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Ficha de teste global

Pág. 114 2.2. Dos funcionários desta empresa, a quarta parte resida a menos
1.1. Dado um espaço de resultados E , finito, se os de 5 km do local onde a empresa se situa. Como a empresa tem
acontecimentos elementares forem equiprováveis, a 120 funcionários, o número de funcionários que reside a menos
probabilidade de um acontecimento A ∈ P ( E ) , é igual ao de 5 km do local onde a empresa se situa é 30, pois

quociente enre o número de casos favoráveis ao 1


× 120 = 30 , e o número de funcionários que reside a 5 km ou
4
acontecimento A e o número de casos possíveis.
6
mais do local onde a empresa se situa é 90.
O número de casos possíveis é igual a A2 , isto é, é o número
O número de maneiras diferentes de se formar uma comissão
de maneiras diferentes de escolher um par de cores diferentes
com, pelo menos, quatro dos funcionários a residirem a menos
de entre as seis cores disponíveis para pintar as faces [ BCE ] e de 5 km do local onde a empresa se situa é

[ FGH ] . 30
C4 × 90C2 + 30C5 × 90C1 + 30C6 × 90C0 = 123176 340 .

O número de casos favoráveis é igual a 1, ou seja, só há uma Pág. 115


maneira de pintar a face [ BCE ] de verde e a face [ FGH ] de 3.1. Pretende-se mostrar que ∃x ∈ [ −1 , 0] : f ( x ) = 0 .

branco. Seja h a restrição da função f ao intervalo ]−∞,0] . Assim,

1 h( x) = x e x + 1 e Dh = ]−∞,0]
Atendendo à regra de Laplace, a probabilidade pedida é 6 .
A2 A função h é contínua por ser definida pelo produto e soma de
1.2. Número de casos favoráveis: funções contínuas (função exponencial e funções polinomiais).
2 × 3C3 + 2 × 4C3 + 2 × 5C3 = 2 × 1 + 2 × 4 + 2 × 10 = 30 Logo, h é contínua no intervalo [ −1 , 0] ⊂ Dh .
Duas faces pentagonais Por outro lado, tem-se que:
Duas faces quadrangulares 1
Duas faces triangulares h ( −1) = −1e −1 + 1 = − + 1 ≈ 0,632
e
Número de casos possíveis:
8
C3 = 56 h ( 0) = 0 × e0 + 1 = 1
Atendendo à regra de Laplace, a probabilidade pedida é igual a
Como h ( −1) < 0,8 < h ( 0 ) e h é contínua em [ 0 , 1] , pelo
30 15
= . Teorema de Bolzano, podemos garantir, que a equação
56 28
2.1. Designando por A o acontecimento «o funcionário reside a h ( x ) = 0,8 tem pelo menos uma solução no intervalo ]−1 , 0[ .

menos de 5 km do local onde a empresa se situa» e por B o Portanto, como h é uma restrição da função f ao intervalo
acontecimento “O funcionário é uma mulher”, vem que a ]−∞,0] e ]−1 , 0[ ⊂ [ −1 , 0] ⊂ ]−∞,0] , podemos concluir que a
probabilidade pedida é P ( A ∩ B ) . equação f ( x ) = 0,8 tem pelo menos uma solução no intervalo

Do enunciado, sabemos que, dos funcionários desta empresa, [ −1 , 0 ] .


