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Norma Código

Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa VR01.02-01.008


Tensão
Processo Edição Folha
Planejar, Ampliar e Melhorar o Sistema Elétrico 3ª 1 DE 00
Atividade Data
Obras de Distribuição 25/03/2009

HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES
Edição Data Alterações em relação à edição anterior

Esta Norma substitui a Norma VR01.02-01.008 Projeto de Rede de Distribuição


Aérea Multiplexada BT - Poste DT - 2ª Edição de 31/03/2003.

Esta Norma cancela as Normas VR01.02-00.041 Montagem de Rede Aérea de


Distribuição Urbana com Cabos Isolados Multiplexados - 1ª Edição de
20/07/1998 e VR01.02-00.042 Montagem de Rede Aérea de Distribuição Urbana
Antifurto - 1ª Edição de 20/07/1998
3ª 25/03/2009
Elaborada com nova redação para o texto

Incluídas as montagens com postes circulares

Incluídas as montagens com caixa de derivação

Atualizada.

GRUPOS DE ACESSO
Nome dos grupos

DIRETOR-PRESIDENTE, SUPERINTENDENTES, GERENTES, GESTORES, FUNCIONÁRIOS OU


PRESTADORES DE SERVIÇOS E TERCEIROS.

NORMATIVOS ASSOCIADOS
Nome dos normativos

VR01.02-01.001 - Elaboração de Projeto de Rede de Distribuição Aérea Urbana

VR01.02-01.007 - Montagem de Rede Urbana de Distribuição em Média Tensão com Condutores Nus

SM04.14-01.001 - Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a Edificações


Individuais
Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ÍNDICE

Página

1. OBJETIVO .....................................................................................................................................................3
2. RESPONSABILIDADES ................................................................................................................................3
3. DEFINIÇÕES..................................................................................................................................................3
3.1 CABOS ISOLADOS MULTIPLEXADOS.....................................................................................................3
3.2 CABO CONCÊNTRICO ...............................................................................................................................3
3.3 CAIXA DE DERIVAÇÃO..............................................................................................................................3
3.4 CONECTOR PERFURANTE .......................................................................................................................3
3.5 PONTO DE ENTREGA ................................................................................................................................3
3.6 RAMAL DE LIGAÇÃO .................................................................................................................................3
3.7 REDE DE DISTRIBUIÇÃO URBANA – RDU ..............................................................................................3
3.8 REDE SECUNDÁRIA...................................................................................................................................3
3.9 REDE SECUNDÁRIA COM CAIXA DE DERIVAÇÃO ................................................................................3
3.10 SISTEMA DE ATERRAMENTO ................................................................................................................3
3.11 TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO ..........................................................................................3
3.12 TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO.................................................................................................3
4. CRITÉRIOS ....................................................................................................................................................4
4.1 REDE SECUNDÁRIA...................................................................................................................................4
4.2 REDE SECUNDÁRIA COM CAIXA DE DERIVAÇÃO .....................ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
4.3 RAMAL DE LIGAÇÃO ......................................................................ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
4.4 MONTAGEM DE REDE SECUNDÁRIA. ..........................................ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
4.5 MONTAGEM RAMAL DE LIGAÇÃO. ..............................................ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
4.6 MONTAGEM RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO CONCÊNTRICO.ERRO! INDICADOR NÃO
DEFINIDO.
5. REFERÊNCIAS..............................................................................................................................................7
6. APROVAÇÃO ................................................................................................................................................7
ANEXO I. CONVERSÃO REDE CONVENCIONAL/ISOLADA.........................................................................8
ANEXO II. TANGENTE, ÂNGULOS E FIM DE LINHA .....................................................................................9
ANEXO III. CRUZAMENTO E DERIVAÇÃO ...................................................................................................10
ANEXO IV. RELAÇÃO DE MATERIAL PARA REDE SECUNDÁRIA ...........................................................11
ANEXO V.LIGAÇÃO DO TRANSFORMADOR À REDE SECUNDÁRIA.......................................................12
ANEXO VI. CABO DE LIGAÇÃO DO TRANSFORMADOR À REDE SECUNDÁRIA ...................................13
ANEXO VII . ESTRIBOS E PASSAGEM DE NEUTRO ..................................................................................14
ANEXO VIII. RAMAL DE LIGAÇÃO MULTIPLEXADO ..................................................................................15
ANEXO IX. MATERIAIS BÁSICOS POR RAMAL DE LIGAÇÃO .................................................................16
ANEXO X. REDE CONVENCIONAL E RAMAL DE LIGAÇÃO MULTIPLEXADO ........................................17
ANEXO XI. RAMAL DE LIGAÇÃO MULTIPLEXADO SEM ISOLADOR ROLDANA ADICIONAL...............18
ANEXO XII. RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADO DE CAIXA DE DERIVAÇÃO .............................................19
ANEXO XIII. DETALHE DA LIGAÇÃO NA CAIXA DE DERIVAÇÃO ............................................................20
ANEXO XIV. DETALHE DA LIGAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA ...........................................................21
ANEXO XV. RELAÇÃO DE MATERIAL PARA RAMAL DE LIGAÇÃO MONOFÁSICO ..............................22
ANEXO XVI. FLECHAS E TRAÇÕES.............................................................................................................23
ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS ..................................................................................29

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Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

1.OBJETIVO

Estabelecer critérios para a montagem de estruturas básicas para as Redes de Distribuição Aéreas em
Baixa Tensão utilizando condutores multiplexados e postes tipo DT ou R.

