Você está na página 1de 4

REFERÊNCIAS ARTIGO 1

CAPES
6 Tuna H, Unalan H, Tuna F, Kokino S. Quality of life
of primary caregivers of children with cerebral palsy:
a controlled study with Short Form-36 questionnaire.
Dev Med Child Neurol. 2004;46(9):647-8.

OK!!!
7 Mugno D, Ruta L, D’Arrigo VG, Mazzone L.
Impairment of quality of life in parents of children
and adolescents with pervasive developmental
disorder. Health Qual Life Outcomes. 2007;27:5-22.

8 Morales NMO. Avaliação transversal da qualidade de


vida em crianças e adolescentes com paralisia
cerebral por meio de um instrumento genérico (CHQPF50)
[dissertação]. Uberlândia: Faculdade de
Medicina, Universidade Federal de Uberlândia; 2005.

11 Abipeme – Associação Brasileira dos Institutos de


Pesquisa de Mercado. Critério de classificação
econômica Brasil. São Paulo; 2001. Disponível em:
http://www.ufrn.br/sites/fonaprace/perfil_anexo3.doc

OK!!!
13 Ciconelli RM, Ferraz MB, Santos W. Tradução para a
língua portuguesa e validação do questionário
genérico de qualidade de vida SF-36. Rev Bras
Reumatol. 1999;39:143-9.

OK!!!
16 Takiuti ME, Hueb W, Hiscock SB. Quality of life
after surgical myocardial revascularization,
angioplasty or medical treatment. Arq Bras Cardiol.
2007;88:537-44.

OK!!!
17 Lemos MCD, Miyamoto ST, Valim V, Natour J.
Qualidade de vida em pacientes com osteoporose:
correlação entre OPAQ e SF-36. Rev Bras Reumatol.
2006;46:323-8.

CAPES
20 Brehaut JC, Kohen DE, Raina P, Walter SD, Russell
DJ , Swinton M, et al. The health of primary
caregivers of children with cerebral palsy: how does
it compare with that of other Canadian caregivers?
Pediatrics. 2004;114:182-91.
NÃO CONSEGUI
21 Monteiro M, Matos AP, Coelho R. A adaptação
psicológica de mães cujos filhos apresentam
paralisia cerebral: revisão da literatura. Rev Port
Psicossomática. 2002;4:149-78.

REFERÊNCIAS ARTIGO 2

1 Angelo M. Com a família em tempos difíceis: uma perspectiva


de enfermagem [tese]. São Paulo (SP): Universidade de São
Paulo, Escola de Enfermagem; 1997

2. Mendonça M, Ramos LH, A realidade dos Cuidadores:


assistência em domicílio aos portadores de câncer [dissertação].
Campo Grande (MS): Universidade Federal de Mato Grosso do
Sul; 1998.

OK!!!
6. Oliveira I, Angelo M. Vivenciando com o filho uma passagem
difícil e reveladora- a experiência da mãe acompanhante. Rev
Esc Enferm USP 2000; 34(2): 202-8.

OK!!!
9. Faro ACM, Tonello AS. Uma proposta de levantamento de dados
para a assistência e ao cuidador de lesados medulares. Rev
Esc Enferm USP 1999; 33: 334-41.

NÃO CONSEGUI
10. Cruz DALM, Pimenta CAM, Kurita GP, Oliveira AC. Caregiver of
patients with chronic pain: responses to care. Int J Nurs Terminol
Clas 2004; 15(1): 5-14.

REFERÊNCIAS ARTIGO 3

SÓ O RESUMO!!!
1. CERQUEIRA, Ana Teresa; OLIVEIRA, Nair Isabel. Programa de apoio a
cuidadores: uma ação terapêutica e preventiva na atenção à saúde dos idosos.
Psicologia USP, São Paulo, v. 13, n. 1, p.133-50, 2002.

