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Élvis Miranda

Arquivologia

CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE ARQUIVOLOGIA

CONCEITO DE ARQUIVO 09. (QUADRIX/CRA-GO/2016) Arquivo é um conjunto de


documentos, produzidos e acumulados por uma
entidade coletiva, pública ou privada, pessoa ou
Arquivo é o conjunto de documentos acumulados por família no desempenho de suas atividades,
pessoas físicas ou jurídicas ao longo de sua existência e que independentemente da natureza do suporte.
comprovam as suas atividades.
10. (QUADRIX/CRMV-MT/2016) Arquivo é o conjunto de
Lei 8.159/1991 – art. 3º (adaptado)
documentos que, independentemente da natureza ou
do suporte, são reunidos por acumulação ao longo
01. (CESPE-UNB/CGM-PB/2018) A atividade funcional das atividades de pessoas físicas ou jurídicas, públicas
ou intelectual de instituições ou pessoas explica a ou privadas.
origem do acervo de arquivos. 11. (CESPE-UNB/TRE-TO/2005) Os acervos arquivísticos
02. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) Em geral, documentos são constituídos por um mesmo tipo de suporte.
arquivísticos são reflexos de atividades 12. (CESPE-UNB/STM/2004) A composição do conceito de
administrativas, legais ou fiscais. arquivo adotado pela arquivística define que seus
03. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) A capacidade de provar documentos devem possuir um mesmo tipo de
fatos ocorridos é uma das utilidades dos documentos suporte físico.
de arquivo. Acesse para ter acesso a mais
04. (QUADRIX/CRF-RS/2017) O arquivo pode ser pessoal questões já cobradas pelo em
ou institucional e é formado a partir da necessidade provas anteriores sobre os conceitos
que pessoas (físicas ou jurídicas) têm de guardar de documento e de suporte.
documentos que comprovem as atividades que
desenvolveram ao longo da vida.
05. (CESPE-UNB/ABIN/2010) É desnecessário que os
documentos de arquivo sirvam de prova das FUNÇÃO DOS ARQUIVOS
transações realizadas.

Acesse para ter acesso a mais


“A função básica do arquivo é tornar disponível as
questões já cobradas em provas
informações contidas no acervo documental sob a sua
anteriores sobre o conceito de
guarda”.
arquivo.
PAES, Marilena Leire. Arquivo: Teoria e Prática.
3ª. ed. Rio de Janeiro : FGV, 2003. p. 20.

13. (QUADRIX/CRMV-RR/2016) Basicamente, a função do


CONCEITOS DE DOCUMENTO E SUPORTE arquivo é guardar e organizar os documentos
acumulados pela instituição a que pertencem, de
Documento é toda informação registrada fisicamente. forma a facilitar sua localização, quando necessário.
Suporte é o material físico em que a informação foi Uma boa organização dos arquivos permite que a
registrada. instituição ganhe tempo e otimize seus recursos.
14. (QUADRIX/CRO-PR/2016) A função do arquivo é
06. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) Para se definir um guardar e organizar os documentos acumulados pela
documento, um aspecto essencial é a existência de um instituição a que pertence, de forma a facilitar a
suporte no qual os signos sejam registrados, embora localização desses documentos, quando necessário.
o tipo de suporte não influencie na definição de se
15. (QUADRIX/CRO-PR/2016) Uma boa organização dos
tratar ou não de um documento.
arquivos permite que a instituição ganhe tempo e
07. (CESPE-UNB/MP-PI/2018) Os documentos de arquivo otimize seus recursos.
podem ser aqueles acumulados por uma pessoa física,
16. (QUADRIX/CRO-PR/2016) A função do arquivo, seja na
qualquer que seja o suporte da informação ou a
modalidade física, seja na eletrônica, é de permitir uma
natureza deles
consulta rápida e eficaz aos documentos sob pesquisa.
08. (QUADRIX/CRM-PR/2018) O suporte consiste no
material físico no qual a informação é registrada.

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FINALIDADES DOS ARQUIVOS 20. (QUADRIX/CFBIO/2018) A principal finalidade do


arquivo é servir de memória para a comunidade.

“A principal finalidade dos arquivos é servir à administração, 21. (QUADRIX/CRMV-AC/2018) A função básica do
constituindo-se, com o decorrer do tempo, em base do arquivo é a preservação da memória da instituição.
conhecimento da história”. 22. (QUADRIX/CONTER/2017) Os arquivos possuem uma
importância inestimável para a memória e construção
PAES, Marilena Leire. Arquivo: Teoria e Prática. histórica de um país.
3ª. ed. Rio de Janeiro : FGV, 2003. p. 20.
23. (QUADRIX/CRB/2016) Ao organizar os documentos, o
arquivo atende, fundamentalmente, a duas finalidades
17. (CESPE-UNB/DPF/2018) Os objetivos primários do distintas: à administração e à história.
arquivo são jurídicos, funcionais e administrativos.
Acesse para ter acesso a mais
18. (CESPE-UNB/EMAP/2018) O objetivo primeiro do questões já cobradas em provas
arquivo é servir de testemunho histórico. anteriores sobre função e
19. (CESPE-UNB/MP-PI/2018) O documento de arquivo finalidades dos arquivos.
tem como característica ser produzido e conservado
com objetivos históricos e culturais.

CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS

TEORIA DAS TRÊS IDADES Acesse para ter acesso a mais


questões cobradas em provas
anteriores sobre a nomenclatura
“Os documentos públicos são identificados como correntes,
das idades do ciclo vital dos
intermediários e permanentes”.
documentos.
Lei 8.159/1991 – Art. 8º

24. (QUADRIX/CRP 12ª REG/2018) O ciclo de vida dos


documentos de arquivo é operacionalizado pela
noção das três idades documentais. VALOR DOS DOCUMENTOS
25. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) De acordo com a teoria
das três idades, arquivos podem ser correntes,
Os documentos podem apresentar dois tipos de valor:
intermediários e permanentes.
26. (QUADRIX/CRB 6ª REG/2017) Quanto ao estágio de
evolução dos documentos (ciclo de vida), os arquivos Valor primário / administrativo: documentos vinculados a
se classificam em: correntes (arquivos de primeira atividades em andamento ou que ainda podem ser
idade), intermediários (arquivos de segunda idade) e questionadas administrativa, fiscal ou juridicamente.
permanentes (arquivos de terceira idade). Valor secundário / histórico: documentos vinculados a fatos
27. (ESAF/ANAC/2016) O ciclo de vida dos documentos históricos para a instituição e para a sociedade.
está dividido em três fases: a) fase corrente; b) fase
intermediária; c) fase permanente.
29. (CESPE-UNB/CGM-PB/2018) No arquivo corrente,
28. (FGV/SEPOG-RO/2017) Assinale a opção que indica prevalece o valor secundário dos documentos.
como os documentos públicos são identificados para
30. (FGV/ALE-RO/2018) Quando o arquivista vê no
fins de arquivo.
documento uma utilidade diferente daquela para a
(A) Casuais e permanentes. qual foi originalmente produzido, trata-se do valor

(B) Regulares e intermediários. (A) administrativo.

(B) secundário.
(C) Casuais, variáveis e regulares.
(C) primário.
(D) Variáveis, regulares e permanentes.
(D) científico.
(E) Correntes, intermediários e permanentes.
(E) gerencial.

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31. (QUADRIX/CFBIO/2018) Quando se identifica o valor 36. (CESPE-UNB/IFF/2018) Um dos motivos para a
secundário dos documentos, deve-se recolhê-los aos manutenção dos documentos nos arquivos correntes
arquivos permanentes. é
32. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) Todo documento que (A) o valor informativo.
tenha esgotado seu valor primário pode ser (B) o prazo precaucional.
eliminado. (C) o encerramento da tramitação.
33. (IADES/HEMOCENTRO-DF/2017) Assinale a (D) a destinação final.
alternativa que apresenta o valor predominante
(E) a grande possibilidade de uso dos documentos.
encontrado nos documentos que compõem o
arquivo corrente. 37. (CESPE-UNB/STM/2018) O ciclo vital dos documentos
(A) Informativo. de arquivo compreende três idades. A primeira delas
é a idade corrente, durante a qual os documentos têm
(B) Probatório. localização física mais próxima ao acumulador do
documento.
(C) Primário.
38. (FCC/CLDF/2018) Os arquivos correntes têm, entre
outras características, a de abrigar documentos
(D) Pesquisa retrospectiva.
(A) cuja vigência já se esgotou.
(E) Histórico.
(B) frequentemente consultados.
34. (QUADRIX/CRB 6ª REG/2017) Na distribuição dos
documentos nos arquivos há que se observar, em (C) desprovidos de todo e qualquer grau de sigilo.
primeira análise, a importância que um documento
apresenta e que justifica sua preservação e guarda em (D) de valor histórico.
um arquivo. É o chamado valor do documento, que
pode se apresentar de duas formas: primário ou (E) correspondentes apenas às atividades-fim.
secundário.
39. (FCC/SEGEP-MA/2018) O arquivo corrente distingue-
se dos demais arquivos (intermediário e permanente)
pela presença de documentos
Acesse para ter acesso a mais
(A) vigentes e de uso frequente.
questões cobradas em provas
anteriores pelo sobre o valor dos (B) gerados pelos órgãos superiores da
documentos de arquivo. administração.
(C) destinados a fundamentar pareceres jurídicos.
(D) confidenciais e de acesso restrito.
(E) que não serão descartados no processo de
ARQUIVO CORRENTE avaliação.