2.RESPONSABILIDADES

Compete aos órgãos de planejamento, suprimento, engenharia, projeto, construção, ligação, operação,
manutenção, comercial e atendimento a clientes da Coelba, cumprir e fazer cumprir o estabelecido neste
instrumento normativo.

3.DEFINIÇÕES

3.1 Cabos Isolados Multiplexados


Cabos constituídos por um, dois ou três condutores isolados, utilizados como condutores fase, torcidos em
torno de um condutor isolado com funções de condutor neutro e de elemento de sustentação.

3.2Cabo Concêntrico
Cabo composto de um condutor fase isolado e um condutor neutro disposto helicoidalmente sobre esta
isolação e recoberto por outra camada isolante (protetora).

3.3Caixa de Derivação
Caixa fabricada com compostos poliméricos, fixada através de parafusos ou cintas na altura da rede
secundária, equipada com fecho de segurança e barramento para conexão de até nove ramais monofásicos
do cabo concêntrico de cobre.

3.4 Conector Perfurante


Conector destinado à conexão entre dois condutores isolados da rede de distribuição entre si, ou com o
condutor de derivação da unidade consumidora. A conexão é obtida através de dentes metálicos que
perfuram o isolamento e alcançam o condutor, estabelecendo o contato elétrico.

3.5Ponto de Entrega
Ponto de conexão do sistema elétrico da Coelba com as instalações elétricas da unidade consumidora,
caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.

3.6Ramal de Ligação
Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da Coelba e o ponto de
entrega.

3.7Rede de Distribuição Urbana – RDU


Rede de distribuição do sistema de energia elétrica situada dentro do perímetro urbano de uma cidade, vila
ou povoado.

3.8Rede Secundária
Rede de distribuição operando em tensão secundária de distribuição.

3.9Rede Secundária com Caixa de Derivação


Rede secundária multiplexada utilizando caixas de derivação nos postes e cabos concêntricos de cobre
para ligação dos consumidores monofásicos.

3.10Sistema de Aterramento
Conjunto de condutores, cabos, hastes e conectores interligados que dissipa para a terra as correntes que
sejam impostas ao mesmo.

3.11Tensão Secundária de Distribuição


Tensão disponibilizada no sistema elétrico da Coelba, com valores padronizados inferiores a 2,3kV.

3.12Tensão Primária de Distribuição

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Tensão disponibilizada no sistema elétrico da Coelba, com valores padronizados iguais ou superiores a
2,3kV.

4.CRITÉRIOS

4.1 Rede Secundária sem Caixa de Derivação

4.1.1A rede secundária deve ser construída com cabos multiplexados formada por condutores fase de
alumínio e condutor neutro em alumínio liga (CAL) isolado em XLPE (polietileno termofixo) para tensões
0,6/1 kV.

4.1.2 Os postes utilizados na rede secundária devem estar de acordo com a Norma VR01.02-01.001.

4.1.3 A rede secundária deve ser executada com o tipo e seção de cabo definida pela Norma VR01.02-
01.001.

4.1.4A menor seção de condutor admitida para rede secundária é de 35mm².

4.1.5 Os vãos da rede secundária devem ter um comprimento máximo de 40 m, observando-se à distância
mínima do condutor ao solo.

4.1.6Os condutores da rede secundária devem ser instalados em armação secundária de um estribo sobre
um isolador roldana, sempre voltada para o lado da rua, ressalvando-se as situações específicas que não
permitam este arranjo (por exemplo, poste do transformador).

4.1.7Os condutores neutros de todos os circuitos devem ser interligados entre si e deve ser instalada
passagem no neutro para ligação de consumidor.

4.1.8Os condutores devem ser identificados através de fita adesiva apropriada nas cores: fase A =
vermelha; fase B = branca; fase C = marrom; e neutro = azul claro. A marcação por fita adesiva deve ser
dispensada caso os condutores possuam marcação por listras coloridas.

4.1.9A ligação dos terminais de baixa tensão dos transformadores à rede secundária deve ser efetuada com
cabos de cobre isolados para 1 kV, conforme Norma VR01.02-01.007.

4.1.10Em postes de 9 m a armação secundária deve ser instalada a 0,2 m do topo do poste.

4.1.11Nos postes de 11 m ou mais a armação secundária deve ser instalada a 7,3 m do solo.

4.1.12 Nos postes com transformador (12 m) a armação secundária deve ser instalada a 7 m do solo.

4.1.13Nas mudanças de seção ou derivação deve ser observada a sequência de fases no momento de
conectar os dois segmentos da rede.