▪ a quarta parte reside a menos de 5 km do local onde a 3.2. A função f é contínua em ℝ \ {0} , pelo que apenas a reta de
1 equação x = 0 pode ser assíntota vertical ao gráfico de f .
empresa se situa, ou seja, P ( A ) = .
4 lim f ( x ) = f ( 0 ) = 1
x → 0−


1
metade são mulheres, ou seja, P ( B ) = lim ln ( e x − 1) = ln ( 0 + ) = −∞
x → 0+
2
▪ dos homens, um quarto reside a menos de 5 km do local Portanto, a reta de equação x = 0 é a única assíntota vertical ao
gráfico de f .
(
1
onde a empresa se situa, pelo que, P A | B = .
4
) Assíntotas não verticais ( y = mx + b )
Tem-se que: Em −∞
P ( A) = P ( B ∩ A ) + P ( B ∩ A) ( −∞×0 )
lim f ( x ) = lim ( x e x + 1) = 1 + lim ( x e x ) =
x →−∞ x →−∞ x →−∞
= P ( B) × P( A | B ) + P ( A ∩ B) ⇔
1

4 = 1 + lim ( − y e −y
)= y = −x ⇔ x = − y
y →+∞ Se x → −∞ , y → +∞
1 1 1
⇔ = × + P ( A ∩ B) ⇔ =1−
1
=1−
1
=1− 0 =1
4 2 4 ey +∞
1 1 1 lim
⇔ P ( A ∩ B) = − ⇔ P ( A ∩ B) = y →+∞ y

4 8 8
A reta de equação y = 1 é assíntota horizontal ao gráfico de
1
Portanto, a probabilidade pedida é igual a . f em −∞ .
8

1
Ficha de teste global

Em +∞ : Assintotas não verticais ( y = mx + b ) :


∞
f ( x) ln ( e − 1)
x  
∞ ∞
g ( x)
 
m = lim = lim = x 2 + 4ln x  ∞ 
x →+∞ x x →+∞ x m = lim = lim =
x →+∞ x x →+∞ x2
  1   1
ln  e x  1 − x   ln e x + ln 1 − x  x2 ln x 1
  e   e  = lim + 4 lim × lim =
= lim = lim = x →+∞ x 2 x →+∞ x x →+∞ x
x →+∞ x x →+∞ x
1
 1   1 =1+ 4× 0× = 1+ 4× 0× 0 = 1
x + ln 1 − x  ln 1 − x  +∞
= lim  e  = lim x + lim  e  =
 x 2 + 4ln x  x 2 + 4ln x − x 2
x →+∞ x x →+∞ x x →+∞ x b = lim  − x  = lim =
x →+∞
ln (1 − 0 ) ln1 0  x  x →+∞ x
=1+ =1+ = 1+ =1 4ln x ln x
+∞ +∞ +∞ = lim = 4 lim = 4×0 = 0
x →+∞ x x →+∞ x
b = lim ln ( e x − 1) − x 
x →+∞ Como Dg = ℝ + , a única assíntota não vertical do gráfico de
  e − 1  x
g é a reta de equação y = x .
= lim  ln ( e x − 1) − ln e x  = lim ln  x  
x →+∞ x →+∞
  e  f ( 3 + h ) − f ( 3)
5.1. f ′ ( 3) = lim
  ex 1    1  h→0 h
= lim  ln  x − x   = lim ln 1 − x  
x →+∞
  e e  
x →+∞
  e  ln ( 3 + h ) − ln 3
= lim
h→0 h
 1 
= ln  1 −  = ln (1 − 0 ) = ln1 = 0 3+ h
 +∞  ln  
= lim 
3 
Portanto, a reta de equação y = x é assíntota ao gráfico de f , h→0 h
em +∞ .
 h
ln 1 +
4.1. f ′ ( x ) = ( x3 e − x )′ = ( x 3 )′ e − x + x 3 ( e − x )′ = 
= lim 
3
h→0
 h
= 3 x 2 e − x + x 3 ( − e − x ) = 3x 2 e − x − x 3 e − x =
h h
y = ln  1 +  ⇔ e y = 1 + ⇔
 h  3 3
ln 1 + 
= e − x ( 3 x 2 − x3 ) h
= lim 
3 1 ⇔ = e y −1
× 3
h→0 h 3
f ′ ( x ) = 0 ⇔ e − x ( 3 x 2 − x3 ) = 0 ⇔ 3
Se h → 0 , y → 0