“Arquivo de primeira idade, ou corrente, é aquele constituído 40. (FGV/ALE-RO/2018) Os conjuntos de documentos
de documentos em curso ou consultados frequentemente, que se conservam junto aos órgãos produtores em
conservados nos escritórios ou nas repartições que os razão de sua vigência e da frequência com que são
receberam e os produziram ou em dependências próximas por eles consultados, são denominados
de fácil acesso”. (A) arquivos intermediários.
PAES, Marilena Leire. Arquivo: Teoria e Prática. (B) acervos de protocolo.
3ª. ed. Rio de Janeiro : FGV, 2003. p. 20. (C) fundos de arquivo.
(D) arquivos correntes.
§ 1º - Consideram-se documentos correntes aqueles em (E) pré-arquivos.
curso ou que, mesmo sem movimentação, constituam
41. (IADES/CFM/2018) Considere um tipo de arquivo que
objeto de consultas frequentes.
guarda a documentação mais atual e mais
Lei 8.159/1991 – Art. 8º
frequentemente consultada. Essa informação se
35. (CESPE-UNB/CGM-PB/2018) O arquivo corrente refere ao arquivo
caracteriza-se pela existência de uso em grande (A) intermediário.
frequência ou de possibilidade de uso em um
(B) permanente.
conjunto documental.

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(C) vivo. (B) ultrassecreto


(D) morto. (C) intermediário ou de segunda idade
(E) corrente. (D) permanente ou de terceira idade

42. (QUADRIX/CFBIO/2018) Quando os documentos têm (E) corrente ou de movimento


uma alta probabilidade de uso, eles devem 46. (FCC/CLDF/2018) O arquivo intermediário é um
permanecer próximos aos usuários diretos, isto é, no conjunto de documentos originários de arquivos
arquivo corrente. correntes, com uso pouco frequente, que aguarda
Acesse para ter acesso a mais destinação. Verifica-se que a afirmativa está
questões cobradas em provas (A) incorreta; esse arquivo reúne documentos que se
anteriores sobre a fase corrente do encontram no seu período final de vigência que
ciclo vital dos documentos. serão avaliados.
(B) correta; a destinação será o arquivo permanente
ou o retorno ao arquivo corrente, dependendo da
frequência de uso.
ARQUIVO INTERMEDIÁRIO (C) incorreta; chamado pré-arquivo, reúne
documentos já avaliados e destinados.
(D) incorreta; o uso é controlado em função do seu
“Arquivo de segunda idade, ou intermediário, é constituído valor histórico ou administrativo.
de documentos que deixaram de ser frequentemente
utilizados, mas cujos órgãos que os receberam e os (E) correta; são também conhecidos como
produziram podem ainda solicitá-los, para tratar de documentos de segunda idade.
assuntos idênticos ou retomar um problema novamente 47. (FGV/ALE-RO/2018) A unidade arquivística
focalizado. Não há necessidade de serem conservados responsável pelo processamento técnico de
próximos aos escritórios. A permanência dos documentos documentos com uso pouco frequente é denominada
nesses arquivos é transitória. Por isso, são também
(A) pré-arquivo.
chamados de ´limbo´ ou ´purgatório´”.
PAES, Marilena Leire. Arquivo: Teoria e Prática. (B) arquivo setorial.
3ª. ed. Rio de Janeiro : FGV, 2003. p. 21-22. (C) arquivo intermediário.
(D) arquivo central.
“§ 2º - Consideram-se documentos intermediários aqueles
que, não sendo de uso corrente nos órgãos produtores, por (E) serviço de arquivo.
razões de interesse administrativo, aguardam a sua
48. (FGV/CÂM MUN SALVADOR-BA/2018) Visando
eliminação ou recolhimento para guarda permanente”.
racionalizar a guarda dos documentos e economizar
o custo com espaço físico e equipamentos,
Lei 8.159/1991 – Art. 8º
documentos que aguardam por um grande prazo
para serem eliminados devem ser enviados para o
43. (CESPE-UNB/CGM-PB/2018) O arquivo arquivo:
intermediário, por sua natureza, deve ficar
localizado próximo do usuário direto. (A) corrente;

44. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) Em instituições públicas, é (B) intermediário;


permitida a guarda de arquivos intermediários em (C) permanente;
locais distantes de onde foram produzidos, se houver
essa necessidade em razão do volume crescente de (D) especial;
documentos físicos.
(E) especializado.
45. (CESGRANRIO/LIQUIGAS/2018) Foi demandado a um
assistente administrativo que arquivasse a 49. (QUADRIX/CRMV-MA/2018) Após o tempo de
documentação de pessoal, dos dez últimos anos da guarda no arquivo intermediário, os documentos
empresa, que ainda poderá ser consultada de modo podem ser
esporádico. Ele inseriu corretamente os documentos (A) transferidos para o arquivo corrente.
no arquivo
(B) recolhidos ao arquivo permanente.
(A) sigiloso

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(C) enviados ao protocolo. 55. (CESPE-UNB/DPU/2016) Os arquivos permanentes


têm restrição de acesso ao público em geral.
(D) reformatados.
56. (CESPE-UNB/CADE/2014) A eliminação de
documentos de arquivo é uma atividade vedada nos
(E) microfilmados.
arquivos permanentes.
Acesse para ter acesso a mais Acesse para ter acesso a mais
questões cobradas em provas questões cobradas em provas
anteriores sobre a fase anteriores sobre a fase permanente
intermediária do ciclo vital dos do ciclo vital dos documentos.
documentos.

ARQUIVO PERMANENTE AVALIAÇÃO / TABELA DE TEMPORALIDADE

“Arquivo de terceira idade ou permanente, é constituído de Avaliação é a definição dos prazos de guarda e
documentos que perderam todo valor de natureza destinação final dos documentos de arquivo, a partir de seus
administrativa, que se conservam em razão de seu valor valores.
histórico ou documental e que constituem os meios de
conhecer o passado e sua evolução”. É realizada por uma comissão multidisciplinar,
PAES, Marilena Leire. Arquivo: Teoria e Prática. denominada Comissão Permanente de Avaliação de
3ª. ed. Rio de Janeiro : FGV, 2003. p. 22. Documentos e resulta na elaboração da tabela de
temporalidade da instituição.
“§ 3º - Consideram-se permanentes os conjuntos de
documentos de valor histórico, probatório e informativo que
devem ser definitivamente preservados”. Prazos de guarda Dest.
Lei 8.159/1991 – Art. 8º Documentos Corrente Interm. Final
Escala de férias 7 anos - Elim.
Controle de 5 anos 47 Elim.
50. (CESPE-UNB/CGM-PB/2018) Os documentos frequência anos
existentes no arquivo permanente podem retornar Controle de greves 5 anos 5 anos Guarda
aos arquivos correntes. Perm.
51. (CESPE-UNB/FUB/2018) No arquivo permanente de Normas Internas Enqtº vig - Guarda
uma instituição devem ser armazenados documentos Perm.
administrativos que já não sejam utilizados com
frequência.
Utilize os QR codes a seguir para ter acesso às tabelas
52. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) Os arquivos permanentes de temporalidade dos órgãos públicos em destaque.
devem ser preservados apenas se ficar constatado o
seu uso específico, imediato ou remoto.
53. (FCC/CLDF/2018) Um usuário solicita a consulta de
documentos administrativos referentes à inauguração
de Brasília. Então, o Técnico de Arquivo e Biblioteca
lhe indica uma série de documentos
(A) administrativos. Câm. Deputados MPDFT TST

(B) intermediários.
57. (CESPE-UNB/CGM-PB/2018) O instrumento que
(C) permanentes. operacionaliza a avaliação de documentos é a
(D) classificados. tabela de temporalidade.

(E) funcionais. 58. (CESPE-UNB/DPF/2018) A tabela de temporalidade é


um trabalho multidisciplinar, pois envolve
54. (QUADRIX/CRMV-AC/2018) As atividades do arquivo
profissionais de várias áreas para definir os prazos de
permanente consistem na eliminação dos
guarda e a destinação final dos documentos, que
documentos e na manutenção dos valores primários.
pode ser a eliminação ou guarda permanente.

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59. (CESPE-UNB/DPF/2018) Após o prazo de guarda no (D) protocolo.


arquivo intermediário, a tabela de temporalidade (E) avaliação.
define a destinação final, que é diferente para
documentos tradicionais (em papel) e documentos 68. (QUADRIX/CRMV-AC/2018) O instrumento de
digitais. destinação que determina os prazos de guarda dos
documentos é a tabela de temporalidade.
60. (CESPE-UNB/EBSERH/2018) A tabela de
temporalidade do arquivo de uma instituição
69. (QUADRIX/SESC-DF/2018) A gestão dos prazos de
pública deve contemplar informações relativas à
guarda dos documentos é feita com o(a)
eliminação ou à guarda permanente dos
documentos, além dos prazos de permanência em (A) quadro de arranjo.
cada fase do arquivamento. (B) plano de classificação.
61. (CESPE-UNB/EMAP/2018) A teoria das três idades é (C) inventário.
utilizada para configurar a tabela de temporalidade.
(D) tabela de temporalidade.
62. (CESPE-UNB/EMAP/2018) A tabela de temporalidade
é formada, exclusivamente, pelos documentos da (E) catálogo.
atividade-fim, que são os mais importantes e a razão
de ser da própria instituição. PRAZOS DE GUARDA

63. (CESPE-UNB/EMAP/2018) São duas as possíveis


destinações dos documentos: a guarda permanente 70. (QUADRIX/CRP 2ª REG-PE/2018) Os documentos de
ou a eliminação. valor histórico são considerados como importantes
64. (FCC/CLDF/2018) No processo de gestão de para preservar a memória ou a história da instituição.
documentos arquivísticos, são definidos quais Incluem-se entre eles os documentos com um
documentos serão preservados e quais serão período superior a cinquenta anos de sua produção.
eliminados, de acordo com os seus valores. Trata-se 71. (QUADRIX/CRP 2ª REG-PE/2018) O prazo máximo de
de atribuição retenção de documentos na fase corrente é de dois
(A) do controle. anos.