4.1.14Nas estruturas de ancoragem, o cabo neutro (mensageiro) deve ser fixado nos isoladores roldana (ou
olhal para parafuso) com alça pré-formada de distribuição e nas estruturas de passagem com laço pré-
formado de roldana.

4.1.15Não se deve fazer duas amarrações de fim de linha em um mesmo isolador roldana.

4.1.16 As ligações dos condutores dos bornes dos transformadores à rede secundária devem ser
executadas com conector tipo perfurante.

4.1.17 Os pontos de iluminação ou semáforo devem ser conectados aos estribos com conector tipo
perfurante ou cunha.

4.1.18 Na elaboração do cálculo de queda de tensão em redes isoladas utilizar os coeficientes de acordo
com o indicado na Norma VR01.02-01.001.

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4.1.19 No tensionamento dos condutores, obedecer à tabela de flechas e trações de montagem de acordo
com o Anexo XVI.

4.1.20 As intervenções na rede elétrica situada em vias públicas devem ser executadas obedecendo-se aos
regulamentos estabelecidos pelos órgãos públicos responsáveis pelo uso do solo.

4.1.21 A supressão vegetal deve ser reduzida ao mínimo possível mesmo estando o projeto aprovado pelos
órgãos de proteção ambiental.

4.2Rede Secundária com Caixa de Derivação

4.2.1A rede secundária com caixa de derivação deve ser aplicada em locais de unidades consumidoras
monofásicas e com alto índice de ligações clandestinas.

4.2.2 A caixa de derivação deve ser fixada ao poste a 0,2 m da rede secundária, voltada para a via pública,
através de parafuso cabeça quadrada (poste DT) ou cinta circular (poste R) ou ainda cinta de aço
inoxidável.

4.2.3Os barramentos da caixa de derivação devem ser energizados sempre na seqüência AB, BC ou AC de
cima para baixo, sendo o último (de baixo) o barramento do neutro.

4.2.4 A energização da caixa deve obedecer a seguinte sequência de fase: a primeira caixa a partir do
transformador (para a direita ou para a esquerda) ou de uma derivação deve ser energizada as fases A e B,
a segunda com as fases B e C e a terceira com as fases A e C. A partir daí deve ser repetida a sequência.

4.2.5Os condutores de energização da caixa de derivação devem ser identificados fora e dentro da caixa
através de fita adesiva apropriada nas cores indicadas no item 4.1.8.

4.2.6 Os pontos de iluminação devem ser conectados à caixa de derivação. Os semáforos podem ser
conectados diretamente à rede com conector perfurante, caso não exista caixa nas proximidades.

4.3Ramal de Ligação

4.3.1A seção, o comprimento e o tipo do cabo do ramal de ligação devem ser definidos para cada
consumidor em função da Norma SM04.14-01.001.

4.3.2As amarrações à rede secundária e à entrada do consumidor devem ser feitas com alças pré-
formadas de serviço e distribuição.

4.3.3Para amarração do ramal multiplexado em rede nua instalar uma armação secundária com isolador
roldana acima do neutro da rede, conforme desenho do Anexo X.

4.3.4Na impossibilidade de instalar uma armação secundária, encabeçar o ramal no isolador roldana do
neutro, conforme o desenho do Anexo XI.

4.3.5Os ramais de ligação com seção superior a 35mm² devem ser ligados diretamente à rede secundária.

4.3.6Os conectores tipo cunha utilizados para conexão do ramal de ligação até a seção de 35mm² devem
ser aplicados com alicate tipo bomba d'água de 12 polegadas.

4.3.7Os materiais básicos por ramal de ligação são determinados no Anexo IX.

4.3.8Os condutores do ramal de ligação devem ser identificados conforme item 4.1.8.

4.3.9 Nas ligações monofásicas devem ser utilizados condutores concêntricos isolados em XLPE
(polietileno termofixo) ou PE (polietileno termoplástico) para tensões 0,6/1 kV, da rede secundária até o
medidor.

4.3.10 Os ramais de ligação só devem ser ligados em caixa de derivação se forem monofásicos.
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4.4Montagem de Rede Secundária.

4.4.1As armações secundárias devem ser instaladas do lado da via pública, ressalvando-se situações
especificas que não permitam esta instalação.

4.4.2O cabo neutro (mensageiro) deve ser fixado na armação secundária, conforme desenhos do Anexo II,
observando o seguinte:

a) Estruturas em ângulo de até 15º, pelo lado externo do isolador roldana com laço pré-formado.

b) Estruturas com ângulo acima de 15º até 60º, pelo lado interno do isolador roldana com laço pré-formado.

c) Estruturas em ângulo acima de 60º, deve ser feito dois fins de linha com alças pré-formados de
distribuição.

4.4.3A conversão da Rede Aérea Convencional para a Rede Isolada deve ser feita conforme o desenho do
Anexo I.