⇔ e− x = 0 ∨ 3x 2 − x3 = 0 ⇔ 1
= × lim y
y 1
= ×
1 1 1 1
= × =
⇔ x ∈ ∅ ∨ x (3 − x) = 0 ⇔
2 3 y →0 e − 1 3 ey −1 3 1 3
lim
y →0 y
⇔ x2 = 0 ∨ 3 − x = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 3
1
Portanto, f ′ ( 3) =
x −∞ 0 3 +∞ 3
f′ + 0 + 0 – 5.2. Seja r a reta tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 0.
f ր ր ց Para x ≤ 2 , tem-se que:

f ′ ( x ) = ( e 2 x − x )′ = ( e2 x )′ − ( x )′ = 2e 2 x − 1
Máx.
A função f é estritamente crescente em ]−∞ , 0] e em

[0 , 3] e é estritamente decrescente em [3 , + ∞[ . Tem um O declive de r é f ′ ( 0 ) = 2e 2×0 − 1 = 1 .

27 f ( 0 ) = e 2×0 − 0 = 1 .
máximo relativo igual a f ( 3) = .
e3 O ponto de coordenadas ( 0 , 1) pertence à reta r
4.2. Dg = ]0 , + ∞[ e a função g é contínua
Um vetor diretor tem coordenadas (1 , 1) já que o declive de
Assim, a única possível assíntota vertical é a reta de equação
r é igual a 1.
x=0.
Assim, ( x ,y ) = ( 0 , 1) + k (1 , 1) , k ∈ ℝ é uma equação
x 2 + 4ln x
lim+ g ( x ) = lim+ = vetorial da reta r
x→0 x →0 x
0 + 4ln ( 0 +
) = −∞ = −∞ 5.3. Para x ≤ 2 , f ′ ( x ) = 2e 2 x − 1 .
=
0+ 0+ 1
ln  
Portanto, a reta de equação x = 0 é assíntota ao gráfico da 1 1 2
2e 2 x − 1 = 0 ⇔ e 2 x = ⇔ 2 x = ln   ⇔ x =
função g . 2 2 2
ln ( 2−1 ) ln 2
⇔x= ⇔ x=−
2 2

2
Ficha de teste global

π
x −∞ −
ln 2 i  π π
2
2 z3 = 4 − 2e 3 ⇔ z3 = 4 − 2  cos + i sin 
 3 3
f′ – 0 + +
1 3
f ց ր ⇔ z3 = 4 − 2  + i  ⇔ z3 = 4 − 1 − 3i ⇔
 2 2 
Mín. Máx.
⇔ z3 = 3 − 3i
 ln 2 
A função f é estritamente decrescente em  −∞ , − eé
2 

( )
2
z3 = 32 + − 3 = 9 + 3 = 12 = 2 3
 ln 2 
estritamente crescente em  − , 2  . Tem um mínimo − 3
 2  Sendo Arg ( z3 ) = θ , tem-se tan θ = ∧ θ ∈ 4.º Q ,
3
ln 2
relativo igual a para x = − e um máximo relativo igual π
2 π −i
portanto, θ = − . Assim, z3 = 2 3 e 6 , logo:
para x = 2 . 6
π
−i
z 3 + z3 = 0 ⇔ z 3 + 2 3 e 6
=0
Pág. 116
π  π
5 −i − i  π+ 
 1 
5
 4×3 + 3 1+ i  ⇔ z 3 = −2 3 e 6
⇔ z3 = 2 3 e  6

