.TRANS.ENER.ELET-CEEE-GT

CIA FERRO LIGAS DA BAHIA - FERBASA

CIA FIACAO TECIDOS CEDRO CACHOEIRA

CIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL

CTEEP - CIA TRANSMISSÃO ENERGIA ELÉTRICA PAULISTA

EUCATEX S.A. INDUSTRIA E COMERCIO

FRAS-LE S.A.

GERDAU S.A.

ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A.

LOJAS AMERICANAS S.A.

METALURGICA GERDAU S.A.

OI S.A.
RANDON S.A. IMPLEMENTOS E PARTICIPACOES

USINAS SID DE MINAS GERAIS S.A.-USIMINAS

N2

AES TIETE ENERGIA SA

ALUPAR INVESTIMENTO S/A

AZUL S.A.

BANCO INTER S.A.

BCO ABC BRASIL S.A.

BCO BTG PACTUAL S.A.

BCO INDUSVAL S.A.

BCO PINE S.A.

CENTRAIS ELET DE SANTA CATARINA S.A.

CIA SANEAMENTO DO PARANA - SANEPAR

ENERGISA S.A.

GOL LINHAS AEREAS INTELIGENTES S.A.

KLABIN S.A.

MARCOPOLO S.A.

MULTIPLAN - EMPREEND IMOBILIARIOS S.A.

PETROLEO BRASILEIRO S.A. PETROBRAS

RENOVA ENERGIA S.A.

SARAIVA LIVREIROS S.A. - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL

SUL AMERICA S.A.


TAURUS ARMAS S.A.

TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

DR3

BCO PATAGONIA S.A.

BIOTOSCANA INVESTMENTS S.A.

GP INVESTMENTS. LTD.

PPLA PARTICIPATIONS LTD.

WILSON SONS LTD.

M2

PRATICA KLIMAQUIP INDUSTRIA E COMERCIO SA

SMARTFIT ESCOLA DE GINÁSTICA E DANÇA S.A.

MA

BAHEMA EDUCAÇÃO S.A.

BBM LOGISTICA S.A.

BIOMM S.A.

BRQ SOLUCOES EM INFORMATICA S.A.

CINESYSTEM S.A.

CTC - CENTRO DE TECNOLOGIA CANAVIEIRA S.A.

FLEX GESTÃO DE RELACIONAMENTOS S.A.

IGUA SANEAMENTO S.A.

INTER CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A.

MAESTRO LOCADORA DE VEICULOS S.A.

NORTEC QUÍMICA S.A.


NUTRIPLANT INDUSTRIA E COMERCIO S.A.

PRINER SERVIÇOS INDUSTRIAIS S.A.

QUALITY SOFTWARE S.A.

STARA S.A. - INDÚSTRIA DE IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS

MB

524 PARTICIPACOES S.A.

ALEF S.A.

BETAPART PARTICIPACOES S.A.

BNDES PARTICIPACOES S.A. - BNDESPAR

CABINDA PARTICIPACOES S.A.

CACHOEIRA PAULISTA TRANSMISSORA ENERGIA S.A.

CACONDE PARTICIPACOES S.A.

CAPITALPART PARTICIPACOES S.A.

CONC DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS S.A.

CONC RIO-TERESOPOLIS S.A.

ECO SECURITIZADORA DIREITOS CRED AGRONEGÓCIO S.A.

ELETRON S.A.

EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.

GAIA SECURITIZADORA S.A.

GAMA PARTICIPACOES S.A.

INNCORP S.A.

INVESTIMENTOS E PARTICIP. EM INFRA S.A. - INVEPAR


LITEL PARTICIPACOES S.A.

LONGDIS S.A.

MRS LOGISTICA S.A.

OPPORTUNITY ENERGIA E PARTICIPACOES S.A.

PRODUTORES ENERGET.DE MANSO S.A.- PROMAN

PROMPT PARTICIPACOES S.A.

RB CAPITAL COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO

RB CAPITAL SECURITIZADORA S.A.

RUMO MALHA NORTE S.A.

RUMO MALHA PAULISTA S.A.

SUDESTE S.A.

SUL 116 PARTICIPACOES S.A.