4.4.4As derivações e cruzamentos na Rede Isolada devem ser executadas conforme desenho do Anexo III.

4.4.5As ligações de ramais de ligação e de iluminação pública à rede secundária devem ser feitas através
de estribo (pedaço de cabo multiplexado conectado a rede), exceto para ramais de ligação com seção
superior a 35mm², que são conectados diretamente à rede e nas redes com caixa de derivação.

4.4.6Os estribos de ligação devem ser confeccionados com condutores de seção 35mm² de cabos isolados
multiplexados, retirados das sobras. A instalação dos estribos, quando necessário, conforme desenho do
Anexo VII.

4.4.7As pontas dos condutores devem ser isoladas com fita autofusão em quantidade suficiente para
recompor a isolação, aplicadas no mínimo em três camadas. Para a cobertura protetora externa deve ser
utilizada fita isolante plástica, com no mínimo duas camadas. A aplicação da fita de autofusão é feita com
esticamento de 1/3 (esticar até que sua largura fique reduzida a 2/3 da inicial), sempre com sobreposição de
50%.

4.4.8 As conexões realizadas com conectores perfurantes não necessitam ser isoladas.

4.4.9Nas redes com caixa de derivação, as ligações dos ramais de ligação monofásicos e de iluminação
pública à rede secundária devem ser feitas nos seus barramentos.

4.4.10A caixa de derivação deve ser ligada à rede secundária com um condutor isolado para 1kV de
16mm². A conexão do condutor à rede deve ser feita com conector de perfurante. Na ligação do condutor ao
barramento deve ser aplicado composto antióxido na extremidade do condutor.

4.5Montagem do Ramal de Ligação.

4.5.1O ramal de ligação deve ser instalado conforme o desenho do Anexo VIII.

4.5.2 A amarração do ramal de ligação na rede deve ser feita conforme os desenhos dos Anexos VIII, X ou
XI.

4.5.3 A amarração do ramal de ligação na porta da unidade consumidora deve ser feita conforme o desenho
do Anexo VIII.

4.5.4 O conector unindo o ramal de ligação ao ramal de entrada deve ser aplicado conforme o desenho do
Anexo VIII.

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4.5.5 As conexões com fita autofusão devem ser cobertas em quantidade suficiente para recompor a
isolação, aplicando no mínimo três camadas. Para a cobertura protetora externa deve ser utilizada fita
isolante plástica, com no mínimo duas camadas.

4.5.6 O conector na rede secundária, unindo o ramal de ligação à rede secundária, deve ser aplicado
conforme desenhos dos Anexos VIII, X ou XI.

4.5.7O ramal com cabo concêntrico deve ser instalado conforme o desenho do Anexo XII.

4.5.8Do ramal de serviço até os bornes do medidor da unidade consumidora, não deve ser feito nenhum
tipo de emenda ou conexão.

4.5.9A ancoragem do ramal de ligação no padrão de entrada da unidade consumidora e no poste da rede
deve ser feita conforme o Anexo XII, XIII e XIV.

4.5.10Em redes com caixa de derivação o ramal deve ser ligado aos barramentos da caixa de derivação,
aplicando-se composto antióxido, conforme desenho do Anexo XIII.

5.REFERÊNCIAS

ABNT - NBR5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão.


ANEEL - Resolução 456/2000.

6.APROVAÇÃO

RICARDO JOSÉ BARROS VALENTE


Gerente do Departamento de Planejamento de Investimentos - EPI

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ANEXO I. CONVERSÃO REDE CONVENCIONAL/ISOLADA

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ANEXO II. TANGENTE, ÂNGULOS E FIM DE LINHA

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ANEXO III. CRUZAMENTO E DERIVAÇÃO

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ANEXO IV. RELAÇÃO DE MATERIAL PARA REDE SECUNDÁRIA

S2-T S2-D S2-F S2-M S2-C


ITEM MPC ESPECIFICAÇÃO
C DT C DT C DT C DT C DT
1 131 ARMAÇÃO SEC 2 EST C/ HASTE 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2
2 130 ARMAÇÃO SEC 1 EST C/ HASTE 1 1 1 1 1 1 1 1 - -
3 050 ISOLADOR ROLDANA PORCELANA 3 3 3 3 3 3 5 5 4 4
4 355 CINTA CIRCULAR (ADEQUADA) 2 - 2 - 2 - 2 - 2 -
5 303 PARAF. CAB. QUAD 16mm ADEQ. - 2 - 2 - 2 - 2 - 2
6 261 ARRUELA QUADRADA 38 F 18mm - 2 - 2 - 2 - 2 - 2
7 613/627 ALÇA PREF. DISTRIB. (NOTA 4) - - 1 1 1 1 2 2 2 2
8 618 LAÇO PREFORMADO (NOTA 4) 1 1 1 1 - - - - 1 1
9 170/160/168 CONECTOR TIPO PERFURAÇÃO - - 6 6 - - 4 4 8 8
CUNHA/IMPÁCTO
10 - FITA ISOL. AUTOFUSÃO/PLÁSTICA - nota 1
11 - FIO ISOLADO DE COBRE 1,5 mm² - nota 3

NOTAS:

1. Quando não for usado conector perfurante as conexões devem ser cobertas com fita autofusão e plástica
em quantidade suficiente para recompor a isolação do condutor, conforme item 4.4.7.