6.1. z1 =  i15 +  ⇔ z1 =  i + 
 1− i   (1 − i )(1 + i )  −i

3 −i

5 5
⇔ z3 = 2 3 e 6
⇔ z = 2 3e 6

 1+ i   1+ i 
⇔ z1 =  i3 +  ⇔ z1 =  − i+ 
 7 π 2 kπ 
i − + 
 1 − i2   2  ⇔ z = 3 2 3e 18 3 
, k = 0 ,1, 2
5 5
 −2i + 1 + i  1 1  −i

i

i
17π
⇔ z1 =   ⇔ z1 =  − i  z = 6 12 e 18
∨ z = 6 12 e 18 ∨ z = 6 12 e 18
 2  2 2 
7.1. Tendo em conta que o triângulo [ RQS ] é retângulo em Q
1 1
Vamos escrever o número complexo − i na forma
2 2 dado que o ângulo RQS é inscrito numa semicircunferência:
trigonométrica. RQ RQ
cos α = ⇔ cos α = ⇔ RQ = 2cos α
1 1 1  1
2
1 1 2 2
2
RS 2
− i =   + −  = + = =
2 2   
2 2  4 4 4 2 Atendendo a que o triângulo [ PQR ] , retângulo em P , vem:
1 RP RP
− cos α = ⇔ cos α = ⇔ RP = 2cos 2 α
1 1  2cos α
Sendo θ = Arg  − i  , vem tan θ = 2 ∧ θ ∈ 4º Q , ou RQ
2 2  1
2 PQ PQ
sin α = ⇔ sin α =
π RQ 2cos α
seja, tan θ = 1 ∧ θ ∈ 4.º Q , pelo que, θ = − . Assim,
4 ⇔ PQ = 2sin α cos α ⇔ PQ = sin ( 2α )
1 1 2 −i π4
− i= e . RP × PQ 2cos α × sin ( 2α )
2
2 2 2 Área do triângulo [ PQR ] = =
5 2 2
1 1 
5
 2 −i π4   2  −i 5π4
z1 =  − i  ⇔ z1  e  ⇔ z1 =   e  π
2 2  Portanto, A (α ) = cos 2 α sin ( 2α ) , onde α ∈  0 , .
 2   2   2 
2 − i 5π4  π
⇔ z1 = e . 7.2. Para α ∈  0 , 
8  2
2 − i 5π4 2  5π   5π  
z1 = e ⇔ z1 =  cos  −  + isin  −   A′ (α ) =  cos 2 α sin ( 2α ) ′ =
8 8   4   4 
2 2 2  = ( cos 2 α )′ sin ( 2α ) + cos 2 α ( sin ( 2α ) )′
⇔ z1 = − + i ⇔
8  2 2 
= 2cos α ( cos α )′ sin ( 2α ) + cos 2 α ( 2cos ( 2α ) )
1 1
⇔ z1 = − + i
8 8 = 2cos α ( − sin α ) sin ( 2α ) + 2cos 2 α cos ( 2α )

Portanto, z1 na forma trigonométrica é igual a


2 − i 5π4
e e na = −2sin α cos α sin ( 2α ) + 2cos 2 α cos ( 2α )
8
= −2sinα cosα × 2sin α cosα + 2cos 2 α (cos 2 α − sin 2 α )
1 1
forma algébrica é igual a − + i .
8 8 = −4sin 2 α cos 2 α + 2cos 2 α (1 − sin 2 α − sin 2 α )

= 2cos 2 α ( −2sin 2 α + 1 − 2sin 2 α )


π
i
6.2. z3 = 4 − z2 , como z2 = 2e 3 , vem que:
= 2cos 2 α (1 − 4sin 2 α )

3
Ficha de teste global

 π e cos x − 1
A′ (α ) = 0 ∧ α ∈  0 , ⇔ = lim sin x × lim =
 2  x→

x→
3π cos x
y = cos x
2 2

 π
⇔ 2cos 2 α (1 − 4sin 2 α ) = 0 ∧ α ∈  0 ,  ⇔

e −1
y
Se x → , y→0
 2 = −1 × lim = −1 × 1 = −1 2
y →0 y
 π
⇔ ( 2cos 2 α = 0 ∨ 1 − 4sin 2 α = 0 ) ∧ α ∈  0 , ⇔ Portanto, lim  f ( x ) × tan x  = −1
 2  3π
x→
2