TERMINAL GARAGEM MENEZES CORTES S.A.

UPTICK PARTICIPACOES S.A.

(vazio)

ADVANCED DIGITAL HEALTH MEDICINA PREVENTIVA S.A.

AFLUENTE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S/A

ALFA HOLDINGS S.A.

ALGAR TELECOM S/A

ALTERE SECURITIZADORA S.A.

AMBEV S.A.

AMPLA ENERGIA E SERVICOS S.A.


ATOM EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A.

AZEVEDO E TRAVASSOS S.A.

BANESTES S.A. - BCO EST ESPIRITO SANTO

BARDELLA S.A. INDUSTRIAS MECANICAS

BATTISTELLA ADM PARTICIPACOES S.A.

BAUMER S.A.

BCO ALFA DE INVESTIMENTO S.A.

BCO AMAZONIA S.A.

BCO ESTADO DE SERGIPE S.A. - BANESE

BCO ESTADO DO PARA S.A.

BCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A.

BCO MERCANTIL DO BRASIL S.A.

BCO NORDESTE DO BRASIL S.A.

BCO SANTANDER (BRASIL) S.A.

BETA SECURITIZADORA S.A.

BICICLETAS MONARK S.A.

BOMBRIL S.A.

BRADESCO LEASING S.A. ARREND MERCANTIL

BRAZIL REALTY CIA SECURIT. CRÉD. IMOBILIÁRIOS

BRAZILIAN FINANCE E REAL ESTATE S.A.

BRAZILIAN SECURITIES CIA SECURITIZACAO

BRB BCO DE BRASILIA S.A.


BRC SECURITIZADORA S.A.

BRPR 55 SECURITIZADORA CRED IMOB S.A.

BRPR 56 SECURITIZADORA CRED IMOB S.A.

BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A.

CAMBUCI S.A.

CELULOSE IRANI S.A.

CEMEPE INVESTIMENTOS S.A.

CEMIG DISTRIBUICAO S.A.

CEMIG GERACAO E TRANSMISSAO S.A.

CENTRAIS ELET DO PARA S.A. - CELPA

CIA CATARINENSE DE AGUAS E SANEAM.-CASAN

CIA CELG DE PARTICIPACOES - CELGPAR

CIA DISTRIB DE GAS DO RIO DE JANEIRO-CEG

CIA ELETRICIDADE EST. DA BAHIA - COELBA

CIA ENERGETICA DE BRASILIA

CIA ENERGETICA DE PERNAMBUCO - CELPE

CIA ENERGETICA DO CEARA - COELCE

CIA ENERGETICA DO RIO GDE NORTE - COSERN

CIA GAS DE SAO PAULO - COMGAS

CIA HABITASUL DE PARTICIPACOES

CIA INDUSTRIAL CATAGUASES

CIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO


CIA PARTICIPACOES ALIANCA DA BAHIA

CIA PAULISTA DE FORCA E LUZ

CIA PIRATININGA DE FORCA E LUZ

CIA SEGUROS ALIANCA DA BAHIA

CIA SIDERURGICA NACIONAL

CIA TECIDOS NORTE DE MINAS COTEMINAS

CIA TECIDOS SANTANENSE

CIBRASEC - COMPANHIA BRASILEIRA DE SECURITIZACAO

CIMS S.A.

CONC AUTO RAPOSO TAVARES S.A.

CONC ECOVIAS IMIGRANTES S.A.

CONC ROD AYRTON SENNA E CARV PINTO S.A.-ECOPISTAS

CONC ROD.OESTE SP VIAOESTE S.A

CONC RODOVIAS DO TIETÊ S.A.

CONC ROTA DAS BANDEIRAS S.A.

CONC SIST ANHANG-BANDEIRANT S.A. AUTOBAN

CONSERVAS ODERICH S.A.

CONSORCIO ALFA DE ADMINISTRACAO S.A.

CONSTRUTORA ADOLPHO LINDENBERG S.A.

CORREA RIBEIRO S.A. COMERCIO E INDUSTRIA

CPFL GERACAO DE ENERGIA S.A.

DIAGNOSTICOS DA AMERICA S.A.