(B) do inventário. 72. (CESPE-UNB/DFTRANS/2008) Os documentos de


guarda temporária devem ser mantidos por cinco
(C) do descarte.
anos.
(D) da avaliação.
Acesse para ter acesso a mais
(E) da administração. questões já cobradas em provas
anteriores sobre avaliação de
65. (FGV/ALE-RO/2018) Avaliação é o processo de análise
documentos e tabela de
documental utilizado para definir os prazos de guarda
temporalidade.
e a destinação final dos documentos. Assinale a
opção que contém instrumento originado a partir do
processo de avaliação.
(A) Tabela de decisão. CUMPRIMENTO DO CICLO VITAL
(B) Tabela de materialidade.
(C) Tabela de temporalidade.
73. (CESPE-UNB/EMAP/2018) Transferência é a atividade
(D) Tabela de regimento.
de passagem dos documentos ao arquivo
(E) Tabela de relevância.
permanente.
66. (QUADRIX/CFBIO/2018) A tabela de temporalidade 74. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) A eliminação de um
define os prazos de guarda dos documentos nos documento público só será permitida se ele estiver
arquivos corrente e intermediário. em um arquivo intermediário.
67. (QUADRIX/COREN-RS/2018) Assinale a alternativa 75. (CESPE-UNB/MP-PI/2018) A eliminação dos
que apresenta o termo utilizado na arquivologia documentos pode ocorrer em qualquer uma das
que indica o processo de análise da documentação de idades arquivísticas.
arquivos, visando estabelecer sua destinação.
(A) classificação. 76. (FGV/COMPESA/2018) Em uma organização pública,
foi definida a parte dos documentos que deveria ser
(B) apensação.
(C) anexação.

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destinada ao arquivo permanente. Assinale a opção 79. (QUADRIX/COREN-RS/2018) A atividade de passar


que indica o nome desse procedimento. documentos do arquivo intermediário para o
(A) Alocação. permanente é denominada de
(B) Transferência. (A) destinação.
(B) descarte.
(C) Translado.
(C) arranjo.
(D) Recolhimento.
(D) transferência.
(E) Repasse.
(E) recolhimento.
77. (QUADRIX/CFBIO/2018) O recolhimento está previsto Acesse para ter acesso a mais
na tabela de temporalidade. questões cobradas em provas
78. (QUADRIX/CFBIO/2018) A transferência é a operação anteriores obre o cumprimento do
que envia os documentos do arquivo corrente para o ciclo vital dos documentos.
arquivo permanente.

CLASSIFICAÇÃO DOS DOCUMENTOS

QUANTO AO GÊNERO 82. (FGV/COMPESA/2018) Após assinar um contrato de


prestação de serviços com um parceiro comercial, a
sociedade empresária Receitas mantém o documento
Quanto ao gênero, os documentos podem ser:
na própria sede, visto que ele será utilizado com
- escritos ou textuais: documentos manuscritos, frequência. No que concerne ao gênero desse
datilografados ou impressos contendo informação em documento, é correto afirmar que ele é
forma de texto;
(A) corrente.
- cartográficos: documentos contendo representações
geográficas, arquitetônicas ou de engenharia (mapas e (B) intermediário.
plantas);
- iconográficos: documentos em suportes sintéticos, em (C) contratual.
papel emulsionado ou não, contendo imagens estáticas
(D) ostensivo.
(fotografias, diapositivos, desenhos, gravuras);
- filmográficos; documentos contendo imagens em (E) textual.
movimento;
83. (QUADRIX/CRMV-AC/2018) Os gêneros documentais
- sonoros: documentos contendo registros fonográficos presentes nos arquivos são, entre outros, documentos
(som); textuais, documentos audiovisuais e documentos
- micrográficos: documentos resultantes da cartográficos.
microrreprodução de imagens (microfilmagem);
84. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) As plantas arquitetônicas
- informáticos: documentos armazenados em meio digital de um edifício mantidas em arquivo são consideradas
(computador) documentos cartográficos de acordo com a
PAES, Marilena Leite, Arquivo: Teoria e Prática. classificação quanto ao gênero.
3. ed. Rio de Janeiro : FGV, 2003. p. 29.

85. (IADES/HEMOCENTRO-DF/2017) Assinale a


80. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) Filme, fotografia, disco, alternativa que apresenta a configuração da
planta, microficha e relatório são os gêneros em que informação no documento, de acordo com o sistema
se diferem os documentos arquivísticos. de signos utilizado na comunicação do documento.
81. (CESPE-UNB/STM/2018) Os documentos (A) Tipo.
iconográficos são formados por documentos em
suportes sintéticos, em papel emulsionado ou não, (B) Gênero.
contendo imagens estáticas.
(C) Forma documental.

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(D) Espécie. gerou. Exemplos: boletim de ocorrência, boletim escolar,


certidão de nascimento e declaração de bens.
(E) Formato de arquivo.
GONÇALVES, Janice. Como classificar e ordenar
86. (CESPE-UNB/DPU/2016) O gênero documental documentos de arquivo. São Paulo : Arquivo do Estado,
iconográfico é aquele que reúne documentos 1998. p. 19.
eletrônicos e digitais.
87. (CESPE-UNB/FUB/2016) Os mapas e as plantas 90. (CESPE-UNB/CGM-PB/2018) Carta, ofício,
arquitetônicas ou de engenharia fazem parte do memorando e relatório são exemplos de tipos
arquivo da instituição. documentais.

88. (IADES/CEITEC/2016) Assinale a alternativa que indica 91. (CESPE-UNB/DPF/2018) Entre os tipos documentais,
a classificação das plantas de um edifício quanto ao inclui-se a portaria de instauração de inquérito.
respectivo gênero. 92. (QUADRIX/CREF 8ª REG/2018) O regulamento é um
bom exemplo de tipo documental.
(A) Iconográfico.
93. (QUADRIX/CRMV-AC/2018) A junção da espécie
(B) Micrográfico.
documental com a função que lhe deu origem forma
(C) Plantográfico. o tipo documental.

(D) Cartográfico. 94. (QUADRIX/CRMV-MA/2018) Assinale a alternativa


que apresenta um tipo documental.
(E) Mapográfico.
(A) memorando
89. (QUADRIX/CRA-GO/2016) Os documentos que (B) processo
apresentam como informação imagens estáticas,
(C) formulário
como fotografias, negativos, diapositivos (slides),
desenhos e gravuras, por exemplo, são classificados (D) relatório
como: (E) ata de reunião
(A) Cartográficos. 95. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) Relatórios de atividades,
processos de compra de material de consumo e
(B) Micrográficos.
formulário de solicitação de férias são exemplos de
(C) Iconográficos. tipos documentais.

(D) Informáticos. 96. (CESPE-UNB/DPU/2016) Formulário é exemplo de


tipo documental.
(E) Filmográficos.
97. (CESPE-UNB/DPF/2014) O ofício, o memorando e o
processo são exemplos de tipos documentais.

Acesse para ter acesso a mais 98. (CESPE-UNB/DPF/2014) O relatório de atividades, a


questões cobradas em provas ata de reunião, o formulário de ocorrência e o ofício
anteriores sobre o gênero dos são tipos documentais.
documentos de arquivo. 99. (CESPE-UNB/MDIC/2014) O ofício e o memorando
são exemplos de tipos documentais.
100. (CESPE-UNB/TCDF/2014) O tipo documental está
relacionado à fusão da espécie documental com a
função do documento.

QUANTO À ESPÉCIE / TIPOLOGIA DOCUMENTAL 101. (CESPE-UNB/TCDF/2014) Um relatório de atividades,


uma ata de reunião de diretoria e um processo de
compra de material são exemplos de tipos
Espécie é a configuração que assume um documento de documentais.
acordo com a disposição e a natureza das informações 102. (CESPE-UNB/ANP/2013) Os ofícios são tipos
nele contidas. Exemplos: boletim, certidão, declaração e documentais comuns na administração pública
relatório. federal.

Tipologia documental é a configuração que assume uma


espécie documental, de acordo com a atividade que a

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103. (CESPE-UNB/CNJ/2013) Relatórios de atividades, atas um dos graus de sigilo: ultrassecreto, secreto e
de reunião da diretoria e processo judicial sobre reservado.
estelionato são exemplos de tipos documentais.
109. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) Documentos de um
104. (CESPE-UNB/CAPES/2012) Memorando, ofício e acervo que podem ser amplamente divulgados à
processo são exemplos de tipos documentais. sociedade são considerados ostensivos quanto à
natureza do assunto.
110. (CESPE-UnB/ANVISA/2016) De acordo com a Lei de
Acesse para ter acesso a mais
Acesso à Informação, o acesso a dados contidos em
questões cobradas em provas
documento classificado como reservado poderá ser
anteriores sobre a espécie e a
restringido por até cinco anos.
tipologia dos documentos de
arquivo. 111. (CESPE-UNB/DPU/2016) Os documentos de arquivo,
quanto à natureza do assunto, podem ser ostensivos
ou sigilosos.
112. (QUADRIX/CRA-GO/2016) Quanto à natureza do
QUANTO À NATUREZA DO ASSUNTO
assunto, os documentos podem ser ostensivos ou
sigilosos. Consideram-se sigilosos os documentos
Quanto à natureza do assunto, os documentos podem que, por sua natureza, devam ser de conhecimento
ser ostensivos ou sigilosos. restrito e, portanto, requeiram medidas especiais de
salvaguarda para sua custódia e divulgação.
A classificação de ostensivo é dada aos documentos cuja
113. (FCC/DPE-SP/2015) Os prazos máximos de restrição
divulgação não prejudica a administração.
de acesso a documentos, informações e dados
obedecem ao seguinte escalonamento:
Consideram sigilosos os documentos que, por sua
(A) sigiloso (até 20 anos), secreto (até 10 anos) e
natureza, devam ser de conhecimento restrito e, portanto,
requeiram medidas especiais de salvaguarda para sua confidencial (até 5 anos).
custódia e divulgação. Pela sua importância, a matéria é (B) ultrassecreto (até 25 anos), secreto (até 15 anos) e
objeto de legislação própria. reservado (até 5 anos).
(C) secreto (até 25 anos), confidencial (até 10 anos) e
PAES, Marilena Leite, Arquivo: Teoria e Prática.
3. ed. Rio de Janeiro : FGV, 2003. p. 29-30. reservado (até 5 anos).
(D) ultrassecreto (até 20 anos), confidencial (até 15
anos) e restrito (até 5 anos).
105. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) Uma fotografia (E) ultrassigiloso (até 30 anos), sigiloso (até 20 anos),
classificada quanto a sua natureza como ostensiva
secreto (até 15 anos) e reservado (até 5 anos).
deve ser armazenada em ambiente de acesso restrito.
106. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) As informações e os
arquivos devem ser abertos ao público de forma Acesse para ter acesso a mais
ampla, caso não haja restrições de acesso decorrentes questões cobradas em provas
da classificação do sigilo dos documentos. anteriores sobre a classificação dos
107. (QUADRIX/CRB 8ª REG/2018) Os documentos cuja documentos quanto à natureza do
divulgação não contêm qualquer restrição são assunto.
classificados como abertos.
108. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) Todos têm direito à
informação, desde que ela não esteja classificada em