2. As conexões devem ser efetuadas com conectores perfurante ou alternativamente com :

a) até a seção de 50 mm² usar conector tipo cunha;

b) acima de 50 mm² usar conector impacto.

3. Prever utilização de fio isolado de cobre 1,5 mm² para amarração.

4. As alças de serviço e os laços pré-formados para amarração do condutor neutro isolado são diferentes
dos pré-formados para neutro nu.

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ANEXO V.LIGAÇÃO DO TRANSFORMADOR À REDE SECUNDÁRIA

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ANEXO VI. CABO DE LIGAÇÃO DO TRANSFORMADOR À REDE SECUNDÁRIA

CABO SAÍDA BT DO CONECTOR PERFURANTE


CONDUTOR DA REDE TRANSFORMADOR (mm²) (CÓDIGO DO MATERIAL)
POTÊNCIA (KVA) MULTIPLEXADA
(mm²) TENSÃO TENSÃO TENSÃO TENSÃO
220/127V 380/220V 220/127V 380/220V

Até 30 35 35 35 2412001 2412001

45 35 35 35 2412001 2412001

45 50* 35 35 2412001 2412001

75 70 70 70 2412002 2412002

75 120 70 70 2412000 2412000

112,5 120 150 150 2412000 2412000

NOTAS:

1. As conexões do transformador à rede secundária devem ser executadas com conector perfurante.

2. (*) Condutor não padronizado.

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ANEXO VII . ESTRIBOS E PASSAGEM DE NEUTRO

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ANEXO VIII. RAMAL DE LIGAÇÃO MULTIPLEXADO

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ANEXO IX. MATERIAIS BÁSICOS POR RAMAL DE LIGAÇÃO

IT. MPC ESPECIFICAÇÃO QUANTIDADE POR RAMAL


MONOFASIC BIFÁSICO TRIFÁSIC
1 720/721 CABO DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO nota 3 nota 1 nota1
2 613 ALÇA PREFORMADA DE DISTRIBUIÇÃO 2 2 2
3 170/160 CONECTOR PERFURANTE/CUNHA 4 6 8
4 - FITA ISOLANTE AUTOFUSÃO/PLÁSTICA nota 3 nota 2 nota 2

NOTAS:

1. A seção, o comprimento e o tipo do cabo devem ser definidos para cada consumidor;

2. Quando não for utilizado conector perfurante as conexões devem ser cobertas com fita autofusão e
plástica em quantidade suficiente para recompor a isolação do condutor, conforme o item 5.1.7. Neste caso
não serão utilizadas as coberturas isolantes para conector tipo cunha.

3. As ligações monofásicas devem ser feitas com cabo potência de cobre concêntrico isolado para 1 kV com
seção e comprimento definido para cada consumidor.

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ANEXO X. REDE CONVENCIONAL E RAMAL DE LIGAÇÃO MULTIPLEXADO

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ANEXO XI. RAMAL DE LIGAÇÃO MULTIPLEXADO SEM ISOLADOR ROLDANA ADICIONAL

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 18 de 49


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ANEXO XII. RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADO DE CAIXA DE DERIVAÇÃO

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ANEXO XIII. DETALHE DA LIGAÇÃO NA CAIXA DE DERIVAÇÃO

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ANEXO XIV. DETALHE DA LIGAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA

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ANEXO XV. RELAÇÃO DE MATERIAL PARA RAMAL DE LIGAÇÃO MONOFÁSICO

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ANEXO XVI. FLECHAS E TRAÇÕES

FLECHAS E TRAÇÕES CABO MULTIPLEXADO 2 x 25 (AL) + 1 x 25 (CA)