 1  π
⇔  cos α = 0 ∨ sin 2 α =  ∧ α ∈  0 , ⇔ Pág. 117
 4  2 
9. Vamos escrever −1 + 3i na forma trigonométrica.
 1 1  π
⇔  cosα = 0 ∨ sin α = − ∨ sin α =  ∧α ∈0 ,  ⇔
( 3) = 1 + 3 =
2
( −1)
2
 2 2  2 −1 + 3i = + 4 =2

Sendo θ = Arg ( −1 + 3i ) , tem-se que


π
⇔α =
6
π π 3 2π
α 0 tan θ = ∧ θ ∈ 2.º Q , pelo que θ = .
6 2 −1 3
A′ + 0 – Assim, temos que z :

A ր 0 ց −1 + 3i 2e 3
i
2 i  − 2θ 
 2π 

z= = 2 i2θ = 2 e  3 
(r e )
Máx. iθ 2 r e r
π
A área do triângulo [ PQR ] é máxima quando α = . Escrevendo w na forma trigonométrica, temos
6
8.1. Para x ∈ [ π , 2π ] , tem-se que:

i
w = −2 3i = 2 3 e 2
.
−1
−1 ≤ cos x ≤ 1 ⇔ e ≤ e cos x
≤ e , pois a função exponencial, 2
 2π
i

− 2θ  i

z=w⇔ e  3 
= 2 3e 2

y = e x , é estritamente crescente. e2
e −1 ≤ ecos x ≤ e ⇔ e −1 − 1 ≤ ecos x − 1 ≤ e − 1 2
 r 2 = 2 3
1 ⇔ ⇔
⇔ −1 ≤ f ( x) ≤ e −1
e  2π − 2θ = 3π + 2kπ , k ∈ ℤ
 3 2
1 
Portanto, D′f =  − 1 , e − 1 .  2 2
 e  r = 2 3
8.2. Para x ∈ [ π , 2π ] , tem-se que: ⇔ ⇔
2θ = 2π − 3π + 2kπ , k ∈ ℤ

f ′ ( x ) = ( ecos x − 1)′ = ( ecos x )′ − (1)′ = 3 2
 2 1
= ( cos x )′ ecos x − 0 = − sin x ecos x r = 3
⇔ ⇔
 π 2θ = − 5π + 2kπ , k ∈ ℤ
f ′ ( x ) − cos  − x −  = 0 ∧ x ∈ [ π , 2π ]
 2  6
⇔ − sin x ecos x − ( − sin x ) = 0 ∧ x ∈ [ π , 2π ]  1  1
r = r=4
⇔ − sin x e cos x
+ sin x = 0 ∧ x ∈ [ π , 2π ]  3
θ ∈]− π , 0[
 3
⇔ ⇔ 
 5π θ = − 5π
⇔ sin x ( − e cos x
+ 1) = 0 ∧ x ∈ [ π , 2π ] θ = − 12 + kπ , k ∈ ℤ  12
⇔ ( sin x = 0 ∨ − ecos x + 1 = 0 ) ∧ x ∈ [ π , 2π ] 1 5π
Assim, se z = w , temos que r = e θ =− . 4

⇔ ( sin x = 0 ∨ e cos x
= 1) ∧ x ∈ [ π , 2π ] 3 12
10.1. Sabe-se que no instante inicial havia 40 coiotes, pelo que
⇔ ( sin x = 0 ∨ cos x = 0 ) ∧ x ∈ [ π , 2π ] P ( 0 ) = 40 .
3π 200
⇔ x = π∨ x = ∨ x = 2π P ( 0 ) = 40 ⇔ = 40
2 −3×0