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PROTOCOLO

CONCEITOS DE TRAMITAÇÃO E DE PROTOCOLO 119. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) As atividades de


protocolo se desenvolvem na fase do arquivo
intermediário.
Tramitação é o curso do documentos desde a sua
120. (IADES/HEMOCENTRO-DF/2017) As atividades de
produção ou recepção até o cumprimento de sua função
protocolo são de responsabilidade dos arquivos
administrativa. Também chamado movimentação ou
(A) intermediários.
trâmite.
Dicionário de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro (B) permanentes.
: Arquivo Nacional, 2005. p. 164. (C) centrais.
(D) correntes.
114. (IADES/APEX-BRASIL/2018) O curso do documento
desde a própria produção ou recepção até o (E) gerais.
cumprimento da respectiva função administrativa é
121. (QUADRIX/CRP-16ª REG-ES/2016) Protocolo é o
denominado
controle da tramitação dos documentos que
(A) procedimento administrativo. tramitam no órgão, de forma a permitir a sua rápida
(B) fluxo de trabalho. localização e informação aos interessados. É uma
atividade típica da fase corrente.
(C) tramitação.
(D) descrição.
ATIVIDADES DE PROTOCOLO
(E) processo de trabalho.
São atividades de protocolo:
115. (QUADRIX/CRP 12ª REG/2018) A tramitação é o curso
- Recebimento;
do documento desde a sua criação ou recepção até o
cumprimento de sua função administrativa. - Registro;
- Autuação;
116. (QUADRIX/CRP 2ª REG-PE/2018) Durante a fase
- Classificação;
corrente, os documentos caracterizam-se por sua
grande frequência de consulta e por sua - Expedição;
movimentação (tramitação) constante. É necessário, - Distribuição;
portanto, que a instituição adote mecanismos - Controle/Movimentação
capazes de controlar esta tramitação, de forma a
permitir a localização de um documento, quando
necessário. Essa atividade de controle é conhecida 122. (CESPE-UNB/ABIN/2018) O protocolo providencia a
como protocolo. tramitação dos documentos de arquivo e toma
decisões sobre as demandas contidas neles.
123. (CESPE-UNB/CGM-PB/2018) Uma das atividades
PROTOCOLO E O CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS que podem ser realizadas no protocolo é o registro
dos documentos.
Protocolo é o controle da tramitação dos documentos 124. (CESPE-UNB/EMAP/2018) O registro de determinado
que tramitam no órgão, de forma a permitir a sua rápida documento consiste na identificação de pontos de
localização e informação aos interessados. É uma atividade acesso a esse documento.
típica da fase corrente.
125. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) A avaliação de
MIRANDA, Élvis Corrêa. Arquivo para concursos.
documentos é uma das atividades precípuas da área
Brasília, 2007
de protocolo, visto que subsidia a criação da tabela
de temporalidade dos documentos.
117. (CESPE-UNB/DPF/2018) O protocolo é uma atividade 126. (CESPE-UNB/MP-PI/2018) Depois de recebidos no
que se inicia nos arquivos correntes e finaliza suas protocolo, os documentos devem ser registrados e,
ações no arquivo permanente. posteriormente, distribuídos aos destinatários.
118. (QUADRIX/CFBIO/2018) O protocolo é uma das 127. (CESPE-UNB/STM/2018) Depois de receber um ofício,
atividades que acontecem nos arquivos correntes. a atividade seguinte do setor de protocolo é a de
registrar o documento, o que pode ser feito

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manualmente ou diretamente em um sistema (A) avaliação.


informatizado.
(B) recebimento.
128. (CESPE-UNB/STM/2018) A eliminação de
documentos deve ser feita diretamente pelo setor de (C) expedição.
protocolo.
(D) autuação.
129. (FCC/CLDF/2018) O ato pelo qual determinado
(E) classificação.
documento passa a formar processo, depois de
recebido no setor de protocolo de uma instituição, é 134. (IADES/APEX-BRASIL/2018) Assinale a alternativa que
conhecido como indica atividade do protocolo.
(A) autuação.
(A) Distribuição
(B) anexação.
(B) Emulação
(C) juntada.
(D) apensamento. (C) Digitalização
(E) aditamento. (D) Difusão

130. (FCC/SEGEP-MA/2018) Os documentos técnicos e (E) Aquisição


administrativos devem ser distribuídos aos
135. (IADES/APEX-BRASIL/2018) Qual é o procedimento
respectivos destinatários pelo serviço de
posterior ao recebimento do documento no
(A) almoxarifado. protocolo?
(B) protocolo.
(A) Avaliação
(C) marketing.
(B) Expedição
(D) cadastramento.
(C) Tramitação
(E) fiscalização.
(D) Registro
131. (FGV/ALE-RO/2018) Assinale a opção que indica a
(E) Distribuição
denominação do serviço arquivístico encarregado do
recebimento, registro, classificação, distribuição, 136. (QUADRIX/CFBIO/2018) O recebimento, o registro a
controle da tramitação e expedição de documentos, classificação, a distribuição, a movimentação e a
dentro de um programa de gestão de documentos. expedição são atividades realizadas no âmbito dos
(A) Arquivo corrente. arquivos intermediários.

(B) Protocolo. 137. (QUADRIX/CFBIO/2018) O registro dos documentos


recebidos no protocolo é a identificação dos pontos
(C) Arquivo central.
de acesso dos documentos.
(D) Arquivo setorial.
138. (QUADRIX/CFBIO/2018) Os documentos de arquivo
(E) Pré-arquivo. enviados ao órgão ou à empresa deverão ser
registrados no protocolo.
132. (FGV/ALRO/2018) Assinale a opção que indica, dentre
as atividades realizadas em um órgão público, as que 139. (QUADRIX/CREF 8ª REG/2018) Uma das atividades
são exercidas pelo Setor de Protocolo. do protocolo é a classificação dos documentos.
(A) Recebimento, autuação e eliminação. 140. (QUADRIX/CREF 13ª REG/2018) Nos arquivos
correntes, a atividade de protocolo está ligada à
(B) Recebimento, registro e arquivamento.
entrada de documentos em uma organização.
(C) Recebimento, registro e autuação.
141. (QUADRIX/CRMV-MA/2018) Assinale a alternativa
(D) Registro, classificação, digitalização. que apresenta atividade própria do protocolo.

(E) Registro, autuação, arquivamento. (A) eliminação de documentos


(B) microfilmagem dos documentos
133. (FGV/MPE-AL/2018) O setor de protocolo tem a
função de controlar a tramitação dos documentos de (C) aplicação do plano de destinação
uma entidade, acompanhando seu andamento e (D) elaboração de instrumentos de pesquisa
prestando informações aos interessados. Em um (E) controle da tramitação
protocolo, a abertura de um processo é conhecida
como:

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PROCEDIMENTOS COM RELAÇÃO À DOCUMENTAÇÃO (E) Produzir uma cópia do documento e encaminhar
PARTICULAR E SIGILOSA ao destinatário.
146. (QUADRIX/CFBIO/2018) Os documentos sigilosos
recebidos no protocolo devem ser abertos,
142. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) No protocolo, a classificados, registrados e distribuídos aos
documentação oficial e a documentação particular destinatários.
recebem o mesmo tratamento.
147. (QUADRIX/CFBIO/2018) A correspondência particular
143. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) Ao receber uma não deve ser registrada no protocolo, apenas
correspondência ostensiva, o protocolo deve abri-la encaminhada a seus destinatários.
para efetuar o registro.
148. (QUADRIX/CRB 8ª REG/2018) Documentos
144. (CESPE-UNB/MPU/2018) Os documentos de arquivo particulares, sigilosos e ostensivos não devem ser
recebidos pelo protocolo que sejam considerados abertos nem registrados pelo protocolo, devendo ser
ostensivos devem ser encaminhados diretamente ao encaminhados diretamente aos destinatários.
destinatário, sem serem abertos ou registrados.
149. (QUADRIX/CRP 2ª REG-PE/2018) Os documentos
145. (FGV/MPE-AL/2018) Assinale a opção que indica a particulares, sigilosos e ostensivos não devem ser
atitude correta a ser tomada pelo protocolo, caso abertos nem registrados pelo protocolo, devendo
receba um documento considerado sigiloso. ser encaminhados diretamente aos destinatários
(A) Descartar o item e informar a autoridade superior.

(B) Descartar o item, após o registro oficial. Acesse para ter acesso a mais
questões cobradas em provas
(C) Encaminhar diretamente ao destinatário. anteriores sobre protocolo.
(D) Encaminhar ao destinatário, após a abertura e o
registro do documento.