Tabela de Flechas e Trações Cabo 2x25+25 CA 1 kV


Temp Und 10m 15m 20m 25m 30m 35m 40m 45m 50m 55m
5ºC T(daN) 17 38 67 105 119 89 81 76 72 70
5ºC F(m) 0,2 0,2 0,2 0,2 0,25 0,46 0,66 0,9 1,16 1,45
10ºC T(daN) 16 34 60 94 108 82 77 73 70 68
10ºC F(m) 0,21 0,22 0,22 0,22 0,28 0,5 0,7 0,93 1,2 1,49
15ºC T(daN) 15 32 54 85 99 77 73 70 68 66
15ºC F(m) 0,22 0,24 0,25 0,25 0,31 0,53 0,74 0,97 1,24 1,53
20ºC T(daN) 15 30 49 76 90 72 69 67 66 65
20ºC F(m) 0,23 0,25 0,27 0,27 0,33 0,57 0,77 1,01 1,27 1,57
25ºC T(daN) 14 28 46 70 83 68 66 65 64 63
25ºC F(m) 0,24 0,27 0,29 0,3 0,37 0,6 0,81 1,05 1,31 1,61
30ºC T(daN) 14 26 42 64 76 65 64 63 62 62
30ºC F(m) 0,25 0,29 0,32 0,33 0,4 0,63 0,84 1,08 1,35 1,64
35ºC T(daN) 13 25 40 59 71 62 61 61 61 60
35ºC F(m) 0,25 0,3 0,34 0,36 0,43 0,67 0,88 1,12 1,38 1,68
40ºC T(daN) 13 24 37 55 66 59 59 59 59 59
40ºC F(m) 0,26 0,32 0,36 0,38 0,46 0,7 0,91 1,15 1,42 1,71
45ºC T(daN) 12 23 35 51 62 56 57 57 58 58
45ºC F(m) 0,27 0,33 0,38 0,41 0,49 0,73 0,94 1,18 1,45 1,75
50ºC T(daN) 12 22 33 48 58 54 55 56 56 57
50ºC F(m) 0,28 0,34 0,4 0,44 0,52 0,76 0,98 1,22 1,49 1,78
T.Proj T(daN) 28 55 85 118 136 121 120 119 118 118

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 23 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVI. FLECHAS E TRAÇÕES

FLECHAS E TRAÇÕES CABO MULTIPLEXADO 3 x 25 (AL) + 1 x 25 (CA)

Tabela de Flechas e Trações Cabo 3x25+25 CA 1 kV


Temp Und 10m 15m 20m 25m 30m 35m 40m 45m 50m
5ºC T(daN) 23 52 92 113 106 101 97 94 92
5ºC F(m) 0,2 0,2 0,2 0,25 0,39 0,56 0,76 0,99 1,25
10ºC T(daN) 22 48 84 104 99 95 93 91 89
10ºC F(m) 0,21 0,22 0,22 0,28 0,42 0,59 0,79 1,03 1,29
15ºC T(daN) 21 44 76 96 93 91 89 88 87
15ºC F(m) 0,22 0,23 0,24 0,3 0,45 0,62 0,83 1,06 1,32
20ºC T(daN) 20 41 70 89 87 86 86 85 85
20ºC F(m) 0,23 0,25 0,26 0,32 0,47 0,65 0,86 1,09 1,36
25ºC T(daN) 19 39 65 83 83 83 83 83 83
25ºC F(m) 0,24 0,27 0,28 0,35 0,5 0,68 0,89 1,13 1,39
30ºC T(daN) 19 37 60 77 78 79 80 80 81
30ºC F(m) 0,25 0,28 0,3 0,37 0,53 0,71 0,92 1,16 1,43
35ºC T(daN) 18 35 57 72 74 76 77 78 79
35ºC F(m) 0,25 0,3 0,33 0,4 0,56 0,74 0,95 1,19 1,46
40ºC T(daN) 18 33 53 68 71 73 75 76 77
40ºC F(m) 0,26 0,31 0,35 0,42 0,58 0,77 0,98 1,22 1,49
45ºC T(daN) 17 32 50 64 68 71 73 74 75
45ºC F(m) 0,27 0,33 0,37 0,45 0,61 0,8 1,01 1,26 1,52
50ºC T(daN) 17 31 48 61 65 68 71 72 74
50ºC F(m) 0,28 0,34 0,39 0,47 0,64 0,83 1,04 1,29 1,56
T.Proj T(daN) 34 66 104 128 130 131 133 133 134

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 24 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVI. FLECHAS E TRAÇÕES

FLECHAS E TRAÇÕES CABO MULTIPLEXADO 2 x 35 (AL) + 1 x 35 (CAL)

Tabela de Flechas e Trações Cabo 2x35+35 Al 1 kV


Temp Und 10m 15m 20m 25m 30m 35m 40m 45m 50m 55m 60m
5ºC T(daN) 26 59 106 165 227 227 213 205 198 192 187
5ºC F(m) 0,2 0,2 0,2 0,2 0,21 0,28 0,4 0,52 0,67 0,83 1,02
10ºC T(daN) 25 54 94 148 206 208 196 191 186 182 178
10ºC F(m) 0,21 0,22 0,22 0,22 0,23 0,31 0,43 0,56 0,71 0,88 1,07
15ºC T(daN) 24 50 85 133 187 190 181 178 175 172 170
15ºC F(m) 0,22 0,24 0,25 0,25 0,25 0,34 0,47 0,6 0,76 0,93 1,12
20ºC T(daN) 23 47 78 120 169 174 168 166 165 164 163
20ºC F(m) 0,23 0,25 0,27 0,28 0,28 0,37 0,5 0,64 0,8 0,98 1,17
25ºC T(daN) 22 44 71 109 154 160 156 156 156 156 156
25ºC F(m) 0,24 0,27 0,3 0,3 0,31 0,4 0,54 0,69 0,85 1,02 1,22
30ºC T(daN) 21 41 66 99 140 148 146 147 148 149 150
30ºC F(m) 0,25 0,29 0,32 0,33 0,34 0,44 0,58 0,73 0,89 1,07 1,27
35ºC T(daN) 21 39 62 92 128 137 137 139 141 143 145
35ºC F(m) 0,25 0,3 0,34 0,36 0,37 0,47 0,62 0,77 0,93 1,12 1,32
40ºC T(daN) 20 38 58 85 118 127 129 132 135 138 140
40ºC F(m) 0,26 0,32 0,36 0,39 0,4 0,51 0,66 0,81 0,98 1,16 1,36
45ºC T(daN) 20 36 55 80 110 119 122 126 129 133 135
45ºC F(m) 0,27 0,33 0,38 0,41 0,43 0,54 0,69 0,85 1,02 1,21 1,41
50ºC T(daN) 19 35 53 75 102 112 116 120 124 128 131
50ºC F(m) 0,28 0,34 0,4 0,44 0,47 0,58 0,73 0,89 1,06 1,25 1,45
T.Proj T(daN) 37 74 117 168 227 232 230 232 233 235 236