DIBENS LEASING S.A. - ARREND.MERCANTIL

DIMED S.A. DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS

DOHLER S.A.

DOMMO ENERGIA S.A.

DTCOM - DIRECT TO COMPANY S.A.

ECORODOVIAS CONCESSÕES E SERVIÇOS S.A.

EDP ESPIRITO SANTO DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA S.A.

EDP SÃO PAULO DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA S.A.

ELECTRO ACO ALTONA S.A.

ELEKEIROZ S.A.

ELEKTRO REDES S.A.

ELETROBRÁS PARTICIPAÇÕES S.A. - ELETROPAR

EMAE - EMPRESA METROP.AGUAS ENERGIA S.A.

EMPRESA CONC RODOV DO NORTE S.A.ECONORTE

EMPRESA NAC COM REDITO PART S.A.ENCORPAR

ENERGISA MATO GROSSO DO SUL - DIST DE ENERGIA S.A.

ENERGISA MATO GROSSO-DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S/A

EXCELSIOR ALIMENTOS S.A.

FERREIRA GOMES ENERGIA S.A.

FERROVIA CENTRO-ATLANTICA S.A.

FINANCEIRA ALFA S.A.- CRED FINANC E INVS

FINANSINOS S.A.- CREDITO FINANC E INVEST


GAIA AGRO SECURITIZADORA S.A.

GPC PARTICIPACOES S.A.

GRAZZIOTIN S.A.

GUARARAPES CONFECCOES S.A.

HAGA S.A. INDUSTRIA E COMERCIO

HERCULES S.A. FABRICA DE TALHERES

HOTEIS OTHON S.A.

IDEIASNET S.A.

IGB ELETRÔNICA S/A

INDUSTRIAS J B DUARTE S.A.

INEPAR S.A. INDUSTRIA E CONSTRUCOES

INVESTIMENTOS BEMGE S.A.

ITAPEBI GERACAO DE ENERGIA S.A.

J. MACEDO S.A.

JEREISSATI PARTICIPACOES S.A.

JOAO FORTES ENGENHARIA S.A.

JOSAPAR-JOAQUIM OLIVEIRA S.A. - PARTICIP

KARSTEN S.A.

KEPLER WEBER S.A.

LIBRA TERMINAL RIO S.A.

LIGHT SERVICOS DE ELETRICIDADE S.A.

LITELA PARTICIPAÇÕES S.A.


MANGELS INDUSTRIAL S.A.

MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S.A.

MENDES JUNIOR ENGENHARIA S.A.

MERCANTIL BRASIL FINANC S.A. C.F.I.

METALGRAFICA IGUACU S.A.

METALURGICA RIOSULENSE S.A.

METISA METALURGICA TIMBOENSE S.A.

MGI - MINAS GERAIS PARTICIPAÇÕES S.A.

MINASMAQUINAS S.A.

MINUPAR PARTICIPACOES S.A.

MONTEIRO ARANHA S.A.

MUNDIAL S.A. - PRODUTOS DE CONSUMO

NADIR FIGUEIREDO IND E COM S.A.

NORDON INDUSTRIAS METALURGICAS S.A.

OCTANTE SECURITIZADORA S.A.

OURINVEST SECURITIZADORA SA

OURO VERDE LOCACAO E SERVICO S.A.

PANATLANTICA S.A.

PARANA BCO S.A.

PATRIA CIA SECURITIZADORA DE CRED IMOB

PDG COMPANHIA SECURITIZADORA

PETTENATI S.A. INDUSTRIA TEXTIL


PLASCAR PARTICIPACOES INDUSTRIAIS S.A.

POLO CAPITAL SECURITIZADORA S.A

POLPAR S.A.

PORTO SUDESTE V.M. S.A.

RAIZEN ENERGIA S.A.

REAL AI PIC SEC DE CREDITOS IMOBILIARIO S.A.

RECRUSUL S.A.

REDE ENERGIA PARTICIPAÇÕES S.A.

REFINARIA DE PETROLEOS MANGUINHOS S.A.

RGE SUL DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.

RIO PARANAPANEMA ENERGIA S.A.

RODOVIAS DAS COLINAS S.A.