PRESERVAÇÃO DE DOCUMENTOS

153. (CESPE-UNB/EMAP/2018) Os documentos serão mais


bem preservados e conservados se houver controle
FATORES FÍSICOS
sobre a luminosidade nos depósitos de arquivo.
154. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) Os elementos causadores
Principais fatores físicos prejudiciais à conservação dos
de danos aos documentos podem ser físicos,
documentos: umidade alta, ar seco, temperatura
químicos e biológicos.
inadequada, exposição à luz natural ou artificial.
BECK, Ingrid. Manual de conservação de documentos. Rio de 155. (CESPE-UNB/MP-PI/2018) Os documentos de arquivo
Janeiro : Arquivo Nacional, 1985. devem ser armazenados em locais que apresentem
condições ambientais apropriadas às suas
necessidades de preservação, pelo prazo de guarda
150. (CESPE-UNB/DPF/2018) A preservação dos estabelecido em tabela de temporalidade.
documentos de arquivo inicia-se quando o 156. (CESPE-UNB/STM/2018) Nas áreas de
documento chega ao arquivo permanente. armazenamento de documentos, deve-se dar
151. (CESPE-UNB/EMAP/2018) Subsolos e porões são os preferência à luz solar para a iluminação do ambiente.
locais mais indicados para a instalação e o 157. (FGV/ALRO/2018) A estabilidade da temperatura e da
armazenamento de arquivos, uma vez que o elevado
umidade é especialmente importante e as mudanças
peso dos documentos de arquivo poderia
bruscas são muito danosas.
comprometer a estrutura do prédio nos andares mais
altos. 158. (QUADRIX/CFBIO/2018) Mesmo constituído de
gêneros diversos, os documentos do arquivo
152. (CESPE-UNB/EMAP/2018) Para preservar documentos
permanente devem ser armazenados fisicamente no
em papel, é necessário controlar as condições
ambientais: a temperatura deve ser alta e a umidade mesmo local.
do ar deve ser baixa.

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159. (QUADRIX/CFBIO/2018) A luz do dia deve ser abolida (E) físicos e químicos.
na área de armazenamento, pois acelera o 167. (QUADRIX/CFBIO/2018) Para a preservação
desparecimento das tintas e enfraquece o papel. adequada dos documentos, é necessário que eles
160. (QUADRIX/CFBIO/2018) Cada tipo de material sejam produzidos, por exemplo, em papel de PH
documental exige uma forma adequada de neutro.
acondicionamento e armazenamento. 168. (QUADRIX/CRB 8ª REG/2018) Quando necessária a
161. (QUADRIX/CRB 10ª REG/2018) Os documentos juntada de folhas para formar um processo ou
fotográficos podem ficar armazenados juntamente documento, ou para reparos em documentos, como
com os documentos textuais para facilitar o enxertos e rasgos provocados pelo manuseio
constante, são indicadas as fitas adesivas.
agrupamento.
162. (QUADRIX/CRP 2ª REG-PE/2018) Documentos 169. (QUADRIX/CRB 8ª REG/2018) Grampos de metal ou
históricos ou documentos com grande prazo de de plástico podem ser usados para juntar
documentos em uma ordenação por assunto, por
guarda devem ser armazenados em locais com pouca
exemplo, se o objetivo for compactar o material.
incidência de luz artificial, privilegiando a luz natural
(solar), o que gera maior durabilidade. 170. (QUADRIX/CRB 8ª REG/2018) Como a poeira é um
dos elementos mais nocivos aos documentos, o
carpete é o material mais indicado para o piso de um
arquivo, por exemplo, visto que impede a dispersão
FATORES QUÍMICOS
do pó.
171. (QUADRIX/CRP 2ª REG-PE/2018) Alguns fatores
Principais fatores químicos prejudiciais à conservação
apressam o processo natural de deterioração dos
dos documentos: poeira, sujeira, fumaça, colas, fitas
documentos, como os índices extremos ou as
adesivas, objetos metálicos, alimentos.
flutuações de temperatura e umidade relativa do ar, o
- A limpeza do piso / móveis deve ser feita com pano contato com poluentes atmosféricos e a exposição a
úmido/aspirador. radiações luminosas, como os raios ultravioleta. O ar
- A higienização dos documentos deve ser feita com uma seco e a alta umidade, por exemplo, são fatores de
trincha ou flanela. enfraquecimento do papel.
BECK, Ingrid. Manual de conservação de 172. (QUADRIX/CRP 12ª REG/2018) A higienização dos
documentos. Rio de Janeiro : Arquivo Nacional, 1985. documentos de arquivo é uma das atividades de
conservação.

163. (CESPE-UNB/DPF/2018) A estabilidade química do 173. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) O material utilizado na


material e sua resistência aos agentes de degradação confecção das caixas que acondicionam documentos
são fundamentais para o acondicionamento dos de arquivo é irrelevante na preservação documental.
documentos de arquivo. 174. (QUADRIX/CONTER/2017) Deve-se evitar a entrada
164. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) Para evitar a deterioração de água, fogo ou luz no ambiente de arquivo, pois
por umidade e acidez, as fotografias devem ser esses elementos tendem a danificar os documentos.
acondicionadas em folders confeccionados em papel 175. (QUADRIX/CONTER/2017) A limpeza do ambiente,
de pH neutro. sempre que possível, deve ser feita a seco (aspirador
165. (CESPE-UNB/STM/2018) Os papéis e cartões de pó) ou com a utilização de panos úmidos nas
empregados na produção de caixas e invólucros estantes e no chão.
devem ser alcalinos. 176. (QUADRIX/CONTER/2017) Os objetos metálicos,
166. (FGV/CÂM MUN SALVADOR-BA/2018) Vários como clipes, grampos e colchetes, devem ser evitados
agentes causam danos aos documentos. Entre os por provocar a oxidação do papel. Quando necessária
agentes externos temos a luminosidade e a poluição a juntada de folhas para formar um processo ou
atmosférica, que são exemplos, respectivamente, de documento, é indicada a utilização de clipes ou
agentes: colchetes plásticos.

(A) químicos e físicos; 177. (QUADRIX/CRF-RS/2017) Devido à importância de


tantas informações guardadas, a higienização e o
(B) biológicos e químicos; acondicionamento são ações essenciais à
(C) biológicos e físicos; conservação dos documentos.

(D) físicos e biológicos;

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178. (QUADRIX/CRO-PR/2016) A luz, o ar seco, a umidade,


o mofo, a temperatura inadequada, a poeira, gases e
FATORES BIOLÓGICOS inúmeras pragas, a médio e longo prazo, são
altamente prejudiciais à conservação do acervo
Principais fatores biológicos prejudiciais à conservação documental.
dos documentos: insetos, microrganismos, ratos, homem. 179. (CESPE-UNB/FUB/2013) A ação danosa dos agentes
Cuidados a serem observados ao se manusear os biológicos sobre os acervos documentais independe
documentos: das condições ambientais do depósito de arquivo.
- Fotografias e negativos devem ser manuseados com
luvas de algodão; 180. (CESPE-UNB/STM/2011) A principal causa dos danos
- Anotações nos documentos devem ser feitas a lápis. que ocorrem nos materiais de um acervo documental
BECK, Ingrid. Manual de conservação de documentos. é o manuseio indevido, tanto por usuários quanto por
Rio de Janeiro : Arquivo Nacional, 1985. funcionários.

MÉTODOS DE ARQUIVAMENTO

MÉTODO ALFABÉTICO (A) Exemplar.


181. (QUADRIX/CRA-GO/2016) Entre os métodos de (B) Variadex.
arquivamento básico de documentos, o método
(C) Colorex.
alfabético tem como elemento principal a ser
considerado o nome. Nesse método, as fichas ou (D) Diferenciador.
pastas são dispostas na ordem rigorosamente
(E) Permutador.
alfabética.
186. (IADES/CEITEC/2015) O método de arquivamento que
182. (QUADRIX/CRP-MG/2015) Ao organizar e arquivar
utiliza comumente as cores é o seguinte:
uma série de documentos ordenados por nome
estará sendo utilizado o método: (A) duplex.
(A) numérico. (B) variadex.
(B) alfanumérico.
(C) soundex.
(C) cronológico.
(D) geográfico. (D) mnemônico.
(E) alfabético. (E) rôneo.
183. (CESPE-UNB/SEDUC-AM/2011) Entre os métodos de 187. (FGV/SUSAM/2014) O método de arquivamento que
arquivamento, o alfabético é aquele que considera atribui cores a um grupo de letras com o objetivo de
como elemento principal o nome. facilitar o manuseio e a localização, é denominado
184. (CESPE-UNB/FUB/2008) A organização de arquivos (A) colornumer.
pela ordem alfabética pressupõe sua classificação por
(B) numicolor.
assunto, dentro de um sistema numérico.
(C) duplex.
(D) variadex.
MÉTODO VARIADEX
(E) multicolor.
188. (CESPE-UNB/STM/2011) Por meio do método
185. (QUADRIX/CRF-PR/2016) No método alfabético, o
Variadex, atribui-se um número ao documento, em
principal elemento a ser considerado para a
ordem crescente, de acordo com a entrada deste no
organização dos documentos e sua posterior
arquivo.
localização é o nome. A fim de tornar mais rápida a
localização e guarda dos documentos, o método
alfabético pode ser combinado com cores, para
identificar a letra procurada. Tal método é
denominado:

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REGRAS DE ALFABETAÇÃO 192. (CESPE-UNB/EBC/2011) Os sobrenomes que referem


grau de parentesco (filho, sobrinho, neto) devem vir
189. (FCC/CLDF/2018) Considere os nomes de
acompanhados do último sobrenome na alfabetação.
determinadas instituições e das respectivas
Por exemplo: José Maria de Sousa Sobrinho deve
localidades de origem, e responda à questão.
entrar como Sousa Sobrinho, José Maria de.
1. José Roberto da Silva Motta - Ceilândia (DF)
193. (CESPE-UNB/SEDUC-AM/2011) Em pastas de pessoas
2. Luiz Carlos de Oliveira Filho - Buritis (MG) físicas, os sobrenomes compostos de um substantivo
e um adjetivo devem ser separados. O nome Roberto
3. Roberto de Oliveira Duarte - Alexânia (GO)
Monte Azul, por exemplo, deve ser referido como:
4. Maria do Carmo Mota - Cabeceira Grande (MG) “Azul, Roberto Monte”.
5. Roberto de Oliveira Filho - Cruzeiro (DF) 194. (CESPE-UNB/TRE-MG/2009) Os nomes a seguir estão
6. Maria Aparecida Oliveira - Riacho Fundo (DF) corretamente ordenados, de acordo com as regras de
alfabetação.
7. Sérgio da Silva Mota - Unaí (MG)
Bezerra, Alberto Luiz
8. João Eduardo de Oliveira - Cristalina (GO)
Moreira, Maria Madalena
Indique como ficariam dispostas as cartas recebidas
caso a instituição, utilizando a ordenação alfabética, Santa Cruz, Antônio
colocasse em primeiro plano os nomes dos
remetentes.
Acesse para ter acesso a mais
(A) 8, 1, 2, 4, 6, 5, 3, 7.
questões de provas anteriores
(B) 3, 2, 4, 1, 8, 5, 6, 7. sobre o método alfabético e as
(C) 1, 5, 6, 3, 8, 2, 4, 7. regras de alfabetação.