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 25 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVI. FLECHAS E TRAÇÕES

FLECHAS E TRAÇÕES CABO MULTIPLEXADO 3 x 35 (AL) + 1 x 35 (CAL)

Tabela de Flechas e Trações Cabo 3x35+35 Al 1 kV


Temp Und 10m 15m 20m 25m 30m 35m 40m 45m 50m 55m 60m
5ºC T(daN) 35 79 141 220 307 299 292 259 252 246 241
5ºC F(m) 0,2 0,2 0,2 0,2 0,21 0,29 0,39 0,55 0,7 0,86 1,05
10ºC T(daN) 33 73 127 200 284 278 273 243 239 234 231
10ºC F(m) 0,21 0,22 0,22 0,22 0,22 0,31 0,41 0,58 0,74 0,91 1,1
15ºC T(daN) 32 67 116 183 263 259 255 229 226 224 221
15ºC F(m) 0,22 0,24 0,24 0,24 0,24 0,33 0,44 0,62 0,78 0,95 1,14
20ºC T(daN) 31 63 106 167 242 240 238 217 215 214 213
20ºC F(m) 0,23 0,25 0,27 0,26 0,26 0,36 0,47 0,66 0,82 0,99 1,19
25ºC T(daN) 30 59 98 153 223 223 223 205 205 205 205
25ºC F(m) 0,24 0,27 0,29 0,29 0,28 0,39 0,5 0,69 0,86 1,04 1,23
30ºC T(daN) 29 56 91 140 206 208 209 194 196 197 198
30ºC F(m) 0,25 0,28 0,31 0,31 0,31 0,41 0,54 0,73 0,9 1,08 1,28
35ºC T(daN) 28 53 85 130 190 194 197 185 187 189 191
35ºC F(m) 0,25 0,3 0,33 0,34 0,33 0,44 0,57 0,77 0,94 1,12 1,32
40ºC T(daN) 27 51 80 121 176 181 186 176 179 182 185
40ºC F(m) 0,26 0,31 0,35 0,36 0,36 0,48 0,61 0,81 0,98 1,17 1,37
45ºC T(daN) 26 48 76 113 163 170 175 168 172 176 179
45ºC F(m) 0,27 0,33 0,37 0,39 0,39 0,51 0,64 0,85 1,02 1,21 1,41
50ºC T(daN) 25 46 72 106 152 160 166 161 166 170 174
50ºC F(m) 0,28 0,34 0,39 0,41 0,42 0,54 0,68 0,88 1,06 1,25 1,46
T.Proj T(daN) 45 90 145 220 307 299 296 278 280 281 283

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 26 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVI. FLECHAS E TRAÇÕES

FLECHAS E TRAÇÕES CABO MULTIPLEXADO 3 x 70 (AL) + 1 x 70 (CAL)