( ∞×0 ) 1 + Ae 5

8.3. lim  f ( x ) × tan x  = lim  tan x ( ecos x − 1)  = 200 200 A ≠ −1


x→

x→

⇔ = 40 ⇔ = 40 ⇔
2 2
1 + A e0 1+ A
 sin x cos x 
= lim 
x→ 
3π cos x
( e − 1)  =

⇔ 200 = 40 (1 + A ) ⇔
200
=1+ A
2 40
⇔ 5 =1+ A ⇔ A = 4
  ecos x − 1  
= lim sin x   = Portanto, A = 4 .
 cos x  

2 
x→

4
Ficha de teste global

10.2. Tem-se que 30 meses corresponde a 2,5 anos, portanto, área da base × altura
11.2. Volume da pirâmide [ ABCDV ] =
pretende-se determinar P ( 2,5 ) − P ( 0 ) . 3
2
Assim, vem: BC × MV
=
3
200
P ( 2,5 ) − P ( 0 ) = − 40 =

3× 2,5
M é o ponto médio de [ BD ] , determinemos as suas
1 + 4e 5

200 coordenadas.
= − 40 ≈ 65,679
1 + 4e −1,5  −3 + 3 6 + 0 4 + 4 
M , ,  ⇔ M ( 0 , 3 , 4)
O aumento foi de 66 coiotes.  2 2 2 

10.3. Pretende-se determinar t tal que P ( t ) = 3 × 40 . MV = V − M = ( 4 − 0 , 7 − 3 , 6 − 4 ) = ( 4 , 4 , 2 )

200 MV = 4 2 + 42 + 22 = 16 + 16 + 4 = 36 = 6
P ( t ) = 3 × 40 ⇔ P ( t ) = 120 ⇔ 3t
= 120

1 + 4e 5

( −3 + 1) + ( 6 − 2 ) + ( 4 − 8)
2 2 2
BC =
 − 
3t

3t
⇔ 200 = 120  1 + e 5  , pois ∀t ∈ ℝ +0 , 1 + 4e 5 ≠ 0 .
  = 4 + 16 + 16 = 36 = 6

62 × 6
Assim, volume da pirâmide [ ABCDV ] é V =
3k 3t

200 − 5 −
= 1 + 4e 5 ⇔ = 1 + 4e 5 ⇔ = 72
120 3 3

5 −
3t
2 −
3t 11.3. MV = ( 4 , 4 , 2 ) é um vetor normal de ABC
⇔ − 1 = 4e 5 ⇔ = 4e 5 ⇔
3 3 ABC : 4 x + 4 y + 2 z + d = 0
3t 3t
2 1 − 1 −
Como A (1 , 4 , 0 ) ∈ ABC , temos
⇔ × =e 5
⇔ =e 5

3 4 6
4 + 4 × 4 + 0 + d = 0 ⇔ d = −20
1
ln  
1 ABC : 4 x + 4 y + 2 z − 20 = 0
⇔ − = ln   ⇔ t =   ⇒ t ≈ 3
3t 6
5 6 3
− ⇔ 2 x + 2 y + z − 10 = 0
5
Portanto, o número de coiotes triplicou ao fim de, 11.4. Número de casos possíveis: 10C5 (número de maneiras de

aproximadamente, 3 anos. escolher 5 cores, de entre 10)

11.1. Tem-se que D + DA = A , como DA = CB , vem: Número de casos favoráveis: 9C4 (depois de selecionada a

D + DA = A ⇔ D + CB = A cor vermelha, é necessário escolher mais 4 cores, de entre as


9 restantes).
⇔ (3 , 0 , 4) + ( B − C ) = A
Portanto, a probabilidade pedida é, por aplicação, da regra de
⇔ ( 3 , 0 , 4 ) + ( −3 , 6 , 4 ) − ( −1 , 2 , 8 )  = A Laplace:
⇔ ( 3 , 0 , 4 ) + ( −2 , 4 , − 4 ) = A 9
C4 1
10
=
C5 2
⇔ A = (1 , 4 , 0 )

Portanto A (1 , 4 , 0 ) .