LAHAM, Claudia Fernandes. Percepção de perdas e ganhos subjetivos entre


cuidadores de pacientes atendidos em um programa de assistência domiciliar. 2003.
161p. Dissertação- (Mestrado em Ciências) Faculdade de Medicina, Universidade de
São Paulo, São Paulo, 2003

OK!!!
3. MARTINS, Teresa; RIBEIRO, José Pais; GARRETT, Carolina. Estudo de validação
dos Questionário de avaliação da sobrecarga para cuidadores informais. Psicologia,
Saúde & Doenças, v.4, n. 1, p. 131-148, 2003
REFERÊNCIAS ARTIGO 5

OK!!!
2. Colvero LA, Ide CAC, Rolim MA. Família e doença mental: a
difícil convivência com a diferença. Rev Esc Enferm USP 2005;
38(2): 197-205.

OK!!!
3. Serapioni M. O papel da família e das redes primárias na
reestruturação das políticas sociais. Rev Ciência Saúde Coletiva.
2005; 10(4): 243-53.

NÃO CONSEGUI NO SCIELO – A PARTIR DE 2005


4. Lacerda MR, Oliniski SR. A enfermeira no contexto domiciliar:
dois lados de uma realidade. Texto Contexto Enferm 2003; 12(3):
307-13.

OK!!!
6. Hora EC, Sousa RMC, Alvarez REC. Caracterização de
cuidadores de vítimas de trauma crânio-encefálico em seguimento
ambulatorial. Rev Esc Enferm USP. 2005; 39(3): 343-49.

7. Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Políticas de Saúde.


Manual de assistência domiciliar na atenção primária à saúde.
Porto Alegre (RS): Serviço de Saúde Comunitária do Grupo
Hospitalar Conceição; 2003.

OK!!!
8. Diogo MJD, Ceolim MF, Cintra FA. Orientações para idosas que
cuidam de idosos no domicílio. Rev Esc Enferm USP. 2005;
39(1): 97-102.

OK!!!
9. Matos AFG, Moreira RO, Guedes EP. Aspectos neuroendócrinos
da Síndrome Metabólica. Arq Bras Endocrinol Metab 2003; 47(4):
410-19.

REFERÊNCIAS ARTIGO 6

Santos, E. C. B., Zanetti, M. L., Otero, L. M. & Santos, M. A. (2005).


O cuidado sob a ótica do paciente diabético e de seu cuidador.
Revista Latino-Americana de Enfermagem, 13(3), 397-406.

Saraiva, K. R. O., Santos, Z. M. S. A., Landim, F. L. P., Lima, H. P. &


Sena, V.L. (2007). O processo de viver do familiar cuidador na
adesão do usuário hipertenso ao tratamento. Texto e Contexto –
enfermagem, 16(8), 63-70.

REFERÊNCIAS ARTIGO 7
EHRLICH, F. et al. Caring for carers - a national problem.
Medical Journal Australian, Adelaide, v. 156, n.
9, p. 590-592, May. 1992.

ELMSTAHL, S.; MALMBERG, B.; ANNERSTEDTT, L.


Caregiver’s burden of patients 3 years after stroke
assed by a novel caregiver burden scale. Archives of
Physical Medical Rehabilitation, Chicago, v. 77, n. 2, p.
177-182, 1996.

GARRIDO, R.P. Impacto em cuidadores informais de


idosos com demência atendidos em um serviço psicogeriátrico
da cidade de São Paulo. São Paulo, 2001.
Tese de Mestrado, Universidade de São Paulo.

POULSHOCK, S.W.; DEIMLING, G.T. Families caring for


elders in residence: issues in the measurement of
burden. Journal Gerontology, Washington, v. 39, n. 2,
p. 230-239, Mar. 1984.

REFERÊNCIAS ARTIGO 8

2. Organização Mundial da Saúde (OMS). Classificação de transtornos


mentais e de comportamento da CID-10: descrições clínicas e
diretrizes diagnósticos. Porto Alegre (RS): Artes Médicas; 1997.

REFERÊNCIAS ARTIGO 9
NÃO CONSEGUI
1.- Tsao CY, Mendell JR: Coexisting muscular dystrophies
and epilepsy in children. J Child Neurol 2006; 21:
148-50.

2.- Tay SK, Khng HH, Low PS, Lai PS: Diagnostic strategy
for the detection of dystrophin gene mutations in
asian patients and carriers using immortalized cell lines.
J Child Neurol 2006; 21: 150-5.

3.- Strober JB: Therapeutics in duchenne muscular


dystrophy. Neurorx 2006; 3: 225-34.