Tabela de Flechas e Trações Cabo 3x70+70 CAL 1 kV


Temp Und 10m 15m 20m 25m 30m 35m 40m 45m 50m 55m 60m
5ºC T(daN) 65 145 258 409 409 409 409 395 383 374 366
5ºC F(m) 0,2 0,2 0,2 0,2 0,28 0,39 0,5 0,66 0,84 1,04 1,27
10ºC T(daN) 62 133 233 373 377 380 384 374 366 359 354
10ºC F(m) 0,21 0,22 0,22 0,22 0,31 0,42 0,54 0,7 0,88 1,09 1,31
15ºC T(daN) 59 123 212 339 347 354 360 354 349 345 342
15ºC F(m) 0,22 0,24 0,24 0,24 0,33 0,45 0,57 0,74 0,92 1,13 1,36
20ºC T(daN) 56 115 194 309 321 331 340 337 334 333 331
20ºC F(m) 0,23 0,25 0,27 0,26 0,36 0,48 0,61 0,78 0,97 1,17 1,4
25ºC T(daN) 54 108 179 282 297 310 321 321 321 321 321
25ºC F(m) 0,24 0,27 0,29 0,29 0,39 0,51 0,64 0,81 1,01 1,22 1,45
30ºC T(daN) 52 102 167 259 277 291 304 307 309 310 312
30ºC F(m) 0,25 0,28 0,31 0,31 0,42 0,54 0,68 0,85 1,05 1,26 1,49
35ºC T(daN) 51 97 156 239 258 275 289 294 297 300 303
35ºC F(m) 0,25 0,3 0,33 0,34 0,45 0,58 0,71 0,89 1,09 1,3 1,53
40ºC T(daN) 49 93 147 222 243 260 276 282 287 291 295
40ºC F(m) 0,26 0,31 0,35 0,36 0,48 0,61 0,75 0,93 1,13 1,34 1,58
45ºC T(daN) 48 89 139 208 229 247 263 271 277 283 287
45ºC F(m) 0,27 0,33 0,37 0,39 0,51 0,64 0,78 0,96 1,16 1,38 1,62
50ºC T(daN) 46 85 132 195 217 236 252 261 269 275 280
50ºC F(m) 0,28 0,34 0,39 0,41 0,54 0,67 0,82 1 1,2 1,42 1,66
T.Proj T(daN) 72 147 258 409 409 409 409 408 407 406 405

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 27 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVI. FLECHAS E TRAÇÕES

FLECHAS E TRAÇÕES CABO MULTIPLEXADO 3 x 120 (AL) + 1 X 70 (CAL)

Tabela de Flechas e Trações Cabo 3x120+70 CAL 1 kV


Temp Und 10m 15m 20m 25m 30m 35m 40m 45m 50m 55m 60m
5ºC T(daN) 98 219 390 573 552 532 515 501 489 480 472
5ºC F(m) 0,2 0,2 0,2 0,21 0,32 0,45 0,61 0,79 1 1,23 1,49
10ºC T(daN) 93 202 358 532 516 502 490 480 471 465 459
10ºC F(m) 0,21 0,22 0,22 0,23 0,34 0,48 0,64 0,82 1,03 1,27 1,53
15ºC T(daN) 89 188 329 494 483 474 466 460 455 451 447
15ºC F(m) 0,22 0,23 0,24 0,25 0,36 0,5 0,67 0,86 1,07 1,31 1,57
20ºC T(daN) 85 176 304 458 453 449 445 442 440 438 436
20ºC F(m) 0,23 0,25 0,26 0,27 0,39 0,53 0,7 0,89 1,11 1,35 1,61
25ºC T(daN) 82 165 282 425 425 425 425 425 425 425 425
25ºC F(m) 0,24 0,27 0,28 0,29 0,41 0,56 0,73 0,93 1,15 1,39 1,65
30ºC T(daN) 79 156 263 396 400 404 407 410 412 414 415
30ºC F(m) 0,25 0,28 0,3 0,31 0,44 0,59 0,77 0,96 1,18 1,42 1,69
35ºC T(daN) 76 148 246 369 378 385 391 396 400 403 406
35ºC F(m) 0,26 0,3 0,32 0,33 0,46 0,62 0,8 1 1,22 1,46 1,73
40ºC T(daN) 74 141 231 345 357 367 376 383 388 393 397
40ºC F(m) 0,26 0,31 0,34 0,35 0,49 0,65 0,83 1,03 1,26 1,5 1,77
45ºC T(daN) 72 135 218 323 339 352 362 371 378 384 389
45ºC F(m) 0,27 0,32 0,36 0,38 0,52 0,68 0,86 1,07 1,29 1,54 1,81
50ºC T(daN) 70 130 207 304 322 337 349 359 368 375 381
50ºC F(m) 0,28 0,34 0,38 0,4 0,54 0,71 0,89 1,1 1,33 1,57 1,84
T.Proj T(daN) 103 219 390 573 552 532 515 512 511 509 508

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 28 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-T

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 29 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-T COM PASSAGEM

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 30 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-M

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 31 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-M COM PASSAGEM

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 32 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-F

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 33 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-D

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 34 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-D COM PASSAGEM

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 35 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-C

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 36 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-C COM PASSAGEM

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 37 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S1-T - S2-F

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 38 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-T - S1-F

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 39 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-T - S1-F COM PASSAGEM

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 40 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-T - S2-F

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 41 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S2-T - S2-F COM PASSAGEM

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 42 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA S1-F - S2-F

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 43 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA 2 S2-F

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 44 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA 2 S2-F COM PASSAGEM

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 45 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA 3 S2-F

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 46 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA 3 S2-F COM PASSAGEM

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 47 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA 4 S2-F

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 48 de 49


Norma
Montagem de Rede de Distribuição Aérea em Baixa Tensão

ANEXO XVII. DETALHAMENTO DAS ESTRUTURAS

ESTRURA 4 S2-F COM PASSAGEM

VR01.02-01.008 3ª Edição 25/03/2009 49 de 49