(D) 6, 7, 8, 2, 1, 4, 5, 3.
(E) 3, 4, 7, 1, 8, 2, 6, 5.
190. (FCC/SEGEP-MA/2018) Observe as fichas que MÉTODO GEOGRÁFICO
resultaram do cadastramento de instituições e
pessoas que exercem atividades agropecuárias em
POR CIDADE
determinada região:
a. José de Oliveira Júnior As cidades devem ser ordenadas alfabeticamente,
b. Carlos de Oliveira Filho identificando, ao final de cada uma, seu estado, entre
parênteses.
c. O Boi Gordo Ltda. Exemplo:
d. Brasil Agropecuária & Cia. Anápolis (Goiás)
Belém (Pará)
e. José Cabral de Souza Campinas (São Paulo)
f. Companhia Boa Vista Fortaleza (Ceará)
Joinvile (Santa Catarina)
g. Paulo de Sousa
Ao ordená-las, de acordo com as regras de
alfabetação, as fichas ficam assim dispostas:
(A) d, f, g, a, c, e, b.
(B) d, b, f, e, a, g, c.
(C) b, d, e, f, g, a, c.
(D) c, d, f, b, a, g, e.
(E) d, b, a, c, g, e, f.
191. (CESPE-UNB/EBC/2011) Os títulos devem ser
considerados na alfabetação. Por exemplo: Professor
Roberto de Jesus deve entrar como Jesus, Professor
Roberto de.

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195. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) O método geográfico em setores específicos. Conforme o exposto, é


considera a procedência do documento para a correto afirmar que a forma de ordenação geográfica
realização de seu arquivamento. consiste na disposição dos documentos de acordo
com
196. (FCC/CLDF/2018) Considere os nomes de
determinadas instituições e das respectivas (A) a ordem das letras do alfabeto.
localidades de origem, e responda à questão. (B) a sequência temporal.
1. José Roberto da Silva Motta - Ceilândia (DF)
(C) as unidades territoriais.
2. Luiz Carlos de Oliveira Filho - Buritis (MG)
3. Roberto de Oliveira Duarte - Alexânia (GO) (D) temas ou assuntos.
4. Maria do Carmo Mota - Cabeceira Grande (MG) (E) a sequência numérica atribuída aos documentos.
5. Roberto de Oliveira Filho - Cruzeiro (DF) 199. (CESPE-UNB/FUB/2014) De acordo com o método
6. Maria Aparecida Oliveira - Riacho Fundo (DF) geográfico de ordenação, as pastas devem ser
7. Sérgio da Silva Mota - Unaí (MG) distribuídas pela procedência dos documentos.
8. João Eduardo de Oliveira - Cristalina (GO) 200. (FUNIVERSA/UEG-SEGPLAN/2014) O método de
Indique como ficariam dispostas as cartas recebidas arquivamento corresponderá à forma como os
caso a instituição, utilizando a ordenação alfabética, documentos serão armazenados, visando a utilização
colocasse em primeiro plano municípios e/ou regiões futura. Com base nessa informação, assinale a
administrativas. alternativa que apresenta o método utilizado quando
os arquivos são organizados pelo local de produção.
(A) 3, 2, 4, 1, 8, 5, 6, 7.
(B) 1, 5, 6, 3, 8, 2, 4, 7. (A) geográfico.
(C) 3, 4, 7, 1, 8, 2, 6, 5. (B) alfabético.
(D) 4, 3, 7, 6, 5, 8, 1, 2.
(C) numérico.
(E) 6, 7, 8, 2, 1, 4, 5, 3.
(D) ideográfico.
197. (FCC/CLDF/2018) Considere os nomes de
(E) alfanumérico.
determinadas instituições e das respectivas
localidades de origem, e responda à questão. 201. (CESGRANRIO/IBGE/2013) Em um país com
dimensões continentais como o Brasil, é comum se
1. José Roberto da Silva Motta - Ceilândia (DF)
encontrarem arquivos utilizando o método
2. Luiz Carlos de Oliveira Filho - Buritis (MG) geográfico para a organização de seus documentos.

3. Roberto de Oliveira Duarte - Alexânia (GO) Os seguintes documentos:

4. Maria do Carmo Mota - Cabeceira Grande (MG) I – Margareth Foucoult – Lyon – França;

5. Roberto de Oliveira Filho - Cruzeiro (DF) II – Roger Vadin – Paris – França;

6. Maria Aparecida Oliveira - Riacho Fundo (DF) III – John Betters – Sidney – Austrália;
IV – Mary Winter – Camberra – Austrália;
7. Sérgio da Silva Mota - Unaí (MG)
V – José de Almeida – Rio de Janeiro – Brasil;
8. João Eduardo de Oliveira - Cristalina (GO)
VI – Marcos Andrade – Brasília – Brasil
Indique como ficariam dispostas as cartas recebidas
caso a instituição, utilizando a ordenação alfabética, deverão ser organizados com base no método
colocasse em primeiro plano as unidades da geográfico, sendo o país o principal elemento a ser
Federação e, em segundo, os municípios e/ou regiões considerado.
administrativas. A ordenação desses documentos deverá ser:
(A) 3, 4, 7, 1, 8, 2, 6, 5. (A) IV, III, VI, V, II, I
(B) 3, 2, 4, 1, 8, 5, 6, 7. (B) III, V, VI, I, IV, II
(C) 1, 5, 6, 3, 8, 2, 4, 7. (C) III, IV, VI, V, I, II

(D) 6, 7, 8, 2, 1, 4, 5, 3. (D) I, II, III, IV, V, VI

(E) 4, 3, 7, 6, 5, 8, 1, 2. (E) II, I, III, IV, VI, V

198. (IADES/CFM/2018) A ordenação é a técnica de


disposição de documentos dentro de pastas e destas

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MÉTODOS NUMÉRICOS 205. (QUADRIX/CRA-AC/2016) O método numérico


dígito-terminal é aquele utilizado para organizar os
documentos por data.
Método numérico simples
206. (CESGRANRIO/FINEP/2014) A utilização do método
Atribui um número a cada documento, na ordem em dígito terminal é recomendada para grande volume
que estes ingressam no arquivo ou na instituição, e de documentos, sendo que o elemento principal a ser
ordena os documentos pelo número atribuído a cada considerado é o número. Assim, para localizar a pasta
um deles. 162.035, o arquivista deve verificar, em primeiro lugar,
onde se encontram as pastas terminadas em
Método numérico cronológico
(A) 35

É aquele em que os documentos são ordenados por (B) 16


data.
(C) 20
(D) 03

Método numérico dígito-terminal (E) 62


207. (CESGRANRIO/BNDES/2013) Ao iniciar o processo de
1) Os documentos são numerados; organização de acervos, em um departamento
2) Os números são divididos em grupos de dois específico do BNDES, o arquivista encontra uma
algarismos, lidos da direita para a esquerda; documentação antiga com indícios de ordenação da
3) A ordenação é feita considerando-se os dois seguinte forma: 13-54-02, 16-67-13, 20-25-47, 09-26-
últimos algarismos. 67...
Imediatamente, o arquivista deve reconhecer que se
202. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) No método de trata de uma ordenação que utilizou o método de
arquivamento numérico simples, a ordenação é arquivamento
orientada pelo número do documento.
(A) dicionário numeral
203. (FGV/ALRO/2018) A partir do diagnóstico de uma
determinada situação arquivística, o arquivista verifica (B) numérico simples
que precisa de um método de ordenação que tenha (C) terciário normal
por eixo um código numérico dividido em grupos de
dígitos, lidos da direita para a esquerda, que indicam (D) decimal duplex
a disposição física dos documentos. Assinale a opção (E) dígito terminal
que indica esse método.
(A) Decimal.
Acesse para ter acesso a mais
(B) Dígito-terminal. questões cobradas em provas
(C) Duplex. anteriores sobre os método
geográfico e numéricos de
(D) Geográfico. ordenação de documentos.
(E) Soundex.
204. (IADES/HEMOCENTRO-DF/2017) Quanto ao método
numérico simples, é correto afirmar que se trata de MÉTODO IDEOGRÁFICO
uma atribuição da (de)
(A) ordem numérica, seguida de uma data.
208. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) A aplicação do método
(B) ordem dicionária. ideográfico de arquivamento é considerada
complexa.
(C) um tema para o documento.
209. (IADES/CRC-MG/2015) O método de arquivamento
(D) número sequencial, disposto em grupos de três
dos documentos é a forma como eles são guardados,
dígitos.
objetivando facilitar futuras consultas. Quanto a esse
(E) número a cada paciente. tema, é correto afirmar que o método utilizado para
classificá-los por assunto é o