SALUS INFRAESTRUTURA PORTUARIA SA

SANESALTO SANEAMENTO S.A.

SANSUY S.A. INDUSTRIA DE PLASTICOS

SANTHER FAB DE PAPEL STA THEREZINHA S.A.

SANTO ANTONIO ENERGIA S.A.

SAO PAULO TURISMO S.A.

SCHULZ S.A.

SIDERURGICA J. L. ALIPERTI S.A.

SONDOTECNICA ENGENHARIA SOLOS S.A.

SPRINGER S.A.
STATKRAFT ENERGIAS RENOVAVEIS S.A.

SUZANO HOLDING S.A.

TCP TERMINAL DE CONTEINERES DE PARANAGUA SA

TECNOSOLO ENGENHARIA S.A.

TEKA-TECELAGEM KUEHNRICH S.A.

TEKNO S.A. - INDUSTRIA E COMERCIO

TELEC BRASILEIRAS S.A. TELEBRAS

TELEFÔNICA BRASIL S.A

TERMELÉTRICA PERNAMBUCO III S.A.

TERMOPERNAMBUCO S.A.

TEXTIL RENAUXVIEW S.A.

TREVISA INVESTIMENTOS S.A.

TRIÂNGULO DO SOL AUTO-ESTRADAS S.A.

TRONOX PIGMENTOS DO BRASIL S.A.

TRUE SECURITIZADORA S.A.

UNIDAS S.A.

UNIPAR CARBOCLORO S.A.

VERT COMPANHIA SECURITIZADORA

WETZEL S.A.

WHIRLPOOL S.A.

WLM PART. E COMÉRCIO DE MÁQUINAS E VEÍCULOS S.A.


.
CONCLUSÃO

O conceito de Governança Corporativa nasceu no início da década de 50, apenas na década de 90,
nasceu o termo Governança Corporativa, nos países desenvolvidos, principalmente nos Estados
Unidos e Grã-Bretanha, após fraudes no sistema financeiro de grandes empresas como, a Eron e a
WorldCom, que tinham seu capital dividido entre milhares de acionistas em diversos países. Esses
eventos fizeram com que investidores se afastarem por não confiarem na saúde financeira das
empresas e em suas demonstrações contábeis e financeiras.

A Lei Sarbanes-Oxley (SOX), foi criada e aprovada pelo governo dos EUA, impondo padrões mais
elevados de Governança Corporativa e penalidades para o seu descumprimento. Ela lei teve como
objetivo elevar os níveis de controles e demonstrações financeiras/contábeis para recuperar a
confiança dos investidores, clientes, fornecedores e comunidade, novamente

Em nosso país temos o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, criado na década de
80 que é dedicado a explorar o método da Governança Corporativa, Eles lançaram o Código de
Melhores Práticas de Governança Corporativa, que é uma diretriz para conduzir o relacionamento
entre majoritário e minoritários.

A Governança Corporativa é um sistema que presa à transparência, qualidade e autenticidade das


informações, com isso melhora a imagem institucional no mercado, aumenta a confiança dos
investidores e públicos em geral, assim gera também, aumento no valor da marca das

empresas que seguem esse sistema.

Portanto, a Governança Corporativa, traz os benefícios da transparência para

demonstrar a realidade financeira das corporações, agregando valor a marca das empresas,
equidade e melhor gestão, responsabilidade corporativa e social e devolve a confiança aos
investidores, beneficiando a empresa e os agentes envolvidos, sejam internos ou externos.
IBGC, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Código das Melhores Práticas de
Governança Corporativa. 5ª Ed. São Paulo: IBGC, 2015.

B3, Brasil Bolsa Balcão. Empresas Listadas, 2019.


http://www.b3.com.br/pt_br/produtos-e-servicos/negociacao/renda-variavel/empresas-
listadas.htm

Julia Wiltgen, Seu Dinheiro, site. Você já ouviu falar em Novo Mercado? Conheça os
níveis de governança da bolsa, 2019. https://www.seudinheiro.com/novo-mercado-e-
niveis-de-governanca-corporativa-da-bolsa/ e https://www.youtube.com/watch?
time_continue=271&v=TPah8nv0d-M