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5 principais tipo de choque

Os tipos de choque que acontecem mais frequentemente incluem:

1. Choque séptico
Este tipo de choque, também conhecido como septicemia, surge quando uma infecção, que estava localizada
em apenas um local, consegue chegar até o sangue e se espalha por todo o corpo, afetando vários órgãos.
Geralmente, o choque séptico é mais frequente em pessoas com o sistema imune enfraquecido, como
crianças, idosos ou pacientes com lúpus ou HIV, por exemplo.
 Possíveis sintomas: podem surgir sinais como febre acima de 40ª C, convulsões, frequência cardíaca
muito elevada, respiração rápida e desmaio. Veja outros sintomas do choque séptico.
 Como tratar: o tratamento é feito com o uso de antibióticos, como Amoxicilina ou Azitromicina,
diretamente na veia. Além disso, pode ser necessário usar soro na veia e aparelhos para ajudar o paciente
a respirar.

2. Choque anafilático
O choque anafilático acontece em pessoas que têm uma alergia muito grave a alguma substância, como
acontece em alguns casos de alergia a nozes, picadas de abelha ou pêlo de cachorro, por exemplo. Este tipo
de choque provoca uma resposta exagerada do sistema imune, gerando inflamação do sistema respiratório.
 Possíveis sintomas: é muito comum sentir a presença de uma bola presa na garganta, assim como
apresentar inchaço exagerado do rosto, dificuldade para respirar e aumento dos batimentos cardíacos.
 Como tratar: é necessária uma injeção de adrenalina o mais rápido possível para parar os sintomas e
evitar que a pessoa fique sem conseguir respirar. Dessa forma, é muito importante ir imediatamente ao
pronto-socorro ou chamar ajuda médica, ligando o 192. Algumas pessoas com histórico de alergia ou
choque anafilático podem transportar na bolsa, ou roupa, uma caneta de adrenalina que deve ser usada
nestes casos. Entenda o que fazer nestes casos.

3. Choque hipovolêmico
O choque hipovolêmico surge quando não existe sangue suficiente para levar o oxigênio até aos órgãos mais
importantes como o coração e cérebro. Normalmente, este tipo de choque aparece após um acidente quando
existe uma hemorragia grave, que tanto pode ser externa como interna.
 Possíveis sintomas: alguns sintomas incluem dor de cabeça leve, cansaço excessivo, tonturas, náuseas,
pele pálida e fria, sensação de desmaio e lábios azulados. Veja outros sinais do choque hipovolêmico.
 Como tratar: quase sempre é necessário fazer uma transfusão de sangue para repor a quantidade de
sangue perdida, assim como tratar a causa que levou ao surgimento da hemorragia. Por isso, deve-se ir
ao hospital se existir suspeita de uma hemorragia.

4. Choque cardiogênico
Este tipo de choque acontece quando o coração deixa de ser capaz de bombear o sangue pelo corpo e, por
isso, é mais frequente após um caso de infarto, intoxicação por medicamentos ou infecção generalizada. No
entanto, pessoas com arritmias, insuficiência cardíaca ou doença coronária também têm um risco elevado de
sofrer um episódio de choque cardiogênico.
 Possíveis sintomas: normalmente surge palidez, aumento dos batimentos cardíacos, diminuição da
pressão arterial, sonolência e diminuição da quantidade de urina.
 Como tratar: precisa ser tratado o mais rápido possível no hospital para evitar uma parada cardíaca,
sendo necessário ficar internado para fazer medicamentos na veia ou fazer uma cirurgia cardíaca, por
exemplo. Saiba mais sobre o que é e como tratar o choque cardiogênico.

5. Choque neurogênico
O choque neurogênico aparece quando existe uma perda repentina dos sinais nervosos do sistema nervoso,
deixando de enervar os músculos do corpo e os vasos sanguíneos. Normalmente, este tipo de choque é sinal
de problemas graves no cérebro ou na medula espinhal.
 Possíveis sintomas: podem incluir dificuldade para respirar, diminuição do batimento cardíaco,
tonturas, sensação de desmaio, dor no peito e diminuição da temperatura corporal, por exemplo.
 Como tratar: o tratamento deve ser iniciado rapidamente no hospital com administração de remédios
diretamente na veia para controlar os sintomas e cirurgia para corrigir lesões na medula ou cérebro, se
necessário.

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