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(A) ideográfico. 217. (CESPE-UNB/EMAP/2018) A classificação dos


documentos de arquivo é feita por meio do plano
(B) numérico cronológico.
denominado plano de destinação.
(C) geográfico.
218. (CESPE-UNB/MPU/2018) A classificação de
(D) alfabético. documentos de arquivo é feita a partir do plano de
classificação, que pode ser o mesmo utilizado na
(E) numérico simples.
biblioteca do órgão.
210. (CESPE-UNB/SERPRO/2013) O método de
219. (CESPE-UNB/STM/2018) O instrumento utilizado para
classificação de documentos por assunto é
a classificação dos documentos de arquivo é o
dependente de interpretação arquivística, o que o
inventário analítico.
torna, portanto, um método de difícil aplicação.
220. (CESPE-UNB/FUB/2016) A elaboração do plano ou do
211. (CESPE-UNB/TJAL/2012) Analisada determinada
código de classificação dos documentos de arquivo
situação arquivística, optou-se por uma metodologia
da UnB exige conhecimento da relação entre as
de arquivamento por assunto. Assinale a opção que
unidades, da organização e do funcionamento dos
identifica o método de arquivamento por assunto.
órgãos da universidade.
(A) numérico-cronológico
221. (CESPE-UNB/ANATEL/2014) A classificação de
(B) alfabético documentos de arquivo é utilizada para se permitir a
organização desses documentos e seu acesso rápido
(C) ideográfico quando necessário. Na ausência de um código ou
(D) variadex plano de classificação, pode-se utilizar o modelo
padrão existente nas bibliotecas.
(E) dígito-terminal
222. (CESPE-UNB/ANTAQ/2014) A classificação de
212. (CESPE-UNB/CNPQ/2011) O método de documentos de arquivo é feita em instituições
arquivamento por assunto não é de fácil aplicação, públicas ou privadas, com base em um instrumento
visto que a definição do local de arquivamento universal de classificação.
depende da interpretação dos documentos.
223. (CESPE-UNB/FUB/2014) O instrumento adequado
213. (CESPE-UNB/CETURB-ES/2010) A criação de pastas para a classificação de documentos de arquivo é o
para o arquivamento de documentos a partir dos código de classificação de documentos ou plano de
temas relacionados a atividades desenvolvidas no classificação.
setor de trabalho indica o uso do método ideográfico.
Acesse para ter acesso a mais
214. (CESPE-UNB/EMBASA/2010) O método temático tem questões cobradas em provas
como eixo a identificação de temas ou assuntos anteriores sobre os métodos de
presentes, explicitamente ou não, nos documentos. ordenação de documentos por
Esse método deve ser utilizado combinado assunto até 2018.
exclusivamente com o alfabético, que serve para
ordenar os temas elencados.
215. (CESPE-UNB/ANATEL/2009) O método de ESCOLHA DO MÉTODO A SER ADOTADO
arquivamento por assunto depende da interpretação
dos documentos e de um amplo conhecimento das
atividades organizacionais. 224. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) No arquivamento de
documentos, é fundamental a seleção de apenas um
método, para evitar dificuldades de localização no
MÉTODOS IDEOGRÁFICOS NUMÉRICOS momento da busca.
225. (IADES/ARCON-PA/2018) O método de
arquivamento é determinado pela(o)
Plano de classificação
(A) natureza dos documentos.
(B) espécie documental.
216. (CESPE-UNB/DPF/2018) A classificação de
documentos de arquivo é realizada com a aplicação (C) formato do documento.
do código de classificação, instrumento que é (D) suporte do documento.
preparado a partir das funções e das atividades que
gerem os documentos. (E) gênero do documento.

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226. (QUADRIX/CFBIO/2018) Os órgãos públicos deverão 230. (CESPE-UNB/SERPRO/2013) O método de


organizar seus arquivos correntes com base em arquivamento tem influência direta na eficiência do
métodos de classificação que considerem a natureza processo de recuperação de documentos.
dos assuntos dos documentos resultantes de suas
231. (CESPE-UNB/ANAC/2009) O método de
atividades e funções.
arquivamento dos documentos de arquivo deve ser
227. (QUADRIX/CFBIO/2018) A ordenação padrão para os definido a partir da natureza dos documentos e da
documentos de arquivo é a cronológica, podendo estrutura da organização que produz ou recebe.
outra ser adotada quando mais bem atender a busca
pelos documentos.
Acesse para ter acesso a mais
228. (QUADRIX/CREF 8ª REG/2018) A ordenação por
questões cobradas em provas
assunto dos documentos em uma pasta de arquivo é
anteriores sobre a escolha do
o padrão a ser utilizado.
método de arquivamento a ser
229. (CESPE-UNB/SERPRO/2013) Em um arquivo eficaz, o adotado nos arquivos.
principal elemento para a recuperação dos
documentos deve ser o número do documento.

AUTOMAÇÃO DE ARQUIVOS

DOCUMENTOS DIGITAIS

DIGITALIZAÇÃO

232. (CESPE-UNB/ABIN/2018) Redução de espaços É a conversão de documentos em meio analógico


físicos e ganhos de produtividade são vantagens da (papel, fita de vídeo, fita cassete por exemplo) em cópias
geração de documentos arquivísticos digitais, mas
em formato digital, utilizando para isso equipamentos
dificultam o acesso aos estoques de informações e
específicos, sendo que o mais comum é o scanner.
a distribuição de dados e informações.
233. (CESPE-UNB/CGM-PB/2018) É dispensável
Vantagens da digitalização:
submeter documentos arquivísticos digitalizados
- Facilidade de acesso à cópia digitalizada;
ou natodigitais ao plano de classificação ou à
tabela de temporalidade. - Possibilidade de acesso simultâneo aos documentos.

234. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) O conteúdo de bases de


Desvantagem da digitalização em relação à microfilmagem:
dados não pode ser considerado documento
arquivístico. - Não possui valor legal (os documentos originais não
podem ser substituídos pela cópia digitalizada, visando o
235. (QUADRIX/CRMV-AC/2018) Apesar de suas
ganho de espaço nos arquivos).
características próprias, os documentos arquivísticos
digitais devem receber o mesmo tratamento dos
documentos em suporte papel.
240. (CESPE-UNB/CGM-PB/2018) Uma das indicações
236. (QUADRIX/CRA-AC/2016) A eliminação de para a digitalização de documentos é a
documentos arquivísticos digitais segue o mesmo necessidade do múltiplo acesso ou a grande
processo dos documentos convencionais. demanda pela documentação.

237. (QUADRIX/CRA-GO/2016) Os documentos digitais 241. (FGV/ALRO/2018) A digitalização de documentos


têm duas origens distintas: os que já nascem digitais arquivísticos prevê a eliminação dos acervos
e os que são gerados a partir de digitalização. arquivísticos não digitais, na medida em que reproduz
formatos e apresentações diferenciados do formato
238. (QUADRIX/CRA-GO/2016) Documentos em meio
original.
digital devem ser contemplados pelo programa de
gestão arquivística da instituição. 242. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) A digitalização é
vantajosa porque permite a redução do manuseio de
239. (CESPE-UNB/ANATEL/2014) Os documentos
originais que estejam em suportes não digitais.
produzidos e recebidos pela ANATEL em formato
digital não integram o arquivo da ANATEL.

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243. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) Documento resultante do CERTIFICAÇÃO DIGITAL


processo de digitalização deve ser considerado como
documento original.
244. (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) Em razão do aumento da O Certificado Digital é um documento eletrônico que
massa documental acumulada pela SEE/DF, é identifica e autentica o titular em sites e sistemas. Também
permitida a digitalização de todos os seus pode ser utilizado para assinar digitalmente documentos
documentos e a eliminação dos originais, eletrônicos com a mesma validade jurídica, da assinatura
principalmente aqueles considerados de valor manuscrita.
permanente.
245. (QUADRIX/CONTER/2017) A digitalização é dirigida
ao acesso, à difusão e à preservação do acervo 252. (CESPE-UNB/IPHAN/2018) Apesar da segurança que
documental. o certificado digital proporciona, um contrato
assinado digitalmente não possui o mesmo valor
246. (CESPE-UNB/FUB/2015) Os documentos de arquivo jurídico que aquele firmado em cartório e na presença
identificados com valor secundário (histórico) do tabelião.
poderão ser digitalizados e preservados
indefinidamente, mas deve ser mantida sua versão 253. (CESPE-UNB/MP-ENAP/2015) O certificado digital,
original em papel. que permite a identificação segura e inequívoca do
autor de dada mensagem ou de uma transação feita
247. (CESPE-UNB/ANATEL/2014) A digitalização de em meios eletrônicos, é comparável a uma identidade
documentos, de acordo com a legislação em vigor, virtual.
permite a eliminação do original.
254. (CESPE-UNB/MP-ENAP/2015) A certificação digital
248. (CESPE-UNB/ANATEL/2014) A digitalização de tem tido um dos usos mais significativos nos
documentos de arquivo é dirigida ao acesso, à processos eletrônicos do Poder Judiciário.
difusão e à preservação do acervo documental.
255. (FCC/MANAUSPREV/2015) O valor legal da assinatura
249. (CESPE-UNB/TCDF/2014) Uma das vantagens da digital não é reconhecido, no Brasil.
digitalização de documentos é preservar o original do
manuseio intenso. 256. (FCC/TJAP/2014) O valor legal da assinatura digital
ainda não foi reconhecido no Brasil.
250. (CESPE-UNB/TCDF/2014) Os documentos do arquivo
permanente devem ser digitalizados e os originais,
eliminados após a digitalização. Acesse para ter acesso a mais
251. (CESPE-UNB/AGU/2010) O documento digitalizado questões cobradas em provas
tem o mesmo valor legal do documento em suporte anteriores sobre a automação de
papel, podendo, até, ser apresentado em juízo. arquivos.

PRINCÍPIOS ARQUIVÍSTICOS

PRINCÍPIO DA ORGANICIDADE 260. (IADES/APEX-BRASIL/2018) Os documentos de


arquivo são colecionados de fontes diversas.
261. (QUADRIX/CFBIO/2018) Os documentos de arquivo
257. (CESPE-UNB/DPF/2018) Os arquivos não são
estabelecem uma relação orgânica com as atividades
colecionados, mas sim agrupados por um processo
que os produziram.
natural.
262. (QUADRIX/CRMV-AC/2018) Uma das características
258. (CESPE-UNB/MP-PI/2018) A existência de um sentido
fundamentais do arquivo é o caráter orgânico que
orgânico no arquivo é o que o distingue da biblioteca
relaciona o documento aos outros do mesmo
e do museu.
conjunto.
259. (CESPE-UNB/MPU/2018) A relação entre os
263. (CESPE-UNB/TCDF/2014) O arquivo é um órgão
documentos de um arquivo, a qual decorre das
colecionador cujos conjuntos documentais estão
atividades da instituição que os tenha acumulado,
reunidos segundo a sua origem e função.
constitui a organicidade dos documentos de arquivo.

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264. (CESPE-UNB/DPF/2014) Os documentos de arquivo agrupados separadamente daqueles originados das


são colecionados com finalidades culturais e sociais. atividades de outras pessoas jurídicas.
265. (CESPE-UNB/FUB/2014) Os arquivos da UnB são 277. (CESPE-UNB/TCDF/2014) O princípio de respeito aos
formados, também, pelos livros colecionados, fundos ou o princípio da proveniência postula que
utilizados por professores da universidade na não devem ser misturados documentos produzidos
elaboração de suas aulas. por entidades diferentes.
266. (CESPE-UNB/MDIC/2014) Diferentemente da 278. (CESPE-UNB/ANAC/2012) Segundo o princípio de
biblioteca, o arquivo não é uma coleção de respeito aos fundos, os documentos devem ser
documentos, mas uma acumulação natural de agrupados de acordo com sua proveniência.
documentos.
279. (FCC/TRE-SP/2012) Numa instituição de custódia
267. (CESPE-UNB/BACEN/2013) Capacidade de se destinada a recolher arquivos de diferentes entidades,
constituírem como provas e organicidade são a cada um desses conjuntos de documentos dá-se o
características dos documentos de arquivo. nome de
268. (CESPE-UNB/MI/2013) O material de referência ou (A) fundo.
informação não orgânica, utilizado nos setores de (B) organograma.
trabalho, é considerado documento de arquivo. (C) setor.
(D) divisão.
269. (CESPE-UNB/SERPRO/2013) Além dos documentos
(E) núcleo de memória.
produzidos pelo SERPRO, são considerados
documentos de arquivo aqueles colecionados por 280. (FCC/TRF 6ª REG/2012) Em arquivologia, fundo
diversos motivos. fechado é aquele
270. (CESPE-UNB/MCTI/2012) Arquivística é a disciplina (A) cuja unidade produtora foi suprimida.
que tem como objetivo tratar as coleções de (B) cujos documentos foram eliminados.
documentos produzidos e(ou) recebidos pelas (C) que só contém documentos em suporte-papel.
pessoas físicas ou jurídicas.
(D) em que os documentos não mantêm relações
271. (CESPE-UNB/DPF/2012) O arquivo do Departamento orgânicas entre si.
de Polícia Federal compõe-se de documentos (E) que reúne apenas documentos textuais
colecionados referentes a assuntos de interesse dos
servidores desse órgão. 281. (FCC/TRT11ª REG/2012) Os arquivos originários de
uma instituição ou pessoa devem manter sua
272. (CESPE-UNB/TJRR/2012) O arquivo caracteriza-se por
individualidade, sem jamais se misturarem aos de
ser um conjunto orgânico, resultado das atividades de
origem diversa, conforme estabelece o princípio da
uma pessoa física ou jurídica, e não uma coleção de
documentos de diversas fontes. (A) integridade.
(B) inalienabilidade.
(C) proveniência.
PROVENIÊNCIA OU DO RESPEITO AOS FUNDOS (D) autonomia.
(E) reintegração.

282. (CESPE-UNB/ABIN/2010) De acordo com o princípio


273. (CESPE-UNB/DPF/2018) De acordo com o princípio
da proveniência, ou de respeito aos fundos, os
de respeito aos fundos, o arquivo de uma pessoa
documentos acumulados por diferentes pessoas
jurídica ou física deve ser mantido separadamente de
jurídicas devem ser mantidos separados, pois não
arquivos de outras pessoas jurídicas ou físicas.
podem ser misturados.
274. (CESPE-UNB/MP-PI/2018) A reunião de documentos
283. (FCC/TRT-23ª REG/2011) Um fundo é aberto quando
de instituições distintas em um único acervo fere o
princípio da proveniência. (A) a entidade produtora continua em atividade.
275. (CESPE-UNB/ANATEL/2014) O fundo arquivístico da (B) há espaço suficiente para os documentos.
ANATEL é constituído por um conjunto de (C) não sofre restrições de acesso.
documentos produzidos e recebidos por essa (D) seus documentos ficam expostos.
autarquia. (E) seus documentos são desclassificados.
276. (CESPE-UNB/CADE/2014) De acordo com o princípio
da proveniência, os documentos originados das
atividades de uma pessoa jurídica devem ser PRINCÍPIO DO RESPEITO À ORDEM ORIGINAL

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284. (IADES/HEMOCENTRO-DF/2017) Assinale a 288. (CESPE-UNB/CADE/2014) A manutenção dos


alternativa que corresponde ao princípio segundo o documentos de arquivo nos locais onde foram
qual o arquivo deveria conservar o arranjo dado pela acumulados obedece ao princípio da ordem original.
entidade coletiva, pessoa ou família que o produziu.
289. (CESPE-UNB/DPF/2014) A manutenção dos
(A) Proveniência. documentos de arquivo nos locais onde foram
criados ou recebidos fundamenta-se na aplicação do
(B) Ordem original ou ordem primitiva.
princípio da ordem original.
(C) Pertinência.
290. (CESPE-UNB/IBAMA/2012) Considere que a
(D) Reversibilidade. manutenção de um documento tenha sido realizada
no local em que ele foi acumulado. Nessa situação, a
(E) Respeito aos fundos.
ação realizada obedece ao princípio da
285. (IADES/CEITEC/2015) Quando se conserva o arranjo territorialidade.
dos documentos acumulados pela entidade coletiva,
pessoa ou família, respeita-se o princípio da(o)
(A) ordem original. PRINCÍPIO DA INDIVISIBILIDADE / INTEGRIDADE

(B) respeito aos fundos.


(C) territorialidade. 291. (FCC/TRT-5ª REG/2013) Ao manter fundos sem
dispersão, mutilação, alienação, destruição não
(D) privacidade.
autorizada ou adição indevida, o arquivista respeita o
(E) autenticidade. princípio da
286. (CESPE-UNB/FUB/2014) Caracteriza o princípio (A) cumulatividade.
arquivístico do respeito à ordem original a (B) proveniência.
conservação do arranjo dado pela entidade coletiva,
(C) historicidade.
pessoa ou família que produziu os documentos.
(D) organicidade.
(E) integridade.
PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE

Acesse para ter acesso a mais


questões cobradas em provas
287. (CESPE-UNB/ABIN/2018) A aplicação do princípio
anteriores sobre os princípios
da territorialidade restringe-se ao nível nacional.
arquivísticos.

GABARITO

01. C 11. E 21. E 31. C 41. E 51. E 61. C 71. E

02. C 12. E 22. C 32. E 42. C 52. E 62. E 72. E


03. C 13. C 23. C 33. C 43. E 53. C 63. C 73. E

04. C 14. C 24. C 34. C 44. C 54. E 64. D 74. E

05. E 15. C 25. C 35. C 45. C 55. E 65. C 75. E

06. C 16. C 26. C 36. E 46. E 56. C 66. C 76. D


07. C 17. C 27. C 37. C 47. C 57. C 67. E 77. C

08. C 18. E 28. E 38. B 48. B 58. C 68. C 78. E


09. C 19. E 29. E 39. A 49. B 59. E 69. D 79. E
10. C 20. E 30. B 40. D 50. E 60. C 70. E 80. E

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81. C 108. C 135. D 162. E 189. E 216. C 243. E 270. E

82. E 109. C 136. E 163. C 190. D 217. E 244. E 271. E

83. C 110. C 137. C 164. C 191. E 218. E 245. C 272. C


84. C 111. C 138. C 165. C 192. C 219. E 246. C 273. C

85. B 112. C 139. C 166. E 193. E 220. C 247. E 274. C

86. E 113. B 140. C 167. C 194. C 221. E 248. C 275. C

87. C 114. C 141. E 168. E 195. C 222. E 249. C 276. C

88. D 115. C 142. E 169. E 196. A 223. C 250. E 277. C


89. C 116. C 143. C 170. E 197. C 224. E 251. E 278. C

90. E 117. E 144. E 171. C 198. C 225. A 252. E 279. A

91. C 118. C 145. C 172. C 199. C 226. C 253. C 280. A


92. E 119. E 146. E 173. E 200. A 227. E 254. C 281. C

93. C 120. D 147. C 174. C 201. A 228. E 255. E 282. C

94. E 121. C 148. E 175. C 202. C 229. E 256. E 283. A


95. C 122. E 149. E 176. C 203. B 230. C 257. C 284. B
96. E 123. C 150. E 177. C 204. E 231. C 258. C 285. A
97. E 124. C 151. E 178. C 205. E 232. E 259. C 286. C

98. C 125. E 152. E 179. E 206. A 233. E 260. E 287. E


99. E 126. C 153. C 180. C 207. E 234. E 261. C 288. E
100. C 127. C 154. C 181. C 208. C 235. C 262. C 289. E
101. C 128. E 155. C 182. E 209. A 236. C 263. E 290. C

102. E 129. A 156. E 183. C 210. C 237. C 264. E 291. E

103. C 130. B 157. C 184. E 211. C 238. C 265. E


104. E 131. B 158. E 185. B 212. C 239. E 266. C
105. E 132. C 159. C 186. B 213. C 240. C 267. C

106. C 133. D 160. C 187. D 214. E 241. E 268. E

107. E 134. A 161. E 188. E 215. C 242. C 269. E

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Élvis Miranda
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